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Instrumentação Eletrônica

7 ª Termo

Engenharia Computação
P R O F . D R . G I U L I AN O P I E R R E E S T E VAM

Aula 0 1

w w w. e l e c t r o e n g e . c o m . b r
Conteúdo

S i s t e m a s d e Medição. I n c e r t e z a s n o s S i s t e m a s d e Medição. S e n s o r e s
e Tra nsdut ore s p a r a Medição d e G r a n d e z a s Físicas. C o n v e r s o r e s D/A e
Co n ve rs o re s A/ D; S e n s ore s e At u a d o re s In t e lig e n t e s . Re d e s de
c o m u n i c a ç ã o in d u s t ria is . Pe rt u rb a çõ e s n os s is t e m a s d e Me d içã o .

Blin d a g e m e At e rra m e n t o d o s S is t e m a s d e Me d içã o. Té cn ica s d e


m e d içã o d e t e n s ã o, co rre n t e , re s is t ê n cia , fre q ü ê n cia . Aq u is içã o d e
D a d o s . Tópicos d e q u a l i d a d e d e e n e rg i a .
Avaliação

A AVALI AÇÃO S ER Á A ELABO R AÇÃO D E P R O J ETO E


CONSTRUÇÃO DE S I S T E M A DE AUTOMAÇÃO QUE ABRANJE
S E N S O R I A M E N TO , COMUNICAÇÃO, S U P E RV I S Ã O E
CONTROLE A PA RT I R DE PROGRAMA COMPUTACIONAL

MUNDO
SENSOR COMUNICAÇÃO
REL

ATUAÇÃO PROCESSAMENTO
Instrumentação Eletrônica
Por que eletrônica?
Vantagem do tratamento de sinal
INSTRUMENTAÇÃO

Ciência q u e aplica e desenvolve técn icas d e


medição, indicação, registro e controle d e
p r o c e s s o s d e fabricação, visando a otimização
n a eficiência d e p r o c e s s o s industriais.
INSTRUMENTAÇÃO

A utilização d e instrumentos n o s permite:


a) In c re m e n ta r e c o n tro la r a q u a lid a d e do
produto;
b) Aumentar a p r o d u ção e o rendimento;
c) Obter e fornecer d a d o s s e g u r o s d a matéria
prima e d a quantidade produzida, além d e
ter e m m ã o s d a d o relativos a eco no mi a d o s
processos.
Variáveis d e P r o c e s s o
Nas indústrias de processos, a
instrumentação é r es po nsáv el pelo rendimento
máximo d e u m p r o c e s s o , fazendo c o m q u e
toda energia cedida, seja transformada e m
trabalho n a elaboração d o produto desejado .

As grandezas que traduzem


transferências d e energia n u m p r o c e s s o s ã o
d en o mi n ad as

VARIÁVEIS DE PROCESSO
Realidade Atual
As i n d ú s t r i as e s t ã o o p t a n d o c a d a
vez mais pela automatização dos seus
processos/plantas, a partir d a
implementação de: PLC (do inglês Power Line
Communication,
aproximadamente "comunicação
via rede elétrica") é a tecnologia
PLCs que utiliza uma das redes mais
utilizadas em todo o mundo: a
rede de energia eléctrica.
CLASSIFICAÇÃO DE INSTRUMENTOS DE MEDIÇÃO

Existem vários m é t o d o s d e classificação


d e instrumentos d e medição. Dentre o s q u ais
p o d e m o s ter classificação por:

Função
Sinal transmitido ou suprimento
Tipo de sinal
Classificação por Função
O s instrumentos p o d e m estar interligados entre si para
realizar u m a determinada tarefa n o s p r o c e s s o s industriais. A
a s s o c i a ç ã o d e s s e s instrumentos ch ama - s e malha e e m u m a
malha c a d a instrumento executa u ma função. O s instrumentos
q u e p o d e m co mpor u m a malha s ã o en tão classificados por
função.
Classificação por Função
Classificação d e Instrumento por Sinal
d e Transmissão o u Suprimento

• Tipo Pneumático
• Tipo Hidráulico
• Tipo Elétrico
• Tipo Digital
• Via Rádio
Sinal Tipo Pneumático
Ne s s e tip o de in s tru m e nto é u tiliza d o u m
g á s comprimido, cuja p r e s s ã o é a lte ra da
c o n fo rm e o va lo r q u e s e d e s e ja re p re s e n ta r.
Ne s s e c a s o a va ria ç ã o d a p re s s ã o d o g á s é
linearmente manipulada n u m a faixa específica,
padronizada internacionalmente, p a ra
representar a variação d e u m a grandeza d e s d e
s e u limite inferior até s e u limite superior. O
pad rão d e tr a n s mi s s ã o o u r e c e p çã o d e
instrumentos pn eu máticos mais utilizado é d e 0,2
a 1,0 kgf/cm 2 (aproximadamente 3 a 15psi n o
Sistema Inglês).
Sinal Tipo Pneumático
O s tr a n s m i s s o r e s pneumáticos s ã o
fabricados a partir d e dois m é t o d o s d e
c o n v e r s ã o d e sinal.

S ã o eles:

a) Método d e equilíbrio d e força


b) Método d e equilíbrio d e movimento
Sinal Tipo Pneumático

Va n ta g e m

A g r an de e única van tag em e m s e


utilizar o s instrumentos pneu má tico s e s t á
n o fato d e s e p o d e r opera-los c o m
s e g u r a n ç a e m á r e a s o n d e existe risco d e
explosão (centrais d e g ás , por exemplo).
Sinal Tipo Pneumático
Desvantagens
a)Necessita d e tubulação d e ar comprimido (ou outro gás) para
s e u suprimento e funcionamento .
b)Necessita d e equ ipa me nto s auxiliares tais c o m o co mpressor,
filtro, desumidificador, etc ..., para fornecer a o s instrumentos ar
s e c o , e s e m partículas sólidas.
c)Devido a o atraso q u e ocorre n a t r a n s mi s s ã o d o sinal, e s t e n ã o
p o d e s e r enviado à longa distância, s e m u s o d e reforçadores.
Normalmente a t r a n s mi s s ã o é limitada a aproximadamente 100 m.
d)Vazamentos a o longo d a linha d e t r a n s mi s s ã o o u m e s m o n o s
instrumentos s ã o difíceis d e s e r e m detectados .
e) Não permite c o n e x ão direta a o s computadores .
Sinal Tipo Hidráulico

S im ila r a o tip o p n e u m á tic o e c o m


d e s va nta g e n s e q u iva le n te s , o tipo
hid rá u lic o u tiliza -s e d a va ria ç ã o d e
p r e s s ã o exercida e m óleos hidráulicos
para t r a n s m is s ã o de sinal. É
especialmente utilizado e m aplicações
o n d e torque elevado é n e c e s s á r io o u
q u a n d o o p r o c e s s o envolve p r e s s õ e s
elevadas.
Sinal Tipo Hidráulico

Vantagens

a ) P o d e m gerar g r a n d e s forças e a s s i m
acionar eq uip amen tos d e g ran d e p e s o e
dimensão .

