Você está na página 1de 29

FaculdadeFaculdadeFaculdadeFaculdade dodododo NorteNorteNorteNorte PioneiroPioneiroPioneiroPioneiro –––– FANORPIFANORPIFANORPIFANORPI CursoCursoCursoCurso dededede TécnicoTécnicoTécnicoTécnico emememem MarketingMarketingMarketingMarketing

emememem MarketingMarketingMarketingMarketing ORÇAMENTO EMPRESARIAL: Fundamentos e aplicações

ORÇAMENTO

EMPRESARIAL:

Fundamentos e aplicações

Disciplina: Orçamento Empresarial

3° Semestre – Técnico em Marketing

Prof. José Antônio Rezende

2011

ApostilaApostilaApostilaApostila OrçamentoOrçamentoOrçamentoOrçamento EmpresarialEmpresarialEmpresarialEmpresarial

2

S U M Á R I O

CAPÍTULO 1 – CONCEITOS E EXEMPLO SIMPLICADO

3

1.1.

ORÇAMENTO: NOÇÕES BÁSICAS E CONCEITO

3

1.2.

EXEMPLO BÁSICO

4

1.2.1.

Orçamento de vendas

5

1.2.2.

Orçamento de produção

5

1.2.3.

Orçamento de compras de matéria-prima

6

1.2.4.

Orçamento de mão-de-obra

7

1.2.5.

Orçamento de impostos a recolher

7

1.2.6.

Orçamento de custos indiretos de fabricação

8

1.2.7.

Orçamento de custo de produção

8

1.2.8.

Orçamento do fluxo de caixa

8

1.2.9.

Orçamento de capital

12

1.3.

ANÁLISE DA VARIAÇÃO NO LUCRO BRUTO

12

1.4.

TIPOS DE ORÇAMENTOS

14

1.4.1

. Orçamento de itens de linha

14

1.4.2.

Orçamento por exercícios limitados

14

1.4.3.

Previsão e orçamento de base zero

14

1.4.4.

Orçamento flexível

15

EXERCÍCIOS – Seção 1: Crepaldi, 2004,

16

EXERCÍCIOS – Seção 2: Gitman, 2001,

19

EXERCÍCIOS – Seção 3: Padoveze, 1995,

21

CAPÍTULO 2 – ESTUDO DE CASO – ORÇAMENTO DE CAIXA

23

CAPÍTULO 3 – ESTUDO DE CASO INTEGRADO

25

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

29

FaculdadeFaculdadeFaculdadeFaculdade dodododo NorteNorteNorteNorte PioneiroPioneiroPioneiroPioneiro –––– FANORPIFANORPIFANORPIFANORPI CursoCursoCursoCurso dededede TécnicoTécnicoTécnicoTécnico emememem MarketingMarketingMarketingMarketing

ORÇAMENTO EMPRESARIAL

CAPÍTULO 1 – CONCEITOS E EXEMPLO SIMPLICADO

1.1. ORÇAMENTO: NOÇÕES BÁSICAS E CONCEITO

Elaborar o orçamento é um passo na implementação da estratégia da empresa. É traduzir os pressupostos gerais a respeito do planejamento da estratégia empresarial em representações numéricas de mercados e de recursos. As metas de faturamento são a expressão da estratégia de empresa em relação aos mercados; o capital que se aloca aos tomadores de decisões nos diversos centros de responsabilidade reflete a escolha da empresa em matéria de utilização de recursos. Sob essa óptica, elaborar o orçamento faz parte do processo de planejamento. Entretanto, o orçamento também define normas, estabelecendo parâmetros para controle. É o que costumeiramente se chama papel duplo do orçamento. Um orçamento tem as funções de coordenar as atividades da empresa e servir como base de controle ao comparar números (orçados) estimados e desempenho real.

O chamado orçamento-mestre forma o quadro consolidado das atividades da empresa. Tipicamente, esse orçamento-mestre é uma previsão dos relatórios financeiros da organização, isto é, uma combinação de lucros e perdas, balanço e fluxo de caixa. Para chegar a esses dados altamente agregados, o processo orçamentário considera todas as atividades da empresa que serão finalmente computadas no orçamento-mestre.

Orçamento é um plano administrativo que cobre todas as operações da empresa, para um período de tempo definido, expresso em termos quantitativos. O orçamento global é dividido em orçamentos setoriais, como orçamento de vendas, orçamento de produção, orçamento de compras de matérias-primas, orçamento de capital, orçamento do fluxo de caixa, etc. Orçamento é também um planejamento do lucro por meio da previsão de todas as atividades da empresa. Por exemplo:

previsão de quantidades a serem vendidas, previsão do preço de venda a ser exercido, previsão de produção, previsão de custos de matéria-prima, de mão-de-obra e custos indiretos de fabricação. Com a comparação entre o orçamento e os dados reais, a empresa pode controlar seu desempenho visando atingir o lucro planejado. Processo orçamentário – o orçamento deve ser elaborado por todos os setores da empresa, cabendo ao setor de orçamento orientar, fornecer e consolidar as informações fornecidas pelos outros departamentos, como demonstrado na figura 1.

ApostilaApostilaApostilaApostila OrçamentoOrçamentoOrçamentoOrçamento EmpresarialEmpresarialEmpresarialEmpresarial

4

EmpresarialEmpresarialEmpresarialEmpresarial 4 Figura 1 – Planejamento operacional Fonte: Crepaldi, 2004.

Figura 1 – Planejamento operacional

Fonte: Crepaldi, 2004.

1.2. EXEMPLO BÁSICO

O orçamento

da

empresa

deve

cobrir

vários

anos;

normalmente, as empresas fazem orçamentos para 5 anos, detalhando o primeiro ano em meses, os demais em períodos anuais ou trimestrais. Neste exemplo simplificado, vamos desenvolver um orçamento para três meses. Os mesmos conceitos aqui usados podem ser aplicados em orçamentos de prazos maiores, ou com níveis de detalhamento maior.

Um ponto de partida lógico é o orçamento de vendas

preparado pelo departamento de marketing. Com os dados do faturamento, precisa-se determinar a estratégia de produção e prover os recursos (incluindo a base de ativos). A partir da estratégia geral de produção, pode-se chegar aos orçamentos específicos para todos os centros de responsabilidade. A produção será refletida em orçamento para estoques, despesas indiretas, mão-de-obra e matérias-primas. Esses são os parâmetros pelos quais os gerentes de produção podem ser responsabilizados. Normalmente, o processo orçamentário precisa

FACULDADE DO NORTE PIONEIRO – FANORPI 5

FACULDADE DO NORTE PIONEIRO – FANORPI

FACULDADE DO NORTE PIONEIRO – FANORPI 5

5

ser revisado várias vezes para ser concluído, para reconciliar os números.

