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Lição 6

A lição aborda o tema do sacrifício, destacando a importância do sacrifício de Cristo como o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Ela explora a rejeição dos sacrifícios ineficazes do povo de Israel e a necessidade de um sacrifício verdadeiro que representa a redenção. Através de passagens bíblicas, a lição enfatiza a dignidade de Cristo e o amor de Deus manifestado na cruz.

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Lição 6

A lição aborda o tema do sacrifício, destacando a importância do sacrifício de Cristo como o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Ela explora a rejeição dos sacrifícios ineficazes do povo de Israel e a necessidade de um sacrifício verdadeiro que representa a redenção. Através de passagens bíblicas, a lição enfatiza a dignidade de Cristo e o amor de Deus manifestado na cruz.

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Lição 6 ADULTOS 03-09 de Maio

Compreendendo o
sacrifício

Sábado, 03 de Maio
Leia para o estudo desta semana: Isaías 1:2–15, Hebreus 10:3–10, Êxodo 12:1–11, 1
Coríntios 5:7, Ageu 2:7–9, Isaías 6:1–5, Apocalipse 4:7–11.

Verso para memorizar: “E cantavam um cântico novo, dizendo: ‘Digno és de pegar


o livro e de quebrar os selos, porque foste morto e com o Teu sangue compraste
para Deus os que procedem de toda tribo, língua, povo e nação’” (Apocalipse 5:9).

Q uando Jesus se aproximou dele, João Batista declarou: “Eis o Cordeiro de Deus, que
tira o pecado do mundo!” (João 1:29). Essa foi uma referência inconfundível à ideia
de sacrifício animal, todos os quais apontavam para a morte substitutiva de Cristo
em favor de toda a humanidade.
Na Bíblia, não podemos escapar do tema do sacrifício animal; ele percorre suas páginas
como um fio escarlate e desempenha um papel central na grande cena do Apocalipse, onde
João é levado à sala do trono de Deus (Apocalipse 4 e 5). O fato de Jesus aparecer nessa
cena crucial,
765259 parecendo um cordeiro imolado (Apocalipse 5:6), é uma chave importante
para entender todo o episódio profético.
Nesta semana estudaremos temas ligados aos sacrifícios do AT, que aumentam nossa
compreensão do Cordeiro que foi morto, o Protagonista de Apocalipse 4 e 5. Os seres
celestiais reconhecem que Ele é digno, quando ninguém mais é, e Sua dignidade revela o
que Deus fez por meio dos sacrifícios. A dignidade de Cristo revela o amor infinito do
Senhor, que fez o sacrifício supremo, um ato que levará os seres humanos e as criaturas
inteligentes do Universo a se maravilharem por toda a eternidade.

* Estude a lição desta semana para se preparar para o Sábado, 10 de Maio.


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Domingo 04 de Maio

Sacrifícios inúteis?

Às vezes, contrastar duas ideias pode ser muito instrutivo. Muito pode ser aprendido
sobre a natureza do sacrifício na perspectiva bíblica quando Deus realmente *rejeitou* os
sacrifícios de Seu povo.

Compare Isaías 1:2-15 com Isaías 56:6, 7 e o Salmo 51:17. Que lições importantes sobre
os sacrifícios são ensinadas nesses textos?

Este trágico episódio na história de Israel não foi a primeira vez que Deus rejeitou
um sacrifício; algo semelhante aconteceu no início da história da salvação, quando o
sacrifício de Abel foi aprovado e reconhecido por Deus, e o de Caim não foi. Esse episódio
inicial nos dá outra oportunidade de contrastar sacrifícios aceitáveis e inaceitáveis. (Veja
Gênesis 4:3–7 e Hebreus 11:4.)
No tempo de Isaías, Israel Estava apenas cumprindo formalidades, marcando caixas
religiosas em uma tentativa mínima de apaziguar Deus, enquanto vivia como bem
entendia. Seus sacrifícios estavam ancorados em si mesmos, assim como os de Caim, e
não em uma atitude de rendição e submissão a Deus.

É o mesmo espírito que anima os reinos deste mundo: o espírito de autossuficiência.


Caim viveria como quisesse e ofereceria meros rituais a Deus em seus próprios termos.
Só podemos supor que ele via Deus como um incômodo, um obstáculo para traçar seu
próprio curso, mas ele temia Deus o suficiente para cumprir as formalidades.
Abel, no entanto, ofereceu o sacrifício que Deus havia solicitado, o sacrifício que
exibia a promessa que Deus havia feito de um Messias vindouro (Gênesis 3:15): um
cordeiro, apontando para o ato salvador de Cristo no Calvário.

