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Bibliografia:

ExercÌcios

MASSON, T.J.; et. al. ñ FÌsica Geral II ñ Cinem·tica e

Din‚mica, SÛlidos e Fluidos ñ Editora PlÍiade, S„o Paulo,

2006.

Cinem·tica Escalar

1 - Um mÛvel descreve uma trajetÛria ao longo do eixo Ox, obedecendo a funÁ„o hor·ria da posiÁ„o: s(t) = t 3 ñ 6t 2 -15t +40 (SI). Determinar:

a) A funÁ„o hor·ria da velocidade, v(t), e a da aceleraÁ„o escalar, a(t);

b) Se existe invers„o do sentido de movimento. Se existir, o instante em que ocorre;

c) 0 deslocamento escalar (s) e o espaÁo efetivamente percorrido (EEP), entre os

instantes 4,0 s e 8,0 s, medidos a partir do inÌcio do movimento.

Resp.:

a) v(t) = 3 t 2 ñ 12 t ñ15 (SI) ; a(t) = 6 t ñ 12 (SI);

b) A invers„o do sentido do movimento ocorre no instante t = 5,0 s;

c) s = 100 m ; EEP = 116 m.

2 - A funÁ„o hor·ria da posiÁ„o escalar de um ponto material descrevendo uma trajetÛria È dada pela express„o S(t) = 6 t 2 ñ t 3 (SI). Determinar:

a) A funÁ„o hor·ria da velocidade escalar, v(t), e da aceleraÁ„o escalar, a(t);

b) 0 instante em que ocorre a invers„o do sentido do movimento;

c) 0 deslocamento escalar (s) e o espaÁo efetivamente percorrido (EEP), entre os

instantes t 0 = 0 s e t 6 = 6,0 s;

d) A velocidade escalar mÈdia e a rapidez entre os instantes t 0 = 0 s e t 6 = 6,0 s;

e) A aceleraÁ„o escalar mÈdia entre os instantes t 0 = 0 s e t 6 = 6,0 s;

f) A caracterizaÁ„o do movimento a partir do diagrama da funÁ„o velocidade.

Resp.:

a) v(t) = 12t ñ 3 t 2 (SI) ; a(t) = 12 ñ 6 t (SI);

b)

t = 4 s;

c)

s = 0 m ; EEP = 64 m ;

d)

v m = 0 m/s e Rapidez = 10,67 m/s;

e)

a

m = ñ 6 m/s 2 ;

f)

0 < t < 2s progressivo e acelerado;

t = 2,0 s velocidade m·xima;

2 s < t < 4 s progressivo e retardado;

t

= 4,0 s invers„o do sentido do movimento;

t

> 4,0 s movimento retrÛgrado e acelerado.

3 - A funÁ„o hor·ria da posiÁ„o escalar do movimento de um ponto material e expressa por S(t)= t 3 ñ 9 t 2 + 15 t + 5 (SI). Determinar:

a) As funÁıes hor·rias: velocidade escalar, v(t), aceleraÁ„o escalar, a(t);

b) A condiÁ„o de invers„o do sentido do movimento e os instantes em que

ocorrem;

c) 0 deslocamento escalar (s) e o espaÁo efetivamente percorrido (EEP), entre os

instantes t 0 = 0 s e aquele em que a aceleraÁ„o escalar se anula;

d) 0 deslocamento escalar (s) e o espaÁo efetivamente percorrido (EEP), entre os

instantes nos quais a velocidade escalar È v = 15 m/s.

Resp.:

a) v(t) = 3 t 2 ñ 18 t + 15 (SI) ; a(t) = 6 t ñ 18 (SI);

b) t = 1,0 s

c) s = ñ 9 m ; EEP = 23 m.

d) s = ñ 18m ; EEP = 46 m.

e

t = 5,0 s;

4 - Uma partÌcula tem sua velocidade escalar expressa em funÁ„o do tempo pela

express„o: v (t) = 3 t 2 ñ 4 t + 1

8,0 m. Determinar:

a) A funÁ„o hor·ria da posiÁ„o escalar, s(t);

b) A funÁ„o hor·ria da aceleraÁ„o escalar, a(t);

c) A caracterizaÁ„o do movimento quanto ‡ velocidade.