1.2.1. Orçamento de vendas

A empresa deve prever as quantidades a serem vendidas e os

preços a serem praticados. A finalidade do orçamento de vendas é determinar a quantidade e o valor total dos produtos a vender, bem como calcular os impostos sobre vendas, a partir de

projeções de vendas elaboradas pelas unidades de vendas e/ou executivos e especialistas em marketing. Por exemplo, uma empresa que produz um único produto e que faz as seguintes previsões de preço de venda e de quantidades a serem vendidas (previstos pelo departamento de marketing):

Orçamento de Vendas

 

Janeiro

Fevereiro

Março

Total

Qtde Vendas Preço Unitário

50.000

80.000

100.000

230.000

46,00

55,00

70,00

Receita Vendas

2.300.000,00

4.400.000,00

7.000.000,00

13.700.000,00

Após o orçamento de vendas, a empresa pode elaborar o

a empresa

recolha apenas o ICMS a uma taxa de 18,0%. O orçamento dos impostos sobre vendas seria:

orçamento dos impostos sobre vendas, supondo

que

Orçamento de impostos s/ vendas

 

Janeiro

Fevereiro

Março

Total

ICMS 18% S/ Vendas

414.000,00

792.000,00

1.260.000,00

2.466.000,00

1.2.2. Orçamento de produção

A empresa, sabendo as quantidades estimadas de vendas, pode

estimar os estoques desejados de produtos acabados e as quantidades necessárias a serem produzidas. O orçamento de produção tem como finalidade determinar a quantidade de produtos que devem ser produzidos em função das vendas planejadas, considerando-se as políticas de estoques de produtos acabados, sendo que a política de estoques pode ser diferente para cada produto. A fórmula básica da movimentação de estoques é dada

pela equação abaixo:

Estoque

final = E.I. + Entradas Saídas

As entradas podem ser tanto compras como produção, e as saídas podem ser vendas ou consumo na produção. Através desta

ApostilaApostilaApostilaApostila OrçamentoOrçamentoOrçamentoOrçamento EmpresarialEmpresarialEmpresarialEmpresarial

6

equação pode ser apurado qualquer uma das 4 variáveis presentes na fórmula.

Estoques desejados de produtos acabados

 

Janeiro

Fevereiro

 

Março

Estoque Inicial (qtde)

 

25.000

   

Estoque Final (qtde)

30.000

 

40.000

 

30.000

 

Orçamento de produção

 
 

Janeiro

 

Fevereiro

Março

Total

Vendas (qtde)

 

50.000

80.000

100.000

230.000

(-) EI

(25.000)

(30.000)

(40.000)

(95.000)

(+) EF

30.000

40.000

30.000

100.000

Produção Necessária (qtde)

 

55.000

90.000

90.000

235.000

1.2.3. Orçamento de compras de matéria-prima

A empresa, após saber as quantidades que irá produzir, tem condições de saber as quantidades necessárias de matéria-prima. Os quadros do orçamento de matérias-primas determinam a quantidade e o valor de matérias-primas a consumir e a comprar. Supondo que a empresa consuma 3 kg de matéria-prima por unidade produzida (informado pelo departamento de produção), as quantidades necessárias de matéria-prima serão:

Orçamento da quantidade consumida de matéria-prima:

 

Janeiro

Fevereiro

Março

Produção Necessária (qtde) Consumo de matéria-prima (por unidade)

55.000

90.000

90.000

3

3

3

Consumo Total Previsto

165.000

270.000

270.000

Após saber as quantidades necessárias de matéria-prima, a empresa deverá estimar os estoques desejados de matéria-prima, para depois estimar as quantidades que deverão ser compradas:

Estoques desejados de matéria-prima:

 

Janeiro

Fevereiro

Março

Estoque Inicial (qtde)

10.000

   

Estoque Final (qtde)

40.000

30.000

20.000

Orçamento das quantidades a serem compradas

 

Janeiro

Fevereiro

Março

Total

Consumo Total Previsto (-) EI

165.000

270.000

270.000

705.000

(10.000)

(40.000)

(30.000)

(+) EF

40.000

30.000

20.000

Qtde a comprar

195.000

260.000

260.000

715.000

FACULDADE DO NORTE PIONEIRO – FANORPI 7

FACULDADE DO NORTE PIONEIRO – FANORPI

FACULDADE DO NORTE PIONEIRO – FANORPI 7

7

A empresa, após estimar as quantidades necessárias a serem

compradas, pode estimar o preço de compra do quilo de matéria- prima e o total de compras de matéria-prima.

Orçamento de compra de matéria-prima

 

Janeiro

Fevereiro

Março

Total

Quantidade a comprar

195.000

260.000

260.000

715.000

Preço de Compra

3,45

4,41

4,41

Total de Compras (R$)

672.750,00

1.146.600,00

1.146.600,00

2.965.950,00

1.2.4. Orçamento de mão-de-obra

Também com base no orçamento de produção, a empresa pode elaborar o orçamento de mão-de-obra. A finalidade do orçamento de mão-de-obra direta (MOD) é determinar a quantidade e o valor total de horas de mão-de-obra diretamente aplicados na produção. Ressalta-se que os custos da mão-de-obra deve incluir os encargos sociais, calculados de acordo com as leis vigentes. Supondo que para produzir uma unidade de seu produto a empresa consuma 1,5 hora de mão-de-obra, podemos elaborar o orçamento de horas de mão-de-obra.

Orçamento de horas de mão-de-obra

 

Janeiro

Fevereiro

Março

Total

Produção Necessária (qtde) Tempo Gasto (horas)

55.000

90.000

90.000

235.000

1,50

1,50

1,50

Total (horas)

82.500

135.000

135.000

352.500

A empresa deve estimar a taxa horária de mão-de-obra para

poder estimar o custo de mão-de-obra.

Orçamento de mão-de-obra

 

Janeiro

Fevereiro

Março

Total

Total (horas) Custo da hora (R$)

82.500

135.000

135.000

352.500

2,30

2,76

3,53

Total mão-de-obra (R$)

189.750,00

372.600,00

476.550,00

1.038.900,00

1.2.5. Orçamento de impostos a recolher

No orçamento de impostos a recolher, a empresa concilia o crédito do ICMS a ser pago nas compras, com a previsão de débitos provenientes das vendas, apurando assim, o saldo do imposto efetivo a pagar. Supondo que a empresa tem um crédito de 18% de ICMS sobre as compras, o valor dos impostos a recuperar será de:

ApostilaApostilaApostilaApostila OrçamentoOrçamentoOrçamentoOrçamento EmpresarialEmpresarialEmpresarialEmpresarial

8

Orçamento dos impostos sobre compras

 

Janeiro

Fevereiro

Março

Total

Total de Compras (R$) Impostos s/ compras 18%

672.750,00

1.146.600,00

1.146.600,00

2.965.950,00

121.095,00

206.388,00

206.388,00

533.871,00

dos

impostos a recolher comparando os impostos sobre vendas e os impostos sobre compras.

A empresa tem

condições de elaborar o orçamento

Orçamento dos impostos a recolher

 

Janeiro

Fevereiro

Março

Total

Impostos S/ Vendas (R$) Impostos S/ Compras (R$)

414.000,00

792.000,00

1.260.000,00

2.466.000,00

(121.095,00)

(206.388,00)

(206.388,00)

(533.871,00)

Impostos a Recolher (R$)

292.905,00

585.612,00

1.053.612,00

1.932.129,00

1.2.6. Orçamento de custos indiretos de fabricação

O orçamento de custos indiretos de fabricação tem como finalidade apurar o montante de custos que participam indiretamente na fabricação de produtos. Alguns CIF’s variam de acordo com o nível de produção, e seu total pode ser determinado em função da quantidade de produção: são os CIF’s variáveis (é o caso de alguns materiais consumidos no processo de produção – insumos, energia elétrica, manutenção, limpeza). Outros custos indiretos existirão mesmo que não haja produção, como no caso dos CIF’s fixos (é o caso do aluguel, seguros da fábrica, salários de supervisores e gerentes, etc). Todos os CIF’s devem ser acumulados em contas específicas e agrupados por centros de custos. Neste exemplo simplificado, não fora necessário a utilização do orçamento de custos indiretos de fabricação, sendo o mesmo, demonstrado em exercícios futuros.

