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Pregação Pascoa

O documento explora a instituição da Páscoa em Êxodo 12, destacando a importância da redenção familiar e as exigências de Deus para a celebração. Ele também relaciona o cordeiro pascal ao sacrifício de Cristo, enfatizando a conexão entre a manjedoura e a cruz como símbolos do amor e sacrifício de Deus. Além disso, aborda a diferença entre hebreus, israelitas, judeus, israelenses e semitas, esclarecendo suas definições e contextos históricos.

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Pregação Pascoa

O documento explora a instituição da Páscoa em Êxodo 12, destacando a importância da redenção familiar e as exigências de Deus para a celebração. Ele também relaciona o cordeiro pascal ao sacrifício de Cristo, enfatizando a conexão entre a manjedoura e a cruz como símbolos do amor e sacrifício de Deus. Além disso, aborda a diferença entre hebreus, israelitas, judeus, israelenses e semitas, esclarecendo suas definições e contextos históricos.

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UMA NOVAVIDA, UM NOVO

DESTINO,UMANOVA NAÇÃO

Em Êxodo capítulo 12, a partir do verso 1, temos


o texto que relata sobre a instituição da Páscoa. O
povo hebreu descendente de Abraão, Isaque e Jacó
sofreram mais de quatrocentos como escravos no
Egito. Ouvindo o clamor do povo, Deus decidiu
6
libertá-los. “Disse ainda o Senhor: Certamente, vi a
aflição do meu povo, que está no Egito, e ouvi o seu
clamor por causa dos seus exatores.
Páscoa -redenção de família
A Páscoa também revela o projeto de Deus para a redenção da família. Creio que não
existe uma página da Bíblia que fale tanto sobre a família como o capítulo 12 de Êxodo.
Esse capítulo mostra a preocupação de Deus, não simplesmente com a salvação de um
indivíduo, mas com a salvação de toda a família. Querido (a), creia nesta verdade, a
esperança de ver toda sua família aos pés do Senhor. Deus constituiu a família, ela é o
centro dos projetos de Dele. Deus ama as famílias.
SEIS EXIGÊNCIAS DE DEUS

1- A família precisava celebrar a Páscoa junta. O verso 3 de Êxodo 12, diz: “Falai a toda
a congregação de Israel, dizendo: Aos dez deste mês, cada um tomará para si um
cordeiro, segundo a casa dos pais, um cordeiro para cada família”.
2- A família precisava estar debaixo do sangue do cordeiro.
3- A família precisava se alimentar do cordeiro. Veja o verso 7: “Tomarão do sangue e o
porão em ambas as ombreiras e na verga da porta, nas casas em
que o comerem”.
4- A família precisava celebrar este memorial nas suas gerações. Verso 14: “Este dia vos
será por memorial, e o celebrareis como solenidade ao SENHOR; nas vossas gerações o
celebrareis por estatuto perpétuo”. Toda a família precisava celebrar esse memorial em
todas as gerações futuras.
5- A família precisava ter o compromisso de ensinar a seus filhos o significado da
Páscoa. Versos 26 e 27: “Quando vossos filhos perguntarem: Que rito é 17 este?
Respondereis: É o sacrifício da Páscoa ao SENHR, que passou por cima das casas dos
filhos de Israel no
Egito, quando feriu os egípcios e livrou as nossas casas. Então o povo se inclinou e
adorou”.
Toda a família tinha o compromisso de ensinar seus filhos o significado da Páscoa.
6- A família obedeceu a esta ordenança divina, como está escrito no verso 28: “E foram
os filhos de Israel e fizeram isso; como o SENHOR ordenara a Moisés
e Arão, assim fizeram”.

PÁSCOA – MEMORIAL A SER PERPETUADO


Êxodo 12.14: “Este dia vos será por memorial, e o
celebrareis como solenidade ao SENHOR; nas vossas
gerações o celebrareis por estatuto perpétuo”. Verso
17: “Guardai, pois, a Festa dos Pães Asmos, porque,
nesse mesmo dia, tirei vossas hostes da terra do Egito;
portanto guardareis esse dia nas vossas gerações
por estatuto perpétuo”.

As sete festas da Páscoa na Bíblia


A primeira foi celebrada na saída do Egito Êx 12.3-20
A segunda foi celebrada no deserto Nm 9.5
A terceira foi celebrada nas campinas de Jericó Js 5.10
A quarta nos dias de Ezequias 2Cr 30
A quinta no governo do jovem rei Josias 2Cr 35
A sexta após o retorno da Babilônia Ed 6.19,20
A sétima e última, quando o verdadeiro Cordeiro foi
sacrificado M26.17-30

Sua observância das leis (observava a Páscoa os pais de jesus) Lc 2.41,42

A Ceia do Senhor é uma festa


A Ceia do Senhor é uma festa de:
Memorial 1Co 11.24,25
Unidade 1Co 10.17
Esperança (“até que ele venha”) 1Co 11.26
Obediência (o Senhor a ordenou) Lc 22.19
Amor (Jesus ansiou por comer a Páscoa com os discípulos) Lc 22.15
Praticada pelos primeiros cristãos At 2.42; 20.7
Como devemos participar da festa:
Com corações preparados 1Co 11.28
Eliminando todo o fermento 1Co 5.7,8
Purificados podemos participar com alegria Hb 10.22

O Cordeiro da Páscoa: No Antigo Testamento, o cordeiro era sacrificado na Páscoa como um sinal de
libertação para o povo de Israel (Êxodo 12:5-7). O sangue do cordeiro era posto nos umbrais das portas, e o
anjo da morte passava por cima das casas marcadas com o sangue.
2. Jesus, o Cordeiro Perfeito: João Batista identificou Jesus como o “Cordeiro de Deus, que tira o pecado do
mundo” (João 1:29). Na cruz, Jesus assumiu o papel do Cordeiro que seria sacrificado, oferecendo Seu sangue
para nossa redenção. Ele é o Cordeiro perfeito, sem defeito, oferecido uma vez por todas.
B. O Sacrifício que Redime
1. O Sangue Derramado: Assim como o sangue do cordeiro na Páscoa trouxe libertação, o sangue de Cristo
nos purifica de todo pecado. Ele tomou sobre Si os pecados do mundo, e Seu sacrifício foi suficiente para nos
redimir de toda transgressão (1 Pedro 1:18-19).

Aplicação: Cristo, como o Cordeiro de Deus, foi imolado por você. Seu sangue foi derramado para trazer
perdão e salvação. Você já recebeu o sacrifício que Ele fez em seu lugar?
O Sacrifício que Redime
1. O Sangue Derramado: Assim como o sangue do cordeiro na Páscoa trouxe libertação, o sangue de Cristo
nos purifica de todo pecado. Ele tomou sobre Si os pecados do mundo, e Seu sacrifício foi suficiente para nos
redimir de toda transgressão (1 Pedro 1:18-19).

Aplicação: Cristo, como o Cordeiro de Deus, foi imolado por você. Seu sangue foi derramado para trazer
perdão e salvação. Você já recebeu o sacrifício que Ele fez em seu lugar?
I. O CORDEIRO NO ALTAR: SACRIFÍCIOS TEMPORÁRIOS (Êxodo 12:3-6; Levítico 16:15-16)
A. O Sistema Sacrificial do Antigo Testamento
1. O Sacrifício da Páscoa: No Antigo Testamento, o cordeiro era central no sistema de sacrifícios. O primeiro
sacrifício de cordeiro marcante foi na Páscoa, quando os israelitas sacrificaram um cordeiro e marcaram as
portas de suas casas com seu sangue, para que o anjo da morte passasse por eles (Êxodo 12:3-6). Este evento
simbolizava o livramento do povo de Deus, mas também apontava para algo maior que viria.
2. O Dia da Expiação: Outro momento importante era o Dia da Expiação, quando o sumo sacerdote sacrificava
um cordeiro no altar pelos pecados do povo (Levítico 16:15-16). Esse sacrifício tinha que ser repetido todos os
anos porque, embora o sangue do cordeiro cobrisse os pecados temporariamente, ele não os removia de forma
permanente.
B. A Insuficiência dos Sacrifícios Animais
1. Sacrifícios Repetidos: Hebreus 10:1-4 nos ensina que "os sacrifícios oferecidos repetidamente, ano após
ano, nunca são capazes de aperfeiçoar aqueles que se aproximam de Deus." Os cordeiros sacrificados no altar
eram apenas uma sombra do sacrifício que estava por vir. Eles cobriam o pecado, mas não o eliminavam.
2. O Anseio por um Sacrifício Perfeito: O sistema sacrificial do Antigo Testamento criava uma expectativa
por um sacrifício que seria suficiente, que não precisaria ser repetido, e que traria reconciliação completa entre
Deus e o homem. Esse sacrifício perfeito seria o Cordeiro de Deus.

