Anotações e Observações

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Universidade Federal de Pernambuco Centro de Tecnologia e Geociências Departamento de Engenharia Química Curso de Química Industrial APOSTILA DA DISCIPLINA DE QUÍMICA ANALÍTICA

Anotações e Observações:

ÍNDICE
Pág.

01- Tratamento dos dados / Química Analítica ......................................................... 02- Métodos gravimétricos (Gravimetria) .................................................................. 03- Métodos volumétricos (Volumetria) ....................................................... ............. 04- Revisão/ Química das soluções aquosas ........................................................... 05- Cálculos de equílibrios para sistemas complexos ............................................ 06- Titulações de precipitação ................................................................................... 07- Curvas de titulação para sistemas ácido / base simples .................................. 08- Aplicações de titulações de neutralização ................... ...................................... 09- Titulações complexométricas .............................................................................. 10- Equílibrio de oxi-redução e teoria eletroquímica ........................................... .... 11- Titulações de oxi-redução / Teoria ...................................................................... 12- Titulações de oxi-redução / Aplicações .............................................................. 13- Esquema de separação de Cátions ..................................................................... 14- A Balança Analítica .............................................................................................. LISTAS (Exercícios) ..................... ............................................................................... PRÁTICAS ....................................................................................................................

5 11 16 19 26 31 38 46 52 59 61 65 71 72 75 93

AG ENDA

BIBLIOGR AFI A
01- SKOOG, D.A, WEST, D.M AND MOLLER, F.J., Fundamentals of Analytical Chemistry. Saunders College Publishing, 5a ed., 1988. 02- CRISTIAN, G.D, Analytical Chemistry, John Wiley & Sons, 4a ed., 1986. 03- OHLWEILER, O.T. Química Analítica Quantitativa. Livros Técnicos e Científicos editora, a 3 ed., 1982, vol. 1 e 2. 05- BACCAN, N, ANDRADE , J.C., GODINHO, O.E.S. BARONE, J.S. Química Analítica Quantitativa elementar. Edgard Blücher, 2a ed.

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com .Anotações e Observações: 4 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

Seleção do métodop experiência e intuição exatidão x custo Amostragem. 5. Preparação da amostra p Sólidos (moagem.Métodos Volumétricos . 1. 7.01 . 2.com 5 . 2. estocar) Pode absorver / dessorver H2 O Secagem Medição da umidade Solubilização das amostras. homogenizar. Completando a análise p Medição de uma propriedade física µ¶x¶¶ que se relacione de uma forma reprodutível com a concentração da espécie.TRATAMENTO DOS DADOS / QUÍMICA ANALÍTICA Química Analítica p separação. 4. Cálculos dos resultados e estimativas da confiabilidade. identificação e determinação das quantidades relativas dos componentes que constituem uma amostra.o sistema material em estudo .Métodos Espectroscópicos ETAPAS DE UMA ANÁLISE QUANTITATIVA Anotações e Observações: 1.Métodos Gravimétricos .o observador Sujeita a erros Dados que não se conhece sua confiabilidade não tem significado.o instrumental . MÉDIA E MEDIANA Média: n § x i x ! i !1 n Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Eliminação de interferências. Calibração: Função que relaciona µ¶x¶¶ com C. Análise p qualitativa e quantitativa Importância crescente em várias áreas da ciência e tecnologia Quanti p 2 medições: Peso ou volume da amostra Após completa a análise p determinação de alguma quantidade E a quantidade da espécie. De acordo com esta medida final: . TRATAMENTO DOS DADOS A medida de uma quantidade física envolve: .Métodos Eletroanalíticos . 3. 6.

desvio padrão da média DESVIO PADRÃO (AMOSTRAL) E VARIÂNCIA S ! § ( x i  x ) 2 n  1 s p mesma unidade dos dados variância = s2 DESVIO PADRÃO RELATIVO (RSD) RSV ! s v 100 x coeficiente de variância (cv ) s=1 p x ! 20 x ! 200 cv ! 5% cv ! 0.desvio padrão relativo .faixa . ou série de medidas.4 19.1 mediana: 19.8 ! 19. Pode ser expresso: .5 20.desvio padrão .com .3 Concordância entre 2 ou mais medidas realizadas da mesma maneira.variância .5% FAIXA DE VARIAÇÃO ¨X ¸ ! FV X © ¹ MIN º ª MÁX EXATIDÃO Quão perto a medida.7 2 19.6 PRECISÃO 20. se µ¶n¶¶ ímpar p valor central se µ¶n¶¶ par p média do par central.Mediana: resultado em torno do qual todos os outros estão igualmente distribuídos.8 Anotações e Observações: 9. ERRO ABSOLUTO ERRO RELATIVO E ! xi  Q Q p valor aceitável x Q E ! i v 100 r Q 6 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. ex: 19. está no valor aceitável.6  19.

p ex: perdas de material e secagem incompleta da amostra.I II III IV Anotações e Observações: I ± exato e preciso IV ± erro grosseiro TIPOS DE ERROS II ± preciso e ineexato III ± impreciso e inexato Indeterminados ou aleatórios: fazem com que os resultados flutuem ao acaso p são refletidos na precisão dos dados. Fontes de Erros Determinados Instrumentais p Ligados a imperfeições nos aparelhos. Método p A) Análise de amostras padrão . p Podem ser eliminados por calibração. que. Constantes p Independe do valor da quantidade medida. em princípio. pode ser identificada (e portanto eliminado ou corrigido). Grosseiros: ocorrem ocasionalmente p são altos (+ ou -) p levam às anomalias. Método p São difíceis de detectar (mais sério dos 3) p. Erros Determinados Fonte definida. 2. etc. reações lentas e reações paralelas interferentes. vidrarias. ex: copreciptação de impurezas. Caráter unidirecional p sistemáticos.com 7 . ex: usando-se uma quantidade fixa de um reagente que possui uma substância interferente. Concentração errada da solução padrão usada na calibração. reagentes.Sintéticas . Proporcionais ex: Presença de interferentes na amostra.Padrões internacionais B) Comparação com um método padrão C) Provas em branco D) Variação da quantidade da amostra Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. 3. Determinados ou sistemáticos: média da série difere do valor aceitável. Efeito dos Erros Determinados nos Resultados 1. Detecção dos Erros Determinados 1. Operacionais p Relacionados com o analista. Excesso de reagente para virar o indicador. 2. Instrumentais p Calibração Operacionais p Cuidado e autodisciplina.

normalmente selecionada com o objetivo de se fazer inferências acerca da população. trasnposição de números. Erros Indeterminados Sequência das inúmeras variáveis incontroláveis que existem assoc iadas a qualquer medida. O alvo de qualquer investigação experimental é a população. Amostra p uma parte da população. usar a escala errada ( afeta todos os resultados ). inexperiência ex: Cálculos errados.  s 2R n n 2 2 2! 1 1 s c R § Ex: 8 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.. TRATAMENTO ESTATÍSTICO DOS ERROS ALEATÓRIOS Estatística p probabilidades População p o conjunto de todos os valores possíveis de uma dada situação.com . MÉDIAS E DESVIOS Amostral Populacional Anotações e Observações: n § x i x ! i !1 n 2 § ( x  x) i n 1 Q s! W! 2 § ( xi  Q ) n DESVIO PADRÃO DA MÉDIA W y y m ! H s N m ! s N A incerteza no cálculo de µ¶s¶¶ diminui medida que µ¶N¶¶ aumenta. derramar solução. Seguem uma distribuição normal ou gaussiana. flutuam de maneira aleatória..Erros Grosseiros Maioria p operacional p falta de cuidado. Quando N u 20 s p W. ESTIMATIVA CONJUNTA DE s (s ) c s 2R  s 2R  . Efeito: resultados de medidas repetidas.

Convenção dos algarismos significativos ALGARISMOS SIGNIFICATIVOS ( AS ) y Anotações e Observações: Os algarismos significativos são todos os dígitos certos e o 1o dígito incerto.2) No antilog de um número deve-se reter tantos dígitos quantos dígitos existirem à direita do ponto decimal do número original.96 III) Logs e antilogs (III.1 100. ex: 3.3660 .062) 2 v 3  (0.73 = 10. 30.Apresentar os limites de confiança (90 ou 95%) 2.0670 p 3 AS 3.7 II) Multiplicação e Divisão: a incerteza relativa do resultado deve ser da mesma ordem do que a do componente com maior incerteza relativa.24 ml ( bureta de 50 ml com graduação 0.1 v 100 ! 10 1.com 9 .1) O log de um número deve ter tantos dígitos à direita do ponto decimal quantos forem os A. ex: log 4.01 v 100 ! 1.965 0.1 0. (III.(0.0 0.Cercados de outros dígitos p é Algarismo significativo ( AS ) 90.04 0.7 p 3 AS 2.4. 105 p 5AS Cálculo com algarismos significativos I) Somas e diferenças: retem-se o número de casas decimais = no de casas decimais do no com menor no de casas decimais.25 4.1 ml ) certos (3 0 e 2) incerto (4 ) ZEROS: 1.1 v 100 ! 0.Apresentar o desvio padrão ou coeficiente de variação (expressar N) 3.5 = 3 x 1012 ( 1 dígito ) Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.31 = 10.01 v 100 ! 0.02 ! 0.020 + 7.96 0.10 REGISTRO DE DADOS ANALÍTICOS Incluir informação sobre a CONFIABILIDADE 1.3979 4 AS 4 AS ex: antilog 12.965 100.0 1 v 100 ! 4.Servindo apenas para localizar o ponto decimal p Não é AS 0.001 v 100 ! 0.000 x105 = .2 24 0. ex: 24 v 4.02 0.S do número original.0 incerteza relativa: 0.Zeros terminais 936600 p quantos AS ? p dúvida Notação científica p 9.4 + 0.156) 2 s 2c ! 6 sc = 0.114) 2 v 2  (0.

ARREDONDAMENTOS Último AS " 5 p arredondamento para o próximo maior número Último AS 5 p mantido ex: 9.4 Último AS = 5 p par ex: 8.6 Anotações e Observações: 10 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.43 = 9.5 9.8 8.47 = 9.6 8.55 = 8.com .75 = 8.65 = 8.

do formaldeído F.E.2362g. Calcule o % de Fe e Al na mistura original. A mistura de óxidos pesa 2.3592g de uma amostra contendo NaHCO3 e impurezas não voláteis resultou num resíduo pesando 0.Q.97 PM ( P ) ! 2v ! 0.5 %( P ) ! 0. Ex: C2H5OH (F.1% 0.02 . pC2H6O ) Peso Molecularp Peso em gramas (g) de 1 mol da substância. Forma de pesagem suporte temperaturas altas 4) Fator gravimétrico alto CÁLCULOS EM GRAVIMETRIA % A = (peso de A / peso da amostra) x 100 F = (o que se quer / o que se tem) x (a / b) Ex: obtive 0.GRAVIMETRIA Métodos de Precipitação Métodos de Volatilização y y Anotações e Observações: Fórmula Empírica (F.2783 222. Calcule o % de impurezas na amostra. ác.Q.6 PM ( Mg 2 P2 O 7 ) 0.9666 3 PM ( Fe2 O3 ) 3 v 159.2g de Mg2 P2O7 Amostra 0. Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. NaHCO3 é convertido quantitativamente em Na2CO3.2 v 100 ! 11.Q.5g Quero o resultado em P F ! 2v 30.) p Específica o nr de átomos na molécula Ex:CH2 O p F. e F. y y FORMAS DE PESAGEM Fe (III) + NH4 OH p Fe2O3.E.com 11 .6H2O (10000C) Mg2 P2 O7 Requisitos para formas de pesagem: 1) Composição perfeitamente definida 2) Não deve ser higroscópio 3) Precipitado convertido na forma de pesagem a temperaturas relativamente baixas.95g. glicose (C6H12 O6) Fórmula Molecularp Dá a informação sobre a estrutura do composto. 2 NaHCO3(s) p Na2 CO3(s) + CO2(g) + H2O(g) A ignição de 0.62g. resultando em Al2O3 e Fe2O3.E.69 1-Exercício: uma mistura contendo apenas FeCl3 e AlCl3 pesa 5. acético (C2H4O2). xH2O ( 800-1000rC) Fe2 O3 Mg (II) + (NH 4)2HPO4 .2783 v Ex: pesei em Fe2O3 Quero em Fe3O4 F! 2 PM ( Fe3 O4 ) 2 v 231.) p Relação entre o nr de átomos de um composto químico Fórmula Química (F. 2-Exercício: A elevadas temperaturas.54 v ! ! 0. Os cloretos são convertidos em hidróxidos e levados à ignição.NH3 p NH4MgPO4 .

E Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. y Quando S é muito baixap (Q-S) é sempre altopppt coloidal. Ex: oxalato de cálcio 1. Cristalino CONTROLE EXPERIMENTAL DO TAMANHO DAS PAR TÍCULAS: Para minimizar a SR: y T altas ( S o ) y Soluções diluídas ( Qq ) y Adição lenta do reagente precipitante com agitação (Qq ) y Controle do pH do meio quando a solubilidade do ppt. Coloidal SR baixa p ppt. 2. Ex: Hidróxidos [Fe(III). Região Instável C Região Metaestável D G B F Região Não Saturada A AB p Curva de solubilidade.PROPRIEDADES DOS PRECIPITADOS E AGENTES PRECIPITANTES Reagente deve ser seletivo e produzir um sólido que: 1) Solubilidade baixa 2) Facilmente filtrável e lavável livre de contaminantes 3) Não seja reativo e tenha composição conhecida após secagem ou ignição y y y y y y y y y Anotações e Observações: Precipitados Cristalinos Cristais individuais bem desenvolvidos Partículas densas que sedimentam rapidamente Facilmente filtráveis Não se contaminam facilmente Suspensões Coloidais Partículas pequenas (d =10-6 a 10-4mm) Não decantam facilmente Não são retidas em papel de filtro comum Tamanho das Partículas Composição química Condições do meio Temperatura Concentração dos reagentes Velocidade de adição dos reagentes Solubilidade no meio SUPERSATURAÇÃO RELAT IVA SR ! QS S Qp Concentração do soluto a qualquer instante Sp Solubilidade de equilíbrio SR alta p ppt.precipitação em meio ácido onde S é alta. Cr(II)]. Al.com 12 . sulfitos de metais pesados.redução da acidez por adição de NH4OH remove quantitativamente o ppt. é afetada por esta variável.

com água: remove o eletrólitop aumenta o volume da camada de íons contráriosp restabelece as forças repulsivas. H+ Camada de íons contrários K+ H+ Camada de Adsorção Primária Cl - Cl - Cl - Ag+ Cl - Ag+ Cl - Ag+ Cl - Cristal Cl - Ag+ Cl - Ag+ Cl- Ag+ 1) 2) Contribui para a coagulação: Aquecimento por um curto tempo com agitaçãop diminui a adsorsão. Peptização: colóide coagulado reverte ao seu estado original disperso. com agitação e adição de eletrólito. y Repouso em contato com a solução mãe ( digestão ). y Lavagem com eletrólito volátil. Aumento da concentração de eletrólitosp reduz o volume da solução para neutralizar a partícula. Lavagem com eletrólito volátil: lavado com HNO3 (dil. COPRECIPITAÇÃO y y y Compostos normalmente solúveis são carregados junto com o precipitado I.com 13 .) AgC remoção do HNO3 por aquecimento. Tratamento prático dos precipitados coloidais y Precipitação à quente.Formação de Cristais Mistos III.MECANISMO DE FORMAÇÃO DE PPT Nucleação x Crescimento de cristais Anotações e Observações: Nucleação Velocidade Crescimento dos cristais SR PRECIPITADOS COLOIDAIS Coagulação ou aglomeraçãop massa não cristalina filtrável que facilmente decanta.Oclusão Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.Adsorção Superficial II. Lavagem dos ppts.

I - Adsorção Superficial Comum em ppts. com grandes áreas específicas superficiais (isto é, colóides).
y

Anotações e Observações:

Contaminantesp íon adsorvido + íon da camada contrária Ex: AgClp Ag+ na superfície NO3- na camada contrária Para minimizar a adsorção: Digestão Lavagem com eletrólito volátil Reprecipitação

AgNO3 é coprecipitado

y

Fe+3 + NH4OH (exc) p FeOH3

adsorve OH- (prim) Zn, Cd, Mn ( íons contrários )

II - Formação de Cristais Mistos Um dos íons da rede cristalina é trocado por um íon de outro elemento. Ex: MgNH4 PO4 K+ É bastante nociva. MgKPO4

Este tipo de contaminação aumenta quando aumenta Soluções: y Remover contaminante y Escolher outro reagente III - Oclusão

¨ [contaminan te] ¸ © ¹ © ¹ [ analito ] ª º

Íons estranhos são µ¶aprisionados¶¶ durante o crescimento do cristal. EX:

Na2SO4

BaCl2

1) Excesso Ba++ ++ Adsorção primária: Ba Íons contrários: Cl-

2) Adição de mais Na2 SO4

Se Vcresc. é alta (substâcias pouco solúveis ) p não há troca completap contaminação com BaCl2 Soluçãop digestão; reprecipitação

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Erros de Coprecipitação 1. Quando o contaminante: Não é um composto do íon determinado p ( + ) Ex: AgCl adsorve AgNO3 , na determinação de Cl . Contém o íon a ser determinado p ( + ou - ) Ex: BaSO4 ( determinação de Ba); oclusão de outros sais de Ba. y Ba(Cl)2 p ( ± ) p menor PM que o BaSO4 y Ba(NO3)2 p ( + ) p maior PM que o BaSO4 Precipitação em Solução Homogênea O reagente precipitante é formado através de uma reação química lenta, na própria solução onde se encontra a espécie a analisar. SRp mantida em níveis baixos. Ex1: Geração de OH(NH2)2CO + 3 H2O p CO2o + 2NH4 + + 2 OHFe(III) e Al(III) Ppts mais densos, mais facilmente filtrável, mais puro (menor área superficial). Ex2: Geração de SO42HSO3NH2 + HNO3p 2H+ + SO42- + N2O + H2O Ba Uma Visão Crítica dos Métodos Gravimétricos TEMPO Lento em termos de ti e tf Tempo de operador pmoderado Não há calibração e padronização Eficiente para analisar poucas amostras SENSITIVIDADE E EXATIDÃO Não sofre limitação do instrumento ( balança ) É limitada por: Perdas por solubilidade Erros de coprecipitação Perdas mecânicas do ppt. (só usado p/ concentração " 0,1% ) Para concentração" 0,1% método mais exato.

Anotações e Observações:

y y y y

y y

y

OBS: amostras muito complexas pexatidão comparável com outros métodos. ESPECIFICIDADE Não são específicos, mas seletivos p ppts. com grupos de íons EQUIPAMENTOS Simples, baratos, fáceis de obter e manter.

y

y

Reagentes Precipitantes Orgânicos VANTAGENS: Muitos são bastante insolúveisp precipitação quantitativa Peso equivalente elevado com respeito à espécie p sensibilidade Alguns são bastante seletivos. Seletividade pode, em alguns casos, ser melhorada ajustando fatores como pH. A maioria dos ppts possui natureza física favorável à filtração e a lavagem. DESVANTAGENS Solubilidade dos reagentes orgânicos em meio aquoso limitada. Muitos ppts não fornecem formas de pesagem satisfatória. Exemplos: 8-hidroxiquinolina p Mg, Zn, Al Solubilidade varia de cátion para cátion e depende do pH. Dimetilglioxima p Pd (ácida); Ni (alcalina)

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03 - VOLUMETRIA Solução Padrão: Reagente de concentração conhecida Ponto de equivalência: Ponto da titulação onde a quantidade do titulante adicionado é quimicamente equivalente a quantidade de analito na amostra. Titulação de retorno: Adiciona-se um excesso de solução padrão ao analito e este excesso é titulado com uma 2° solução padrão. Ponto de equivalência x Ponto final Ponto de equivalência
p

Anotações e Observações:

Teórico Pode ser estimado observando-se alguma mudança física associada à condição de equivalência.

Ponto Final p É o sinal desta mudança. Erro titulométrico p Devido a inadequação da mudança física e da nossa habilidade de observá-la. Indicador p Substância complementar adicionada para detectar o ponto final. PADRÕES PRIMÁRIOS Composto altamente purificado Requisitos: 1°) Alta Pureza; 2°) Estabilidade em relação ao ar ; 3°) Ausência de água de hidratação; 4°) Facilmente disponíveis e de baixo custo; 5°) Razoavelmente solúvel no meio da titulação; 6°) Peso molecular razoável (minimizar erros de pesagem ) Alternativa: Padrão secundário SOLUÇÃO PADRÃO Propriedades Desejáveis: 1°) Ser estável; 2°) Reagir rapidamente com o analito; 3°) Reagir mais ou menos completamente com o analito; 4°) Reagir seletivamente com o analito e que esta reação possa ser descrita por uma equação balanceada simples. Métodos para Estabeler sua Concentração: 1) 2) Direto Pesar padrão primário p Dissolver p Completar o volume em balão volumétrico. Por Padronização A solução a ser padronizada deve ser titulada com: (a) quantidade pesada de padrão primário; (b) quantidade pesada de padrão secundário(*); (c) Um volume medido de outra solução padrão(*). *Solução padrão secundária

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5 m = 0.50g. EXEMPLO I: (+3) (+7) (+4) (+2) 2+ +2 5C2O4 + 2 MnO4 + 16H p 10 CO2 + 2 Mn + 8 H2 O Mn: (+7) ( +2 ) ( nox = 5 PEq ( MnO4.000l.+ 3e.1 x 5 = neq = 0.99 2 = 26.de oles V (l ) N = m / PM Peso Equivalente Reações ácido / base + PE ± É a quantidade da substância que fornece ou consome 1 mol de H .000l de uma solução 0.) = PM/ 5 EXEMPLO II: (+7) (+4) MnO2(s) + 4 OHMnO4.5g e dilui-se em balão volumétrico para 5.deEquivale ntes V (l ) neq = m / PEq PEq . molar de uma espécie particular que existe na solução em equilíbrio (   N! no.5 x Dissolve-se 26.5 x PM = 53.10N de Na2CO3 a partir do sólido padrão primário.99 Peso equivalente (Na2 CO3 ) = N= nreq V (l ) 0. assumindo que a solução será usada para titulações cuja reação química é: CO3 2.p Mn: ( +7) (+3 ) ( nox = 3 Peq ( MnO4 .com 17 . p Expressa a conc.Concentração de Soluções Molaridade e Normalidade Anotações e Observações: M ! no.5 neq = PEq   m = neq x PEq = 0.+ 2OH.00g Molaridade analítica ou total ( conc.   n = m / PM   ? A) Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. a) KOH.) = PM / 3 3) Reações de precipitação e formação de complexos PE ± É aquele que reage ou consome: 1 mol do cátion ( se este é univalente ) 1/2 mol do cátion ( se este é divalente ) 1/3 mol do cátion ( se este é trivalente ) 2) 1) EXEMPLO III: AlCl3 + 3Ag+ p Al+3 + 3 AgCl PEq ( AlCl3 ) = PM / 3 EXEMPLO IV ± 01: Descreva a separação de 5.depende da reação q 105. HCl PM = PEq b) Ba( OH ) 2 PM / 2 = PEq Ba( OH ) 2 + 2H+ p Ba++ + 2H2 O Reações de oxidação / redução PE ± É aquele que diretamente ou indiretamente produz ou consome 1 mol de életrons.: Se 0.+ 2H+ p H2O + CO2 PM (Na2CO3 ) = 105.10 M . molar).1 x 5 = 0. formal )pn° total de um soluto em 1l de solução(C ) Molaridade de equilíbrio ou das espécies(conc. M = n / V( l)   n = 0. OBS.99 2 ¡ 105.

O NH3 liberado foi destilado em 50. da solução em termos de massa ( mg ) de algumas espécies que é equivalente a 1 ml de solução.5 x100 37 = 59. é bem diluída ( d = 1.com .0ml de H2 SO4 0.: m = 0.00 mg Fe2O3 ml .10 ).solução x 100 %p/v= pesodosolu to vol .1121 N.007 ) b) % ( NH4) 2C2O4 ( PM = 124. 4. Título: Define a conc.EXEMPLO V ± 02: Calcule a concentração analítica de equilíbrio de uma solução aquosa contendo 285 mg ácidotricloroacético. CL3COOH ( M = 163. Idem ao Exemplo 04 só que a concentração do KMnO4 é 0.+ 5 Fe+2 + 8H+ p EXEMPLO VIII ± 05. Percentagem: %p/p= pesodosoluto pesodasolução x 100 %v/v= vol.4755g de uma amostra contendo ( NH4)2C2O4 e compostos inertes foi dissolvido em H2O e alcalinizada com KOH que converte o NH4 + em NH3. 0.4 ) em 10.19 / 1.6 x 36.18 = 50.x x= d=m/v .13ml de NaOH 0. Densidade: d = m / V ( Kg / l ) Partes por milhão e por bilhão: C ( ppm ) = Anotações e Observações: pesodosolu to pesodasolu ção x 106 c ( ppb ) p 109 Se o solvente é H2O e a sol. Outras Formas de Expressar Concentrações 1.: V = m / d .1214M.solução (l ) 3. 0.02242 M. EXEMPLO VII ± 04: Uma amostra de 0. O excesso de H2 SO4 foi retrotitulado com 11. 2.00 mg / ml ) C ( ppm ) = pesodosolu to( mg ) vol .05035M. EXEMPLO VI ± 03: Descreva a preparação de 100 ml de HCl a partir do reagente comercial concentrado ( 37% HCl e d = 1.5 -------------.19 g de reagente comercial 18 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. M=n/v .soluto vol. Calcule o resultado desta análise em termos de : a) % Fe ( PM = 55.solução x 100 Reagentes aquosos comerciais p p / p.18 ).22 ml de KMnO4 0.5 HCl puro 37 % Em peso 37 -------------.2 ml 50.6 x36. EX.54 ) A reação do analito com o reagente é: Mn+2 + 5 Fe+3 + 4 H2O MnO4.6 x 36.0ml de solução.8040g de minério de ferro foi dissolvido em ácido.847 ) b) % Fe3 O4 ( PM = 231. Calcule: a) % N (PM = 14.6 moles N = m / PM . EXEMPLO IX ± 06.100 0. O ferro foi então reduzido para Fe+2 e titulado com 47.2 ml do ácido comercial devem ser tomados e diluídos para 100 ml. O ácido dissocia-se 73% em H2 O .: v = 59.1 = 0.: n = 6 x 0.: K2Cr2O7 com título 5.

ácido acético anidro NH3 Base1 CH3OH + Base1 + CH3OH Ácido 2 HNO2 Ácido 2 = = NH4 + + CH3O - Ácido 1 CH3 OH2+ Ácido 1 + Base 2 NO2Base 2 + + CH3OOH- Autoionização ou Autoprotólise p Solventes anfipróticos H2O + H2O = H3O+ CH3OH + H3O+ CH3OH = CH3OH2+ p íon hidrônio Autoionização da água p [H3O+] = [OH-] = 10-7M Força dos Ácidos e Bases Ácido mais forte HClO4 HCl H3 PO4 H2 PO4 NH4+ Ácidos fortes Ácidos fracos p não se dissociam completamente.04 ± REVISÃO / QUÍMICA DAS SOLU ÇÕES AQUOSAS Eletrólitos p substâncias que se dissolvem em água para produzir íons livres suficientes para aumentar significativamente a condutividade elétrica do meio Eletrólitos fortes p Ionizam-se completamente Eletrólitos fracos p Ionizam-se parcialmente Anotações e Observações: Ácidos e Bases (Bronsted & Lowry) p Um ácido é uma substância capaz de doar prótons e uma base é uma substância capaz de aceitar prótons Muitos solventes são doadores ou aceptores de prótons NH3 Base1 H2O Base1 + + H2O Ácido 2 HNO2 Ácido 2 = H3O+ Ácido 1 = NH4 + + OH - Ácido 1 + Base 2 NO2Base 2 Água p solvente ANFIPRÓTICO Outros p Metanol. A solução contém o ácido e sua base conjugada - + + + + + H2O H2 O H2O H2O H2O H2O = = = = = = H3O+ H3O + + + + + + + ClO4 Cl - H3O+ H3O+ H3O + H2PO4 ± H3COOHPO4 NH3 Base mais forte = H3 COOH + H3O+ Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. etanol.com 19 .

