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Quimica Analitica Apostila Completa

Quimica Analitica Apostila Completa

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Anotações e Observações

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Anotações e Observações:

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Universidade Federal de Pernambuco Centro de Tecnologia e Geociências Departamento de Engenharia Química Curso de Química Industrial APOSTILA DA DISCIPLINA DE QUÍMICA ANALÍTICA

Anotações e Observações:

ÍNDICE
Pág.

01- Tratamento dos dados / Química Analítica ......................................................... 02- Métodos gravimétricos (Gravimetria) .................................................................. 03- Métodos volumétricos (Volumetria) ....................................................... ............. 04- Revisão/ Química das soluções aquosas ........................................................... 05- Cálculos de equílibrios para sistemas complexos ............................................ 06- Titulações de precipitação ................................................................................... 07- Curvas de titulação para sistemas ácido / base simples .................................. 08- Aplicações de titulações de neutralização ................... ...................................... 09- Titulações complexométricas .............................................................................. 10- Equílibrio de oxi-redução e teoria eletroquímica ........................................... .... 11- Titulações de oxi-redução / Teoria ...................................................................... 12- Titulações de oxi-redução / Aplicações .............................................................. 13- Esquema de separação de Cátions ..................................................................... 14- A Balança Analítica .............................................................................................. LISTAS (Exercícios) ..................... ............................................................................... PRÁTICAS ....................................................................................................................

5 11 16 19 26 31 38 46 52 59 61 65 71 72 75 93

AG ENDA

BIBLIOGR AFI A
01- SKOOG, D.A, WEST, D.M AND MOLLER, F.J., Fundamentals of Analytical Chemistry. Saunders College Publishing, 5a ed., 1988. 02- CRISTIAN, G.D, Analytical Chemistry, John Wiley & Sons, 4a ed., 1986. 03- OHLWEILER, O.T. Química Analítica Quantitativa. Livros Técnicos e Científicos editora, a 3 ed., 1982, vol. 1 e 2. 05- BACCAN, N, ANDRADE , J.C., GODINHO, O.E.S. BARONE, J.S. Química Analítica Quantitativa elementar. Edgard Blücher, 2a ed.

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com .Anotações e Observações: 4 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

Seleção do métodop experiência e intuição exatidão x custo Amostragem. 5. Eliminação de interferências.TRATAMENTO DOS DADOS / QUÍMICA ANALÍTICA Química Analítica p separação. 2. 7. Calibração: Função que relaciona µ¶x¶¶ com C. MÉDIA E MEDIANA Média: n § x i x ! i !1 n Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.01 . 3. 4. TRATAMENTO DOS DADOS A medida de uma quantidade física envolve: .o instrumental .Métodos Espectroscópicos ETAPAS DE UMA ANÁLISE QUANTITATIVA Anotações e Observações: 1. homogenizar. 2.Métodos Volumétricos . De acordo com esta medida final: . 1. identificação e determinação das quantidades relativas dos componentes que constituem uma amostra. Análise p qualitativa e quantitativa Importância crescente em várias áreas da ciência e tecnologia Quanti p 2 medições: Peso ou volume da amostra Após completa a análise p determinação de alguma quantidade E a quantidade da espécie. Cálculos dos resultados e estimativas da confiabilidade. Preparação da amostra p Sólidos (moagem. estocar) Pode absorver / dessorver H2 O Secagem Medição da umidade Solubilização das amostras.com 5 .Métodos Eletroanalíticos . 6.o observador Sujeita a erros Dados que não se conhece sua confiabilidade não tem significado. Completando a análise p Medição de uma propriedade física µ¶x¶¶ que se relacione de uma forma reprodutível com a concentração da espécie.Métodos Gravimétricos .o sistema material em estudo .

está no valor aceitável. ex: 19.Mediana: resultado em torno do qual todos os outros estão igualmente distribuídos.8 ! 19.desvio padrão da média DESVIO PADRÃO (AMOSTRAL) E VARIÂNCIA S ! § ( x i  x ) 2 n  1 s p mesma unidade dos dados variância = s2 DESVIO PADRÃO RELATIVO (RSD) RSV ! s v 100 x coeficiente de variância (cv ) s=1 p x ! 20 x ! 200 cv ! 5% cv ! 0. se µ¶n¶¶ ímpar p valor central se µ¶n¶¶ par p média do par central. ERRO ABSOLUTO ERRO RELATIVO E ! xi  Q Q p valor aceitável x Q E ! i v 100 r Q 6 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Pode ser expresso: .com .6  19.1 mediana: 19.faixa .8 Anotações e Observações: 9.variância . ou série de medidas.4 19.desvio padrão .desvio padrão relativo .7 2 19.5 20.6 PRECISÃO 20.3 Concordância entre 2 ou mais medidas realizadas da mesma maneira.5% FAIXA DE VARIAÇÃO ¨X ¸ ! FV X © ¹ MIN º ª MÁX EXATIDÃO Quão perto a medida.

Detecção dos Erros Determinados 1. Proporcionais ex: Presença de interferentes na amostra. p ex: perdas de material e secagem incompleta da amostra. em princípio. Método p São difíceis de detectar (mais sério dos 3) p. Operacionais p Relacionados com o analista. Instrumentais p Calibração Operacionais p Cuidado e autodisciplina. 2. Erros Determinados Fonte definida. Constantes p Independe do valor da quantidade medida. reagentes. Grosseiros: ocorrem ocasionalmente p são altos (+ ou -) p levam às anomalias. ex: usando-se uma quantidade fixa de um reagente que possui uma substância interferente. 2. Excesso de reagente para virar o indicador. Caráter unidirecional p sistemáticos. Efeito dos Erros Determinados nos Resultados 1.I II III IV Anotações e Observações: I ± exato e preciso IV ± erro grosseiro TIPOS DE ERROS II ± preciso e ineexato III ± impreciso e inexato Indeterminados ou aleatórios: fazem com que os resultados flutuem ao acaso p são refletidos na precisão dos dados. ex: copreciptação de impurezas. p Podem ser eliminados por calibração. Concentração errada da solução padrão usada na calibração.com 7 . Fontes de Erros Determinados Instrumentais p Ligados a imperfeições nos aparelhos.Padrões internacionais B) Comparação com um método padrão C) Provas em branco D) Variação da quantidade da amostra Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Método p A) Análise de amostras padrão . etc.Sintéticas . pode ser identificada (e portanto eliminado ou corrigido). reações lentas e reações paralelas interferentes. 3. que. Determinados ou sistemáticos: média da série difere do valor aceitável. vidrarias.

O alvo de qualquer investigação experimental é a população. Amostra p uma parte da população. inexperiência ex: Cálculos errados. trasnposição de números. ESTIMATIVA CONJUNTA DE s (s ) c s 2R  s 2R  . TRATAMENTO ESTATÍSTICO DOS ERROS ALEATÓRIOS Estatística p probabilidades População p o conjunto de todos os valores possíveis de uma dada situação.  s 2R n n 2 2 2! 1 1 s c R § Ex: 8 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com . Quando N u 20 s p W. Seguem uma distribuição normal ou gaussiana. flutuam de maneira aleatória... Erros Indeterminados Sequência das inúmeras variáveis incontroláveis que existem assoc iadas a qualquer medida.Erros Grosseiros Maioria p operacional p falta de cuidado. derramar solução. normalmente selecionada com o objetivo de se fazer inferências acerca da população. Efeito: resultados de medidas repetidas. usar a escala errada ( afeta todos os resultados ). MÉDIAS E DESVIOS Amostral Populacional Anotações e Observações: n § x i x ! i !1 n 2 § ( x  x) i n 1 Q s! W! 2 § ( xi  Q ) n DESVIO PADRÃO DA MÉDIA W y y m ! H s N m ! s N A incerteza no cálculo de µ¶s¶¶ diminui medida que µ¶N¶¶ aumenta.

0 1 v 100 ! 4.7 p 3 AS 2.(0.5 = 3 x 1012 ( 1 dígito ) Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.7 II) Multiplicação e Divisão: a incerteza relativa do resultado deve ser da mesma ordem do que a do componente com maior incerteza relativa. 105 p 5AS Cálculo com algarismos significativos I) Somas e diferenças: retem-se o número de casas decimais = no de casas decimais do no com menor no de casas decimais.S do número original.0670 p 3 AS 3.001 v 100 ! 0.965 100. (III.Servindo apenas para localizar o ponto decimal p Não é AS 0.114) 2 v 2  (0.000 x105 = .062) 2 v 3  (0.4.156) 2 s 2c ! 6 sc = 0. 30.24 ml ( bureta de 50 ml com graduação 0.Zeros terminais 936600 p quantos AS ? p dúvida Notação científica p 9.10 REGISTRO DE DADOS ANALÍTICOS Incluir informação sobre a CONFIABILIDADE 1.1 v 100 ! 10 1.1 100. ex: 3.0 0. ex: log 4.0 incerteza relativa: 0.2 24 0.01 v 100 ! 0.01 v 100 ! 1.020 + 7.1 ml ) certos (3 0 e 2) incerto (4 ) ZEROS: 1.1 v 100 ! 0.Cercados de outros dígitos p é Algarismo significativo ( AS ) 90.com 9 .31 = 10.4 + 0.04 0.25 4.02 ! 0.1) O log de um número deve ter tantos dígitos à direita do ponto decimal quantos forem os A.96 0.3979 4 AS 4 AS ex: antilog 12.2) No antilog de um número deve-se reter tantos dígitos quantos dígitos existirem à direita do ponto decimal do número original.96 III) Logs e antilogs (III.Convenção dos algarismos significativos ALGARISMOS SIGNIFICATIVOS ( AS ) y Anotações e Observações: Os algarismos significativos são todos os dígitos certos e o 1o dígito incerto.3660 .73 = 10.965 0.Apresentar os limites de confiança (90 ou 95%) 2.Apresentar o desvio padrão ou coeficiente de variação (expressar N) 3.1 0.02 0. ex: 24 v 4.

65 = 8.55 = 8.43 = 9.com .5 9.6 Anotações e Observações: 10 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.47 = 9.75 = 8.ARREDONDAMENTOS Último AS " 5 p arredondamento para o próximo maior número Último AS 5 p mantido ex: 9.4 Último AS = 5 p par ex: 8.6 8.8 8.

NH3 p NH4MgPO4 . ác. Forma de pesagem suporte temperaturas altas 4) Fator gravimétrico alto CÁLCULOS EM GRAVIMETRIA % A = (peso de A / peso da amostra) x 100 F = (o que se quer / o que se tem) x (a / b) Ex: obtive 0.2 v 100 ! 11.) p Específica o nr de átomos na molécula Ex:CH2 O p F.5 %( P ) ! 0. A mistura de óxidos pesa 2. Calcule o % de impurezas na amostra. Calcule o % de Fe e Al na mistura original.3592g de uma amostra contendo NaHCO3 e impurezas não voláteis resultou num resíduo pesando 0. 2 NaHCO3(s) p Na2 CO3(s) + CO2(g) + H2O(g) A ignição de 0. pC2H6O ) Peso Molecularp Peso em gramas (g) de 1 mol da substância. acético (C2H4O2).com 11 . Ex: C2H5OH (F.95g.2783 v Ex: pesei em Fe2O3 Quero em Fe3O4 F! 2 PM ( Fe3 O4 ) 2 v 231.6 PM ( Mg 2 P2 O 7 ) 0. glicose (C6H12 O6) Fórmula Molecularp Dá a informação sobre a estrutura do composto.2362g.69 1-Exercício: uma mistura contendo apenas FeCl3 e AlCl3 pesa 5.Q. resultando em Al2O3 e Fe2O3.54 v ! ! 0.Q.6H2O (10000C) Mg2 P2 O7 Requisitos para formas de pesagem: 1) Composição perfeitamente definida 2) Não deve ser higroscópio 3) Precipitado convertido na forma de pesagem a temperaturas relativamente baixas.2783 222.9666 3 PM ( Fe2 O3 ) 3 v 159.) p Relação entre o nr de átomos de um composto químico Fórmula Química (F. do formaldeído F. Os cloretos são convertidos em hidróxidos e levados à ignição.1% 0.GRAVIMETRIA Métodos de Precipitação Métodos de Volatilização y y Anotações e Observações: Fórmula Empírica (F. e F.02 . y y FORMAS DE PESAGEM Fe (III) + NH4 OH p Fe2O3. xH2O ( 800-1000rC) Fe2 O3 Mg (II) + (NH 4)2HPO4 . NaHCO3 é convertido quantitativamente em Na2CO3. 2-Exercício: A elevadas temperaturas.2g de Mg2 P2O7 Amostra 0.97 PM ( P ) ! 2v ! 0.62g.5g Quero o resultado em P F ! 2v 30.E.E.Q. Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.E.

Cristalino CONTROLE EXPERIMENTAL DO TAMANHO DAS PAR TÍCULAS: Para minimizar a SR: y T altas ( S o ) y Soluções diluídas ( Qq ) y Adição lenta do reagente precipitante com agitação (Qq ) y Controle do pH do meio quando a solubilidade do ppt.com 12 . Ex: oxalato de cálcio 1. Al.precipitação em meio ácido onde S é alta. 2. Região Instável C Região Metaestável D G B F Região Não Saturada A AB p Curva de solubilidade. Cr(II)].redução da acidez por adição de NH4OH remove quantitativamente o ppt. Coloidal SR baixa p ppt. y Quando S é muito baixap (Q-S) é sempre altopppt coloidal. é afetada por esta variável.PROPRIEDADES DOS PRECIPITADOS E AGENTES PRECIPITANTES Reagente deve ser seletivo e produzir um sólido que: 1) Solubilidade baixa 2) Facilmente filtrável e lavável livre de contaminantes 3) Não seja reativo e tenha composição conhecida após secagem ou ignição y y y y y y y y y Anotações e Observações: Precipitados Cristalinos Cristais individuais bem desenvolvidos Partículas densas que sedimentam rapidamente Facilmente filtráveis Não se contaminam facilmente Suspensões Coloidais Partículas pequenas (d =10-6 a 10-4mm) Não decantam facilmente Não são retidas em papel de filtro comum Tamanho das Partículas Composição química Condições do meio Temperatura Concentração dos reagentes Velocidade de adição dos reagentes Solubilidade no meio SUPERSATURAÇÃO RELAT IVA SR ! QS S Qp Concentração do soluto a qualquer instante Sp Solubilidade de equilíbrio SR alta p ppt. E Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. sulfitos de metais pesados. Ex: Hidróxidos [Fe(III).

com 13 .) AgC remoção do HNO3 por aquecimento. y Repouso em contato com a solução mãe ( digestão ).Adsorção Superficial II. Lavagem dos ppts.MECANISMO DE FORMAÇÃO DE PPT Nucleação x Crescimento de cristais Anotações e Observações: Nucleação Velocidade Crescimento dos cristais SR PRECIPITADOS COLOIDAIS Coagulação ou aglomeraçãop massa não cristalina filtrável que facilmente decanta.Formação de Cristais Mistos III. com agitação e adição de eletrólito. COPRECIPITAÇÃO y y y Compostos normalmente solúveis são carregados junto com o precipitado I. Aumento da concentração de eletrólitosp reduz o volume da solução para neutralizar a partícula. y Lavagem com eletrólito volátil.Oclusão Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Tratamento prático dos precipitados coloidais y Precipitação à quente. com água: remove o eletrólitop aumenta o volume da camada de íons contráriosp restabelece as forças repulsivas. Peptização: colóide coagulado reverte ao seu estado original disperso. Lavagem com eletrólito volátil: lavado com HNO3 (dil. H+ Camada de íons contrários K+ H+ Camada de Adsorção Primária Cl - Cl - Cl - Ag+ Cl - Ag+ Cl - Ag+ Cl - Cristal Cl - Ag+ Cl - Ag+ Cl- Ag+ 1) 2) Contribui para a coagulação: Aquecimento por um curto tempo com agitaçãop diminui a adsorsão.

I - Adsorção Superficial Comum em ppts. com grandes áreas específicas superficiais (isto é, colóides).
y

Anotações e Observações:

Contaminantesp íon adsorvido + íon da camada contrária Ex: AgClp Ag+ na superfície NO3- na camada contrária Para minimizar a adsorção: Digestão Lavagem com eletrólito volátil Reprecipitação

AgNO3 é coprecipitado

y

Fe+3 + NH4OH (exc) p FeOH3

adsorve OH- (prim) Zn, Cd, Mn ( íons contrários )

II - Formação de Cristais Mistos Um dos íons da rede cristalina é trocado por um íon de outro elemento. Ex: MgNH4 PO4 K+ É bastante nociva. MgKPO4

Este tipo de contaminação aumenta quando aumenta Soluções: y Remover contaminante y Escolher outro reagente III - Oclusão

¨ [contaminan te] ¸ © ¹ © ¹ [ analito ] ª º

Íons estranhos são µ¶aprisionados¶¶ durante o crescimento do cristal. EX:

Na2SO4

BaCl2

1) Excesso Ba++ ++ Adsorção primária: Ba Íons contrários: Cl-

2) Adição de mais Na2 SO4

Se Vcresc. é alta (substâcias pouco solúveis ) p não há troca completap contaminação com BaCl2 Soluçãop digestão; reprecipitação

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Erros de Coprecipitação 1. Quando o contaminante: Não é um composto do íon determinado p ( + ) Ex: AgCl adsorve AgNO3 , na determinação de Cl . Contém o íon a ser determinado p ( + ou - ) Ex: BaSO4 ( determinação de Ba); oclusão de outros sais de Ba. y Ba(Cl)2 p ( ± ) p menor PM que o BaSO4 y Ba(NO3)2 p ( + ) p maior PM que o BaSO4 Precipitação em Solução Homogênea O reagente precipitante é formado através de uma reação química lenta, na própria solução onde se encontra a espécie a analisar. SRp mantida em níveis baixos. Ex1: Geração de OH(NH2)2CO + 3 H2O p CO2o + 2NH4 + + 2 OHFe(III) e Al(III) Ppts mais densos, mais facilmente filtrável, mais puro (menor área superficial). Ex2: Geração de SO42HSO3NH2 + HNO3p 2H+ + SO42- + N2O + H2O Ba Uma Visão Crítica dos Métodos Gravimétricos TEMPO Lento em termos de ti e tf Tempo de operador pmoderado Não há calibração e padronização Eficiente para analisar poucas amostras SENSITIVIDADE E EXATIDÃO Não sofre limitação do instrumento ( balança ) É limitada por: Perdas por solubilidade Erros de coprecipitação Perdas mecânicas do ppt. (só usado p/ concentração " 0,1% ) Para concentração" 0,1% método mais exato.

Anotações e Observações:

y y y y

y y

y

OBS: amostras muito complexas pexatidão comparável com outros métodos. ESPECIFICIDADE Não são específicos, mas seletivos p ppts. com grupos de íons EQUIPAMENTOS Simples, baratos, fáceis de obter e manter.

y

y

Reagentes Precipitantes Orgânicos VANTAGENS: Muitos são bastante insolúveisp precipitação quantitativa Peso equivalente elevado com respeito à espécie p sensibilidade Alguns são bastante seletivos. Seletividade pode, em alguns casos, ser melhorada ajustando fatores como pH. A maioria dos ppts possui natureza física favorável à filtração e a lavagem. DESVANTAGENS Solubilidade dos reagentes orgânicos em meio aquoso limitada. Muitos ppts não fornecem formas de pesagem satisfatória. Exemplos: 8-hidroxiquinolina p Mg, Zn, Al Solubilidade varia de cátion para cátion e depende do pH. Dimetilglioxima p Pd (ácida); Ni (alcalina)

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03 - VOLUMETRIA Solução Padrão: Reagente de concentração conhecida Ponto de equivalência: Ponto da titulação onde a quantidade do titulante adicionado é quimicamente equivalente a quantidade de analito na amostra. Titulação de retorno: Adiciona-se um excesso de solução padrão ao analito e este excesso é titulado com uma 2° solução padrão. Ponto de equivalência x Ponto final Ponto de equivalência
p

Anotações e Observações:

Teórico Pode ser estimado observando-se alguma mudança física associada à condição de equivalência.

Ponto Final p É o sinal desta mudança. Erro titulométrico p Devido a inadequação da mudança física e da nossa habilidade de observá-la. Indicador p Substância complementar adicionada para detectar o ponto final. PADRÕES PRIMÁRIOS Composto altamente purificado Requisitos: 1°) Alta Pureza; 2°) Estabilidade em relação ao ar ; 3°) Ausência de água de hidratação; 4°) Facilmente disponíveis e de baixo custo; 5°) Razoavelmente solúvel no meio da titulação; 6°) Peso molecular razoável (minimizar erros de pesagem ) Alternativa: Padrão secundário SOLUÇÃO PADRÃO Propriedades Desejáveis: 1°) Ser estável; 2°) Reagir rapidamente com o analito; 3°) Reagir mais ou menos completamente com o analito; 4°) Reagir seletivamente com o analito e que esta reação possa ser descrita por uma equação balanceada simples. Métodos para Estabeler sua Concentração: 1) 2) Direto Pesar padrão primário p Dissolver p Completar o volume em balão volumétrico. Por Padronização A solução a ser padronizada deve ser titulada com: (a) quantidade pesada de padrão primário; (b) quantidade pesada de padrão secundário(*); (c) Um volume medido de outra solução padrão(*). *Solução padrão secundária

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  n = m / PM   ? A) Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.000l.depende da reação q 105.5 x PM = 53. a) KOH.99 Peso equivalente (Na2 CO3 ) = N= nreq V (l ) 0.+ 2H+ p H2O + CO2 PM (Na2CO3 ) = 105.99 2 = 26.1 x 5 = neq = 0. molar).com 17 .p Mn: ( +7) (+3 ) ( nox = 3 Peq ( MnO4 .: Se 0.50g.de oles V (l ) N = m / PM Peso Equivalente Reações ácido / base + PE ± É a quantidade da substância que fornece ou consome 1 mol de H . assumindo que a solução será usada para titulações cuja reação química é: CO3 2.99 2 ¡ 105.00g Molaridade analítica ou total ( conc.+ 3e.deEquivale ntes V (l ) neq = m / PEq PEq .5 m = 0.+ 2OH. M = n / V( l)   n = 0.10 M .000l de uma solução 0.5 neq = PEq   m = neq x PEq = 0.Concentração de Soluções Molaridade e Normalidade Anotações e Observações: M ! no. OBS. molar de uma espécie particular que existe na solução em equilíbrio (   N! no.5 x Dissolve-se 26.5g e dilui-se em balão volumétrico para 5. formal )pn° total de um soluto em 1l de solução(C ) Molaridade de equilíbrio ou das espécies(conc. p Expressa a conc.) = PM/ 5 EXEMPLO II: (+7) (+4) MnO2(s) + 4 OHMnO4.1 x 5 = 0.) = PM / 3 3) Reações de precipitação e formação de complexos PE ± É aquele que reage ou consome: 1 mol do cátion ( se este é univalente ) 1/2 mol do cátion ( se este é divalente ) 1/3 mol do cátion ( se este é trivalente ) 2) 1) EXEMPLO III: AlCl3 + 3Ag+ p Al+3 + 3 AgCl PEq ( AlCl3 ) = PM / 3 EXEMPLO IV ± 01: Descreva a separação de 5. HCl PM = PEq b) Ba( OH ) 2 PM / 2 = PEq Ba( OH ) 2 + 2H+ p Ba++ + 2H2 O Reações de oxidação / redução PE ± É aquele que diretamente ou indiretamente produz ou consome 1 mol de életrons. EXEMPLO I: (+3) (+7) (+4) (+2) 2+ +2 5C2O4 + 2 MnO4 + 16H p 10 CO2 + 2 Mn + 8 H2 O Mn: (+7) ( +2 ) ( nox = 5 PEq ( MnO4.10N de Na2CO3 a partir do sólido padrão primário.

EXEMPLO VII ± 04: Uma amostra de 0.1 = 0. Calcule o resultado desta análise em termos de : a) % Fe ( PM = 55.8040g de minério de ferro foi dissolvido em ácido.: K2Cr2O7 com título 5. CL3COOH ( M = 163.100 0. EXEMPLO VI ± 03: Descreva a preparação de 100 ml de HCl a partir do reagente comercial concentrado ( 37% HCl e d = 1. 2.02242 M. EX. O excesso de H2 SO4 foi retrotitulado com 11.0ml de solução. Outras Formas de Expressar Concentrações 1.19 g de reagente comercial 18 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. é bem diluída ( d = 1.0ml de H2 SO4 0.1121 N. Título: Define a conc.x x= d=m/v .00 mg Fe2O3 ml . 0.: v = 59.6 x 36.+ 5 Fe+2 + 8H+ p EXEMPLO VIII ± 05.54 ) A reação do analito com o reagente é: Mn+2 + 5 Fe+3 + 4 H2O MnO4.18 = 50. Idem ao Exemplo 04 só que a concentração do KMnO4 é 0.00 mg / ml ) C ( ppm ) = pesodosolu to( mg ) vol .: n = 6 x 0.6 moles N = m / PM .22 ml de KMnO4 0. da solução em termos de massa ( mg ) de algumas espécies que é equivalente a 1 ml de solução.6 x 36. O ácido dissocia-se 73% em H2 O . EXEMPLO IX ± 06.007 ) b) % ( NH4) 2C2O4 ( PM = 124. 4. Densidade: d = m / V ( Kg / l ) Partes por milhão e por bilhão: C ( ppm ) = Anotações e Observações: pesodosolu to pesodasolu ção x 106 c ( ppb ) p 109 Se o solvente é H2O e a sol.2 ml 50.: V = m / d .2 ml do ácido comercial devem ser tomados e diluídos para 100 ml.6 x36.EXEMPLO V ± 02: Calcule a concentração analítica de equilíbrio de uma solução aquosa contendo 285 mg ácidotricloroacético.5 x100 37 = 59.4 ) em 10.5 -------------. O NH3 liberado foi destilado em 50.solução (l ) 3. Calcule: a) % N (PM = 14.soluto vol. Percentagem: %p/p= pesodosoluto pesodasolução x 100 %v/v= vol. 0.05035M.solução x 100 Reagentes aquosos comerciais p p / p.5 HCl puro 37 % Em peso 37 -------------.18 ).19 / 1. M=n/v .847 ) b) % Fe3 O4 ( PM = 231.com .solução x 100 %p/v= pesodosolu to vol .1214M.: m = 0.10 ).13ml de NaOH 0.4755g de uma amostra contendo ( NH4)2C2O4 e compostos inertes foi dissolvido em H2O e alcalinizada com KOH que converte o NH4 + em NH3. O ferro foi então reduzido para Fe+2 e titulado com 47.

04 ± REVISÃO / QUÍMICA DAS SOLU ÇÕES AQUOSAS Eletrólitos p substâncias que se dissolvem em água para produzir íons livres suficientes para aumentar significativamente a condutividade elétrica do meio Eletrólitos fortes p Ionizam-se completamente Eletrólitos fracos p Ionizam-se parcialmente Anotações e Observações: Ácidos e Bases (Bronsted & Lowry) p Um ácido é uma substância capaz de doar prótons e uma base é uma substância capaz de aceitar prótons Muitos solventes são doadores ou aceptores de prótons NH3 Base1 H2O Base1 + + H2O Ácido 2 HNO2 Ácido 2 = H3O+ Ácido 1 = NH4 + + OH - Ácido 1 + Base 2 NO2Base 2 Água p solvente ANFIPRÓTICO Outros p Metanol. ácido acético anidro NH3 Base1 CH3OH + Base1 + CH3OH Ácido 2 HNO2 Ácido 2 = = NH4 + + CH3O - Ácido 1 CH3 OH2+ Ácido 1 + Base 2 NO2Base 2 + + CH3OOH- Autoionização ou Autoprotólise p Solventes anfipróticos H2O + H2O = H3O+ CH3OH + H3O+ CH3OH = CH3OH2+ p íon hidrônio Autoionização da água p [H3O+] = [OH-] = 10-7M Força dos Ácidos e Bases Ácido mais forte HClO4 HCl H3 PO4 H2 PO4 NH4+ Ácidos fortes Ácidos fracos p não se dissociam completamente.com 19 . A solução contém o ácido e sua base conjugada - + + + + + H2O H2 O H2O H2O H2O H2O = = = = = = H3O+ H3O + + + + + + + ClO4 Cl - H3O+ H3O+ H3O + H2PO4 ± H3COOHPO4 NH3 Base mais forte = H3 COOH + H3O+ Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. etanol.