1.2.7. Orçamento de custo de produção

Os quadros desse orçamento específico são elaborados com a

finalidade de apurar os custos unitários de produtos acabados e

em elaboração, necessários para a avaliação dos estoques e apuração do custo dos produtos vendidos. A apuração dos custos unitários deve ser feita pelo método do custo médio ponderado. No exemplo simplificado utilizado, não fora necessário a utilização do orçamento de custo de produção, sendo o mesmo, demonstrado em exercícios futuros.

1.2.8. Orçamento do fluxo de caixa

um

demonstrativo dos fluxos de entrada e saída projetadas de caixa

O orçamento

de

caixa

(ou projeção

de

caixa)

é

FACULDADE DO NORTE PIONEIRO – FANORPI 9

FACULDADE DO NORTE PIONEIRO – FANORPI

FACULDADE DO NORTE PIONEIRO – FANORPI 9

9

da empresa, usado para estimar as necessidades de caixa a curto prazo. Para elaborar o orçamento é necessário uma boa previsão das receitas e a programação dos pagamentos esperados pela empresa. A empresa, após fazer o orçamento de receita de vendas e os orçamentos de custos e despesas, deve fazer um orçamento de recebimento e pagamentos para avaliar sua situação de caixa. Supondo que a empresa receba suas vendas dentro do próprio mês e que pague a matéria-prima, a mão-de-obra e os impostos no próprio mês, o orçamento de caixa para o exemplo utilizado, ficaria assim:

 

Janeiro

Fevereiro

Março

Total

Saldo Inicial

-

1.144.595,00

3.439.783,00

4.584.378,00

(+) Recebimentos:

2.300.000,00

4.400.000,00

7.000.000,00

13.700.000,00

Vendas a vista Recebimentos a prazo

2.300.000,00

4.400.000,00

7.000.000,00

13.700.000,00

(-) Pagamentos:

1.155.405,00

2.104.812,00

2.676.762,00

5.936.979,00

Matéria-prima Mão-de-obra Impostos a recolher Outras contas a pagar

672.750,00

1.146.600,00

1.146.600,00

2.965.950,00

189.750,00

372.600,00

476.550,00

1.038.900,00

292.905,00

585.612,00

1.053.612,00

1.932.129,00

Saldo Final

1.144.595,00

3.439.783,00

7.763.021,00

12.347.399,00

* Modelo simplificado

Exemplo de um orçamento de caixa completo

A Cia XYZ está desenvolvendo um orçamento de caixa projetado

para o período de janeiro a dezembro de 2x10, cujos dados são os seguintes:

Entradas

O saldo das vendas a receber do exercício de 2x09 pode ser assim demonstrado:

- R$ 250.000,00, saldo de novembro de 2x09, com prazo de

recebimento de 60 dias.

- R$ 300.000,00, saldo de dezembro de 2x09, sendo R$ 67.000,00

para recebimento com 30 dias e R$ 233.000,00 para recebimento

com 60 dias.

- As vendas previstas para o período de janeiro a dezembro de

2x10 são: R$ 200.000,00 em janeiro; R$ 250.000,00 em fevereiro; R$ 200.000,00 em março e abril; R$ 250.000,00 em maio e junho; R$ 350.000,00 em julho, agosto e setembro; R$ 400.000,00 em outubro e novembro; R$ 475.000,00 em dezembro.

- O recebimento das

ocorrem da seguinte maneira: 10% à vista; 20% em 30 dias e 70% em 60 dias.

- Previsão de recebimento de juros sobre aplicação financeira

correspondente a 1,5% ao mês sobre o saldo aplicado em dezembro

vendas, nos exercícios

de

2x09

e

2x10,

ApostilaApostilaApostilaApostila OrçamentoOrçamentoOrçamentoOrçamento EmpresarialEmpresarialEmpresarialEmpresarial

10

de 2x09 de R$ 70.000,00, cujo valor a administração da Cia XYZ pretende manter aplicado como reserva técnica de capital.

- Previsão de recebimento de juros sobre aplicação financeira de 1,5% ao mês sobre o saldo do excedente de caixa gerado no mês anterior, aplicado em fundo de investimento.

Saídas

- O saldo das compras de insumos de 2x09 era constituído dos

seguintes valores: R$ 100.000,00, saldo de novembro de 2x09; R$

300.000,00, saldo de dezembro de 2x10.

- O saldo do pagamento das compras de 2x09, após renegociação de pagamentos, ocorre da seguinte forma: 30% pagos em janeiro de 2x10; 30% pagos em fevereiro de 2x10; 40% pagos em março de

2x10.

- As compras de insumos em 2x10 representam 57% das vendas.

- O pagamento das compras do ano de 2x10 ocorre assim: 10% pagos à vista; 80% em 30 dias; e 10% em 60 dias.

- Títulos a pagar: o saldo de dezembro de 2x10 de R$ 80.000,00 será pago em 4 parcelas nos meses de janeiro a abril.

- Contas a pagar: o saldo de dezembro de 2x10 de R$ 170.000,00 será pago em 4 parcelas nos meses de janeiro a abril.

- R$ 4.000,00 são pagamentos de leasing e aluguel.

- Salários e encargos: 9% das vendas mais R$ 3.000,00 de parcela fixa.

- Pagamento de impostos, em janeiro, no valor de R$ 5.000,00; em fevereiro de R$ 6.000,00; em março de R$ 7.000,00.

- Pagamento de juros de 1% ao mês sobre o saldo dos empréstimos registrados no passivo em dezembro de 2x09, no montante de

R$1.050,00.

- A amortização do saldo dos empréstimos em dezembro de 2x09,

que ocorrerá a partir de janeiro de 2x10, representa 4% ao mês

sobre o saldo de dezembro de 2x09, no montante de R$1.050,00.

- Pagamento de juros de 2% ao mês sobre os empréstimos para

cobertura de insuficiência de caixa apurados mensalmente, com base no saldo financiado no mês anterior.

- Pagamento de dividendos correspondente a 30% do lucro líquido

do exercício de 2x09, no montante de R$ 589.000,00, dividido nos meses de abril, maio e junho de 2x10.

- Aquisição de máquinas e equipamentos, em abril, no valor de R$110.000,00 e, em outubro, no valor de R$ 140.000,00.

Outros

- A empresa adota como política financeira a manutenção de um saldo de caixa mínimo de R$ 10.000,00.

- a empresa iniciará janeiro de 2x10 com um saldo inicial de

caixa de R$ 380.000,00.

- Os administradores da Cia XYZ estão estudando a hipótese de

resgatar parte das ações da empresa em circulação no mercado financeiro, visando à realização de uma fusão com um

concorrente, cliente ou principal fornecedor, como forma de reestruturação de seu atual nível de custos.