Q.] Kw(250 C) = [H3O+] [OH-] = [H3O+]2 = 1. Arsênico íon triiodeto Laranja Princípio de Le Chatelier p A posição do equilíbrio é deslocada na direção que tende a minimizar a pertubação imposta T o p Equilíbrio desloca-se na direção que absorve calor (ENDO) P o p Favorece os participantes que ocupam menor volume [R] o p Equilíbrio desloca-se na direção que consome esse reagente Expressão da Constante de Equilíbrio mM K = [P]p [Q]q [M]m [N]n p P.00 x10-14 p [H3O+] = 10-7 M Kw(1000 C) = [H3O+] [OH.00 x10-14 } 0. N p concentração molar ou pressão parcial (atm) p Válido para solutos ideais em soluções infinitamente diluída p Não há informação sobre a velocidade com que o equilíbrio é alcançado Anotações e Observações: + nN = pP + qQ Constantes de Equilíbrio Comuns na Química Analítica Produto Iônico da Água 2H2O K = [H3O+] [OH-] [H2O]2 Constante (55 mol/l) Kw = K [H2O] = [H3O ] [OH ] 250 C p 1.2 + [OH-]H2O } 0. Arsenoso I3 + H2O Ác.EQUILÍBRIO QUÍMICO H3 AsO4 + 3I+ 2H+ = H3 AsO3 + Ác.2 + 5.00 x10-14 0.2 [H3 O+] = 5.] em água a 250C e a 1000C.com .00 x10-14 M OBS: [OH ] = 0.00 x10 -14 EX: Calcular a [H 3O+] e [OH.] = [H3O+]2 = 49 x10-14 p [H3O+] = 7 x 10-7 M EX: Calcular a [H 3O+] e [OH.2M de NaOH NaOH p Na+ + OH2H2O = H 3O+ + OH- [OH-] = 0.008x10 -14 2 + - = H3O+ + OH- } 1. [H3O+] = [OH.] em uma solução 0. M.2 M [H3O+] = - Kw [OH ] - = 1.2 M p aproximação é válida 20 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

] Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.Produto de Solubilidade Ag2CO3 (s) K = [Ag+]2 [CO3=] [Ag2CO3 (s) ] Concentração molar constante Kps = K [Ag2CO3 (s) ] = [Ag ] [CO3 =] + 2 Anotações e Observações: = 2Ag+ + CO3= EXEMPLO I: Quantas gramas de Ba(IO3)2 (PM=487) podem ser dissolvidas em 500 ml de água a 250C Kps(Ba(IO3 )2) = 1.] [NH4 ] Ka x Kb = Kw [H3 O+] em Soluções de Ácidos Fracos HA + H2O = A+ H3O+ Ka = [A ] [H3 O ] [HA] 2H2O + + + = Kw [NH 3 ] (I) = - H3O+ + OH- (II) Kw = [H3O ] [OH ] [H3O+]totla = [H3O+](I) + [H3O+](II) [H3 O+](I) =[A.02M de Ba(NO3)2 Constante de Dissociação Ácido-base HNO2 + H2O = H3O+ + NO2- Ka = [H3O+] [NO2 -] [HNO2] NH3 + + - H2O = NH4+ + OH- Kb = [NH4 ] [OH ] [NH3 ] Relação entre as constantes de dissociação para pares conjugados ácido/base NH3 + H2O = NH4+ + OHKb = [NH4+] [OH-] [NH3] NH4 + + H2O = NH3 + H3O + Ka = [NH3] [H3O+] [NH4+] Ka x Kb = [NH 3] [H3O+] x [NH 4+] [OH.57 x10 -9 Solubilidade de precipitados na presença de um íon comum EXEMPLO II: Calcular a solubilidade molar do Ba(IO3)2 numa solução contendo 0.com 21 .

Qual a concentração mínima de KSCN requerida para que se possa detectar 1 ppm de Fe+3 na água? Kf = 1.120 M -4 EXEMPLO IV: Calcular a concentração do íon hidrônio em uma solução 2.4x10-6M ou maior.[H3O ] Aproximação2: CHÁ } [HA] Ka = [H 3O+]2 CHÁ OBS: O erro na aproximação [H3O+]<< CHÁ aumenta se CHÁq e Kao Devemos obter [H3O+] e compará-la com CHÁ EXEMPLO III: Calcular a concentração do íon hidrônio numa solução aquosa de ácido nitroso 0.Anotações e Observações: O H3O da reação (I) reprime a reação (II) + Aproximação1: [H3O ] = [A ] CHÁ =[A.com .4x102 Constante de Equilíbrio de Reações de Óxido-redução 6Fe+2 + Cr2O7 = K= + 14 H3O+ = 6Fe+3 + 2Cr+3 +21H2O +3 [Fe+2 ]6 [Cr+3 ]2 [ Fe+2]6 [Cr2O7=] [H3O+]14 K p pode ser calculada através dos potenciais padrão Constante de Distribuição I2(aq) = I 2(org) p coeficiente de distribuição ou de partição Kd = [I2]org [I2]aq Constantes de Equilíbrio em Etapas Muitos eletrólitos se associam ou se dissociam em etapas 22 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.00x10 M de C6H5NH3Cl ( [H3O+]<< CHÁ) Constante de Formação para Íons Complexos Fe+3 + SCN+2 = Fe (SCN)+2 Kf = [Fe (SCN) ] [SCN ][ Fe ] EXEMPLO V-5: Uma pessoa pode ver a cor vermelha do Fe (SCN)+2 numa solução quando a concentração deste complexo é de 6.[H3O+] + Ka = [H 3O ] + 2 + CHÁ .] + [HÁ] Como: + [H3 O+](I) }[A.] CHÁ=[H3O ] +[HA] [HÁ] = CHÁ .

com 23 .5x10 4 3] ][N Zn(NH3 )2 +2 + NH 3 = Zn(NH3 )3 +2 K3 !  [Zn(NH 3 )3 2 ]  [Zn(NH 3 ) 2 2 ][ H3] ! 3.Quando NH3 é adicionado a uma solução contendo Zn :  [Zn H3 2 ] +2 Anotações e Observações: Zn +2 + NH 3 = ZnNH3 +2 K1 ! [Zn 2 ][ H 3 ] ! 2.2 x10 8 F3 = K1 x K2 x K3 =2.75 x10-5 (HOAc) Se em vez de NaCl tivéssemos KNO3 ou NaClO4 p curvas similares p MESMAS CARGAS O efeito do eletrólito tem origem nas forças eletrostáticas de atração e repulsão que existem entrem os íons do eletrólito e os íons envolvidos no equilíbrio Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.2x10 4 F2 = K1 x K2 =6.3x10-10 (BaSO4) Ka = 1. M Valores limites p Kw =1.2x10 4 Zn(NH3 )3 +2 + NH 3 = Zn(NH3 )4 +2 K4 ! [Zn(NH 3 ) 2 ] 4  [Zn(NH 3 )3 2 ][NH 3 ] ! 3.0 x10 13 Efeito da Concentração do Eletrólito no Equilíbrio Químico Observou-se experimentalmente que a posição do equilíbrio depende da concentração eletrolítica do meio (mesmo quando o eletrólito adicionado não contém íons comuns com aqueles em equilíbrio) Concentração de NaCl.0x10-14 (água) Kps=1.5x104 ZnNH3+2 + NH 3 = Zn(NH3 )2+2 2 3 )2 ] 2! [ n(N [ nN 2 3 ! 2.

51 e 0.1 p O efeito do eletrólito não depende do tipo dos íons..51Z A Q 1  0.com ...1) p f pode ser maior que 1.33E Q Q p força iônica da solução 0 EA p diâmetro efetivo do íon hidratado ( A) 0. Interpretação do comportamento da solução é difícil p Em soluções não muito concentradas: f p independe do TIPO do eletrólito f p depende apenas de Q p A um dado Q p f depende da carga da espécie p f para um dado íon descreve seu comportamento em todos os equilíbrios em que ele participa Equação de Debye-Huckel  log f A ! 2 0.1) p f< 1 A altos Q (Q > 0. Zc p carga dos íons Para soluções com Q e 0. [C] p concentração molar dos íons em solução Za.) 2 [A]. [B].EXEMPLO: BaSO4(s) = Ba+2 + SO4= Cl Cl +2 (+NaCl) Na + = Anotações e Observações: Diminuição da atração Na + Ba Cl - Cl - Na + SO4 Na + entre Ba+2 e SO4 = p AUMENTA A SOLUBILIDADE Ba=2 menos (+) OBSERVAÇÕES: 1. Zb. Soluções diluídas p Q é mínimo p f =1 p aA =[A] A Q moderada (Q < 0.. SO4 = menos (-) A magnitude do efeito de eletrólito depende da cargas dos íons que participam do s equilíbrio p EFEITOo CARGAo Em uma faixa de concentração considerável do eletrólito. o efeito do eletrólito depende apenas de um parâmetro de concentração chamado FORÇA IÔNICA ( Q) Q =1/2 ([A]Za + [B]Zb 2 2 + [C]Zc .33 p constantes (para soluções aquosas a 25 0C) 24 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. 2. só de Q Atividade e Coeficiente de Atividade a A = [A] f A aA p atividade de A [A] p concentração molar de A fA p coeficiente de atividade para A p admensional e varia com o Q Ka = a H3O+ aAaHA = [A-] [H3O+] x fH3O+ fA[HA] fHA Ka p numericamente constante em uma faixa grande de Q (constante de equilíbrio termodinâmica) Propriedades do coeficiente de atividade p f é uma medida de quanto a espécie influencia o equilíbrio no qual ela participa.

Ce PO4 . Fe(CN) 6 4+ 4+ 334+ 3+ 3+ 3+ 3+ 3+ 2- 4. Ba2+.095 0.45 0.588 0. Hg2+.80 0.902 3.0 9 4 11 5 Th .10 0. Cl .20 Hg2 . I . La .com 25 .36 0.57x10-9 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.5 3 2.69 Ca .964 0. SO4 . Fe .900 0.867 0..83 0.925 0.870 0. OAc. Cr .665 0.44 0.46 0.898 0.967 0.924 0. Sn . MnO4K .75 0. NO3 . Tl .67 0.01  íons com cargas múltiplas EXEMPLO: Use atividades para calcular a solubilidade do Ba(IO3 )2 numa solução 0.37 0.35 0. S2O3 .78 0.46 0. Fe .928 0.021 Omissão de f nos cálculos p Discrepâncias significativas quando:  Q u 0. Ni ..IO3 .065 6 4-4. ClO4-.899 0. Zn . IO4-. ClO3.868 0. 0 A 9 Coeficiente de atividade em Q 0. CO3 .872 0. Ce .57 0.929 0.54 0.24 0. OH.868 0.50 0. C5H5COONa . S2Pb .964 0. CN .914 0.738 0.81 0. ftalato Sr2+. Cd2+. BrO3. H2AsO4 .048 0. Sn Fe(CN)6 4-. SO3 .Atividade e coeficientes de atividade para íons a 250 C Íon H3O+ Li+. NO2 .44 0.18 0.907 0.926 0.76 0. Be 2+ 2+ 2+ 2+ 2+ 2+ 2+ 2+ + + + + + + + - Anotações e Observações: EA.31 0. Cs .5 0. Ag .82 0.5 0.965 0.033M de Mg(IO3)2 . HCOO Rb . HS-. Zr .755 0.744 0.52 0.01 0. 2+ 2Co .HSO3 . Mn .84 0.255 0..964 0. Br .964 0.40 0. Kps = 1.38 0.05 0.001 0.76 0.725 0. CrO4 .80 0..16 0.48 0.005 0.933 0.740 0. Cu .80 0. 4+ 0.5 8 6 5 4. HPO4 Al .660 0.86 0.675 0. SCN-.40 0..1 0. F.742 0. NH4 Mg . H2PO4 .749 0. 2+ 22+ 222C2O4 22- 2+ 0. HCO3 .

00x10-14 / 3. [OH-] e [H3O+]) V ± Aproximações Kps (Mg(OH) 2)p relativamente alto p sol.+ H2O = CO3= + H3O+ HCO3 . Ag+ e Ag(NH3)2+ p AgBr [Br.1x10-11 M 26 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.6x10-4 M OH.vindo da água OH.00x10-14 Aproximação OK [H3O+] = 1.7x10-11 +2 3 -11 4[Mg ] = 1. Al2(SO4)3 (não considerando a dissociação da água) [Na+] + 2[Mg+2] + 3[Al+3 ] = [Cl-] + [NO3-] + 2[SO4 =] 1.7x10-11 Kw = [H3O+] [OH-] = 1.2x10-4 = 3.00x10-14 III ± Balanço de massa [OH.010M pois HCO3 ..2 x10-4M [H3O+][OH-] = 1.com .] = [Ag+] + [Ag(NH3)2+] CNH3 = 0.vindo do Mg(OH)2 IV ± Balanço de carga + +2 [OH ] = [H 3O ] + 2[Mg ] 3 equações independentes e 3 incógnitas ([Mg+2].010 = [NH3 ] + [NH4+] + 2[Ag(NH3)2+] Equações de balanço de carga [ÂNIONS] = [CÁTIONS] O número de moles de carga fornecido por um íon é igual a carga do íon x sua concentração molar Sistema: Solução que contém NaCl.010 M saturado com AgBr Descrição dos equilíbrios: AgBr(s) = Ag + + BrAg+ + 2NH3 = Ag(NH3)2+ NH3 + H2O = NH 4+ + OHÚnica fonte de Br-. Hidróxidos Metálicos Exemplo: Calcular a solubilidade molar do Mg(OH)2 em água I ± Equilíbrios Mg(OH)2 (s) = Mg+2 + 2OH+ 2H2O = H 3O + OH II ± Expressão das Constantes de Equilíbrio Kps = [Mg+2] [OH-]2 = 1.010 M [HCO3-] < 0.010M de NaHCO3 contém: Na+. HCO3.+ H2O = H2 CO3. CO3=. H3 O+. relativamente básicap[H3O+] <<[Mg+2] 2[Mg+2] } [OH-] (balanço de massa) VI ± Resolvendo [Mg+2][OH-] = 1.7x10 +2 S = [Mg ] = 1.CÁLCULOS DE EQUILÍBRIO PARA SISTEMAS COMPLEXOS Dois ou mais equilíbrios que operam simultaneamente Exemplo: Sistema preparado dissolvendo-se 1 mmol de NaHCO3 em 100 ml de água CNaHCO3 = 0.7x10-11 p [Mg+2](2[Mg+2])2 = 1. H2CO3. + 2H2O = H3O + OH Anotações e Observações: (I) (II) Uma solução 0.05 . Mg(NO3)2.+ OHE ainda. OHEquações de balanço de massa Sistema: NH3 0.] = [H 3O+] + 2[Mg +2] OH.010 M NaHCO3 p sal p eletrólito forte NaHCO3 p Na+ + HCO3[Na+] = 0.= 2[Mg+2 ] = 2x1.6x10-4 = 3.

Anotações e Observações: Solubilidade de Ppts na Presença de Agentes Complexantes So na presença de reagentes que formam complexos com o ânion ou cátion do precipitado Exemplo: Al(OH)3 na presença de F Al(OH) 3 (s) - = Al +3 + + 6 F¬¬ AlF6 3-12 3OH- Exemplo VI-01 ± O Kps (CuI) = 1. Assume-se que a [OH. não é necessário considerar a [H3 O+] nos cálculos.] é alta e.1x10 .+ H2O = pH Variável Saturando-se uma solução não tamponada com um sal pouco solúvel feito de um ânion básico ou de um cátion ácido p VARIAÇÃO DE pH Exemplo: Água pura saturada com BaCO3 (s) p BÁSICA BaCO3(s) = Ba+2 + CO3= = HCO 3. a contribuição do OH vindo da dissociação da água é negligenciável É aplicável para compostos moderadamente solúveis.= CuI2O Efeito do pH na Solubilidade S de precipitados que contêm um ânion com propriedades básicas. Em outras palavras.0x10 M de KI CuI(s) = Cu+ + IKps=1.9x10 . A constante de formação K2 para a reação do CuI -4 -4 com I dando CuI2 é 7.3x10-9 CaC2 O4(s) = Ca+2 + C2O4= H2C2O4 + H2O = HC 2O4. Calcular a solubilidade do CuI numa solução 1. ou ambos. portanto. é dependente do pH Exemplo VI-02 ± Calcular a solubilidade molar do oxalato de cálcio numa solução que tem pH constante e igual a 4. um cátion com propriedades ácidas.00 Dados: Kps = 2.+ OHCO3= + H2O HCO3.com 27 .+ H3O+ Ka1 = 5.9x10-4 CuI(s) + I.+ H2O = H 2CO3 + OH[OH-] p desconhecida Desprezar pode levar a erros (-) principalmente quando: y Kps diminui (e portanto Sq) y A base conjugada torna-se mais forte Se é desprezado S = Kps1/2 Ppt p MA Aproximações que podem ser feitas: 1.1x10-12 K2 =7.42x10-5 C 2 O4= + H3O+ HC2O4.36x10-2 Ka2 = 5. contendo um íon que tem Ka/Kb relativamente alto Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

2[AgCl3 =] ¬¬ [Cl.[AgCl2.1x10 = (B) Kb1 = ([HCO3 ] [OH ]) / [CO3 ] = 2.] + - (4) (5) 3. principalmente um ânion que tem Ka/Kb baixo - Anotações e Observações: Exemplo VI-03 ± Calcular a solubilidade molar do carbonato de bário em água Dados: = -9 +2 Kps = 5.]adicionado p mostra um mínimo EXEMPLO: Derivar uma equação que descreva o efeito da concentração analítica do KCl na solubilidade do AgCl em solução aquosa.] + [H2CO3] Balanço de carga: (F) 2[Ba+2 ] + [H3 O+] = 2[CO3=] + [HCO3-] + [OH-] O Efeito do Soluto Não Dissociado na Solubilidade CaSO4.+ H2 O = + 2H2O = H3O + OH Kw = 1.13x10-4 (C) Kb2 = ([H2CO3 ] [OH-] / [HCO 3-] = 2.00x10-14 Equilíbrios: = -9 +2 (A) Kps = [Ba ] [CO3 ] = 5.] Equilíbrios: Kps = [Ag+][Cl-] = 1.] = [Cl-] = K3 = [AgCl3 ] = [Cl ] [AgCl2 .2.13x10-4 H 2CO3 + OHKb2 = Kw/Ka1 = 2. haletos de prata p agem como eletrólitos fracos e não se dissociam completamente em água Exemplo: Solução saturada de AgCl AgCl (s) = AgCl (aq) AgCl(aq) = Ag + (I) - + Cl (II) K(I) x [AgCl(s)] = Ks = [AgCl (aq)] ( a uma dada T a [AgCl(aq)] é constante) K(I) = [AgCl (aq)] [AgCl (s)] + - K(II) = Kd = [Ag ] [Cl ] = 3.] . Calcular a concentração de KCl para que a solubilidade seja mínima S = [AgCl(aq)] + [Ag+] + [AgCl2.82x10-10 Kd = [Ag ] [Cl ] = [AgCl(aq)] K2 = [AgCl2 .] + [AgCl3.25x10-8 HCO3.1x10 BaCO3(s) = Ba + CO3 = CO3 + H2O = HCO 3 + OH Kb1 = Kw/Ka2 = 2. e que a 25 C estas concentrações são 10 M É aplicável para precipitados com S muito baixa.25x10-8 Balanço de massa: (E) [Ba+2] = [CO 3=] + [HCO3.] AgCl(aq) (9) 28 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.0x10-5 1 Balanço de massa ( = Balanço de carga) [Cl. Assume-se quer a dissolução do precipitado não altera significativamente a [OH] e + 0 -7 [H3O ].] = CKCl + [Ag+] .com .9x10 [AgCl(aq)] -4 Kd x Ks = Kps = [Ag ] [Cl ] + - Solubilidade do AgCl como uma função da concentração de ClAgCl (s) AgCl(aq) AgCl(s) AgCl2 - = = + + Cl Cl - AgCl (aq) Ag+ + Cl= = AgCl2 AgCl3 = (0) (1) (2) (3) Excesso de Cl- [Cl ] o p (O) e (1) para a esquerda (2) e (3) para a direita Consequência p S x [Cl.9x10 -4 (6) (7) (8) 2.

(11) em (4): S = Kps + Kps + K 2 [Cl.8x10-10 M + CKCl >> [Ag ] .com 29 .9x10-7 M Log C C.] + K2 K3 [Cl-]2 Kd [Cl -] Ou S = Kps + Kps + K 2 CKCl + K2K3 CKCl 2 Kd CKCl CKCl onde S é mínima: dS/dCKCl = 0 = -(Kps/ CKCl2) + K2 + 2 K2 K3 CKCl Rearranjando: 2 K2 K3 CKCl3 + CKCl2 K2 .0x10-5 x 0.82x10-10 / 0.] Checagem: [Ag+] = Kps / [Cl-] = 1.Aproximação: Kps pequeno p de (9) [Ag+] .9x10-4 = 4.1x10-8 + 6.7x10-7 + 6.0030M } [Cl.0030)2 = 1.0x10-5 x (0.] } CKCl (10) (11) (12) Encontrando a equação: Multiplicando-se (7) por (8): K2 x K3 = [AgCl3 =] / [Cl.0x10-8 M [AgCl3 =] = K2 K3 [Cl-]2 = 2.8x10-10 = 5.0030 = 6.1x10-8 M [AgCl2 -] = K2 [Cl.0030 = 6.[AgCl2 ] .2[AgCl3 =] << CKCl p Anotações e Observações: [Cl.0x10-8 + 1.2[AgCl3 ] p OK ! Solubilidade Mínima: S = 4.7x10-7 Substituindo-se (12).] = 2. (6).[AgCl2-] .]2 = 2x10-5 Dividindo-se (5) pr (6): [AgCl(aq)] = Kps / Kd = 1.82x10 -10 / 3.Kps = 0 Por aproximações sucessivas: CKCl = 0. M y Em S Mínimo p AgCl(aq) é a espécie mais concentrada Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

Separação de Íons pelo Controle da Concentração do Reagente Precipitante íon A íon B Exemplo: Podemos separar quantitativamente Fe+3 e Mg+2, na forma de hidróxidos, de uma solução que é 0,1 M de cada íon? Kps (Fe(OH)3) = [Fe+3] [OH-]3 = 4x10-38 Kps (Mg(OH) 2) = [Mg+2] [OH- ]2 = 1,8x10-11 Kps do Fe(OH)3 << Kps do Mg(OH)2 p parece que Fe(OH)3 precipita 10 Precipita primeiro o composto menos solúvel

Anotações e Observações:

y

ETAPAS: 1. 2. Cálculo da [OH- ] necessária para precipitar quantitativamente o Fe+3 Cálculo da [OH- ] na qual o Mg(OH)2 começa a precipitar

Se (1) < (2) p Separação é possível
y

OBS: A precipitação é dita quantitativa se 1 parte em 10.000 do íon permanecer em solução, isto é, [Fe+3] << 1x10-5 (arbitrário) (1,00x10 ) [OH] = 4x10
-11 -5 3 -38 +3

(1)

[OH ] = 2x10 M
-5

-

-11

Assim, se [OH ] = 2x10 M, a [Fe ] = 1x10 M (2) O Mg(OH) 2 só irá se formar quando [Mg+2] [OH-] > Kps 0,10 [OH- ]2 = 1,8x10-11 [OH-] = 1,3x10-5 M (Concentração máxima tolerável) Quando [OH-] = 1,3x10-5 M p solução supersaturada com respeito ao Mg(OH)2 (inicia a precipitação) Conclusão [OH-] maior que 2x10-11 M p para precipitar quantitativamente o Fe+2 menor que 1,3x10-5 M p para não precipitar p Mg(OH)2 Separação de Sulfetos Controlando-se a [H3O+] p controla-se a [S=] p Precipitação seletiva H2S p ácido fraco usado como agente precipitante H2S + HS- + H 2O H 2O = = H 3O+ H 3O+ + + HSS= K1 = [H3O+][ HS- ] = 5,7x10-8 [H2 S]

K2 = [H3O+][ S=] = 5,7x10-15 [HS-] Nas separações com sulfeto p solução continuamente saturada com H2 S ([H2 S]}0,1M) K1 x K2 = [H3O+]2 [ S=] [HS-] = 6,8x10-23 0,1 M [S ] =
=

6,8x10 + [H3O ]

-24

Exemplo VI - 04 ± Encontrar as condições nas quais, teoricamente, Cd+2 e Tl+ podem ser separados quantitativamente com H2S a partir de uma solução 0,1M de cada íon Kps(CdS) = 2x10-28 Kps(Tl2 S) = 1x10-22

30

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06 ± TITULAÇÕES DE PRECITAÇÃO -Poucas reações de precipitração são suficientemente rápidas; -Poucos indicadores são satisfatórios. AgNO3 p Reagente mais importante (métodos argentométricos ) O ponto de equivalência de uma titulação é caracterizado por uma grande variação nas concentrações relativas do analito e reagente. A (aq ) + R (aq)

Anotações e Observações:

p

AR (s)

Kps ( AR ) = 1,00 x 10

-10

10 8

6 4 2 0 40

pA

p

Construção da Curva de Titulação p 3 tipos de cálculo, correspondendo a 3 estágios : 1. Antes do PE; 2. No PE; 3. Após o PE. Construção da curva de titulação para a reação de 50,00 ml de NaBr 0,0050 M com AgBr 0,0100 M. Ponto inicial: Solução: 0,0050 M em Br pBr = 2,30 0,0000 M em Ag + . Após a adição de 5,00 ml do reagente: A concentração de Br diminui por causa da diluição e precipitação + ( Br + Ag = AgBr ( s) ) CNaBr = CNaBr =

(nrdemolesinicial  nrdemolesquereagiu ) Volumetotaldasolução (50 x 0,0050 )  (5,0 x 0,0100 ) = 3,64 x 10-3 50  5

[ Br-] = [ Br -](não reagiu ) + [ Br -]AgBr ( solubilizado) [ Br-] = 3,64 x 10-3 M + [Ag +] A não ser que a CNaBr seja muito pequena : [Ag+] < < 3,64 x 10-3 [Br-] $ 3,64 x 10-3 pAg + pBr = Kps pBr = 2,44 pAg = 12,28 ± 2,44 = 9,84 [Ag+] = 1,4 x 10-10

¢  ©¨§ ¦

0

10

20

30

0,1000 M

50

60

¢
70

pA p

Curva de titulação

¤£

¥

Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com 31

Ponto de Eqüivalência: Nem Ag+ , nem o analito estão em excesso. Kps = [ Ag+][Br -] [ Ag ] = 7,21 x 10
+ -7

Anotações e Observações:

[ Ag+] = [Br -] = pAg = pBr = 6,14

5,2 x10 13

Após adição de 25,1 ml do reagente: Há excesso de AgNO3 CAgNO3 CAgNO3
=

=

( nrdemolesadi cionados  nrdemolesque reagiu ) Volumetota ldasolução (25,10 x0,0100  50,00 x0,0050) = 1,33 x 10-5 50,00  25,10
+ [Br- ] } 1,33 x 10-5 pBr = 12,28 ± 4,88 = 7,40

[Ag+] = 1,33 x 10-5 pAg = 4,88

Fatores que Influenciam os Pontos Finais Um ponto final fácil de se localizar é observado quando pequenas adições do titulante causam grandes variações na função p. 1 ± Concentração do reagente 

C(reagente) ou C(analito) o pBr)

Aumenta a variação de pAg na reação de equilíbrio (idem para

Pontos finais fáceis de detectar e menor o erro titulométrico Efeito da concentração do titulante (Figura A)

pAg

C

10,0 8,0 6,0 4,0 2,0

B A

InA

pAg =7
pAg =5

AgIn

B C

0

10

20

30 Volume (AgNO 3), ml

A p 50,00 ml de NaBr 0,0500M com AgNO 3 0,1000 M B p 50,00 ml de NaBr 0,0050M com AgNO3 0,0100 M C p 50,00 ml de NaBr 0,0005M com AgNO 3 0,0010 M Reação mais completa 

Quanto mais completa a reação (sal menos solúvel ) região de eqüivalência

p

maior a variação do pAg na

32

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0 x 10-8 Misturas de analitos que formam ppts de diferentes solubilidades..0 4.82 x10 10 = 4.56 x 10-7 [Cl  ] Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.0 12.2 x 10-13 Kps ( AgIO3 ) = 3.7 x 10-5 Curvas de Titulação para Misturas y Kps ( AgBr ) = 5.3 x 10-17 Kps ( AgCl ) = 1.0 Cl8.8 x 10-10 Kps ( AgBrO3 ) = 5.08 M Cl.Efeito do Kps Anotações e Observações: pAg 14.05 M I.0 Br10.56 x 10-7 [I  ] = 4.e 0. Titulação de uma mistura de 50.00 ml de 0.0 2.com 33 .0 BrO3IO3- I- pAg =7 pAg =5 0 10 20 30 Volume (AgNO 3). Quanto de AgI é formado antes que uma quantidade apreciável de AgCl se forme : Kps (AgI ) = [Ag ] [I ] Kps ( AgCl ) = [Ag+] [Cl-] Quando se adicionar Ag+ em quantidade suficiente para originar um ppt que contenha ambos os compostos : + - [Ag ] = + Kps ( AgI ) [I  ] = Kps ( AgCl ) [Cl  ] [I  ] [Cl  ] = Kps ( AgI ) Kps ( AgCl ) 8. com AgNO3 0.1 M Estágio Inicial: Curva idêntica a do I Até que AgCl se forme p Cálculos idênticos aos já exemplificados. ml Kps ( AgI ) = 8.0 6.3 x10 17 = 1.

