Pregação Pascoa
Pregação Pascoa
DESTINO,UMANOVA NAÇÃO
1- A família precisava celebrar a Páscoa junta. O verso 3 de Êxodo 12, diz: “Falai a toda
a congregação de Israel, dizendo: Aos dez deste mês, cada um tomará para si um
cordeiro, segundo a casa dos pais, um cordeiro para cada família”.
2- A família precisava estar debaixo do sangue do cordeiro.
3- A família precisava se alimentar do cordeiro. Veja o verso 7: “Tomarão do sangue e o
porão em ambas as ombreiras e na verga da porta, nas casas em
que o comerem”.
4- A família precisava celebrar este memorial nas suas gerações. Verso 14: “Este dia vos
será por memorial, e o celebrareis como solenidade ao SENHOR; nas vossas gerações o
celebrareis por estatuto perpétuo”. Toda a família precisava celebrar esse memorial em
todas as gerações futuras.
5- A família precisava ter o compromisso de ensinar a seus filhos o significado da
Páscoa. Versos 26 e 27: “Quando vossos filhos perguntarem: Que rito é 17 este?
Respondereis: É o sacrifício da Páscoa ao SENHR, que passou por cima das casas dos
filhos de Israel no
Egito, quando feriu os egípcios e livrou as nossas casas. Então o povo se inclinou e
adorou”.
Toda a família tinha o compromisso de ensinar seus filhos o significado da Páscoa.
6- A família obedeceu a esta ordenança divina, como está escrito no verso 28: “E foram
os filhos de Israel e fizeram isso; como o SENHOR ordenara a Moisés
e Arão, assim fizeram”.
O Cordeiro da Páscoa: No Antigo Testamento, o cordeiro era sacrificado na Páscoa como um sinal de
libertação para o povo de Israel (Êxodo 12:5-7). O sangue do cordeiro era posto nos umbrais das portas, e o
anjo da morte passava por cima das casas marcadas com o sangue.
2. Jesus, o Cordeiro Perfeito: João Batista identificou Jesus como o “Cordeiro de Deus, que tira o pecado do
mundo” (João 1:29). Na cruz, Jesus assumiu o papel do Cordeiro que seria sacrificado, oferecendo Seu sangue
para nossa redenção. Ele é o Cordeiro perfeito, sem defeito, oferecido uma vez por todas.
B. O Sacrifício que Redime
1. O Sangue Derramado: Assim como o sangue do cordeiro na Páscoa trouxe libertação, o sangue de Cristo
nos purifica de todo pecado. Ele tomou sobre Si os pecados do mundo, e Seu sacrifício foi suficiente para nos
redimir de toda transgressão (1 Pedro 1:18-19).
Aplicação: Cristo, como o Cordeiro de Deus, foi imolado por você. Seu sangue foi derramado para trazer
perdão e salvação. Você já recebeu o sacrifício que Ele fez em seu lugar?
O Sacrifício que Redime
1. O Sangue Derramado: Assim como o sangue do cordeiro na Páscoa trouxe libertação, o sangue de Cristo
nos purifica de todo pecado. Ele tomou sobre Si os pecados do mundo, e Seu sacrifício foi suficiente para nos
redimir de toda transgressão (1 Pedro 1:18-19).
Aplicação: Cristo, como o Cordeiro de Deus, foi imolado por você. Seu sangue foi derramado para trazer
perdão e salvação. Você já recebeu o sacrifício que Ele fez em seu lugar?
I. O CORDEIRO NO ALTAR: SACRIFÍCIOS TEMPORÁRIOS (Êxodo 12:3-6; Levítico 16:15-16)
A. O Sistema Sacrificial do Antigo Testamento
1. O Sacrifício da Páscoa: No Antigo Testamento, o cordeiro era central no sistema de sacrifícios. O primeiro
sacrifício de cordeiro marcante foi na Páscoa, quando os israelitas sacrificaram um cordeiro e marcaram as
portas de suas casas com seu sangue, para que o anjo da morte passasse por eles (Êxodo 12:3-6). Este evento
simbolizava o livramento do povo de Deus, mas também apontava para algo maior que viria.
2. O Dia da Expiação: Outro momento importante era o Dia da Expiação, quando o sumo sacerdote sacrificava
um cordeiro no altar pelos pecados do povo (Levítico 16:15-16). Esse sacrifício tinha que ser repetido todos os
anos porque, embora o sangue do cordeiro cobrisse os pecados temporariamente, ele não os removia de forma
permanente.
B. A Insuficiência dos Sacrifícios Animais
1. Sacrifícios Repetidos: Hebreus 10:1-4 nos ensina que "os sacrifícios oferecidos repetidamente, ano após
ano, nunca são capazes de aperfeiçoar aqueles que se aproximam de Deus." Os cordeiros sacrificados no altar
eram apenas uma sombra do sacrifício que estava por vir. Eles cobriam o pecado, mas não o eliminavam.
