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Manual Keimelion 2010

para redação acadêmica

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g a e br/
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a r a a v .co
a p s t á r e s
s t r e u t o
m o ivr o e a
A te L be d
Es p://clu
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Este texto foi revisado, preparado e composto pela
Editora Keimelon.
keimelion@gmail.com
http://editorakeimelion.blogspot.com/
(31)3244-1245
o.
ã m:
a
© Públio Athayde
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g a e br/
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Públio Athayde

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e Keimelion
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m o ipara v r o e aacadêmica
A te L be d
redação

Es p://clu
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Editora Keimelion Ltda.


Belo Horizonte
2009
Manual Keimelion 2010
para redação acadêmica

Dedico este Manual a todos os clientes


que têm confiado a mim seus textos, mui-
tas vezes trabalhos de grande fôlego,
responsabilidade, e de elevado envolvi-
mento emocional.
Dedico aos muitos alunos cujas dúvidas
orientaram a previsão de dificuldades.
Dedico aos colaboradores que toleraram
minha neurose de revisor.
Dedico aos colegas revisores, principal-
mente os da comunidade Revisores Red
Carpet Now, com quem partilhamos os
problemas técnicos e aliviamos os estres-
ses do ofício.

4
Manual Keimelion 2010
para redação acadêmica

O Autor contou com a colaboração da equipe da


Editora Keimelion
na elaboração da primeira edição deste Manual Keimelion 2010
para redação acadêmica:
Assistente de redação: Michel Jorge Gannam (estagiário)
Apoio de formatação: Sonia Regina Athayde
Edição virtual: Fernando Pereira Silveira
Leitura crítica: Ricardo Arreguy Maia
Revisão final: Roberto Arreguy Maia
Compartilho os méritos deste trabalho com aqueles colaborado-
res, mas o Autor se responsabiliza individualmente pelas falhas,
principalmente considerando as grandes modificações introduzi-
das na presente edição.

5
Públio Athayde

Sumário

1 Apresentação ................................................. 7

2 Trabalho acadêmico .................................... 12

3 Referências e bibliografia ........................... 54

4 Quadros de normas ..................................... 71


5 Gramática e estilo ........................................ 78
6 Cem erros comuns .................................... 145

7 O acordo ortográfico ................................. 157


8 Revisão do texto ........................................ 158

9 Glossário .................................................... 165


Bibliografia ...................................................... 172
Índice analítico ................................................ 180

Índice remissivo .............................................. 189


Índice das ilustrações ..................................... 194
Manual Keimelion 2010
para redação acadêmica

1 Apresentação

Todos temos problemas de redação. A redação acadêmica apre-


senta problemas peculiares, dada sua natureza formal, lingua-
gem necessariamente precisa e absoluto rigor técnico, linguísti-
co, morfossintático e semântico requeridos.
Não espere encontrar novidades aqui, exceto as minhas opiniões
sobre algumas questões controversas e, na maior parte, sem
grande importância. Há muitos manuais disponíveis que apre-
sentam as normas acadêmicas e muitos que atendam às ques-
tões linguísticas da redação. Este trabalho procura conjugar os
dois aspectos, de forma sistemática e prática.
Naturalmente, nesta edição, contemplamos os problemas apre-
sentados pelo emprego da nova ortografia. A maioria das ques-
tões nesse aspecto já está pacificada.
O objetivo deste Manual Keimelion 2010 para redação acadê-
mica é subsidiar a produção de textos científicos, fornecer ele-
mentos para que os aspectos linguísticos e formais não constitu-
am grandes obstáculos ao trabalho. Espera-se que aqui se en-
contrem algumas indicações de procedimentos a serem seguidos
ou evitados.
São fornecidas sugestões de apresentação dos trabalhos, de
acordo com as usuais formatações e regras de referência. Note-
se que há enormes variações en-
tre as diferentes instituições quan-
to a esses aspectos. As formas “Qualquer que seja a
propostas são síntese simplificada coisa que queiramos dizer,
há apenas uma palavra
das exigências genéricas. para exprimi-la, um verbo
para animá-la e um ad-
Este trabalho é fruto de minha jetivo para qualificá-la.”
experiência como revisor, atuando G. de Maupassant.
especificamente com teses e dis-

7
Públio Athayde

sertações ao longo de mais de dez anos. Não é trabalho de es-


pecialista para tratar de assuntos técnicos ou teóricos, nem se
destina a especialistas; tentei montar um manual prático, a partir
de informações coletadas e reunidas da internet, por ser recurso
corrente e universalmente acessível, e em diversas outras fon-
tes, adaptadas e modificadas segundo meu entendimento e prá-
tica, para servir de apoio a quem está escrevendo para a aca-
demia.
Muito da Gramática e estilo, um dos tópicos deste manual (p.
78), é oriundo de manuais de redação jornalística – principalmen-
te o da Folha de São Paulo, e d’O Estado de São Paulo. O texto
foi modificado e adaptado à pratica e necessidade acadêmicas,
bastante diferentes daquelas de origem.
Assim, algumas recomendações dos manuais de redação jorna-
lística terão sido diametralmente transformadas. Outras se apli-
cam integralmente.
Procurei adequar os exemplos ao texto acadêmico; este proce-
dimento estará em construção contínua, assim com todo este
manual continua em modificação; vou publicando pela via eletrô-
nica as sucessivas versões, já pretendendo ser útil.
Foram elaborados quatro índices ao fim do trabalho, sendo dois
deles mais importantes: o índice analítico contém o conteúdo do
trabalho organizado segundo sua disposição lógica no manual
(ver na p. 180); o outro, o índice remissivo, contém diversas en-
tradas que ocorrem ao longo do texto, dispostas em ordem alfa-
bética (ver na página 189). Espero que esses índices possam
fazer deste trabalho um instrumento útil.
As sugestões e indicações deste manual não dispensam qual-
quer texto da necessidade de ser revisado por profissional que
tenha se mantido distante das etapas de produção do documen-
to. Nem mesmo as sugestões referentes à revisão dispensam o
trabalho do profissional. Os autores sempre estarão tão próximos
do texto que não identificarão muitos dos problemas existentes.

8
Manual Keimelion 2010
para redação acadêmica

Este Manual tem indicações de procedimento para simplificar o


trabalho para o usuário do Word na versão mais recente, pois é o
processador de texto que é hoje quase unanimidade entre os
autores.
Serão incorporadas as críticas, sempre bem-vindas, e sugestões
para ampliação de sua utilidade e precisão, pelas quais agradeço
antecipadamente.

1.1 Recomendações ao autor


Veja inicialmente algumas recomendações genéricas que se
destinam a poupar trabalho, retrabalho e perda de trabalho a
quem escreve para a academia um texto mais longo e de maior
responsabilidade. Atualmente, a maior parte das pessoas passa
por essa experiência no Trabalho de Conclusão de Curso ou em
algum trabalho monográfico ou relatoria em disciplina de maior
interesse. Ocorre que, no momento dessa experiência, o estu-
dante ainda não costuma ter o domínio necessário dos progra-
mas de editoração de texto. Ocorre ainda que este mesmo estu-
dante não costuma poder arcar com os custos elevados da for-
matação e revisão profissionais – por mais recomendável que
isso fosse.

1.1.1 Segurança
Por mais conhecida de todos que seja a necessidade de segu-
rança com os trabalhos, a preser-
vação com os arquivos, lembre-se
de manter cópias consecutivas do “A verdadeira eloquência
consiste em dizer tudo o que
trabalho, à medida que ele for é preciso e em dizer apenas
evoluindo. o que é preciso.” La Ro-
chefoucauld

9
Públio Athayde
Este e outros livros estão disponíveis para compra
pelo sistema de impressão sob demanda! Estou
preparando para disponibilizar todos meus trabalhos.
Com o apoio de meus leitores, milhares, que se
dispuseram a ler meus trabalhos nas versões e-book.
Agora eles podem ser impressos!
Acesse http://clubedeautores.com.br/ e pesquise por
meu nome.
Se este link estiver disponível, ele vai diretamente à
minha página lá: http://migre.me/at4p

Articulando
Coletânea de artigos. Alguns são
artigos leves, outros bem mais
profundos. Alguns têm origem
em trabalhos acadêmicos e
foram simplificados para essa
edição, estando disponíveis
inclusive pela internet, suas
versões completas e anotadas.
Há artigos bem recentes e
outros de mais de dez anos.
Novo livro publicado. Não
necessariamente novos textos,
pois se trata de uma coletânea
de Públio Athayde:
"Juntei alguns artigos espalhados (mentira: estavam todos
na mesma pasta do computador), selecionei bastante
(outra mentira: coloquei tudo que era pertinente) e
organizei esse livrinho eletrônico com o que prestava (ou
eu pensei assim). O bacana é a facilidade, o baixo custo
(zero) e a provisoriedade: tudo pode e vai ser revisado
montes de vezes e nunca estará perfeito."

Clique nos links.


O objetivo deste
Manual Keimelion 2010
para redação acadêmica
é subsidiar a produção de textos
científicos, fornecer elementos
para que os aspectos linguísticos e
formais não constituam grandes
obstáculos ao trabalho. Espera-se
que aqui se encontrem algumas
indicações de procedimentos a
serem seguidos ou evitados. São
fornecidas sugestões de
apresentação dos trabalhos, de
acordo com as usuais formatações e regras de referência. Note-
se que há enormes variações entre as diferentes instituições
quanto a esses aspectos. As formas propostas são síntese
simplificada das exigências genéricas. Este trabalho é fruto de
minha experiência como revisor, atuando especificamente com
teses e dissertações ao longo de mais de dez anos.

Camonianas
Quatro sonetos de Luís de Camões
dão origem a 56 composições em
que o poeta Públio Athayde
desenvolve sugestões de cada um
dos versos da significativa
tetralogia. Tomado como primeira
frase dos novos poemas, o verso do
grande luso é o mote que conduz o
desempenho do sonetista ouro-
pretano no virtuosismo de uma
delicada, difícil e audaciosa
operação.

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Confissões
“confissões/ foram tantas/ nas
lições/ que me cantas”. Mais
poesias de Públio Athayde; desta
vez, poesia confessional. Crônica
completa de um amor do passado
em sonetos livremente acrósticos.
Todo ilustrado com fotos de Ouro
Preto antigas.

Dirceu
Sonetos Bem(e)Ditos
Quatorze versos cada poema de
vário amor absolutamente
bandido. Uma contorção de quem
subtrai a Musa ao tango para
trazê-la a um sabá orgírico em
ritmo de seresta. Poesia-tese é a
resposta que Doroteu nos
oferece...