2M de NaOH NaOH p Na+ + OH2H2O = H 3O+ + OH- [OH-] = 0. N p concentração molar ou pressão parcial (atm) p Válido para solutos ideais em soluções infinitamente diluída p Não há informação sobre a velocidade com que o equilíbrio é alcançado Anotações e Observações: + nN = pP + qQ Constantes de Equilíbrio Comuns na Química Analítica Produto Iônico da Água 2H2O K = [H3O+] [OH-] [H2O]2 Constante (55 mol/l) Kw = K [H2O] = [H3O ] [OH ] 250 C p 1.com .2 M p aproximação é válida 20 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.00 x10 -14 EX: Calcular a [H 3O+] e [OH. [H3O+] = [OH.] = [H3O+]2 = 49 x10-14 p [H3O+] = 7 x 10-7 M EX: Calcular a [H 3O+] e [OH.2 + 5. Arsenoso I3 + H2O Ác. M.2 M [H3O+] = - Kw [OH ] - = 1.00 x10-14 0.] Kw(250 C) = [H3O+] [OH-] = [H3O+]2 = 1.2 + [OH-]H2O } 0.008x10 -14 2 + - = H3O+ + OH- } 1. Arsênico íon triiodeto Laranja Princípio de Le Chatelier p A posição do equilíbrio é deslocada na direção que tende a minimizar a pertubação imposta T o p Equilíbrio desloca-se na direção que absorve calor (ENDO) P o p Favorece os participantes que ocupam menor volume [R] o p Equilíbrio desloca-se na direção que consome esse reagente Expressão da Constante de Equilíbrio mM K = [P]p [Q]q [M]m [N]n p P. Q.] em água a 250C e a 1000C.2 [H3 O+] = 5.00 x10-14 } 0.00 x10-14 p [H3O+] = 10-7 M Kw(1000 C) = [H3O+] [OH.] em uma solução 0.00 x10-14 M OBS: [OH ] = 0.EQUILÍBRIO QUÍMICO H3 AsO4 + 3I+ 2H+ = H3 AsO3 + Ác.

02M de Ba(NO3)2 Constante de Dissociação Ácido-base HNO2 + H2O = H3O+ + NO2- Ka = [H3O+] [NO2 -] [HNO2] NH3 + + - H2O = NH4+ + OH- Kb = [NH4 ] [OH ] [NH3 ] Relação entre as constantes de dissociação para pares conjugados ácido/base NH3 + H2O = NH4+ + OHKb = [NH4+] [OH-] [NH3] NH4 + + H2O = NH3 + H3O + Ka = [NH3] [H3O+] [NH4+] Ka x Kb = [NH 3] [H3O+] x [NH 4+] [OH.Produto de Solubilidade Ag2CO3 (s) K = [Ag+]2 [CO3=] [Ag2CO3 (s) ] Concentração molar constante Kps = K [Ag2CO3 (s) ] = [Ag ] [CO3 =] + 2 Anotações e Observações: = 2Ag+ + CO3= EXEMPLO I: Quantas gramas de Ba(IO3)2 (PM=487) podem ser dissolvidas em 500 ml de água a 250C Kps(Ba(IO3 )2) = 1.] [NH4 ] Ka x Kb = Kw [H3 O+] em Soluções de Ácidos Fracos HA + H2O = A+ H3O+ Ka = [A ] [H3 O ] [HA] 2H2O + + + = Kw [NH 3 ] (I) = - H3O+ + OH- (II) Kw = [H3O ] [OH ] [H3O+]totla = [H3O+](I) + [H3O+](II) [H3 O+](I) =[A.] Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.57 x10 -9 Solubilidade de precipitados na presença de um íon comum EXEMPLO II: Calcular a solubilidade molar do Ba(IO3)2 numa solução contendo 0.com 21 .

4x10-6M ou maior.[H3O ] Aproximação2: CHÁ } [HA] Ka = [H 3O+]2 CHÁ OBS: O erro na aproximação [H3O+]<< CHÁ aumenta se CHÁq e Kao Devemos obter [H3O+] e compará-la com CHÁ EXEMPLO III: Calcular a concentração do íon hidrônio numa solução aquosa de ácido nitroso 0.4x102 Constante de Equilíbrio de Reações de Óxido-redução 6Fe+2 + Cr2O7 = K= + 14 H3O+ = 6Fe+3 + 2Cr+3 +21H2O +3 [Fe+2 ]6 [Cr+3 ]2 [ Fe+2]6 [Cr2O7=] [H3O+]14 K p pode ser calculada através dos potenciais padrão Constante de Distribuição I2(aq) = I 2(org) p coeficiente de distribuição ou de partição Kd = [I2]org [I2]aq Constantes de Equilíbrio em Etapas Muitos eletrólitos se associam ou se dissociam em etapas 22 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.Anotações e Observações: O H3O da reação (I) reprime a reação (II) + Aproximação1: [H3O ] = [A ] CHÁ =[A. Qual a concentração mínima de KSCN requerida para que se possa detectar 1 ppm de Fe+3 na água? Kf = 1.] + [HÁ] Como: + [H3 O+](I) }[A.com .00x10 M de C6H5NH3Cl ( [H3O+]<< CHÁ) Constante de Formação para Íons Complexos Fe+3 + SCN+2 = Fe (SCN)+2 Kf = [Fe (SCN) ] [SCN ][ Fe ] EXEMPLO V-5: Uma pessoa pode ver a cor vermelha do Fe (SCN)+2 numa solução quando a concentração deste complexo é de 6.] CHÁ=[H3O ] +[HA] [HÁ] = CHÁ .120 M -4 EXEMPLO IV: Calcular a concentração do íon hidrônio em uma solução 2.[H3O+] + Ka = [H 3O ] + 2 + CHÁ .

com 23 .2 x10 8 F3 = K1 x K2 x K3 =2.5x104 ZnNH3+2 + NH 3 = Zn(NH3 )2+2 2 3 )2 ] 2! [ n(N [ nN 2 3 ! 2.2x10 4 F2 = K1 x K2 =6.5x10 4 3] ][N Zn(NH3 )2 +2 + NH 3 = Zn(NH3 )3 +2 K3 !  [Zn(NH 3 )3 2 ]  [Zn(NH 3 ) 2 2 ][ H3] ! 3.3x10-10 (BaSO4) Ka = 1.2x10 4 Zn(NH3 )3 +2 + NH 3 = Zn(NH3 )4 +2 K4 ! [Zn(NH 3 ) 2 ] 4  [Zn(NH 3 )3 2 ][NH 3 ] ! 3. M Valores limites p Kw =1.0 x10 13 Efeito da Concentração do Eletrólito no Equilíbrio Químico Observou-se experimentalmente que a posição do equilíbrio depende da concentração eletrolítica do meio (mesmo quando o eletrólito adicionado não contém íons comuns com aqueles em equilíbrio) Concentração de NaCl.75 x10-5 (HOAc) Se em vez de NaCl tivéssemos KNO3 ou NaClO4 p curvas similares p MESMAS CARGAS O efeito do eletrólito tem origem nas forças eletrostáticas de atração e repulsão que existem entrem os íons do eletrólito e os íons envolvidos no equilíbrio Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.0x10-14 (água) Kps=1.Quando NH3 é adicionado a uma solução contendo Zn :  [Zn H3 2 ] +2 Anotações e Observações: Zn +2 + NH 3 = ZnNH3 +2 K1 ! [Zn 2 ][ H 3 ] ! 2.

51Z A Q 1  0. Zc p carga dos íons Para soluções com Q e 0. só de Q Atividade e Coeficiente de Atividade a A = [A] f A aA p atividade de A [A] p concentração molar de A fA p coeficiente de atividade para A p admensional e varia com o Q Ka = a H3O+ aAaHA = [A-] [H3O+] x fH3O+ fA[HA] fHA Ka p numericamente constante em uma faixa grande de Q (constante de equilíbrio termodinâmica) Propriedades do coeficiente de atividade p f é uma medida de quanto a espécie influencia o equilíbrio no qual ela participa.com . Interpretação do comportamento da solução é difícil p Em soluções não muito concentradas: f p independe do TIPO do eletrólito f p depende apenas de Q p A um dado Q p f depende da carga da espécie p f para um dado íon descreve seu comportamento em todos os equilíbrios em que ele participa Equação de Debye-Huckel  log f A ! 2 0. Soluções diluídas p Q é mínimo p f =1 p aA =[A] A Q moderada (Q < 0... o efeito do eletrólito depende apenas de um parâmetro de concentração chamado FORÇA IÔNICA ( Q) Q =1/2 ([A]Za + [B]Zb 2 2 + [C]Zc .1) p f< 1 A altos Q (Q > 0. [B].51 e 0.EXEMPLO: BaSO4(s) = Ba+2 + SO4= Cl Cl +2 (+NaCl) Na + = Anotações e Observações: Diminuição da atração Na + Ba Cl - Cl - Na + SO4 Na + entre Ba+2 e SO4 = p AUMENTA A SOLUBILIDADE Ba=2 menos (+) OBSERVAÇÕES: 1.33E Q Q p força iônica da solução 0 EA p diâmetro efetivo do íon hidratado ( A) 0. [C] p concentração molar dos íons em solução Za..) 2 [A]. Zb..33 p constantes (para soluções aquosas a 25 0C) 24 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.1) p f pode ser maior que 1.1 p O efeito do eletrólito não depende do tipo dos íons. SO4 = menos (-) A magnitude do efeito de eletrólito depende da cargas dos íons que participam do s equilíbrio p EFEITOo CARGAo Em uma faixa de concentração considerável do eletrólito. 2.

ftalato Sr2+.675 0.964 0. 0 A 9 Coeficiente de atividade em Q 0.740 0.01 0.744 0.84 0.HSO3 .18 0. C5H5COONa . F. Zr .38 0.925 0. Fe . 2+ 22+ 222C2O4 22- 2+ 0. NH4 Mg .5 0. HPO4 Al . Cu .IO3 .40 0. Cd2+.665 0.86 0. ClO4-.80 0.75 0.660 0.50 0. BrO3.926 0.83 0. IO4-.964 0. Fe . 4+ 0.52 0.69 Ca . I .46 0. Cl . CrO4 .80 0.44 0.0 9 4 11 5 Th . OH. ClO3. Ce PO4 .36 0.907 0.01  íons com cargas múltiplas EXEMPLO: Use atividades para calcular a solubilidade do Ba(IO3 )2 numa solução 0. Mn . Sn Fe(CN)6 4-.872 0. OAc.929 0.749 0.40 0..964 0.35 0. Ce .1 0.755 0.Atividade e coeficientes de atividade para íons a 250 C Íon H3O+ Li+.37 0.870 0.048 0.902 3.033M de Mg(IO3)2 .965 0.928 0. Zn .46 0. Ni . H2AsO4 .44 0.898 0.20 Hg2 . Ba2+.738 0.742 0.54 0.095 0.255 0. Fe(CN) 6 4+ 4+ 334+ 3+ 3+ 3+ 3+ 3+ 2- 4. Ag .16 0.964 0.57 0. Cs .588 0.. Tl .001 0.05 0.76 0.10 0.899 0.24 0.57x10-9 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Sn . Be 2+ 2+ 2+ 2+ 2+ 2+ 2+ 2+ + + + + + + + - Anotações e Observações: EA.065 6 4-4.005 0.868 0.. S2O3 . SCN-.45 0.868 0.914 0.867 0.5 0.78 0. NO2 .924 0. Hg2+. S2Pb .5 8 6 5 4. Br .com 25 ..82 0. CN . SO3 .967 0. SO4 . CO3 .5 3 2. HCOO Rb . La . H2PO4 .31 0. MnO4K . NO3 . HCO3 .81 0.900 0. Cr .80 0..67 0. Kps = 1. HS-.76 0.48 0.933 0.725 0. 2+ 2Co .021 Omissão de f nos cálculos p Discrepâncias significativas quando:  Q u 0.

7x10-11 +2 3 -11 4[Mg ] = 1. H3 O+.00x10-14 Aproximação OK [H3O+] = 1.2 x10-4M [H3O+][OH-] = 1.= 2[Mg+2 ] = 2x1. + 2H2O = H3O + OH Anotações e Observações: (I) (II) Uma solução 0.6x10-4 = 3.] = [Ag+] + [Ag(NH3)2+] CNH3 = 0..+ H2O = CO3= + H3O+ HCO3 .vindo da água OH.010M pois HCO3 .+ H2O = H2 CO3.010 M [HCO3-] < 0. relativamente básicap[H3O+] <<[Mg+2] 2[Mg+2] } [OH-] (balanço de massa) VI ± Resolvendo [Mg+2][OH-] = 1.] = [H 3O+] + 2[Mg +2] OH. Al2(SO4)3 (não considerando a dissociação da água) [Na+] + 2[Mg+2] + 3[Al+3 ] = [Cl-] + [NO3-] + 2[SO4 =] 1.010 M NaHCO3 p sal p eletrólito forte NaHCO3 p Na+ + HCO3[Na+] = 0.2x10-4 = 3.00x10-14 III ± Balanço de massa [OH. OHEquações de balanço de massa Sistema: NH3 0.7x10-11 Kw = [H3O+] [OH-] = 1. CO3=.05 . Mg(NO3)2.CÁLCULOS DE EQUILÍBRIO PARA SISTEMAS COMPLEXOS Dois ou mais equilíbrios que operam simultaneamente Exemplo: Sistema preparado dissolvendo-se 1 mmol de NaHCO3 em 100 ml de água CNaHCO3 = 0.00x10-14 / 3.+ OHE ainda. Ag+ e Ag(NH3)2+ p AgBr [Br. [OH-] e [H3O+]) V ± Aproximações Kps (Mg(OH) 2)p relativamente alto p sol.vindo do Mg(OH)2 IV ± Balanço de carga + +2 [OH ] = [H 3O ] + 2[Mg ] 3 equações independentes e 3 incógnitas ([Mg+2]. HCO3. H2CO3.010M de NaHCO3 contém: Na+.7x10 +2 S = [Mg ] = 1.6x10-4 M OH.010 = [NH3 ] + [NH4+] + 2[Ag(NH3)2+] Equações de balanço de carga [ÂNIONS] = [CÁTIONS] O número de moles de carga fornecido por um íon é igual a carga do íon x sua concentração molar Sistema: Solução que contém NaCl.7x10-11 p [Mg+2](2[Mg+2])2 = 1.010 M saturado com AgBr Descrição dos equilíbrios: AgBr(s) = Ag + + BrAg+ + 2NH3 = Ag(NH3)2+ NH3 + H2O = NH 4+ + OHÚnica fonte de Br-.1x10-11 M 26 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com . Hidróxidos Metálicos Exemplo: Calcular a solubilidade molar do Mg(OH)2 em água I ± Equilíbrios Mg(OH)2 (s) = Mg+2 + 2OH+ 2H2O = H 3O + OH II ± Expressão das Constantes de Equilíbrio Kps = [Mg+2] [OH-]2 = 1.

a contribuição do OH vindo da dissociação da água é negligenciável É aplicável para compostos moderadamente solúveis.0x10 M de KI CuI(s) = Cu+ + IKps=1. Calcular a solubilidade do CuI numa solução 1.42x10-5 C 2 O4= + H3O+ HC2O4.9x10-4 CuI(s) + I. contendo um íon que tem Ka/Kb relativamente alto Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com 27 .] é alta e. não é necessário considerar a [H3 O+] nos cálculos. ou ambos.= CuI2O Efeito do pH na Solubilidade S de precipitados que contêm um ânion com propriedades básicas.+ H2O = H 2CO3 + OH[OH-] p desconhecida Desprezar pode levar a erros (-) principalmente quando: y Kps diminui (e portanto Sq) y A base conjugada torna-se mais forte Se é desprezado S = Kps1/2 Ppt p MA Aproximações que podem ser feitas: 1.00 Dados: Kps = 2.1x10-12 K2 =7. um cátion com propriedades ácidas. é dependente do pH Exemplo VI-02 ± Calcular a solubilidade molar do oxalato de cálcio numa solução que tem pH constante e igual a 4.1x10 .+ H3O+ Ka1 = 5. Em outras palavras. Assume-se que a [OH.3x10-9 CaC2 O4(s) = Ca+2 + C2O4= H2C2O4 + H2O = HC 2O4.36x10-2 Ka2 = 5.+ OHCO3= + H2O HCO3. A constante de formação K2 para a reação do CuI -4 -4 com I dando CuI2 é 7. portanto.+ H2O = pH Variável Saturando-se uma solução não tamponada com um sal pouco solúvel feito de um ânion básico ou de um cátion ácido p VARIAÇÃO DE pH Exemplo: Água pura saturada com BaCO3 (s) p BÁSICA BaCO3(s) = Ba+2 + CO3= = HCO 3.Anotações e Observações: Solubilidade de Ppts na Presença de Agentes Complexantes So na presença de reagentes que formam complexos com o ânion ou cátion do precipitado Exemplo: Al(OH)3 na presença de F Al(OH) 3 (s) - = Al +3 + + 6 F¬¬ AlF6 3-12 3OH- Exemplo VI-01 ± O Kps (CuI) = 1.9x10 .

13x10-4 (C) Kb2 = ([H2CO3 ] [OH-] / [HCO 3-] = 2.2.+ H2 O = + 2H2O = H3O + OH Kw = 1.25x10-8 Balanço de massa: (E) [Ba+2] = [CO 3=] + [HCO3.[AgCl2.] + - (4) (5) 3.13x10-4 H 2CO3 + OHKb2 = Kw/Ka1 = 2.com .1x10 BaCO3(s) = Ba + CO3 = CO3 + H2O = HCO 3 + OH Kb1 = Kw/Ka2 = 2.] .2[AgCl3 =] ¬¬ [Cl.9x10 -4 (6) (7) (8) 2.00x10-14 Equilíbrios: = -9 +2 (A) Kps = [Ba ] [CO3 ] = 5.0x10-5 1 Balanço de massa ( = Balanço de carga) [Cl. e que a 25 C estas concentrações são 10 M É aplicável para precipitados com S muito baixa. Assume-se quer a dissolução do precipitado não altera significativamente a [OH] e + 0 -7 [H3O ].1x10 = (B) Kb1 = ([HCO3 ] [OH ]) / [CO3 ] = 2.] AgCl(aq) (9) 28 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.] Equilíbrios: Kps = [Ag+][Cl-] = 1.] + [AgCl3.9x10 [AgCl(aq)] -4 Kd x Ks = Kps = [Ag ] [Cl ] + - Solubilidade do AgCl como uma função da concentração de ClAgCl (s) AgCl(aq) AgCl(s) AgCl2 - = = + + Cl Cl - AgCl (aq) Ag+ + Cl= = AgCl2 AgCl3 = (0) (1) (2) (3) Excesso de Cl- [Cl ] o p (O) e (1) para a esquerda (2) e (3) para a direita Consequência p S x [Cl.] = [Cl-] = K3 = [AgCl3 ] = [Cl ] [AgCl2 .] + [H2CO3] Balanço de carga: (F) 2[Ba+2 ] + [H3 O+] = 2[CO3=] + [HCO3-] + [OH-] O Efeito do Soluto Não Dissociado na Solubilidade CaSO4.82x10-10 Kd = [Ag ] [Cl ] = [AgCl(aq)] K2 = [AgCl2 . principalmente um ânion que tem Ka/Kb baixo - Anotações e Observações: Exemplo VI-03 ± Calcular a solubilidade molar do carbonato de bário em água Dados: = -9 +2 Kps = 5. Calcular a concentração de KCl para que a solubilidade seja mínima S = [AgCl(aq)] + [Ag+] + [AgCl2.25x10-8 HCO3.] = CKCl + [Ag+] . haletos de prata p agem como eletrólitos fracos e não se dissociam completamente em água Exemplo: Solução saturada de AgCl AgCl (s) = AgCl (aq) AgCl(aq) = Ag + (I) - + Cl (II) K(I) x [AgCl(s)] = Ks = [AgCl (aq)] ( a uma dada T a [AgCl(aq)] é constante) K(I) = [AgCl (aq)] [AgCl (s)] + - K(II) = Kd = [Ag ] [Cl ] = 3.]adicionado p mostra um mínimo EXEMPLO: Derivar uma equação que descreva o efeito da concentração analítica do KCl na solubilidade do AgCl em solução aquosa.

2[AgCl3 ] p OK ! Solubilidade Mínima: S = 4.0030)2 = 1.8x10-10 M + CKCl >> [Ag ] .] + K2 K3 [Cl-]2 Kd [Cl -] Ou S = Kps + Kps + K 2 CKCl + K2K3 CKCl 2 Kd CKCl CKCl onde S é mínima: dS/dCKCl = 0 = -(Kps/ CKCl2) + K2 + 2 K2 K3 CKCl Rearranjando: 2 K2 K3 CKCl3 + CKCl2 K2 .7x10-7 + 6.[AgCl2-] .9x10-4 = 4.0030 = 6.0030M } [Cl.9x10-7 M Log C C.] Checagem: [Ag+] = Kps / [Cl-] = 1.0x10-8 + 1.com 29 .1x10-8 M [AgCl2 -] = K2 [Cl.82x10 -10 / 3.0x10-5 x (0.2[AgCl3 =] << CKCl p Anotações e Observações: [Cl.1x10-8 + 6.0x10-8 M [AgCl3 =] = K2 K3 [Cl-]2 = 2.0x10-5 x 0.Aproximação: Kps pequeno p de (9) [Ag+] . (6).] = 2.Kps = 0 Por aproximações sucessivas: CKCl = 0. M y Em S Mínimo p AgCl(aq) é a espécie mais concentrada Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.[AgCl2 ] .] } CKCl (10) (11) (12) Encontrando a equação: Multiplicando-se (7) por (8): K2 x K3 = [AgCl3 =] / [Cl.7x10-7 Substituindo-se (12).8x10-10 = 5.82x10-10 / 0.0030 = 6. (11) em (4): S = Kps + Kps + K 2 [Cl.]2 = 2x10-5 Dividindo-se (5) pr (6): [AgCl(aq)] = Kps / Kd = 1.

Separação de Íons pelo Controle da Concentração do Reagente Precipitante íon A íon B Exemplo: Podemos separar quantitativamente Fe+3 e Mg+2, na forma de hidróxidos, de uma solução que é 0,1 M de cada íon? Kps (Fe(OH)3) = [Fe+3] [OH-]3 = 4x10-38 Kps (Mg(OH) 2) = [Mg+2] [OH- ]2 = 1,8x10-11 Kps do Fe(OH)3 << Kps do Mg(OH)2 p parece que Fe(OH)3 precipita 10 Precipita primeiro o composto menos solúvel

Anotações e Observações:

y

ETAPAS: 1. 2. Cálculo da [OH- ] necessária para precipitar quantitativamente o Fe+3 Cálculo da [OH- ] na qual o Mg(OH)2 começa a precipitar

Se (1) < (2) p Separação é possível
y

OBS: A precipitação é dita quantitativa se 1 parte em 10.000 do íon permanecer em solução, isto é, [Fe+3] << 1x10-5 (arbitrário) (1,00x10 ) [OH] = 4x10
-11 -5 3 -38 +3

(1)

[OH ] = 2x10 M
-5

-

-11

Assim, se [OH ] = 2x10 M, a [Fe ] = 1x10 M (2) O Mg(OH) 2 só irá se formar quando [Mg+2] [OH-] > Kps 0,10 [OH- ]2 = 1,8x10-11 [OH-] = 1,3x10-5 M (Concentração máxima tolerável) Quando [OH-] = 1,3x10-5 M p solução supersaturada com respeito ao Mg(OH)2 (inicia a precipitação) Conclusão [OH-] maior que 2x10-11 M p para precipitar quantitativamente o Fe+2 menor que 1,3x10-5 M p para não precipitar p Mg(OH)2 Separação de Sulfetos Controlando-se a [H3O+] p controla-se a [S=] p Precipitação seletiva H2S p ácido fraco usado como agente precipitante H2S + HS- + H 2O H 2O = = H 3O+ H 3O+ + + HSS= K1 = [H3O+][ HS- ] = 5,7x10-8 [H2 S]

K2 = [H3O+][ S=] = 5,7x10-15 [HS-] Nas separações com sulfeto p solução continuamente saturada com H2 S ([H2 S]}0,1M) K1 x K2 = [H3O+]2 [ S=] [HS-] = 6,8x10-23 0,1 M [S ] =
=

6,8x10 + [H3O ]

-24

Exemplo VI - 04 ± Encontrar as condições nas quais, teoricamente, Cd+2 e Tl+ podem ser separados quantitativamente com H2S a partir de uma solução 0,1M de cada íon Kps(CdS) = 2x10-28 Kps(Tl2 S) = 1x10-22

30

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06 ± TITULAÇÕES DE PRECITAÇÃO -Poucas reações de precipitração são suficientemente rápidas; -Poucos indicadores são satisfatórios. AgNO3 p Reagente mais importante (métodos argentométricos ) O ponto de equivalência de uma titulação é caracterizado por uma grande variação nas concentrações relativas do analito e reagente. A (aq ) + R (aq)

Anotações e Observações:

p

AR (s)

Kps ( AR ) = 1,00 x 10

-10

10 8

6 4 2 0 40

pA

p

Construção da Curva de Titulação p 3 tipos de cálculo, correspondendo a 3 estágios : 1. Antes do PE; 2. No PE; 3. Após o PE. Construção da curva de titulação para a reação de 50,00 ml de NaBr 0,0050 M com AgBr 0,0100 M. Ponto inicial: Solução: 0,0050 M em Br pBr = 2,30 0,0000 M em Ag + . Após a adição de 5,00 ml do reagente: A concentração de Br diminui por causa da diluição e precipitação + ( Br + Ag = AgBr ( s) ) CNaBr = CNaBr =

(nrdemolesinicial  nrdemolesquereagiu ) Volumetotaldasolução (50 x 0,0050 )  (5,0 x 0,0100 ) = 3,64 x 10-3 50  5

[ Br-] = [ Br -](não reagiu ) + [ Br -]AgBr ( solubilizado) [ Br-] = 3,64 x 10-3 M + [Ag +] A não ser que a CNaBr seja muito pequena : [Ag+] < < 3,64 x 10-3 [Br-] $ 3,64 x 10-3 pAg + pBr = Kps pBr = 2,44 pAg = 12,28 ± 2,44 = 9,84 [Ag+] = 1,4 x 10-10

¢  ©¨§ ¦

0

10

20

30

0,1000 M

50

60

¢
70

pA p

Curva de titulação

¤£

¥

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Ponto de Eqüivalência: Nem Ag+ , nem o analito estão em excesso. Kps = [ Ag+][Br -] [ Ag ] = 7,21 x 10
+ -7

Anotações e Observações:

[ Ag+] = [Br -] = pAg = pBr = 6,14

5,2 x10 13

Após adição de 25,1 ml do reagente: Há excesso de AgNO3 CAgNO3 CAgNO3
=

=

( nrdemolesadi cionados  nrdemolesque reagiu ) Volumetota ldasolução (25,10 x0,0100  50,00 x0,0050) = 1,33 x 10-5 50,00  25,10
+ [Br- ] } 1,33 x 10-5 pBr = 12,28 ± 4,88 = 7,40

[Ag+] = 1,33 x 10-5 pAg = 4,88

Fatores que Influenciam os Pontos Finais Um ponto final fácil de se localizar é observado quando pequenas adições do titulante causam grandes variações na função p. 1 ± Concentração do reagente 

C(reagente) ou C(analito) o pBr)

Aumenta a variação de pAg na reação de equilíbrio (idem para

Pontos finais fáceis de detectar e menor o erro titulométrico Efeito da concentração do titulante (Figura A)

pAg

C

10,0 8,0 6,0 4,0 2,0

B A

InA

pAg =7
pAg =5

AgIn

B C

0

10

20

30 Volume (AgNO 3), ml

A p 50,00 ml de NaBr 0,0500M com AgNO 3 0,1000 M B p 50,00 ml de NaBr 0,0050M com AgNO3 0,0100 M C p 50,00 ml de NaBr 0,0005M com AgNO 3 0,0010 M Reação mais completa 

Quanto mais completa a reação (sal menos solúvel ) região de eqüivalência

p

maior a variação do pAg na

32

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3 x10 17 = 1. ml Kps ( AgI ) = 8. Titulação de uma mistura de 50. com AgNO3 0.Efeito do Kps Anotações e Observações: pAg 14..8 x 10-10 Kps ( AgBrO3 ) = 5.com 33 .3 x 10-17 Kps ( AgCl ) = 1.2 x 10-13 Kps ( AgIO3 ) = 3.0 Br10.56 x 10-7 [I  ] = 4.82 x10 10 = 4.e 0.7 x 10-5 Curvas de Titulação para Misturas y Kps ( AgBr ) = 5.08 M Cl.1 M Estágio Inicial: Curva idêntica a do I Até que AgCl se forme p Cálculos idênticos aos já exemplificados. Quanto de AgI é formado antes que uma quantidade apreciável de AgCl se forme : Kps (AgI ) = [Ag ] [I ] Kps ( AgCl ) = [Ag+] [Cl-] Quando se adicionar Ag+ em quantidade suficiente para originar um ppt que contenha ambos os compostos : + - [Ag ] = + Kps ( AgI ) [I  ] = Kps ( AgCl ) [Cl  ] [I  ] [Cl  ] = Kps ( AgI ) Kps ( AgCl ) 8.0 Cl8.0 2.0 x 10-8 Misturas de analitos que formam ppts de diferentes solubilidades.00 ml de 0.0 4.56 x 10-7 [Cl  ] Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.0 12.05 M I.0 6.0 BrO3IO3- I- pAg =7 pAg =5 0 10 20 30 Volume (AgNO 3).

o AgCl não se forma e a curva é igual a do iodo sozinho.01) 50.0533 = 2.0533 = 3.47 Adição posterior de AgNO3: Diminui a [Cl.82 x10 10 0.82 x10 9 2. e a curva torna-se a do cloreto sozinho.50 x10 3 = 7.Assim podemos considerar que a formação de AgCl irá ocorrer apenas depois que 25.= 50 x 10-3 * 0.43 x 10-8 = 1. - [Ag ] = + 1. até 7.08 50  25 = 0. pA g I.41 x 10-9 pAg = 8. Nível em que o decréscimo rápido no pAg é interrompido bruscamente: Quando o Cl começa a pptar.56 x 10-7 x 0.0 Volume AgNO3 0.05)  (30 x0.] = mmol I[Cl.0 [Ag ] = + 1.= 75 x 10-3 * 2.82 x10 10 0.+ Cl- Br-+ Cl- 0 20.0533 M [I-] = 4.: Após adição de 30.].82 x 10-9 n° de moles que originais de I.05 = 2.] = vol. EX.0 34 40.3 x 10-5 % do ponto de equivalência do I.08  50 x0.10 M (ml) Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.0 60.0438 (50.16 x 10-9 M Indicadores Químicos para Titulações de Precipitação Reagem competitivamente com um dos reagentes da titulação.50 x 10-3 % I que não precipitou = - 1.0 x0.43 x 10-8 M n° de moles que restaram de I.00 ml do titulante tenha sido adicionado.0 ml AgNO3 (molesI   molesCl  )  (moles que reagiu ) CCl.0438 = 4.0  30.com .3 x 10 -5 % Portanto.= [Cl.total da solução mmol Clmoles que reagiram = 0.. Neste ponto: CCl Anotações e Observações: = [Cl ] = - 50.0  0.

