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A concepção de Deus como eixo central do

pensamento spinoziano
Livre: no sentido de que existe e age por necessidade de sua natureza

Eterno: porque a sua essência envolve necessariamente a sua existência

Res Cogitans Simples pensamentos

SUBSTÂNCIA Atributos infinitos Sensações ou modos

Age por Res extensa Simples coisas


necessidade

Causa
sui Impessoal: sem vontade, intelecto e amor

É impossível pensá-lo
como causa sui sem que exista Cria por necessidade de sua essência
Modos ou modalidades do ‘Ser’

Necessidade Contingência Possibilidade Impossibilidade


A substância ou o Deus spinoziano
• Aristóteles:
– “Tudo aquilo que existe é a substância ou sensação da
substância”.
• Spinoza:
– “Nada é dado na natureza além da substância e de suas
sensações”.
• Mas, o que é a substância:
“É aquilo que, para existir, não necessita de mais nada senão
a si mesmo”. Afirma Spinoza: “só existe uma única substância,
que é precisamente Deus”
Prova da existência de Deus:

• Variação da prova ‘ontológica’:


– “Não é possível pensar Deus como causa sui sem pensá-
lo como necessariamente existente”.