FACULDADE DO NORTE PIONEIRO – FANORPI11

11

FACULDADE DO NORTE PIONEIRO – FANORPI 11

Uma análise do fluxo de caixa projetado da Cia XYZ para o período de janeiro a dezembro de 2x10, apresentada na tabela a seguir, conduz aos seguintes aspectos merecedores de comentário:

 

CIA XYZ

 
 

DEMONSTRAÇÃO DO ORÇAMENTO DE CAIXA (exercício 2x10)

 

valores em mil reais

 

DESCRIÇÃO

 

JAN.

FEV.

MAR.

ABR

MAI

JUN

JUL

AGO

SET

OUT

NOV

DEZ

Previsão de vendas 2x10

 

200,0

250,0

200,0

200,0

250,0

250,0

350,0

350,0

350,0

400,0

400,0

475,0

 

OPERACIONAL:

 
 

Recebimento de vendas a realizar em 2x10

 
 

Rcbto à vista - 10%

 

20,0

25,0

20,0

20,0

25,0

25,0

35,0

35,0

35,0

40,0

40,0

47,5

     

40,0

50,0

40,0

40,0

50,0

50,0

70,0

70,0

70,0

80,0

80,0

ENTRADAS

 

Rcbto 30 dias - 20% Rcbto 60 dias - 70%

     

140,0

175,0

140,0

140,0

175,0

175,0

245,0

245,0

245,0

280,0

 

Recebimento de vendas realizadas em 2x09

 
 

Vendas Novembro

 

250,0

                     

Vendas Dezembro

 

67,0

233,0

                   
 

OUTROS:

 
 

Juros aplic. Financeira – Sd 2x09 Juros aplic. Financeira – Exced.

1,1

1,1

1,1

1,1

1,1

1,1

1,1

1,1

1,1

1,1

1,1

1,1

 

6,5

5,4

2,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

 

TOTAL

 

338,1

305,5

216,5

238,1

206,1

216,1

261,1

281,1

351,1

356,1

366,1

408,6

Previsão compras insumos 2x10

 

114,0

142,5

114,0

114,0

142,5

142,5

199,5

199,5

199,5

228,0

228,0

270,8

 

OPERACIONAL:

 
 

Pagamento de operações a realizar em 2x10

 
 

Pgto à vista - 10%

 

11,4

14,3

11,4

11,4

14,3

14,3

20,0

20,0

20,0

22,8

22,8

27,1

Pgto 30 dias - 80%

   

91,2

114,0

91,2

91,2

114,0

114,0

159,6

159,6

159,6

182,4

182,4

Pgto 60 dias - 10%

     

11,4

14,3

11,4

11,4

14,3

14,3

20,0

20,0

20,0

22,8

Leasing e aluguel

 

4,0

4,0

4,0

4,0

4,0

4,0

4,0

4,0

4,0

4,0

4,0

4,0

Salários e encargos

 

21,0

25,5

21,0

21,0

25,5

25,5

34,5

34,5

34,5

39,0

39,0

45,8

Impostos

 

5,0

6,0

7,0

                 
 

Pagamento de operações realizadas em 2x09

 

SAÍDAS

 

Cpras insumos dez. 2x09

 

120,0

120,0

160,0

                 
   

20,0

20,0

20,0

20,0

               
 

Titulos a pagar Contas a pagar

 

42,5

42,5

42,5

42,5

               
 

FINANCEIRO:

 
 

Pgto de juros - emprest. Sd 2x09

10,5

10,5

10,5

10,5

10,5

10,5

10,5

10,5

10,5

10,5

10,5

10,5

Amortização empréstimos

 

42,0

42,0

42,0

42,0

42,0

42,0

42,0

42,0

42,0

42,0

42,0

42,0

Pgto de Juros - emprest. Exced.

 

0,0

0,0

0,0

-1,1

-2,1

-3,3

-2,8

-2,9

-1,6

-3,2

-2,2

Pgto de dividendos

       

58,9

58,9

58,9

           

INVESTIMENTO:

 
 

Aquisição equipamentos

       

110,0

         

140,0

   
 

TOTAL

 

276,4

376,0

443,8

425,8

256,7

278,5

235,9

282,0

287,6

436,3

317,5

332,3

       

-

-

               

Fluxo líquido de caixa

 

61,7

-70,4

227,3

187,7

-50,6

-62,4

25,2

-0,9

63,4

-80,2

48,6

76,2

             

-

-

-

 

-

-

SALDOS

Saldo inicial de caixa

 

380,0

441,7

371,2

143,9

-43,8

-94,4

156,8

131,6

132,6

-69,2

149,4

100,8

           

-

-

-

 

-

-

 

SALDO FINAL DE CAIXA

 

441,7

371,2

143,9

-43,8

-94,4

156,8

131,6

132,6

-69,2

149,4

100,8

-24,6

Saldo mínimo de caixa

 

10,0

10,0

10,0

10,0

10,0

10,0

10,0

10,0

10,0

10,0

10,0

10,0

           

-

-

-

-

 

-

-

 
   

0,0

0,0

0,0

-53,8

104,4

166,8

141,6

142,6

-79,2

159,4

110,8

-34,6

Financiamento necessário Saldo excedente de caixa

 

431,7

361,2

133,9

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

ApostilaApostilaApostilaApostila OrçamentoOrçamentoOrçamentoOrçamento EmpresarialEmpresarialEmpresarialEmpresarial

12

Comentários - De maneira geral, embora seja previsto o crescimento da receita no ano de 2x10, o caixa gerado nas operações da empresa não será suficiente para sustentar o pagamento dos custos com insumos e demais gastos e investimentos necessários à manutenção de suas operações. - Como conseqüência, o saldo de caixa existente em dezembro de 2x09 será totalmente consumido, gerando a necessidade da empresa recorrer a financiamentos no período de abril a dezembro, o que acarretará o pagamento de encargos adicionais de juros.

Diante do exposto, a administração da Cia XYZ deverá estudar alternativas para manutenção do crescimento da receita, mas procurando adequar os custos, gastos e investimentos de modo a não prejudicar o retorno patrimonial da empresa esperado pelos acionistas.

* Texto extraído da obra: Ferreira, 2005.

1.2.9. Orçamento de capital

Os aumentos de capital representam a compra de ativos fixos, cujos custos se distribuem por vários períodos sob a forma de depreciação. Em geral, esses gastos exigem o comprometimento de grande quantidade de fundos e devem ser previstos no orçamento do fluxo de caixa.

O orçamento de capital (também conhecido como orçamento de

investimentos) reflete os planos da alta administração referentes a ampliações/expansões, melhorias/ modernizações e

substituições de ativos. Estes são os principais motivos para desembolsos de capital. Para todo desembolso de capital, espera- se que vá produzir benefícios através de um período maior que um ano, geralmente, durante a vida útil do bem adquirido.

O orçamento de capital é o processo de avaliar e selecionar

investimentos a longo prazo consistentes com a meta da empresa de maximização da riqueza. As empresas fazem uma variedade de

investimentos a longo prazo, mas o mais comum são os ativos imobilizados.

O orçamento de capital deve constar o montante financeiro

atual dos ativos fixos da empresa, e o volume de desembolsos

futuros, provenientes de aquisições, assim como, o valor periódico das depreciações dos ativos novos e dos antigos.

