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Capa Cartilha 2 Ed

1) O documento discute a violência contra as mulheres e como combater esse problema. 2) A Lei Maria da Penha foi criada em 2006 para proteger as mulheres de violência doméstica. 3) A violência contra as mulheres é qualquer ato que cause sofrimento físico, sexual ou psicológico e é uma violação dos direitos humanos.

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justino filho
Direitos autorais
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Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Capa Cartilha 2 Ed

1) O documento discute a violência contra as mulheres e como combater esse problema. 2) A Lei Maria da Penha foi criada em 2006 para proteger as mulheres de violência doméstica. 3) A violência contra as mulheres é qualquer ato que cause sofrimento físico, sexual ou psicológico e é uma violação dos direitos humanos.

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APRESENTAÇÃO

Luciano Cartaxo Pires de Sá


Prefeito de João Pessoa
A violência contra a mulher é uma violação aos direitos huma-
nos que atinge mulheres do mundo inteiro. Muitas vezes este tipo de
Manoel Júnior violência fica mascarada no limite da percepção da própria mulher,
Vice-Prefeito ou de terceiros, que não identificam atitudes praticadas por pessoas
conhecidas ou desconhecidas como uma agressão.
Adriana Gonsalves Urquiza de Sá A luta pela erradicação desta violência está no centro de atuação
Secretária de Políticas Públicas Para Mulheres da Secretaria de Mulheres e da Prefeitura Municipal de João Pessoa,
como parte da luta para construir igualdade em nossa sociedade.
Maria das Graças Farias Compreendemos que ela só triunfará completamente quando conse-
Chefe de Gabinete guirmos, ao mesmo tempo, transformar todas as relações e estrutu-
ras que geram desigualdade, opressão e discriminação.
Ana Paula Brito Nunes Portanto esta cartilha, de forma simples e lúdica, reúne elementos
Coordenadora de Educação Inclusiva e conteúdos para uma compreensão geral sobre o que é a violência
contra as mulheres e como enfrentá-la. Ela é base para apoiar as
Liliane de Oliveira discussões em salas de aulas das escolas do município, potencia-
Coordenadora de Enfrentamento à Violência lizando-as para que se multipliquem, a fim de que cada vez mais,
meninas e mulheres, discutam e estejam preparadas para combater
Sandra Monteiro o machismo e a violência em seu cotidiano.
Coordenadora de Saúde Sexual e Reprodutiva
Com isso, nossa intenção é divulgar a lei Maria da Penha, mas
também contribuir para a multiplicação da informação e divulgação
Regina Bonfá
dos serviços prestados pelo município no tocante ao enfrentamento
Coordenadora de Trabalho e Enfrentamento à Pobreza
desta violência. Queremos que esta cartilha esteja em muitas mãos,
Themis Gondim em diferentes cantos da cidade, educando as/os adolescentes para
Coordenadora do Centro de Referência Ednalva Bezerra uma sociedade livre de violências, opressões e explorações.

Elaboração: Uma vida sem violência é um direito de todos e de todas nós!


Ana Paula Brito Nunes
Uma excelente leitura para vocês!!!
Ilustrações:
Mayara Tavares e Joana Gaviraghi Brustolin
Adriana Gonsalves Urquiza de Sá
Secretária de Políticas Públicas para Mulheres
Diagramação:
Ceiça Rocha
SUMÁRIO
Violência contra as Mulheres.......................................................... 07
Como surgiu a Lei Maria da Penha.................................................. 08
O que é a Violência contra a Mulher............................................ 09

Tipos de Violências................................................................................ 10
- Violência Física................................................................................ 10
- Violência Psicológica......................................................................... 10
- Violência Moral................................................................................... 11
- Violência Sexual................................................................................ 11
- Violência Patrimonial.......................................................................... 11

O Fenômeno da Violência contra as Mulheres.............................. 12

Ciclo da Violência................................................................................. 13
- Fase 01 – Tensão.............................................................................. 13
- Fase 02 – Explosão.......................................................................... 13
- Fase 03 – Lua de Mel........................................................................ 13

Dez mitos sobre a Violência doméstica........................................ 14


Por que muitas mulheres sofrem caladas?.................................. 16
A violência contra a mulher deixará de existir quando:............. 17
Mulher, você tem direitos! Tome posse deles!.......................... 18
Centro de Referência Ednalva Bezerra........................................ 19
Ronda Maria da Penha......................................................................... 20
Conselho Municipal dos Direitos da Mulher.................................. 21
A violência contra mulher é crime. Denuncie! Ligue 180 ............. 22
Passatempos......................................................................................... 23

Rede de Enfrentamento..................................................................... 29
Serviços especializados de atendimento às mulheres em situa-
ção de violência................................................................................... 29
Serviços não especializados de atendimento às mulheres em si-
tuação de violência.............................................................................. 30
Olá, garotada. Eu sou
a Júlia, e estou aqui
para falar com vocês
sobre um assunto
muito triste e gra-
ve, que infelizmente
acontece com muitas
mulheres nas nossas
cidades e país.