2 m l p ( V = 1. Mudança perceptível da cor quando pAg 7 p 5 ( Figura B ) Titulação do IO3. Mudança perceptível da cor quando pAg 7 AgNO3 titulando Br .25.necessária para iniciar a precipitação nestas condições: 2 [CrO4  ] ! Kps [ Ag ]  2 ! 1.( Figura A ) AgNO3 0.1x10 12 (1. pois AgIn forma-se 1 ml antes do PE e se estende por 1 ml. Se In p pAg 4 a 6 p OK O Método de Mohr Formação de um segundo precipitado Cl.35 x10 ) 2- 5 2 ! 6 x10  3  Em princípio. Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.95 .e BrO3.p Kps suficientemente pequeno para prevenir a forma de   quantidades significativas de AgIn antes do PE.com 35 . nesta concentração de CrO4 .  Titulação do I.82 x10 10 ! 1.p Indicador já está na forma de AgIn.01 ml Titulação do Cl.: Analito A com reagente R I ndi cador I n A + R In + R = = AR ( s ) InR Kps K In Alt er aç ão na apar ênc ia da mis t ur a Anotações e Observações: I ndic ad or na f or m a I n I ndic ad or na f or m a I nR Quantidade de InR requerida para uma variação observável na aparência da mistura deve ser pequena (minimiza o consumo de R ) KIn ! [ InR ] [ In][ R ]   [ InR ] ! KIn x [ R ] [ In] Deve variar 1 a 2 ordens de magnitude para que a variação de cor seja detectada pelo olho humano (1 ou 2 em pR ) EX. ( V < 0.(Ag2CrO4 p Vermelho tijolo ) S (Ag2CrO4 ) >> S (AgCl ) ou S (AgBr )   Ajustando-se a [CrO42-] a formação de Ag2 CrO4 pode ser retardada até que [Ag+] na solução alcance a concentração do ponto de equivalência: [ g  ] ! [Cl  ] ! Kps [ Ag  ] ! 1. a cor vermelho tijolo aparece com o 1° + excesso de Ag acima da concentração de equivalência.1 ml ) p erro titulométrico mínimo p ( V < 0.05 ml ( ( V = 0.1000 M p 5 p 0.p Este indicador não é satisfatório. Variação de pAg no PE muito pequena p Não há indicador adequado. 0100 M 0.e Br. 0010 M não é pos s í v el 24.e BrIndicador p CrO42.EX.: Indicador In1. 31 m l l oc al iz aç ão ex at a do pont o f inal 2.35 x10 5  A quantidade de CrO42.

pois o CrO4 2. Indicadores de Adsorção Introduzidos por Fajans.1 x 10 M 2-3 Além disso.: Método de Mohr não é usado para I. 36 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.= AgSCN(s) + Cl- 2-   Ocorre de maneira signifcativa perto do ponto final da retrotulação p erro (-) Solução p Filtrar o AgCl antes da retrotulação. Causam um erro + Solução 1. com caráter de ácidos ou bases fracas.oxida o I. 2. Ag + + SCN= AgSCN (s)  Indicador: Fe+³ p forma complexo vermelho com SCNFe+³ + SCN.: AgCl é mais solúvel que AgSCN AgCl(s) + SCN. Desloca-se para a direita Ag2Cr2O7 é mais solúvel que Ag2CrO4 p Maior consumo de Ag+ Se o meio é fortemente alcalino: 2 Ag + OH = 2AgOH( s ) = Ag 2O ( s) + H2O pH ideal p 7 a 10 OBS.= FeSCN+² Kf = 1. Padronizar AgNO3 com NaCl puro Acidez do Meio: 2+ 22 CrO4 + 2H = Cr2O7 + H2 O [ H+] p Padrão o . Branco do Indicador p CaCO3 suspenso com a mesma quantidade de In de cor. arsenato não interferem (no pH neutro estes + íons formam sais pouco solúveis com Ag ) OBS. Método de Volhard Formação de um complexo colorido + -  Excesso medido de AgNO3 é adicionado à solução de interesse.4 x 102   pH ácido p evita a precipitação do Fe(OH)3 Vantagem do ácido p CO3 .Eq. oxalato.a I2. A mudança de coloração se deve à adsorção ou dessorção do corante como consequência de uma modificação da dupla camada elétrica em torno das partículas do ppt na passagem do ponto de equivalência. O AgNO3 em excesso é titulado com solução padrão de SCN-.5 x 10 Nesta concentração a precipitação do Ag2 CrO4 começa quando + -5 [Ag ] = 2.com .Anotações e Observações: Na prática p [CrO4 ] $ 2. uma quantidade finita de AgNO3 tem que ser adicionada para que se forme uma quantidade detectável de Ag2CrO4. São corantes orgânicos.

O corante deve ser fortemente adsorvido na camada de íons contrários pelos íons primariamente adsorvidos.com 37 . 3. são poucas as reações onde o ppt coloidal forma-se rapidamente.: Anotações e Observações: Propriedades do ppt e do indicador: 1. 2. O pH da solução deve ser tal que a forma iônica do indicador predomine. O ppt deve adsorver fortemente seus próprios íons (características de ppts coloidais ). Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Titulações com indicadores de adsorção são:      Rápidas Reprodutíveis Confiáveis Porém.EX. ppt coloidal p maximizar a adsorção. 4. Evitar altas concentrações de eletrólitos (ppt não deve coagular ).

1 Se [In ] / [HIn] u 10 Entre este dois valores entre as 2 cores cor ácida: [H3O+] [In-] [HIn] [H3O+] = 10 ka cor básica : [H3 O+] = ka /10 Faixa de pH do indicador: . Conc.B: básico In + H2O = InH+ + OH- 38  a pka Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.CURVAS DE TITULAÇÃO PARA SISTEMAS ÁCIDO / BASE SIMPLES Sols. Padrão Ácidos: HCl HClO H2SO4 Sols.com .log 10Ka -1 + pKa Ex: a . quentes INDICADORES Ácidos/bases fracas orgânicas.] [HIn] [ In -] [HIn] = Ka [H 3 O+] indicador exibe sua cor ácida indicador exibe muita cor básica cor intermediária = [H 3O+] x1 10 olho humano não consegue destinguir = Ka = = H 3O+ + Anotações e Observações: Ácidos ou base fortes (reagem mais completamente) Bases: NaOH KOH Ba(OH)2 perigoso e agente Oxidante + Incor básica OH - InH + cor ácida Kb = [InH +] [OH-] [In] Se [In. A: tipo ácidoHIn + H2O = H3O+ + In.] / [HIn] e 0.07 . HIn + H 2 O cor ácida In + H 2O cor básica Ha = [H3O+] [In.log Ka 10 1 + pKa 1 Ka 1x10 -5 pKa = 5 Uma mudança completa da cor se dá quando o pH da solução varia de 4 a 6.

meio alcalino diversas cores Pouco solúveis em H2O e bastante solúveis em etanol 1 ± Ftaleínas Anotações e Observações: + H2O +H + Incolor Fenolftaleína Incolor +H+ Vermelha 2 ± Sulfoftaleínas Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com 39 .INDICADORES A/B ± ESTRUTURAS meio moderadamente ácido INCOL.

05 = 1.12 Fenolftaleína Azul de Bromotimol Alaranjado de metila Vol NaOH (ml) A B C NaOH 1.0500 M com NaOH 0.30 Ponto inicial : [ H30+] = 5.100M NaOH 0.00 pH = 1.10 ml NaOH: [OH-] = 25.00 x 10-2 Adição de 10.com .33 x 10-4 M 75.00 x 10 -7 pH = 7.00 Adição de 25.1000M pH=1.05 ± 10.3 ± Azocompostos Anotações e Observações: TITULAÇÃO DE ÁCIDO FORTE COM BASE FORTE Titulação: 50.60 Ponto de equivalência: [H3O+] = [OH-] = w= 1.00 ml HCl 0.00 x 0.0100M 100 ml HCl 40 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.00 x 0.00 ml NaOH: + -2 [ H30 ] = 5.00 x 0.10 POH= 3.10 = 2.88 pH = 10.50 x 10 60.10 ± 50.10 x 0.00M NaOH 0.

básico ou neutro p [H3O+] = Ka [HA] [A.+ H2O = OH .+ HA Este sistema pode ser ácido.] [HA] Kb = [OH.  A 3) Base conjugada do ácido fraco apenas (A-) NaOH (*) No ponto de equivalência 4) Mistura da base conjugada do ácido fraco (A ) e base forte (NaOH) NaOH - Após o ponto de equivalência (*)Já foi visto (2) pH de Sistemas Contendo Pares Ácido/Base conjugada I HA + H2O = H 3 O+ + AKa = [ H3O+] [ A. Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.] II A.] Ex: NH3 + H2O NH4 + H2O + = = NH 4+ + OHNH 3 + H3O + Kb = [ NH4+] [ OH-] = 1.E.1) Ácido fraco apenas Titulações de Ácidos / Bases Fracas (*) Anotações e Observações: Início 2) Mistura do ácido fraco (HA) e sua base conjugada (A.] [HA] [A. o 1o equilíbrio predomina p solução Básica Mas se [NH4 +] / [NH3] > 200 p Solução Ácida.) NaOH HA  NaOH p NaA  H 2 O NaA p Na Antes do P.76 x 10-5 [NH3] Ka = [ NH3] [ H3O ] = 5.com 41 .68 x 10 [NH4+] + -10 y y Kb >> Ka p em princípio.

400M em ácido formico e 1. mas o ácido a ser titulado é o HOCl Ka(HOCl) = 3.77 x 10 ) pH de Base Conjugada/ Base Forte ou Ácido Conjugado / Ácido Forte (4) I .] [HA] = CHA .[ OH.05 M em NaOAc Calcule o pH desta solução Ka (HOAc) = 1.10ml após o ponto de equivalência na titulação do ácido acético com NaOH.75 x 10-5 M -8 Exemplo III ± Idem ao anterior.0 x 10-4 M em NaOH e 0.00M em formiato de sódio? (Ka = 1. a solução estava: 1.[H3O+] + [OH -] Aproximação: [A-] = CNaA [HA] = CHA Ka = [H3O+] CNaA CHA = = H3O+ HA + A+ OH- y Falha se : Ka ou Kb > 10-3 .+ H2O HA + OH I II III -4 [OH.Anotações e Observações: Ex: Sistema contendo HA e NaA HA + H2O A+ H2O [A-] = CNaA + [H3 O+] .com .] = CNaOH + [HA] Aproximação: excesso de NaOH reprime III [OH-] = CNaOH II. Ácido fraco / base conjugada O EFEITO DA DILUIÇÃO HA + H2O = H3O+ + AA - qtds altas e § iguais + H2O = HA + OH [A ] = CNaA + [H3O+] ± [OH-] § CNaA [HA] = CHA + [OH-] ± [H3O] § CHA [H3O+] = Ka CHA CNaA 42 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. CNaA e/ ou CHA pequena [H3O+] = CHA x Ka CNaA [H3O+] Não varia com a diluição p TAMPÃO Exemplo I ± Qual o pH de uma solução que é 0.0 x 10 M SOLUÇÕES TAMPÃO Resiste à variações de pH quando é diluída ou quando pequenas porções de ácido ou base são adicionados.NH4Cl HCl + NH 4 + + ClH + + Cl+ I II III NH4 + H2 O = NH3 + H3O [H3O+] = CHCl + [NH3] Aproximação: [H3O+] = CHCl Exemplo II ± A 0.NaA Na+ + ANaOH Na + + OHA.

Usar ³receitas´ dos Handbooks.200M em NH3 e 0.Calcule o pH do tampão: Ácido fórmico 0.] Para que o tampão tenha uma CT razoável: pKa = pH 1 PREPARAÇÃO DE TAMPÕES Na prática. CT é o número de equivalentes de um ácido/ base forte que causa uma mudança de uma unidade no pH em 1. .000 (Ka = 1.76 x 10-5) CAPACIDADE TAMPONANTE Está relacionada com a concentração total das espécies tamponantes. VIII ± 01) Após uma diluição de um fator de: (a) 50 (b) 10. como também com a razão destas concentrações.0500M de HCl a uma solução tampão (400ml) que é 0. formiato de sódio 1. M ADIÇÃO DE ÁCIDOS E BASES Exemplo V .77 x 10-4) A HCl.00 M (Ex.pH permanece cte até que as concentrações das espécies sejam tão pequenas que a aproximação [A ] = CNaA e [HA] = C HA sejam inválidas Exemplo IV .Faz-se solução de pH aproximado.00 x 10-4 C HA + NaA (tampão) pH 10-1 10-3 10-5 Anotações e Observações: Concentração dos reagentes.com 43 .00 L de tampão.Calcular a variação de pH que ocorre quando são adicionados 100ml de uma solução (a) 0.Ajusta-se ao pH desejado adicionando-se ácido / base conj.(não tamponado) B HA (não tamponado) K(HA) = 1. Simplificações usadas nos cálculos.0500M de NaOH (b) 0. II  I Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.300M em NH4Cl. .400 M . (Kb: 1. CT máxima quando [HA] = 1 pH = pHa [A. alto . pH do tampão { pH calculado teoricamente. Razões:    Preparação: Incertezas nos K¶s.

10 ± 1. pH varia pouco Próximo ao PE adição de base não altera muito [A-] (que é alta).6 x 10-4 ± 1.10M (b) HOAc 0.32 x 10-3 -3 CHOAc = (50 x 0.4.096 = .096 ± 0.0ml de (a) HCl 0.10M a) [H 3O+]i = 0.Construa a curva de titulação para 50.1 ± 1 x 0.10M [H3O+] = 0.0 ml de ácido acético NaOH 0.32 x 10 Depois do decréscimo rápido no pH região tamponada com adição de base forte.0 x 0.96 x 10 [H3O+]a = 1. No PE Após PE pH > 7 (base conjugada se dissocia) Curva comandada pelo excesso de base forte ( = ácido forte) Exemplo VI .1000H Ácidos fracos (HA) x Ácidos fortes   pH inicial (HA) é maior (dissociação incompleta) Com as 1as adições de reagente: Variação de pH (HA) é maior Ka = [H3O+] [A-] [HA] [H3O+] = Ka [HA] diminui pouco [A-] aumenta EX: Calcular a variação percentual na [H3O+] quando 1.com .96 x 10-3 [H3O+] = 8.096 = 8.CURVAS DE TITULAÇÃO PARA ÁCIDOS FRACOS Anotações e Observações: pH Ácido forte Ácido fraco (Ka = 10-6) V (ml) NaOH 0.0% KaCHOAc = 1.10 x 100 0.32 x 10-3 x 100 = -35% -3 1.10) /51 = 1.75 x 10-5 x 0.0ml de NaOH 0.6 x 10-4 1. 44 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.1M é adicionado a 50.096 CNaOAc = (1.1000M.10) / 51=0. mas altera bastante a [HA ] (que é baixa) maior variação do pH.10 b) [H 3O+]i = [H 3O+]a = (50 x 0.0 x 0.10) /51 = 0.

com 45 .OBS: Conc.T é máxima Anotações e Observações: Erros de Titulação com Indicadores Ácido/Base 1. analítica do ácido = Conc. Erro determinado p Quando o pH onde o indicador muda de cor { pH de equivalência. Erro indeterminado p habilidade do analista em detectar a ³virada´ do indicador Variáveis que afetam o comportamento dos indicadores: Intervalo de pH de ³virada´ depende: T. Q Presença de solventes orgânicos Presença de partículas coloidais y Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. 2. analítica da base conjugada quando metade do ácido foi neutralizado ( no exemplo anterior V = 25.] [HOAc] C.0 ml) Ka = [H3 O+] [ OAc.

ácido perclórico Mais comum.com .) + H2O (1:1) Destila-se Anotações e Observações: ¼ Final do Destilado Composição constante (ácido clorídrico de ponto de ebulição cte) p composição depende da P atmosférica Dilui-se uma quantidade pesada deste ácido para balão volumétrico I. estáveis.3-) Com tetraborato de sódio decahidratado 46   O _ _ + + 3 H2O + 2 H3O 4 H3 O 3 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. H 2C O3 C O2 (g) + H 2O I.3 2º pH = 3.2.APLICAÇÕES DE TITULAÇÕES DE NEUTRALIZAÇÃO I ± Preparação de Soluções Padrões Ácidas HCl.08 .8 HCO3 + H3O+ Maior variação do pH no PE Levar a solução à ebulição ponto final mais evidente.1-) Com carbonato de sódio (padrão primário) Dois pontos de equivalência CO _ _ + H3O+ 3 _ HCO3 H 2CO3 _ 1º pH = 8. H 2SO4 . I-1 ± A partir de HCl de ponto de ebulição constante HCl(conc.2.2 ± Por padronização Reagente comercial diluição padronização com base I.2-) Com Tris-(hidroximetil) amino-metano (TRIS ou THAM) (HOCH2)3CNH2 I-2.

com 47 ! ! + C O (g) + Ba + OH  + CO3 + H3O HCO3 + H O    H 2O (I) !   (II) _ Ba CO3 (s) + H O .usar frascos de polietileno (entretanto estes são permeáveis ao CO2 ) Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. 50% NaOH p Na2CO3 precipita p filtra p dilui Observações: 1) Usar H2O livre de CO2 (leva-se a ebulição a água destilada) Absorvente de CO2 (ascarile II) Conservação de solução padrão alcalina 2) NaOH e KOH p atacam o vidro dissolvendo a sílica (formação de silicatos solúveis) Ba(OH) 2 p silicato de bário insolúvel . B) Se a base irá titular um ácido. usando um indicador básico (fenolftaleína) A concentração efetiva da base é diminuída p erro determinado (erro de carbonato) OBS. NaOH KOH Ba(OH) 2 Não são padrões primários.: Com Ba(OH) 2 : Erro determinado. usando um indicador ácido + C O3 + 2 H 3O H 2C O3 + 2 H 2O A quantidade de H3 O+ consumido em (II) é igual a quantidade de OH. independentemente do indicador. A) Se a base irá titular um ácido. Anotações e Observações: Erro de Carbonato 1) Efeito da absorção de CO2 atmosférico: CO2 (g) 2 OH CO3 Há consumo de OH. Mas.II ± Preparação de Soluções Padrões Alcalinas.. 2) Presença de CO3-2 nos reagentes sólidos usados para preparar a solução de base.consumido em (I) p Não há erro.usar vidro à base de borossilicato (mais resistente) . SOLUÇÕES DE HIDRÓXIDOS LIVRES DE CO 3-2 1) Ba(OH)2 BaCO3 insolúvel p filtra 2) NaOH Na2 CO3 é pouco solúvel em solução fortemente alcalina. Requerem padronização.

+ H3O+ p H2CO3 + H2O (bromocresol) OH.p NH3 p Kjeldahl base forte liga de devarda (50% Cu. proteínas. adiciona-se base forte em excesso c NH4HSO4 OH _ _ _ Anotações e Observações: c NH3 + c SO4 1.+ H3O+ p 2 H2O (fenolftaleína) CO3 + H3O p HCO3 + H2O (fenolftaleína) CO3-2 + 2 H3O+ p H2CO3 + H2O (bromocresol) HCO3. 45% Al. dilui-se.+ H2 O (fenolftaleína) CO3-2 + 2 H3O+ p H2CO3 + H2O (bromocresol) CO3-2 + H3O+ p HCO3. 5% Zn) 2 .bicarbonato todo: HCO3 .consumo de todo o OH-: OH.com .4) Retrotitulação do excesso de ácido com base padrão d HCl + d NaOH p ½ d H2O + d NaCl Observações: 1) Sais de Amônio NH4+ + base forte p NH3 p Kjeldahl 2) NO3 e NO2. OHSó podem existir DUAS destas espécies p reação elimina a 3ª -2 OH + HCO3  CO3 + H2O Excesso de: OH.+ H2O y 2º PE (virada do verde de bromocresol): .3) NH3 é destilada e coletada em solução ácida padrão c NH3 + (c + d)HCl p c NH4Cl + d HCl 1.metade do CO3-2: CO3-2 + H3 O+ p HCO3. fertilizantes KJELDAHL: 1.p HCO3-.HCO3-.+ H2O (fenolftaleína) CO3-2 + 2 H3O+ p H2CO3 + H2O (bromocresol) HCO3.2) Resfria-se.+ H3O+ p 2 H2O (fenolftaleína) CO3-2 + H3O+ p HCO3. ( a CO2 + ½ b H2O + cNH4HSO4 catalisador 1. HCO3 OH. CO3-2. CO3-2 -2 Nenhum p CO3 Duas titulações: indicador alcalino (fenolftaleína) indicador ácido (verde de bromocresol) y 1º PE (virada da fenolftaleína): . CO3-2 CO3-2 .+ H3O+ p H2CO3 + H2O -2 .p OH-.1) Decomposição do N ligado em NH4+ Ca HbNc H2SO4.Padronização (muitos padrões primários ácidos): 1) Ftalato ácido de potássio (hidrogeno ftalato de potássio) KHC8H4O4 2) Ácido benzóico 3) Hidrogenodiiodato de potássio KH(IO3 )2 APLICAÇÕES 1 ± NITROGÊNIO aminoácidos.+ H3O+ p 2 H2O .+ H3 O+ p H2CO3 + H2O (bromocresol) -2 + - VF = VVB 2VF = VVB VF = 0. VVB > 0 2VF > VVB 2VF < VVB (V) 48 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. CO3-2 HCO3.carbonato: CO3 + 2 H3 O+ p H2CO3 + 2 H2O (I) (II) (III) (IV) (V) (I) (II) (III) (IV) Constituintes OHCO3-2 HCO3OH-.

VPH = 22.42 10 C Na2CO3 = 2. 3. Ponto final obtido após ebulição para remover CO2.1 VVB = 48.1 0.63 ± 2.21 -3 10 = oles CO 3 Da fenolftaleína para o verde de bro ocresol: (48.42 / 50 = 0.1) = 26.4 .21 = 0.3 .0084 M. Titular o excesso de base com ácido padrão (fenolftaleína).com 49 . Otimização do método: BaCO3 p insolúvel em soluções neutras ou básicas.Grupos hidroxilas 1-) Est rificaçã c m anidrid s .4 ± 22.3 Titula-se o H3O+ do HCO3. sozinhos ou em combinações permissíveis. Titular o OH. r fl 1 2 _ ( CH 3CO)2O + RO H ( anidrid ac tic l m c n cid ) C H 3 COOR + C H COO H 3 # $&& # # # " R 1C OO Na + HOR2 & & & ' $ & & $ & $ %$ $ Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.4 VVB > 2 VPH p Na2CO3 e NaHCO3 Anotações e Observações: Equivalência da fenolftaleína -2 + CO 3 + H3 O n (CO 3 ) 22.em CO3-2 adicionando excesso de base padrão.63 10 -3 n(NaHCO3) = 2. A titulação de 50.2 . CO3-2 / OHTitulação até "virada" do indicador ácido (verde de bromocresol). Aminas aromáticas p Kc } 10-10 p muito fracas para serem tituladas em meio aquoso p usar ácido acético anidro como solvente p aumenta a basicidade.com fenolftaleína.Grupos amino aminas alifáticas p Kb } 10-5 p titulação com ácido forte.GRUPOS FUNCIONAIS ORGÂNICOS 3.EXEMPLO I .00 mL requer 48. Adicionar BaCl2 em excesso.vindo do CO3-2 -3 -3 n(NaHCO3) + n(Na2CO3) = 26.00 mL requer 22.1 . HCO3.3 0. 3./ CO3-2 Titular ambos até a "virada" do verde de bromocresol (levar à ebulição).1 -3 10 HCO 3 2. Numa 2ª alíquota p converter o HCO3.1 mL de HCl até o ponto final da fenolftaleína. -2 Adicionar excesso de BaCl2 a uma 2ª alíquota para precipitar o CO3 .1 10 = 2. Uma segunda alíquota de 50.21 / 50 = 0. Deduza a composição e calcule a concentração molar das espécies na solução original.Ácidos carboxílicos e sulfônicos XCOOH p (Ka p 10-4 a 10-6) p titular (fenoftaleína) Quando não solúvel em água p dissolver em álcool p titular com base aquosa. Na2CO3 e NaOH. 3. 3 .Uma solução contém NaHCO3.Grupamentos ésteres saponificação: + NaOH 1C OO 2 c ss d bas tit lad c m ácid f rt .0442 M C NaHCO3 = 0. Ácidos sulfônicos p fortes e solúveis em H2O.4 mL de HCl quando titulada com verde de bromocresol.

coeficiente de expansão > água p mais propício a erros de medida de volume. 4-) Fazer branco para determinar a quantidade inicial de anidrido. . 3) Constante dielétrica do solvente. 4) Características ácidas / básicas do solvente. O EFEITO DA CONSTANTE DE AUTOPROTÓLISE Lembrando.]) (x [OH. B + HClO4 em ácido acético anidro: HClO4 + CH 3COOH + B + CH 3COOH2 50 ) ( + CH3 C OOH 2 + CH3 C OO C 2 H5 OH + C2H O 5 + NH 2C H2C H2 NH + NH C H C H NH 2 3 2 2 2 + Kb + ] [OH. fenóis.Anotações e Observações: 2-) Hidrólise do excesso de anidrido (CH3CO2)2O + H2O 2 CH3COOH 3-) O ácido acético é titulado com KOH (alcoólico).Ácidos / bases muito fracos (K < 10-8) Ex: aminas aromáticas. em água: B + H3 O+ BH+ + H2O K= [BH+ ] [B] [H3 O+ ] (x [OH.5 ± Grupos carbonilas R1 C R2 O + NH2OH HCl Hidrocloreto de idro ilamina R1 C R2 NOH + HCl + H O 2 Titula-se HCl com base forte (Lenta p ½ h a 1 h.] [BH K= [B] [H 3O+ ] [OH ] Kw + CH 3COOH 2 + ClO4 Próton solvatado (equivalente ao H3O ) + + BH + CH3 COOH Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.]) Kb K= Kw K depende de KW . Solventes p autoionizam ± se 2 C H3 C OOH 2 C 2 H5 OH 2 NH 2C H C H NH 2 2 2 K depende: 1) Força do analito como ácido ou base.) Titulações de Neutralização em Meio Não Aquoso . 2) Constante de autoionização do solvente.voláteis e tóxicos .Ácidos / bases de alto PM p insolúveis em água.solventes caros . 3.com . Desvantagens: .