1.3. ANÁLISE DA VARIAÇÃO NO LUCRO BRUTO

O Lucro Bruto é formado pela diferença entre as receitas de

vendas e o CPV; ao compararmos a variação no lucro bruto de dois períodos, devemos considerar as variações no preço e nas quantidades.

FACULDADE DO NORTE PIONEIRO – FANORPI 13

FACULDADE DO NORTE PIONEIRO – FANORPI

13

FACULDADE DO NORTE PIONEIRO – FANORPI 13

Exemplo hipotético:

 

20X1

AV %

20X2

AV %

Variação %

Receita de vendas (-) CPV

2.000,00

100%

2.400,00

100%

+20%

800,00

40%

1.400,00

58%

+75%

Lucro Bruto

1.200,00

60%

1.000,00

42%

-17%

Outras informações:

Quantidades vendidas

800

1000

Preço de venda

R$ 2,50

R$ 2,40

Custo unitário

R$ 1,00

R$ 1,40

Variações na Receita:

Variações no preço

Variações na quantidade

= Q1 x(P2 – P1)

= 800 x (2,4 – 2,5)

= -80

(Desfavorável)

= P1 x (Q2 – Q1)

= 2,5 x (1000 - 800)

= 500

(Favorável)

Variações no preço e qtde = (P2 – P1) x (Q2 – Q1)

Variação total

= (2,4 – 2,5) x (1000 – 800)

= -0,10 x 200

= -20 (Desfavorável)

= 400

(Favorável*)

*Considerando apenas a variação sobre o preço e quantidade vendida

Demonstração da análise do lucro bruto s/ vendas

Lucro Bruto em X1

 

1.200,00

Análise das variações em vendas:

Variação no preço Variação na quantidade Variação do preço e quantidade

(80,00)

500,00

(20,00)

400,00

Análise das variações no CPV:

Variação no custo unitário Variação na quantidade Variação no custo e na qtde Lucro Bruto em X2

(320,00)

(200,00)

(80,00)

(600,00)

1.000,00

ApostilaApostilaApostilaApostila OrçamentoOrçamentoOrçamentoOrçamento EmpresarialEmpresarialEmpresarialEmpresarial

14

1.4.

TIPOS DE ORÇAMENTOS

1.4.1.

Orçamento de itens de linha

Orçamento

de

itens

de

linha

é

o

que permite aos

responsáveis pelas decisões gastar apenas uma quantia máxima fixa em itens específicos. Isso impede que os gerentes tomem decisões excessivamente ousadas, substituindo insumos orçados. Essa salva-guarda é útil porque a composição aprovada de insumos precisa ser mantida rigorosamente, por questões de coordenação. Embora freqüentemente atribuído a organizações governamentais, uma elevada percentagem de empresas também utiliza o orçamento de itens de linha no intuito de restringir o poder de decisão dos gerentes de centros de responsabilidade.

1.4.2. Orçamento por exercícios limitados

O orçamento por exercícios limitados não permite que as

verbas não utilizadas no exercício sejam transportadas para o exercício seguinte. O modelo apresenta várias vantagens. Ele permite controles mais rígidos dos gerentes e a quantidade de recursos na empresa pode ser controlada facilmente, já que inexistem recursos camuflados ou economizados, o que simplifica o processo de planejamento. Entretanto, essa simplificação acarreta um custo. No fim do período orçamentário, os gerentes podem passar grande parte de seu tempo inventando meios de gastar os recursos remanescentes, que são assim desperdiçados. Parece, no entanto, que os benefícios do orçamento limitado superam seus custos, uma vez que ele é adotado em quase todas as organizações.

1.4.3. Previsão e orçamento de base zero

Prever os recursos exigidos para atingir as metas de

produção e de vendas é crucial para o sucesso e credibilidade do processo orçamentário. A maioria das empresas utiliza um método incremental para obter seus orçamentos. Esse método utiliza os dados do período anterior e os aumenta ou diminui por determinada percentagem. As mudanças refletem a variação de produtividade. Apesar de as mudanças, às vezes, também serem revistas, o orçamento-base permanece inalterado.

O orçamento de base zero (OBZ) questiona as bases. O OBZ

desenvolve orçamentos sem usar as indicações dos números do ano anterior. Toda a atividade é constituída do zero (base zero). Isso ajuda os gerentes a pensar criativamente sobre suas atividades e, assim, reduzir as folgas dentro da organização. A desvantagem óbvia do OBZ é o processo longo e intricado que se faz necessário.

FACULDADE DO NORTE PIONEIRO – FANORPI 15

FACULDADE DO NORTE PIONEIRO – FANORPI

15

FACULDADE DO NORTE PIONEIRO – FANORPI 15

Na maioria das organizações, portanto, o OBZ é usado pouco freqüentemente. Se for implementado freqüentemente como técnica orçamentária, os gerentes irão muitas vezes recorrer às mesmas explicações do ano anterior, tacitamente tomando o OBZ em orçamento incremental.

1.4.4. Orçamento flexível

Os orçamentos de planejamento comunicam volumes planejados

e preços planejados. Os orçamentos de controle precisam de

alguma modificação. Isso se deve ao fato de que alguns gerentes não têm volumes sob seu controle direto e não podem ser

responsabilizados por desvios orçamentários que advém de mudanças de volume. Para uma análise de desempenho, verbas orçamentárias para esses gerentes precisam variar segundo o volume. Esse orçamento variável é chamado de orçamento flexível, em contraste com o orçamento estático. O orçamento flexível é função de uma medida de volume. Um exemplo ilustra isso facilmente. Se um gerente de produção tem determinado orçamento para produzir 100 unidades, mas o marketing (responsável pelo resultado de faturamento) requer o fornecimento de 120, os gerentes de produção não conseguem ser automaticamente responsabilizados por um aumento dos custos. Um desvio do orçamento poderia ser atribuível unicamente ao fato de que os dados de vendas são mais elevados,

o que está totalmente fora de seu controle. Orçamentos flexíveis

lidam com tais mudanças. O orçamento com que o gerente de produção será comparado é o variado, que indica o custo em que se deve incorrer para fornecer 120 unidades. Se os gerentes são responsáveis por volumes e custos por unidade, entretanto, essa

flexibilidade não ajuda. Nesses casos, um orçamento estático que compara o planejado com o desempenho real sem ajustes de volume

é

mais apropriado. Os orçamentos são um importante mecanismo para coordenação

e

controle em uma organização. A quantidade de orçamentos

diferentes que precisam ser elaborados depende do desenho dos centros de responsabilidade e do direito de decisão dentro

deles. O ciclo orçamentário e o número de revisões dependem da complexidade da reconciliação, das técnicas orçamentárias e do ambiente da empresa. Para fins de controle, os orçamentos ligam- se estreitamente aos sistemas de custeio da empresa, já que os orçamentos flexíveis dependem dos dados de custo e dos agentes

de custo do sistema contábil interno da organização.

ApostilaApostilaApostilaApostila OrçamentoOrçamentoOrçamentoOrçamento EmpresarialEmpresarialEmpresarialEmpresarial

16

EXERCÍCIOS – Seção 1: Crepaldi, 2004, Cap.8.

1 – Com os dados a seguir, montar o Orçamento da Receita de

Vendas e dos Impostos sobre vendas para o trimestre de janeiro a março, de uma empresa que trabalha com um único produto:

Orçamento da previsão de vendas:

   

Jan.