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Marília & Dirceu
Um triângulo de dois vértices
Teatro. Drama em um ato de
Públio Athayde sobre textos de
Tomas Antônio Gonzaga, José
Benedito Donadon-Leal e Públio
Athayde. Ao fundo do palco vêem-
se a casa de Marília e, em último
plano, o IItacolomi, nos lados,
altares "barrocos" com ícones
gregos mencionados no texto; alguns móveis, dois leitos e
adereços de época, velas acesas, luzes cambiantes entre os
vários ambientes de cena.
Sonetos para Ser entendido
“É o próprio título que talvez forneça a principal chave de leitura
dos textos: algo como uma ascese para
se chegar ao entendimento e ser um
entendido em paz neste mundo. O
leitor, além disso, deve se manter
atento, tal como o poeta nos adverte o
poema “De atalaia”: “Porque coisa
escondida existe / Até no mais óbvio do
chiste.” [...] Como sabemos, o cômico, a
ironia, o grotesco, o escatológico, o
blasfemo, o chulo são territórios
considerados menos nobres na
literatura, ainda sob o império do apolíneo. São raros, portanto,
os autores que levam a sério a pesquisa desses territórios e
sabemos de sua luta para terem as respectivas obras
reconhecidas. [...] Encerro no poema “Pátria”, da sessão
“Sonetos infantis”, que foi escrito quando Públio era ainda um
menino e acreditava em tantas coisas importantes. É porque no
centro do riso mora uma pungência insofismável. " Ronald Polito

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Eu Ouro Preto
Tópicos de História: Arquitetura,
Música, Documento, Conservação
Públio Athayde
Este livro congrega seis artigos com
uma temática comum apaixonante:
Ouro Preto. Os olhos do historiador
ouropretano convergem para a
paisagem, a arquitetura, a música e o
povo desta cidade, para as relações
destes elementos nos tempos
passado e presente de modo inequivocamente passional, mesmo
considerada a abordagem metódica e a pretensa erudição. A
paixão, confessa no primeiro artigo (Eu “Ouro Preto”), se
desdobra em considerações topográficas sobre os templos
coloniais (Adequação retórico-arquitetônica da Paróquia de
Nossa Senhora do Pilar de Ouro Preto). A mesma paixão visceral
que aguça os ouvidos para sons reais e imaginários (Música
colonial, cérebro retórico e êxtase religioso) relê a poesia
arcádica situando física e politicamente as referências do poeta
detrator (As cartas chilenas: carta terceira, notas de leitura).
Ainda com os olhos voltados para o passado, e nada é mais
presente no passado que a morte, abstrair de algumas lápides os
resquícios das paixões de outras épocas é tarefa inglória e
fascinante (Aqui jazem os restos do irmão J.F.C. falleciddo),
tanto quanto querer apontar nos requícios já arqueológicos da
mineração aurífera (Curral de Pedras: abandono e omissão) as
tensões vividas em uma época anterior cujas marcas estão por
todo lado, cravadas na essência da brasilidade. A retórica da
história clama em coros dissonantes e cada vagido é repleto de
significâncias, todas elas se articulando para dar significado ao
que somos. Cada olhar sobre a Ouro Preto de outrora completa a
visão que temos de nós mesmos, quer como agentes de uma
existência em contínua construção, quer como amantes do
pretérito edificado em magnífica herança.

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As Quatro Estações
Mimeses
Este trabalho apresenta as mimeses
transversais entre duas leituras
contemporâneas de duas obras do
século XVIII e discute a invenção
baseada em emulações sobre As
Quatro Estações, de Antonio Vivaldi. O
engenho focado é um conjunto
pictórico capaz de representar
simultaneamente as Quatro Estações
como ciclo temporal e metáfora das fases da vida. A composição
pictórica integra elementos formais da iconografia antiga a
elementos da linguagem plástica contemporânea tendo como
referenciais: a iconografia de Cesare Ripa e o trabalho de Amílcar
de Castro. A proposta inclui aspectos transdisciplinares entre
poesia, a música e a pintura. Uma das leituras, a literária, feita
nos últimos anos do século passado, e outra o Programa
Iconográfico, mais recente ainda, dos primeiros anos do XXI. Essa
sobreposição de mimeses, além da emulação entre artes
distintas, compreende a transversalidade da leitura
interpretativa. O objetivo do Programa Iconográfico em questão
não foi fazer doutrina da percepção sensorial, estética ou
intersemiológica. A pretensão foi a da produção artística. Ao
cabo do processo, esse livro discute a investigação que resultou
na pintura e os resultados dela.
Adquira livros, presenteie livros.
Acesse http://clubedeautores.com.br/ e pesquise por
meu nome: Públio Athayde
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minha página lá: http://migre.me/at4p

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Públio Athayde

2 Trabalho acadêmico

2.1 Conceito
Trabalho acadêmico é o texto resultado de algum dos diversos
processos ligados à produção e transmissão de conhecimento
executados no âmbito das instituições ensino, pesquisa e exten-
são, formalmente reconhecidas para o exercício dessas ativida-
des.
o.
ã m:
a ç
g a e br/
u l
iv end m.
2.2 Finalidade

r d
a a v .co
p a t á s
As diversas finalidades do trabalho acadêmico podem se resumir
e
r a s o r
em apresentar, demonstrar, difundir, recuperar ou contestar o

s t e t
o ivr o u
conhecimento produzido, acumulado ou transmitido.

m d e a
A te L be
Ao apresentar resultados, o texto acadêmico atende à necessi-
dade de publicidade relativa ao processo de conhecimento. A

Es p://clu
pesquisa realizada, a ideia concebida ou a dedução feita pere-
cem se não vierem a público; por esse motivo existem diversos

htt
canais de publicidade adequados aos diferentes trabalhos: as
defesas públicas, os periódicos, as comunicações e a multimídia
virtual são alguns desses.
A demonstração do conhecimento é necessidade na comunidade
acadêmica, onde esse conhecimento é o critério de mérito e a-
cesso. Assim, existem as provas, concursos e diversos outros
processos de avaliação pelos quais se constata a construção ou
transmissão do saber.
Difundir o conhecimento às esferas externas à comunidade aca-
dêmica é atividade cada vez mais presente nas instituições de

12
Públio Athayde

3 Referências e bibliografia

Este manual usa regras adaptadas da Associação Brasileira de


Normas Técnicas (ABNT).
Há que se distinguir o que normalmente se confunde:
Referência bibliográfica é o conjunto de indicações que possi-
bilitam a identificação de documentos, publicações, no todo ou
em parte. Referência: “‘Nota informativa de remissão’ (em publi-

.
cação); ‘fonte de esclarecimento’ (para o leitor)” (AURÉLIO).

ç o
ã m:
Bibliografia é o conjunto de obras pesquisadas a que o leitor

l a
g a e br/
pode recorrer para aprofundamento sobre o assunto do trabalho.

u
iv end m.
“Documento que apresenta lista de referências bibliográficas,

r d
usadas em ordem alfabética, relativas a um ou mais assuntos.
a a v .co
a
Parte de uma obra na qual se listam as referências bibliográficas

a p s t á e s
de obras recomendadas para leitura complementar” (AURÉLIO).
r
s t r e u t o
Confundem-se também referência e citação, por proximidade e

m o ivr o e a
contaminação, mas vale observar que são coisas bem distintas

A te L be d
(ver sobre citações na página 29).

EsFormas / c l ureferência
3.1
t p : / de
ht
Entre as muitas formas pelas quais as referências bibliográficas
podem ser feitas, escolha-se a mais conveniente de acordo com
o tipo de trabalho e as exigências da instituição a que ele se des-
tina.
Não há menção na NBR 10520 para que os nomes dos autores
no corpo do texto devam aparecer em maiúsculas ou versalete,
todos os exemplos da NBR 10520 estão com apenas a primeira
letra em maiúscula, mas essa prática é difundida e entendemos

54
Manual Keimelion 2010
para redação acadêmica

haver justificativa: facilita visualmente a localização dos autores


no texto.

3.1.1 Referência completa


Aplica-se raramente no texto. Essa referência reproduz integral-
mente os dados da obra citada, fica muito longa e é adequada
exclusivamente às listagens bibliográficas (bibliografia).
Exemplo:

.
“… a democracia tem a demanda fácil e a resposta difícil; a

o
ã m:
autocracia, ao contrário, está em condições de tornar a

a ç
demanda mais difícil e dispõe de maior facilidade para dar

l g a e br/
respostas” (BOBBIO, Norberto. Il futuro della democrazia, in:

u
iv end m.
Nuova civiltà delle machine, II, verão, 1984, pp. 11-20 –

d
trad. bras. de Marco Aurélio Nogueira, São Paulo: Editora

r a a v .co
Paz e Terra, 7ª ed. revista e ampliada, 2000, p. 49, Apud

p a s
RIBEIRO, Wladimir Antonio. Em busca do federalismo

t á e
a s r
perdido. Coimbra: Dissertação de Mestrado, Universidade

s t r e u t o
de Coimbra, 2001, p. 52).

m o ivr o e a
A te L be d
É claro absurdo fazer referência assim: ela é muito maior que a
própria citação. Além disso, é referência indireta: Bobbio citado

Es p://clu
por Ribeiro; traz mais informações que o necessário: o tradutor é
informação raramente pertinente.

htt Referência abreviada


3.1.2
É a forma mais aceita e usual, consiste simplesmente em men-
cionar o sobrenome do autor, o ano da publicação e letra identifi-
cadora (quando couber), seguindo-se dois pontos e o número da
página ou páginas correspondentes.
“Com base em BEAVER (1981:50) é possível identificar algumas
relevantes consequências econômicas da informação contábil…”
(MARTINEZ, 2001:18).

55
Manual Keimelion 2010
para redação acadêmica

4 Quadros de normas

4.1 ABNT
Muitas vezes se mencionam as “Normas da ABNT“ como se fos-
sem “lei” ou documento isolado que deva ser respeitado nacio-
nalmente e que traz tudo exatamente como deve ser feito.

.
Há muitas normas diferentes emanadas daquela instituição que
o
ã m:
se relacionam ao trabalho científico; em cada instituição de ensi-
ç
a
no ou pesquisa, ou em cada publicação adotam-se parcial ou

u l g a e br/
totalmente essas normas, adaptando-as e modificando-as de

d iv end m.
acordo com o interesse específico.

r a a v .co
A Associação Brasileira de Normas Técnicas, ao contrário do
a
p á e s
que muitos pensam, é instituição privada; suas normas são ad-

a s t r
t r e t o
quiridas em seus representantes, elas são documentos isolados,

s
o ivr o a u
custam caro e não estão reproduzidas em nenhuma publicação,

m d e
pois os direitos autorais sobre elas são fortemente resguardados.
A te L be
Es p://clu
Há casos de conflito interno no estabelecimento das normas, e
de conflito entre as normas apresentadas, até pelas suas diferen-
tes datas de atualização.

htt
É apresentada a seguir uma relação dessas normas, a título de
exemplo e para ilustrar a complexidade do assunto.