(SI). No instante inicial, a abscissa de posiÁ„o È

Resp.:

a) s(t) =

b) a(t) = 6 t ñ 4 (SI);

c) 0 < t < 1/3 s progressivo e retardado;

t 3 ñ 2 t 2 + t + 8

(SI);

t = 1/3 s e t = 1,0 s invers„o do sentido do movimento; 1/3 s < t < 2/3 s retrÛgrado e acelerado;

t = 2/3 s velocidade mÌnima;

2/3 s < t < 1,0 s retrÛgrado e retardado;

t > 1,0 s progressivo e acelerado.

5 - A funÁ„o hor·ria da posiÁ„o escalar do movimento de um ponto material,

percorrendo uma trajetÛria retilÌnea È s(t) = A + B t 2 ñ c t 3 (SI). Sabendo-se que no instante t = 1,0 s, a posiÁ„o da partÌcula È 15 m, a velocidade escalar v = 9 m/s e a aceleraÁ„o escalar a = 6,0 m/s 2 . Determinar:

a) Os instantes em que o movimento È progressivo e quando È retrÛgrado;

b) Os instantes em que o movimento È acelerado e quando È retardado;

c) 0 espaÁo efetivamente percorrido no intervalo entre os instantes t = 0s e t = 5s.

Resp.:

a) 0 < t < 4 s progressivo; para t > 4,0 s retrÛgrado;

b) 0 s < t < 2,0 s e

t > 4 s acelerado;

2,0 s < t < 4,0 s retardado; c) EEP = 39,0 m.

6 - Uma partÌcula se movimenta sobre uma trajetÛria, de tal forma que a sua

aceleraÁ„o escalar È descrita pela equaÁ„o a(t) = 6 t ñ 21 (SI). No instante inicial, t = 0 s, a sua posiÁ„o escalar inicial È s o = ñ 20,0 m e no instante t = 3,0 s, a sua velocidade È v = ñ 6,0 m/s. Determinar:

a) A funÁ„o hor·ria da velocidade escalar da partÌcula, v(t), indicando os instantes

de invers„o do sentido de movimento;

b) A funÁ„o hor·ria da posiÁ„o escalar do movimento em funÁ„o do tempo, s(t);

c) A velocidade escalar mÈdia entre os instantes t = 0 s e t = 3,0 s;

d) A rapidez entre os instantes t = 0 s e t = 3,0 s;

e) A caracterizaÁ„o do movimento da partÌcula, nos instantes t = 1,5 s e t = 6,0 s.

Resp.:

a) v(t) = 3 t 2 ñ 21 t + 30 (SI)

b)

s(t) =

t 3 ñ 10,5 t 2 + 30 t ñ 20

(SI);

c)

m = 7,5 m/s ;

v

d)

Rapidez = 9,83 m/s

e)

t = 1,5 s progressivo e retardado;

t = 6,0 s progressivo e acelerado.

7 - A aceleraÁ„o escalar de uma partÌcula que se movimenta sobre uma trajetÛria e

a = 4,0 m/s 2 . No instante inicial, a sua posiÁ„o inicial e S 0 = 2,0 m com velocidade

escalar inicial igual a v 0 = 4,0 m/s. Determinar a express„o da velocidade v em funÁ„o da posiÁ„o s, v=f(s).

Resp.:

v = 2.

2s
2s

(SI)

8 - 0 motor de uma lancha p·ra em t = 0 s quando a sua posiÁ„o escalar È S 0 = 10,0 m e sua velocidade È v 0 = 10,0 m/s. Nesse instante, ela fica sujeita a uma aceleraÁ„o de sentido oposto ao de sua velocidade e de mÛdulo diretamente proporcional ao quadrado da velocidade. No instante t = 10,0 s, a sua velocidade se reduz ‡ metade da velocidade escalar inicial. Determinar:

a) A constante de proporcionalidade que figura na express„o da aceleraÁ„o;

b) A aceleraÁ„o inicial;

c) 0 instante em que a velocidade escalar È igual a v = 2,0 m/s.

