OBJETIVO
O presente memorial, tem por finalidade fornecer as informações técnicas para
a execução da obra do prédio destinado para laboratórios no Câmpus de Bauru pertencente
à UNESP.
Para as Obras e serviços acima, a Empreiteira fornecerá todos os materiais,
mão-de-obra e máquinas necessários, para a realização dos trabalho previstos em detalhes,
constates do presente Memorial ou sejam: serviços preliminares, estaqueamento,
fundações, estrutura, alvenaria impermeabilização, cobertura, esquadrias de madeira e
metálicas, revestimentos, pisos, vidos, pintura, instalações elétricas e hidráulicas, serviços
complementares e limpeza geral.
Para execução das Obras projetadas, o presente Memorial não limita a aplicação
de boa técnica e experiência por parte da Empreiteira, indicando apenas as condições
mínimas necessárias; a quais deverão obrigatoriamente atender às normas e execução e aos
materiais empregados.
Nota; para as marcas mencionadas no Memorial ou projeto, leia-se “marca”
ou similar.
01-SERVIÇOS PRELIMINARES
1.1 Limpeza do Terreno:
Será realizada a limpeza pelas instalações necessárias à execução da obra,
retirando-se a vegetação rasteira e detritos existentes, inclusive troncos, árvores e raízes;
removendo-os do local, para que não afete a segurança das instalações da futura obra.
Os serviços de roçado, capina, destocamentos remoção, inclusive de troncos,
raízes e entulhos deverão ser executados manual e/ou mecanicamente. Não sendo
permitido a queima. Caso necessário, a obtenção de autorização legal para a remoção de
árvores de porte, transplante ou plantio de mudas, deverá ficar sob a responsabilidade da
Empreiteira.
Ficam a cargo da Empreiteira o bota fora do material proveniente da execução
do serviço referido, devendo cuidar dos termos da Legislação Municipal da limpeza das
vias públicas, protegendo a carga dos caminhões com lona.
1.2 Canteiro de Obras:
Deverá ser edificado barracão para depósito de materiais e ferramentas, com
ambiente para o engenheiro residente e o engenheiro fiscal, em local apropriado a ser
definido e aprovado pela UNESP.
O barracão deverá ser e, chapas de maderit, piso cimentado e cobertura com
telhas de fibrocimento, devendo ter local para escritório, sanitário e depósito, conforme
detalhes em projeto.
Deverá ser mantido na Obra, cópias dos Projetos, Memorial descritivo,
Cronograma Físico – Financeiro, a via da ART devidamente preenchida e recolhida junto
ao CREA, telefone provisório, bem como um livro em 3 (três) vias “Diário de Obra” com
todas as páginas numeradas onde serão anotadas diariamente as diversas ocorrências e fatos
cujo registro seja considerado necessário e também as determinações da UNESP.
1.3 Marcação da Obra:
Considerando as dimensões e localização do terreno entende-se desnecessária
as construções de tapumes, podendo eventualmente o terreno ser limitado por cerca de
arame.
A locação deverá ser executada com instrumentos apropriados ao serviço
(pontaletes, sarrafos, arames, etc).
A locação da Obra será totalmente executada pela Empreiteira, sendo de sua
inteira responsabilidade a execução deste serviço. Qualquer ocorrência de erro na locação
da Obra projetada implicará para esta na obrigação e reposições que se tornarem
necessárias a juízo da fiscalização.
1.4, 1.5 Movimento de Terra (Corte e Aterro):
O movimento de terra a ser executado, obedecerá rigorosamente às cotas e
perfis previstos em Projeto.
O aterro deverá ser totalmente executado (inclusive saias) antes do início da
construção obedecendo as indicações do Projeto, cuidando ainda para que não haja
vegetação de qualquer espécie (cortada ou não) na superfície que receberá o aterro.
Os aterros externos serão exclusivamente com terra limpa, que não seja
orgânica, isenta de pedras, tocos raízes e vestígios de fundação, devendo a mesma ser
espalhada em camadas sucessivas de altura máxima de 20 cm (vinte centímetros), copiosa
e energicamente apiloadas mecanicamente de modo a serem evitadas fendas e desníveis
por recalque das camadas alteradas.
Nos serviços de corte do terreno, deverão ser executadas os escoramentos
provisórios que se tornarem necessários para a segurança dos operários escoramentos
provisórios que se tornarem necessários para segurança dos operários e estabilidade dos
solos vizinhos . Deverá ser previsto o desvio provisório das águas pluviais que descerem
os taludes até a execução definitiva das canaletas para não acarretar problemas na execução
da obra.
O simples espalhamento não deverá ser feito nas áreas destinadas a construção
ou que facilitem o carregamento por águas pluviais.
Os taludes dos cortes deverão ser executados com as seguintes recomendações:
- declividade máxima : 45 graus (1:1);
- escoramento: quando necessário;
- superfícies: gramadas em todos os casos e rugosa com ranhura orientadas
transversalmente à linha de declive e obtidas pelo equipamento utilizado no caso de corte
mecanizado.
Os taludes dos aterros deverão ser de 2 : 3 (2 na vertical e 3 na horizontal)
devendo ser imediatamente gramados (vide item: Plantio de Grama). O movimento de terra
será mecanizado, somente podendo ser permitido o serviço manual se constata a
impossibilidade técnica do mecanizado, a juízo da Fiscalização.
A terra advinda do corte poderá ser usada no aterro, desde que tomada as
recomendações e exigências desse Memorial e restante será retirada do local da obra,
ficando a cargo da Empreiteira as despesa com os transportes da execução dos serviços
referidos, não cabendo qualquer responsabilidade da UNESP sobre o local escolhido, e
ainda deverá ser tomado o cuidado nos termos da legislação Municipal, da limpeza das vias
públicas, protegendo a carga com lona.
02-ESTAQUEAMENTO
Generalidades:
Deverá ser respeitadas as profundidades mínimas indicadas em projeto e serão
levemente armadas de acordo com as especificações.
Deverão seguir rigorosamente a NB – 1 e NB – 51 da ABNT – Associação
Brasileira de Normas Técnicas. Em hipótese alguma poderão ser paralisados os serviços
de concretagem no meio de uma estaca.
A Empreiteira se incumbirá de fornecer provas de carga de acordo com a NB-
20, caso solicitado pela fiscalização que verificar a quantidade de corretagem. As despesas
decorrentes serão de inteira responsabilidade da Empreiteira.
2.1 Estaca apiloada diam de 25 cm armada:
Serão utilizadas estacas armadas apioladas com diâmetro de 25 cm, e
comprimento mínimo indicados em projeto.
03-FUNDAÇÕES
Generalidades:
Qualquer ocorrência na Obra que comprovadamente impossibilite a execução
das fundações, deverá ser imediatamente comunicado à fiscalização. Entre outras,
merecem maior destaque:
• Troncos e raízes de difícil remoção;
• Vazios de subsolo causado por formigueiros ou poços de edificações
anteriores.
• Canalização não indicadas no levantamento;
• Vegetação existente no local e que deverá ser preservada;
Somente com aprovação prévia, face a comprovada impossibilidade executiva,
poderão ser introduzidas modificações no Projeto de fundações. Para perfeita verificação
do comportamento das fundações, poderão ser exigidas pela Fiscalização, provas de carga.
As despesas decorrentes serão de responsabilidade da Empreiteira.
3-1 Escavação Manual:
Deverá ser executado as escavações necessárias para a realização da Obra. A
terra escavada deverá ser amontoada no mínimo a 50 cm (cinqüenta centímetros ) da borda
e quando necessário sobre pranchas de madeira, de preferência de um só lado, liberando o
outro para acessos e armazenamento de materiais e tomando-se os cuidados devidos no
tocante ao carregamento por águas pluviais.
3.2 Apiolamento do fundo das cavas:
Após a escavação deverá ser efetuado enérgico e vigoroso apiolamento por
processos manuais ou mecanizados.
3.3 Lastro de concreto magro:
Antes do lançamento do concreto no fundo das cavas, o mesmo será
regularizado por um lastro de concreto de 5 cm ( cinco centímetros )”de espessura, devendo
abranger toda a área de vigas baldrames e blocos sem interferir na união estaca - bloco.
O traço será 1:4:8 de cimento, areia e brita e o concreto será lançado após o
apiloamento e nivelamento da superfície.
3.4 Forma comum de pinho:
As formas a serem utilizadas serão de pinho comum, devendo Ter as
amarrações e os escoramentos necessários para não sofrerem deslocamento ou
deformações quando do lançamento do concreto, fazendo com que, por ocasião da
desforma, a estrutura reproduza o determinado em Projeto.
3.5 Armação:
A armação a ser utilizada será de ferro CA – 50 A e CA – 60, obedecendo as
mesmas especificações do item Estrutura.
3.6 Concreto Armado Usinado Fck 15 MPa:
Será utilizado o concreto Fck = 15 MPa (quinze) no mínimo, obedecendo as
mesmas especificações do item Estrutura.
3.7 Reaterro Compactado:
Deverá ser em camadas de 20 cm (vinte centímetros).
Os reaterros deverão utilizar de preferência a terra da própria escavação,
umedecia a isenta de pedras de dimensões superiores a 5 cm (cinco centímetros), seguida
de compactação manual ou mecânica de modo a atingir densidade a aspecto homogêneo,
aproximada ao terreno natural adjacente.
3.8 Bota Fora de terra excedente até 5 Km:
As terras excedentes deverão ser removidas para bota foras distantes do local
da Obra, a ser feito e escolhido pela Empreiteira, não cabendo qualquer responsabilidade
da UNESP sobre local escolhido.
A Empreiteira deverá cuidar, nos termos da Legislação Municipal, da limpeza
das Vias Públicas, protegendo a carga dos caminhões de transporte com lona.