VIOLeNCIA CONTRA
AS MULHERES!!!

E por que é tão importante a gente conversar so-


bre esse tema com as crianças e adolescentes nas
escolas?
Porque em uma casa que vivencia essa situação,
não só a vítima sofre, toda a família é prejudicada,
especialmente os filhos que presenciam as cenas de
violência. Por isso, queremos construir, a cada dia,
uma cidade livre deste mal, para que meninos e meni-
nas respeitem e cuidem uns dos outros, para que no
futuro, possamos viver em um mundo de igualdade e
amor entre homens e mulheres.

6 7
MARIA DA PENHA VAI ÀS ESCOLAS MARIA DA PENHA VAI ÀS ESCOLAS
E COMO SURGIU A E O QUE É A VIOLÊNCIA
LEI MARIA DA PENHA? CONTRA A MULHER?
A lei 11.340, também co- Na definição da Conven- lheres constitui-se em uma
nhecida como Lei Maria da Essa Lei tem como ção de Belém do Pará (Con- das principais formas de
Penha, foi criada em 2006 e objetivo principal, venção Interamericana violação dos direitos huma-
recebeu este nome em refe- proteger, assegurar para Prevenir, Punir e Er- nos, atingindo-as em seus
rência a uma mulher chama- e dar garantia aos radicar a Violência Contra a direitos à vida, à saúde e à
da MARIA DA PENHA Maia direitos das mulhe- Mulher, de 1994), a violên- integridade física.
Fernandes, que, por muitos res, vítimas de qual- cia contra a mulher é “qual- A violência atinge mu-
anos, sofreu vários tipos de quer tipo de violên- quer ato ou conduta base- lheres e homens de formas
violência de seu marido. cia no meio familiar. ada no gênero, que cause distintas. Grande parte das
Por duas vezes, ele tentou morte, dano ou sofrimento violências cometidas con-
assassiná-la, até que as con- físico, sexual ou psicológico tra as mulheres é praticada
sequências desses atos a dei- à mulher, tanto na esfera no âmbito privado, em suas
xaram numa cadeira de rodas, pública como na esfera pri- casas, enquanto que as que
paraplégica. vada”. atingem homens ocorrem,
Esse caso teve repercus- A violência contra mu- em sua maioria, nas ruas.

?
são internacional, mas não
era o único que acontecia no
Brasil. Diariamente, mulheres
sofriam diversas formas de
VOCÊ SABIA
violência, então a lei foi ins-
tituída para impedir que os A definição de
homens assassinassem ou ba- violência contra a
tessem em suas companhei- mulher, que consta
ras, mulheres ou namoradas. na Lei Maria da
Penha, foi baseada
nessa Convenção.

8 9
MARIA DA PENHA VAI ÀS ESCOLAS MARIA DA PENHA VAI ÀS ESCOLAS
AGORA EXPLICA AQUI PARA A GENTE,
VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER VIOLÊNCIA MORAL
É SÓ VIOLÊNCIA FÍSICA?
A Violência Moral
acontece quando se ataca
NÃO
Além da violência física, existem
a reputação da mulher
outros tipos de violência.
SÓ.
com a intenção de humi-
Vou te explicar uma a uma: lhá-la ou diminuí-la.

VIOLÊNCIA FÍSICA
VIOLÊNCIA SEXUAL
A Violência física ocorre
quando a mulher é agredida A Violência Sexual é
por meio da força física ou cometida por atos, ou ten-
algum tipo de objeto que a tativas de relação sexual,
provoque lesões, como socos, ou qualquer intimidade
empurrões, chutes, mordidas, física, sem o consentimen-
cortes ou queimaduras. to da mulher.

N C I A P S I C O L Ó G ICA VIOLÊNCIA PATRIMONIA


L
VIOLÊ
A Violência Psicológica é Já a violência patrimonial
tudo que causa dano emo- acontece quando se tenta
cional, como xingamentos, controlar o dinheiro da mu-
humilhações, chantagens e lher, contra a sua vontade,
perseguições. ou quando retiram seus obje-
tos pessoais ou de trabalho.

