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Curso Parentalidade - Slides

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Tópicos abordados

  • técnicas de respiração,
  • desenvolvimento infantil,
  • auto-regulação,
  • compreensão emocional,
  • comunicação,
  • cuidado emocional,
  • vínculos emocionais,
  • autoestima,
  • negligência,
  • desenvolvimento social
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  • desenvolvimento infantil,
  • auto-regulação,
  • compreensão emocional,
  • comunicação,
  • cuidado emocional,
  • vínculos emocionais,
  • autoestima,
  • negligência,
  • desenvolvimento social

VÍNCULOS EMOCIONAIS :

ESTRATÉGIAS DE FORTALECIMENTO
ENTRE PAIS E FILHOS

Ma. Bruna Farias


Orientadora Educacional
EMOÇÕES E PARA QUE SERVEM?

• As emoções são parte essencial da nossa experiência humana, nos ajudando a nos adaptar e
interagir com o mundo ao nosso redor. Compreendê-las e aprender a regulá-las é fundamental
para nosso bem-estar.

• As emoções são importantes ferramentas de socialização, proteção, saúde e bem-estar; elas nos
ajudam na adaptação ao meio em que vivemos.

• As emoções são aprendidas a partir das nossas interações. Por isso, é importante sabermos
conhecê-las, identificá-las e nomeá-las.
EMOÇÕES E PARA QUE SERVEM?

• De forma mais teórica, podemos dizer que as emoções são


condições caracterizadas por alterações fisiológicas e
sensações corporais que podem modificar nossos
pensamentos, comportamentos e reações subjetivas de cada
indivíduo.

• Por outro lado, algumas situações e eventos do dia a dia,


assim como nossos pensamentos, ativam em nós emoções,
que devem ser reconhecidas, avaliadas e tratadas para que
retornemos ao equilíbrio em que nos encontrávamos antes de
vivenciá-las.

• Permanecer em um estado de emoção ativada pode gerar


dificuldades psicológicas e prejudicar nosso funcionamento
cognitivo, físico e social.
CLASSIFICAÇÃO DAS EMOÇÕES

• PRIMÁRIAS (BÁSICAS) OU SECUNDÁRIAS.

• AGRADAVÉIS OU DESAGRADAVÉIS DE SENTIR.

• ATENÇÃO! NÃO EXISTEM EMOÇÕES BOAS OU RUINS.


Emoções Primárias

Alegria
1 Sentimento de satisfação, contentamento e prazer

Amor
2 Emoção de carinho, afeição e conexão com os outros.

Tristeza
3 Sentimento de perda, melancolia e desamparo.

Medo
Emoção de apreensão, insegurança e ameaça.
4
Emoções Secundárias

Ansiedade Vergonha Desconfiança


Derivada do Derivada da Derivada do
medo, é a tristeza, é o medo, é a
preocupação sentimento de suspeita e falta de
excessiva com inadequação e crença nos outros.
eventos exposição.
futuros.
A IMPORTÂCIA DE VÍNCULOS
EMCIONAIS
Vínculos emocionais referem-se às conexões
afetivas profundas que se formam entre pessoas ao
longo do tempo, com base em experiências
compartilhadas, trocas emocionais e relações de
confiança. Esses vínculos são fundamentais para o
desenvolvimento psicológico e social, pois oferecem
suporte, segurança e um senso de pertencimento.
Quando nos sentimos emocionalmente vinculados a
alguém, estamos mais propensos a sentir empatia,
confiança e compreensão mútua.
VÍNCULOS EMCIONAIS SAUDAVÉIS

Vínculos emocionais saudáveis são relações baseadas


em respeito, carinho, confiança e apoio mútuo. Esses
vínculos permitem que as pessoas se sintam seguras e
confortáveis para expressar seus sentimentos e
emoções, promovendo o crescimento pessoal e
emocional. Em uma relação saudável, há equilíbrio: as
necessidades de ambos os lados são reconhecidas e
respeitadas, e o vínculo não é dominado por controle,
manipulação ou dependência excessiva.
A importância dos vínculos emocionais
entre pais e filhos

Os vínculos emocionais entre pais e filhos são


essenciais para o desenvolvimento emocional e social
da criança. Esses laços são formados desde cedo,
geralmente através de interações afetuosas, como o
contato físico, a resposta aos choros do bebê e o
cuidado constante. A formação de vínculos saudáveis
entre pais e filhos traz vários benefícios:
A importância dos vínculos emocionais
entre pais e filhos