08 50  25 = 0.0438 (50.82 x10 9 2.3 x 10 -5 % Portanto.0 60.41 x 10-9 pAg = 8.3 x 10-5 % do ponto de equivalência do I.0 x0.0533 = 2. Nível em que o decréscimo rápido no pAg é interrompido bruscamente: Quando o Cl começa a pptar.0  0.Assim podemos considerar que a formação de AgCl irá ocorrer apenas depois que 25.43 x 10-8 M n° de moles que restaram de I.0 Volume AgNO3 0.10 M (ml) Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.0438 = 4..82 x10 10 0.05)  (30 x0.0533 = 3.01) 50.08  50 x0.] = mmol I[Cl.50 x 10-3 % I que não precipitou = - 1. - [Ag ] = + 1.0533 M [I-] = 4.50 x10 3 = 7. pA g I. Neste ponto: CCl Anotações e Observações: = [Cl ] = - 50.0 [Ag ] = + 1.0 ml AgNO3 (molesI   molesCl  )  (moles que reagiu ) CCl.56 x 10-7 x 0.16 x 10-9 M Indicadores Químicos para Titulações de Precipitação Reagem competitivamente com um dos reagentes da titulação.82 x 10-9 n° de moles que originais de I. EX.= [Cl.+ Cl- Br-+ Cl- 0 20.com .: Após adição de 30.total da solução mmol Clmoles que reagiram = 0.47 Adição posterior de AgNO3: Diminui a [Cl.= 50 x 10-3 * 0.0 34 40. o AgCl não se forma e a curva é igual a do iodo sozinho.= 75 x 10-3 * 2.].82 x10 10 0. e a curva torna-se a do cloreto sozinho.00 ml do titulante tenha sido adicionado. até 7.43 x 10-8 = 1.0  30.05 = 2.] = vol.

Mudança perceptível da cor quando pAg 7 AgNO3 titulando Br .EX. nesta concentração de CrO4 .  Titulação do I.35 x10 ) 2- 5 2 ! 6 x10  3  Em princípio.1 ml ) p erro titulométrico mínimo p ( V < 0.p Este indicador não é satisfatório.05 ml ( ( V = 0.1000 M p 5 p 0.( Figura A ) AgNO3 0. a cor vermelho tijolo aparece com o 1° + excesso de Ag acima da concentração de equivalência.e BrIndicador p CrO42.1x10 12 (1.95 . Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Mudança perceptível da cor quando pAg 7 p 5 ( Figura B ) Titulação do IO3.p Indicador já está na forma de AgIn.necessária para iniciar a precipitação nestas condições: 2 [CrO4  ] ! Kps [ Ag ]  2 ! 1. 31 m l l oc al iz aç ão ex at a do pont o f inal 2.p Kps suficientemente pequeno para prevenir a forma de   quantidades significativas de AgIn antes do PE.e BrO3. pois AgIn forma-se 1 ml antes do PE e se estende por 1 ml.82 x10 10 ! 1. 0010 M não é pos s í v el 24.35 x10 5  A quantidade de CrO42. ( V < 0.: Indicador In1.25. 2 m l p ( V = 1.e Br.: Analito A com reagente R I ndi cador I n A + R In + R = = AR ( s ) InR Kps K In Alt er aç ão na apar ênc ia da mis t ur a Anotações e Observações: I ndic ad or na f or m a I n I ndic ad or na f or m a I nR Quantidade de InR requerida para uma variação observável na aparência da mistura deve ser pequena (minimiza o consumo de R ) KIn ! [ InR ] [ In][ R ]   [ InR ] ! KIn x [ R ] [ In] Deve variar 1 a 2 ordens de magnitude para que a variação de cor seja detectada pelo olho humano (1 ou 2 em pR ) EX. Se In p pAg 4 a 6 p OK O Método de Mohr Formação de um segundo precipitado Cl.com 35 .01 ml Titulação do Cl. 0100 M 0. Variação de pAg no PE muito pequena p Não há indicador adequado.(Ag2CrO4 p Vermelho tijolo ) S (Ag2CrO4 ) >> S (AgCl ) ou S (AgBr )   Ajustando-se a [CrO42-] a formação de Ag2 CrO4 pode ser retardada até que [Ag+] na solução alcance a concentração do ponto de equivalência: [ g  ] ! [Cl  ] ! Kps [ Ag  ] ! 1.

a I2.= AgSCN(s) + Cl- 2-   Ocorre de maneira signifcativa perto do ponto final da retrotulação p erro (-) Solução p Filtrar o AgCl antes da retrotulação. Padronizar AgNO3 com NaCl puro Acidez do Meio: 2+ 22 CrO4 + 2H = Cr2O7 + H2 O [ H+] p Padrão o .Anotações e Observações: Na prática p [CrO4 ] $ 2.= FeSCN+² Kf = 1. oxalato. Causam um erro + Solução 1.pois o CrO4 2. uma quantidade finita de AgNO3 tem que ser adicionada para que se forme uma quantidade detectável de Ag2CrO4.1 x 10 M 2-3 Além disso.Eq. com caráter de ácidos ou bases fracas. A mudança de coloração se deve à adsorção ou dessorção do corante como consequência de uma modificação da dupla camada elétrica em torno das partículas do ppt na passagem do ponto de equivalência.5 x 10 Nesta concentração a precipitação do Ag2 CrO4 começa quando + -5 [Ag ] = 2. Ag + + SCN= AgSCN (s)  Indicador: Fe+³ p forma complexo vermelho com SCNFe+³ + SCN.oxida o I.: AgCl é mais solúvel que AgSCN AgCl(s) + SCN.: Método de Mohr não é usado para I. Método de Volhard Formação de um complexo colorido + -  Excesso medido de AgNO3 é adicionado à solução de interesse. O AgNO3 em excesso é titulado com solução padrão de SCN-. Indicadores de Adsorção Introduzidos por Fajans. Desloca-se para a direita Ag2Cr2O7 é mais solúvel que Ag2CrO4 p Maior consumo de Ag+ Se o meio é fortemente alcalino: 2 Ag + OH = 2AgOH( s ) = Ag 2O ( s) + H2O pH ideal p 7 a 10 OBS.4 x 102   pH ácido p evita a precipitação do Fe(OH)3 Vantagem do ácido p CO3 . 2.com . São corantes orgânicos. arsenato não interferem (no pH neutro estes + íons formam sais pouco solúveis com Ag ) OBS. Branco do Indicador p CaCO3 suspenso com a mesma quantidade de In de cor. 36 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

: Anotações e Observações: Propriedades do ppt e do indicador: 1. Evitar altas concentrações de eletrólitos (ppt não deve coagular ). O pH da solução deve ser tal que a forma iônica do indicador predomine.com 37 . 4. O ppt deve adsorver fortemente seus próprios íons (características de ppts coloidais ). ppt coloidal p maximizar a adsorção.EX. 2. O corante deve ser fortemente adsorvido na camada de íons contrários pelos íons primariamente adsorvidos. 3. são poucas as reações onde o ppt coloidal forma-se rapidamente. Titulações com indicadores de adsorção são:      Rápidas Reprodutíveis Confiáveis Porém. Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

1 Se [In ] / [HIn] u 10 Entre este dois valores entre as 2 cores cor ácida: [H3O+] [In-] [HIn] [H3O+] = 10 ka cor básica : [H3 O+] = ka /10 Faixa de pH do indicador: . A: tipo ácidoHIn + H2O = H3O+ + In.CURVAS DE TITULAÇÃO PARA SISTEMAS ÁCIDO / BASE SIMPLES Sols. Conc.07 . quentes INDICADORES Ácidos/bases fracas orgânicas. Padrão Ácidos: HCl HClO H2SO4 Sols.] / [HIn] e 0.B: básico In + H2O = InH+ + OH- 38  a pka Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com . HIn + H 2 O cor ácida In + H 2O cor básica Ha = [H3O+] [In.log 10Ka -1 + pKa Ex: a .] [HIn] [ In -] [HIn] = Ka [H 3 O+] indicador exibe sua cor ácida indicador exibe muita cor básica cor intermediária = [H 3O+] x1 10 olho humano não consegue destinguir = Ka = = H 3O+ + Anotações e Observações: Ácidos ou base fortes (reagem mais completamente) Bases: NaOH KOH Ba(OH)2 perigoso e agente Oxidante + Incor básica OH - InH + cor ácida Kb = [InH +] [OH-] [In] Se [In.log Ka 10 1 + pKa 1 Ka 1x10 -5 pKa = 5 Uma mudança completa da cor se dá quando o pH da solução varia de 4 a 6.

meio alcalino diversas cores Pouco solúveis em H2O e bastante solúveis em etanol 1 ± Ftaleínas Anotações e Observações: + H2O +H + Incolor Fenolftaleína Incolor +H+ Vermelha 2 ± Sulfoftaleínas Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.INDICADORES A/B ± ESTRUTURAS meio moderadamente ácido INCOL.com 39 .

30 Ponto inicial : [ H30+] = 5.88 pH = 10.12 Fenolftaleína Azul de Bromotimol Alaranjado de metila Vol NaOH (ml) A B C NaOH 1.33 x 10-4 M 75.00 ml HCl 0.100M NaOH 0.1000M pH=1.3 ± Azocompostos Anotações e Observações: TITULAÇÃO DE ÁCIDO FORTE COM BASE FORTE Titulação: 50.com .00 pH = 1.50 x 10 60.05 ± 10.10 ± 50.00 Adição de 25.0500 M com NaOH 0.0100M 100 ml HCl 40 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.00 x 0.10 ml NaOH: [OH-] = 25.00 x 10 -7 pH = 7.60 Ponto de equivalência: [H3O+] = [OH-] = w= 1.10 POH= 3.00 x 0.00 ml NaOH: + -2 [ H30 ] = 5.00 x 10-2 Adição de 10.00M NaOH 0.05 = 1.10 = 2.00 x 0.10 x 0.

básico ou neutro p [H3O+] = Ka [HA] [A. Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.  A 3) Base conjugada do ácido fraco apenas (A-) NaOH (*) No ponto de equivalência 4) Mistura da base conjugada do ácido fraco (A ) e base forte (NaOH) NaOH - Após o ponto de equivalência (*)Já foi visto (2) pH de Sistemas Contendo Pares Ácido/Base conjugada I HA + H2O = H 3 O+ + AKa = [ H3O+] [ A.] Ex: NH3 + H2O NH4 + H2O + = = NH 4+ + OHNH 3 + H3O + Kb = [ NH4+] [ OH-] = 1.1) Ácido fraco apenas Titulações de Ácidos / Bases Fracas (*) Anotações e Observações: Início 2) Mistura do ácido fraco (HA) e sua base conjugada (A.+ HA Este sistema pode ser ácido.] [HA] Kb = [OH.com 41 . o 1o equilíbrio predomina p solução Básica Mas se [NH4 +] / [NH3] > 200 p Solução Ácida.] II A.] [HA] [A.68 x 10 [NH4+] + -10 y y Kb >> Ka p em princípio.E.+ H2O = OH .76 x 10-5 [NH3] Ka = [ NH3] [ H3O ] = 5.) NaOH HA  NaOH p NaA  H 2 O NaA p Na Antes do P.

Ácido fraco / base conjugada O EFEITO DA DILUIÇÃO HA + H2O = H3O+ + AA - qtds altas e § iguais + H2O = HA + OH [A ] = CNaA + [H3O+] ± [OH-] § CNaA [HA] = CHA + [OH-] ± [H3O] § CHA [H3O+] = Ka CHA CNaA 42 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.[ OH.00M em formiato de sódio? (Ka = 1. a solução estava: 1.] = CNaOH + [HA] Aproximação: excesso de NaOH reprime III [OH-] = CNaOH II.0 x 10 M SOLUÇÕES TAMPÃO Resiste à variações de pH quando é diluída ou quando pequenas porções de ácido ou base são adicionados.Anotações e Observações: Ex: Sistema contendo HA e NaA HA + H2O A+ H2O [A-] = CNaA + [H3 O+] .com .05 M em NaOAc Calcule o pH desta solução Ka (HOAc) = 1. CNaA e/ ou CHA pequena [H3O+] = CHA x Ka CNaA [H3O+] Não varia com a diluição p TAMPÃO Exemplo I ± Qual o pH de uma solução que é 0.+ H2O HA + OH I II III -4 [OH.75 x 10-5 M -8 Exemplo III ± Idem ao anterior.400M em ácido formico e 1.10ml após o ponto de equivalência na titulação do ácido acético com NaOH.[H3O+] + [OH -] Aproximação: [A-] = CNaA [HA] = CHA Ka = [H3O+] CNaA CHA = = H3O+ HA + A+ OH- y Falha se : Ka ou Kb > 10-3 .NH4Cl HCl + NH 4 + + ClH + + Cl+ I II III NH4 + H2 O = NH3 + H3O [H3O+] = CHCl + [NH3] Aproximação: [H3O+] = CHCl Exemplo II ± A 0.0 x 10-4 M em NaOH e 0. mas o ácido a ser titulado é o HOCl Ka(HOCl) = 3.] [HA] = CHA .NaA Na+ + ANaOH Na + + OHA.77 x 10 ) pH de Base Conjugada/ Base Forte ou Ácido Conjugado / Ácido Forte (4) I .

0500M de HCl a uma solução tampão (400ml) que é 0. como também com a razão destas concentrações. .00 x 10-4 C HA + NaA (tampão) pH 10-1 10-3 10-5 Anotações e Observações: Concentração dos reagentes.Ajusta-se ao pH desejado adicionando-se ácido / base conj.400 M .00 M (Ex. formiato de sódio 1. . Simplificações usadas nos cálculos.Usar ³receitas´ dos Handbooks. M ADIÇÃO DE ÁCIDOS E BASES Exemplo V .300M em NH4Cl.Calcular a variação de pH que ocorre quando são adicionados 100ml de uma solução (a) 0.com 43 . Razões:    Preparação: Incertezas nos K¶s.77 x 10-4) A HCl.Faz-se solução de pH aproximado. II  I Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. alto .200M em NH3 e 0.(não tamponado) B HA (não tamponado) K(HA) = 1.Calcule o pH do tampão: Ácido fórmico 0.76 x 10-5) CAPACIDADE TAMPONANTE Está relacionada com a concentração total das espécies tamponantes.00 L de tampão.pH permanece cte até que as concentrações das espécies sejam tão pequenas que a aproximação [A ] = CNaA e [HA] = C HA sejam inválidas Exemplo IV . VIII ± 01) Após uma diluição de um fator de: (a) 50 (b) 10. (Kb: 1. pH do tampão { pH calculado teoricamente.] Para que o tampão tenha uma CT razoável: pKa = pH 1 PREPARAÇÃO DE TAMPÕES Na prática.000 (Ka = 1.0500M de NaOH (b) 0. CT máxima quando [HA] = 1 pH = pHa [A. CT é o número de equivalentes de um ácido/ base forte que causa uma mudança de uma unidade no pH em 1.

096 = .0ml de (a) HCl 0.96 x 10 [H3O+]a = 1.0% KaCHOAc = 1.6 x 10-4 1.10) /51 = 1.0 x 0.6 x 10-4 ± 1.10 ± 1.32 x 10 Depois do decréscimo rápido no pH região tamponada com adição de base forte.com .0ml de NaOH 0.096 CNaOAc = (1.10M (b) HOAc 0.4.096 = 8.096 ± 0.32 x 10-3 x 100 = -35% -3 1.1M é adicionado a 50.1000H Ácidos fracos (HA) x Ácidos fortes   pH inicial (HA) é maior (dissociação incompleta) Com as 1as adições de reagente: Variação de pH (HA) é maior Ka = [H3O+] [A-] [HA] [H3O+] = Ka [HA] diminui pouco [A-] aumenta EX: Calcular a variação percentual na [H3O+] quando 1.CURVAS DE TITULAÇÃO PARA ÁCIDOS FRACOS Anotações e Observações: pH Ácido forte Ácido fraco (Ka = 10-6) V (ml) NaOH 0.32 x 10-3 -3 CHOAc = (50 x 0. No PE Após PE pH > 7 (base conjugada se dissocia) Curva comandada pelo excesso de base forte ( = ácido forte) Exemplo VI .Construa a curva de titulação para 50.10 x 100 0.10M a) [H 3O+]i = 0.96 x 10-3 [H3O+] = 8. 44 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.10) /51 = 0.0 ml de ácido acético NaOH 0.0 x 0.10 b) [H 3O+]i = [H 3O+]a = (50 x 0. mas altera bastante a [HA ] (que é baixa) maior variação do pH.1000M. pH varia pouco Próximo ao PE adição de base não altera muito [A-] (que é alta).75 x 10-5 x 0.10) / 51=0.10M [H3O+] = 0.1 ± 1 x 0.

Q Presença de solventes orgânicos Presença de partículas coloidais y Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Erro indeterminado p habilidade do analista em detectar a ³virada´ do indicador Variáveis que afetam o comportamento dos indicadores: Intervalo de pH de ³virada´ depende: T.com 45 . Erro determinado p Quando o pH onde o indicador muda de cor { pH de equivalência. analítica da base conjugada quando metade do ácido foi neutralizado ( no exemplo anterior V = 25.OBS: Conc. analítica do ácido = Conc.] [HOAc] C.T é máxima Anotações e Observações: Erros de Titulação com Indicadores Ácido/Base 1.0 ml) Ka = [H3 O+] [ OAc. 2.

08 . estáveis.2. I-1 ± A partir de HCl de ponto de ebulição constante HCl(conc.2-) Com Tris-(hidroximetil) amino-metano (TRIS ou THAM) (HOCH2)3CNH2 I-2. ácido perclórico Mais comum.com .) + H2O (1:1) Destila-se Anotações e Observações: ¼ Final do Destilado Composição constante (ácido clorídrico de ponto de ebulição cte) p composição depende da P atmosférica Dilui-se uma quantidade pesada deste ácido para balão volumétrico I.3-) Com tetraborato de sódio decahidratado 46   O _ _ + + 3 H2O + 2 H3O 4 H3 O 3 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.8 HCO3 + H3O+ Maior variação do pH no PE Levar a solução à ebulição ponto final mais evidente. H 2SO4 .APLICAÇÕES DE TITULAÇÕES DE NEUTRALIZAÇÃO I ± Preparação de Soluções Padrões Ácidas HCl.1-) Com carbonato de sódio (padrão primário) Dois pontos de equivalência CO _ _ + H3O+ 3 _ HCO3 H 2CO3 _ 1º pH = 8.2. H 2C O3 C O2 (g) + H 2O I.3 2º pH = 3.2 ± Por padronização Reagente comercial diluição padronização com base I.

2) Presença de CO3-2 nos reagentes sólidos usados para preparar a solução de base. usando um indicador ácido + C O3 + 2 H 3O H 2C O3 + 2 H 2O A quantidade de H3 O+ consumido em (II) é igual a quantidade de OH. SOLUÇÕES DE HIDRÓXIDOS LIVRES DE CO 3-2 1) Ba(OH)2 BaCO3 insolúvel p filtra 2) NaOH Na2 CO3 é pouco solúvel em solução fortemente alcalina. B) Se a base irá titular um ácido.: Com Ba(OH) 2 : Erro determinado. Requerem padronização. Mas.consumido em (I) p Não há erro. 50% NaOH p Na2CO3 precipita p filtra p dilui Observações: 1) Usar H2O livre de CO2 (leva-se a ebulição a água destilada) Absorvente de CO2 (ascarile II) Conservação de solução padrão alcalina 2) NaOH e KOH p atacam o vidro dissolvendo a sílica (formação de silicatos solúveis) Ba(OH) 2 p silicato de bário insolúvel .II ± Preparação de Soluções Padrões Alcalinas. A) Se a base irá titular um ácido.com 47 ! ! + C O (g) + Ba + OH  + CO3 + H3O HCO3 + H O    H 2O (I) !   (II) _ Ba CO3 (s) + H O . NaOH KOH Ba(OH) 2 Não são padrões primários. usando um indicador básico (fenolftaleína) A concentração efetiva da base é diminuída p erro determinado (erro de carbonato) OBS. independentemente do indicador..usar vidro à base de borossilicato (mais resistente) . Anotações e Observações: Erro de Carbonato 1) Efeito da absorção de CO2 atmosférico: CO2 (g) 2 OH CO3 Há consumo de OH.usar frascos de polietileno (entretanto estes são permeáveis ao CO2 ) Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

4) Retrotitulação do excesso de ácido com base padrão d HCl + d NaOH p ½ d H2O + d NaCl Observações: 1) Sais de Amônio NH4+ + base forte p NH3 p Kjeldahl 2) NO3 e NO2.+ H3 O+ p H2CO3 + H2O (bromocresol) -2 + - VF = VVB 2VF = VVB VF = 0.p HCO3-. ( a CO2 + ½ b H2O + cNH4HSO4 catalisador 1.HCO3-. OHSó podem existir DUAS destas espécies p reação elimina a 3ª -2 OH + HCO3  CO3 + H2O Excesso de: OH. CO3-2 HCO3.3) NH3 é destilada e coletada em solução ácida padrão c NH3 + (c + d)HCl p c NH4Cl + d HCl 1. 45% Al. CO3-2 CO3-2 .2) Resfria-se.com . 5% Zn) 2 .1) Decomposição do N ligado em NH4+ Ca HbNc H2SO4. adiciona-se base forte em excesso c NH4HSO4 OH _ _ _ Anotações e Observações: c NH3 + c SO4 1. dilui-se.+ H3O+ p H2CO3 + H2O (bromocresol) OH.+ H3O+ p 2 H2O (fenolftaleína) CO3-2 + H3O+ p HCO3.+ H3O+ p 2 H2O (fenolftaleína) CO3 + H3O p HCO3 + H2O (fenolftaleína) CO3-2 + 2 H3O+ p H2CO3 + H2O (bromocresol) HCO3.+ H2O (fenolftaleína) CO3-2 + 2 H3O+ p H2CO3 + H2O (bromocresol) HCO3.+ H2 O (fenolftaleína) CO3-2 + 2 H3O+ p H2CO3 + H2O (bromocresol) CO3-2 + H3O+ p HCO3. proteínas.+ H2O y 2º PE (virada do verde de bromocresol): .+ H3O+ p 2 H2O .p OH-.bicarbonato todo: HCO3 . fertilizantes KJELDAHL: 1.carbonato: CO3 + 2 H3 O+ p H2CO3 + 2 H2O (I) (II) (III) (IV) (V) (I) (II) (III) (IV) Constituintes OHCO3-2 HCO3OH-.consumo de todo o OH-: OH.p NH3 p Kjeldahl base forte liga de devarda (50% Cu. VVB > 0 2VF > VVB 2VF < VVB (V) 48 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. HCO3 OH. CO3-2 -2 Nenhum p CO3 Duas titulações: indicador alcalino (fenolftaleína) indicador ácido (verde de bromocresol) y 1º PE (virada da fenolftaleína): .Padronização (muitos padrões primários ácidos): 1) Ftalato ácido de potássio (hidrogeno ftalato de potássio) KHC8H4O4 2) Ácido benzóico 3) Hidrogenodiiodato de potássio KH(IO3 )2 APLICAÇÕES 1 ± NITROGÊNIO aminoácidos.+ H3O+ p H2CO3 + H2O -2 .metade do CO3-2: CO3-2 + H3 O+ p HCO3. CO3-2.

3. 3.com 49 .0084 M. VPH = 22.EXEMPLO I . Ponto final obtido após ebulição para remover CO2.42 10 C Na2CO3 = 2. Numa 2ª alíquota p converter o HCO3.em CO3-2 adicionando excesso de base padrão.1 10 = 2.63 10 -3 n(NaHCO3) = 2.21 = 0.1 mL de HCl até o ponto final da fenolftaleína.42 / 50 = 0.1 -3 10 HCO 3 2.Grupos hidroxilas 1-) Est rificaçã c m anidrid s . sozinhos ou em combinações permissíveis.3 .3 Titula-se o H3O+ do HCO3.4 ± 22. A titulação de 50.Grupos amino aminas alifáticas p Kb } 10-5 p titulação com ácido forte.21 -3 10 = oles CO 3 Da fenolftaleína para o verde de bro ocresol: (48.00 mL requer 48.com fenolftaleína. -2 Adicionar excesso de BaCl2 a uma 2ª alíquota para precipitar o CO3 . Adicionar BaCl2 em excesso.1) = 26.1 . Ácidos sulfônicos p fortes e solúveis em H2O.Uma solução contém NaHCO3. CO3-2 / OHTitulação até "virada" do indicador ácido (verde de bromocresol).Ácidos carboxílicos e sulfônicos XCOOH p (Ka p 10-4 a 10-6) p titular (fenoftaleína) Quando não solúvel em água p dissolver em álcool p titular com base aquosa. 3.00 mL requer 22.vindo do CO3-2 -3 -3 n(NaHCO3) + n(Na2CO3) = 26. r fl 1 2 _ ( CH 3CO)2O + RO H ( anidrid ac tic l m c n cid ) C H 3 COOR + C H COO H 3 # $&& # # # " R 1C OO Na + HOR2 & & & ' $ & & $ & $ %$ $ Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.1 0. Titular o excesso de base com ácido padrão (fenolftaleína).4 VVB > 2 VPH p Na2CO3 e NaHCO3 Anotações e Observações: Equivalência da fenolftaleína -2 + CO 3 + H3 O n (CO 3 ) 22.0442 M C NaHCO3 = 0. Otimização do método: BaCO3 p insolúvel em soluções neutras ou básicas.21 / 50 = 0.GRUPOS FUNCIONAIS ORGÂNICOS 3.4 .1 VVB = 48.2 . Deduza a composição e calcule a concentração molar das espécies na solução original.Grupamentos ésteres saponificação: + NaOH 1C OO 2 c ss d bas tit lad c m ácid f rt . Uma segunda alíquota de 50. Aminas aromáticas p Kc } 10-10 p muito fracas para serem tituladas em meio aquoso p usar ácido acético anidro como solvente p aumenta a basicidade.4 mL de HCl quando titulada com verde de bromocresol./ CO3-2 Titular ambos até a "virada" do verde de bromocresol (levar à ebulição). Titular o OH.3 0. 3 .63 ± 2. HCO3. Na2CO3 e NaOH.