10 11
MARIA DA PENHA VAI ÀS ESCOLAS MARIA DA PENHA VAI ÀS ESCOLAS
SITUANDO O FENÔMENO DA CICLO DA VIOLÊNCIA
VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES
A violência doméstica e
Quando nós ficamos saben- Depois de muita luta por di- familiar contra a mulher ge- ção;
comunica
do que alguma mulher, próxima reitos, a violência contra mu- ralmente acontece de forma • Falha na brigas;
e d o d e causar
cíclica. O ciclo da violência • M es;
ou não de nosso convívio, “apa- lher se tornou um problema de is c u s s ã o , empurrõ
se divide em três fases, com •D vitar
nhou” do seu marido ou namo- saúde pública, e passou a ser r tenta e
• A mulhe o
rado, o primeiro sentimento vista de outros ângulos. características diferentes. A os, ficand
os conflit d a e com
ilustração abaixo mostra al- a , r e s erva
que temos é de raiva ou repro- Não podemos fechar os ca la d
vação. olhos, ao contrário, preci- gumas delas. medo.
Mas o que acontece na re- samos fazer com que esta
alidade é que muitas pessoas situação seja evidenciada
que presenciam essa violên- e combatida todos os dias,
cia ficam em silêncio, por ain- com ações de conscientiza-
da acreditar que “em briga de ção e divulgação dos servi-
marido e mulher não se mete a ços de atendimento à mu-
colher”. lher.

• Explosões de violência;
é amoro-
• O agressor • Perda do controle por
lpas;
so, pede descu parte do agressor;
mudar e
• Ele promete • Espancamento grave;
mesmos
não cometer os • Mulher pode chamar
cia;
atos de violên a polícia, sair de casa,
entendi-
• Ocorre novo procurar abrigo, etc.
casal.
mento entre o

12 13
MARIA DA PENHA VAI ÀS ESCOLAS MARIA DA PENHA VAI ÀS ESCOLAS
10 MITOS SOBRE A “OS AGRESSORES NÃO SABEM “É FÁCIL IDENTIFICA
6 7 R O TIPO
VIOLÊNCIA DOMÉSTICA CONTROLAR SUAS EMOÇÕES”
Se os agressores não soubessem
DE MULHER QUE APA
NHA.”
Como já dito, a violênci
controlar suas emoções, eles tam- um fenômeno aé
“ROUPA SUJA
“A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA SÓ
2 bém agrediriam chefes, colegas democrático.
1 OCORRE ESPORADICAMENTE” SE LAVA EM CASA” de trabalho e outros familiares, e
não apenas a esposa ou os filhos.
Qualquer mul
encontrar, em
her pode se
algum período
de sua vida, ví
O número de mulheres agre- É preciso acab tima deste ti
ar com a ideia de violência. po
didas é alarmante: a cada de que a violên
cia cometida
15 segundos, uma mulher é dentro de casa
, tem que
agredida no país! continuar dent
ro de casa. “A VIOLÊNCIA
8
Qualquer pess
DOMÉSTICA VEM
oa pode
denunciar a vi
olência domés “SE A SITUAÇÃO FOSSE
3
“A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA ca. A mulher
a família inte
é agredida,
ira sofre.
ti-
DE PROBLEMAS 9 TÃO GRAVE AS VÍTIMAS
SÓ ACONTECE EM FAMÍLIAS ABANDONARIAM LOGO
DE BAIXA RENDA” COM O ÁLCOOL, OS AGRESSORES.”
A violência é o fenômeno mais democrático que existe: não faz distin- DROGAS OU Grande parte dos assassinatos

DOENÇAS MENTAIS.”
ções de classe econômica, gênero, raça, etnia ou cultura. de mulheres ocorre na fase
em que elas estão tentando se
Muitos homens separar dos agressores.
“AS MULHERES APANHAM “A VIOLÊNCIA SÓ agridem suas mul
he- Algumas também desenvol-
4 PORQUE GOSTAM OU
5 ACONTECE NAS FAMÍLIAS res sem que apre
qu er
-
um
vem a síndrome do estresse
pós-traumático, que as torna
sentem qu al
PORQUE PROVOCAM” PROBLEMÁTICAS” desses fato re s. incapazes de reagir e escapar.

Nenhuma mulher gosta de As famílias que regis-


ser agredida. Quem vive a tram violência doméstica
violência gasta a maior parte são como tantas famí-
“PARA ACABAR COM A VIOLÊNCIA BASTA
do seu tempo tentando evitá-
-la, protegendo-se e a seus
lias existentes no país,
dentro das suas diversi- 10 PROTEGER AS VÍTIMAS E PUNIR OS AGRESSORES”
filhos. Muitas mulheres ficam dades. Não há pesquisas
É necessário um processo educativo voltado à infância, para que
ao lado dos agressores para comprovando a existên-
as relações entre homens e mulheres sejam construídas, desde
preservar a relação e/ou por cia um problema especí-
muito cedo, sem componentes de agressão para obtenção e ma-
dependência econômica. Não fico que as identifique.
nutenção do poder. É indis-
porque gostem de apanhar.
pensável também proteger
as mulheres vitimizadas.