04 – ESTRUTURA
Generalidades:
A execução do concreto estrutural obedecerá rigorosamente ao Projeto
especificações e detalhes respectivos bem como as Normas Técnicas da ABNT que regem
o assunto, além das que se seguem.
A execução de qualquer parte da estrutura implica na integral responsabilidade
da Empreiteira por sua existência e estabilidade.
As passagens de canalizações através de vigas ou outros elementos estruturas,
deverão obedecer rigorosamente as determinações do Projeto, não sendo permitida a
mudança das mesmas, quando de todo inevitável, tais mudanças exigirão aprovação em
Projeto.
A firma contratada deverá apresentar um certificado de controle tecnológico
de resistência à compressão do concreto caso exigido pela Fiscalização. As despesas
decorrentes serão de inteira responsabilidade da Empreiteira.
4.1 Forma de Madeira Compensa:
As formas das lajes, vigas, pilares, deverão ser de madeira compensada
(Wagnerit ou Maderit) de espessura 12 mm (doze milímetros) s Ter as amarrações e os
escoramentos necessários para não sofrerem deslocamentos ou deformações quando do
lançamento do concreto, fazendo com que por ocasião da desforma reproduza a estrutura
em Projeto.
Na execução de elementos de concreto armado, a ligação entre as formas
externas e internas será efetuada por meio de elementos rígidos.
Os pontaletes serão de pinho, eucalipto ou madeira equivalentes com secção
de dimensões mínimas 75 x 75 mm ou com secção de equivalentes, devendo ser
devidamente contraventados. Não poderá haver mais que uma emenda em cada pontalete,
devendo ser a mesma fora do terço médio.
As tábuas e sarrafos de pinho de terceira construção de espessura mínima 25
mm serão brutas ou aparelhadas e sem nós frouxos.
As formas somente poderão ser retiradas, observando-se os prazos mínimos
(NB-1):
*faces laterais 3 dias;
*faces inferiores, deixando-se pontaletes bem encunhados e convenientemente
espaçados 14 dias;
*faces inferiores, sem pontaletes 21 dias.
A fiscalização poderá autorizar a desforma antes dos prazos acima previstos,
quando permitido o uso de aceleradores de pega no concreto.
Na retirada das formas e seus escoramentos deverá garantir nivelamento,
prumo, esquadro, paralelismo, alinhamento das peças e impedir o aparecimento de
ondulações na superfície pronta do concreto.
Os pontaletes com mais de 3 m ( três metros ) deverão ser contraventados
para evitar flambagem.
4.2 Armação de aço CA 50 e CA 60:
A superfície da forma em contato com o concreto aparente deverá estar limpa
e preparada com substancia que impera aderência; as formas deverão apresentar perfeito
ajustamento, evitando saliências rebarbas e reentrâncias e reproduzindo superfície de
concreto com textura e aparência correspondentes a madeira de primeiro uso.
A retirada das formas será efetuada de modo a não danificar as superfícies do
concreto, valendo os prazos mínimos estabelecidos para concreto armado comum.
A amarração das formas deverão ser efetuada por meio de ferros passantes em
tubos plásticos ou através de orifícios deixando nos espaçadores de concreto. Os orifícios
resultantes das amarrações deverão ser dispostos obedecendo a um alinhamento, tanto na
horizontal como na vertical.
A execução das armaduras deverá obedecer rigorosamente ao Projeto estrutural
no que se refere a posição, bitola nas barras de aço com modificação de projeto só será
concedida após aprovação da Fiscalização.
Não serão admitidas emendas de barras não previstos no projeto.
Na colocação das armaduras nas formas, aquelas deverão estar limpas, isentas
de qualquer impureza (graxas, lama, crostas, soltas de ferrugem e barro, óleos, etc.), capas
de comprometer a boa qualidade dos serviços.
As normas NB 1, e EB – 565 da ABNT deverão ser rigorosamente seguidas.
A armadura de aço terá o recobrimento recomendado pelo projeto, devendo
ser apoiada nas formas sobre calços de concerto pré - moldado. O recobrimento mínimo
nunca poderá ser inferior a 2,5 cm.
4.3 Concreto Usinado Fck 15 Mpa:
Antes do lançamento do concreto, as formas deverão ser limpas, molhadas e
perfeitamente estanques, afim de evitar a fuga da nata de cimento.
O preparo manual do concreto será permitido somente na execução de
elementos sem responsabilidade estrutural.
Será permitido o uso de aditivos somente quando autorizado pela fiscalização.
A descarga da betoneira deverá se dar diretamente sobre o meio de transporte.
O transporte de concreto até o local do lançamento deverá ser cuidadosamente
estudado, para evitar a segregação ou a perda de material.
O lançamento do concreto deverá ser feito sempre dentro dos 30 minutos que
se seguirem a confecção da mistura, observando-se ainda:
• não será admitido o uso de concreto remisturado;
• a concretagem deverá obedecer a um plano de lançamento com especiais
cuidados na localização dos trechos de interrupção diária;
• a altura máxima de lançamento será de 2 m ( dois metros ).
O concreto deverá ser conveniente vibrado imediatamente após o lançamento.
Cuidados especiais deverão ser tomados durante a cura do concreto,
especialmente nos primeiros 7 ( sete ) dias, tais como:
• vedar todo o excesso ou acumulo de material nas partes concretadas durante
24 horas após a conclusão;
• manter as superfícies úmidas por meio de sacaria, molhada ou lâmina de
água.
Na execução da estrutura deverão ser tomadas providências para permitir o
fácil e4scoamento das águas a fim de evitar sobrecarga e infiltrações.
Não será permitido que as canalizações hidráulicas sejam embutidas no
concreto estrutural, mesmo que as reduções de secção sejam consideradas nos
dimensionamentos. O concreto a ser utilizado será usinado FCK de 15 MPa ( quinze ) no
mínimo.
O acesso ás partes concretadas deverá ser impedido pelo menos 24 horas após
a conclusão da concretagem.
O transportes deverá empregar métodos e equipamentos que evitem a
segregação e as perdas dos materiais componentes e os carrinhos de mão terão
preferencialmente rodas pneumáticas.
O lançamento deverá seguir o tempo máximo de 60 minutos entre o fim do
amassamento e o fim do lançamento.
O adensamento será feito por vibradores de imersão de pulsação superior a
3600 por minuto.
A cura será feita com água potável abundante sobre as peças mantendo-as
sempre unidas pelo prazo mínimo de 10 dias a partir do inicio da pega do concreto.
O cimento a ser empregado será de uma só marca e os agregados de um única
procedência, para evitar quaisquer variações de colocação ou textura.
As interrupções de concretagem deverão obedecer a um plano preestabelecido,
a fim de que as emendas delas decorrentes não prejudiquem o aspecto arquitetônico.
As eventuais falhas na superfície do concreto serão reparadas com argamassa
de cimento e areia, procurando-se manter a mesma coloração e textura.; será permitida,
para isso, a adição de cimento branco a argamassa.
O consumo mínimo de cimento será de 350 Kg por m3 , granulometria do
agregado graúdo deverá ser compatível com as dimensões das peças a serem concretadas.
4.4 Laje pré moldada:
será executado laje do tipo pré - moldada de primeira quantidade, com
espessura de 8 cm e capa de 4 cm, com sobrecarga igual a 75 Kg/m2, devendo ser
respeitada o sentido da colocação das lajes.
4.5 Vergas e contra vergas de concreto:
todos os vãos de portas e janelas cujas travessas superiores não faceiem as lajes
dos tetos e nem vigas previstas nos projetos Estruturais terão vergas de concreto
convenientemente armadas com comprimento tal que excedam vinte centímetros (20 cm)
no mínimo para cada lado do vão quando possível. Caso o caixilho estiver entre estruturas
de concreto (pilares), deverão ser deixados esperas durante a concretagem destes para
receber as futuras vergas e/ou contravergas.
05 – ALVENARIA E DIVISORIAS
Generalidades:
As alvenarias terão as espessuras indicadas no projeto, não sendo permitido
o corte das peças para atingir as espessuras requeridas.
As alvenarias apresentarão prumo e alinhamento perfeitos, fiadas niveladas e
com a espessura das juntas compatíveis com os materiais utilizados. No caso especifico de
tijolos cerâmicos de 8 furos a espessura das juntas não deverá ultrapassar 1,5 cm.
As alvenrias que repousam sobre as vigas continuas deverão ser levantadas
simultaneamente em vão continuo.
Todas as saliências superiores a 3 cm deverão obedecer aos detalhes do projeto,
nunca se permitindo sua execução exclusivamente com argamassa.
No fechamento de vãos em estrutura de concreto armado, as alvenarias deverão
ser executadas até uma altura que permita seu posterior encunhamento contra a estrutura.
As superfícies de concreto que ficam em contato com a alvenaria serão
previamente chapiscadas em argamassa de cimento e areia 1:3.
Os serviços de encunhamento só poderão ser executados quando:
• estiver concluído o telhado ou proteção da laje de cobertura;
• decorridos no mínimo 3 (três) dias da conclusão do levantamento das
alvenarias
O encontro das alvenarias com as superfícies verticais da estrutura de concreto
será executado com argamassa de cimento e areia 1:3, tanto na área de contato entre a
alvenaria e o concreto, quanto no assentamento (tijolos) junto a estrutura.
Os elementos de alvenaria que absorvem água devem ser molhados por ocasião
do seu emprego e no respaldo de alvenaria não encunhados será executada em cima de
concreto armado.
As alvenarias a serem utilizadas são:
5.1 De Embasamento:
Serão em tijolos de barro comum maciço de primeira qualidade, assestes com
argamassa1:4,5 de cimento e areia com impermeabilizante na ultima fiada, no capeamento
horizontal e vertical, molhados na ocasião do seu emprego.
