Anotações e Observações

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Universidade Federal de Pernambuco Centro de Tecnologia e Geociências Departamento de Engenharia Química Curso de Química Industrial APOSTILA DA DISCIPLINA DE QUÍMICA ANALÍTICA

Anotações e Observações:

ÍNDICE
Pág.

01- Tratamento dos dados / Química Analítica ......................................................... 02- Métodos gravimétricos (Gravimetria) .................................................................. 03- Métodos volumétricos (Volumetria) ....................................................... ............. 04- Revisão/ Química das soluções aquosas ........................................................... 05- Cálculos de equílibrios para sistemas complexos ............................................ 06- Titulações de precipitação ................................................................................... 07- Curvas de titulação para sistemas ácido / base simples .................................. 08- Aplicações de titulações de neutralização ................... ...................................... 09- Titulações complexométricas .............................................................................. 10- Equílibrio de oxi-redução e teoria eletroquímica ........................................... .... 11- Titulações de oxi-redução / Teoria ...................................................................... 12- Titulações de oxi-redução / Aplicações .............................................................. 13- Esquema de separação de Cátions ..................................................................... 14- A Balança Analítica .............................................................................................. LISTAS (Exercícios) ..................... ............................................................................... PRÁTICAS ....................................................................................................................

5 11 16 19 26 31 38 46 52 59 61 65 71 72 75 93

AG ENDA

BIBLIOGR AFI A
01- SKOOG, D.A, WEST, D.M AND MOLLER, F.J., Fundamentals of Analytical Chemistry. Saunders College Publishing, 5a ed., 1988. 02- CRISTIAN, G.D, Analytical Chemistry, John Wiley & Sons, 4a ed., 1986. 03- OHLWEILER, O.T. Química Analítica Quantitativa. Livros Técnicos e Científicos editora, a 3 ed., 1982, vol. 1 e 2. 05- BACCAN, N, ANDRADE , J.C., GODINHO, O.E.S. BARONE, J.S. Química Analítica Quantitativa elementar. Edgard Blücher, 2a ed.

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com .Anotações e Observações: 4 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

Análise p qualitativa e quantitativa Importância crescente em várias áreas da ciência e tecnologia Quanti p 2 medições: Peso ou volume da amostra Após completa a análise p determinação de alguma quantidade E a quantidade da espécie. 2.Métodos Eletroanalíticos . De acordo com esta medida final: . 1.com 5 . 5. Completando a análise p Medição de uma propriedade física µ¶x¶¶ que se relacione de uma forma reprodutível com a concentração da espécie. Calibração: Função que relaciona µ¶x¶¶ com C. 4. identificação e determinação das quantidades relativas dos componentes que constituem uma amostra.01 . homogenizar. Seleção do métodop experiência e intuição exatidão x custo Amostragem.o sistema material em estudo . 7. Eliminação de interferências. Preparação da amostra p Sólidos (moagem.Métodos Gravimétricos .o instrumental . TRATAMENTO DOS DADOS A medida de uma quantidade física envolve: . Cálculos dos resultados e estimativas da confiabilidade.Métodos Espectroscópicos ETAPAS DE UMA ANÁLISE QUANTITATIVA Anotações e Observações: 1. 3. 6. estocar) Pode absorver / dessorver H2 O Secagem Medição da umidade Solubilização das amostras. MÉDIA E MEDIANA Média: n § x i x ! i !1 n Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.Métodos Volumétricos . 2.TRATAMENTO DOS DADOS / QUÍMICA ANALÍTICA Química Analítica p separação.o observador Sujeita a erros Dados que não se conhece sua confiabilidade não tem significado.

5% FAIXA DE VARIAÇÃO ¨X ¸ ! FV X © ¹ MIN º ª MÁX EXATIDÃO Quão perto a medida.4 19. se µ¶n¶¶ ímpar p valor central se µ¶n¶¶ par p média do par central.6  19.desvio padrão .variância .3 Concordância entre 2 ou mais medidas realizadas da mesma maneira. ou série de medidas.6 PRECISÃO 20. ERRO ABSOLUTO ERRO RELATIVO E ! xi  Q Q p valor aceitável x Q E ! i v 100 r Q 6 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com . Pode ser expresso: .8 Anotações e Observações: 9.faixa .desvio padrão relativo .5 20.desvio padrão da média DESVIO PADRÃO (AMOSTRAL) E VARIÂNCIA S ! § ( x i  x ) 2 n  1 s p mesma unidade dos dados variância = s2 DESVIO PADRÃO RELATIVO (RSD) RSV ! s v 100 x coeficiente de variância (cv ) s=1 p x ! 20 x ! 200 cv ! 5% cv ! 0.1 mediana: 19. está no valor aceitável.7 2 19.Mediana: resultado em torno do qual todos os outros estão igualmente distribuídos. ex: 19.8 ! 19.

Instrumentais p Calibração Operacionais p Cuidado e autodisciplina. Grosseiros: ocorrem ocasionalmente p são altos (+ ou -) p levam às anomalias. Método p A) Análise de amostras padrão . Constantes p Independe do valor da quantidade medida. 2. 2. ex: copreciptação de impurezas. em princípio. 3. Efeito dos Erros Determinados nos Resultados 1. p Podem ser eliminados por calibração. Determinados ou sistemáticos: média da série difere do valor aceitável. Excesso de reagente para virar o indicador. Fontes de Erros Determinados Instrumentais p Ligados a imperfeições nos aparelhos. Concentração errada da solução padrão usada na calibração. Proporcionais ex: Presença de interferentes na amostra. ex: usando-se uma quantidade fixa de um reagente que possui uma substância interferente.Sintéticas . etc. reagentes. p ex: perdas de material e secagem incompleta da amostra. que. vidrarias. pode ser identificada (e portanto eliminado ou corrigido). Método p São difíceis de detectar (mais sério dos 3) p. Operacionais p Relacionados com o analista. Caráter unidirecional p sistemáticos.I II III IV Anotações e Observações: I ± exato e preciso IV ± erro grosseiro TIPOS DE ERROS II ± preciso e ineexato III ± impreciso e inexato Indeterminados ou aleatórios: fazem com que os resultados flutuem ao acaso p são refletidos na precisão dos dados.com 7 .Padrões internacionais B) Comparação com um método padrão C) Provas em branco D) Variação da quantidade da amostra Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Detecção dos Erros Determinados 1. reações lentas e reações paralelas interferentes. Erros Determinados Fonte definida.

O alvo de qualquer investigação experimental é a população. ESTIMATIVA CONJUNTA DE s (s ) c s 2R  s 2R  . Quando N u 20 s p W. trasnposição de números.com . Amostra p uma parte da população.. normalmente selecionada com o objetivo de se fazer inferências acerca da população. TRATAMENTO ESTATÍSTICO DOS ERROS ALEATÓRIOS Estatística p probabilidades População p o conjunto de todos os valores possíveis de uma dada situação. usar a escala errada ( afeta todos os resultados ).. MÉDIAS E DESVIOS Amostral Populacional Anotações e Observações: n § x i x ! i !1 n 2 § ( x  x) i n 1 Q s! W! 2 § ( xi  Q ) n DESVIO PADRÃO DA MÉDIA W y y m ! H s N m ! s N A incerteza no cálculo de µ¶s¶¶ diminui medida que µ¶N¶¶ aumenta. Erros Indeterminados Sequência das inúmeras variáveis incontroláveis que existem assoc iadas a qualquer medida. Efeito: resultados de medidas repetidas.  s 2R n n 2 2 2! 1 1 s c R § Ex: 8 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. derramar solução.Erros Grosseiros Maioria p operacional p falta de cuidado. inexperiência ex: Cálculos errados. flutuam de maneira aleatória. Seguem uma distribuição normal ou gaussiana.

1 v 100 ! 0.5 = 3 x 1012 ( 1 dígito ) Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. ex: log 4.2 24 0.96 III) Logs e antilogs (III.3660 .31 = 10.96 0.1) O log de um número deve ter tantos dígitos à direita do ponto decimal quantos forem os A.Convenção dos algarismos significativos ALGARISMOS SIGNIFICATIVOS ( AS ) y Anotações e Observações: Os algarismos significativos são todos os dígitos certos e o 1o dígito incerto.1 ml ) certos (3 0 e 2) incerto (4 ) ZEROS: 1.1 100.(0.0 1 v 100 ! 4.2) No antilog de um número deve-se reter tantos dígitos quantos dígitos existirem à direita do ponto decimal do número original.965 100.02 0.S do número original.Servindo apenas para localizar o ponto decimal p Não é AS 0.0670 p 3 AS 3.0 0.02 ! 0.4.Zeros terminais 936600 p quantos AS ? p dúvida Notação científica p 9.156) 2 s 2c ! 6 sc = 0.01 v 100 ! 1. 105 p 5AS Cálculo com algarismos significativos I) Somas e diferenças: retem-se o número de casas decimais = no de casas decimais do no com menor no de casas decimais.4 + 0.1 0. ex: 24 v 4.3979 4 AS 4 AS ex: antilog 12.062) 2 v 3  (0.000 x105 = .Apresentar o desvio padrão ou coeficiente de variação (expressar N) 3. (III.73 = 10.25 4.001 v 100 ! 0. ex: 3.114) 2 v 2  (0.020 + 7.1 v 100 ! 10 1.01 v 100 ! 0.10 REGISTRO DE DADOS ANALÍTICOS Incluir informação sobre a CONFIABILIDADE 1.7 II) Multiplicação e Divisão: a incerteza relativa do resultado deve ser da mesma ordem do que a do componente com maior incerteza relativa.0 incerteza relativa: 0.com 9 .Cercados de outros dígitos p é Algarismo significativo ( AS ) 90. 30.Apresentar os limites de confiança (90 ou 95%) 2.7 p 3 AS 2.965 0.04 0.24 ml ( bureta de 50 ml com graduação 0.

4 Último AS = 5 p par ex: 8.5 9.com .75 = 8.47 = 9.ARREDONDAMENTOS Último AS " 5 p arredondamento para o próximo maior número Último AS 5 p mantido ex: 9.43 = 9.6 Anotações e Observações: 10 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.55 = 8.6 8.65 = 8.8 8.

6 PM ( Mg 2 P2 O 7 ) 0.) p Específica o nr de átomos na molécula Ex:CH2 O p F.Q.E.Q.1% 0.GRAVIMETRIA Métodos de Precipitação Métodos de Volatilização y y Anotações e Observações: Fórmula Empírica (F.6H2O (10000C) Mg2 P2 O7 Requisitos para formas de pesagem: 1) Composição perfeitamente definida 2) Não deve ser higroscópio 3) Precipitado convertido na forma de pesagem a temperaturas relativamente baixas. Ex: C2H5OH (F.E.97 PM ( P ) ! 2v ! 0.95g. Forma de pesagem suporte temperaturas altas 4) Fator gravimétrico alto CÁLCULOS EM GRAVIMETRIA % A = (peso de A / peso da amostra) x 100 F = (o que se quer / o que se tem) x (a / b) Ex: obtive 0. NaHCO3 é convertido quantitativamente em Na2CO3.5g Quero o resultado em P F ! 2v 30. Os cloretos são convertidos em hidróxidos e levados à ignição.com 11 .2g de Mg2 P2O7 Amostra 0.Q. ác. e F. 2-Exercício: A elevadas temperaturas.2783 v Ex: pesei em Fe2O3 Quero em Fe3O4 F! 2 PM ( Fe3 O4 ) 2 v 231.5 %( P ) ! 0. Calcule o % de impurezas na amostra. resultando em Al2O3 e Fe2O3.2362g.9666 3 PM ( Fe2 O3 ) 3 v 159.2783 222.62g.NH3 p NH4MgPO4 . do formaldeído F. A mistura de óxidos pesa 2.54 v ! ! 0. acético (C2H4O2).E.3592g de uma amostra contendo NaHCO3 e impurezas não voláteis resultou num resíduo pesando 0.02 . xH2O ( 800-1000rC) Fe2 O3 Mg (II) + (NH 4)2HPO4 .) p Relação entre o nr de átomos de um composto químico Fórmula Química (F. 2 NaHCO3(s) p Na2 CO3(s) + CO2(g) + H2O(g) A ignição de 0. y y FORMAS DE PESAGEM Fe (III) + NH4 OH p Fe2O3. glicose (C6H12 O6) Fórmula Molecularp Dá a informação sobre a estrutura do composto. Calcule o % de Fe e Al na mistura original. pC2H6O ) Peso Molecularp Peso em gramas (g) de 1 mol da substância.2 v 100 ! 11.69 1-Exercício: uma mistura contendo apenas FeCl3 e AlCl3 pesa 5. Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

Al. Cristalino CONTROLE EXPERIMENTAL DO TAMANHO DAS PAR TÍCULAS: Para minimizar a SR: y T altas ( S o ) y Soluções diluídas ( Qq ) y Adição lenta do reagente precipitante com agitação (Qq ) y Controle do pH do meio quando a solubilidade do ppt.redução da acidez por adição de NH4OH remove quantitativamente o ppt. Cr(II)]. Coloidal SR baixa p ppt. 2. E Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. é afetada por esta variável. y Quando S é muito baixap (Q-S) é sempre altopppt coloidal.precipitação em meio ácido onde S é alta.com 12 .PROPRIEDADES DOS PRECIPITADOS E AGENTES PRECIPITANTES Reagente deve ser seletivo e produzir um sólido que: 1) Solubilidade baixa 2) Facilmente filtrável e lavável livre de contaminantes 3) Não seja reativo e tenha composição conhecida após secagem ou ignição y y y y y y y y y Anotações e Observações: Precipitados Cristalinos Cristais individuais bem desenvolvidos Partículas densas que sedimentam rapidamente Facilmente filtráveis Não se contaminam facilmente Suspensões Coloidais Partículas pequenas (d =10-6 a 10-4mm) Não decantam facilmente Não são retidas em papel de filtro comum Tamanho das Partículas Composição química Condições do meio Temperatura Concentração dos reagentes Velocidade de adição dos reagentes Solubilidade no meio SUPERSATURAÇÃO RELAT IVA SR ! QS S Qp Concentração do soluto a qualquer instante Sp Solubilidade de equilíbrio SR alta p ppt. Região Instável C Região Metaestável D G B F Região Não Saturada A AB p Curva de solubilidade. Ex: oxalato de cálcio 1. Ex: Hidróxidos [Fe(III). sulfitos de metais pesados.

) AgC remoção do HNO3 por aquecimento.Formação de Cristais Mistos III. y Repouso em contato com a solução mãe ( digestão ). y Lavagem com eletrólito volátil. Peptização: colóide coagulado reverte ao seu estado original disperso. com água: remove o eletrólitop aumenta o volume da camada de íons contráriosp restabelece as forças repulsivas. COPRECIPITAÇÃO y y y Compostos normalmente solúveis são carregados junto com o precipitado I. H+ Camada de íons contrários K+ H+ Camada de Adsorção Primária Cl - Cl - Cl - Ag+ Cl - Ag+ Cl - Ag+ Cl - Cristal Cl - Ag+ Cl - Ag+ Cl- Ag+ 1) 2) Contribui para a coagulação: Aquecimento por um curto tempo com agitaçãop diminui a adsorsão.MECANISMO DE FORMAÇÃO DE PPT Nucleação x Crescimento de cristais Anotações e Observações: Nucleação Velocidade Crescimento dos cristais SR PRECIPITADOS COLOIDAIS Coagulação ou aglomeraçãop massa não cristalina filtrável que facilmente decanta. Aumento da concentração de eletrólitosp reduz o volume da solução para neutralizar a partícula. Tratamento prático dos precipitados coloidais y Precipitação à quente. Lavagem com eletrólito volátil: lavado com HNO3 (dil.Adsorção Superficial II.com 13 . Lavagem dos ppts.Oclusão Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. com agitação e adição de eletrólito.

I - Adsorção Superficial Comum em ppts. com grandes áreas específicas superficiais (isto é, colóides).
y

Anotações e Observações:

Contaminantesp íon adsorvido + íon da camada contrária Ex: AgClp Ag+ na superfície NO3- na camada contrária Para minimizar a adsorção: Digestão Lavagem com eletrólito volátil Reprecipitação

AgNO3 é coprecipitado

y

Fe+3 + NH4OH (exc) p FeOH3

adsorve OH- (prim) Zn, Cd, Mn ( íons contrários )

II - Formação de Cristais Mistos Um dos íons da rede cristalina é trocado por um íon de outro elemento. Ex: MgNH4 PO4 K+ É bastante nociva. MgKPO4

Este tipo de contaminação aumenta quando aumenta Soluções: y Remover contaminante y Escolher outro reagente III - Oclusão

¨ [contaminan te] ¸ © ¹ © ¹ [ analito ] ª º

Íons estranhos são µ¶aprisionados¶¶ durante o crescimento do cristal. EX:

Na2SO4

BaCl2

1) Excesso Ba++ ++ Adsorção primária: Ba Íons contrários: Cl-

2) Adição de mais Na2 SO4

Se Vcresc. é alta (substâcias pouco solúveis ) p não há troca completap contaminação com BaCl2 Soluçãop digestão; reprecipitação

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Erros de Coprecipitação 1. Quando o contaminante: Não é um composto do íon determinado p ( + ) Ex: AgCl adsorve AgNO3 , na determinação de Cl . Contém o íon a ser determinado p ( + ou - ) Ex: BaSO4 ( determinação de Ba); oclusão de outros sais de Ba. y Ba(Cl)2 p ( ± ) p menor PM que o BaSO4 y Ba(NO3)2 p ( + ) p maior PM que o BaSO4 Precipitação em Solução Homogênea O reagente precipitante é formado através de uma reação química lenta, na própria solução onde se encontra a espécie a analisar. SRp mantida em níveis baixos. Ex1: Geração de OH(NH2)2CO + 3 H2O p CO2o + 2NH4 + + 2 OHFe(III) e Al(III) Ppts mais densos, mais facilmente filtrável, mais puro (menor área superficial). Ex2: Geração de SO42HSO3NH2 + HNO3p 2H+ + SO42- + N2O + H2O Ba Uma Visão Crítica dos Métodos Gravimétricos TEMPO Lento em termos de ti e tf Tempo de operador pmoderado Não há calibração e padronização Eficiente para analisar poucas amostras SENSITIVIDADE E EXATIDÃO Não sofre limitação do instrumento ( balança ) É limitada por: Perdas por solubilidade Erros de coprecipitação Perdas mecânicas do ppt. (só usado p/ concentração " 0,1% ) Para concentração" 0,1% método mais exato.

Anotações e Observações:

y y y y

y y

y

OBS: amostras muito complexas pexatidão comparável com outros métodos. ESPECIFICIDADE Não são específicos, mas seletivos p ppts. com grupos de íons EQUIPAMENTOS Simples, baratos, fáceis de obter e manter.

y

y

Reagentes Precipitantes Orgânicos VANTAGENS: Muitos são bastante insolúveisp precipitação quantitativa Peso equivalente elevado com respeito à espécie p sensibilidade Alguns são bastante seletivos. Seletividade pode, em alguns casos, ser melhorada ajustando fatores como pH. A maioria dos ppts possui natureza física favorável à filtração e a lavagem. DESVANTAGENS Solubilidade dos reagentes orgânicos em meio aquoso limitada. Muitos ppts não fornecem formas de pesagem satisfatória. Exemplos: 8-hidroxiquinolina p Mg, Zn, Al Solubilidade varia de cátion para cátion e depende do pH. Dimetilglioxima p Pd (ácida); Ni (alcalina)

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03 - VOLUMETRIA Solução Padrão: Reagente de concentração conhecida Ponto de equivalência: Ponto da titulação onde a quantidade do titulante adicionado é quimicamente equivalente a quantidade de analito na amostra. Titulação de retorno: Adiciona-se um excesso de solução padrão ao analito e este excesso é titulado com uma 2° solução padrão. Ponto de equivalência x Ponto final Ponto de equivalência
p

Anotações e Observações:

Teórico Pode ser estimado observando-se alguma mudança física associada à condição de equivalência.

Ponto Final p É o sinal desta mudança. Erro titulométrico p Devido a inadequação da mudança física e da nossa habilidade de observá-la. Indicador p Substância complementar adicionada para detectar o ponto final. PADRÕES PRIMÁRIOS Composto altamente purificado Requisitos: 1°) Alta Pureza; 2°) Estabilidade em relação ao ar ; 3°) Ausência de água de hidratação; 4°) Facilmente disponíveis e de baixo custo; 5°) Razoavelmente solúvel no meio da titulação; 6°) Peso molecular razoável (minimizar erros de pesagem ) Alternativa: Padrão secundário SOLUÇÃO PADRÃO Propriedades Desejáveis: 1°) Ser estável; 2°) Reagir rapidamente com o analito; 3°) Reagir mais ou menos completamente com o analito; 4°) Reagir seletivamente com o analito e que esta reação possa ser descrita por uma equação balanceada simples. Métodos para Estabeler sua Concentração: 1) 2) Direto Pesar padrão primário p Dissolver p Completar o volume em balão volumétrico. Por Padronização A solução a ser padronizada deve ser titulada com: (a) quantidade pesada de padrão primário; (b) quantidade pesada de padrão secundário(*); (c) Um volume medido de outra solução padrão(*). *Solução padrão secundária

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99 2 ¡ 105. molar). M = n / V( l)   n = 0. OBS.deEquivale ntes V (l ) neq = m / PEq PEq . HCl PM = PEq b) Ba( OH ) 2 PM / 2 = PEq Ba( OH ) 2 + 2H+ p Ba++ + 2H2 O Reações de oxidação / redução PE ± É aquele que diretamente ou indiretamente produz ou consome 1 mol de életrons. a) KOH.10 M . formal )pn° total de um soluto em 1l de solução(C ) Molaridade de equilíbrio ou das espécies(conc.000l.) = PM/ 5 EXEMPLO II: (+7) (+4) MnO2(s) + 4 OHMnO4.   n = m / PM   ? A) Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.+ 2H+ p H2O + CO2 PM (Na2CO3 ) = 105.99 2 = 26.com 17 .Concentração de Soluções Molaridade e Normalidade Anotações e Observações: M ! no.1 x 5 = neq = 0.) = PM / 3 3) Reações de precipitação e formação de complexos PE ± É aquele que reage ou consome: 1 mol do cátion ( se este é univalente ) 1/2 mol do cátion ( se este é divalente ) 1/3 mol do cátion ( se este é trivalente ) 2) 1) EXEMPLO III: AlCl3 + 3Ag+ p Al+3 + 3 AgCl PEq ( AlCl3 ) = PM / 3 EXEMPLO IV ± 01: Descreva a separação de 5.50g.depende da reação q 105.1 x 5 = 0.+ 2OH.de oles V (l ) N = m / PM Peso Equivalente Reações ácido / base + PE ± É a quantidade da substância que fornece ou consome 1 mol de H .5 x Dissolve-se 26. EXEMPLO I: (+3) (+7) (+4) (+2) 2+ +2 5C2O4 + 2 MnO4 + 16H p 10 CO2 + 2 Mn + 8 H2 O Mn: (+7) ( +2 ) ( nox = 5 PEq ( MnO4. p Expressa a conc.p Mn: ( +7) (+3 ) ( nox = 3 Peq ( MnO4 .99 Peso equivalente (Na2 CO3 ) = N= nreq V (l ) 0.000l de uma solução 0.10N de Na2CO3 a partir do sólido padrão primário.: Se 0.+ 3e.5 x PM = 53.5g e dilui-se em balão volumétrico para 5.5 m = 0. assumindo que a solução será usada para titulações cuja reação química é: CO3 2.5 neq = PEq   m = neq x PEq = 0.00g Molaridade analítica ou total ( conc. molar de uma espécie particular que existe na solução em equilíbrio (   N! no.

O NH3 liberado foi destilado em 50. Calcule: a) % N (PM = 14.6 moles N = m / PM .com . da solução em termos de massa ( mg ) de algumas espécies que é equivalente a 1 ml de solução.soluto vol.2 ml 50.: v = 59. Percentagem: %p/p= pesodosoluto pesodasolução x 100 %v/v= vol.6 x 36.solução (l ) 3. Idem ao Exemplo 04 só que a concentração do KMnO4 é 0.8040g de minério de ferro foi dissolvido em ácido.100 0.4755g de uma amostra contendo ( NH4)2C2O4 e compostos inertes foi dissolvido em H2O e alcalinizada com KOH que converte o NH4 + em NH3.4 ) em 10.18 ).007 ) b) % ( NH4) 2C2O4 ( PM = 124.1 = 0.0ml de solução.00 mg Fe2O3 ml . O excesso de H2 SO4 foi retrotitulado com 11.847 ) b) % Fe3 O4 ( PM = 231. 4.: V = m / d . O ferro foi então reduzido para Fe+2 e titulado com 47.19 / 1. O ácido dissocia-se 73% em H2 O .1214M.00 mg / ml ) C ( ppm ) = pesodosolu to( mg ) vol .6 x 36.5 x100 37 = 59. Título: Define a conc.18 = 50. 0.+ 5 Fe+2 + 8H+ p EXEMPLO VIII ± 05. 0.05035M.19 g de reagente comercial 18 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.5 -------------. Densidade: d = m / V ( Kg / l ) Partes por milhão e por bilhão: C ( ppm ) = Anotações e Observações: pesodosolu to pesodasolu ção x 106 c ( ppb ) p 109 Se o solvente é H2O e a sol.6 x36.5 HCl puro 37 % Em peso 37 -------------.13ml de NaOH 0.solução x 100 Reagentes aquosos comerciais p p / p. M=n/v . EX.solução x 100 %p/v= pesodosolu to vol .x x= d=m/v . CL3COOH ( M = 163. Calcule o resultado desta análise em termos de : a) % Fe ( PM = 55. EXEMPLO VI ± 03: Descreva a preparação de 100 ml de HCl a partir do reagente comercial concentrado ( 37% HCl e d = 1. EXEMPLO IX ± 06.0ml de H2 SO4 0.: m = 0. 2.22 ml de KMnO4 0.54 ) A reação do analito com o reagente é: Mn+2 + 5 Fe+3 + 4 H2O MnO4.: K2Cr2O7 com título 5.02242 M.: n = 6 x 0.10 ). EXEMPLO VII ± 04: Uma amostra de 0. é bem diluída ( d = 1. Outras Formas de Expressar Concentrações 1.1121 N.2 ml do ácido comercial devem ser tomados e diluídos para 100 ml.EXEMPLO V ± 02: Calcule a concentração analítica de equilíbrio de uma solução aquosa contendo 285 mg ácidotricloroacético.

ácido acético anidro NH3 Base1 CH3OH + Base1 + CH3OH Ácido 2 HNO2 Ácido 2 = = NH4 + + CH3O - Ácido 1 CH3 OH2+ Ácido 1 + Base 2 NO2Base 2 + + CH3OOH- Autoionização ou Autoprotólise p Solventes anfipróticos H2O + H2O = H3O+ CH3OH + H3O+ CH3OH = CH3OH2+ p íon hidrônio Autoionização da água p [H3O+] = [OH-] = 10-7M Força dos Ácidos e Bases Ácido mais forte HClO4 HCl H3 PO4 H2 PO4 NH4+ Ácidos fortes Ácidos fracos p não se dissociam completamente. A solução contém o ácido e sua base conjugada - + + + + + H2O H2 O H2O H2O H2O H2O = = = = = = H3O+ H3O + + + + + + + ClO4 Cl - H3O+ H3O+ H3O + H2PO4 ± H3COOHPO4 NH3 Base mais forte = H3 COOH + H3O+ Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com 19 . etanol.04 ± REVISÃO / QUÍMICA DAS SOLU ÇÕES AQUOSAS Eletrólitos p substâncias que se dissolvem em água para produzir íons livres suficientes para aumentar significativamente a condutividade elétrica do meio Eletrólitos fortes p Ionizam-se completamente Eletrólitos fracos p Ionizam-se parcialmente Anotações e Observações: Ácidos e Bases (Bronsted & Lowry) p Um ácido é uma substância capaz de doar prótons e uma base é uma substância capaz de aceitar prótons Muitos solventes são doadores ou aceptores de prótons NH3 Base1 H2O Base1 + + H2O Ácido 2 HNO2 Ácido 2 = H3O+ Ácido 1 = NH4 + + OH - Ácido 1 + Base 2 NO2Base 2 Água p solvente ANFIPRÓTICO Outros p Metanol.