14 15
MARIA DA PENHA VAI ÀS ESCOLAS MARIA DA PENHA VAI ÀS ESCOLAS
POR QUE MUITAS MULHERES A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER
SOFREM CALADAS? DEIXARÁ DE EXISTIR QUANDO:

Estima-se que mais


da metade das mulheres A Sociedade estabelecer relações de igualdade en-
agredidas sofram cala- tre homens e mulheres no trabalho, em casa, na vida
das e não peçam ajuda. política, etc. e quando o que é considerado masculino e
Para muitas é difícil dar feminino tiver o mesmo valor, poder e prestígio.
um basta naquela situa-
ção. Grande parte sen-
te vergonha ou depende
emocionalmente ou finan-
ceiramente do agressor;
outras acham que “foi só
daquela vez” ou que, no
fundo, são elas as culpa-
das pela violência. Outras
não falam nada por cau-
sa dos filhos, porque têm Infelizmente, o número
medo de apanhar ainda de mulheres que recorrem
à rede de enfrentamento A Comunidade (fa-
mais ou porque não que-
ainda é pequeno. mília, amigos e vizi-
rem prejudicar o agres- A mulher não
Quando a mulher chega nhos) assumir uma
sor, que pode ser preso ou deve sentir vergo-
a esse ponto, é porque a postura de denunciar
condenado socialmente. E nha de contar o que
violência já atingiu níveis a situação de violência
ainda tem também aque- acontece com ela,
mais críticos, como amea- e cobrar dos agresso-
la ideia do “ruim com ele, deixar de sofrer
ça com arma de fogo, es- res uma mudança de
pior sem ele”. sozinha, denunciar
pancamentos com fratu- atitude.
Muitas se sentem so- e buscar ajuda na
zinhas, com medo e ver- ras ou cortes e ameaças rede de proteção.
gonha. aos filhos.

16 17
MARIA DA PENHA VAI ÀS ESCOLAS MARIA DA PENHA VAI ÀS ESCOLAS
MULHER, VOCÊ TEM DIREITOS!
TOME POSSE DELES!

A Lei Maria da Penha, em seus artigos


22, 23 e 24, prevê Medidas Protetivas
de Urgência que são avaliadas e concedi-
das pelo (a) juiz (a). SERVIÇO DE ATENDIMENTO ÀS MULHERES EM
E para obtê-las, basta que a vítima as SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR
solicite na Delegacia, ao registrar o Bo-
O Centro de Referência da Mulher Ednalva Bezerra (CRMEB)
letim de Ocorrência, na Promotoria de é um espaço onde as mulheres em situação de violência domés-
Justiça ou na Defensoria Pública. tica e familiar são acolhidas, orientadas e encaminhadas para a
Rede de Atendimento. O centro conta com equipe multiprofis-
sional, composta por psicólogas, assistentes sociais, advogadas,
PRINCIPAIS MEDIDAS PROTETIVAS: arte educadora e terapeuta holística.

• O afastamento do agressor do lar, domicílio, ou local de con- SERVIÇOS


vivência com a vítima;
SOCIAL JURÍDICO PSICOLÓGICO
• Proibição de contato com a vítima, seus familiares e teste- Acolhe as mulheres em Acompanha as ações Fortalece a autoes-
munhas, por qualquer meio de comunicação (telefone, e-mail, situação de violência, junto à Segurança tima das mulheres
redes sociais); identificando suas Pública e Justiça, atendidas, através de
vulnerabilidades e além de prestar escutas individuais,
• Restituição ou suspensão de visitas ao filhos e/ou filhas; encaminhando-as para orientações sobre os atividades em grupo e
os serviços da rede direitos das mulheres. psicoterapia.
• Prestação de auxílio alimentar provisórios; socioassistencial.

• Restituição de bens indevidamente subtraídos pelo agressor;


TERAPIA HOLÍSTICA ARTE E EDUCAÇÃO SERVIÇO 0800
Resgata o potencial
A terapia holística Orienta e realiza
• Suspensão das procurações conferidas pela vítima ao agressor; criativo, estimulando
traz mais autoconsci- atendimento imediato
movimentos de auto-
ência corporal, emocio- através de contato
• Proibição temporária para celebração de contrato de compra, nomia e transformação
nal, mental e espiritual, telefônico gratuito
através de atividades
venda e locação de bens em comum. tratando o ser humano
lúdicas e artísticas 0800 283 3883
como um todo.
individuais e/ou grupo.