“Abel entendeu os grandes princípios da redenção. Viu-se como um pecador, e viu


que o pecado e sua pena de morte o separavam da comunhão com Deus. Levou a vítima
morta, a vida sacrificada, reconhecendo assim as reivindicações da lei que fora
transgredida. Por meio do sangue derramado, olhava para o futuro sacrifício: Cristo
morrendo na cruz do Calvário. E, confiando na expiação que ali seria feita, tinha o
testemunho de que era justo e que sua oferta seria aceita” (Ellen G. White, Patriarcas e
Profetas [CPB, 2022], p. 48).
Qual é a importância de ir além de meros rituais religiosos? Como podemos
depender totalmente da morte de Cristo como nossa única esperança de salvação?

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Segunda-feira 05 de Maio

Sangue de touros e de bodes

Alguns criticaram todo o conceito de sacrifício, alegando que ele é cruel, severo e, de
certa forma, injusto. No entanto, esse é exatamente o ponto. A morte de Cristo foi cruel,
severa e injusta—o inocente morrendo pelo culpado. Isso foi o que foi necessário para
resolver o problema do pecado. E a morte de Cristo foi o que todos esses sacrifícios cruéis,
severos e injustos apontavam.

O que Hebreus 10:3-10 nos ensina sobre os sacrifícios que o povo de Deus oferecia na
época do AT? Se os sacrifícios eram incapazes de salvar realmente os pecadores, por
que eram oferecidos?

Os cordeiros e outros animais sacrificiais eram meros símbolos que apontavam para
o sacrifício expiatório do Cordeiro de Deus. Eles eram atos de fé, dando aos pecadores
uma maneira tangível de expressar fé na obra do Messias vindouro. Frequentemente nos
referimos a esses tipos de símbolos como tipos, que são cumpridos por um antítipo, ou o
aparecimento da coisa ou evento que eles prefiguravam. Alguns até descreveram os
sacrifícios como “mini-profecias” da morte de Jesus na cruz.
Os rituais associados ao sacrifício eram um pouco como pagar por uma viagem.
Quando você compra uma passagem de trem, ônibus ou avião, você não recebe
imediatamente a viagem que pagou. Em vez disso, você recebe um bilhete ou cartão de
embarque, um símbolo ou promessa da viagem que está por vir. Você pode sentar nesse
pedaço de papel o quanto quiser, mas ele não o levará a nenhum destino. Uma vez que
você embarca e a viagem começa, no entanto, você recebe o que pagou, e o bilhete de
papel se torna desnecessário.
Assim era com os animais sacrificiais. Eles tinham um papel importante a
desempenhar, mas uma vez que o verdadeiro sacrifício foi feito, eles se tornaram
insignificantes uma realidade retratada quando o véu entre o Lugar Santo e o Lugar
Santíssimo no santuário terrestre foi rasgado ao meio na morte de Jesus. “Então o véu do
templo se rasgou em dois, de alto a baixo” (Marcos 15:38). Todo o sistema sacrificial,
templo e tudo, apontava para a morte de Jesus na cruz. Uma vez que Jesus cumpriu Sua
promessa na cruz e ressuscitou vitorioso sobre a morte, os tipos se tornaram
desnecessários.
O pecado é tão terrível que somente a morte de Jesus poderia fazer expiação por ele
(João 1:1-3, 14). O que isso nos diz sobre qual deve ser nossa atitude para com o
pecado?

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Terça-feira 06 de Maio

O Cordeiro pascal

O livro do Apocalipse se refere a Jesus como “o Cordeiro” quase 30 vezes. Desde os


primeiros dias do plano da redenção, o povo de Deus usou cordeiros como um símbolo do
Messias vindouro. Abel ofereceu “o primogênito do seu rebanho” (Gênesis 4:4), e antes que
os israelitas partissem do Egito para a terra prometida, eles foram instruídos a redimir todo
primogênito, seja pessoa ou animal, com um cordeiro de um ano (Êxodo 12:5).

O que a Bíblia ensina sobre Jesus como o sacrifício da Páscoa? O que essa verdade
significa para nós? Êxodo 12:1-11; Isaías 53:7, 8; 1Coríntios 5:7; Apocalipse 5:6.