008x10 -14 2 + - = H3O+ + OH- } 1.com .2M de NaOH NaOH p Na+ + OH2H2O = H 3O+ + OH- [OH-] = 0.2 [H3 O+] = 5. Arsênico íon triiodeto Laranja Princípio de Le Chatelier p A posição do equilíbrio é deslocada na direção que tende a minimizar a pertubação imposta T o p Equilíbrio desloca-se na direção que absorve calor (ENDO) P o p Favorece os participantes que ocupam menor volume [R] o p Equilíbrio desloca-se na direção que consome esse reagente Expressão da Constante de Equilíbrio mM K = [P]p [Q]q [M]m [N]n p P.2 M p aproximação é válida 20 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.00 x10 -14 EX: Calcular a [H 3O+] e [OH.2 + [OH-]H2O } 0.2 + 5.] em água a 250C e a 1000C. M.2 M [H3O+] = - Kw [OH ] - = 1.00 x10-14 p [H3O+] = 10-7 M Kw(1000 C) = [H3O+] [OH.00 x10-14 } 0.00 x10-14 0.00 x10-14 M OBS: [OH ] = 0. [H3O+] = [OH.EQUILÍBRIO QUÍMICO H3 AsO4 + 3I+ 2H+ = H3 AsO3 + Ác.] Kw(250 C) = [H3O+] [OH-] = [H3O+]2 = 1. Arsenoso I3 + H2O Ác. N p concentração molar ou pressão parcial (atm) p Válido para solutos ideais em soluções infinitamente diluída p Não há informação sobre a velocidade com que o equilíbrio é alcançado Anotações e Observações: + nN = pP + qQ Constantes de Equilíbrio Comuns na Química Analítica Produto Iônico da Água 2H2O K = [H3O+] [OH-] [H2O]2 Constante (55 mol/l) Kw = K [H2O] = [H3O ] [OH ] 250 C p 1.] = [H3O+]2 = 49 x10-14 p [H3O+] = 7 x 10-7 M EX: Calcular a [H 3O+] e [OH. Q.] em uma solução 0.

02M de Ba(NO3)2 Constante de Dissociação Ácido-base HNO2 + H2O = H3O+ + NO2- Ka = [H3O+] [NO2 -] [HNO2] NH3 + + - H2O = NH4+ + OH- Kb = [NH4 ] [OH ] [NH3 ] Relação entre as constantes de dissociação para pares conjugados ácido/base NH3 + H2O = NH4+ + OHKb = [NH4+] [OH-] [NH3] NH4 + + H2O = NH3 + H3O + Ka = [NH3] [H3O+] [NH4+] Ka x Kb = [NH 3] [H3O+] x [NH 4+] [OH.57 x10 -9 Solubilidade de precipitados na presença de um íon comum EXEMPLO II: Calcular a solubilidade molar do Ba(IO3)2 numa solução contendo 0.Produto de Solubilidade Ag2CO3 (s) K = [Ag+]2 [CO3=] [Ag2CO3 (s) ] Concentração molar constante Kps = K [Ag2CO3 (s) ] = [Ag ] [CO3 =] + 2 Anotações e Observações: = 2Ag+ + CO3= EXEMPLO I: Quantas gramas de Ba(IO3)2 (PM=487) podem ser dissolvidas em 500 ml de água a 250C Kps(Ba(IO3 )2) = 1.] Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com 21 .] [NH4 ] Ka x Kb = Kw [H3 O+] em Soluções de Ácidos Fracos HA + H2O = A+ H3O+ Ka = [A ] [H3 O ] [HA] 2H2O + + + = Kw [NH 3 ] (I) = - H3O+ + OH- (II) Kw = [H3O ] [OH ] [H3O+]totla = [H3O+](I) + [H3O+](II) [H3 O+](I) =[A.

[H3O ] Aproximação2: CHÁ } [HA] Ka = [H 3O+]2 CHÁ OBS: O erro na aproximação [H3O+]<< CHÁ aumenta se CHÁq e Kao Devemos obter [H3O+] e compará-la com CHÁ EXEMPLO III: Calcular a concentração do íon hidrônio numa solução aquosa de ácido nitroso 0.120 M -4 EXEMPLO IV: Calcular a concentração do íon hidrônio em uma solução 2.4x102 Constante de Equilíbrio de Reações de Óxido-redução 6Fe+2 + Cr2O7 = K= + 14 H3O+ = 6Fe+3 + 2Cr+3 +21H2O +3 [Fe+2 ]6 [Cr+3 ]2 [ Fe+2]6 [Cr2O7=] [H3O+]14 K p pode ser calculada através dos potenciais padrão Constante de Distribuição I2(aq) = I 2(org) p coeficiente de distribuição ou de partição Kd = [I2]org [I2]aq Constantes de Equilíbrio em Etapas Muitos eletrólitos se associam ou se dissociam em etapas 22 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.4x10-6M ou maior.com .[H3O+] + Ka = [H 3O ] + 2 + CHÁ .00x10 M de C6H5NH3Cl ( [H3O+]<< CHÁ) Constante de Formação para Íons Complexos Fe+3 + SCN+2 = Fe (SCN)+2 Kf = [Fe (SCN) ] [SCN ][ Fe ] EXEMPLO V-5: Uma pessoa pode ver a cor vermelha do Fe (SCN)+2 numa solução quando a concentração deste complexo é de 6.Anotações e Observações: O H3O da reação (I) reprime a reação (II) + Aproximação1: [H3O ] = [A ] CHÁ =[A.] + [HÁ] Como: + [H3 O+](I) }[A. Qual a concentração mínima de KSCN requerida para que se possa detectar 1 ppm de Fe+3 na água? Kf = 1.] CHÁ=[H3O ] +[HA] [HÁ] = CHÁ .

5x104 ZnNH3+2 + NH 3 = Zn(NH3 )2+2 2 3 )2 ] 2! [ n(N [ nN 2 3 ! 2.0x10-14 (água) Kps=1.com 23 .75 x10-5 (HOAc) Se em vez de NaCl tivéssemos KNO3 ou NaClO4 p curvas similares p MESMAS CARGAS O efeito do eletrólito tem origem nas forças eletrostáticas de atração e repulsão que existem entrem os íons do eletrólito e os íons envolvidos no equilíbrio Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.2x10 4 F2 = K1 x K2 =6.2x10 4 Zn(NH3 )3 +2 + NH 3 = Zn(NH3 )4 +2 K4 ! [Zn(NH 3 ) 2 ] 4  [Zn(NH 3 )3 2 ][NH 3 ] ! 3.2 x10 8 F3 = K1 x K2 x K3 =2.0 x10 13 Efeito da Concentração do Eletrólito no Equilíbrio Químico Observou-se experimentalmente que a posição do equilíbrio depende da concentração eletrolítica do meio (mesmo quando o eletrólito adicionado não contém íons comuns com aqueles em equilíbrio) Concentração de NaCl.Quando NH3 é adicionado a uma solução contendo Zn :  [Zn H3 2 ] +2 Anotações e Observações: Zn +2 + NH 3 = ZnNH3 +2 K1 ! [Zn 2 ][ H 3 ] ! 2.5x10 4 3] ][N Zn(NH3 )2 +2 + NH 3 = Zn(NH3 )3 +2 K3 !  [Zn(NH 3 )3 2 ]  [Zn(NH 3 ) 2 2 ][ H3] ! 3. M Valores limites p Kw =1.3x10-10 (BaSO4) Ka = 1.

1) p f< 1 A altos Q (Q > 0. [B].1) p f pode ser maior que 1.. Zc p carga dos íons Para soluções com Q e 0.) 2 [A]. Soluções diluídas p Q é mínimo p f =1 p aA =[A] A Q moderada (Q < 0. SO4 = menos (-) A magnitude do efeito de eletrólito depende da cargas dos íons que participam do s equilíbrio p EFEITOo CARGAo Em uma faixa de concentração considerável do eletrólito.33 p constantes (para soluções aquosas a 25 0C) 24 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla..51Z A Q 1  0.EXEMPLO: BaSO4(s) = Ba+2 + SO4= Cl Cl +2 (+NaCl) Na + = Anotações e Observações: Diminuição da atração Na + Ba Cl - Cl - Na + SO4 Na + entre Ba+2 e SO4 = p AUMENTA A SOLUBILIDADE Ba=2 menos (+) OBSERVAÇÕES: 1. Zb..com . [C] p concentração molar dos íons em solução Za. o efeito do eletrólito depende apenas de um parâmetro de concentração chamado FORÇA IÔNICA ( Q) Q =1/2 ([A]Za + [B]Zb 2 2 + [C]Zc . Interpretação do comportamento da solução é difícil p Em soluções não muito concentradas: f p independe do TIPO do eletrólito f p depende apenas de Q p A um dado Q p f depende da carga da espécie p f para um dado íon descreve seu comportamento em todos os equilíbrios em que ele participa Equação de Debye-Huckel  log f A ! 2 0.33E Q Q p força iônica da solução 0 EA p diâmetro efetivo do íon hidratado ( A) 0. 2.51 e 0.1 p O efeito do eletrólito não depende do tipo dos íons.. só de Q Atividade e Coeficiente de Atividade a A = [A] f A aA p atividade de A [A] p concentração molar de A fA p coeficiente de atividade para A p admensional e varia com o Q Ka = a H3O+ aAaHA = [A-] [H3O+] x fH3O+ fA[HA] fHA Ka p numericamente constante em uma faixa grande de Q (constante de equilíbrio termodinâmica) Propriedades do coeficiente de atividade p f é uma medida de quanto a espécie influencia o equilíbrio no qual ela participa.

CrO4 .IO3 .738 0.867 0.933 0.675 0. MnO4K . Ce PO4 .. Br .76 0.740 0. Be 2+ 2+ 2+ 2+ 2+ 2+ 2+ 2+ + + + + + + + - Anotações e Observações: EA.964 0. 0 A 9 Coeficiente de atividade em Q 0. Ce . 2+ 22+ 222C2O4 22- 2+ 0. La .01  íons com cargas múltiplas EXEMPLO: Use atividades para calcular a solubilidade do Ba(IO3 )2 numa solução 0. Tl .78 0.898 0.31 0.665 0.907 0.82 0. SCN-. ClO3.925 0. BrO3.40 0. Hg2+. Mn .033M de Mg(IO3)2 . H2AsO4 .929 0.75 0. S2O3 .80 0.57 0.742 0.868 0.967 0. Zn .37 0. Zr .35 0.46 0. Fe(CN) 6 4+ 4+ 334+ 3+ 3+ 3+ 3+ 3+ 2- 4. Cr . HPO4 Al . 2+ 2Co .54 0.com 25 . ftalato Sr2+. OH.Atividade e coeficientes de atividade para íons a 250 C Íon H3O+ Li+. NH4 Mg .5 3 2. Ni . CN .902 3.048 0.84 0.926 0..45 0. HCO3 .40 0.588 0.928 0.80 0.36 0.81 0..755 0. Cd2+. Sn .021 Omissão de f nos cálculos p Discrepâncias significativas quando:  Q u 0.001 0. NO2 .5 0.24 0.52 0.005 0.924 0. NO3 .18 0. S2Pb . SO4 .095 0. H2PO4 .5 8 6 5 4.67 0. CO3 .76 0. Kps = 1. Fe .900 0.69 Ca . F. 4+ 0. HS-.255 0.80 0. Ag .46 0. Fe . HCOO Rb .1 0. ClO4-..964 0. Cu . C5H5COONa .964 0.749 0.964 0. I .660 0.899 0.20 Hg2 .44 0.725 0.065 6 4-4.870 0.744 0.868 0. OAc. IO4-.38 0.86 0.0 9 4 11 5 Th . Ba2+. SO3 .48 0.965 0.05 0.HSO3 .10 0.83 0.. Sn Fe(CN)6 4-.16 0.44 0.5 0.57x10-9 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.50 0. Cs . Cl .872 0.914 0.01 0.

] = [Ag+] + [Ag(NH3)2+] CNH3 = 0.2 x10-4M [H3O+][OH-] = 1.010 = [NH3 ] + [NH4+] + 2[Ag(NH3)2+] Equações de balanço de carga [ÂNIONS] = [CÁTIONS] O número de moles de carga fornecido por um íon é igual a carga do íon x sua concentração molar Sistema: Solução que contém NaCl. CO3=. [OH-] e [H3O+]) V ± Aproximações Kps (Mg(OH) 2)p relativamente alto p sol.010 M NaHCO3 p sal p eletrólito forte NaHCO3 p Na+ + HCO3[Na+] = 0.00x10-14 III ± Balanço de massa [OH.= 2[Mg+2 ] = 2x1.vindo do Mg(OH)2 IV ± Balanço de carga + +2 [OH ] = [H 3O ] + 2[Mg ] 3 equações independentes e 3 incógnitas ([Mg+2]. Hidróxidos Metálicos Exemplo: Calcular a solubilidade molar do Mg(OH)2 em água I ± Equilíbrios Mg(OH)2 (s) = Mg+2 + 2OH+ 2H2O = H 3O + OH II ± Expressão das Constantes de Equilíbrio Kps = [Mg+2] [OH-]2 = 1..7x10-11 p [Mg+2](2[Mg+2])2 = 1.010 M [HCO3-] < 0. Ag+ e Ag(NH3)2+ p AgBr [Br.05 .7x10 +2 S = [Mg ] = 1.+ H2O = CO3= + H3O+ HCO3 . H2CO3.00x10-14 Aproximação OK [H3O+] = 1.7x10-11 Kw = [H3O+] [OH-] = 1.010 M saturado com AgBr Descrição dos equilíbrios: AgBr(s) = Ag + + BrAg+ + 2NH3 = Ag(NH3)2+ NH3 + H2O = NH 4+ + OHÚnica fonte de Br-.com . + 2H2O = H3O + OH Anotações e Observações: (I) (II) Uma solução 0.] = [H 3O+] + 2[Mg +2] OH. H3 O+. Al2(SO4)3 (não considerando a dissociação da água) [Na+] + 2[Mg+2] + 3[Al+3 ] = [Cl-] + [NO3-] + 2[SO4 =] 1.010M pois HCO3 .010M de NaHCO3 contém: Na+.1x10-11 M 26 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. relativamente básicap[H3O+] <<[Mg+2] 2[Mg+2] } [OH-] (balanço de massa) VI ± Resolvendo [Mg+2][OH-] = 1. Mg(NO3)2.vindo da água OH.6x10-4 M OH.6x10-4 = 3. OHEquações de balanço de massa Sistema: NH3 0.CÁLCULOS DE EQUILÍBRIO PARA SISTEMAS COMPLEXOS Dois ou mais equilíbrios que operam simultaneamente Exemplo: Sistema preparado dissolvendo-se 1 mmol de NaHCO3 em 100 ml de água CNaHCO3 = 0.7x10-11 +2 3 -11 4[Mg ] = 1.00x10-14 / 3.+ OHE ainda.2x10-4 = 3.+ H2O = H2 CO3. HCO3.

+ H2O = pH Variável Saturando-se uma solução não tamponada com um sal pouco solúvel feito de um ânion básico ou de um cátion ácido p VARIAÇÃO DE pH Exemplo: Água pura saturada com BaCO3 (s) p BÁSICA BaCO3(s) = Ba+2 + CO3= = HCO 3.9x10-4 CuI(s) + I. não é necessário considerar a [H3 O+] nos cálculos. contendo um íon que tem Ka/Kb relativamente alto Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. um cátion com propriedades ácidas.42x10-5 C 2 O4= + H3O+ HC2O4. Em outras palavras. Assume-se que a [OH. A constante de formação K2 para a reação do CuI -4 -4 com I dando CuI2 é 7.] é alta e.9x10 .Anotações e Observações: Solubilidade de Ppts na Presença de Agentes Complexantes So na presença de reagentes que formam complexos com o ânion ou cátion do precipitado Exemplo: Al(OH)3 na presença de F Al(OH) 3 (s) - = Al +3 + + 6 F¬¬ AlF6 3-12 3OH- Exemplo VI-01 ± O Kps (CuI) = 1. é dependente do pH Exemplo VI-02 ± Calcular a solubilidade molar do oxalato de cálcio numa solução que tem pH constante e igual a 4.36x10-2 Ka2 = 5.00 Dados: Kps = 2. Calcular a solubilidade do CuI numa solução 1.com 27 .= CuI2O Efeito do pH na Solubilidade S de precipitados que contêm um ânion com propriedades básicas. a contribuição do OH vindo da dissociação da água é negligenciável É aplicável para compostos moderadamente solúveis.+ OHCO3= + H2O HCO3.+ H2O = H 2CO3 + OH[OH-] p desconhecida Desprezar pode levar a erros (-) principalmente quando: y Kps diminui (e portanto Sq) y A base conjugada torna-se mais forte Se é desprezado S = Kps1/2 Ppt p MA Aproximações que podem ser feitas: 1.+ H3O+ Ka1 = 5.1x10-12 K2 =7.3x10-9 CaC2 O4(s) = Ca+2 + C2O4= H2C2O4 + H2O = HC 2O4. portanto.0x10 M de KI CuI(s) = Cu+ + IKps=1.1x10 . ou ambos.

9x10 [AgCl(aq)] -4 Kd x Ks = Kps = [Ag ] [Cl ] + - Solubilidade do AgCl como uma função da concentração de ClAgCl (s) AgCl(aq) AgCl(s) AgCl2 - = = + + Cl Cl - AgCl (aq) Ag+ + Cl= = AgCl2 AgCl3 = (0) (1) (2) (3) Excesso de Cl- [Cl ] o p (O) e (1) para a esquerda (2) e (3) para a direita Consequência p S x [Cl.9x10 -4 (6) (7) (8) 2.25x10-8 Balanço de massa: (E) [Ba+2] = [CO 3=] + [HCO3.2.13x10-4 (C) Kb2 = ([H2CO3 ] [OH-] / [HCO 3-] = 2.0x10-5 1 Balanço de massa ( = Balanço de carga) [Cl.] = CKCl + [Ag+] .]adicionado p mostra um mínimo EXEMPLO: Derivar uma equação que descreva o efeito da concentração analítica do KCl na solubilidade do AgCl em solução aquosa. e que a 25 C estas concentrações são 10 M É aplicável para precipitados com S muito baixa.] + - (4) (5) 3.2[AgCl3 =] ¬¬ [Cl.com .] . principalmente um ânion que tem Ka/Kb baixo - Anotações e Observações: Exemplo VI-03 ± Calcular a solubilidade molar do carbonato de bário em água Dados: = -9 +2 Kps = 5.13x10-4 H 2CO3 + OHKb2 = Kw/Ka1 = 2.] + [AgCl3.1x10 = (B) Kb1 = ([HCO3 ] [OH ]) / [CO3 ] = 2. Calcular a concentração de KCl para que a solubilidade seja mínima S = [AgCl(aq)] + [Ag+] + [AgCl2.1x10 BaCO3(s) = Ba + CO3 = CO3 + H2O = HCO 3 + OH Kb1 = Kw/Ka2 = 2.[AgCl2.] Equilíbrios: Kps = [Ag+][Cl-] = 1.00x10-14 Equilíbrios: = -9 +2 (A) Kps = [Ba ] [CO3 ] = 5.] + [H2CO3] Balanço de carga: (F) 2[Ba+2 ] + [H3 O+] = 2[CO3=] + [HCO3-] + [OH-] O Efeito do Soluto Não Dissociado na Solubilidade CaSO4.] = [Cl-] = K3 = [AgCl3 ] = [Cl ] [AgCl2 .+ H2 O = + 2H2O = H3O + OH Kw = 1. Assume-se quer a dissolução do precipitado não altera significativamente a [OH] e + 0 -7 [H3O ].] AgCl(aq) (9) 28 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.82x10-10 Kd = [Ag ] [Cl ] = [AgCl(aq)] K2 = [AgCl2 . haletos de prata p agem como eletrólitos fracos e não se dissociam completamente em água Exemplo: Solução saturada de AgCl AgCl (s) = AgCl (aq) AgCl(aq) = Ag + (I) - + Cl (II) K(I) x [AgCl(s)] = Ks = [AgCl (aq)] ( a uma dada T a [AgCl(aq)] é constante) K(I) = [AgCl (aq)] [AgCl (s)] + - K(II) = Kd = [Ag ] [Cl ] = 3.25x10-8 HCO3.

0x10-8 + 1.2[AgCl3 =] << CKCl p Anotações e Observações: [Cl.82x10 -10 / 3.Aproximação: Kps pequeno p de (9) [Ag+] . (11) em (4): S = Kps + Kps + K 2 [Cl.9x10-4 = 4.0030)2 = 1.82x10-10 / 0.7x10-7 Substituindo-se (12).]2 = 2x10-5 Dividindo-se (5) pr (6): [AgCl(aq)] = Kps / Kd = 1. M y Em S Mínimo p AgCl(aq) é a espécie mais concentrada Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.0030M } [Cl.com 29 .Kps = 0 Por aproximações sucessivas: CKCl = 0.1x10-8 M [AgCl2 -] = K2 [Cl.] + K2 K3 [Cl-]2 Kd [Cl -] Ou S = Kps + Kps + K 2 CKCl + K2K3 CKCl 2 Kd CKCl CKCl onde S é mínima: dS/dCKCl = 0 = -(Kps/ CKCl2) + K2 + 2 K2 K3 CKCl Rearranjando: 2 K2 K3 CKCl3 + CKCl2 K2 .0030 = 6.8x10-10 M + CKCl >> [Ag ] .9x10-7 M Log C C.2[AgCl3 ] p OK ! Solubilidade Mínima: S = 4.8x10-10 = 5.] = 2.1x10-8 + 6.0030 = 6.[AgCl2 ] .0x10-8 M [AgCl3 =] = K2 K3 [Cl-]2 = 2.] Checagem: [Ag+] = Kps / [Cl-] = 1.7x10-7 + 6.[AgCl2-] .] } CKCl (10) (11) (12) Encontrando a equação: Multiplicando-se (7) por (8): K2 x K3 = [AgCl3 =] / [Cl. (6).0x10-5 x 0.0x10-5 x (0.

Separação de Íons pelo Controle da Concentração do Reagente Precipitante íon A íon B Exemplo: Podemos separar quantitativamente Fe+3 e Mg+2, na forma de hidróxidos, de uma solução que é 0,1 M de cada íon? Kps (Fe(OH)3) = [Fe+3] [OH-]3 = 4x10-38 Kps (Mg(OH) 2) = [Mg+2] [OH- ]2 = 1,8x10-11 Kps do Fe(OH)3 << Kps do Mg(OH)2 p parece que Fe(OH)3 precipita 10 Precipita primeiro o composto menos solúvel

Anotações e Observações:

y

ETAPAS: 1. 2. Cálculo da [OH- ] necessária para precipitar quantitativamente o Fe+3 Cálculo da [OH- ] na qual o Mg(OH)2 começa a precipitar

Se (1) < (2) p Separação é possível
y

OBS: A precipitação é dita quantitativa se 1 parte em 10.000 do íon permanecer em solução, isto é, [Fe+3] << 1x10-5 (arbitrário) (1,00x10 ) [OH] = 4x10
-11 -5 3 -38 +3

(1)

[OH ] = 2x10 M
-5

-

-11

Assim, se [OH ] = 2x10 M, a [Fe ] = 1x10 M (2) O Mg(OH) 2 só irá se formar quando [Mg+2] [OH-] > Kps 0,10 [OH- ]2 = 1,8x10-11 [OH-] = 1,3x10-5 M (Concentração máxima tolerável) Quando [OH-] = 1,3x10-5 M p solução supersaturada com respeito ao Mg(OH)2 (inicia a precipitação) Conclusão [OH-] maior que 2x10-11 M p para precipitar quantitativamente o Fe+2 menor que 1,3x10-5 M p para não precipitar p Mg(OH)2 Separação de Sulfetos Controlando-se a [H3O+] p controla-se a [S=] p Precipitação seletiva H2S p ácido fraco usado como agente precipitante H2S + HS- + H 2O H 2O = = H 3O+ H 3O+ + + HSS= K1 = [H3O+][ HS- ] = 5,7x10-8 [H2 S]

K2 = [H3O+][ S=] = 5,7x10-15 [HS-] Nas separações com sulfeto p solução continuamente saturada com H2 S ([H2 S]}0,1M) K1 x K2 = [H3O+]2 [ S=] [HS-] = 6,8x10-23 0,1 M [S ] =
=

6,8x10 + [H3O ]

-24

Exemplo VI - 04 ± Encontrar as condições nas quais, teoricamente, Cd+2 e Tl+ podem ser separados quantitativamente com H2S a partir de uma solução 0,1M de cada íon Kps(CdS) = 2x10-28 Kps(Tl2 S) = 1x10-22

30

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06 ± TITULAÇÕES DE PRECITAÇÃO -Poucas reações de precipitração são suficientemente rápidas; -Poucos indicadores são satisfatórios. AgNO3 p Reagente mais importante (métodos argentométricos ) O ponto de equivalência de uma titulação é caracterizado por uma grande variação nas concentrações relativas do analito e reagente. A (aq ) + R (aq)

Anotações e Observações:

p

AR (s)

Kps ( AR ) = 1,00 x 10

-10

10 8

6 4 2 0 40

pA

p

Construção da Curva de Titulação p 3 tipos de cálculo, correspondendo a 3 estágios : 1. Antes do PE; 2. No PE; 3. Após o PE. Construção da curva de titulação para a reação de 50,00 ml de NaBr 0,0050 M com AgBr 0,0100 M. Ponto inicial: Solução: 0,0050 M em Br pBr = 2,30 0,0000 M em Ag + . Após a adição de 5,00 ml do reagente: A concentração de Br diminui por causa da diluição e precipitação + ( Br + Ag = AgBr ( s) ) CNaBr = CNaBr =

(nrdemolesinicial  nrdemolesquereagiu ) Volumetotaldasolução (50 x 0,0050 )  (5,0 x 0,0100 ) = 3,64 x 10-3 50  5

[ Br-] = [ Br -](não reagiu ) + [ Br -]AgBr ( solubilizado) [ Br-] = 3,64 x 10-3 M + [Ag +] A não ser que a CNaBr seja muito pequena : [Ag+] < < 3,64 x 10-3 [Br-] $ 3,64 x 10-3 pAg + pBr = Kps pBr = 2,44 pAg = 12,28 ± 2,44 = 9,84 [Ag+] = 1,4 x 10-10

¢  ©¨§ ¦

0

10

20

30

0,1000 M

50

60

¢
70

pA p

Curva de titulação

¤£

¥

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Ponto de Eqüivalência: Nem Ag+ , nem o analito estão em excesso. Kps = [ Ag+][Br -] [ Ag ] = 7,21 x 10
+ -7

Anotações e Observações:

[ Ag+] = [Br -] = pAg = pBr = 6,14

5,2 x10 13

Após adição de 25,1 ml do reagente: Há excesso de AgNO3 CAgNO3 CAgNO3
=

=

( nrdemolesadi cionados  nrdemolesque reagiu ) Volumetota ldasolução (25,10 x0,0100  50,00 x0,0050) = 1,33 x 10-5 50,00  25,10
+ [Br- ] } 1,33 x 10-5 pBr = 12,28 ± 4,88 = 7,40

[Ag+] = 1,33 x 10-5 pAg = 4,88

Fatores que Influenciam os Pontos Finais Um ponto final fácil de se localizar é observado quando pequenas adições do titulante causam grandes variações na função p. 1 ± Concentração do reagente 

C(reagente) ou C(analito) o pBr)

Aumenta a variação de pAg na reação de equilíbrio (idem para

Pontos finais fáceis de detectar e menor o erro titulométrico Efeito da concentração do titulante (Figura A)

pAg

C

10,0 8,0 6,0 4,0 2,0

B A

InA

pAg =7
pAg =5

AgIn

B C

0

10

20

30 Volume (AgNO 3), ml

A p 50,00 ml de NaBr 0,0500M com AgNO 3 0,1000 M B p 50,00 ml de NaBr 0,0050M com AgNO3 0,0100 M C p 50,00 ml de NaBr 0,0005M com AgNO 3 0,0010 M Reação mais completa 

Quanto mais completa a reação (sal menos solúvel ) região de eqüivalência

p

maior a variação do pAg na

32

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1 M Estágio Inicial: Curva idêntica a do I Até que AgCl se forme p Cálculos idênticos aos já exemplificados.56 x 10-7 [Cl  ] Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.e 0.3 x10 17 = 1.0 12.0 x 10-8 Misturas de analitos que formam ppts de diferentes solubilidades.0 4.0 6.56 x 10-7 [I  ] = 4..0 Br10.3 x 10-17 Kps ( AgCl ) = 1.com 33 . Titulação de uma mistura de 50.00 ml de 0.0 2.05 M I.Efeito do Kps Anotações e Observações: pAg 14. Quanto de AgI é formado antes que uma quantidade apreciável de AgCl se forme : Kps (AgI ) = [Ag ] [I ] Kps ( AgCl ) = [Ag+] [Cl-] Quando se adicionar Ag+ em quantidade suficiente para originar um ppt que contenha ambos os compostos : + - [Ag ] = + Kps ( AgI ) [I  ] = Kps ( AgCl ) [Cl  ] [I  ] [Cl  ] = Kps ( AgI ) Kps ( AgCl ) 8.7 x 10-5 Curvas de Titulação para Misturas y Kps ( AgBr ) = 5.08 M Cl.8 x 10-10 Kps ( AgBrO3 ) = 5.82 x10 10 = 4.0 BrO3IO3- I- pAg =7 pAg =5 0 10 20 30 Volume (AgNO 3). ml Kps ( AgI ) = 8.0 Cl8.2 x 10-13 Kps ( AgIO3 ) = 3. com AgNO3 0.