b ) R e s p o s t a rápida.
Sinal Tipo Hidráulico

Desvantagens

a) Necessita d e tubulações d e óleo para t r a n s mi s s ã o


e suprimento.

b) Ne c e s s ita d e in s p e ç ã o p e rió d ic a d o n íve l d e ó le o


b e m c o m o s u a troca.

c) Ne c e s s ita d e e q u ip a m e n to s a u xilia re s , ta is c o mo
reservatório, filtros, b o mb a s , etc...
Sinal Tipo Elétrico
Face a tecnologia disponível n o me r c a d o
e m re la ç ã o a fabricação d e instrumentos
eletrônicos m ic ro p ro c e s s a d o s , h o je , é e s s e
tipo d e t r a n s m i s s ã o amplamen te u s a d o e m
t o d a s a s indústrias, o n d e n ã o ocorre risco d e
explosão .
Assim c o m o n a t r an s m i s s ã o pneumática,
o sinal é linearmente modulado e m u m a faixa
padronizada r e pr e s en t and o o conjunto d e
valores entre o limite mínimo e máximo d e u m a
variável d e u m p r o c e s s o qualquer.
Sinal Tipo Elétrico
Va n ta g e n s
a ) P e rm ite tra n s mis s ã o para lo n g as distâncias
s e m perdas.
b ) A a lim e n ta ç ã o p o d e s e r fe ita p e lo s p ró p rio s
fios q u e co n d u zem o sinal d e tran smissão .
c ) Nã o n e c e s s ita de poucos eq u ip amen to s
auxiliares.
d) Permite fácil c o n e x ã o a o s computadores.
Sinal Tipo Elétrico
Va n ta g e n s
e) Fácil instalação.
f ) P e rm ite d e fo rm a m a is fá c il re a liza ç ã o d e
o p e r a ç õ e s matemáticas.
g) Permite q u e o m e s m o s in a l (4~20m A) s e ja
“lido” por mais d e u m instrumento, ligando e m
série o s instrumentos . Porém, existe u m limite
q u ant o à s o m a d a s resistências internas d e s t e
instrumentos, q u e n ã o d e v e ultrap assar o valor
estipulado pelo fabricante d o transmissor.
Sinal Tipo Elétrico
Desvantagens
a) Ne c e s s ita d e té c n ic o e s p e c ia liza do p a ra s ua
instalação e manut enção.
b) Exig e u tiliza ç ã o d e in s tru me n to s e cu i d ad o s
especi ai s e m instalações localizadas e m á r e a s d e
ri s co s
c) Os c a b o s d e s in a l d e ve m s e r p ro te g id o s c o n tra
ruídos elétricos.
d) Exig e c u id a d o s e s p e c ia is n a e s c o lh a do
encamin h am ent o d e c a b o s o u fios d e sinais.
Transmissores Eletrônicos Analógicos

Ap re s e n ta m p rin c íp io d e fu n c io n a m e n to
b a s e a d o n a c o n v e r s ão d o sinal d e p r e s s ã o
d etectado e m sinal elétrico padronizado d e 4 a
20 mAdc.

Existem vários princípios físicos


relacionados c o m a variações d e p r e s s ã o q u e
p o d e m s e r utilizados c o m o elemento d e
transferência.
Transmissores Eletrônicos Analógicos

O s mais utilizados n o s t r a n s mi s s o r e s mais r e c e n te s s ã o :

Fita Extensiométrica
(Strain Gauge)

S e n s o r Piezoelétrico
Transmissores Eletrônicos Analógicos

S e n s o r Capacitivo (Célula Capacitiva)


Neste sensor, u m diafragma d e
medição se move entre doi s
diafragmas fixos. Entre o s diafragmas
fixos e o móvel, existe u m líquido d e
e n c h im e n to q u e fu n c io n a c o m o u m
dielétrico. Co mo u m c a p a c ito r d e
pl a c a s paralelas é constituídos p o r
d u a s pl a c a s paralelas s e p a r a d a s por
u m meio dielétrico, a o sofrer o esforço
d e pre ssã o, o diafragma móvel (que
ve m a s e r u m a d a s p la c a s d o
capacitor) tem s u a distância e m
relação a o diafragma modificada. Isso
provoca modificação n a capacitância
d e u m circuito d e medição, e então
tem-se a medição d e p r e s s ã o .
Sinal Tipo Digital

Ne s s e tip o d e s in a l, “p a c o te s d e
in fo rm a ç õ e s ” s o b re a va riá ve l m e d id a
s ã o e n via d o s p a ra u m a e s ta ç ã o
re c e p to ra , a tra vé s d e s in a is dig ita is
m o d u la d o s e p a d ro n iza d o s . P a ra q u e a
c o m u n ic a ç ã o e n tre o e le m e n to
tr a n s mis sor receptor seja realizada c o m
ê xito é u tiliza d a u m a “linguagem”
padrão chamado p ro to c o lo de
comunicação .
Sinal Tipo Digital
Vantagens
a ) Nã o n e c e s s ita lig a ç ã o p o n to a p o n to p o r
instrumento.
b) P o d e u tiliza r fib ra ó p tic a p a ra tra n s m is s ã o
d o s d ad o s .
c) É imune a ruídos externos.
d) Permite configuração, diagnósticos d e falha e
ajuste e m qualquer ponto d a malha.
e) Menor c u s t o final.
Sinal Tipo Digital

Desvantagens

a) Existência d e vários protocolos no


mercado, o q u e dificulta a comunicação
entre e q u i p a me n t o s d e ma r c a s diferentes.

b) C a s o ocorra rompimento n o c a b o d e
co municação p o d e- s e perder a informação
e/ou controle d e várias malha.
Sinal Tipo Rádio

Neste tipo d e sinal, o sinal o u


u m pacote d e sinais med id os s ã o
enviados à s u a e s t a ç ã o receptora
via o n d a s d e rádio em u m a faixa d e
freqüência específica.
Sinal Tipo Rádio

Vantagens

a) Não n e c e s s i t a d e c a b o s d e sinal.

b) Pod e - s e enviar sinais d e medição e


controle de máquinas em
movimento.
Sinal Tipo Rádio
Desvantagens

a) Alto c u s t o inicial.

b) Ne c e s s id a d e de té c n ic o s
altamente especializados.
Sinal Tipo Modem

A tra n s m is s ã o d o s s in a is é
feita através d e utilização d e linhas
te le fô n ic a s p e la m o d u la ç ã o d o
s in a l e m fre q ü ê n c ia , fa s e o u
amplitude.
Sinal Tipo Modem

Vantagens

a) Baixo c u s t o d e instalação.

b) P o d e -s e tra n s m itir dados a


longas distâncias.
Sinal Tipo Modem
Desvantagens

a) Ne c e s s ita de p ro fis s io n a is
especializados.
b) Baixa velocidade n a t r a n s m i s s ã o d e
dados.
c ) S u je ito a in te rfe rê n c ia s e xte rn a s ,
inclusive violação d e informações.
Instrumentação Eletrônica
7 ª Termo

Engenharia Computação
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Aula 0 2

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REDES DE COMUNICAÇÃO

EX E M P L O S D E APLICAÇÃO
Interligação de Computadores
Integração de computadores aos CLP’s
Integração dos CLP’s a dispositivos inteligentes
Controladores de solda
Robôs
Te r m i n a i s d e v á l v u l a s
Balanças
Sistemas d e Identificação
Sensores
Centros de Comando de Motores
FILOSOFIAS DE DISTRIBUIÇÃO E/S
REDES DE COMUNICAÇÃO

O Q U E É NECESSÁRIO OTIMIZAR?