18 19
MARIA DA PENHA VAI ÀS ESCOLAS MARIA DA PENHA VAI ÀS ESCOLAS
Em defesa dos
A Ronda Maria da Penha é um
serviço destinado às mulheres Direitos das
em situação de violência domés-
tica, familiar e/ou sexual (18 ou
mais anos de idade) com Medidas
Mulheres
Protetivas de Urgência, do muni-
cípio de João Pessoa.

O Conselho Municipal dos Direitos da Mulher - CMDM, foi cria-


do em 1997, e reformulado através da Lei nº 120/2009, com a
finalidade de promover, em âmbito municipal, políticas que visem
LINHAS DE ATUAÇÃO eliminar a discriminação da mulher, assegurando-lhe condições de
liberdade e de igualdade de direitos, bem como a participação nas
Por meio da atuação da Ronda Maria da Penha serão desenvolvidas
atividades políticas, econômicas e culturais do Município.
triagens, visitas, monitoramentos e ações educativas.

• A Triagem: consiste no contato telefônico com as usuárias, que estão COMPOSIÇÃO ALGUMAS COMPETÊNCIAS
sob Medidas Protetivas de Urgência, para ofertar o serviço e autori-
zação do recebimento da visita; O Conselho é composto por re- • Fiscalizar e exigir o cumprimento
presentantes governamentais e não- da legislação que assegure os direi-
• Visitas: as mulheres que estiverem com Medidas Protetivas recebe- -governamentais, totalizando 16 in- tos da mulher;
rão visitas de Intervenção e Tranquilizadoras; tegrantes, sendo oito titulares e oito
suplentes. • Receber e examinar denúncias re-
a) Visita de Intervenção (VI): apoio à pessoa assitida, nos casos em que Por meio da Secretaria de Políti- lativas à discriminação da mulher e
for necessário o pronto atendimento; cas Públicas Para as Mulheres, o con- encaminhar para os órgãos compe-
selho representa o Governo Municipal tentes, exigindo providências;
as secretarias de Educação, Saúde,
b) Visitas Tranquilizadoras (VT): visitas de forma preventiva, com foco
Desenvolvimento Social, Transpa- • Manter diálogo com o movimento de
na orientação e acompanhamento das mulheres inseridas no Programa; rência Pública, Ciência e Tecnologia mulheres, apoiando o desenvolvimen-
e Desenvolvimento Sustentável da to das atividades dos grupos autô-
• Monitoramento: acompanhamento, via telefone, para as mulheres as- Produção. nomos, sem interferir no conteúdo e
sistidas, verificando a existência, ou não, de alguma intercorrência que As representantes não-governa- orientação de suas atividades;
se apresente como risco à segurança da usuária. mentais advêm de entidades da so-
ciedade civil, que tem como missão • Propor programas e projetos, no
• Ações Educativas: atividades de divulgação das ações da Ronda Maria a Promoção e Defesa dos Direitos sentido de criar cursos de prepara-
da Penha e de outras ferramentas de enfrentamento à violência contra das Mulheres e são eleitas em as- ção profissional, objetivando intro-
sembleias específicas do Movimento duzir as mulheres no mercado de
as Mulheres, articulado com demais Programas e Projetos da SEPPM.
Feminista. trabalho.

20 21
MARIA DA PENHA VAI ÀS ESCOLAS MARIA DA PENHA VAI ÀS ESCOLAS
A VIOLÊNCIA CONTRA MULHER CÓDIGO SECRETO
Forme as palavras e
descubra um serviço de
enfrentamento a violência
É CRIME. DENUNCIE! LIGUE 180 contra a mulher!

O Ligue 180 é um canal que foi criado


pela Secretaria Nacional de Políticas Pú-
blicas para as Mulheres, em 2005. Ele é
a principal porta de acesso aos serviços A B C D E F G H I J
da rede de enfrentamento à violência
contra a mulher, sob o amparo da Lei Maria da Penha.
Em março de 2014, o canal transformou-se em disque-denún-
cia, com capacidade de envio para a Segurança Pública com cópia L M N O P R S T U V Z
para o Ministério Público de cada estado.

LEI MUNICIPAL Nº 13.477


DE JOÃO PESSOA
A Lei 13.477, de 4 de outubro de
2017, atende a um anseio do movi-
mento de mulheres da capital, que
foi acolhido pela Secretaria de Polí-
ticas Públicas Para as Mulheres (SE-
PPM). A lei dispõe sobre a obrigato-
riedade da divulgação do serviço de
Disque-Denúncia nacional de violên-
cia contra a mulher e do 0800 283
3883, além do contato do Centro de
Referência da Mulher Ednalva Be-
zerra, em todos estabelecimentos
que prestam serviço de hospedagem
e similares do município de João
Pessoa.