16 x 10-9 M Indicadores Químicos para Titulações de Precipitação Reagem competitivamente com um dos reagentes da titulação.= 50 x 10-3 * 0.82 x10 10 0. e a curva torna-se a do cloreto sozinho.total da solução mmol Clmoles que reagiram = 0.08  50 x0.0438 (50.0438 = 4.].50 x10 3 = 7.50 x 10-3 % I que não precipitou = - 1.05 = 2.82 x10 9 2.0 Volume AgNO3 0.0 [Ag ] = + 1.com .10 M (ml) Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.3 x 10-5 % do ponto de equivalência do I.= 75 x 10-3 * 2.05)  (30 x0.] = vol.: Após adição de 30.01) 50. pA g I.Assim podemos considerar que a formação de AgCl irá ocorrer apenas depois que 25.08 50  25 = 0.00 ml do titulante tenha sido adicionado.0 34 40. Neste ponto: CCl Anotações e Observações: = [Cl ] = - 50.0 60. o AgCl não se forma e a curva é igual a do iodo sozinho.+ Cl- Br-+ Cl- 0 20. Nível em que o decréscimo rápido no pAg é interrompido bruscamente: Quando o Cl começa a pptar..0 x0.82 x 10-9 n° de moles que originais de I.0533 = 2.0 ml AgNO3 (molesI   molesCl  )  (moles que reagiu ) CCl. - [Ag ] = + 1.] = mmol I[Cl.56 x 10-7 x 0.3 x 10 -5 % Portanto.43 x 10-8 = 1.47 Adição posterior de AgNO3: Diminui a [Cl.0  0.= [Cl. até 7.0  30. EX.82 x10 10 0.0533 = 3.43 x 10-8 M n° de moles que restaram de I.41 x 10-9 pAg = 8.0533 M [I-] = 4.

(Ag2CrO4 p Vermelho tijolo ) S (Ag2CrO4 ) >> S (AgCl ) ou S (AgBr )   Ajustando-se a [CrO42-] a formação de Ag2 CrO4 pode ser retardada até que [Ag+] na solução alcance a concentração do ponto de equivalência: [ g  ] ! [Cl  ] ! Kps [ Ag  ] ! 1.: Analito A com reagente R I ndi cador I n A + R In + R = = AR ( s ) InR Kps K In Alt er aç ão na apar ênc ia da mis t ur a Anotações e Observações: I ndic ad or na f or m a I n I ndic ad or na f or m a I nR Quantidade de InR requerida para uma variação observável na aparência da mistura deve ser pequena (minimiza o consumo de R ) KIn ! [ InR ] [ In][ R ]   [ InR ] ! KIn x [ R ] [ In] Deve variar 1 a 2 ordens de magnitude para que a variação de cor seja detectada pelo olho humano (1 ou 2 em pR ) EX.95 .p Este indicador não é satisfatório.necessária para iniciar a precipitação nestas condições: 2 [CrO4  ] ! Kps [ Ag ]  2 ! 1.35 x10 5  A quantidade de CrO42.p Kps suficientemente pequeno para prevenir a forma de   quantidades significativas de AgIn antes do PE. Mudança perceptível da cor quando pAg 7 p 5 ( Figura B ) Titulação do IO3. 31 m l l oc al iz aç ão ex at a do pont o f inal 2.e BrO3. Se In p pAg 4 a 6 p OK O Método de Mohr Formação de um segundo precipitado Cl. Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. 0100 M 0.com 35 . ( V < 0.1000 M p 5 p 0.82 x10 10 ! 1. a cor vermelho tijolo aparece com o 1° + excesso de Ag acima da concentração de equivalência.  Titulação do I. 2 m l p ( V = 1.EX.e Br.( Figura A ) AgNO3 0.25.05 ml ( ( V = 0.: Indicador In1.35 x10 ) 2- 5 2 ! 6 x10  3  Em princípio. pois AgIn forma-se 1 ml antes do PE e se estende por 1 ml. Mudança perceptível da cor quando pAg 7 AgNO3 titulando Br . nesta concentração de CrO4 .1x10 12 (1. 0010 M não é pos s í v el 24.01 ml Titulação do Cl. Variação de pAg no PE muito pequena p Não há indicador adequado.1 ml ) p erro titulométrico mínimo p ( V < 0.e BrIndicador p CrO42.p Indicador já está na forma de AgIn.

Desloca-se para a direita Ag2Cr2O7 é mais solúvel que Ag2CrO4 p Maior consumo de Ag+ Se o meio é fortemente alcalino: 2 Ag + OH = 2AgOH( s ) = Ag 2O ( s) + H2O pH ideal p 7 a 10 OBS.= AgSCN(s) + Cl- 2-   Ocorre de maneira signifcativa perto do ponto final da retrotulação p erro (-) Solução p Filtrar o AgCl antes da retrotulação.: Método de Mohr não é usado para I. Indicadores de Adsorção Introduzidos por Fajans.com .Eq. São corantes orgânicos. Ag + + SCN= AgSCN (s)  Indicador: Fe+³ p forma complexo vermelho com SCNFe+³ + SCN. uma quantidade finita de AgNO3 tem que ser adicionada para que se forme uma quantidade detectável de Ag2CrO4.1 x 10 M 2-3 Além disso. com caráter de ácidos ou bases fracas.: AgCl é mais solúvel que AgSCN AgCl(s) + SCN. Método de Volhard Formação de um complexo colorido + -  Excesso medido de AgNO3 é adicionado à solução de interesse. Causam um erro + Solução 1.Anotações e Observações: Na prática p [CrO4 ] $ 2. A mudança de coloração se deve à adsorção ou dessorção do corante como consequência de uma modificação da dupla camada elétrica em torno das partículas do ppt na passagem do ponto de equivalência.oxida o I. Padronizar AgNO3 com NaCl puro Acidez do Meio: 2+ 22 CrO4 + 2H = Cr2O7 + H2 O [ H+] p Padrão o . O AgNO3 em excesso é titulado com solução padrão de SCN-.pois o CrO4 2. arsenato não interferem (no pH neutro estes + íons formam sais pouco solúveis com Ag ) OBS.a I2. 36 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.4 x 102   pH ácido p evita a precipitação do Fe(OH)3 Vantagem do ácido p CO3 .5 x 10 Nesta concentração a precipitação do Ag2 CrO4 começa quando + -5 [Ag ] = 2.= FeSCN+² Kf = 1. 2. oxalato. Branco do Indicador p CaCO3 suspenso com a mesma quantidade de In de cor.

: Anotações e Observações: Propriedades do ppt e do indicador: 1. Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. 4. 2. Titulações com indicadores de adsorção são:      Rápidas Reprodutíveis Confiáveis Porém. 3. O corante deve ser fortemente adsorvido na camada de íons contrários pelos íons primariamente adsorvidos. são poucas as reações onde o ppt coloidal forma-se rapidamente. Evitar altas concentrações de eletrólitos (ppt não deve coagular ).com 37 . O pH da solução deve ser tal que a forma iônica do indicador predomine. ppt coloidal p maximizar a adsorção. O ppt deve adsorver fortemente seus próprios íons (características de ppts coloidais ).EX.

HIn + H 2 O cor ácida In + H 2O cor básica Ha = [H3O+] [In.CURVAS DE TITULAÇÃO PARA SISTEMAS ÁCIDO / BASE SIMPLES Sols.1 Se [In ] / [HIn] u 10 Entre este dois valores entre as 2 cores cor ácida: [H3O+] [In-] [HIn] [H3O+] = 10 ka cor básica : [H3 O+] = ka /10 Faixa de pH do indicador: .log 10Ka -1 + pKa Ex: a .com .] [HIn] [ In -] [HIn] = Ka [H 3 O+] indicador exibe sua cor ácida indicador exibe muita cor básica cor intermediária = [H 3O+] x1 10 olho humano não consegue destinguir = Ka = = H 3O+ + Anotações e Observações: Ácidos ou base fortes (reagem mais completamente) Bases: NaOH KOH Ba(OH)2 perigoso e agente Oxidante + Incor básica OH - InH + cor ácida Kb = [InH +] [OH-] [In] Se [In. Conc. quentes INDICADORES Ácidos/bases fracas orgânicas.] / [HIn] e 0. A: tipo ácidoHIn + H2O = H3O+ + In. Padrão Ácidos: HCl HClO H2SO4 Sols.07 .log Ka 10 1 + pKa 1 Ka 1x10 -5 pKa = 5 Uma mudança completa da cor se dá quando o pH da solução varia de 4 a 6.B: básico In + H2O = InH+ + OH- 38  a pka Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

com 39 . meio alcalino diversas cores Pouco solúveis em H2O e bastante solúveis em etanol 1 ± Ftaleínas Anotações e Observações: + H2O +H + Incolor Fenolftaleína Incolor +H+ Vermelha 2 ± Sulfoftaleínas Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.INDICADORES A/B ± ESTRUTURAS meio moderadamente ácido INCOL.

10 = 2.00 x 0.10 POH= 3.00 ml NaOH: + -2 [ H30 ] = 5.10 ml NaOH: [OH-] = 25.10 x 0.50 x 10 60.00 ml HCl 0.0100M 100 ml HCl 40 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.00M NaOH 0.00 Adição de 25.3 ± Azocompostos Anotações e Observações: TITULAÇÃO DE ÁCIDO FORTE COM BASE FORTE Titulação: 50.00 x 10 -7 pH = 7.00 x 0.100M NaOH 0.10 ± 50.05 ± 10.00 x 10-2 Adição de 10.33 x 10-4 M 75.60 Ponto de equivalência: [H3O+] = [OH-] = w= 1.1000M pH=1.00 pH = 1.88 pH = 10.30 Ponto inicial : [ H30+] = 5.0500 M com NaOH 0.00 x 0.12 Fenolftaleína Azul de Bromotimol Alaranjado de metila Vol NaOH (ml) A B C NaOH 1.05 = 1.com .

76 x 10-5 [NH3] Ka = [ NH3] [ H3O ] = 5.E.] [HA] Kb = [OH. Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.) NaOH HA  NaOH p NaA  H 2 O NaA p Na Antes do P.  A 3) Base conjugada do ácido fraco apenas (A-) NaOH (*) No ponto de equivalência 4) Mistura da base conjugada do ácido fraco (A ) e base forte (NaOH) NaOH - Após o ponto de equivalência (*)Já foi visto (2) pH de Sistemas Contendo Pares Ácido/Base conjugada I HA + H2O = H 3 O+ + AKa = [ H3O+] [ A. o 1o equilíbrio predomina p solução Básica Mas se [NH4 +] / [NH3] > 200 p Solução Ácida.68 x 10 [NH4+] + -10 y y Kb >> Ka p em princípio.] [HA] [A.1) Ácido fraco apenas Titulações de Ácidos / Bases Fracas (*) Anotações e Observações: Início 2) Mistura do ácido fraco (HA) e sua base conjugada (A.] Ex: NH3 + H2O NH4 + H2O + = = NH 4+ + OHNH 3 + H3O + Kb = [ NH4+] [ OH-] = 1.] II A.+ H2O = OH .com 41 . básico ou neutro p [H3O+] = Ka [HA] [A.+ HA Este sistema pode ser ácido.

Anotações e Observações: Ex: Sistema contendo HA e NaA HA + H2O A+ H2O [A-] = CNaA + [H3 O+] .com .0 x 10-4 M em NaOH e 0.75 x 10-5 M -8 Exemplo III ± Idem ao anterior.] = CNaOH + [HA] Aproximação: excesso de NaOH reprime III [OH-] = CNaOH II.00M em formiato de sódio? (Ka = 1.0 x 10 M SOLUÇÕES TAMPÃO Resiste à variações de pH quando é diluída ou quando pequenas porções de ácido ou base são adicionados.+ H2O HA + OH I II III -4 [OH. CNaA e/ ou CHA pequena [H3O+] = CHA x Ka CNaA [H3O+] Não varia com a diluição p TAMPÃO Exemplo I ± Qual o pH de uma solução que é 0.10ml após o ponto de equivalência na titulação do ácido acético com NaOH.] [HA] = CHA .77 x 10 ) pH de Base Conjugada/ Base Forte ou Ácido Conjugado / Ácido Forte (4) I . a solução estava: 1.05 M em NaOAc Calcule o pH desta solução Ka (HOAc) = 1. mas o ácido a ser titulado é o HOCl Ka(HOCl) = 3.[H3O+] + [OH -] Aproximação: [A-] = CNaA [HA] = CHA Ka = [H3O+] CNaA CHA = = H3O+ HA + A+ OH- y Falha se : Ka ou Kb > 10-3 . Ácido fraco / base conjugada O EFEITO DA DILUIÇÃO HA + H2O = H3O+ + AA - qtds altas e § iguais + H2O = HA + OH [A ] = CNaA + [H3O+] ± [OH-] § CNaA [HA] = CHA + [OH-] ± [H3O] § CHA [H3O+] = Ka CHA CNaA 42 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.NaA Na+ + ANaOH Na + + OHA.NH4Cl HCl + NH 4 + + ClH + + Cl+ I II III NH4 + H2 O = NH3 + H3O [H3O+] = CHCl + [NH3] Aproximação: [H3O+] = CHCl Exemplo II ± A 0.400M em ácido formico e 1.[ OH.

0500M de NaOH (b) 0.Faz-se solução de pH aproximado. II  I Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.77 x 10-4) A HCl. pH do tampão { pH calculado teoricamente.00 L de tampão. VIII ± 01) Após uma diluição de um fator de: (a) 50 (b) 10. CT é o número de equivalentes de um ácido/ base forte que causa uma mudança de uma unidade no pH em 1.0500M de HCl a uma solução tampão (400ml) que é 0.com 43 .] Para que o tampão tenha uma CT razoável: pKa = pH 1 PREPARAÇÃO DE TAMPÕES Na prática.00 x 10-4 C HA + NaA (tampão) pH 10-1 10-3 10-5 Anotações e Observações: Concentração dos reagentes.Ajusta-se ao pH desejado adicionando-se ácido / base conj.00 M (Ex. .Usar ³receitas´ dos Handbooks.000 (Ka = 1.76 x 10-5) CAPACIDADE TAMPONANTE Está relacionada com a concentração total das espécies tamponantes.pH permanece cte até que as concentrações das espécies sejam tão pequenas que a aproximação [A ] = CNaA e [HA] = C HA sejam inválidas Exemplo IV . formiato de sódio 1.200M em NH3 e 0. M ADIÇÃO DE ÁCIDOS E BASES Exemplo V . Razões:    Preparação: Incertezas nos K¶s. (Kb: 1.Calcular a variação de pH que ocorre quando são adicionados 100ml de uma solução (a) 0. alto . .Calcule o pH do tampão: Ácido fórmico 0.300M em NH4Cl. Simplificações usadas nos cálculos. CT máxima quando [HA] = 1 pH = pHa [A.400 M .(não tamponado) B HA (não tamponado) K(HA) = 1. como também com a razão destas concentrações.

10M (b) HOAc 0.1M é adicionado a 50.CURVAS DE TITULAÇÃO PARA ÁCIDOS FRACOS Anotações e Observações: pH Ácido forte Ácido fraco (Ka = 10-6) V (ml) NaOH 0.10) /51 = 1.1 ± 1 x 0.0 x 0.96 x 10-3 [H3O+] = 8.com .0ml de (a) HCl 0.10M a) [H 3O+]i = 0.96 x 10 [H3O+]a = 1.32 x 10 Depois do decréscimo rápido no pH região tamponada com adição de base forte.10) / 51=0.10M [H3O+] = 0.32 x 10-3 x 100 = -35% -3 1.0ml de NaOH 0. mas altera bastante a [HA ] (que é baixa) maior variação do pH.4.10 ± 1.32 x 10-3 -3 CHOAc = (50 x 0.096 CNaOAc = (1.1000H Ácidos fracos (HA) x Ácidos fortes   pH inicial (HA) é maior (dissociação incompleta) Com as 1as adições de reagente: Variação de pH (HA) é maior Ka = [H3O+] [A-] [HA] [H3O+] = Ka [HA] diminui pouco [A-] aumenta EX: Calcular a variação percentual na [H3O+] quando 1.0 x 0.10 b) [H 3O+]i = [H 3O+]a = (50 x 0.0% KaCHOAc = 1.10) /51 = 0.75 x 10-5 x 0.1000M.096 = .096 = 8.6 x 10-4 1.10 x 100 0.096 ± 0.0 ml de ácido acético NaOH 0.Construa a curva de titulação para 50.6 x 10-4 ± 1. pH varia pouco Próximo ao PE adição de base não altera muito [A-] (que é alta). 44 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. No PE Após PE pH > 7 (base conjugada se dissocia) Curva comandada pelo excesso de base forte ( = ácido forte) Exemplo VI .

com 45 . 2. analítica do ácido = Conc.T é máxima Anotações e Observações: Erros de Titulação com Indicadores Ácido/Base 1. analítica da base conjugada quando metade do ácido foi neutralizado ( no exemplo anterior V = 25. Erro determinado p Quando o pH onde o indicador muda de cor { pH de equivalência.] [HOAc] C. Q Presença de solventes orgânicos Presença de partículas coloidais y Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.OBS: Conc. Erro indeterminado p habilidade do analista em detectar a ³virada´ do indicador Variáveis que afetam o comportamento dos indicadores: Intervalo de pH de ³virada´ depende: T.0 ml) Ka = [H3 O+] [ OAc.

I-1 ± A partir de HCl de ponto de ebulição constante HCl(conc.3 2º pH = 3.APLICAÇÕES DE TITULAÇÕES DE NEUTRALIZAÇÃO I ± Preparação de Soluções Padrões Ácidas HCl.08 .8 HCO3 + H3O+ Maior variação do pH no PE Levar a solução à ebulição ponto final mais evidente. H 2C O3 C O2 (g) + H 2O I. estáveis.2-) Com Tris-(hidroximetil) amino-metano (TRIS ou THAM) (HOCH2)3CNH2 I-2.2.2 ± Por padronização Reagente comercial diluição padronização com base I. H 2SO4 .3-) Com tetraborato de sódio decahidratado 46   O _ _ + + 3 H2O + 2 H3O 4 H3 O 3 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. ácido perclórico Mais comum.1-) Com carbonato de sódio (padrão primário) Dois pontos de equivalência CO _ _ + H3O+ 3 _ HCO3 H 2CO3 _ 1º pH = 8.2.com .) + H2O (1:1) Destila-se Anotações e Observações: ¼ Final do Destilado Composição constante (ácido clorídrico de ponto de ebulição cte) p composição depende da P atmosférica Dilui-se uma quantidade pesada deste ácido para balão volumétrico I.

usando um indicador básico (fenolftaleína) A concentração efetiva da base é diminuída p erro determinado (erro de carbonato) OBS.usar vidro à base de borossilicato (mais resistente) .usar frascos de polietileno (entretanto estes são permeáveis ao CO2 ) Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. NaOH KOH Ba(OH) 2 Não são padrões primários. Requerem padronização.consumido em (I) p Não há erro. Anotações e Observações: Erro de Carbonato 1) Efeito da absorção de CO2 atmosférico: CO2 (g) 2 OH CO3 Há consumo de OH. B) Se a base irá titular um ácido. A) Se a base irá titular um ácido. 50% NaOH p Na2CO3 precipita p filtra p dilui Observações: 1) Usar H2O livre de CO2 (leva-se a ebulição a água destilada) Absorvente de CO2 (ascarile II) Conservação de solução padrão alcalina 2) NaOH e KOH p atacam o vidro dissolvendo a sílica (formação de silicatos solúveis) Ba(OH) 2 p silicato de bário insolúvel . usando um indicador ácido + C O3 + 2 H 3O H 2C O3 + 2 H 2O A quantidade de H3 O+ consumido em (II) é igual a quantidade de OH. SOLUÇÕES DE HIDRÓXIDOS LIVRES DE CO 3-2 1) Ba(OH)2 BaCO3 insolúvel p filtra 2) NaOH Na2 CO3 é pouco solúvel em solução fortemente alcalina.II ± Preparação de Soluções Padrões Alcalinas.com 47 ! ! + C O (g) + Ba + OH  + CO3 + H3O HCO3 + H O    H 2O (I) !   (II) _ Ba CO3 (s) + H O . Mas.. independentemente do indicador. 2) Presença de CO3-2 nos reagentes sólidos usados para preparar a solução de base.: Com Ba(OH) 2 : Erro determinado.

CO3-2 -2 Nenhum p CO3 Duas titulações: indicador alcalino (fenolftaleína) indicador ácido (verde de bromocresol) y 1º PE (virada da fenolftaleína): .+ H2O y 2º PE (virada do verde de bromocresol): .+ H3O+ p 2 H2O (fenolftaleína) CO3 + H3O p HCO3 + H2O (fenolftaleína) CO3-2 + 2 H3O+ p H2CO3 + H2O (bromocresol) HCO3.4) Retrotitulação do excesso de ácido com base padrão d HCl + d NaOH p ½ d H2O + d NaCl Observações: 1) Sais de Amônio NH4+ + base forte p NH3 p Kjeldahl 2) NO3 e NO2. adiciona-se base forte em excesso c NH4HSO4 OH _ _ _ Anotações e Observações: c NH3 + c SO4 1.p HCO3-.p OH-.+ H3 O+ p H2CO3 + H2O (bromocresol) -2 + - VF = VVB 2VF = VVB VF = 0.com . CO3-2 HCO3.Padronização (muitos padrões primários ácidos): 1) Ftalato ácido de potássio (hidrogeno ftalato de potássio) KHC8H4O4 2) Ácido benzóico 3) Hidrogenodiiodato de potássio KH(IO3 )2 APLICAÇÕES 1 ± NITROGÊNIO aminoácidos. CO3-2 CO3-2 .+ H3O+ p 2 H2O (fenolftaleína) CO3-2 + H3O+ p HCO3. 45% Al.+ H3O+ p H2CO3 + H2O -2 .consumo de todo o OH-: OH. OHSó podem existir DUAS destas espécies p reação elimina a 3ª -2 OH + HCO3  CO3 + H2O Excesso de: OH.metade do CO3-2: CO3-2 + H3 O+ p HCO3.bicarbonato todo: HCO3 . fertilizantes KJELDAHL: 1.+ H2 O (fenolftaleína) CO3-2 + 2 H3O+ p H2CO3 + H2O (bromocresol) CO3-2 + H3O+ p HCO3.2) Resfria-se. 5% Zn) 2 .+ H2O (fenolftaleína) CO3-2 + 2 H3O+ p H2CO3 + H2O (bromocresol) HCO3. ( a CO2 + ½ b H2O + cNH4HSO4 catalisador 1. CO3-2. proteínas.p NH3 p Kjeldahl base forte liga de devarda (50% Cu. VVB > 0 2VF > VVB 2VF < VVB (V) 48 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.3) NH3 é destilada e coletada em solução ácida padrão c NH3 + (c + d)HCl p c NH4Cl + d HCl 1. HCO3 OH.HCO3-.1) Decomposição do N ligado em NH4+ Ca HbNc H2SO4.carbonato: CO3 + 2 H3 O+ p H2CO3 + 2 H2O (I) (II) (III) (IV) (V) (I) (II) (III) (IV) Constituintes OHCO3-2 HCO3OH-. dilui-se.+ H3O+ p H2CO3 + H2O (bromocresol) OH.+ H3O+ p 2 H2O .

Uma solução contém NaHCO3.EXEMPLO I . Deduza a composição e calcule a concentração molar das espécies na solução original.com 49 .63 ± 2.Grupamentos ésteres saponificação: + NaOH 1C OO 2 c ss d bas tit lad c m ácid f rt .21 = 0.21 / 50 = 0.21 -3 10 = oles CO 3 Da fenolftaleína para o verde de bro ocresol: (48.1 .1 -3 10 HCO 3 2. Ácidos sulfônicos p fortes e solúveis em H2O.Grupos hidroxilas 1-) Est rificaçã c m anidrid s . Numa 2ª alíquota p converter o HCO3.1 0. Uma segunda alíquota de 50. Na2CO3 e NaOH. A titulação de 50.vindo do CO3-2 -3 -3 n(NaHCO3) + n(Na2CO3) = 26.4 .3 0. HCO3.1 mL de HCl até o ponto final da fenolftaleína. 3.3 Titula-se o H3O+ do HCO3.Ácidos carboxílicos e sulfônicos XCOOH p (Ka p 10-4 a 10-6) p titular (fenoftaleína) Quando não solúvel em água p dissolver em álcool p titular com base aquosa.Grupos amino aminas alifáticas p Kb } 10-5 p titulação com ácido forte. 3 .00 mL requer 48.3 . Otimização do método: BaCO3 p insolúvel em soluções neutras ou básicas. Adicionar BaCl2 em excesso. r fl 1 2 _ ( CH 3CO)2O + RO H ( anidrid ac tic l m c n cid ) C H 3 COOR + C H COO H 3 # $&& # # # " R 1C OO Na + HOR2 & & & ' $ & & $ & $ %$ $ Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Aminas aromáticas p Kc } 10-10 p muito fracas para serem tituladas em meio aquoso p usar ácido acético anidro como solvente p aumenta a basicidade.0442 M C NaHCO3 = 0.2 .GRUPOS FUNCIONAIS ORGÂNICOS 3.0084 M. 3.00 mL requer 22. Ponto final obtido após ebulição para remover CO2.63 10 -3 n(NaHCO3) = 2. VPH = 22. 3. sozinhos ou em combinações permissíveis.em CO3-2 adicionando excesso de base padrão.1 VVB = 48.4 VVB > 2 VPH p Na2CO3 e NaHCO3 Anotações e Observações: Equivalência da fenolftaleína -2 + CO 3 + H3 O n (CO 3 ) 22.1 10 = 2.42 10 C Na2CO3 = 2. Titular o OH.4 ± 22.42 / 50 = 0./ CO3-2 Titular ambos até a "virada" do verde de bromocresol (levar à ebulição). -2 Adicionar excesso de BaCl2 a uma 2ª alíquota para precipitar o CO3 .com fenolftaleína. Titular o excesso de base com ácido padrão (fenolftaleína).1) = 26. CO3-2 / OHTitulação até "virada" do indicador ácido (verde de bromocresol).4 mL de HCl quando titulada com verde de bromocresol.

Ácidos / bases de alto PM p insolúveis em água.Anotações e Observações: 2-) Hidrólise do excesso de anidrido (CH3CO2)2O + H2O 2 CH3COOH 3-) O ácido acético é titulado com KOH (alcoólico). B + HClO4 em ácido acético anidro: HClO4 + CH 3COOH + B + CH 3COOH2 50 ) ( + CH3 C OOH 2 + CH3 C OO C 2 H5 OH + C2H O 5 + NH 2C H2C H2 NH + NH C H C H NH 2 3 2 2 2 + Kb + ] [OH. fenóis. 4-) Fazer branco para determinar a quantidade inicial de anidrido.5 ± Grupos carbonilas R1 C R2 O + NH2OH HCl Hidrocloreto de idro ilamina R1 C R2 NOH + HCl + H O 2 Titula-se HCl com base forte (Lenta p ½ h a 1 h.com .) Titulações de Neutralização em Meio Não Aquoso .]) (x [OH.] [BH K= [B] [H 3O+ ] [OH ] Kw + CH 3COOH 2 + ClO4 Próton solvatado (equivalente ao H3O ) + + BH + CH3 COOH Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.voláteis e tóxicos . 2) Constante de autoionização do solvente.Ácidos / bases muito fracos (K < 10-8) Ex: aminas aromáticas. 3) Constante dielétrica do solvente. Desvantagens: .coeficiente de expansão > água p mais propício a erros de medida de volume. 3.solventes caros . 4) Características ácidas / básicas do solvente. Solventes p autoionizam ± se 2 C H3 C OOH 2 C 2 H5 OH 2 NH 2C H C H NH 2 2 2 K depende: 1) Força do analito como ácido ou base. . O EFEITO DA CONSTANTE DE AUTOPROTÓLISE Lembrando. em água: B + H3 O+ BH+ + H2O K= [BH+ ] [B] [H3 O+ ] (x [OH.]) Kb K= Kw K depende de KW .