Solventes p autoionizam ± se 2 C H3 C OOH 2 C 2 H5 OH 2 NH 2C H C H NH 2 2 2 K depende: 1) Força do analito como ácido ou base. O EFEITO DA CONSTANTE DE AUTOPROTÓLISE Lembrando. em água: B + H3 O+ BH+ + H2O K= [BH+ ] [B] [H3 O+ ] (x [OH.) Titulações de Neutralização em Meio Não Aquoso .]) (x [OH.voláteis e tóxicos . 4) Características ácidas / básicas do solvente.Anotações e Observações: 2-) Hidrólise do excesso de anidrido (CH3CO2)2O + H2O 2 CH3COOH 3-) O ácido acético é titulado com KOH (alcoólico).solventes caros . Desvantagens: .coeficiente de expansão > água p mais propício a erros de medida de volume. . B + HClO4 em ácido acético anidro: HClO4 + CH 3COOH + B + CH 3COOH2 50 ) ( + CH3 C OOH 2 + CH3 C OO C 2 H5 OH + C2H O 5 + NH 2C H2C H2 NH + NH C H C H NH 2 3 2 2 2 + Kb + ] [OH.com . 4-) Fazer branco para determinar a quantidade inicial de anidrido.]) Kb K= Kw K depende de KW .5 ± Grupos carbonilas R1 C R2 O + NH2OH HCl Hidrocloreto de idro ilamina R1 C R2 NOH + HCl + H O 2 Titula-se HCl com base forte (Lenta p ½ h a 1 h. 3) Constante dielétrica do solvente. fenóis. 2) Constante de autoionização do solvente.Ácidos / bases muito fracos (K < 10-8) Ex: aminas aromáticas. 3.] [BH K= [B] [H 3O+ ] [OH ] Kw + CH 3COOH 2 + ClO4 Próton solvatado (equivalente ao H3O ) + + BH + CH3 COOH Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.Ácidos / bases de alto PM p insolúveis em água.

com 51 . ACÉT. EFEITO DAS CARACTERÍSTICAS ÁCIDAS E BÁSICAS DO SOLVENTE Ácido acético Ácido fórmico H2SO4 Solventes ácidos melhores doadores de prótons que aceptores.1 x 10-4 (D = 12.) > Kb (água) Etilenodiamina p solvente básico EFEITO DA CONSTANTE DIELÉTRICA DO SOLVENTE A constante dielétrica de um solvente é uma medida da capacidade do solvente de separar partículas de cargas opostas.: HClO4 em H2O p ácido forte em t-butil álcool p Ka = 1. = 6. Ex: Anilina p em ácido acético p base forte p o solvente tem mais facilidade de fornecer prótons que a água. Nestes solventes as características básicas do soluto aão aumentadas e as ácidas atenuadas.] BH + + CH3 COO [BH+ ] Anotações e Observações: [B] Reação de neutralização: competição por prótons entre o solvente e a base. ESCOLHA DO SOLVENTE: 1) Ks pequeno 2) Base fraca p solvente ácido Ácido fraco p solvente básico 3) D alto. DH2O = 78.5) OBS.5 p alta p pouco ³trabalho´ para separar DMETANOL = 33 DÁC. Kb¶ (ác. Acét.K'b K= = + [B] [CH3 COOH2 ] Ks K¶b = constante de dissociação da base em ácido acético Ks = constante de autoionização do ácido acético B + CH3 COOH Kb' = [BH+ ] [CH3 COO.2 Ex. Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.: Efeito de D quando não há necessidade de separação é mínimo.

com .Geralmente reagem com o íon metálico numa única etapa. Ex 1: M (NC=4) + D  MD Ligante tetradentado Kf = [MD] / [M][D] Ex 2: M (NC=4) + 2B  MB2 Ligante bidentado Etapas: M + B  MB MB + B  MB2 K1 = [MB] / [M][B] K2 = [MB2] / [MB][B] 2 F2 = K1 K2 = {[MB] / [M][B]} X {[MB2] / [MB][B]} = [MB 2] / [M][B] Curvas para titulações complexométricas Volume de reagente adicionado A p formação de MD ( uma única etapa) B p formação de MB2 K1 = 1012 K2 = 108 8 6 4 C p formação de MA4 K1 = 10 K2 = 10 K3 = 10 K4 = 10 2 52 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Cu 2+ NH2 O O C O H 2C N H2 Cu + 2H C H C OH O C O N CH 2 H2 + 2 H+ Ligante bidentado Vantagens dos ligantes multidentados: Normalmente reagem mais completamente com o cátion (melhores pontos finais).09 ± TITULAÇÕES COMPLEXOMÉTRICAS Determinação de Íons Metálicos Íons complexos p Íon metálico + espécie doadora de par de elétrons (ligante) Ex: Anotações e Observações: Cu(NH ) 2+ 34 Cu ( NH 2CH 2C OO) 2 2- Cu Cl 4 Classe importante de compostos de coordenação: Quelatos p Íon metálico coordena-se com dois ou mais grupos doadores de UM ÚNICO LIGANTE formando anéis heterocíclicos de 5 ou 6 membros. .

50 x 10-11 Hexadentado O EDTA O C CH 2 CH2 N Co O C C H2 O O C O N CH 2 C H2 Reage 1:1 não importando a carga do cátion Ag+ + Y-4  AgY-3 +3 -4 Al + Y  AlY Forma complexos com todos os cátions.Titulações com Ácidos Aminopolicarboxílicos NTA ± Ácido Nitrilotriacético HOOC CH 2 CH2 COOH N CH2 COOH EDTA ± Ácido Etilenodiaminotetracético Anotações e Observações: HOOC HO O C CH 2 N CH 2 CH2 CH2 CH2 N CH2 K1 = 1. na maioria.14 x 10 -3 C OOH COOH H4Y + H2 O  H3O+ + H3YH3Y + H2O  H3O + H2Y + -2 H2Y-2 + H2O  H3O+ + HY-3 HY-3 + H2O  H3O+ + Y-4 6 sítios 4 grupos ácidos 2 grupos amino K3 = 6.02 x 10-2 K2 = 2. isolado do solvente) Mn+ + Y-4  MY(4-n)Kf = [M Y(4-n)-] / [Mn+][ Y-4] O C O CH2 Complexo octaédrico Co .EDTA Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. estes complexos são.com 53 . bastante estáveis.92 x 10-7 K4 = 5. devido aos diversos sítios complexantes (o cátion fica numa espécie de ³gaiola´.

(Competição entre Mn+ e o H+ pelo EDTA) Ex.] + [H4Y] Constantes de formação condicionais p constantes que dependem do pH e aplicam-se a um só pH. [Y ] = E4 x CT KMY = [MY(n-4) ] / [M+n] E4 CT KMY¶ = E4 x KMY = [MY(n-4) ] / [M+n] CT Constante de formação condicional (descreve as relações de equilíbrio apenas onde o pH para o qual E4 é aplicável) + 4 + 3 + 2 + E4 = [K1 K2 K3K4] / {[H ] + K1[H ] + K1 K2 [H ] + K1 K2 K3[H ] + K1K2 K3 K4} E0 = [H+]4 / D + -4 E1 = K1[H+]3 / D E2 = K1 K2[H+]2 / D E3 = K1 K2 K3[H ] / D E4 = [ K1 K2 K3 K4 ] / D pH: 3 a 6 p H2Y-2 predomina E4 para EDTA a diversos pH: pH > 10 p Y-4 predomina 54 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.Anotações e Observações: Espécie ativa p Y -4 [Y ] depende do pH -4 Consequência p A formação dos quelonatos é afetada pelo pH. mas as titulações com EDTA são tamponadas a um determinado pH.com . -4 E4 = [Y ] / CT CT = [Y-4] + [HY-3] + [H2Y-2] + [H3 Y.: em pH = 4 a espécie predominante é H2Y-2 Cu+2 + H2Y2 p CuY-2 + 2H+ Cálculos de Equilíbrio com EDTA Curvas p ordenada: pM p (indicadores respondem a variações da [M+n]) No início: CM+n = [M+n] No ponto de equivalência e depois dele: M+n + Y-4  MY(n-4)KMY = [MY(n-4) ] / [M+n][Y-4] [Y-4] p depende do pH.

176 M em NH4 Cl de forma a tornar o pH = 9. NH3 evita precipitação de Zn(OH)2 formando: +2 +2 +2 +2 Zn(NH3) .Deduza a curva para Ca versus o volume de EDTA para a titulação de 50.00 ml de EDTA 0. CM = [Zn+2] + [Zn(NH3 )+2] + [Zn(NH3)2+2 ] + [Zn(NH3)3+2] + [Zn(NH3)4+2] Zn+2 + NH3  Zn(NH3)+2 K1 = [Zn(NH3)+2 ] / ([Zn+2][NH3]) [Zn(NH3)+2 ] = K1 [Zn+2][NH3] [Zn(NH3)2 ] = K1 K2 [Zn ][NH3] +2 +2 2 [Zn(NH3)3+2 ] = K1 K2 K3 [Zn+2 ][NH3]3 [Zn(NH3)4+2 ] = K1 K2 K3 K4 [Zn+2 ][NH3]4 CM=[Zn+2] (1 + K1[NH3] + K1K2[NH3]2 + K1 K2K3[NH3]3 + K1 K2 K3K4 [NH3]4) Como EM = [Zn+2] / CM EM = 1 / (1 + K1 [NH3] + K1K2[NH3] + K1K2 K3[NH3 ] + K1K2 K3 K4[NH3 ] ) 2 3 4 Constante Condicional para o equilíbrio Zn+2 e EDTA num tampão NH3.0050 M. Reação durante a titulação: Zn(NH3 )4+2 + Y-4  ZnY4-2 + 4NH3 O agente complexante auxiliar compete com o EDTA pelo íon metálico. Zn(NH3)4 .0 ml +2 de Ca 0. NH4Cl : [MY (n-4) ] / ([M ] CT) = E4 KMY = K'MY [MY(n-4)] / [CM CT] = E4 EM KMY = K"MY Se aplica para um unico pH e [NH3] +n [M+n] = EM x CM EXEMPLO III ± Calcule o pZn de uma solução preparada pela adição de 20.EDTA)) EX. +n EM = [M ] / CM CM p Soma das concentrações das espécies que contém o íon metálico fora aquela combinada com EDTA. os quais: servem como tampão.: Titulação do Zn+2 com EDTA na presença de NH3 e NH4 Cl. Assuma que ambas as soluções (Zn+2 e EDTA) são 0.0.Anotações e Observações: EXEMPLO I ± Calcule E4 e a % molar de Y numa solução de EDTA tamponada a pH = 10. Zn(NH3)2 . a pH altos p metais pesados formam hidróxidos ou sais básicos pouco solúveis.20. isto implica que a +n reação M com EDTA é menos completa. Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.0050 M com EDTA 0.0100 M numa solução tamponada a um pH Constante igual a 10. Mas. Zn(NH3)3 .100 M em NH3 e 0.agente auxiliar) deve ser menos estável que (M+n .com 55 . EXEMPLO II .00 ml de Zn2+ 0.00 ml e 30. EFEITO DA PRESENÇA DE OUTOS AGEN TES COMPLEXANTES A ação complexante do EDTA é máxima em solução fortemente alcalina (onde Y-4 predomina).0. -4 Adiciona-se um agente complexante auxiliar p (o complexo (M+n .0100 M a 50.

com . Para os prótons fenólicos: H2 IndVermelho HInd-2 Azul + H2O  HInd-2 + Azul Ind- + H2O  EBT + Metal p Vermelho pH <= 7.0 x 10-7 + H3 O+ Laranja K2 = 2. Zn+2 56 54 32 1 0 N N -) 68 67 6 H3 O+ K1 = 5. Sr+2. NEGRO DE ERIOCROMO T (EBT) 1±(1± hidroxi±2±naftilazo)±6±nitro±2 naftol±4 sulfonato de sódio OH OH O 3 Ver el NO2 (H I 2 Grup áci sulfô ic p ác. + EDTA Cor A  M ± EDTA + Ind. Indicadores: Possuem propriedades ácido/base. A cor depende não só de pM como do pH.8 x 10-12 HInd-2 + MY-2 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.Anotações e Observações: Efeito da Concentração de NH3 A p CNH3 = 0. Cd+2 . M ± Ind. Cor B Complexo Metal ± Indicador: deve ser suficientemente estável. Deve. Forte p próton completamente dissoc. Ca+2.0100 M B p CNH3 = 0. ser menos estável que Metal ± EDTA. Ba+2 .0 p para observar a variação de cor (de forma que a cor azul do HInd-2 predomine na ausência de íon metálico) M ± IndVermelho + HY-3  Azul Mg+2.100 M Indicadores Metalocrômicos Compostos orgânicos corados capazes de reagir com íons metálicos e formar quelatos com colorações diferentes daquelas que possuem os próprios corantes livres. Pb+2. Mn+2. no entanto.

0 CaH2IndVermelho pH 8 a 9. III ± MÉTODOS DE DESLOCAMENTO Excesso de uma solução contendo o complexo Mg ± EDTA ou Zn ± EDTA é adicionado à solução que contém o íon a ser analisado.: Determinação de Ca+2 . A medida que a titulação se processa: +2 +2 Ca desloca Mg p (Ca ± EDTA) (Mg ± EBT) Vermelho Quando todo o cálcio for consumido p Mg complexa com EDTA novamente.: Complexos (Mg+2 / Zn+2 ± EDTA) MENOS estáveis que o complexo (analito ± EDTA). Adiciona-se MgCl2 à solução de EDTA.1 ± Métodos baseados em um indicador para o íon a ser analisado Solução que contém o íon metálico é tamponada e titulada diretamente com EDTA na presença de indicador.0 x 10-7 +2 -3 Ca + Ind  CaInd Kf = 2.3 ± Métodos potenciométricos Eletrodos íons ± seletivos. Este método é útil na análise de amostras que contém ânions que formariam precipitado com o analito nas condições de análise. usando EBT como indicador.com 57 .0 CaH4Ind+ Amarelo ± alaranjado pH ~ 8.5 x 105 MUREXIDA O H N O C N H C C C N C C O N H O C H N C O Anotações e Observações: H4 IndVermelho ± Violeta pH < 9. MgY-2 + M+2 p cátion a ser analisado M+2 p MY-2 + Mg+2 Titulado com solução padrão de EDTA Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Ni+2 e Cu+2 pH = 11 p vermelho p azul MÉTODOS DE TITULAÇÃO ENVOLVENDO EDTA I ± TITULAÇÃO DIRETA I.0  H3Ind-2 Violeta pH 9 a 11 CaH3Ind Violeta  H2Ind-3 Azul pH > 11. OBS. EX. HInd-2 + H2O  Ind-3 + H3O+ K2 = 2. II ± MÉTODOS DE RETROTITULAÇÃO Adiciona-se excesso de EDTA.5   Ca+2. Co+2 . Titula-se o excesso com solução padrão de Mg+2 ou Zn+2. Início p Mg+2 complexado com EDTA. I.EXEMPLO XI ± 04 ± Determine a faixa de transição para o EBT na titulação do Mg+2 e Ca+2 no pH = 10. Se não há bons indicadores e/ou se a reação metal ± EDTA é lenta. I.0.8 x 10-12 Mg+2 + Ind-3  MgIndKf = 1. Complexo M+n ± EDTA deve ser mais estável que Mg ± EDTA ou Zn ± EDTA. deve-se adotar outros métodos.2 ± Método baseado em indicadores para um metal adicionado Adiciona-se à solução de EDTA pequena quantidade de um cátion que forma um complexo com EDTA menos estável que o complexo EDTA ± analito e para o qual existe um bom indicador.

Agente mascarante p ligante que forma complexo com o interferente.com . +2 +2 Águas naturais : [Ca ] e [Mg ] > outros cátions. Expressa em CaCO3. Anotações e Observações: 58 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Determinação da Dureza da Água Capacidade dos cátions presentes na água em substituir Na+ e K+ em sabões e formar produtos pouco solúveis.OBSERVAÇÕES GERAIS Controle de pH aumenta a seletividade.

aq) H2(sat.+ 8H+  5 Fe3+ + Mn2+ + 4 H2O Semi ± reações: (Ag.10. P=1 atm p Potencial igual a ZERO (qualquer T) H2 p perigoso Superfície platinizada p difícil de manter ELETRODO DE CALOMELANO Eletrodo de referência secundário p pode converter para SHE Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. aq)  2H+(aq) + 2é Reação global: H2(g)  2H+(aq) + 2é Potencial depende: T aH + P do H2(g) Para aH+=1. Mas.) p se oxida (dá elétrons) Ox1 + Red2 Red1 + Ox2 Anotações e Observações: Recebe elétrons de Red2 Ex: 5 Fe + MnO4. Red. Oxid.EQUILÍBRIO DE OXI-REDUÇÃO E TEORIA ELE TROQUÍMICA Agente oxidante (Ox. instrumentos de medida de voltagem medem DIFERENÇAS DE POTENCIAL. POTENCIAIS RELATIVOS DE SEMI-CELAS p referência p ELETRODO PADRÃO DE HIDROGÊNIO - Eletrodos de Pt imersa em solução eletrolítica mantida saturada com H2(g). H2(g)  H2(sat.) p se reduz (recebe elétrons) Agente redutor (Red.) 5 Fe2+  5 Fe3+ + 5é 2+ CÉLULAS ELETROQUÍMICAS Os elétrons são transferidos até que [Cu2+] e [Zn2+] se encontrem nas concentrações de equilíbrio para a reação: Zn(s) + Cu2+  Zn2+ + Cu(s) POTENCIAIS ELETRÓDICOS Potencial de cela p "diferença entre os 2 potenciais dos eletrodos".+ 8H+ + 5é  Mn2+ + 4 H2O (Ag.com 59 .) MnO4 .

00) || KCl(sat).763 + 2é = Cd(s) Zn+2 + 2é = Zn(s) EQUAÇÃO DE NERNST aA + bB + .303 log gás p pressão parcial. potencial do eletrodo. Pt. KCl.Sistema eletródico p Hg. Ex.314 J/molK) n p nº de moles de elétrons F p Faraday = 96.763V espontâneo Atividades p "1". Eº p potencial padrão do eletrodo R p constante dos gases (8.0.com .0.244 V (25ºC) DEFINIÇÃO DO POTENCIAL DO ELETRODO: É o potencial de uma cela onde o eletrodo em questão age como CATODO e o SHE age como ANODO..3: 2H + 2é = H2(g) + Ex. H2 | H+ (a=1.0592 [ Fe 2 ] log 1 [ Fe  3 ] pH 2 0.1: Zn+2 + 2é = Zn(s) E ! E0  E ! E0  E ! E0  - 0. Hg2Cl2(sat) | Hg Anotações e Observações: ESCE = +0.0592 log[Cl  ] 1 60 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla..334 0.485 C Ln p 2. Eº (V) 0..2: Fe+3 + é = Fe+2 Ex.0592 1 log 2 [ Zn  2 ] 0. 1) Cu+2 + 2é = Cu(s) Cu+2 + H2(g) = Cu(s) + 2H+ 2) Zn+2 + 2é = Zn(s) Zn(s) + 2H+ = H2(g) + Zn+2 IUPAC p reduções Semi .000 .reação Cu+2 + 2é = Cu(s) 2H + 2é = H2(g) Cd +2 + E = 0.. Hg2Cl2. + ne  cC + dD + .4: AgCl(s) + é = Ag(s) + Cl E ! E0  0.403 .0592 log 2 [H  ] Ex.334V espontâneo E = -0.

.00 [Fe+2] = (50 x 0.44/0.1)/75.68 ± 0.01/75. +4 ‡ [Ce ] p pequena [Fe+3] = (5.1)/(0.0592 log {[Ce+3] [Fe+2]}/{ [Ce+4 ] [Fe+3]} como: [Fe+3] = [Ce+3] e [Fe+2 ] = [Ce+4] Eeq = (EºCe +4 + EºFe +3)/2 EXEMPLO I .44±0.1 [Ce+3 ] = [(25.1 .500/55.[Fe+2] } 2.00 + 5.0500 M com Ce+4 0.TITULAÇÕES DE OXI± REDUÇÃO / TEORIA Ordenada p potencial do eletrodo ( log(conc.1)/55 + [Ce+4] } 2.+ 16 H+ = 5 Sn+4 + 2 Mn+2 + 8 H2 O EXEMPLO II± Deduza uma expressão para o potencial do ponto de equivalência para a reação: +2 -2 + +3 +3 6 Fe + Cr2O7 + 14 H = 6 Fe + 2 Cr + 7 H2O CURVAS DE TITULAÇÃO EXEMPLO XIII ± 03) Gerar a curva para a titulação de 50.0 M em H2 SO4 (cte).0592 log [Fe ]/[Fe ] Adicionando: 2Eeq = Eº Ce +4 + Eº Fe +3 ± 0.5/55) = 0.00 E = 0.com 61 .05)]/75.300 V Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.5/75.Deduza uma equação para o potencial de equivalência da titulação do Sn+2 com MnO4.1 E = 1. Fe+3 e Ce+3.1)] E = 1.11 .01/75.06V Após a adição de 25.1 mL de Ce(IV) [Ce+3 ] = (25 x 0. p Equação de Nernst para o Ce(IV) ou Fe(III) Na Prática : Antes do PE p EFe+3 ([Fe+2] alta) Após o PE p ECe+4 POTENCIAL NO PONTO DE EQUIVALÊNCIA [Ce+4 ] e [Fe+2 ] pequenas +3 +4 Eeq = Eº Ce +4 ± 0. p Usar o sistema Ce(IV) / Ce(III) nos cálculos forneceria o mesmo resultado (necessário o +4 valor de K para obter [Ce ]) Anotações e Observações: No ponto de Equivalência Eeq = (EºCe+4 + EºFe +3)/2 = (1.44 ± 0.0592 log [Ce ]/[Ce ] +2 +3 Eeq = Eº Fe +3 ± 0.50/75. A reação é 5 Sn+2 + 2 MnO4.00) ± [Ce+4 ] } 0.68)/2 = 1.)) Fe+2 + Ce+4 p Fe+3 + Ce+3 (Determinação de Fe) Reação rápida e reversível p sistema em equilíbrio durante a titulação Esistema = ECe+4 = EFe+3 Se um indicador redox está presente p a razão [oxidada]/[reduzida] deve ser tal que: EInd = Esistema = ECe+4 = EFe+3 Esist.00 x 0.0592/1 log (2/55)/(0.1000 M em meio que é 1. Fe+2 + Ce+4 = Fe+3 + Ce+3 Potencial Inicial ‡ Solução não contém espécie de Ce ‡ Pequenas e desconhecidas quantidades de Fe+3 Informações insuficientes para cálculo do potencial Após a adição de 5 mL de Ce(IV) ‡ Presença significativa de Fe+2.05 ± 5 x 0.1 + [Fe+] } 0.64V p E independe da diluição (até que a solução seja tão diluída que as aproximações feitas não sejam mais válidas).0592/1 log [(2.100)/(50.0592/1 log([Ce+3]/[Ce+4])= 1.00/55.1 x 0.0 mL de Fe+2 0.1) ± (50 x 0.

359 V Eº = 1.20 V. EX: VO + 2H + e = V + H2O V(OH)4 + 2H + e = VO + 3 H2O +3 + + 2+ 2+ + +3 Eº = 0. E p independe da diluição se o nº de moles dos reagentes e produtos das semi ± reações são idênticas e quando a aproximação CA = [A] é válida. TITULAÇÕES DE MISTURAS 2 agentes redutores ou 2 agentes oxidantes p 2 inflexões p se EA é bem diferente de EB (>0.77V EX: Titulação de Fe+2 e Ti+3 com KMnO4 TiO+2 + 2H+ + e = Ti+3 + H2O Fe + e = Fe +3 +2 62 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.Anotações e Observações: A p Fe+2 + Ce+4 = Fe+3 + Ce+3 B p 5 Fe + MnO4 + 8H = 5 Fe + Mn +2 + +3 +2 + 4H2O (E na região de equivalência MAIOR pois Keq maior.099 V Eº = 0.000 V Curva de titulação do V com um agente oxidante forte (KMnO4) p 2 pontos de inflexão (1º) V+3 p VO2+ (2º) VO2+ p V(OH)4+ Eº = 0.: EAº = 0.2 V). (E na região de equivalência CRESCE quando a Cte de equilíbrio CRESCE. OBS.com . variação de 1 elétron.

099 ± 0.0592/n Ex: complexos de Fe(II) com ortofenantrolina (Phen)3Fe+3 + e = (Phen)3 Fe+2 azul claro vermelho (ferroína) INDICADORES ESPECÍFICOS Amido p Complexo azul com I3. +3 Este complexo pode sinalizar o ponto final de reações com I2.0592/n log {[Ind(red)]/[In(ox)]} y y A variação da cor é vista quando {[Ind(red)]/[In(ox)]} e1/10 varia para {[Ind(red)]/[In(ox)]} u10 A variação em E necessária para produzir uma ³completa´ mudança na cor do indicador: E = EºIn 0..+ 2e = 3 IEº = 0. Tiocianato de Potássio p Complexo vermelho com Fe .0592 log {[Fe+2]/ [Fe+3]} INDICADORES DE OXIDAÇÃO ± REDUÇÃO Indicadores redox gerais INDICADORES REDOX GERAI S y y Indicadores específicos Mudam de cor quando oxidados ou reduzidos A variação da cor independe da natureza do analito ou titulante. mas só depende da variação no ESISTEMA que ocorre durante a titulação In(oxidada) + ne = In(reduzida) E = EºIn ± 0. OBS: O amido pode ser um indicador geral redox.771 ± 0.com 63 .0592/2 log {[Fe+2 ]/([TiO+2 ][H+]2)} [TiO+2] = CTiO +2 [Fe+2] = CFe +2 +2 Após o 1º PE: p Como Fe sozinho +3 +2 +2 +3 + 2 E = EºFe +3 ± 0. Ex.: titulação de Fe+3 com Ti+3 .536 V - 9 N Fe N +2 3 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. E na primeira parte p como Ti +3 +3 Anotações e Observações: sozinho E = 0.0592 log{([Ti ][Fe ])/([TiO ][Fe ][H ] )} [Fe+3 ] = [Ti+3] E = 0. se a solução contém I3 ou I .0592 log {[Ti ]/([TiO+2 ][H+]2)} No 1º PE 2H+ + TiO+2 + Fe+2 = Fe+3 + Ti+3 + H2O Usa-se EFe e ETi 2E = 0.099 + 0. Até quando houver quantidade apreciável de Ti+3 o potencial do sistema não pode tornar-se alto o suficiente para variar a concentração de Fe+2 de forma considerável. I3.87/2 ± 0.Primeiras adições de KMnO4 p usadas para titular o Ti+3 que é mais facilmente oxidado.

oxidante.y y Na presença de um excesso de ag. redutor.com . [I3 -]/[I-] é alta p cor azul. Na presença de um excesso de ag. Anotações e Observações: 64 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. [I3 ]/[I ] é baixa p incolor.

. Ag(s) é um bom redutor na presença de Cl ou outro íon que forme sal pouco solúvel com a prata Usa-se solução hidroclórica do analito. Anotações e Observações: Ex.Pedaços de metal são colocados na solução. . Al. Etapas que precedem a titulação podem converter o analito em uma mistura de seus estados de oxidação Necessidade do agente auxiliar O agente auxiliar deve reagir quantitativamente com o analito. Empacotamento do metal ou Prato Perfurado Vácuo Redutor de Jones: Zn(Hg) Zn + Hg + 2e Amálgama de zinco: (Zn(Hg)(s) ) Vantagem sobre o Zn(s): Inibe a redução do H+ pelo zinco. .1) AGENTES REDUTORES AUXILIARES ( Pré ± redução do analito ) Metais Zn.01V 4SO 42. o sólido é removido. . Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.+ 2H2O Peróxido de Hidrogênio: H2O2 + 2H+ + 2e = 2H2O Er=1.2) AGENTES OXIDANTES AUXILIARES Bismutato de sódio ( NaBiO3 . Cu.: Quando uma amostra contendo ferro é dissolvida: Mistura de Fe+2 e Fe+3 Fe+3 Fe+2 Agente redutor auxiliar ( consome sol.Após a reação se completar. .com 65 . . Ni. . reação que contamina fortemente a solução com Zn+2). I.78V O excesso: 2H2O 2H2O + O2(g) Ebul. Cd. padrão usada para titular o Fe+2 ). O excesso do agente deve ser facilmente removido ( para não consumir a solução padrão ). Walden mais seletivo que Jones. . pouco solúvel ) Poderoso agente redutor Peroxidissulfato de Amônio ( (NH4)2 S2O8 ) S2 O8 + 2e = 2SO42Er = 2. I. Ag. .12 . Pb.Filtração da solução de interesse (remove pedaços e pós do metal).+ O2(g) + 4H+ +2 O excesso: 2S2O82.TITULAÇÕES DE OXI-REDUÇÃO / APLICAÇÕES I) AGENTES REDOX AUXILIARES O analito deve estar em um único estado de oxidação no início da análise. Redutor de Walden: Ag(s) + ClAgCl(s) + e Ag(s) granulada colocada numa coluna de vidro.