Kb¶ (ác.: HClO4 em H2O p ácido forte em t-butil álcool p Ka = 1. Ex: Anilina p em ácido acético p base forte p o solvente tem mais facilidade de fornecer prótons que a água. = 6. Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.] BH + + CH3 COO [BH+ ] Anotações e Observações: [B] Reação de neutralização: competição por prótons entre o solvente e a base.com 51 . DH2O = 78.: Efeito de D quando não há necessidade de separação é mínimo. Nestes solventes as características básicas do soluto aão aumentadas e as ácidas atenuadas. EFEITO DAS CARACTERÍSTICAS ÁCIDAS E BÁSICAS DO SOLVENTE Ácido acético Ácido fórmico H2SO4 Solventes ácidos melhores doadores de prótons que aceptores. Acét. ESCOLHA DO SOLVENTE: 1) Ks pequeno 2) Base fraca p solvente ácido Ácido fraco p solvente básico 3) D alto.K'b K= = + [B] [CH3 COOH2 ] Ks K¶b = constante de dissociação da base em ácido acético Ks = constante de autoionização do ácido acético B + CH3 COOH Kb' = [BH+ ] [CH3 COO. ACÉT.) > Kb (água) Etilenodiamina p solvente básico EFEITO DA CONSTANTE DIELÉTRICA DO SOLVENTE A constante dielétrica de um solvente é uma medida da capacidade do solvente de separar partículas de cargas opostas.5 p alta p pouco ³trabalho´ para separar DMETANOL = 33 DÁC.5) OBS.2 Ex.1 x 10-4 (D = 12.

.com .09 ± TITULAÇÕES COMPLEXOMÉTRICAS Determinação de Íons Metálicos Íons complexos p Íon metálico + espécie doadora de par de elétrons (ligante) Ex: Anotações e Observações: Cu(NH ) 2+ 34 Cu ( NH 2CH 2C OO) 2 2- Cu Cl 4 Classe importante de compostos de coordenação: Quelatos p Íon metálico coordena-se com dois ou mais grupos doadores de UM ÚNICO LIGANTE formando anéis heterocíclicos de 5 ou 6 membros. Cu 2+ NH2 O O C O H 2C N H2 Cu + 2H C H C OH O C O N CH 2 H2 + 2 H+ Ligante bidentado Vantagens dos ligantes multidentados: Normalmente reagem mais completamente com o cátion (melhores pontos finais). Ex 1: M (NC=4) + D  MD Ligante tetradentado Kf = [MD] / [M][D] Ex 2: M (NC=4) + 2B  MB2 Ligante bidentado Etapas: M + B  MB MB + B  MB2 K1 = [MB] / [M][B] K2 = [MB2] / [MB][B] 2 F2 = K1 K2 = {[MB] / [M][B]} X {[MB2] / [MB][B]} = [MB 2] / [M][B] Curvas para titulações complexométricas Volume de reagente adicionado A p formação de MD ( uma única etapa) B p formação de MB2 K1 = 1012 K2 = 108 8 6 4 C p formação de MA4 K1 = 10 K2 = 10 K3 = 10 K4 = 10 2 52 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.Geralmente reagem com o íon metálico numa única etapa.

bastante estáveis.92 x 10-7 K4 = 5.02 x 10-2 K2 = 2.EDTA Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. na maioria.50 x 10-11 Hexadentado O EDTA O C CH 2 CH2 N Co O C C H2 O O C O N CH 2 C H2 Reage 1:1 não importando a carga do cátion Ag+ + Y-4  AgY-3 +3 -4 Al + Y  AlY Forma complexos com todos os cátions.Titulações com Ácidos Aminopolicarboxílicos NTA ± Ácido Nitrilotriacético HOOC CH 2 CH2 COOH N CH2 COOH EDTA ± Ácido Etilenodiaminotetracético Anotações e Observações: HOOC HO O C CH 2 N CH 2 CH2 CH2 CH2 N CH2 K1 = 1. isolado do solvente) Mn+ + Y-4  MY(4-n)Kf = [M Y(4-n)-] / [Mn+][ Y-4] O C O CH2 Complexo octaédrico Co .com 53 . estes complexos são.14 x 10 -3 C OOH COOH H4Y + H2 O  H3O+ + H3YH3Y + H2O  H3O + H2Y + -2 H2Y-2 + H2O  H3O+ + HY-3 HY-3 + H2O  H3O+ + Y-4 6 sítios 4 grupos ácidos 2 grupos amino K3 = 6. devido aos diversos sítios complexantes (o cátion fica numa espécie de ³gaiola´.

Anotações e Observações: Espécie ativa p Y -4 [Y ] depende do pH -4 Consequência p A formação dos quelonatos é afetada pelo pH.: em pH = 4 a espécie predominante é H2Y-2 Cu+2 + H2Y2 p CuY-2 + 2H+ Cálculos de Equilíbrio com EDTA Curvas p ordenada: pM p (indicadores respondem a variações da [M+n]) No início: CM+n = [M+n] No ponto de equivalência e depois dele: M+n + Y-4  MY(n-4)KMY = [MY(n-4) ] / [M+n][Y-4] [Y-4] p depende do pH. (Competição entre Mn+ e o H+ pelo EDTA) Ex. -4 E4 = [Y ] / CT CT = [Y-4] + [HY-3] + [H2Y-2] + [H3 Y.] + [H4Y] Constantes de formação condicionais p constantes que dependem do pH e aplicam-se a um só pH.com . [Y ] = E4 x CT KMY = [MY(n-4) ] / [M+n] E4 CT KMY¶ = E4 x KMY = [MY(n-4) ] / [M+n] CT Constante de formação condicional (descreve as relações de equilíbrio apenas onde o pH para o qual E4 é aplicável) + 4 + 3 + 2 + E4 = [K1 K2 K3K4] / {[H ] + K1[H ] + K1 K2 [H ] + K1 K2 K3[H ] + K1K2 K3 K4} E0 = [H+]4 / D + -4 E1 = K1[H+]3 / D E2 = K1 K2[H+]2 / D E3 = K1 K2 K3[H ] / D E4 = [ K1 K2 K3 K4 ] / D pH: 3 a 6 p H2Y-2 predomina E4 para EDTA a diversos pH: pH > 10 p Y-4 predomina 54 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. mas as titulações com EDTA são tamponadas a um determinado pH.

a pH altos p metais pesados formam hidróxidos ou sais básicos pouco solúveis.0100 M numa solução tamponada a um pH Constante igual a 10. EFEITO DA PRESENÇA DE OUTOS AGEN TES COMPLEXANTES A ação complexante do EDTA é máxima em solução fortemente alcalina (onde Y-4 predomina).: Titulação do Zn+2 com EDTA na presença de NH3 e NH4 Cl. EXEMPLO II . +n EM = [M ] / CM CM p Soma das concentrações das espécies que contém o íon metálico fora aquela combinada com EDTA. CM = [Zn+2] + [Zn(NH3 )+2] + [Zn(NH3)2+2 ] + [Zn(NH3)3+2] + [Zn(NH3)4+2] Zn+2 + NH3  Zn(NH3)+2 K1 = [Zn(NH3)+2 ] / ([Zn+2][NH3]) [Zn(NH3)+2 ] = K1 [Zn+2][NH3] [Zn(NH3)2 ] = K1 K2 [Zn ][NH3] +2 +2 2 [Zn(NH3)3+2 ] = K1 K2 K3 [Zn+2 ][NH3]3 [Zn(NH3)4+2 ] = K1 K2 K3 K4 [Zn+2 ][NH3]4 CM=[Zn+2] (1 + K1[NH3] + K1K2[NH3]2 + K1 K2K3[NH3]3 + K1 K2 K3K4 [NH3]4) Como EM = [Zn+2] / CM EM = 1 / (1 + K1 [NH3] + K1K2[NH3] + K1K2 K3[NH3 ] + K1K2 K3 K4[NH3 ] ) 2 3 4 Constante Condicional para o equilíbrio Zn+2 e EDTA num tampão NH3.176 M em NH4 Cl de forma a tornar o pH = 9.20. Zn(NH3)4 .0050 M. isto implica que a +n reação M com EDTA é menos completa. -4 Adiciona-se um agente complexante auxiliar p (o complexo (M+n .00 ml de Zn2+ 0.0. Zn(NH3)2 .Deduza a curva para Ca versus o volume de EDTA para a titulação de 50.00 ml de EDTA 0. os quais: servem como tampão.0.com 55 .00 ml e 30.100 M em NH3 e 0. Assuma que ambas as soluções (Zn+2 e EDTA) são 0. Zn(NH3)3 . NH3 evita precipitação de Zn(OH)2 formando: +2 +2 +2 +2 Zn(NH3) .EDTA)) EX.0100 M a 50.agente auxiliar) deve ser menos estável que (M+n . Reação durante a titulação: Zn(NH3 )4+2 + Y-4  ZnY4-2 + 4NH3 O agente complexante auxiliar compete com o EDTA pelo íon metálico.Anotações e Observações: EXEMPLO I ± Calcule E4 e a % molar de Y numa solução de EDTA tamponada a pH = 10. Mas. NH4Cl : [MY (n-4) ] / ([M ] CT) = E4 KMY = K'MY [MY(n-4)] / [CM CT] = E4 EM KMY = K"MY Se aplica para um unico pH e [NH3] +n [M+n] = EM x CM EXEMPLO III ± Calcule o pZn de uma solução preparada pela adição de 20.0050 M com EDTA 0.0 ml +2 de Ca 0. Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

Indicadores: Possuem propriedades ácido/base. no entanto.0 p para observar a variação de cor (de forma que a cor azul do HInd-2 predomine na ausência de íon metálico) M ± IndVermelho + HY-3  Azul Mg+2. Cd+2 .Anotações e Observações: Efeito da Concentração de NH3 A p CNH3 = 0. ser menos estável que Metal ± EDTA.0 x 10-7 + H3 O+ Laranja K2 = 2.com . Ca+2. Para os prótons fenólicos: H2 IndVermelho HInd-2 Azul + H2O  HInd-2 + Azul Ind- + H2O  EBT + Metal p Vermelho pH <= 7. Ba+2 . Cor B Complexo Metal ± Indicador: deve ser suficientemente estável. M ± Ind. Pb+2. Forte p próton completamente dissoc. Sr+2.100 M Indicadores Metalocrômicos Compostos orgânicos corados capazes de reagir com íons metálicos e formar quelatos com colorações diferentes daquelas que possuem os próprios corantes livres. Mn+2. + EDTA Cor A  M ± EDTA + Ind. A cor depende não só de pM como do pH.0100 M B p CNH3 = 0. Zn+2 56 54 32 1 0 N N -) 68 67 6 H3 O+ K1 = 5. NEGRO DE ERIOCROMO T (EBT) 1±(1± hidroxi±2±naftilazo)±6±nitro±2 naftol±4 sulfonato de sódio OH OH O 3 Ver el NO2 (H I 2 Grup áci sulfô ic p ác. Deve.8 x 10-12 HInd-2 + MY-2 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

I. Complexo M+n ± EDTA deve ser mais estável que Mg ± EDTA ou Zn ± EDTA.2 ± Método baseado em indicadores para um metal adicionado Adiciona-se à solução de EDTA pequena quantidade de um cátion que forma um complexo com EDTA menos estável que o complexo EDTA ± analito e para o qual existe um bom indicador.0 x 10-7 +2 -3 Ca + Ind  CaInd Kf = 2.0.3 ± Métodos potenciométricos Eletrodos íons ± seletivos.5 x 105 MUREXIDA O H N O C N H C C C N C C O N H O C H N C O Anotações e Observações: H4 IndVermelho ± Violeta pH < 9.0 CaH4Ind+ Amarelo ± alaranjado pH ~ 8. EX. Co+2 .: Complexos (Mg+2 / Zn+2 ± EDTA) MENOS estáveis que o complexo (analito ± EDTA).0  H3Ind-2 Violeta pH 9 a 11 CaH3Ind Violeta  H2Ind-3 Azul pH > 11.com 57 . A medida que a titulação se processa: +2 +2 Ca desloca Mg p (Ca ± EDTA) (Mg ± EBT) Vermelho Quando todo o cálcio for consumido p Mg complexa com EDTA novamente. HInd-2 + H2O  Ind-3 + H3O+ K2 = 2.1 ± Métodos baseados em um indicador para o íon a ser analisado Solução que contém o íon metálico é tamponada e titulada diretamente com EDTA na presença de indicador.8 x 10-12 Mg+2 + Ind-3  MgIndKf = 1. I. usando EBT como indicador. Início p Mg+2 complexado com EDTA. Titula-se o excesso com solução padrão de Mg+2 ou Zn+2. Ni+2 e Cu+2 pH = 11 p vermelho p azul MÉTODOS DE TITULAÇÃO ENVOLVENDO EDTA I ± TITULAÇÃO DIRETA I.0 CaH2IndVermelho pH 8 a 9. Adiciona-se MgCl2 à solução de EDTA.EXEMPLO XI ± 04 ± Determine a faixa de transição para o EBT na titulação do Mg+2 e Ca+2 no pH = 10.5   Ca+2. III ± MÉTODOS DE DESLOCAMENTO Excesso de uma solução contendo o complexo Mg ± EDTA ou Zn ± EDTA é adicionado à solução que contém o íon a ser analisado. deve-se adotar outros métodos. OBS. MgY-2 + M+2 p cátion a ser analisado M+2 p MY-2 + Mg+2 Titulado com solução padrão de EDTA Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. II ± MÉTODOS DE RETROTITULAÇÃO Adiciona-se excesso de EDTA.: Determinação de Ca+2 . Este método é útil na análise de amostras que contém ânions que formariam precipitado com o analito nas condições de análise. Se não há bons indicadores e/ou se a reação metal ± EDTA é lenta.

Anotações e Observações: 58 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Expressa em CaCO3. +2 +2 Águas naturais : [Ca ] e [Mg ] > outros cátions. Agente mascarante p ligante que forma complexo com o interferente. Determinação da Dureza da Água Capacidade dos cátions presentes na água em substituir Na+ e K+ em sabões e formar produtos pouco solúveis.com .OBSERVAÇÕES GERAIS Controle de pH aumenta a seletividade.

) MnO4 .com 59 .10. aq) H2(sat. Mas.) p se oxida (dá elétrons) Ox1 + Red2 Red1 + Ox2 Anotações e Observações: Recebe elétrons de Red2 Ex: 5 Fe + MnO4.+ 8H+ + 5é  Mn2+ + 4 H2O (Ag. Oxid.+ 8H+  5 Fe3+ + Mn2+ + 4 H2O Semi ± reações: (Ag. aq)  2H+(aq) + 2é Reação global: H2(g)  2H+(aq) + 2é Potencial depende: T aH + P do H2(g) Para aH+=1. P=1 atm p Potencial igual a ZERO (qualquer T) H2 p perigoso Superfície platinizada p difícil de manter ELETRODO DE CALOMELANO Eletrodo de referência secundário p pode converter para SHE Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. H2(g)  H2(sat.) p se reduz (recebe elétrons) Agente redutor (Red.) 5 Fe2+  5 Fe3+ + 5é 2+ CÉLULAS ELETROQUÍMICAS Os elétrons são transferidos até que [Cu2+] e [Zn2+] se encontrem nas concentrações de equilíbrio para a reação: Zn(s) + Cu2+  Zn2+ + Cu(s) POTENCIAIS ELETRÓDICOS Potencial de cela p "diferença entre os 2 potenciais dos eletrodos". Red.EQUILÍBRIO DE OXI-REDUÇÃO E TEORIA ELE TROQUÍMICA Agente oxidante (Ox. POTENCIAIS RELATIVOS DE SEMI-CELAS p referência p ELETRODO PADRÃO DE HIDROGÊNIO - Eletrodos de Pt imersa em solução eletrolítica mantida saturada com H2(g). instrumentos de medida de voltagem medem DIFERENÇAS DE POTENCIAL.

244 V (25ºC) DEFINIÇÃO DO POTENCIAL DO ELETRODO: É o potencial de uma cela onde o eletrodo em questão age como CATODO e o SHE age como ANODO.763 + 2é = Cd(s) Zn+2 + 2é = Zn(s) EQUAÇÃO DE NERNST aA + bB + .. 1) Cu+2 + 2é = Cu(s) Cu+2 + H2(g) = Cu(s) + 2H+ 2) Zn+2 + 2é = Zn(s) Zn(s) + 2H+ = H2(g) + Zn+2 IUPAC p reduções Semi . KCl.334V espontâneo E = -0.485 C Ln p 2.763V espontâneo Atividades p "1".reação Cu+2 + 2é = Cu(s) 2H + 2é = H2(g) Cd +2 + E = 0.00) || KCl(sat).2: Fe+3 + é = Fe+2 Ex. potencial do eletrodo.0592 [ Fe 2 ] log 1 [ Fe  3 ] pH 2 0...303 log gás p pressão parcial.0592 log 2 [H  ] Ex.3: 2H + 2é = H2(g) + Ex.com .403 .0. Hg2Cl2(sat) | Hg Anotações e Observações: ESCE = +0. H2 | H+ (a=1.1: Zn+2 + 2é = Zn(s) E ! E0  E ! E0  E ! E0  - 0. Pt.0592 log[Cl  ] 1 60 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.314 J/molK) n p nº de moles de elétrons F p Faraday = 96.Sistema eletródico p Hg.4: AgCl(s) + é = Ag(s) + Cl E ! E0  0. Ex. Hg2Cl2.0. + ne  cC + dD + . Eº p potencial padrão do eletrodo R p constante dos gases (8.334 0..0592 1 log 2 [ Zn  2 ] 0.000 . Eº (V) 0.

5/75.+ 16 H+ = 5 Sn+4 + 2 Mn+2 + 8 H2 O EXEMPLO II± Deduza uma expressão para o potencial do ponto de equivalência para a reação: +2 -2 + +3 +3 6 Fe + Cr2O7 + 14 H = 6 Fe + 2 Cr + 7 H2O CURVAS DE TITULAÇÃO EXEMPLO XIII ± 03) Gerar a curva para a titulação de 50.0592 log {[Ce+3] [Fe+2]}/{ [Ce+4 ] [Fe+3]} como: [Fe+3] = [Ce+3] e [Fe+2 ] = [Ce+4] Eeq = (EºCe +4 + EºFe +3)/2 EXEMPLO I .68 ± 0.05 ± 5 x 0.00) ± [Ce+4 ] } 0.00 [Fe+2] = (50 x 0.500/55.com 61 .64V p E independe da diluição (até que a solução seja tão diluída que as aproximações feitas não sejam mais válidas).0592 log [Fe ]/[Fe ] Adicionando: 2Eeq = Eº Ce +4 + Eº Fe +3 ± 0.)) Fe+2 + Ce+4 p Fe+3 + Ce+3 (Determinação de Fe) Reação rápida e reversível p sistema em equilíbrio durante a titulação Esistema = ECe+4 = EFe+3 Se um indicador redox está presente p a razão [oxidada]/[reduzida] deve ser tal que: EInd = Esistema = ECe+4 = EFe+3 Esist.1 x 0.05)]/75.100)/(50.1 + [Fe+] } 0.1 E = 1.44/0.1) ± (50 x 0.01/75. Fe+3 e Ce+3.0592/1 log [(2. A reação é 5 Sn+2 + 2 MnO4.[Fe+2] } 2.00 + 5.0 M em H2 SO4 (cte).1 mL de Ce(IV) [Ce+3 ] = (25 x 0.TITULAÇÕES DE OXI± REDUÇÃO / TEORIA Ordenada p potencial do eletrodo ( log(conc..5/55) = 0.1)/55 + [Ce+4] } 2.1)/75.00/55.50/75.11 . +4 ‡ [Ce ] p pequena [Fe+3] = (5.01/75.1)] E = 1.Deduza uma equação para o potencial de equivalência da titulação do Sn+2 com MnO4.1)/(0.44 ± 0.1000 M em meio que é 1. p Equação de Nernst para o Ce(IV) ou Fe(III) Na Prática : Antes do PE p EFe+3 ([Fe+2] alta) Após o PE p ECe+4 POTENCIAL NO PONTO DE EQUIVALÊNCIA [Ce+4 ] e [Fe+2 ] pequenas +3 +4 Eeq = Eº Ce +4 ± 0. Fe+2 + Ce+4 = Fe+3 + Ce+3 Potencial Inicial ‡ Solução não contém espécie de Ce ‡ Pequenas e desconhecidas quantidades de Fe+3 Informações insuficientes para cálculo do potencial Após a adição de 5 mL de Ce(IV) ‡ Presença significativa de Fe+2.68)/2 = 1.0592/1 log([Ce+3]/[Ce+4])= 1.00 E = 0.06V Após a adição de 25. p Usar o sistema Ce(IV) / Ce(III) nos cálculos forneceria o mesmo resultado (necessário o +4 valor de K para obter [Ce ]) Anotações e Observações: No ponto de Equivalência Eeq = (EºCe+4 + EºFe +3)/2 = (1.1 [Ce+3 ] = [(25.0592 log [Ce ]/[Ce ] +2 +3 Eeq = Eº Fe +3 ± 0.1 .44±0.0 mL de Fe+2 0.0500 M com Ce+4 0.0592/1 log (2/55)/(0.300 V Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.00 x 0.

Anotações e Observações: A p Fe+2 + Ce+4 = Fe+3 + Ce+3 B p 5 Fe + MnO4 + 8H = 5 Fe + Mn +2 + +3 +2 + 4H2O (E na região de equivalência MAIOR pois Keq maior. E p independe da diluição se o nº de moles dos reagentes e produtos das semi ± reações são idênticas e quando a aproximação CA = [A] é válida. (E na região de equivalência CRESCE quando a Cte de equilíbrio CRESCE. EX: VO + 2H + e = V + H2O V(OH)4 + 2H + e = VO + 3 H2O +3 + + 2+ 2+ + +3 Eº = 0.000 V Curva de titulação do V com um agente oxidante forte (KMnO4) p 2 pontos de inflexão (1º) V+3 p VO2+ (2º) VO2+ p V(OH)4+ Eº = 0. TITULAÇÕES DE MISTURAS 2 agentes redutores ou 2 agentes oxidantes p 2 inflexões p se EA é bem diferente de EB (>0.2 V).: EAº = 0.359 V Eº = 1.77V EX: Titulação de Fe+2 e Ti+3 com KMnO4 TiO+2 + 2H+ + e = Ti+3 + H2O Fe + e = Fe +3 +2 62 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.099 V Eº = 0. variação de 1 elétron.com . OBS.20 V.

mas só depende da variação no ESISTEMA que ocorre durante a titulação In(oxidada) + ne = In(reduzida) E = EºIn ± 0.Primeiras adições de KMnO4 p usadas para titular o Ti+3 que é mais facilmente oxidado.0592 log {[Fe+2]/ [Fe+3]} INDICADORES DE OXIDAÇÃO ± REDUÇÃO Indicadores redox gerais INDICADORES REDOX GERAI S y y Indicadores específicos Mudam de cor quando oxidados ou reduzidos A variação da cor independe da natureza do analito ou titulante. Tiocianato de Potássio p Complexo vermelho com Fe .099 + 0. Até quando houver quantidade apreciável de Ti+3 o potencial do sistema não pode tornar-se alto o suficiente para variar a concentração de Fe+2 de forma considerável.0592/2 log {[Fe+2 ]/([TiO+2 ][H+]2)} [TiO+2] = CTiO +2 [Fe+2] = CFe +2 +2 Após o 1º PE: p Como Fe sozinho +3 +2 +2 +3 + 2 E = EºFe +3 ± 0.com 63 . se a solução contém I3 ou I . E na primeira parte p como Ti +3 +3 Anotações e Observações: sozinho E = 0. I3.0592 log{([Ti ][Fe ])/([TiO ][Fe ][H ] )} [Fe+3 ] = [Ti+3] E = 0.099 ± 0. OBS: O amido pode ser um indicador geral redox. +3 Este complexo pode sinalizar o ponto final de reações com I2.0592 log {[Ti ]/([TiO+2 ][H+]2)} No 1º PE 2H+ + TiO+2 + Fe+2 = Fe+3 + Ti+3 + H2O Usa-se EFe e ETi 2E = 0..0592/n log {[Ind(red)]/[In(ox)]} y y A variação da cor é vista quando {[Ind(red)]/[In(ox)]} e1/10 varia para {[Ind(red)]/[In(ox)]} u10 A variação em E necessária para produzir uma ³completa´ mudança na cor do indicador: E = EºIn 0.: titulação de Fe+3 com Ti+3 . Ex.0592/n Ex: complexos de Fe(II) com ortofenantrolina (Phen)3Fe+3 + e = (Phen)3 Fe+2 azul claro vermelho (ferroína) INDICADORES ESPECÍFICOS Amido p Complexo azul com I3.536 V - 9 N Fe N +2 3 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.771 ± 0.87/2 ± 0.+ 2e = 3 IEº = 0.

com . oxidante. Anotações e Observações: 64 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.y y Na presença de um excesso de ag. [I3 ]/[I ] é baixa p incolor. [I3 -]/[I-] é alta p cor azul. Na presença de um excesso de ag. redutor.

Após a reação se completar. Cd.Pedaços de metal são colocados na solução.+ O2(g) + 4H+ +2 O excesso: 2S2O82.78V O excesso: 2H2O 2H2O + O2(g) Ebul. Walden mais seletivo que Jones. o sólido é removido.+ 2H2O Peróxido de Hidrogênio: H2O2 + 2H+ + 2e = 2H2O Er=1. Empacotamento do metal ou Prato Perfurado Vácuo Redutor de Jones: Zn(Hg) Zn + Hg + 2e Amálgama de zinco: (Zn(Hg)(s) ) Vantagem sobre o Zn(s): Inibe a redução do H+ pelo zinco. pouco solúvel ) Poderoso agente redutor Peroxidissulfato de Amônio ( (NH4)2 S2O8 ) S2 O8 + 2e = 2SO42Er = 2. Ag. Redutor de Walden: Ag(s) + ClAgCl(s) + e Ag(s) granulada colocada numa coluna de vidro. . . padrão usada para titular o Fe+2 ). . . Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Ag(s) é um bom redutor na presença de Cl ou outro íon que forme sal pouco solúvel com a prata Usa-se solução hidroclórica do analito.1) AGENTES REDUTORES AUXILIARES ( Pré ± redução do analito ) Metais Zn. Cu. . reação que contamina fortemente a solução com Zn+2). Anotações e Observações: Ex.TITULAÇÕES DE OXI-REDUÇÃO / APLICAÇÕES I) AGENTES REDOX AUXILIARES O analito deve estar em um único estado de oxidação no início da análise.2) AGENTES OXIDANTES AUXILIARES Bismutato de sódio ( NaBiO3 .Filtração da solução de interesse (remove pedaços e pós do metal). Etapas que precedem a titulação podem converter o analito em uma mistura de seus estados de oxidação Necessidade do agente auxiliar O agente auxiliar deve reagir quantitativamente com o analito. Ni. Al. I. .: Quando uma amostra contendo ferro é dissolvida: Mistura de Fe+2 e Fe+3 Fe+3 Fe+2 Agente redutor auxiliar ( consome sol. . O excesso do agente deve ser facilmente removido ( para não consumir a solução padrão ). . I. Pb. .com 65 .01V 4SO 42.12 .