DH2O = 78.) > Kb (água) Etilenodiamina p solvente básico EFEITO DA CONSTANTE DIELÉTRICA DO SOLVENTE A constante dielétrica de um solvente é uma medida da capacidade do solvente de separar partículas de cargas opostas. Nestes solventes as características básicas do soluto aão aumentadas e as ácidas atenuadas. EFEITO DAS CARACTERÍSTICAS ÁCIDAS E BÁSICAS DO SOLVENTE Ácido acético Ácido fórmico H2SO4 Solventes ácidos melhores doadores de prótons que aceptores.: HClO4 em H2O p ácido forte em t-butil álcool p Ka = 1. ESCOLHA DO SOLVENTE: 1) Ks pequeno 2) Base fraca p solvente ácido Ácido fraco p solvente básico 3) D alto.5 p alta p pouco ³trabalho´ para separar DMETANOL = 33 DÁC. Ex: Anilina p em ácido acético p base forte p o solvente tem mais facilidade de fornecer prótons que a água.K'b K= = + [B] [CH3 COOH2 ] Ks K¶b = constante de dissociação da base em ácido acético Ks = constante de autoionização do ácido acético B + CH3 COOH Kb' = [BH+ ] [CH3 COO.1 x 10-4 (D = 12. Acét. Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. = 6.com 51 .2 Ex. ACÉT. Kb¶ (ác.] BH + + CH3 COO [BH+ ] Anotações e Observações: [B] Reação de neutralização: competição por prótons entre o solvente e a base.5) OBS.: Efeito de D quando não há necessidade de separação é mínimo.

09 ± TITULAÇÕES COMPLEXOMÉTRICAS Determinação de Íons Metálicos Íons complexos p Íon metálico + espécie doadora de par de elétrons (ligante) Ex: Anotações e Observações: Cu(NH ) 2+ 34 Cu ( NH 2CH 2C OO) 2 2- Cu Cl 4 Classe importante de compostos de coordenação: Quelatos p Íon metálico coordena-se com dois ou mais grupos doadores de UM ÚNICO LIGANTE formando anéis heterocíclicos de 5 ou 6 membros. .com . Ex 1: M (NC=4) + D  MD Ligante tetradentado Kf = [MD] / [M][D] Ex 2: M (NC=4) + 2B  MB2 Ligante bidentado Etapas: M + B  MB MB + B  MB2 K1 = [MB] / [M][B] K2 = [MB2] / [MB][B] 2 F2 = K1 K2 = {[MB] / [M][B]} X {[MB2] / [MB][B]} = [MB 2] / [M][B] Curvas para titulações complexométricas Volume de reagente adicionado A p formação de MD ( uma única etapa) B p formação de MB2 K1 = 1012 K2 = 108 8 6 4 C p formação de MA4 K1 = 10 K2 = 10 K3 = 10 K4 = 10 2 52 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Cu 2+ NH2 O O C O H 2C N H2 Cu + 2H C H C OH O C O N CH 2 H2 + 2 H+ Ligante bidentado Vantagens dos ligantes multidentados: Normalmente reagem mais completamente com o cátion (melhores pontos finais).Geralmente reagem com o íon metálico numa única etapa.

estes complexos são.50 x 10-11 Hexadentado O EDTA O C CH 2 CH2 N Co O C C H2 O O C O N CH 2 C H2 Reage 1:1 não importando a carga do cátion Ag+ + Y-4  AgY-3 +3 -4 Al + Y  AlY Forma complexos com todos os cátions.14 x 10 -3 C OOH COOH H4Y + H2 O  H3O+ + H3YH3Y + H2O  H3O + H2Y + -2 H2Y-2 + H2O  H3O+ + HY-3 HY-3 + H2O  H3O+ + Y-4 6 sítios 4 grupos ácidos 2 grupos amino K3 = 6.com 53 . bastante estáveis.02 x 10-2 K2 = 2.EDTA Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. devido aos diversos sítios complexantes (o cátion fica numa espécie de ³gaiola´.Titulações com Ácidos Aminopolicarboxílicos NTA ± Ácido Nitrilotriacético HOOC CH 2 CH2 COOH N CH2 COOH EDTA ± Ácido Etilenodiaminotetracético Anotações e Observações: HOOC HO O C CH 2 N CH 2 CH2 CH2 CH2 N CH2 K1 = 1. na maioria. isolado do solvente) Mn+ + Y-4  MY(4-n)Kf = [M Y(4-n)-] / [Mn+][ Y-4] O C O CH2 Complexo octaédrico Co .92 x 10-7 K4 = 5.

(Competição entre Mn+ e o H+ pelo EDTA) Ex.Anotações e Observações: Espécie ativa p Y -4 [Y ] depende do pH -4 Consequência p A formação dos quelonatos é afetada pelo pH.: em pH = 4 a espécie predominante é H2Y-2 Cu+2 + H2Y2 p CuY-2 + 2H+ Cálculos de Equilíbrio com EDTA Curvas p ordenada: pM p (indicadores respondem a variações da [M+n]) No início: CM+n = [M+n] No ponto de equivalência e depois dele: M+n + Y-4  MY(n-4)KMY = [MY(n-4) ] / [M+n][Y-4] [Y-4] p depende do pH. [Y ] = E4 x CT KMY = [MY(n-4) ] / [M+n] E4 CT KMY¶ = E4 x KMY = [MY(n-4) ] / [M+n] CT Constante de formação condicional (descreve as relações de equilíbrio apenas onde o pH para o qual E4 é aplicável) + 4 + 3 + 2 + E4 = [K1 K2 K3K4] / {[H ] + K1[H ] + K1 K2 [H ] + K1 K2 K3[H ] + K1K2 K3 K4} E0 = [H+]4 / D + -4 E1 = K1[H+]3 / D E2 = K1 K2[H+]2 / D E3 = K1 K2 K3[H ] / D E4 = [ K1 K2 K3 K4 ] / D pH: 3 a 6 p H2Y-2 predomina E4 para EDTA a diversos pH: pH > 10 p Y-4 predomina 54 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.] + [H4Y] Constantes de formação condicionais p constantes que dependem do pH e aplicam-se a um só pH.com . -4 E4 = [Y ] / CT CT = [Y-4] + [HY-3] + [H2Y-2] + [H3 Y. mas as titulações com EDTA são tamponadas a um determinado pH.

100 M em NH3 e 0. NH4Cl : [MY (n-4) ] / ([M ] CT) = E4 KMY = K'MY [MY(n-4)] / [CM CT] = E4 EM KMY = K"MY Se aplica para um unico pH e [NH3] +n [M+n] = EM x CM EXEMPLO III ± Calcule o pZn de uma solução preparada pela adição de 20.EDTA)) EX. Reação durante a titulação: Zn(NH3 )4+2 + Y-4  ZnY4-2 + 4NH3 O agente complexante auxiliar compete com o EDTA pelo íon metálico.00 ml de Zn2+ 0.00 ml de EDTA 0. Zn(NH3)3 . +n EM = [M ] / CM CM p Soma das concentrações das espécies que contém o íon metálico fora aquela combinada com EDTA. Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Zn(NH3)2 .0.00 ml e 30. CM = [Zn+2] + [Zn(NH3 )+2] + [Zn(NH3)2+2 ] + [Zn(NH3)3+2] + [Zn(NH3)4+2] Zn+2 + NH3  Zn(NH3)+2 K1 = [Zn(NH3)+2 ] / ([Zn+2][NH3]) [Zn(NH3)+2 ] = K1 [Zn+2][NH3] [Zn(NH3)2 ] = K1 K2 [Zn ][NH3] +2 +2 2 [Zn(NH3)3+2 ] = K1 K2 K3 [Zn+2 ][NH3]3 [Zn(NH3)4+2 ] = K1 K2 K3 K4 [Zn+2 ][NH3]4 CM=[Zn+2] (1 + K1[NH3] + K1K2[NH3]2 + K1 K2K3[NH3]3 + K1 K2 K3K4 [NH3]4) Como EM = [Zn+2] / CM EM = 1 / (1 + K1 [NH3] + K1K2[NH3] + K1K2 K3[NH3 ] + K1K2 K3 K4[NH3 ] ) 2 3 4 Constante Condicional para o equilíbrio Zn+2 e EDTA num tampão NH3. os quais: servem como tampão.0050 M com EDTA 0.20.0100 M numa solução tamponada a um pH Constante igual a 10. -4 Adiciona-se um agente complexante auxiliar p (o complexo (M+n .0 ml +2 de Ca 0.Anotações e Observações: EXEMPLO I ± Calcule E4 e a % molar de Y numa solução de EDTA tamponada a pH = 10. EFEITO DA PRESENÇA DE OUTOS AGEN TES COMPLEXANTES A ação complexante do EDTA é máxima em solução fortemente alcalina (onde Y-4 predomina). Assuma que ambas as soluções (Zn+2 e EDTA) são 0.0. EXEMPLO II . Zn(NH3)4 .: Titulação do Zn+2 com EDTA na presença de NH3 e NH4 Cl.Deduza a curva para Ca versus o volume de EDTA para a titulação de 50.com 55 .0100 M a 50. a pH altos p metais pesados formam hidróxidos ou sais básicos pouco solúveis.agente auxiliar) deve ser menos estável que (M+n . Mas. NH3 evita precipitação de Zn(OH)2 formando: +2 +2 +2 +2 Zn(NH3) .176 M em NH4 Cl de forma a tornar o pH = 9. isto implica que a +n reação M com EDTA é menos completa.0050 M.

Forte p próton completamente dissoc. Ba+2 . M ± Ind. Zn+2 56 54 32 1 0 N N -) 68 67 6 H3 O+ K1 = 5. Mn+2.Anotações e Observações: Efeito da Concentração de NH3 A p CNH3 = 0. A cor depende não só de pM como do pH. Cor B Complexo Metal ± Indicador: deve ser suficientemente estável. Indicadores: Possuem propriedades ácido/base.8 x 10-12 HInd-2 + MY-2 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.0 p para observar a variação de cor (de forma que a cor azul do HInd-2 predomine na ausência de íon metálico) M ± IndVermelho + HY-3  Azul Mg+2. NEGRO DE ERIOCROMO T (EBT) 1±(1± hidroxi±2±naftilazo)±6±nitro±2 naftol±4 sulfonato de sódio OH OH O 3 Ver el NO2 (H I 2 Grup áci sulfô ic p ác. Deve.0 x 10-7 + H3 O+ Laranja K2 = 2.com . Pb+2. Cd+2 .0100 M B p CNH3 = 0. Para os prótons fenólicos: H2 IndVermelho HInd-2 Azul + H2O  HInd-2 + Azul Ind- + H2O  EBT + Metal p Vermelho pH <= 7. Ca+2.100 M Indicadores Metalocrômicos Compostos orgânicos corados capazes de reagir com íons metálicos e formar quelatos com colorações diferentes daquelas que possuem os próprios corantes livres. Sr+2. no entanto. ser menos estável que Metal ± EDTA. + EDTA Cor A  M ± EDTA + Ind.

5   Ca+2.: Complexos (Mg+2 / Zn+2 ± EDTA) MENOS estáveis que o complexo (analito ± EDTA).8 x 10-12 Mg+2 + Ind-3  MgIndKf = 1. Complexo M+n ± EDTA deve ser mais estável que Mg ± EDTA ou Zn ± EDTA. I. A medida que a titulação se processa: +2 +2 Ca desloca Mg p (Ca ± EDTA) (Mg ± EBT) Vermelho Quando todo o cálcio for consumido p Mg complexa com EDTA novamente.1 ± Métodos baseados em um indicador para o íon a ser analisado Solução que contém o íon metálico é tamponada e titulada diretamente com EDTA na presença de indicador. Se não há bons indicadores e/ou se a reação metal ± EDTA é lenta. Titula-se o excesso com solução padrão de Mg+2 ou Zn+2.3 ± Métodos potenciométricos Eletrodos íons ± seletivos.EXEMPLO XI ± 04 ± Determine a faixa de transição para o EBT na titulação do Mg+2 e Ca+2 no pH = 10.0. usando EBT como indicador. deve-se adotar outros métodos.0 CaH4Ind+ Amarelo ± alaranjado pH ~ 8. Este método é útil na análise de amostras que contém ânions que formariam precipitado com o analito nas condições de análise. MgY-2 + M+2 p cátion a ser analisado M+2 p MY-2 + Mg+2 Titulado com solução padrão de EDTA Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. II ± MÉTODOS DE RETROTITULAÇÃO Adiciona-se excesso de EDTA.0 x 10-7 +2 -3 Ca + Ind  CaInd Kf = 2. OBS.2 ± Método baseado em indicadores para um metal adicionado Adiciona-se à solução de EDTA pequena quantidade de um cátion que forma um complexo com EDTA menos estável que o complexo EDTA ± analito e para o qual existe um bom indicador.com 57 .5 x 105 MUREXIDA O H N O C N H C C C N C C O N H O C H N C O Anotações e Observações: H4 IndVermelho ± Violeta pH < 9.0 CaH2IndVermelho pH 8 a 9. Co+2 .0  H3Ind-2 Violeta pH 9 a 11 CaH3Ind Violeta  H2Ind-3 Azul pH > 11. Adiciona-se MgCl2 à solução de EDTA. I.: Determinação de Ca+2 . Início p Mg+2 complexado com EDTA. III ± MÉTODOS DE DESLOCAMENTO Excesso de uma solução contendo o complexo Mg ± EDTA ou Zn ± EDTA é adicionado à solução que contém o íon a ser analisado. EX. Ni+2 e Cu+2 pH = 11 p vermelho p azul MÉTODOS DE TITULAÇÃO ENVOLVENDO EDTA I ± TITULAÇÃO DIRETA I. HInd-2 + H2O  Ind-3 + H3O+ K2 = 2.

Expressa em CaCO3. Determinação da Dureza da Água Capacidade dos cátions presentes na água em substituir Na+ e K+ em sabões e formar produtos pouco solúveis. +2 +2 Águas naturais : [Ca ] e [Mg ] > outros cátions. Anotações e Observações: 58 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com .OBSERVAÇÕES GERAIS Controle de pH aumenta a seletividade. Agente mascarante p ligante que forma complexo com o interferente.

aq)  2H+(aq) + 2é Reação global: H2(g)  2H+(aq) + 2é Potencial depende: T aH + P do H2(g) Para aH+=1.10. Mas. POTENCIAIS RELATIVOS DE SEMI-CELAS p referência p ELETRODO PADRÃO DE HIDROGÊNIO - Eletrodos de Pt imersa em solução eletrolítica mantida saturada com H2(g). Oxid.) MnO4 . instrumentos de medida de voltagem medem DIFERENÇAS DE POTENCIAL.+ 8H+ + 5é  Mn2+ + 4 H2O (Ag.com 59 . aq) H2(sat.) 5 Fe2+  5 Fe3+ + 5é 2+ CÉLULAS ELETROQUÍMICAS Os elétrons são transferidos até que [Cu2+] e [Zn2+] se encontrem nas concentrações de equilíbrio para a reação: Zn(s) + Cu2+  Zn2+ + Cu(s) POTENCIAIS ELETRÓDICOS Potencial de cela p "diferença entre os 2 potenciais dos eletrodos". H2(g)  H2(sat.+ 8H+  5 Fe3+ + Mn2+ + 4 H2O Semi ± reações: (Ag.) p se reduz (recebe elétrons) Agente redutor (Red.) p se oxida (dá elétrons) Ox1 + Red2 Red1 + Ox2 Anotações e Observações: Recebe elétrons de Red2 Ex: 5 Fe + MnO4. Red. P=1 atm p Potencial igual a ZERO (qualquer T) H2 p perigoso Superfície platinizada p difícil de manter ELETRODO DE CALOMELANO Eletrodo de referência secundário p pode converter para SHE Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.EQUILÍBRIO DE OXI-REDUÇÃO E TEORIA ELE TROQUÍMICA Agente oxidante (Ox.

com .485 C Ln p 2.334 0. Hg2Cl2.4: AgCl(s) + é = Ag(s) + Cl E ! E0  0.403 . Ex. Pt.000 .334V espontâneo E = -0.0. KCl.0592 [ Fe 2 ] log 1 [ Fe  3 ] pH 2 0.763 + 2é = Cd(s) Zn+2 + 2é = Zn(s) EQUAÇÃO DE NERNST aA + bB + .reação Cu+2 + 2é = Cu(s) 2H + 2é = H2(g) Cd +2 + E = 0. Hg2Cl2(sat) | Hg Anotações e Observações: ESCE = +0.303 log gás p pressão parcial. Eº (V) 0.314 J/molK) n p nº de moles de elétrons F p Faraday = 96. 1) Cu+2 + 2é = Cu(s) Cu+2 + H2(g) = Cu(s) + 2H+ 2) Zn+2 + 2é = Zn(s) Zn(s) + 2H+ = H2(g) + Zn+2 IUPAC p reduções Semi . H2 | H+ (a=1.0592 log 2 [H  ] Ex.244 V (25ºC) DEFINIÇÃO DO POTENCIAL DO ELETRODO: É o potencial de uma cela onde o eletrodo em questão age como CATODO e o SHE age como ANODO. potencial do eletrodo.. + ne  cC + dD + .763V espontâneo Atividades p "1".1: Zn+2 + 2é = Zn(s) E ! E0  E ! E0  E ! E0  - 0.00) || KCl(sat).2: Fe+3 + é = Fe+2 Ex.0.0592 log[Cl  ] 1 60 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.0592 1 log 2 [ Zn  2 ] 0.Sistema eletródico p Hg. Eº p potencial padrão do eletrodo R p constante dos gases (8...3: 2H + 2é = H2(g) + Ex..

+ 16 H+ = 5 Sn+4 + 2 Mn+2 + 8 H2 O EXEMPLO II± Deduza uma expressão para o potencial do ponto de equivalência para a reação: +2 -2 + +3 +3 6 Fe + Cr2O7 + 14 H = 6 Fe + 2 Cr + 7 H2O CURVAS DE TITULAÇÃO EXEMPLO XIII ± 03) Gerar a curva para a titulação de 50.TITULAÇÕES DE OXI± REDUÇÃO / TEORIA Ordenada p potencial do eletrodo ( log(conc.68 ± 0.0500 M com Ce+4 0.05 ± 5 x 0.0592/1 log([Ce+3]/[Ce+4])= 1.1 x 0.44/0.0592 log {[Ce+3] [Fe+2]}/{ [Ce+4 ] [Fe+3]} como: [Fe+3] = [Ce+3] e [Fe+2 ] = [Ce+4] Eeq = (EºCe +4 + EºFe +3)/2 EXEMPLO I .11 .1) ± (50 x 0.50/75. p Usar o sistema Ce(IV) / Ce(III) nos cálculos forneceria o mesmo resultado (necessário o +4 valor de K para obter [Ce ]) Anotações e Observações: No ponto de Equivalência Eeq = (EºCe+4 + EºFe +3)/2 = (1.1 E = 1.01/75. Fe+3 e Ce+3.05)]/75.0 M em H2 SO4 (cte).06V Após a adição de 25. +4 ‡ [Ce ] p pequena [Fe+3] = (5.1)] E = 1.00 + 5.5/55) = 0.500/55.)) Fe+2 + Ce+4 p Fe+3 + Ce+3 (Determinação de Fe) Reação rápida e reversível p sistema em equilíbrio durante a titulação Esistema = ECe+4 = EFe+3 Se um indicador redox está presente p a razão [oxidada]/[reduzida] deve ser tal que: EInd = Esistema = ECe+4 = EFe+3 Esist.00 x 0. p Equação de Nernst para o Ce(IV) ou Fe(III) Na Prática : Antes do PE p EFe+3 ([Fe+2] alta) Após o PE p ECe+4 POTENCIAL NO PONTO DE EQUIVALÊNCIA [Ce+4 ] e [Fe+2 ] pequenas +3 +4 Eeq = Eº Ce +4 ± 0. Fe+2 + Ce+4 = Fe+3 + Ce+3 Potencial Inicial ‡ Solução não contém espécie de Ce ‡ Pequenas e desconhecidas quantidades de Fe+3 Informações insuficientes para cálculo do potencial Após a adição de 5 mL de Ce(IV) ‡ Presença significativa de Fe+2.00 E = 0.44 ± 0.0592 log [Fe ]/[Fe ] Adicionando: 2Eeq = Eº Ce +4 + Eº Fe +3 ± 0.1 mL de Ce(IV) [Ce+3 ] = (25 x 0.com 61 .100)/(50.1 + [Fe+] } 0.00 [Fe+2] = (50 x 0.Deduza uma equação para o potencial de equivalência da titulação do Sn+2 com MnO4.300 V Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.00) ± [Ce+4 ] } 0.64V p E independe da diluição (até que a solução seja tão diluída que as aproximações feitas não sejam mais válidas).0592/1 log [(2.[Fe+2] } 2.1000 M em meio que é 1.00/55.1 .0592 log [Ce ]/[Ce ] +2 +3 Eeq = Eº Fe +3 ± 0.1 [Ce+3 ] = [(25.0592/1 log (2/55)/(0.44±0.1)/55 + [Ce+4] } 2.1)/(0.01/75.5/75.68)/2 = 1. A reação é 5 Sn+2 + 2 MnO4.1)/75..0 mL de Fe+2 0.

: EAº = 0.20 V. TITULAÇÕES DE MISTURAS 2 agentes redutores ou 2 agentes oxidantes p 2 inflexões p se EA é bem diferente de EB (>0. OBS.359 V Eº = 1.com .2 V).Anotações e Observações: A p Fe+2 + Ce+4 = Fe+3 + Ce+3 B p 5 Fe + MnO4 + 8H = 5 Fe + Mn +2 + +3 +2 + 4H2O (E na região de equivalência MAIOR pois Keq maior.099 V Eº = 0.77V EX: Titulação de Fe+2 e Ti+3 com KMnO4 TiO+2 + 2H+ + e = Ti+3 + H2O Fe + e = Fe +3 +2 62 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. EX: VO + 2H + e = V + H2O V(OH)4 + 2H + e = VO + 3 H2O +3 + + 2+ 2+ + +3 Eº = 0.000 V Curva de titulação do V com um agente oxidante forte (KMnO4) p 2 pontos de inflexão (1º) V+3 p VO2+ (2º) VO2+ p V(OH)4+ Eº = 0. variação de 1 elétron. E p independe da diluição se o nº de moles dos reagentes e produtos das semi ± reações são idênticas e quando a aproximação CA = [A] é válida. (E na região de equivalência CRESCE quando a Cte de equilíbrio CRESCE.

771 ± 0. Tiocianato de Potássio p Complexo vermelho com Fe . E na primeira parte p como Ti +3 +3 Anotações e Observações: sozinho E = 0.+ 2e = 3 IEº = 0.. Ex. se a solução contém I3 ou I .0592/n log {[Ind(red)]/[In(ox)]} y y A variação da cor é vista quando {[Ind(red)]/[In(ox)]} e1/10 varia para {[Ind(red)]/[In(ox)]} u10 A variação em E necessária para produzir uma ³completa´ mudança na cor do indicador: E = EºIn 0. Até quando houver quantidade apreciável de Ti+3 o potencial do sistema não pode tornar-se alto o suficiente para variar a concentração de Fe+2 de forma considerável.0592/n Ex: complexos de Fe(II) com ortofenantrolina (Phen)3Fe+3 + e = (Phen)3 Fe+2 azul claro vermelho (ferroína) INDICADORES ESPECÍFICOS Amido p Complexo azul com I3. I3.0592 log {[Ti ]/([TiO+2 ][H+]2)} No 1º PE 2H+ + TiO+2 + Fe+2 = Fe+3 + Ti+3 + H2O Usa-se EFe e ETi 2E = 0.0592 log{([Ti ][Fe ])/([TiO ][Fe ][H ] )} [Fe+3 ] = [Ti+3] E = 0. mas só depende da variação no ESISTEMA que ocorre durante a titulação In(oxidada) + ne = In(reduzida) E = EºIn ± 0.: titulação de Fe+3 com Ti+3 .099 ± 0. +3 Este complexo pode sinalizar o ponto final de reações com I2.099 + 0.0592/2 log {[Fe+2 ]/([TiO+2 ][H+]2)} [TiO+2] = CTiO +2 [Fe+2] = CFe +2 +2 Após o 1º PE: p Como Fe sozinho +3 +2 +2 +3 + 2 E = EºFe +3 ± 0.0592 log {[Fe+2]/ [Fe+3]} INDICADORES DE OXIDAÇÃO ± REDUÇÃO Indicadores redox gerais INDICADORES REDOX GERAI S y y Indicadores específicos Mudam de cor quando oxidados ou reduzidos A variação da cor independe da natureza do analito ou titulante.Primeiras adições de KMnO4 p usadas para titular o Ti+3 que é mais facilmente oxidado.87/2 ± 0.536 V - 9 N Fe N +2 3 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com 63 . OBS: O amido pode ser um indicador geral redox.

[I3 -]/[I-] é alta p cor azul. Anotações e Observações: 64 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Na presença de um excesso de ag. [I3 ]/[I ] é baixa p incolor. oxidante.com .y y Na presença de um excesso de ag. redutor.

Redutor de Walden: Ag(s) + ClAgCl(s) + e Ag(s) granulada colocada numa coluna de vidro. . Ni.2) AGENTES OXIDANTES AUXILIARES Bismutato de sódio ( NaBiO3 . o sólido é removido.01V 4SO 42. I. O excesso do agente deve ser facilmente removido ( para não consumir a solução padrão ). reação que contamina fortemente a solução com Zn+2). Walden mais seletivo que Jones. Cd.+ O2(g) + 4H+ +2 O excesso: 2S2O82.com 65 .Pedaços de metal são colocados na solução. Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.12 .: Quando uma amostra contendo ferro é dissolvida: Mistura de Fe+2 e Fe+3 Fe+3 Fe+2 Agente redutor auxiliar ( consome sol. Empacotamento do metal ou Prato Perfurado Vácuo Redutor de Jones: Zn(Hg) Zn + Hg + 2e Amálgama de zinco: (Zn(Hg)(s) ) Vantagem sobre o Zn(s): Inibe a redução do H+ pelo zinco. pouco solúvel ) Poderoso agente redutor Peroxidissulfato de Amônio ( (NH4)2 S2O8 ) S2 O8 + 2e = 2SO42Er = 2.78V O excesso: 2H2O 2H2O + O2(g) Ebul. . Ag(s) é um bom redutor na presença de Cl ou outro íon que forme sal pouco solúvel com a prata Usa-se solução hidroclórica do analito. . .Filtração da solução de interesse (remove pedaços e pós do metal). .1) AGENTES REDUTORES AUXILIARES ( Pré ± redução do analito ) Metais Zn.TITULAÇÕES DE OXI-REDUÇÃO / APLICAÇÕES I) AGENTES REDOX AUXILIARES O analito deve estar em um único estado de oxidação no início da análise. Etapas que precedem a titulação podem converter o analito em uma mistura de seus estados de oxidação Necessidade do agente auxiliar O agente auxiliar deve reagir quantitativamente com o analito. Ag. .+ 2H2O Peróxido de Hidrogênio: H2O2 + 2H+ + 2e = 2H2O Er=1. padrão usada para titular o Fe+2 ).Após a reação se completar. I. . . . Cu. Al. Pb. Anotações e Observações: Ex.