71
Públio Athayde

5 Gramática e estilo

Cada tipo de texto te normas próprias, mais ou menos rígidas em


cada caso. O texto acadêmico, na grande maioria dos casos é
regido pela Nomenclatura Gramatical Brasileira, pelo Acordo Or-
tográfico, pelo Vocabulário Ortográfico da Academia Brasileira de
Letras e quaisquer outras normas legais existentes ou provenien-
tes.

.
O estilo, na mesma maioria dos casos, pauta-se pela impessoa-

ç o
lidade como meta, e por um jargão peculiar à ciência e a cada
ã m:
a
área específica de conhecimento.

u l g a e br/
Seguem-se recomendações gerais de gramática e estilo, não no

d iv end m.
sentido de esgotar os temas, mas para breve consulta, a cada

r a a v .co
problema que surgir. Recomendo também sua leitura longitudinal

p a s
para recordar, atualizar e conhecer o conteúdo deste manual.

t á e
s t r a e s t o r
m o ivr
5.1 Acentuação o e a u
A te L be d
Es p://clu
Recomendamos usar todas as normas de acentuação vigentes
no Brasil e na comunidade lusófona. É obrigação de todo autor

htt
conhecer as poucas regras práticas que determinam o uso dos
acentos. A maior parte dos problemas é resolvida pelos progra-
mas de edição de textos. Nem todos. Há casos de palavras que
o computador não pode distinguir: número e numero.
Já existe atualização para a maior parte dos corretores eletrôni-
cos em uso, inclusive o Word.
Desconsidera-se o s que exista no final para saber se a palavra
deve ou não ser acentuada.

78
Manual Keimelion 2010
para redação acadêmica

6 Cem erros comuns

Erros gramaticais e ortográficos devem, por princípio, ser evita-


dos. Alguns, no entanto, como ocorrem com maior frequência,
merecem atenção redobrada. Veja os cem mais comuns do idi-
oma e use esta relação como um roteiro para fugir deles.
1 – “Mal cheiro”, “mau- peças. / Restaram alguns ob-
humorado”. Mal opõe-se a jetos. / Sobravam ideias.

.
bem e mau, a bom. Assim:
5 – Para “mim” fazer. Mim não
mau cheiro (bom cheiro), mal-

ç o
ã m:
faz, porque não pode ser su-

a
humorado (bem-humorado).

g a e br/
jeito. Assim: Para eu fazer,

l
Igualmente: mau humor, mal-

u
para eu dizer, para eu trazer.

iv end m.
intencionado, mau jeito, mal-
estar.

r d
a a v .co
6 – Entre “eu” e você. Depois

a
de preposição, usa-se mim ou

p s
2 – “Fazem” cinco anos. Fa-

t á e
ti: Entre mim e você. / Entre

r a s r
zer, quando exprime tempo, é

t e t o
eles e ti.

s u
impessoal: Faz cinco anos. /

m o ivr o e a
Fazia dois séculos. / Fez 15 7 – “Há” dez anos “atrás”. Há

A te L be
dias.
d e atrás indicam passado na

Es p://clu
frase. Use apenas há dez a-
3 – “Houveram” muitos aci-
nos ou dez anos atrás.
dentes. Haver, como existir,

htt
também é invariável: Houve 8 – “Entrar dentro”. O certo:
muitos acidentes. / Havia mui- entrar em. Veja outras redun-
tas pessoas. / Deve haver dâncias: Sair fora ou para
muitos casos iguais. fora, elo de ligação, monopólio
exclusivo, já não há mais,
4 – “Existe” muitas esperan-
ganhar grátis, viúva do faleci-
ças. Existir, bastar, faltar, res-
do.
tar e sobrar admitem normal-
mente o plural: Existem mui- 9 – “Venda à prazo”. Não exis-
tas esperanças. / Bastariam te crase antes de palavra
dois dias. / Faltavam poucas masculina, a menos que este-
ja subentendida a palavra

145
Manual Keimelion 2010
para redação acadêmica

7 O acordo ortográfico

Desde 1º de janeiro de 2009, entrou em vigor no Brasil a nova


grafia do português, definida pelo Acordo Ortográfico de 1990.
O trema foi extinto, algumas palavras perderam acentos e as
regras do hífen mudaram. Agora é preciso aprender a escrever
do jeito novo. Tenho utilizado bastante o site
http://www.UmPortugues.com, que foi criado para ajudar na tare-
fa de nos adaptarmos à nova grafia, trazendo textos e ferramen-

o.
tas que auxiliam no aprendizado da grafia.

ã m:
a ç
A Microsoft disponibiliza gratuitamente a ferramenta de atualiza-

g a e br/
l
ção que permite aos usuários do pacote de softwares Office

u
iv end m.
2007 trabalharem com as regras do novo Acordo Ortográfico da

r d
Língua Portuguesa. Com as devidas restrições aos corretores
a a v .co
a
eletrônicos, a ferramenta tem se mostrado útil. As informações

a p s t á e s
sobre a atualização estão disponíveis no site deles: http://
r
s t r e t o
www.microsoft.com/brasil/reformaortografica

u
m oDestaques
i v r o e a
A te L be
7.1 do dAcordo
Es p://clu
htt
 Letras K, W e Y.
 O trema morreu.
 "Creem" sem acento.
 "Voo" sem acento.
 "Ideia" e "joia" sem acento.
 "Autoescola" sem hífen.
 "Micro-ondas" com hífen.
 "Paraquedas" sem hífen.
 "Antirrugas" sem hífen e RR.

No texto acadêmico, não cabe opinar sobre o acordo – exceto


em metatexto, ou fugir á imposição da norma. Cabe assimilar.

157
Públio Athayde

8 Revisão do texto

Define-se a revisão como a introdução de interferências no texto


visando sua melhoria. Essas mudanças podem atingir palavras,
frases ou parágrafos e ocorrem por exclusões, inclusões, inver-
sões ou deslocamentos. Todo texto deve ser submetido a diver-
sas fases de revisão; as primeiras e a última pelo próprio autor,
mas outras pessoas devem revisar o trabalho para que os diver-
sos tipos de problemas sejam reduzidos ao mínimo.

o.
Os revisores profissionais trabalham melhor se o texto lhes for
ã m:
a ç
entregue “pronto”, inteiro, de forma que não sofra mais modifica-

g a e br/
l
ções depois de revisado. A última fase do trabalho será a confe-

u
iv end m.
rência das interferências do revisor por parte do autor, para veri-

r d
ficar se suas intenções e ideias foram corretamente interpreta-
a a v .co
a
das, discutindo com o revisor, se necessário, para consolidar a

p
versão definitiva.
a s t á r e s
s t r e u t o
Existe também certa resistência passiva do autor em não querer

m o ivr o e a
revisar o texto. Os autores não reformulam espontaneamente o

A te L be d
que já escreveram, apesar das anotações e sugestões dos revi-

Es p://clu
sores, que muitas vezes não são nem lidas pelo autor.
Apresentamos aqui procedimentos para o autor revisar seu texto,

htt
ele próprio, nas fases preliminares, de modo a reduzir custos;
fazer isso não dispensa nunca a necessidade da revisão profis-
sional. Mas o fato é que um texto bem escrito, e revisado pelo
autor, produzira melhor resultado que aquele cuja revisão é inte-
gralmente delegada a um profissional.
Os passos apontados são compatíveis com o editor de texto
Word, em suas diversas versões.

158
Públio Athayde
Este e outros livros estão disponíveis para compra
pelo sistema de impressão sob demanda! Estou
preparando para disponibilizar todos meus trabalhos.
Com o apoio de meus leitores, milhares, que se
dispuseram a ler meus trabalhos nas versões e-book.
Agora eles podem ser impressos!
Acesse http://clubedeautores.com.br/ e pesquise por
meu nome.
Se este link estiver disponível, ele vai diretamente à
minha página lá: http://migre.me/at4p

Articulando
Coletânea de artigos. Alguns são
artigos leves, outros bem mais
profundos. Alguns têm origem
em trabalhos acadêmicos e
foram simplificados para essa
edição, estando disponíveis
inclusive pela internet, suas
versões completas e anotadas.
Há artigos bem recentes e
outros de mais de dez anos.
Novo livro publicado. Não
necessariamente novos textos,
pois se trata de uma coletânea
de Públio Athayde:
"Juntei alguns artigos espalhados (mentira: estavam todos
na mesma pasta do computador), selecionei bastante
(outra mentira: coloquei tudo que era pertinente) e
organizei esse livrinho eletrônico com o que prestava (ou
eu pensei assim). O bacana é a facilidade, o baixo custo
(zero) e a provisoriedade: tudo pode e vai ser revisado
montes de vezes e nunca estará perfeito."

Clique nos links.


O objetivo deste
Manual Keimelion 2010
para redação acadêmica
é subsidiar a produção de textos
científicos, fornecer elementos
para que os aspectos linguísticos e
formais não constituam grandes
obstáculos ao trabalho. Espera-se
que aqui se encontrem algumas
indicações de procedimentos a
serem seguidos ou evitados. São
fornecidas sugestões de
apresentação dos trabalhos, de
acordo com as usuais formatações e regras de referência. Note-
se que há enormes variações entre as diferentes instituições
quanto a esses aspectos. As formas propostas são síntese
simplificada das exigências genéricas. Este trabalho é fruto de
minha experiência como revisor, atuando especificamente com
teses e dissertações ao longo de mais de dez anos.

Camonianas
Quatro sonetos de Luís de Camões
dão origem a 56 composições em
que o poeta Públio Athayde
desenvolve sugestões de cada um
dos versos da significativa
tetralogia. Tomado como primeira
frase dos novos poemas, o verso do
grande luso é o mote que conduz o
desempenho do sonetista ouro-
pretano no virtuosismo de uma
delicada, difícil e audaciosa
operação.

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Confissões
“confissões/ foram tantas/ nas
lições/ que me cantas”. Mais
poesias de Públio Athayde; desta
vez, poesia confessional. Crônica
completa de um amor do passado
em sonetos livremente acrósticos.
Todo ilustrado com fotos de Ouro
Preto antigas.

Dirceu
Sonetos Bem(e)Ditos
Quatorze versos cada poema de
vário amor absolutamente
bandido. Uma contorção de quem
subtrai a Musa ao tango para
trazê-la a um sabá orgírico em
ritmo de seresta. Poesia-tese é a
resposta que Doroteu nos
oferece...