5.2 e 5.3 De Tijolo Cerâmico 8 furos espessura de 1 e ½ tijolos:
As alvenarias deverão ser executadas em tijolo cerâmico de 8 furos. (tipo
baiano) de primeira qualidade , devendo respeitar de um e meio tijolo, O assente deverá
ser feito com argamassa de 1:4 de cal hidratada e areia com adição de 100 Kg de cimento
feito com argamassa, molhada na ocasião do emprego e não devendo as juntas excederem
15 cm (quinze centímetros) e por mão de obra especializada.
5.4 e 5.5 Divisória removível (vidro e painel cego):
Serão instaladas divisórias removíveis tipo Naval, com perfis estruturais em
aço galvanizado, pintura eletrostática em epóxi – poliéster pó, cor fresco fosco montados
com rodapé duplo para passar fiação, os painéis em chapa fabricadas com fibra de madeira
em cor lisa (cinza) c/ miolo “honey comb”, isto é, colméia de alta gramatura, esp. 35 mm,
dobradiças e fechaduras compatíveis.
As divisórias compreendem na sua estrutura, fixação, painéis cegos ou de
vidros, portas completas, inclusive fechaduras.
5.6 Divisória Granito:
Serão instaladas divisória em granito polido cinza mauá, em locais indicações
de Projeto.
6.7 Divisória de Granilite:
Serão instalados divisória em granilite polido cor cinza claro, com espessura de
0,035 m, altura de 1,80 m, conforme detalhes em projeto.
06 – IMPERMEABILIZAÇÃO
Generalidade:
Não será permitido a execução de impermeabilização em tempo
excessivamente úmido. Os materiais a serem aplicados nos processos de
impermeabilização, propriamente dito deverão ser depositados em local protegido, seco e
fechado.
A areia lavada e peneirada terá granulometria até 3 mm. Os cantos verticais ou
horizontais deverão ser arredondados.
6.1 Dos Baldrames:
Impermeabilização de respaldos de alvenarias de fundação, será feito com
argamassa de cimento e areia traço 1:3, com adição de hidrófugo a 3% do peso do cimento
e posterior pintura betuminosa.
As superfícies deverão estar lisas e sofrer lavagem intensa com água e escova
metálica. O chapisco deverá ser aplicado na superfície previamente molhada, aguardando-
se a pega. Em seguida aplica-se a argamassa com impermeabilizaste em espessura maior
ou igual a 10 mm (dez milímetros). O chapisco e a argamassa deverão ser reaplicados até
se atingir a espessura mínima de até 30 mm (trinta milímetros). A última demão deverá ser
desempenada. Aplicar 3 (três) demãos no mínimo de tinta betuminosa à brocha ou
vassourão no respaldo de fundação, estruturas e alvenarias em contato com o solo. Os
respaldos impermeabilização de na face superior, descendo no mínimo 15 cm (quinze
centímetros) em cada uma das faces laterais.
6.2 Concreto Celular, Proteção Mecânica e Pintura Impermeabilizante:
Será colocado sobre lajes onde indicado, blocos de concreto celular
autoclavado com espessura de 10 cm, após a execução deste, deverá ser feito uma proteção
mecânica com argamassa mista e recobrimento som pintura impermeabilizante branca.
Vide folha A09.
6.3 Juntas de Dilatação (Interna e Externa):
Serão executadas juntas de dilatação em todas as vigas, lajes, pilares e beiras.
Para as juntas externas: beiral, laje do beiral, pilar, inclusive a área interna
(chafariz) terão juntas com mastique de silicone na cor cinza.
Quanto as juntas internas (vigas, lajes e pilares) receberão perfil em alumínio
de 3”x 1/8”fixando em um dos lados, com bucha e de nylon e parafuso galvanizados, e,
receberão de cor das alvenarias que pertencerem.
Na aplicação do mastique deverá ser respeitado as especificações do fabricante.
OBS: Todas as juntas de dilatação deverão, quando de sua concretagem, receber
placa de isopor com espessura da largura da junta.
07 – COBERTURA
7.1 Estrutura metálica para Telhas de Aço com Acessório de Fixação:
A estrutura de sustentação do telhado, bem como para a sustentação do forro de
aço, onde indicado, será metálica devidamente soldados em chapas de perfis de acordo com
os detalhes em Projeto de Estrutura e recomendações do fabricante. A estrutura e acessórios
deverão ser compatíveis para a execução da cobertura.
7.2 Telhas de Aço com acessórios de fixação:
As telhas serão de aço pré pintada MPK 40/980 na cor branca, protótipo
comercial Perkron ou similar, com espessura de 0,65 mm. As telhas deverão ser fixadas de
acordo com as recomendações do fabricante.
7.3 Cumeeiras e Acessórios de Fixação:
As cumeeiras, seguirão o mesmo padrão das telhas, devendo ter largura
recomendada pelo fabricante com os devidos acessórios de fixação.
7.4 Rufos e Calhas:
Deverão ser colocados rufos e calhas em locais indicados em Projeto. Estes
serão de aço galvanizado e deverão ser protegidas com duas demãos no mínimo de pintura
antiferruginosa, e sobre essa pintura, os rufos serão pintados com tinta grafite.
7.5 Condutores de PVC 6”e acessório de fixação:
Deverão ser executados em locais indicados condutores em PVC para descida
de águas pluviais, de diâmetro de 6”, devendo estar devidamente fixado.
7.6 Testeira de aço:
Deverão ser executados em locais indicados testeira em aço galvanizado pré
pintado, perfil do tipo UPK 25 esp. 0,5 MM azul K 402, ambos os lados.
08 – ESQUADRIAS DE MADEIRA
Generalidades:
As esquadrias de madeira deverão obedecer rigorosamente quanto a sua
localização e execução, as indicações do Projeto Arquitetônico e respectivos desenhos de
detalhes constantes deste Memorial.
As portas internas serão em folhas lisas, compensadas de cedro, 35 mm (trinta
e cinco milímetros) de espessura, com acabamento para pintura.
Toda madeira empregada deverá ser seca e isenta de defeitos que comprometam sua
finalidade, como sejam: rachaduras, nós, escoriações, falhas, empenamentos, etc.
As ferragens para esquadria (tanto para madeira quanto para metálicos) deverão
ser precisas no seu funcionamento e seu acabamento deverá ser perfeito.
Na sua colocação e fixação deverão ser tomados cuidados especiais para que
para que os rebordos e os encaixes na esquadrarias tenham a forma exata, não sendo
permitido esforços na ferragem para seu ajuste. As ferragens não deverão receber pintura.
As fechaduras a serem utilizadas serão do tipo Lockwell, com exceção da Sanitários que
receberão tarjetas com inscrição “livre/ocupado”.
Não serão tolerados folgas que exijam correção com massa, taliscas de madeira
ou outros artifícios.
As portas dos sanitários, após a devida pintura, deverão receber plaquetas
indicativas em acrílico preto com letras brancas com indicações de: Homens – Mulheres,
respectivamente. Os contra marco serão em perfilado em chapa de número 16, fixados aos
contra marco com parafuso atarrachante.
8.1 a 8.8 Portas (P1, P1a, PE1, P2, P3, P, P6 e P6 A):
Para todas as portas, estas, estar pronta para pintura e deverão receber ferragens
de primeira qualidade. Quanto as portas PE 01 deverá ser executada e instalada de acordo
com os detalhes constantes em projeto. Vide folha A 12.
09 – ESQUADRIAS METÁLICAS
Serralheira em Geral:
Todos os trabalhos em serralheira, nos caixilhos, serão executados com precisão
de cortes e ajustes e de acordo com os respectivos detalhes e indicações nos demais
desenhos do Projeto e as especificações próprias, além das presentes normas no que couber.
Todo material a ser empregado deverá ser de boa qualidade e sem defeito de
fabricação ou falhas de laminação.
Os quadros fixos ou móveis serão perfeitamente esquadriados ou laminados, de
modo e desaparecem as rebarbas e saliências da solda.
Todos os furos de rebites ou dos parafusos serão escariados e as asperezas
limadas. As emendas (parafusos ou rebites) deverão apresentar ajustamento perfeito, sem
folga, rebarbas ou diferenças de nível.
Todas as junções por justaposição sejam feitas por meio de parafusos, rebites
ou soldas por pontos. Os pontos de amarração serão espaçados de 8 cm (oito centímetros),
no máximo, havendo sempre pontos de amarração nas extremidades.
Todas as ferragens, tais como dobradiças, fechaduras de embutir, chapatesta,
etc., terão a forma de ferragens não sendo tolerados folgas que exijam emendas ou outros
artifícios.
Os perfis que compõem os caixilhos não deverão ser emendados para se obter
o comprimento necessário.
As intersecções de perfis serão sempre executadas por corte, furos e maior
rigidez.
A fixação dos caixilhos será feita com grapas de ferro em cauda de andorinha,
chumbadas na alvenaria com argamassa de cimento e areia de traço 1:3 e espaçadas de
aproximadamente 60 cm, sendo 2 (duas) o número mínimo de grapas em cada lado. As
grapas serão fixadas por meio de parafusos de ferro.
As esquadrarias de ferro, antes de serem colocados, levarão tratamento com
pintura antiferruginosa.
Todos os caixilhos com peças móveis ou peças fixas com ventilação
permanente serão devidamente protegidos contra infiltração de águas pluviais, devendo os
requadros externos obrigatoriamente serem executados com ferro “T” e completados com
perfil “L”, formando conjunto tipo “cadeirinha”.
Os caixilhos a serem executados serão em chapa dobrada devidamente
protegida contra ferrugem.