Resp.:

a) k =00,1m ñ1 ;

b)

a = ñ1 m/s 2 ;

c)

t

= 40 s.

9 - A velocidade escalar de uma partÌcula em movimento, È dada em funÁ„o da

posiÁ„o escalar segundo a express„o v 3 = 6 . s (SI). Determinar a express„o da

aceleraÁ„o em funÁ„o da velocidade, a(v).

Resp.:

a(v) = 2 / v

10 - A velocidade escalar de um mÛvel que percorre uma trajetÛria retilÌnea È dada pela funÁ„o v(t) = 3 t 2 + k t + 24 (SI). Sabe-se que k È uma constante e que no instante inicial t = 0 s a posiÁ„o escalar inicial do mÛvel e S 0 = ñ 20,0 m e a intensidade da aceleraÁ„o escalar È a = ñ 15,0 m/s 2 . Determinar:

a) A constante k e a funÁ„o hor·ria da aceleraÁ„o;

b) A express„o da posiÁ„o escalar em funÁ„o do tempo;

Resp.:

a) k = ñ15 m/s 2 ;

b) s(t) =

c) EEP = 90 m.

a = 6 t ñ 15 (SI);

t 3 ñ 7,5 t 2 + 24 t ñ 20

(SI);

11 - Uma partÌcula percorre uma trajetÛria retilÌnea, com uma velocidade escalar que varia com o tempo de acordo com a express„o: v(t) = 3 t 2 ñ 2 t + 2 (SI). Sabendo-se que no instante inicial a posiÁ„o inicial e s 0 = 6,0 m , determinar:

a) A funÁ„o hor·ria da posiÁ„o escalar;

b) A velocidade escalar mÈdia e a rapidez entre os instantes 0 e 1 s ;

c) Caracterizar o movimento quanto ‡ velocidade.

Resp.:

a) s(t) =

b) v m = 2,0 m/s , Rapidez = 2,0 m/s;

c)

t 3 ñ

t 2 + 2 t +6 (SI);

0 t < 1/3 s progressivo e retardado; t > 1/3 s progressivo e acelerado.

12 - Uma partÌcula em trajetÛria retilÌnea possui

aceleraÁ„o escalar em funÁ„o do tempo descrita pelo diagrama. Sabe-se que no instante inicial, a partÌcula se encontra em repouso, na origem dos espaÁos. Determinar:

a) A funÁ„o hor·ria da aceleraÁ„o escalar, a(t);

b) A funÁ„o da velocidade escalar, v(t);

c) A funÁ„o hor·ria da posiÁ„o escalar do

movimento;

d) Caracterizar o movimento quanto ‡ velocidade.

d) Caracterizar o movimento quanto ‡ velocidade. Resp.: a) 0  t < 5 s 

Resp.:

a) 0

t < 5 s t 5 s

a(t) = ñ 2 t + 6 a(t) = ñ 4m/s 2 ;

(SI),

b) t 5 s v(t) = ñ t 2 + 6 t (SI) ,

0

t 5 s

v(t) = ñ 4 t +25

(SI);

c) t 5 s

0

s(t) = ñ t 3 /3 + 3 t 2 (SI) ,

t 5 s

s(t) = ñ 2 t 2 +25 t ñ 42 (SI);

d) t 3 s progressivo acelerado,

0

3 t 6,25 s progressivo retardado,

t =

t > 6,25 s retrÛgrado e acelerado.

;

3 s

a = 0

t = 6,25 s v = 0 (invers„o do movimento);

13 - Uma partÌcula percorre o eixo cartesiano Ox, a partir da origem, com

velocidade escalar vari·vel no tempo de acordo com o diagrama abaixo. No instante t = 5,0 s, a abscissa de posiÁ„o È x = 30,0 m. 0 espaÁo percorrido pela partÌcula no intervalo 0 t 8,0 s È 80 m. Determinar:

a) A funÁ„o velocidade escalar v(t), nos intervalos 0 t 3,0 s e 7,0 s t 8,0 s;

b) A posiÁ„o da partÌcula no instante t = 4,0 s;

c)