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Marília & Dirceu
Um triângulo de dois vértices
Teatro. Drama em um ato de
Públio Athayde sobre textos de
Tomas Antônio Gonzaga, José
Benedito Donadon-Leal e Públio
Athayde. Ao fundo do palco vêem-
se a casa de Marília e, em último
plano, o IItacolomi, nos lados,
altares "barrocos" com ícones
gregos mencionados no texto; alguns móveis, dois leitos e
adereços de época, velas acesas, luzes cambiantes entre os
vários ambientes de cena.
Sonetos para Ser entendido
“É o próprio título que talvez forneça a principal chave de leitura
dos textos: algo como uma ascese para
se chegar ao entendimento e ser um
entendido em paz neste mundo. O
leitor, além disso, deve se manter
atento, tal como o poeta nos adverte o
poema “De atalaia”: “Porque coisa
escondida existe / Até no mais óbvio do
chiste.” [...] Como sabemos, o cômico, a
ironia, o grotesco, o escatológico, o
blasfemo, o chulo são territórios
considerados menos nobres na
literatura, ainda sob o império do apolíneo. São raros, portanto,
os autores que levam a sério a pesquisa desses territórios e
sabemos de sua luta para terem as respectivas obras
reconhecidas. [...] Encerro no poema “Pátria”, da sessão
“Sonetos infantis”, que foi escrito quando Públio era ainda um
menino e acreditava em tantas coisas importantes. É porque no
centro do riso mora uma pungência insofismável. " Ronald Polito

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Eu Ouro Preto
Tópicos de História: Arquitetura,
Música, Documento, Conservação
Públio Athayde
Este livro congrega seis artigos com
uma temática comum apaixonante:
Ouro Preto. Os olhos do historiador
ouropretano convergem para a
paisagem, a arquitetura, a música e o
povo desta cidade, para as relações
destes elementos nos tempos
passado e presente de modo inequivocamente passional, mesmo
considerada a abordagem metódica e a pretensa erudição. A
paixão, confessa no primeiro artigo (Eu “Ouro Preto”), se
desdobra em considerações topográficas sobre os templos
coloniais (Adequação retórico-arquitetônica da Paróquia de
Nossa Senhora do Pilar de Ouro Preto). A mesma paixão visceral
que aguça os ouvidos para sons reais e imaginários (Música
colonial, cérebro retórico e êxtase religioso) relê a poesia
arcádica situando física e politicamente as referências do poeta
detrator (As cartas chilenas: carta terceira, notas de leitura).
Ainda com os olhos voltados para o passado, e nada é mais
presente no passado que a morte, abstrair de algumas lápides os
resquícios das paixões de outras épocas é tarefa inglória e
fascinante (Aqui jazem os restos do irmão J.F.C. falleciddo),
tanto quanto querer apontar nos requícios já arqueológicos da
mineração aurífera (Curral de Pedras: abandono e omissão) as
tensões vividas em uma época anterior cujas marcas estão por
todo lado, cravadas na essência da brasilidade. A retórica da
história clama em coros dissonantes e cada vagido é repleto de
significâncias, todas elas se articulando para dar significado ao
que somos. Cada olhar sobre a Ouro Preto de outrora completa a
visão que temos de nós mesmos, quer como agentes de uma
existência em contínua construção, quer como amantes do
pretérito edificado em magnífica herança.

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As Quatro Estações
Mimeses
Este trabalho apresenta as mimeses
transversais entre duas leituras
contemporâneas de duas obras do
século XVIII e discute a invenção
baseada em emulações sobre As
Quatro Estações, de Antonio Vivaldi. O
engenho focado é um conjunto
pictórico capaz de representar
simultaneamente as Quatro Estações
como ciclo temporal e metáfora das fases da vida. A composição
pictórica integra elementos formais da iconografia antiga a
elementos da linguagem plástica contemporânea tendo como
referenciais: a iconografia de Cesare Ripa e o trabalho de Amílcar
de Castro. A proposta inclui aspectos transdisciplinares entre
poesia, a música e a pintura. Uma das leituras, a literária, feita
nos últimos anos do século passado, e outra o Programa
Iconográfico, mais recente ainda, dos primeiros anos do XXI. Essa
sobreposição de mimeses, além da emulação entre artes
distintas, compreende a transversalidade da leitura
interpretativa. O objetivo do Programa Iconográfico em questão
não foi fazer doutrina da percepção sensorial, estética ou
intersemiológica. A pretensão foi a da produção artística. Ao
cabo do processo, esse livro discute a investigação que resultou
na pintura e os resultados dela.
Adquira livros, presenteie livros.
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Manual Keimelion 2010
para redação acadêmica

9 Glossário

Algumas palavras do jargão editorial se aplicam ao texto científi-


co e há necessidade eventual delas para melhor compreensão
das colocações deste manual ou para diálogo entre os autores e
revisores ou editores.
Acesso: “Possibilidade de Artigo corrigido ou republi-
consulta a um arquivo, como cado: A republicação de arti-

.
resultado de autorização le- go para retificar, ampliar ou
gal” (CAMARGO e BELLOTTO,

ç o
restaurar o texto ou dados do
ã m:
a
1996:1). artigo originalmente publicado.

u
Aditamento: “Parte acrescida
l g a e br/
Artigo de revista: Tipo de

d
ao final de um documento
iv end m. publicação predominante para

r a a v .co
para alterar, explicar ou corri- artigos e outros itens indexa-

p a
gir seu conteúdo” (CAMARGO e

t á e s
dos para as bases de dados.

r a s r
BELLOTTO, 1996:2).

t e t o
APA: American Psychological

s
o ivr o a u
Anexação: “Ação pela qual se Association – ou a nroma de

m
A te L be d e
reúne documento a outro, em
caráter complementar, guar-
referencia adotada por essa
instituição, publicações e pro-

Es p://clu
dando ambos relativa auto- fissionais da área.
nomia” (CAMARGO e BELLOT-

htt
Bibliografia: A bibliografia
TO, 1996:3).
difere da lista de referências
Artigo clássico: A apresenta- bibliográficas por tratar-se de
ção atual de artigo impresso um levantamento bibliográfico
previamente e que estabelece sobre o tema ou a ele relacio-
um marco na história da ciên- nado, incluindo documentos
cia. É geralmente acompa- não consultados. Tem por
nhado de comentários introdu- objetivo possibilitar ao leitor
tórios salientando sua republi- condições para um maior a-
cação. profundamento no assunto.

165
Públio Athayde

Magalhães, Claudia Freitas. Organização do espaço turístico


de MUNICÍPIOS mineiros: uma proposta metodológica. Belo Hori-
zonte: Instituto de Geociências da UFMG, Dissertação de Mes-
trado, 2000.
MARTINEZ, Antônio Lopo. “Gerenciamento” dos resultados
contábeis: estudo empírico das companhias abertas brasileiras.
São Paulo: Universidade de São Paulo, Tese de Doutorado em
Controladoria e Contabilidade, 2001.
MARTINS FILHO, Plínio. O bom revisor de textos. Em: RIBEIRO,
Ana Elisa; COSCARELLI, Carla Viana (org.). Conversas com edi-

o.
tores. Belo Horizonte: UFMG, 2007. (Cadernos Viva Voz)
ã m:
a ç
g a e br/
MARTINS, Eduardo. Manual de redação e estilo – O Estado de

u l
São Paulo (Estadão ). O Estado de S. Paulo. São Paulo: Dispo-
nível em
d iv end m.
r a a v .co
<http://www.estado.estadao.com.br/redac/manual.html>. Acesso

p a
em 14 de março de 2002.

t á e s
t r a e s t o r
MEDEIROS, Domingos Oliveira. A vírgula e a luta contra os pri-

s
m o ivr o e a u
vilégios. Usina de Letras. 13/02/2002 – 09h47min. Disponível

d
em <www.usinadeletras.com.br>. Acesso em 12 de março de
A te L be
2002.

Es p://clu
MICHAELIS: Veja-se: TUFANO, Douglas.

htt
MINIGRAMÁTICA: Veja-se Núcleo Interinstitucional de Linguística
Computacional.
NASSIF, Cláudio. Exploração do Método de Thompson na a-
plicação em problemas com várias escalas de comprimento.
Belo Horizonte: Instituto de Ciências Exatas da UFMG, Tese de
Doutorado, 2002.
NEVES, Maria Helena de Moura. Gramática de usos do portu-
guês. São Paulo: Editora UNESP, 2000.
NÚCLEO Interinstitucional de Linguística Computacional, USP-
São Carlos. Minigramática. Disponível em

176
Manual Keimelion 2010
para redação acadêmica

<http://nilc.icmc.sc.usp.br/minigramatica/sejabem.vindo..htm>.
Acesso em 13 de fevereiro de 2002.
PINTO, Maria de Lourdes Moreira. O uso da informática no en-
sino fundamental – um estudo de caso em escolas de Belo Ho-
rizonte. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina,
Dissertação de Mestrado, 2001.
PODER. Conselho Assessor. Disponível em
<http://www.poderonline.com.br/NR/exeres/6876DB25-5CD1-
4BBB-8E0D-8A65F6176BAE.htm>. Acesso em 8 de abril de
2002.

o.
ã m:
PRATA, Mário. Uma tese é uma tese. O Estado de São Paulo.

a ç
g a e br/
São Paulo: 7 de out. 1998. Disponível em

u l
<http://www.sulsites.com/e-tese/cronica.asp>. Acesso em 8 de
março de 2002.
d iv end m.
a r a a v .co
PREFEITURA de Vitória – ES. Manual de redação e estilo do

a p s t á
Vitória On Line. Disponível em
r e s
s t r e t o
<http://www.vitoria.es.gov.br/manual/apresenta.htm>. Acesso em

u
o ivr o a
3 de fevereiro de 2002.

m
A te L be d e
REIS, José Cláudio de Sousa. Sistema de acompanhamento da

Es p://clu
aprendizagem e avaliação do aluno universitário via internet:
uma ferramenta de apoio ao professor e ao aluno. Belo Horizon-
te: Faculdade de Educação da UFMG, Dissertação de Mestrado,

htt
2001.
RIBEIRO, Ana Elisa. Em busca do texto perfeito: (in)distinções
entre as atividades do editor de texto e do revisor de provas na
produção de livros. Anais do XII Congresso Brasileiro de Ci-
ências da Comunicação da Região Sudeste, Juiz de Fora
(MG). São Paulo: Intercom, 2007.
RIBEIRO, Ana Elisa. Recados ao revisor de textos: representa-
ções do profissional de texto nas crônicas de Eduardo Almeida
Reis. Verso e Reverso. v. 22, 2008.