2. O Anseio por um Sacrifício Perfeito: O sistema sacrificial do Antigo Testamento criava uma expectativa
por um sacrifício que seria suficiente, que não precisaria ser repetido, e que traria reconciliação completa entre
Deus e o homem. Esse sacrifício perfeito seria o Cordeiro de Deus.
Aplicação: O cordeiro no altar nos lembra de que o pecado exige um preço, e o preço do pecado é a morte. Mas
os sacrifícios no altar eram temporários e não podiam nos reconciliar completamente com Deus. Você já
reconheceu que há um sacrifício perfeito, um Cordeiro que ofereceu tudo por você?
II. A CRUZ: O SACRIFÍCIO FINAL (João 19:16-18)
A. Da Manjedoura à Cruz
1. Do Berço de Palha ao Madeiro da Cruz: Assim como Jesus nasceu em um local de humildade, Ele morreu
em uma cruz, uma forma de execução reservada para os piores criminosos. Ele, que não tinha pecado, tomou
sobre Si o castigo que nós merecíamos. Aquele que foi deitado em uma manjedoura, agora era pendurado em
uma cruz (Isaías 53:4-5).
2. A Cruz Era o Destino Final: Desde o Seu nascimento na manjedoura, o destino de Jesus era a cruz. Ele veio
ao mundo com o propósito de morrer. A humildade de Sua entrada no mundo apontava para o sacrifício que Ele
faria por toda a humanidade. Ele nasceu para morrer, para nos resgatar da condenação do pecado (Marcos
10:45).
Aplicação: A cruz nos mostra o quanto Jesus se humilhou por amor a nós. Ele não apenas veio em humildade,
mas morreu em humilhação para nos salvar. Você já reconheceu o sacrifício que Jesus fez por você na cruz?
Tesouros do Calvário Mensagens da Cruz
III. A CONEXÃO ESPIRITUAL ENTRE A MANJEDOURA E A CRUZ
A. O Amor Sacrificial de Deus
1. O Plano Desde o Início: A manjedoura e a cruz fazem parte de um mesmo plano. Desde o momento em que
Jesus nasceu, Seu destino era a cruz. O amor de Deus foi manifestado de forma completa e poderosa na cruz,
mas ele começou a ser revelado na simplicidade da manjedoura.
2. O Amor que Desceu para Nos Resgatar: A manjedoura nos mostra que Deus estava disposto a descer ao
mais baixo nível da humanidade para nos salvar, e a cruz nos mostra o preço final que Ele pagou para que
pudéssemos ser reconciliados com Ele.
Aplicação: A manjedoura e a cruz nos chamam a um caminho de humildade e entrega. Jesus nos mostrou que,
para alcançar a verdadeira vida, devemos estar dispostos a nos humilhar e a nos entregar. Você está disposto a
seguir esse caminho de humildade e sacrifício?
Conclusão: Tesouros do Calvário Mensagens da Cruz
174 Geziel Rocha
A manjedoura e a cruz nos ensinam sobre a profundidade do amor e do sacrifício de Cristo:
1. Na manjedoura, Jesus nos mostrou Sua humildade, identificando-Se com os humildes e os necessitados.
2. Na cruz, Jesus nos mostrou Seu sacrifício, oferecendo-Se por nós para nos reconciliar com Deus.
3. A manjedoura e a cruz estão conectadas, pois ambas revelam o propósito de Jesus: Ele veio ao mundo
para morrer por nós.
Apelo: Jesus, que nasceu na manjedoura e morreu na cruz, fez isso por você. Desde o Seu nascimento, Ele
sabia que Seu destino era a cruz, porque Ele veio para salvar a sua vida. Hoje, você pode responder a esse
amor e sacrifício, entregando sua vida a Ele. Venha a Cristo, reconheça a humildade e o sacrifício que Ele
demonstrou por você e viva uma vida transformada pela cruz!
O SACRIFÍCIO SUBSTITUTIVO NO ANTIGO TESTAMENTO
John Stott – "Desde o início, o Antigo Testamento apontava para a cruz. O sacrifício de Isaac, o cordeiro
pascal e o sistema sacrificial eram sombras do Cordeiro de Deus que tiraria o pecado do mundo."
A. O Sacrifício de Isaque: Um Tipo de Cristo (Gênesis 22)
1. Abraão e Isaque: Em Gênesis 22, Deus ordena que Abraão ofereça seu filho, Isaque, como sacrifício.
Abraão obedece, mas no último momento, Deus provê um cordeiro para ser sacrificado em lugar de Isaque.
Essa história é um tipo do sacrifício de Cristo, onde Deus, o Pai, não poupou Seu próprio Filho, mas O entregou
por nós (Romanos 8:32).
2. A Ligação com a Cruz: Assim como Isaque carregou a madeira para o sacrifício, Jesus carregou Sua própria
cruz até o local de Sua crucificação. E assim como Deus providenciou um cordeiro para substituir Isaque, Jesus
se tornou o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (João 1:29).