A funÁ„o posiÁ„o escalar x(t), no intervalo 3,0 s t 7,0 s;

d) 0 diagrama da funÁ„o do tempo.

s  t  7,0 s; d) 0 diagrama da funÁ„o do tempo. aceleraÁ„o em 14

aceleraÁ„o

em

14 - Uma partÌcula parte da origem do eixo cartesiano Ox, no instante t = 0s, com

velocidade escalar positiva e se move durante 6,0 s com aceleraÁ„o escalar

a = ñ15,0 m/s 2 . Se nesse instante (t = 6,0 s) a sua velocidade escalar È v = ñ 30,0 m/s, determinar:

a)

A velocidade escalar inicial;

b)

A abscissa do movimento no instante t = 6.0 s;

c)

0 espaÁo efetivamente percorrido (EEP) entre os instantes 0 e 6,0 s.

15

- Uma partÌcula se move segundo uma trajetÛria, cuja aceleraÁ„o escalar È dada

pela express„o a(t) = 6 t ñ 24 (SI). Dois segundos apÛs a partÌcula passar pelo ponto A da trajetÛria, com uma aceleraÁ„o escalar a = ñ 24,0 m/s 2 , ela para no

ponto B, situado a 100 m da origem dos espaÁos. Determinar:

a)

A abscissa de posiÁ„o do ponto A;

b)

A velocidade mÈdia entre os instantes 3,0 s e 4,0 s;

c)

A funÁ„o da velocidade.

16

- Um ponto material move-se ao longo do eixo cartesiano Ox e a sua aceleraÁ„o

escalar È dada em funÁ„o da posiÁ„o escalar segundo a express„o a(x)= k x ñ2 (SI), sendo k constante. Sabe-se que para t = 0 s, tem-se x 0 = 10 m e v 0 = 0, e que para x = 5,0 m tem-se v = 4,0 m/s. Determinar:

a) A constante k;

b) 0 mÛdulo da velocidade quando a partÌcula ocupa a posiÁ„o x = 1,0 m.

17 - Um corpo se encontra em movimento de tal forma que a sua aceleraÁ„o escalar em funÁ„o da posiÁ„o escalar (s) e dada por a(s) = ñ k s (SI). Determinar a constante k, sabendo-se que na origem dos espaÁos, a velocidade escalar È igual a v 0 = 15,0 /s, e que a velocidade se anula quando o corpo ocupa a posiÁ„o igual a s =3,0 m.

18

- A aceleraÁ„o

escalar de

um ponto material

È definida pela relaÁ„o:

a = ñ 0,0125 v 2 (SI). Se o ponto material estiver submetido a uma velocidade inicial v 0 no instante inicial, qual È a dist‚ncia percorrida entre t = 0 s e o instante em que a velocidade escalar È metade do valor inicial?

19 - A funÁ„o escalar da velocidade de uma partÌcula em movimento È expressa

por: v(t) = 6 t 2 - 6 (SI). Sabe-se que no instante t = 0 s, a partÌcula se encontra na origem dos espaÁos. Pede-se determinar:

a)

A funÁ„o hor·ria da posiÁ„o escalar do movimento;

b)

A velocidade escalar mÈdia entre 0 s e 2,0 s;

c)

0 espaÁo efetivamente percorrido entre 0 s e 2,0 s;

d)

Caracterizar o movimento quanto ‡ velocidade.

20

- Um mÛvel descreve uma trajetÛria, de tal forma que a sua velocidade escalar

varia com o tempo conforme a lei v(t) = 3 t 2 - 27 (SI). Sabe-se que no instante inicial, o mÛvel esta na origem dos espaÁos. Determinar:

a)

A equaÁ„o do espaÁo em funÁ„o do tempo;

b)

A equaÁ„o da aceleraÁ„o escalar em funÁ„o do tempo;

c)

O intervalo de tempo durante o qual o movimento È regressivo (retrÛgrado);

d)

O intervalo de tempo que a partÌcula leva para retornar a origem.