Fonte: Secretaria Nacional de Políticas


Públicas Para as Mulheres e Secom-JP
22 23
MARIA DA PENHA VAI ÀS ESCOLAS MARIA DA PENHA VAI ÀS ESCOLAS
CRUZADINHAS LABIRINTO
ENCONTRE O CAMINHO!
01 - Lei nº 11.340/2006 é popularmente conhecida como a Lei ___ ___ ___ ___ ___ da Penha.

02 - Violência ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ acontece quando se tenta
controlar o dinheiro da mulher contra a sua vontade.

03 - Viver sem ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ é um direito de todas as mulheres.

04 - Violência ___ ___ ___ ___ ___ ___ é cometida por atos ou tentativas de relação sexual
sem consentimento, mesmo que pelo companheiro.

05 - Instituído pela ONU desde 1975, o dia 08 de março como Dia Internacional da ___ ___
___ ___ ___ ___.

06 - A violência contra a mulher é uma violação dos ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ das
mulheres.

07 - A Ronda Maria da Penha é um serviço destinado às mulheres em ___ ___ ___ ___ ___
___ ___ ___ de violência.

08 - O Centro de ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ da Mulher Ednalva Bezerra
acolhe, ampara, orienta e encaminha as mulheres em situação de violência para a Rede de
Atendimento.

3 8 7
6

4
5

2
REFERÊNCIA.
MULHER; 6.DIREITOS; 7. SITUAÇÃO; 8.
NIAL; 3. VIOLÊNCIA; 4. SEXUAL; 5.
RESPOSTAS: 1. MARIA; 2. PATRIMO-

24 25
MARIA DA PENHA VAI ÀS ESCOLAS MARIA DA PENHA VAI ÀS ESCOLAS
ENCONTRE AS PALAVRAS ENCONTRE AS PALAVRAS E
FORME AS FRASES
Horizontais:
Direitos Humanos, Disque Denúncia, Liberdade, Proteção, SPPM.
W A V I O L E N C I A H I J K N
Verticais: T Q S T Z G H J O G K A E U Ç Z
DEAM, Educação, Lei Maria da Penha, Políticas Públicas, Violência. D E F I V U K T N W Q H J M Z R
L U Z S E M O P T Q T Y U L X T
H J A D I R E I T O S H U M A N O S D Y E G A U F S D Q F I U T X N R J O K Ç Z M T
Z Q E R X C T Y U I O P H S D F G Z Ç O T C H Q V P A P O S U K W Q A L I Z X P U M
G S P K Q A N M P A Ç O L M A U J H N A T G B V L R P M U L H E R T I K L I Ç U N W
F H O L Z X C V N B M V W E R T U Y P W Q C V D E J
E H W C V Z A P Q B U N Z O D T
A S L D H C B Ç T G C I Z P A U T R E W Z X C V I A
S I X D É X C R I M E A Q N O D
F E I Ç P B F F G H K O I P E B D G M K F Ã D J M M
K A T S D A M E R Z Q L A Z E F C R F V B F R T A Y F S Q U W F G X O H W L Ç M P F
T A I A F N H T W L A Ê E S H S A F D M K D G Y R J O C T D E N U N C I E B V N K E
Y O C P I T R E W Q Z N X V B M Ç H Y Q C E V B I N K X Q T R B A G Z F U Y A W O L
T R A W Q L Z X V B M C Q W E N K T W R Y A E U A O Z C O N S T R U I R W N M Z A W
Y O S S H K L Ç Z X V I B N L M B Q W O G M L A D M
T Q S G H Y C U X B P X O C U V
K W P Q R T I O K G D A M N C V D O S D F G H H A L
P Z K M A C H I S M O L S B Y R
W E Ú R T Y U I I O G W A Q E T Y I O H F D S A P P
Q M B N B C X Z Ã S F D F G H S P P M L K Y U O E P
D A L F E R T Y U I O P A S D F G H J K Ç Z X C N B
A Ç I L P L I B E R D A D E O I Y T R E W H F D H S
Z C C V X B N M L G F D S Q W E R T Y U I O P L A G
F D A A E Z X C V M N K R E N D A S D F K T I O Q B
T H S Q D T Y U B V Q S D G O N H E W L J P Z V M I .
A I O U U Y T R E W Q D I S Q U E D E N Ú N C I A Q
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O I U N C P M N V C X Z A E T T Y U L Q B J Ç Z A H
W Q F M A V K Q R M D T F G H J K K E W Q B U I O P
P W Q R Ç T Y U P R O T E Ç Ã O Y U T P I Y T E W B
T G J L Ã M N B C X Z Ç L K J D A Q W E R T Y U O P
Q W R R O T Y A U I O P A D F G H J L Ç P A F S T M
T B F L K S A R E R T I U O A P Q M N B V A X Z G H .