51V ( concentração de ácido forte u0.1M.02M de KMnO4 em 100ml de H2O já fornece a cor perceptível. 2NH4NO3 Padrão primário ( também pode ser encontrado em grau reagente padronização ) . Ce+4: . Ácidas: C2O4 2.+ H3O+ = H2 C2O4 KMnO4 : 2MnO4. Se a concentração for menor.Sol. aquecimento. deve ser deixada em repouso por 21/4 h ou aquecida para que toda a matéria orgânica se oxide.(pode titular sols hidroclóricas do analito) . em H2SO4 estável . Mn(IV) ou Mn(VI) ) Ce+4 + e = Ce+3 Erf=1. de num mínimo 0.padrão primário disponível .Não oxida Cl.+ 8H+ + 5e = Mn+2 + 4H2O Er= 1. CUIDADOS: .1) KMnO4 e Ce(IV) Agentes oxidantes fortes MnO4.leva a um superconsumo da sol.Não usar papel para filtrar ( reage formando MnO2 ). PADRÕES PRIMÁRIOS PARA PADRONIZAR AS SOLS.61V Comparação entre os dois reagentes: Ce+4 Força Oxidante Comparável .MnO2 se forma nas sols.Cor pode funcionar como indicador ( violeta ) Pontos Finais KMnO4: 0.Antes desta filtração a sol.1M H2 SO4 para evitar precipitação de sais básicos. 0.Oxidação do Cl. KMnO4 Anotações e Observações: ± decompõe-se lentamente . DE Ce+4 e KMnO4: Oxalato de Sódio: Em sols. depois torna-se rápida ) +4 66 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. ácidos.Mn+2 e MnO2 .+ H2O K é alto. .+ 3Mn+2 + 2H2O 5MnO 2(s) + 4H+ lenta.Ce(OH) 4 ( grau reagente ) Dissolver numa sol.Ce(NO3)4 . recém preparadas devido à reação do MnO4.II) AGENTES OXIDANTES PADRÕES II. .Caro. bases.01 ml de sol.com . Ponto Final não é permanente: 2MnO4. K}1047 Ce : A sol.+ 5H2C2O4 + 6H+ = 2Mn+2 + 10CO2(g) + 8H2O Mn+2 catalisador ( no início a reação é lenta. PADRÕES KMnO4 : Não é totalmente estável na água: 4MnO 2(s) + 3O2(g) + 4OH4MnO4. padrão .70V Em HNO3 1M Erf = 1. de Ce+4 é laranja não intensa Deve-se usar indicador PREPARAÇÃO E ESTABILIDADE DAS SOLS.Sol. porém V é baixa É catalisada pela luz.Filtrar o MnO2 antes da padronizar o KMnO4. o produto pode ser Mn(II).com matéria orgânica e poeira presentes na água usada para preparar as solução.Guardar ao abrigo da luz após padronizar.Sempre repadronizar. .MnO2 é um contaminante do KMnO4(sólido) . .44V em H2SO4 1M Em HClO4 1M Não são muito estáveis Erf = 1.

.com 67 . proteger de fumos orgânicos ) .e ErCe+4.amilose ) Amido solúvel vendido comercialmente primário F.+2I- Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. II.Anotações e Observações: Se a for realizada a 60-90rC há um consumo de KMnO4 menor que o teórico oxidação do oxalato pelo ar. padrão.Tartarato de pótassio e antimônio(III) APLICAÇÕES Titulações devem ser realizadas em meio ácido ou neutro. principalmente. relativamente concentrada de KI. .2) DICROMATO DE POTÁSSIO E r=1.+ 2e = 3I. . alcalina: I2 + OH. I2 + I. Para evitar: . Ce : 50rC em HCl contendo monocloreto de iodo como catalisador.k= 7.68x 102 Então.= I3.Decompões-se em altas concentrações de I2 adicionar o amido próximo ao ponto final.536V Er. a ação das bactérias.amilose Suspensão de amido decompõe-se em poucos dias devido. K2 Cr2O7 Grau reagente é suficientemente puro para preparação direta da sol. fria de oxalato. Em sol. menor que ErMnO4.Não reage com Cl-. é aquecida (60rC) e titula-se até a cor rosa persistente por 30s. . .= IO. Er= 0. Deve-se preparar e estocar o indicador sob condições estéreis e adicionar Hg(II) (iodeto) ou clorofórmio.33V Cr2 O72.).3) IODO I2 + 2e = 2I.Extração do iodo em tetracloreto de carbono violeta.536V Baixo Só reage com redutores fortes seletividade. a sol. do sistema é pouco afetado pela formação de I3 .Tiossulfato de bário monohidratado ( primário).Er=0. Depois que o MnO4.+ H+ 3IO. I2(s) + II3Espécie predominante Solução não é estável pois.que contém o analito for incolor ). sal de Oesper. Ácido difenilamina sulfônico Indicador III.Pode ser aquecida barato . PADRONIZAÇÃO .Oxidação do iodeto pelo ar 4I. .I2 ataca lentamente a matéria orgânica ( não usar tampa de borracha.= IO3.Er. tem-se o seguinte sistema: I3.+ I.Amido + I2 Azul (devido a F. Outros padrões primários: Ferrocianato de potássio. fio de ferro.+ O2(g) + 4H+ = 2I2 + 2H2O PONTOS FINAIS . -6 Pode . .Tiossulfato anidro de sódio ( primário ). +4 Útil para aumentar a PREPARAÇÃO E PROPRIEDADES Solubilidade do I2 em H2 O é baixa dissolve-se o elemento em uma sol. .A cor do I3 ( amarelo-marrom) pode ser distinguida em uma solulção 5x 10 M servir como indicador ( se a sol.for totalmente consumido (incolor).Volatilidade.Adicionar 90 a 95% do KMnO4 requerido a uma sol. .+ 14H+ + 6e = 2 Cr+3 + 7H2 O Verde -Estáveis (sols. no entanto.5355V Mas.Er=0.

pois a cor intensa do produto não permite a visualiza ção do ponto final. Em pH muito alcalino: I2 + OH. Sol.2) IODETO / S 2 O322I.+ H+ = HSO3.Substância: As Sb Sn As.ascórbio S2 O32III) AGENTES REDUTORES A maioria reage com O2 atmosférico III. ela tende a se decompor: S2 O32.= I2 + 2e Titulação indireta.5M ) .FeC2H4(NH3)2 (SO4)2 .1) Fe(II) Preparadas a partir de: Semi-reação: H 3AsO3 + H2O = H3AsO4 + 2H+ + 2e H 3SbO3 + H2O = H3SbO4 + 2H+ + 2e +2 +4 Sn = Sn + 2e + C 6 H8O6 = C6 H6O6 + 2H + 2e 222S2O3 = S4 O6 + 2e Anotações e Observações: raramente usadas para titulações diretas.( não reativo ) 68 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.mantendose a sol.Adiciona-se excesso de Fe+2 . III.O I2 produzido é titulado com Na2 S2O3 ( um dos poucos agentes redutores estáveis à oxidação do ar ) 2S2O32.é oxidado pelo ar a SO42. 4H2 O ( sulfato de etileno diamina ) Oxidação do Fe+2 pelo ar é inibida na presença se ácidos ( H2SO4 }0.Imediatamente antes ou depois da titulação. 6H2O . .Adiciona-se excesso de KI .= S4O62. usar bactericida . de Iinstáveis oxidação do ar pelo reagente .consome ½ mol ) HSO3. *Evitar Usar condições estéreis.+ S(s) Variáveis que afetam esta reação: .Presença de Cu+2 .+ H+ IO.Fe(NH4)2(SO4 )2 .+ I.= IO.+ 2e 2I.consome 1 mol de I2 ( S2O32.+ tissulfato sulfato ESTABILIDADE DAS SOLS DE TIOSSULFATO Embora resistente à oxidação do ar.+ S4O62I2 + 2S2O32pH neutro ou levemente ácido Se o pH for muito ácido deve-se prevenir a oxidação do ar pelo excesso de I.com . em atmosfera inerte.Titula-se imediatamente o excesso com dicromato ou Ce+4 .Luz do sol. pH = 9 a 10 ( ação das bactérias é minimizada ) A decomposição pode fazer a concentração µ¶ AUMENTAR µ¶ ou µ¶ DIMINUIR ¶¶ 1 mol HSO3. deve-se padronizar a sol. de Fe+2.Presença de microorganismos* .pH .

Acidifica-se . Reagente decompõe-se padronizar diariamente.Substâncias que reagem com um dos componentes do reagente para produzir H2O Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.2) REAGENTE DE KARL FISCHER Dióxido de enxofre é oxidado pelo iodo na presença de água Reagente de Karl Fischer:SO2.com 69 .Métodos eletrométricos.Quando toda a água for consumida aparece o 1r excesso de piridina / I2 (amarelo marrom ) .Adiciona-se excesso de KI: 2I. SO3 + CH3OH C 5H5N(H)SO4 CH3 Na etapa (I) ocorre oxidação do SO2 a SO3 pelo I2 . SO3 II) C5H5N .O I2 é titulado com S2O3 21 mol IO3 . piridina e metanol I) C5H5N .PADRONIZAÇÃO DO TIOSSULFATO KIO3 padrão primário . SO2 + C5H5N + H2O 2C 5H5 N .Excesso medido de KBrO3 e adicionado à solução contendo a amostra de KBr .Deixa-se reagir em frasco fechado .O iodo é titulado com S2O32APLICAÇÃO: Compostos orgânicos com = Br2 reage por substituição ou adição: Substituição: Anotações e Observações: OH Br + 3 Br 2 Adição: Br + 3 HBr Br H H H C C H + Br 2 H H H C C H Br B r IV. IV) OXIDANTES ESPECIAIS IV.| 3 moles I2 | 6 moles e | 6 moles S2O32Outros padrões primários: . previne o consumo de água pelo complexo piridina / SO3 C5H5N .Bromato de potássio.44V Excesso de BrO3-: 3Br2 + 3H2O BrO3.+ 3H2O Er= 1. A etapa (II).+ 5Br.+ 6H+ = 3I2 + 2H2O . que ocorre na presença de um excesso de metanol.+ Br2 I2 + Br. I2. Ponto final: .Dicromato . assim a estequiometria é dada pelo I2.+ 6H+ Sol. HI + C 5H5N .Pesa-se o KIO3 e dissolve em H2 O em presença de KI . Cuidados devem ser tomados para não contaminar o reagente com a umidade do ar. I + C5H5N(H)SO4CH3 1 mol I2 | 1 mol SO2 | 3 moles piridina | 1 mol H2O Na prática: excesso de piridina e SO2 . I2 + C5H5N .1) KBrO3 como fonte de Br2 Br2 + 6H+ + 6e = Br. com consumo de H2O. Interferentes: .| 3 moles Br2 | 6 moles e .+ 5I. SO3 + H2O C 5H5NHSO4H Reação global: SO2 + I2 + 3C5 H5N + CH3OH + H2O 2C5H5N .Acidifica-se: IO3. de Br2 é instável processo indireto elimina este problema 1 mol BrO3.

70 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.EX.: óxidos metálicos MO + 2HI = MI2 + H2O Agentes oxidantes e redutores R OC H3 CH OC H3 + H 2O Reoxidam o I.com .produzido ou reduzem o I2 do reagente.: Compostos carbonílicos Anotações e Observações: RCHO + 2 CH 3OH EX.

grupo dos sulfetos alcalinos (Co +2 .grupo dos carbonatos insolúveis (Ba +2 .13 .ESQUEMA DE SEPARAÇÃO DE CÁTIONS Anotações e Observações: HCl diluído H2S/H + GRUPO 1 .grupo dos sulfetos ácidos (Bi +3 . Al+3 Cr+3 Mn+2) (NH4)2CO3/NH4Cl GRUPO 3 B . Sr+2 Ca+2) GRUPO 5 . Pb++ Hg2++) NH4OH/ NH Cl GRUPO 2 .Grupo dos cloretos insolúveis (Ag + . Ni +2 Zn+2 Mn+2) GRUPO 4 .grupo dos hidróxidos insolúveis (Fe +3 .com 71 . Pb++ Hg++ Cu+2 Cd+2 As+3 Sb+3 Sn+2) H2S/NH4OH GRUPO 3 A .grupo dos cátions solúveis (K+ Na+ Mg+2 NH4+) Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

de modo a transmitir o mínimo de vibrações possível. Mesmo assim.com. Nunca tocar os frascos diretamente com os dedos ao colocá-los ou retirá-los da câmara de pesagem. A temperatura do frasco de pesagem e seu conteúdo devem estar à mesma temperatura que a do ambiente da câmara de pesagem. O frasco de pesagem Usar sempre o menor frasco de pesagem possível.: ar condicionado. o simples emprego de circuitos elet ônicos não r elimina as interações do sistema com o ambiente. Destes.1 g a 0. Manter a umidade entre 45% e 60% (deve ser monitorada sempre que possível). Os principais itens a serem considerados para o seu correto posicionamento são: y y y y y y y Características da sala de pesagem Ter apenas uma entrada. O uso de lâmpadas fluorescentes é menos crítico.A BALANÇA ANALÍTICA (www. As informações contidas neste texto visam indicar os pontos mais importantes a serem considerados nas operações de pesagem. Cuidados Operacionais y y y y y y y y y Cuidados básicos Verificar sempre o nivelamento da balança. As condições da bancada Ficar firmemente apoiada no solo ou fixada na parede. As balanças analíticas modernas.Anotações e Observações: 14 . geralmente nos cantos da sala. Colocar as luminárias distantes da bancada. Instituto de Química) A balança analítica é um dos instrumentos de medida mais usados no laboratório e dela dependem basicamente todos os resultados analíticos.br) Material preparado por: João Carlos de Andrade (UNICAMP. Deixar sempre a balança no modo stand by. O prato de pesagem Colocar o frasco de pesagem sempre no centro do prato de pesagem. quando a umidade estiver abaixo de 30-40%. Ter o mínimo de janelas possível.1 mg. evitando a necessidade de novo tempo de aquecimento (warm up). Ser pouco susceptível a choques e vibrações.chemkey. Pode-se usar uma bancada de laboratório bem estável ou uma bancada de pedra. Deixar sempre a balança conectada à tomada e ligada para manter o equilíbrio térmico dos circuitos eletrônicos.com . As condições ambientais Manter a temperatura da sala constante. pois não podem ser suprimidos. que podem cobrir faixas de precisão de leitura da ordem de 0. Não usar frascos plásticos. não podendo ceder ou vergar durante a operação de pesagem. para evitar distúrbios devido à radiação térmica. Ser antimagnética (não usar metais ou aço) e protegida das cargas eletrostáticas (não usar plásticos ou vidros). Ficar localizada nas posições mais rígidas da construção. para evitar a luz direta do sol e correntes de ar. Ser rígida. Instituto de Química) Rogério Custodio (UNICAMP. os efeitos físicos são os mais importantes.) ou perto da porta. computadores. y y y y y 72 @ Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. etc. Localização da Balança A precisão e a confiabilidade das pesagens estão diretamente relacionadas com a localização da balança analítica. Não permitir a incidência de luz solar direta. Evitar pesar perto de equipamentos que usam ventiladores (ex. já estão bastante aperfeiçoadas a ponto de dispensarem o uso de salas especiais para a pesagem. Não pesar próximo a irradiadores de calor.

As mais comuns são: Temperatura Efeito Observado: O mostrador varia constantemente em uma direção. ou refrigeradores. Os erros de pesagem acontecem por forças de atração eletrostáticas que atuam entre a amostra e o ambiente. Medidas corretivas: y Usar frascos de pesagem limpos e secos e manter o prato de pesagem sempre livre de poeira.com 73 . y Não tocar a câmara de pesagem com as mãos. especialmente os pós e grânulos. y Procurar sempre manusear os frascos de pesagens ou as amostras com pinças. muflas. Este efeito só desaparece quando o equilíbrio térmico for estabelecido. Eletrostática Efeito Observado: O mostrador da balança fica instável e indica massas diferentes a cada pesagem da mesma amostra. A reprodutibilidade dos resultados fica comprometida. e que varia com a temperatura. Manutenção Manter sempre a câmara de pesagem e o prato de pesagem limpos. se for preciso. é encoberto pela flutuação dinâmica. continua e lentamente. Além disso. Se o ar estiver seco (umidade relativa menor que 40%) estas cargas eletrostáticas ficam retidas ou são dispersadas lentamente. y Deixar sempre a amostra atingir a temperatura do laboratório ou da câmara de pesagem. o filme de umidade que cobre qualquer amostra. Se não for possível. y Usar tampas ou rolhas nos frascos de pesagem. Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. após qualquer nivelamento e após grandes variações de temperatura ou de pressão atmosférica. Motivo: Ganho de massa devido a uma amostra higroscópica (ganho de umidade atmosférica) ou perda de massa por evaporação de água ou de substâncias voláteis. y Usar frascos de pesagem com gargalo estreito. A leitura Verificar se o mostrador indica exatamente zero ao iniciar a operação. Calibração Calibrar a balança regularmente. Usar somente frascos de pesagem limpos e secos. Se a amostra e o ambiente estiverem sob o efeito de cargas elétricas de mesmo sinal [+ ou -] ocorrem repulsões. enquanto que sob o efeito de cargas opostas [+ e -]. Motivo: A existência de uma diferença de temperatura entre a amostra e o ambiente da câmara de pesagem provoca correntes de ar. Tare a balança. observam-se atrações. Estas correntes de ar geram forças sobre o prato de pesagem fazendo a amostra parecer mais leve (chamada flutuação dinâmica). Ler o resultado da operação tão logo o detetor automático de estabilidade desapareça do mostrador.y Remover o frasco de pesagem do prato de pesagem tão logo termine a operação de pesagem. se tiver sido mudada de local. usar uma tira de papel. Estas cargas formamse por fricção ou durante o transporte dos materiais. y Usar frascos de pesagem com a menor área possível. Isto faz com que um objeto frio pareça mais pesado ou um objeto mais quente mais leve. Anotações e Observações: y y y y y As Influências Físicas na Pesagem Quando o mostrador da balança ficar instável. Medidas corretivas: y Nunca pesar amostras retiradas diretamente de estufas. principalmente se ela estiver sendo o perada pela primeira vez. Variação de massa Efeito Observado: O mostrador indica leituras que aumentam ou diminuem. contaminantes ou gotas de líquidos. seja por variação contínua da leitura para mais ou para menos ou simplesmente se a leitura estiver errada« ATENÇÃO: Você estará observando influências físicas indesejáveis sobre a operação. Motivo: O seu frasco de pesagem está carregado eletrostaticamente.

separar a amostra do prato usando um suporte não-magnético (ex. menor a atração gravitacional. antes da pesagem . a força atuando sobre uma massa é maior nos pólos que no equador. etc. devem sempre ser corrigidas com relação ao empuxo. Medidas corretivas: y Pesagens diferenciais ou comparativas ou de muita precisão. Motivo: Este fenômeno é explicado pelo princípio de Arquimedes. As pesagens dependem também da altitude em relação ao nível do mar (mais exatamente. Quando materiais muito densos (ex. em relação ao centro da Terra).: Hg) ou pouco densos (ex. y Usar o gancho superior do prato da balança. Magnetismo Efeito Observado: Baixa reprodutibilidade. Quanto mais alto. criando forças que levam a uma medida errônea.370 km) h = altura do local onde se fez a medida (m) mc = massa medida a uma altura (h). segundo o qual "um corpo experimenta uma perda de peso igual ao peso da massa do meio por este deslocado". efetuadas em dias diferentes. levando-se em conta a temperatura. Medidas corretivas: y Se possível. desmagnetize as amostras ferromagnéticas. efetuadas em diferentes latitudes ou altitudes (ex.: no térreo e em outros andares de mesmo prédio) devem ser corrigidas. y Conectar a balança a um "terra" eficiente. que decresce com o quadrado da distância. 74 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Desta forma. Quanto mais próximo do equador maior a força centrífuga devido à rotação da Terra. Os trabalhos comuns de laboratório geralmente dispensam estas medidas. em relação ao nível do solo Empuxo Efeito Observado: O resultado de uma pesagem feita em ar não é o mesmo que no vácuo. correções devem ser feitas. Medidas corretivas: y Pesagens diferenciais ou comparativas ou de precisão. colocando o frasco de pesagem em um recipiente de metal.com . mh = (rt}2 x mc (rt + h)2 ms = massa medida ao nível do solo rt = raio da Terra (~ 6.) pode estar ocorrendo atração mútua com o prato da balança.: ferro. Gravitação Efeito Observado: As pesagens variam de acordo com a latitude. níquel.Anotações e Observações: Medidas corretivas: y Aumentar a umidade atmosférica com o uso de um umidificador ou por ajustes apropriados no sistema de ar condicionado (umidade relativa ideal: 45-60%). se existir. a pressão e a umidade atmosféricas. em favor da precisão. Motivo: Se o material for magnético (ex. y Descarregar as forças eletrostáticas. y Como as forças magnéticas diminuem com a distância. O resultado da pesagem de uma amostra metálica depende da sua posição sobre o prato da balança. aço.: água) são pesados. que se contrapõe à força gravitacional.: um béquer invertido ou um suporte de alumínio).

com 75 .Anotações e Observações: Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

com .Anotações e Observações: 76 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

H2O e HCl) foram passados através de uma solução de NaHCO3. Peso atômico do Ba ± 137.6407g de uma amostra contendo cloreto e iodeto forneceram um precipitado com prata de 0. Após completo esse tratamento. o cloreto em solução produziu 0.4430g. Pesos atômicos: Ag-107.3181g. a)Qual a carga na superfície da partícula coloidal? b)Qual a fonte dessa carga? c)Quais os íons que fazem a camada de íons contrários? 06)O que é precipitação em solução homogênea? Qual a sua vantagem? 07)0.2466g.3 08)0. Os produtos (CO2. Após acidificação.1799g de uma amostra de um composto orgânico foi queimada em fluxo de O2 e o CO2 produzido foi coletado numa solução de hidróxido de bário.5613g de BaCO3 foi formado. b)O peso de cloreto de chumbo que não precipitou por adição de ácido clorídrico a frio.é precipitado como AgSCN pela adição de AgNO3.7161g de AgCl. O íon SCN.453 05)Uma solução aquosa contém NaNO3 e KSCN. O tratamento da solução resultante com ácido clorídrico a frio forneceu um precipitado de AgCl e PbCl2 pesando 0.2067g de cloreto de prata permaneceram na forma sólida. Quando esse precipitado misto foi tratado com água quente para dissolver todo o cloreto de chumbo.19 Cl-35. Calcule a percentagem de Lindano e DDT na amostra.Química Analítica 1 Lista de Exercícios 01) Explique a diferença entre precisão e exatidão 02) Cite três formas de verificar a presença de erros sistemáticos de método 03) O que são erros indeterminados? 04)Uma amostra de liga pesando 0. o precipitado pesou 0. Este precipitado foi então fortemente aquecido em um fluxo com Cl para 2 converter o AgI em AgCl. Após a adição de um excesso de reagente. Calcule: a)O percentual de prata na amostra.870 Pb-207. 0. Calcule o percentual de cloreto e iodeto na amostra. 09)0. a Anotações e Observações: Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.2000g e contendo somente Ag e Pb foi dissolvida em ácido nítrico. Calcule o percentual de carbono na amostra se 0.com 77 .2795g de uma amostra de inseticida contendo apenas Lindano (CH6Cl6) e DDT 6 (C14 H9Cl5) foi queimada numa corrente de oxigênio em um tubo de quartzo.

Anotações e Observações: 78 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com .

A solução foi levada à ebulição para remover o CO2 e o excesso de HClO4 foi retrotitulado com 8. Calcule o peso.70 ml de NaOH. 2) Exatos 40. em mg.Química Analítica 2 Lista de Exercícios 1) A concentração de CO numa amostra gasosa foi obtida passando-se 20. Calcule a molaridade do HClO4 e do NaOH.3 l de gás sobre pentóxido de iodo aquecido a 150o C.) + 2I-(aq) O excesso de Na2 S2 O3 foi retrotitulado com 2.25 ml de Na2 S2O3 0.00947M. Calcule a molaridade da base. 3) Uma solução de Ba(OH)2 foi padronizada contra 0.1016 g do padrão primário ácido benzóico.4793 g do padrão primário Na2CO3 .01101M.) + 2S2O3-.16 ml de I2 0.42 ml de base. de CO (PM=28. Em um experimento separado 25 ml de NaOH neutralizaram 27.12).0 ml de uma solução de HClO4 foram adicionados a uma solução contendo 0.19 Kg/L. O ponto final foi observado após a adição de 44. C6H5 COOH (PM=122.(aq. A reação é: I) I2O5 (s) + 5CO (g) p 5CO2 (g) + I2 (g) O iodo destilado nesta temperatura foi coletado em um absorvente contendo 8. a Anotações e Observações: Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. II) I2 (aq.43 ml de HCO4. 4) Calcule a concentração molar de uma solução a 25%pp de H2 SO4 com d= 1.com 79 .01) por litro de solução.(aq.) p S4O6 -.

Anotações e Observações: 80 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com .

00x10-2 M Pb(NO3)2 Kps(PbI2)=7.99 05)A uma solução contendo Cl. -8 K(HClO)=3.6x1013 +2 Calcule a concentração de Hg em cada uma das seguintes soluções (usando concentrações molares): a-)0.05x10-12 06)O Kps do Ag2 CO3 é 8.56x10-10 KPs(Ag2 CrO4)=4.= HgCl2 Kf=1.80 0.05 0. Explique sua resposta.10 0. A concentração de íons cromato em solução é 0.06M.0ml de NaCl 0. calcule a concentração do íon hidrônio numa solução 0.010M moles de HgCl2 em 1. se a aproximação de usar concentrações molares pode trazer e rros consideráveis aos resultados dos casos (a) e (b).e CrO4 = adiciona-se gota a gota uma solução de AgNO3 . Ka=5.00x10 03)Usando atividades. Kps(AgCl)=1.10M.1x10 e do AgCl é 1.899 0.86 0.Química Analítica 3 Lista de Exercícios a Anotações e Observações: 01)Calcule a solubilidade do Ba(IO3)2 numa solução resultante da mistura de 200ml de Ba(NO3)2 0.57x10-9 02)Calcule a concentração do íon hidrônio numa solução de hipoclorito de sódio 0.120M de HNO2 que é também 0. Calcular a concentração mínima de Clna solução que começará a precipitar o Ag2CrO4.050M em NaCl.00 l de água b-)misturando-se 50.0ml de Hg(NO3)2 0.56x10 . Kps(Ba(IO3 )2)=1.01M com 100ml de NaIO3 0.1M.1x10-4 m f(H 3O ) f(NO 2 ) 0.: Hg+2 + Cl. Por que é errado concluir que o Ag2CO3 é menos solúvel que o AgCl porque seu Kps é menor ? 07)Hg+2 forma um complexo solúvel com Cl.00x10-2 M KI (c -)2.com 81 .01M com 50.01 0. E ainda responda.83 0.914 0.1x10-9 PM(PbI2) = 460. -12 -10 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.010M.76 04)Calcule o peso em gramas de PbI2 que se dissolve em 100ml de (a-)água (b-)2.04M e NaNO3 0.

Anotações e Observações: 82 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com .