• Segurança emocional: A criança que sente que


pode contar com os pais para suporte emocional
cresce com uma base sólida de confiança no mundo
ao seu redor. Isso ajuda na autoestima e na
resiliência diante de desafios.
• Desenvolvimento social: Crianças com vínculos
fortes e saudáveis são mais capazes de formar e
manter relacionamentos positivos fora do ambiente
familiar, como na escola e com amigos.
A importância dos vínculos emocionais
entre pais e filhos

• Regulação emocional: Pais que estão


emocionalmente disponíveis ajudam seus filhos a
entender e regular suas próprias emoções,
ensinando-os a lidar com frustrações, medos e
inseguranças de maneira saudável.
• Bem-estar psicológico: Um forte vínculo emocional
pode reduzir a probabilidade de problemas como
ansiedade, depressão e comportamentos
disfuncionais, à medida que a criança cresce.
COMO O DESENVOLVIMENTO EMOCIONAL IMPACTA
NO COTIDIANO
• VAMOS PENSAR JUNTOS:

Quando Roberto dirigia para casa, foi subitamente fechado por uma
carreta. Ele não teve tempo nem de buzinar. Roberto desviou o mais rápido
que pôde para evitar a batida. Ele ficou furioso. Quão efetiva poderia ser
cada uma dessas ações para que Roberto pudesse lidar com sua raiva?
COMO O DESENVOLVIMENTO EMOCIONAL IMPACTA
NO COTIDIANO
Ação 01: Roberto ensinou uma lição ao motorista da carreta dando-lhe outra
fechada alguns kms depois.
a. pouco eficaz b. neutro c. muito eficaz

Ação 02: Roberto aceitou o fato como “coisas que acontecem” e foi embora para
casa.
a. pouco eficaz b. neutro c. muito eficaz

Ação 03: Ele gritou o mais alto que pôde, xingou e amaldiçoou o caminhoneiro.​
a. pouco eficaz b. neutro c. muito eficaz ​

Ação 04: Ele prometeu não dirigir mais naquela rodovia.


a. pouco eficaz b. neutro c. muito eficaz
COMO AJUDAR AS CRIANÇAS A REGULAR AS
EMOÇÕES
Identificar
Reconhecer e nomear as emoções que
1
estamos sentindo.

Compreender
2 Entender o porquê e a função de cada
emoção.

Expressar
3 Comunicar as emoções de forma adequada e
assertiva.
EXEMPLO PRÁTICO
• Nomear a emoção:
"Me parece que você está sentindo raiva. Isso é verdade?"
• Validar a emoção:
"Tudo bem, todos podemos sentir raiva. Você tem todo o direito de se sentir assim."
• Demonstrar empatia:
"Acredito que se alguém tivesse tirado algo que eu gosto muito, eu também estaria me
sentindo dessa forma."
• Orientar o comportamento:
"Mas a gente não pode bater nas pessoas. Da próxima vez que sentirmos raiva, podemos
pensar em pedir ajuda a um adulto para resolver a situação."

Observação Importante!:
Lembrando que esta é apenas uma maneira de validar. Você pode validar a emoção de seu
filho utilizando suas próprias palavras.
ALGUMAS DICAS!

• DESENVOLVA UMA POSTURA DE EMPATIA COM SEU FILHO:

1. Ficar ao nível da criança.


2. Olhar nos olhos.
3. Escutar com atenção.
4. Validar suas emoções.
5. Manter proximidade física.
6. Buscar resolver alguma dificuldade ocorrida.
• UTILIZE TÉCNICAS DE RESPIRAÇÃO COM SEU FILHO

• Nosso cérebro identifica situações diversas que despertam em nós


emoções, as quais são percebidas em nosso corpo através de
reações fisiológicas. Diferentes emoções podem ativar diferentes
tipos de reações, como: taquicardia, sudorese, tremedeira, aumento
da respiração, contração muscular, arrepio, rubor, dor de barriga, dor
de cabeça, entre outras.

• Uma vez que o corpo é ativado por uma emoção, ele pode manter-se
neste estado por aproximadamente 18 a 24 minutos em um adulto e
12 a 16 minutos em uma criança. Uma forma de regular as emoções
e auxiliar o corpo a retornar ao seu estado emocional de bem-estar é
enviar uma nova informação ao cérebro, o qual passará,
consequentemente, uma nova instrução de comportamento ao corpo
(relaxamento). As técnicas de respiração podem possibilitar esta
nova comunicação.
RESPIRAÇÃO FLOR E VELA RESPIRAÇÃO DOS CINCO DEDOS
CRIANÇAS MENORES (IDADE: 7 A 8 CRIANÇAS
ANOS) MENORES (IDADE: 7 A 8 ANOS)