21

- Num certo instante, uma pedra È abandonada do repouso no 20 andar de um

edifÌcio. Considerando que a aceleraÁ„o da gravidade local È g = 9,80 m/s 2 ,

determine:

a) Qual È o deslocamento escalar da pedra ao final de 3 segundos?

b) Qual È a velocidade escalar da pedra ao final de 3 segundos?

c) Qual È a velocidade escalar da pedra no instante em que ela tiver percorrido

40 m em seu movimento de queda?

22 - Um observador que se acha no 20 andar de um edifÌcio arremessa uma pedra

verticalmente para baixo, com velocidade escalar inicial de 5,0 m/s. Considerando g =9,80 m/s 2 , determinar:

a) Qual È o deslocamento escalar da pedra apos 3,0 s de movimento?

b) Qual È a velocidade escalar da mesma ap6s 3,0 s?

c) Qual È a velocidade da mesma no instante em que ela tiver percorrido 40 m em

seu movimento de queda?

23 - Um mÛvel È arremessado verticalmente para baixo, de uma altura h = 25,0 m,

com velocidade escalar inicial v 0 = 20,0 m/s. Considerando g = 9,80 m/s 2 , determinar:

a) Quanto tempo o mÛvel gasta para atingir o solo?

b) Qual È a velocidade do mÛvel no instante do impacto com o solo?

24 - Uma bola È arremessada verticalmente de baixo para cima, com velocidade escalar inicial de 15 m/s. Considerando g =9,80 m/s 2 , determinar:

a) Qual È a altura m·xima atingida pela bola?

b) Quanto tempo a bola gasta para atingir a altura m·xima?

c) Qual È o tempo decorrido, desde o instante em que a bola È arremessada para

cima, atÈ o instante em que ela retoma ao nÌvel de lanÁamento?

Cinem·tica Vetorial

1 - Uma partÌcula movimenta-se no plano Oxy e sua aceleraÁ„o varia com o tempo,

(SI). No instante inicial, t = 0 s, a partÌcula

ocupa a posiÁ„o de coordenadas P(0,3)m e inicia o seu movimento com velocidade

m/s. Determinar: a) A express„o do vetor velocidade em

funÁ„o do tempo; b) A equaÁ„o da trajetÛria; c) 0 instante em que a velocidade se anula.

igual a

segundo a funÁ„o:

i 8t

j

a

( t ) 2t

8

j )

v

0

i

( 2

2 - Uma partÌcula se move no plano xOy, partindo da origem com velocidade inicial

v

0

( 3

i

8

j )

m/s. Sua aceleraÁ„o È constante e vale

a

a) A velocidade vetorial v ( t ) ; b) 0 vetor posiÁ„o r ( t ) ;

velocidade È paralela ao eixo Oy.

m/s 2 . Determinar:

 5 i

c) o instante em que a

3 - Uma bomba È largada no instante t = 0, de um avi„o que esta voando

horizontalmente com velocidade

uniforme e constante e despreze a resistÍncia do ar. Determinar a componente tangencial e normal da aceleraÁ„o, bem como o raio de curvatura da trajetÛria, no instante genÈrico t.

g È



v

0

. Supor o campo de gravitaÁ„o terrestre

4 - A lei do movimento de uma partÌcula que no instante t = 0 s se encontra em

repouso, na origem, em relaÁ„o ao referencial xOy, e dada pelas expressıes das

e

y(t) = 16 t ñ 8 t 2 (SI) . Determinar: a) 0 vetor posiÁ„o r ( t ) ; b) A equaÁ„o da trajetÛria; c) A velocidade vetorial media entre os instantes t = 0 s e t = 1,0 s; d) A velocidade escalar em funÁ„o do tempo; e) A componente vetorial tangencial da aceleraÁ„o em funÁ„o do tempo e a componente vetorial normal da aceleraÁ„o em funÁ„o do tempo.

coordenadas x e y em funÁ„o do tempo, x(t) =

12

t

ñ

6

t

2

(SI)

5

- Uma partÌcula move-se sobre uma trajetÛria de acordo com as expressıes das

coordenadas em funÁ„o do tempo, em coordenadas do SI: x ( t ) = 2 t 2 ; y( t) = t

e z(t) = 3 ñ t. Determinar: a) 0 vetor aceleraÁ„o tangencial a ( t )

T

sua intensidade; b) 0 vetor aceleraÁ„o normal a

bem como a

N ( t ) , bem como a sua intensidade;

c)

0 raio de curvatura no instante t = 1,0 s.