Aplicação: O cordeiro no altar nos lembra de que o pecado exige um preço, e o preço do pecado é a morte. Mas
os sacrifícios no altar eram temporários e não podiam nos reconciliar completamente com Deus. Você já
reconheceu que há um sacrifício perfeito, um Cordeiro que ofereceu tudo por você?
II. A CRUZ: O SACRIFÍCIO FINAL (João 19:16-18)
A. Da Manjedoura à Cruz
1. Do Berço de Palha ao Madeiro da Cruz: Assim como Jesus nasceu em um local de humildade, Ele morreu
em uma cruz, uma forma de execução reservada para os piores criminosos. Ele, que não tinha pecado, tomou
sobre Si o castigo que nós merecíamos. Aquele que foi deitado em uma manjedoura, agora era pendurado em
uma cruz (Isaías 53:4-5).
2. A Cruz Era o Destino Final: Desde o Seu nascimento na manjedoura, o destino de Jesus era a cruz. Ele veio
ao mundo com o propósito de morrer. A humildade de Sua entrada no mundo apontava para o sacrifício que Ele
faria por toda a humanidade. Ele nasceu para morrer, para nos resgatar da condenação do pecado (Marcos
10:45).

B. A Cruz Como o Ponto Mais Alto da Humildade


1. O Cordeiro de Deus na Cruz: Jesus, o Cordeiro de Deus, ofereceu-Se como sacrifício na cruz, assim como
os animais que eram sacrificados no Antigo Testamento. Sua morte na cruz foi o sacrifício definitivo, o sangue
derramado para purificar os nossos pecados e nos reconciliar com Deus (João 1:29).
2. A Humilhação e a Exaltação de Cristo: Jesus foi humilhado na cruz, ridicularizado e abandonado, mas foi
através desse ato de humilhação que Ele nos trouxe redenção. A cruz, que era símbolo de vergonha, tornou-se o
símbolo da nossa vitória. Ele foi exaltado pela Sua obediência até à morte (Filipenses 2:8-9).

Aplicação: A cruz nos mostra o quanto Jesus se humilhou por amor a nós. Ele não apenas veio em humildade,
mas morreu em humilhação para nos salvar. Você já reconheceu o sacrifício que Jesus fez por você na cruz?
Tesouros do Calvário Mensagens da Cruz
III. A CONEXÃO ESPIRITUAL ENTRE A MANJEDOURA E A CRUZ
A. O Amor Sacrificial de Deus
1. O Plano Desde o Início: A manjedoura e a cruz fazem parte de um mesmo plano. Desde o momento em que
Jesus nasceu, Seu destino era a cruz. O amor de Deus foi manifestado de forma completa e poderosa na cruz,
mas ele começou a ser revelado na simplicidade da manjedoura.
2. O Amor que Desceu para Nos Resgatar: A manjedoura nos mostra que Deus estava disposto a descer ao
mais baixo nível da humanidade para nos salvar, e a cruz nos mostra o preço final que Ele pagou para que
pudéssemos ser reconciliados com Ele.

B. O Chamado para a Humildade e o Sacrifício


1. Seguindo o Exemplo de Jesus: Jesus nos chama a seguir Seu exemplo de humildade e sacrifício. A
manjedoura nos desafia a viver com humildade e simplicidade, enquanto a cruz nos lembra que devemos estar
dispostos a carregar nossas próprias cruzes e seguir Jesus (Lucas 9:23).
2. A Cruz e a Manjedoura em Nossas Vidas: Assim como Jesus se humilhou ao nascer e ao morrer, somos
chamados a viver em humildade, reconhecendo nossa dependência de Deus e a necessidade de nos entregarmos
completamente a Ele. A manjedoura e a cruz representam o caminho que todo cristão deve trilhar.

Aplicação: A manjedoura e a cruz nos chamam a um caminho de humildade e entrega. Jesus nos mostrou que,
para alcançar a verdadeira vida, devemos estar dispostos a nos humilhar e a nos entregar. Você está disposto a
seguir esse caminho de humildade e sacrifício?
Conclusão: Tesouros do Calvário Mensagens da Cruz
174 Geziel Rocha
A manjedoura e a cruz nos ensinam sobre a profundidade do amor e do sacrifício de Cristo:
1. Na manjedoura, Jesus nos mostrou Sua humildade, identificando-Se com os humildes e os necessitados.
2. Na cruz, Jesus nos mostrou Seu sacrifício, oferecendo-Se por nós para nos reconciliar com Deus.
3. A manjedoura e a cruz estão conectadas, pois ambas revelam o propósito de Jesus: Ele veio ao mundo
para morrer por nós.

Apelo: Jesus, que nasceu na manjedoura e morreu na cruz, fez isso por você. Desde o Seu nascimento, Ele
sabia que Seu destino era a cruz, porque Ele veio para salvar a sua vida. Hoje, você pode responder a esse
amor e sacrifício, entregando sua vida a Ele. Venha a Cristo, reconheça a humildade e o sacrifício que Ele
demonstrou por você e viva uma vida transformada pela cruz!
O SACRIFÍCIO SUBSTITUTIVO NO ANTIGO TESTAMENTO
John Stott – "Desde o início, o Antigo Testamento apontava para a cruz. O sacrifício de Isaac, o cordeiro
pascal e o sistema sacrificial eram sombras do Cordeiro de Deus que tiraria o pecado do mundo."
A. O Sacrifício de Isaque: Um Tipo de Cristo (Gênesis 22)
1. Abraão e Isaque: Em Gênesis 22, Deus ordena que Abraão ofereça seu filho, Isaque, como sacrifício.
Abraão obedece, mas no último momento, Deus provê um cordeiro para ser sacrificado em lugar de Isaque.
Essa história é um tipo do sacrifício de Cristo, onde Deus, o Pai, não poupou Seu próprio Filho, mas O entregou
por nós (Romanos 8:32).
2. A Ligação com a Cruz: Assim como Isaque carregou a madeira para o sacrifício, Jesus carregou Sua própria
cruz até o local de Sua crucificação. E assim como Deus providenciou um cordeiro para substituir Isaque, Jesus
se tornou o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (João 1:29).

B. O Cordeiro da Páscoa: O Sangue que Salva (Êxodo 12)


1. A Instituição da Páscoa: No Êxodo, quando Deus libertou o povo de Israel do Egito, Ele ordenou que cada
família sacrificasse um cordeiro e aplicasse o sangue nas portas de suas casas. Esse sangue protegeria os
israelitas do anjo da morte.
2. Cristo, Nosso Cordeiro Pascoal: O cordeiro da Páscoa é uma figura clara de Cristo, o Cordeiro de Deus.
Em 1 Coríntios 5:7, Paulo declara: "Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi sacrificado." O sangue de Cristo,
derramado na cruz, nos protege da morte espiritual e nos traz a redenção.

Qual a diferença entre hebreus, israelitas, judeus, israelenses e semitas?

Esli Silva
·Sep 10, 2023·
2 min read
Hebreus são os primeiros Judeus, os primeiros habitantes da Terra de Israel, aqueles que
usaram pela primeira vez a língua hebraica. O termo tem um sentimento mais étnico e
tribal do que religioso.
Quanto a israelitas e judeus, fazia-se uma distinção no período entre os século X e VIII
antes da Era Comum, quanto dez tribos estabeleceram-se no norte da Terra Santa
(Reino de Israel) e duas no sul (Reino de Judá). Hoje, porém, os dois termos são
sinônimos. Judeus, por definição, são aqueles que aderem ao judaísmo como religião. E
"israelita" é um termo usado simplesmente por quem não gosta de se chamar de judeu.
"Israelense", por outro lado, é um termo que designa um cidadão do Estado de Israel e
não tem portanto nenhuma conotação religiosa ou étnica.
Existe diferença entre semita e judeu?
A palavra "semita" vem de "Shem". Os semitas são os descendentes de Shem, filho mais
velho de Noé. Na realidade, trata-se de um conjunto de povos, que na antiguidade
abrangia hebreus, árabes, babilônios, assírios, arameus, cananeus e fenícios.
Com o passar do tempo, o termo adquiriu um sentido mais restrito, em consequência da
literatura antijudaica do fim do século XIX, que introduziu a palavra "semita" num
contexto totalmente inexato, aplicando-se somente aos judeus. Daí o nome de "anti-
semitismo" que se dá popularmente ao movimento contra os judeus.
Referência: Rabino Henry Isaac Sobel em 'Os Porquês do Judaísmo', pela CIP
(Congregação Israelita Paulista), 1983.
Qual é o tema central dos sermões na Páscoa?
O tema central dos sermões na Páscoa é a morte e ressurreição de Jesus Cristo. Esses
eventos são o ponto central do cristianismo e são considerados a base da nossa
salvação.

A Páscoa é uma oportunidade para os cristãos lembrarem a crucificação e morte de


Jesus na Sexta-Feira Santa, e celebrarem a sua ressurreição no Domingo de Páscoa.
Portanto, o tema central dos sermões na Páscoa deve ser a mensagem da salvação
através da morte e ressurreição de Jesus, destacando a importância desses eventos para
a nossa vida cristã.

Pelo mundo inteiro, pessoas das mais variadas crenças, celebram esse período de
renovação, de renovo, que tem como significado a passagem da morte para a vida.
Quando alguém diz “Feliz Páscoa” o que isso quer dizer?

Muitas pessoas pessoas não sabem o verdadeiro significado da Páscoa.