177
Públio Athayde

RIBEIRO, Wladimir Antônio. Em busca do federalismo perdido.


Coimbra: Universidade de Coimbra, Dissertação de Mestrado,
2001.
RODRIGUES, Ronan Silva. Agricultura familiar e sustentabili-
dade nos nichos agrícolas de Bom Jardim – município de Má-
rio Campos – MG/2001. Belo Horizonte: Instituto de Geociências
da UFMG, Dissertação de Mestrado, 2002.
SALGADO, Luciana S. O autor e seu duplo nos ritos genéticos
editoriais. Eutomia, n. 1 (525-546), 2008.
SALGADO, Luciana S. Ritos genéticos no mercado editorial:
autoria e práticas de textualização. Tese (Doutorado), Univer-
sidade Estadual de Campinas. Campinas, 2007.
SAMPAIO, Jurema L. F. Disponível em
<http://www.geocities.com/CollegePark/Union/2695/testos-em-
digital.htm>. Acesso em 15 mar. 2002.
SANTIAGO, Salette Lobão Torres. Análise molecular de isola-
dos do vírus da bronquite infecciosa das galinhas em Minas
Gerais – Brasil. Belo Horizonte: Escola de Veterinária da UFMG,
Dissertação de Mestrado, 2002.
SAYÃO, Bidu. Opera arias & brazilian folksongs. Sony Music
Ent., 1996.
SCHFFER, Carmen Cristina Rodrigues. Verificando a apropria-
ção da teoria piagetiana do desenvolvimento cognitivo u-
sando tecnologia computacional: estudo de caso na formação
de psicólogos. Belo Horizonte: Centro Federal de Educação Tec-
nológica – CEFET-MG, Dissertação de Mestrado, 2001.
SILVEIRA, Gelson. Criação de Textos. Disponível em
<http://pessoal.onda.com.br/gel/>. Acesso em 12 de abril de
2002.

178
Manual Keimelion 2010
para redação acadêmica

SIMÕES. Jussara P. Mitos e lendas dos estrangeirismos. In: Jor-


nal Eletrônico Novo Milênio. Disponível em
<http://www.novomilenio.inf.br>. Acesso em 9 de abril de 2002.
TRIBUNAL de Contas da União. Técnicas de apresentação de
dados. Brasília: TCU – Secretaria-Adjunta de Fiscalização,
2001. 90p. Disponível em <http://www.tcu.gov.br>. Acesso em 3
de mar. 2002.
TUFANO, Douglas. Guia prático da nova ortografia. São Paulo:
Editora Melhoramentos Ltda. 2008.
VIGNEAU, François et al. La révision de texte: une comparaison
entre réviseurs débutants et expérimentés. Révue des sciences
de l’éducation. vol. XXIII, n. 2, pp. 271-288, 1997.
VITA, Ercilene Maria de Souza. O sujeito, o outro e suas rela-
ções com o texto na revisão de textos escolares. Dissertação
(Mestrado), Universidade de São Paulo. São Paulo, 2006.
YAMAZAKI, Cristina. Editor de texto: quem é e o que faz. Anais
do XXX Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação,
Santos (SP). Intercom: São Paulo, 2007.
YAMAZAKI, Cristina. Por uma edição de livros sem preconceitos.
Anais do XIII Colóquio Internacional de Comunicação para o
Desenvolvimento Regional, Pelotas (RS). Intercom: São Paulo,
2008.

179
Públio Athayde

Índice analítico

Sumário ......................................................................................................... 6

1 Apresentação ........................................................................................ 7
1.1 Recomendações ao autor ................................................................. 9
1.1.1 Segurança ......................................................................................... 9
1.1.2 Produção do texto .......................................................................... 10

2 Trabalho acadêmico ............................................................................ 12


2.1 Conceito .......................................................................................... 12
2.2 Finalidade ....................................................................................... 12
2.3 Tipos ................................................................................................ 13
2.3.1 Tese................................................................................................. 13
2.3.2 Dissertação ..................................................................................... 14
2.3.3 Monografia ..................................................................................... 15
2.3.4 Artigo .............................................................................................. 15
2.3.5 Comunicação .................................................................................. 16
2.3.6 Relatório ......................................................................................... 16
2.3.7 Resenha .......................................................................................... 17
2.4 Estrutura ......................................................................................... 17
2.4.1 Pré-texto ......................................................................................... 18
2.4.1.1 Capa......................................................................................... 18
2.4.1.2 Folha
2.4.1.3 Ficha catalográfica ................................................................... 20
2.4.1.4 Folha
2.4.1.5 Nominata ................................................................................. 21
2.4.1.6 Dedicatória .............................................................................. 21
2.4.1.7 Agradecimento ........................................................................ 21
2.4.1.8 Sumário ................................................................................... 21
2.4.1.9 Epígrafe ................................................................................... 21
2.4.1.10 Resumo.................................................................................. 22

180
Manual Keimelion 2010
para redação acadêmica

2.4.2 Texto ............................................................................................... 22


2.4.2.1 Introdução ............................................................................... 23
2.4.2.2 Desenvolvimento dos capítulos ............................................... 23
2.4.2.3 Conclusões ............................................................................... 26
2.4.3 Pós-texto ......................................................................................... 26
2.4.3.1 Anexos ou apêndices ............................................................... 26
2.4.3.2 Glossário .................................................................................. 26
2.4.3.3 Lista bibliográfica (bibliografia) ............................................... 27
2.5 Forma e conteúdo ........................................................................... 28
2.5.1 Formato........................................................................................... 28

.
2.5.2 Paginação ........................................................................................ 29

o
ã m:
2.5.3 Citações ........................................................................................... 29

ç
a
2.5.3.1 Citação direta ou textual ......................................................... 30

l g a e br/
2.5.3.2 Citação de citação .................................................................... 31

u
iv end m.
2.5.3.3 Citação indireta........................................................................ 32
2.6
r d
a a v .co
Ilustrações ....................................................................................... 32

p a s
2.6.1 Desenhos ......................................................................................... 34

t á e
a s r
2.6.2 Diagramas ....................................................................................... 35

s t r e u t o
2.6.3 Fotografias ...................................................................................... 36

m o ivr o e a
2.6.4 Gráficos ........................................................................................... 37

A te L be d
2.6.5 Tabelas e quadros ........................................................................... 38
2.6.5.1 Tabelas ..................................................................................... 38

Es p://clu
2.6.5.2 Quadros ................................................................................... 40

htt
2.7 Recomendações............................................................................... 40
2.7.1 Abreviatura, siglas e símbolos ......................................................... 40
2.7.2 Abreviaturas dos meses .................................................................. 46
2.7.3 Arredondamento ............................................................................ 47
2.7.4 Aspectos éticos ............................................................................... 48
2.7.5 Biossegurança ................................................................................. 48
2.7.6 Desdobramento em volumes .......................................................... 48
2.7.7 Direitos autorais .............................................................................. 48
2.7.8 Estilo ................................................................................................ 49
2.7.9 Nomes comerciais ........................................................................... 51
2.7.10 Notas de rodapé............................................................................ 51
2.7.10.1 Bibliográficas.......................................................................... 52

181
Públio Athayde

2.7.10.2 Explicativas ............................................................................ 52


2.7.11 Numeração progressiva ................................................................ 52
2.7.11.1 Seções primárias ................................................................... 52
2.7.11.2 Seções secundárias e terciárias ............................................. 53
2.7.11.3 Título ..................................................................................... 53

3 Referências e bibliografia .................................................................... 54


3.1 Formas de referência ...................................................................... 54
3.1.1 Referência completa ....................................................................... 55
3.1.2 Referência abreviada ...................................................................... 55

.
3.1.3 Referência codificada ..................................................................... 56

o
ã m:
3.1.4 Referência numerada ..................................................................... 56

ç
3.2
a
g a e br/
Localização das referências às citações .......................................... 57

l
u
3.2.1 Antes do texto ................................................................................ 57

d iv end m.
3.2.2 No texto .......................................................................................... 57

r a a v .co
3.2.3 Referência em pé de página ........................................................... 57

p a s
3.2.4 Ao final de cada parte, capítulo ou do trabalho ............................. 58

t á e
3.3

s t r a e s t o r
Listagem bibliográfica..................................................................... 60

m o ivr o e a u
3.3.1 Livros............................................................................................... 60

d
3.3.2 Artigos publicados ou inéditos ....................................................... 62

A te L be
3.3.3 Tipos de referência segundo a autoria ........................................... 62

Es p://clu
3.3.3.1 Autor pessoa física .................................................................. 63
3.3.3.2 Até três autores ....................................................................... 63

htt
3.3.3.3 Mais de três autores................................................................ 63
3.3.3.4 Sem nome do autor................................................................. 63
3.3.3.5 Autor corporativo .................................................................... 63
3.3.4 Referência de parte da obra ........................................................... 64
3.3.4.1 Quando o autor do capítulo citado é também autor da obra . 64
3.3.4.2 Quando o autor do capítulo citado não é o autor da obra ..... 64
3.3.5 Publicações periódicas e institucionais .......................................... 64
3.3.5.1 Anais de congresso no todo .................................................... 64
3.3.5.2 Artigo sem assinatura.............................................................. 65
3.3.5.3 Artigo de jornal assinado......................................................... 65
3.3.5.4 Artigo de um autor .................................................................. 65
3.3.5.5 Artigo de mais de um autor .................................................... 65

182
Manual Keimelion 2010
para redação acadêmica

3.3.5.6 Artigos de jornal sem assinatura ............................................. 66


3.3.5.7 Coleção em parte ..................................................................... 66
3.3.5.8 Coleção toda ............................................................................ 66
3.3.6 Decretos, leis, portarias .................................................................. 66
3.3.7 Dissertação / tese............................................................................ 66
3.3.8 Obras de referência......................................................................... 67
3.3.8.1 Dicionário................................................................................. 67
3.3.8.2 Enciclopédia ............................................................................. 67
3.3.8.3 Anuário .................................................................................... 67
3.3.8.4 Pareceres, resoluções .............................................................. 67
3.3.9 Trabalho publicado em anais de congresso e outros eventos ........ 68

o.
3.3.10 Documentação eletrônica ............................................................. 68