02M de KMnO4 em 100ml de H2O já fornece a cor perceptível.Antes desta filtração a sol.+ 8H+ + 5e = Mn+2 + 4H2O Er= 1.Sol.+ H2O K é alto. aquecimento. .1M H2 SO4 para evitar precipitação de sais básicos.Caro. depois torna-se rápida ) +4 66 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.Sol.II) AGENTES OXIDANTES PADRÕES II.Oxidação do Cl. K}1047 Ce : A sol.1) KMnO4 e Ce(IV) Agentes oxidantes fortes MnO4. bases.01 ml de sol.leva a um superconsumo da sol.MnO2 é um contaminante do KMnO4(sólido) .(pode titular sols hidroclóricas do analito) . ácidos.Não usar papel para filtrar ( reage formando MnO2 ).com .51V ( concentração de ácido forte u0. Mn(IV) ou Mn(VI) ) Ce+4 + e = Ce+3 Erf=1.Cor pode funcionar como indicador ( violeta ) Pontos Finais KMnO4: 0.Ce(NO3)4 .Guardar ao abrigo da luz após padronizar.1M.padrão primário disponível . CUIDADOS: .44V em H2SO4 1M Em HClO4 1M Não são muito estáveis Erf = 1.+ H3O+ = H2 C2O4 KMnO4 : 2MnO4. recém preparadas devido à reação do MnO4. Ácidas: C2O4 2. em H2SO4 estável . 0. de num mínimo 0.70V Em HNO3 1M Erf = 1.Filtrar o MnO2 antes da padronizar o KMnO4. o produto pode ser Mn(II). 2NH4NO3 Padrão primário ( também pode ser encontrado em grau reagente padronização ) .61V Comparação entre os dois reagentes: Ce+4 Força Oxidante Comparável . deve ser deixada em repouso por 21/4 h ou aquecida para que toda a matéria orgânica se oxide. Ce+4: . porém V é baixa É catalisada pela luz. PADRÕES PRIMÁRIOS PARA PADRONIZAR AS SOLS.Sempre repadronizar. .com matéria orgânica e poeira presentes na água usada para preparar as solução. Se a concentração for menor. Ponto Final não é permanente: 2MnO4.Ce(OH) 4 ( grau reagente ) Dissolver numa sol. .Mn+2 e MnO2 . padrão .+ 3Mn+2 + 2H2O 5MnO 2(s) + 4H+ lenta.Não oxida Cl. de Ce+4 é laranja não intensa Deve-se usar indicador PREPARAÇÃO E ESTABILIDADE DAS SOLS. PADRÕES KMnO4 : Não é totalmente estável na água: 4MnO 2(s) + 3O2(g) + 4OH4MnO4. DE Ce+4 e KMnO4: Oxalato de Sódio: Em sols. KMnO4 Anotações e Observações: ± decompõe-se lentamente . .+ 5H2C2O4 + 6H+ = 2Mn+2 + 10CO2(g) + 8H2O Mn+2 catalisador ( no início a reação é lenta.MnO2 se forma nas sols.

. . +4 Útil para aumentar a PREPARAÇÃO E PROPRIEDADES Solubilidade do I2 em H2 O é baixa dissolve-se o elemento em uma sol. fria de oxalato.k= 7.Amido + I2 Azul (devido a F.33V Cr2 O72.+ 2e = 3I. Ácido difenilamina sulfônico Indicador III.Er=0.+ I. II. sal de Oesper.).= IO. .5355V Mas.3) IODO I2 + 2e = 2I. Ce : 50rC em HCl contendo monocloreto de iodo como catalisador.amilose ) Amido solúvel vendido comercialmente primário F.e ErCe+4. Deve-se preparar e estocar o indicador sob condições estéreis e adicionar Hg(II) (iodeto) ou clorofórmio. . a sol.= I3.+ O2(g) + 4H+ = 2I2 + 2H2O PONTOS FINAIS . .536V Er.536V Baixo Só reage com redutores fortes seletividade. proteger de fumos orgânicos ) . fio de ferro.amilose Suspensão de amido decompõe-se em poucos dias devido. Em sol. . Para evitar: . a ação das bactérias. .Pode ser aquecida barato . é aquecida (60rC) e titula-se até a cor rosa persistente por 30s.Er.Decompões-se em altas concentrações de I2 adicionar o amido próximo ao ponto final.com 67 .I2 ataca lentamente a matéria orgânica ( não usar tampa de borracha. I2(s) + II3Espécie predominante Solução não é estável pois. Er= 0. K2 Cr2O7 Grau reagente é suficientemente puro para preparação direta da sol. do sistema é pouco afetado pela formação de I3 .+2I- Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.Volatilidade.Tiossulfato anidro de sódio ( primário ). Depois que o MnO4. menor que ErMnO4.2) DICROMATO DE POTÁSSIO E r=1. PADRONIZAÇÃO .for totalmente consumido (incolor). padrão.Não reage com Cl-. principalmente.Anotações e Observações: Se a for realizada a 60-90rC há um consumo de KMnO4 menor que o teórico oxidação do oxalato pelo ar.Tartarato de pótassio e antimônio(III) APLICAÇÕES Titulações devem ser realizadas em meio ácido ou neutro.Tiossulfato de bário monohidratado ( primário). tem-se o seguinte sistema: I3. relativamente concentrada de KI. I2 + I.que contém o analito for incolor ). alcalina: I2 + OH.Er=0. no entanto.Adicionar 90 a 95% do KMnO4 requerido a uma sol. -6 Pode .Oxidação do iodeto pelo ar 4I.+ H+ 3IO. Outros padrões primários: Ferrocianato de potássio. .+ 14H+ + 6e = 2 Cr+3 + 7H2 O Verde -Estáveis (sols.Extração do iodo em tetracloreto de carbono violeta. .68x 102 Então.A cor do I3 ( amarelo-marrom) pode ser distinguida em uma solulção 5x 10 M servir como indicador ( se a sol.= IO3.

de Fe+2.+ H+ = HSO3.Titula-se imediatamente o excesso com dicromato ou Ce+4 . Em pH muito alcalino: I2 + OH. *Evitar Usar condições estéreis.Fe(NH4)2(SO4 )2 .consome 1 mol de I2 ( S2O32.pH .= S4O62.Presença de Cu+2 . 4H2 O ( sulfato de etileno diamina ) Oxidação do Fe+2 pelo ar é inibida na presença se ácidos ( H2SO4 }0.+ 2e 2I.FeC2H4(NH3)2 (SO4)2 .2) IODETO / S 2 O322I.Adiciona-se excesso de KI . pois a cor intensa do produto não permite a visualiza ção do ponto final. deve-se padronizar a sol.mantendose a sol.( não reativo ) 68 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. de Iinstáveis oxidação do ar pelo reagente .Adiciona-se excesso de Fe+2 . usar bactericida . 6H2O .+ S(s) Variáveis que afetam esta reação: .= IO.1) Fe(II) Preparadas a partir de: Semi-reação: H 3AsO3 + H2O = H3AsO4 + 2H+ + 2e H 3SbO3 + H2O = H3SbO4 + 2H+ + 2e +2 +4 Sn = Sn + 2e + C 6 H8O6 = C6 H6O6 + 2H + 2e 222S2O3 = S4 O6 + 2e Anotações e Observações: raramente usadas para titulações diretas.+ S4O62I2 + 2S2O32pH neutro ou levemente ácido Se o pH for muito ácido deve-se prevenir a oxidação do ar pelo excesso de I. pH = 9 a 10 ( ação das bactérias é minimizada ) A decomposição pode fazer a concentração µ¶ AUMENTAR µ¶ ou µ¶ DIMINUIR ¶¶ 1 mol HSO3. Sol.Luz do sol.= I2 + 2e Titulação indireta. ela tende a se decompor: S2 O32.+ I. . em atmosfera inerte.Substância: As Sb Sn As.é oxidado pelo ar a SO42.Presença de microorganismos* .Imediatamente antes ou depois da titulação.+ tissulfato sulfato ESTABILIDADE DAS SOLS DE TIOSSULFATO Embora resistente à oxidação do ar.O I2 produzido é titulado com Na2 S2O3 ( um dos poucos agentes redutores estáveis à oxidação do ar ) 2S2O32. III.consome ½ mol ) HSO3.+ H+ IO.ascórbio S2 O32III) AGENTES REDUTORES A maioria reage com O2 atmosférico III.com .5M ) .

+ 5Br.1) KBrO3 como fonte de Br2 Br2 + 6H+ + 6e = Br. I + C5H5N(H)SO4CH3 1 mol I2 | 1 mol SO2 | 3 moles piridina | 1 mol H2O Na prática: excesso de piridina e SO2 . com consumo de H2O.Deixa-se reagir em frasco fechado .Dicromato . de Br2 é instável processo indireto elimina este problema 1 mol BrO3. Cuidados devem ser tomados para não contaminar o reagente com a umidade do ar. SO2 + C5H5N + H2O 2C 5H5 N .Quando toda a água for consumida aparece o 1r excesso de piridina / I2 (amarelo marrom ) . que ocorre na presença de um excesso de metanol.Métodos eletrométricos. Ponto final: . SO3 II) C5H5N .+ 5I.Acidifica-se: IO3.| 3 moles Br2 | 6 moles e .2) REAGENTE DE KARL FISCHER Dióxido de enxofre é oxidado pelo iodo na presença de água Reagente de Karl Fischer:SO2.Adiciona-se excesso de KI: 2I. Reagente decompõe-se padronizar diariamente. SO3 + H2O C 5H5NHSO4H Reação global: SO2 + I2 + 3C5 H5N + CH3OH + H2O 2C5H5N . HI + C 5H5N .+ Br2 I2 + Br.com 69 . A etapa (II).| 3 moles I2 | 6 moles e | 6 moles S2O32Outros padrões primários: .Excesso medido de KBrO3 e adicionado à solução contendo a amostra de KBr .PADRONIZAÇÃO DO TIOSSULFATO KIO3 padrão primário .Bromato de potássio. Interferentes: .O iodo é titulado com S2O32APLICAÇÃO: Compostos orgânicos com = Br2 reage por substituição ou adição: Substituição: Anotações e Observações: OH Br + 3 Br 2 Adição: Br + 3 HBr Br H H H C C H + Br 2 H H H C C H Br B r IV.O I2 é titulado com S2O3 21 mol IO3 .+ 3H2O Er= 1. IV) OXIDANTES ESPECIAIS IV.44V Excesso de BrO3-: 3Br2 + 3H2O BrO3. previne o consumo de água pelo complexo piridina / SO3 C5H5N .Pesa-se o KIO3 e dissolve em H2 O em presença de KI . I2 + C5H5N .+ 6H+ Sol.+ 6H+ = 3I2 + 2H2O . assim a estequiometria é dada pelo I2. SO3 + CH3OH C 5H5N(H)SO4 CH3 Na etapa (I) ocorre oxidação do SO2 a SO3 pelo I2 . piridina e metanol I) C5H5N .Substâncias que reagem com um dos componentes do reagente para produzir H2O Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. I2.Acidifica-se .

: óxidos metálicos MO + 2HI = MI2 + H2O Agentes oxidantes e redutores R OC H3 CH OC H3 + H 2O Reoxidam o I.EX.com .: Compostos carbonílicos Anotações e Observações: RCHO + 2 CH 3OH EX.produzido ou reduzem o I2 do reagente. 70 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

grupo dos cátions solúveis (K+ Na+ Mg+2 NH4+) Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Sr+2 Ca+2) GRUPO 5 . Pb++ Hg2++) NH4OH/ NH Cl GRUPO 2 .grupo dos sulfetos alcalinos (Co +2 .grupo dos hidróxidos insolúveis (Fe +3 . Pb++ Hg++ Cu+2 Cd+2 As+3 Sb+3 Sn+2) H2S/NH4OH GRUPO 3 A .13 .grupo dos carbonatos insolúveis (Ba +2 .Grupo dos cloretos insolúveis (Ag + . Ni +2 Zn+2 Mn+2) GRUPO 4 . Al+3 Cr+3 Mn+2) (NH4)2CO3/NH4Cl GRUPO 3 B .ESQUEMA DE SEPARAÇÃO DE CÁTIONS Anotações e Observações: HCl diluído H2S/H + GRUPO 1 .grupo dos sulfetos ácidos (Bi +3 .com 71 .

com . etc. Os principais itens a serem considerados para o seu correto posicionamento são: y y y y y y y Características da sala de pesagem Ter apenas uma entrada.1 mg.Anotações e Observações: 14 .) ou perto da porta.1 g a 0. os efeitos físicos são os mais importantes. pois não podem ser suprimidos.A BALANÇA ANALÍTICA (www. Manter a umidade entre 45% e 60% (deve ser monitorada sempre que possível). Ser antimagnética (não usar metais ou aço) e protegida das cargas eletrostáticas (não usar plásticos ou vidros). Instituto de Química) Rogério Custodio (UNICAMP.br) Material preparado por: João Carlos de Andrade (UNICAMP. Cuidados Operacionais y y y y y y y y y Cuidados básicos Verificar sempre o nivelamento da balança. Evitar pesar perto de equipamentos que usam ventiladores (ex. de modo a transmitir o mínimo de vibrações possível.chemkey.: ar condicionado. O prato de pesagem Colocar o frasco de pesagem sempre no centro do prato de pesagem. O uso de lâmpadas fluorescentes é menos crítico. As informações contidas neste texto visam indicar os pontos mais importantes a serem considerados nas operações de pesagem. Ser pouco susceptível a choques e vibrações. As balanças analíticas modernas. quando a umidade estiver abaixo de 30-40%. y y y y y 72 @ Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. evitando a necessidade de novo tempo de aquecimento (warm up). Destes. para evitar a luz direta do sol e correntes de ar. Ser rígida. Mesmo assim. As condições da bancada Ficar firmemente apoiada no solo ou fixada na parede. A temperatura do frasco de pesagem e seu conteúdo devem estar à mesma temperatura que a do ambiente da câmara de pesagem.com. Deixar sempre a balança conectada à tomada e ligada para manter o equilíbrio térmico dos circuitos eletrônicos. computadores. o simples emprego de circuitos elet ônicos não r elimina as interações do sistema com o ambiente. As condições ambientais Manter a temperatura da sala constante. para evitar distúrbios devido à radiação térmica. geralmente nos cantos da sala. Instituto de Química) A balança analítica é um dos instrumentos de medida mais usados no laboratório e dela dependem basicamente todos os resultados analíticos. não podendo ceder ou vergar durante a operação de pesagem. Ficar localizada nas posições mais rígidas da construção. Não pesar próximo a irradiadores de calor. que podem cobrir faixas de precisão de leitura da ordem de 0. Nunca tocar os frascos diretamente com os dedos ao colocá-los ou retirá-los da câmara de pesagem. Deixar sempre a balança no modo stand by. Colocar as luminárias distantes da bancada. O frasco de pesagem Usar sempre o menor frasco de pesagem possível. Não usar frascos plásticos. já estão bastante aperfeiçoadas a ponto de dispensarem o uso de salas especiais para a pesagem. Ter o mínimo de janelas possível. Não permitir a incidência de luz solar direta. Pode-se usar uma bancada de laboratório bem estável ou uma bancada de pedra. Localização da Balança A precisão e a confiabilidade das pesagens estão diretamente relacionadas com a localização da balança analítica.

Motivo: Ganho de massa devido a uma amostra higroscópica (ganho de umidade atmosférica) ou perda de massa por evaporação de água ou de substâncias voláteis. Anotações e Observações: y y y y y As Influências Físicas na Pesagem Quando o mostrador da balança ficar instável. após qualquer nivelamento e após grandes variações de temperatura ou de pressão atmosférica. Medidas corretivas: y Usar frascos de pesagem limpos e secos e manter o prato de pesagem sempre livre de poeira. se tiver sido mudada de local. Variação de massa Efeito Observado: O mostrador indica leituras que aumentam ou diminuem. se for preciso. y Usar frascos de pesagem com gargalo estreito. Se o ar estiver seco (umidade relativa menor que 40%) estas cargas eletrostáticas ficam retidas ou são dispersadas lentamente. Eletrostática Efeito Observado: O mostrador da balança fica instável e indica massas diferentes a cada pesagem da mesma amostra. Manutenção Manter sempre a câmara de pesagem e o prato de pesagem limpos. Motivo: A existência de uma diferença de temperatura entre a amostra e o ambiente da câmara de pesagem provoca correntes de ar. A leitura Verificar se o mostrador indica exatamente zero ao iniciar a operação. principalmente se ela estiver sendo o perada pela primeira vez. contaminantes ou gotas de líquidos. observam-se atrações. A reprodutibilidade dos resultados fica comprometida. Tare a balança. Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.y Remover o frasco de pesagem do prato de pesagem tão logo termine a operação de pesagem. o filme de umidade que cobre qualquer amostra. Se a amostra e o ambiente estiverem sob o efeito de cargas elétricas de mesmo sinal [+ ou -] ocorrem repulsões. Motivo: O seu frasco de pesagem está carregado eletrostaticamente. Além disso. Isto faz com que um objeto frio pareça mais pesado ou um objeto mais quente mais leve. As mais comuns são: Temperatura Efeito Observado: O mostrador varia constantemente em uma direção. especialmente os pós e grânulos. y Usar frascos de pesagem com a menor área possível. Os erros de pesagem acontecem por forças de atração eletrostáticas que atuam entre a amostra e o ambiente. enquanto que sob o efeito de cargas opostas [+ e -]. y Usar tampas ou rolhas nos frascos de pesagem. muflas. y Procurar sempre manusear os frascos de pesagens ou as amostras com pinças. Ler o resultado da operação tão logo o detetor automático de estabilidade desapareça do mostrador. e que varia com a temperatura. seja por variação contínua da leitura para mais ou para menos ou simplesmente se a leitura estiver errada« ATENÇÃO: Você estará observando influências físicas indesejáveis sobre a operação. continua e lentamente. é encoberto pela flutuação dinâmica. y Deixar sempre a amostra atingir a temperatura do laboratório ou da câmara de pesagem. Se não for possível. y Não tocar a câmara de pesagem com as mãos. Estas correntes de ar geram forças sobre o prato de pesagem fazendo a amostra parecer mais leve (chamada flutuação dinâmica). usar uma tira de papel. Medidas corretivas: y Nunca pesar amostras retiradas diretamente de estufas.com 73 . ou refrigeradores. Este efeito só desaparece quando o equilíbrio térmico for estabelecido. Usar somente frascos de pesagem limpos e secos. Estas cargas formamse por fricção ou durante o transporte dos materiais. Calibração Calibrar a balança regularmente.

a força atuando sobre uma massa é maior nos pólos que no equador. em relação ao nível do solo Empuxo Efeito Observado: O resultado de uma pesagem feita em ar não é o mesmo que no vácuo. devem sempre ser corrigidas com relação ao empuxo. níquel. correções devem ser feitas. criando forças que levam a uma medida errônea. efetuadas em dias diferentes. se existir. 74 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. desmagnetize as amostras ferromagnéticas. etc. y Usar o gancho superior do prato da balança. em relação ao centro da Terra). Quanto mais próximo do equador maior a força centrífuga devido à rotação da Terra.370 km) h = altura do local onde se fez a medida (m) mc = massa medida a uma altura (h). a pressão e a umidade atmosféricas. que decresce com o quadrado da distância. y Como as forças magnéticas diminuem com a distância. Medidas corretivas: y Pesagens diferenciais ou comparativas ou de muita precisão. que se contrapõe à força gravitacional. y Descarregar as forças eletrostáticas.Anotações e Observações: Medidas corretivas: y Aumentar a umidade atmosférica com o uso de um umidificador ou por ajustes apropriados no sistema de ar condicionado (umidade relativa ideal: 45-60%). As pesagens dependem também da altitude em relação ao nível do mar (mais exatamente. Gravitação Efeito Observado: As pesagens variam de acordo com a latitude. Medidas corretivas: y Pesagens diferenciais ou comparativas ou de precisão. Motivo: Se o material for magnético (ex.: um béquer invertido ou um suporte de alumínio). Os trabalhos comuns de laboratório geralmente dispensam estas medidas. O resultado da pesagem de uma amostra metálica depende da sua posição sobre o prato da balança.com . Quando materiais muito densos (ex. antes da pesagem . Quanto mais alto.: Hg) ou pouco densos (ex. Magnetismo Efeito Observado: Baixa reprodutibilidade. Desta forma. separar a amostra do prato usando um suporte não-magnético (ex. Motivo: Este fenômeno é explicado pelo princípio de Arquimedes. em favor da precisão.: ferro. Medidas corretivas: y Se possível. colocando o frasco de pesagem em um recipiente de metal.: no térreo e em outros andares de mesmo prédio) devem ser corrigidas. efetuadas em diferentes latitudes ou altitudes (ex. segundo o qual "um corpo experimenta uma perda de peso igual ao peso da massa do meio por este deslocado".: água) são pesados. y Conectar a balança a um "terra" eficiente. mh = (rt}2 x mc (rt + h)2 ms = massa medida ao nível do solo rt = raio da Terra (~ 6. menor a atração gravitacional.) pode estar ocorrendo atração mútua com o prato da balança. levando-se em conta a temperatura. aço.

Anotações e Observações: Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com 75 .

com .Anotações e Observações: 76 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

Após a adição de um excesso de reagente. H2O e HCl) foram passados através de uma solução de NaHCO3.é precipitado como AgSCN pela adição de AgNO3. Este precipitado foi então fortemente aquecido em um fluxo com Cl para 2 converter o AgI em AgCl. Calcule a percentagem de Lindano e DDT na amostra.453 05)Uma solução aquosa contém NaNO3 e KSCN. O tratamento da solução resultante com ácido clorídrico a frio forneceu um precipitado de AgCl e PbCl2 pesando 0.4430g. Calcule o percentual de cloreto e iodeto na amostra. 0.1799g de uma amostra de um composto orgânico foi queimada em fluxo de O2 e o CO2 produzido foi coletado numa solução de hidróxido de bário.6407g de uma amostra contendo cloreto e iodeto forneceram um precipitado com prata de 0.2067g de cloreto de prata permaneceram na forma sólida.com 77 . a Anotações e Observações: Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Calcule o percentual de carbono na amostra se 0.3181g.7161g de AgCl. Após completo esse tratamento. Após acidificação.870 Pb-207. o cloreto em solução produziu 0.3 08)0.2466g. Os produtos (CO2.2795g de uma amostra de inseticida contendo apenas Lindano (CH6Cl6) e DDT 6 (C14 H9Cl5) foi queimada numa corrente de oxigênio em um tubo de quartzo.5613g de BaCO3 foi formado.19 Cl-35. Calcule: a)O percentual de prata na amostra. Quando esse precipitado misto foi tratado com água quente para dissolver todo o cloreto de chumbo.Química Analítica 1 Lista de Exercícios 01) Explique a diferença entre precisão e exatidão 02) Cite três formas de verificar a presença de erros sistemáticos de método 03) O que são erros indeterminados? 04)Uma amostra de liga pesando 0. o precipitado pesou 0. O íon SCN. 09)0. Pesos atômicos: Ag-107.2000g e contendo somente Ag e Pb foi dissolvida em ácido nítrico. Peso atômico do Ba ± 137. a)Qual a carga na superfície da partícula coloidal? b)Qual a fonte dessa carga? c)Quais os íons que fazem a camada de íons contrários? 06)O que é precipitação em solução homogênea? Qual a sua vantagem? 07)0. b)O peso de cloreto de chumbo que não precipitou por adição de ácido clorídrico a frio.

com .Anotações e Observações: 78 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

A reação é: I) I2O5 (s) + 5CO (g) p 5CO2 (g) + I2 (g) O iodo destilado nesta temperatura foi coletado em um absorvente contendo 8.) p S4O6 -.) + 2S2O3-.01101M. Calcule a molaridade do HClO4 e do NaOH. Calcule a molaridade da base.3 l de gás sobre pentóxido de iodo aquecido a 150o C. 2) Exatos 40.42 ml de base.4793 g do padrão primário Na2CO3 . de CO (PM=28. 4) Calcule a concentração molar de uma solução a 25%pp de H2 SO4 com d= 1. 3) Uma solução de Ba(OH)2 foi padronizada contra 0. a Anotações e Observações: Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com 79 . II) I2 (aq.) + 2I-(aq) O excesso de Na2 S2 O3 foi retrotitulado com 2.70 ml de NaOH. Em um experimento separado 25 ml de NaOH neutralizaram 27.(aq.19 Kg/L. em mg. Calcule o peso.00947M. O ponto final foi observado após a adição de 44.0 ml de uma solução de HClO4 foram adicionados a uma solução contendo 0.43 ml de HCO4.01) por litro de solução.Química Analítica 2 Lista de Exercícios 1) A concentração de CO numa amostra gasosa foi obtida passando-se 20.25 ml de Na2 S2O3 0.16 ml de I2 0.1016 g do padrão primário ácido benzóico.12).(aq. A solução foi levada à ebulição para remover o CO2 e o excesso de HClO4 foi retrotitulado com 8. C6H5 COOH (PM=122.

com .Anotações e Observações: 80 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

050M em NaCl.120M de HNO2 que é também 0. -8 K(HClO)=3.57x10-9 02)Calcule a concentração do íon hidrônio numa solução de hipoclorito de sódio 0. Por que é errado concluir que o Ag2CO3 é menos solúvel que o AgCl porque seu Kps é menor ? 07)Hg+2 forma um complexo solúvel com Cl. Kps(AgCl)=1.010M.56x10 . A concentração de íons cromato em solução é 0.0ml de NaCl 0. se a aproximação de usar concentrações molares pode trazer e rros consideráveis aos resultados dos casos (a) e (b).99 05)A uma solução contendo Cl.1x10 e do AgCl é 1.06M.05x10-12 06)O Kps do Ag2 CO3 é 8.Química Analítica 3 Lista de Exercícios a Anotações e Observações: 01)Calcule a solubilidade do Ba(IO3)2 numa solução resultante da mistura de 200ml de Ba(NO3)2 0.01M com 50.1M. E ainda responda.10M.00x10-2 M Pb(NO3)2 Kps(PbI2)=7.01M com 100ml de NaIO3 0.com 81 . Calcular a concentração mínima de Clna solução que começará a precipitar o Ag2CrO4.1x10-4 m f(H 3O ) f(NO 2 ) 0. Explique sua resposta.80 0. Ka=5.899 0.83 0.1x10-9 PM(PbI2) = 460.10 0.6x1013 +2 Calcule a concentração de Hg em cada uma das seguintes soluções (usando concentrações molares): a-)0.76 04)Calcule o peso em gramas de PbI2 que se dissolve em 100ml de (a-)água (b-)2.00x10-2 M KI (c -)2. Kps(Ba(IO3 )2)=1. -12 -10 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.00x10 03)Usando atividades.56x10-10 KPs(Ag2 CrO4)=4.86 0.04M e NaNO3 0.05 0.= HgCl2 Kf=1.: Hg+2 + Cl.0ml de Hg(NO3)2 0.e CrO4 = adiciona-se gota a gota uma solução de AgNO3 .914 0.01 0. calcule a concentração do íon hidrônio numa solução 0.00 l de água b-)misturando-se 50.010M moles de HgCl2 em 1.

com .Anotações e Observações: 82 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

7x10 Ka2(H2S)=1.01M. Dados: AgI(s) = Ag + + IKps=8.180g de Mg(OH)2 a 45 ml de (a)HCl 0.1x10-12 Ka1(H2 CO3)=4.0x1O-9 Ag+ + S2O3= = AgS2 O3K1 =6. Dados: Ag2 S(s) = 2Ag+ + S= = S + H2O = HS + OHHS + H2O = H2S + OH + 2H2O = H3O + OH -8 -15 Ka1(H2S)=5.01M e KI 0.9 3-)Calcule a concentração de equilíbrio de cada íon numa solução resultante da adição de 0.0204M (b)HCl 0.4x104 AgS2O3.204M.7x10-11 .2x10 a Anotações e Observações: Kps=6.3x10-17 AgI(s) = AgI(aq) Kd=6. Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.+ S2O3= Ag(S2 O3)23. 2-)Calcular a solubilidade do AgI numa solução contendo tiossulfato de sódio (Na2 S2O3) 0. 4-)Calcular a solubilidade do Ag2 S em água pura.7x10-11 . Kps(Ag2CO3 )=8.45x10-7 Ka2(H2CO3)=4. Kps(Fe(OH3))=4x10-48 .+ S2O3 = = Ag(S2O3)35K3 =4. Kps(Mg(OH) 2)=1.6x108 = Ag(S2O3)23K2 =4.0x10-50 5-)Calcular a solubilidade molar do Ag2CO3 numa solução cuja concentração de H3 O+ é igual a 1x10-6 M.com 83 .Química Analítica 4 Lista de Exercícios 1-)Calcular a solubilidade do Fe(OH)3 em água.