Anos após a morte, ressurreição e ascensão de Cristo, Pedro refletiu sobre o que havia
acontecido e escreveu: “Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro,
que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que, por tradição, recebestes dos vossos
pais, mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e
incontaminado” (1 Pedro 1:18, 19).
Jesus viveu a única vida humana que satisfez a santidade de Deus; o resto de nós pecou,
e a maneira como vivemos nossas vidas pecaminosas literalmente conta mentiras sobre a
natureza de nosso Criador.
Jesus, no entanto, tornou-se o “último Adão” (1 Coríntios 15:45). Onde falhamos, Ele
viveu perfeitamente. Em Sua humanidade, Ele foi tudo o que a raça humana deveria ser.
Ele refletiu perfeitamente a glória de Deus. “Se vós Me conhecêsseis”, Ele disse a Filipe,
“conheceríeis também a Meu Pai” (João 14:9).
Jesus, entretanto, foi crucificado na Páscoa, demonstrando ainda mais que Ele é o
Cordeiro antitípico. Em João 18:19, 20, Jesus disse que Ele “falou abertamente” (João
18:20) de Sua doutrina. De maneira paralela, em relação ao cordeiro pascal em Êxodo 12:5,
6, as crianças de Israel foram instruídas a escolher um cordeiro para a Páscoa e “guardá-lo”,
ou exibi-lo durante os dias que antecederam o sacrifício. Quando o sumo sacerdote
questionou Jesus sobre Seus ensinamentos, Jesus fez referência ao fato de que Ele mesmo
havia estado em exibição aberta no templo para que todos considerassem. Sua vida, Suas
obras, Seus ensinamentos—tudo revelou quem Ele realmente era. Ele é o Cordeiro sem
defeito, a expressão mais poderosa da justiça e glória de Deus.
Como podemos refletir melhor o caráter perfeito de Jesus em nossa vida?

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Quarta-feira 07 de Maio

Jesus no templo

Há tensão em toda a história da salvação. Deus deseja restaurar a comunhão que uma
vez desfrutamos com Ele e anseia se aproximar de nós. Mas trazer pecadores à Sua presença
os destruiria. “Pois Tu não és um Deus que Se agrada da iniquidade”, escreve Davi, “nem
habitará contigo o mal” (Salmo 5:4). Ao mesmo tempo, Davi também escreve: “Mas eu
entrarei em Tua casa na multidão da Tua misericórdia; em Teu temor me prostrarei para
adorar no Teu santo templo” (Salmo 5:7).

Leia Ageu 2:7-9. Enquanto o segundo templo estava sendo construído, o profeta Ageu
fez uma promessa surpreendente: o novo templo seria mais glorioso do que o anterior.
O que essa profecia queria dizer?

Quando Salomão dedicou o primeiro templo, a glória da Shekiná, a presença de Deus


que acompanhou Israel a caminho de Canaã, encheu o templo, e os sacerdotes não puderam
permanecer para ministrar (1Reis 8:10, 11). Quando o segundo templo foi dedicado, a arca
da aliança, que representava o trono de Deus, não estava ali, pois alguns homens fiéis, aflitos
com os pecados da nação, a haviam escondido antes da destruição da cidade (Ver Ellen G.
White, História da Redenção [CPB, 2021], capítulo 24, p. 136). Desta vez, a presença de
Deus não encheu o templo. Foi triste. Como a profecia de Ageu se cumpriria?
Foi no segundo templo que Jesus, a encarnação de Deus, apareceu em Pessoa, em carne
e osso. O próprio Deus havia saído de trás do véu para se tornar um de nós e se juntar a nós
neste mundo quebrado. Porque o Filho de Deus era agora o Filho do homem, poderíamos
ver Seu rosto, ouvir Sua voz e testemunhar, por exemplo, quando Ele tocou um leproso
impuro e o curou (Mateus 8:3). Em vez de nos trazer mais perto Dele, Deus nos trouxe mais
perto de Si mesmo movendo-se em nossa direção.
Ele desceu, pessoalmente, até nós. Não é de admirar que a Bíblia dissesse sobre Jesus:
“Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, e Ele será chamado Emanuel, que
traduzido é: Deus conosco” (Mateus 1:23). Pense no que isso significa: o Criador do cosmos
condescendeu não apenas a viver entre nós, mas a morrer por nós.