Instalação mais rápida e mais simples


Diagnósticos mais completos
Facilidade d e Manutenção
Reconfiguração mais rápida
Maior Flexibilidade
Menor Fiação
Redução d e CUSTOS
REDE FIELDBUS

FIELDBUS É UM S IS TE MA DE
C O MU NIC A Ç ÃO D IG ITA L B IDIR E C IO N AL Q UE
INT E R LIG A E Q U IPA ME NTO S IN TE L IG E NT E S DE
C AMP O C O M S IS T E MA DE C O N TR O L E O U
E Q UIPA ME NTO S LO C AL IZA DO S N A S AL A DE
CONTROLE.
UMA GRANDE EVOLUÇÃO NAS REDES DE COMUNICAÇÃO
INDUSTRIAL

Co n ve n c io n a l Field B u s
INTRODUÇÃO

O “FIELDBUS” não
representa uma paixão típica por
novas tecnologias e sim a redução
de aproximadamente 40 % nos
custos de projeto, instalação,
operação e manutenção de um
processo industrial.
INTRODUÇÃO

O termo " FIELDBUS " s e refere a u m protocolo d e


co mu n ic açõ e s digital, bidirecional u s a d o para co mu n i ca çõ es entre
instrumentos d e c a mp o e s i s t e m a s d e controle e m p r o c e s s o ,
manufatura. É intencional, c o m a substituição d o 4-20 mA
analógico, u m a oferta d e benefícios, inclusive a habilidade para:
Migrar o controle a o c h ã o d e planta;
A c e s s o para u ma riqueza s e m p r ecedente d e d a d o s d o camp o ;
c u s t o s reduzido d e telemetria
a u me n to u c a p a c id a d e s d e ma n u t e n ç ã o avançada,
Grande r e d u ç ã o d e c u s t o s d e instalação.
FIELDBUS : VANTAGENS

Redução n o c u s t o d e f i aç ão , i n s t a l a ç ã o , o p e r a ç ã o e
manutenção de plantas industriais;
I n f o r ma ç ã o i m e d i a t a s o b r e d i a g n ó s t i c o d e fal has
n o s e q u i p a me n t o s de campo . Os p r ob l e ma s p o d e m
ser detectados antes deles se t o r n a r e m sérios,
reduzindo assim o t e mpo de inatividade d a planta;
Distribuição das funções de controle nos
equipamentos de campo - instrumentos de medição
e e l e m e n t o s d e c o n t r o l e fi nal . S e r ã o d i s p e n s a d o s o s
equipamentos dedicados p a r a tarefas de controle.
FIELDBUS: VANTAGENS

Aumento da robustez do sistema, visto que


dados digitais são mais confiáveis que analógicos;

Melhoria na precisão do sistema de controle,


visto que conversões D/A e A/D não são mais
necessárias. Conseqüentemente a eficiência da
planta será aperfeiçoada.
FIELDBUS: VANTAGENS
Redução de custo de engenharia;
Redução de cabos, bandejas, borneiras, etc;
Melhoria na qualidade das informações;
Os transmissores transmitem muito m ais
informações;
Os equipamentos indicam falha em tempo real;
Facilidade na manutenção.
AS VERTENTES MUNDIAIS

Por se tratar de uma comunicação puramente digital é necessário que


se estabeleçam regras para que seja possível a interoperabilidade entre
instrumentos de fabricantes diferentes. Inicialmente cada fabricante
procurou desenvolver sua própria tecnologia, ficando o usuário final
subordinado aquela rede proprietária.

A partir da união de grandes empresas surgem duas vertentes


mundiais, a FIELDBUS FUNDATION formada basicamente por
empresas americanas e a FIELDBUS PROFIBUS formada por empresas
européias.
AS VERTENTES MUNDIAIS

A FIELDBUS PROFIBUS sai na frente e


estabelece seus padrões, tendo hoje mais de 1400
instrumentos de diversos fabricantes aprovados nos
testes de conformidade e com o certificado da
fundação. Já a FIELDBUS FUNDATION completou o
seu processo de padronização no final do ano de 1997.
Exemplo de u m a a r q u i t e t u r a de re de Fielbus, o nd e pode-se
observar a estação de supervisão, u m a placa de interface com múltiplos
c a n a i s , o b a r r a m e n t o l i n e a r, t e r m i n a d o r d o b a r r a m e n t o ( B T- 3 0 2 ),
fonte de a l i m e n t a ç ã o (PS-302), i m p e d â n c i a ( PSI-302 ) e diversos
i n s t r u m e n t o s , i n c l u s i v e u m CLP c o m p l a c a d e i n t e r f a c e p a r a o
barramento.
A FAMÍLIA PROFIBUS

P R O F I B U S É U M PAD R ÃO D E
F I E L D B U S AB E R TO PAR A L AR G AS
APLICAÇÕES, ENTRE ELAS:
Processos contínuos,
Manufatura elétrica.
A FAMÍLIA PROFIBUS

Independência dos vendedores e abertura


estão garantidas pelo padrão PROFIBUS EN 50 170.
Com o PROFIBUS, dispositivos de diferentes
fabricantes podem comunicar entre si sem a
necessidade de interface especiais.
PROFIBUS pode ser usado onde necessitamos de
alta velocidade de transmissão de dados e tarefas de
comunicação complexas e extensas.
A FAMÍLIA P R O F I B U S

A fa m ília d e PROFIBUS co n s is t e em tr ês ve r s õ e s
compatíveis.
PROFIBUS-DP

Aperfeiçoado para velocidade


alta e montagem barata, esta
versão de PROFIBUS é
especialmente projetada para
comunicação entre sistemas de
controle de automatização e I/O
distribuído ao nível de
dispositivo. PROFIBUS-DP
pode ser usado para substituir
transmissão paralela em 24 V - 0
a 20 mA. ou 4 a 20 mA.
A FAMÍLIA P R O F I B U S

PROFIBUS-PA

PROFIBUS-PA é
especialmente projetado para
automatização de processo.
Permite conectar sensor e
atuadores até mesmo em um
barramento comum em áreas
intr insecamente segur as.
PROFIBUS-PA per mite
comunicação de dados e pode
ser usado com tecnologia 2
fios de acordo com o padrão
internacional IEC 1 58-2.
A FAMÍLIA P R O F I B U S

PROFIBUS-FMS

PROFIBUS-FMS é a solução
de propósito geral para
comunicação de tarefa ao nível
de célula. Ser viços de FMS
poderosos abr em um amplo
alcance de aplicações e
provêem gr andes
flexibilidades. PROFIBUS-
FMS também pode ser usado
para tarefas de comunicação
extensas e complexas.
PROTOCOLO DE ACESSO AO MEIO

PROFIBUS especifica as características técnicas


e funcionais de um sistema de FIELDBUS
SERIAL, descentralizando os controladores
digitais, agora trabalhando a nível de célula. Há
uma distinção entre DISPOSITIVOS MESTRE e
DISPOSITIVOS ESCRAVOS.
PROTOCOLO D E ACESSO AO M E I O
DISPOSITIVOS MESTRES

DISPOSITIVOS MESTRES determinam a


comunicação de dados no barramento. Um
mestre pode enviar mensagens sem um pedido
externo quando segura os direitos de acesso do
barramento (O TOKEN). Os mestres Também
são chamados ESTAÇÕES ATIVAS.
PROTOCOLO D E ACESSO AO M E I O
DISPOSITIVOS ESCRAVOS

Dispositivos escravos são dispositivos periféricos.