6

- A equaÁ„o da velocidade de um movimento È dada pela funÁ„o v = t 2 ñ 5 t + 6

(SI). Sabendo-se que no instante inicial, o espaÁo inicial È S 0 = 10,0 m, pede-se

determinar: a) O espaÁo efetivamente percorrido, entre os instantes: t = 0 s e

t = 4.0 s; b) o mÛdulo da componente tangencial da aceleraÁ„o; c) 0 mÛdulo da

componente normal da aceleraÁ„o, se no instante t= 4,0 s, o raio de curvatura È

R

= 2,0 m; d) 0 mÛdulo da aceleraÁ„o total.

7

a seguinte lei:

equaÁ„o da trajetÛria; b) Os vetores aceleraÁ„o tangencial e aceleraÁ„o normal e o raio de curvatura R, no instante t = 1,0 s.

ñ O vetor posiÁ„o de um mÛvel que se movimenta sobre uma trajetÛria, obedece

(SI). Pede-se determinar: a) A

r ( t

i

2

j

k

) ( 1

2 t

)

4 t

5

8 - Uma partÌcula move-se em uma trajetÛria cuja express„o È y = x 2 ñ 3x + 2 (SI)

e z = 2 (SI). A componente de sua velocidade segundo o eixo Ox È constante e igual a v x = 2 m/s. Sabe-se no instante t = 0s a partÌcula se encontrava em repouso na origem do sistema. Pede-se determinar: a) o vetor posiÁ„o em funÁ„o

do tempo, r ( t ) ; b) As componentes intrÌnsecas da aceleraÁ„o no instante t = 1,0s;

c) O raio de curvatura no instante t = 1,0s.

9

a

uma velocidade inicial v ( i 2 j ) m/s . Pede-se determinar: a) vetor posiÁ„o

Uma

4 j

partÌcula move-se no plano xOy com uma aceleraÁ„o constante:

m/s

2 . No instante inicial, a partÌcula se encontra no ponto P(2, 3, 0), com

0

-

 

r ( t )

;

b) A equaÁ„o da trajetÛria; c) A velocidade mÈdia entre os instantes 0s e

1s; d) O instante em que a coordenada y assume o valor m·ximo.

10 - A aceleraÁ„o de um ponto material em movimento relativamente a um

referencial cartesiano Oxyz È fornecida pela express„o

Sabendo-se que no instante inicial o ponto material encontra-se na origem do

sistema de coordenadas e iniciou o movimento com velocidade inicial

determinar: a) A express„o da lei do movimento, em funÁ„o do tempo, na forma

vetorial; b) As aceleraÁıes vetoriais: tangencial e normal no instante t = 1,0 s;

(SI),

 

2,0

i

2,0

k (SI).

v

0

2 j

a

11

- Alcance m·ximo sobre a rampa. De um ponto O situado no pÈ de uma rampa

plana, conforme a Figura abaixo, que faz com a horizontal em ‚ngulo , deve-se atirar um projÈtil com velocidade de mÛdulo V 0 . Determinar o ‚ngulo de tiro, 0 para que seja m·ximo o alcance do projÈtil sobre a rampa. Supor o campo gravitacional uniforme e desprezar a resistÍncia do ar.

gravitacional uniforme e desprezar a resistÍncia do ar. 12 - Um mÌssil È lanÁado do ponto

12 - Um mÌssil È lanÁado do ponto O, e segue a trajetÛria no plano vertical xOy

indicada na Figura abaixo. Um aparelho colocado em O registra as coordenadas polares em funÁ„o do tempo: r(t) = 2 t ñ ( t 2 / 40 ) (SI) e 2 (t) = 1600 ñ t 2

(SI). Determinar: a) O alcance horizontal do mÌssil; b) A velocidade e a aceleraÁ„o do mÌssil no instante t = 30,0 s.

e a aceleraÁ„o do mÌssil no instante t = 30,0 s. 13 - O movimento de

13 - O movimento de um ponto material relativamente ao referencia xOy, È

definido pelas expressıes: x = v 0x . t e y = v 0y . t ñ ( t / 2 ) g t 2 com v ox , v oy e g constantes. Determinar: a) A express„o da trajetÛria; b) A velocidade no instante t ; c) As componentes tangencial e normal da aceleraÁ„o no instante t em que a velocidade È v; d) 0 raio de curvatura, em funÁ„o da velocidade instant‚nea

v.