Por isso nosso papel como pregadores é ensinar que o assunto da Páscoa é a Ressurreição do
nosso Senhor Jesus Cristo e não Ovos de Chocolate, porque infelizmente mesmo dentro das
igrejas muitos irmãos não entendem completamente.

Devido a essa falta de compreensão, me parece que se transformou algo a se desejar como
“Feliz Aniversário” ou “Tudo de Bom”, “trouxe uma lembrancinha para você”, ou ainda, “Te
trouxe uma Ovo de chocolate espero que você goste”.

A pascoa é algo feliz, mas desejar uma páscoa feliz não é suficiente, assim o que devemos
fazer mesmo é Pregar sobre o Verdadeiro Sentido da Páscoa.

Hoje o Espírito Santo vai revelar o significado Real da Páscoa:

A Páscoa não é um feriado apenas.

A Páscoa Não é troca de chocolate.

A Páscoa Não tem relação com coelho!

Porque a Páscoa trata da Ressurreição de Cristo após 3 dias no sepulcro.

A ressurreição dos mortos deu toda autoridade a Jesus Cristo!

A ressurreição é a chave para seguir a Jesus como Senhor!

A ressurreição de Jesus Cristo deu-lhe o poder de estar sempre com os seus discípulos!

Se você deseja preparar um Esboço de Pregação Sobre a Páscoa, leia até o final e assista ao
vídeo para ter inspiração para ministrar em sua Igreja.

Nessa mensagem vou mostrar 3 Verdades de que a Pascoa é a Vitória de Jesus sobre a
Morte!
Jesus Desafiou a Morte – João 2:19

Jesus lhes respondeu: “Destruam este templo, e eu o levantarei em três dias”.

Jesus Derrotou a Morte – 1 Coríntios 15:54-57

Quando, porém, o que é corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o que é mortal, de


imortalidade, então se cumprirá a palavra que está escrita: “A morte foi destruída pela vitória”.

“Onde está, ó morte, a sua vitória? Onde está, ó morte, o seu aguilhão?” O aguilhão da morte é
o pecado, e a força do pecado é a lei. Mas graças a Deus, que nos dá a vitória por meio de
nosso Senhor Jesus Cristo.

Jesus Liberta da Morte – João 11:25,26

Disse-lhe Jesus: “Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra,
viverá; e quem vive e crê em mim, não morrerá eternamente. Você crê nisso? “

Link do vídeo no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=JVbbgNuLpGg

Quando alguém diz “Feliz Páscoa” o que isso quer dizer?

Muitas pessoas pessoas não sabem o verdadeiro significado da Páscoa.

Por isso nosso papel como pregadores é ensinar que o assunto da Páscoa é a Ressurreição do
nosso Senhor Jesus Cristo e não Ovos de Chocolate, porque infelizmente mesmo dentro das
igrejas muitos irmãos não entendem completamente.

Devido a essa falta de compreensão, me parece que se transformou algo a se desejar como
“Feliz Aniversário” ou “Tudo de Bom”, “trouxe uma lembrancinha para você”, ou ainda, “Te
trouxe uma Ovo de chocolate espero que você goste”.

A pascoa é algo feliz, mas desejar uma páscoa feliz não é suficiente, assim o que devemos
fazer mesmo é Pregar sobre o Verdadeiro Sentido da Páscoa.

Hoje o Espírito Santo vai revelar o significado Real da Páscoa:

A Páscoa não é um feriado apenas.

A Páscoa Não é troca de chocolate.

A Páscoa Não tem relação com coelho!

Porque a Páscoa trata da Ressurreição de Cristo após 3 dias no sepulcro.

A ressurreição dos mortos deu toda autoridade a Jesus Cristo!

A ressurreição é a chave para seguir a Jesus como Senhor!

A ressurreição de Jesus Cristo deu-lhe o poder de estar sempre com os seus discípulos!
Se você deseja preparar um Esboço de Pregação Sobre a Páscoa, leia até o final e assista ao
vídeo para ter inspiração para ministrar em sua Igreja.

Nessa mensagem vou mostrar 3 Verdades de que a Pascoa é a Vitória de Jesus sobre a
Morte!

Jesus Desafiou a Morte – João 2:19

Jesus lhes respondeu: “Destruam este templo, e eu o levantarei em três dias”.

Jesus Derrotou a Morte – 1 Coríntios 15:54-57

Quando, porém, o que é corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o que é mortal, de


imortalidade, então se cumprirá a palavra que está escrita: “A morte foi destruída pela vitória”.

“Onde está, ó morte, a sua vitória? Onde está, ó morte, o seu aguilhão?” O aguilhão da morte é
o pecado, e a força do pecado é a lei. Mas graças a Deus, que nos dá a vitória por meio de
nosso Senhor Jesus Cristo.

Jesus Liberta da Morte – João 11:25,26

Disse-lhe Jesus: “Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra,
viverá; e quem vive e crê em mim, não morrerá eternamente. Você crê nisso? “

Link do vídeo no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=JVbbgNuLpGg

PÁSCOA É VITÓRIA
Efésios 1.19-20a

“Páscoa é vitória” é o título deste esboço de sermão baseado no livro de Efésios,


elaborado para demonstrar a grande vitória de Cristo.

“Como é grande o seu poder que age em nós, os que cremos nele. Esse poder que age
em nós é a mesma força poderosa que ele [Deus Pai] usou quando ressuscitou Cristo” –
Efésios 1:19,20a.

O mesmo poder que Deus Pai usou para ressuscitar Jesus age hoje em nós, os que
cremos nele, e nos garante extraordinárias VITÓRIAS :

 Vitória sobre o mundo.


 Vitória sobre a dor e o sofrimento.
 E vitória sobre a morte.

1. VITÓRIA SOBRE O MUNDO

O mundo o odiou, hostilizou, desprezou, trocou-o por um criminoso e o crucificou, mas o


Pai o ressuscitou. Ao ressuscitar, Jesus venceu o mundo e toda a sua maldade!
Efésios 1.19-20a. afirma que o mesmo poder que ressuscitou Jesus age AGORA em nós.
Isto significa que assim como Jesus venceu o mundo, nós temos também o podemos
vencer.

Nenhum cristão genuíno pode dizer que é incapaz de vencer o mundo e sua maldade. O
cristão genuíno só é derrotado pelo mundo se rejeitar o poder da ressurreição.

Páscoa é ressurreição. Páscoa é vitória.

2. VITÓRIA SOBRE A DOR E O SOFRIMENTO

Em seus momentos finais, Jesus provou dores e sofrimentos tão intensos que seu corpo
expelia suor e sangue. Mas ele ressuscitou. A dor e o sofrimento nunca mais o
alcançarão.

Efésios 1.19-20a. afirma que o mesmo poder que ressuscitou Jesus age AGORA em nós.
Isto significa que nós também podemos superar a dor e o sofrimento.

Nenhum cristão genuíno pode dizer que a dor e o sofrimento o forçaram a deixar o
Caminho de Jesus. O cristão genuíno só abandonará a sua caminhada com Deus se
rejeitar o poder da ressurreição.

Páscoa é ressurreição. Páscoa é vitória.

3. VITÓRIA SOBRE A MORTE

Quando colocaram a pedra na entrada do seu túmulo, o mundo acreditou que estavam
dando fim à sua história. Mal sabiam eles que a sua história estava apenas começando. A
ressurreição é a vitória máxima, pois o último inimigo a ser vencido é a morte (I Coríntios
15.26).

Efésios 1.19-20a. afirma que o mesmo poder que ressuscitou Jesus age AGORA em nós.
Isto significa que nós também iremos vencer a morte.

Nenhum cristão genuíno pode dizer que está “morto”, frio, aniquilado. Uma pessoa só
está morta se rejeitar o poder da ressurreição.

Páscoa é ressurreição. Páscoa é vitória.

CONCLUSÃO

Páscoa é ressurreição. Ressurreição é vitória. Páscoa é vitória. Vitória sobre o mundo,


vitória sobre a dor e o sofrimento, e vitória sobre a morte, pois o mesmo poder que
ressuscitou Jesus age AGORA em nós. Tomemos posse desta vitória, pela fé.
Estudo bíblico sobre a Páscoa

Equipe do Bíbliaon
Criado e revisado pelos nossos editores
A Páscoa celebra a ressurreição de Jesus Cristo, ocorrida três dias após ser crucificado. O
significado da Páscoa é a vitória de Jesus sobre o pecado e a morte, trazendo esperança e vida
eterna. E o verdadeiro sentido da Páscoa é lembrar o sacrifício de Jesus e celebrar a sua
ressurreição.

A Páscoa tem sua origem no Antigo Testamento, quando Deus libertou o povo de Israel da
escravidão no Egito. Deus enviou dez pragas contra os egípcios para convencer o faraó a libertar os
israelitas. Na última praga, Deus prometeu matar os primogênitos do Egito (1º filho), mas protegeria
as casas dos israelitas que marcassem suas portas com sangue de cordeiro. O anjo da morte
“pulou” essas casas marcadas com o sangue do cordeiro, e assim surgiu o nome Páscoa, que
significa “passagem”.