9.1 Caixilho Misto Basculante e Fixo:
Serão instaladas em locais indicados em Projeto, caixilho basculante, em
requadros de chapa perfilado número 14 e básculas em cantoneira correspondente ao
número 5 com haste (7/8”x 1/8”) e deverão obedecer ao constante em Projeto, confirmando
as medidas no local da Obra.
9.2 Caixilho de Correr com Bandeira Basculante:
Serão utilizados em locais indicados em Projeto, caixilho de correr, executados
em chapa de ferro dobrada número 14, incluindo perfis T e L de seção mínima 1”x 1” x
1/8”, nas subdivisões. Os caixilhos para báscula deverão estar a uma altura tal que propicie
a abertura destas com facilidade.
9.3 Acessórios para deficientes:
Deverão ser instaladas acessórios para deficientes nos sanitários
correspondentes.
9.4 Portão PC PA 36:
Deverão instaladas portões do tipo PC nos locais indicados e de acordo com as
especificações em Projeto. Vide folha PA 036.
10 – FORROS
10.1 Metálico:
Deverá ser executado em locais indicados, forro de aço pré pintado tipo
Perkron, nota-se que para executar o forro, deverá ser executado também, cobrimento em
madeira compensada resinada. O forro será fixado na estrutura metálica, de acordo com o
projeto, vide folha A11.
11 – REVESTIMENTOS
Generalidades:
Antes de ser iniciado qualquer serviço de revestimento, deverão ser testadas as
canalizações à pressa recomendada.
As superfícies a revestir deverão ser limpas e molhadas antes de qualquer
revestimentos, salvo casos excepcionais.
A limpeza deverá eliminar gorduras, vestígios orgânicos (limo, fuligem, etc.) e
outras impurezas que possam acarretar futuros despreendimentos.
Os revestimentos deverão apresentar parâmetros perfeitamente desempenados,
alinhados e nivelados com as arestas vivas.
A recomposição parcial de qualquer revestimento deverá ser executada com
perfeição, a fim de não apresentar diferenças ou descontinuidades.
Os revestimentos serão aplicadas como seguem:
11.1 Chapisco:
Serão aplicadas em locais indicados em Projeto, chapiscos executados com
argamassa de cimento e areia na proporção de1:3 e convenientemente curados e com as
seguintes característicos:
- cimento: fabricação recente;
- areia: isenta de torrões de argila, gravetas, mica, impurezas orgânicas, etc.
(água potável é satisfatório).
A superfície deverá ser limpa com vassoura e molhada posteriormente. Os
materiais devem ser dosados a secos. Tempo máxima de utilização após o contato da
mistura com a água 2 h e 30 min e desde que não apresenta nenhum sinal de endurecimento.
11.2 Emboço Paulista:
As alvenarias (onde indicado) e as lajes nas faces inferiores serão revestidas
com emboço paulista, após chapisco.
Os emboços só serão iniciados após a completa pega de argamassa das
alvenarias e chapiscos.
O emboço de cada plano de parede só será iniciado depois de embutidas todas
as canalizações que por ele devem passar, bem como os contramarcos e serão fortemente
comprimidos contra as superfícies e deverão apresentar-se lisos após sua aplicação.
Sua espessura será de 15 mm (quinze milímetros) no máximo.
Os emboços serão executados depois do assentamento dos batentes e régua e
desempenadeira. Deverão apresentar aspecto uniforme com parâmetros perfeitamente
planos, não sendo tolerada qualquer ondulação ou desigualdade do alinhamento e
superfície.
11.3 Revestimento Cerâmica (10 x 10) cm:
Serão aplicados, após o emboço, perfeitamente desempenado, em locais
indicados em Projeto, azulejos e primeira qualidade com peças de coloração uniforme,
arestas bem definidas, rejuntamento com argamassa especial anti mofo cor gelo,
removendo-se todo excesso que deverá ser retirado com pano úmido. Nas arestas vivas
deverão ser colocados cantoneiras de alumínio do tipo Atlas AS 390 ou similar.
Serão utilizados azulejos 10 x 10 cm, Extra, cor gelo.
11.4 Revestimentos em Plaqueta Argila:
Serão aplicadas, após o emboço, perfeitamente desempenado, em locais
indicados, plaqueta de argila de primeira qualidade, cor natural, com dimensões de 21,5 x
10,5 x 3,0 cm. O assentamento deverá ser feito por mão de obra especializada.
11.5 Revestimentos em Pastilha Cerâmica de 2,5 x 2,5 cm:
Serão aplicadas, após o emboço, perfeitamente desempenado, em locais
indicados, plaqueta de argila de primeira qualidade, linha reta, nas cores indicadas em
projeto, com dimensões de 2,5 x 2,5 cm. O assentamento deverá ser feito por mão de obra
especializada.
11.6 Revestimento absorvente acústico (lajes e paredes):
Serão aplicadas, após o emboço, perfeitamente desempenado, revestimento
absorvente acústico, para paredes e lajes onde indicados, devendo ser executados de acordo
com as indicações e detalhes constantes em projeto.
11.7 Moldura em gesso:
No encontro entre lajes e alvenarias, deverá ser executado moldura em gesso,
com 4,0 cm simples e pintadas na cor do teto.
12 – PISOS
Generalidades:
Todos os pisos laváveis (cerâmicos, cimentado, etc.) terão declividade de 1%
no mínimo em direção ao ralo ou porta externa para o perfeito escoamento de águas. Os
rodapés serão sempre em nível.
Deverá ser proibida a passagem nos pisos recém colocados durante dois dias no
mínimo.
Os pisos só serão executados após concluídos os revestimentos das paredes e
tetos e vedadas as coberturas externas.
Não será permitido que o tempo decorrido entre a argamassa de assentamento
entendida e o piso aplicado seja tão longo que prejudique as condições de fixação de peças,
que por endurecimento da argamassa, que pela perda de água de superfície.
Cuidados especiais serão tomados em cômodo excessivamente ventilados ou
expostos a calor, devendo, quando tais fatos ocorrerem, serem protegidos os pisos
colocados; maiores cuidados serão tomados nesses locais no tocante a quantidade de
argamassa estendida.
Antes do lançamento da argamassa de assentamento, o lastro deverá ser levado
e escovado (somente com água limpa) e vassourado. Após serem batidos os pisos, estes
serão limpos, ficando 48 horas sem trânsito ou uso.
12.1 Preparo, Aterro Interno e Apiloamento:
Deverá ser executado o preparo e o aterro interno em camadas de 20 cm (vinte
centímetros) molhados e fortemente apiloados mecanicamente . Deverão ser tomados
especiais cuidados no aplioamento da terra rente às paredes.
12.2 Concreto para Conta – Piso com impermeabilizante esp. = 6 cm:
Os pisos obre o aterro interno levarão previamente uma camada de concreto
com impermeabilizante. Este concreto deverá ser lançado comente depois de perfeitamente
nivelado o aterro já compactado e depois de colocados as canalizações que devem passar
sob o piso.
O traço será 1:2:3 de cimento, areia e brita com impermeabilizante, e terá de até
6 cm (seis centímetros) de espessura.
12.3 Argamassa de Regularização:
A camada reguladora constitui-se de uma argamassa de cimento e areia grossa,
traço 1:3 em volume, com aproximadamente 17 litros de água por saco de cimento. Esta
camada deve ser lançada imediatamente após a aplicação do chapisco. Sua finalidade é
regularizar as imperfeições do contrapiso, definir o nivelamento ou caídas para o piso
acabado e amortecer as diferenças de tensões internas existentes entre o contrapiso e o piso
acabado. Esta camada regularizadora deve ser muito bem compactada e desempenada,
deixando-se já com o rebaixamento equivalente à espessura a ser preenchida pelo piso
acabado que será aplicada em seguida. Essa camada deve ser feita a partir de pontos de
níveis previamente determinados.
Observações:
1) A falta de compactação provocará o destacamento da camada
regularizadora;
2) O rebaixamento deverá ser executado ligeiramente menor que o
determinado, uma vez que pela retração normal da argamassa ele tende a aumentar
ocasionando assim consumos adicionais de granilite;
3) A execução da camada regularizadora é indispensável;
4) Quando espessura da camada regularizadora estiver superior a 30 mm, em
função da necessidade da Obra, recomendamos a adição de pedrisco (brita 0). Neste caso,
mistura-se areia e brita em proporções iguais.
12.4 Granilite e verniz impermeabilizante:
A execução do piso granilite deverá ser por firma especializada, indicada pela
Construtora. O piso deverá estar devidamente preparado, e as juntas a serem utilizadas
deverão ser plásticas, devendo ser assentadas limitando os painéis a dimensões máximas
de 2,00 M x 2,00 m. Após a execução do piso este deverá ser polido de acordo com as
recomendações técnicas.
Após a lavagem e secagem total do piso, será aplicado produto a base de verniz
impermeabilizante, no mínimo de duas demãos, conforme especificação do fabricante,
referência Spartan, produto este especificado para pisos monolíticos e pedras naturais.
12.5 Piso Cerâmica 20 x 20 cm :
Deverá ser executado, em locais, indicados, cerâmica esmaltada de 20 x 20 cm,
de alta resistência na cor azul marinho, assentes com argamassa de cimento e areia 1:4, e
devidamente rejuntada.
12.6 Piso Vinílica com rodapé:
Deverá ser executados, nos locais indicados, piso e rodapé em placa vinílica
semi – flexível, composto por resinas de PVC, plastificantes, cargas minerais e pigmentos,
junta de amianto esp. de 3 mm, com rodapés convencional de 5,0 mm cor 716 caribe e
cromo 222.