Anotações e Observações: 84 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com .

Uma amostra de 6. A quantidade de água na amostra foi determi ada por diferença. no ponto de equivalência e após a adição de 51. Qual a composição n percentual da amostra original? 2-)Descreva o método de Mohr e Volhard. Kps(AgSCN)=1.00 ml de AgNO 3 0. após a adição de 30.00 ml de AgNO3 0.0 ml de NH4 SCN. a Anotações e Observações: Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.22 ml de HCl 0.0 ml em balão volumétrico.1x10-12 .1117M foram adicionados e gastou-se 4.com 85 .700g desse sólido foi dissolvida em água destilada e diluída para 250.00 ml da solução da amostra foi titulada pelo método de Volhard. 35.00 ml da solução consumiu 22. escrevendo as equações químicas para as reações principais e dos indicadores.Química Analítica 5 Lista de Exercícios 1-)Uma amostra sólida contém apenas NaCl. Uma alíquota de 25.497M para atingir o ponto final da titulação usando fenolftaleína como indicador. calcule as concentrações do cátion e do ânion (Ag+ e SCN.0250M. Quando uma outra alíquota de 25.0500M com NH4SCN 0. 3-)Como funcionam os indicadores de adsorção? 4-)Por que a determinação de íons cloreto pelo método de Volhard requer mais etapas que a determinação de brometos pelo mesmo método? 5-)No método de Mohr indique 2 formas de eliminar o erro de titulação causado pelo consumo de prata pelo indicador. NaOH e água. 6-)Na titulação de 25.63 ml de KSCN na titulação de retorno.) iniciais.0 ml de NH4 SCN.

Anotações e Observações: 86 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com .

00 M para produzir um tampão de pH=3.050 M NH 3 + 0.050 M NH 3 (Kb=1. Ka(ácido fórmico)=1. (c)misturado com 25.200M é (a)diluído para 45.Química Analítica 6 Lista de Exercícios 1-)Uma alíquota de 50.00 mmol de um ácido forte é adicionado a 100.00 ml do ácido.0 ml com água destilada.50 ? Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.00 e (d)26.160 M.2M.com 87 .050 M foi titulada com HCl 0.050 M NaOH (b)0. 5-)Qual o peso de formiato de sódio que deve ser adicionado a 400 ml de ácido fórmico 1.00 (b)10.00 ml de uma solução de formiato de sódio 0. Ka(HCN)=2. (b)misturado com 25.00 ml de NaCN 0.77x10-4 3-)Calcule a variação de pH que ocorre em cada uma das soluções abaixo como resultado de uma diluição 1:10 em H2O (a)0. A reação é CN a Anotações e Observações: + H3O + = HCN + H 2O Calcule o pH após a adição de (a)0.0 ml das soluções do problema anterior.100 M.050M NH4Cl.00 (c)25.00 ml de NaOH 0.1x10-9 2-)Calcule o pH de uma solução que resulta quando 20. 4-)Calcule a variação de pH que ocorre quando 1.00 ml de ácido fórmico 0.76x10-5) (c)0.

com .Anotações e Observações: 88 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

Dados:K(SrY )=4.10 ml de EDTA para a titulação de 50. 20.6 K6=0. 10.0.010 M com EDTA 0.3 K5=1.0x1016 e E4(pH=9.020 M.00.0)=0.3x108 E4 (pH=11.0 com NH3/NH4.00 ml de EDTA para a titulação de 25.00.00. tamponada a pH 11.com 89 . 10.040 M com EDTA 0.00 ml de Sr 0. a Anotações e Observações: Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.8 K3=10 K4 =6.85 02-)Calcule o pCo após a adição de 0. Assuma que a concentração de NH3 é constante e igual a 0.040 M.00.052 03-)Como funcionam os indicadores metalocrômicos? 04-)Descreva 3 métodos para realizar titulações com o EDTA.25 Constante de formação para o CoY2-= 2.00 e 30.9 K2=39. 25.Química Analítica 7 Lista de Exercícios 01-)Calcule o pSr após a adição de 0.00 ml de Co 0.00 e 25. Dados: Constantes de formação dos complexos do cobalto com a amônia: K1 =125.050 M numa solução mantida a pH=9.0)=0.

com .Anotações e Observações: 90 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

09)Escreva sobre as reduções com iodeto.154V +3 +2 0 V + e = V E =-0.00ml de V+2 0.00 e 50. Quando necessário assuma que a concentração de H+ é igual a 0.+ 8H+ + 5e = Mn+2 + 4H2O E 0 =1. 04)Fale sobre as vantagens e desvantagens do KMnO4 sobre o Ce+4 como agente oxidante.+ 5HNO2 + H+ = 2Mn+2 + 5NO3 .51V = HNO2 + H2O E 0 =0.+ 3H2O Dados: MnO4.00.050 M.com 91 .256V 03)Para que servem os agentes auxiliares de óxido-redução? Dê exemplos e indique como eles são utilizados de forma a não consumir solução padrão numa posterior titulação. 06)Cite uma maneira de realizar a padronização do KMnO4 com oxalato de sódio de forma a minimizar erros.94V NO3. 07)Por que a espécie predominante em soluções de iodo é o íon triiodeto? 08)Escreva sobre a estabilidade das soluções de iodo.100 M com Sn+4 0. 05)Cite os cuidados que se deve ter na preparação de uma solução padrão de KMnO4. Explique. Dados: Sn+4 + 2e = Sn+2 E0 =0. calcule os potenciais após a adição de 10. 10)A decomposição de uma solução de tiossulfato pode fazer com que sua concentração aumente ou diminua.1 M. 50. 11)Descreva a padronização da solução de tiossulfato com KIO3 .Química Analítica 8 Lista de Exercícios 01)Calcule o potencial eletródico do sistema no ponto de equivalência para a seguinte reação.+ 3H+ + 2e 02)Para a titulação de 50.10 ml do reagente. a Anotações e Observações: Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. 2MnO4.

Anotações e Observações: 92 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com .

com 93 .Anotações e Observações: Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

Anotações e Observações: 94 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com .

Anotações e Observações: Gesso A Gispita é um sulfato de cálcio hidratado natural (CaSO . Desprezar o resíduo. cromo e ferro III. Aquecer a 105 s 5o C durante duas horas. cálcio. Passar várias vezes o bastão de vidro com ponta de borracha nas paredes e no fundo do béquer para transferir quantitativamente todo o precipitado.p BaSO4 o O precipitado é filtrado. pela adição lenta de uma solução diluída de cloreto de bário a uma solução quente e acidulada com HCl.0% de SO3 e 20. 8. Os ácidos minerais aumentam essa solubilidade por causa da formação do íon HSO4 -.5% de CaO. alumínio. 6.2% de CaO e 58. Lavar a cápsula e o papel de filtro várias vezes com água quente. enquanto que o nitrato deverá ser eliminado previamente. Cloretos e nitratos. recolhendo o filtrado em balão volumétrico de 250 ml. para desidratar a sílica. Aquecer até ebulição e lentamente adicionar 10 ml de BaCl2 (10%) agitando continuamente. coprecipitam sob a forma de seus sais elevando consideravelmente os resultados. tendo o cuidado de não colocar grande quantidade de água no funil.0.8% de SO3. lavado com água quente. porém ela é menor em presença de um excesso de íons de bário. transferir para um béquer de 400 ml e adicionar água destilada até 200 ml. carbonatos e fosfatos que são insolúveis em soluções neutras.Prática ± Análise Gravimétrica Determinação do Teor de Sulfato em Gesso Introdução O método baseia-se na precipitação do sulfato de bário insolúvel. Deixar em repouso por uma noite Filtrar por papel de filtração lenta. juntar 50 ml de HCl 1+5 e levar à secura em banho Maria. Tomar uma alíquota de 100 ml. para evitar que o precipitado formado ultrapasse o papel de filtro.1/2H2O) Pode ocorrer ainda na natureza o sulfato de cálcio anidro (CaSO4) conhecido como anidrita contendo cerca de 41. que contenha o sulfato. É um mineral pouco solúvel em água dissolvendo -se totalmente em HCl.2H2O). Estes interferentes deverão ser previamente removidos. Procedimento Experimental 1. potássio. Em presença de certos cátions como sódio. BaSO4 + 4C p BaS + 4CO A redução poderá ser evitada fazendo-se uma carbonização do papel lentamente e a temperaturas baixas em corrente de ar. 3. Lavar até eliminar cloretos (coletar um pouco de água de lavagem em um 5. 4.5 da amostra seca1 em cápsula de porcelana. além disso o precipitado de sulfato assim obtido é formado por cristais grandes e facilmente filtráveis. Lavar o béquer e o papel de filtro várias vezes com água quente. calcinado a cerca de 850 C e pesado. ocorre a coprecipitação de seus sulfatos levando a erros sistemáticos negativos nos resultados. O sulfato de bário é um precipitado sujeito a impurezas em virtude do efe de ito coprecipitação. porém durante a calcinação ela é eliminada. A precipitação deve ser efetuada na temperatura de ebulição para diminuir a supersaturação. 7. O erro ocasionado pe cloreto. A presença de uma pequena quantidade de HCl na solução evita a formação de sais de bário de ânions como cromatos. Contém cerca de 32. A solubilidade do sulfato de bário em água é muito baixa cerca de 0.9% de H2O. Ba+2 + SO42. A água presente na solução é ocluída e adsorvida pelo precipitado sulfato de bário. entretanto é facilmente reduzido a sulfeto pelo carbono do papel de filtro em temperaturas superiores a 600o C. Deixar o conteúdo do balão esfriar e completar o volume com água destilada. Pesar cerca de 0. se presentes. Dependendo da natureza dos sais coprecipitados o resultado poderá ser mais elevado ou mais baixo. 2. 46. Aquecer para dissolver os sais formados e filtrar em papel de filtração lenta. poderá lo ser evitado adicionando-se lentamente e com agitação constante a solução de cloreto de bário. Quando aquecido a aproximadamente 230 o C perder a água de cristalização transformando-se em gesso (CaSO4. O sulfato de bário quando puro não se decompõe ao ser aquecido ao ar seco até cerca de 1400o C.4 mg/100ml na temperatura ambiente. Retirar da estufa e umedecer o resíduo com 20 ml de HCl 1+5. depositado em 4 decorrência da evaporação de águas de grande salinidade no passado geológico. Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. lítio.com 95 .3 . 9.

Calcular o teor de sulfato presente na amostra como SO3.B. pág. 11.C. 1991 2. JEFFREY. VOGEL ± BASSET. Bibliografia 1. Esfriar em dessecador e pesar. DENNEY. E. J. KOLTHOFF.com .H. [1]A amostra deve ser previamente seca em estufa a 230 s100C até peso constante Anotações e Observações: 96 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.. SANDELL. G...-Tratado de Química Analítica Quantitativa. Transferir o papel de filtro com o precipitado para cadinho de porcelana previamente tarado. 3.M. Se não houver 3 turvação. I.. Análise Inorgânica Quantitativa. MENDHAM. J. 4a edição. os cloretos foram eliminados). 371. 391. carbonizar lentamente o papel e calcinar em mufla a cerca de 900o C. pág. R. 10. 4a edição. Norma ABNT MB ±3471 ± Gesso para Construção ± Determinação da água livre e de cristalização e teores de óxido de cálcio e anidrido sulfúrico ± Método de Ensaio.tubo de ensaio e adicionar algumas gotas de solução de AgNO .

0). medida do volume de nitrato de prata necessário para dar uma coloração perceptível quando adicionado à água destilada que contenha a mesma quantidade de indicador que foi utilizada na titulação.Determinação de Cloreto em Água 2. adiciona -se um pouco de solução de cromato de potássio (K2CrO4) para servir como indicador. No primeiro caso ocorre a formação de um precipitado colorido pouco solúvel e no segundo caso a formação de um composto colorido solúvel.Introdução O processo de precipitação mais importante na análise titrimétrica utiliza o nitrato de prata (AgNO3) como reagente (processo argentométrico). o excesso de tiocianato produz uma coloração marrom-avermelhada devido à formação do íon complexo. Este volume é então subtraído do volume de nitrato de prata utilizado na titulação da amostra. Como o cloreto de prata (AgCl) é o composto menos solúvel e sua concentração inicial é elevada.é um ácido fraco. por exemplo. Para calcular o cloreto devem ser levados em consideração os seguintes equilíbrios durante a titulação do excesso de íons prata: Ag+ + Cl= AgCl Ag+ + SCN= AgSCN Essa reação ocorrerá antes que haja a reação com íons Fe+3 presentes na solução e haverá então um erro na titulação.1. pode -se filtrar o cloreto de prata antes da titulação em excesso. 2.Prática ± Volumetria Titulações de Precipitação 1. com uma solução de nitrato de prata. A filtração posterior deve ser feita a frio.1. brometos e iodetos em soluções ácidas. Em solução fortemente alcalina pode ocorrer a precipitação do hidróxido de prata. deve-se ferver a suspensão por alguns minutos para coagular o precipitado e remover a maior parte dos íons Ag+ adsorvidos. Na titulação de uma solução neutra de Cl. Armazenar em recipiente de polietileno Anotações e Observações: Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com 97 . A titulação deve ser efetuada na temperatura ambiente porque o cromato de prata torna-se solúvel com o aumento da temperatura. isto é. MÉTODO DE VOLHARD O íon Ag+ pode ser determinado em meio ácido por titulação com tiocianato de potássio (KSCN) ou de amônio (NH4 SCN). uma solução fortemente alcalina pode ser acidificada com ácido acético e depois neutralizada com carbonato de sódio.1N Dissolver 5.Procedimento Experimental 2.+ H2O Como o HCrO4-. A adição do tiocianato de prata do tiocianato produz inicialmente um precipitado pouco solúvel de tiocianato de prata: Ag+ + SCN p AgSCN Quando esta reação se completa. Em solução ácida ocorre a formação de bicromato de potássio segundo a reação: 2CrO4-. A titulação deve ocorrer em solução neutra ou levemente alcalina (pH de 6.5 a 9. usando-se o sulfato férrico amoniacal como indicador.= Cr2O7-.SOLUÇÃO DE NaCl 0. Como o precipitado de cloreto de prata estará contaminado por íons prata adsorvidos. evita-se o perigo de variação do pH.1.8500g de NaCl (previamente seco a 140 1 oC durante 1 horas) em água s destilada e diluir para 1000 ml em balão volumétrico. Adiciona-se um excesso de solução padronizada de nitrato de prata e por titulação de retorno com solução padronizada de tiocianato determina -se o valor deste excesso.0 s 0. Deve ser usada uma solução diluída de cromato de potássio para evitar que a solução que está sendo titulada adquira uma coloração alaranjada muito escura.. Para determinação do teor de cloreto em solução pode-se usar ou o método de Mohr ou o método de Volhard. Para evitar o erro de titulação deve ser feito um ensaio em branco. Usando-se uma mistura de cromato e dicromato de potássio em proporções tais que formem uma solução neutra. Para evitar que esta reação ocorra.+ 2H+ = 2HCrO4. o indicador misto produz um efeito tampão ajustando o pH em 7. Fe+3 p (FeSCN)+2 Este método pode ser aplicado à determinação de cloretos. Para neutralizar uma solução ácida pode ser adicionado um excesso de carbonato de cálcio.Preparação das soluções 1. No ponto final da titulação os íons cromatos combinam-se com os íons prata para formar o cromato de prata vermelho e pouco solúvel. a concentração de íon cromato é reduzida e o produto de solubilidade do cromato de prata não é alcançado.2 por causa do efeito dos sais de amônio sobre a solubilidade dos sais de prata. ele precipita primeiro que o cromato de prata. o que dificulta a visualização do aparecimento do cromato de prata no ponto final da titulação.Método de Mohr .1. Na presença de sais de amônio o pH não deve passar de 7. MÉTODO DE MOHR Pode ser utilizado para a determinação de cloretos e brometos.

98 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.SOLUÇÃO DE AgNO3 0.0 g de AgNO3 e dissolver em água destilada completando o volume para 1000 ml. 3.Anotações e Observações: 2.1N para um erlenmeyer de 250 ml.Padronização da solução de AgNO3 com solução de NaCl 1.2. 2.Com uma pipeta volumétrica medir exatamente 10.Titular com uma solução de AgNO3 .SOLUÇÃO INDICADORA DE K 2CrO4 A 5% Pesar 5.0 ml de solução de K2CrO4 a 5%. 3.Diluir para 100 ml com água destilada e adicionar 1.1.00 ml da solução de NaCl 0.00 g de K2CrO4 e transferir para um balão volumétrico de 100 ml. sob agitação constante até aparecimento da coloração vermelho.marrom persistente.com .1N Pesar 17. 2.

1.2. Titular vagarosamente com o tiocianato até a coloração ligeiramente marrom.1N. Agitar vigorosamente durante 2 minutos e caso a coloração desapareça continuar a titulação. homogeneizar e pipetar 25 ml desta solução para um erlenmeyer de 250 ml.Preparação das soluções 1. Calcular o teor de HCl na amostra em percentagem p/p (d=1. Prova em branco: Fazer o mesmo procedimento citado anteriormente. 2. Titular com solução padrão de AgNO3 até que a coloração vermelho-marrom. esfriar um pouco e filtrar por papel de filtração lenta Lavar várias vezes o erlenmeyer e o papel de filtro com solução de HNO (1:100). 2.Prova em branco Uma prova em branco deve ser feita a fim de determinar o volume de AgNO 3 requerido para formar o precipitado de Ag2CrO4.1.SOLUÇÃO DE ÁCIDO NÍTRICO 6N Adicionar 375 ml de HNO3 concentrado a 500 ml de água destilada e completar o volume para 1000 ml com água destilada. 3.3.1N. 10 ml) VAgNO3 p volume gasto de AgNO3 na titulação Vbranco p volume gasto no branco 2.SOLUÇÃO DE SULFATO FÉRRICO AMONIACAL Dissolver 9. Completar o volume com água destilada.2.Determinação de Cloreto na amostra 1234567Tomar 10 ml de ácido clorídrico concentrado usando uma bureta e transferir para o balão volumétrico de 1000 ml.0 ml do indicador (K2CrO4 a 5%). Adicionar 1. Calcular o teor de cloreto em mg/L Anotações e Observações: 2.2. Ferver a suspensão por alguns minutos.1.2. 3 recebendo o filtrado e as águas de lavagens no mesmo recipiente. 2.0 g de NH4 SCN em água destilada e completar o volume para 1000 ml.Padronização da solução de tiocianato com AgNO3 123Pipetar 25 ml da solução padronizada de AgNO3 0. Cálculo do fator: f =VNaCl / (VAgNO3 . Cálculo do fator: f= VAgNO3 / VNH4SCN Onde: VAgNO3 p Volume adicionado de AgNO3 (no caso 25 ml) VNH4SCN p Volume gasto de NH4SCN.19) Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.Vbranco) Onde: VNaCl p volume adicionado de NaCl (no caso.2.3.00 ml da amostra (água da torneira) para um erlenmeyer de 500 ml.2.Método de Volhard . 1.0 ml do indicador e aproximadamente 0. Usar balão volumétrico. 3.Transferir para um erlenmeyer de 250 ml 100 ml de água destilada 2.1N para um erlenmeyer de 250 ml Adicionar 20 ml de HNO3 (1:10) e 2 ml de sulfato férrico amoniacal.12 H2 O em 25 ml de água destilada e juntar HNO3 6N até desaparecer a cor marrom.com 99 .Teor de HCl no Ácido Clorídrico Concentrado 2.Determinação de Cloreto na amostra 123456Com uma pipeta volumétrica medir exatamente 100.1N Dissolver 8.2. Adicionar 5 ml de ácido nítrico 6N e 35 ml de nitrato de prata 0. Adicionar 1 ml de sulfato férrico amoniacal e titular com tiocianato de amônio 0.SOLUÇÃO DE TIOCIANATO DE AMÔNIO 0.1.0 g de FeNH4 (SO4)2 .Adicionar 1.Titular com solução de AgNO3 até que a coloração do ensaio em branco seja igual a da solução titulada.50 g de carbonato de cálcio.

3.Prática Volumetria de Neutralização . fosfatos. 4.+ H3O+ p 2H2O 2+ b) Carbonatos: CO3 + H3 O p HCO3 + H2O + HCO3 + H3O p H2CO3 + H2O c) Bicarbonatos HCO3.1 N gasto na titulação com fenolftaleína VT = volume total de HCl gasto na titulação com fenolftaleína + metilorange N = normalidade do HCl 0. Alcalinidade parcial (P) = VP v N v f v 50000 VL (em mg / l CaCO 3) Alcalinidade total (T) = Onde VT v N v f v 50000 VL (em mg / l CaCO3) VP = volume de HCl 0. Adicionar então 2 gotas de metilorange e continuar a titulação com HCl 0. devida aos carbonatos e bicarbonatos.Procedimento Experimental 1. de carbonatos (CO ) e 3 de bicarbonatos (HCO3 ).devida só aos carbonatos. Existem três espécies de alcalinidade: de hidróxidos (OH). Para identificar e quantificar as diferentes espécies de alcalinidades presentes numa amostra. é feita uma titulação com um ácido padrão usando -se dois indicadores sucessivamente. bicarbonatos e hidróxidos. Os indicadores utilizados são a fenolftaleína que produz uma coloração rósea apenas na presença de hidróxidos ou carbonatos e o metilorange que é amarelo em presença de qualquer uma das três espécies de alcalinidade e torna -se vermelho em presença de ácidos.+ H3O+ p H2CO3 + H2O Há cinco condições de alcalinidade possíveis de ocorrer em uma amostra de água: devida apenas aos hidróxidos. por isso ela pode ser tomada como uma indicação da concentração destes constituintes. As seguinte reações mostram o que ocorre quando cada um dos três tipos de compostos são titulados com ácido: a) Hidróxidos: OH.1N até que a coloração da solução mude de amarelo para alaranjado. devida aos hidróxidos e carbonatos.4. É a soma de todas as bases tituláveis. 2. 2. Adicionar 2 gotas do indicador de fenolftaleína e titular com HCl 0. A mudança de coloração de rosa para incolor ocorre em um pH=8. 3.3 e de amarelo para vermelho do metilorange em um pH=4. devida só aos bicarbonatos Chamando de P a alcalinidade parcial e de T a alcalinidade total e levando em -se consideração o que foi dito acima podemos compor a seguinte tabela comparativa (em mg/L de CaCO3): Anotações e Observações: Os valores de alcalinidade são sempre expressas em termos de mg / l CaCO3. Tomar uma alíquota de 100 ml. Anotar o volume gasto (VP) de HCl. Os valores da alcalinidade são usados na interpretação e controle dos processos de tratamento de água e efluentes.Solução de Fenolftaleína 1% 100 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.Introdução Alcalinidade da água é a sua capacidade neutralizante ácida. elas podem contribuir para os valores medidos da alcalinidade. Se os boratos. silicatos e outras bases estiverem presentes. porém os hidróxidos e bicarbonatos não podem estar presentes ao mesmo tempo numa mesma amostra.com . Os carbonatos podem estar presentes juntamente com os hidróxidos ou com os bicarbonatos.Preparação de Soluções a .1 N f = fator de correção do HCl 0.1 N até que a solução mude a coloração de rosa para incolor. O valor medido pode variar significativamente com o pH do ponto final.Alcalinidade da Água 1. Anotar o volume gasto (VT) de HCl. da amostra e transferi-la para erlenmeyer de 250 mL.1 N VL = volume tomado da amostra OBS: Quando adicionar o indicador fenolftaleína e a solução não tornar-se rosa p VP=0 e P=0. Em muitas águas superficiais a alcalinidade é função dos carbonatos.

1 g de vermelho de metila em 100 mL de etanol P.Solução de Metilorange 0.APHA.5% Dissolver 0. Aquecer.0 g de fenolftaleína em 100 mL de etanol P. d. Usar balão volumétrico.5 mL de HCl P.1N Em 500 mL de água destilada adicionar 8.com 101 . completar para 1000 mL e deixar em repouso por 24 horas.1 N.1% Dissolver 0.1 N. e.3266 g do carbonato seco.A.1N V1 = volume de Na2CO3 usado V2 = volume de HCl gasto na titulação.5 g de metilorange em 50 mL de água destilada quent . Usar balão volumétrico. 1992 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.Solução de Carbonato de Sódio 0. .0 g de Na2CO3.. cerca de 8.Bibliografia American Public Health Association. Standard Methods for the Examination of Water and Wastewater ± 18a ed.Solução de Vermelho de Metila 0. Padronização do HCl Tomar 25 mL de solução de Na2 CO3 0. dissolver em água destilada recém fervida (isenta de CO2) e completar o volume para 1000 mL.A. f ! V 1 V 2 Anotações e Observações: f = fator da solução de HCl 0.1 N Secar em estufa à 250 s 4oC durante 24 horas. c. adicionar 2 gotas de vermelho de metila e titular com HCl 0. Pesar cerca de 5. esfriar e e completar para 100 mL com água destilada.1 N até que a coloração da solução mude de amarelo para levemente vermelha. 4.Solução de Ácido Clorídrico 0.Dissolver 1. esfriar e titular a solução até que a coloração avermelhada permaneça. b.A. transferir para erlenmeyer de 250 mL. Aquecer enquanto a coloração avermelhada persistir esfriar e continuar a titulação com HCl 0.

como um tampão. 102 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.1 . porque em valores de pH mais alto pode ocorrer a precipitação do CaCO3 ou do Mg(OH)2 e o indicador muda sua cor. Alguns íons metálicos interferem causando um ponto final indistinto ou consumindo estequiometricamente o EDTA. Os compostos causadores de dureza permanente são sempre chamados de µ¶incrustantes¶¶. porém em quantidades insuficientes para ter significado na determinação da dureza. Estrôncio e bário interferem positivamente e alcalinidade maior que 300mg/L pode causar um ponto final difícil de visualizar em águas duras.0 0. A quantidade de dureza em excesso é chamada de dureza de µ¶não carbonato¶¶. O CDTA-Mg (sal de Mg do ácido 1.0 0. A dureza temporária é causada principalmente pela presença de bicarbonatos enquanto que a dureza permanente é devida principalmente ao sulfato de cálcio. O íon Mg deve estar presente no meio para produzir um ponto final bem definido.Química Analítica . o qual é precipitado em temperaturas altas.Introdução A dureza da água é causada principalmente pelos elementos Ca e Mg e algumas vezes pelo Fe e Al. A matéria orgânica coloidal ou em suspensão também pode interferir no ponto final. Pode-se avaliar a dureza total da água através de titulação com EDTA onde é feita a medida dos íons Ca e Mg.com A A B . a quantidade equivalente ao total da alcalinidade é chamada de dureza de µ¶carbonato¶¶. Os íons cálcio e magnésio estão presentes em águas naturais como bicarbonato.Prática . O indicador usado. Ortofosfato precipita o cálcio no pH de teste. Quando o EDTA é adicionado. Pb+2 ± 5 mg/L. O resíduo deve ser redissolvido com HCl e depois a solução é neutralizada com NaOH O cálcio pode ser determinado diretamente com EDTA em pH suficientemente alto para que o Mg precipite na forma de hidróxido. os íons Ca e Mg são complexados e após completa a reação a cor da solução passa para azul indicando o ponto final da titulação.Titulação Complexométrica Anotações e Observações: Determinação da Dureza da Água 1.2ciclohexanodiaminotetracético) é um complexante seletivo para metais pesados além de introduzir Mg no meio podendo ser usado para sub stituir inibidores tóxicos ou malcheirosos. embora eles possam acarretar outros efeitos indesejáveis. Fe+2 ± 20 mg/L. a solução torna-se vermelho-vinho. O ferro e o alumínio freqüentemente estão presentes em águas. para isso adiciona-se uma pequena quantidade de u sal de EDTA-Mg complexometricamente neutro. O ácido etilenodiaminotetracético (EDTA) e seus sais de sódio formam complexos solúveis quando adicionados a uma sol ção de certos cátions metálicos. neste caso. Mn+2 ± 10 mg/L.2mg/L. Os sulfatos são freqüentemente os únicos compostos presentes na dureza de µ¶não carbonatos¶¶. Ela pode ser eliminada evaporando-se a amostra até secura e o calcinando-a a 550 C até completa oxidação da matéria orgânica. carbonatos. Fe+3 ± 20 mg/L. A titulação deve durar no máximo 5 minutos para minimizar a tendência do CaCO3 precipitar. A dureza temporária é aquela removida por fervura e a permanente não é removida por fervura. Essa adição de Mg evita a necessidade de uma correção com um branco. reage seletivamente com a Ca apenas. Al+3 ± 5mg/L e Sn+4 ± 5 mg/L. Quando a dureza é numericamente maior que a soma de alcalinidade de carbonato e bicarbonato. A dureza de µ¶carbonatos¶¶ é devida a presença de carbonatos e bicarbonatos de Ca e Mg e a dureza de µ¶não carbonatos¶¶ incluem sulfatos. O pH especificado de 10. sulfatos e algumas vezes como cloretos e nitratos. n+2 ± 5 mg/L. A dureza da água pode ser temporária ou permanente. cloretos e nitratos de Ca e Mg.1 é satisfatório para uma boa visualização do ponto final. Na prática corrente a dureza total é definida como a soma das concentrações do Ca e Mg ambos expressos como carbonato de cálcio (CaCO3) em mg/L. Sob as condições de teste as seguintes concentrações de íons não causam interferências significativas na dureza do cálcio: Cu+2. u Se uma pequena quantidade de indicador como o Negro de Ericromo T é adicionada em uma solução aquosa contendo íons de Ca e Mg a um pH = 10. Essa interferência pode ser reduzida pela adição de certos inibidores.