MnO2 é um contaminante do KMnO4(sólido) . recém preparadas devido à reação do MnO4.02M de KMnO4 em 100ml de H2O já fornece a cor perceptível. .com matéria orgânica e poeira presentes na água usada para preparar as solução.II) AGENTES OXIDANTES PADRÕES II. KMnO4 Anotações e Observações: ± decompõe-se lentamente . DE Ce+4 e KMnO4: Oxalato de Sódio: Em sols.MnO2 se forma nas sols.Oxidação do Cl. K}1047 Ce : A sol.padrão primário disponível . de Ce+4 é laranja não intensa Deve-se usar indicador PREPARAÇÃO E ESTABILIDADE DAS SOLS.1M H2 SO4 para evitar precipitação de sais básicos. Mn(IV) ou Mn(VI) ) Ce+4 + e = Ce+3 Erf=1. aquecimento. CUIDADOS: . porém V é baixa É catalisada pela luz.Guardar ao abrigo da luz após padronizar.70V Em HNO3 1M Erf = 1.+ 5H2C2O4 + 6H+ = 2Mn+2 + 10CO2(g) + 8H2O Mn+2 catalisador ( no início a reação é lenta. Ponto Final não é permanente: 2MnO4.Antes desta filtração a sol. . deve ser deixada em repouso por 21/4 h ou aquecida para que toda a matéria orgânica se oxide. . Ce+4: .+ H3O+ = H2 C2O4 KMnO4 : 2MnO4. depois torna-se rápida ) +4 66 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. de num mínimo 0. padrão . 0. o produto pode ser Mn(II).61V Comparação entre os dois reagentes: Ce+4 Força Oxidante Comparável .51V ( concentração de ácido forte u0.Sempre repadronizar. Se a concentração for menor. . ácidos.Não usar papel para filtrar ( reage formando MnO2 ).leva a um superconsumo da sol.Ce(NO3)4 .(pode titular sols hidroclóricas do analito) .Mn+2 e MnO2 . bases.1) KMnO4 e Ce(IV) Agentes oxidantes fortes MnO4.Sol.com .Filtrar o MnO2 antes da padronizar o KMnO4. PADRÕES KMnO4 : Não é totalmente estável na água: 4MnO 2(s) + 3O2(g) + 4OH4MnO4.44V em H2SO4 1M Em HClO4 1M Não são muito estáveis Erf = 1.Ce(OH) 4 ( grau reagente ) Dissolver numa sol. Ácidas: C2O4 2.+ 8H+ + 5e = Mn+2 + 4H2O Er= 1.+ H2O K é alto.Cor pode funcionar como indicador ( violeta ) Pontos Finais KMnO4: 0.1M.+ 3Mn+2 + 2H2O 5MnO 2(s) + 4H+ lenta.Caro.Sol. PADRÕES PRIMÁRIOS PARA PADRONIZAR AS SOLS. em H2SO4 estável .Não oxida Cl.01 ml de sol. 2NH4NO3 Padrão primário ( também pode ser encontrado em grau reagente padronização ) .

tem-se o seguinte sistema: I3.536V Er.Anotações e Observações: Se a for realizada a 60-90rC há um consumo de KMnO4 menor que o teórico oxidação do oxalato pelo ar. Em sol. K2 Cr2O7 Grau reagente é suficientemente puro para preparação direta da sol. do sistema é pouco afetado pela formação de I3 .Adicionar 90 a 95% do KMnO4 requerido a uma sol. alcalina: I2 + OH.+2I- Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.2) DICROMATO DE POTÁSSIO E r=1.68x 102 Então.for totalmente consumido (incolor).Decompões-se em altas concentrações de I2 adicionar o amido próximo ao ponto final. Outros padrões primários: Ferrocianato de potássio. é aquecida (60rC) e titula-se até a cor rosa persistente por 30s. PADRONIZAÇÃO .3) IODO I2 + 2e = 2I. . Ce : 50rC em HCl contendo monocloreto de iodo como catalisador. proteger de fumos orgânicos ) . .+ 2e = 3I.Oxidação do iodeto pelo ar 4I.Er=0.Pode ser aquecida barato . fio de ferro.Er=0.amilose Suspensão de amido decompõe-se em poucos dias devido.33V Cr2 O72. .= IO3. a sol.= IO. sal de Oesper.5355V Mas.amilose ) Amido solúvel vendido comercialmente primário F.+ H+ 3IO.+ O2(g) + 4H+ = 2I2 + 2H2O PONTOS FINAIS . .+ 14H+ + 6e = 2 Cr+3 + 7H2 O Verde -Estáveis (sols.Extração do iodo em tetracloreto de carbono violeta.536V Baixo Só reage com redutores fortes seletividade. Er= 0. menor que ErMnO4.I2 ataca lentamente a matéria orgânica ( não usar tampa de borracha. I2(s) + II3Espécie predominante Solução não é estável pois. Deve-se preparar e estocar o indicador sob condições estéreis e adicionar Hg(II) (iodeto) ou clorofórmio. .e ErCe+4.que contém o analito for incolor ).com 67 . relativamente concentrada de KI. . .Tiossulfato anidro de sódio ( primário ). Para evitar: .Amido + I2 Azul (devido a F. fria de oxalato. a ação das bactérias. principalmente. II. no entanto. Ácido difenilamina sulfônico Indicador III. padrão. I2 + I.Tartarato de pótassio e antimônio(III) APLICAÇÕES Titulações devem ser realizadas em meio ácido ou neutro.).= I3.k= 7.Er.A cor do I3 ( amarelo-marrom) pode ser distinguida em uma solulção 5x 10 M servir como indicador ( se a sol.Tiossulfato de bário monohidratado ( primário). .Não reage com Cl-.+ I. -6 Pode . .Volatilidade. +4 Útil para aumentar a PREPARAÇÃO E PROPRIEDADES Solubilidade do I2 em H2 O é baixa dissolve-se o elemento em uma sol. Depois que o MnO4.

= IO.+ H+ IO.+ I.+ H+ = HSO3. *Evitar Usar condições estéreis.com . Sol.+ S(s) Variáveis que afetam esta reação: .= S4O62.é oxidado pelo ar a SO42.pH . pH = 9 a 10 ( ação das bactérias é minimizada ) A decomposição pode fazer a concentração µ¶ AUMENTAR µ¶ ou µ¶ DIMINUIR ¶¶ 1 mol HSO3. III.Adiciona-se excesso de Fe+2 . deve-se padronizar a sol. 6H2O .FeC2H4(NH3)2 (SO4)2 . 4H2 O ( sulfato de etileno diamina ) Oxidação do Fe+2 pelo ar é inibida na presença se ácidos ( H2SO4 }0.( não reativo ) 68 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Em pH muito alcalino: I2 + OH.+ S4O62I2 + 2S2O32pH neutro ou levemente ácido Se o pH for muito ácido deve-se prevenir a oxidação do ar pelo excesso de I. .Presença de Cu+2 .1) Fe(II) Preparadas a partir de: Semi-reação: H 3AsO3 + H2O = H3AsO4 + 2H+ + 2e H 3SbO3 + H2O = H3SbO4 + 2H+ + 2e +2 +4 Sn = Sn + 2e + C 6 H8O6 = C6 H6O6 + 2H + 2e 222S2O3 = S4 O6 + 2e Anotações e Observações: raramente usadas para titulações diretas.2) IODETO / S 2 O322I.Adiciona-se excesso de KI .consome ½ mol ) HSO3.mantendose a sol.+ tissulfato sulfato ESTABILIDADE DAS SOLS DE TIOSSULFATO Embora resistente à oxidação do ar. ela tende a se decompor: S2 O32.5M ) .ascórbio S2 O32III) AGENTES REDUTORES A maioria reage com O2 atmosférico III.consome 1 mol de I2 ( S2O32.Presença de microorganismos* . em atmosfera inerte.Substância: As Sb Sn As.Fe(NH4)2(SO4 )2 .+ 2e 2I. de Iinstáveis oxidação do ar pelo reagente .Titula-se imediatamente o excesso com dicromato ou Ce+4 .Luz do sol.O I2 produzido é titulado com Na2 S2O3 ( um dos poucos agentes redutores estáveis à oxidação do ar ) 2S2O32.= I2 + 2e Titulação indireta. pois a cor intensa do produto não permite a visualiza ção do ponto final. usar bactericida . de Fe+2.Imediatamente antes ou depois da titulação.

Excesso medido de KBrO3 e adicionado à solução contendo a amostra de KBr .Métodos eletrométricos.Adiciona-se excesso de KI: 2I. I2.PADRONIZAÇÃO DO TIOSSULFATO KIO3 padrão primário .2) REAGENTE DE KARL FISCHER Dióxido de enxofre é oxidado pelo iodo na presença de água Reagente de Karl Fischer:SO2.Substâncias que reagem com um dos componentes do reagente para produzir H2O Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com 69 . Reagente decompõe-se padronizar diariamente.Quando toda a água for consumida aparece o 1r excesso de piridina / I2 (amarelo marrom ) .44V Excesso de BrO3-: 3Br2 + 3H2O BrO3.O iodo é titulado com S2O32APLICAÇÃO: Compostos orgânicos com = Br2 reage por substituição ou adição: Substituição: Anotações e Observações: OH Br + 3 Br 2 Adição: Br + 3 HBr Br H H H C C H + Br 2 H H H C C H Br B r IV.+ 6H+ = 3I2 + 2H2O . previne o consumo de água pelo complexo piridina / SO3 C5H5N . SO3 + CH3OH C 5H5N(H)SO4 CH3 Na etapa (I) ocorre oxidação do SO2 a SO3 pelo I2 . I + C5H5N(H)SO4CH3 1 mol I2 | 1 mol SO2 | 3 moles piridina | 1 mol H2O Na prática: excesso de piridina e SO2 .+ 5Br.Acidifica-se: IO3. A etapa (II). SO3 + H2O C 5H5NHSO4H Reação global: SO2 + I2 + 3C5 H5N + CH3OH + H2O 2C5H5N . que ocorre na presença de um excesso de metanol. Cuidados devem ser tomados para não contaminar o reagente com a umidade do ar.+ 6H+ Sol.Deixa-se reagir em frasco fechado .| 3 moles I2 | 6 moles e | 6 moles S2O32Outros padrões primários: .| 3 moles Br2 | 6 moles e . piridina e metanol I) C5H5N . SO3 II) C5H5N .1) KBrO3 como fonte de Br2 Br2 + 6H+ + 6e = Br. IV) OXIDANTES ESPECIAIS IV.Pesa-se o KIO3 e dissolve em H2 O em presença de KI . Interferentes: . com consumo de H2O. I2 + C5H5N . SO2 + C5H5N + H2O 2C 5H5 N .Bromato de potássio. de Br2 é instável processo indireto elimina este problema 1 mol BrO3.Dicromato .+ 5I.Acidifica-se .O I2 é titulado com S2O3 21 mol IO3 . assim a estequiometria é dada pelo I2.+ Br2 I2 + Br. Ponto final: .+ 3H2O Er= 1. HI + C 5H5N .

: Compostos carbonílicos Anotações e Observações: RCHO + 2 CH 3OH EX.EX.com .produzido ou reduzem o I2 do reagente. 70 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.: óxidos metálicos MO + 2HI = MI2 + H2O Agentes oxidantes e redutores R OC H3 CH OC H3 + H 2O Reoxidam o I.

grupo dos carbonatos insolúveis (Ba +2 .grupo dos hidróxidos insolúveis (Fe +3 .Grupo dos cloretos insolúveis (Ag + .ESQUEMA DE SEPARAÇÃO DE CÁTIONS Anotações e Observações: HCl diluído H2S/H + GRUPO 1 .grupo dos cátions solúveis (K+ Na+ Mg+2 NH4+) Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Al+3 Cr+3 Mn+2) (NH4)2CO3/NH4Cl GRUPO 3 B .grupo dos sulfetos ácidos (Bi +3 .grupo dos sulfetos alcalinos (Co +2 . Pb++ Hg++ Cu+2 Cd+2 As+3 Sb+3 Sn+2) H2S/NH4OH GRUPO 3 A .13 . Ni +2 Zn+2 Mn+2) GRUPO 4 .com 71 . Sr+2 Ca+2) GRUPO 5 . Pb++ Hg2++) NH4OH/ NH Cl GRUPO 2 .

Não usar frascos plásticos. o simples emprego de circuitos elet ônicos não r elimina as interações do sistema com o ambiente. y y y y y 72 @ Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com. Colocar as luminárias distantes da bancada. Não pesar próximo a irradiadores de calor. Ser pouco susceptível a choques e vibrações. pois não podem ser suprimidos. As condições ambientais Manter a temperatura da sala constante. As balanças analíticas modernas. O prato de pesagem Colocar o frasco de pesagem sempre no centro do prato de pesagem.br) Material preparado por: João Carlos de Andrade (UNICAMP. quando a umidade estiver abaixo de 30-40%. os efeitos físicos são os mais importantes. Evitar pesar perto de equipamentos que usam ventiladores (ex. O uso de lâmpadas fluorescentes é menos crítico.1 g a 0. Mesmo assim. A temperatura do frasco de pesagem e seu conteúdo devem estar à mesma temperatura que a do ambiente da câmara de pesagem. computadores. Ser antimagnética (não usar metais ou aço) e protegida das cargas eletrostáticas (não usar plásticos ou vidros). Nunca tocar os frascos diretamente com os dedos ao colocá-los ou retirá-los da câmara de pesagem. para evitar a luz direta do sol e correntes de ar. para evitar distúrbios devido à radiação térmica. já estão bastante aperfeiçoadas a ponto de dispensarem o uso de salas especiais para a pesagem. de modo a transmitir o mínimo de vibrações possível.) ou perto da porta.chemkey. Instituto de Química) A balança analítica é um dos instrumentos de medida mais usados no laboratório e dela dependem basicamente todos os resultados analíticos. Ter o mínimo de janelas possível. Os principais itens a serem considerados para o seu correto posicionamento são: y y y y y y y Características da sala de pesagem Ter apenas uma entrada. Não permitir a incidência de luz solar direta.Anotações e Observações: 14 .A BALANÇA ANALÍTICA (www. Deixar sempre a balança no modo stand by. Cuidados Operacionais y y y y y y y y y Cuidados básicos Verificar sempre o nivelamento da balança. geralmente nos cantos da sala. As informações contidas neste texto visam indicar os pontos mais importantes a serem considerados nas operações de pesagem. que podem cobrir faixas de precisão de leitura da ordem de 0. Pode-se usar uma bancada de laboratório bem estável ou uma bancada de pedra. Ser rígida. O frasco de pesagem Usar sempre o menor frasco de pesagem possível. Manter a umidade entre 45% e 60% (deve ser monitorada sempre que possível).: ar condicionado. Ficar localizada nas posições mais rígidas da construção. Instituto de Química) Rogério Custodio (UNICAMP. evitando a necessidade de novo tempo de aquecimento (warm up). Destes. etc. não podendo ceder ou vergar durante a operação de pesagem.com . Localização da Balança A precisão e a confiabilidade das pesagens estão diretamente relacionadas com a localização da balança analítica.1 mg. Deixar sempre a balança conectada à tomada e ligada para manter o equilíbrio térmico dos circuitos eletrônicos. As condições da bancada Ficar firmemente apoiada no solo ou fixada na parede.

y Remover o frasco de pesagem do prato de pesagem tão logo termine a operação de pesagem. observam-se atrações. Calibração Calibrar a balança regularmente. enquanto que sob o efeito de cargas opostas [+ e -]. Medidas corretivas: y Usar frascos de pesagem limpos e secos e manter o prato de pesagem sempre livre de poeira. A leitura Verificar se o mostrador indica exatamente zero ao iniciar a operação. Se o ar estiver seco (umidade relativa menor que 40%) estas cargas eletrostáticas ficam retidas ou são dispersadas lentamente. Estas cargas formamse por fricção ou durante o transporte dos materiais. y Não tocar a câmara de pesagem com as mãos. y Usar frascos de pesagem com gargalo estreito. continua e lentamente. Motivo: Ganho de massa devido a uma amostra higroscópica (ganho de umidade atmosférica) ou perda de massa por evaporação de água ou de substâncias voláteis. Tare a balança. y Usar frascos de pesagem com a menor área possível. Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Se não for possível. é encoberto pela flutuação dinâmica. se for preciso. Variação de massa Efeito Observado: O mostrador indica leituras que aumentam ou diminuem. As mais comuns são: Temperatura Efeito Observado: O mostrador varia constantemente em uma direção. y Deixar sempre a amostra atingir a temperatura do laboratório ou da câmara de pesagem. Motivo: O seu frasco de pesagem está carregado eletrostaticamente. Estas correntes de ar geram forças sobre o prato de pesagem fazendo a amostra parecer mais leve (chamada flutuação dinâmica). contaminantes ou gotas de líquidos. o filme de umidade que cobre qualquer amostra.com 73 . seja por variação contínua da leitura para mais ou para menos ou simplesmente se a leitura estiver errada« ATENÇÃO: Você estará observando influências físicas indesejáveis sobre a operação. especialmente os pós e grânulos. se tiver sido mudada de local. Motivo: A existência de uma diferença de temperatura entre a amostra e o ambiente da câmara de pesagem provoca correntes de ar. Os erros de pesagem acontecem por forças de atração eletrostáticas que atuam entre a amostra e o ambiente. Ler o resultado da operação tão logo o detetor automático de estabilidade desapareça do mostrador. Além disso. Medidas corretivas: y Nunca pesar amostras retiradas diretamente de estufas. e que varia com a temperatura. Se a amostra e o ambiente estiverem sob o efeito de cargas elétricas de mesmo sinal [+ ou -] ocorrem repulsões. A reprodutibilidade dos resultados fica comprometida. Manutenção Manter sempre a câmara de pesagem e o prato de pesagem limpos. y Usar tampas ou rolhas nos frascos de pesagem. Usar somente frascos de pesagem limpos e secos. Eletrostática Efeito Observado: O mostrador da balança fica instável e indica massas diferentes a cada pesagem da mesma amostra. Anotações e Observações: y y y y y As Influências Físicas na Pesagem Quando o mostrador da balança ficar instável. ou refrigeradores. usar uma tira de papel. muflas. principalmente se ela estiver sendo o perada pela primeira vez. após qualquer nivelamento e após grandes variações de temperatura ou de pressão atmosférica. Este efeito só desaparece quando o equilíbrio térmico for estabelecido. Isto faz com que um objeto frio pareça mais pesado ou um objeto mais quente mais leve. y Procurar sempre manusear os frascos de pesagens ou as amostras com pinças.

y Usar o gancho superior do prato da balança. separar a amostra do prato usando um suporte não-magnético (ex. a força atuando sobre uma massa é maior nos pólos que no equador. níquel. menor a atração gravitacional. desmagnetize as amostras ferromagnéticas. aço. As pesagens dependem também da altitude em relação ao nível do mar (mais exatamente.: água) são pesados. Magnetismo Efeito Observado: Baixa reprodutibilidade. Motivo: Este fenômeno é explicado pelo princípio de Arquimedes. Quanto mais alto. Quando materiais muito densos (ex. antes da pesagem .370 km) h = altura do local onde se fez a medida (m) mc = massa medida a uma altura (h). Medidas corretivas: y Pesagens diferenciais ou comparativas ou de muita precisão.) pode estar ocorrendo atração mútua com o prato da balança. O resultado da pesagem de uma amostra metálica depende da sua posição sobre o prato da balança. y Como as forças magnéticas diminuem com a distância. criando forças que levam a uma medida errônea.: no térreo e em outros andares de mesmo prédio) devem ser corrigidas. segundo o qual "um corpo experimenta uma perda de peso igual ao peso da massa do meio por este deslocado". Quanto mais próximo do equador maior a força centrífuga devido à rotação da Terra. Medidas corretivas: y Se possível. y Conectar a balança a um "terra" eficiente.: um béquer invertido ou um suporte de alumínio). se existir. em relação ao centro da Terra).Anotações e Observações: Medidas corretivas: y Aumentar a umidade atmosférica com o uso de um umidificador ou por ajustes apropriados no sistema de ar condicionado (umidade relativa ideal: 45-60%). colocando o frasco de pesagem em um recipiente de metal.com . devem sempre ser corrigidas com relação ao empuxo. Motivo: Se o material for magnético (ex. etc. y Descarregar as forças eletrostáticas. mh = (rt}2 x mc (rt + h)2 ms = massa medida ao nível do solo rt = raio da Terra (~ 6. correções devem ser feitas. que se contrapõe à força gravitacional. Medidas corretivas: y Pesagens diferenciais ou comparativas ou de precisão. Os trabalhos comuns de laboratório geralmente dispensam estas medidas. efetuadas em diferentes latitudes ou altitudes (ex. em relação ao nível do solo Empuxo Efeito Observado: O resultado de uma pesagem feita em ar não é o mesmo que no vácuo. a pressão e a umidade atmosféricas. que decresce com o quadrado da distância. Desta forma. 74 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Gravitação Efeito Observado: As pesagens variam de acordo com a latitude.: ferro. efetuadas em dias diferentes.: Hg) ou pouco densos (ex. levando-se em conta a temperatura. em favor da precisão.

Anotações e Observações: Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com 75 .

com .Anotações e Observações: 76 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

09)0.19 Cl-35.3 08)0. O tratamento da solução resultante com ácido clorídrico a frio forneceu um precipitado de AgCl e PbCl2 pesando 0.3181g. Calcule o percentual de cloreto e iodeto na amostra. Após acidificação.6407g de uma amostra contendo cloreto e iodeto forneceram um precipitado com prata de 0.é precipitado como AgSCN pela adição de AgNO3. Calcule: a)O percentual de prata na amostra.2795g de uma amostra de inseticida contendo apenas Lindano (CH6Cl6) e DDT 6 (C14 H9Cl5) foi queimada numa corrente de oxigênio em um tubo de quartzo.1799g de uma amostra de um composto orgânico foi queimada em fluxo de O2 e o CO2 produzido foi coletado numa solução de hidróxido de bário. Após completo esse tratamento.5613g de BaCO3 foi formado.com 77 .453 05)Uma solução aquosa contém NaNO3 e KSCN. 0. o cloreto em solução produziu 0.Química Analítica 1 Lista de Exercícios 01) Explique a diferença entre precisão e exatidão 02) Cite três formas de verificar a presença de erros sistemáticos de método 03) O que são erros indeterminados? 04)Uma amostra de liga pesando 0. Peso atômico do Ba ± 137. Os produtos (CO2. Quando esse precipitado misto foi tratado com água quente para dissolver todo o cloreto de chumbo. O íon SCN. Pesos atômicos: Ag-107.7161g de AgCl.4430g.2466g. Calcule a percentagem de Lindano e DDT na amostra.2000g e contendo somente Ag e Pb foi dissolvida em ácido nítrico. Após a adição de um excesso de reagente. Calcule o percentual de carbono na amostra se 0. a Anotações e Observações: Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. b)O peso de cloreto de chumbo que não precipitou por adição de ácido clorídrico a frio. H2O e HCl) foram passados através de uma solução de NaHCO3.2067g de cloreto de prata permaneceram na forma sólida. a)Qual a carga na superfície da partícula coloidal? b)Qual a fonte dessa carga? c)Quais os íons que fazem a camada de íons contrários? 06)O que é precipitação em solução homogênea? Qual a sua vantagem? 07)0.870 Pb-207. o precipitado pesou 0. Este precipitado foi então fortemente aquecido em um fluxo com Cl para 2 converter o AgI em AgCl.

com .Anotações e Observações: 78 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

16 ml de I2 0. em mg.01) por litro de solução. a Anotações e Observações: Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.12). O ponto final foi observado após a adição de 44. Calcule a molaridade da base. Calcule a molaridade do HClO4 e do NaOH. A solução foi levada à ebulição para remover o CO2 e o excesso de HClO4 foi retrotitulado com 8. Em um experimento separado 25 ml de NaOH neutralizaram 27.01101M.) + 2S2O3-. 3) Uma solução de Ba(OH)2 foi padronizada contra 0.4793 g do padrão primário Na2CO3 .) p S4O6 -.0 ml de uma solução de HClO4 foram adicionados a uma solução contendo 0.com 79 .70 ml de NaOH.(aq.) + 2I-(aq) O excesso de Na2 S2 O3 foi retrotitulado com 2. II) I2 (aq.(aq. de CO (PM=28.Química Analítica 2 Lista de Exercícios 1) A concentração de CO numa amostra gasosa foi obtida passando-se 20. A reação é: I) I2O5 (s) + 5CO (g) p 5CO2 (g) + I2 (g) O iodo destilado nesta temperatura foi coletado em um absorvente contendo 8.25 ml de Na2 S2O3 0.42 ml de base.43 ml de HCO4.1016 g do padrão primário ácido benzóico. C6H5 COOH (PM=122. Calcule o peso. 4) Calcule a concentração molar de uma solução a 25%pp de H2 SO4 com d= 1.3 l de gás sobre pentóxido de iodo aquecido a 150o C. 2) Exatos 40.19 Kg/L.00947M.

Anotações e Observações: 80 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com .

e CrO4 = adiciona-se gota a gota uma solução de AgNO3 .56x10 .10M.050M em NaCl.010M moles de HgCl2 em 1.80 0.00x10-2 M Pb(NO3)2 Kps(PbI2)=7.01M com 50.56x10-10 KPs(Ag2 CrO4)=4.1x10 e do AgCl é 1.04M e NaNO3 0.05 0. A concentração de íons cromato em solução é 0.06M.05x10-12 06)O Kps do Ag2 CO3 é 8.1M.Química Analítica 3 Lista de Exercícios a Anotações e Observações: 01)Calcule a solubilidade do Ba(IO3)2 numa solução resultante da mistura de 200ml de Ba(NO3)2 0.86 0.76 04)Calcule o peso em gramas de PbI2 que se dissolve em 100ml de (a-)água (b-)2.010M.: Hg+2 + Cl. Kps(Ba(IO3 )2)=1. Ka=5.00 l de água b-)misturando-se 50. -12 -10 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.0ml de Hg(NO3)2 0.99 05)A uma solução contendo Cl. se a aproximação de usar concentrações molares pode trazer e rros consideráveis aos resultados dos casos (a) e (b).01 0.01M com 100ml de NaIO3 0.120M de HNO2 que é também 0.0ml de NaCl 0. Explique sua resposta. Kps(AgCl)=1.10 0. Calcular a concentração mínima de Clna solução que começará a precipitar o Ag2CrO4.83 0.899 0. Por que é errado concluir que o Ag2CO3 é menos solúvel que o AgCl porque seu Kps é menor ? 07)Hg+2 forma um complexo solúvel com Cl.= HgCl2 Kf=1. E ainda responda.1x10-4 m f(H 3O ) f(NO 2 ) 0.57x10-9 02)Calcule a concentração do íon hidrônio numa solução de hipoclorito de sódio 0.00x10 03)Usando atividades. -8 K(HClO)=3.1x10-9 PM(PbI2) = 460. calcule a concentração do íon hidrônio numa solução 0.00x10-2 M KI (c -)2.com 81 .6x1013 +2 Calcule a concentração de Hg em cada uma das seguintes soluções (usando concentrações molares): a-)0.914 0.

Anotações e Observações: 82 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com .

com 83 .7x10-11 .2x10 a Anotações e Observações: Kps=6.180g de Mg(OH)2 a 45 ml de (a)HCl 0.9 3-)Calcule a concentração de equilíbrio de cada íon numa solução resultante da adição de 0. Dados: AgI(s) = Ag + + IKps=8.+ S2O3= Ag(S2 O3)23.0x1O-9 Ag+ + S2O3= = AgS2 O3K1 =6.1x10-12 Ka1(H2 CO3)=4. Kps(Ag2CO3 )=8.+ S2O3 = = Ag(S2O3)35K3 =4.4x104 AgS2O3. Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. 4-)Calcular a solubilidade do Ag2 S em água pura.7x10 Ka2(H2S)=1.01M e KI 0.204M.3x10-17 AgI(s) = AgI(aq) Kd=6.Química Analítica 4 Lista de Exercícios 1-)Calcular a solubilidade do Fe(OH)3 em água.0204M (b)HCl 0.0x10-50 5-)Calcular a solubilidade molar do Ag2CO3 numa solução cuja concentração de H3 O+ é igual a 1x10-6 M.45x10-7 Ka2(H2CO3)=4. Kps(Mg(OH) 2)=1.6x108 = Ag(S2O3)23K2 =4. Kps(Fe(OH3))=4x10-48 . 2-)Calcular a solubilidade do AgI numa solução contendo tiossulfato de sódio (Na2 S2O3) 0.7x10-11 .01M. Dados: Ag2 S(s) = 2Ag+ + S= = S + H2O = HS + OHHS + H2O = H2S + OH + 2H2O = H3O + OH -8 -15 Ka1(H2S)=5.