A cruz é de longe
22 deasetembro
maior manifestação do amor de Deus. Quais são outras maneiras
pelas quais podemos ver e experimentar a realidade desse amor?

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Quinta-feira 08 de Maio

Porque criaste todas as coisas

Em algumas ocasiões, os profetas foram trazidos tão perto de Deus em visão que lhes
foi permitido ver o trono de Deus. Ezequiel o viu acima do firmamento (Ezequiel 1:26);
Isaías visitou o templo no céu para vê-lo (Isaías 6:1); e em uma das descrições mais
explícitas fornecidas a nós, João foi levado lá em visão em Apocalipse 4 e 5. Os tipos do
Antigo Testamento no serviço do santuário indicavam que havia apenas um caminho pelo
qual a humanidade poderia entrar na presença de Deus: o sangue de Cristo. (Levítico 16:2,
14)

Leia Isaías 6:1-5 e Apocalipse 4:7-11. Quais são as semelhanças entre essas visões?
Observe a ordem dos eventos: Qual assunto é apresentado primeiro? O que vem
depois? Que verdade sobre Deus é enfatizada?

A primeira coisa que ocorreu é que seres celestiais destacaram a santidade de Deus.
A cena de Isaías é impressionante: o templo estava cheio de fumaça e os “umbrais das
portas” balançaram enquanto serafins proclamavam que Deus é santo (Isaías 6:4). Na visão
de João, querubins fizeram o mesmo anúncio: “Santo, santo, santo” (Apocalipse 4:8;
em Ezequiel 10:14, 15, as quatro criaturas viventes são chamadas de querubins). Cada um
desses profetas viu uma cena deslumbrante da glória de Deus.
Então, somos mostrados a reação do profeta à cena. Isaías clama que ele é um homem
de lábios impuros (Isaías 6:5), e João chora porque ele é confrontado com a trágica verdade
de que ninguém digno pode ser encontrado (Apocalipse 5:4). Quando somos diretamente
apresentados à dignidade de Deus, finalmente começamos a compreender a situação
humana: somos completamente *indignos*, e precisamos de Cristo como nosso Redentor.
Satanás lançou muitas acusações contra Deus, argumentando que Ele é arbitrário,
egoísta e severo, mas mesmo um breve momento na sala do trono de Deus expõe as
mentiras de Satanás. É ao ver Cristo por quem Ele realmente é, “o Cordeiro que foi morto”
(Apocalipse 5:12), que somos capazes de ver o Pai como Ele realmente é. Que conforto
saber que, ao ver Jesus, vemos como o Pai é (João 14:9). E a maior revelação de como o
Pai é vista em Jesus morrendo na cruz por nós.
A cruz, então, deve nos mostrar duas coisas: primeiro, o quanto Deus nos ama que Ele
se sacrificaria por nós; segundo, deve nos mostrar o quão pecaminosos e caídos somos que
apenas por meio da cruz poderíamos ser salvos.

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Sexta-feira 09 de Maio

Estudo Adicional: As Escrituras deixam claro que Cristo é o único digno de


garantir nossa salvação. Sua vida foi a única vida humana sem pecado, o único exemplo de
uma vida que rendeu perfeita satisfação à glória do Pai. Ele é o Cordeiro imaculado de Deus,
e agora Ele está à frente da raça humana como nossa segurança eterna.
Ao mesmo tempo, Ele assumiu nossa culpa sobre Si mesmo, satisfazendo o julgamento
que é a resposta de Deus à maldade. Enquanto João testemunha a incrível cena de seres
celestiais reunidos ao redor do trono de Deus, ele é instruído a parar de chorar porque “‘o
Leão da tribo de Judá’’ venceu’” (Apocalipse 5:5).
Pense também em quão ruim o pecado é, e quão caída a raça humana realmente é, que
apenas a morte de Jesus, Deus mesmo, seria suficiente para resolver o problema do pecado.
Sem dúvida, se houvesse alguma outra maneira que Deus pudesse nos salvar, sem violar os
princípios de Seu governo divino, certamente Ele o teria feito.
“A transgressão da lei de Deus exigia a vida do pecador. Em todo o Universo havia
apenas um Ser que, em favor do homem, poderia satisfazer suas reivindicações. Visto que
a lei divina é tão sagrada como o próprio Deus, unicamente um Ser igual a Ele poderia fazer
expiação por sua transgressão.
Ninguém, a não ser Cristo, poderia redimir da maldição da lei o ser humano decaído
[...]. Cristo tomaria sobre Si a culpa e a humilhação do pecado – pecado tão ofensivo para
um Deus santo que separaria o Pai e o Filho. Cristo atingiria as profundezas da miséria para
resgatar a raça que fora arruinada” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas [CPB, 2022], p.
39).