14

- Uma bomba È largada no instante t = 0s de um avi„o que est· voando

. Supondo o campo gravitacional constante e

desprezando-se a resistÍncia do ar, determinar a componente tangencial e normal da aceleraÁ„o, assim como o raio de curvatura da trajetÛria, no instante genÈrico t.

horizontalmente com velocidade



v

0

15

-

O

vetor

 

r ( t

)

2 t

i

t

posiÁ„o de uma

partÌcula varia com o

tempo segundo a lei:

2 j

(SI). Pede-se determinar o raio de curvatura da trajetÛria em

funÁ„o do tempo.

16 -

referencial cartesiano retangular Oxy, È dado por:

R =

10,0 m e w = 10,0 rad/s. Determinar: a) A velocidade e a aceleraÁ„o vetoriais do

ponto material no instante t = s; b) O raio de curvatura da trajetÛria no ponto genÈrico t.

um ponto material, relativamente a um

A

lei

do

movimento plano de

x = R [cos (wt) + w t sen (wt)] e

y = R [sen (wt) ñ w t cos (wt)] , sendo

17- O movimento de um ponto material, relativamente ao referencial cartesiano

Oxyz, È definido pela lei vetorial

3 t

2

i

6 t

j

9 t

k

r ( t

)

(SI). Determinar:

a) A velocidade vetorial mÈdia entre os instantes 1,0 s e 3,0 s ; b) A express„o da

bem como a velocidade escalar; c) 0 versor da

funÁ„o velocidade vetorial v ( t )

velocidade; d) A aceleraÁ„o vetorial mÈdia entre os instantes 1,0 s e 3,0 s.

18 - A express„o velocidade escalar de um mÛvel, em funÁ„o do tempo È dado por

v(t) = 4 t + t 2 (SI). Num dado instante t, a sua aceleraÁ„o tangencial È

a T = 8,0 m/s 2 e o raio de curvatura neste mesmo instante È R = 24 m. Determinar:

a) 0 mÛdulo da aceleraÁ„o normal; b) 0 mÛdulo da aceleraÁ„o total.

19 - A lei do movimento de um ponto material, relativamente ao referencial xOy, e

definido pelas equaÁıes no S.I.: x = 2 t e y = t 2 . Pede-se determinar o raio de curvatura da trajetÛria, no instante t = 1,0 s.

20 - A componente tangencial da aceleraÁ„o de um ponto material È expressa em

funÁ„o do tempo por a T = 25 ñ 3,0 t 2 (SI). O ponto material inicia seu movimento a partir do repouso, na origem do sistema. Pede-se determinar: a) A equaÁ„o da velocidade escalar em funÁ„o do espaÁo v= f(s); b) A posiÁ„o do ponto material, quando a velocidade È zero novamente; c) A posiÁ„o do ponto material quando a velocidade È m·xima.

21 - A lei do movimento de um ponto material no plano xOy e dada pelas funÁıes

no SI: x = 4 cos 2 t e y = 2 sen (2t). Pede-se: a) a equaÁ„o da trajetÛria; b) as componentes intrÌnsecas da aceleraÁ„o; c) 0 raio de curvatura no instante t.

22 - O vetor posiÁ„o de um mÛvel obedece a express„o:

r ( t

)

3 cos ( t )

i

r sen ( t )

j

(SI). Pede-se: a) a equaÁ„o da trajetÛria; b) a

funÁ„o da velocidade e da aceleraÁ„o; c) a componente tangencial e normal da

aceleraÁ„o no instante t = 1,0 s; d) 0 vetor velocidade mÈdia entre os instantes

t = 0s e

23 - A aceleraÁ„o de um ponto material em movimento relativamente a um

t = 3,0s.