Anotações e Observações: 84 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com .

35.00 ml da solução consumiu 22.00 ml da solução da amostra foi titulada pelo método de Volhard. 3-)Como funcionam os indicadores de adsorção? 4-)Por que a determinação de íons cloreto pelo método de Volhard requer mais etapas que a determinação de brometos pelo mesmo método? 5-)No método de Mohr indique 2 formas de eliminar o erro de titulação causado pelo consumo de prata pelo indicador.00 ml de AgNO3 0. Uma amostra de 6.0 ml de NH4 SCN.63 ml de KSCN na titulação de retorno.22 ml de HCl 0. após a adição de 30. calcule as concentrações do cátion e do ânion (Ag+ e SCN.00 ml de AgNO 3 0.700g desse sólido foi dissolvida em água destilada e diluída para 250. Uma alíquota de 25.0500M com NH4SCN 0. Kps(AgSCN)=1.497M para atingir o ponto final da titulação usando fenolftaleína como indicador.0250M.Química Analítica 5 Lista de Exercícios 1-)Uma amostra sólida contém apenas NaCl.0 ml em balão volumétrico. A quantidade de água na amostra foi determi ada por diferença.1x10-12 . Quando uma outra alíquota de 25.) iniciais. Qual a composição n percentual da amostra original? 2-)Descreva o método de Mohr e Volhard.0 ml de NH4 SCN. 6-)Na titulação de 25. no ponto de equivalência e após a adição de 51.com 85 . NaOH e água. escrevendo as equações químicas para as reações principais e dos indicadores. a Anotações e Observações: Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.1117M foram adicionados e gastou-se 4.

com .Anotações e Observações: 86 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

A reação é CN a Anotações e Observações: + H3O + = HCN + H 2O Calcule o pH após a adição de (a)0.050 M foi titulada com HCl 0.50 ? Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.00 mmol de um ácido forte é adicionado a 100.com 87 .Química Analítica 6 Lista de Exercícios 1-)Uma alíquota de 50.77x10-4 3-)Calcule a variação de pH que ocorre em cada uma das soluções abaixo como resultado de uma diluição 1:10 em H2O (a)0.00 ml de NaOH 0.0 ml das soluções do problema anterior.160 M.00 ml de ácido fórmico 0.00 (c)25.050 M NH 3 + 0.76x10-5) (c)0.050 M NH 3 (Kb=1. 5-)Qual o peso de formiato de sódio que deve ser adicionado a 400 ml de ácido fórmico 1. Ka(HCN)=2.00 ml do ácido.00 M para produzir um tampão de pH=3.050M NH4Cl. 4-)Calcule a variação de pH que ocorre quando 1.0 ml com água destilada.00 e (d)26.00 ml de NaCN 0.2M.200M é (a)diluído para 45. Ka(ácido fórmico)=1.100 M.00 ml de uma solução de formiato de sódio 0.1x10-9 2-)Calcule o pH de uma solução que resulta quando 20. (b)misturado com 25.050 M NaOH (b)0.00 (b)10. (c)misturado com 25.

com .Anotações e Observações: 88 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

00 e 30.00 ml de Sr 0.6 K6=0.0)=0.052 03-)Como funcionam os indicadores metalocrômicos? 04-)Descreva 3 métodos para realizar titulações com o EDTA.3x108 E4 (pH=11. 20.00 ml de EDTA para a titulação de 25.00 ml de Co 0.00.0)=0.25 Constante de formação para o CoY2-= 2.10 ml de EDTA para a titulação de 50.com 89 .0.3 K5=1.040 M com EDTA 0. 10.00.9 K2=39. Dados: Constantes de formação dos complexos do cobalto com a amônia: K1 =125.050 M numa solução mantida a pH=9.020 M.8 K3=10 K4 =6.0x1016 e E4(pH=9. Assuma que a concentração de NH3 é constante e igual a 0. 10.040 M.Química Analítica 7 Lista de Exercícios 01-)Calcule o pSr após a adição de 0. tamponada a pH 11.0 com NH3/NH4. Dados:K(SrY )=4.00 e 25.85 02-)Calcule o pCo após a adição de 0.00.010 M com EDTA 0.00. a Anotações e Observações: Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. 25.

com .Anotações e Observações: 90 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

Quando necessário assuma que a concentração de H+ é igual a 0.10 ml do reagente. 05)Cite os cuidados que se deve ter na preparação de uma solução padrão de KMnO4. 09)Escreva sobre as reduções com iodeto. 11)Descreva a padronização da solução de tiossulfato com KIO3 .94V NO3.Química Analítica 8 Lista de Exercícios 01)Calcule o potencial eletródico do sistema no ponto de equivalência para a seguinte reação.100 M com Sn+4 0. 50.00 e 50.51V = HNO2 + H2O E 0 =0. 06)Cite uma maneira de realizar a padronização do KMnO4 com oxalato de sódio de forma a minimizar erros.com 91 .050 M.+ 3H+ + 2e 02)Para a titulação de 50. Dados: Sn+4 + 2e = Sn+2 E0 =0.00ml de V+2 0. Explique.+ 5HNO2 + H+ = 2Mn+2 + 5NO3 .00.1 M. 10)A decomposição de uma solução de tiossulfato pode fazer com que sua concentração aumente ou diminua. 04)Fale sobre as vantagens e desvantagens do KMnO4 sobre o Ce+4 como agente oxidante. 2MnO4. a Anotações e Observações: Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.154V +3 +2 0 V + e = V E =-0. 07)Por que a espécie predominante em soluções de iodo é o íon triiodeto? 08)Escreva sobre a estabilidade das soluções de iodo.+ 3H2O Dados: MnO4.+ 8H+ + 5e = Mn+2 + 4H2O E 0 =1. calcule os potenciais após a adição de 10.256V 03)Para que servem os agentes auxiliares de óxido-redução? Dê exemplos e indique como eles são utilizados de forma a não consumir solução padrão numa posterior titulação.

Anotações e Observações: 92 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com .

com 93 .Anotações e Observações: Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

Anotações e Observações: 94 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com .

poderá lo ser evitado adicionando-se lentamente e com agitação constante a solução de cloreto de bário.Prática ± Análise Gravimétrica Determinação do Teor de Sulfato em Gesso Introdução O método baseia-se na precipitação do sulfato de bário insolúvel.8% de SO3. Deixar em repouso por uma noite Filtrar por papel de filtração lenta. Pesar cerca de 0. Desprezar o resíduo.2% de CaO e 58. juntar 50 ml de HCl 1+5 e levar à secura em banho Maria. cálcio. 7. Anotações e Observações: Gesso A Gispita é um sulfato de cálcio hidratado natural (CaSO . Contém cerca de 32.3 .5 da amostra seca1 em cápsula de porcelana. Quando aquecido a aproximadamente 230 o C perder a água de cristalização transformando-se em gesso (CaSO4.4 mg/100ml na temperatura ambiente. porém ela é menor em presença de um excesso de íons de bário. se presentes. BaSO4 + 4C p BaS + 4CO A redução poderá ser evitada fazendo-se uma carbonização do papel lentamente e a temperaturas baixas em corrente de ar.0% de SO3 e 20. pela adição lenta de uma solução diluída de cloreto de bário a uma solução quente e acidulada com HCl. entretanto é facilmente reduzido a sulfeto pelo carbono do papel de filtro em temperaturas superiores a 600o C. A precipitação deve ser efetuada na temperatura de ebulição para diminuir a supersaturação. Lavar o béquer e o papel de filtro várias vezes com água quente. 4. O erro ocasionado pe cloreto. Aquecer para dissolver os sais formados e filtrar em papel de filtração lenta.com 95 . para evitar que o precipitado formado ultrapasse o papel de filtro. alumínio. recolhendo o filtrado em balão volumétrico de 250 ml. Procedimento Experimental 1. 2. tendo o cuidado de não colocar grande quantidade de água no funil.2H2O). 3.5% de CaO. 46. A solubilidade do sulfato de bário em água é muito baixa cerca de 0.0. 6. cromo e ferro III. potássio. calcinado a cerca de 850 C e pesado. ocorre a coprecipitação de seus sulfatos levando a erros sistemáticos negativos nos resultados. além disso o precipitado de sulfato assim obtido é formado por cristais grandes e facilmente filtráveis. Deixar o conteúdo do balão esfriar e completar o volume com água destilada.9% de H2O. depositado em 4 decorrência da evaporação de águas de grande salinidade no passado geológico. Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Lavar a cápsula e o papel de filtro várias vezes com água quente. coprecipitam sob a forma de seus sais elevando consideravelmente os resultados. O sulfato de bário é um precipitado sujeito a impurezas em virtude do efe de ito coprecipitação. Aquecer a 105 s 5o C durante duas horas. Aquecer até ebulição e lentamente adicionar 10 ml de BaCl2 (10%) agitando continuamente.p BaSO4 o O precipitado é filtrado. carbonatos e fosfatos que são insolúveis em soluções neutras. É um mineral pouco solúvel em água dissolvendo -se totalmente em HCl. Tomar uma alíquota de 100 ml. 9. O sulfato de bário quando puro não se decompõe ao ser aquecido ao ar seco até cerca de 1400o C. porém durante a calcinação ela é eliminada. Lavar até eliminar cloretos (coletar um pouco de água de lavagem em um 5. Ba+2 + SO42. transferir para um béquer de 400 ml e adicionar água destilada até 200 ml. para desidratar a sílica. enquanto que o nitrato deverá ser eliminado previamente. 8. Dependendo da natureza dos sais coprecipitados o resultado poderá ser mais elevado ou mais baixo. Em presença de certos cátions como sódio. lítio. A água presente na solução é ocluída e adsorvida pelo precipitado sulfato de bário. Estes interferentes deverão ser previamente removidos.1/2H2O) Pode ocorrer ainda na natureza o sulfato de cálcio anidro (CaSO4) conhecido como anidrita contendo cerca de 41. Os ácidos minerais aumentam essa solubilidade por causa da formação do íon HSO4 -. que contenha o sulfato. A presença de uma pequena quantidade de HCl na solução evita a formação de sais de bário de ânions como cromatos. Cloretos e nitratos. lavado com água quente. Passar várias vezes o bastão de vidro com ponta de borracha nas paredes e no fundo do béquer para transferir quantitativamente todo o precipitado. Retirar da estufa e umedecer o resíduo com 20 ml de HCl 1+5.

4a edição.. G.. Se não houver 3 turvação. E. Norma ABNT MB ±3471 ± Gesso para Construção ± Determinação da água livre e de cristalização e teores de óxido de cálcio e anidrido sulfúrico ± Método de Ensaio. 4a edição.. J.B. JEFFREY. J. 11. 1991 2. Transferir o papel de filtro com o precipitado para cadinho de porcelana previamente tarado. SANDELL.. pág.com .H. Esfriar em dessecador e pesar. Bibliografia 1. 391. R. I. [1]A amostra deve ser previamente seca em estufa a 230 s100C até peso constante Anotações e Observações: 96 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. pág. DENNEY. 3. VOGEL ± BASSET. Análise Inorgânica Quantitativa. Calcular o teor de sulfato presente na amostra como SO3. MENDHAM. os cloretos foram eliminados).-Tratado de Química Analítica Quantitativa. KOLTHOFF.tubo de ensaio e adicionar algumas gotas de solução de AgNO . carbonizar lentamente o papel e calcinar em mufla a cerca de 900o C.M. 10. 371.C.

. Como o precipitado de cloreto de prata estará contaminado por íons prata adsorvidos.+ 2H+ = 2HCrO4. A adição do tiocianato de prata do tiocianato produz inicialmente um precipitado pouco solúvel de tiocianato de prata: Ag+ + SCN p AgSCN Quando esta reação se completa.Prática ± Volumetria Titulações de Precipitação 1.SOLUÇÃO DE NaCl 0. Deve ser usada uma solução diluída de cromato de potássio para evitar que a solução que está sendo titulada adquira uma coloração alaranjada muito escura.1. Em solução ácida ocorre a formação de bicromato de potássio segundo a reação: 2CrO4-. Usando-se uma mistura de cromato e dicromato de potássio em proporções tais que formem uma solução neutra.1N Dissolver 5. Para determinação do teor de cloreto em solução pode-se usar ou o método de Mohr ou o método de Volhard.= Cr2O7-. uma solução fortemente alcalina pode ser acidificada com ácido acético e depois neutralizada com carbonato de sódio. MÉTODO DE MOHR Pode ser utilizado para a determinação de cloretos e brometos. No primeiro caso ocorre a formação de um precipitado colorido pouco solúvel e no segundo caso a formação de um composto colorido solúvel.com 97 .1.1. A titulação deve ser efetuada na temperatura ambiente porque o cromato de prata torna-se solúvel com o aumento da temperatura. A titulação deve ocorrer em solução neutra ou levemente alcalina (pH de 6. Este volume é então subtraído do volume de nitrato de prata utilizado na titulação da amostra. Armazenar em recipiente de polietileno Anotações e Observações: Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. ele precipita primeiro que o cromato de prata.Método de Mohr . isto é. Adiciona-se um excesso de solução padronizada de nitrato de prata e por titulação de retorno com solução padronizada de tiocianato determina -se o valor deste excesso.0 s 0. Como o cloreto de prata (AgCl) é o composto menos solúvel e sua concentração inicial é elevada. Para neutralizar uma solução ácida pode ser adicionado um excesso de carbonato de cálcio.Determinação de Cloreto em Água 2.8500g de NaCl (previamente seco a 140 1 oC durante 1 horas) em água s destilada e diluir para 1000 ml em balão volumétrico. MÉTODO DE VOLHARD O íon Ag+ pode ser determinado em meio ácido por titulação com tiocianato de potássio (KSCN) ou de amônio (NH4 SCN). o que dificulta a visualização do aparecimento do cromato de prata no ponto final da titulação. por exemplo. o excesso de tiocianato produz uma coloração marrom-avermelhada devido à formação do íon complexo. a concentração de íon cromato é reduzida e o produto de solubilidade do cromato de prata não é alcançado. 2.Preparação das soluções 1. Para calcular o cloreto devem ser levados em consideração os seguintes equilíbrios durante a titulação do excesso de íons prata: Ag+ + Cl= AgCl Ag+ + SCN= AgSCN Essa reação ocorrerá antes que haja a reação com íons Fe+3 presentes na solução e haverá então um erro na titulação. Fe+3 p (FeSCN)+2 Este método pode ser aplicado à determinação de cloretos. A filtração posterior deve ser feita a frio. o indicador misto produz um efeito tampão ajustando o pH em 7. brometos e iodetos em soluções ácidas.+ H2O Como o HCrO4-. Para evitar o erro de titulação deve ser feito um ensaio em branco. com uma solução de nitrato de prata.Introdução O processo de precipitação mais importante na análise titrimétrica utiliza o nitrato de prata (AgNO3) como reagente (processo argentométrico). deve-se ferver a suspensão por alguns minutos para coagular o precipitado e remover a maior parte dos íons Ag+ adsorvidos.2 por causa do efeito dos sais de amônio sobre a solubilidade dos sais de prata. medida do volume de nitrato de prata necessário para dar uma coloração perceptível quando adicionado à água destilada que contenha a mesma quantidade de indicador que foi utilizada na titulação.é um ácido fraco. No ponto final da titulação os íons cromatos combinam-se com os íons prata para formar o cromato de prata vermelho e pouco solúvel. Para evitar que esta reação ocorra. pode -se filtrar o cloreto de prata antes da titulação em excesso.5 a 9. Na presença de sais de amônio o pH não deve passar de 7. Na titulação de uma solução neutra de Cl. usando-se o sulfato férrico amoniacal como indicador.1. adiciona -se um pouco de solução de cromato de potássio (K2CrO4) para servir como indicador.Procedimento Experimental 2. evita-se o perigo de variação do pH.0). Em solução fortemente alcalina pode ocorrer a precipitação do hidróxido de prata.

0 ml de solução de K2CrO4 a 5%. sob agitação constante até aparecimento da coloração vermelho.marrom persistente.00 ml da solução de NaCl 0.1N Pesar 17.Titular com uma solução de AgNO3 .Padronização da solução de AgNO3 com solução de NaCl 1. 2. 3.1N para um erlenmeyer de 250 ml.com .SOLUÇÃO INDICADORA DE K 2CrO4 A 5% Pesar 5.0 g de AgNO3 e dissolver em água destilada completando o volume para 1000 ml.2. 3.00 g de K2CrO4 e transferir para um balão volumétrico de 100 ml.Anotações e Observações: 2. 2. 98 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.Diluir para 100 ml com água destilada e adicionar 1.1.Com uma pipeta volumétrica medir exatamente 10.SOLUÇÃO DE AgNO3 0.

00 ml da amostra (água da torneira) para um erlenmeyer de 500 ml. Calcular o teor de cloreto em mg/L Anotações e Observações: 2.1.50 g de carbonato de cálcio.0 ml do indicador (K2CrO4 a 5%). Ferver a suspensão por alguns minutos. Titular vagarosamente com o tiocianato até a coloração ligeiramente marrom. Calcular o teor de HCl na amostra em percentagem p/p (d=1.2.1N para um erlenmeyer de 250 ml Adicionar 20 ml de HNO3 (1:10) e 2 ml de sulfato férrico amoniacal.1N.Padronização da solução de tiocianato com AgNO3 123Pipetar 25 ml da solução padronizada de AgNO3 0.19) Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Prova em branco: Fazer o mesmo procedimento citado anteriormente.0 g de NH4 SCN em água destilada e completar o volume para 1000 ml.Vbranco) Onde: VNaCl p volume adicionado de NaCl (no caso.2.0 g de FeNH4 (SO4)2 .1. Cálculo do fator: f= VAgNO3 / VNH4SCN Onde: VAgNO3 p Volume adicionado de AgNO3 (no caso 25 ml) VNH4SCN p Volume gasto de NH4SCN.0 ml do indicador e aproximadamente 0. Titular com solução padrão de AgNO3 até que a coloração vermelho-marrom.1.SOLUÇÃO DE SULFATO FÉRRICO AMONIACAL Dissolver 9.Adicionar 1.Preparação das soluções 1. 3.com 99 . 2.12 H2 O em 25 ml de água destilada e juntar HNO3 6N até desaparecer a cor marrom.SOLUÇÃO DE TIOCIANATO DE AMÔNIO 0.2. Adicionar 5 ml de ácido nítrico 6N e 35 ml de nitrato de prata 0.2. 2.1.2. Usar balão volumétrico.2. Cálculo do fator: f =VNaCl / (VAgNO3 . Adicionar 1 ml de sulfato férrico amoniacal e titular com tiocianato de amônio 0. homogeneizar e pipetar 25 ml desta solução para um erlenmeyer de 250 ml.Determinação de Cloreto na amostra 1234567Tomar 10 ml de ácido clorídrico concentrado usando uma bureta e transferir para o balão volumétrico de 1000 ml.2.Transferir para um erlenmeyer de 250 ml 100 ml de água destilada 2.Prova em branco Uma prova em branco deve ser feita a fim de determinar o volume de AgNO 3 requerido para formar o precipitado de Ag2CrO4. Completar o volume com água destilada. Adicionar 1. 2. 10 ml) VAgNO3 p volume gasto de AgNO3 na titulação Vbranco p volume gasto no branco 2.Método de Volhard .1N.Titular com solução de AgNO3 até que a coloração do ensaio em branco seja igual a da solução titulada. 1. 3. Agitar vigorosamente durante 2 minutos e caso a coloração desapareça continuar a titulação.3.Determinação de Cloreto na amostra 123456Com uma pipeta volumétrica medir exatamente 100. esfriar um pouco e filtrar por papel de filtração lenta Lavar várias vezes o erlenmeyer e o papel de filtro com solução de HNO (1:100).SOLUÇÃO DE ÁCIDO NÍTRICO 6N Adicionar 375 ml de HNO3 concentrado a 500 ml de água destilada e completar o volume para 1000 ml com água destilada. 3 recebendo o filtrado e as águas de lavagens no mesmo recipiente.Teor de HCl no Ácido Clorídrico Concentrado 2.1N Dissolver 8.3.

com . O valor medido pode variar significativamente com o pH do ponto final.Procedimento Experimental 1. devida aos hidróxidos e carbonatos.4. É a soma de todas as bases tituláveis. Se os boratos. porém os hidróxidos e bicarbonatos não podem estar presentes ao mesmo tempo numa mesma amostra.Alcalinidade da Água 1. Os indicadores utilizados são a fenolftaleína que produz uma coloração rósea apenas na presença de hidróxidos ou carbonatos e o metilorange que é amarelo em presença de qualquer uma das três espécies de alcalinidade e torna -se vermelho em presença de ácidos. Adicionar então 2 gotas de metilorange e continuar a titulação com HCl 0. Para identificar e quantificar as diferentes espécies de alcalinidades presentes numa amostra.1 N f = fator de correção do HCl 0.Preparação de Soluções a . Em muitas águas superficiais a alcalinidade é função dos carbonatos. de carbonatos (CO ) e 3 de bicarbonatos (HCO3 ). Tomar uma alíquota de 100 ml. bicarbonatos e hidróxidos. elas podem contribuir para os valores medidos da alcalinidade.1 N gasto na titulação com fenolftaleína VT = volume total de HCl gasto na titulação com fenolftaleína + metilorange N = normalidade do HCl 0. 3.Solução de Fenolftaleína 1% 100 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.Introdução Alcalinidade da água é a sua capacidade neutralizante ácida. por isso ela pode ser tomada como uma indicação da concentração destes constituintes. é feita uma titulação com um ácido padrão usando -se dois indicadores sucessivamente.Prática Volumetria de Neutralização .devida só aos carbonatos. Os valores da alcalinidade são usados na interpretação e controle dos processos de tratamento de água e efluentes.3 e de amarelo para vermelho do metilorange em um pH=4. devida aos carbonatos e bicarbonatos. Anotar o volume gasto (VP) de HCl. fosfatos. 2. Adicionar 2 gotas do indicador de fenolftaleína e titular com HCl 0. Alcalinidade parcial (P) = VP v N v f v 50000 VL (em mg / l CaCO 3) Alcalinidade total (T) = Onde VT v N v f v 50000 VL (em mg / l CaCO3) VP = volume de HCl 0. Anotar o volume gasto (VT) de HCl.+ H3O+ p H2CO3 + H2O Há cinco condições de alcalinidade possíveis de ocorrer em uma amostra de água: devida apenas aos hidróxidos. silicatos e outras bases estiverem presentes. 2.1N até que a coloração da solução mude de amarelo para alaranjado. da amostra e transferi-la para erlenmeyer de 250 mL.1 N até que a solução mude a coloração de rosa para incolor. 3. 4. As seguinte reações mostram o que ocorre quando cada um dos três tipos de compostos são titulados com ácido: a) Hidróxidos: OH. Existem três espécies de alcalinidade: de hidróxidos (OH).+ H3O+ p 2H2O 2+ b) Carbonatos: CO3 + H3 O p HCO3 + H2O + HCO3 + H3O p H2CO3 + H2O c) Bicarbonatos HCO3.1 N VL = volume tomado da amostra OBS: Quando adicionar o indicador fenolftaleína e a solução não tornar-se rosa p VP=0 e P=0. Os carbonatos podem estar presentes juntamente com os hidróxidos ou com os bicarbonatos. A mudança de coloração de rosa para incolor ocorre em um pH=8. devida só aos bicarbonatos Chamando de P a alcalinidade parcial e de T a alcalinidade total e levando em -se consideração o que foi dito acima podemos compor a seguinte tabela comparativa (em mg/L de CaCO3): Anotações e Observações: Os valores de alcalinidade são sempre expressas em termos de mg / l CaCO3.

Solução de Metilorange 0.Solução de Vermelho de Metila 0.1N V1 = volume de Na2CO3 usado V2 = volume de HCl gasto na titulação.A. e. Aquecer.0 g de Na2CO3. esfriar e e completar para 100 mL com água destilada. dissolver em água destilada recém fervida (isenta de CO2) e completar o volume para 1000 mL.1 N até que a coloração da solução mude de amarelo para levemente vermelha.Solução de Carbonato de Sódio 0. cerca de 8.APHA.Solução de Ácido Clorídrico 0.1% Dissolver 0. Usar balão volumétrico..com 101 .Bibliografia American Public Health Association. . completar para 1000 mL e deixar em repouso por 24 horas. Pesar cerca de 5. f ! V 1 V 2 Anotações e Observações: f = fator da solução de HCl 0. esfriar e titular a solução até que a coloração avermelhada permaneça. c. 4. d.5 mL de HCl P. transferir para erlenmeyer de 250 mL.1 g de vermelho de metila em 100 mL de etanol P.0 g de fenolftaleína em 100 mL de etanol P.Dissolver 1. 1992 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.1 N Secar em estufa à 250 s 4oC durante 24 horas.A. b.1 N. Aquecer enquanto a coloração avermelhada persistir esfriar e continuar a titulação com HCl 0.3266 g do carbonato seco. adicionar 2 gotas de vermelho de metila e titular com HCl 0.1N Em 500 mL de água destilada adicionar 8. Standard Methods for the Examination of Water and Wastewater ± 18a ed. Usar balão volumétrico.5% Dissolver 0.A. Padronização do HCl Tomar 25 mL de solução de Na2 CO3 0.5 g de metilorange em 50 mL de água destilada quent .1 N.

Essa adição de Mg evita a necessidade de uma correção com um branco. A quantidade de dureza em excesso é chamada de dureza de µ¶não carbonato¶¶. o qual é precipitado em temperaturas altas. carbonatos. a quantidade equivalente ao total da alcalinidade é chamada de dureza de µ¶carbonato¶¶.Química Analítica . reage seletivamente com a Ca apenas. O resíduo deve ser redissolvido com HCl e depois a solução é neutralizada com NaOH O cálcio pode ser determinado diretamente com EDTA em pH suficientemente alto para que o Mg precipite na forma de hidróxido.1 . Fe+3 ± 20 mg/L. O indicador usado. Al+3 ± 5mg/L e Sn+4 ± 5 mg/L.Introdução A dureza da água é causada principalmente pelos elementos Ca e Mg e algumas vezes pelo Fe e Al.Prática . Sob as condições de teste as seguintes concentrações de íons não causam interferências significativas na dureza do cálcio: Cu+2. Ortofosfato precipita o cálcio no pH de teste. A matéria orgânica coloidal ou em suspensão também pode interferir no ponto final. porque em valores de pH mais alto pode ocorrer a precipitação do CaCO3 ou do Mg(OH)2 e o indicador muda sua cor. Quando a dureza é numericamente maior que a soma de alcalinidade de carbonato e bicarbonato. A dureza temporária é aquela removida por fervura e a permanente não é removida por fervura. Pode-se avaliar a dureza total da água através de titulação com EDTA onde é feita a medida dos íons Ca e Mg. O CDTA-Mg (sal de Mg do ácido 1. 102 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.2ciclohexanodiaminotetracético) é um complexante seletivo para metais pesados além de introduzir Mg no meio podendo ser usado para sub stituir inibidores tóxicos ou malcheirosos. Os sulfatos são freqüentemente os únicos compostos presentes na dureza de µ¶não carbonatos¶¶. Na prática corrente a dureza total é definida como a soma das concentrações do Ca e Mg ambos expressos como carbonato de cálcio (CaCO3) em mg/L. para isso adiciona-se uma pequena quantidade de u sal de EDTA-Mg complexometricamente neutro. sulfatos e algumas vezes como cloretos e nitratos. Estrôncio e bário interferem positivamente e alcalinidade maior que 300mg/L pode causar um ponto final difícil de visualizar em águas duras.0 0. A dureza temporária é causada principalmente pela presença de bicarbonatos enquanto que a dureza permanente é devida principalmente ao sulfato de cálcio. u Se uma pequena quantidade de indicador como o Negro de Ericromo T é adicionada em uma solução aquosa contendo íons de Ca e Mg a um pH = 10.2mg/L. Os íons cálcio e magnésio estão presentes em águas naturais como bicarbonato. como um tampão. O pH especificado de 10. Pb+2 ± 5 mg/L. O ácido etilenodiaminotetracético (EDTA) e seus sais de sódio formam complexos solúveis quando adicionados a uma sol ção de certos cátions metálicos. Mn+2 ± 10 mg/L.Titulação Complexométrica Anotações e Observações: Determinação da Dureza da Água 1.com A A B . Ela pode ser eliminada evaporando-se a amostra até secura e o calcinando-a a 550 C até completa oxidação da matéria orgânica. Alguns íons metálicos interferem causando um ponto final indistinto ou consumindo estequiometricamente o EDTA.0 0.1 é satisfatório para uma boa visualização do ponto final. O ferro e o alumínio freqüentemente estão presentes em águas. embora eles possam acarretar outros efeitos indesejáveis. A titulação deve durar no máximo 5 minutos para minimizar a tendência do CaCO3 precipitar. neste caso. Essa interferência pode ser reduzida pela adição de certos inibidores. cloretos e nitratos de Ca e Mg. Quando o EDTA é adicionado. a solução torna-se vermelho-vinho. O íon Mg deve estar presente no meio para produzir um ponto final bem definido. A dureza de µ¶carbonatos¶¶ é devida a presença de carbonatos e bicarbonatos de Ca e Mg e a dureza de µ¶não carbonatos¶¶ incluem sulfatos. porém em quantidades insuficientes para ter significado na determinação da dureza. Os compostos causadores de dureza permanente são sempre chamados de µ¶incrustantes¶¶. os íons Ca e Mg são complexados e após completa a reação a cor da solução passa para azul indicando o ponto final da titulação. A dureza da água pode ser temporária ou permanente. Fe+2 ± 20 mg/L. n+2 ± 5 mg/L.

