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Garantia Do Direito À Alimentação

O documento aborda a queda da cobertura vacinal infantil no Brasil, destacando que três em cada dez crianças não foram imunizadas contra a poliomielite. A redução nos índices de vacinação, que começou em 2016, é atribuída à perda de percepção da importância da imunização e à desinformação sobre efeitos colaterais. A proposta de intervenção deve respeitar os direitos humanos e buscar aumentar a conscientização sobre a importância das vacinas.

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Garantia Do Direito À Alimentação

O documento aborda a queda da cobertura vacinal infantil no Brasil, destacando que três em cada dez crianças não foram imunizadas contra a poliomielite. A redução nos índices de vacinação, que começou em 2016, é atribuída à perda de percepção da importância da imunização e à desinformação sobre efeitos colaterais. A proposta de intervenção deve respeitar os direitos humanos e buscar aumentar a conscientização sobre a importância das vacinas.

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Proposta de Redação

PROF. JORGE LUIS NUNES


A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua
formação, redija texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre
o tema “A garantia do direito à alimentação no Brasil”, apresentando proposta de intervenção que respeite
os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a
defesa de seu ponto de vista.
TEXTO II
TEXTO I

De acordo com dados do DataSus, três em cada 10 crianças não foram imunizadas
contra a poliomielite no Brasil. O número é um exemplo da queda da cobertura
vacinal geral no país, especialmente no âmbito infantil. Segundo especialistas, os
índices vêm baixando desde 2016, após terem atingido seu pico no ano anterior —
quando a média de pessoas protegidas dentro do público-alvo de cada vacina
prevista pelo PNI (Programa Nacional de Imunizações) chegou a mais de 95%.

Em 2021, a cobertura média ficou em 60,8%. As três vacinas com a menor


quantidade de doses aplicadas foram a tetra viral (5,7%), segunda dose da tríplice
viral (50,1%) e poliomielite ou paralisia infantil (52%).

“A queda na cobertura vacinal começou a ficar mais evidente em 2016 e foi


progressivamente ficando mais notória até 2019. Isso foi acentuado com a covid”,
explica a diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Mônica Levi. “É
isso que nos assombra: um aumento, um surto de doenças. É inadmissível que você
tenha mortes por doenças que são imunopreveníveis em termos de saúde publica e
individual.”

A especialista diz que uma das principais razões para a diminuição dos índices é a
perda de percepção da importância da vacinação. “Os pais perderam o medo porque
as vacinas eliminaram tão bem doenças que antes eram comuns que, agora, eles
não estão vendo as consequências delas. É um paradoxo porque, pelas conquistas
que as vacinas trouxeram para a saúde pública, os pais perderam a percepção do
perigo das doenças”, aponta.

A hesitação por conta de possíveis efeitos colaterais também é destaque,


impulsionada pela desinformação: muitos responsáveis apresentam maior
preocupação em relação aos sintomas temporários dos imunizantes do que com a
proteção fornecida por eles.

E os efeitos colaterais que eles temem não são os normais e reais, são os
deturpados divulgados pelas fake news. Os efeitos nem se comparam com os riscos
da doença e das complicações dela”, destaca a diretora da SBIm. Ela lembra que as
vacinas passam por uma série de etapas de avaliação antes de serem liberadas, de
modo que não há motivo para desconfiança.

Outra situação que dificulta o acesso de crianças aos imunizantes são as falhas de
abastecimento, bem como o atendimento pouco flexível dos postos de vacinação.

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