Esli Silva
·Sep 10, 2023·
2 min read
Hebreus são os primeiros Judeus, os primeiros habitantes da Terra de Israel, aqueles que
usaram pela primeira vez a língua hebraica. O termo tem um sentimento mais étnico e
tribal do que religioso.
Quanto a israelitas e judeus, fazia-se uma distinção no período entre os século X e VIII
antes da Era Comum, quanto dez tribos estabeleceram-se no norte da Terra Santa
(Reino de Israel) e duas no sul (Reino de Judá). Hoje, porém, os dois termos são
sinônimos. Judeus, por definição, são aqueles que aderem ao judaísmo como religião. E
"israelita" é um termo usado simplesmente por quem não gosta de se chamar de judeu.
"Israelense", por outro lado, é um termo que designa um cidadão do Estado de Israel e
não tem portanto nenhuma conotação religiosa ou étnica.
Existe diferença entre semita e judeu?
A palavra "semita" vem de "Shem". Os semitas são os descendentes de Shem, filho mais
velho de Noé. Na realidade, trata-se de um conjunto de povos, que na antiguidade
abrangia hebreus, árabes, babilônios, assírios, arameus, cananeus e fenícios.
Com o passar do tempo, o termo adquiriu um sentido mais restrito, em consequência da
literatura antijudaica do fim do século XIX, que introduziu a palavra "semita" num
contexto totalmente inexato, aplicando-se somente aos judeus. Daí o nome de "anti-
semitismo" que se dá popularmente ao movimento contra os judeus.
Referência: Rabino Henry Isaac Sobel em 'Os Porquês do Judaísmo', pela CIP
(Congregação Israelita Paulista), 1983.
Qual é o tema central dos sermões na Páscoa?
O tema central dos sermões na Páscoa é a morte e ressurreição de Jesus Cristo. Esses
eventos são o ponto central do cristianismo e são considerados a base da nossa
salvação.
Pelo mundo inteiro, pessoas das mais variadas crenças, celebram esse período de
renovação, de renovo, que tem como significado a passagem da morte para a vida.
Quando alguém diz “Feliz Páscoa” o que isso quer dizer?
Por isso nosso papel como pregadores é ensinar que o assunto da Páscoa é a Ressurreição do
nosso Senhor Jesus Cristo e não Ovos de Chocolate, porque infelizmente mesmo dentro das
igrejas muitos irmãos não entendem completamente.
Devido a essa falta de compreensão, me parece que se transformou algo a se desejar como
“Feliz Aniversário” ou “Tudo de Bom”, “trouxe uma lembrancinha para você”, ou ainda, “Te
trouxe uma Ovo de chocolate espero que você goste”.
A pascoa é algo feliz, mas desejar uma páscoa feliz não é suficiente, assim o que devemos
fazer mesmo é Pregar sobre o Verdadeiro Sentido da Páscoa.
A ressurreição de Jesus Cristo deu-lhe o poder de estar sempre com os seus discípulos!
Se você deseja preparar um Esboço de Pregação Sobre a Páscoa, leia até o final e assista ao
vídeo para ter inspiração para ministrar em sua Igreja.
Nessa mensagem vou mostrar 3 Verdades de que a Pascoa é a Vitória de Jesus sobre a
Morte!
Jesus Desafiou a Morte – João 2:19
“Onde está, ó morte, a sua vitória? Onde está, ó morte, o seu aguilhão?” O aguilhão da morte é
o pecado, e a força do pecado é a lei. Mas graças a Deus, que nos dá a vitória por meio de
nosso Senhor Jesus Cristo.
Disse-lhe Jesus: “Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra,
viverá; e quem vive e crê em mim, não morrerá eternamente. Você crê nisso? “
Por isso nosso papel como pregadores é ensinar que o assunto da Páscoa é a Ressurreição do
nosso Senhor Jesus Cristo e não Ovos de Chocolate, porque infelizmente mesmo dentro das
igrejas muitos irmãos não entendem completamente.
Devido a essa falta de compreensão, me parece que se transformou algo a se desejar como
“Feliz Aniversário” ou “Tudo de Bom”, “trouxe uma lembrancinha para você”, ou ainda, “Te
trouxe uma Ovo de chocolate espero que você goste”.
A pascoa é algo feliz, mas desejar uma páscoa feliz não é suficiente, assim o que devemos
fazer mesmo é Pregar sobre o Verdadeiro Sentido da Páscoa.
A ressurreição de Jesus Cristo deu-lhe o poder de estar sempre com os seus discípulos!
Se você deseja preparar um Esboço de Pregação Sobre a Páscoa, leia até o final e assista ao
vídeo para ter inspiração para ministrar em sua Igreja.
Nessa mensagem vou mostrar 3 Verdades de que a Pascoa é a Vitória de Jesus sobre a
Morte!