Questões para discussão:


João viu um “Cordeiro que parecia que tinha sido morto” (Apocalipse 5:6). Jesus
foi “morto” desde a fundação do mundo (Apocalipse 13:8). O que aprendemos sobre
Deus pelo fato de que o plano da salvação já estava em vigor antes do surgimento
do pecado?

Os ateus acreditam que estamos sozinhos em um Universo frio e indiferente. A


Bíblia, por outro lado, diz que Deus amou o mundo de tal maneira que desceu até
ele e morreu por ele. Isso muda nossa maneira de ver o mundo e nosso lugar nele?
A cruz deve impactar o que fazemos?

O pecado é terrível. Por que só Cristo pode salvar a raça humana?

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Informativo Mundial da Missão
Um Grito por Ajuda

Por Andrew Mcchesney

O estilo de vida de festas de Diana começou a cobrar um preço pesado dela no final
do verão após sua formatura do ensino médio. Um dia, sozinha em um parque em Monte
Vista, Colorado, Diana olhou para as folhas das árvores e viu a luz do sol brilhando
através delas. Naquele momento, ela ouviu uma voz dizer: “Se você não sair daqui você
morrerá aqui.” Diana sabia que a voz estava dizendo que seu modo de vida levaria a uma
morte precoce e que ela precisava sair dali se quisesse viver.

Ela conversou com sua mãe sobre o futuro, e sua mãe perguntou: “Você já pensou
na Marinha?” Diana ficou irritada com o que ela considerou uma pergunta boba, mas, três
meses depois, ela estava alistada e treinando em Orlando, Flórida. Depois disso, ela
navegou pelo mundo. Ela viu muitas coisas que a repugnavam. Todo porto tinha
prostituição, jogos de azar e coisas piores.

Em rápida sucessão, Diana conheceu e se casou com um marinheiro, foi dispensada


com honras da Marinha e deu à luz três filhos. Eles se mudaram para Monte Vista,
Colorado, mas o marido de Diana não estava feliz com a vida familiar.

Diana ficou deprimida e começou a idolatrar a morte. No início, ela desejava ficar
doente e morrer. Então ela pensou em tirar a própria vida. Em desespero, ela orou: “Deus,
eu creio que Tu és real, mas não sei onde estás.”

Estranhamente, na semana seguinte, ela teve conversas com pessoas de quatro


grupos religiosos diferentes. Primeiro, dois jovens missionários bateram à sua porta.

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t e a c h e r s c o mm e n t s

Quando ela os deixou entrar, um missionário abriu um livro e leu um texto que dizia que
pessoas de pele escura não podiam entrar no céu mais alto porque eram amaldiçoadas.
Diana ficou ofendida. Quando criança, ela havia sido a única aluna branca em sua classe
durante um período de dessegregação na Virgínia. Ela sabia que Deus amava a todos e
disse aos missionários: “Vocês têm que sair.” Ela se perguntou: “Por que eles leram esse
texto para mim?”

No dia seguinte, três mulheres vieram à sua casa. Durante a visita, Diana perguntou
a elas sobre o sábado. “Nós adoramos a Deus todos os dias”, disse uma mulher. Diana
achou que isso fazia sentido e concordou em vê-las novamente.

Então, uma velhinha bateu à sua porta em uma noite tempestuosa de sexta-feira. Ela
estava coletando fundos para uma instituição de caridade de ajuda em desastres. Embora
a família tivesse muito pouco, Diana deu a ela o dinheiro que estava economizando em
um pote de gorjetas de seu trabalho na Pizza Hut. Ela nunca mais viu a mulher.

Naquele mesmo fim de semana, Diana foi convidada por uma amiga para outra
igreja. Ela sentiu uma presença maligna ao entrar e fugiu após o culto.

Fornecido pelo Escritório da Conferência Geral da Missão


Adventista, que usa as ofertas missionárias da Escola Sabatina
para espalhar o evangelho em todo o mundo. Leia novas histórias
diariamente em www.AdventistMission.org.

Acreditamos que Deus aumentou o conhecimento de nosso mundo


moderno e que Ele deseja que o usemos para Sua glória e proclamar
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