No Novo Testamento, a Páscoa ganhou um novo significado com Jesus Cristo. Na última ceia com
seus discípulos, Jesus partiu o pão e compartilhou o vinho, representando Seu corpo e Seu sangue,
que seriam entregues por todos. Logo depois, Ele foi preso, condenado e crucificado, morrendo na
cruz para pagar pelos pecados da humanidade.

No terceiro dia após sua morte, Jesus ressuscitou, provando que venceu o pecado e a morte. Essa
ressurreição é o que dá sentido a Páscoa. Ela simboliza esperança, vida nova e a promessa de
salvação para todos que creem que Jesus.

A Páscoa é celebrada pelos cristãos no “domingo de Páscoa”, com alegria, lembrando o sacrifício e
a vitória de Jesus. O verdadeiro sentido da Páscoa não está em símbolos como coelho e ovos de
chocolate, mas na fé em Jesus, que trouxe redenção e vida eterna.

Qual o significado da Páscoa e o seu verdadeiro sentido?

A Páscoa simboliza a vitória do bem sobre o mal refletida na vida, morte e ressurreição de Jesus. O
verdadeiro sentido da Páscoa é a ressurreição de Jesus, simbolizando amor, sacrifício e renovação.
É um convite à fé, ao perdão e à esperança na vida eterna para quem crê em Cristo.

Jesus se sacrificou para nos dar uma nova chance de viver em comunhão com Deus. Sua
ressurreição mostra que não importa o quão difícil seja a vida, sempre há esperança e renovação.

A Páscoa é um momento de reflexão, gratidão e fé. É uma oportunidade para lembrar do sacrifício
de Jesus e renovar o compromisso de viver com amor, perdão e esperança. Mais do que uma festa,
a Páscoa é um convite para acreditarmos na transformação e no amor de Deus por todas as
pessoas.

O que Jesus falou sobre a Páscoa

Jesus falou sobre a Páscoa de maneira profunda, especialmente durante a última ceia com seus
discípulos, antes de sua morte.
Cristo sabia que a Páscoa judaica, que celebra a libertação do povo de Israel da escravidão no
Egito, teria um novo significado com o seu sacrifício. Na ceia, Jesus tomou o pão, o partiu e disse:

E tomando pão, e havendo dado graças, partiu-o e deu-lho, dizendo: Isto é o meu corpo,
que é dado por vós; fazei isto em memória de mim.
- Lucas 22:19

Ele também ofereceu o vinho, dizendo:

Semelhantemente, tomou o cálice, depois da ceia, dizendo: Este cálice é o Novo


Testamento no meu sangue, que é derramado por vós.
- Lucas 22:20

Essas palavras indicavam que Ele seria o Cordeiro Pascal, que, assim como o cordeiro sacrificado
na Páscoa judaica, daria Sua vida para libertar a humanidade do pecado.

Para os cristãos, a Páscoa não é apenas uma lembrança da saída do povo de Israel do Egito, mas
também da ressurreição de Jesus, que traz esperança e vida eterna. Jesus falou sobre Sua morte e
ressurreição como o cumprimento da promessa de Deus para salvar a humanidade, e a Páscoa se
tornou uma celebração de Sua vitória sobre o pecado e a morte, oferecendo perdão e redenção a
todos que creem no Seu nome.

O que a Bíblia ensina sobre a Páscoa

A Bíblia ensina que a Páscoa tem um profundo significado tanto no Antigo quanto no Novo
Testamento. No Antigo Testamento, a Páscoa era uma celebração anual do povo de Israel para
lembrar a libertação do Egito, quando Deus os livrou da escravidão.

No Novo Testamento, a Páscoa ganha um novo significado com a morte e ressurreição de Jesus
Cristo. Ele é apresentado como o "Cordeiro de Deus" que, assim como o cordeiro sacrificado na
Páscoa judaica, oferece Seu sangue como sacrifício para a redenção dos pecados da humanidade.

 o ritual ou celebração da primeira festa do antigo calendário bíblico (Ex 12.11,27,43,48);


 a vítima do sacrifício, isto é, o cordeiro pascal (Ex 12.21; Dt 16.2,5-6).

Na Bíblia, o nome de uma pessoa ou instituição é sempre um dado importante para se conhecer o que eles são e o
que representam. O nome não é um simples rótulo, uma etiqueta ou uma fachada publicitária, mas ele exprime a
realidade do ser que o carrega e representa. Assim é o nome "páscoa".
O substantivo pesah/páscoa vem da raiz verbal psh que aparece três vezes nos relatos pascais (Ex 12.13,23,27;
ler também Is 31.5; 1 Rs 18.21,26). Assim, o verbo pasah passar por cima, saltar por cima é o significado que
prevalece nos usos deste termo pelos escritores e escritoras da Bíblia. O Prof. Luiz Roberto Alves assim definiu o
termo pesah/ páscoa:
"O verbo que dá base ao substantivo pesah tem o sentido de salto, movimento,
caminhada, travessia. Todas as palavras têm história e essa história corresponde às
ações dos homens e mulheres. Os hebreus juntaram à idéia do pesah vários
acontecimentos ligados à idéia de travessia" (Expositor Cristão, 2a. Quinzena, 1984,p. 12).
A origem da Páscoa
Falar de origem da Páscoa é entrar no campo das suposições, pois não há dados suficientes que ajudam a
esclarecer sobre essa celebração no período pré-mosaico. Todavia, os textos do Antigo Testamento fornecem
indicações que a Páscoa, em suas origens, foi um ritual ou cerimônia que incluía as seguintes características:
a) O ritual era realizado no seio da família ou clã; não tinha altares, santuários e sacerdotes ou qualquer influência
do culto oficial;
b) Era celebrado por pastores nômades ou seminômades;
c) O ato central desse ritual era o sacrifício de um jovem animal do rebanho de cabras ovelhas;
d) A cerimônia ocorria no fim da primavera e início do verão (mês de abril), numa noite de lua cheia;
e) O ritual da celebração pascal incluía as seguintes etapas:
- Retirava-se o sangue do animal,
- Ungia a entrada das cabanas com o sangue do animal,
- Assava a carne do animal,
- Com a carne assada, fazia um grande banquete para a família reunida,
- O banquete oferecido incluía a presença de pães ázimos ou asmos, ervas amargas nascidas no deserto,
- A celebração da Páscoa exigia dos participantes desse ritual as seguintes
posturas:
Ter uma atitude de marcha e pressa,
Usar vestimenta para viagem,
Ter as vestes amarradas na cintura,
Atar as sandálias nos pés,
Ter o cajado de pastor na mão.
f) Parece que o objetivo dessa cerimônia era pedir proteção divina, para a família e o seu rebanho de animais
menores contra o exterminador (no hebraico, maxehit - Ex 12.13, 23) ou saqueador, bando de destruição (1 Sm
13.17; 14.15; Pr 18.9). O exterminador maxehit pode ser qualquer tipo de agressor, desgraça, enfermidade, peste
ou acidente que poderia ocorrer com qualquer membro da família ou os seus animais.
g) Provavelmente, esse ritual foi celebrado por Abraão, Isaac e Jacó, pois eles eram pastores. A cada ano, na
primavera, quando o vento quente do deserto, anunciando o verão, atingia e queimava as parcas pastagens das
ovelhas, os pastores, suas famílias, bem como os seus rebanhos eram obrigados a buscar outros lugares para dar
de comer as suas ovelhas.
A Páscoa celebrada pelos israelitas: da sedentarização até o início da Monarquia (1200 - 1040 a.C.).
Evidentemente que o sistema de vida dos israelitas mudou substancialmente após a chegada a Canaã.
a) O povo israelita deixou de ser semi-nômade e deu início ao processo de sedentarização. Paulatinamente, o
povo foi se tornando agricultor, embora parte dele continuou na vida pastoril, especialmente, as clãs que
permaneceram vivendo nas localidades periféricas do território da terra de Israel.
b) Ao se fixar nas terras agrícolas, os israelitas aproximaram-se dos cananeus. Foi aí que o povo do êxodo
conheceu algumas festas relacionadas ao mundo agrícola. Entre essas instituições estão as festas agrícolas, como
Ázimos, Semanas e Colheitas.
c)Foi nesse período de difícil adaptação que se dá a integração da Festa dos Pães Ázimos e a Páscoa. As duas
celebrações ocorriam no mesmo período.
d) No período entre a chegada do povo israelita à Canaã e a sedentarização ocorreu uma profunda transformação
no significado da Páscoa.

 O conteúdo e a forma da cerimônia da primitiva da Páscoa já não respondem as condições de vida atuais
do povo israelita. Exigiam-se modificações.
 Apesar da Páscoa manter boa parte de seu antigo ritual, o povo israelita procurou encontrar outros motivos
para a celebração.
 A cerimônia continuou a ser celebrada em família, mas a Páscoa deixou de ser um ritual ligado à troca de
favores divinos, para tornar-se uma memória da ação de Deus, salvando o povo hebreu da escravidão.

e) O mais primitivo ritual da Páscoa encontra-se em Êxodo 12.21-28.