“Onde está, ó morte, a sua vitória? Onde está, ó morte, o seu aguilhão?” O aguilhão da morte é
o pecado, e a força do pecado é a lei. Mas graças a Deus, que nos dá a vitória por meio de
nosso Senhor Jesus Cristo.
Disse-lhe Jesus: “Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra,
viverá; e quem vive e crê em mim, não morrerá eternamente. Você crê nisso? “
PÁSCOA É VITÓRIA
Efésios 1.19-20a
“Como é grande o seu poder que age em nós, os que cremos nele. Esse poder que age
em nós é a mesma força poderosa que ele [Deus Pai] usou quando ressuscitou Cristo” –
Efésios 1:19,20a.
O mesmo poder que Deus Pai usou para ressuscitar Jesus age hoje em nós, os que
cremos nele, e nos garante extraordinárias VITÓRIAS :
Nenhum cristão genuíno pode dizer que é incapaz de vencer o mundo e sua maldade. O
cristão genuíno só é derrotado pelo mundo se rejeitar o poder da ressurreição.
Em seus momentos finais, Jesus provou dores e sofrimentos tão intensos que seu corpo
expelia suor e sangue. Mas ele ressuscitou. A dor e o sofrimento nunca mais o
alcançarão.
Efésios 1.19-20a. afirma que o mesmo poder que ressuscitou Jesus age AGORA em nós.
Isto significa que nós também podemos superar a dor e o sofrimento.
Nenhum cristão genuíno pode dizer que a dor e o sofrimento o forçaram a deixar o
Caminho de Jesus. O cristão genuíno só abandonará a sua caminhada com Deus se
rejeitar o poder da ressurreição.
Quando colocaram a pedra na entrada do seu túmulo, o mundo acreditou que estavam
dando fim à sua história. Mal sabiam eles que a sua história estava apenas começando. A
ressurreição é a vitória máxima, pois o último inimigo a ser vencido é a morte (I Coríntios
15.26).
Efésios 1.19-20a. afirma que o mesmo poder que ressuscitou Jesus age AGORA em nós.
Isto significa que nós também iremos vencer a morte.
Nenhum cristão genuíno pode dizer que está “morto”, frio, aniquilado. Uma pessoa só
está morta se rejeitar o poder da ressurreição.
CONCLUSÃO
Equipe do Bíbliaon
Criado e revisado pelos nossos editores
A Páscoa celebra a ressurreição de Jesus Cristo, ocorrida três dias após ser crucificado. O
significado da Páscoa é a vitória de Jesus sobre o pecado e a morte, trazendo esperança e vida
eterna. E o verdadeiro sentido da Páscoa é lembrar o sacrifício de Jesus e celebrar a sua
ressurreição.
A Páscoa tem sua origem no Antigo Testamento, quando Deus libertou o povo de Israel da
escravidão no Egito. Deus enviou dez pragas contra os egípcios para convencer o faraó a libertar os
israelitas. Na última praga, Deus prometeu matar os primogênitos do Egito (1º filho), mas protegeria
as casas dos israelitas que marcassem suas portas com sangue de cordeiro. O anjo da morte
“pulou” essas casas marcadas com o sangue do cordeiro, e assim surgiu o nome Páscoa, que
significa “passagem”.
No Novo Testamento, a Páscoa ganhou um novo significado com Jesus Cristo. Na última ceia com
seus discípulos, Jesus partiu o pão e compartilhou o vinho, representando Seu corpo e Seu sangue,
que seriam entregues por todos. Logo depois, Ele foi preso, condenado e crucificado, morrendo na
cruz para pagar pelos pecados da humanidade.
No terceiro dia após sua morte, Jesus ressuscitou, provando que venceu o pecado e a morte. Essa
ressurreição é o que dá sentido a Páscoa. Ela simboliza esperança, vida nova e a promessa de
salvação para todos que creem que Jesus.
A Páscoa é celebrada pelos cristãos no “domingo de Páscoa”, com alegria, lembrando o sacrifício e
a vitória de Jesus. O verdadeiro sentido da Páscoa não está em símbolos como coelho e ovos de
chocolate, mas na fé em Jesus, que trouxe redenção e vida eterna.
A Páscoa simboliza a vitória do bem sobre o mal refletida na vida, morte e ressurreição de Jesus. O
verdadeiro sentido da Páscoa é a ressurreição de Jesus, simbolizando amor, sacrifício e renovação.
É um convite à fé, ao perdão e à esperança na vida eterna para quem crê em Cristo.
Jesus se sacrificou para nos dar uma nova chance de viver em comunhão com Deus. Sua
ressurreição mostra que não importa o quão difícil seja a vida, sempre há esperança e renovação.
A Páscoa é um momento de reflexão, gratidão e fé. É uma oportunidade para lembrar do sacrifício
de Jesus e renovar o compromisso de viver com amor, perdão e esperança. Mais do que uma festa,
a Páscoa é um convite para acreditarmos na transformação e no amor de Deus por todas as
pessoas.