4x104 AgS2O3.180g de Mg(OH)2 a 45 ml de (a)HCl 0. Kps(Mg(OH) 2)=1.6x108 = Ag(S2O3)23K2 =4. Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.0204M (b)HCl 0.0x10-50 5-)Calcular a solubilidade molar do Ag2CO3 numa solução cuja concentração de H3 O+ é igual a 1x10-6 M.com 83 .7x10-11 .45x10-7 Ka2(H2CO3)=4. Dados: Ag2 S(s) = 2Ag+ + S= = S + H2O = HS + OHHS + H2O = H2S + OH + 2H2O = H3O + OH -8 -15 Ka1(H2S)=5.9 3-)Calcule a concentração de equilíbrio de cada íon numa solução resultante da adição de 0.01M e KI 0.1x10-12 Ka1(H2 CO3)=4. 4-)Calcular a solubilidade do Ag2 S em água pura. Kps(Fe(OH3))=4x10-48 .01M. Kps(Ag2CO3 )=8. Dados: AgI(s) = Ag + + IKps=8.204M.3x10-17 AgI(s) = AgI(aq) Kd=6.7x10 Ka2(H2S)=1.+ S2O3 = = Ag(S2O3)35K3 =4.2x10 a Anotações e Observações: Kps=6.7x10-11 . 2-)Calcular a solubilidade do AgI numa solução contendo tiossulfato de sódio (Na2 S2O3) 0.0x1O-9 Ag+ + S2O3= = AgS2 O3K1 =6.+ S2O3= Ag(S2 O3)23.Química Analítica 4 Lista de Exercícios 1-)Calcular a solubilidade do Fe(OH)3 em água.

com .Anotações e Observações: 84 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

22 ml de HCl 0.00 ml da solução da amostra foi titulada pelo método de Volhard.) iniciais. Kps(AgSCN)=1.0 ml em balão volumétrico. Uma alíquota de 25. A quantidade de água na amostra foi determi ada por diferença. Uma amostra de 6.00 ml de AgNO3 0. 6-)Na titulação de 25. no ponto de equivalência e após a adição de 51.Química Analítica 5 Lista de Exercícios 1-)Uma amostra sólida contém apenas NaCl.63 ml de KSCN na titulação de retorno.1117M foram adicionados e gastou-se 4.1x10-12 .00 ml de AgNO 3 0. Qual a composição n percentual da amostra original? 2-)Descreva o método de Mohr e Volhard.700g desse sólido foi dissolvida em água destilada e diluída para 250. calcule as concentrações do cátion e do ânion (Ag+ e SCN. Quando uma outra alíquota de 25. 35.com 85 .0 ml de NH4 SCN. a Anotações e Observações: Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.00 ml da solução consumiu 22.497M para atingir o ponto final da titulação usando fenolftaleína como indicador.0250M.0500M com NH4SCN 0. após a adição de 30. 3-)Como funcionam os indicadores de adsorção? 4-)Por que a determinação de íons cloreto pelo método de Volhard requer mais etapas que a determinação de brometos pelo mesmo método? 5-)No método de Mohr indique 2 formas de eliminar o erro de titulação causado pelo consumo de prata pelo indicador.0 ml de NH4 SCN. NaOH e água. escrevendo as equações químicas para as reações principais e dos indicadores.

com .Anotações e Observações: 86 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

160 M.50 ? Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.77x10-4 3-)Calcule a variação de pH que ocorre em cada uma das soluções abaixo como resultado de uma diluição 1:10 em H2O (a)0.050M NH4Cl.0 ml com água destilada.050 M foi titulada com HCl 0.00 ml de uma solução de formiato de sódio 0.00 ml de ácido fórmico 0.050 M NaOH (b)0. A reação é CN a Anotações e Observações: + H3O + = HCN + H 2O Calcule o pH após a adição de (a)0.00 M para produzir um tampão de pH=3.050 M NH 3 + 0.00 (b)10.2M.com 87 .0 ml das soluções do problema anterior. (b)misturado com 25.200M é (a)diluído para 45.Química Analítica 6 Lista de Exercícios 1-)Uma alíquota de 50. Ka(ácido fórmico)=1. 4-)Calcule a variação de pH que ocorre quando 1. Ka(HCN)=2.76x10-5) (c)0.00 ml de NaOH 0.00 e (d)26.00 mmol de um ácido forte é adicionado a 100. (c)misturado com 25.00 ml de NaCN 0. 5-)Qual o peso de formiato de sódio que deve ser adicionado a 400 ml de ácido fórmico 1.1x10-9 2-)Calcule o pH de uma solução que resulta quando 20.00 ml do ácido.050 M NH 3 (Kb=1.100 M.00 (c)25.

Anotações e Observações: 88 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com .

85 02-)Calcule o pCo após a adição de 0.040 M com EDTA 0.050 M numa solução mantida a pH=9. 20.00 e 30.00 e 25.040 M.8 K3=10 K4 =6.3x108 E4 (pH=11.9 K2=39.Química Analítica 7 Lista de Exercícios 01-)Calcule o pSr após a adição de 0.00.0)=0.00 ml de Co 0. Dados:K(SrY )=4.00.010 M com EDTA 0.0 com NH3/NH4. tamponada a pH 11.3 K5=1.0)=0.0.00.00.00 ml de Sr 0.com 89 .25 Constante de formação para o CoY2-= 2.0x1016 e E4(pH=9.00 ml de EDTA para a titulação de 25. Assuma que a concentração de NH3 é constante e igual a 0.10 ml de EDTA para a titulação de 50. a Anotações e Observações: Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.020 M. Dados: Constantes de formação dos complexos do cobalto com a amônia: K1 =125.052 03-)Como funcionam os indicadores metalocrômicos? 04-)Descreva 3 métodos para realizar titulações com o EDTA. 10. 25.6 K6=0. 10.

com .Anotações e Observações: 90 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

09)Escreva sobre as reduções com iodeto.10 ml do reagente.+ 8H+ + 5e = Mn+2 + 4H2O E 0 =1.00.+ 5HNO2 + H+ = 2Mn+2 + 5NO3 . 07)Por que a espécie predominante em soluções de iodo é o íon triiodeto? 08)Escreva sobre a estabilidade das soluções de iodo. 11)Descreva a padronização da solução de tiossulfato com KIO3 . a Anotações e Observações: Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. 50.+ 3H2O Dados: MnO4.00 e 50. 2MnO4. 04)Fale sobre as vantagens e desvantagens do KMnO4 sobre o Ce+4 como agente oxidante.51V = HNO2 + H2O E 0 =0.154V +3 +2 0 V + e = V E =-0. Dados: Sn+4 + 2e = Sn+2 E0 =0. Explique.94V NO3.100 M com Sn+4 0. Quando necessário assuma que a concentração de H+ é igual a 0. 10)A decomposição de uma solução de tiossulfato pode fazer com que sua concentração aumente ou diminua.050 M. 05)Cite os cuidados que se deve ter na preparação de uma solução padrão de KMnO4.com 91 . 06)Cite uma maneira de realizar a padronização do KMnO4 com oxalato de sódio de forma a minimizar erros.1 M.Química Analítica 8 Lista de Exercícios 01)Calcule o potencial eletródico do sistema no ponto de equivalência para a seguinte reação.256V 03)Para que servem os agentes auxiliares de óxido-redução? Dê exemplos e indique como eles são utilizados de forma a não consumir solução padrão numa posterior titulação.00ml de V+2 0. calcule os potenciais após a adição de 10.+ 3H+ + 2e 02)Para a titulação de 50.

com .Anotações e Observações: 92 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

com 93 .Anotações e Observações: Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

Anotações e Observações: 94 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com .

depositado em 4 decorrência da evaporação de águas de grande salinidade no passado geológico. lavado com água quente. 9.8% de SO3.3 . recolhendo o filtrado em balão volumétrico de 250 ml. 4. Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Cloretos e nitratos. 3.2H2O). A solubilidade do sulfato de bário em água é muito baixa cerca de 0. Dependendo da natureza dos sais coprecipitados o resultado poderá ser mais elevado ou mais baixo. Tomar uma alíquota de 100 ml. Ba+2 + SO42. Pesar cerca de 0. Lavar a cápsula e o papel de filtro várias vezes com água quente.2% de CaO e 58. A água presente na solução é ocluída e adsorvida pelo precipitado sulfato de bário. O sulfato de bário é um precipitado sujeito a impurezas em virtude do efe de ito coprecipitação. Retirar da estufa e umedecer o resíduo com 20 ml de HCl 1+5. A presença de uma pequena quantidade de HCl na solução evita a formação de sais de bário de ânions como cromatos. porém ela é menor em presença de um excesso de íons de bário.9% de H2O. Aquecer a 105 s 5o C durante duas horas. BaSO4 + 4C p BaS + 4CO A redução poderá ser evitada fazendo-se uma carbonização do papel lentamente e a temperaturas baixas em corrente de ar.4 mg/100ml na temperatura ambiente. Deixar em repouso por uma noite Filtrar por papel de filtração lenta. Anotações e Observações: Gesso A Gispita é um sulfato de cálcio hidratado natural (CaSO . O erro ocasionado pe cloreto. cromo e ferro III. entretanto é facilmente reduzido a sulfeto pelo carbono do papel de filtro em temperaturas superiores a 600o C.Prática ± Análise Gravimétrica Determinação do Teor de Sulfato em Gesso Introdução O método baseia-se na precipitação do sulfato de bário insolúvel. 7.5 da amostra seca1 em cápsula de porcelana. 8. lítio. juntar 50 ml de HCl 1+5 e levar à secura em banho Maria. tendo o cuidado de não colocar grande quantidade de água no funil.1/2H2O) Pode ocorrer ainda na natureza o sulfato de cálcio anidro (CaSO4) conhecido como anidrita contendo cerca de 41. potássio.0% de SO3 e 20. Desprezar o resíduo. Aquecer até ebulição e lentamente adicionar 10 ml de BaCl2 (10%) agitando continuamente. Estes interferentes deverão ser previamente removidos.com 95 . 46. Os ácidos minerais aumentam essa solubilidade por causa da formação do íon HSO4 -. ocorre a coprecipitação de seus sulfatos levando a erros sistemáticos negativos nos resultados. carbonatos e fosfatos que são insolúveis em soluções neutras. enquanto que o nitrato deverá ser eliminado previamente. Contém cerca de 32.p BaSO4 o O precipitado é filtrado.0. 6.5% de CaO. 2. Passar várias vezes o bastão de vidro com ponta de borracha nas paredes e no fundo do béquer para transferir quantitativamente todo o precipitado. Quando aquecido a aproximadamente 230 o C perder a água de cristalização transformando-se em gesso (CaSO4. para evitar que o precipitado formado ultrapasse o papel de filtro. calcinado a cerca de 850 C e pesado. O sulfato de bário quando puro não se decompõe ao ser aquecido ao ar seco até cerca de 1400o C. A precipitação deve ser efetuada na temperatura de ebulição para diminuir a supersaturação. Procedimento Experimental 1. pela adição lenta de uma solução diluída de cloreto de bário a uma solução quente e acidulada com HCl. cálcio. que contenha o sulfato. poderá lo ser evitado adicionando-se lentamente e com agitação constante a solução de cloreto de bário. além disso o precipitado de sulfato assim obtido é formado por cristais grandes e facilmente filtráveis. se presentes. para desidratar a sílica. coprecipitam sob a forma de seus sais elevando consideravelmente os resultados. Em presença de certos cátions como sódio. Lavar até eliminar cloretos (coletar um pouco de água de lavagem em um 5. alumínio. Deixar o conteúdo do balão esfriar e completar o volume com água destilada. porém durante a calcinação ela é eliminada. É um mineral pouco solúvel em água dissolvendo -se totalmente em HCl. Aquecer para dissolver os sais formados e filtrar em papel de filtração lenta. Lavar o béquer e o papel de filtro várias vezes com água quente. transferir para um béquer de 400 ml e adicionar água destilada até 200 ml.

Esfriar em dessecador e pesar. Análise Inorgânica Quantitativa... R. 10. E. 391. os cloretos foram eliminados).-Tratado de Química Analítica Quantitativa. Transferir o papel de filtro com o precipitado para cadinho de porcelana previamente tarado.. Se não houver 3 turvação. carbonizar lentamente o papel e calcinar em mufla a cerca de 900o C.H. Calcular o teor de sulfato presente na amostra como SO3. JEFFREY. 3. pág. Bibliografia 1.B. G. pág. DENNEY. [1]A amostra deve ser previamente seca em estufa a 230 s100C até peso constante Anotações e Observações: 96 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.. MENDHAM. J. 1991 2. VOGEL ± BASSET. I. 4a edição.tubo de ensaio e adicionar algumas gotas de solução de AgNO .C. Norma ABNT MB ±3471 ± Gesso para Construção ± Determinação da água livre e de cristalização e teores de óxido de cálcio e anidrido sulfúrico ± Método de Ensaio. KOLTHOFF. 371. 11. J. SANDELL.com .M. 4a edição.

A adição do tiocianato de prata do tiocianato produz inicialmente um precipitado pouco solúvel de tiocianato de prata: Ag+ + SCN p AgSCN Quando esta reação se completa. Para determinação do teor de cloreto em solução pode-se usar ou o método de Mohr ou o método de Volhard. Na presença de sais de amônio o pH não deve passar de 7. com uma solução de nitrato de prata.com 97 . Adiciona-se um excesso de solução padronizada de nitrato de prata e por titulação de retorno com solução padronizada de tiocianato determina -se o valor deste excesso. evita-se o perigo de variação do pH. o que dificulta a visualização do aparecimento do cromato de prata no ponto final da titulação.SOLUÇÃO DE NaCl 0. a concentração de íon cromato é reduzida e o produto de solubilidade do cromato de prata não é alcançado.1N Dissolver 5.1. Fe+3 p (FeSCN)+2 Este método pode ser aplicado à determinação de cloretos.0 s 0. A titulação deve ocorrer em solução neutra ou levemente alcalina (pH de 6. Usando-se uma mistura de cromato e dicromato de potássio em proporções tais que formem uma solução neutra. o excesso de tiocianato produz uma coloração marrom-avermelhada devido à formação do íon complexo.2 por causa do efeito dos sais de amônio sobre a solubilidade dos sais de prata.Determinação de Cloreto em Água 2. o indicador misto produz um efeito tampão ajustando o pH em 7. pode -se filtrar o cloreto de prata antes da titulação em excesso..é um ácido fraco. adiciona -se um pouco de solução de cromato de potássio (K2CrO4) para servir como indicador. Deve ser usada uma solução diluída de cromato de potássio para evitar que a solução que está sendo titulada adquira uma coloração alaranjada muito escura.1. Este volume é então subtraído do volume de nitrato de prata utilizado na titulação da amostra. Em solução fortemente alcalina pode ocorrer a precipitação do hidróxido de prata. MÉTODO DE MOHR Pode ser utilizado para a determinação de cloretos e brometos. medida do volume de nitrato de prata necessário para dar uma coloração perceptível quando adicionado à água destilada que contenha a mesma quantidade de indicador que foi utilizada na titulação. Para neutralizar uma solução ácida pode ser adicionado um excesso de carbonato de cálcio. Para evitar que esta reação ocorra.Procedimento Experimental 2. ele precipita primeiro que o cromato de prata.Prática ± Volumetria Titulações de Precipitação 1.5 a 9. A titulação deve ser efetuada na temperatura ambiente porque o cromato de prata torna-se solúvel com o aumento da temperatura. deve-se ferver a suspensão por alguns minutos para coagular o precipitado e remover a maior parte dos íons Ag+ adsorvidos. 2. Para calcular o cloreto devem ser levados em consideração os seguintes equilíbrios durante a titulação do excesso de íons prata: Ag+ + Cl= AgCl Ag+ + SCN= AgSCN Essa reação ocorrerá antes que haja a reação com íons Fe+3 presentes na solução e haverá então um erro na titulação. Armazenar em recipiente de polietileno Anotações e Observações: Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.8500g de NaCl (previamente seco a 140 1 oC durante 1 horas) em água s destilada e diluir para 1000 ml em balão volumétrico. usando-se o sulfato férrico amoniacal como indicador. uma solução fortemente alcalina pode ser acidificada com ácido acético e depois neutralizada com carbonato de sódio. A filtração posterior deve ser feita a frio.Preparação das soluções 1.Introdução O processo de precipitação mais importante na análise titrimétrica utiliza o nitrato de prata (AgNO3) como reagente (processo argentométrico). Em solução ácida ocorre a formação de bicromato de potássio segundo a reação: 2CrO4-. isto é. Na titulação de uma solução neutra de Cl. No primeiro caso ocorre a formação de um precipitado colorido pouco solúvel e no segundo caso a formação de um composto colorido solúvel. MÉTODO DE VOLHARD O íon Ag+ pode ser determinado em meio ácido por titulação com tiocianato de potássio (KSCN) ou de amônio (NH4 SCN).Método de Mohr .0).+ H2O Como o HCrO4-. brometos e iodetos em soluções ácidas.+ 2H+ = 2HCrO4.1. Como o precipitado de cloreto de prata estará contaminado por íons prata adsorvidos.= Cr2O7-.1. No ponto final da titulação os íons cromatos combinam-se com os íons prata para formar o cromato de prata vermelho e pouco solúvel. por exemplo. Para evitar o erro de titulação deve ser feito um ensaio em branco. Como o cloreto de prata (AgCl) é o composto menos solúvel e sua concentração inicial é elevada.

SOLUÇÃO INDICADORA DE K 2CrO4 A 5% Pesar 5.marrom persistente.0 ml de solução de K2CrO4 a 5%.Diluir para 100 ml com água destilada e adicionar 1.00 ml da solução de NaCl 0.00 g de K2CrO4 e transferir para um balão volumétrico de 100 ml.Titular com uma solução de AgNO3 . 3.Anotações e Observações: 2.com . 2.Com uma pipeta volumétrica medir exatamente 10.1N para um erlenmeyer de 250 ml. 98 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.0 g de AgNO3 e dissolver em água destilada completando o volume para 1000 ml.2.1.Padronização da solução de AgNO3 com solução de NaCl 1.1N Pesar 17. 3.SOLUÇÃO DE AgNO3 0. sob agitação constante até aparecimento da coloração vermelho. 2.

1N Dissolver 8. Adicionar 5 ml de ácido nítrico 6N e 35 ml de nitrato de prata 0.Vbranco) Onde: VNaCl p volume adicionado de NaCl (no caso.Padronização da solução de tiocianato com AgNO3 123Pipetar 25 ml da solução padronizada de AgNO3 0. Ferver a suspensão por alguns minutos.1.2. 3.Método de Volhard .2. 10 ml) VAgNO3 p volume gasto de AgNO3 na titulação Vbranco p volume gasto no branco 2.SOLUÇÃO DE ÁCIDO NÍTRICO 6N Adicionar 375 ml de HNO3 concentrado a 500 ml de água destilada e completar o volume para 1000 ml com água destilada. Calcular o teor de HCl na amostra em percentagem p/p (d=1.Preparação das soluções 1. esfriar um pouco e filtrar por papel de filtração lenta Lavar várias vezes o erlenmeyer e o papel de filtro com solução de HNO (1:100).1.1. 2. Cálculo do fator: f= VAgNO3 / VNH4SCN Onde: VAgNO3 p Volume adicionado de AgNO3 (no caso 25 ml) VNH4SCN p Volume gasto de NH4SCN.0 ml do indicador (K2CrO4 a 5%). Cálculo do fator: f =VNaCl / (VAgNO3 .0 g de FeNH4 (SO4)2 .Titular com solução de AgNO3 até que a coloração do ensaio em branco seja igual a da solução titulada.SOLUÇÃO DE SULFATO FÉRRICO AMONIACAL Dissolver 9. Completar o volume com água destilada.2.Determinação de Cloreto na amostra 1234567Tomar 10 ml de ácido clorídrico concentrado usando uma bureta e transferir para o balão volumétrico de 1000 ml.com 99 .1N. Adicionar 1 ml de sulfato férrico amoniacal e titular com tiocianato de amônio 0.3. 1.1N.Transferir para um erlenmeyer de 250 ml 100 ml de água destilada 2.2.Determinação de Cloreto na amostra 123456Com uma pipeta volumétrica medir exatamente 100. Titular vagarosamente com o tiocianato até a coloração ligeiramente marrom. 2.2. Titular com solução padrão de AgNO3 até que a coloração vermelho-marrom.19) Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.Adicionar 1.50 g de carbonato de cálcio. Calcular o teor de cloreto em mg/L Anotações e Observações: 2.00 ml da amostra (água da torneira) para um erlenmeyer de 500 ml. Prova em branco: Fazer o mesmo procedimento citado anteriormente.SOLUÇÃO DE TIOCIANATO DE AMÔNIO 0.Teor de HCl no Ácido Clorídrico Concentrado 2. Adicionar 1. homogeneizar e pipetar 25 ml desta solução para um erlenmeyer de 250 ml.3. 3.0 g de NH4 SCN em água destilada e completar o volume para 1000 ml. Agitar vigorosamente durante 2 minutos e caso a coloração desapareça continuar a titulação.2. 2.1.1N para um erlenmeyer de 250 ml Adicionar 20 ml de HNO3 (1:10) e 2 ml de sulfato férrico amoniacal. Usar balão volumétrico.Prova em branco Uma prova em branco deve ser feita a fim de determinar o volume de AgNO 3 requerido para formar o precipitado de Ag2CrO4.0 ml do indicador e aproximadamente 0.12 H2 O em 25 ml de água destilada e juntar HNO3 6N até desaparecer a cor marrom. 3 recebendo o filtrado e as águas de lavagens no mesmo recipiente.2.

Tomar uma alíquota de 100 ml.1 N VL = volume tomado da amostra OBS: Quando adicionar o indicador fenolftaleína e a solução não tornar-se rosa p VP=0 e P=0. É a soma de todas as bases tituláveis.Preparação de Soluções a . A mudança de coloração de rosa para incolor ocorre em um pH=8. devida aos carbonatos e bicarbonatos. silicatos e outras bases estiverem presentes. Anotar o volume gasto (VT) de HCl.1 N f = fator de correção do HCl 0.Alcalinidade da Água 1. Os carbonatos podem estar presentes juntamente com os hidróxidos ou com os bicarbonatos. devida aos hidróxidos e carbonatos. Alcalinidade parcial (P) = VP v N v f v 50000 VL (em mg / l CaCO 3) Alcalinidade total (T) = Onde VT v N v f v 50000 VL (em mg / l CaCO3) VP = volume de HCl 0. de carbonatos (CO ) e 3 de bicarbonatos (HCO3 ).Prática Volumetria de Neutralização . 2.+ H3O+ p H2CO3 + H2O Há cinco condições de alcalinidade possíveis de ocorrer em uma amostra de água: devida apenas aos hidróxidos. Os valores da alcalinidade são usados na interpretação e controle dos processos de tratamento de água e efluentes.3 e de amarelo para vermelho do metilorange em um pH=4. As seguinte reações mostram o que ocorre quando cada um dos três tipos de compostos são titulados com ácido: a) Hidróxidos: OH.Procedimento Experimental 1.1 N gasto na titulação com fenolftaleína VT = volume total de HCl gasto na titulação com fenolftaleína + metilorange N = normalidade do HCl 0.devida só aos carbonatos.1N até que a coloração da solução mude de amarelo para alaranjado. Os indicadores utilizados são a fenolftaleína que produz uma coloração rósea apenas na presença de hidróxidos ou carbonatos e o metilorange que é amarelo em presença de qualquer uma das três espécies de alcalinidade e torna -se vermelho em presença de ácidos.+ H3O+ p 2H2O 2+ b) Carbonatos: CO3 + H3 O p HCO3 + H2O + HCO3 + H3O p H2CO3 + H2O c) Bicarbonatos HCO3. devida só aos bicarbonatos Chamando de P a alcalinidade parcial e de T a alcalinidade total e levando em -se consideração o que foi dito acima podemos compor a seguinte tabela comparativa (em mg/L de CaCO3): Anotações e Observações: Os valores de alcalinidade são sempre expressas em termos de mg / l CaCO3. 3. 4.Solução de Fenolftaleína 1% 100 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.4. O valor medido pode variar significativamente com o pH do ponto final. Para identificar e quantificar as diferentes espécies de alcalinidades presentes numa amostra. elas podem contribuir para os valores medidos da alcalinidade. Existem três espécies de alcalinidade: de hidróxidos (OH). 3.Introdução Alcalinidade da água é a sua capacidade neutralizante ácida. Se os boratos. da amostra e transferi-la para erlenmeyer de 250 mL. 2. Adicionar então 2 gotas de metilorange e continuar a titulação com HCl 0. é feita uma titulação com um ácido padrão usando -se dois indicadores sucessivamente. Em muitas águas superficiais a alcalinidade é função dos carbonatos.1 N até que a solução mude a coloração de rosa para incolor.com . porém os hidróxidos e bicarbonatos não podem estar presentes ao mesmo tempo numa mesma amostra. Anotar o volume gasto (VP) de HCl. por isso ela pode ser tomada como uma indicação da concentração destes constituintes. Adicionar 2 gotas do indicador de fenolftaleína e titular com HCl 0. bicarbonatos e hidróxidos. fosfatos.

Solução de Metilorange 0. Aquecer. b.Solução de Vermelho de Metila 0. completar para 1000 mL e deixar em repouso por 24 horas. c.Solução de Carbonato de Sódio 0. 4. dissolver em água destilada recém fervida (isenta de CO2) e completar o volume para 1000 mL. esfriar e titular a solução até que a coloração avermelhada permaneça. Padronização do HCl Tomar 25 mL de solução de Na2 CO3 0. f ! V 1 V 2 Anotações e Observações: f = fator da solução de HCl 0. Aquecer enquanto a coloração avermelhada persistir esfriar e continuar a titulação com HCl 0. .0 g de fenolftaleína em 100 mL de etanol P.Dissolver 1.. Standard Methods for the Examination of Water and Wastewater ± 18a ed.5 mL de HCl P. e.A. 1992 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.1 N. adicionar 2 gotas de vermelho de metila e titular com HCl 0.APHA.1 N até que a coloração da solução mude de amarelo para levemente vermelha.1 N Secar em estufa à 250 s 4oC durante 24 horas.A.A.1% Dissolver 0.1 g de vermelho de metila em 100 mL de etanol P.1N V1 = volume de Na2CO3 usado V2 = volume de HCl gasto na titulação. cerca de 8. d. esfriar e e completar para 100 mL com água destilada.Bibliografia American Public Health Association.5% Dissolver 0. Pesar cerca de 5.0 g de Na2CO3.Solução de Ácido Clorídrico 0. transferir para erlenmeyer de 250 mL.com 101 .1N Em 500 mL de água destilada adicionar 8.3266 g do carbonato seco.5 g de metilorange em 50 mL de água destilada quent .1 N. Usar balão volumétrico. Usar balão volumétrico.

como um tampão. Fe+3 ± 20 mg/L. Os sulfatos são freqüentemente os únicos compostos presentes na dureza de µ¶não carbonatos¶¶. Quando o EDTA é adicionado. porém em quantidades insuficientes para ter significado na determinação da dureza.0 0. porque em valores de pH mais alto pode ocorrer a precipitação do CaCO3 ou do Mg(OH)2 e o indicador muda sua cor. Fe+2 ± 20 mg/L. O resíduo deve ser redissolvido com HCl e depois a solução é neutralizada com NaOH O cálcio pode ser determinado diretamente com EDTA em pH suficientemente alto para que o Mg precipite na forma de hidróxido.Titulação Complexométrica Anotações e Observações: Determinação da Dureza da Água 1. Al+3 ± 5mg/L e Sn+4 ± 5 mg/L. O íon Mg deve estar presente no meio para produzir um ponto final bem definido. para isso adiciona-se uma pequena quantidade de u sal de EDTA-Mg complexometricamente neutro. A titulação deve durar no máximo 5 minutos para minimizar a tendência do CaCO3 precipitar. O ferro e o alumínio freqüentemente estão presentes em águas. carbonatos. Ela pode ser eliminada evaporando-se a amostra até secura e o calcinando-a a 550 C até completa oxidação da matéria orgânica.Introdução A dureza da água é causada principalmente pelos elementos Ca e Mg e algumas vezes pelo Fe e Al. O ácido etilenodiaminotetracético (EDTA) e seus sais de sódio formam complexos solúveis quando adicionados a uma sol ção de certos cátions metálicos. A quantidade de dureza em excesso é chamada de dureza de µ¶não carbonato¶¶. Alguns íons metálicos interferem causando um ponto final indistinto ou consumindo estequiometricamente o EDTA.Química Analítica .1 . reage seletivamente com a Ca apenas. Os íons cálcio e magnésio estão presentes em águas naturais como bicarbonato. a quantidade equivalente ao total da alcalinidade é chamada de dureza de µ¶carbonato¶¶. O CDTA-Mg (sal de Mg do ácido 1. os íons Ca e Mg são complexados e após completa a reação a cor da solução passa para azul indicando o ponto final da titulação.2ciclohexanodiaminotetracético) é um complexante seletivo para metais pesados além de introduzir Mg no meio podendo ser usado para sub stituir inibidores tóxicos ou malcheirosos.2mg/L. A matéria orgânica coloidal ou em suspensão também pode interferir no ponto final.0 0. a solução torna-se vermelho-vinho.com A A B . A dureza temporária é causada principalmente pela presença de bicarbonatos enquanto que a dureza permanente é devida principalmente ao sulfato de cálcio. cloretos e nitratos de Ca e Mg. Estrôncio e bário interferem positivamente e alcalinidade maior que 300mg/L pode causar um ponto final difícil de visualizar em águas duras. A dureza temporária é aquela removida por fervura e a permanente não é removida por fervura. Ortofosfato precipita o cálcio no pH de teste. u Se uma pequena quantidade de indicador como o Negro de Ericromo T é adicionada em uma solução aquosa contendo íons de Ca e Mg a um pH = 10. 102 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. embora eles possam acarretar outros efeitos indesejáveis. Pb+2 ± 5 mg/L. A dureza de µ¶carbonatos¶¶ é devida a presença de carbonatos e bicarbonatos de Ca e Mg e a dureza de µ¶não carbonatos¶¶ incluem sulfatos. Mn+2 ± 10 mg/L. o qual é precipitado em temperaturas altas.1 é satisfatório para uma boa visualização do ponto final. Os compostos causadores de dureza permanente são sempre chamados de µ¶incrustantes¶¶. A dureza da água pode ser temporária ou permanente. n+2 ± 5 mg/L. Na prática corrente a dureza total é definida como a soma das concentrações do Ca e Mg ambos expressos como carbonato de cálcio (CaCO3) em mg/L. sulfatos e algumas vezes como cloretos e nitratos. Essa interferência pode ser reduzida pela adição de certos inibidores. Quando a dureza é numericamente maior que a soma de alcalinidade de carbonato e bicarbonato.Prática . Sob as condições de teste as seguintes concentrações de íons não causam interferências significativas na dureza do cálcio: Cu+2. O indicador usado. O pH especificado de 10. neste caso. Essa adição de Mg evita a necessidade de uma correção com um branco. Pode-se avaliar a dureza total da água através de titulação com EDTA onde é feita a medida dos íons Ca e Mg.