12.7 Piso em Arenito:
Deverão ser executados, nos locais indicados, piso em arenito “jacarezinho”,
lixado, tom laranja, em placas 40 x 40 cm, espessura média de 2,0 cm, juntas com espessura
máxima de 1,0 cm, rejuntados com argamassa cor natural de cimento.
OBS: Na saída da circulação (Apliação A4), deverá ser considerado a
espessura do capacho, para que haja o recorte. No perímetro que abrangerá o
capacho, deverá ser executado perfil metálico em “L” para a proteção do piso.
12.8 Calçada ao redor do prédio com pintura:
Deverão ser executados calçadas ao redor do prédio, em concreto simples com
200 Kg de cim/m3, superfície sarrafeada e desempenada com cimento puro, as juntas de
dilatação deverá ser em plástico preto, e os panos serão no máximo de 1,5 m2. Após a
execução do piso deverá ser pintado com tinta própria, sendo a cor a ,ser definida a
posteriori pela fiscalização.
13 – VIDROS
Generalidade:
Os serviços de envidraçamento serão executados rigorosamente de acordo com
os detalhes do Projeto Arquitetônico e com as disposições do presente Memorial.
Os vidros empregados nas Obras não poderão apresentar bolhas, lentes,
ondulações, ranhuras ou outros defeitos.
A massa de assentamento será tipo “de vidraceiro” a base de óleo de linhaça ou
plástica (sintética). Não deverão ser empregados dois ou mais tipos de massa de qualidades
químicas diferentes.
Antes da colocação dos vidros nos rebaixos dos caixilhos, estes serão bem
limpos e lixados.
As placas de vidro não deverão apresentar defeitos de corte (beiradas lascadas),
pontas salientes, cantos quebrados, corte em bisel) e nem apresentar folga excessiva com
relação ao requadro de encaixe.
13.1 Vidros Lisos e Transparentes e Fantasia (e = 3 mm e 5 mm):
Serão aplicados vidros lisos e transparentes nos locais indicados em Projeto,
inclusive para as portas que indicadas para receber visor e caixilharia da sala de Locução e
Técnica. Para os caixilhos dos Sanitários, estes terão a mesma espessura e serão em vidro
do tipo fantasia canelado.
14 – PINTURA
Generalidades:
Todas as superfícies a pintar deverão estar secas, sendo cuidadosamente limpas,
retocadas e preparadas para o tipo de pintura a que se destinam.
Cada demão de tinta só poderá ser aplicada quando a precedente estiver perfeitamente seca,
convindo observar um intervalo de 24 horas entre as duas demãos sucessivas; as tintas a
base de acetato de polivinila (PVA) permitem um intervalo menor, de 3 horas. Igual
cuidado haverá entre uma demão de tinta e a massa, convindo observar um intervalo
mínimo de 24 horas após cada demão de massa. Deverá ser evitados escorrimentos ou
salpicos de tinta nas superfícies não destinadas à pintura (vidros, pisos, aparelhos, etc.); os
salpicos que não puderem ser evitados deverão ser removidos quando a tinta estiver fresca,
empregando-se removedor adequado.
Toda vez que uma superfície tiver sido lixada, esta será cuidadosamente limpa
com uma escova e depois com um pano seco, para remover todo o pó, antes de aplicar a
demão seguinte.
Toda a superfície pintada deverá apresentar, depois de pronta, uniformidade
quanto a textura, tonalidade e brilho (fosco, semifosco e brilhante).
Só serão aplicados tintas de primeira linha de fabricação como segue:
14.1 Pintura Externa (Acrílico sobre reboco):
As paredes externas, onde indicadas, deverá ser aplicado líquido
impermeabilizante acrílico (selador), para após receber no mínimo, duas demãos de tinta
látex acrílica, nas cores indicadas em projeto.
14.2 Pintura Interna (Massa corrida e acrílico):
Nas alvenarias internas e face inferior das lajes, onde indicados, serão aplicadas
sobre reboco, sendo feito limpezas e lixamento preliminares, uma demão de líquido
impermeabilizante (selador), aplicações de massa corrida nas demãos necessárias para um
perfeito nivelamento, com os lixamentos necessários: 2 demãos de tinta de acabamento, no
mínimo, aplicadas a rolo, nas cores indicadas em projeto.
14.3 Esmalte Sobre caixilhos de madeira:
Para as esquadrarias de madeira, serão aplicadas a pincel ou rolo, sendo feito
lixamento e limpeza preliminar, correção de defeitos da superfície com massa, seguida de
lixamento; 2 (duas) demãos no mínimo de esmalte de acabamento, sendo o último
brilhante.
14.4 Esmalte sobre caixilhos metálicos:
Os caixilhos metálicos receberão pintura com esmalte sintético, sendo feito
limpeza e lixamento preliminar com escova de aço, palha de aço, lixa ou processos
químicos: deverá ser aplicada uma demão de zarcão ou produto anti – corrosivo, sendo
feita correção das imperfeições da superfície metálica com massa e eliminação do excesso
com lixa número zero.
Após efetuadas a correção e limpeza adequadas., aplicar duas demãos, no
mínimo, de tinta esmalte de acordo com as indicações de projeto.
15- INSTALAÇÕES ELÉTRICAS, TELEFONIA E LÓGICA
As presentes especificações destinam-se a estabelecer as diretrizes básicas e
fixar as característica técnicas a serem observadas para a execução das instalações elétricas
da Obra mencionada.
Os serviços mencionados serão executados de acordo com as indicações dos
desenhos e as especificações deste Memorial. Quanto ao uso de materiais similares, estes
deverão ser da mesma ou de superior qualidade, indicada e mencionadas em Projeto.
A Empreiteira deverá entrosar-se junto às Companhias Concessionárias, a fim
de obter completa aprovação dos serviços a serem executados, bem como os pedidos de
ligações e inspeção.
O s serviços deverão ser executados de acordo com o andamento da Obra,
dentro do melhor padrão técnico, com mão – de – obra especializada e obedecerão as
normas NB 79 e NBR 3410 da ABNT, e as Normas de Segurança do Ministério do
Trabalho.
Caberá a Empreiteira a montagem e fornecimento de todos os aparelhos
normais de iluminação com característica e especificações do padrão UNESP ( salvo
especificações em Projeto) e deverão ser entregues e ligados em perfeitas condições de
funcionamento. A eliminação do prédio deverá seguir os detalhes e indicações constantes
no Projeto.
15.1 Internas – Tubulação Seca, Caixa e Quadros de Passagem:
Toda a tubulação seca empregada tanto para as instalações elétricas quanto para
as instalações de telefonia, serão em PVC rígido e deverão seguir rigorosamente as
indicações em Projeto, no que diz respeito ao material e bitola a ser empregada.
Serão utilizadas caixas estampadas em chapa número 18 (dezoito), esmaltadas
interna e externa, com furos para ligações dos eletrodutos, marca Paschoal Thomeu ou
similar.
Os quadros gerais de distribuição d energias serão de embutir da Paschoal
Thomeu ou similar, com barramento conforme diagrama unifilar.
O raio mínimo de curvatura dos tubos não devem ser inferior a 6 (seis) vezes o
diâmetro do mesmo.
As tubulações e caixas devem ser convenientemente limpas antes da enfiação.
A enfiação será feita somente depois do revestimento da massa fina, piso e azulejos. Todas
as caixas e quadros nas alvenarias devem ser convenientemente, isolados e em hipótese
alguma serão admitidas emendas de condutores dentro dos eletrodutos.
Serão instalados tubulações de ferro galvanizado aparente nas paredes das
divisórias removíveis.
15.2 Internas Fiação:
Os condutores neutro, fase, terra e retorno serão fios de acordo com as
indicações do Projeto e seguirão as cores azul, vermelho ou preto, verde branco
respectivamente.
Os barramentos de terra deverão ser eletricamente em contato e os de neutro
deverão estar eletricamente isolados da chaparia do quadro. As ligações dos disjuntores ao
barramento deverão seguir rigorosamente o Projeto. Os condutores serão em cobre
eletrolítico, singelo com isolamento termoplástico para 750 V e 1.000 V em compostos
antichama da Pirelli, Pirastic ou similar.
15.3 Internas Aparelhos:
Deverão ser instalados todos os aparelhos indicados em Projeto, seguindo as
especificações do Projeto, seguindo as especificações nele constantes.
Todos os pontos de força para aparelhos 220 V deverão ser aterrados através de
um condutor de proteção e por interligação sucessiva até a barra “terra” de respectivo
quadro de distribuição.
As luminárias, tomadas, disjuntores, interruptores, e demais aparelhos
indicados, deverão seguir as especificações do Projeto, no que se refere a localização,
qualidade, e deverão estar em funcionamento.
15.4 Iluminação Externa:
Para iluminação externa, deverá seguir as indicações constantes, no que se
refere a tipo, tubulação, bitola, fiação e localização e aparelhos.
15.5 Externas (Ligação a Rede e Aterro):
O Para – Raio deverá ser conectado ao aterramento por cabos de cobre nú. A
malha de aterramento será em cabos de cobre nú e hastes terra Cooperweld de 3 m (três
metros) a bitola de 5/8” em caixas de alvenaria. O mastro será de ferro tubular zincado e
a base será como indica em Projeto.
Para telefonia, lógica e elétrica estes deverão ser executados conforme
constantes em projeto.
16 – INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS
As presentes especificações destinam-se a estabelecer as diretrizes básicas e
fixar as características técnicas a serem observadas para a execução das instalação
hidráulicas de Obra referido.
Estas especificações são partes integrantes do Projeto e completam o mesmo.
As exigências aqui formuladas são mínimas que devem reger cada caso,
devendo prevalecer as normas técnicas da ABNT e as recomendações do fabricante.