Jesus falou sobre a Páscoa de maneira profunda, especialmente durante a última ceia com seus
discípulos, antes de sua morte.
Cristo sabia que a Páscoa judaica, que celebra a libertação do povo de Israel da escravidão no
Egito, teria um novo significado com o seu sacrifício. Na ceia, Jesus tomou o pão, o partiu e disse:
E tomando pão, e havendo dado graças, partiu-o e deu-lho, dizendo: Isto é o meu corpo,
que é dado por vós; fazei isto em memória de mim.
- Lucas 22:19
Essas palavras indicavam que Ele seria o Cordeiro Pascal, que, assim como o cordeiro sacrificado
na Páscoa judaica, daria Sua vida para libertar a humanidade do pecado.
Para os cristãos, a Páscoa não é apenas uma lembrança da saída do povo de Israel do Egito, mas
também da ressurreição de Jesus, que traz esperança e vida eterna. Jesus falou sobre Sua morte e
ressurreição como o cumprimento da promessa de Deus para salvar a humanidade, e a Páscoa se
tornou uma celebração de Sua vitória sobre o pecado e a morte, oferecendo perdão e redenção a
todos que creem no Seu nome.
A Bíblia ensina que a Páscoa tem um profundo significado tanto no Antigo quanto no Novo
Testamento. No Antigo Testamento, a Páscoa era uma celebração anual do povo de Israel para
lembrar a libertação do Egito, quando Deus os livrou da escravidão.
No Novo Testamento, a Páscoa ganha um novo significado com a morte e ressurreição de Jesus
Cristo. Ele é apresentado como o "Cordeiro de Deus" que, assim como o cordeiro sacrificado na
Páscoa judaica, oferece Seu sangue como sacrifício para a redenção dos pecados da humanidade.
Na Bíblia, o nome de uma pessoa ou instituição é sempre um dado importante para se conhecer o que eles são e o
que representam. O nome não é um simples rótulo, uma etiqueta ou uma fachada publicitária, mas ele exprime a
realidade do ser que o carrega e representa. Assim é o nome "páscoa".
O substantivo pesah/páscoa vem da raiz verbal psh que aparece três vezes nos relatos pascais (Ex 12.13,23,27;
ler também Is 31.5; 1 Rs 18.21,26). Assim, o verbo pasah passar por cima, saltar por cima é o significado que
prevalece nos usos deste termo pelos escritores e escritoras da Bíblia. O Prof. Luiz Roberto Alves assim definiu o
termo pesah/ páscoa:
"O verbo que dá base ao substantivo pesah tem o sentido de salto, movimento,
caminhada, travessia. Todas as palavras têm história e essa história corresponde às
ações dos homens e mulheres. Os hebreus juntaram à idéia do pesah vários
acontecimentos ligados à idéia de travessia" (Expositor Cristão, 2a. Quinzena, 1984,p. 12).
A origem da Páscoa
Falar de origem da Páscoa é entrar no campo das suposições, pois não há dados suficientes que ajudam a
esclarecer sobre essa celebração no período pré-mosaico. Todavia, os textos do Antigo Testamento fornecem
indicações que a Páscoa, em suas origens, foi um ritual ou cerimônia que incluía as seguintes características:
a) O ritual era realizado no seio da família ou clã; não tinha altares, santuários e sacerdotes ou qualquer influência
do culto oficial;
b) Era celebrado por pastores nômades ou seminômades;
c) O ato central desse ritual era o sacrifício de um jovem animal do rebanho de cabras ovelhas;
d) A cerimônia ocorria no fim da primavera e início do verão (mês de abril), numa noite de lua cheia;
e) O ritual da celebração pascal incluía as seguintes etapas:
- Retirava-se o sangue do animal,
- Ungia a entrada das cabanas com o sangue do animal,
- Assava a carne do animal,
- Com a carne assada, fazia um grande banquete para a família reunida,
- O banquete oferecido incluía a presença de pães ázimos ou asmos, ervas amargas nascidas no deserto,
- A celebração da Páscoa exigia dos participantes desse ritual as seguintes
posturas:
Ter uma atitude de marcha e pressa,
Usar vestimenta para viagem,
Ter as vestes amarradas na cintura,
Atar as sandálias nos pés,
Ter o cajado de pastor na mão.
f) Parece que o objetivo dessa cerimônia era pedir proteção divina, para a família e o seu rebanho de animais
menores contra o exterminador (no hebraico, maxehit - Ex 12.13, 23) ou saqueador, bando de destruição (1 Sm
13.17; 14.15; Pr 18.9). O exterminador maxehit pode ser qualquer tipo de agressor, desgraça, enfermidade, peste
ou acidente que poderia ocorrer com qualquer membro da família ou os seus animais.
g) Provavelmente, esse ritual foi celebrado por Abraão, Isaac e Jacó, pois eles eram pastores. A cada ano, na
primavera, quando o vento quente do deserto, anunciando o verão, atingia e queimava as parcas pastagens das
ovelhas, os pastores, suas famílias, bem como os seus rebanhos eram obrigados a buscar outros lugares para dar
de comer as suas ovelhas.