Estudo Bíblico: Ex 12.21-28
I. Instrução de Javé para Moisés e Aarão - v. 21-27a.
1. Introdução: Moisés convocou todos os anciãos de Israel e disse-lhes:
2. A instrução para a missão de Moisés e Aarão - v. 21b-27a.
2.1. Instruções para a Páscoa - v. 21b-22
Tirai,
Tomai um animal do rebanho segundo as vossas famílias e
Imolai a Páscoa.
Tomai alguns ramos de hissopo,
Molhai-o no sangue que estiver na bacia, e
Marcai a travessa da porta e
os seus marcos com o sangue que estiver na bacia;
Nenhum de vós saia da porta de casa até pela manhã
2 - Razão para celebrar a Páscoa - v. 23
e Javé passará para ferir os egípcios;
e quando Ele vir o sangue sobre a travessa,
e sobre os dois marcos,
Ele passará adiante dessa porta,
e Ele não permitirá que o exterminador entre em vossas casas para vos ferir.
3 - Ordem para a celebração da Páscoa - v. 24-25
Observareis esta determinação como um decreto para vós
e para vossos filhos, para sempre.
Quando tiverdes entrado na terra que Javé vós dará, como disse,
Observareis este rito.
4 - Explicação sobre a festa e o significado no nome ´páscoa` - v. 26-27a.
Quando vossos filhos vos perguntarem: "Que rito é este?"
Respondereis:
"É o sacrifício da Páscoa para Javé
que passou adiante das casas dos filho
Então o povo se ajoelhou
e se prostrou.
Foram-se os filhos de Israel
e fizeram isso, como Javé ordenara a Moisés e a Aarão,
assim fizeram.
Comentando:
A forma literária com a qual este ritual foi elaborado é perfeita.
Primeiro, o texto mostra Moisés convocando os anciãos do povo, a mando de Javé (conforme Ex 12.1), para
preparar a festa da Páscoa (v. 21b-22).
Segundo, Moisés instrui, com detalhes, os anciãos para preparar os elementos que comporiam o ritual (v.21b-22).
Terceiro, Moisés fornece as razões para aquele ritual, bem como o uso do sangue de uma ovelha e o hissopo
(planta aromática - Nm 19.6; Sl 51.9): o motivo da festa é afugentar o medo do vento exterminador que ameaça as
casas do povo hebreu (v. 23).
Quarto, a ordem para celebrar a Páscoa tem uma dimensão profética. A Páscoa vai além da contagem do tempo
humano, cronológico. A celebração não encerra um simples agradecimento, pela libertação da escravidão e a
concessão da terra para morar, criar a família e plantar para obter o alimento. A celebração possui a dimensão
profética da contínua presença salvadora de Deus junto ao seu povo. Jesus captou essa amplitude da celebração
quando disse: "Fazei isso em memória de mim... até que Ele venha" (1 Co 11.24b e 26b).
Quinto: os versos 26-27a providenciam a explicação do nome "Páscoa" para as gerações e gerações de salvos da
escravidão. Com isso, o texto bíblico quer mostrar que essa celebração da Páscoa possui uma novidade. Ela não é
mais dominada pelo medo do Faraó ou dos outros possíveis "exterminadores" que possam haver nos caminhos do
povo de Deus. A celebração da Páscoa, do povo liberto e instalado na terra de Canaã, passa a ser marcada pela
alegria e certeza da presença de Deus entre o povo liberto e salvo.
Sexto: os versos 27b-28 assinalam o cumprimento da ordem divina para celebrar a Páscoa.
Observações
(1) A prescrição sobre a celebração da Páscoa (Ex 12.21-28) é legitimada pelo editor do livro de Êxodo. Assim, o
cabeçalho deste capítulo (Ex 12.1) afirma que a prescrição da Páscoa (12.21-28) é autorizada por Javé. Eis a sua
lógica:
Javé comunica a Moisés e Aarão;
Moisés e Aarão ouvem as ordens de Javé;
Moisés e Aarão obedecem e comunicam aos anciãos de Israel.
(2) A celebração continuava a ser celebrada em família. A Bíblia ensina que a família constitui o fundamento para o
projeto de sociedade que Deus propõe para a humanidade.
(3) Foram mantidos vários elementos na celebração: ovelhas e ramos de hissopo (erva aromática). Evidentemente
que houve algumas modificações, em razão da nova situação de vida do povo, agora, vivendo em Canaã.
(4) Todavia, a antiga Páscoa foi "relida" e "re-significada". O antigo culto dos pastores semi-nômades possuía a
função de controlar as forças da natureza. Por exemplo, os povos anteriores aos hebreus acreditavam que
oferecendo em sacrifício o filho primogênito, poderia controlar a bênção e a ira divina. Como na cerimônia da
primitiva páscoa, os pastores acreditavam que poderiam amenizar a ira divina do "vento destruidor".
(5) Na verdade, o povo bíblico tomou antigos costumes dos povos vizinhos e os converteu em instrumentos de
preservação e ensino da fé. No caso da Páscoa, o povo bíblico tomou uma cerimônia pagã, que girava em torno de
uma magia, e a transformou em um sinal da presença salvadora de Javé. Em outras palavras, a nova celebração
da Páscoa mostra que a fé não é um dado doutrinário ou mágico, mas um gesto história de Javé.
IV - Da sedentarização do povo de Israel ao período monárquico.
Após os acontecimentos que envolveram a saída do Egito - a difícil caminhada pelos desertos, os muitos "sinais e
maravilhas" realizados por Javé e o cumprimento da promessa de "uma terra que mana leite e mel" - o povo bíblico
juntou à idéia da Páscoa aos acontecimentos acima descritos. A Páscoa dos nômades deixou de ser uma
cerimônia mágica que procurava afugentar o medo do "exterminador", que se supunha estava próximo, para se
tornar uma afirmação concreta da plena liberdade que Javé dá.
Foi nesse momento que o povo bíblico tomou consciência que a sua fé em Javé não era uma formalidade a
mais entre os povos do Antigo Oriente. Javé não é definido pelo seu ser, mas pela sua atuação na história: Ele
ouviu o grito angustiado dos/as escravos/as do Egito e providenciou os meios para a libertação deles (Ex 3-4);
A celebração da Páscoa, agora reformulada e "re-significada", passa afirmar que a fé bíblica é histórica, e que
tem seu fundamento nos acontecimentos salvíficos relatados nos livros de Êxodo, Números e Deuteronômio,
especialmente;
O outro ritual da Páscoa, relatado em Êxodo 12.1-14, provavelmente, representa a segunda forma litúrgica mais
primitiva, entre todas incluídas no Antigo Testamento. Ao tornar-se sedentário, o povo de Israel mudou
substancialmente seu sistema de vida:
de escravos tornaram-se livres;
de pastores tornaram-se agricultores;
de semi-nômades tornaram-se sedentários.
A história da salvação do Egito não é ensinada, nas casas e nos cultos, como uma doutrina, mas como um fato
histórico, isto é, um milagre de Deus ocorrido na história de seus pais;
A fé em Javé, através da celebração da Páscoa, tornou-se uma força transformadora;
do medo à coragem;
da magia a atos concretos da atuação de Javé;
da escravidão à liberdade.
O nome da festa, pesah saltar - o saltar do vento destruidor, demoníaco - passa significar, em conexão com a
história de libertação dos hebreus, passar por cima de, saltar para a liberdade;
O sacrifício de um cordeiro deixa de ser um simples sacrifício de sangue para se tornar uma memória dos atos
salvíficos de Javé. Por isso, a celebração da Páscoa passa a ser prescrita como "um Páscoa para Javé".
V - A Páscoa no período monárquico.
Há silêncio sobre a celebração da Páscoa, exceto o profeta do Reino do Norte Oséias que critica o povo pela
ausência da
celebração Os 12 ).
VI - Da celebração caseira para a cerimônia no Templo de Jerusalém.
O rei Josias (642-609 antes de Cristo) empreendeu uma ampla reforma no Reino de Judá (O Reino de Israel já
tinha sido destruído em 722 a.C.).
Por determinação do rei Josias, a Páscoa passou a ser celebrada, oficialmente, no Templo, em Jerusalém (Dt
16.1-8);
A reforma equipara a Páscoa a uma festa de peregrinação (ver a coleção "Salmos das Subidas" (Sl 120-134);
O gado maior (boi ) passa a ser admitido como vítima para o sacrifício;
Surgiu a permissão para cozer a vítima, em lugar de assá-la;
A memória do êxodo do Egito continuou sendo o motivo principal da celebração.
VII - A Páscoa no exílio babilônico (598-537 anos antes de Cristo)
Durante o exílio na Babilônia, o povo exilado desenvolveu a esperança de que Javé poderia libertar, de novo,
Israel. Este tema é muito abordado pelo profeta anônimo do exílio, cujas palavras foram editadas no livro de Isaías,
capítulos 40 a 55.
Desaparece a atividade cultual no Templo (destruído em 587 a.C.). Surge a Sinagoga e cresce a produção
literária;
Volta o sacrifício da rês menor (ovelhas e cabras);
A celebração volta para a família e o ritual de sangue volta a ter o sentido de símbolo da defesa contra o
"exterminador";
Percebe-se pequenas variações na celebração:
não jogar fora algumas partes do animal sacrificado;
não quebrar os ossos do animal sacrificado;
permissão para celebrar a Páscoa no 2o. mês para quem não pôde sacrificar no 1o. mês (Nm 9.1-14);
passou a ser permitida a participação de estrangeiros.
Começou aparecer uma distinção entre Páscoa e Ázimos, como celebrações distintas:
Festa dos Ázimos: nos dias 1 a 7 do primeiro mês do ano;
Festa da Páscoa: no dia 14 do mesmo mês.
VIII - Páscoa no período Grego
Os livros de 1 e 2 Crônicas e Esdras indicam que a Páscoa preservou alguma cerimônia para o Templo, mas a
refeição pascal foi mantida no templo;
O gado maior foi readmitido como parte da cerimônia;
A carne deve ser assada e não cozida;
O leigo executa o ritual de sangue (2 Cr 30.21; 35.11);
Páscoa e Ázimos voltam a integrarem-se;
O levita passa a ter um papel relevante na celebração;
A música passa a ser parte da celebração;
O copo de vinho passa a ser parte da cerimônia;
A Páscoa retornou ao Templo como parte do culto oficial, mas preservou-se a refeição para o ambiente familiar.
Resumindo
A Páscoa pré-mosaica é marcada pelo medo do exterminador maxehit. O ritual tinha algo de "magia" para
afugentar os males. É bom lembrar que, nessa época, o povo sacrificava os primogênitos recém-nascidos para
ganhar favores divinos (conforme Gn 22);
O povo bíblico tomou todos os costumes e práticas pagãs e os passou pelo crivo da fé javista. Tanto no sacrifício
dos primogênitos (Gn 22), como no ritual da Páscoa, o povo bíblico converteu tais cerimônias às práticas e
confissões de fé javistas. Em ambas situações, o medo prendia as pessoas e forçava-as a praticarem cerimônias
inúteis e criminosas. Foi Javé quem abriu os olhos do povo bíblico. Este se tornou um missionário entre as nações
para anunciar as boas novas: "Não temais! Eis que vos trago uma boa nova que será para todo o povo" (Lc 2.10).
A Páscoa anuncia o fim do medo e, conseqüentemente, a confirmação da confiança em Deus.
A celebração da Páscoa não é uma cerimônia de nostalgia do passado; não é uma festa da saudade onde heróis e
heroínas são lembrados/as por seus atos de valentia; também não é um ritual que procura romantizar o passado,
lembrando e homenageando certas figuras da história.
Na Bíblia, dois verbos sobressaem-se: "lembrar" e "esquecer". Quando a Bíblia apela para que o povo lembre dos
grandes atos de Javé (conforme Ex 13.3), ela está procurando construir o futuro da nação. A memória dos grandes
atos salvíficos de Deus mobiliza a fé da sociedade e fortalece o povo para esperar as boas novas do Reino de
Deus. Esquecer o que Deus fez e faz significa a tragédia da humanidade.
Celebrar a Páscoa é resgatar os atos salvíficos de Deus no passado, acreditando que Ele possa fazer o mesmo,
entre nós, no dia de hoje. A memória do passado salvífico - seja da libertação no Egito, seja da vida e obra de
Jesus Cristo - restaura as forças dos/as crentes celebrantes para o testemunho.
Na verdade, a memória carrega o sentido de redenção, seja dos atos salvíficos de Deus, através da história, bem
como a redenção das causas justas do passado. Assim, a memória resgata tanto a vida e obra de Jesus como a
luta dos pobres pela dignidade de viver. Pela memória, redimimos o desejo e a luta deles. Assim, se esquecermos
os desafios do povo de Deus no Antigo Testamento, os ensinos de Jesus Cristo ou os anseios justos do povo fiel,
pomos a perder o sentido desses projetos. A intenção da celebração da Páscoa afirmar que cada geração de
celebrante tem o dever de pôr em prática os verdadeiros e justos projetos das gerações do passado.