Dispositivos escravos típicos incluem dispositivos de I/O,
válvulas, drivers e transmissores. Eles não têm direitos de
acesso ao barramento e só podem reconhecer mensagens ou
podem enviar mensagens ao mestre quando requisitados. Os
ESCRAVOS também são chamados ESTAÇÕES PASSIVAS.
Eles só requerem uma porção pequena do protocolo do
barramento, a implementação deles é particularmente
econômica
PROBIBUS
PROTOCOLO DE ACESSO AO MEIO
PROBIBUS
PROTOCOLO DE ACESSO AO MEIO
Observamos que a
interação com o CLP é totalmente
possível, desde que tenhamos um
cartão (protocolo) que promova a
interface. Muitos fabricantes já
possuem cartões de interface com
certificado de conformidade,
entre eles GEFANUC, ALLEN
BRADLEY, entre outros.
Ao lado temos a figura do
cartão de inter face par a
PROFIBUS-DP do fabr icante
Allen Bradley.
PROBIBUS
PROTOCOLO DE ACESSO AO MEIO

A forma de configuração e programação do CLP não se altera, porém existem


uma outra interface onde se faz a configuração e a programação dos demais dispositivos da
rede.
Instrumentação Eletrônica
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Aula 0 3

w w w. e l e c t r o e n g e . c o m . b r
QUALIDADE DE E N E R G I A

QUALIDADE QUALIDADE
DO PRODUTO DO SERVIÇO

QUALIDADE
DO
ATENDIMENTO
QUALIDADE D O P R O D U T O ENER GIA

- Qua l i da de d e a t e n d i m e n t o
- Re l a c i ona me nt o comercial e m p r e s a - c l i e n t e
- Nova s ligações
- Re l i ga me nt o d e c o n s u m i d o r

- Qua l i da de d o serviço
- Cont i nui dade d e Forne c i me nt o
- I n t e r r u p ç õ e s : Falhas : M a n u t e n ç ã o

- Qua l i da de d o p r o d u t o
- Qua l i dade d a t e n s ã o
- Qua l i dade d a f r e q u ê n c i a d e oscilação
- F o r ma d e o n d a d a t e n s ã o
QUALIDADE DE EN E R G I A

A QEE DEVE S ER A PERFEITA COMBINAÇÃO ENTRE AS


CARACTERÍSTICAS QUASE IDEAIS DO PRODUTO ELETRICIDADE
. . . (QUAL IDADE D O P R O D U TO / C O N F O R M I D A D E ) ;

COM UM S IS TEMA FÍS ICO DE FORNECIMENTO ADEQUADO . . .


(QUAL IDADE D O S E RV I Ç O / C O N T I N U I D A D E ) ;

E AGILIDADE OPERACIONAL PARA SATISFAZER AS


EXPECTATIVAS DO CLIENTE (QUALIDADE DO
AT E NDIME NT O).
QUALIDADE DE ENERGIA - FORNECIMENTO

A disponibilidade d a e n e rg i a
elétrica r e p r e s e n t a u m
incremento n a qualidade de
vida d a s p o p u l a ç õ e s .

N u m primeiro m o m e n t o e m q u e s e i m p l a n t a u m
s i s t e m a d e distribuição d e e n e rg i a elétrica, a
p o p u l a ç ã o local i m e d i a t a m e n t e p a s s a a c o n s t a r
co m in ú m e ros b e n e fício s , t a n t o d o p o n t o d e
vis t a d e m a ior con fort o d o m é s t ico com o d e
m e l h o r e s possibilidades d e e m p r e g o e p r o d u ç ã o .
QUALIDADE D O F OR NEC IMENTO

À m e d i d a q u e o s benefícios d a e n e rg i a
elétrica p a s s a m a fazer p a r t e d o di a -a -di a
d a s p e s s o a s , é n a t u r a l q u e inicie-se u m
p r o c e s s o d e d i s c u s s ã o q u a n t o à qua l i da de
daquele produto.

TR AN S TO R N O S
QUALIDADE D O P R O D U T O ENER GIA

MAL
C O N T IN U ID A D E FUNCIO NAME NT O
DE E Q U IP A M E N T O S
MOTIVAÇÃO PARA O E ST UDO

As m a i o r e s E xi gê nc i a s I m p o s t a s p e l o s
consumidores sã o devido a implicações econômicas

Nos EUA a s p e rd a s re la cio n a d a s a QEE ch e g a ra m e n t re US $ 1 5


e 2 4 bilhões a n u a i s , c o n f o r m e relatório divulgado e m 2 0 0 1 .

- I m a g e m Empresarial
QE E - Prejuízos Financeiros
- Competitividade
- Desenvolvimento Regional.
CUST O E S T I M A D O PARA I N T E R R U P Ç Ã O

A –SAÚDE
B –GÁS
C –PAPEL
D –ÓRGÂOS PÚBLICOS
E –TRANSPORTADORAS INFERIOR A 1 MIN.
F –COMÉRCIO ATACADISTA
G –MADEIREIRAS
H –QUÍMICAS
I –PLÁSTICOS/BORRACHAS
J –EXTRAÇÃO DE PETRÓLEO
K –PRODUTOS ALIMENTÍCIOS
L –COMPUTADORES
M –ENGENHARIA
N –EQUIP. DE TRANSPORTE
O –ÓRGÃOS DE FINANCIAMENTO
P –CENTROS DE NEGÓCIOS
Q –MINERAÇÃO
R –EQUIPAM. ELETRÔNICO
S –EQUIPAM. INSTRUMENTAÇÃO
T –REFINARIAS DE PETRÓLEO
U –SIDERÚRGICAS
V -TEXTIL
APLICAÇÃO DE E Q U I PA M E N TO S QUE AFETAM A
QUALIDADE DE E NE RGIA
APLICAÇÃO DE E Q U I PA M E N TO S QUE AFETAM A
QUALIDADE DE E NE RGIA
I M PA C TO S P R O V O C A D O S P O R ALGUMAS CARGAS
D I TA S E F I C I E N T E S