ã m:
ç
3.3.10.1 Correio eletrônico (e-mail) .................................................... 68

a
g a e br/
3.3.10.2 Listas de discussão e grupos .................................................. 68

l
u
3.3.10.3 Página na internet (web site)................................................. 68

d iv end m.
3.3.11 Multimídia ..................................................................................... 69

r a a v .co
3.3.11.1 Apresentações ....................................................................... 69

p a s
3.3.11.2 Áudio, CDs, LPs, músicas e letras ........................................... 69

t á e
r a s r
3.3.11.3 Vídeo, Filmes, TVs, fotos ........................................................ 70

s
o ivrt o e u t o
m
4

e a
Quadros de normas ............................................................................. 71

d
A te L be
4.1 ABNT

Es p://clu
5 Gramática e estilo ............................................................................... 78

htt
5.1 Acentuação...................................................................................... 78
5.1.1 Trema .............................................................................................. 79
5.1.2 Proparoxítonas ................................................................................ 79
5.1.3 Paroxítonas ..................................................................................... 79
5.1.4 Oxítonas .......................................................................................... 79
5.1.5 Átonas ............................................................................................. 80
5.1.6 Hiatos .............................................................................................. 80
5.1.7 Acento diferencial ........................................................................... 81
5.2 Adjetivo ........................................................................................... 81
5.2.1 Formas analíticas dos adjetivos anômalos ...................................... 81
5.2.2 Grau dos adjetivos .......................................................................... 82

183
Públio Athayde

5.3 Advérbio .......................................................................................... 83


5.3.1 Artigo .............................................................................................. 83
5.3.2 Artigo definido ................................................................................ 84
5.3.2.1 Artigo definido obrigatório ..................................................... 84
5.3.2.2 Artigo definido facultativo ...................................................... 85
5.3.2.3 Artigo definido vedado............................................................ 86
5.3.3 Artigo indefinido ............................................................................. 86
5.4 Concordância .................................................................................. 87
5.4.1 Concordância nominal .................................................................... 87
5.4.1.1 Plural de palavras compostas .................................................. 87

.
5.4.1.2 Plural majestático .................................................................... 88

o
ã m:
5.4.2 Concordância verbal ....................................................................... 89

ç
a
5.4.3 Coletivos ......................................................................................... 89

l g a e br/
5.4.4 Com................................................................................................. 90

u
iv end m.
5.4.5 Gradação/ resumo .......................................................................... 90

r d
5.4.6 Nem ................................................................................................ 90

a a v .co
a
5.4.7 Ou ................................................................................................... 90

a p s t á r e s
r
5.5 Pronomes ........................................................................................ 91

s t e u t o
5.5.1 Pronomes de tratamento ............................................................... 91

o ivr o
m e a
5.5.2 Quem/ que ..................................................................................... 91

d
A te L be
5.5.3 Um .................................................................................................. 91
5.5.4 Verbo antes do sujeito composto................................................... 92

Es p://clu
5.5.5 Sujeitos infinitivos........................................................................... 92
5.5.6 Concordância por atração .............................................................. 93

htt
5.5.7 Nomes de empresas ....................................................................... 93
5.5.8 Nomes de obras .............................................................................. 93
5.5.9 Nomes próprios .............................................................................. 93
5.6 Conjunção ....................................................................................... 94
5.6.1 Se .................................................................................................... 95
5.6.1.1 Índice de indeterminação do sujeito ....................................... 95
5.6.1.2 Partícula apassivadora ............................................................ 95
5.7 Crase ............................................................................................... 96
5.7.1 Casos especiais ............................................................................... 97
5.7.2 Até as/ até às .................................................................................. 98

184
Manual Keimelion 2010
para redação acadêmica

5.8 Divisão silábica ................................................................................ 98


5.8.1 Não se separam............................................................................... 98
5.8.2 Separam-se ..................................................................................... 99
5.8.3 Estrangeirismo ................................................................................ 99
5.9 Locuções ........................................................................................ 101
5.9.1 A cores........................................................................................... 101
5.9.2 A fim de/ afim ............................................................................... 101
5.9.3 À medida que ................................................................................ 101
5.9.4 A meu ver ...................................................................................... 101
5.9.5 A nível de / em nível de................................................................. 101

.
5.9.6 A partir do momento .................................................................... 102

o
ã m:
5.9.7 Além disso/ além do que .............................................................. 102

ç
a
5.9.8 Ao contrário/ diferentemente ...................................................... 103

l g a e br/
5.9.9 Ao invés de/ em vez de ................................................................. 103

u
iv end m.
5.9.10 Ao mesmo tempo........................................................................ 103

r d
5.9.11 Ao passo que ............................................................................... 103

a a v .co
5.10

p a s
Maiúsculas e minúsculas ............................................................... 104

t á e
a s r
5.10.1 Uso obrigatório de maiúsculas .................................................... 104

s t r e u t o
5.10.2 Uso de minúsculas ...................................................................... 105

m o ivr o e a
5.10.3 Título de obras ............................................................................ 108

A te L be
5.11
d
Numerais e algarismos .................................................................. 108

Es p://clu
5.11.1 Algarismos romanos.................................................................... 108
5.11.2 Numerais ..................................................................................... 109

htt
5.12 Pontuação ..................................................................................... 111
5.12.1 Dois-pontos ................................................................................. 111
5.12.2 Ponto de exclamação .................................................................. 111
5.12.3 Ponto-e-vírgula ........................................................................... 111
5.12.4 Reticências .................................................................................. 112
5.12.5 Travessão .................................................................................... 112
5.12.6 Vírgula ......................................................................................... 113
5.13 Pronomes ...................................................................................... 114
5.13.1 Colocação .................................................................................... 114
5.13.1.1 Próclise (pronome antes do verbo) ..................................... 115
5.13.1.2 Ênclise (pronome depois do verbo) ..................................... 115

185
Públio Athayde

5.13.1.3 Mesóclise (pronome no meio do verbo) ............................. 116


5.13.2 Este/ esse .................................................................................... 116
5.13.2.1 Em relação à pessoa que fala .............................................. 116
5.13.2.2 Em relação a espaço e tempo ............................................. 116
5.13.2.3 Em relação ao próprio texto................................................ 117
5.13.3 Lhe/ o .......................................................................................... 118
5.13.4 Por que, porque, por quê, porquê .............................................. 119
5.14 Sinais gráficos ............................................................................... 120
5.14.1 Aspas........................................................................................... 120
5.14.2 Asterisco ..................................................................................... 121

.
5.14.3 Colchetes .................................................................................... 121

o
ã m:
5.14.4 Hífen ........................................................................................... 122

ç
a
5.14.4.1 Usa-se o hífen ...................................................................... 122

l g a e br/
5.14.4.2 Não se usa hífen .................................................................. 123

u
iv end m.
5.14.5 Parênteses .................................................................................. 124
5.15
r d
a a v .co
Verbo............................................................................................. 124

p a s
5.15.1 Tempo e modo do verbo ............................................................ 125

t á e
a s r
5.15.1.1 Tempo verbal ...................................................................... 125

s t r e u t o
5.15.1.2 Modo verbal ........................................................................ 127

m o ivr o e a
5.15.1.2.1 Indicativo ..................................................................... 127

A te L be d
5.15.1.2.2 Subjuntivo .................................................................... 127
5.15.1.2.2.1 Subjuntivo e orações subordinadas...................... 127

Es p://clu
5.15.1.2.2.2 Subjuntivo e verbos modais ................................. 127
5.15.1.2.3 Imperativo.................................................................... 129

htt
5.15.1.2.4 Infinitivo ....................................................................... 129
5.15.1.2.4.1 Infinitivo flexionado.............................................. 129
5.15.1.2.4.1.1 Sujeito próprio .............................................. 130
5.15.1.2.4.1.2 Preposição ..................................................... 130
5.15.1.2.4.1.3 Verbos abundantes ....................................... 130
5.15.1.2.4.2 Verbos reflexivos .................................................. 131
5.15.1.3 Gerúndio ............................................................................. 131
5.15.2 Vozes do verbo ........................................................................... 132
5.15.2.1 Verbo passivo, reflexivo ou pronominal ............................. 133
5.15.2.1.1 Voz ativa....................................................................... 133
5.15.2.1.2 Voz passiva ................................................................... 134
5.15.2.2 Regência .............................................................................. 135

186
Manual Keimelion 2010
para redação acadêmica

5.15.3 Haver ........................................................................................... 137


5.16 Vícios de linguagem ...................................................................... 138
5.16.1 Ambiguidade ............................................................................... 140
5.16.1.1 Abuso da preposição de ...................................................... 140
5.16.1.2 Ausência de vírgulas ............................................................ 140
5.16.1.3 Colocação do que em outra posição que não logo depois do
nome que substitui ............................................................................ 140
5.16.1.4 Posição inadequada do adjunto adverbial .......................... 141
5.16.1.5 Sucessão inadequada de termos, orações ou frases ........... 141
5.16.2 Barbarismo .................................................................................. 141

.
5.16.3 Neologismo ................................................................................. 142

o
ã m:
5.16.4 Obscuridade ................................................................................ 142

ç
a
5.16.5 Pleonasmo................................................................................... 142

l g a e br/
5.16.6 Repetição de palavras ................................................................. 143

u
iv end m.
5.16.7 Solecismo .................................................................................... 143

r d
5.16.8 Vícios de sonoridade (eufonia) ................................................... 144

a a v .co
a
5.16.8.1 Cacófato ............................................................................... 144

a p s t á e s
5.16.8.2 Eco ....................................................................................... 144

r
t r e t o
5.16.8.3 Hiato .................................................................................... 144

s
o ivr o a u
5.16.8.4 Colisão ................................................................................. 144

m
A te L be
6
d e
Cem erros comuns............................................................................. 145

Es p://clu
7 O acordo ortográfico ......................................................................... 157

htt
7.1 Destaques do Acordo..................................................................... 157

8 Revisão do texto ............................................................................... 158


8.1 Autorrevisão .................................................................................. 159
8.2 Roteiro de autorrevisão ................................................................. 160
8.3 Revisão primária............................................................................ 161
8.3.1 Ativação dos controles de alteração ............................................. 161
8.3.2 Retirar macros e comandos-fantasma no arquivo original ........... 161
8.3.3 Formatação primária..................................................................... 161
8.3.4 Revisão eletrônica primária .......................................................... 162

187
Públio Athayde

8.3.5 Erros comuns ................................................................................ 163


8.4 Revisão secundária ....................................................................... 164

9 Glossário ........................................................................................... 165

10 Bibliografia ........................................................................................ 172

Índice analítico........................................................................................... 180

Índice remissivo ......................................................................................... 189

o.
ã m:
Índice das ilustrações ................................................................................. 194

a ç
g a e br/
u l
d iv end m.
a r a a v .co
a p s t á r e s
s t r e u t o
m o ivr o e a
A te L be d
Es p://clu
htt