O teor de magnésio é obtido pela diferença entre a dureza total e a dureza de cálcio. ambas expressas em mg/L de CaCO3.1 . titular imediatamente após a adição do álcali e indicador.1 a 0.Dureza total 1.0 a 10. Preparação da amostra ± Devido ao alto valor de pH empregado.01 M 2. 2.2 g do indicador (Murexida) 4.01v f v 1000 V2 V1 = Volume de EDTA 0.243 x [dureza total (em mg de CaCO 3/L) ± dureza de cálcio (em mg CaCO3/L)] 3. 2.08 v 0.01M até a cor mudar de vermelho-vinho para azul limpo (sem tintura de vermelho) anotando o volume gasto (V) 4.01 v 1000 v f V2 Onde: V1 = Volume de EDTA 0.01M até a cor mudar de vermelho para azul-violeta anotando o volume gasto (V) 5.01 M ** Selecione um volume da amostra que requer menos que 15 ml do titulante EDTA.Procedimento Experimental 2.3 ± Teor de Magnésio 1. Diluir águas duras com alcalinidade maior que 300 mg/L ou neutralizar a alcalinidade com ácido. Mantendo a agitação constante (usar agitador magnético) titular com EDTA 0. Mantendo a agitação constante (usar agitador magnético) titular com EDTA 0. Agite 3. Usar 50ml da amostra ou menor quantidade diluída para 50 ml de forma que o teor de cálcio seja em torno de 5 a 10 mg. como mostra a seguinte fórmula de mg de magnésio/L = 0. Diluir 25 ml da amostra para 50 ml com água destilada em um erlenmeyer e adicione 1 a 2 ml da solução tampão (NH4Cl +NH4OH). 2.2 ± Teor de Cálcio 1. Calcular a dureza pela expressão: Dureza de Cálcio (mg / L Ca) = Onde: V1 v 40. Adicionar 0. deixar em ebulição por 1 min e resfriar antes da titulação. A ausência de um ponto final fácil de visualizar normalmente significa que um inibidor deve ser usado ou que o indicador está deteriorado.Soluções e Reagentes Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.1.01 M gasto na titulação V2 = Volume de amostra tomado f = Fator da solução de EDTA 0. Adicionar 2 ml da solução de NaOH ou um volume suficiente para produzir um pH de 12 a 13. Calcular a dureza pela expressão: Dureza Total (mg / L CaCO3) = ** Anotações e Observações: V1 v 100 v 0.01 M gasto na titulação V2 = Volume de amostra tomado f = Fator da solução de EDTA 0.com 103 . Normalmente 1 ml é suficiente para manter o pH em 10. permitindo que a titulação seja finalizada em 5 minutos (contados a partir da adição do tampão). Adicionar um pouco do indicador (Negro de Eriocromo) 3.2.

Soluções e Reagentes Solução de HCl (1+1) Adicionar um volume determinado de HCl concentrado a um mesmo volume de água destilada. juntar 50 ml de água destilada e levar à ebulição durante 5 minutos.3-74. pg. colocar 5 gotas de vermelho de metila e gotejar NH4OH 3 N até que a coloração mude de vermelho para amarelo. Adicionar HCl (1+1) até completa dissolução do carbonato. Adicionar a esta solução 16.25 g de CaCO3 seco em estufa a 180 s 5 C. Pesar 1g de Negro de Eriocromo T p. 2-36. (purpurato de amônio) e tranferir para o almofariz. Armazenar em recipinetes plásticos ou de vidro de borossilicato por um prazo máximo de 1 mês. Padronização Tomar 10 ml da solução padrão de CaCO3 0.01 M Dissolver 3. Solução Padrão de EDTA 0. 3-57.01 M gasto na titulação e calcular o fator f da solução usando a expressão: Anotações e Observações: f ! V1 V2 Onde: V1 = Volume de CaCO3 0. 1992 104 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.. Anotar o volume de EDTA 0. American Public Health Association. AWWA..3.1.2 a 0. Homogeneizar e diluir para 250 ml com água destilada.5 .Bibliografia APHA. USA.7H2 O) ou 0.6H2O) em 50 ml de água. Despreze o tampão quando 1 a 2 ml adicionados à amostra não produzir um ph de 10s1 no ponto final da titulação Solução de Vermelho de Metila 0.com .01 M.Standard Methods for the Examination of Water and Wastewater. 18a ed.a.01 M gasto na titulação Solução Padrão de CaCO 3 0.78 g de sulfato de Mg (MgSO . diluir com 50 ml de água destilada e proceder como descrito no item 2. e dissolver ml de água destilada. Transferir para balão de 250 ml e completar o volume.8 g de EDTA ou Tritiplex III (sal dissódico do ácido etilenodiaminotetraacético) em água destilada e completar o volume do balão para 1000. Triturar e misturar bem e transferir para frasco ambar de boca larga. Indicador Negro de Eriocromo Pesar 100g de NaCl previamente seco a 1100C e passar para almofariz de porcelana. Pesar 1g de Murexida p.9 g de NH4 Cl em 143 ml de NH4 OH concentrado. Solução de NaOH a 4% p/v (1N) Pesar 10g de NaOH p. Indicador Murexida 0 Pesar 100g de NaCl previamente seco a 110 C e passar para almofariz de porcelana. e tranferir para o almofariz.0. Washington.644 g de cloreto de 4 magnésio (MgCl2 . Adicionar 1. 4. Solução tampão de cloreto amônio e hidróxido de amônio (pH=10) (a)Dissolver 16. Esfriar. Conservar em frasco de polietileno.a.9 g de NH4Cl e 143 ml de NH4 OH concentrado.A.25g de de sal de magnésio de EDTA e diluir para 250 ml com água destilada (b)Se o sal de Mg de EDTA não estiver disponível: Dissolver 1. WPCF .179 g de sal dissódico de EDTA com 0.01 M o Pesar 0.2% Diluir 0.01 M utilizado V2 = Volume de EDTA 0. Triturar e misturar bem e transferir para frasco ambar de boca larga.a.5 g de vermelho de metila em 100 ml de etanol P.

adiciona-se 15 mL de H2 SO4 (1:8). em erlenmeyer de 250 ml. sendo rapidamente reduzido a um sal verde de cromo III que dificulta a visualização do ponto final. As soluções de permanganato podem ser padronizadas usando -se como padrões primários. O tiossulfato se decompõe a 100o C e 100 mL de água. O meio filtrante mais usado é a lã de vidro ou um cadinho filtrante de vidro sinterizado G-4.Preparo de Soluções para Titulações de Oxidação e Redução 1.p Cr3+ + 7 H2O K2Cr2 O7 = K2O + Cr2O3 + 3 H2O Solução de Dicromato de Potássio 0. transferir para balão volumétrico de 1000 mL e completar o volume. uma variação quanto ao teor de água em virtude da natureza higroscópica do mesmo.25g de oxalato de sódio. deixar esfriar. seco em estufa a 140 ± 180o C por 1 hora. Pode-se também. O dicromato só é utilizado em meio ácido. da velocidade de agitação e da velocidade de adição do KMnO4.2 g de KMnO4 em água destilada.+ 14 H+ + 6 e. O título da solução depende da acidez. Padronização Pesar 0. não acarretando variações nas concentrações da soluções quando protegidas contra a evaporação. Deixar em repouso por uma semana.5 H2O é um cristal incolor. O dicromato não é reduzido pelo ácido clorídrico frio. Cr2O72.com 105 .= S4O62. o qual acelera a auto decomposição da solução de permanganato armazenada.903 g de K2Cr2O7 . Sabendo -se que a reação envolvida na padronização é: + = +2 2MnO4 + 16H + 5CeO4 p10CO2 + 2Mn + 8H2O Calcula-se a normalidade da solução de permanganato 2. Portanto as soluções cujas concentrações devem ser exatas podem ser preparadas utilizando-se o sal puro e seco dissolvendo-se o mesmo volume de água adequado.+ 2 eAs soluções aquosas preparadas são muito estáveis. entretanto a água destilada comum contém usualmente um excesso de dióxido de carbono (CO2) que pode causar uma Anotações e Observações: Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.1 N Dissolver 3. dissolver em água destilada. a solução é aquecida até a ebulição. Aquecer a 70 ± 80o C e titular com KMnO4 até aparecimento de uma coloração rósea persistente por 30 segundos.Química Analítica Prática . ao abrigo da luz. 3.Preparação da Solução de Tiossulfato de Sódio O tiossulfato de sódio Na2 S2 O3 . por essa razão deve-se usar um indicador. A semi-reação de oxidação é 2 S2O3. dissolve 75 g a 0o C e 302 g o a 60 C do mesmo. óxido de arsênio II ou oxalato de sódio. deixar a solução em repouso por uma semana antes de filtrá-la.Preparação da Solução de Dicromato de Potássio O dicromato de potássio (K2Cr2 O4) pode ser obtido puro por dupla recristalização o em água e posterior secagem dos cristais formados a 150 ± 180 C. Na2 C2O4 (previamente seco a 105 ± 110o C em estufa por 2 horas). sendo que este último é o mais utilizado porque pode ser obtido puro e anidro. Para evitar que isso aconteça. Dissolve-se o sal com 60 ml de água destilada. transferir para balão volumétrico de 1000 mL e completar o volume.Preparação da Solução de Permanganato de Potássio O permanganato de potássio (KMnO4) é difícil de ser obtido puro e completamente livre de dióxido de manganês. desde que a concentração do ácido não seja maior que 1 ± 2M. Além disso o dicromato é estável.1 N Pesar exatamente 4. O dicromato de potássio sendo considerado padrão primário não é necessário padronizá-lo. na temperatura ambiente e em recipiente escuro para evitar a decomposição da solução pela ação da luz. além disso a água destilada usu almente empregada contém geralmente traços de substâncias redutoras (Ex: matéria orgânica) que reagem lentamente com o permanganato formando MnO2 hidratado. filtrar através de lã de vidro e padronizar. da temperatura. Solução de Permanganato de Potássio 0. Por essa razão o tiossulfato não pode ser considerado um padrão primário. mantida no banho-maria por 1 hora. Por esta reação é considerado um excelente padrão primário. facilmente obtido com elevado teor de pureza existindo entretanto. ferver. esfriada e filtrada para eliminar o dióxido de manganês.

Solução de Tiossulfato de Sódio 0. A água a ser utilizada deve ser recém fervida Adicionar três gotas de clorofórmio. Padronização Tomar com bureta 25 mL da solução padrão de dicromato de potássio 0. Tampar o erlenmeyer.+ 2 ICálculo do fator f = 25 / V Onde: V = mL Na2 S2O3. Guardar em recipiente escuro. Transferir para balão volumétrico de 1000 mL e completar o volume usando a mesma água em que se dissolveu a substância. Cr2 O72.+ I2 = S4O62. agitar e deixar em repouso por 5 minutos em ambiente escuro.1 N em erlenmeyer de 250 mL com tampa de vidro esmerilhado.= 2 Cr3+ + 3 I2 + 7 H2O 2 S2O32. juntar 1 g de iodeto de potássio (KI) e 4 mL de HCl (1+1).1 g/L) e tetraborato de sódio. adicionar 0.5 H2 O e dissolver em água destilada recém fervida e fria. carbonatos de sódio (>0. o que é indicado pelo aparecimento de uma cor amarela. pode ocorrer uma decomposição por ação de bactérias. Quando a maior parte do iodo liberado reagir. 5H2O usado na titulação. ou 10 mg de iodeto de mercúrio II / litro ou 0. Portanto deve-se ter alguns cuidados ao preparar a solução de tiossulfato.+ 14 H+ + 6 I. esfriar e completar o volume para 100 mL com água destilada. 4. adicionar 1 mL de solução de amido 1% e continuar a titulação até mudança de cor do indicador de azul para verde.1 N Pesar 25 g de Na2 S2 O3. Lavar a tampa e as paredes do erlenmeyer com água destilada e recém fervida e titular o iodo liberado com solução de tiossulfato de sódio 0. Esta solução deverá ser preparada no dia em que for ser utilizada. Se a solução for guardada por algum tempo. 2+ S2 O3 + H = HSO3 + S Além disso quando as soluções de tiossulfato são armazenadas por muito tempo. porque pode haver uma aceleração da decomposição.lenta decomposição do tiossulfato com formação do enxofre.1 N. aquecendo para dissolver se necessário. Não se deve adicionar hidróxidos alcalinos.1 g de carbonato de sódio ou 3 gotas de clorofórmio. 2H2O em 10 mL de HCl. Anotações e Observações: 106 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com .1 g/L de carbonato de sódio para elevar o pH da solução e diminuir a ação bacteriana.Solução de Cloreto de Estanho II a 5 % Dissolver 5 g de SnCl2 .

O cálcio após precipitação com o oxalato de amônio é filtrado. CaC2 O4 = Ca2+ + C2O42C2O42. sendo as mais frequentes silício.03 / 5 = 31.= Mn2+ +4H2 O De onde concluímos que o equivalente é 1/5 mol. fazendo -se essa filtração a quente e em meio ácido neutralizando-se em seguida com hidróxido de amônio e deixando-se em repouso por cerca de 1 hora. após calcinação. 2MnO4-+10Cl. A precipitação do cálcio em soluções frias neutras ou amoniacais forma um precipitado muito fino e de difícil filtração.dm a 95 C. magnésio. Já no método permanganimétrico ocorre uma erro sistemático para menos nos resultados. etc. coral e marga.+ H2O p CaC2O4 + H2O 3 A solubilidade do oxalato de cálcio monohidratado é alta: 6.+16H+ = 2Mn2t+5Cl2+8H2O Em soluções alcalinas o permanganato é reduzido quantitativamente a dióxido de manganês. alumínio. De um modo geral o termo calcário inclui qualquer material que contenha CaCO3. o magnésio forma um sal complexo com íon oxalato. sob a forma de carbonato ou de óxido ou pode ser determinado por método permanganimétrico. como conseqüência + da entre o H e os íons oxalatos que se transformam em ácido oxálico.Oxidação com Permanganato de Potássio Determinação de Óxido de Cálcio em uma Amostra de Calcário 1Introdução Anotações e Observações: O cálcio pode ser precipitado sob a forma de oxalato de cálcio. O ácido sulfúrico é o ácido mais adequado porque não age sobre o permanganato o que não acontece com o ácido clorídrico que reage com o mesmo para formar o cloro. giz. a solubilidade é menor devido ao efeito do íon comum. em solução neutras com concentração moderada de oxalato de amônio. A precipitação do cálcio sob a forma de oxalato requer a ausência de todos os metais que formam oxalatos pouco solúveis. tais como: mármore. Ca2+ + C2O42. quando se trata a quente com uma solução de oxalato de amônio. A interferência mais frequente é provocada pela presença do magnésio e dos metais alcalinos. Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com 107 . Os fosfatos e arseniatos não interferem se a precipitação for em solução ácida com posterior neutralização. O permanganato de potássio é um agente oxidante forte e em solução ácida a redução pode ser representada por: MnO4 +8H+ +5e. Os sulfatos também coprecipitam com o oxalato de cálcio devido a baixa solubilidade do sulfato de cálcio acarretando um erro positivo nos resultados quando se pesa o precipitado sob a forma de carbonato.dm a 25o C e 14 3 o mg. lavado.606. constituída de no mínimo 50% de carbonato de cálcio com impurezas em percentagens variadas. O magnésio pode coprecipitar em quantidades consideráveis enquanto os metais alcalinos p recipitam em quantidades muito pequenas. ferro. sendo necessário uma dupla precipitação. MnO4. A interferência do Mg pode ser pode ser reduzida. Pode -se obter um precipitado formado por cristais grandes e de fácil filtração.7 mg. Os calcários podem ser classificados segundo o teor de magnésio em: Calcítico ou cálcico___________________0 a 5% MgO Magnesiano_________________________6 a 12% MgO Dolomítico__________________________13 a 20% MgO Dolomita ____________________________acima de 20% de MgO O calcário é muito utilizado para produção de cal após calcinação. se presentes podem interferir. Entretanto o calcário é geralmente considerado como uma rocha contendo principalmente o mineral calcita. Os iodetos e cromatos.Química Analítica Prática .+ H+ = H2 C2O4 Foi demonstrado experimentalmente que o cálcio precipita quantitativamente a um pH = 4 ou pH > 4.+2H2O+3e = MnO2 +4OHCalcário O calcário é uma rocha de origem sedimentar. A solubilidade do oxalato de cálcio aumenta com o aumento da concentração do íon hidrogênio da solução. evitando -se ferver a solução nem deixar em digestão muito tempo antes da filtração. dissolvido em ácido sulfúrico diluído e o ácido oxálico formado é então titulado com solução padrão de permanganato de potássio. sulfatos. ou seja: 158. Utiliazndo-se também um excesso de oxalato de amônio. O cálcio precipitado como oxalato de cálcio pode ser pesado.+ H+ = HC2O4HC2O4.

Deixar decantar em banho-maria por 1 hora. Procedimento Experimental Pesar 0.010 mg CaO. igual volume de HCl. Aconselhamos imergir o recipiente em um pouco de água. Solução de vermelho de metila 0. Diluir acerca de 200 mL com água destilada.1% de etanol) e hidróxido de amônio até mudança de cor do indicador de vermelho para amarelo. 1 mL KMnO4 N/3 = 0. esfriar. na engenharia civil. Levar a ebulição. Filtrar por papel de filtração lenta e lavar 10 vezes com água quente. na agricultura. Adicionar 1 mL em excesso de NH4 OH. etc.3939 v B A = grama Na2C2O4 pesadas B = mL KMnO4 usado na titulação. Cobrir o béquer com o vidro de relógio e deixar em repouso no banho-maria por cerca de 30 minutos.1% .dissolver a quente.7 ± 0.com . Solução de H2 SO4 (1+1) ± adicionar a um dado volume de água o mesmo volume de ácido sulfúrico.1 g de vermelho de metila em 100 mL de etanol. Filtrar por papel médio lavando com solução de NH4 NO3 2% quente.dissolver 0. Solução de NH4 NO3 2% . até coloração rósea clara.5 g da amostra em béquer de 250 mL. Titular com KMnO4 N/3 (as primeiras gotas descoram lentamente) até que a solução se torne levemente rósea. Desprezar o filtrado.dissolver 20 g de nitrato de amônio em água destilada e completar o volume para 1000 mL. diluir para 150 mL de água destilada. Terminada a reação. cobrir com vidro de relógio e lentamente adicionar 30 mL de HCl (1+1). Padronização Pesar 0. Reservar o papel. transferir para balão volumétrico de 1000 mL e deixar em repouso por uma semana em ambiente escuro. Filtrar por lã de vidro e padronizar. Reduzir o volume até cerca de 200 mL. ferver. Imergir o papel e continuar a titulação.35 g de permanganato de potássio em água destilada. 100 g de oxalato de amônio em cerca de 500 mL de água destilada. adicionar algumas gotas do indicador de vermelho de metila (0. em béquer de 400 mL. aicionar 10 mL de H2 SO4 o (1+1). Solução de (NH4 )2C2O4 10% . aquecer até cerca de 80o C e precipitar o Ca com 30 mL de solução saturada de oxalato de amônio e juntar algumas gotas de hidróxido de amônio. retirar o vidro de relógio. Deixar esfriar um pouco e completar o volume para 1000 mL. f ! Onde: A 2.CaCO3 p CaO + CO2 (() Pode-se também ser utilizado na indústria. Solução de KMnO4 N/3 ± dissolver 11. Anotações e Observações: 2- %CaO ! mL ™ KMnO4 v f v 100 peso ™ da ™ amostra 3- Preparo de Soluções Solução de HCl (1+1) ± adicionar a um dado volume de água destilada.8 g de oxalato de sódio (Na2C2 O4) seco a 105 ± 110o C durante 2 horas. se necessário. 108 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. adicionar 25 mL de o H2SO4 (1+1) e aquecer até 70 ± 80 C. aquecer a 70 ± 80 C e titular com KMnO4 até coloração levemente rósea permaneça por 30 segundos. sobre a borda do béquer onde foi feita a precipitação e. lavá-lo com um jato de água destilada sobre o béquer bem como as paredes do mesmo e juntar 50 mL de água. com um jato d¶água transferir o precipitado para dentro do béquer.3 ± 11. Colocar o papel de filtro aberto com o precipitado. Tomar cuidado quando adicionar o H SO4 à água porque a reação é 2 muito exotérmica.

formando um complexo de cor azul escuro. O potencial de redução do sistema iodo-iodeto independe do pH da solução desde que este seja menor do que aproximadamente 8.com 109 . I2 + 2 OH. o iodo funciona como indicador próprio.é insulúvel em água. A oxidação do iodeto pelo oxigênio do ar é muito lenta se o meio é neutro.forma com o iodo um complexo insolúvel em água. As reações mais importantes nas titulações iodométricas são aquelas entre o tiossulfato de sódio e o iodo e entre o óxido arsenioso e o iodo.suas soluções são instáveis. A primeira produz uma cor azul escuro com o iodo e a segunda uma cor púrpura-avermelhada. que é visível mesmo com baixa concentração de iodo. Em meio fortemente ácido ocorre a hidrólise do amido não sendo portanto um indicador recomendável. pela formação do íon I3.+ IO.Titulação de Redução e Oxidação Envolvendo Iodo Determinação de Cloro Livre em Hipoclorito de Sódio 1Introdução O iodo exerce uma ação redutora sobre os sistemas fortemente oxidantes com formação de uma quantidade equivalente de iodo. O ponto final da titulação se torna mais sensível se é usada uma solução de amido com indicador. O amido pode ser separado em dois componentes principais: a amilose e amilopectina. o indicador (amido) só deve ser adicionado próximo ao fim da titulação (quando a cor da solução passar para amarelo claro). o que evidencia a sua presença mesmo em soluções muito diluídas. . em erlenmeyer e se for necessário que a solução permaneça em repouso por algum tempo o erlenmeyer deverá possuir tampa de vidro esmerilhada. por esse motivo nas titulações que envolvem iodo. dicromato de potássio e sulfato de cério produzem uma oxidação incompleta a sulfato. que se transforma rapidamente em iodato. Uma gota de uma solução 0. . Esse método é denominado Iodometria. Por essa razão sempre se acrescenta um excesso de iodeto na determinação destas substâncias oxidantes antes de titular com tiossulfato. O amido possui algumas desvantagens: . O iodo produz uma coloração que vai do amarelo intenso até o marrom nas soluções aquosas de iodeto. Em pH mais alto o iodo reage com o íon OH.= I. liberando uma quantidade de iodo.+ I2 = S4O62. o qual é titulado com solução padronizada de tiossulfato de sódio. O amido reage com o iodo na presença de iodeto. I2 + 2 e = 2 I Quando um agente oxidante forte é tratado em solução neutra ou ácida com um excesso de íon iodeto. A solução de amido deve ser recente e deve ser guardada em condições adequadas. Na temperatura ambiente a volatilização do iodo de uma solução contendo cerca de 4% de KI é desprezível se a titulação não for muito lenta.+ H2O 3 IO = 2 I + IO3 Há duas fontes de erro importantes nas titulações que envolvem iodo: Perda de iodo liberado por volatilização Oxidação pelo oxigênio do ar das soluções ácidas de iodeto 4 I. As titulações que envolvem iodo não devem ser efetuadas sob luz direta do sol e as soluções que contenham iodeto devem ser guardadas em recipientes de vidro de cor âmbar.formando iodeto e hipoiodito. Entretanto a velocidade de oxidação aumenta rapidamente se o pH diminuir e é muito acelerada pela luz direta e pela presença de certas substâncias que exercem um efeito catalisador. este reagirá como um agente redutor e o oxidante será reduzido quantitativamente. em soluções incolores. por isso.+ 4 H+ + O2 = 2 I2 + 2 H2 O Na presença de um excesso de iodeto a volatilização do iodo liberado diminui consideravelmente.+ 2IOs agentes oxidantes como o bromo e hipoclorito oxidam quantitativamente o tiossulfato a sulfato. O tiossulfato é oxidado a tetrationato pelo iodo segundo a reação: 2S2 O32.Química Analítica Prática -. Outros oxidantes como permanganato de potássio.1 N de iodo produz uma cor amarelada em 100 mL de água. As titulações devem ser efetuadas a frio.. muito instável.: etanol). Nesta prática nos deteremos apenas na reação entre o iodo e o tiossulfato. A sensibilidade da cor diminui com o aumento da temperatura da solução e com a adição de solventes (ex. podendo ser considerada desprezível. Hipoclorito de sódio Anotações e Observações: Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

usando uma pipeta volumétrica para um erlenmeyer de 250 mL contendo 3-4 g de KI e 100 mL de água. 1o clorométrico = 3.5-7.1 N) pode ser considerada total em temperaturas normais. Adicionar então 1 mL de amido e continuar a titulação até desaparecimento da cor violeta Determinar a percentagem de cloro livre na água sanitária 21. HOCl. a ionização do hipoclorito de sódio nas soluções aquosas usuais (0. no tratamento de água. 4. 2. 3 ± Cálculos 110 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Cl2 + H2O = HCl + HOCl = 2 HCl + O O teor de cloro ativo no hipoclorito de sódio é: NaOCl = NaCl + O Uma molécula de NaOCl tem o mesmo poder oxidante que uma Cl2 .214 g de cloro ativo / litro. Transferir 25 mL dessa solução.1 N de tiossulfato de sódio até coloração fracamente amarela.O hipoclorito de sódio é produzido pela ação do cloro sobre uma solução aquosa de soda cáustica (NaOH). ocorre uma ³retrogradação´ da atividade da solução e a mesma pode então decompor-se: 2 NaOCl = 2 NaCl + O2 (1) 3 NaOCl = 2 NaCl + NaClO3 (2) Certos metais como Na.3 % PM NaOCl = 74. completar o volume com água destilada e homogeneizar. correspondentes ao cloro ativo de 1 litro de solução). para uso doméstico e vários o utros em virtude de suas propriedades alvejante. Co. segundo a reação: HOCl + H = Cl2 + H2O As três formas de cloro (Cl2. portanto o teor de cloro ativo é 71 x 100 / 74. Para reduzir a formação dos cloratos as soluções de hipoclorito de sódio são mantidas a um pH próximo de 11 e contendo algumas gramas de NaOH livre por litro. Com o aumento da acidez (5 < pH < 9) da solução de hipoclorito de sódio forma-se ácido hipocloroso: NaOCl + H2 O = HOCl + Na + OH que é um ácido fraco e facilmente se dissocia em: HOCl = OCl + H Nas soluções fortemente ácidas (pH < 5) forma-se cloro elementar. O hipoclorito é um sal instável em presença de ar. O hipoclorito de sódio tem vários campos de aplicação principalmente na indústria têxtil. É uma solução amarelo esverdeada cuja concentração (título) pode ser expressa em: % (em peso) de cloro ativo = g cloro ativo x 100 / 100 g de solução % (em volume) de cloro ativo = g de cloro ativo x 100 / 1 litro de solução o o em graus clorométricos ( n de litros de cloro gasoso a 0 C e 760 mm Hg.com . segundo a reação: 2NaOH + Cl2 = NaOCl + NaCl + H2O Hipoclorito de sódio comercializado Obtém-se portanto uma solução aquosa de cloreto de sódio e hipoclorito de sódio. Procedimento Experimental Pipetar 25 mL da amostra em balão volumétrico de 500 mL. Cu. A reação (2) na qual ocorre a formação de clorato de sódio (NaOCl3) é favorecida por: concentração elevada de hipoclorito aumento da temperatura ação direta da luz solar presença de catalisadores (sais de amônio e substâncias orgânicas) + + - Anotações e Observações: A formação do clorato em meio alcalino (pH = 11) é muito lenta e razoavelmente rápida quando o pH = 6. Fe e suas ligas catalisam a solução de hipoclorito formando oxigênio segundo a reação (1).5 PM Cl2 = 71 Em um pH > 9. indústria de papel. desinfetatnte. Como o hipoclorito de sódio tem um caráter instável. OCl ) tem ações diferenciadas sobre a matéria orgânica.5 = 95. 5. Acidular com 20 mL de ácido acético (1:4) e titular o iodo liberado com solução 0. desodorizante e removedora. O teor de cloro ativo de um produto clorado é a quantidade de cloro puro em solução aquosa que tem o mesmo poder oxidante que uma unidade do produto. 3.