5 % ENERGIA
ELÉTRICA

LUZ VISÍVEL

2 1 % ENERGIA
ELÉTRICA
ELEVADA TDH
LUZ VISÍVEL
REATOR E L E T RÔNICO CONVENCIONAL

THD 134%

FP 0,54
R E T I F I C A D O R M O N O F Á S I C O COM F I LT R O
CAPACIT IV O
S I S T E M A DE E N E R G I A ELÉTRICA

UM S EE DEVE GERAR ENERGIA ELÉTRICA EM QUANTIDADE


SUFICIENTE E NOS LOCAIS APROPRIADOS, TRANSMITI-LA AOS
CENTROS DE CARGA E DISTRIBUI-LA AOS CONSUMIDORES
INDIVIDUAIS, EM FORMA E QUALIDADE APROPRIADAS E COM O
MENOR CUSTO ECOLÓGICO E ECONÔMICO POSSÍVEL
S I S T E M A DE E N E R G I A ELÉTRICA IDEAL

TENS ÃO

FORMA DE ONDA SENOIDAL

FREQUENCIA ÚNICA E
CONSTANTE

MAGNITUDE CONSTANTE

SISTEMA TRIFÁSICO
EQUILIBRADO

FATOR DE POTÊNCIA UNITÁRIO

PERDAS NULAS
S I S T E M A DE E N E R G I A ELÉTRICA REAL

TENS ÃO

FORMA DE ONDA NÃO SENOIDAL

- MÚLTIPLAS FREQUÊNCIAS
- DISTÚRBIOS DIVERSOS

SISTEMA TRIFÁSICO DESEQUILIBRADO

- MAGNITUDES DIFERENTES
- FASES DIFERENTES

FATOR DE POTÊNCIA NÃO UNITÁRIO

PERDAS NÃO NULAS


CARGAS ELÉTRICAS C O N V E N C I O N A I S

COMPORTAMENTO

-ESTÁVEL

-EQUILIBRADO

-COMPORTAMENTO LINEAR NA OPERAÇÃO

EXEMPLOS :MOTOR SÍNCRONO, MOTOR DE


INDUÇÃO,CARGAS RESISTIVAS, REATORES NÃO
SATURADOS,CAPACITORES, ETC...
CARGAS ELÉTRICAS E S P E C I A I S

COMPORTAMENTO

- VARIÁVEL

- N Ã O LINEAR

- SUJEITO E DESEQUILÍBRIO

EXEMPLOS : FORNOS A ARCO, INVERSORES,


RETIFICADORES, COMPRESSORES, BOMBAS, PONTES
CONVERSORAS CONTROLADAS, ETC...
D I S T Ú R B I O S EM SEE

QUALQUER PERTURBAÇÃO MANIFESTADA

NOS NÍVEIS DE TENSÃO, NA FREQUÊNCIA

CARACTERÍSTICA, NAS FORMAS DE ONDA

DA TENSÃO OU CORRENTE QUE POSSAM

RESULTAR EM INSUFICIÊNCIA DE

ENERGIA,

MÁ OPERAÇÃO, FALHA OU DEFEITO

PERMANENTE EM EQUIPAMENTOS

PERTENCENTES OU CONECTADOS AO

SISTEMA ELÉTRICO.
LOCALIZAÇÃO D I S T Ú R B I O S

TRANSMISSÃO

- RETIFICAÇÃO E INVERSÃO EM HVDC

- COMPENSADORES ESTÁTICOS CONTROLADOS

- REATORES DE NÚCLEO SATURADO


LOCALIZAÇÃO D I S T Ú R B I O S

I N D ÚS TR I AL
- ACIONADORES CONTROLADOS EM AMPLITUDE E LARGURA DE
PULSO

- PONTES RETIFICADORAS PARA PROCESSOS ELETROLÍTICOS

- SISTEMAS DE ACIONAMENTO A MOTORES: ELEVADORES,


GUINDASTES..

- CARGAS CÍCLICAS: COMPRESSORES, BOMBAS, ESTAMPAS...

- FORNOS AARCO

- MÁQUINAS DE SOLDA
LOCALIZAÇÃO D I S T Ú R B I O S

RESIDENCIAL

- TELEVISORES

- ELETRODOMÉSTICOS

- AR-CONDICIONADO

- LÂMPADAS COMPACTAS

- REATORES ELETRÔNICOS

- CONTROLADORES DE AQUECIMENTO E ILUMINAÇÃO


T I P O S DE D I S T Ú R B I O S E S E U S E F E I T O S

FLUTUAÇÃO DA T E NSÃO

-OSCILAÇÃO DE POTÊNCIA
-CINTILAÇÃO LUMINOSA –FLICKER
-FADIGA DO DIELÉTRICO
-MAU FUNCIONAMENTO DE EQUIPAMENTOS

VARIAÇÃO DE FR E QUÊ NC I A

-ERRO DO TEMPO SÍNCRONO


-VELOCIDADE VARIÁVEL DE MOTORES
T I P O S DE D I S T Ú R B I O S E S E U S E F E I T O S

VARIAÇÃO D O FATOR POTÊNCIA

-PERDAS ADICIONAIS
-SOBRECARGA
-AQUECIMENTO
-QUEDA DE TENSÃO

D I S TO R Ç Ã O HARMÔNICA

-PERDAS ADICONAIS
-SOBRECARGA DE CAPACITORES
-AQUECIMENTO DE ENROLAMENTOS
-OPERAÇÃO INTEMPESTIVA DE PROTEÇÃO
FORMAS DE R E D U Z I R O S E F E I T O S
NOMECLATURAS M A I S COMUNS D O S D I S T Ú R B I O S DA
E NE R GI A

Variação d e t e n s ã o
Modificação n o valor d e t e n s ã o origina l me nt e definido
c o m p a d r ã o o u c o m u m e n t e c h a m a d o d e valor
nomi na l , s e n d o possível variar p a r a m a i s o u p a r a
menos.
C a u s a s d a var i ação d e t e n s ã o
C h a v e a m e n t o d e c a rg a s d e e l e v a d a p o t ê n c i a , q u e a o s e r e m
a c i o n a d a s , d e m a n d a m g r a n d e q u a n t i d a d e d e e n e rg i a , fa z e n d o c o m
q u e m u i t a s v e z e s c a u s e u m a r e d u ç ã o d a t e n s ã o e q u a n d o de sl i ga da ,
d e v o l v e m e s s a e n e rg i a p a r a a r e d e , n o r m a l m e n t e a u m e n t a n d o a
tensão na rede.

Ac i ona me nt o d e b a n c o d e c a pa c i t or e s q u e , a o s e r e m e n e rg i z a d o s ,
e x i g e m d a r e d e u m a c a p a c i d a d e m a i o r d e c o r r e n t e . C o m isso
oc orre u m a r e d u ç ã o significativa n a t e n s ã o .
Efeitos d a var iação d e t e n s ã o

- D e s p r o g r a m a ç ã o d e m i c r o p r o c e s s a d o r e s , CLP;

- Variação d a velocidade d e m o t o r e s ;

- D e s l i g a m e n t o p o r dispositivos d e p r o t e ç ã o ;

- Falhas d e c o m u t a ç ã o ;

- Desligamento d e lâmpadas a descarga;

- At ua ç ã o d e dispositivos d e p r o t e ç ã o c o n t r a
sobrecorrente e m acionamentos no modo
regenerativo.
V a r i a ç ã o d e t e n s ã o d e c u r t a d u r a ç ã o (VTCD)

VTCD é um
- A f u n d a m e n t o d e t e n s ã o (SAG); e v e n t o a le a t ó r io
- Elevação d e t e n s ã o (SWELL); de tensão
caracterizado por
desvio
s ig n ific a t iv o , p o r
um p e r ío d o de
u m ciclo inferior
a u m minuto, do
valor eficaz d a
tensão
Afundamento de tensão de curta duração
(SAG o u D I P )

Re d u çã o n o va lor d a t e n s ã o e fica z, e n t re 0 , 1 e 0 , 9 p . u ., n a
fre quê nc i a nomi na l , c o m d u r a ç ã o d e 0 , 5 ciclo e m u m m i n u t o .