• Este exercício consiste em


inspirar pelo nariz, como se • Para fazer esse exercício, a
estivesse cheirando uma flor, criança utilizará uma de suas
e expirar pela boca, como se mãos aberta e o dedo
estivesse soprando uma vela. indicador da mão contrária.
Oriente a criança a realizar Iniciando na base do polegar,
estes movimentos com calma ela começará a trilhar o
e delicadeza, movimentando a contorno dos dedos com seu
barriga e não peito e ombros. indicador. Toda vez que ela
A ideia aqui é abstrair a faz o movimento de subir até
criança da situação que está a ponta de um dedo, ela
ativando suas emoções e inspira e toda vez que ela faz
reações fisiológicas o movimento de descer até a
desagradáveis, fazendo-a ponta de um dedo, ela solta o
concentrar-se. ar.
RESPIRAÇÃO COM O URSINHO CRIANÇAS RESPIRAÇÃO EM QUADRADO CRIANÇAS
MENORES (IDADE: 7 A 8 ANOS) MAIORES (IDADE: 9 A 12 ANOS)

• A respiração em quadrado
• Outra forma de auxiliar consiste em imaginar um
a criança a perceber os quadrado enquanto se respira
movimentos de sua (a criança pode também
respiração é pedir que utilizar o dedo indicador para
ela deite e coloque traçar um quadrado no ar
algum tipo de bicho de enquanto respira). Inicia-se
pelúcia (ou outro pela base esquerda do
brinquedo leve e macio) quadrado, e, ao traçar a linha
em cima de sua barriga. para cima, a criança deve
Ao respirar, a criança inspirar. Ao traçar a linha para
deve manter sua o lado, a criança faz uma
atenção no movimento pausa na respiração. Ao traçar
de subir e descer do a linha para baixo, a criança
brinquedo de pelúcia. solta o ar, e, ao traçar a linha
para o lado, ela faz uma nova
pausa na respiração.
FATORES QUE PODEM PREJUDICAR NOS VÍNCULOS
EMOCIONAIS
Existem vários fatores que podem interferir no desenvolvimento saudável dos
vínculos emocionais entre pais e filhos. Esses fatores podem surgir de
diversas áreas, como as circunstâncias familiares, as características
individuais ou até mesmo influências externas. Sendo elas:

1. Falta de tempo e disponibilidade emocional


2. Problemas de comunicação
3. Conflitos familiares
4. Desatenção às necessidades emocionais
5. . Estresse parental
6. Uso excessivo de tecnologias
7. Falta de limites claros ou autoritarismo excessivo
8. transtornos emocionais dos pais
9. Mudanças drásticas no ambiente familiar
10. Negligência ou abuso
"Um vínculo emocional forte entre pais e
filhos é a base para o desenvolvimento
saudável da criança, proporcionando
segurança, confiança e o alicerce para
relações afetivas duradouras ao longo da
vida."
REFERÊNCIAS

• CAMINHA, R. M. , & CAMINHA, M. G. (2016). BARALHO DA REGULAÇÃO E PROFICIÊNCIA EMOCIONAL.


NOVO HAMBURGO: SINOPSYS EDITORA.
• DAMÁSIO, A. (1996). O ERRO DE DESCARTES. SÃO PAULO: COMPANHIA DAS LETRAS. DARWIN, C.
(2000). A EXPRESSÃO DAS EMOÇÕES NO HOMEM E NOS ANIMAIS. SÃO PAULO: COMPANHIA DAS
LETRAS.
• EKMAN, P. (2011). A LINGUAGEM DAS EMOÇÕES: REVOLUCIONE SUA COMUNICAÇÃO E SEUS
RELACIONAMENTOS RECONHECENDO TODAS AS EXPRESSÕES DAS PESSOAS AO REDOR. SÃO
PAULO: LUA DE PAPEL, 2011.
• EKMAN, P. , & CORDARO, D. (2011). WHAT IS MEANT BY CALLING EMOTIONS BASIC. EMOTION REVIEW,
3(4), 364-370.
• ESSAU, C. A. , LEBLANC, S. S. , & OLLENDICK, T. H. (2017). EMOTION REGULATION AND
PSYCHOPATHOLOGY IN CHILDREN AND ADOLESCENTS. OXFORD: OXFORD UNIVERSITY PRESS.
• ZEMAN, J. , CASSANO, M. , PERRY-PARRISH, C. , & STEGALL, S. (2006). EMOTION REGULATION IN
CHILDREN AND ADOLESCENTS. JOURNAL OF DEVELOPMENTAL & BEHAVIORAL PEDIATRICS, 27(2),
155-168.
OBRIGADA!
@brunafariaspsicologa
brunafariaspsicologa@gmail.com

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