A Páscoa celebrada pelos israelitas: da sedentarização até o início da Monarquia (1200 - 1040 a.C.).
Evidentemente que o sistema de vida dos israelitas mudou substancialmente após a chegada a Canaã.
a) O povo israelita deixou de ser semi-nômade e deu início ao processo de sedentarização. Paulatinamente, o
povo foi se tornando agricultor, embora parte dele continuou na vida pastoril, especialmente, as clãs que
permaneceram vivendo nas localidades periféricas do território da terra de Israel.
b) Ao se fixar nas terras agrícolas, os israelitas aproximaram-se dos cananeus. Foi aí que o povo do êxodo
conheceu algumas festas relacionadas ao mundo agrícola. Entre essas instituições estão as festas agrícolas, como
Ázimos, Semanas e Colheitas.
c)Foi nesse período de difícil adaptação que se dá a integração da Festa dos Pães Ázimos e a Páscoa. As duas
celebrações ocorriam no mesmo período.
d) No período entre a chegada do povo israelita à Canaã e a sedentarização ocorreu uma profunda transformação
no significado da Páscoa.
O conteúdo e a forma da cerimônia da primitiva da Páscoa já não respondem as condições de vida atuais
do povo israelita. Exigiam-se modificações.
Apesar da Páscoa manter boa parte de seu antigo ritual, o povo israelita procurou encontrar outros motivos
para a celebração.
A cerimônia continuou a ser celebrada em família, mas a Páscoa deixou de ser um ritual ligado à troca de
favores divinos, para tornar-se uma memória da ação de Deus, salvando o povo hebreu da escravidão.
xodo 12:1 a 14
Nesta semana muitos cristãos de todo o mundo estão se preparando para celebrar mais uma festa da
Páscoa. Em Levítico, capítulo 23, o Senhor fala a Moisés sobre as festas solenes, as santas
convocações, e no versículo 5 Ele fala da Festa da Páscoa.
A Páscoa sobre a qual vamos aprender hoje não é aquela que os supermercados, as lojas e a televisão
estão anunciando. Não é uma Páscoa de coelho, nem de ovo de chocolate. Essa é a Páscoa que o
mundo inventou que não tem relação nenhuma com a Páscoa revelada na Bíblia. Vamos conhecer a
verdadeira Páscoa, aquela que nos foi dada pelo Senhor. Você verá que ela é muito mais emocionante e
maravilhosa e que não custa dinheiro, mas, tem poder para mudar a nossa vida de maneira radical.
Vamos então mergulhar no que a Bíblia diz?
A celebração da Páscoa tem como significado lembrar e transmitir ao mundo e geração presente os
feitos e o caráter libertador do nosso Deus.
Assim como no velho testamento a Páscoa representa o momento que Deus levanta Moisés para libertar
Israel do jugo do Egito, aspergindo o sangue do sacrifício de cordeiros sem mácula e sem rugas sobre os
umbrais das portas das famílias de Seu povo, protegendo-as e livrando-as da morte, no novo testamento
o mesmo Deus de misericórdia, na Páscoa, entrega seu filho Jesus Cristo como O Cordeiro Santo sem
pecados, sem máculas, para morrer na cruz do calvário e derramar pelo Seu povo e gerações futuras, o
sangue que da mesma forma protege e livra da morte.
A Bíblia nos mostra no livro de Êxodo que o povo de Israel estava já há centenas de anos sob a
escravidão de faraó no Egito. Os escravos hebreus padeciam debaixo de um jugo de trabalhos forçados,
construindo ídolos egípcios (esfinges) e pirâmides (túmulos aos faraós).
Enquanto sofriam, clamavam ao seu Deus, e Ele compadecendo-se da aflição do Seu povo, enviou um
libertador: Moisés. Moisés não poderia libertar mais de um milhão de pessoas com sua própria força,
mas o poder de Deus estava com ele.
Por resistir Faraó a todas as petições de Moisés para que o povo fosse livre, Deus enviou nove pragas
que afligiram duramente o povo do Egito, porém ainda assim Faraó resistia a Moisés e ao Deus de
Israel. Veio então a décima praga, que seria a morte de todo o primogênito na terra do Egito. Nesta
última praga Deus daria o que seria o sinal da libertação definitiva dos israelitas.
Deus deu então estratégias a Moisés e a Arão (líder do povo) para que celebrassem a Páscoa (a
preparação para a libertação definitiva). A Páscoa representa libertação espiritual (o povo seria livre
dos falsos deuses do Egito), emocional (o povo seria tratado dignamente e livre dos flagelos da
escravidão) e física (o povo seria livre para possuir a sua própria terra).