Ca u s a m in ú m e ro s p rob le m a s e m
e q u ip a m e n t o s que p os s u e m
c o m p o n e n t e s e le t rôn ico s co m o
mic r o c ontrola dores ,
m icrop roce s s a d o re s , m e m ó ria s ,
etc...
Soluções

Alimentação d o s s i s t e m a s d e c o m a n d o s e d e força d e v e s e r
s e p a r a d o s s e m p r e q u e possível, visto q u e a influência d o
a c i o n a m e n t o d e c a rg a s d e p ot ê nc i a e l e v a d a p o d e s e r u m a d a s
causas do afundamento.

Utilização d e c ondic iona dore s d e e n e rg i a , q u e m g a r a n t e m a


s a í d a d e t e n s ã o e s t á v e l i n d e p e n d e n t e d a va ri a ç ã o d a
e n t r a d a . S u p o r t a m va ri a ç ã o d e a t é 2 5 % n a e n t r a d a s e m o
c h a v e a m e n t o d a s b a t e r i a s o u o u s o d e c a rg a s d a s b a t e r i a s .
V a r i a ç ã o d e t e n s ã o d e l o n g a d u r a ç ã o VTLD

O c o r r e m n o valor eficaz d a t e n s ã o ( s o b r e t e n s ã o o u s u b t e n s ã o )

Sobretensão 1 0 % Vnominal < V < 2 0 % Vnominal

Subtensão V < 9 0 % Vnominal

P o s s u e m d u r a ç ã o s u p e r io r a
1minuto
Variação d e tensão d e longa duração

CAUSAS
-Utilização d e b a n c o fixo d e c a p a c i t or e s p a r a c o r r e ç ã o d e
fator d e p o t ê n c i a ;
-Variações d e c a rg a n o s i s t e m a o u p o r e v e n t o s , c o m o a m á
operação de banco de reguladores.

- Alta i m p e d â n c i a d e p e r c u r s o d a c o r r e n t e elétrica.

- Ta p ´ s d e t r a n s f o r m a d o r e s i n c o r r e t a m e n t e c o n e c t a d o s .

- Desligamento de banco d e capacitores

- Baixo fator d e p o t ê n c i a
Variação d e tensão d e longa duração
CONSEQUÊNCIAS

-Dispositivos eletrônicos p o d e m sofre r d a n o s d u r a n t e c ondi ções d e


sobretensões; (sobretensão)

-Diminuição d a vida útil d e e q u i p a m e n t o s , t a i s c o m o :


t r a n s f o r m a d o r e s , c a b o s , d i s j u n t o r e s , TCs, TPs e m á q u i n a s r o t a t i v a s ;
(sobretensão)

- R e d u ç ã o d a p o t ê n c i a r e a t i v a fornecida p o r b a n c o s d e c a p a c i t o re s
ao sistema; (subtensão)

-Possível i n t e r r u p ç ã o d a o p e r a ç ã o d e e q u i p a m e n t o s e l e t rônic os,t ais


c o m o c o m p u t a d o r e s e c o n t r o l a d o r e s e l e t rôni c os; ( s u b t e n s ã o )

- R e d u ç ã o d e índice d e i l u m i n a m e n t o p a r a o s circuitos d e
iluminação i n c a n d e s c e n t e ; ( s u b t e n s ã o )
Soluções
•I n s t a l a r r e g u l a d o r e s d e t e n s ã o p a r a e le va r o nível d a t e n s ã o ;
•I n s t a l a r c a p a c i t or e s s h u n t p a r a reduzir a c o r r e n t e d o circuito;
•I n s t a l a r c a p a c i t or e s sé ri e p a r a c a n c e l a r a q u e d a d e t e n s ã o
i ndut iva;

• I n s t a l a r c a b o s c o m bitolas m a i o r e s p a r a reduzir a i m p e d â n c i a Z ;
•Mudar o t r a n s f o r m a d o r d e serviço p a r a u m d e c a p a c i d a d e maior,
re duz i ndo, a s s i m , a i m p e d â n c i a Z ; e
•I n s t a l a r c o m p e n s a d o r e s e s t á t i c o s d e r e a t i v o s , o s q u a i s t ê m o s
m e s m o s objetivos q u e o s c a p a c i t o re s , p a r a m u d a n ç a s b r u s c a s d e
c a rg a s .
Interrupções
A i n t e r r up ç ã o é c a ra c t e ri z a d a po r val ore s d e t e n s ã o inferiores a
1 0 % d a t e n s ã o nomi na l , c h e g a n d o a a u s ê n c i a total d e t e n s ã o q u e
p o d e oc orre r e n t r e a l g u n s ciclos e a t é vários m i n u t o s .

MOMENTÂNEA ( 0 , 5 ciclo < T < 3 s )

INTERRUPÇÕES TEMPORÁRIA ( 3 s < T < 1 m i n )

SUSTENTADA OU DE LONGA DURAÇÃO


CAUSAS

As i n t e r r u p ç õ e s s u s t e n t a d a s p o d e m oc orre r d e f o r m a i n e s p e r a d a
ou de forma planejada.

A mai oria d e l a s oc or re i n e s p e r a d a m e n t e e a s principais c a u s a s


s ã o fal ha s n o s d i s j un t o re s , q u e i m a d e fusíveis, falha d e
c o m p o n e n t e s d e circuito a l i me nt ador, e t c .

J á a s i nt e rr up ç õ e s p l a n e j a d a s s ã o feitas g e r a l m e n t e p a r a e x e c u t a r
m a n u t e n ç ã o n a r e d e , o u s e j a , serviço c o m o t r oc a d e c a b o s e
p o s t e s , m u d a n ç a d o t a p d o t ra nsf or m a dor, a l t e r a ç ã o d o s a j u s t e s
de equipamentos de proteção, etc.
R UÍ D O
Sinal elétrico c o m fre quê nc i a m e n o r q u e 200kHz , s u p e r p o n d o - s e
a o sinal d e p o t ê n c i a , s e j a c o r r e n t e o u t e n s ã o , q u e circula pe l os
c o n d u t o r e s f a s e o u n e u t r o d e u m a i nst a l a ç ã o elétrica.