O teor de magnésio é obtido pela diferença entre a dureza total e a dureza de cálcio. 2. Calcular a dureza pela expressão: Dureza Total (mg / L CaCO3) = ** Anotações e Observações: V1 v 100 v 0. 2. Adicionar 2 ml da solução de NaOH ou um volume suficiente para produzir um pH de 12 a 13.01v f v 1000 V2 V1 = Volume de EDTA 0.Procedimento Experimental 2.1 a 0. Diluir 25 ml da amostra para 50 ml com água destilada em um erlenmeyer e adicione 1 a 2 ml da solução tampão (NH4Cl +NH4OH). A ausência de um ponto final fácil de visualizar normalmente significa que um inibidor deve ser usado ou que o indicador está deteriorado.08 v 0.01M até a cor mudar de vermelho-vinho para azul limpo (sem tintura de vermelho) anotando o volume gasto (V) 4. Mantendo a agitação constante (usar agitador magnético) titular com EDTA 0.1. Mantendo a agitação constante (usar agitador magnético) titular com EDTA 0. permitindo que a titulação seja finalizada em 5 minutos (contados a partir da adição do tampão). como mostra a seguinte fórmula de mg de magnésio/L = 0.01 M gasto na titulação V2 = Volume de amostra tomado f = Fator da solução de EDTA 0.243 x [dureza total (em mg de CaCO 3/L) ± dureza de cálcio (em mg CaCO3/L)] 3.Soluções e Reagentes Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.Dureza total 1.01 v 1000 v f V2 Onde: V1 = Volume de EDTA 0. Adicionar um pouco do indicador (Negro de Eriocromo) 3.2 ± Teor de Cálcio 1.3 ± Teor de Magnésio 1.01 M ** Selecione um volume da amostra que requer menos que 15 ml do titulante EDTA. Calcular a dureza pela expressão: Dureza de Cálcio (mg / L Ca) = Onde: V1 v 40. Normalmente 1 ml é suficiente para manter o pH em 10.01M até a cor mudar de vermelho para azul-violeta anotando o volume gasto (V) 5.1 . deixar em ebulição por 1 min e resfriar antes da titulação. Diluir águas duras com alcalinidade maior que 300 mg/L ou neutralizar a alcalinidade com ácido.01 M 2.com 103 .0 a 10. Usar 50ml da amostra ou menor quantidade diluída para 50 ml de forma que o teor de cálcio seja em torno de 5 a 10 mg. Agite 3.2 g do indicador (Murexida) 4.2. Adicionar 0. Preparação da amostra ± Devido ao alto valor de pH empregado. ambas expressas em mg/L de CaCO3. titular imediatamente após a adição do álcali e indicador. 2.01 M gasto na titulação V2 = Volume de amostra tomado f = Fator da solução de EDTA 0.

Anotar o volume de EDTA 0. Pesar 1g de Murexida p. Solução Padrão de EDTA 0.Soluções e Reagentes Solução de HCl (1+1) Adicionar um volume determinado de HCl concentrado a um mesmo volume de água destilada.com .2 a 0. Adicionar a esta solução 16.Bibliografia APHA.01 M gasto na titulação e calcular o fator f da solução usando a expressão: Anotações e Observações: f ! V1 V2 Onde: V1 = Volume de CaCO3 0.25 g de CaCO3 seco em estufa a 180 s 5 C. Indicador Negro de Eriocromo Pesar 100g de NaCl previamente seco a 1100C e passar para almofariz de porcelana. Solução tampão de cloreto amônio e hidróxido de amônio (pH=10) (a)Dissolver 16.5 g de vermelho de metila em 100 ml de etanol P. USA.6H2O) em 50 ml de água. 18a ed.1.9 g de NH4Cl e 143 ml de NH4 OH concentrado. AWWA. WPCF . Armazenar em recipinetes plásticos ou de vidro de borossilicato por um prazo máximo de 1 mês. American Public Health Association. Indicador Murexida 0 Pesar 100g de NaCl previamente seco a 110 C e passar para almofariz de porcelana. Transferir para balão de 250 ml e completar o volume.9 g de NH4 Cl em 143 ml de NH4 OH concentrado.8 g de EDTA ou Tritiplex III (sal dissódico do ácido etilenodiaminotetraacético) em água destilada e completar o volume do balão para 1000.25g de de sal de magnésio de EDTA e diluir para 250 ml com água destilada (b)Se o sal de Mg de EDTA não estiver disponível: Dissolver 1..3-74.Standard Methods for the Examination of Water and Wastewater.. Solução de NaOH a 4% p/v (1N) Pesar 10g de NaOH p. 4.2% Diluir 0.78 g de sulfato de Mg (MgSO . 2-36.a. Triturar e misturar bem e transferir para frasco ambar de boca larga. (purpurato de amônio) e tranferir para o almofariz.5 .01 M Dissolver 3. Pesar 1g de Negro de Eriocromo T p.644 g de cloreto de 4 magnésio (MgCl2 . Despreze o tampão quando 1 a 2 ml adicionados à amostra não produzir um ph de 10s1 no ponto final da titulação Solução de Vermelho de Metila 0.A. 3-57.01 M o Pesar 0.a.3. Adicionar 1. Triturar e misturar bem e transferir para frasco ambar de boca larga. Conservar em frasco de polietileno.7H2 O) ou 0. juntar 50 ml de água destilada e levar à ebulição durante 5 minutos. e dissolver ml de água destilada.179 g de sal dissódico de EDTA com 0.01 M utilizado V2 = Volume de EDTA 0. Padronização Tomar 10 ml da solução padrão de CaCO3 0. pg. Adicionar HCl (1+1) até completa dissolução do carbonato. Washington.0.01 M gasto na titulação Solução Padrão de CaCO 3 0.a. e tranferir para o almofariz. diluir com 50 ml de água destilada e proceder como descrito no item 2. colocar 5 gotas de vermelho de metila e gotejar NH4OH 3 N até que a coloração mude de vermelho para amarelo. Homogeneizar e diluir para 250 ml com água destilada. Esfriar.01 M. 1992 104 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

além disso a água destilada usu almente empregada contém geralmente traços de substâncias redutoras (Ex: matéria orgânica) que reagem lentamente com o permanganato formando MnO2 hidratado. na temperatura ambiente e em recipiente escuro para evitar a decomposição da solução pela ação da luz. deixar a solução em repouso por uma semana antes de filtrá-la. As soluções de permanganato podem ser padronizadas usando -se como padrões primários. da temperatura. desde que a concentração do ácido não seja maior que 1 ± 2M. Por essa razão o tiossulfato não pode ser considerado um padrão primário. 3. Para evitar que isso aconteça.p Cr3+ + 7 H2O K2Cr2 O7 = K2O + Cr2O3 + 3 H2O Solução de Dicromato de Potássio 0. Por esta reação é considerado um excelente padrão primário.+ 14 H+ + 6 e.5 H2O é um cristal incolor. A semi-reação de oxidação é 2 S2O3. o qual acelera a auto decomposição da solução de permanganato armazenada.Preparo de Soluções para Titulações de Oxidação e Redução 1. a solução é aquecida até a ebulição. sendo que este último é o mais utilizado porque pode ser obtido puro e anidro.com 105 . O tiossulfato se decompõe a 100o C e 100 mL de água. transferir para balão volumétrico de 1000 mL e completar o volume. ao abrigo da luz. transferir para balão volumétrico de 1000 mL e completar o volume.= S4O62. Na2 C2O4 (previamente seco a 105 ± 110o C em estufa por 2 horas).Química Analítica Prática . Portanto as soluções cujas concentrações devem ser exatas podem ser preparadas utilizando-se o sal puro e seco dissolvendo-se o mesmo volume de água adequado. da velocidade de agitação e da velocidade de adição do KMnO4. facilmente obtido com elevado teor de pureza existindo entretanto. adiciona-se 15 mL de H2 SO4 (1:8). dissolver em água destilada. ferver. Pode-se também. por essa razão deve-se usar um indicador. em erlenmeyer de 250 ml. O dicromato só é utilizado em meio ácido.903 g de K2Cr2O7 . sendo rapidamente reduzido a um sal verde de cromo III que dificulta a visualização do ponto final. dissolve 75 g a 0o C e 302 g o a 60 C do mesmo. Cr2O72. Solução de Permanganato de Potássio 0.Preparação da Solução de Dicromato de Potássio O dicromato de potássio (K2Cr2 O4) pode ser obtido puro por dupla recristalização o em água e posterior secagem dos cristais formados a 150 ± 180 C.1 N Dissolver 3. Dissolve-se o sal com 60 ml de água destilada. entretanto a água destilada comum contém usualmente um excesso de dióxido de carbono (CO2) que pode causar uma Anotações e Observações: Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.Preparação da Solução de Tiossulfato de Sódio O tiossulfato de sódio Na2 S2 O3 . Além disso o dicromato é estável. Padronização Pesar 0. Deixar em repouso por uma semana.+ 2 eAs soluções aquosas preparadas são muito estáveis.2 g de KMnO4 em água destilada. Sabendo -se que a reação envolvida na padronização é: + = +2 2MnO4 + 16H + 5CeO4 p10CO2 + 2Mn + 8H2O Calcula-se a normalidade da solução de permanganato 2.1 N Pesar exatamente 4. O dicromato não é reduzido pelo ácido clorídrico frio. óxido de arsênio II ou oxalato de sódio. deixar esfriar. O meio filtrante mais usado é a lã de vidro ou um cadinho filtrante de vidro sinterizado G-4.25g de oxalato de sódio. seco em estufa a 140 ± 180o C por 1 hora.Preparação da Solução de Permanganato de Potássio O permanganato de potássio (KMnO4) é difícil de ser obtido puro e completamente livre de dióxido de manganês. esfriada e filtrada para eliminar o dióxido de manganês. O dicromato de potássio sendo considerado padrão primário não é necessário padronizá-lo. filtrar através de lã de vidro e padronizar. Aquecer a 70 ± 80o C e titular com KMnO4 até aparecimento de uma coloração rósea persistente por 30 segundos. O título da solução depende da acidez. não acarretando variações nas concentrações da soluções quando protegidas contra a evaporação. uma variação quanto ao teor de água em virtude da natureza higroscópica do mesmo. mantida no banho-maria por 1 hora.

juntar 1 g de iodeto de potássio (KI) e 4 mL de HCl (1+1).1 g/L de carbonato de sódio para elevar o pH da solução e diminuir a ação bacteriana. Tampar o erlenmeyer.+ 2 ICálculo do fator f = 25 / V Onde: V = mL Na2 S2O3. Padronização Tomar com bureta 25 mL da solução padrão de dicromato de potássio 0. Não se deve adicionar hidróxidos alcalinos. Se a solução for guardada por algum tempo. Lavar a tampa e as paredes do erlenmeyer com água destilada e recém fervida e titular o iodo liberado com solução de tiossulfato de sódio 0.Solução de Cloreto de Estanho II a 5 % Dissolver 5 g de SnCl2 . A água a ser utilizada deve ser recém fervida Adicionar três gotas de clorofórmio. porque pode haver uma aceleração da decomposição. adicionar 0.1 N em erlenmeyer de 250 mL com tampa de vidro esmerilhado. Guardar em recipiente escuro. Portanto deve-se ter alguns cuidados ao preparar a solução de tiossulfato. Transferir para balão volumétrico de 1000 mL e completar o volume usando a mesma água em que se dissolveu a substância.5 H2 O e dissolver em água destilada recém fervida e fria.1 g/L) e tetraborato de sódio.= 2 Cr3+ + 3 I2 + 7 H2O 2 S2O32.lenta decomposição do tiossulfato com formação do enxofre.+ I2 = S4O62.1 N Pesar 25 g de Na2 S2 O3. adicionar 1 mL de solução de amido 1% e continuar a titulação até mudança de cor do indicador de azul para verde. 2+ S2 O3 + H = HSO3 + S Além disso quando as soluções de tiossulfato são armazenadas por muito tempo.1 N. Solução de Tiossulfato de Sódio 0. carbonatos de sódio (>0. pode ocorrer uma decomposição por ação de bactérias. Cr2 O72. agitar e deixar em repouso por 5 minutos em ambiente escuro. Esta solução deverá ser preparada no dia em que for ser utilizada. esfriar e completar o volume para 100 mL com água destilada. 2H2O em 10 mL de HCl.com . Quando a maior parte do iodo liberado reagir. 5H2O usado na titulação.1 g de carbonato de sódio ou 3 gotas de clorofórmio. Anotações e Observações: 106 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. aquecendo para dissolver se necessário. ou 10 mg de iodeto de mercúrio II / litro ou 0. 4. o que é indicado pelo aparecimento de uma cor amarela.+ 14 H+ + 6 I.

coral e marga. constituída de no mínimo 50% de carbonato de cálcio com impurezas em percentagens variadas.Química Analítica Prática .= Mn2+ +4H2 O De onde concluímos que o equivalente é 1/5 mol. O cálcio precipitado como oxalato de cálcio pode ser pesado.com 107 .03 / 5 = 31. sulfatos. Os iodetos e cromatos. A solubilidade do oxalato de cálcio aumenta com o aumento da concentração do íon hidrogênio da solução. etc.+ H+ = H2 C2O4 Foi demonstrado experimentalmente que o cálcio precipita quantitativamente a um pH = 4 ou pH > 4. a solubilidade é menor devido ao efeito do íon comum.7 mg.Oxidação com Permanganato de Potássio Determinação de Óxido de Cálcio em uma Amostra de Calcário 1Introdução Anotações e Observações: O cálcio pode ser precipitado sob a forma de oxalato de cálcio. Utiliazndo-se também um excesso de oxalato de amônio.+ H+ = HC2O4HC2O4. O cálcio após precipitação com o oxalato de amônio é filtrado. Os sulfatos também coprecipitam com o oxalato de cálcio devido a baixa solubilidade do sulfato de cálcio acarretando um erro positivo nos resultados quando se pesa o precipitado sob a forma de carbonato.dm a 25o C e 14 3 o mg. quando se trata a quente com uma solução de oxalato de amônio. Os fosfatos e arseniatos não interferem se a precipitação for em solução ácida com posterior neutralização. alumínio. A precipitação do cálcio sob a forma de oxalato requer a ausência de todos os metais que formam oxalatos pouco solúveis.dm a 95 C. A interferência do Mg pode ser pode ser reduzida. após calcinação. CaC2 O4 = Ca2+ + C2O42C2O42. Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Pode -se obter um precipitado formado por cristais grandes e de fácil filtração. como conseqüência + da entre o H e os íons oxalatos que se transformam em ácido oxálico. lavado. Entretanto o calcário é geralmente considerado como uma rocha contendo principalmente o mineral calcita. O permanganato de potássio é um agente oxidante forte e em solução ácida a redução pode ser representada por: MnO4 +8H+ +5e. O ácido sulfúrico é o ácido mais adequado porque não age sobre o permanganato o que não acontece com o ácido clorídrico que reage com o mesmo para formar o cloro. dissolvido em ácido sulfúrico diluído e o ácido oxálico formado é então titulado com solução padrão de permanganato de potássio.+16H+ = 2Mn2t+5Cl2+8H2O Em soluções alcalinas o permanganato é reduzido quantitativamente a dióxido de manganês. 2MnO4-+10Cl. ou seja: 158. De um modo geral o termo calcário inclui qualquer material que contenha CaCO3. O magnésio pode coprecipitar em quantidades consideráveis enquanto os metais alcalinos p recipitam em quantidades muito pequenas. o magnésio forma um sal complexo com íon oxalato.+2H2O+3e = MnO2 +4OHCalcário O calcário é uma rocha de origem sedimentar. A interferência mais frequente é provocada pela presença do magnésio e dos metais alcalinos. se presentes podem interferir. Os calcários podem ser classificados segundo o teor de magnésio em: Calcítico ou cálcico___________________0 a 5% MgO Magnesiano_________________________6 a 12% MgO Dolomítico__________________________13 a 20% MgO Dolomita ____________________________acima de 20% de MgO O calcário é muito utilizado para produção de cal após calcinação. sendo as mais frequentes silício. fazendo -se essa filtração a quente e em meio ácido neutralizando-se em seguida com hidróxido de amônio e deixando-se em repouso por cerca de 1 hora. sendo necessário uma dupla precipitação. magnésio. giz. Já no método permanganimétrico ocorre uma erro sistemático para menos nos resultados. sob a forma de carbonato ou de óxido ou pode ser determinado por método permanganimétrico.+ H2O p CaC2O4 + H2O 3 A solubilidade do oxalato de cálcio monohidratado é alta: 6. tais como: mármore. em solução neutras com concentração moderada de oxalato de amônio.606. evitando -se ferver a solução nem deixar em digestão muito tempo antes da filtração. MnO4. Ca2+ + C2O42. ferro. A precipitação do cálcio em soluções frias neutras ou amoniacais forma um precipitado muito fino e de difícil filtração.

Diluir acerca de 200 mL com água destilada.dissolver a quente. adicionar 25 mL de o H2SO4 (1+1) e aquecer até 70 ± 80 C. Levar a ebulição. esfriar. Imergir o papel e continuar a titulação. Solução de vermelho de metila 0. até coloração rósea clara. cobrir com vidro de relógio e lentamente adicionar 30 mL de HCl (1+1). etc.1% de etanol) e hidróxido de amônio até mudança de cor do indicador de vermelho para amarelo. Aconselhamos imergir o recipiente em um pouco de água.35 g de permanganato de potássio em água destilada.010 mg CaO. diluir para 150 mL de água destilada. igual volume de HCl. Deixar esfriar um pouco e completar o volume para 1000 mL. Solução de NH4 NO3 2% .com . adicionar algumas gotas do indicador de vermelho de metila (0. Filtrar por papel de filtração lenta e lavar 10 vezes com água quente. Tomar cuidado quando adicionar o H SO4 à água porque a reação é 2 muito exotérmica.CaCO3 p CaO + CO2 (() Pode-se também ser utilizado na indústria. Solução de KMnO4 N/3 ± dissolver 11. sobre a borda do béquer onde foi feita a precipitação e.1% . em béquer de 400 mL.8 g de oxalato de sódio (Na2C2 O4) seco a 105 ± 110o C durante 2 horas. aicionar 10 mL de H2 SO4 o (1+1). 1 mL KMnO4 N/3 = 0. Colocar o papel de filtro aberto com o precipitado. Deixar decantar em banho-maria por 1 hora. Anotações e Observações: 2- %CaO ! mL ™ KMnO4 v f v 100 peso ™ da ™ amostra 3- Preparo de Soluções Solução de HCl (1+1) ± adicionar a um dado volume de água destilada. se necessário. Reservar o papel. Procedimento Experimental Pesar 0. retirar o vidro de relógio. ferver. na agricultura.5 g da amostra em béquer de 250 mL. Terminada a reação. Padronização Pesar 0. Cobrir o béquer com o vidro de relógio e deixar em repouso no banho-maria por cerca de 30 minutos. 100 g de oxalato de amônio em cerca de 500 mL de água destilada. 108 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.3 ± 11.dissolver 20 g de nitrato de amônio em água destilada e completar o volume para 1000 mL.1 g de vermelho de metila em 100 mL de etanol. Adicionar 1 mL em excesso de NH4 OH. aquecer até cerca de 80o C e precipitar o Ca com 30 mL de solução saturada de oxalato de amônio e juntar algumas gotas de hidróxido de amônio. aquecer a 70 ± 80 C e titular com KMnO4 até coloração levemente rósea permaneça por 30 segundos. Reduzir o volume até cerca de 200 mL. com um jato d¶água transferir o precipitado para dentro do béquer. transferir para balão volumétrico de 1000 mL e deixar em repouso por uma semana em ambiente escuro.7 ± 0. na engenharia civil. f ! Onde: A 2. Desprezar o filtrado. Titular com KMnO4 N/3 (as primeiras gotas descoram lentamente) até que a solução se torne levemente rósea.dissolver 0. Solução de H2 SO4 (1+1) ± adicionar a um dado volume de água o mesmo volume de ácido sulfúrico.3939 v B A = grama Na2C2O4 pesadas B = mL KMnO4 usado na titulação. lavá-lo com um jato de água destilada sobre o béquer bem como as paredes do mesmo e juntar 50 mL de água. Solução de (NH4 )2C2O4 10% . Filtrar por papel médio lavando com solução de NH4 NO3 2% quente. Filtrar por lã de vidro e padronizar.

A solução de amido deve ser recente e deve ser guardada em condições adequadas. o iodo funciona como indicador próprio.+ IO. Em pH mais alto o iodo reage com o íon OH.forma com o iodo um complexo insolúvel em água.Química Analítica Prática -.: etanol). Na temperatura ambiente a volatilização do iodo de uma solução contendo cerca de 4% de KI é desprezível se a titulação não for muito lenta. Nesta prática nos deteremos apenas na reação entre o iodo e o tiossulfato. A primeira produz uma cor azul escuro com o iodo e a segunda uma cor púrpura-avermelhada. As titulações devem ser efetuadas a frio. Entretanto a velocidade de oxidação aumenta rapidamente se o pH diminuir e é muito acelerada pela luz direta e pela presença de certas substâncias que exercem um efeito catalisador. A sensibilidade da cor diminui com o aumento da temperatura da solução e com a adição de solventes (ex.Titulação de Redução e Oxidação Envolvendo Iodo Determinação de Cloro Livre em Hipoclorito de Sódio 1Introdução O iodo exerce uma ação redutora sobre os sistemas fortemente oxidantes com formação de uma quantidade equivalente de iodo.+ 2IOs agentes oxidantes como o bromo e hipoclorito oxidam quantitativamente o tiossulfato a sulfato. O amido possui algumas desvantagens: . O amido reage com o iodo na presença de iodeto.é insulúvel em água. o indicador (amido) só deve ser adicionado próximo ao fim da titulação (quando a cor da solução passar para amarelo claro).1 N de iodo produz uma cor amarelada em 100 mL de água. este reagirá como um agente redutor e o oxidante será reduzido quantitativamente. O ponto final da titulação se torna mais sensível se é usada uma solução de amido com indicador. que se transforma rapidamente em iodato. o que evidencia a sua presença mesmo em soluções muito diluídas. liberando uma quantidade de iodo. Outros oxidantes como permanganato de potássio.suas soluções são instáveis. O potencial de redução do sistema iodo-iodeto independe do pH da solução desde que este seja menor do que aproximadamente 8. dicromato de potássio e sulfato de cério produzem uma oxidação incompleta a sulfato.+ H2O 3 IO = 2 I + IO3 Há duas fontes de erro importantes nas titulações que envolvem iodo: Perda de iodo liberado por volatilização Oxidação pelo oxigênio do ar das soluções ácidas de iodeto 4 I. em soluções incolores. Hipoclorito de sódio Anotações e Observações: Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. . Esse método é denominado Iodometria. formando um complexo de cor azul escuro. em erlenmeyer e se for necessário que a solução permaneça em repouso por algum tempo o erlenmeyer deverá possuir tampa de vidro esmerilhada. por esse motivo nas titulações que envolvem iodo..+ 4 H+ + O2 = 2 I2 + 2 H2 O Na presença de um excesso de iodeto a volatilização do iodo liberado diminui consideravelmente. pela formação do íon I3. As reações mais importantes nas titulações iodométricas são aquelas entre o tiossulfato de sódio e o iodo e entre o óxido arsenioso e o iodo.formando iodeto e hipoiodito. As titulações que envolvem iodo não devem ser efetuadas sob luz direta do sol e as soluções que contenham iodeto devem ser guardadas em recipientes de vidro de cor âmbar. que é visível mesmo com baixa concentração de iodo. O amido pode ser separado em dois componentes principais: a amilose e amilopectina. Por essa razão sempre se acrescenta um excesso de iodeto na determinação destas substâncias oxidantes antes de titular com tiossulfato. Uma gota de uma solução 0. podendo ser considerada desprezível. O tiossulfato é oxidado a tetrationato pelo iodo segundo a reação: 2S2 O32.com 109 . I2 + 2 e = 2 I Quando um agente oxidante forte é tratado em solução neutra ou ácida com um excesso de íon iodeto.= I. Em meio fortemente ácido ocorre a hidrólise do amido não sendo portanto um indicador recomendável. I2 + 2 OH. O iodo produz uma coloração que vai do amarelo intenso até o marrom nas soluções aquosas de iodeto. A oxidação do iodeto pelo oxigênio do ar é muito lenta se o meio é neutro. o qual é titulado com solução padronizada de tiossulfato de sódio. por isso.+ I2 = S4O62. muito instável. .

Transferir 25 mL dessa solução. desodorizante e removedora. Para reduzir a formação dos cloratos as soluções de hipoclorito de sódio são mantidas a um pH próximo de 11 e contendo algumas gramas de NaOH livre por litro.5-7. no tratamento de água. indústria de papel. 1o clorométrico = 3. segundo a reação: 2NaOH + Cl2 = NaOCl + NaCl + H2O Hipoclorito de sódio comercializado Obtém-se portanto uma solução aquosa de cloreto de sódio e hipoclorito de sódio. Cu. O teor de cloro ativo de um produto clorado é a quantidade de cloro puro em solução aquosa que tem o mesmo poder oxidante que uma unidade do produto. Como o hipoclorito de sódio tem um caráter instável.1 N) pode ser considerada total em temperaturas normais. HOCl. correspondentes ao cloro ativo de 1 litro de solução).1 N de tiossulfato de sódio até coloração fracamente amarela. para uso doméstico e vários o utros em virtude de suas propriedades alvejante. A reação (2) na qual ocorre a formação de clorato de sódio (NaOCl3) é favorecida por: concentração elevada de hipoclorito aumento da temperatura ação direta da luz solar presença de catalisadores (sais de amônio e substâncias orgânicas) + + - Anotações e Observações: A formação do clorato em meio alcalino (pH = 11) é muito lenta e razoavelmente rápida quando o pH = 6. ocorre uma ³retrogradação´ da atividade da solução e a mesma pode então decompor-se: 2 NaOCl = 2 NaCl + O2 (1) 3 NaOCl = 2 NaCl + NaClO3 (2) Certos metais como Na. Procedimento Experimental Pipetar 25 mL da amostra em balão volumétrico de 500 mL. OCl ) tem ações diferenciadas sobre a matéria orgânica. 5. portanto o teor de cloro ativo é 71 x 100 / 74. Cl2 + H2O = HCl + HOCl = 2 HCl + O O teor de cloro ativo no hipoclorito de sódio é: NaOCl = NaCl + O Uma molécula de NaOCl tem o mesmo poder oxidante que uma Cl2 . Co. 4. O hipoclorito é um sal instável em presença de ar. Com o aumento da acidez (5 < pH < 9) da solução de hipoclorito de sódio forma-se ácido hipocloroso: NaOCl + H2 O = HOCl + Na + OH que é um ácido fraco e facilmente se dissocia em: HOCl = OCl + H Nas soluções fortemente ácidas (pH < 5) forma-se cloro elementar.5 = 95. 3. desinfetatnte. completar o volume com água destilada e homogeneizar.3 % PM NaOCl = 74. usando uma pipeta volumétrica para um erlenmeyer de 250 mL contendo 3-4 g de KI e 100 mL de água. O hipoclorito de sódio tem vários campos de aplicação principalmente na indústria têxtil. segundo a reação: HOCl + H = Cl2 + H2O As três formas de cloro (Cl2.214 g de cloro ativo / litro.O hipoclorito de sódio é produzido pela ação do cloro sobre uma solução aquosa de soda cáustica (NaOH).com . Fe e suas ligas catalisam a solução de hipoclorito formando oxigênio segundo a reação (1).5 PM Cl2 = 71 Em um pH > 9. Adicionar então 1 mL de amido e continuar a titulação até desaparecimento da cor violeta Determinar a percentagem de cloro livre na água sanitária 21. É uma solução amarelo esverdeada cuja concentração (título) pode ser expressa em: % (em peso) de cloro ativo = g cloro ativo x 100 / 100 g de solução % (em volume) de cloro ativo = g de cloro ativo x 100 / 1 litro de solução o o em graus clorométricos ( n de litros de cloro gasoso a 0 C e 760 mm Hg. 3 ± Cálculos 110 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. 2. Acidular com 20 mL de ácido acético (1:4) e titular o iodo liberado com solução 0. a ionização do hipoclorito de sódio nas soluções aquosas usuais (0.

com 111 . NBR-9425 ± Determinação de cloro ativo em soluções de hipoclorito de sódio pelo método volumétrico Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.ABNT.Anotações e Observações: g/100 ml de cloro livre = ml de Na2 S2 O3 x N x f x D x 0.035453 A Onde: N = normalidade da solução de Na2 S2O3 f = fator de correção da normalidade da solução de Na2 S2O3 D = diluição da amostra A = alíquota tomada da diluição Reações ClO + 2I + 2H p Cl + I2 + H2O 2Na2 S2 O3 + I2 p Na2 S4O6 + 2NaI + - 4 ± Bibliografia Associação Brasileira de Normas Técnicas.