xodo 12:1 a 14

Nesta semana muitos cristãos de todo o mundo estão se preparando para celebrar mais uma festa da
Páscoa. Em Levítico, capítulo 23, o Senhor fala a Moisés sobre as festas solenes, as santas
convocações, e no versículo 5 Ele fala da Festa da Páscoa.

A Páscoa sobre a qual vamos aprender hoje não é aquela que os supermercados, as lojas e a televisão
estão anunciando. Não é uma Páscoa de coelho, nem de ovo de chocolate. Essa é a Páscoa que o
mundo inventou que não tem relação nenhuma com a Páscoa revelada na Bíblia. Vamos conhecer a
verdadeira Páscoa, aquela que nos foi dada pelo Senhor. Você verá que ela é muito mais emocionante e
maravilhosa e que não custa dinheiro, mas, tem poder para mudar a nossa vida de maneira radical.
Vamos então mergulhar no que a Bíblia diz?

A celebração da Páscoa tem como significado lembrar e transmitir ao mundo e geração presente os
feitos e o caráter libertador do nosso Deus.

Assim como no velho testamento a Páscoa representa o momento que Deus levanta Moisés para libertar
Israel do jugo do Egito, aspergindo o sangue do sacrifício de cordeiros sem mácula e sem rugas sobre os
umbrais das portas das famílias de Seu povo, protegendo-as e livrando-as da morte, no novo testamento
o mesmo Deus de misericórdia, na Páscoa, entrega seu filho Jesus Cristo como O Cordeiro Santo sem
pecados, sem máculas, para morrer na cruz do calvário e derramar pelo Seu povo e gerações futuras, o
sangue que da mesma forma protege e livra da morte.

A Bíblia nos mostra no livro de Êxodo que o povo de Israel estava já há centenas de anos sob a
escravidão de faraó no Egito. Os escravos hebreus padeciam debaixo de um jugo de trabalhos forçados,
construindo ídolos egípcios (esfinges) e pirâmides (túmulos aos faraós).

Enquanto sofriam, clamavam ao seu Deus, e Ele compadecendo-se da aflição do Seu povo, enviou um
libertador: Moisés. Moisés não poderia libertar mais de um milhão de pessoas com sua própria força,
mas o poder de Deus estava com ele.

Por resistir Faraó a todas as petições de Moisés para que o povo fosse livre, Deus enviou nove pragas
que afligiram duramente o povo do Egito, porém ainda assim Faraó resistia a Moisés e ao Deus de
Israel. Veio então a décima praga, que seria a morte de todo o primogênito na terra do Egito. Nesta
última praga Deus daria o que seria o sinal da libertação definitiva dos israelitas.

Deus deu então estratégias a Moisés e a Arão (líder do povo) para que celebrassem a Páscoa (a
preparação para a libertação definitiva). A Páscoa representa libertação espiritual (o povo seria livre
dos falsos deuses do Egito), emocional (o povo seria tratado dignamente e livre dos flagelos da
escravidão) e física (o povo seria livre para possuir a sua própria terra).

O sentido prático disto é que o mesmo Deus que acompanhava Moisés está aqui hoje para fazer o
mesmo com cada um de nós (nos libertar de enganos espirituais, curar-nos emocionalmente, e nos fazer
prósperos e possuidores de nossa própria terra) nos livrar das dívidas, do aluguel, etc…

A celebração da Páscoa consistia em tomar um cordeiro sem defeito para cada família do povo, imolá-lo,
assá-lo, deixando seu sangue á parte para aspergi-lo sobre as ombreiras e sobre as vergas da porta de
cada casa dos hebreus, para que o anjo da morte não tocasse nos primogênitos do povo de Israel que
estavam na terra do Egito.

Também o cordeiro deveria ser compartilhado com os vizinhos e servido com pães asmos (sem
fermento) e ervas amargas. Todos deveriam celebrar a Páscoa à noite e estar vestidos (vs. 11), calçados
e com cajado na mão, pois pela manhã estariam livres para partir. (Quando chega o dia da nossa
libertação, nenhum minuto a mais Deus nos deixa preso, Ele tem na verdade, pressa de nos libertar e
nós precisamos saber disso e crer).

Quantos ali no meio daquela multidão já pensavam que morreriam no cativeiro? Quantos hoje aqui
acham que seu problema não tem solução, que não há uma saída? Pois saiba que o Libertador de
Israel está vivo, Ele está aqui, e vai libertá-lo de tudo o que o oprime. (Seu nome é Jesus Cristo, o
Filho do Deus Vivo).