Pode s e r g e r a d o :

- J á v e m i nc orporado a o sinal
q u e foi t r a n s m i t i d o ;

- Por influência e x t e r n a s :
c h a v e a m e n t o d e c a rg a s ,
presença de equipamento
eletromagnético;

- Aterramento mal projetado e


i nst a l a do.
CATEG O RIA S DE R U Í D O S

MODO COMUM RUÍDO ENTRE NEUTRO E TERRA

Afeta a re fe rê nc i a n o s circuitos e l e t rônicos, p e l a e xi st ê nc i a d e


di fe rença d e potencial e n t r e a s re fe rê nc i a s d o circuito

MODO NORMAL RUÍDO ENTRE FASES


MINIMIZAÇÃO DOS RUÍDOS

- MELHORIA DO ATERRAMENTO;

- BLINDAGEM ELETROMGNÉTICA (GAIOLA DE


FARADY);

- ACOPLAMENTO DE SINAIS (Indut ivo e capacitivo)


E q u i p a m e n t o e font e a t e r r a d o s e m p o n t o d i f e r e n t e s .
A t e r r a m e n t o d e p o n t o único.
Malha d e a t e r r a m e n t o d e re fe rê nc i a
Malha d e t e r r a d e re fe rê nc i a MTR.

O S IS TEMA MTR É ATUALMENTE A MELHOR S OLUÇÃO PARA


INTERLIGAÇÃO DE CIRCUITOS ELETRÔNICOS. NESSE CASO HÁ A
REDUÇÃO DA CIRCULAÇÃO DE CORRENTES DE ALTQA
FREQUÊNCIA. ESSAS FREQUÊNCIAS DEVEM SER LEVADAS EM
CONS IDERAÇÃO QUANDO FOR CALCULADO O ES PAÇÃMENTO
ENTRE OS CONDUTORES DA MALHA.
A d is t â n cia e n t re o s co n d u t o re s ( MES H) d e ve s e r
“muito m e n o r ” q u e o c o m p r i m e n t o d e o n d a d e m a i o r
fre q u ê n cia q u e e s t á in t e rfe rin d o. Ne s s e ca s o a
di fe rença de p o t e n cia l d im in u irá a va lore s
significantes.
Flicker o u cintilação
Variação b r u s c a e i n t e r m i t e n t e d o valor eficaz d e
t e n s ã o , d e u m a faixa e n t r e 0 , 1 e 7 % .
Definição d a d a pe l a Prodist 8

Variação a l e a t óri a , repetitiva o u e s p o r á d i c a d o valor eficaz d a


tensão.
Notching
Distúrbio periódico d e t e n s ã o , c a u s a d o pe l a m á o p e r a ç ã o d e
e q u i p a m e n t o s d e eletrônica d e p o t ê n c i a .

Ta m b é m d e fin id o s co m o m icro va ria çõ e s d e t e n s ã o q u e


ocorrem durante u m a senoide.

C o m u m oc orre r n a c o m u t a ç ã o
e n t r e tiristores d e u m retificador
c ont rol a do.
Notching
Consequências
C a u s a i nt e rferência s d e a l t a fre quê nc i a , distúrbio q u e p o d e a f e t a r
e q u i p a m e n t o s se nsí ve i s.

Detecção
Pa ra d e t e c t a r e s s e s di stúrbios s ã o n e c e s s á r i o s e q u i p a m e n t o
e spe c i ai s de vi do a a l t a fre quê nc ia o u pelo c o n t e ú d o h a r m ô n i c o d a
tensão.

Solução
S u b s t it u içã o d o s e q u ip a m e n t o g e ra d o re s o u s e p a ra çã o dos
circuitos e n t r e c a rg a g e r a d o r a e c a rg a a f e t a d a . .
Transitório
É a m a n i f e s t a ç ã o o u r e s p o s t a elétrica local o u n a s a d j a c ê n c i a s
q u e s e origina e m a l t e r a ç õ e s s ú b i t a s n a s c ondi ções ope ra ciona is
d e u m s i s t e m a d e e n e rg i a elétrica.

Ca u s a s

- D e s c a rg a a t m o s f é r i c a

- Re t orno d a e n e rg i a a p ó s u m a p a g ã o

- C h a v e a m e n t o d e c a rg a s indutivas o u capacitivas
Transitório
Impulsivo
O c o r r e m devido a d e s c a r g a s
a t mo s f é r i c a s .

Pode p r o v o c a r :

DDP e n t r e p o n t o s d o a t e r r a m e n t o p r o v o c a n d o t e n s ã o d e p a s s o , o
q u e p o d e levar a o risco d e c h o q u e elétrico e m a n i m a i s o u p e s s o a s
q u e e s t e j a m e m c o n t a t o c o m circuitos distintos.

F a i s c a m e n t o e n t r e dois p o n t o s distintos, o q u e p o d e provoc a r u m


incêndio.

Equipotencialização e aplicação d e DPS (dispositivo d e p r o t e ç ã o


contra surtos)
Transitório
Oscilatórios
O c a s io n a d os pelo c h a v e a m e n t o d e
c a r g a s indutivas o u capacitivas.

Podem ser:

Baixa f r e q u ê n c i a ( < 5kHz) – g e r a l m e n t e e n c o n t r a d o s e m s i s t e m a s


d e distribuição

Média fre quê nc i a ( 5 a 500kHz ) – c a u s a d o s p o r c h a v e a m e n t o d e


dispositivos d e p r o t e ç ã o .

Alta fre quê nc i a ( > 5 0 0 k H z ) – D e s c a rg a s a t m o s f é r i c a s

Isolar a s c a rg a s se nsí ve i s d o s p o n t o s d e oc orrê nc ia d o transitório


c o m t r a n s f o r m a d o r e s i sol a dore s o u filtros d e a l t a fre quê nc i a .
Surto de tensão ou Spike
C o n f u n d e - s e c o m o t e r m o transitório, pois é o a u m e n t o drá st ic o e
in s t a n t â n e o d a t e n s ã o d a re d e e lé t rica e t e m o co m o ca u s a a
elevação de tensão pri nc i pa l me nt e de vi do às d e s ca rg a s
atmosféricas.
S u r t o induzido o u indireto

Incidência d e d e s c a r g a s a t m o s f é r i c a s q u e a t i n g e m a s linhas d e
t r a n s m i s s ã o o u distribuição d e e n e rg i a a t r a v é s d a i nduç ã o d a
d e s ca rg a e m e le m e n t o s p ró xim o s d a re d e , co m o á rvore s ,
estruturas metálicas.
S u r t o conduzido o u direto

Incidência d e d e s c a rg a s a t m o s f é r i c a s d ire t a m e n t e s o b re a
i nst a l aç ã o . N e s t a s i t u a ç ã o o s e l e t r o d o s e o s e l e m e n t o s
me t á l i c o s e x i s t e n t e s s o f r e m e le v a ç ã o d e t e n s ã o por fra ç õe s d e
segundo.
Variação d e frequência
Definida c o m o de svi o n o valor d a fre quê nc i a f u n d a m e n t a l , q u e
p o d e s e r 50Hz o u 60Hz .

Tem o r i g e m n o c ont role d a velocidade d o s g e r a d o r e s .