Nos casos em que as normas forem omissas ou conflitantes, serão adotadas as
soluções que forem tecnicamente mais perfeitas, cabendo a provação ou solução por parte
da fiscalização da UNESP.
Generalidades:
A exceção das instalações hidráulicas e sanitárias só poderão ser executados
por profissionais devidamente habilitados, o eu não eximirá a Empreiteira das
responsabilidades pelo perfeito funcionamento das mesmas.
A emenda dos tubos deverá ser feita por meio de luvas soldáveis e ou com bolsa
e virola, tomando-se de cuidado e não deixar rebarbas no tubo que possa prejudicar a
estanqueidade da mesma.
A canalização no interior da edificação não deverá ficar solidário a estrutura do
mesmo. Em torno da canalização, noa alicerces ou paredes por ela atravessados, deve haver
folga para que um eventual recalque do edifício não venha a prejudicar as tubulações.
As aberturas nas paredes deverão ser feitas de forma a permitir a colocação de
tubos livres de tensões.
Quanto enterrada, a canalização deverá ser assentada em terreno resistente ou
sobre embasamento apropriado com recobrimento mínimo de 30 cm (trinta centímetros).
Nos trechos onde tal recobrimento não seja possível, ou onde a canalização
estiver sujeita a fortes compressões ou choques, ou ainda, nos trechos situados em área
edificada, deve a canalização ter a proteção de um envelope de concreto.
Quando da necessidade de cortar o tubo, esta operação deverá ser perpendicular
ao eixo do mesmo. Após o corte remove-se com uma rasqueta as rebarbas, e, para união
com anel de borracha a ponta do tubo deverá ser chanfrada (ângulo de 15 graus x compr.
5 mm), com auxílio de uma lima.
A ponta e a bolsa do tubo deve ser limpa com o maior cuidado na virola onde
irá se alojar o anel de borracha.
Aplicar somente a pasta lubrificante recomendada pelo fabricante, no anel e na ponta do
tubo. Não usar óleos ou graxas que poderão atacar o anel de borracha.
Nas conexões, as pontas deverão ser introduzida até o fundo da bolsa devendo
ser fixadas, quando em instalações externas com braçadeira para evitar deslizamento das
mesmas.
Nos tubos com ponta e bolsa soldáveis, limpar cuidadosamente a ponta e a bolsa
dos tubos com estopa branca; lixar a ponta e a bolsa dos tubos até tirar todo o brilho; lixar
a bolsa e a ponta dos tubos com estopa branca embebida em solução limpadora
recomendada pelo fabricante, removendo todo e qualquer vestígio de sujeira e gordura;
marcar na ponta do tubo a profundidade da bolsa; aplicar o adesivo recomendado pelo
fabricante, primeiro na bolsa e depois na ponta do tubo e, imediatamente, proceder a
montagem da junta; introduzir a ponta do tubo até o fundo da bolsa, observando a posição
da marca feita na ponta.
Usar, quando se fizer necessário, os tubos de prolongamento nas caixas
sinfonadas.
O desenvolvimento da tubulações devem ser de preferência retilíneo e serem
fixados de modo a manter as condições do Projeto.
As tubulações horizontais de esgotamento sanitário devem ser instaladas com
declividade constante e não menores que 1% (um por cento).
Toda tubulação deve ser instalada de modo que qualquer líquido que por
ventura nela venha a penetrar possa escoar-se completamente por gravidade, para dentro
do tubo coletor, ou ramal de descarga em que o ventilador tenha origem.
A ligação de um tubo ventilador a um tubo horizontal deve ser feita acima do
eixo da tubulação, elevando-se o tubo ventilador até 15 cm ou mais, acima do nível de
trasbordamento da água mais alto dos aparelhos servidos.
As caixas de inspeção devem ser fechadas hemerticamente com tampa
removível; ter profundidade de no máximo um metro; fundo construído de modo a
assegurar rápido escoamento escoamento e evitar formação de depósito.
Não deverão ser utilizados os tubos e ou conexões que apresentarem falhas
como: deformação ou ovalização, fissuras, folga excessiva entre a bolsa e a ponta e soldas
velhas com muito coágulos.
Deverá ser feito ensaio de ar e o ensaio final com fumaça, conforme NBR 8160
da ABNT.
16.1 Internas Águas Fria:
Os tubos e conexões de água fria, deverão ser de acordo com as especificações
de Projeto, o que se refere a bitola, tubo e localização. O material a ser utilizado será em
PVC rígido.
O prédio será abastecido por caixa d’água elevada, de acordo com o Projeto de
Hidráulica. A torneira de bóia a ser instalada na caixa d’água deverá permitir a máxima
utilização de sua capacidade.
O tubo ladrão/limpeza deverá ser conectado no ralo.
Os registros de gaveta, pressão e válvula de descarga, serão instalados de acordo
com as especificações do Projeto.
16.2 Internas Esgoto:
A captação dos esgotos sanitários serão por tubos e conexões indicados em
Projeto, no que se refere a bitola, tubo e localização todo o esgoto secundário será ligado
primeiro ao ralo sifonado, protegendo assim o ambiente interno contra o retorno de gases.
Nos locais onde o esgoto secundário está ligado ao esgoto primário o fecho
hídrico será protegido por tubo ventilador 0 = 75 mm que deverá estender-se no mínimo
30 cm acima do telhado.
Em toda a mudança de direção dos tubos coletores enterrados foram previstas
caixas de inspeção.
Deverá ser feita a ligação da rede de esgoto interna à Rede Pública.
Foram observadas as normas NBR 8160 da ABNT.
16.3 Internas Louças e Metais:
Serão instaladas bacias, assento plástico, papeleiras, cabideiros, saboneteira
para sabão líquido, porta toalha de papel tipo Lalekla, bebedouro elétrico, lavatório com
coluna e mictórios em louça de acordo com as especificações em projeto.
Sobre cada lavatório, será instalado espelho com moldura em alumínio e
respectivamente acessórios de fixação, e metais correspondentes.
Deverão ser executados em locais indicados, tempo em granito com cubas de
embutir, inclusive acessórios e metais, de acordo com os detalhes em projeto.
16.4 Externas Água Fria:
Será ligado a rede existente mais próxima, través de tubulação indicada em
projeto.
16.5 Externas Esgoto:
A rede de esgoto externa será em tubo de PVC conforme indicações em Projeto,
ligados por caixas de inspeção com tampa armada a serem construídas conforme detalhe
em anexo.
16.6 Águas Pluviais
Deverá ser executado conforme detalhes em projeto.
16.7 Equipamentos de Incêndio:
Deverão ser instalados, os equipamentos especificados, devidamente
sinalizados de acordo com o constante em projeto.
17 – SERVIÇOS COMPLEMENTARES
17.1 Pia em Mármore Branco chocolate (Copa – Ampliação A1):
Deverá ser executado, pia em mármore branco chocolate com gabinete em
madeira, revestimento laminado melamínico, acabamento texturizado, com as cores
indicado em projeto.
17.2 Bancada em Granito Cinza Mauá ( Saint. e Sala de Expediente – Ampl. A1):
Deverá ser executado, bancada em granito nos locais indicados no projeto e de
acordo com os detalhes constantes neste.
17.3 Lousas:
Deverão ser instaladas lousas, de primeira qualidade, sendo o seu comprimento
igual a 4 m. Deverão estar providas de porta giz, em madeira de primeira qualidade. Os
locais a serem instaladas serão confirmadas posteriormente pela nossa Fiscalização.
17.4 Lousa Multi – Face
Deverá ser instalado Lousa Multi Face em local indicado e de acordo com os
detalhes constantes em projeto.
17.5 Peitoril em ardósia:
Deverá ser executado em locais indicados, peitoris em ardósia. Estes deverão
ser executados de acordo com os detalhes constantes em projeto.
17.6 Soleira em Granito:
Deverá ser executado em locais indicados, soleira em granito levigado cinza
mauá, de acordo com o constante em projeto.
17.7 Bancada em concreto (Editoração – Ampliação A2):
Deverão ser executados em locais indicados, bancadas em concreto aparente ,
sendo que na sua parte superior, deverá receber argamassa de regularização e
posteriormente o revestimento em laminado melamínico de alta pressão, em réguas,
acabamento texturizado na cor ovo, executado conforme recomendação do fabricante. Nas
arestas vivas onde encontra o laminado e o concreto, deverá ser executado, cantoneira de
alumínio anodizado, na cor preto fosco, fixados através de parafusos e bucha compatível.
Observar que deverão ser deixados as caixas e as tubulações para execução da tomada
(considerado no item da elétrica).
17.8 Balcão na divisória (Editoração – Ampliação A2):
Deverá ser instalado balcão com material compatível com a divisória, em local
e respeitando os detalhes constantes em projeto.
17.9 Capacho de Sisal (Ampliação A4)
Deverá ser colocado capacho de sisal em local indicado pelo projeto, devendo
respeitar suas dimensões. Vide observação no ítem Pisos de Arenito.
17.10 Guichê ( Ergonomia – Ampliação A3):
Deverá ser executado Guichê na sala de Ergonomia, compatível com a divisória
a ser instalada.
17.11 Bancada de mármore com cuba de aço ( Ergonomia – Ampliação A3):
Deverá ser instalado tampo em mármore branco Paraná, com cuba de aço inox
n.º 2, com todos os acessórios e metais inclusive. O tampo deverá ser apoiado através de
mão francesa, devidamente chumbado à alvenaria.
17.12 Banco de Madeira ( Ergonomia – Ampliação A3):
Deverá ser instalado, banco de madeira de acordo com os detalhes constantes
em projeto na entrada da sala de ergonomia (Ampliação A3).