A ausência de um ponto final fácil de visualizar normalmente significa que um inibidor deve ser usado ou que o indicador está deteriorado.08 v 0.com 103 .2.01 M ** Selecione um volume da amostra que requer menos que 15 ml do titulante EDTA.01 M gasto na titulação V2 = Volume de amostra tomado f = Fator da solução de EDTA 0.243 x [dureza total (em mg de CaCO 3/L) ± dureza de cálcio (em mg CaCO3/L)] 3. deixar em ebulição por 1 min e resfriar antes da titulação. Mantendo a agitação constante (usar agitador magnético) titular com EDTA 0.01M até a cor mudar de vermelho-vinho para azul limpo (sem tintura de vermelho) anotando o volume gasto (V) 4.1 .2 ± Teor de Cálcio 1. titular imediatamente após a adição do álcali e indicador. Diluir águas duras com alcalinidade maior que 300 mg/L ou neutralizar a alcalinidade com ácido.01M até a cor mudar de vermelho para azul-violeta anotando o volume gasto (V) 5. 2.Dureza total 1.Soluções e Reagentes Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Agite 3. 2. Usar 50ml da amostra ou menor quantidade diluída para 50 ml de forma que o teor de cálcio seja em torno de 5 a 10 mg. Mantendo a agitação constante (usar agitador magnético) titular com EDTA 0.0 a 10. Diluir 25 ml da amostra para 50 ml com água destilada em um erlenmeyer e adicione 1 a 2 ml da solução tampão (NH4Cl +NH4OH).01 M gasto na titulação V2 = Volume de amostra tomado f = Fator da solução de EDTA 0.1 a 0. ambas expressas em mg/L de CaCO3. permitindo que a titulação seja finalizada em 5 minutos (contados a partir da adição do tampão).3 ± Teor de Magnésio 1. Adicionar um pouco do indicador (Negro de Eriocromo) 3.01 M 2. O teor de magnésio é obtido pela diferença entre a dureza total e a dureza de cálcio. Adicionar 0.Procedimento Experimental 2. 2.2 g do indicador (Murexida) 4. Calcular a dureza pela expressão: Dureza Total (mg / L CaCO3) = ** Anotações e Observações: V1 v 100 v 0.1. Normalmente 1 ml é suficiente para manter o pH em 10.01v f v 1000 V2 V1 = Volume de EDTA 0. como mostra a seguinte fórmula de mg de magnésio/L = 0. Adicionar 2 ml da solução de NaOH ou um volume suficiente para produzir um pH de 12 a 13.01 v 1000 v f V2 Onde: V1 = Volume de EDTA 0. Preparação da amostra ± Devido ao alto valor de pH empregado. Calcular a dureza pela expressão: Dureza de Cálcio (mg / L Ca) = Onde: V1 v 40.

Indicador Negro de Eriocromo Pesar 100g de NaCl previamente seco a 1100C e passar para almofariz de porcelana. WPCF .179 g de sal dissódico de EDTA com 0. e tranferir para o almofariz.a. Triturar e misturar bem e transferir para frasco ambar de boca larga. Pesar 1g de Negro de Eriocromo T p..a.01 M gasto na titulação e calcular o fator f da solução usando a expressão: Anotações e Observações: f ! V1 V2 Onde: V1 = Volume de CaCO3 0.Soluções e Reagentes Solução de HCl (1+1) Adicionar um volume determinado de HCl concentrado a um mesmo volume de água destilada. colocar 5 gotas de vermelho de metila e gotejar NH4OH 3 N até que a coloração mude de vermelho para amarelo. e dissolver ml de água destilada. Conservar em frasco de polietileno. 2-36. pg..A.9 g de NH4Cl e 143 ml de NH4 OH concentrado.a. Solução tampão de cloreto amônio e hidróxido de amônio (pH=10) (a)Dissolver 16.5 g de vermelho de metila em 100 ml de etanol P.com .01 M o Pesar 0. American Public Health Association. Solução de NaOH a 4% p/v (1N) Pesar 10g de NaOH p. Adicionar HCl (1+1) até completa dissolução do carbonato.2% Diluir 0. Triturar e misturar bem e transferir para frasco ambar de boca larga. (purpurato de amônio) e tranferir para o almofariz. Homogeneizar e diluir para 250 ml com água destilada.3-74.Standard Methods for the Examination of Water and Wastewater.644 g de cloreto de 4 magnésio (MgCl2 .01 M Dissolver 3.3. Anotar o volume de EDTA 0.2 a 0.5 . Solução Padrão de EDTA 0.25g de de sal de magnésio de EDTA e diluir para 250 ml com água destilada (b)Se o sal de Mg de EDTA não estiver disponível: Dissolver 1.01 M gasto na titulação Solução Padrão de CaCO 3 0. Washington.01 M utilizado V2 = Volume de EDTA 0. juntar 50 ml de água destilada e levar à ebulição durante 5 minutos. Adicionar 1. 1992 104 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.1. Pesar 1g de Murexida p. diluir com 50 ml de água destilada e proceder como descrito no item 2. Armazenar em recipinetes plásticos ou de vidro de borossilicato por um prazo máximo de 1 mês.0.01 M. Adicionar a esta solução 16.9 g de NH4 Cl em 143 ml de NH4 OH concentrado. USA.6H2O) em 50 ml de água. 3-57. Transferir para balão de 250 ml e completar o volume. Despreze o tampão quando 1 a 2 ml adicionados à amostra não produzir um ph de 10s1 no ponto final da titulação Solução de Vermelho de Metila 0.8 g de EDTA ou Tritiplex III (sal dissódico do ácido etilenodiaminotetraacético) em água destilada e completar o volume do balão para 1000.25 g de CaCO3 seco em estufa a 180 s 5 C. AWWA.7H2 O) ou 0.78 g de sulfato de Mg (MgSO . 4. Indicador Murexida 0 Pesar 100g de NaCl previamente seco a 110 C e passar para almofariz de porcelana. Esfriar.Bibliografia APHA. Padronização Tomar 10 ml da solução padrão de CaCO3 0. 18a ed.

da temperatura.25g de oxalato de sódio. transferir para balão volumétrico de 1000 mL e completar o volume. Aquecer a 70 ± 80o C e titular com KMnO4 até aparecimento de uma coloração rósea persistente por 30 segundos. Por esta reação é considerado um excelente padrão primário. facilmente obtido com elevado teor de pureza existindo entretanto. não acarretando variações nas concentrações da soluções quando protegidas contra a evaporação. ferver. filtrar através de lã de vidro e padronizar. deixar a solução em repouso por uma semana antes de filtrá-la.Preparação da Solução de Dicromato de Potássio O dicromato de potássio (K2Cr2 O4) pode ser obtido puro por dupla recristalização o em água e posterior secagem dos cristais formados a 150 ± 180 C. O título da solução depende da acidez. sendo rapidamente reduzido a um sal verde de cromo III que dificulta a visualização do ponto final. Cr2O72. dissolve 75 g a 0o C e 302 g o a 60 C do mesmo.Preparação da Solução de Tiossulfato de Sódio O tiossulfato de sódio Na2 S2 O3 . esfriada e filtrada para eliminar o dióxido de manganês. Portanto as soluções cujas concentrações devem ser exatas podem ser preparadas utilizando-se o sal puro e seco dissolvendo-se o mesmo volume de água adequado. transferir para balão volumétrico de 1000 mL e completar o volume.1 N Dissolver 3. Sabendo -se que a reação envolvida na padronização é: + = +2 2MnO4 + 16H + 5CeO4 p10CO2 + 2Mn + 8H2O Calcula-se a normalidade da solução de permanganato 2. O dicromato só é utilizado em meio ácido.2 g de KMnO4 em água destilada. na temperatura ambiente e em recipiente escuro para evitar a decomposição da solução pela ação da luz. deixar esfriar. Pode-se também. o qual acelera a auto decomposição da solução de permanganato armazenada. Além disso o dicromato é estável.+ 14 H+ + 6 e. a solução é aquecida até a ebulição. ao abrigo da luz. adiciona-se 15 mL de H2 SO4 (1:8). Dissolve-se o sal com 60 ml de água destilada. O dicromato não é reduzido pelo ácido clorídrico frio. Padronização Pesar 0.Preparo de Soluções para Titulações de Oxidação e Redução 1. O dicromato de potássio sendo considerado padrão primário não é necessário padronizá-lo. Por essa razão o tiossulfato não pode ser considerado um padrão primário. da velocidade de agitação e da velocidade de adição do KMnO4.5 H2O é um cristal incolor. Para evitar que isso aconteça. Deixar em repouso por uma semana. uma variação quanto ao teor de água em virtude da natureza higroscópica do mesmo.+ 2 eAs soluções aquosas preparadas são muito estáveis.com 105 . O tiossulfato se decompõe a 100o C e 100 mL de água.903 g de K2Cr2O7 . Solução de Permanganato de Potássio 0. seco em estufa a 140 ± 180o C por 1 hora. além disso a água destilada usu almente empregada contém geralmente traços de substâncias redutoras (Ex: matéria orgânica) que reagem lentamente com o permanganato formando MnO2 hidratado. entretanto a água destilada comum contém usualmente um excesso de dióxido de carbono (CO2) que pode causar uma Anotações e Observações: Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.p Cr3+ + 7 H2O K2Cr2 O7 = K2O + Cr2O3 + 3 H2O Solução de Dicromato de Potássio 0. O meio filtrante mais usado é a lã de vidro ou um cadinho filtrante de vidro sinterizado G-4. 3.= S4O62. óxido de arsênio II ou oxalato de sódio.Química Analítica Prática . As soluções de permanganato podem ser padronizadas usando -se como padrões primários. por essa razão deve-se usar um indicador. A semi-reação de oxidação é 2 S2O3.1 N Pesar exatamente 4. em erlenmeyer de 250 ml. dissolver em água destilada. mantida no banho-maria por 1 hora. desde que a concentração do ácido não seja maior que 1 ± 2M.Preparação da Solução de Permanganato de Potássio O permanganato de potássio (KMnO4) é difícil de ser obtido puro e completamente livre de dióxido de manganês. sendo que este último é o mais utilizado porque pode ser obtido puro e anidro. Na2 C2O4 (previamente seco a 105 ± 110o C em estufa por 2 horas).

+ 14 H+ + 6 I. Tampar o erlenmeyer. adicionar 1 mL de solução de amido 1% e continuar a titulação até mudança de cor do indicador de azul para verde.1 g de carbonato de sódio ou 3 gotas de clorofórmio. Portanto deve-se ter alguns cuidados ao preparar a solução de tiossulfato.1 g/L) e tetraborato de sódio.+ I2 = S4O62. Solução de Tiossulfato de Sódio 0. Lavar a tampa e as paredes do erlenmeyer com água destilada e recém fervida e titular o iodo liberado com solução de tiossulfato de sódio 0. carbonatos de sódio (>0. aquecendo para dissolver se necessário.1 N em erlenmeyer de 250 mL com tampa de vidro esmerilhado. A água a ser utilizada deve ser recém fervida Adicionar três gotas de clorofórmio.com .5 H2 O e dissolver em água destilada recém fervida e fria.Solução de Cloreto de Estanho II a 5 % Dissolver 5 g de SnCl2 . Guardar em recipiente escuro.1 g/L de carbonato de sódio para elevar o pH da solução e diminuir a ação bacteriana. ou 10 mg de iodeto de mercúrio II / litro ou 0. adicionar 0. 2H2O em 10 mL de HCl.1 N. Transferir para balão volumétrico de 1000 mL e completar o volume usando a mesma água em que se dissolveu a substância. Padronização Tomar com bureta 25 mL da solução padrão de dicromato de potássio 0. Não se deve adicionar hidróxidos alcalinos. Esta solução deverá ser preparada no dia em que for ser utilizada. Quando a maior parte do iodo liberado reagir.+ 2 ICálculo do fator f = 25 / V Onde: V = mL Na2 S2O3. Anotações e Observações: 106 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. porque pode haver uma aceleração da decomposição.lenta decomposição do tiossulfato com formação do enxofre. Cr2 O72.1 N Pesar 25 g de Na2 S2 O3. juntar 1 g de iodeto de potássio (KI) e 4 mL de HCl (1+1). 4. agitar e deixar em repouso por 5 minutos em ambiente escuro. pode ocorrer uma decomposição por ação de bactérias. Se a solução for guardada por algum tempo. 2+ S2 O3 + H = HSO3 + S Além disso quando as soluções de tiossulfato são armazenadas por muito tempo. 5H2O usado na titulação. esfriar e completar o volume para 100 mL com água destilada.= 2 Cr3+ + 3 I2 + 7 H2O 2 S2O32. o que é indicado pelo aparecimento de uma cor amarela.

7 mg. sulfatos. dissolvido em ácido sulfúrico diluído e o ácido oxálico formado é então titulado com solução padrão de permanganato de potássio. Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. a solubilidade é menor devido ao efeito do íon comum. O cálcio precipitado como oxalato de cálcio pode ser pesado. alumínio. Os sulfatos também coprecipitam com o oxalato de cálcio devido a baixa solubilidade do sulfato de cálcio acarretando um erro positivo nos resultados quando se pesa o precipitado sob a forma de carbonato. A interferência mais frequente é provocada pela presença do magnésio e dos metais alcalinos. ferro. MnO4.+16H+ = 2Mn2t+5Cl2+8H2O Em soluções alcalinas o permanganato é reduzido quantitativamente a dióxido de manganês. Entretanto o calcário é geralmente considerado como uma rocha contendo principalmente o mineral calcita.Química Analítica Prática .+ H+ = HC2O4HC2O4. giz.dm a 25o C e 14 3 o mg.606. constituída de no mínimo 50% de carbonato de cálcio com impurezas em percentagens variadas. Já no método permanganimétrico ocorre uma erro sistemático para menos nos resultados. evitando -se ferver a solução nem deixar em digestão muito tempo antes da filtração. coral e marga.+2H2O+3e = MnO2 +4OHCalcário O calcário é uma rocha de origem sedimentar. Ca2+ + C2O42. Pode -se obter um precipitado formado por cristais grandes e de fácil filtração. Os iodetos e cromatos. A interferência do Mg pode ser pode ser reduzida. O permanganato de potássio é um agente oxidante forte e em solução ácida a redução pode ser representada por: MnO4 +8H+ +5e. A solubilidade do oxalato de cálcio aumenta com o aumento da concentração do íon hidrogênio da solução.com 107 . em solução neutras com concentração moderada de oxalato de amônio.dm a 95 C. como conseqüência + da entre o H e os íons oxalatos que se transformam em ácido oxálico. após calcinação. sob a forma de carbonato ou de óxido ou pode ser determinado por método permanganimétrico.+ H2O p CaC2O4 + H2O 3 A solubilidade do oxalato de cálcio monohidratado é alta: 6. se presentes podem interferir. ou seja: 158. 2MnO4-+10Cl. sendo as mais frequentes silício. o magnésio forma um sal complexo com íon oxalato. lavado. Utiliazndo-se também um excesso de oxalato de amônio. fazendo -se essa filtração a quente e em meio ácido neutralizando-se em seguida com hidróxido de amônio e deixando-se em repouso por cerca de 1 hora.Oxidação com Permanganato de Potássio Determinação de Óxido de Cálcio em uma Amostra de Calcário 1Introdução Anotações e Observações: O cálcio pode ser precipitado sob a forma de oxalato de cálcio. quando se trata a quente com uma solução de oxalato de amônio. Os calcários podem ser classificados segundo o teor de magnésio em: Calcítico ou cálcico___________________0 a 5% MgO Magnesiano_________________________6 a 12% MgO Dolomítico__________________________13 a 20% MgO Dolomita ____________________________acima de 20% de MgO O calcário é muito utilizado para produção de cal após calcinação.= Mn2+ +4H2 O De onde concluímos que o equivalente é 1/5 mol. De um modo geral o termo calcário inclui qualquer material que contenha CaCO3. A precipitação do cálcio sob a forma de oxalato requer a ausência de todos os metais que formam oxalatos pouco solúveis. magnésio.03 / 5 = 31. O magnésio pode coprecipitar em quantidades consideráveis enquanto os metais alcalinos p recipitam em quantidades muito pequenas.+ H+ = H2 C2O4 Foi demonstrado experimentalmente que o cálcio precipita quantitativamente a um pH = 4 ou pH > 4. Os fosfatos e arseniatos não interferem se a precipitação for em solução ácida com posterior neutralização. A precipitação do cálcio em soluções frias neutras ou amoniacais forma um precipitado muito fino e de difícil filtração. sendo necessário uma dupla precipitação. tais como: mármore. CaC2 O4 = Ca2+ + C2O42C2O42. etc. O cálcio após precipitação com o oxalato de amônio é filtrado. O ácido sulfúrico é o ácido mais adequado porque não age sobre o permanganato o que não acontece com o ácido clorídrico que reage com o mesmo para formar o cloro.

dissolver 20 g de nitrato de amônio em água destilada e completar o volume para 1000 mL. Tomar cuidado quando adicionar o H SO4 à água porque a reação é 2 muito exotérmica. Titular com KMnO4 N/3 (as primeiras gotas descoram lentamente) até que a solução se torne levemente rósea. etc. Solução de H2 SO4 (1+1) ± adicionar a um dado volume de água o mesmo volume de ácido sulfúrico. Desprezar o filtrado. Filtrar por lã de vidro e padronizar. até coloração rósea clara. Adicionar 1 mL em excesso de NH4 OH. Levar a ebulição. sobre a borda do béquer onde foi feita a precipitação e.3 ± 11.5 g da amostra em béquer de 250 mL.dissolver a quente.1% .7 ± 0. 1 mL KMnO4 N/3 = 0. adicionar algumas gotas do indicador de vermelho de metila (0. Solução de KMnO4 N/3 ± dissolver 11. na engenharia civil. com um jato d¶água transferir o precipitado para dentro do béquer. Filtrar por papel de filtração lenta e lavar 10 vezes com água quente. Imergir o papel e continuar a titulação. se necessário.010 mg CaO. aicionar 10 mL de H2 SO4 o (1+1). diluir para 150 mL de água destilada. ferver. 108 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.8 g de oxalato de sódio (Na2C2 O4) seco a 105 ± 110o C durante 2 horas. Solução de NH4 NO3 2% . Colocar o papel de filtro aberto com o precipitado.CaCO3 p CaO + CO2 (() Pode-se também ser utilizado na indústria. transferir para balão volumétrico de 1000 mL e deixar em repouso por uma semana em ambiente escuro. igual volume de HCl. f ! Onde: A 2.com .3939 v B A = grama Na2C2O4 pesadas B = mL KMnO4 usado na titulação. em béquer de 400 mL. na agricultura. Deixar decantar em banho-maria por 1 hora. esfriar. aquecer até cerca de 80o C e precipitar o Ca com 30 mL de solução saturada de oxalato de amônio e juntar algumas gotas de hidróxido de amônio. Cobrir o béquer com o vidro de relógio e deixar em repouso no banho-maria por cerca de 30 minutos. aquecer a 70 ± 80 C e titular com KMnO4 até coloração levemente rósea permaneça por 30 segundos. Filtrar por papel médio lavando com solução de NH4 NO3 2% quente. Aconselhamos imergir o recipiente em um pouco de água. Terminada a reação.1% de etanol) e hidróxido de amônio até mudança de cor do indicador de vermelho para amarelo.35 g de permanganato de potássio em água destilada. Procedimento Experimental Pesar 0. Padronização Pesar 0. Deixar esfriar um pouco e completar o volume para 1000 mL. Reduzir o volume até cerca de 200 mL. Diluir acerca de 200 mL com água destilada.dissolver 0. adicionar 25 mL de o H2SO4 (1+1) e aquecer até 70 ± 80 C. Solução de vermelho de metila 0. retirar o vidro de relógio.1 g de vermelho de metila em 100 mL de etanol. Anotações e Observações: 2- %CaO ! mL ™ KMnO4 v f v 100 peso ™ da ™ amostra 3- Preparo de Soluções Solução de HCl (1+1) ± adicionar a um dado volume de água destilada. cobrir com vidro de relógio e lentamente adicionar 30 mL de HCl (1+1). lavá-lo com um jato de água destilada sobre o béquer bem como as paredes do mesmo e juntar 50 mL de água. Solução de (NH4 )2C2O4 10% . Reservar o papel. 100 g de oxalato de amônio em cerca de 500 mL de água destilada.

. As titulações devem ser efetuadas a frio. o qual é titulado com solução padronizada de tiossulfato de sódio. dicromato de potássio e sulfato de cério produzem uma oxidação incompleta a sulfato. o indicador (amido) só deve ser adicionado próximo ao fim da titulação (quando a cor da solução passar para amarelo claro). este reagirá como um agente redutor e o oxidante será reduzido quantitativamente. . O amido possui algumas desvantagens: .formando iodeto e hipoiodito. Hipoclorito de sódio Anotações e Observações: Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. muito instável. O ponto final da titulação se torna mais sensível se é usada uma solução de amido com indicador. podendo ser considerada desprezível. Uma gota de uma solução 0.com 109 . por isso. I2 + 2 OH.+ I2 = S4O62. Em pH mais alto o iodo reage com o íon OH. que se transforma rapidamente em iodato. A oxidação do iodeto pelo oxigênio do ar é muito lenta se o meio é neutro. Nesta prática nos deteremos apenas na reação entre o iodo e o tiossulfato.forma com o iodo um complexo insolúvel em água. A sensibilidade da cor diminui com o aumento da temperatura da solução e com a adição de solventes (ex.Química Analítica Prática -. Outros oxidantes como permanganato de potássio.+ H2O 3 IO = 2 I + IO3 Há duas fontes de erro importantes nas titulações que envolvem iodo: Perda de iodo liberado por volatilização Oxidação pelo oxigênio do ar das soluções ácidas de iodeto 4 I. o iodo funciona como indicador próprio. por esse motivo nas titulações que envolvem iodo. O potencial de redução do sistema iodo-iodeto independe do pH da solução desde que este seja menor do que aproximadamente 8. liberando uma quantidade de iodo. O tiossulfato é oxidado a tetrationato pelo iodo segundo a reação: 2S2 O32.: etanol). que é visível mesmo com baixa concentração de iodo. Entretanto a velocidade de oxidação aumenta rapidamente se o pH diminuir e é muito acelerada pela luz direta e pela presença de certas substâncias que exercem um efeito catalisador. Na temperatura ambiente a volatilização do iodo de uma solução contendo cerca de 4% de KI é desprezível se a titulação não for muito lenta. A solução de amido deve ser recente e deve ser guardada em condições adequadas. em soluções incolores. o que evidencia a sua presença mesmo em soluções muito diluídas. I2 + 2 e = 2 I Quando um agente oxidante forte é tratado em solução neutra ou ácida com um excesso de íon iodeto. Em meio fortemente ácido ocorre a hidrólise do amido não sendo portanto um indicador recomendável. Por essa razão sempre se acrescenta um excesso de iodeto na determinação destas substâncias oxidantes antes de titular com tiossulfato. O amido reage com o iodo na presença de iodeto. . pela formação do íon I3. Esse método é denominado Iodometria.suas soluções são instáveis. A primeira produz uma cor azul escuro com o iodo e a segunda uma cor púrpura-avermelhada.Titulação de Redução e Oxidação Envolvendo Iodo Determinação de Cloro Livre em Hipoclorito de Sódio 1Introdução O iodo exerce uma ação redutora sobre os sistemas fortemente oxidantes com formação de uma quantidade equivalente de iodo. O iodo produz uma coloração que vai do amarelo intenso até o marrom nas soluções aquosas de iodeto. em erlenmeyer e se for necessário que a solução permaneça em repouso por algum tempo o erlenmeyer deverá possuir tampa de vidro esmerilhada. formando um complexo de cor azul escuro. O amido pode ser separado em dois componentes principais: a amilose e amilopectina.= I.é insulúvel em água.1 N de iodo produz uma cor amarelada em 100 mL de água. As titulações que envolvem iodo não devem ser efetuadas sob luz direta do sol e as soluções que contenham iodeto devem ser guardadas em recipientes de vidro de cor âmbar.+ 2IOs agentes oxidantes como o bromo e hipoclorito oxidam quantitativamente o tiossulfato a sulfato.+ IO.+ 4 H+ + O2 = 2 I2 + 2 H2 O Na presença de um excesso de iodeto a volatilização do iodo liberado diminui consideravelmente. As reações mais importantes nas titulações iodométricas são aquelas entre o tiossulfato de sódio e o iodo e entre o óxido arsenioso e o iodo.

indústria de papel. 3. desodorizante e removedora. Cu. Co. Fe e suas ligas catalisam a solução de hipoclorito formando oxigênio segundo a reação (1). Procedimento Experimental Pipetar 25 mL da amostra em balão volumétrico de 500 mL. segundo a reação: HOCl + H = Cl2 + H2O As três formas de cloro (Cl2. Com o aumento da acidez (5 < pH < 9) da solução de hipoclorito de sódio forma-se ácido hipocloroso: NaOCl + H2 O = HOCl + Na + OH que é um ácido fraco e facilmente se dissocia em: HOCl = OCl + H Nas soluções fortemente ácidas (pH < 5) forma-se cloro elementar.1 N de tiossulfato de sódio até coloração fracamente amarela. no tratamento de água. portanto o teor de cloro ativo é 71 x 100 / 74. 2. O hipoclorito de sódio tem vários campos de aplicação principalmente na indústria têxtil.3 % PM NaOCl = 74. 5. a ionização do hipoclorito de sódio nas soluções aquosas usuais (0. É uma solução amarelo esverdeada cuja concentração (título) pode ser expressa em: % (em peso) de cloro ativo = g cloro ativo x 100 / 100 g de solução % (em volume) de cloro ativo = g de cloro ativo x 100 / 1 litro de solução o o em graus clorométricos ( n de litros de cloro gasoso a 0 C e 760 mm Hg.214 g de cloro ativo / litro. OCl ) tem ações diferenciadas sobre a matéria orgânica. para uso doméstico e vários o utros em virtude de suas propriedades alvejante. O teor de cloro ativo de um produto clorado é a quantidade de cloro puro em solução aquosa que tem o mesmo poder oxidante que uma unidade do produto. completar o volume com água destilada e homogeneizar. HOCl. 3 ± Cálculos 110 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. segundo a reação: 2NaOH + Cl2 = NaOCl + NaCl + H2O Hipoclorito de sódio comercializado Obtém-se portanto uma solução aquosa de cloreto de sódio e hipoclorito de sódio.5-7. Como o hipoclorito de sódio tem um caráter instável. O hipoclorito é um sal instável em presença de ar. desinfetatnte. 4. 1o clorométrico = 3. Para reduzir a formação dos cloratos as soluções de hipoclorito de sódio são mantidas a um pH próximo de 11 e contendo algumas gramas de NaOH livre por litro. Transferir 25 mL dessa solução. usando uma pipeta volumétrica para um erlenmeyer de 250 mL contendo 3-4 g de KI e 100 mL de água. ocorre uma ³retrogradação´ da atividade da solução e a mesma pode então decompor-se: 2 NaOCl = 2 NaCl + O2 (1) 3 NaOCl = 2 NaCl + NaClO3 (2) Certos metais como Na.5 = 95. A reação (2) na qual ocorre a formação de clorato de sódio (NaOCl3) é favorecida por: concentração elevada de hipoclorito aumento da temperatura ação direta da luz solar presença de catalisadores (sais de amônio e substâncias orgânicas) + + - Anotações e Observações: A formação do clorato em meio alcalino (pH = 11) é muito lenta e razoavelmente rápida quando o pH = 6.5 PM Cl2 = 71 Em um pH > 9. Adicionar então 1 mL de amido e continuar a titulação até desaparecimento da cor violeta Determinar a percentagem de cloro livre na água sanitária 21. correspondentes ao cloro ativo de 1 litro de solução). Acidular com 20 mL de ácido acético (1:4) e titular o iodo liberado com solução 0.com .O hipoclorito de sódio é produzido pela ação do cloro sobre uma solução aquosa de soda cáustica (NaOH). Cl2 + H2O = HCl + HOCl = 2 HCl + O O teor de cloro ativo no hipoclorito de sódio é: NaOCl = NaCl + O Uma molécula de NaOCl tem o mesmo poder oxidante que uma Cl2 .1 N) pode ser considerada total em temperaturas normais.