26 27
MARIA DA PENHA VAI ÀS ESCOLAS MARIA DA PENHA VAI ÀS ESCOLAS
RESPOSTAS DOS PASSATEMPOS REDE DE ENFRENTAMENTO
PÁGINA 24 PÁGINA 26

A rede de enfrentamento é mais ampla ganismos de políticas para as mulheres,


CENTRO DE REFERÊNCIA DA
MULHER EDNALVA BEZERRA
que a rede de atendimento, e inclui órgãos serviços de atendimento especializados,
governamentais e não-governamentais, programas, universidades, movimento de
propositores, fiscalizadores e executores mulheres e feministas, ONGs, conselhos
PÁGINA 25 de políticas voltadas às mulheres (or- dos direitos de mulheres, etc.).

3 8 7
V 6 D I R E I T O S
I E I
O
L
F
E
T
4 S E X U A L
SERVIÇOS ESPECIALIZADOS DE ATENDIMENTO
ÀS MULHERES EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA
Ê 5 M U L H E R A
N E Ç
C N 1 M A R I A
I C O
2 P A T R I M O N I A L
A
Centro de Referência da Mulher (CRMEB) Juizado de Violência Doméstica e Familiar
Ednalva Bezerra Contra a Mulher
Rua Afonso Campos, 111, Centro Rua Visconde de Pelotas, s/n°, Centro
CEP: 58013-380, João Pessoa CEP: 58013-000, João Pessoa
Tel.: (83) 3221-4273/ 0800 283 3883 Tel.: (83) 3222-7862
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WA V I O L Ê N C I A H I J K N Casa Abrigo Aryane Thaís Delegacia Especializada de Atendimento à
T Q S T Z G H J O G K A E U Ç Z Informações: (83) 3218-7298 Mulher (DEAM)
D E F I V U K T N WQ H J M Z R Avenida Dom Pedro II, 853
L U Z S E M O P T QT Y U L X T Maternidade Cândida Vargas Centro, CEP: 58013-420, João Pessoa
D Q F I U T X N R J O K Ç Z M T Avenida Corema, 865, Jaguaribe Tel.: 983) 3218-5316
A P O S U K WQ A L I Z X P U M CEP: 58013-430, João Pessoa
P M U L H E R T I K L I Ç U N W Tel.: (83) 3015-1500 Delegacia Especializada de Atendimento à
E H WC V Z A P Q B U N Z O D T
Mulher (DEAM) – Zona Sul
S I X D É X C R I ME A Q N O D
F S QU WF G X O H WL Ç M P F
Maternidade Frei Damião Rua Valdemar Galdino Naziazeno, s/nº -
O C T D E N U N C I E B V N K E
Avenida Cruz das Armas, 1581 Geisel - CEP: 58076-005 – João Pessoa
K X QT R B A G Z F U Y A WO L Cruz das Armas, CEP: 58085-085 Tel.: (83) 3218-5262
Z C O N S T R U I R WN M Z A W João Pessoa - Tel.: (83) 3215-6049/6066
T Q S G H Y C U X B P X O C U V Centro de Referência Especializada de As-
P Z K M A C H I S MO L S B Y R Promotoria de Justiça de Defesa da Mulher sistência Social (CREAS)
Vítima de Violência Doméstica e Familiar Rua Francisca Moura, 28 – Centro
A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER É
CRIME. DENUNCIE! VAMOS CONSTRUIR
R. 13 de Maio, 691 – Anexo 6, Centro - CEP: CEP: 58013-440 – João Pessoa
UM MUNDO SEM MACHISMO. 58013-075, João Pessoa - Tel.: (83) 2107-6016 Tel.: (83) 3214-7985

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MARIA DA PENHA VAI ÀS ESCOLAS MARIA DA PENHA VAI ÀS ESCOLAS
Centro de Referência Especializado de CEP: 58030-208 – João Pessoa SÃO JOSÉ CHATUBA CAPS II-Caminhar
Assistência Social (CREAS) PAEFI I Tel.: (83) 3243-4005 Travessa São Gonçalo, 15 – Manaíra Rua Paulino Coelho, s/n, Jardim Cidade
Rua Desembargador José Peregrino, 72 CEP: 58038-332 – João Pessoa Universitária - CEP: 58052-570, João Pessoa
Centro, CEP: 58013-500, João Pessoa Centro de Referência Especializado de Tel.: (83) 3214-8588 - Tel.: (83) 3218-5914
Tel.: (83) 3214-7058 Assistência Social (CREAS) PAEFI III
Rua Anísio Borges Monteiro de Melo, 89 - VALENTINA FIGUEIREDO CAPS Infanto Juvenil-Cirandar
Centro de Referência Especializado de Mangabeira I
Rua Francisco Alves Rodrigues, 28 Rua Gouveia Nóbrega, s/n, Róger
Assistência Social (CREAS) PAEFI II CEP: 58056-240 – João Pessoa
CEP: 5806-361 – João Pessoa CEP: 58020-100, João Pessoa
Av. São Paulo, nº 589 – Bairro dos Estados Tel.: (83) 3214-1985
Tel.: (83) 3237-4680 Tel.: (83) 3214-6079