 

Fev.

 

Mar.

 

Total

 

Produto A

35.000

 

45.000

 

40.000

 

120.000

Projeção do Preço de Venda:

 
   

Jan.

 

Fev.

Mar.

 

Produto A

 

80,00

 

95,00

110,00

Impostos = ICMS 18%

       

Solução:

 

Orçamento da Receita de Vendas:

 
     

Jan.

 

Fev.

Mar.

   

Total

Quantidades

 

35.000

 

45.000

 

40.000

 

120.000

Preço de Venda

 

80,00

 

95,00

 

110,00

 

Total

2.800.000,00

4.275.000,00

4.400.000,00

11.475.000,00

Orçamento dos Impostos s/ vendas:

 
     

Jan.

 

Fev.

Mar.

   

Total

Receita Bruta

2.800.000,00

4.275.000,00

4.400.000,00

11.475.000,00

ICMS 18% s/ vendas

504.000,00

 

769.500,00

792.000,00

2.065.500,00

2 – Com os dados do Orçamento de vendas do exercício nº 1,

conhecendo-se os estoques desejados de produtos acabados,

elaborar o orçamento de produção:

Orçamento dos estoques de produtos acabados:

 

Janeiro

Fevereiro

Março

EI (qtde)

10.000

   

EF (qtde)

15.000

15.000

20.000

Solução:

Orçamento de Produção:

 

Janeiro

Fevereiro

Março

Total

Vendas (qtde)

35.000

45.000

40.000

120.000

(-) EI

-10.000

-15.000

-15.000

 

(+) EF

15.000

15.000

20.000

 

Produção Necessária (qtde)

40.000

45.000

45.000

130.000

3 – Sabendo-se que a empresa consome 3 kg da matéria-prima X e 2

kg da matéria-prima Y

para fazer uma unidade

do

produto A,

FACULDADE DO NORTE PIONEIRO – FANORPI 17

FACULDADE DO NORTE PIONEIRO – FANORPI

17

FACULDADE DO NORTE PIONEIRO – FANORPI 17

elaborar o orçamento de compras de matéria-prima. As informações sobre preços e estoques são fornecidas a seguir:

Dados previstos:

 

Jan.

Fev.

Mar.

Matéria-prima X:

     

Preço de Compra

10,00

12,00

14,00

EI (qtde)

80.000

   

EF (qtde)

90.000

100.000

80.000

Matéria-prima Y:

     

Preço de Compra

6,00

8,00

11,00

EI (qtde)

60.000

   

EF (qtde)

80.000

90.000

100.000

Solução:

Orçamento de matérias-primas:

Matéria-prima X

Jan.

Fev.

Mar.

Total

Produção Necess.

40.000

45.000

45.000

130.000

Consumo MP/unid.

3

3

3

 

Consumo Total

       

Previsto MP

120.000

135.000

135.000

390.000

(-) EI (qtde)

-80.000

-90.000

-100.000

 

(+) EF (qtde)

90.000

100.000

80.000

 

Qtde a comprar

130.000

145.000

115.000

390.000

Preço de compra

10,00

12,00

14,00

 

Total Compras R$

1.300.000,00

1.740.000,00

1.610.000,00

4.650.000,00

Matéria-prima Y

Jan.

Fev.

Mar.

Total

Produção Necess.

40.000

45.000

45.000

130.000

Consumo MP/unid.

2

2

2

2

Consumo Total

       

Previsto MP

80.000

90.000

90.000

260.000

(-) EI (qtde)

-60.000

-80.000

-90.000

-60.000

(+) EF (qtde)

80.000

90.000

100.000

80.000

Qtde a comprar

100.000

100.000

100.000

300.000

Preço de compra

6,00

8,00

11,00

 

Total Compras R$

600.000,00

800.000,00

1.100.000,00

2.500.000,00

4 – Sabendo-se que o ICMS nas compras é de 18%, calcular o orçamento dos impostos a recuperar. Orçamento dos impostos a recuperar:

 

Jan.

Fev.

Mar.

Total

Matéria-prima X

1.300.000,00

1.740.000,00

1.610.000,00

4.650.000,00

Matéria-prima Y

600.000,00

800.000,00

1.100.000,00

2.500.000,00

Total Compras

1.900.000,00

2.540.000,00

2.710.000,00

7.150.000,00

ICMS 18% s/ cpras

342.000,00

457.200,00

487.800,00

1.287.000,00

ApostilaApostilaApostilaApostila OrçamentoOrçamentoOrçamentoOrçamento EmpresarialEmpresarialEmpresarialEmpresarial

18

5 – Sabendo-se que a empresa consome 48 minutos (0,80 hora) para

fabricar uma unidade do produto A, elaborar o orçamento de MO. Sabe-se que a taxa prevista de mão-de-obra para os meses de janeiro, fevereiro e março é, respectivamente: R$ 15,00, R$18,00 e R$ 24,00. Solução:

Orçamento de mão-de-obra:

 

Jan.

Fev.

Mar.

Total

Produção Necessária

40.000

45.000

45.000

130.000

Tempo Gasto Prod.

0,80

0,80

0,80

 

Total Gasto (horas)

32.000

36.000

36.000

104.000

Custo da hora (R$)

15,00

18,00

24,00

 

Total MO (R$)

480.000,00

648.000,00

864.000,00

1.992.000,00

6 – Com base nos orçamentos de Impostos s/ vendas e impostos a recuperar, elaborar o orçamento de impostos a recolher:

Solução:

Orçamento de impostos a recolher:

 

Jan.

Fev.

Mar.

Total

Impostos S/ Vendas

504.000,00

769.500,00

792.000,00

2.065.500,00

Impostos S/ Cpras

-342.000,00

-457.200,00

-487.800,00

-1.287.000,00

Impostos a Recolher

162.000,00

312.300,00

304.200,00

778.500,00

7 – Sabendo-se que a empresa recebe suas vendas no próprio mês e

paga suas compras, a mão-de-obra e os impostos também no próprio mês, elaborar um fluxo de caixa para o trimestre de janeiro a março. O saldo inicial do caixa é de R$ 250.000,00.

Solução:

Orçamento do fluxo de caixa:

 

Janeiro

Fevereiro

Março

Total

Saldo Inicial

250.000,00

508.000,00

1.282.700,00

250.000,00

(+) Entradas

2.800.000,00

4.275.000,00

4.400.000,00

11.475.000,00

Vendas

2.800.000,00

4.275.000,00

4.400.000,00

11.475.000,00

(-) Saídas

2.542.000,00

3.500.300,00

3.878.200,00

9.920.500,00

Matéria-prima

1.900.000,00

2.540.000,00

2.710.000,00

7.150.000,00

Mão-de-obra

480.000,00

648.000,00

864.000,00

1.992.000,00

Impostos

162.000,00

312.300,00

304.200,00

778.500,00

(=) Saldo Final

508.000,00

1.282.700,00

1.804.500,00

1.804.500,00

FACULDADE DO NORTE PIONEIRO – FANORPI 19

FACULDADE DO NORTE PIONEIRO – FANORPI

19

FACULDADE DO NORTE PIONEIRO – FANORPI 19

EXERCÍCIOS – Seção 2: Gitman, 2001, Cap.14.