O g r a n d e de sa fi o n o s s i s t e m a s d e g e r a ç ã o isolados, o u g e r a ç ã o
própri a, q u e a r e g u l a m e n t a ç ã o n ã o p o d e fiscalizar.
Variação d e frequência – Prodist 8

O s i s t e m a d e distribuição e a s i nst a l a ç õe s d e g e r a ç ã o c o n e c t a d a s a o
m e s m o d e v e m , e m c ondiç õe s n o r m a i s d e o p e r a ç ã o e e m r e g i m e
p e r m a n e n t e , o p e r a r d e n t r o d o s limites d e fre qüê nc i a s i t u a d o s e n t r e
5 9 , 9 Hz e 6 0 , 1 Hz.

As i n st a l a ç õe s d e g e r a ç ã o c o n e c t a d a s a o s i s t e m a d e distribuição
d e v e m g a r a n t i r q u e a fre qüê nc i a r e t o r n e p a r a a faixa d e 5 9 , 5 Hz a
6 0 , 5 Hz, n o p r a z o d e 3 0 ( t r i n t a ) s e g u n d o s a p ó s sair d e s t a faixa,
q u a n d o d e distúrbios n o s i s t e m a d e distribuição, p a r a permitir a
r e c u p e r a ç ã o d o equilíbrio c a rg a - g e r a ç ã o .
Variação d e frequência – Prodist 8

H a v e n d o n e c e s s i d a d e d e c o r t e d e g e r a ç ã o o u d e c a r g a p a r a permitir
a r e c u p e r a ç ã o d o equilíbrio c a rg a - g e r a ç ã o , d u r a n t e o s distúrbios n o
s i s t e m a d e distribuição, a f r e q ü ê n c i a :

a ) n ã o p o d e e x c e d e r 6 6 Hz o u s e r inferior a 5 6 , 5 Hz e m c ondi ções


extremas;

b ) p o d e p e r m a n e c e r a c i m a d e 6 2 Hz p o r n o m á x i m o 3 0 ( t r i n t a )
s e g u n d o s e a c i m a d e 6 3 , 5 Hz p o r n o m á x i m o 1 0 ( d e z ) s e g u n d o s ;

c ) p o d e p e r m a n e c e r a ba i xo d e 5 8 , 5 Hz p o r n o m á x i m o 1 0 ( d e z )
s e g u n d o s e a ba i xo d e 5 7 , 5 Hz p o r n o m á x i m o 0 5 (cinco) s e g u n d o s .
REDUÇÃO D O FATOR DE P O T Ê N C I A
REDUÇÃO D O FATOR DE P O T Ê N C I A
S = 3 Vf If

P = 3 Vf If COS

Q = 3 Vf If SEN

VL = Vf . 3

S= 3 VL IL

P= 3 VL IL COS

Q= 3 VL IL SEN
CARGAS QUE PROMOVEM A REDUÇÃO D O
FATOR DE P O T Ê N C I A

BLOCO 0 1 : CARGAS
INDUTIVAS

BLOCO 0 2 : CARGAS
GERADORAS DE HARMÔNICAS
CARGA R E S I S T I VA

CARGA I N D U T I VA
CARGA NÃO
LINEAR
FATOR DE P O T Ê N C I A EM CARGAS NÃO
LI NEARES
CORREÇÃO D O FATOR DE P O T Ê N C I A
Elementos passivos
Indutores;
Capacitores;
Filtros LC si nt oni z a dos e m d e t e r m i n a d a s fre qüê nc i a s.

Elementos ativos e passivos


Associação d e t r a n s f o r m a d o r e retificador d e 1 2 pul so s a diodo.
Possui ó t i m a re l a ç ã o c usto/bene fí cio s e n d o e m p r e g a d a n o e s t á g i o
d e e n t r a d a d e a l g u n s tipos d e e q u i p a m e n t o s trifásicos c o m o , po r
exemplo, Nobreaks.
Filtros ativos
E s t e s e l e m e n t o s e m p r e g a m s e m i c o n d u t o r e s d e a l t a fre qüê nc i a e
func i ona m c o m o u m a “fonte d e c orre nt e ” d e f o r m a q u e a s o m a
d a s p a rce la s d a s corre n t e s d o filt ro e ca rg a re s u lt e e m u m a
co rre n t e de b a ixo co n t e ú d o h a rm ô n ico d re n a d o da s
c onc e ssi oná ri a s d e e n e rg i a elétrica.
H AR MÔ N I CAS
Distorções Harmônicas são fenômenos associados com
deformações na s formas de onda das tensões e correntes e m
re l a ç ã o à o n d a se noidal d a fre qüê nc ia f u n d a m e n t a l .
Harmônicas : Sequencia positiva
Harmônicas : S eq u en cia negativa
Espectro harmônico
Pe r mi t e d e c o m p o r u m sinal e m s u a s c o m p o n e n t e s h a r m ô n i c a s e
r e p r e s e n t á - l o n a f o r m a d e u m gráfico d e b a r r a s , o n d e c a d a b a r r a
r e p r e s e n t a u m a h a r m ô n i c a c o m s u a fre quê nc i a , valor eficaz e
defasagem

Na pr á t i c a , g e r a l m e n t e l imi ta -se o n ú m e r o d e h a r m ô n i c a s a s e r e m
m e d i d a s e a n a l i s a d a s p or volta d a o r d e m n ú m e r o 4 0 , pois a c i m a
d e s s a r a r a m e n t e o s efeitos s ã o significativos.
Taxa d e distorção harmônica total
THD é definida e m c o n s e q u ê n c i a d a n e c e s s i d a d e d e s e
determinar numericamente a s harmônicas presentes e m u m
d a d o p o n t o d a i nst a l a ç ã o

THD e m
re l a ç ã o a
fu n d a m e n t a l

THD e m
re l a ç ã o a o
sinal total
Exemplo
Valor eficaz (rms)
R MS ( R o o t Me a n S q u a r e ) é o
valor e m corre n te contínua
equivalente que produz a
m e s m a quantidade d e calor e m
u m a carga resistiva.
FATOR DE P O T Ê N C I A E C O S
Fa t o r d e p o t ê n cia p a ra
o n d a senoi dal.

Cos p a r a cada
componente
harmônica.
Forma de onda de tensão e corrente
verificadas e m u m d a d o ponto d e u m a
instalação.

M e d e - s e o cos d a
componente
f u n d a m e n t a l e o fator d e
p o t ê n c i a d o sinal
deformado (total).

cos e fator d e potência


mu i t o d i f e r e n t e s
c a r a c t e r i z a m forte
conteúdo harmônico.
F I L T R O DE H A R M Ô N I C A S
F I L T R O DE H A R M Ô N I C A S
F I LT R O DE I N D U T Â N C I A
SOLUÇAO PALEATIVA QUE ATENUA TODAS AS HARMÔNICAS.
CONSISTE ANA UTILIZAÇÃO DE UM INDUTOR EM SÉRIE (LF)
COM A FONTE DE ENERGIA E CARGA POLUIDORA.
F I LT R O PA S S I V O LC

LP E LC DEVEM
DIMENSIONADOS DE FORMA
QUE PARA DETERMINADA
FREQUENCIA A REATÂNCIA
RESULTANTE SEJA NULA.
F I LT R O AT IVO
T RANSFORMADOR DE SEPARAÇÃO
E F E I T O S E C O N S E Q U E N C I A S DA
HARMÔNICAS