SERVIÇOS NÃO ESPECIALIZADOS DE ATENDIMENTO CRISTO REDENTOR


Rua Universitário Rogério Benevides, s/nº
CAPS III – Gutemberg Botelho
Avenida Minas Gerais, 409, Bairro dos
CEP: 5807-179 – João Pessoa Estados - CEP: 58030-090, João Pessoa
ÀS MULHERES EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA Tel.: (83) 3214-4912 Tel.: (83) 3211-6700

CONSELHOS TUTELARES Conselho Tutelar Valentina CRUZ DAS ARMAS PASM (Complexo Hospitalar de Mangabei-
Rua Inspetor Djalma Borges da Fonseca, 224 Rua Juiz Domingues Porto, 84 - CEP: 5808509 ra – Ortotrauma)
Conselho Tutelar de Mangabeira - Valentina I, CEP: 58063-330, - João Pessoa - Tel.: (83) 3214-5494 Rua Agente Fiscal José Costa Duarte, s/n,
Rua Joaquim Avelino, 129, Mangabeira I João Pessoa - Tel.: (83) 3218-9046 Mangabeira II - CEP: 58056-384, João Pes-
CEP: 58055-650, João Pessoa - Tel.: (83) CRAS GERVÁSIO MAIA (GRAMAME) soa - Tel.: (83) 3218-9725/32189727
3238-5468 Conselho Tutelar Cristo Av. Gramame, s/n / Gramame
Rua Presidente Ranieri Mazilli, 1783, Cristo Tel: (83) 3220-1210 DEFENSORIAS
Conselho Tutelar Praia CEP: 58071-000, João Pessoa
Rua Catulo da Paixão Cearense, 51 Tel.: (83) 3218-6235 CRAS GROTÃO Defensoria Pública da União
Jardim Luna, CEP: 58033-060, João Pessoa - Rua Severino Bento Morais, 13 - CEP: 58079- Av. Santa Catarina, 621 – Bairro dos Estados
Tel.: (83) 3214-7081 CENTRO DE REFERÊNCIA DE 796 - João Pessoa - Tel.: (83) 3214-1225 CEP: 58030-070 - Tel.: (83) 3225-8987
ASSISTÊNCIA SOCIAL (CRAS):
CRAS PADRE ZÉ Defensoria Pública Geral do Estado da
Conselho Tutelar Região Norte
Av. Ayton Sena, 974 - Padre Zé - CEP: 58028- Paraíba
Avenida Sergipe, 48-B – Bairro dos Estados ALTO DO MATEUS
830 – João Pessoa - Tel.: (83) 3214-2850 Av. Monsenhor Walfredo Leal, 487 - Tambiá,
CEP: 58030-190 – João Pessoa Rua Luiz Pimentel Batista, s/nº
CEP: 58020-540 - João Pessoa - PB
Tel.: (83) 3214-7931 CEP: 5809025 – João Pessoa Tel.: (83) 3218-4507
Tel.: (83) 3214-6641 CRAS MANGABEIRA
Conselho Tutelar Região Sudeste Rua Comerciante Alfredo Ferreira, 1188
Secretaria Extraordinária de Políticas
Rua Gilverson Cordeiro, 58, Geisel ALTO DO CÉU MANDACARU CEP: 58055-541 – João Pessoa
Públicas para as Mulheres
CEP: 58075-480, João Pessoa Rua Alfredo José de Athaíde, s/nº Tel.: (83) 3239-1677 Praça Pedro Américo, 70 - Centro
Tel.: (83) 3218-9123 CEP: 5802730 – João Pessoa CEP: 58010-790 - João Pessoa
Tel.: (83) 3218-7814 CENTRO DE APOIO PSICOSSOCIAL Tel.: (83) 3218-5628
Conselho Tutelar Região Sul
Rua Dom Carlos G. Coelho, 285, Centro ILHA DO BISPO CAPS AD- Rangel Conselho Municipal dos Direitos da Mulher
CEP: 58011-030, João Pessoa Rua Lopo Garro, s/nº - CEP: 5801138 - Rua José Soares, s/n, Rangel End. Praça Pedro Américo, 70, 1º andar -
Tel.: (83) 3218-9836 João Pessoa - Tel.: (83) 3214-5479 CEP: 58070-080, João Pessoa Centro - Tel.: (83) 3218-5628
Tel.: (83) 3218-5244
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