R$

60.000,00 em abril. A previsão de vendas para maio, junho e jlho

é de R$ 70.000,00, R$ 80.000,00 e R$ 100.000,00 respectivamente.

A empresa tem um saldo de caixa de R$ 5.000,00 em 01 de maio e

espera manter um mínimo

Levando

interprete um orçamento de caixa para os meses de maio, junho e

e

1 –

A Digital

Company vendeu

R$ 50.000,00

em

março

e

de saldo

os

de caixa de R$ 5.000,00.

fornecidos,

prepare

em

consideração

dados

julho. Informações:

- A empresa faz 20% de suas vendas à vista, 60% são recebidos

com 30 dias e os 20% restantes são recebidos com 60 dias após a venda.

- A empresa recebe outra receita de R$ 2.000,00 por mês.

- As compras atuais e projetadas da empresa, todas feitas à

vista, são de R$ 50.000,00, R$ 70.000,00 e R$ 80.000,00 para os meses de maio a julho, respectivamente.

-

Aluguel é de R$ 3.000,00 por mês.

 

-

A

folha de

pagamento

equivale a

10%

das

vendas

do

mês

anterior.

 

-

Dividendos de R$ 3.000,00 serão pagos em junho.

 

-

R$ 4.000,00 devem ser pagos em junho para o pagamento de juros

e

amortizações.

 

- Uma compra à vista de equipamento custando R$ 6.000,00 está marcada para julho.

- R$ 6.000,00 de impostos a serem pagos em junho.

2

vendas

previstas para o período de novembro de 2000 até abril do ano seguinte, são as seguintes:

Company para

– setembro e outubro, juntamente com

As

vendas e compras

efetivas da Advanced

suas

compras

e

MÊS

VENDAS

COMPRAS

Setembro

210.000,00

120.000,00

Outubro

250.000,00

150.000,00

Novembro

170.000,00

140.000,00

Dezembro

160.000,00

100.000,00

Janeiro

140.000,00

80.000,00

Fevereiro

180.000,00

110.000,00

Março

200.000,00

100.000,00

Abril

250.000,00

90.000,00

A empresa faz 20% de todas as suas vendas à vista e recebe 40% com 30

dias

Outras

são

esperadas no valor de R$ 12.000,00 em

15.000,00 em

janeiro e março, e R$ 27.000,00 em fevereiro. A empresa paga à vista 10%

e

40%

com

60

dias

de

da venda.

entradas

e

caixa

setembro

abril, R$

de suas compras. Ela paga 50% de suas compras no mês seguinte e 40% de suas compras 2 meses depois.

A folha de pagamento perfaz 20% das vendas do mês anterior. Um aluguel de R$ 20.000,00 por mês deve ser pago. O pagamento de juros de R$ 10.000,00 devem ser efetuados em janeiro e abril. Um pagamento do principal da dívida de R$ 30.000,00 é devido em abril. A empresa espera pagar dividendos de R$ 20.000,00 em janeiro e abril. Impostos de R$ 80.000,00 devem ser pagos em

ApostilaApostilaApostilaApostila OrçamentoOrçamentoOrçamentoOrçamento EmpresarialEmpresarialEmpresarialEmpresarial

20

abril. A empresa também tem intenção de fazer uma compra à vista de R$ 25.000,00 de ativos permanentes em dezembro.

a) Levando-se em consideração que a empresa tem um saldo de

caixa de R$ 22.000,00 no início de novembro, determine o saldo de caixa final para cada mês, de novembro a abril.

b) Levando-se em consideração que a empresa espera manter um

saldo mínimo de caixa de R$ 15.000,00, determine o financiamento

total necessário de caixa ou excedente de caixa para cada mês, de novembro a abril.

c) Se a empresa estivesse requerendo uma linha de crédito para

cobrir o financiamento necessário para o período de novembro a

abril, qual o montante essa linha de crédito teria de ter? Explique sua resposta.

FACULDADE DO NORTE PIONEIRO – FANORPI 21

FACULDADE DO NORTE PIONEIRO – FANORPI

21

FACULDADE DO NORTE PIONEIRO – FANORPI 21

EXERCÍCIOS – Seção 3: Padoveze, 1995, Cap.16.

1 – Uma empresa vende dois produtos principais, A e B, e peças

para reposição do produto A. com os dados abaixo, obtidos junto

ao setor de comercialização e já criticados e aceitos pelas áreas correlatas, elabore um orçamento de vendas para o próximo ano, apurando o total da receita bruta e da receita líquida.

às

 

Produto A

Produto B

Vendas totais previstas

 

1600

500

 

Mercado Interno Mercado Externo

 

65%

90%

35%

10%

Preço de venda unitário - com impostos

 
 

Mercado Interno Mercado Externo

 

R$ 22.500,00

R$65.000,00

R$ 18.000,00

R$55.250,00

Impostos sobre vendas

 
 

Mercado Interno Mercado Externo

 

30%

30%

-

-

Com

relação

peças

de

reposição,

elas

são

vendidas

apenas

no

mercado

interno,

com

mesma

tributação,

e

as

vendas representam em

vendas

no

mercado interno.

média

10%

das

do

produto

A

2 – Os produtos referenciados no exercício anterior utilizam a

seguinte quantidade de materiais para cada unidade de produto final:

 

Produto A

Produto B

As peças de reposição, para

Matéria-prima 1

1,5 tonelada

2,0 tonelada

atender as vendas esperadas

Componente 2

400 unidades 1800 unidades

para

o

próximo

ano,

consumirão em média 4% das quantidades previstas para o componente 2 do produto A. Pede-se:

a) Elaborar um orçamento de quantidades de materiais necessários

para atender o programa de produção, que estima-se, será igual

às quantidades previstas para venda no próximo ano;

b) Calcular também a quantidade em estoque final de materiais ao

final do ano previsto, sabendo que a empresa quer ter sempre um

estoque mínimo suficiente para atender dois meses de produção.

3 – Com os dados obtidos no exercício anterior, de quantidades

necessárias para o programa de produção e quantidades esperadas de estoque final, e considerando os seguintes dados adicionais, elabore:

a) O orçamento de compras, líquidas e brutas, para o próximo ano;

b) A previsão do valor dos estoques finais para fins contábeis

com o critério de custo médio ponderado.

 

Matéria-prima 1

Componente 2

Custo cotado - sem impostos Impostos sobre compras

R$

1.000,00

R$

10,00

30%

30%

Estoque inicial

quantidade

650 toneladas

150.000 unid.

R$

R$

custo médio ponderado total em estoque

 

980,00

10,20

R$

637.000,00

R$ 1.530.000,00

ApostilaApostilaApostilaApostila OrçamentoOrçamentoOrçamentoOrçamento EmpresarialEmpresarialEmpresarialEmpresarial

22

4 – Com os dados obtidos nos exercícios 1 e 3, das compras e

vendas brutas, e dos impostos sobre as vendas e as compras, apure:

a) O líquido dos impostos gerado no ano;

b) O saldo de impostos a recolher no fim do ano, sabendo que as

e

recolhe-se no mês seguinte o líquido dos impostos gerado no mês anterior;

c) O saldo no fim do ano de Contas a Receber de Clientes,

sabendo que a empresa

vendas de 35 dias;

prazo médio de recebimento de

vendas e compras ocorreram uniformemente

durante

o

ano

tem

um

d) O saldo no fim do ano de Contas a Pagar a Fornecedores,

sabendo que a empresa consegue um prazo médio de pagamento das

compras de 28 dias.