Anotações e Observações: g/100 ml de cloro livre = ml de Na2 S2 O3 x N x f x D x 0. NBR-9425 ± Determinação de cloro ativo em soluções de hipoclorito de sódio pelo método volumétrico Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.ABNT.com 111 .035453 A Onde: N = normalidade da solução de Na2 S2O3 f = fator de correção da normalidade da solução de Na2 S2O3 D = diluição da amostra A = alíquota tomada da diluição Reações ClO + 2I + 2H p Cl + I2 + H2O 2Na2 S2 O3 + I2 p Na2 S4O6 + 2NaI + - 4 ± Bibliografia Associação Brasileira de Normas Técnicas.

ATÉ UM APARECIMENTO DE UMA LEVE COLORAÇÃO ROSA PERSISTENTE . 6. 3.606.8 = mg/L DE OXIGÊNIO. 10mL DE ÁCIDO OXÁLICO 0. PIPETAR 100 mL DA AMOSTRA E TRANSFERIR A UM ERLENMEYER DE 25 0mL.+ 10Cl. DURANTE 10 MINUTOS. 2. GOTA A GOTA.+ 8H+ + 5e. ANOTA-SE OS mL GASTOS DE PERMANGANATO DE POTÁSSIO NA TITULAÇÃO E CALCULA-SE mg/L DE OXIGÊNIO 2. COM BURETA. 2. CALCULO: (AMOSTRA .0125N. FERVE-SE DURANTE 3 MINUTOS. ou seja: 158. MnO4 -+2H2O+3e = MnO2 +4OH2.0125. DURANTE 10 MINUTOS. 5. AQUECE-SE E LOGO QUE SE INICIA A FERVURA DEIXA-SE A EBULIÇÃO LENTA. ADICIONA-SE 5mL DE ÁCIDO SULFÚRICO 1+3. ESFRIA-SE E ADICIONA-SE.Química Analítica Prática ± Titulação de Redução e Oxidação Envolvendo Permanganato Determinação do Oxigênio Consumido 1. 3. AGIT A-SE BEM. SOLUÇÃO DE ÁCIDO OXÁLICO 0.0125N - Anotações e Observações: 112 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.0125N. À QUENTE.1 OXIGÊNIO CONSUMIDO ((PARA AMOSTRA COM MENOS DE 300mg/L DE Cl -) MÉTODO: PERMANGANATO DE POTÁSSIO EM MEIO ÁCIDO (CLORETO " 50mg/L) 1.5mL DE SOLUÇÃO DE HIDRÓXIDO DE SÓDIO 1N. PIPETAR 100 mL DA AMOSTRA E TRANSFERIR A UM ERLENMEYER DE 300mL.BRANCO) mL GASTO DE KMnO4 x 0. 10mL DE PERMANGANATO DE POTÁSS IO 0. 7. RETIRA-SE DO BICO DE BUNSEN. ANOTA-SE OS mL GASTOS DE PERMANGANATO DE POTÁSSIO NA TITULAÇÃO E CALCULA-SE mg/L DE OXIGÊNIO NOTA: QUANDO SE CONSOME MAIS DE 10mL OU MENOS DE 3mL DE KMnO 4.0125N. ADICIONA-SE. TITULA-SE O EXCESSO DE ÁCIDO OXÁLICO. TITULAÇÃO DA AMOSTRA: 1. TITULA-SE O EXCESSO DE ÁCIDO OXÁLICO. AGITA-SE BEM. O ácido sulfúrico é o ácido mais adequado porque não age sobre o permanganato. AQUECE-SE E LOGO QUE SE INICIA A FERVURA DEIXA-SE A EBULIÇÃO LENTA.0125N. COM BURETA.= Mn2+ + 4H2O De onde se conclui que o equivalente é 1/5 mol. FÉRVE-SE DURANTE 3 MINUTOS.2 OXIGÊNIO CONSUMIDO . 10mL DE ÁCIDO OXÁLICO 0. 2MnO4. 10mL DE PERMANGANATO DE POTÁSSIO 0. PROCEDIMENTO 2.0125N. SÓ ENTÃO ADICIONA-SE 5mL DE ÁCIDO SULFÚRICO 1+3. 4. SOLUÇÃO DE KMnO4 0. AGITA-SE BEM. AGITA-SE BEM. ADICIONA-SE 0. ATÉ UM APARECIMENTO DE UMA COLORAÇÃO ROSA PERSISTENTE. ESFRIA -SE E ADICIONA-SE. INTRODUÇÃO O permanganato de potássio é um agente oxidante forte e em solução ácida a redução pode ser representada por: MnO4 . 4. À (QUENTE) ADICIONANDO NOVAMENTE A SOLUÇÃO DE PERMANGANATO DE POTÁSSIO 0. ÁCIDO SULFÚRICO 25% 2. ADICIONANDO NOVAMENTE A SOLUÇÃO DE PERMANGANATO DE POTÁSSIO 0. REAGENTES : 1. 2.0125N 3. AGITA -SE BEM. ADICIONA-SE COM BURETA.com . Já o ácido clorídrico reage com o mesmo para formar o cloro. COM BURETA. RETIRA-SE DO BICO DE BUNSEN. 5. 2.+ 16H+ = 2Mn2t + 5Cl2 + 8H2O Em soluções alcalinas o permanganato é reduzido quantitativamente a dióxid de o manganês. GOTA A GOTA.03 / 5 = 31. DEVESE TOMAR RESPECTIVAMENTE UMA QUANTIDADE MENOR OU MAIOR DA AMOSTRA. TITULAÇÃO DA AMOSTRA: 1.(PARA AMOSTRA COM MENOS DE 300mg/L DE Cl ) MÉTODO: PERMANGANATO DE POTÁSSIO EM MEIO BÁSICO (CLORETO 50mg/L) 1.

Diferentes concentrações de matéria orgânica e de cloreto de sódio nas amostras determinam pequenas variações no método. quanto a fração inerte do despejo. 4. uma DQO de : 300 mg/L x 1. PRINCIPAIS VANTAGENS DO TESTE DA DQO y y y y Necessita de 2 a 3 horas para ser realizado. É uma medida importante no controle de qualidade de rios e plan tas de tratamento de esgotos. uma indicação indireta do teor de matéria orgânica presente. Não fornece informações sobre a taxa de consumo da matéria orgânica ao longo do tempo.Anotações e Observações: Química Analítica Prática ± Titulação de óxido-redução com dicromato DETERMINAÇÃO DA DEMANDA QUÍM ICA DE OXIGÊNIO 1. RESUMO DO MÉTODO O método da DQO consiste em oxidar a amostra com excesso de K2Cr2 O7 a quente. o oxigênio a ser consumido no tratamento biológico dos despejos. O resultado do teste fornece uma indicação do oxigênio requerido para a estabilização da matéria orgânica. nitritos. INTERFERÊNCIAS y Traços de matéria orgânica proveniente da vidraria ou da atmosfera causam erro positivo na análise. despejos. O resultado final do teste expressa a quantidade em mg de oxigênio equivalente proporcional ao dicromato de potássio (K Cr2O7 ) consumido para oxidação da matéria 2 orgânica de um litro de amostra. A limpeza do material e do ambiente de trabalho é essencial na Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.6CO2 + 6H2 O 180 g 192g DQO = 192 = 1.com 113 . portanto. portanto. O teste superestima. 3. e sedimentos. C6 H12 O6 + 6O2 -------. portanto. tanto a fração biodegradável. existente na água e oxidáveis por um agente químico oxidante forte. PRINCIPAIS LIMITAÇÕES DO TESTE DA DQO y y y São oxidadas. O método é aplicativo em águas poluídas. O teste não é afetado pela nitrificação. 2. Certos constituintes inorgânicos podem ser oxidados e interferir no resultado. Este oxidante pode ser o dicromato de potássio em meio ácido ou o permanganato de potássio em meio ácido ou básico. 5.067 180 300 mg/L de glicose apresenta. método de refluxo com dicromato tem sido escolhido para determinação da DQO.PRINCÍPIOS DO MÉTODO A Demanda Química de Oxigênio (DQO) mede a quantidade de oxigênio (em mg de O2/L) consumida pela matéria orgânica total (biodegradável e oxidada quimicamente) e inorgânica (substâncias minerais: sulfetos. O método do dicromato dá uma oxidação mais completa que o método do permanganto que não se relaciona com a demanda bioquímica de oxigênio. em meio ácido sulfúrico e sulfato de prata como catalisador. As determinações são feitas pelo menos em duplicata (inclusive o branco). etc). devido às suas vantagens sobre outros oxidantes (oxidabilidade e facilidade de manipulação). O valor obtido é. Após duas horas num sistema de refluxo. dando uma indicação da oxidação apenas da matéria orgânica carbonácea (e não nitrogenada ). titula-se o dicromato de potássio residual com solução padronizada de sulfato ferroso amoniacal utilizando-se ferroína como indicador.067 = 320 mg/L.

em 1000ml de H2 SO4 conc. onde f : fator do sulfato ferroso amoniacal Vt: volume em ml de K2Cr2O7 (no caso10 ml) Vp: volume em ml gasto na titulação 4. Adicionar 20ml de ácido sulfúrico concentrado.25N para um erlenmeyer de 250ml e adicionar 90ml de água destilada. PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL 7.H2O) juntamente com 0. 7. agitando em banho de gelo ou de água corrente (se a solução ficar verde. Completar o volume do balão de capacidade 1000 ml com água destilada. 7H2 O em água destilada e diluir para 100ml em balão volumétrico.25N Dissolver 98g de Fe(NH4)2(SO4)2. Tomar bastante cuidado no manuseio do sulfato de mercúrio pois este reagente é muito tóxico. Balões e condensadores devem estar bem limpos para evitar erros grosseiros. 3. principalmente àquelas que contenham muitos sólidos sedimentáveis. Anotações e Observações: 6.25 N introduzindo no balão junto com 5 pérolas de vidro. 4. A solução de sulfato ferroso amoniacal deve ser padronizada momentos antes de ser usada. Pipetar 20ml da amostra e 10ml do dicromato de potássio 0. 6.1. O final da titulação é observado pela cor vermelho castanho. Deixar em refluxo por 2 h. Respingos de ácido sulfúrico na pele e nas roupas deverão ser imediatamente lavados e neutralizados. Os cloretos são oxidados quantitativamente pelo dicromato de potássio dando interferência positiva nos resultados obtidos.com . Solução de sulfato ferroso amoniacal 0.6H2O em água destilada. Padronização da solução de sulfato ferroso amoniacal : Pipetar 10ml da solução de dicromato de potássio 0. em água destilada e diluir a 1000ml em balão volumétrico. 7. O uso de sulfato de mercúrio (HgSO4) proporcionalmente à concentração de cloretos na amostra minimiza os erros causados por esse interferente. REAGENTES 1.485g de 1-10 fenantrolina monohidratada (C12 H8N2.259g de dicromato de potássio de qualidade padrão primário. 2. Em seguida adicionar 20ml de ácido sulfúrico concentrado lentamente em banho de gelo ou em água corrente. Agitar levemente deixando esfriar. Solução de dicromato de potássio (K2Cr2 O7) 0. Misturar e aguardar de 1 a 2 dias até completa dissolução. DETERMINAÇÃO DA DQO 1. (Essa solução indicadora pode ser adquirida já preparada). Ferroin (indicador) Dissolver 1. 2. Adicionar ao balão. despreza-se e faz-se diluições da amostra original). 114 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.2. Adicionar 3 gotas do indicador ferroin (a cor muda de laranja para esverdeado) e titular com o sulfato ferroso amoniacal.95g de FeSO4. Solução de ácido sulfúrico . Fazer um branco utilizando 20ml de água destilada no lugar da amostra e adicionando os outros reagentes como descrito para as amostras. com cuidado e vagarosamente. Colocar cerca de 0.25N: Dissolver exatamente 12.y eliminação dessa interferência. 30ml de solução ácido sulfúrico /sulfato de prata.4 g de sulfato de mercúrio em um balão de fundo chato com boca esmerilhada de 250ml. Calculo do fator do sulfato ferroso amoniacal: f = Vt / Vp . 3. 5. previamente seco a 1050C por 2h. Adaptar os balões contendo a amostra e o branco ao condensador do refluxo.sulfato de prata Dissolver 9.9g de Ag2 SO4 p. CONSIDERAÇÕES y y y y y Homogeneizar bem as amostras.a. Esta solução deve ser padronizada com o dicromato de potássio no dia em que for usada. Evitar contato com a pele e também mantenha-o sempre distante do rosto.

Anotações e Observações: 7. 8. 9. Após o período de refluxo, lavar o interior do condensador com água destilada e retirar o balão; Tranferir o conteúdo do balão para erlenmeyer de 250 mL lavando com água destilada até cerca de 100 ml. Esfriar completo em banho de gelo ou em água corrente.

10. Adicionar ao branco e à amostra 3 gotas do indicador ferroin e titular com a solução de sulfato ferroso amoniacal (após a adição do indicador ferroin a cor mudará de laranja para esverdeado). O final da titulação é observado pela cor vermelho castanho. 7.3. CÁLCULOS DQO (em mg/l de O2) = (A - B) . N . f . 8000 S onde: A = ml gastos de sulfato ferroso amoniacal na titulação do branco; B = ml de sulfato ferroso amoniacal gastos na titulação da amostra; N = normalidade do sulfato ferroso amoniacal (0,25 N); f = fator de correção do sulfato ferroso amoniacal (determinado diariamente); S = volume em ml da amostra utilizado na análise 8. REAÇÃO K2Cr2O7 + FeSO4 + 7H2 SO4 --- Cr2(SO4)3 + K2SO4 + 3Fe(SO4)3 + 7H2O 9. MÉTODO PARA DETERMINAÇÃO DE DQO (MICRO) Este método é apropriado para DQO de 0-600mg/L (2.5mL da amostra) e de 600-1200 mg/L (1.5mL). Para DQO mais alta, deve-se fazer diluições adequadas. 1- Solução Digestora Pesar 4.913g de K2Cr2 O7 seco a 103oC por duas horas e diluir para 500mL com água destilada . Adicionar 167mL de H2 SO4 concentrado e 33.3g de HgSO4. Esfriar e completar o volume para 1000mL com água destilada. 2- Solução Catalisadora Pesar 10.12g de AgSO4 e dissolver em 1000mL de H2 SO4. Deixar 1 ou 2 dias para completa dissolução. 3-Solução do ferroin Dissolver 1.485g de Ferroin e 6.95g de Sulfato Ferroso Amoniacal com água destilada completando o volume para 100ml. 4-Solução padrão de sulfato ferroso amoniacal (+/- 0.1M) Dissolver 39.2g de Sulfato Ferroso Amoniacal em água destilada. Adicionar cerca de 20mL de Ácido Sulfúrico, esfriar e completar o volume para 1000mL com água destilada. 5-Solução de hidrogênio ftalato de potássio (HOOCC6H4COOK) o Dissolver 425mg de Hidrogênio Ftalato de Potássio seco a 120 C até peso constante em água destilada para 1000 Ml em balão volumétrico. O Hidrogênio Ftalato de Potássio tem DQO teórico de 1,176 mg de O2/mg e esta solução tem 500Qg de O2/mL. Esta solução é estável por três meses quando guardada sob refrigeração na ausência de visível crescimento biológico. 6-Ácido sulfâmico Adicionar 10mg de Ácido Sulfâmico para cada mg de NO2- presente no volume de amostra tomada. Fazer o mesmo para o branco. 7-Padronização do sulfato ferroso amoniacal Diluir 10mL do padrão de Dicromato de Potássio para 100mL de água destilada. Adicione cerca de 30mL de Ácido Sulfúrico. Esfriar e titular com Sulfato Ferroso Amoniacal adicionando 2 a 3 gotas de indicador (Ferroin). Molaridade usada no Volume de K 2Cr2 O7 Sulfato ferroso Amoniacal = -----------------------------------

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Volume usado no Sulfato Ferroso PROCEDIMENTO Adicionar 1,5 +/- 0.01mL da solução de digestão no tubo; Adicionar 2,5 +/- 0.02mL da amostra bem homogeneizada; Adicionar 3,5 +/- 0.05mL da solução catalisadora de modo que desça pelas paredes do tubo e forme uma camada no fundo do tubo. Daí em diante os equipamentos de segurança devem ser usados; 4. Tampe o tubo o mais apertado possível usando a tampa rosqueada com a camada de pressão adequada inserida; 5. O conteúdo do tubo deve ser misturado, mas não por inversão; 6. Levar o tubo ao bloco digestor a 150+/- 2oC por 2 horas +/- 5 minutos. Remover o tubo e deixá-lo esfriar; 7. Transferir o conteúdo do tubo para um frasco de erlenmeyer de 125mL. Lavar o tubo com água destilada, usando água sufici6ente para produzir um volume final de 25mL; 8. Adicionar uma gota de solução indicadora de Ferroin. Misturar bem; 9. Titular com solução de Sulfato ferroso Amoniacal (FAS) até a cor azul pálida mudar para vermelho. Anotar como A; 10. Fazer uma prova em branco substituindo a amostra por água destilada. Anota como B; 11. Calcular a DQO segundo a fórmula abaixo: 1. 2. 3. (B ± A) x M x F x 8000 DQO mg de O2/L = -----------------------------------mL da amostra onde: A ± ml do FAS usado na titulação da amostra B ± ml do FAS usado na titulação do branco M ± molaridade da FAS F ± Fator da FAS FAS ± Sulfato Ferroso Amoniacal.

Anotações e Observações:

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Química Analítica Prática de Química Analítica Qualitativa

Anotações e Observações:

1. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 1 r GRUPO 1.1.PRATA Adicione 1,0 mL de Iodeto de Potássio à solução contendo prata. Verifique o que ocorre. 1.2.CHUMBO Adicione 1,0mL de Cromato de Potássio à solução contendo Chumbo. Verifique o que ocorre. Adicione no mesmo tubo NaOH. Verifique o que ocorre. 1.3.MERCÚRIO Adicione 1,0mL de Cloreto estanoso lentamente à solução contendo mercúrio. Verifique o que ocorre. 2. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 2 r GRUPO 2.1. Adicione 1,0mL de NH4OH concentrado à solução contendo Bismuto. Verifique o que ocorre. Filtre e adicione ao resíduo 1,0mL de estanito de sódio. ( obtenção do estanito de sódio = 1,0mL de cloreto estanoso + NaOH até dissolver ). Verifique o que ocorre. Comente o que aconteceu a nível de oxidação e redução. 2.2. Adicione NH4 OH à solução contendo Cobre (observe o que ocorre ). Adicione 1,0 mL de ferrocianato de potássio. Verifique o que ocorre. 3. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 3 rGRUPO 3.1. Adicione tiocianato de amônio à solução contendo ferro ligeiramente ácida por adição de uma gota de HCL diluído. Verifique o que ocorre. 3.2. Adicione algumas gotas de HNO3 à solução de Manganês + Bismutato de sódio em uma cápsula de porcelana. Observe a mudança de coloração. 3.3. Adicione à uma solução de Alumínio ligeiramente alcalina algumas mg de NH4CL. Observe se forma um precipitado. Aqueça se necessário. 3.4. Adicione à solução de Cromo NaOH + H2 O2 + algumas mL de Chumbo. Verifique o que ocorre quando se adiciona a solução de NaOH e quando se adiciona a solução de chumbo. 3.5. Adicione à solução de cobalto NH4SCN + álcool amílico. Verifique o que ocorre em cada fase. 3.6. Adicione à solução de níquel ligeiramente alcalina 1,0mL de Dimetilglioxima. Verifique o que ocorre.

4. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 4 r GRUPO

4.1. Adicione à solução de cálcio algumas gotas de hidróxido de amônio + 1,0 mL de Oxalato de amônio. Verifique o que ocorre. 4.2. Adicione à solução de estrôncio algumas gotas de hidróxido de amônio + 1,0 mL de sulfato de amônio. Verifique o que ocorre.

Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com 117

Umedeça a alça de platina na solução de Na e leve à chama.Umedeça a alça de platina na solução de Na e K e leve à chama. Adicione à solução de bário algumas gotas de hidróxido de amônio + 1.0 mL de Cromato de Potássio.4. Use o filtro e observe a cor da chama.3. Umedeça a alça de platina na solução de K e leve à chama. Observe a cor da chama. Observe a cor da chama. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 5 r GRUPO 5. Observe a cor da chama. 5.com . 118 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. 5.Anotações e Observações: 4. 5. Verifique o que ocorre.3.2.1. 5. Adicione à solução de magnésio 1.0mL de fosfato de amônio em meio alcalino e observe o que ocorre.

frio e em pequeno excesso ) Anotações e Observações: Levar à secura em Banho Maria.0 ml de HNO3. aquecer e filtrar Adicionar 1. Adicionar 1. Aumentar o volume com água destilada para 100 ml e adicionar 1. colocando papel de filtro umedecido com Pb(NO3)2 sobre o béquer até que não precipite o Pb negro. Filtrar Adicionar 1.0 ml de HCl conc. Adicionar NH4 Cl em pó (1g/100 ml). Aquecer. Ferver. Evaporar para eliminar H2S.Pesquisa de Cátions HCL ( adicionar HCL diluído. Adicionar tiocetamida.0 ml de HCl conc. gota à gota. + 50 ml de água contendo 0. Adicionar 1.3 ml de HCl conc.0 ml de NH4OH Adicionar KOH.0 de tiocetamida aquecer e filtrar Adicionar (NH4 )2CO3 e filtrar Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. (a quente).com 119 .

PRATA Adicione 1. Verifique o que ocorre. Verifique o que ocorre. Adicione NH4 OH conc.2. Adicione no mesmo tubo NaOH. Comente o que aconteceu a nível de oxidação e redução. Verifique o que ocorre.---------------- 3.2. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 1 r GRUPO 1. Adicione 1. Bi 3+ + 3 NH3 + 3 H 2 O --. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 3 rGRUPO 120 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Verifique o que ocorre.Anotações e Observações: Química Analítica Prática de Química Analítica Qualitativa 1.0 mL de Iodeto de Potássio à solução contendo prata.1.0 mL de ferrocianato de potássio. Adicione 1. Verifique o que ocorre.2Bi + Na2 SnO3 + 3 H2O preto 2. Ag+ + Ip AgI(s) ppt amarelo claro 1. Pb ++ + CrO4 p PbCrO4(s) -- ppt amarelo ouro PbCrO4 + 4 NaOH p Na2PbO2 + Na2CrO4 + 2H2 O deve dissolver-se Na2 PbO2 + Na2CrO4 + 4 CH3COOH p PbCrO4 +4NaCH3COOH+ 2H2 O 1.com . Verifique o que ocorre. 4 Cu++ + 4NH -----. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 2 r GRUPO 2.Bi(OH) 3 + 3 NH4 + ppt branco gelatinoso Filtre e adicione ao resíduo 1.Na2 SnO2 + 2H2 O b) REAÇÃO DE IDENTIFICAÇÃO D O BISMUTO 2Bi(OH) 3 + Na2 SnO2 -----.0mL de Cromato de Potássio à solução contendo Chumbo.0mL de NH4OH concentrado à solução contendo Bismuto.0mL de cloreto estanoso + NaOH até dissolver ). Verifique o que ocorre.3.CHUMBO Adicione 1.MERCÚRIO Adicione 1.Cu(NH ) ++ 34 3 2Cu ++ navy solúvel Cu2 [Fe(CN)6 ](s) vermelho telha + [Fe(CN)6]4 ---. ( obtenção do estanito de sódio = 1.0mL de estanito de sódio.1. a)PREPARAÇÃO DO ESTANITO DE SÓDIO SnCl2 + 2 NaOH ----------Sn(OH)2 + 2 NaCl Sn(OH)2 + 2NaOH ----------. 2HgCl2 + SnCl2 p Hg2Cl2(s) + SnCl4 branco aos poucos vai escurecendo 2Hg2Cl2 + SnCl2 p 2 Hg + SnCl4 2.0mL de Cloreto estanoso lentamente à solução contendo mercúrio. à solução contendo Cobre (observe o que ocorre ).

Aqueça se necessário. Adicione à solução de Cromo NaOH + H2 O2 + algumas mL de Chumbo. Adicione à solução de níquel ligeiramente alcalina 1. Ca++ + (NH4)2C2O4 p CaC2 O4 + 2NH4 + ppt branco 4. 2Cr(OH)3 + 4NaOH + 3H2 O2 p 2Na2CrO4 + 8H2 O Pb(OAc)2 + CrO4-. Verifique o que ocorre em cada fase. Adicione à solução de cálcio algumas gotas de hidróxido de amônio + 1.com 121 . Verifique o que ocorre quando se adiciona a solução de NaOH e quando se adiciona a solução de chumbo.4.5.1.0 mL de Oxalato de amônio. Adicione tiocianato de amônio à solução contendo ferro ligeiramente ácida por adição de uma gota de HCL diluído. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 4 r GRUPO 4.6.3.3. Adicione à solução de estrôncio algumas gotas de hidróxido de amônio + 1. 2MnO2 + 5NaBiO3 +20HNO3 p 2HMnO4 +O2 + 9H2 O + 5NaNO3 + 5Bi(NO3)3 ácido manganoso cor uva 3. Observe a mudança de coloração. 4.0 mL de sulfato de amônio. Al(OH) 3 + NaOH p NaAlO2 + 2H2 O ppt branco que com o excesso dissolve-se reprecipita branco NaAlO2 + NH4Cl + H2 O p Al(OH) 3 + NaCl + NH 3 3.p PbCrO4(s) + 2 OAcamarelo vivo 3. Fe3+ + 3NH4SCN p Fe(SCN)3 + 3NH4+ vermelho tijolo Anotações e Observações: 3. Verifique o que ocorre. Adicione à uma solução de Alumínio solução de NaOH em excesso e algumas mg de NH4CL. Adicione à solução de cobalto NH4SCN + álcool amílico.1. Sr++ + (NH4)2SO4 p SrSO4 + 2NH4 + ppt branco Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.2. Verifique o que ocorre.0mL de Dimetilglioxima. Observe se forma um precipitado.2. Verifique o que ocorre. Adicione algumas gotas de HNO3 à solução de Manganês + Bismutato de sódio em uma cápsula de porcelana. CoCl2 + NH4SCN p Co(SCN)2 + 2 NH4Cl Co(SCN) 2 + 2NH4 SCN p (NH4)2[Co(SCN)4] anel azul entre as fases indica cobalto 3. Verifique o que ocorre.

Adicione à solução de bário algumas gotas de hidróxido de amônio + 1. Verifique o que ocorre.3. Umedeça a alça de platina na solução de Na e leve à chama. Mg++ + (NH4)2HPO4 + H2O p MgNH4PO4. Adicione à solução de magnésio 1. Umedeça a alça de platina na solução de K e leve à chama.4.4.6H2O ppt branco 122 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. amarela 5.1. Observe a cor da chama.0 mL de Cromato de Potássio.p BaCrO4 ppt amarelo Anotações e Observações: 5. violeta 5. Ba2+ + CrO4-.2.0mL de fosfato de amônio em meio alcalino e observe o que ocorre.com . Observe a cor da chama. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 5 r GRUPO 5.

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