O sentido prático disto é que o mesmo Deus que acompanhava Moisés está aqui hoje para fazer o
mesmo com cada um de nós (nos libertar de enganos espirituais, curar-nos emocionalmente, e nos fazer
prósperos e possuidores de nossa própria terra) nos livrar das dívidas, do aluguel, etc…
A celebração da Páscoa consistia em tomar um cordeiro sem defeito para cada família do povo, imolá-lo,
assá-lo, deixando seu sangue á parte para aspergi-lo sobre as ombreiras e sobre as vergas da porta de
cada casa dos hebreus, para que o anjo da morte não tocasse nos primogênitos do povo de Israel que
estavam na terra do Egito.
Também o cordeiro deveria ser compartilhado com os vizinhos e servido com pães asmos (sem
fermento) e ervas amargas. Todos deveriam celebrar a Páscoa à noite e estar vestidos (vs. 11), calçados
e com cajado na mão, pois pela manhã estariam livres para partir. (Quando chega o dia da nossa
libertação, nenhum minuto a mais Deus nos deixa preso, Ele tem na verdade, pressa de nos libertar e
nós precisamos saber disso e crer).
Quantos ali no meio daquela multidão já pensavam que morreriam no cativeiro? Quantos hoje aqui
acham que seu problema não tem solução, que não há uma saída? Pois saiba que o Libertador de
Israel está vivo, Ele está aqui, e vai libertá-lo de tudo o que o oprime. (Seu nome é Jesus Cristo, o
Filho do Deus Vivo).
Esta passagem em Êxodo aconteceu com Moisés e com o povo naquele tempo, e continua a acontecer
até hoje, pois estes fatos históricos falavam profeticamente (previamente) das coisas que aconteceriam
em nossos dias. Nesta história cada elemento possui o seu significado espiritual e nós veremos agora
um a um:
Na Páscoa celebraremos perpetuamente, a aliança de sangue que Deus fez conosco, o seu povo
escolhido, para nos libertar definitivamente da escravidão!
No próximo sábado dia 30 e domingo 31, celebraremos nestes cultos esta grande festa (PÁSCOA) em
seu verdadeiro sentido e significado bíblico. Convide amigos e familiares, pois será um momento de
salvação e de libertação da cegueira e dos enganos, que este mundo que jaz no maligno, imprime na
vida do ser humano! Deus abençoe a todos com salvação e libertação!
O que é a Páscoa?
Contexto histórico:
O ambiente em que estavam inseridos os israelitas no Egito era de perfeita
profanação ao Senhor Deus. Os egípcios eram idolatras, politeístas e adoravam
criações deixando de lado o que é mais importante, que é o criador. Toda
espécie de animal, principalmente os gatos era considerado deuses para os
egípcios. Além da idolatria dos egípcios, os israelitas foram forçados a fazerem
trabalhos escravos na mão de faraó. Até a época de José no Egito, os israelitas
eram tratados bem em terra estrangeira, mas com a morte de José governador
do Egito e com a sucessão de novos faraós, a história de José foi esquecida. O
povo que foi para o Egito com apenas 70 pessoas de uma única família cresceu
bastante a ponto de amedrontar faraó.
Aqui começa a opressão do povo com trabalhos escravos, o gemido do povo
chega até Deus, Deus ouve o clamor dos que clamam por justiça. O Senhor vê e
se compadece com a situação em que se encontram este povo, povo que logo
será chamada de povo de Deus. Deus não estava longe para que não visse
essas coisas, pelo contrário, ele permitiu que isso acontecesse e preparou um
homem dentre o povo para libertar os oprimidos das mãos de faraó.
Moises: Este homem foi treinado por Deus durantes seus quarenta anos. O
restante de sua vida passou com o povo peregrinando no deserto,
confeccionando a tenda do encontro (tabernáculo), ensinando seus
compatriotas, intercedendo por eles, recebendo a lei de Deus, selando
aliança entre muitas outras coisas…
No dia em que Deus decidiu punir os egípcios e seus deuses com as dez
pragas, não sobrou nada para aqueles que achavam que isso seria impossível.
A última praga mortal, foi a morte de todo primogênito egípcio. O sangue do
cordeiro pascal que foi selado e aspergido nos batentes das portas, protegeram
o povo contra o exterminador.
Aqui começa nossa saga para compreender essa festa tão importante para os
judeus e cristãos.
Ritual da festa:
Deus alertou Moisés dizendo que todos deveriam comemorar a festa de Pascoa
no décimo quarto dia daquele mês (mês que seria a primavera), (o primeiro mês
do ano: abib – antes do exílio ou nisân – depois do exílio babilônico), no
décimo dia pegariam o cordeiro e preparariam até o décimo quarto dia, na noite
deste dia imolariam o cordeiro e comeriam com suas famílias. Essa festa
deveria ser comemorada com todos os familiares, quem tivesse uma pequena
família deveria se juntar com a do vizinho e consagrar a Deus como memorial a
libertação da escravidão do Egito. Isso se tornou tradição para os judeus e
passado de geração a geração até os dias de Cristo na terra. Nos trinta e três
anos de vida de Jesus, ele comemorou essa festa em honra ao Senhor do
mesmo modo que seus antepassados.