Esta passagem em Êxodo aconteceu com Moisés e com o povo naquele tempo, e continua a acontecer
até hoje, pois estes fatos históricos falavam profeticamente (previamente) das coisas que aconteceriam
em nossos dias. Nesta história cada elemento possui o seu significado espiritual e nós veremos agora
um a um:

1. O Egito: Corresponde hoje ao nosso passado de pecado e sofrimento longe de Deus


2. Faraó: Corresponde hoje ao maligno, nosso inimigo espiritual que tenta aprisionar os filhos de
Deus no pecado.
3. Israel: O povo santo que ama e obedece a Deus hoje.
4. Moisés, o libertador de Israel: corresponde a Jesus, o libertador do povo de Deus, hoje.
5. O cordeiro compartilhado nas casas: A Palavra (O verbo, Jesus) que estamos compartilhando
hoje nas células.
6. As famílias: As células que se reúnem para se alimentar da Palavra.
7. O sangue do cordeiro sobre a porta: Representa o poder do sangue derramado por Jesus na
cruz para a remissão de nossos pecados e para nossa libertação e proteção contra o destruidor (satanás
que hoje mata, rouba e destrói) levando para longe de Deus.
8. Os pães asmos (sem fermento): representa a remoção do pecado de nossas vidas, de nossas
casas, para que não sejamos mais escravizados por ele. (O fermento na Bíblia representa o pecado).
9. Ervas amargas: representam a lembrança do sofrimento do qual Deus libertou Seu povo, das
amarguras sofridas no tempo da escravidão. É lembrar que devemos nutrir a gratidão e a santidade.
10. Lombos cingidos: o revestimento que obtemos pela prática da justiça. (Efésios 6 fala da couraça
da justiça). A vida protegida pela prática da Palavra de Deus, ter cobertura.
11. Sandálias nos pés: O exercício da liberdade, do poder de ir e anunciar a salvação (Efésios 6
também fala dos calçados da preparação do evangelho da paz). (Lembrar que os calçados nos permitem
irmos sem sujarmos ou ferirmos nossos pés). Ir resgatar os perdidos sem se contaminar, pisar as forças
das trevas sem ser feridos. Ter ministério, ser ministro, ser enviado.
12. Cajado na mão: A presença, a direção e a autoridade do Espírito Santo sobre aqueles que andam
com Deus em tudo que empreendemos, não estamos sós, mas o Espírito Santo está ao nosso lado para
nos dirigir, consolar, fortalecer. (Salmo 23)
13. A Páscoa: A libertação espiritual do povo de Deus das trevas e sua transposição para o Reino de
Deus, como está escrito: “Ele (Jesus) nos libertou do império das trevas e nos transportou para o Reino
do Filho do Seu amor”.

Na Páscoa celebraremos perpetuamente, a aliança de sangue que Deus fez conosco, o seu povo
escolhido, para nos libertar definitivamente da escravidão!

No próximo sábado dia 30 e domingo 31, celebraremos nestes cultos esta grande festa (PÁSCOA) em
seu verdadeiro sentido e significado bíblico. Convide amigos e familiares, pois será um momento de
salvação e de libertação da cegueira e dos enganos, que este mundo que jaz no maligno, imprime na
vida do ser humano! Deus abençoe a todos com salvação e libertação!

O que é a Páscoa?
Contexto histórico:
O ambiente em que estavam inseridos os israelitas no Egito era de perfeita
profanação ao Senhor Deus. Os egípcios eram idolatras, politeístas e adoravam
criações deixando de lado o que é mais importante, que é o criador. Toda
espécie de animal, principalmente os gatos era considerado deuses para os
egípcios. Além da idolatria dos egípcios, os israelitas foram forçados a fazerem
trabalhos escravos na mão de faraó. Até a época de José no Egito, os israelitas
eram tratados bem em terra estrangeira, mas com a morte de José governador
do Egito e com a sucessão de novos faraós, a história de José foi esquecida. O
povo que foi para o Egito com apenas 70 pessoas de uma única família cresceu
bastante a ponto de amedrontar faraó.
Aqui começa a opressão do povo com trabalhos escravos, o gemido do povo
chega até Deus, Deus ouve o clamor dos que clamam por justiça. O Senhor vê e
se compadece com a situação em que se encontram este povo, povo que logo
será chamada de povo de Deus. Deus não estava longe para que não visse
essas coisas, pelo contrário, ele permitiu que isso acontecesse e preparou um
homem dentre o povo para libertar os oprimidos das mãos de faraó.
 Moises: Este homem foi treinado por Deus durantes seus quarenta anos. O
restante de sua vida passou com o povo peregrinando no deserto,
confeccionando a tenda do encontro (tabernáculo), ensinando seus
compatriotas, intercedendo por eles, recebendo a lei de Deus, selando
aliança entre muitas outras coisas…
No dia em que Deus decidiu punir os egípcios e seus deuses com as dez
pragas, não sobrou nada para aqueles que achavam que isso seria impossível.
A última praga mortal, foi a morte de todo primogênito egípcio. O sangue do
cordeiro pascal que foi selado e aspergido nos batentes das portas, protegeram
o povo contra o exterminador.
Aqui começa nossa saga para compreender essa festa tão importante para os
judeus e cristãos.

No dia em que os israelitas saíram do Egito


(Êxodo 12:37), eles saíram apressados. O povo
saiu durante a noite, depois que o exterminador
passou por toda a terra do Egito.
Deus instruiu Moises e Arão a comemorarem essa festa como um memorial
eterno (Êxodo 12:14), todas as próximas gerações deveriam participar e
consagrar a Deus a libertação do seu povo do Egito.

Ritual da festa:
Deus alertou Moisés dizendo que todos deveriam comemorar a festa de Pascoa
no décimo quarto dia daquele mês (mês que seria a primavera), (o primeiro mês
do ano: abib – antes do exílio ou nisân – depois do exílio babilônico), no
décimo dia pegariam o cordeiro e preparariam até o décimo quarto dia, na noite
deste dia imolariam o cordeiro e comeriam com suas famílias. Essa festa
deveria ser comemorada com todos os familiares, quem tivesse uma pequena
família deveria se juntar com a do vizinho e consagrar a Deus como memorial a
libertação da escravidão do Egito. Isso se tornou tradição para os judeus e
passado de geração a geração até os dias de Cristo na terra. Nos trinta e três
anos de vida de Jesus, ele comemorou essa festa em honra ao Senhor do
mesmo modo que seus antepassados.

O que comemos na Páscoa:


Na festa da Páscoa há uma observância na alimentação. Primeiramente por
sete dias é retirado das casas o “fermento”. Este é um mandamento retratado
em Êxodo 12:15. Nenhuma massa será feita com fermento, pois ele simboliza
distorção e pecado. A farinha com fermento e água torna o pão levedado e isso
deve ser levado em conta de forma literal. O pão ázimo (matzá) utilizado na ceia
é o sem fermento, o pão que dá forma naturalmente. O cordeiro é preparado
com quatro dias de antecedência e somente no dia 14 de nisã ele é queimado
por inteiro. Com certeza e com clareza essa é a mais pura referência do cordeiro
de Deus que tinha o pecado do mundo, dita por João Batista (João 1:23). Há
nas comemorações a ingestão de ervas amargas. Estas ervas representam a
situação deplorável de Israel escravos no Egito.

Vamos aos significados de cada alimento:


 Matzá: é um pão sem fermento. Na tradição hebraica, os judeus, quando
foram autorizados a saírem do Egito, não conseguiram esperar o pão
fermentar (naturalmente) e, por isso, ele é feito de uma massa bem fina;
 Vinho: é um vinho especial para Pessach (Páscoa) e que também não é
fermentado. São servidas quatro taças de vinho durante o Sêder (jantar);
 Zeroá: é pedaço de osso com carne que foi tostado e simboliza o sacrifício;
 Maror: é uma raiz amarga que simboliza a amargura do tempo da escravidão.
A alface (chazeret) também é utilizada para simbolizar essa amargura;
 Charósset: é uma pasta que mistura maça, uva e nozes (pode ter também
tâmaras, canela e vinho). Simboliza a argamassa que era usada pelos judeus
para fazer tijolos;
 Água salgada: simboliza as lágrimas e o suor derramado pelos judeus
durante a escravidão. É usada para o consumo de batatas cozidas;
No Sêder (jantar) de Páscoa, Jesus e seus discípulos se alimentavam (Mateus
26:20), todos estes elementos acima descritos fazem parte da refeição, pois
Cristo celebra seu último jantar de Páscoa (Mateus 26:17-29).Todos os
elementos acima representavam algo do futuro, e no tempo de Cristo se
concretizou. Jesus dá um novo rito em seu Memorial Eterno compartilhando o
pão ázimo e o vinho, simbolizando seu corpo (pão sem fermento) e o vinho
(sem fermento) simbolizando seu sangue.

Entendendo os paralelos:
Surpreendentemente, Êxodo explica por que Jesus entrou em Jerusalém no
domingo. No capítulo 12 de Êxodo, Deus instruiu que o cordeiro que seria morto
na véspera do Êxodo fosse separado quatro dias antes. Isso significa que no dia
10 de nisã, o cordeiro da Páscoa era escolhido, separado e os preparativos
começavam: No décimo dia deste mês todo homem deverá separar um
cordeiro… um para cada casa (Êxodo 12:3). A preparação começa: Por essa
mesma razão, Jesus teve que entrar em Jerusalém no dia 10 de nisã (Mateus
21). Jesus foi crucificado no décimo quarto dia do mês. Quatro dias antes disso,
no domingo, no décimo dia do mês, ele entrou em Jerusalém e começaram os
preparativos para o Seu sacrifício, para se tornar o Cordeiro da Páscoa no dia
14 de nisã: Guardem-no até o décimo quarto dia do mês… Assim, Jesus entrou
em Jerusalém no mesmo dia em que o cordeiro perfeito deveria ser selecionado
e separado. Os relatos dos evangelhos correspondem perfeitamente ao cenário
estabelecido por Deus durante o tempo do Êxodo.