com 111 .Anotações e Observações: g/100 ml de cloro livre = ml de Na2 S2 O3 x N x f x D x 0.035453 A Onde: N = normalidade da solução de Na2 S2O3 f = fator de correção da normalidade da solução de Na2 S2O3 D = diluição da amostra A = alíquota tomada da diluição Reações ClO + 2I + 2H p Cl + I2 + H2O 2Na2 S2 O3 + I2 p Na2 S4O6 + 2NaI + - 4 ± Bibliografia Associação Brasileira de Normas Técnicas.ABNT. NBR-9425 ± Determinação de cloro ativo em soluções de hipoclorito de sódio pelo método volumétrico Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

ATÉ UM APARECIMENTO DE UMA COLORAÇÃO ROSA PERSISTENTE. 6.Química Analítica Prática ± Titulação de Redução e Oxidação Envolvendo Permanganato Determinação do Oxigênio Consumido 1. 3. DEVESE TOMAR RESPECTIVAMENTE UMA QUANTIDADE MENOR OU MAIOR DA AMOSTRA.606. AGIT A-SE BEM. ÁCIDO SULFÚRICO 25% 2. À QUENTE. ANOTA-SE OS mL GASTOS DE PERMANGANATO DE POTÁSSIO NA TITULAÇÃO E CALCULA-SE mg/L DE OXIGÊNIO NOTA: QUANDO SE CONSOME MAIS DE 10mL OU MENOS DE 3mL DE KMnO 4. SOLUÇÃO DE KMnO4 0. CALCULO: (AMOSTRA . DURANTE 10 MINUTOS. ADICIONA-SE 5mL DE ÁCIDO SULFÚRICO 1+3. ESFRIA -SE E ADICIONA-SE.03 / 5 = 31. INTRODUÇÃO O permanganato de potássio é um agente oxidante forte e em solução ácida a redução pode ser representada por: MnO4 . PIPETAR 100 mL DA AMOSTRA E TRANSFERIR A UM ERLENMEYER DE 25 0mL. 2. 3. FERVE-SE DURANTE 3 MINUTOS. GOTA A GOTA. TITULA-SE O EXCESSO DE ÁCIDO OXÁLICO. ADICIONANDO NOVAMENTE A SOLUÇÃO DE PERMANGANATO DE POTÁSSIO 0. 7.+ 8H+ + 5e. AGITA -SE BEM.0125N. TITULA-SE O EXCESSO DE ÁCIDO OXÁLICO. DURANTE 10 MINUTOS. COM BURETA. 2.0125N 3. REAGENTES : 1. O ácido sulfúrico é o ácido mais adequado porque não age sobre o permanganato. 10mL DE ÁCIDO OXÁLICO 0.0125N. Já o ácido clorídrico reage com o mesmo para formar o cloro. COM BURETA.com . AGITA-SE BEM.= Mn2+ + 4H2O De onde se conclui que o equivalente é 1/5 mol. AGITA-SE BEM.1 OXIGÊNIO CONSUMIDO ((PARA AMOSTRA COM MENOS DE 300mg/L DE Cl -) MÉTODO: PERMANGANATO DE POTÁSSIO EM MEIO ÁCIDO (CLORETO " 50mg/L) 1. MnO4 -+2H2O+3e = MnO2 +4OH2. COM BURETA. ESFRIA-SE E ADICIONA-SE. À (QUENTE) ADICIONANDO NOVAMENTE A SOLUÇÃO DE PERMANGANATO DE POTÁSSIO 0.0125N.0125N. 10mL DE ÁCIDO OXÁLICO 0. 10mL DE PERMANGANATO DE POTÁSS IO 0. ADICIONA-SE COM BURETA. TITULAÇÃO DA AMOSTRA: 1. ADICIONA-SE 0. AGITA-SE BEM. ADICIONA-SE.2 OXIGÊNIO CONSUMIDO . 5.5mL DE SOLUÇÃO DE HIDRÓXIDO DE SÓDIO 1N. ou seja: 158. ANOTA-SE OS mL GASTOS DE PERMANGANATO DE POTÁSSIO NA TITULAÇÃO E CALCULA-SE mg/L DE OXIGÊNIO 2. GOTA A GOTA. AQUECE-SE E LOGO QUE SE INICIA A FERVURA DEIXA-SE A EBULIÇÃO LENTA.+ 16H+ = 2Mn2t + 5Cl2 + 8H2O Em soluções alcalinas o permanganato é reduzido quantitativamente a dióxid de o manganês. 2.BRANCO) mL GASTO DE KMnO4 x 0. 4. 2. FÉRVE-SE DURANTE 3 MINUTOS. 4. SOLUÇÃO DE ÁCIDO OXÁLICO 0. SÓ ENTÃO ADICIONA-SE 5mL DE ÁCIDO SULFÚRICO 1+3. RETIRA-SE DO BICO DE BUNSEN.(PARA AMOSTRA COM MENOS DE 300mg/L DE Cl ) MÉTODO: PERMANGANATO DE POTÁSSIO EM MEIO BÁSICO (CLORETO 50mg/L) 1. 10mL DE PERMANGANATO DE POTÁSSIO 0. 5. RETIRA-SE DO BICO DE BUNSEN. TITULAÇÃO DA AMOSTRA: 1.0125N - Anotações e Observações: 112 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.8 = mg/L DE OXIGÊNIO. PIPETAR 100 mL DA AMOSTRA E TRANSFERIR A UM ERLENMEYER DE 300mL. 2MnO4.0125N. PROCEDIMENTO 2.0125.+ 10Cl. AQUECE-SE E LOGO QUE SE INICIA A FERVURA DEIXA-SE A EBULIÇÃO LENTA. ATÉ UM APARECIMENTO DE UMA LEVE COLORAÇÃO ROSA PERSISTENTE .

existente na água e oxidáveis por um agente químico oxidante forte. nitritos. O método do dicromato dá uma oxidação mais completa que o método do permanganto que não se relaciona com a demanda bioquímica de oxigênio. INTERFERÊNCIAS y Traços de matéria orgânica proveniente da vidraria ou da atmosfera causam erro positivo na análise. Não fornece informações sobre a taxa de consumo da matéria orgânica ao longo do tempo. portanto. O teste não é afetado pela nitrificação. É uma medida importante no controle de qualidade de rios e plan tas de tratamento de esgotos. PRINCIPAIS LIMITAÇÕES DO TESTE DA DQO y y y São oxidadas. titula-se o dicromato de potássio residual com solução padronizada de sulfato ferroso amoniacal utilizando-se ferroína como indicador.Anotações e Observações: Química Analítica Prática ± Titulação de óxido-redução com dicromato DETERMINAÇÃO DA DEMANDA QUÍM ICA DE OXIGÊNIO 1. O resultado final do teste expressa a quantidade em mg de oxigênio equivalente proporcional ao dicromato de potássio (K Cr2O7 ) consumido para oxidação da matéria 2 orgânica de um litro de amostra. PRINCIPAIS VANTAGENS DO TESTE DA DQO y y y y Necessita de 2 a 3 horas para ser realizado. 5. O valor obtido é.PRINCÍPIOS DO MÉTODO A Demanda Química de Oxigênio (DQO) mede a quantidade de oxigênio (em mg de O2/L) consumida pela matéria orgânica total (biodegradável e oxidada quimicamente) e inorgânica (substâncias minerais: sulfetos. O resultado do teste fornece uma indicação do oxigênio requerido para a estabilização da matéria orgânica.067 180 300 mg/L de glicose apresenta.067 = 320 mg/L. 3. tanto a fração biodegradável.6CO2 + 6H2 O 180 g 192g DQO = 192 = 1. As determinações são feitas pelo menos em duplicata (inclusive o branco). o oxigênio a ser consumido no tratamento biológico dos despejos. uma indicação indireta do teor de matéria orgânica presente. O teste superestima. Diferentes concentrações de matéria orgânica e de cloreto de sódio nas amostras determinam pequenas variações no método. etc).com 113 . A limpeza do material e do ambiente de trabalho é essencial na Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. uma DQO de : 300 mg/L x 1. dando uma indicação da oxidação apenas da matéria orgânica carbonácea (e não nitrogenada ). 2. 4. método de refluxo com dicromato tem sido escolhido para determinação da DQO. Certos constituintes inorgânicos podem ser oxidados e interferir no resultado. portanto. portanto. Após duas horas num sistema de refluxo. quanto a fração inerte do despejo. despejos. Este oxidante pode ser o dicromato de potássio em meio ácido ou o permanganato de potássio em meio ácido ou básico. RESUMO DO MÉTODO O método da DQO consiste em oxidar a amostra com excesso de K2Cr2 O7 a quente. e sedimentos. devido às suas vantagens sobre outros oxidantes (oxidabilidade e facilidade de manipulação). em meio ácido sulfúrico e sulfato de prata como catalisador. O método é aplicativo em águas poluídas. C6 H12 O6 + 6O2 -------.

A solução de sulfato ferroso amoniacal deve ser padronizada momentos antes de ser usada. DETERMINAÇÃO DA DQO 1. 114 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Tomar bastante cuidado no manuseio do sulfato de mercúrio pois este reagente é muito tóxico.25N Dissolver 98g de Fe(NH4)2(SO4)2.a. onde f : fator do sulfato ferroso amoniacal Vt: volume em ml de K2Cr2O7 (no caso10 ml) Vp: volume em ml gasto na titulação 4. Balões e condensadores devem estar bem limpos para evitar erros grosseiros. principalmente àquelas que contenham muitos sólidos sedimentáveis. 7H2 O em água destilada e diluir para 100ml em balão volumétrico. Adicionar ao balão. 7. Padronização da solução de sulfato ferroso amoniacal : Pipetar 10ml da solução de dicromato de potássio 0.sulfato de prata Dissolver 9.259g de dicromato de potássio de qualidade padrão primário. O uso de sulfato de mercúrio (HgSO4) proporcionalmente à concentração de cloretos na amostra minimiza os erros causados por esse interferente. Fazer um branco utilizando 20ml de água destilada no lugar da amostra e adicionando os outros reagentes como descrito para as amostras. Adicionar 20ml de ácido sulfúrico concentrado. em 1000ml de H2 SO4 conc. Calculo do fator do sulfato ferroso amoniacal: f = Vt / Vp . 2. Adicionar 3 gotas do indicador ferroin (a cor muda de laranja para esverdeado) e titular com o sulfato ferroso amoniacal. Completar o volume do balão de capacidade 1000 ml com água destilada. Pipetar 20ml da amostra e 10ml do dicromato de potássio 0. Solução de dicromato de potássio (K2Cr2 O7) 0. REAGENTES 1.com . em água destilada e diluir a 1000ml em balão volumétrico. 4.485g de 1-10 fenantrolina monohidratada (C12 H8N2.4 g de sulfato de mercúrio em um balão de fundo chato com boca esmerilhada de 250ml.25N para um erlenmeyer de 250ml e adicionar 90ml de água destilada. Anotações e Observações: 6. Ferroin (indicador) Dissolver 1. Agitar levemente deixando esfriar.6H2O em água destilada.2.H2O) juntamente com 0.y eliminação dessa interferência. 3. Solução de ácido sulfúrico .1. Colocar cerca de 0. despreza-se e faz-se diluições da amostra original). 5. PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL 7.25 N introduzindo no balão junto com 5 pérolas de vidro. Os cloretos são oxidados quantitativamente pelo dicromato de potássio dando interferência positiva nos resultados obtidos. Em seguida adicionar 20ml de ácido sulfúrico concentrado lentamente em banho de gelo ou em água corrente. O final da titulação é observado pela cor vermelho castanho. com cuidado e vagarosamente.25N: Dissolver exatamente 12. Misturar e aguardar de 1 a 2 dias até completa dissolução. (Essa solução indicadora pode ser adquirida já preparada). 30ml de solução ácido sulfúrico /sulfato de prata.95g de FeSO4. 6. Esta solução deve ser padronizada com o dicromato de potássio no dia em que for usada.9g de Ag2 SO4 p. Deixar em refluxo por 2 h. previamente seco a 1050C por 2h. 3. 7. CONSIDERAÇÕES y y y y y Homogeneizar bem as amostras. 2. agitando em banho de gelo ou de água corrente (se a solução ficar verde. Respingos de ácido sulfúrico na pele e nas roupas deverão ser imediatamente lavados e neutralizados. Adaptar os balões contendo a amostra e o branco ao condensador do refluxo. Solução de sulfato ferroso amoniacal 0. Evitar contato com a pele e também mantenha-o sempre distante do rosto.

Anotações e Observações: 7. 8. 9. Após o período de refluxo, lavar o interior do condensador com água destilada e retirar o balão; Tranferir o conteúdo do balão para erlenmeyer de 250 mL lavando com água destilada até cerca de 100 ml. Esfriar completo em banho de gelo ou em água corrente.

10. Adicionar ao branco e à amostra 3 gotas do indicador ferroin e titular com a solução de sulfato ferroso amoniacal (após a adição do indicador ferroin a cor mudará de laranja para esverdeado). O final da titulação é observado pela cor vermelho castanho. 7.3. CÁLCULOS DQO (em mg/l de O2) = (A - B) . N . f . 8000 S onde: A = ml gastos de sulfato ferroso amoniacal na titulação do branco; B = ml de sulfato ferroso amoniacal gastos na titulação da amostra; N = normalidade do sulfato ferroso amoniacal (0,25 N); f = fator de correção do sulfato ferroso amoniacal (determinado diariamente); S = volume em ml da amostra utilizado na análise 8. REAÇÃO K2Cr2O7 + FeSO4 + 7H2 SO4 --- Cr2(SO4)3 + K2SO4 + 3Fe(SO4)3 + 7H2O 9. MÉTODO PARA DETERMINAÇÃO DE DQO (MICRO) Este método é apropriado para DQO de 0-600mg/L (2.5mL da amostra) e de 600-1200 mg/L (1.5mL). Para DQO mais alta, deve-se fazer diluições adequadas. 1- Solução Digestora Pesar 4.913g de K2Cr2 O7 seco a 103oC por duas horas e diluir para 500mL com água destilada . Adicionar 167mL de H2 SO4 concentrado e 33.3g de HgSO4. Esfriar e completar o volume para 1000mL com água destilada. 2- Solução Catalisadora Pesar 10.12g de AgSO4 e dissolver em 1000mL de H2 SO4. Deixar 1 ou 2 dias para completa dissolução. 3-Solução do ferroin Dissolver 1.485g de Ferroin e 6.95g de Sulfato Ferroso Amoniacal com água destilada completando o volume para 100ml. 4-Solução padrão de sulfato ferroso amoniacal (+/- 0.1M) Dissolver 39.2g de Sulfato Ferroso Amoniacal em água destilada. Adicionar cerca de 20mL de Ácido Sulfúrico, esfriar e completar o volume para 1000mL com água destilada. 5-Solução de hidrogênio ftalato de potássio (HOOCC6H4COOK) o Dissolver 425mg de Hidrogênio Ftalato de Potássio seco a 120 C até peso constante em água destilada para 1000 Ml em balão volumétrico. O Hidrogênio Ftalato de Potássio tem DQO teórico de 1,176 mg de O2/mg e esta solução tem 500Qg de O2/mL. Esta solução é estável por três meses quando guardada sob refrigeração na ausência de visível crescimento biológico. 6-Ácido sulfâmico Adicionar 10mg de Ácido Sulfâmico para cada mg de NO2- presente no volume de amostra tomada. Fazer o mesmo para o branco. 7-Padronização do sulfato ferroso amoniacal Diluir 10mL do padrão de Dicromato de Potássio para 100mL de água destilada. Adicione cerca de 30mL de Ácido Sulfúrico. Esfriar e titular com Sulfato Ferroso Amoniacal adicionando 2 a 3 gotas de indicador (Ferroin). Molaridade usada no Volume de K 2Cr2 O7 Sulfato ferroso Amoniacal = -----------------------------------

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Volume usado no Sulfato Ferroso PROCEDIMENTO Adicionar 1,5 +/- 0.01mL da solução de digestão no tubo; Adicionar 2,5 +/- 0.02mL da amostra bem homogeneizada; Adicionar 3,5 +/- 0.05mL da solução catalisadora de modo que desça pelas paredes do tubo e forme uma camada no fundo do tubo. Daí em diante os equipamentos de segurança devem ser usados; 4. Tampe o tubo o mais apertado possível usando a tampa rosqueada com a camada de pressão adequada inserida; 5. O conteúdo do tubo deve ser misturado, mas não por inversão; 6. Levar o tubo ao bloco digestor a 150+/- 2oC por 2 horas +/- 5 minutos. Remover o tubo e deixá-lo esfriar; 7. Transferir o conteúdo do tubo para um frasco de erlenmeyer de 125mL. Lavar o tubo com água destilada, usando água sufici6ente para produzir um volume final de 25mL; 8. Adicionar uma gota de solução indicadora de Ferroin. Misturar bem; 9. Titular com solução de Sulfato ferroso Amoniacal (FAS) até a cor azul pálida mudar para vermelho. Anotar como A; 10. Fazer uma prova em branco substituindo a amostra por água destilada. Anota como B; 11. Calcular a DQO segundo a fórmula abaixo: 1. 2. 3. (B ± A) x M x F x 8000 DQO mg de O2/L = -----------------------------------mL da amostra onde: A ± ml do FAS usado na titulação da amostra B ± ml do FAS usado na titulação do branco M ± molaridade da FAS F ± Fator da FAS FAS ± Sulfato Ferroso Amoniacal.

Anotações e Observações:

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Química Analítica Prática de Química Analítica Qualitativa

Anotações e Observações:

1. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 1 r GRUPO 1.1.PRATA Adicione 1,0 mL de Iodeto de Potássio à solução contendo prata. Verifique o que ocorre. 1.2.CHUMBO Adicione 1,0mL de Cromato de Potássio à solução contendo Chumbo. Verifique o que ocorre. Adicione no mesmo tubo NaOH. Verifique o que ocorre. 1.3.MERCÚRIO Adicione 1,0mL de Cloreto estanoso lentamente à solução contendo mercúrio. Verifique o que ocorre. 2. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 2 r GRUPO 2.1. Adicione 1,0mL de NH4OH concentrado à solução contendo Bismuto. Verifique o que ocorre. Filtre e adicione ao resíduo 1,0mL de estanito de sódio. ( obtenção do estanito de sódio = 1,0mL de cloreto estanoso + NaOH até dissolver ). Verifique o que ocorre. Comente o que aconteceu a nível de oxidação e redução. 2.2. Adicione NH4 OH à solução contendo Cobre (observe o que ocorre ). Adicione 1,0 mL de ferrocianato de potássio. Verifique o que ocorre. 3. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 3 rGRUPO 3.1. Adicione tiocianato de amônio à solução contendo ferro ligeiramente ácida por adição de uma gota de HCL diluído. Verifique o que ocorre. 3.2. Adicione algumas gotas de HNO3 à solução de Manganês + Bismutato de sódio em uma cápsula de porcelana. Observe a mudança de coloração. 3.3. Adicione à uma solução de Alumínio ligeiramente alcalina algumas mg de NH4CL. Observe se forma um precipitado. Aqueça se necessário. 3.4. Adicione à solução de Cromo NaOH + H2 O2 + algumas mL de Chumbo. Verifique o que ocorre quando se adiciona a solução de NaOH e quando se adiciona a solução de chumbo. 3.5. Adicione à solução de cobalto NH4SCN + álcool amílico. Verifique o que ocorre em cada fase. 3.6. Adicione à solução de níquel ligeiramente alcalina 1,0mL de Dimetilglioxima. Verifique o que ocorre.

4. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 4 r GRUPO

4.1. Adicione à solução de cálcio algumas gotas de hidróxido de amônio + 1,0 mL de Oxalato de amônio. Verifique o que ocorre. 4.2. Adicione à solução de estrôncio algumas gotas de hidróxido de amônio + 1,0 mL de sulfato de amônio. Verifique o que ocorre.

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5.2.3. Adicione à solução de bário algumas gotas de hidróxido de amônio + 1.4. Use o filtro e observe a cor da chama.Umedeça a alça de platina na solução de Na e K e leve à chama.0 mL de Cromato de Potássio.com . Adicione à solução de magnésio 1.Anotações e Observações: 4.1. 5. Observe a cor da chama. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 5 r GRUPO 5. Umedeça a alça de platina na solução de Na e leve à chama. Observe a cor da chama. Observe a cor da chama. 118 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Verifique o que ocorre. 5. Umedeça a alça de platina na solução de K e leve à chama. 5.0mL de fosfato de amônio em meio alcalino e observe o que ocorre.3.

gota à gota.3 ml de HCl conc. Adicionar 1. colocando papel de filtro umedecido com Pb(NO3)2 sobre o béquer até que não precipite o Pb negro. Adicionar tiocetamida. aquecer e filtrar Adicionar 1.com 119 .0 ml de HCl conc. Evaporar para eliminar H2S.0 ml de HNO3.0 ml de HCl conc. Aquecer. Aumentar o volume com água destilada para 100 ml e adicionar 1. frio e em pequeno excesso ) Anotações e Observações: Levar à secura em Banho Maria. Adicionar 1. Adicionar NH4 Cl em pó (1g/100 ml).0 de tiocetamida aquecer e filtrar Adicionar (NH4 )2CO3 e filtrar Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Ferver. (a quente).0 ml de NH4OH Adicionar KOH. Filtrar Adicionar 1.Pesquisa de Cátions HCL ( adicionar HCL diluído. + 50 ml de água contendo 0.

0mL de cloreto estanoso + NaOH até dissolver ).com .0 mL de ferrocianato de potássio. Ag+ + Ip AgI(s) ppt amarelo claro 1. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 2 r GRUPO 2.---------------- 3. Verifique o que ocorre. a)PREPARAÇÃO DO ESTANITO DE SÓDIO SnCl2 + 2 NaOH ----------Sn(OH)2 + 2 NaCl Sn(OH)2 + 2NaOH ----------.0 mL de Iodeto de Potássio à solução contendo prata.2Bi + Na2 SnO3 + 3 H2O preto 2.Bi(OH) 3 + 3 NH4 + ppt branco gelatinoso Filtre e adicione ao resíduo 1. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 3 rGRUPO 120 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.1. Bi 3+ + 3 NH3 + 3 H 2 O --.PRATA Adicione 1.0mL de Cloreto estanoso lentamente à solução contendo mercúrio. Verifique o que ocorre.0mL de estanito de sódio.MERCÚRIO Adicione 1.1.0mL de NH4OH concentrado à solução contendo Bismuto.0mL de Cromato de Potássio à solução contendo Chumbo. Adicione NH4 OH conc. Adicione no mesmo tubo NaOH. à solução contendo Cobre (observe o que ocorre ). Adicione 1. Verifique o que ocorre. Comente o que aconteceu a nível de oxidação e redução. Adicione 1.3. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 1 r GRUPO 1. Verifique o que ocorre. Verifique o que ocorre. Verifique o que ocorre. ( obtenção do estanito de sódio = 1.2.Anotações e Observações: Química Analítica Prática de Química Analítica Qualitativa 1. 4 Cu++ + 4NH -----. 2HgCl2 + SnCl2 p Hg2Cl2(s) + SnCl4 branco aos poucos vai escurecendo 2Hg2Cl2 + SnCl2 p 2 Hg + SnCl4 2. Pb ++ + CrO4 p PbCrO4(s) -- ppt amarelo ouro PbCrO4 + 4 NaOH p Na2PbO2 + Na2CrO4 + 2H2 O deve dissolver-se Na2 PbO2 + Na2CrO4 + 4 CH3COOH p PbCrO4 +4NaCH3COOH+ 2H2 O 1.2.Na2 SnO2 + 2H2 O b) REAÇÃO DE IDENTIFICAÇÃO D O BISMUTO 2Bi(OH) 3 + Na2 SnO2 -----.CHUMBO Adicione 1.Cu(NH ) ++ 34 3 2Cu ++ navy solúvel Cu2 [Fe(CN)6 ](s) vermelho telha + [Fe(CN)6]4 ---. Verifique o que ocorre.

Adicione à solução de níquel ligeiramente alcalina 1.2.2. Al(OH) 3 + NaOH p NaAlO2 + 2H2 O ppt branco que com o excesso dissolve-se reprecipita branco NaAlO2 + NH4Cl + H2 O p Al(OH) 3 + NaCl + NH 3 3. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 4 r GRUPO 4. Verifique o que ocorre.p PbCrO4(s) + 2 OAcamarelo vivo 3. 4. Aqueça se necessário. CoCl2 + NH4SCN p Co(SCN)2 + 2 NH4Cl Co(SCN) 2 + 2NH4 SCN p (NH4)2[Co(SCN)4] anel azul entre as fases indica cobalto 3. Adicione à solução de cálcio algumas gotas de hidróxido de amônio + 1. Adicione à solução de Cromo NaOH + H2 O2 + algumas mL de Chumbo. Ca++ + (NH4)2C2O4 p CaC2 O4 + 2NH4 + ppt branco 4.5. Adicione à solução de estrôncio algumas gotas de hidróxido de amônio + 1. Adicione à uma solução de Alumínio solução de NaOH em excesso e algumas mg de NH4CL.1. 2MnO2 + 5NaBiO3 +20HNO3 p 2HMnO4 +O2 + 9H2 O + 5NaNO3 + 5Bi(NO3)3 ácido manganoso cor uva 3. Adicione à solução de cobalto NH4SCN + álcool amílico.com 121 . 2Cr(OH)3 + 4NaOH + 3H2 O2 p 2Na2CrO4 + 8H2 O Pb(OAc)2 + CrO4-.1.6. Verifique o que ocorre. Sr++ + (NH4)2SO4 p SrSO4 + 2NH4 + ppt branco Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.4. Verifique o que ocorre quando se adiciona a solução de NaOH e quando se adiciona a solução de chumbo. Verifique o que ocorre. Observe a mudança de coloração. Verifique o que ocorre. Observe se forma um precipitado. Verifique o que ocorre em cada fase.3.0 mL de Oxalato de amônio. Adicione tiocianato de amônio à solução contendo ferro ligeiramente ácida por adição de uma gota de HCL diluído. Fe3+ + 3NH4SCN p Fe(SCN)3 + 3NH4+ vermelho tijolo Anotações e Observações: 3.3. Adicione algumas gotas de HNO3 à solução de Manganês + Bismutato de sódio em uma cápsula de porcelana.0 mL de sulfato de amônio.0mL de Dimetilglioxima.

6H2O ppt branco 122 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 5 r GRUPO 5.2.3. Adicione à solução de magnésio 1. Observe a cor da chama. Ba2+ + CrO4-.4. Observe a cor da chama.0 mL de Cromato de Potássio. Umedeça a alça de platina na solução de Na e leve à chama. Umedeça a alça de platina na solução de K e leve à chama. Mg++ + (NH4)2HPO4 + H2O p MgNH4PO4.4.1. Adicione à solução de bário algumas gotas de hidróxido de amônio + 1. Verifique o que ocorre.p BaCrO4 ppt amarelo Anotações e Observações: 5.0mL de fosfato de amônio em meio alcalino e observe o que ocorre.com . violeta 5. amarela 5.