17.13 Bancada em mármore com 2 cubas (Desenho – Ampliação A3)
Deverá ser instalado bancada em mármore branco Paraná, com duas cubas em
aço inox número 2, com todos os acessórios e metais necessários. A bancada deverá ser
apoiada através de mão francesa devidamente chumbado na alvenaria.
17.14 Lavatório em mármore com cuba de embutir e gabinete (Geop. – Ampliação
A3):
Deverá ser instalado, lavatório com tampo de mármore e cuba de embutir, e
com gabinete, na sala de Geoprocessamento (Ampliação A3), conforme detalhe constante
em projeto.
17.15 Tela:
Deverá ser instalado tela de primeira qualidade em local indicado em projeto.
17.16 Bancada em Madeira revestido com carpete (Salas de Locução e Técnica –
Ampliação A4):
Deverão ser executados, bancadas em madeira de acordo com os detalhes e
especificações constantes em projeto, conforme folha A09 e A 12, as bancadas estar
providas de tomadas (consideradas no item de elétrica).
17.17 Balcão em alvenaria com tampo em madeira revestida (Salas de Locução e
Técnica – Ampliação A4):
Nas alvenarias que dividem as Salas de locução e as Salas de Técnica, deverá
ser executado, balcão em madeira revestido com laminado melamínico, tendo seus cantos
arredondados. Vide detalhes em projeto.
17.18 Prateleiras em Ardósia (Almoxarifado e Discoteca – Ampliação A4):
Deverão ser instalados, nos locais indicados, prateleiras em ardósia com
espessura de 20 mm, espaçadas de 40 cm em cada uma.
17.19 Muro em elemento vazado (Ampliação A5):
Deverá ser executado, muros em blocos vazados de concreto, do tipo Macfort
ou similar, com dimensões de 39 x 19 x 14 cm, vide folha A19.
17.20 Cordonel em Concreto:
Deverá ser executado em local indicado, cordonel em concreto de acordo com
os detalhes específicos em projeto.
17.21 Floreiras em concreto armado aparente:
Deverá ser construídos nos locais indicados, floreiras em concreto armado
aparente, devidamente impermeabilizado, e já preenchido com terra e grama de boa
qualidade.
17.22 Plantio de Grama:
Para o plantio de grama deverá ser seguido os seguintes critérios:
Deverá ser feita a limpeza de toda área com a remoção dos detritos de
construção e regularização, revolvimento do solo, por processos manuais ou mecânicos,
até a profundidade de 20 cm. O tratamento e a adubação será com produtos orgânicos
naturais e compatíveis com a natureza do solo e do tipo de grama a ser utilizada. O plantio
de grama será feito com placas de 40 cm, utilizando-se a do tipo Batatais.
A execução deve seguir as seguintes etapas:
O terreno deverá ser limpo e regularizado conforme as cotas indicadas em
Projeto. A área deverá ser rastelada para retirada dos torrões de terra, corrigindo o Ph se
necessário ( A grama Batatais desenvolve-se bem em solos arenosos com Ph entre 5 e 6,5)
devendo ser adubado com adubo orgânico.
O gramado deverá ser concluído pelo menos 15 dias antes do Recebimento
Provisório da Obra. O recebimento final deverá ser feito com o Recebimento Definitivo,
quando os trechos com defeito de pega tenha sido substituídos.
O plantio de grama se fará em toda faixa de 7 m ao redor da edificação e
considerando o talude.
17.23 Paisagismo:
Deverá ser seguido de acordo com as especificações na fo0lha A17.
17.24 Placas e Sinalização:
Neste ítem inclui os serviços de execução e colocação de placas e sinalizações
tais como:
placa de obra conforme especificações em edital;
placa de inauguração de obra em alumínio liso com dimensão máxima de 70
cm de comprimento e 50 cm de largura, constando em gravação em baixo relevo os
seguintes dados: timbre da Unesp, Unidade, o nome da Obra, funções e nomes do Reitor,
Vice Reitor da Unesp, Diretor e Vice Diretor da unidade e a data da inauguração ( vide
anexo);
placa técnica da obra em alumínio liso constatado os dados técnicos da obra,
como Nome, área, construtora, Engenheiro Fiscal da Unesp, a placa deverá ser executada
de acordo com os detalhes constantes em anexo.
Sinalizações, este serviço abrange as sinalizações das salas, sanitários
(homem/mulher), indicações de departamentos, laboratórios e das várias partes
administrativas ( de acordo com a obra em execução).
18 – SERVIÇOS DE INFRA ESTRUTURA
Generalidades:
Neste item estão considerados os serviços externos que darão o apoio para o
bom funcionamento do prédio, como por exemplo, ruas ou avenidas, estacionamentos,
Cabines de Força, Ligação a Rede mais próxima tanto para as instalações hidráulicas como
para as de Força, Telefonia e Lógica.
18.1 Pavimentação Asfáltica:
18.1.1 – Abertura de Caixa:
Antes de iniciar as operações construtivas, serão assentadas, a distância
conveniente das bordas da pista, piquetes que funcionaram como amarração do eixo e
referência para controle de cotas. Os materiais escavados e transportados para o local da
aplicação poderão ser descarregados na pista, formando montes e leiras, para posterior
esparrame com motoniveladora.
Os materiais serão esparramados em camadas individuais de, no mínimo, 10 cm
de no máximo 20 cm de espessura após a compactação.
18.1.2 – Regularização e Compactação do subleito 95% do Proctor Normal:
Deverá ser regularizado e compactado o subleito. Para descrever a
compactação, este é o conjunto de todas as operações necessárias à obtenção, no material
compactado, de densidade igual ou superior a 95% da densidade obtida no ensaio proctor
simples executado com esse material. Compreende operações de umidificação,
homogeneização de umidade e aeração pela eliminação de umidade, mas não compreende
operações de mistura dos materiais utilizados no aterro.
Mesmo que o projeto só preveja a execução dos serviços de compactação nas
últimas camadas dos aterros, esses serviços poderão ser executados, mediante ordem de
fiscalização ao lado de galeria e de bueiros de tubos salientes (para formação da vala) ou
junto às obras de arte (em terreno de fundação ou em aterro de acesso), desde que esses
serviços possam ser executados com o equipamento descrito a seguir.
Material:
• Material poderá ser solo, pedregulho ou solo contendo fragmentos de rocha.
• As jazidas, cortes, ou caixas de empréstimo, para extração do material, serão
indicados no projeto ou determinadas pela fiscalização.
Execução:
• Equipamento – O equipamento de compactação será constituído por
irrigadeiras, dotadas de barra espargidora, que assegurem distribuição uniforme da água e
por unidades de compactação (conjunto de rolo compactador e trator), de quaisquer tipos,
estáticos ou vibratórios, de rodas metálicas ou de pneus, de rodas lisas ou corrugadas, de
pé de carneiro ou de grade, capazes de produzir, no aterro compactado, a densidade
especifica.
• Espessura – A espessura total da camada compactada do aterro será definida
no projeto e, desde que a altura do aterro o permita não poderá ser inferior a dois metros,
contados a partir da cota inferior, do pavimento do projeto. Mesmo que o projeto preveja a
compactação do aterro em toda a sua altura, a compactação só poderá ser exigida e
executada, a partir da cota em que o aterro seja estável e, sobre o material a ser compactado.
O reforço do subleito, quando for prevista a sua execução nos subtrechos em aterro, será
considerado como parte do pavimento, para fins de determinação da cota a partir da qual o
aterro será considerado como parte do pavimento, para fins de determinação da cota a partir
da qual o aterro será compactado.
Operações construtivas:
• O aterro ou camada de aterro, a escavação e o transporte do material
escavado serão executados de acordo com as normas pertinentes.
• O empreiteiro deverá programar a execução da terraplanagem de tal forma
que, a produção do equipamento de compactação seja compatível com a produção do
equipamento de escavação, carga, transporte, descarga e esparrame do material a ser
compactado. Supõe-se que o empreiteiro selecionará e utilizará o equipamento de
compactação mais adequado ao tipo de material que será compactado, uma vez que a
fiscalização condicionará o início dos serviços executados na camada inferior. As
operações construtivas compreenderão, além das operações necessárias à execução de
aterro, descritas nas normas pertinentes, as operação de umidificação, por irrigação, e,
quando necessário, a escarifação e revolvimento, para homogeneização de umidade ou para
eliminação, por aerafação, da unidade em excesso.
Controle:
• Generalidades – As operações construtivas serão controladas, pela
fiscalização e pelo empreiteiro, desde o início dos serviços, de modo a permitir correções
eventualmente necessárias. Compete ao empreiteiro realizar as operações de controle
geométrico e manter, junto às frentes de serviço, em quantidades necessárias e suficientes,
pessoal treinado, materiais, instalações e equipamentos adequados. A fiscalização poderá,
dependendo dos seus recursos e conveniências, realizadas pelo empreiteiro, ou apenas
supervisioná-las, desde que, para verificação, repita parte dessas operações. Sob ponto de
vista geométrico, as tolerâncias para fins de recebimento, dos serviços de compactação de
aterro, são tolerâncias fixadas nas normas pertinentes a aterro.
18.1.3 – base de solo brita esp. = 15 cm (50% / 50%)
Execução:
Serviços Preliminares – As bases estabilizadas granulometricamente serão
construídas sobre a superfície resultante dos serviços de melhoria do subleito e preparo do
leito.
Confinamento lateral - As formas, quando utilizadas deverão possuir altura
suficiente para reter o material solto. O posicionamento será executados de modo a
obedecer ao alinhamento, perfil e seções transversais do projeto.