Significado da festa:
A Pascoa torna o significado da libertação dada por Deus ao seu povo. Toda a
narrativa do Êxodo se desenvolve com a ideia central da libertação de um povo
escravo pelo inimigo, até que Deus desce a terra para libertar da opressão
desse inimigo, o mal aqui é personificado na pessoa de faraó. Nos tempos de
Jesus Cristo homem na terra, o simbolismo da festa começa a ter forma. Se
para os judeus nativos a ideia da libertação era do Egito opressor, para os novos
seguidores de Jesus, judeus e os intitulados “gentios”, torna-se outro significado
mais completo. A morte e ressureição de Cristo, a passagem da morte para a
vida. Este é o significado de Pessah (Pascoa). Isso não tira o verdadeiro
significado da Pascoa bíblica dos tempos de Moisés, pelo contrário, ela se
mostra ter o significado completo dessa consagração a Deus, agora na vida e
ressurreição de Cristo.
Na última ceia de Jesus Cristo junto aos seus discípulos, eles comemoram a
festa judaica de Pascoa e se instaura um novo rito sacramental: A Santa Ceia.
As ações de graças dos judeus dadas a mesa, distribuindo o pão sem fermento
(matzá) e o vinho aos discípulos é o mesmo praticado á séculos. Na Santa Ceia
com Cristo, toma outro significado com o pão sem fermento significando o corpo
de Jesus Cristo e o vinho representando o seu sangue, que é a renovação da
Aliança dada por Deus para remissão dos pecados.
Compreendendo o significado do “corpo e
sangue” de Jesus:
Como no Sinai (Êxodo 24:4-8) Moisés sela com o povo a aliança com Deus
aspergindo o sangue dos touros, este rito perdoa os pecados do povo e torna o
povo hebreu (israelita ou judeu), puros, sem pecados. Assim da mesma forma
acontece com Jesus sobre a cruz, o sangue da vítima perfeita, Jesus, selaria a
“renovação da Aliança” entre Deus e os homens (cf. Lucas 22:20), a qual os
profetas tinham anunciado (Jeremias 31:31). Jesus atribui a si a missão de
redenção universal que Isaías havia atribuído ao “Servo Sofredor” (Isaías 42:6;
49:6; 53:12 + cf. Hebreus 8:8; 9:15; 12:24). A ideia da renovação da aliança está
presente também em Paulo, não só em 1 Coríntios 11:25, mas em diversos
outros contextos que mostram a grande importância dessa festa de Pascoa.

Como deve ser comemorar a


Páscoa:
A Bíblia sempre foi o manual e direção para os judeus e os primeiros cristão,
pois é nela que devemos ser norteados. Se é nela em que temos como princípio
ser guiados, então temos que usá-la para obtermos o conhecimento necessário
e não sermos enganados. Durante a história do cristianismo em seu nascimento
em Jerusalém, os primeiros cristãos eram judeus. Eles seguiam fielmente o que
diz as Escrituras Sagradas e recebera do mestre Jesus o ensino completo, coisa
que os fariseus e mestres da lei no tempo de Jesus ainda estavam enraizados
em tradições de homens. Jesus não ensinou algo diferente do que as Escrituras
do antigo Testamento ensinara, ele deu sentido completo a ela, um exemplo
disso está na carta de Paulo aos Colossenses. Antes de iniciarmos a questão,
quero deixar claro que NÃO EXISTE à Páscoa judaica ou à cristã, ambas tem o
mesmo sentido, a diferenças está nas crenças das duas partes.
 Judeus não crentes em Jesus, tem o simbolismo e significado da Páscoa no
tempo de Moisés, com a libertação do Egito. Além do mais, é uma festa em
comemoração de libertação de seu povo por Deus.
 Cristãos rememoram a passagem do Êxodo, mas contemplam um
significado muito maior, que é a vinda do Messias, sua missão de redenção e
ressurreição.
Voltamos agora no entendimento sobre os judeus e gregos que viviam em
Colosso. A carta aos Colossenses é endereçada por Paulo contra as práticas
gregas do gnosticismo. Uma clara observância ao lermos a carta no capítulo
dois, temos o relato de Paulo incentivando os fiéis crentes em Jesus a
manterem suas práticas alimentares descritas em Levítico sobre alimentos puros
e impuros, observância das festas bíblicas descritas na Torá e os sábados, pois
essas coisas foram criadas com o propósito de anunciar Cristo, pois era sombra
daquilo viria, ou seja, uma projeção do futuro na vinda do Messias. Paulo
incentiva os fiéis a continuarem suas práticas baseadas nas Escrituras e não
permitir que filosofias e doutrinas humanas venham a cegar as vistas dos
crentes. Com o passar do tempo, o paganismo se misturou ao cristianismo e
deu lugar ao sincretismo. Infelizmente a imagem da Páscoa foi deturpada por
tradições de homens, que preferiram romper com os judeus suas tradições e
criaram suas próprias. O dia da Páscoa mudou do dia 14 de nisã para o primeiro
domingo depois da primeira lua cheia que ocorresse após o equinócio da
primavera, por Constantino no concílio de Nicéia em 325 d.C. Só depois que o
Cristianismo que antes era considerada seita virou império, é que mudaram a
data da celebração e mudou o que já estava prescrito nas Escrituras Sagradas.
O paganismo:
Outro fator que se infiltrou no cristianismo foi o paganismo. Misturar práticas
consideradas por Deus como abomináveis é um grande pecado. Se já não
bastasse Israel antes do exílio babilônico ser considerado por Deus como uma
“prostituta” por seus profetas, vemos a igreja caminhando por este caminho até
o século 16, antes da reforma por Lutero. Até os dias atuais temos com base
nas tradições de homens esses costumes considerados pagãos sendo
praticados, incentivados e compartilhado. Um exemplo disso é a comemoração
com ovos de chocolate. Isso não representa nada a raiz da festividade de
Páscoa e só traz distanciamento do seu real significado. O Senhor da festa é
esquecido e dado lugar a deusa da fertilidade. Isso foi muito comum no mundo
antigo e com o passar dos anos, com as explorações territoriais de vários povos,
os romanos transliteraram o nome da deusa “Ishtar” (mesopotâmica) em Easter.
Se fizer uma busca simples na internet por “easter” verá que aparecerá ovos de
Páscoa. Os europeus mantiveram suas raízes pagãs e mudaram o nome da
festa e isso foi levado a várias culturas pelo mundo, infelizmente, vivemos hoje
o que foi criado por mãos humanas, tendo nos distanciado do verdadeiro
Evangelho.

O que devemos fazer como


cristãos:
Primeiramente ler a Bíblia. Temos que parar de dar desculpas a prática da
leitura e buscarmos aprendermos mais. Sei que as traduções muitas vezes não
ajudam a ter o real sentido das palavras como no original. Sabemos disso, pois
é difícil traduzir algo que foi escrito por condições diferentes da nossa. Hoje
buscamos um conhecimento por qualquer área em nossa vida, seja nas redes
sociais ou plataformas de vídeos, temos que buscar esse conhecimento das
Escrituras nessas plataformas. Quero deixar três dicas importantes:
1. Antes de ler a Bíblia, ORE. Ore em pensamento, ninguém precisa saber que
você está orando. Simplesmente ORE. Orar significa conversar com Deus,
isso pode ser feito em forma de pedido, exemplo: “Senhor Deus, não sei
como começar a ler ou ate mesmo orar, mas venho neste momento te pedir
ajuda. Me ensine a aprender a ler e entender o que quer dizer estas palavras
da Bíblia. Me ajude no entendimento e me faça viver isso todos os dias de
minha vida. Peço em nome de Jesus, amém;
2. Prepare um tempo em seu dia para ler. Ler em família é muito abençoador!
Compartilhar a leitura em voz alta com outros participantes é fundamental
para o aprendizado, mas não se esqueça da dica 1 acima;
3. Ouça. Vá a igreja, se reúna com outras pessoas que vivem no ambiente onde
se prega Cristo. Muito comum no dias de hoje, são as Lives das igrejas,
rabinos e pastores compartilhando o Evangelho. Ouça Podcasts, veja vídeos
de pregações e etc…
Se não conseguir atingir os objetivos de aprendizado e viver esse ensino em sua
vida, fale conosco. Nosso objetivo é ajudar. Dê esse primeiro passo, que o
Senhor fará o restante.
Há qualquer momento você pode escrever para nós, contato@white-albatross-
210790.hostingersite.com – Use o facebook ou nosso site.
Espero ter ajudado no esclarecimento sobre a Páscoa, que em um futuro
próximo, possamos estar juntos e unidos em uma única causa, que a religião
não seja a barreira entre nós e Deus.
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Fernando Rabello
 Fernando Rabello
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