5 – Utilize todos os dados necessários obtidos nos exercícios 1

e as informações dadas

abaixo:

a 4,

e

considere o balanço inicial

 

BALANÇO INICIAL

 

ATIVO

PASSIVO

Caixa/Bancos Duplicatas a receber Estoque Materiais Equipamentos

 

- Duplicatas a pagar Impostos a recolher Impostos s/ o lucro Empréstimos Capital Social Lucro Acumulado

1.700.000,00

4.833.000,00

100.000,00

2.167.000,00

-

25.000.000,00

15.000.000,00

 

15.200.000,00

-

Total

32.000.000,00

Total

32.000.000,00

Dados adicionais:

- Orçamento de despesas gerais de fabricação

R$

26.500.000,00

- Orçamento de despesas com vendas

R$

9.000.000,00

- Orçamento de despesas administrativas

R$

5.000.000,00

- Orçamento de depreciações industriais

R$

4.000.000,00

- Despesas financeiras: 12% de juros ao ano

- Imposto sobre o lucro = 40% sobre o lucro operacional Pede-se:

a) Elaborar a demonstração de resultados projetada.

b) Considerando que:

- foram adquiridos R$ 4.300.000,00 em novos equipamentos;

- 75% dos impostos sobre o lucro gerados no ano já foram pagos, restando apenas 25% a pagar;

- 50% dos juros gerados no ano foram pagos, restando 50% a pagar, além do valor do principal dos empréstimos;

- O total do lucro líquido após os impostos sobre o lucro foram retidos na empresa;

- Os dados do estoque final, contas a receber, contas a pagar,

impostos sobre

exercícios anteriores;

mercadorias a

recolher foram

obtidos nos

-

O saldo final de caixa será obtido por diferença.

c)

Elaborar o orçamento de caixa.

d)

Levantar o Balanço final previsto.

FaculdadeFaculdadeFaculdadeFaculdade dodododo NorteNorteNorteNorte PioneiroPioneiroPioneiroPioneiro –––– FANORPIFANORPIFANORPIFANORPI CursoCursoCursoCurso dededede TécnicoTécnicoTécnicoTécnico emememem MarketingMarketingMarketingMarketing

CAPÍTULO 2 – ESTUDO DE CASO – ORÇAMENTO DE CAIXA

CIA TRANS-ATLANTIC DE IMPORTAÇÃO

A Cia Trans-Atlantic é uma empresa atacadista de importação localizada no Rio de Janeiro, especializada em mercadorias de arte oriental, hindu e malasiana. A companhia dispõe de inúmeros representantes de vendas espalhados pelo Brasil, e que tem comunicado ao escritório central que muitos de seus clientes se interessam em comprar, pela crescente popularidade, vários tipos de mercadorias oriundas do Oriente Médio e da África. Dessa forma, a Cia Trans-Atlantic contratou uma empresa de pesquisa de mercado para examinar a área de sua clientela. O relatório foi extremamente positivo e mostrou que existe um imenso mercado potencial para tais mercadorias. No final de 2009, Osmar Aja, presidente da empresa, entrou em contato com o Mercantil Bank, com a finalidade de realizar um empréstimo de R$ 350.000,00, para poder financiar o estoque necessário, destinado à expansão no novo mercado. Osmar apresentou as demonstrações financeiras da empresa e o relatório de pesquisa de mercado ao comitê de crédito do Banco. O Comitê solicitou ao presidente da empresa que lhe fornecesse um plano proposto de amortização do empréstimo. Osmar pediu ao seu diretor financeiro, Carlos Bona Vita, que preparasse o demonstrativo. Carlos decidiu que o plano solicitado seria montado com mais facilidade a partir de um orçamento de caixa. Para tanto começou a reunir os dados, e juntou os fatos e informações abaixo:

a) Carlos,

seguinte previsão de vendas para 2010:

consultando o diretor de

marketing, preparou a

MÊS

PREVISÃO EM R$

Janeiro

360.000,00

Fevereiro

350.000,00

Março

420.000,00

Abril

540.000,00

Maio

425.000,00

Junho

400.000,00

Julho

480.000,00

Agosto

500.000,00

Setembro

550.000,00

Outubro

600.000,00

Novembro

600.000,00

Dezembro

460.000,00

Total

5.685.000,00

Esta

antecipadas provenientes da nova linha de

e

produtos importados

vendas inclui vendas

previsão de

do

Oriente

Médio

África.

As

vendas

de

novembro de

as

2009

foram

R$

420.000,00,

e

vendas

antecipadas de dezembro são R$ 380.000,00.

b) A análise

seguintes resultados:

dos dados referentes

à

cobrança revelou os

ApostilaApostilaApostilaApostila OrçamentoOrçamentoOrçamentoOrçamento EmpresarialEmpresarialEmpresarialEmpresarial

24

Cobranças durante o mês de vendas

25%

Cobranças no primeiro mês após a venda

60%

Cobranças no segundo mês após a venda

15%

O gerente de crédito informou que sua expectativa é que este padrão de cobranças vá continuar.

das

vendas. As duplicatas são pagas no 15º dia do mês seguinte ao pedido. A companhia mantém um nível de estoque equivalente a 1

c)

Em

média, geralmente as

compras

correspondem

a

55%

mês e meio de vendas previstas. O estoque em fins de dezembro de

2009

dezembro de 2009 totalizam R$ 456.400,00.

de

é

de

R$

275.000,00.

As

duplicatas

a

pagar

em

fins

d) Outros desembolsos destinados às operações importam em 15% do valor das vendas mensais. Desse montante, 75% é incorrido e pago durante o mês; os 25% restantes são pagos apenas no mês seguinte às operações. O montante de despesas incorridas, mas ainda não pagas, em fins de dezembro de 2009 são de R$ 14.250,00.

e) Carlos também determinou que as seguintes despesas serão

feitas durante o ano.

 

ITEM

MONTANTE

DATA VCTO

 

Imposto Predial

Imposto Predial
 

12.500,00

1º de junho

 

Imposto trimestral (IR)

Imposto trimestral (IR)

18.000,00

Último dia do trimestre

Compra de caminhão

Compra de caminhão

6.000,00

1º de fevereiro

Aluguel do armazém

Aluguel do armazém

75.000,00

31 de janeiro

 

Propaganda especial Dividendo trimestral

15.500,00

 

4.000,00

30 de julho 1º dia do trimestre

f) A

depreciação, que mensalmente totaliza R$ 4.200,00.

empresa usa

o

método da

linha reta

(linear)

PEDE-SE:

para

a

1. Prepare o orçamento de caixa a partir dos dados coletados pelo diretor financeiro.

2. O banco deve conceder o empréstimo a empresa?

3. Caso afirmativo, que tipo de plano de amortização do empréstimo você sugere? Por quê?

FaculdadeFaculdadeFaculdadeFaculdade dodododo NorteNorteNorteNorte PioneiroPioneiroPioneiroPioneiro –––– FANORPIFANORPIFANORPIFANORPI CursoCursoCursoCurso dededede TécnicoTécnicoTécnicoTécnico emememem MarketingMarketingMarketingMarketing

CAPÍTULO 3 – ESTUDO DE CASO INTEGRADO