 

referencial cartesiano Oxyz È expressa por:

a

10

i

2 k (SI). Sabendo-se que no

instante inicial o ponto material encontra-se na origem do sistema de coordenadas

e tem velocidade inicial

vetorial; b) a componente tangencial vetorial em funÁ„o do tempo; c) 0 raio de curvatura para t = 1,0 s.

m/s, determinar: a) a lei do movimento na forma

v

0

12 j

24 - A componente tangencial de um ponto material varia com a coordenada de

posiÁ„o segundo a equaÁ„o ar = - k.s, sendo k uma constante positiva. Sabe-se que

;>am / = 0, tem-se que para s = 2,0 m, v = 0 e ar = - 8.0 m/s Pede-se determinar: a) a express„o hor·ria do movimento; a velocidade e a componente tangencial da aceleraÁ„o em funÁ„o do tempo; c) os instantes em que a aceleraÁ„o tangencial e oula.

25 - No lanÁamento de um projÈtil, a altura m·xima e 7.20 m em rela,ao ao

referencial Oxy. No ponto mais alto da trajetÛria, a velocidade escalar do projÈtil e

\. = 5.00 m/s. Desprezando a resistÍncia do ar, e considerando a aceleraÁ„o da gravidade local igual a g = 10,0 mli. determine: a) A dura,ao total do movimento; b) A velocidade escalar de lanÁamento.

26 - Do alto de uma torre de 20,00 m de altura em rela,ao a horizontal de um referencial Oxy, um artilheiro mira um bal„o que se encontra parado sobre um ponto situado a 400.0 m da base da torre. 0 ‚ngulo de vis„o do artilheiro em rda,ao a horizontal e B = 150. No instante exato em que 0 artilheiro dispara um proj6til (P), os ocupantes do bal„o deixam cair um objeto (A), que e atingido pelo disparo. A velocidade do proj6til ao deixar 0 cano da arma e va = 200.0 m/s. Desprezando-se a resistÍncia do ar e considerando a acelera,ao da gravidade local igual a g = 9.80 mli. pede-se: a) Elaborar um esquema indicando a configuraÁ„o do problema; b) Deduzir as funÁıes hor·rias para 0 proj6til: xP(I); yp(l) e para 0 objeto (A), YA(t) : c) 0 instante do encontro entre 0 projÈtil e 0 objeto; d) A altura em que acontece 0 encontro.

27 - Uma bola de tÍnis e golpeada por uma raquete adquirindo uma velocidade de

rebatimento de Vo = /0,0 m/s quando se encontrava a uma altura de ho = 1,00 m acima do ch„o, em relaÁ„o ao referencial Oxy, conforme a Figura 2.12. A altura m·xima atingida pela bola, em relaÁ„o a horizontal, ou seja, a partir do ch„o foi de

v = 4,75 m.Considerando desprezÌvel 0 efeito da resistÍncia do ar e a aceleraÁ„o da gravidade local igual a g = 10,0 m/s 2 i, determinar 0 mÛdulo da velocidade da bola no ponto mais alto de sua

0 mÛdulo da velocidade da bola no ponto mais alto de sua 28 - Um atleta

28 - Um atleta da um salto em dist‚ncia, fazendo um ‚ngulo inicial de 2(J' com:

solo, com uma velocidade de 22,0 m/s. Determinar:

a) Qual 0 alcance do salto?; b) Qual a altura m·xima atingida.

29 - Um esquiador desliza pista abaixo, principiando um salto no ponto P, Ia direÁ„o horizontal, com velocidade de 25 mis, como mostra a Figura (2.13). A pisa a sua &ente tem a inclinaÁ„o uniforme de () = 35'. a) Em que ponto 0 esquiador retorna a pista? b) Quanto tempo 0 esquiador permanece no ar e qual È o valor da componente vertical da velocidade no instante em que atinge a neve da pista.

permanece no ar e qual È o valor da componente vertical da velocidade no instante em