188
Manual Keimelion 2010
para redação acadêmica

Índice remissivo

abreviações .......................... 74 chegar ................................. 136


abreviatura ............................ 40 citação de citação ................. 31
abreviaturas dos meses........ 46 citação direta ......................... 31
acesso................................. 165 citação direta ......................... 30
aditamento .......................... 165 citação indireta ...................... 32
agradecimento ...................... 21 citação textual ....................... 30

o.
anexação ............................ 165

ã m:
citações ................................. 75

ç
anexos .................................. 26 citações ................................. 29

a
g a e br/
antipatizar ........................... 137 comissão de ética ................. 48

u l
aonde, onde ........................ 163 computadores ....................... 10

iv end m.
apa ...................................... 165 comunicação 16, 166, 177, 179,

d
a a v .co
apêndices ............................. 26

r
180

a
apresentação da tabela ........ 38 conclusões ............................ 26

p t á
apresentação de originais..... 77

a s r e s configurar página .................. 28

t r e t o
arial ....................................... 28 conflito de versões ................ 11

s
o ivr o a u
arquivo modelo ..................... 10 conhecimento produzido ....... 13

m e
arredondamento ................... 47 conjuntos de dados estatísticos

A te L be d
artigo15, 65, 83, 84, 85, 86, 165, .......................................... 38

Es p://clu
170, 180, 182, 184 consistência .......................... 50
artigos de periódicos ............. 72 consistência de categoria ..... 50
aspirar ................................. 135 consistência de expressão .... 50

htt
assistir ................................. 135 consistência de sequência .... 51
através ................................ 163 conteúdo ............................... 28
balanço do trabalho .............. 25 contra-capa ........................... 18
bibliografia ...................... 11, 27 cotejamento......................... 166
bibliografia .......................... 165 cursos de mestrado............... 15
biosegurança ........................ 48 dedicatória ..................... 21, 180
bireme ................................. 166 defesa pública ....................... 15
cacófato .............................. 164 demonstração do conhecimento
capa ...................... 18, 180, 194 .......................................... 12
caractere ............................. 166 depósito legal ...................... 166
carta .................................... 166 desdobramento em volumes . 48
chamar ................................ 135 desenhos ............................... 34

189
Públio Athayde

desenvolvimento dos capítulos23 gramática e estilo .. 6, 8, 78, 183


desobedecer ....................... 136 guia ...................................... 167
diagrama ............................... 35 guia de fontes ...................... 167
diagramação ................... 10, 21 hífen .................................... 162
difundir o conhecimento ........ 12 ilustrações .... 6, 32, 33, 36, 109,
direitos autorais..................... 48 188, 194
discussão dos resultados ..... 25 implicar ................................ 136
dissertação............................ 14 imprenta .............................. 167
dissertações ... 8, 16, 17, 22, 84, indexação ............................ 167
170, 175 índice ................................... 168
do / da ................................. 163 inexistência do fenômeno ..... 39

.
do que ................................. 163 informar ............................... 136

o
documentação .................... 166 inserir e número de página ... 29

ç ã m:
dois volumes ......................... 48

a
inserir notas de rodapé ......... 51

l g a e br/
editoração eletrônica .......... 167 introdução.............................. 23

u
iv end m.
editorial ............................... 167 inventário ............................. 168

d
enquanto ............................. 163 ir 136

r a a v .co
epígrafe ................................. 21 isbn ...................................... 168

p a s
erros de digitação ............... 164 iso ........................................ 168

a t á r e
esquecer ............................. 136

t r s o
issn ...................................... 168

s e t
estilo na redação .................. 49 lauda .................................... 168

o ivr o a u
estudo experimental . 14, 15, 16

m e
layout da página .................... 29

A te L be d
eufonia ................................ 164 leitura primária..................... 164
expressões coloquiais .......... 49 leitura secundária ................ 164

Es p://clu
ficha catalográfica ......... 20, 180 lembrar ................................ 136
finalidades do trabalho levantamento bibliográfico .. 168

htt
acadêmico......................... 12 lilacs .................................... 168
folha de aprovação ............... 20 linguagem científica .............. 49
folha de rosto ........................ 76 linguagem precisa ................. 49
folha de rosto ...................... 167 lista bibliográfica .................... 27
forma ..................................... 28 literatura de revisão ............. 168
formatação . 161, 162, 167, 187, livro ...................................... 169
194 mais de um volume ............... 48
formato .................................. 28 mancha........................ 169, 173
formato a-4............................ 74 marcas................................... 51
fotografias ............... 17, 36, 109 meses .................................... 46
glossário................................ 26 método decimal ................... 169
gráficos ................................. 10 metodologia empregada . 24, 25
gráficos ................................. 37 monografia .................... 15, 180

190
Manual Keimelion 2010
para redação acadêmica

monografias 17, 22, 76, 77, 170, qualificadores ...................... 169


175 quebras ................................. 29
namorar............................... 137 querer .................................. 137
nível de ............................... 163 recensão ............................. 169
nomes comerciais ................. 51 recomendações..................... 26
nominata ....................... 21, 180 recomendações..................... 40
norma para datar .................. 72 recomendações ao autor ........ 9
notas de rodapé .............. 51, 57 recuperação do conhecimento13
notebook ............................... 10 redação acadêmica ............... 49
numeração das páginas ....... 48 referência ............................ 169
numeração das páginas referência bibliográfica ........ 169

.
introdutórias ...................... 29 referência bibliográfica sintética

o
numeração progressiva ........ 52 ........................................ 169
numeração progressiva das

a ç ã m: referência cruzada .............. 169

l g a e br/
seções............................... 73 regência .............................. 135

u
iv end m.
numerais cardinais .............. 110 registro .................................. 49

d
numerais fracionários ......... 110 relação do material consultado27

r a a v .co
numerais multiplicativos...... 110 relatório ......................... 16, 180

p a s
numerais ordinais ............... 110 relatório de evento .............. 169

a t á r e
obedecer ............................. 136

t r s o
relatórios ................. 17, 77, 169

s e t
obras individuais ................... 27 relatórios técnico-científicos .. 77

m o ivr o a u
ordem alfabética ................... 74

e
remissiva ............................. 169

A te L be d
pagar ................................... 136 resenha ......................... 17, 180
paginação ............................. 29 resultados novos ................... 25

Es p://clu
palavra-chave ..................... 169 resumo .......................... 22, 170
pendrive ................................ 10 resumos ................................ 74

htt
perdoar................................ 136 reticências ........................... 162
pesquisas experimentais 23, 25 revisão acadêmica .............. 170
pleonasmos ........................ 164 revisão da literatura............. 170
pós-texto ............................... 29 revisão de provas ................ 170
pós-texto ................. 18, 26, 181 revisão final ......................... 170
preferir................................. 136 revisão primária................... 170
preparação do texto ............ 169 revisão recíproca................... 11
pré-texto .................. 17, 18, 180 revisão tutorial ..................... 170
processo de conhecimento ... 12 seções primárias ................... 52
produção do texto ................. 10 seções secundárias .............. 53
publicações periódicas ......... 72 segurança ............................... 9
quadro ................................... 40 separata .............................. 171
quadros ................. 38, 109, 181 siglas ..................................... 40

191
Públio Athayde

símbolos ................................ 40 títulos de lombada ................. 76


símbolos das unidades de trabalho acadêmico6, 12, 13, 14,
medida .............................. 41 15, 16, 17, 180
simpatizar............................ 137 trabalho de conclusão de curso9
sumário ............. 21, 72, 74, 171 trabalhos acadêmicos13, 17, 34,
tabelas10, 17, 22, 25, 38, 39, 40, 48, 98, 170
109 trabalhos acadêmicos formais13
template ................................ 11 traduções ............................... 77
tese .. 14, 66, 88, 125, 154, 160, transcrever o que outro autor
177, 183 escreveu ............................ 29
teses ....... 7, 14, 16, 17, 22, 170 transcrição de entrevistas ..... 31

.
texto ...................................... 29 transmissão de conhecimento12

o
texto ................................ 17, 22 tratamento de imagens ......... 10
texto acadêmico8, 12, 13, 78, 85,

a ç ã m: travessão ............... 31, 112, 162

l g a e br/
86, 88, 91, 100, 111, 120, 129, um, uma .............................. 163

u
iv end m.
144, 157 versal ................................... 171

d
texto dissertativo ................... 14 versalete .............................. 171

r a a v .co
times new roman .................. 28 visar ..................................... 137

p a s
titulo ...................................... 53 voz ativa .............................. 133

a t á r e
título de mestre ..................... 15

t r s o
voz passiva.......................... 134

s e t
título do trabalho ............. 18, 53 word .........9, 11, 34, 52, 78, 158

m o ivr o e a u
A te L be d
Es p://clu
htt

192
Manual Keimelion 2010
para redação acadêmica

Índice das ilustrações

Figura 1 - Capa ........................................................................ 19


Figura 2 - Capa ........................................................................ 20
Figura 3 - Desenho.................................................................. 34
Figura 4 - Diagrama ................................................................ 35
Figura 5 - Gráfico radar .......................................................... 37

.
Figura 6 - Página de texto ...................................................... 59

ç o
ã m:
l a
g a e br/
Tabela 1 - Exemplo de tabela ................................................. 39

u
iv end m.
Tabela 2 - Abreviaturas........................................................... 42

r d
a a v .co
Tabela 3 - Abreviaturas dos meses ....................................... 46

p a t á e s
Tabela 4 - Numerais .............................................................. 110

s t r a e s t o r
Tabela 5 - Voz ativa ............................................................... 133

m o ivr o e a u
Tabela 6- Voz passiva ........................................................... 134

A te L be d
Tabela 7 - Regências verbais ............................................... 135

Es p://clu
Tabela 8 - Pleonasmos viciosos .......................................... 142

htt
Quadro 1 - Normas da ABNT
Quadro 2 - Por que, porque, por quê, porquê ..................... 119
Quadro 3 - Formatação primária .......................................... 162
Quadro 4 - Erros comuns ..................................................... 163
Quadro 5 - Revisão secundária............................................ 164