10mL DE ÁCIDO OXÁLICO 0. GOTA A GOTA. 6. 10mL DE ÁCIDO OXÁLICO 0.8 = mg/L DE OXIGÊNIO. AGITA -SE BEM.2 OXIGÊNIO CONSUMIDO . PIPETAR 100 mL DA AMOSTRA E TRANSFERIR A UM ERLENMEYER DE 300mL. COM BURETA.0125N. AGITA-SE BEM. Já o ácido clorídrico reage com o mesmo para formar o cloro. O ácido sulfúrico é o ácido mais adequado porque não age sobre o permanganato. ESFRIA-SE E ADICIONA-SE. REAGENTES : 1.0125N. ANOTA-SE OS mL GASTOS DE PERMANGANATO DE POTÁSSIO NA TITULAÇÃO E CALCULA-SE mg/L DE OXIGÊNIO 2. ATÉ UM APARECIMENTO DE UMA LEVE COLORAÇÃO ROSA PERSISTENTE . ou seja: 158. À QUENTE. 2. GOTA A GOTA. ADICIONA-SE COM BURETA. MnO4 -+2H2O+3e = MnO2 +4OH2. AGITA-SE BEM.1 OXIGÊNIO CONSUMIDO ((PARA AMOSTRA COM MENOS DE 300mg/L DE Cl -) MÉTODO: PERMANGANATO DE POTÁSSIO EM MEIO ÁCIDO (CLORETO " 50mg/L) 1.+ 8H+ + 5e. 5. SOLUÇÃO DE KMnO4 0.Química Analítica Prática ± Titulação de Redução e Oxidação Envolvendo Permanganato Determinação do Oxigênio Consumido 1. AGITA-SE BEM.5mL DE SOLUÇÃO DE HIDRÓXIDO DE SÓDIO 1N. COM BURETA.0125N. 2. 3.0125. AQUECE-SE E LOGO QUE SE INICIA A FERVURA DEIXA-SE A EBULIÇÃO LENTA. ADICIONA-SE 0. 7. SÓ ENTÃO ADICIONA-SE 5mL DE ÁCIDO SULFÚRICO 1+3.= Mn2+ + 4H2O De onde se conclui que o equivalente é 1/5 mol. DEVESE TOMAR RESPECTIVAMENTE UMA QUANTIDADE MENOR OU MAIOR DA AMOSTRA. 2MnO4. ÁCIDO SULFÚRICO 25% 2. 2.(PARA AMOSTRA COM MENOS DE 300mg/L DE Cl ) MÉTODO: PERMANGANATO DE POTÁSSIO EM MEIO BÁSICO (CLORETO 50mg/L) 1. ESFRIA -SE E ADICIONA-SE.com . TITULAÇÃO DA AMOSTRA: 1. ADICIONA-SE 5mL DE ÁCIDO SULFÚRICO 1+3. À (QUENTE) ADICIONANDO NOVAMENTE A SOLUÇÃO DE PERMANGANATO DE POTÁSSIO 0. TITULA-SE O EXCESSO DE ÁCIDO OXÁLICO. INTRODUÇÃO O permanganato de potássio é um agente oxidante forte e em solução ácida a redução pode ser representada por: MnO4 . 2. 10mL DE PERMANGANATO DE POTÁSS IO 0.03 / 5 = 31. RETIRA-SE DO BICO DE BUNSEN. PROCEDIMENTO 2. PIPETAR 100 mL DA AMOSTRA E TRANSFERIR A UM ERLENMEYER DE 25 0mL. DURANTE 10 MINUTOS. SOLUÇÃO DE ÁCIDO OXÁLICO 0.0125N. AGIT A-SE BEM.+ 10Cl. 3.0125N 3. FERVE-SE DURANTE 3 MINUTOS. 4. RETIRA-SE DO BICO DE BUNSEN. TITULA-SE O EXCESSO DE ÁCIDO OXÁLICO. ADICIONANDO NOVAMENTE A SOLUÇÃO DE PERMANGANATO DE POTÁSSIO 0. FÉRVE-SE DURANTE 3 MINUTOS. TITULAÇÃO DA AMOSTRA: 1. DURANTE 10 MINUTOS. CALCULO: (AMOSTRA . 10mL DE PERMANGANATO DE POTÁSSIO 0. ADICIONA-SE. 4.0125N. ANOTA-SE OS mL GASTOS DE PERMANGANATO DE POTÁSSIO NA TITULAÇÃO E CALCULA-SE mg/L DE OXIGÊNIO NOTA: QUANDO SE CONSOME MAIS DE 10mL OU MENOS DE 3mL DE KMnO 4.BRANCO) mL GASTO DE KMnO4 x 0. 5.0125N - Anotações e Observações: 112 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. COM BURETA. AQUECE-SE E LOGO QUE SE INICIA A FERVURA DEIXA-SE A EBULIÇÃO LENTA. ATÉ UM APARECIMENTO DE UMA COLORAÇÃO ROSA PERSISTENTE.+ 16H+ = 2Mn2t + 5Cl2 + 8H2O Em soluções alcalinas o permanganato é reduzido quantitativamente a dióxid de o manganês.606.

O teste não é afetado pela nitrificação. em meio ácido sulfúrico e sulfato de prata como catalisador. Após duas horas num sistema de refluxo. nitritos. uma DQO de : 300 mg/L x 1. INTERFERÊNCIAS y Traços de matéria orgânica proveniente da vidraria ou da atmosfera causam erro positivo na análise. titula-se o dicromato de potássio residual com solução padronizada de sulfato ferroso amoniacal utilizando-se ferroína como indicador. PRINCIPAIS LIMITAÇÕES DO TESTE DA DQO y y y São oxidadas. 3. Diferentes concentrações de matéria orgânica e de cloreto de sódio nas amostras determinam pequenas variações no método. O resultado final do teste expressa a quantidade em mg de oxigênio equivalente proporcional ao dicromato de potássio (K Cr2O7 ) consumido para oxidação da matéria 2 orgânica de um litro de amostra. Este oxidante pode ser o dicromato de potássio em meio ácido ou o permanganato de potássio em meio ácido ou básico. Não fornece informações sobre a taxa de consumo da matéria orgânica ao longo do tempo. Certos constituintes inorgânicos podem ser oxidados e interferir no resultado. O resultado do teste fornece uma indicação do oxigênio requerido para a estabilização da matéria orgânica. RESUMO DO MÉTODO O método da DQO consiste em oxidar a amostra com excesso de K2Cr2 O7 a quente. uma indicação indireta do teor de matéria orgânica presente. É uma medida importante no controle de qualidade de rios e plan tas de tratamento de esgotos. método de refluxo com dicromato tem sido escolhido para determinação da DQO. 4. portanto. A limpeza do material e do ambiente de trabalho é essencial na Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. etc). portanto. As determinações são feitas pelo menos em duplicata (inclusive o branco). dando uma indicação da oxidação apenas da matéria orgânica carbonácea (e não nitrogenada ). O método é aplicativo em águas poluídas. PRINCIPAIS VANTAGENS DO TESTE DA DQO y y y y Necessita de 2 a 3 horas para ser realizado.PRINCÍPIOS DO MÉTODO A Demanda Química de Oxigênio (DQO) mede a quantidade de oxigênio (em mg de O2/L) consumida pela matéria orgânica total (biodegradável e oxidada quimicamente) e inorgânica (substâncias minerais: sulfetos.6CO2 + 6H2 O 180 g 192g DQO = 192 = 1. despejos. C6 H12 O6 + 6O2 -------. 2. O valor obtido é. existente na água e oxidáveis por um agente químico oxidante forte. tanto a fração biodegradável.067 = 320 mg/L. 5. quanto a fração inerte do despejo. O teste superestima.067 180 300 mg/L de glicose apresenta. e sedimentos. O método do dicromato dá uma oxidação mais completa que o método do permanganto que não se relaciona com a demanda bioquímica de oxigênio. o oxigênio a ser consumido no tratamento biológico dos despejos. devido às suas vantagens sobre outros oxidantes (oxidabilidade e facilidade de manipulação).com 113 . portanto.Anotações e Observações: Química Analítica Prática ± Titulação de óxido-redução com dicromato DETERMINAÇÃO DA DEMANDA QUÍM ICA DE OXIGÊNIO 1.

Padronização da solução de sulfato ferroso amoniacal : Pipetar 10ml da solução de dicromato de potássio 0. O uso de sulfato de mercúrio (HgSO4) proporcionalmente à concentração de cloretos na amostra minimiza os erros causados por esse interferente. Adicionar 3 gotas do indicador ferroin (a cor muda de laranja para esverdeado) e titular com o sulfato ferroso amoniacal. Balões e condensadores devem estar bem limpos para evitar erros grosseiros. principalmente àquelas que contenham muitos sólidos sedimentáveis.2.25N: Dissolver exatamente 12. 2. Deixar em refluxo por 2 h.259g de dicromato de potássio de qualidade padrão primário. com cuidado e vagarosamente. 30ml de solução ácido sulfúrico /sulfato de prata.25N Dissolver 98g de Fe(NH4)2(SO4)2. Agitar levemente deixando esfriar. (Essa solução indicadora pode ser adquirida já preparada).a. Esta solução deve ser padronizada com o dicromato de potássio no dia em que for usada. Anotações e Observações: 6.4 g de sulfato de mercúrio em um balão de fundo chato com boca esmerilhada de 250ml. Solução de dicromato de potássio (K2Cr2 O7) 0.25N para um erlenmeyer de 250ml e adicionar 90ml de água destilada. Colocar cerca de 0. Tomar bastante cuidado no manuseio do sulfato de mercúrio pois este reagente é muito tóxico. previamente seco a 1050C por 2h.6H2O em água destilada. Os cloretos são oxidados quantitativamente pelo dicromato de potássio dando interferência positiva nos resultados obtidos. Misturar e aguardar de 1 a 2 dias até completa dissolução. REAGENTES 1.485g de 1-10 fenantrolina monohidratada (C12 H8N2. Respingos de ácido sulfúrico na pele e nas roupas deverão ser imediatamente lavados e neutralizados.25 N introduzindo no balão junto com 5 pérolas de vidro.9g de Ag2 SO4 p. Em seguida adicionar 20ml de ácido sulfúrico concentrado lentamente em banho de gelo ou em água corrente. em água destilada e diluir a 1000ml em balão volumétrico. A solução de sulfato ferroso amoniacal deve ser padronizada momentos antes de ser usada. CONSIDERAÇÕES y y y y y Homogeneizar bem as amostras. 2. 5. Adaptar os balões contendo a amostra e o branco ao condensador do refluxo. O final da titulação é observado pela cor vermelho castanho. Adicionar ao balão. 114 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Fazer um branco utilizando 20ml de água destilada no lugar da amostra e adicionando os outros reagentes como descrito para as amostras. Ferroin (indicador) Dissolver 1.1. Pipetar 20ml da amostra e 10ml do dicromato de potássio 0. despreza-se e faz-se diluições da amostra original). PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL 7.com . Adicionar 20ml de ácido sulfúrico concentrado. 3.sulfato de prata Dissolver 9. 3. Evitar contato com a pele e também mantenha-o sempre distante do rosto. 4. 7.95g de FeSO4. agitando em banho de gelo ou de água corrente (se a solução ficar verde. DETERMINAÇÃO DA DQO 1. Solução de ácido sulfúrico . Solução de sulfato ferroso amoniacal 0. em 1000ml de H2 SO4 conc. 7.H2O) juntamente com 0. 6. onde f : fator do sulfato ferroso amoniacal Vt: volume em ml de K2Cr2O7 (no caso10 ml) Vp: volume em ml gasto na titulação 4.y eliminação dessa interferência. Calculo do fator do sulfato ferroso amoniacal: f = Vt / Vp . Completar o volume do balão de capacidade 1000 ml com água destilada. 7H2 O em água destilada e diluir para 100ml em balão volumétrico.

Anotações e Observações: 7. 8. 9. Após o período de refluxo, lavar o interior do condensador com água destilada e retirar o balão; Tranferir o conteúdo do balão para erlenmeyer de 250 mL lavando com água destilada até cerca de 100 ml. Esfriar completo em banho de gelo ou em água corrente.

10. Adicionar ao branco e à amostra 3 gotas do indicador ferroin e titular com a solução de sulfato ferroso amoniacal (após a adição do indicador ferroin a cor mudará de laranja para esverdeado). O final da titulação é observado pela cor vermelho castanho. 7.3. CÁLCULOS DQO (em mg/l de O2) = (A - B) . N . f . 8000 S onde: A = ml gastos de sulfato ferroso amoniacal na titulação do branco; B = ml de sulfato ferroso amoniacal gastos na titulação da amostra; N = normalidade do sulfato ferroso amoniacal (0,25 N); f = fator de correção do sulfato ferroso amoniacal (determinado diariamente); S = volume em ml da amostra utilizado na análise 8. REAÇÃO K2Cr2O7 + FeSO4 + 7H2 SO4 --- Cr2(SO4)3 + K2SO4 + 3Fe(SO4)3 + 7H2O 9. MÉTODO PARA DETERMINAÇÃO DE DQO (MICRO) Este método é apropriado para DQO de 0-600mg/L (2.5mL da amostra) e de 600-1200 mg/L (1.5mL). Para DQO mais alta, deve-se fazer diluições adequadas. 1- Solução Digestora Pesar 4.913g de K2Cr2 O7 seco a 103oC por duas horas e diluir para 500mL com água destilada . Adicionar 167mL de H2 SO4 concentrado e 33.3g de HgSO4. Esfriar e completar o volume para 1000mL com água destilada. 2- Solução Catalisadora Pesar 10.12g de AgSO4 e dissolver em 1000mL de H2 SO4. Deixar 1 ou 2 dias para completa dissolução. 3-Solução do ferroin Dissolver 1.485g de Ferroin e 6.95g de Sulfato Ferroso Amoniacal com água destilada completando o volume para 100ml. 4-Solução padrão de sulfato ferroso amoniacal (+/- 0.1M) Dissolver 39.2g de Sulfato Ferroso Amoniacal em água destilada. Adicionar cerca de 20mL de Ácido Sulfúrico, esfriar e completar o volume para 1000mL com água destilada. 5-Solução de hidrogênio ftalato de potássio (HOOCC6H4COOK) o Dissolver 425mg de Hidrogênio Ftalato de Potássio seco a 120 C até peso constante em água destilada para 1000 Ml em balão volumétrico. O Hidrogênio Ftalato de Potássio tem DQO teórico de 1,176 mg de O2/mg e esta solução tem 500Qg de O2/mL. Esta solução é estável por três meses quando guardada sob refrigeração na ausência de visível crescimento biológico. 6-Ácido sulfâmico Adicionar 10mg de Ácido Sulfâmico para cada mg de NO2- presente no volume de amostra tomada. Fazer o mesmo para o branco. 7-Padronização do sulfato ferroso amoniacal Diluir 10mL do padrão de Dicromato de Potássio para 100mL de água destilada. Adicione cerca de 30mL de Ácido Sulfúrico. Esfriar e titular com Sulfato Ferroso Amoniacal adicionando 2 a 3 gotas de indicador (Ferroin). Molaridade usada no Volume de K 2Cr2 O7 Sulfato ferroso Amoniacal = -----------------------------------

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Volume usado no Sulfato Ferroso PROCEDIMENTO Adicionar 1,5 +/- 0.01mL da solução de digestão no tubo; Adicionar 2,5 +/- 0.02mL da amostra bem homogeneizada; Adicionar 3,5 +/- 0.05mL da solução catalisadora de modo que desça pelas paredes do tubo e forme uma camada no fundo do tubo. Daí em diante os equipamentos de segurança devem ser usados; 4. Tampe o tubo o mais apertado possível usando a tampa rosqueada com a camada de pressão adequada inserida; 5. O conteúdo do tubo deve ser misturado, mas não por inversão; 6. Levar o tubo ao bloco digestor a 150+/- 2oC por 2 horas +/- 5 minutos. Remover o tubo e deixá-lo esfriar; 7. Transferir o conteúdo do tubo para um frasco de erlenmeyer de 125mL. Lavar o tubo com água destilada, usando água sufici6ente para produzir um volume final de 25mL; 8. Adicionar uma gota de solução indicadora de Ferroin. Misturar bem; 9. Titular com solução de Sulfato ferroso Amoniacal (FAS) até a cor azul pálida mudar para vermelho. Anotar como A; 10. Fazer uma prova em branco substituindo a amostra por água destilada. Anota como B; 11. Calcular a DQO segundo a fórmula abaixo: 1. 2. 3. (B ± A) x M x F x 8000 DQO mg de O2/L = -----------------------------------mL da amostra onde: A ± ml do FAS usado na titulação da amostra B ± ml do FAS usado na titulação do branco M ± molaridade da FAS F ± Fator da FAS FAS ± Sulfato Ferroso Amoniacal.

Anotações e Observações:

116

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Química Analítica Prática de Química Analítica Qualitativa

Anotações e Observações:

1. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 1 r GRUPO 1.1.PRATA Adicione 1,0 mL de Iodeto de Potássio à solução contendo prata. Verifique o que ocorre. 1.2.CHUMBO Adicione 1,0mL de Cromato de Potássio à solução contendo Chumbo. Verifique o que ocorre. Adicione no mesmo tubo NaOH. Verifique o que ocorre. 1.3.MERCÚRIO Adicione 1,0mL de Cloreto estanoso lentamente à solução contendo mercúrio. Verifique o que ocorre. 2. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 2 r GRUPO 2.1. Adicione 1,0mL de NH4OH concentrado à solução contendo Bismuto. Verifique o que ocorre. Filtre e adicione ao resíduo 1,0mL de estanito de sódio. ( obtenção do estanito de sódio = 1,0mL de cloreto estanoso + NaOH até dissolver ). Verifique o que ocorre. Comente o que aconteceu a nível de oxidação e redução. 2.2. Adicione NH4 OH à solução contendo Cobre (observe o que ocorre ). Adicione 1,0 mL de ferrocianato de potássio. Verifique o que ocorre. 3. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 3 rGRUPO 3.1. Adicione tiocianato de amônio à solução contendo ferro ligeiramente ácida por adição de uma gota de HCL diluído. Verifique o que ocorre. 3.2. Adicione algumas gotas de HNO3 à solução de Manganês + Bismutato de sódio em uma cápsula de porcelana. Observe a mudança de coloração. 3.3. Adicione à uma solução de Alumínio ligeiramente alcalina algumas mg de NH4CL. Observe se forma um precipitado. Aqueça se necessário. 3.4. Adicione à solução de Cromo NaOH + H2 O2 + algumas mL de Chumbo. Verifique o que ocorre quando se adiciona a solução de NaOH e quando se adiciona a solução de chumbo. 3.5. Adicione à solução de cobalto NH4SCN + álcool amílico. Verifique o que ocorre em cada fase. 3.6. Adicione à solução de níquel ligeiramente alcalina 1,0mL de Dimetilglioxima. Verifique o que ocorre.

4. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 4 r GRUPO

4.1. Adicione à solução de cálcio algumas gotas de hidróxido de amônio + 1,0 mL de Oxalato de amônio. Verifique o que ocorre. 4.2. Adicione à solução de estrôncio algumas gotas de hidróxido de amônio + 1,0 mL de sulfato de amônio. Verifique o que ocorre.

Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com 117

5. Adicione à solução de bário algumas gotas de hidróxido de amônio + 1. Observe a cor da chama. 5.Anotações e Observações: 4. Observe a cor da chama. Adicione à solução de magnésio 1.4.3. 5. Use o filtro e observe a cor da chama. Observe a cor da chama. Umedeça a alça de platina na solução de K e leve à chama. 118 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.0 mL de Cromato de Potássio.Umedeça a alça de platina na solução de Na e K e leve à chama. Umedeça a alça de platina na solução de Na e leve à chama. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 5 r GRUPO 5.0mL de fosfato de amônio em meio alcalino e observe o que ocorre.1.3. Verifique o que ocorre.2. 5.com .

Evaporar para eliminar H2S.3 ml de HCl conc. Aumentar o volume com água destilada para 100 ml e adicionar 1. frio e em pequeno excesso ) Anotações e Observações: Levar à secura em Banho Maria. gota à gota. (a quente).0 ml de HCl conc.0 ml de NH4OH Adicionar KOH. Aquecer.Pesquisa de Cátions HCL ( adicionar HCL diluído. colocando papel de filtro umedecido com Pb(NO3)2 sobre o béquer até que não precipite o Pb negro. aquecer e filtrar Adicionar 1. Adicionar 1.0 ml de HNO3. Adicionar tiocetamida.0 de tiocetamida aquecer e filtrar Adicionar (NH4 )2CO3 e filtrar Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Adicionar NH4 Cl em pó (1g/100 ml).0 ml de HCl conc. Adicionar 1. Filtrar Adicionar 1.com 119 . Ferver. + 50 ml de água contendo 0.

PRATA Adicione 1.Na2 SnO2 + 2H2 O b) REAÇÃO DE IDENTIFICAÇÃO D O BISMUTO 2Bi(OH) 3 + Na2 SnO2 -----.2.3. 4 Cu++ + 4NH -----.2. Pb ++ + CrO4 p PbCrO4(s) -- ppt amarelo ouro PbCrO4 + 4 NaOH p Na2PbO2 + Na2CrO4 + 2H2 O deve dissolver-se Na2 PbO2 + Na2CrO4 + 4 CH3COOH p PbCrO4 +4NaCH3COOH+ 2H2 O 1.Bi(OH) 3 + 3 NH4 + ppt branco gelatinoso Filtre e adicione ao resíduo 1. Verifique o que ocorre.Cu(NH ) ++ 34 3 2Cu ++ navy solúvel Cu2 [Fe(CN)6 ](s) vermelho telha + [Fe(CN)6]4 ---. ( obtenção do estanito de sódio = 1. Verifique o que ocorre.2Bi + Na2 SnO3 + 3 H2O preto 2.1. Verifique o que ocorre.0mL de Cromato de Potássio à solução contendo Chumbo. Comente o que aconteceu a nível de oxidação e redução. Ag+ + Ip AgI(s) ppt amarelo claro 1. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 1 r GRUPO 1. a)PREPARAÇÃO DO ESTANITO DE SÓDIO SnCl2 + 2 NaOH ----------Sn(OH)2 + 2 NaCl Sn(OH)2 + 2NaOH ----------. Verifique o que ocorre. Verifique o que ocorre.0mL de estanito de sódio.CHUMBO Adicione 1.0 mL de ferrocianato de potássio. 2HgCl2 + SnCl2 p Hg2Cl2(s) + SnCl4 branco aos poucos vai escurecendo 2Hg2Cl2 + SnCl2 p 2 Hg + SnCl4 2.---------------- 3. Adicione no mesmo tubo NaOH.0 mL de Iodeto de Potássio à solução contendo prata. Adicione 1.Anotações e Observações: Química Analítica Prática de Química Analítica Qualitativa 1.0mL de cloreto estanoso + NaOH até dissolver ). Bi 3+ + 3 NH3 + 3 H 2 O --. Adicione 1. à solução contendo Cobre (observe o que ocorre ). IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 2 r GRUPO 2. Verifique o que ocorre. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 3 rGRUPO 120 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com . Adicione NH4 OH conc.0mL de NH4OH concentrado à solução contendo Bismuto. Verifique o que ocorre.1.MERCÚRIO Adicione 1.0mL de Cloreto estanoso lentamente à solução contendo mercúrio.

CoCl2 + NH4SCN p Co(SCN)2 + 2 NH4Cl Co(SCN) 2 + 2NH4 SCN p (NH4)2[Co(SCN)4] anel azul entre as fases indica cobalto 3. Ca++ + (NH4)2C2O4 p CaC2 O4 + 2NH4 + ppt branco 4.1. Sr++ + (NH4)2SO4 p SrSO4 + 2NH4 + ppt branco Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Fe3+ + 3NH4SCN p Fe(SCN)3 + 3NH4+ vermelho tijolo Anotações e Observações: 3. Adicione algumas gotas de HNO3 à solução de Manganês + Bismutato de sódio em uma cápsula de porcelana. 4.4.3. Observe se forma um precipitado.1.p PbCrO4(s) + 2 OAcamarelo vivo 3. Adicione à solução de Cromo NaOH + H2 O2 + algumas mL de Chumbo.0mL de Dimetilglioxima. Verifique o que ocorre. Adicione tiocianato de amônio à solução contendo ferro ligeiramente ácida por adição de uma gota de HCL diluído.com 121 . 2MnO2 + 5NaBiO3 +20HNO3 p 2HMnO4 +O2 + 9H2 O + 5NaNO3 + 5Bi(NO3)3 ácido manganoso cor uva 3.0 mL de sulfato de amônio. Verifique o que ocorre.6.5. Verifique o que ocorre. Verifique o que ocorre. Verifique o que ocorre em cada fase.2. Adicione à solução de cálcio algumas gotas de hidróxido de amônio + 1.0 mL de Oxalato de amônio. Al(OH) 3 + NaOH p NaAlO2 + 2H2 O ppt branco que com o excesso dissolve-se reprecipita branco NaAlO2 + NH4Cl + H2 O p Al(OH) 3 + NaCl + NH 3 3. Observe a mudança de coloração. Adicione à uma solução de Alumínio solução de NaOH em excesso e algumas mg de NH4CL. 2Cr(OH)3 + 4NaOH + 3H2 O2 p 2Na2CrO4 + 8H2 O Pb(OAc)2 + CrO4-.3. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 4 r GRUPO 4. Aqueça se necessário. Verifique o que ocorre quando se adiciona a solução de NaOH e quando se adiciona a solução de chumbo. Adicione à solução de estrôncio algumas gotas de hidróxido de amônio + 1.2. Adicione à solução de níquel ligeiramente alcalina 1. Adicione à solução de cobalto NH4SCN + álcool amílico.

Observe a cor da chama. Observe a cor da chama.com . Umedeça a alça de platina na solução de K e leve à chama. Umedeça a alça de platina na solução de Na e leve à chama.6H2O ppt branco 122 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Verifique o que ocorre. Adicione à solução de bário algumas gotas de hidróxido de amônio + 1. amarela 5.1.0mL de fosfato de amônio em meio alcalino e observe o que ocorre. Adicione à solução de magnésio 1. Ba2+ + CrO4-. Mg++ + (NH4)2HPO4 + H2O p MgNH4PO4. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 5 r GRUPO 5. violeta 5.2.3.p BaCrO4 ppt amarelo Anotações e Observações: 5.0 mL de Cromato de Potássio.4.4.

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