Entendendo os paralelos:
Surpreendentemente, Êxodo explica por que Jesus entrou em Jerusalém no
domingo. No capítulo 12 de Êxodo, Deus instruiu que o cordeiro que seria morto
na véspera do Êxodo fosse separado quatro dias antes. Isso significa que no dia
10 de nisã, o cordeiro da Páscoa era escolhido, separado e os preparativos
começavam: No décimo dia deste mês todo homem deverá separar um
cordeiro… um para cada casa (Êxodo 12:3). A preparação começa: Por essa
mesma razão, Jesus teve que entrar em Jerusalém no dia 10 de nisã (Mateus
21). Jesus foi crucificado no décimo quarto dia do mês. Quatro dias antes disso,
no domingo, no décimo dia do mês, ele entrou em Jerusalém e começaram os
preparativos para o Seu sacrifício, para se tornar o Cordeiro da Páscoa no dia
14 de nisã: Guardem-no até o décimo quarto dia do mês… Assim, Jesus entrou
em Jerusalém no mesmo dia em que o cordeiro perfeito deveria ser selecionado
e separado. Os relatos dos evangelhos correspondem perfeitamente ao cenário
estabelecido por Deus durante o tempo do Êxodo.
Significado da festa:
A Pascoa torna o significado da libertação dada por Deus ao seu povo. Toda a
narrativa do Êxodo se desenvolve com a ideia central da libertação de um povo
escravo pelo inimigo, até que Deus desce a terra para libertar da opressão
desse inimigo, o mal aqui é personificado na pessoa de faraó. Nos tempos de
Jesus Cristo homem na terra, o simbolismo da festa começa a ter forma. Se
para os judeus nativos a ideia da libertação era do Egito opressor, para os novos
seguidores de Jesus, judeus e os intitulados “gentios”, torna-se outro significado
mais completo. A morte e ressureição de Cristo, a passagem da morte para a
vida. Este é o significado de Pessah (Pascoa). Isso não tira o verdadeiro
significado da Pascoa bíblica dos tempos de Moisés, pelo contrário, ela se
mostra ter o significado completo dessa consagração a Deus, agora na vida e
ressurreição de Cristo.
Na última ceia de Jesus Cristo junto aos seus discípulos, eles comemoram a
festa judaica de Pascoa e se instaura um novo rito sacramental: A Santa Ceia.
As ações de graças dos judeus dadas a mesa, distribuindo o pão sem fermento
(matzá) e o vinho aos discípulos é o mesmo praticado á séculos. Na Santa Ceia
com Cristo, toma outro significado com o pão sem fermento significando o corpo
de Jesus Cristo e o vinho representando o seu sangue, que é a renovação da
Aliança dada por Deus para remissão dos pecados.
Compreendendo o significado do “corpo e
sangue” de Jesus:
Como no Sinai (Êxodo 24:4-8) Moisés sela com o povo a aliança com Deus
aspergindo o sangue dos touros, este rito perdoa os pecados do povo e torna o
povo hebreu (israelita ou judeu), puros, sem pecados. Assim da mesma forma
acontece com Jesus sobre a cruz, o sangue da vítima perfeita, Jesus, selaria a
“renovação da Aliança” entre Deus e os homens (cf. Lucas 22:20), a qual os
profetas tinham anunciado (Jeremias 31:31). Jesus atribui a si a missão de
redenção universal que Isaías havia atribuído ao “Servo Sofredor” (Isaías 42:6;
49:6; 53:12 + cf. Hebreus 8:8; 9:15; 12:24). A ideia da renovação da aliança está
presente também em Paulo, não só em 1 Coríntios 11:25, mas em diversos
outros contextos que mostram a grande importância dessa festa de Pascoa.
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Fernando Rabello
Fernando Rabello
Março 27, 2021
5:27 pm
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Categoria: Estudos Bíblicos, Festas Bíblicas
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Fernando Rabello on Mensagem diária. Tema: o que a Páscoa representa ao povo de Deus. Qual a
nossa esperança.Amên.20 de Março, 2025
Valdete Rabello on Mensagem diária. Tema: o que a Páscoa representa ao povo de Deus. Qual a
nossa esperança.Bendito seja o nosso Deus todo poderoso,muito edificante este estudo minha oração é para que
o Senhor nosso Deus continue…13 de Março, 2025
Fernando Rabello on Mateus Capítulo 11 – Estudo BíblicoOlá, Isabel. Obrigado por seu comentário.
Ficamos felizes em saber que nosso estudos edificaram sua vida. Que o Senhor Jesus,… 2 de Dezembro, 2024
Isabel Santos on Mateus Capítulo 11 – Estudo BíblicoGraça e paz paz irmão!! Sempre procuro
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Fernando Rabello on Mateus Capítulo 2 – Estudo Bíblicoisso aí, Rafael. Deus o abençoe.20 de
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