Foto 1 - Colégio e Santuário do Caraça................................. 36

193
Públio Athayde

Índice onomástico

Casos EMATER-MG ...................... 57


Embrapa ... 109, 111, 119, 174
ABNT .......................... passim Enciclopédia Saraiva de
Academia Brasileira de Letras Direito .............................. 67
........................78, 122, 172 Estado de São Paulo ...passim
Almeida, Jalcione ............... 64 Fernando Pereira Silveira ..... 5
Alves-Mazzotti .............. 29, 30 Ferreira, 2001 ................... 126
André, 1995........................ 31 Ferreira, Aurélio .......... 67, 173
Aquadoce, 2002 ............... 127 Ferreira, M. L .... 92, 102, 116,
Arreguy, Ricardo ................ 65 117, 120
Associação Brasileira de Ferreira, N. R. S ..... 27, 30, 31,
Normas Técnicas ...... 54, 71 116
Associação Brasileira de Folha............................passim
Tecnologia Educacional .. 66 Folha de São Paulo ........ 8, 56
Athayde, Públio .......... 68, 172 Fórum Educacional ............. 66
Athayde, Yara Athayde69, 172 Freire, 2002 ...................... 132
Aurélio ......................... passim Gannam ................................ 5
Bastos .................65, 102, 173 Garcia, 2000 ..... 22, 23, 26, 51
Bortoletto, Marisa Cintra ..... 65 Instituto Brasileiro de
Brasil ........................... passim Geografia e Estatística ... 63,
Brito............................ 39, 173 67, 175
Bryant ................................. 63 Jackwood ............................ 68
Camargo e Bellotto, 1996 Johnston ............................. 63
................................ passim Keimelion .....................passim
Chaves, 1998 ..................... 32 Lakatos ......................... 29, 30
Ciro dos Anjos .................. 133 Leffa, 1976 ........................ 159
Conselho Nacional de Magalhães, 2000 ................ 36
Educação ........................ 67 Magalhães, José Luiz
Consolaro, 2002 ....... 134, 135 Quadros de ..................... 64
Côrtes ................................ 65 Marconi ......................... 29, 30
Educação e Ciências Sociais Martinez, 2001 .............passim
....................................... 66 Mecenas Augusto Athayde124

194
Manual Keimelion 2010
para redação acadêmica

Medeiros, 2002 ................. 113 Santiago, S. L. T................. 68


Michaelis ................... 122, 176 Sayão, Bidu ................ 69, 178
Michel Jorge Gannam ........... 5 Schffer, 2001 .............. 82, 131
Microsoft ..... 69, 100, 157, 172 Seminário do Projeto
Minigramática 82, 83, 127, 176 Educação........................ 64
Moigne ................................ 27 Silva, José Graziano da...... 64
Morin................................... 27 Silveira, 2002 ..................... 14
Nassif, 2001 ...................... 102 Sonia Regina Athayde .......... 5
Nassif, 2002 ........................ 34 Souza, M. B. ....................... 66
Navarro, Zander .................. 64 Tancredo Neves ............... 138
Neves, 2000.............. 106, 108 Tannure .............................. 65
Normas da ABNT ................ 71 UFRGS ........................ 48, 64
O Globo .............................. 66 Villa-Lobos, Heitor .............. 69
Office 2007 ....................... 157
Oliveira, Armando Serafim .. 63
Pacheco .................... 120, 173
Pinto Bastos........................ 65
Pinto, 2001.......... 37, 113, 137
Poder, 2002 ........................ 82
Prata, 1998 ......................... 14
Públio Athayde .................. 2, 3
Rede Globo de Televisão.... 70
Regina Athayde .................... 5
Reis, 2001................... 32, 114
República Federativa do Brasil
........................................ 66
Revisores Red Carpet Now, .. 4
Ribeiro, 2001 ..... 58, 117, 126,
131
Ricardo Arreguy Maia ........... 5
Roberto Arreguy Maia ........... 5
Rodrigues, 2001 ................. 93
Rodrigues, 2002 ..........passim
Saddam Hussein................. 93
Santiago, 2001.................... 24

195
Públio Athayde
Este e outros livros estão disponíveis para compra
pelo sistema de impressão sob demanda! Estou
preparando para disponibilizar todos meus trabalhos.
Com o apoio de meus leitores, milhares, que se
dispuseram a ler meus trabalhos nas versões e-book.
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Articulando
Coletânea de artigos. Alguns são
artigos leves, outros bem mais
profundos. Alguns têm origem
em trabalhos acadêmicos e
foram simplificados para essa
edição, estando disponíveis
inclusive pela internet, suas
versões completas e anotadas.
Há artigos bem recentes e
outros de mais de dez anos.
Novo livro publicado. Não
necessariamente novos textos,
pois se trata de uma coletânea
de Públio Athayde:
"Juntei alguns artigos espalhados (mentira: estavam todos
na mesma pasta do computador), selecionei bastante
(outra mentira: coloquei tudo que era pertinente) e
organizei esse livrinho eletrônico com o que prestava (ou
eu pensei assim). O bacana é a facilidade, o baixo custo
(zero) e a provisoriedade: tudo pode e vai ser revisado
montes de vezes e nunca estará perfeito."

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O objetivo deste
Manual Keimelion 2010
para redação acadêmica
é subsidiar a produção de textos
científicos, fornecer elementos
para que os aspectos linguísticos e
formais não constituam grandes
obstáculos ao trabalho. Espera-se
que aqui se encontrem algumas
indicações de procedimentos a
serem seguidos ou evitados. São
fornecidas sugestões de
apresentação dos trabalhos, de
acordo com as usuais formatações e regras de referência. Note-
se que há enormes variações entre as diferentes instituições
quanto a esses aspectos. As formas propostas são síntese
simplificada das exigências genéricas. Este trabalho é fruto de
minha experiência como revisor, atuando especificamente com
teses e dissertações ao longo de mais de dez anos.

Camonianas
Quatro sonetos de Luís de Camões
dão origem a 56 composições em
que o poeta Públio Athayde
desenvolve sugestões de cada um
dos versos da significativa
tetralogia. Tomado como primeira
frase dos novos poemas, o verso do
grande luso é o mote que conduz o
desempenho do sonetista ouro-
pretano no virtuosismo de uma
delicada, difícil e audaciosa
operação.

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Confissões
“confissões/ foram tantas/ nas
lições/ que me cantas”. Mais
poesias de Públio Athayde; desta
vez, poesia confessional. Crônica
completa de um amor do passado
em sonetos livremente acrósticos.
Todo ilustrado com fotos de Ouro
Preto antigas.

Dirceu
Sonetos Bem(e)Ditos
Quatorze versos cada poema de
vário amor absolutamente
bandido. Uma contorção de quem
subtrai a Musa ao tango para
trazê-la a um sabá orgírico em
ritmo de seresta. Poesia-tese é a
resposta que Doroteu nos
oferece...

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Marília & Dirceu
Um triângulo de dois vértices
Teatro. Drama em um ato de
Públio Athayde sobre textos de
Tomas Antônio Gonzaga, José
Benedito Donadon-Leal e Públio
Athayde. Ao fundo do palco vêem-
se a casa de Marília e, em último
plano, o IItacolomi, nos lados,
altares "barrocos" com ícones
gregos mencionados no texto; alguns móveis, dois leitos e
adereços de época, velas acesas, luzes cambiantes entre os
vários ambientes de cena.
Sonetos para Ser entendido
“É o próprio título que talvez forneça a principal chave de leitura
dos textos: algo como uma ascese para
se chegar ao entendimento e ser um
entendido em paz neste mundo. O
leitor, além disso, deve se manter
atento, tal como o poeta nos adverte o
poema “De atalaia”: “Porque coisa
escondida existe / Até no mais óbvio do
chiste.” [...] Como sabemos, o cômico, a
ironia, o grotesco, o escatológico, o
blasfemo, o chulo são territórios
considerados menos nobres na
literatura, ainda sob o império do apolíneo. São raros, portanto,
os autores que levam a sério a pesquisa desses territórios e
sabemos de sua luta para terem as respectivas obras
reconhecidas. [...] Encerro no poema “Pátria”, da sessão
“Sonetos infantis”, que foi escrito quando Públio era ainda um
menino e acreditava em tantas coisas importantes. É porque no
centro do riso mora uma pungência insofismável. " Ronald Polito

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Eu Ouro Preto
Tópicos de História: Arquitetura,
Música, Documento, Conservação
Públio Athayde
Este livro congrega seis artigos com
uma temática comum apaixonante:
Ouro Preto. Os olhos do historiador
ouropretano convergem para a
paisagem, a arquitetura, a música e o
povo desta cidade, para as relações
destes elementos nos tempos
passado e presente de modo inequivocamente passional, mesmo
considerada a abordagem metódica e a pretensa erudição. A
paixão, confessa no primeiro artigo (Eu “Ouro Preto”), se
desdobra em considerações topográficas sobre os templos
coloniais (Adequação retórico-arquitetônica da Paróquia de
Nossa Senhora do Pilar de Ouro Preto). A mesma paixão visceral
que aguça os ouvidos para sons reais e imaginários (Música
colonial, cérebro retórico e êxtase religioso) relê a poesia
arcádica situando física e politicamente as referências do poeta
detrator (As cartas chilenas: carta terceira, notas de leitura).
Ainda com os olhos voltados para o passado, e nada é mais
presente no passado que a morte, abstrair de algumas lápides os
resquícios das paixões de outras épocas é tarefa inglória e
fascinante (Aqui jazem os restos do irmão J.F.C. falleciddo),
tanto quanto querer apontar nos requícios já arqueológicos da
mineração aurífera (Curral de Pedras: abandono e omissão) as
tensões vividas em uma época anterior cujas marcas estão por
todo lado, cravadas na essência da brasilidade. A retórica da
história clama em coros dissonantes e cada vagido é repleto de
significâncias, todas elas se articulando para dar significado ao
que somos. Cada olhar sobre a Ouro Preto de outrora completa a
visão que temos de nós mesmos, quer como agentes de uma
existência em contínua construção, quer como amantes do
pretérito edificado em magnífica herança.

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As Quatro Estações
Mimeses
Este trabalho apresenta as mimeses
transversais entre duas leituras
contemporâneas de duas obras do
século XVIII e discute a invenção
baseada em emulações sobre As
Quatro Estações, de Antonio Vivaldi. O
engenho focado é um conjunto
pictórico capaz de representar
simultaneamente as Quatro Estações
como ciclo temporal e metáfora das fases da vida. A composição
pictórica integra elementos formais da iconografia antiga a
elementos da linguagem plástica contemporânea tendo como
referenciais: a iconografia de Cesare Ripa e o trabalho de Amílcar
de Castro. A proposta inclui aspectos transdisciplinares entre
poesia, a música e a pintura. Uma das leituras, a literária, feita
nos últimos anos do século passado, e outra o Programa
Iconográfico, mais recente ainda, dos primeiros anos do XXI. Essa
sobreposição de mimeses, além da emulação entre artes
distintas, compreende a transversalidade da leitura
interpretativa. O objetivo do Programa Iconográfico em questão
não foi fazer doutrina da percepção sensorial, estética ou
intersemiológica. A pretensão foi a da produção artística. Ao
cabo do processo, esse livro discute a investigação que resultou
na pintura e os resultados dela.
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