Compactação e acabamento – A compactação será sempre iniciadas pelas
bordas, tomando-se o cuidado de, nas primeiras passadas, fazer com que o rolo
compactador apoie metade nos acostamentos e metade na sub – base ou na base em
construção. Nos trechos em tangente, a compactação prosseguirá da s duas bordas para o
centro, em percursos eqüidistantes da linha base. Os percursos ou passadas dos
equipamentos utilizados serão distanciados entre si de tal forma que, em cada percurso,
seja coberta metade da faixa coberta no percurso anterior. As operações de compactação
deverão prosseguir, até que, em toda a espessura da base em construção, o grau de
compactação atinja o especificado. Nessa ocasião, será iniciado o acabamento da superfície
com rolos compactadores de rodas lisas, de pneu ou de aço, admitindo-se umedecimento e
corte com motoniveladora.
Proteção dos serviços – Durante todo o tempo que durar a construção, e até o
recebimento as base, os materiais e os serviços serão protegidos contra à ação destrutiva
das águas pluviais, do trânsito e de outros agentes que possam danificá-los.
18.1.4 – Imprimação Impermeabilizante:
A aplicação do material asfáltico não deverá ser executada, quando as
condições atmosféricas reinantes forem desfavoráveis.
O veículo distribuidor deverá percorrer a extensão a ser imprimida em
velocidade uniforme. O tacômetro, os manômetros e os termômetros deverão estar em
perfeitas condições de funcionamento. Os operadores do veículo e da barra de distribuição
deverão estar devidamente treinados.
A distribuição será executada com a mangueira de operação manual, sempre
que superfície a imprimir, em virtude de sua forma (trechos de largura variável) ou de suas
dimensões, não permitir a utilização da barra de distribuição.
A imprimaduras impermeabilizantes não deverão ser submetidas à ação direta
das cargas e da abrasão do trânsito.
18.1.5 – Imprimação Ligante:
A aplicação do material asfáltico não deverá ser executada, quando das
condições atmosféricas reinadas forem desfavoráveis.
Em seguida será feita a camada de regularização com emprego de CBUQ –
GRC na temperatura adequada, material este transportado por caminhões basculantes e
espalhado através de motoniveladora para conformar a mistura.
A compactação desta camada de regularização será através de rolo pneumático
e rolo metálico liso tipo Tandem de dois eixos, de 6 a 8 t.
18.1.6 – Capa de concreto asfáltico usinado a quente esp. = 3 cm:
Sobre a base, depois de feita imprimadura ligante, a mistura será distribuída,
com a acabadora. Deverá a acabadora operar independentemente do veículo que estiver
descarregado. Enquanto durar a descarga, o veículo transportador deverá ficar em contato
permanente com a acabadora, sem que sejam usados freios para manter tal contato.
A vibro – acabadora deverá deslocar-se dentro do intervalo de velocidade
indicado por seu fabricante, que permita a distribuição da mistura contínua e uniforme,
reduzindo-se ao mínimo o número e o tempo das paradas.
A temperatura da mistura, no momento da distribuição deverá ser inferior a 125
º C.
Logo após a distribuição da mistura asfáltica na pista, será iniciada a sua
compactação. A temperatura mais recomendável é aquela em que o CAP apresenta
viscosidade Saybolt - Furol de 140 +/ - 15 segundos.
A rolagem será iniciada com o rolo de pneus com baixa pressão a qual será
aumentada à medida que a mistura for sendo compactada e, consequentemente, suportando
pressões mais elevadas. O acabamento final as superfície será feito com os rolos tipo
tandem. Essas trajetórias serão distanciadas entre si de tal forma que, em cada passada, seja
recoberta metade da faixa coberta na passada imediatamente serão realizadas
sucessivamente em marcha avante e em marcha ré, não sendo permitida as manobras dos
rolos sobre a camada que será compactada.
As rodas dos rolos deverão ser molhadas com quantidade de água apenas
suficiente para evitar a sua adesão ao ligante utilizado na mistura.
A compactação deve prosseguir, sem interrupção, até que se obtenha, na
camada o grau de compactação fixado no projeto.
Não será permitido nenhum trânsito sobre a camada concluída, enquanto sua
temperatura for maior que a ambiente.
18.2 e 18.3 Guias e Sarjetas, Sarjetão:
Deverá ser executado nos locais indicados conforme detalhes constantes em
projeto. O serviço inclui a abertura de vala, assentamento e reajuntamento das guias e ainda
o preparo da caixa e lançamento do concreto.
Deverão ser feitas guias e sarjetas fundidas no local, executados em concreto
fck = 150 kg/ cm2, com espessura de 8 cm para sarjeta de 15 cm para guia. Terão juntas
de dilatação de 2 em 2 metros e executados em ripas de pinho, acabamento superficial
sarrafeado com lastro de pedra n.º 2 sob terreno apiloado.
18.4 Estacionamento c/ pisos de blocos intertravados:
Idem ao item 18.1m acima especificado.
18.5 Piso em cimento:
Deverá ser executado piso cimentado para acesso do estacionamento ao prédio.
O cimentado será desempenado sem queimar com espessura de 3 cm (três
centímetros) sobre concreto simples de espessura de 5 cm (cinco centímetros) com juntas
plásticas de dilatação a cada 1,5 m ( um metro e meio) no máximo, com os seus devidos
caimentos para os ralos ou terrenos.
O traço do concreto simples será 1:4:8 de cimento, areia e pedra britada. O
terreno deverá ser molhado por 24 h e imediatamente antes do lançamento do concreto.
A camada superior deverá ser lançada após a total limpeza do concreto simples
e muito bem molhada. A superfície deverá ser mantida úmida por 7 (sete) dias. O concreto
lançado deverá ser desempenado, batendo com a desempenadeira para subir a argamassa
do cimento, com traço mínimo de 1: 6 de cimento e areia.
18.6 Degraus de tijolos e concreto aparente:
Deverá ser executado nos locais indicados conforme especificações do projeto.
18.7 Meia cana de concreto:
Deverá ser executado nos locais indicados canaleta em meia cana de concreto,
de acordo com as especificações em projeto.
18.8 Cordonel em concreto:
Deverá ser executado nos locais indicados canaleta em meia cana de concreto,
de acordo com as especificações em projeto.
18.9 Canaleta com grelha:
Deverá ser executado nos locais indicados canaleta em meia cana de concreto,
de acordo com as especificações em projeto.
18.10 Rampa:
Deverá ser executado projeto de estrutura para a rampa indicada em projeto,
para tanto, foi considerado neste item, calculo do projeto, projeto, escavação, fundação,
estrutura, impermeabilização, piso, alvenaria, revestimento e corrimão. Todos os serviços
deverão seguir a boa técnica e recomendações já descritas neste memorial.
18.11 Plantio Grama
Deverá ser executado aos longos das guia da avenida respeitando a faixa de um
metro e no centro do canteiro, plantio de grama. O serviço deverá ser executado de acordo
com as recomendações já mencionadas neste memorial.
18.12 Instalações Elétricas, Telefonia, Lógica:
Neste item foram considerados os serviços de posteamento, iluminação externa
da avenida e estacionamento, cabeamento para telefonia, força e lógica. Todos os serviços
deverão ser executados de acordo com as recomendações já mencionadas neste memorial
no item Instalações Elétricas e o especificado em projeto.
18.13 Instalações Hidráulicas:
Neste item foram considerados os serviços de sistema de esgoto, águas pluviais
e água fria, para que a edificação fique devidamente alimentado. Todos os serviços deverão
ser executados de acordo com as recomendações já mencionadas neste memorial no item
Instalações Hidráulicas e o especificado em projeto.
19 – LIMPEZA GERAL
19.1 Limpeza de obra:
A obra será entregue em perfeito estado de limpeza e conservação, devendo
apresentar funcionamento perfeito em todas as suas instalações, equipamentos e aparelhos.
As instalações definitivamente ligadas as redes de serviços públicos de água, esgoto, luz e
força, telefone e etc.
Todo o entulho será removido do terreno pela Empreiteira, cabendo a esta
também a retirada do canteiro de Obras, bem como os reparos necessários a serem
executados no local onde fora instalado, especialmente o replantio de grama.
Serão lavados todos os pisos, bem como os revestimentos e ainda devendo ser
removidos quaisquer vestígios de tintas, manchas e argamassas.
Durante o desenvolvimento da Obra, será obrigatório a proteção dos pisos
recém concluídos, até a conclusão final da Obra.
Todos os aparelhos como luminária, espelhos de tomadas, torneiras, cubas,
vasos sanitários, tanques e etc. deverão ser entregues em perfeito estado de limpeza,
tomando-se os devidos cuidados para não danificar qualquer uma das peças, caso isso possa
vir a ocorrer a Empreiteira fica obrigada a reparar o dano, o mais rápido possível, com pena
de não ser efetuado o Recebimento Provisório.
Tais disposições valem para, paredes, tetos, esquadrias, caixilhos, pisos,
equipamentos em geral e etc.
OBS: A EMPRESA DEVERÁ VISITAR O LOCAL DA OBRA PARA AVALIAR
E TOMAR CONHECIMENTO DE TODAS AS IMPLICAÇÕES QUE PODERÃO SEGUIR
DURANTE A EXECUÇÃO DA MESMA, NÃO PODENDO, POSTERIORMENTE,
ALEGAR DESCONHECIMENTO SOBRE O ASSUNTO.
ANEXO
MODELO DA PLACA TÉCNICA
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA – UNESP
OBRA:
UNIDADE: CÂMPUS:
PROC. N.º: CONTR. N.º: Io:
INÍCIO: TÉRMINO: PRAZO FINAL:
ÁREA CONSTRUÍDA: m2 FINALIDADE:
VALOR CONTRATO: R$
VALOR ADITADO: R$
TOTAL: R$ RECURSOS:
PROJETO:
CONTRATADA:
END.: CEP: FONE: CIDADE:
ENG. FISCAL UNESP: