Anotações e Observações

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Universidade Federal de Pernambuco Centro de Tecnologia e Geociências Departamento de Engenharia Química Curso de Química Industrial APOSTILA DA DISCIPLINA DE QUÍMICA ANALÍTICA

Anotações e Observações:

ÍNDICE
Pág.

01- Tratamento dos dados / Química Analítica ......................................................... 02- Métodos gravimétricos (Gravimetria) .................................................................. 03- Métodos volumétricos (Volumetria) ....................................................... ............. 04- Revisão/ Química das soluções aquosas ........................................................... 05- Cálculos de equílibrios para sistemas complexos ............................................ 06- Titulações de precipitação ................................................................................... 07- Curvas de titulação para sistemas ácido / base simples .................................. 08- Aplicações de titulações de neutralização ................... ...................................... 09- Titulações complexométricas .............................................................................. 10- Equílibrio de oxi-redução e teoria eletroquímica ........................................... .... 11- Titulações de oxi-redução / Teoria ...................................................................... 12- Titulações de oxi-redução / Aplicações .............................................................. 13- Esquema de separação de Cátions ..................................................................... 14- A Balança Analítica .............................................................................................. LISTAS (Exercícios) ..................... ............................................................................... PRÁTICAS ....................................................................................................................

5 11 16 19 26 31 38 46 52 59 61 65 71 72 75 93

AG ENDA

BIBLIOGR AFI A
01- SKOOG, D.A, WEST, D.M AND MOLLER, F.J., Fundamentals of Analytical Chemistry. Saunders College Publishing, 5a ed., 1988. 02- CRISTIAN, G.D, Analytical Chemistry, John Wiley & Sons, 4a ed., 1986. 03- OHLWEILER, O.T. Química Analítica Quantitativa. Livros Técnicos e Científicos editora, a 3 ed., 1982, vol. 1 e 2. 05- BACCAN, N, ANDRADE , J.C., GODINHO, O.E.S. BARONE, J.S. Química Analítica Quantitativa elementar. Edgard Blücher, 2a ed.

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com .Anotações e Observações: 4 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

2. Completando a análise p Medição de uma propriedade física µ¶x¶¶ que se relacione de uma forma reprodutível com a concentração da espécie. De acordo com esta medida final: . 5. MÉDIA E MEDIANA Média: n § x i x ! i !1 n Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. 6.Métodos Espectroscópicos ETAPAS DE UMA ANÁLISE QUANTITATIVA Anotações e Observações: 1. estocar) Pode absorver / dessorver H2 O Secagem Medição da umidade Solubilização das amostras. homogenizar. Cálculos dos resultados e estimativas da confiabilidade.01 .o instrumental . Seleção do métodop experiência e intuição exatidão x custo Amostragem.Métodos Volumétricos . TRATAMENTO DOS DADOS A medida de uma quantidade física envolve: . 2.Métodos Eletroanalíticos . 7. Calibração: Função que relaciona µ¶x¶¶ com C. identificação e determinação das quantidades relativas dos componentes que constituem uma amostra. 1. 4.o sistema material em estudo . Análise p qualitativa e quantitativa Importância crescente em várias áreas da ciência e tecnologia Quanti p 2 medições: Peso ou volume da amostra Após completa a análise p determinação de alguma quantidade E a quantidade da espécie. Eliminação de interferências. Preparação da amostra p Sólidos (moagem. 3.TRATAMENTO DOS DADOS / QUÍMICA ANALÍTICA Química Analítica p separação.com 5 .Métodos Gravimétricos .o observador Sujeita a erros Dados que não se conhece sua confiabilidade não tem significado.

desvio padrão relativo .4 19.8 Anotações e Observações: 9. ex: 19.com .6 PRECISÃO 20. Pode ser expresso: . ERRO ABSOLUTO ERRO RELATIVO E ! xi  Q Q p valor aceitável x Q E ! i v 100 r Q 6 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. está no valor aceitável.8 ! 19.desvio padrão da média DESVIO PADRÃO (AMOSTRAL) E VARIÂNCIA S ! § ( x i  x ) 2 n  1 s p mesma unidade dos dados variância = s2 DESVIO PADRÃO RELATIVO (RSD) RSV ! s v 100 x coeficiente de variância (cv ) s=1 p x ! 20 x ! 200 cv ! 5% cv ! 0.desvio padrão .6  19. se µ¶n¶¶ ímpar p valor central se µ¶n¶¶ par p média do par central.Mediana: resultado em torno do qual todos os outros estão igualmente distribuídos.3 Concordância entre 2 ou mais medidas realizadas da mesma maneira.variância .5 20. ou série de medidas.5% FAIXA DE VARIAÇÃO ¨X ¸ ! FV X © ¹ MIN º ª MÁX EXATIDÃO Quão perto a medida.faixa .7 2 19.1 mediana: 19.

Efeito dos Erros Determinados nos Resultados 1. p ex: perdas de material e secagem incompleta da amostra. Fontes de Erros Determinados Instrumentais p Ligados a imperfeições nos aparelhos. em princípio. Caráter unidirecional p sistemáticos. Determinados ou sistemáticos: média da série difere do valor aceitável. 2. 2. ex: usando-se uma quantidade fixa de um reagente que possui uma substância interferente. reações lentas e reações paralelas interferentes. Erros Determinados Fonte definida.Sintéticas . Operacionais p Relacionados com o analista. p Podem ser eliminados por calibração.Padrões internacionais B) Comparação com um método padrão C) Provas em branco D) Variação da quantidade da amostra Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Proporcionais ex: Presença de interferentes na amostra.I II III IV Anotações e Observações: I ± exato e preciso IV ± erro grosseiro TIPOS DE ERROS II ± preciso e ineexato III ± impreciso e inexato Indeterminados ou aleatórios: fazem com que os resultados flutuem ao acaso p são refletidos na precisão dos dados. pode ser identificada (e portanto eliminado ou corrigido). ex: copreciptação de impurezas. 3. reagentes. Concentração errada da solução padrão usada na calibração. vidrarias. Excesso de reagente para virar o indicador.com 7 . Detecção dos Erros Determinados 1. Método p São difíceis de detectar (mais sério dos 3) p. Grosseiros: ocorrem ocasionalmente p são altos (+ ou -) p levam às anomalias. etc. que. Constantes p Independe do valor da quantidade medida. Instrumentais p Calibração Operacionais p Cuidado e autodisciplina. Método p A) Análise de amostras padrão .

com .. Efeito: resultados de medidas repetidas. derramar solução.. O alvo de qualquer investigação experimental é a população. trasnposição de números.Erros Grosseiros Maioria p operacional p falta de cuidado. Quando N u 20 s p W. MÉDIAS E DESVIOS Amostral Populacional Anotações e Observações: n § x i x ! i !1 n 2 § ( x  x) i n 1 Q s! W! 2 § ( xi  Q ) n DESVIO PADRÃO DA MÉDIA W y y m ! H s N m ! s N A incerteza no cálculo de µ¶s¶¶ diminui medida que µ¶N¶¶ aumenta. usar a escala errada ( afeta todos os resultados ). inexperiência ex: Cálculos errados.  s 2R n n 2 2 2! 1 1 s c R § Ex: 8 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Seguem uma distribuição normal ou gaussiana. TRATAMENTO ESTATÍSTICO DOS ERROS ALEATÓRIOS Estatística p probabilidades População p o conjunto de todos os valores possíveis de uma dada situação. ESTIMATIVA CONJUNTA DE s (s ) c s 2R  s 2R  . flutuam de maneira aleatória. Erros Indeterminados Sequência das inúmeras variáveis incontroláveis que existem assoc iadas a qualquer medida. Amostra p uma parte da população. normalmente selecionada com o objetivo de se fazer inferências acerca da população.

3660 .Apresentar o desvio padrão ou coeficiente de variação (expressar N) 3.2) No antilog de um número deve-se reter tantos dígitos quantos dígitos existirem à direita do ponto decimal do número original.0 1 v 100 ! 4.7 p 3 AS 2.31 = 10.156) 2 s 2c ! 6 sc = 0.01 v 100 ! 0.001 v 100 ! 0.1 100.1 0.Apresentar os limites de confiança (90 ou 95%) 2.0 incerteza relativa: 0.2 24 0.1 v 100 ! 10 1.Convenção dos algarismos significativos ALGARISMOS SIGNIFICATIVOS ( AS ) y Anotações e Observações: Os algarismos significativos são todos os dígitos certos e o 1o dígito incerto.10 REGISTRO DE DADOS ANALÍTICOS Incluir informação sobre a CONFIABILIDADE 1.062) 2 v 3  (0. ex: log 4.114) 2 v 2  (0.96 0.7 II) Multiplicação e Divisão: a incerteza relativa do resultado deve ser da mesma ordem do que a do componente com maior incerteza relativa. (III.02 ! 0.com 9 .24 ml ( bureta de 50 ml com graduação 0.1 v 100 ! 0.965 0.0 0. ex: 24 v 4.4 + 0.1 ml ) certos (3 0 e 2) incerto (4 ) ZEROS: 1.000 x105 = . 105 p 5AS Cálculo com algarismos significativos I) Somas e diferenças: retem-se o número de casas decimais = no de casas decimais do no com menor no de casas decimais.5 = 3 x 1012 ( 1 dígito ) Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.0670 p 3 AS 3.1) O log de um número deve ter tantos dígitos à direita do ponto decimal quantos forem os A.Zeros terminais 936600 p quantos AS ? p dúvida Notação científica p 9.Cercados de outros dígitos p é Algarismo significativo ( AS ) 90.Servindo apenas para localizar o ponto decimal p Não é AS 0.01 v 100 ! 1.S do número original.4.02 0.25 4.020 + 7.3979 4 AS 4 AS ex: antilog 12.96 III) Logs e antilogs (III. ex: 3.(0. 30.73 = 10.04 0.965 100.

47 = 9.8 8.6 8.com .ARREDONDAMENTOS Último AS " 5 p arredondamento para o próximo maior número Último AS 5 p mantido ex: 9.4 Último AS = 5 p par ex: 8.75 = 8.55 = 8.43 = 9.5 9.6 Anotações e Observações: 10 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.65 = 8.

NaHCO3 é convertido quantitativamente em Na2CO3. pC2H6O ) Peso Molecularp Peso em gramas (g) de 1 mol da substância. y y FORMAS DE PESAGEM Fe (III) + NH4 OH p Fe2O3. glicose (C6H12 O6) Fórmula Molecularp Dá a informação sobre a estrutura do composto. Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.2g de Mg2 P2O7 Amostra 0.95g. Calcule o % de impurezas na amostra.2 v 100 ! 11.NH3 p NH4MgPO4 . 2-Exercício: A elevadas temperaturas. Calcule o % de Fe e Al na mistura original. e F.com 11 .1% 0.E.97 PM ( P ) ! 2v ! 0. do formaldeído F.) p Específica o nr de átomos na molécula Ex:CH2 O p F.6 PM ( Mg 2 P2 O 7 ) 0. acético (C2H4O2).02 . ác.54 v ! ! 0.5g Quero o resultado em P F ! 2v 30.69 1-Exercício: uma mistura contendo apenas FeCl3 e AlCl3 pesa 5.2362g. Ex: C2H5OH (F. xH2O ( 800-1000rC) Fe2 O3 Mg (II) + (NH 4)2HPO4 .Q.2783 222.62g.) p Relação entre o nr de átomos de um composto químico Fórmula Química (F.Q.9666 3 PM ( Fe2 O3 ) 3 v 159.GRAVIMETRIA Métodos de Precipitação Métodos de Volatilização y y Anotações e Observações: Fórmula Empírica (F. resultando em Al2O3 e Fe2O3. Forma de pesagem suporte temperaturas altas 4) Fator gravimétrico alto CÁLCULOS EM GRAVIMETRIA % A = (peso de A / peso da amostra) x 100 F = (o que se quer / o que se tem) x (a / b) Ex: obtive 0. Os cloretos são convertidos em hidróxidos e levados à ignição.E. A mistura de óxidos pesa 2.E.3592g de uma amostra contendo NaHCO3 e impurezas não voláteis resultou num resíduo pesando 0. 2 NaHCO3(s) p Na2 CO3(s) + CO2(g) + H2O(g) A ignição de 0.6H2O (10000C) Mg2 P2 O7 Requisitos para formas de pesagem: 1) Composição perfeitamente definida 2) Não deve ser higroscópio 3) Precipitado convertido na forma de pesagem a temperaturas relativamente baixas.5 %( P ) ! 0.Q.2783 v Ex: pesei em Fe2O3 Quero em Fe3O4 F! 2 PM ( Fe3 O4 ) 2 v 231.

Cr(II)]. sulfitos de metais pesados. Ex: oxalato de cálcio 1.precipitação em meio ácido onde S é alta. Al. 2.com 12 . é afetada por esta variável. Ex: Hidróxidos [Fe(III). E Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Região Instável C Região Metaestável D G B F Região Não Saturada A AB p Curva de solubilidade. Coloidal SR baixa p ppt. y Quando S é muito baixap (Q-S) é sempre altopppt coloidal. Cristalino CONTROLE EXPERIMENTAL DO TAMANHO DAS PAR TÍCULAS: Para minimizar a SR: y T altas ( S o ) y Soluções diluídas ( Qq ) y Adição lenta do reagente precipitante com agitação (Qq ) y Controle do pH do meio quando a solubilidade do ppt.redução da acidez por adição de NH4OH remove quantitativamente o ppt.PROPRIEDADES DOS PRECIPITADOS E AGENTES PRECIPITANTES Reagente deve ser seletivo e produzir um sólido que: 1) Solubilidade baixa 2) Facilmente filtrável e lavável livre de contaminantes 3) Não seja reativo e tenha composição conhecida após secagem ou ignição y y y y y y y y y Anotações e Observações: Precipitados Cristalinos Cristais individuais bem desenvolvidos Partículas densas que sedimentam rapidamente Facilmente filtráveis Não se contaminam facilmente Suspensões Coloidais Partículas pequenas (d =10-6 a 10-4mm) Não decantam facilmente Não são retidas em papel de filtro comum Tamanho das Partículas Composição química Condições do meio Temperatura Concentração dos reagentes Velocidade de adição dos reagentes Solubilidade no meio SUPERSATURAÇÃO RELAT IVA SR ! QS S Qp Concentração do soluto a qualquer instante Sp Solubilidade de equilíbrio SR alta p ppt.

Lavagem dos ppts.) AgC remoção do HNO3 por aquecimento. COPRECIPITAÇÃO y y y Compostos normalmente solúveis são carregados junto com o precipitado I.MECANISMO DE FORMAÇÃO DE PPT Nucleação x Crescimento de cristais Anotações e Observações: Nucleação Velocidade Crescimento dos cristais SR PRECIPITADOS COLOIDAIS Coagulação ou aglomeraçãop massa não cristalina filtrável que facilmente decanta. Lavagem com eletrólito volátil: lavado com HNO3 (dil. y Repouso em contato com a solução mãe ( digestão ). com água: remove o eletrólitop aumenta o volume da camada de íons contráriosp restabelece as forças repulsivas. Tratamento prático dos precipitados coloidais y Precipitação à quente. Aumento da concentração de eletrólitosp reduz o volume da solução para neutralizar a partícula. com agitação e adição de eletrólito.Adsorção Superficial II.Oclusão Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.Formação de Cristais Mistos III. y Lavagem com eletrólito volátil.com 13 . Peptização: colóide coagulado reverte ao seu estado original disperso. H+ Camada de íons contrários K+ H+ Camada de Adsorção Primária Cl - Cl - Cl - Ag+ Cl - Ag+ Cl - Ag+ Cl - Cristal Cl - Ag+ Cl - Ag+ Cl- Ag+ 1) 2) Contribui para a coagulação: Aquecimento por um curto tempo com agitaçãop diminui a adsorsão.

I - Adsorção Superficial Comum em ppts. com grandes áreas específicas superficiais (isto é, colóides).
y

Anotações e Observações:

Contaminantesp íon adsorvido + íon da camada contrária Ex: AgClp Ag+ na superfície NO3- na camada contrária Para minimizar a adsorção: Digestão Lavagem com eletrólito volátil Reprecipitação

AgNO3 é coprecipitado

y

Fe+3 + NH4OH (exc) p FeOH3

adsorve OH- (prim) Zn, Cd, Mn ( íons contrários )

II - Formação de Cristais Mistos Um dos íons da rede cristalina é trocado por um íon de outro elemento. Ex: MgNH4 PO4 K+ É bastante nociva. MgKPO4

Este tipo de contaminação aumenta quando aumenta Soluções: y Remover contaminante y Escolher outro reagente III - Oclusão

¨ [contaminan te] ¸ © ¹ © ¹ [ analito ] ª º

Íons estranhos são µ¶aprisionados¶¶ durante o crescimento do cristal. EX:

Na2SO4

BaCl2

1) Excesso Ba++ ++ Adsorção primária: Ba Íons contrários: Cl-

2) Adição de mais Na2 SO4

Se Vcresc. é alta (substâcias pouco solúveis ) p não há troca completap contaminação com BaCl2 Soluçãop digestão; reprecipitação

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Erros de Coprecipitação 1. Quando o contaminante: Não é um composto do íon determinado p ( + ) Ex: AgCl adsorve AgNO3 , na determinação de Cl . Contém o íon a ser determinado p ( + ou - ) Ex: BaSO4 ( determinação de Ba); oclusão de outros sais de Ba. y Ba(Cl)2 p ( ± ) p menor PM que o BaSO4 y Ba(NO3)2 p ( + ) p maior PM que o BaSO4 Precipitação em Solução Homogênea O reagente precipitante é formado através de uma reação química lenta, na própria solução onde se encontra a espécie a analisar. SRp mantida em níveis baixos. Ex1: Geração de OH(NH2)2CO + 3 H2O p CO2o + 2NH4 + + 2 OHFe(III) e Al(III) Ppts mais densos, mais facilmente filtrável, mais puro (menor área superficial). Ex2: Geração de SO42HSO3NH2 + HNO3p 2H+ + SO42- + N2O + H2O Ba Uma Visão Crítica dos Métodos Gravimétricos TEMPO Lento em termos de ti e tf Tempo de operador pmoderado Não há calibração e padronização Eficiente para analisar poucas amostras SENSITIVIDADE E EXATIDÃO Não sofre limitação do instrumento ( balança ) É limitada por: Perdas por solubilidade Erros de coprecipitação Perdas mecânicas do ppt. (só usado p/ concentração " 0,1% ) Para concentração" 0,1% método mais exato.

Anotações e Observações:

y y y y

y y

y

OBS: amostras muito complexas pexatidão comparável com outros métodos. ESPECIFICIDADE Não são específicos, mas seletivos p ppts. com grupos de íons EQUIPAMENTOS Simples, baratos, fáceis de obter e manter.

y

y

Reagentes Precipitantes Orgânicos VANTAGENS: Muitos são bastante insolúveisp precipitação quantitativa Peso equivalente elevado com respeito à espécie p sensibilidade Alguns são bastante seletivos. Seletividade pode, em alguns casos, ser melhorada ajustando fatores como pH. A maioria dos ppts possui natureza física favorável à filtração e a lavagem. DESVANTAGENS Solubilidade dos reagentes orgânicos em meio aquoso limitada. Muitos ppts não fornecem formas de pesagem satisfatória. Exemplos: 8-hidroxiquinolina p Mg, Zn, Al Solubilidade varia de cátion para cátion e depende do pH. Dimetilglioxima p Pd (ácida); Ni (alcalina)

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03 - VOLUMETRIA Solução Padrão: Reagente de concentração conhecida Ponto de equivalência: Ponto da titulação onde a quantidade do titulante adicionado é quimicamente equivalente a quantidade de analito na amostra. Titulação de retorno: Adiciona-se um excesso de solução padrão ao analito e este excesso é titulado com uma 2° solução padrão. Ponto de equivalência x Ponto final Ponto de equivalência
p

Anotações e Observações:

Teórico Pode ser estimado observando-se alguma mudança física associada à condição de equivalência.

Ponto Final p É o sinal desta mudança. Erro titulométrico p Devido a inadequação da mudança física e da nossa habilidade de observá-la. Indicador p Substância complementar adicionada para detectar o ponto final. PADRÕES PRIMÁRIOS Composto altamente purificado Requisitos: 1°) Alta Pureza; 2°) Estabilidade em relação ao ar ; 3°) Ausência de água de hidratação; 4°) Facilmente disponíveis e de baixo custo; 5°) Razoavelmente solúvel no meio da titulação; 6°) Peso molecular razoável (minimizar erros de pesagem ) Alternativa: Padrão secundário SOLUÇÃO PADRÃO Propriedades Desejáveis: 1°) Ser estável; 2°) Reagir rapidamente com o analito; 3°) Reagir mais ou menos completamente com o analito; 4°) Reagir seletivamente com o analito e que esta reação possa ser descrita por uma equação balanceada simples. Métodos para Estabeler sua Concentração: 1) 2) Direto Pesar padrão primário p Dissolver p Completar o volume em balão volumétrico. Por Padronização A solução a ser padronizada deve ser titulada com: (a) quantidade pesada de padrão primário; (b) quantidade pesada de padrão secundário(*); (c) Um volume medido de outra solução padrão(*). *Solução padrão secundária

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+ 2H+ p H2O + CO2 PM (Na2CO3 ) = 105. OBS. EXEMPLO I: (+3) (+7) (+4) (+2) 2+ +2 5C2O4 + 2 MnO4 + 16H p 10 CO2 + 2 Mn + 8 H2 O Mn: (+7) ( +2 ) ( nox = 5 PEq ( MnO4.50g.com 17 .5 x PM = 53.5 neq = PEq   m = neq x PEq = 0.depende da reação q 105.10N de Na2CO3 a partir do sólido padrão primário. assumindo que a solução será usada para titulações cuja reação química é: CO3 2.5g e dilui-se em balão volumétrico para 5.Concentração de Soluções Molaridade e Normalidade Anotações e Observações: M ! no.1 x 5 = 0.) = PM/ 5 EXEMPLO II: (+7) (+4) MnO2(s) + 4 OHMnO4.1 x 5 = neq = 0.000l.de oles V (l ) N = m / PM Peso Equivalente Reações ácido / base + PE ± É a quantidade da substância que fornece ou consome 1 mol de H . a) KOH.5 m = 0. molar). HCl PM = PEq b) Ba( OH ) 2 PM / 2 = PEq Ba( OH ) 2 + 2H+ p Ba++ + 2H2 O Reações de oxidação / redução PE ± É aquele que diretamente ou indiretamente produz ou consome 1 mol de életrons.10 M .deEquivale ntes V (l ) neq = m / PEq PEq .   n = m / PM   ? A) Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.+ 3e.) = PM / 3 3) Reações de precipitação e formação de complexos PE ± É aquele que reage ou consome: 1 mol do cátion ( se este é univalente ) 1/2 mol do cátion ( se este é divalente ) 1/3 mol do cátion ( se este é trivalente ) 2) 1) EXEMPLO III: AlCl3 + 3Ag+ p Al+3 + 3 AgCl PEq ( AlCl3 ) = PM / 3 EXEMPLO IV ± 01: Descreva a separação de 5.00g Molaridade analítica ou total ( conc.99 2 ¡ 105.p Mn: ( +7) (+3 ) ( nox = 3 Peq ( MnO4 .99 Peso equivalente (Na2 CO3 ) = N= nreq V (l ) 0. M = n / V( l)   n = 0. p Expressa a conc.+ 2OH. formal )pn° total de um soluto em 1l de solução(C ) Molaridade de equilíbrio ou das espécies(conc.5 x Dissolve-se 26.000l de uma solução 0. molar de uma espécie particular que existe na solução em equilíbrio (   N! no.: Se 0.99 2 = 26.

8040g de minério de ferro foi dissolvido em ácido. O ácido dissocia-se 73% em H2 O . 4. Calcule: a) % N (PM = 14.18 = 50.2 ml do ácido comercial devem ser tomados e diluídos para 100 ml. Outras Formas de Expressar Concentrações 1.4755g de uma amostra contendo ( NH4)2C2O4 e compostos inertes foi dissolvido em H2O e alcalinizada com KOH que converte o NH4 + em NH3. da solução em termos de massa ( mg ) de algumas espécies que é equivalente a 1 ml de solução. EXEMPLO VII ± 04: Uma amostra de 0.solução x 100 %p/v= pesodosolu to vol .: K2Cr2O7 com título 5. Título: Define a conc.2 ml 50.0ml de H2 SO4 0. 0.05035M. O ferro foi então reduzido para Fe+2 e titulado com 47.6 x 36. EXEMPLO VI ± 03: Descreva a preparação de 100 ml de HCl a partir do reagente comercial concentrado ( 37% HCl e d = 1.22 ml de KMnO4 0.18 ).1214M. Idem ao Exemplo 04 só que a concentração do KMnO4 é 0.: n = 6 x 0.54 ) A reação do analito com o reagente é: Mn+2 + 5 Fe+3 + 4 H2O MnO4.10 ).4 ) em 10. CL3COOH ( M = 163.5 -------------.13ml de NaOH 0. Calcule o resultado desta análise em termos de : a) % Fe ( PM = 55.1 = 0.com .6 x36.solução (l ) 3.00 mg Fe2O3 ml .+ 5 Fe+2 + 8H+ p EXEMPLO VIII ± 05.EXEMPLO V ± 02: Calcule a concentração analítica de equilíbrio de uma solução aquosa contendo 285 mg ácidotricloroacético.5 x100 37 = 59.5 HCl puro 37 % Em peso 37 -------------.soluto vol.x x= d=m/v .007 ) b) % ( NH4) 2C2O4 ( PM = 124.19 g de reagente comercial 18 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.02242 M.00 mg / ml ) C ( ppm ) = pesodosolu to( mg ) vol .: v = 59.: m = 0. Percentagem: %p/p= pesodosoluto pesodasolução x 100 %v/v= vol. EX. 2.0ml de solução.6 moles N = m / PM .1121 N. 0.6 x 36. M=n/v .: V = m / d . EXEMPLO IX ± 06.solução x 100 Reagentes aquosos comerciais p p / p.19 / 1. é bem diluída ( d = 1. O excesso de H2 SO4 foi retrotitulado com 11. Densidade: d = m / V ( Kg / l ) Partes por milhão e por bilhão: C ( ppm ) = Anotações e Observações: pesodosolu to pesodasolu ção x 106 c ( ppb ) p 109 Se o solvente é H2O e a sol.100 0. O NH3 liberado foi destilado em 50.847 ) b) % Fe3 O4 ( PM = 231.

04 ± REVISÃO / QUÍMICA DAS SOLU ÇÕES AQUOSAS Eletrólitos p substâncias que se dissolvem em água para produzir íons livres suficientes para aumentar significativamente a condutividade elétrica do meio Eletrólitos fortes p Ionizam-se completamente Eletrólitos fracos p Ionizam-se parcialmente Anotações e Observações: Ácidos e Bases (Bronsted & Lowry) p Um ácido é uma substância capaz de doar prótons e uma base é uma substância capaz de aceitar prótons Muitos solventes são doadores ou aceptores de prótons NH3 Base1 H2O Base1 + + H2O Ácido 2 HNO2 Ácido 2 = H3O+ Ácido 1 = NH4 + + OH - Ácido 1 + Base 2 NO2Base 2 Água p solvente ANFIPRÓTICO Outros p Metanol.com 19 . ácido acético anidro NH3 Base1 CH3OH + Base1 + CH3OH Ácido 2 HNO2 Ácido 2 = = NH4 + + CH3O - Ácido 1 CH3 OH2+ Ácido 1 + Base 2 NO2Base 2 + + CH3OOH- Autoionização ou Autoprotólise p Solventes anfipróticos H2O + H2O = H3O+ CH3OH + H3O+ CH3OH = CH3OH2+ p íon hidrônio Autoionização da água p [H3O+] = [OH-] = 10-7M Força dos Ácidos e Bases Ácido mais forte HClO4 HCl H3 PO4 H2 PO4 NH4+ Ácidos fortes Ácidos fracos p não se dissociam completamente. etanol. A solução contém o ácido e sua base conjugada - + + + + + H2O H2 O H2O H2O H2O H2O = = = = = = H3O+ H3O + + + + + + + ClO4 Cl - H3O+ H3O+ H3O + H2PO4 ± H3COOHPO4 NH3 Base mais forte = H3 COOH + H3O+ Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

2 M [H3O+] = - Kw [OH ] - = 1. Arsenoso I3 + H2O Ác. Q.2 + [OH-]H2O } 0.00 x10-14 } 0.2 M p aproximação é válida 20 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. M.008x10 -14 2 + - = H3O+ + OH- } 1.] em água a 250C e a 1000C.00 x10 -14 EX: Calcular a [H 3O+] e [OH. N p concentração molar ou pressão parcial (atm) p Válido para solutos ideais em soluções infinitamente diluída p Não há informação sobre a velocidade com que o equilíbrio é alcançado Anotações e Observações: + nN = pP + qQ Constantes de Equilíbrio Comuns na Química Analítica Produto Iônico da Água 2H2O K = [H3O+] [OH-] [H2O]2 Constante (55 mol/l) Kw = K [H2O] = [H3O ] [OH ] 250 C p 1.com .EQUILÍBRIO QUÍMICO H3 AsO4 + 3I+ 2H+ = H3 AsO3 + Ác. [H3O+] = [OH.2M de NaOH NaOH p Na+ + OH2H2O = H 3O+ + OH- [OH-] = 0.2 [H3 O+] = 5.00 x10-14 0.00 x10-14 p [H3O+] = 10-7 M Kw(1000 C) = [H3O+] [OH.] em uma solução 0.00 x10-14 M OBS: [OH ] = 0.] Kw(250 C) = [H3O+] [OH-] = [H3O+]2 = 1.2 + 5.] = [H3O+]2 = 49 x10-14 p [H3O+] = 7 x 10-7 M EX: Calcular a [H 3O+] e [OH. Arsênico íon triiodeto Laranja Princípio de Le Chatelier p A posição do equilíbrio é deslocada na direção que tende a minimizar a pertubação imposta T o p Equilíbrio desloca-se na direção que absorve calor (ENDO) P o p Favorece os participantes que ocupam menor volume [R] o p Equilíbrio desloca-se na direção que consome esse reagente Expressão da Constante de Equilíbrio mM K = [P]p [Q]q [M]m [N]n p P.

Produto de Solubilidade Ag2CO3 (s) K = [Ag+]2 [CO3=] [Ag2CO3 (s) ] Concentração molar constante Kps = K [Ag2CO3 (s) ] = [Ag ] [CO3 =] + 2 Anotações e Observações: = 2Ag+ + CO3= EXEMPLO I: Quantas gramas de Ba(IO3)2 (PM=487) podem ser dissolvidas em 500 ml de água a 250C Kps(Ba(IO3 )2) = 1.] Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.] [NH4 ] Ka x Kb = Kw [H3 O+] em Soluções de Ácidos Fracos HA + H2O = A+ H3O+ Ka = [A ] [H3 O ] [HA] 2H2O + + + = Kw [NH 3 ] (I) = - H3O+ + OH- (II) Kw = [H3O ] [OH ] [H3O+]totla = [H3O+](I) + [H3O+](II) [H3 O+](I) =[A.02M de Ba(NO3)2 Constante de Dissociação Ácido-base HNO2 + H2O = H3O+ + NO2- Ka = [H3O+] [NO2 -] [HNO2] NH3 + + - H2O = NH4+ + OH- Kb = [NH4 ] [OH ] [NH3 ] Relação entre as constantes de dissociação para pares conjugados ácido/base NH3 + H2O = NH4+ + OHKb = [NH4+] [OH-] [NH3] NH4 + + H2O = NH3 + H3O + Ka = [NH3] [H3O+] [NH4+] Ka x Kb = [NH 3] [H3O+] x [NH 4+] [OH.57 x10 -9 Solubilidade de precipitados na presença de um íon comum EXEMPLO II: Calcular a solubilidade molar do Ba(IO3)2 numa solução contendo 0.com 21 .

[H3O+] + Ka = [H 3O ] + 2 + CHÁ .00x10 M de C6H5NH3Cl ( [H3O+]<< CHÁ) Constante de Formação para Íons Complexos Fe+3 + SCN+2 = Fe (SCN)+2 Kf = [Fe (SCN) ] [SCN ][ Fe ] EXEMPLO V-5: Uma pessoa pode ver a cor vermelha do Fe (SCN)+2 numa solução quando a concentração deste complexo é de 6. Qual a concentração mínima de KSCN requerida para que se possa detectar 1 ppm de Fe+3 na água? Kf = 1.[H3O ] Aproximação2: CHÁ } [HA] Ka = [H 3O+]2 CHÁ OBS: O erro na aproximação [H3O+]<< CHÁ aumenta se CHÁq e Kao Devemos obter [H3O+] e compará-la com CHÁ EXEMPLO III: Calcular a concentração do íon hidrônio numa solução aquosa de ácido nitroso 0.] + [HÁ] Como: + [H3 O+](I) }[A.com .4x10-6M ou maior.Anotações e Observações: O H3O da reação (I) reprime a reação (II) + Aproximação1: [H3O ] = [A ] CHÁ =[A.120 M -4 EXEMPLO IV: Calcular a concentração do íon hidrônio em uma solução 2.] CHÁ=[H3O ] +[HA] [HÁ] = CHÁ .4x102 Constante de Equilíbrio de Reações de Óxido-redução 6Fe+2 + Cr2O7 = K= + 14 H3O+ = 6Fe+3 + 2Cr+3 +21H2O +3 [Fe+2 ]6 [Cr+3 ]2 [ Fe+2]6 [Cr2O7=] [H3O+]14 K p pode ser calculada através dos potenciais padrão Constante de Distribuição I2(aq) = I 2(org) p coeficiente de distribuição ou de partição Kd = [I2]org [I2]aq Constantes de Equilíbrio em Etapas Muitos eletrólitos se associam ou se dissociam em etapas 22 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

com 23 .3x10-10 (BaSO4) Ka = 1.0x10-14 (água) Kps=1.2 x10 8 F3 = K1 x K2 x K3 =2.Quando NH3 é adicionado a uma solução contendo Zn :  [Zn H3 2 ] +2 Anotações e Observações: Zn +2 + NH 3 = ZnNH3 +2 K1 ! [Zn 2 ][ H 3 ] ! 2.75 x10-5 (HOAc) Se em vez de NaCl tivéssemos KNO3 ou NaClO4 p curvas similares p MESMAS CARGAS O efeito do eletrólito tem origem nas forças eletrostáticas de atração e repulsão que existem entrem os íons do eletrólito e os íons envolvidos no equilíbrio Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.0 x10 13 Efeito da Concentração do Eletrólito no Equilíbrio Químico Observou-se experimentalmente que a posição do equilíbrio depende da concentração eletrolítica do meio (mesmo quando o eletrólito adicionado não contém íons comuns com aqueles em equilíbrio) Concentração de NaCl.5x10 4 3] ][N Zn(NH3 )2 +2 + NH 3 = Zn(NH3 )3 +2 K3 !  [Zn(NH 3 )3 2 ]  [Zn(NH 3 ) 2 2 ][ H3] ! 3.5x104 ZnNH3+2 + NH 3 = Zn(NH3 )2+2 2 3 )2 ] 2! [ n(N [ nN 2 3 ! 2.2x10 4 Zn(NH3 )3 +2 + NH 3 = Zn(NH3 )4 +2 K4 ! [Zn(NH 3 ) 2 ] 4  [Zn(NH 3 )3 2 ][NH 3 ] ! 3.2x10 4 F2 = K1 x K2 =6. M Valores limites p Kw =1.

.EXEMPLO: BaSO4(s) = Ba+2 + SO4= Cl Cl +2 (+NaCl) Na + = Anotações e Observações: Diminuição da atração Na + Ba Cl - Cl - Na + SO4 Na + entre Ba+2 e SO4 = p AUMENTA A SOLUBILIDADE Ba=2 menos (+) OBSERVAÇÕES: 1.33E Q Q p força iônica da solução 0 EA p diâmetro efetivo do íon hidratado ( A) 0. 2.com . só de Q Atividade e Coeficiente de Atividade a A = [A] f A aA p atividade de A [A] p concentração molar de A fA p coeficiente de atividade para A p admensional e varia com o Q Ka = a H3O+ aAaHA = [A-] [H3O+] x fH3O+ fA[HA] fHA Ka p numericamente constante em uma faixa grande de Q (constante de equilíbrio termodinâmica) Propriedades do coeficiente de atividade p f é uma medida de quanto a espécie influencia o equilíbrio no qual ela participa. Zc p carga dos íons Para soluções com Q e 0.1) p f pode ser maior que 1.1) p f< 1 A altos Q (Q > 0.51Z A Q 1  0.33 p constantes (para soluções aquosas a 25 0C) 24 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla..) 2 [A]. Interpretação do comportamento da solução é difícil p Em soluções não muito concentradas: f p independe do TIPO do eletrólito f p depende apenas de Q p A um dado Q p f depende da carga da espécie p f para um dado íon descreve seu comportamento em todos os equilíbrios em que ele participa Equação de Debye-Huckel  log f A ! 2 0.1 p O efeito do eletrólito não depende do tipo dos íons..51 e 0. [B]. Zb. o efeito do eletrólito depende apenas de um parâmetro de concentração chamado FORÇA IÔNICA ( Q) Q =1/2 ([A]Za + [B]Zb 2 2 + [C]Zc . SO4 = menos (-) A magnitude do efeito de eletrólito depende da cargas dos íons que participam do s equilíbrio p EFEITOo CARGAo Em uma faixa de concentração considerável do eletrólito. [C] p concentração molar dos íons em solução Za. Soluções diluídas p Q é mínimo p f =1 p aA =[A] A Q moderada (Q < 0..

005 0.78 0. Fe(CN) 6 4+ 4+ 334+ 3+ 3+ 3+ 3+ 3+ 2- 4. Hg2+.725 0. Be 2+ 2+ 2+ 2+ 2+ 2+ 2+ 2+ + + + + + + + - Anotações e Observações: EA.45 0.40 0.964 0. Sn Fe(CN)6 4-.868 0.69 Ca .738 0.67 0. ftalato Sr2+.80 0. CO3 .57x10-9 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.048 0.924 0.40 0.902 3.740 0..44 0.. Ni .36 0. BrO3.. 4+ 0. IO4-. HCOO Rb . Tl .5 8 6 5 4.5 0.095 0.660 0.965 0. SO3 . Ba2+.38 0.665 0. HS-.5 3 2. Cd2+.54 0. Br .744 0. SO4 . I .31 0.925 0.35 0. 0 A 9 Coeficiente de atividade em Q 0. Kps = 1.964 0.870 0. Ce PO4 .675 0. Mn .907 0.82 0. HCO3 .20 Hg2 .755 0.255 0.926 0..964 0. ClO4-.898 0.1 0.872 0. Ag . Fe .967 0.0 9 4 11 5 Th .964 0.05 0.IO3 .44 0.86 0. H2AsO4 .021 Omissão de f nos cálculos p Discrepâncias significativas quando:  Q u 0.57 0. HPO4 Al .com 25 . SCN-. Ce . Cr .52 0.. OAc. Cu .37 0.928 0.80 0. S2O3 .46 0.01  íons com cargas múltiplas EXEMPLO: Use atividades para calcular a solubilidade do Ba(IO3 )2 numa solução 0.914 0. ClO3. H2PO4 .46 0. CN .16 0. C5H5COONa . CrO4 .929 0.Atividade e coeficientes de atividade para íons a 250 C Íon H3O+ Li+. Zr .83 0.899 0.867 0. Cl .588 0.868 0.065 6 4-4.900 0.76 0.933 0. La . 2+ 2Co .75 0. Sn .001 0. Fe .HSO3 .033M de Mg(IO3)2 . NH4 Mg . F.48 0. NO2 . OH.81 0. 2+ 22+ 222C2O4 22- 2+ 0. S2Pb .24 0. MnO4K .10 0.84 0.01 0.50 0. Cs .749 0.18 0.5 0.80 0. NO3 .76 0.742 0. Zn .

6x10-4 M OH.00x10-14 III ± Balanço de massa [OH.010 M NaHCO3 p sal p eletrólito forte NaHCO3 p Na+ + HCO3[Na+] = 0.= 2[Mg+2 ] = 2x1.vindo do Mg(OH)2 IV ± Balanço de carga + +2 [OH ] = [H 3O ] + 2[Mg ] 3 equações independentes e 3 incógnitas ([Mg+2].+ H2O = CO3= + H3O+ HCO3 .+ H2O = H2 CO3. CO3=. H3 O+.010 M [HCO3-] < 0.] = [H 3O+] + 2[Mg +2] OH. relativamente básicap[H3O+] <<[Mg+2] 2[Mg+2] } [OH-] (balanço de massa) VI ± Resolvendo [Mg+2][OH-] = 1.010M pois HCO3 .2x10-4 = 3.] = [Ag+] + [Ag(NH3)2+] CNH3 = 0.00x10-14 / 3. + 2H2O = H3O + OH Anotações e Observações: (I) (II) Uma solução 0.7x10-11 p [Mg+2](2[Mg+2])2 = 1.2 x10-4M [H3O+][OH-] = 1.com . Hidróxidos Metálicos Exemplo: Calcular a solubilidade molar do Mg(OH)2 em água I ± Equilíbrios Mg(OH)2 (s) = Mg+2 + 2OH+ 2H2O = H 3O + OH II ± Expressão das Constantes de Equilíbrio Kps = [Mg+2] [OH-]2 = 1.6x10-4 = 3. Ag+ e Ag(NH3)2+ p AgBr [Br.05 . [OH-] e [H3O+]) V ± Aproximações Kps (Mg(OH) 2)p relativamente alto p sol.+ OHE ainda.00x10-14 Aproximação OK [H3O+] = 1. OHEquações de balanço de massa Sistema: NH3 0.vindo da água OH. HCO3.1x10-11 M 26 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.7x10-11 Kw = [H3O+] [OH-] = 1.010M de NaHCO3 contém: Na+. Al2(SO4)3 (não considerando a dissociação da água) [Na+] + 2[Mg+2] + 3[Al+3 ] = [Cl-] + [NO3-] + 2[SO4 =] 1.. H2CO3.CÁLCULOS DE EQUILÍBRIO PARA SISTEMAS COMPLEXOS Dois ou mais equilíbrios que operam simultaneamente Exemplo: Sistema preparado dissolvendo-se 1 mmol de NaHCO3 em 100 ml de água CNaHCO3 = 0.7x10 +2 S = [Mg ] = 1. Mg(NO3)2.010 M saturado com AgBr Descrição dos equilíbrios: AgBr(s) = Ag + + BrAg+ + 2NH3 = Ag(NH3)2+ NH3 + H2O = NH 4+ + OHÚnica fonte de Br-.7x10-11 +2 3 -11 4[Mg ] = 1.010 = [NH3 ] + [NH4+] + 2[Ag(NH3)2+] Equações de balanço de carga [ÂNIONS] = [CÁTIONS] O número de moles de carga fornecido por um íon é igual a carga do íon x sua concentração molar Sistema: Solução que contém NaCl.

Anotações e Observações: Solubilidade de Ppts na Presença de Agentes Complexantes So na presença de reagentes que formam complexos com o ânion ou cátion do precipitado Exemplo: Al(OH)3 na presença de F Al(OH) 3 (s) - = Al +3 + + 6 F¬¬ AlF6 3-12 3OH- Exemplo VI-01 ± O Kps (CuI) = 1.00 Dados: Kps = 2. Em outras palavras. A constante de formação K2 para a reação do CuI -4 -4 com I dando CuI2 é 7.+ OHCO3= + H2O HCO3. a contribuição do OH vindo da dissociação da água é negligenciável É aplicável para compostos moderadamente solúveis. portanto.3x10-9 CaC2 O4(s) = Ca+2 + C2O4= H2C2O4 + H2O = HC 2O4.1x10 .36x10-2 Ka2 = 5.0x10 M de KI CuI(s) = Cu+ + IKps=1. Calcular a solubilidade do CuI numa solução 1.42x10-5 C 2 O4= + H3O+ HC2O4.1x10-12 K2 =7. é dependente do pH Exemplo VI-02 ± Calcular a solubilidade molar do oxalato de cálcio numa solução que tem pH constante e igual a 4.9x10 . Assume-se que a [OH.9x10-4 CuI(s) + I. não é necessário considerar a [H3 O+] nos cálculos. contendo um íon que tem Ka/Kb relativamente alto Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.+ H2O = pH Variável Saturando-se uma solução não tamponada com um sal pouco solúvel feito de um ânion básico ou de um cátion ácido p VARIAÇÃO DE pH Exemplo: Água pura saturada com BaCO3 (s) p BÁSICA BaCO3(s) = Ba+2 + CO3= = HCO 3.+ H2O = H 2CO3 + OH[OH-] p desconhecida Desprezar pode levar a erros (-) principalmente quando: y Kps diminui (e portanto Sq) y A base conjugada torna-se mais forte Se é desprezado S = Kps1/2 Ppt p MA Aproximações que podem ser feitas: 1. ou ambos.] é alta e. um cátion com propriedades ácidas.= CuI2O Efeito do pH na Solubilidade S de precipitados que contêm um ânion com propriedades básicas.+ H3O+ Ka1 = 5.com 27 .

13x10-4 (C) Kb2 = ([H2CO3 ] [OH-] / [HCO 3-] = 2.9x10 -4 (6) (7) (8) 2.] AgCl(aq) (9) 28 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.] .82x10-10 Kd = [Ag ] [Cl ] = [AgCl(aq)] K2 = [AgCl2 .com .2[AgCl3 =] ¬¬ [Cl.] = [Cl-] = K3 = [AgCl3 ] = [Cl ] [AgCl2 .] + [H2CO3] Balanço de carga: (F) 2[Ba+2 ] + [H3 O+] = 2[CO3=] + [HCO3-] + [OH-] O Efeito do Soluto Não Dissociado na Solubilidade CaSO4.[AgCl2.] = CKCl + [Ag+] .00x10-14 Equilíbrios: = -9 +2 (A) Kps = [Ba ] [CO3 ] = 5. Assume-se quer a dissolução do precipitado não altera significativamente a [OH] e + 0 -7 [H3O ].]adicionado p mostra um mínimo EXEMPLO: Derivar uma equação que descreva o efeito da concentração analítica do KCl na solubilidade do AgCl em solução aquosa. e que a 25 C estas concentrações são 10 M É aplicável para precipitados com S muito baixa.25x10-8 HCO3.+ H2 O = + 2H2O = H3O + OH Kw = 1.1x10 = (B) Kb1 = ([HCO3 ] [OH ]) / [CO3 ] = 2. haletos de prata p agem como eletrólitos fracos e não se dissociam completamente em água Exemplo: Solução saturada de AgCl AgCl (s) = AgCl (aq) AgCl(aq) = Ag + (I) - + Cl (II) K(I) x [AgCl(s)] = Ks = [AgCl (aq)] ( a uma dada T a [AgCl(aq)] é constante) K(I) = [AgCl (aq)] [AgCl (s)] + - K(II) = Kd = [Ag ] [Cl ] = 3. principalmente um ânion que tem Ka/Kb baixo - Anotações e Observações: Exemplo VI-03 ± Calcular a solubilidade molar do carbonato de bário em água Dados: = -9 +2 Kps = 5.9x10 [AgCl(aq)] -4 Kd x Ks = Kps = [Ag ] [Cl ] + - Solubilidade do AgCl como uma função da concentração de ClAgCl (s) AgCl(aq) AgCl(s) AgCl2 - = = + + Cl Cl - AgCl (aq) Ag+ + Cl= = AgCl2 AgCl3 = (0) (1) (2) (3) Excesso de Cl- [Cl ] o p (O) e (1) para a esquerda (2) e (3) para a direita Consequência p S x [Cl. Calcular a concentração de KCl para que a solubilidade seja mínima S = [AgCl(aq)] + [Ag+] + [AgCl2.1x10 BaCO3(s) = Ba + CO3 = CO3 + H2O = HCO 3 + OH Kb1 = Kw/Ka2 = 2.25x10-8 Balanço de massa: (E) [Ba+2] = [CO 3=] + [HCO3.0x10-5 1 Balanço de massa ( = Balanço de carga) [Cl.] + - (4) (5) 3.] + [AgCl3.13x10-4 H 2CO3 + OHKb2 = Kw/Ka1 = 2.2.] Equilíbrios: Kps = [Ag+][Cl-] = 1.

0x10-8 + 1.9x10-7 M Log C C.Aproximação: Kps pequeno p de (9) [Ag+] .[AgCl2 ] .0x10-8 M [AgCl3 =] = K2 K3 [Cl-]2 = 2.0x10-5 x (0.1x10-8 M [AgCl2 -] = K2 [Cl.1x10-8 + 6.] = 2.7x10-7 Substituindo-se (12).82x10 -10 / 3.] } CKCl (10) (11) (12) Encontrando a equação: Multiplicando-se (7) por (8): K2 x K3 = [AgCl3 =] / [Cl.8x10-10 M + CKCl >> [Ag ] .0x10-5 x 0.] + K2 K3 [Cl-]2 Kd [Cl -] Ou S = Kps + Kps + K 2 CKCl + K2K3 CKCl 2 Kd CKCl CKCl onde S é mínima: dS/dCKCl = 0 = -(Kps/ CKCl2) + K2 + 2 K2 K3 CKCl Rearranjando: 2 K2 K3 CKCl3 + CKCl2 K2 .0030)2 = 1.0030 = 6.Kps = 0 Por aproximações sucessivas: CKCl = 0. (6).82x10-10 / 0.] Checagem: [Ag+] = Kps / [Cl-] = 1.0030M } [Cl.0030 = 6. (11) em (4): S = Kps + Kps + K 2 [Cl. M y Em S Mínimo p AgCl(aq) é a espécie mais concentrada Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.2[AgCl3 ] p OK ! Solubilidade Mínima: S = 4.]2 = 2x10-5 Dividindo-se (5) pr (6): [AgCl(aq)] = Kps / Kd = 1.2[AgCl3 =] << CKCl p Anotações e Observações: [Cl.7x10-7 + 6.com 29 .[AgCl2-] .9x10-4 = 4.8x10-10 = 5.

Separação de Íons pelo Controle da Concentração do Reagente Precipitante íon A íon B Exemplo: Podemos separar quantitativamente Fe+3 e Mg+2, na forma de hidróxidos, de uma solução que é 0,1 M de cada íon? Kps (Fe(OH)3) = [Fe+3] [OH-]3 = 4x10-38 Kps (Mg(OH) 2) = [Mg+2] [OH- ]2 = 1,8x10-11 Kps do Fe(OH)3 << Kps do Mg(OH)2 p parece que Fe(OH)3 precipita 10 Precipita primeiro o composto menos solúvel

Anotações e Observações:

y

ETAPAS: 1. 2. Cálculo da [OH- ] necessária para precipitar quantitativamente o Fe+3 Cálculo da [OH- ] na qual o Mg(OH)2 começa a precipitar

Se (1) < (2) p Separação é possível
y

OBS: A precipitação é dita quantitativa se 1 parte em 10.000 do íon permanecer em solução, isto é, [Fe+3] << 1x10-5 (arbitrário) (1,00x10 ) [OH] = 4x10
-11 -5 3 -38 +3

(1)

[OH ] = 2x10 M
-5

-

-11

Assim, se [OH ] = 2x10 M, a [Fe ] = 1x10 M (2) O Mg(OH) 2 só irá se formar quando [Mg+2] [OH-] > Kps 0,10 [OH- ]2 = 1,8x10-11 [OH-] = 1,3x10-5 M (Concentração máxima tolerável) Quando [OH-] = 1,3x10-5 M p solução supersaturada com respeito ao Mg(OH)2 (inicia a precipitação) Conclusão [OH-] maior que 2x10-11 M p para precipitar quantitativamente o Fe+2 menor que 1,3x10-5 M p para não precipitar p Mg(OH)2 Separação de Sulfetos Controlando-se a [H3O+] p controla-se a [S=] p Precipitação seletiva H2S p ácido fraco usado como agente precipitante H2S + HS- + H 2O H 2O = = H 3O+ H 3O+ + + HSS= K1 = [H3O+][ HS- ] = 5,7x10-8 [H2 S]

K2 = [H3O+][ S=] = 5,7x10-15 [HS-] Nas separações com sulfeto p solução continuamente saturada com H2 S ([H2 S]}0,1M) K1 x K2 = [H3O+]2 [ S=] [HS-] = 6,8x10-23 0,1 M [S ] =
=

6,8x10 + [H3O ]

-24

Exemplo VI - 04 ± Encontrar as condições nas quais, teoricamente, Cd+2 e Tl+ podem ser separados quantitativamente com H2S a partir de uma solução 0,1M de cada íon Kps(CdS) = 2x10-28 Kps(Tl2 S) = 1x10-22

30

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06 ± TITULAÇÕES DE PRECITAÇÃO -Poucas reações de precipitração são suficientemente rápidas; -Poucos indicadores são satisfatórios. AgNO3 p Reagente mais importante (métodos argentométricos ) O ponto de equivalência de uma titulação é caracterizado por uma grande variação nas concentrações relativas do analito e reagente. A (aq ) + R (aq)

Anotações e Observações:

p

AR (s)

Kps ( AR ) = 1,00 x 10

-10

10 8

6 4 2 0 40

pA

p

Construção da Curva de Titulação p 3 tipos de cálculo, correspondendo a 3 estágios : 1. Antes do PE; 2. No PE; 3. Após o PE. Construção da curva de titulação para a reação de 50,00 ml de NaBr 0,0050 M com AgBr 0,0100 M. Ponto inicial: Solução: 0,0050 M em Br pBr = 2,30 0,0000 M em Ag + . Após a adição de 5,00 ml do reagente: A concentração de Br diminui por causa da diluição e precipitação + ( Br + Ag = AgBr ( s) ) CNaBr = CNaBr =

(nrdemolesinicial  nrdemolesquereagiu ) Volumetotaldasolução (50 x 0,0050 )  (5,0 x 0,0100 ) = 3,64 x 10-3 50  5

[ Br-] = [ Br -](não reagiu ) + [ Br -]AgBr ( solubilizado) [ Br-] = 3,64 x 10-3 M + [Ag +] A não ser que a CNaBr seja muito pequena : [Ag+] < < 3,64 x 10-3 [Br-] $ 3,64 x 10-3 pAg + pBr = Kps pBr = 2,44 pAg = 12,28 ± 2,44 = 9,84 [Ag+] = 1,4 x 10-10

¢  ©¨§ ¦

0

10

20

30

0,1000 M

50

60

¢
70

pA p

Curva de titulação

¤£

¥

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Ponto de Eqüivalência: Nem Ag+ , nem o analito estão em excesso. Kps = [ Ag+][Br -] [ Ag ] = 7,21 x 10
+ -7

Anotações e Observações:

[ Ag+] = [Br -] = pAg = pBr = 6,14

5,2 x10 13

Após adição de 25,1 ml do reagente: Há excesso de AgNO3 CAgNO3 CAgNO3
=

=

( nrdemolesadi cionados  nrdemolesque reagiu ) Volumetota ldasolução (25,10 x0,0100  50,00 x0,0050) = 1,33 x 10-5 50,00  25,10
+ [Br- ] } 1,33 x 10-5 pBr = 12,28 ± 4,88 = 7,40

[Ag+] = 1,33 x 10-5 pAg = 4,88

Fatores que Influenciam os Pontos Finais Um ponto final fácil de se localizar é observado quando pequenas adições do titulante causam grandes variações na função p. 1 ± Concentração do reagente 

C(reagente) ou C(analito) o pBr)

Aumenta a variação de pAg na reação de equilíbrio (idem para

Pontos finais fáceis de detectar e menor o erro titulométrico Efeito da concentração do titulante (Figura A)

pAg

C

10,0 8,0 6,0 4,0 2,0

B A

InA

pAg =7
pAg =5

AgIn

B C

0

10

20

30 Volume (AgNO 3), ml

A p 50,00 ml de NaBr 0,0500M com AgNO 3 0,1000 M B p 50,00 ml de NaBr 0,0050M com AgNO3 0,0100 M C p 50,00 ml de NaBr 0,0005M com AgNO 3 0,0010 M Reação mais completa 

Quanto mais completa a reação (sal menos solúvel ) região de eqüivalência

p

maior a variação do pAg na

32

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7 x 10-5 Curvas de Titulação para Misturas y Kps ( AgBr ) = 5.3 x 10-17 Kps ( AgCl ) = 1. ml Kps ( AgI ) = 8.Efeito do Kps Anotações e Observações: pAg 14.0 BrO3IO3- I- pAg =7 pAg =5 0 10 20 30 Volume (AgNO 3). Titulação de uma mistura de 50. com AgNO3 0.1 M Estágio Inicial: Curva idêntica a do I Até que AgCl se forme p Cálculos idênticos aos já exemplificados. Quanto de AgI é formado antes que uma quantidade apreciável de AgCl se forme : Kps (AgI ) = [Ag ] [I ] Kps ( AgCl ) = [Ag+] [Cl-] Quando se adicionar Ag+ em quantidade suficiente para originar um ppt que contenha ambos os compostos : + - [Ag ] = + Kps ( AgI ) [I  ] = Kps ( AgCl ) [Cl  ] [I  ] [Cl  ] = Kps ( AgI ) Kps ( AgCl ) 8.05 M I..00 ml de 0.56 x 10-7 [Cl  ] Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.3 x10 17 = 1.0 6.0 2.com 33 .0 Cl8.56 x 10-7 [I  ] = 4.82 x10 10 = 4.0 12.08 M Cl.0 Br10.0 4.2 x 10-13 Kps ( AgIO3 ) = 3.e 0.8 x 10-10 Kps ( AgBrO3 ) = 5.0 x 10-8 Misturas de analitos que formam ppts de diferentes solubilidades.

43 x 10-8 = 1.3 x 10 -5 % Portanto.16 x 10-9 M Indicadores Químicos para Titulações de Precipitação Reagem competitivamente com um dos reagentes da titulação.82 x 10-9 n° de moles que originais de I.82 x10 10 0.82 x10 9 2.82 x10 10 0.0438 = 4.= [Cl.0 Volume AgNO3 0.] = mmol I[Cl. Neste ponto: CCl Anotações e Observações: = [Cl ] = - 50.0533 M [I-] = 4. até 7.00 ml do titulante tenha sido adicionado.0 x0.10 M (ml) Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.3 x 10-5 % do ponto de equivalência do I.0  0. EX.56 x 10-7 x 0.0 ml AgNO3 (molesI   molesCl  )  (moles que reagiu ) CCl.= 75 x 10-3 * 2.: Após adição de 30.41 x 10-9 pAg = 8. pA g I.0  30.0 34 40.com .43 x 10-8 M n° de moles que restaram de I.47 Adição posterior de AgNO3: Diminui a [Cl..08  50 x0.= 50 x 10-3 * 0. Nível em que o decréscimo rápido no pAg é interrompido bruscamente: Quando o Cl começa a pptar.50 x 10-3 % I que não precipitou = - 1.total da solução mmol Clmoles que reagiram = 0.0 [Ag ] = + 1. o AgCl não se forma e a curva é igual a do iodo sozinho.05 = 2.08 50  25 = 0.01) 50.]. e a curva torna-se a do cloreto sozinho.0533 = 3.0 60.05)  (30 x0.+ Cl- Br-+ Cl- 0 20. - [Ag ] = + 1.50 x10 3 = 7.0533 = 2.0438 (50.] = vol.Assim podemos considerar que a formação de AgCl irá ocorrer apenas depois que 25.

1000 M p 5 p 0.01 ml Titulação do Cl.EX.com 35 . 2 m l p ( V = 1.35 x10 ) 2- 5 2 ! 6 x10  3  Em princípio.: Indicador In1. Se In p pAg 4 a 6 p OK O Método de Mohr Formação de um segundo precipitado Cl.p Indicador já está na forma de AgIn.e BrIndicador p CrO42. 31 m l l oc al iz aç ão ex at a do pont o f inal 2. Variação de pAg no PE muito pequena p Não há indicador adequado.95 . Mudança perceptível da cor quando pAg 7 p 5 ( Figura B ) Titulação do IO3.  Titulação do I. Mudança perceptível da cor quando pAg 7 AgNO3 titulando Br . nesta concentração de CrO4 . pois AgIn forma-se 1 ml antes do PE e se estende por 1 ml.35 x10 5  A quantidade de CrO42.1 ml ) p erro titulométrico mínimo p ( V < 0. 0100 M 0.1x10 12 (1. Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.e BrO3.e Br.05 ml ( ( V = 0.: Analito A com reagente R I ndi cador I n A + R In + R = = AR ( s ) InR Kps K In Alt er aç ão na apar ênc ia da mis t ur a Anotações e Observações: I ndic ad or na f or m a I n I ndic ad or na f or m a I nR Quantidade de InR requerida para uma variação observável na aparência da mistura deve ser pequena (minimiza o consumo de R ) KIn ! [ InR ] [ In][ R ]   [ InR ] ! KIn x [ R ] [ In] Deve variar 1 a 2 ordens de magnitude para que a variação de cor seja detectada pelo olho humano (1 ou 2 em pR ) EX. ( V < 0.25.p Kps suficientemente pequeno para prevenir a forma de   quantidades significativas de AgIn antes do PE. 0010 M não é pos s í v el 24.necessária para iniciar a precipitação nestas condições: 2 [CrO4  ] ! Kps [ Ag ]  2 ! 1.(Ag2CrO4 p Vermelho tijolo ) S (Ag2CrO4 ) >> S (AgCl ) ou S (AgBr )   Ajustando-se a [CrO42-] a formação de Ag2 CrO4 pode ser retardada até que [Ag+] na solução alcance a concentração do ponto de equivalência: [ g  ] ! [Cl  ] ! Kps [ Ag  ] ! 1. a cor vermelho tijolo aparece com o 1° + excesso de Ag acima da concentração de equivalência.p Este indicador não é satisfatório.82 x10 10 ! 1.( Figura A ) AgNO3 0.

oxida o I.1 x 10 M 2-3 Além disso. O AgNO3 em excesso é titulado com solução padrão de SCN-.: Método de Mohr não é usado para I.: AgCl é mais solúvel que AgSCN AgCl(s) + SCN.Anotações e Observações: Na prática p [CrO4 ] $ 2. com caráter de ácidos ou bases fracas.Eq. oxalato.a I2. Ag + + SCN= AgSCN (s)  Indicador: Fe+³ p forma complexo vermelho com SCNFe+³ + SCN.com . 36 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.pois o CrO4 2. uma quantidade finita de AgNO3 tem que ser adicionada para que se forme uma quantidade detectável de Ag2CrO4. São corantes orgânicos. Desloca-se para a direita Ag2Cr2O7 é mais solúvel que Ag2CrO4 p Maior consumo de Ag+ Se o meio é fortemente alcalino: 2 Ag + OH = 2AgOH( s ) = Ag 2O ( s) + H2O pH ideal p 7 a 10 OBS. Método de Volhard Formação de um complexo colorido + -  Excesso medido de AgNO3 é adicionado à solução de interesse. Branco do Indicador p CaCO3 suspenso com a mesma quantidade de In de cor.= FeSCN+² Kf = 1. Causam um erro + Solução 1. 2. arsenato não interferem (no pH neutro estes + íons formam sais pouco solúveis com Ag ) OBS.4 x 102   pH ácido p evita a precipitação do Fe(OH)3 Vantagem do ácido p CO3 . A mudança de coloração se deve à adsorção ou dessorção do corante como consequência de uma modificação da dupla camada elétrica em torno das partículas do ppt na passagem do ponto de equivalência.= AgSCN(s) + Cl- 2-   Ocorre de maneira signifcativa perto do ponto final da retrotulação p erro (-) Solução p Filtrar o AgCl antes da retrotulação. Indicadores de Adsorção Introduzidos por Fajans. Padronizar AgNO3 com NaCl puro Acidez do Meio: 2+ 22 CrO4 + 2H = Cr2O7 + H2 O [ H+] p Padrão o .5 x 10 Nesta concentração a precipitação do Ag2 CrO4 começa quando + -5 [Ag ] = 2.

Titulações com indicadores de adsorção são:      Rápidas Reprodutíveis Confiáveis Porém. são poucas as reações onde o ppt coloidal forma-se rapidamente. 3. O pH da solução deve ser tal que a forma iônica do indicador predomine.: Anotações e Observações: Propriedades do ppt e do indicador: 1. Evitar altas concentrações de eletrólitos (ppt não deve coagular ).com 37 . O corante deve ser fortemente adsorvido na camada de íons contrários pelos íons primariamente adsorvidos. O ppt deve adsorver fortemente seus próprios íons (características de ppts coloidais ).EX. ppt coloidal p maximizar a adsorção. Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. 4. 2.

HIn + H 2 O cor ácida In + H 2O cor básica Ha = [H3O+] [In. Conc. A: tipo ácidoHIn + H2O = H3O+ + In.] [HIn] [ In -] [HIn] = Ka [H 3 O+] indicador exibe sua cor ácida indicador exibe muita cor básica cor intermediária = [H 3O+] x1 10 olho humano não consegue destinguir = Ka = = H 3O+ + Anotações e Observações: Ácidos ou base fortes (reagem mais completamente) Bases: NaOH KOH Ba(OH)2 perigoso e agente Oxidante + Incor básica OH - InH + cor ácida Kb = [InH +] [OH-] [In] Se [In. Padrão Ácidos: HCl HClO H2SO4 Sols.CURVAS DE TITULAÇÃO PARA SISTEMAS ÁCIDO / BASE SIMPLES Sols.B: básico In + H2O = InH+ + OH- 38  a pka Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.] / [HIn] e 0.1 Se [In ] / [HIn] u 10 Entre este dois valores entre as 2 cores cor ácida: [H3O+] [In-] [HIn] [H3O+] = 10 ka cor básica : [H3 O+] = ka /10 Faixa de pH do indicador: .log Ka 10 1 + pKa 1 Ka 1x10 -5 pKa = 5 Uma mudança completa da cor se dá quando o pH da solução varia de 4 a 6.log 10Ka -1 + pKa Ex: a .com . quentes INDICADORES Ácidos/bases fracas orgânicas.07 .

com 39 .INDICADORES A/B ± ESTRUTURAS meio moderadamente ácido INCOL. meio alcalino diversas cores Pouco solúveis em H2O e bastante solúveis em etanol 1 ± Ftaleínas Anotações e Observações: + H2O +H + Incolor Fenolftaleína Incolor +H+ Vermelha 2 ± Sulfoftaleínas Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

00 Adição de 25.com .1000M pH=1.33 x 10-4 M 75.00 ml HCl 0.00M NaOH 0.88 pH = 10.00 ml NaOH: + -2 [ H30 ] = 5.10 ml NaOH: [OH-] = 25.3 ± Azocompostos Anotações e Observações: TITULAÇÃO DE ÁCIDO FORTE COM BASE FORTE Titulação: 50.00 x 0.50 x 10 60.10 POH= 3.00 pH = 1.0100M 100 ml HCl 40 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.00 x 10-2 Adição de 10.12 Fenolftaleína Azul de Bromotimol Alaranjado de metila Vol NaOH (ml) A B C NaOH 1.00 x 0.0500 M com NaOH 0.60 Ponto de equivalência: [H3O+] = [OH-] = w= 1.100M NaOH 0.10 ± 50.10 x 0.05 ± 10.00 x 0.00 x 10 -7 pH = 7.10 = 2.30 Ponto inicial : [ H30+] = 5.05 = 1.

) NaOH HA  NaOH p NaA  H 2 O NaA p Na Antes do P.] Ex: NH3 + H2O NH4 + H2O + = = NH 4+ + OHNH 3 + H3O + Kb = [ NH4+] [ OH-] = 1.+ H2O = OH .E.com 41 .+ HA Este sistema pode ser ácido.] II A.] [HA] Kb = [OH. o 1o equilíbrio predomina p solução Básica Mas se [NH4 +] / [NH3] > 200 p Solução Ácida.68 x 10 [NH4+] + -10 y y Kb >> Ka p em princípio. Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.76 x 10-5 [NH3] Ka = [ NH3] [ H3O ] = 5. básico ou neutro p [H3O+] = Ka [HA] [A.1) Ácido fraco apenas Titulações de Ácidos / Bases Fracas (*) Anotações e Observações: Início 2) Mistura do ácido fraco (HA) e sua base conjugada (A.  A 3) Base conjugada do ácido fraco apenas (A-) NaOH (*) No ponto de equivalência 4) Mistura da base conjugada do ácido fraco (A ) e base forte (NaOH) NaOH - Após o ponto de equivalência (*)Já foi visto (2) pH de Sistemas Contendo Pares Ácido/Base conjugada I HA + H2O = H 3 O+ + AKa = [ H3O+] [ A.] [HA] [A.

mas o ácido a ser titulado é o HOCl Ka(HOCl) = 3.NH4Cl HCl + NH 4 + + ClH + + Cl+ I II III NH4 + H2 O = NH3 + H3O [H3O+] = CHCl + [NH3] Aproximação: [H3O+] = CHCl Exemplo II ± A 0.00M em formiato de sódio? (Ka = 1.com .] = CNaOH + [HA] Aproximação: excesso de NaOH reprime III [OH-] = CNaOH II. a solução estava: 1.[H3O+] + [OH -] Aproximação: [A-] = CNaA [HA] = CHA Ka = [H3O+] CNaA CHA = = H3O+ HA + A+ OH- y Falha se : Ka ou Kb > 10-3 .0 x 10-4 M em NaOH e 0.75 x 10-5 M -8 Exemplo III ± Idem ao anterior. CNaA e/ ou CHA pequena [H3O+] = CHA x Ka CNaA [H3O+] Não varia com a diluição p TAMPÃO Exemplo I ± Qual o pH de uma solução que é 0.10ml após o ponto de equivalência na titulação do ácido acético com NaOH.77 x 10 ) pH de Base Conjugada/ Base Forte ou Ácido Conjugado / Ácido Forte (4) I .NaA Na+ + ANaOH Na + + OHA.0 x 10 M SOLUÇÕES TAMPÃO Resiste à variações de pH quando é diluída ou quando pequenas porções de ácido ou base são adicionados.400M em ácido formico e 1.05 M em NaOAc Calcule o pH desta solução Ka (HOAc) = 1.Anotações e Observações: Ex: Sistema contendo HA e NaA HA + H2O A+ H2O [A-] = CNaA + [H3 O+] .] [HA] = CHA .+ H2O HA + OH I II III -4 [OH.[ OH. Ácido fraco / base conjugada O EFEITO DA DILUIÇÃO HA + H2O = H3O+ + AA - qtds altas e § iguais + H2O = HA + OH [A ] = CNaA + [H3O+] ± [OH-] § CNaA [HA] = CHA + [OH-] ± [H3O] § CHA [H3O+] = Ka CHA CNaA 42 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

0500M de HCl a uma solução tampão (400ml) que é 0. formiato de sódio 1. .00 M (Ex. Razões:    Preparação: Incertezas nos K¶s.00 L de tampão.Calcule o pH do tampão: Ácido fórmico 0.77 x 10-4) A HCl.(não tamponado) B HA (não tamponado) K(HA) = 1. como também com a razão destas concentrações.00 x 10-4 C HA + NaA (tampão) pH 10-1 10-3 10-5 Anotações e Observações: Concentração dos reagentes. VIII ± 01) Após uma diluição de um fator de: (a) 50 (b) 10. M ADIÇÃO DE ÁCIDOS E BASES Exemplo V . alto .76 x 10-5) CAPACIDADE TAMPONANTE Está relacionada com a concentração total das espécies tamponantes.200M em NH3 e 0.com 43 .000 (Ka = 1. (Kb: 1. CT máxima quando [HA] = 1 pH = pHa [A. CT é o número de equivalentes de um ácido/ base forte que causa uma mudança de uma unidade no pH em 1.Ajusta-se ao pH desejado adicionando-se ácido / base conj. II  I Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.Usar ³receitas´ dos Handbooks.300M em NH4Cl.Calcular a variação de pH que ocorre quando são adicionados 100ml de uma solução (a) 0.400 M .0500M de NaOH (b) 0.pH permanece cte até que as concentrações das espécies sejam tão pequenas que a aproximação [A ] = CNaA e [HA] = C HA sejam inválidas Exemplo IV .] Para que o tampão tenha uma CT razoável: pKa = pH 1 PREPARAÇÃO DE TAMPÕES Na prática. .Faz-se solução de pH aproximado. Simplificações usadas nos cálculos. pH do tampão { pH calculado teoricamente.

1M é adicionado a 50. 44 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.10) /51 = 0.Construa a curva de titulação para 50.0 ml de ácido acético NaOH 0.096 = 8.096 ± 0.32 x 10-3 -3 CHOAc = (50 x 0.1000H Ácidos fracos (HA) x Ácidos fortes   pH inicial (HA) é maior (dissociação incompleta) Com as 1as adições de reagente: Variação de pH (HA) é maior Ka = [H3O+] [A-] [HA] [H3O+] = Ka [HA] diminui pouco [A-] aumenta EX: Calcular a variação percentual na [H3O+] quando 1.6 x 10-4 ± 1.096 CNaOAc = (1.10M a) [H 3O+]i = 0. pH varia pouco Próximo ao PE adição de base não altera muito [A-] (que é alta).0ml de (a) HCl 0.10M (b) HOAc 0.10) / 51=0.10 b) [H 3O+]i = [H 3O+]a = (50 x 0.1 ± 1 x 0.10M [H3O+] = 0.0ml de NaOH 0.0 x 0. mas altera bastante a [HA ] (que é baixa) maior variação do pH.10) /51 = 1.4.com .96 x 10-3 [H3O+] = 8.10 x 100 0.1000M.096 = .32 x 10-3 x 100 = -35% -3 1.CURVAS DE TITULAÇÃO PARA ÁCIDOS FRACOS Anotações e Observações: pH Ácido forte Ácido fraco (Ka = 10-6) V (ml) NaOH 0.10 ± 1.75 x 10-5 x 0. No PE Após PE pH > 7 (base conjugada se dissocia) Curva comandada pelo excesso de base forte ( = ácido forte) Exemplo VI .96 x 10 [H3O+]a = 1.6 x 10-4 1.0% KaCHOAc = 1.0 x 0.32 x 10 Depois do decréscimo rápido no pH região tamponada com adição de base forte.

com 45 . Erro determinado p Quando o pH onde o indicador muda de cor { pH de equivalência.OBS: Conc. Erro indeterminado p habilidade do analista em detectar a ³virada´ do indicador Variáveis que afetam o comportamento dos indicadores: Intervalo de pH de ³virada´ depende: T. analítica da base conjugada quando metade do ácido foi neutralizado ( no exemplo anterior V = 25. Q Presença de solventes orgânicos Presença de partículas coloidais y Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. 2. analítica do ácido = Conc.] [HOAc] C.T é máxima Anotações e Observações: Erros de Titulação com Indicadores Ácido/Base 1.0 ml) Ka = [H3 O+] [ OAc.

H 2C O3 C O2 (g) + H 2O I.APLICAÇÕES DE TITULAÇÕES DE NEUTRALIZAÇÃO I ± Preparação de Soluções Padrões Ácidas HCl.3-) Com tetraborato de sódio decahidratado 46   O _ _ + + 3 H2O + 2 H3O 4 H3 O 3 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.2.08 .2.3 2º pH = 3.com .8 HCO3 + H3O+ Maior variação do pH no PE Levar a solução à ebulição ponto final mais evidente. H 2SO4 . ácido perclórico Mais comum.1-) Com carbonato de sódio (padrão primário) Dois pontos de equivalência CO _ _ + H3O+ 3 _ HCO3 H 2CO3 _ 1º pH = 8. I-1 ± A partir de HCl de ponto de ebulição constante HCl(conc.) + H2O (1:1) Destila-se Anotações e Observações: ¼ Final do Destilado Composição constante (ácido clorídrico de ponto de ebulição cte) p composição depende da P atmosférica Dilui-se uma quantidade pesada deste ácido para balão volumétrico I. estáveis.2-) Com Tris-(hidroximetil) amino-metano (TRIS ou THAM) (HOCH2)3CNH2 I-2.2 ± Por padronização Reagente comercial diluição padronização com base I.

usando um indicador ácido + C O3 + 2 H 3O H 2C O3 + 2 H 2O A quantidade de H3 O+ consumido em (II) é igual a quantidade de OH. SOLUÇÕES DE HIDRÓXIDOS LIVRES DE CO 3-2 1) Ba(OH)2 BaCO3 insolúvel p filtra 2) NaOH Na2 CO3 é pouco solúvel em solução fortemente alcalina. Requerem padronização. NaOH KOH Ba(OH) 2 Não são padrões primários. 50% NaOH p Na2CO3 precipita p filtra p dilui Observações: 1) Usar H2O livre de CO2 (leva-se a ebulição a água destilada) Absorvente de CO2 (ascarile II) Conservação de solução padrão alcalina 2) NaOH e KOH p atacam o vidro dissolvendo a sílica (formação de silicatos solúveis) Ba(OH) 2 p silicato de bário insolúvel . Mas.II ± Preparação de Soluções Padrões Alcalinas. B) Se a base irá titular um ácido.consumido em (I) p Não há erro.com 47 ! ! + C O (g) + Ba + OH  + CO3 + H3O HCO3 + H O    H 2O (I) !   (II) _ Ba CO3 (s) + H O .usar vidro à base de borossilicato (mais resistente) .. A) Se a base irá titular um ácido. usando um indicador básico (fenolftaleína) A concentração efetiva da base é diminuída p erro determinado (erro de carbonato) OBS. independentemente do indicador. 2) Presença de CO3-2 nos reagentes sólidos usados para preparar a solução de base.usar frascos de polietileno (entretanto estes são permeáveis ao CO2 ) Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.: Com Ba(OH) 2 : Erro determinado. Anotações e Observações: Erro de Carbonato 1) Efeito da absorção de CO2 atmosférico: CO2 (g) 2 OH CO3 Há consumo de OH.

+ H3O+ p 2 H2O .+ H3O+ p 2 H2O (fenolftaleína) CO3 + H3O p HCO3 + H2O (fenolftaleína) CO3-2 + 2 H3O+ p H2CO3 + H2O (bromocresol) HCO3. 5% Zn) 2 . 45% Al. adiciona-se base forte em excesso c NH4HSO4 OH _ _ _ Anotações e Observações: c NH3 + c SO4 1.p OH-.carbonato: CO3 + 2 H3 O+ p H2CO3 + 2 H2O (I) (II) (III) (IV) (V) (I) (II) (III) (IV) Constituintes OHCO3-2 HCO3OH-.bicarbonato todo: HCO3 . dilui-se.3) NH3 é destilada e coletada em solução ácida padrão c NH3 + (c + d)HCl p c NH4Cl + d HCl 1. CO3-2 HCO3. fertilizantes KJELDAHL: 1.Padronização (muitos padrões primários ácidos): 1) Ftalato ácido de potássio (hidrogeno ftalato de potássio) KHC8H4O4 2) Ácido benzóico 3) Hidrogenodiiodato de potássio KH(IO3 )2 APLICAÇÕES 1 ± NITROGÊNIO aminoácidos.com .HCO3-.p HCO3-.+ H3O+ p H2CO3 + H2O -2 . proteínas.2) Resfria-se.p NH3 p Kjeldahl base forte liga de devarda (50% Cu.+ H3O+ p H2CO3 + H2O (bromocresol) OH.+ H2O y 2º PE (virada do verde de bromocresol): .consumo de todo o OH-: OH.+ H2O (fenolftaleína) CO3-2 + 2 H3O+ p H2CO3 + H2O (bromocresol) HCO3.+ H3 O+ p H2CO3 + H2O (bromocresol) -2 + - VF = VVB 2VF = VVB VF = 0. HCO3 OH.metade do CO3-2: CO3-2 + H3 O+ p HCO3.1) Decomposição do N ligado em NH4+ Ca HbNc H2SO4. VVB > 0 2VF > VVB 2VF < VVB (V) 48 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. OHSó podem existir DUAS destas espécies p reação elimina a 3ª -2 OH + HCO3  CO3 + H2O Excesso de: OH. CO3-2 CO3-2 . ( a CO2 + ½ b H2O + cNH4HSO4 catalisador 1.+ H2 O (fenolftaleína) CO3-2 + 2 H3O+ p H2CO3 + H2O (bromocresol) CO3-2 + H3O+ p HCO3.4) Retrotitulação do excesso de ácido com base padrão d HCl + d NaOH p ½ d H2O + d NaCl Observações: 1) Sais de Amônio NH4+ + base forte p NH3 p Kjeldahl 2) NO3 e NO2.+ H3O+ p 2 H2O (fenolftaleína) CO3-2 + H3O+ p HCO3. CO3-2 -2 Nenhum p CO3 Duas titulações: indicador alcalino (fenolftaleína) indicador ácido (verde de bromocresol) y 1º PE (virada da fenolftaleína): . CO3-2.

3.GRUPOS FUNCIONAIS ORGÂNICOS 3. 3 .Ácidos carboxílicos e sulfônicos XCOOH p (Ka p 10-4 a 10-6) p titular (fenoftaleína) Quando não solúvel em água p dissolver em álcool p titular com base aquosa.1 0.Grupos hidroxilas 1-) Est rificaçã c m anidrid s . Ácidos sulfônicos p fortes e solúveis em H2O.1 -3 10 HCO 3 2.42 / 50 = 0.21 -3 10 = oles CO 3 Da fenolftaleína para o verde de bro ocresol: (48. Titular o excesso de base com ácido padrão (fenolftaleína). Deduza a composição e calcule a concentração molar das espécies na solução original.00 mL requer 48. A titulação de 50. Adicionar BaCl2 em excesso.4 mL de HCl quando titulada com verde de bromocresol.63 ± 2. Otimização do método: BaCO3 p insolúvel em soluções neutras ou básicas. CO3-2 / OHTitulação até "virada" do indicador ácido (verde de bromocresol).42 10 C Na2CO3 = 2.0084 M.com fenolftaleína.4 VVB > 2 VPH p Na2CO3 e NaHCO3 Anotações e Observações: Equivalência da fenolftaleína -2 + CO 3 + H3 O n (CO 3 ) 22.Grupos amino aminas alifáticas p Kb } 10-5 p titulação com ácido forte.vindo do CO3-2 -3 -3 n(NaHCO3) + n(Na2CO3) = 26.4 ./ CO3-2 Titular ambos até a "virada" do verde de bromocresol (levar à ebulição).1 10 = 2.4 ± 22. Uma segunda alíquota de 50. sozinhos ou em combinações permissíveis.2 .EXEMPLO I . Ponto final obtido após ebulição para remover CO2. 3.0442 M C NaHCO3 = 0.63 10 -3 n(NaHCO3) = 2.1) = 26. VPH = 22.3 .00 mL requer 22. HCO3.3 0. Numa 2ª alíquota p converter o HCO3.1 . r fl 1 2 _ ( CH 3CO)2O + RO H ( anidrid ac tic l m c n cid ) C H 3 COOR + C H COO H 3 # $&& # # # " R 1C OO Na + HOR2 & & & ' $ & & $ & $ %$ $ Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com 49 . 3.1 mL de HCl até o ponto final da fenolftaleína.3 Titula-se o H3O+ do HCO3. Na2CO3 e NaOH.1 VVB = 48.em CO3-2 adicionando excesso de base padrão. Titular o OH. Aminas aromáticas p Kc } 10-10 p muito fracas para serem tituladas em meio aquoso p usar ácido acético anidro como solvente p aumenta a basicidade.21 = 0.21 / 50 = 0. -2 Adicionar excesso de BaCl2 a uma 2ª alíquota para precipitar o CO3 .Grupamentos ésteres saponificação: + NaOH 1C OO 2 c ss d bas tit lad c m ácid f rt .Uma solução contém NaHCO3.

3. B + HClO4 em ácido acético anidro: HClO4 + CH 3COOH + B + CH 3COOH2 50 ) ( + CH3 C OOH 2 + CH3 C OO C 2 H5 OH + C2H O 5 + NH 2C H2C H2 NH + NH C H C H NH 2 3 2 2 2 + Kb + ] [OH. . 2) Constante de autoionização do solvente. fenóis. O EFEITO DA CONSTANTE DE AUTOPROTÓLISE Lembrando. em água: B + H3 O+ BH+ + H2O K= [BH+ ] [B] [H3 O+ ] (x [OH.solventes caros . 4-) Fazer branco para determinar a quantidade inicial de anidrido. 3) Constante dielétrica do solvente.] [BH K= [B] [H 3O+ ] [OH ] Kw + CH 3COOH 2 + ClO4 Próton solvatado (equivalente ao H3O ) + + BH + CH3 COOH Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.coeficiente de expansão > água p mais propício a erros de medida de volume.com . Solventes p autoionizam ± se 2 C H3 C OOH 2 C 2 H5 OH 2 NH 2C H C H NH 2 2 2 K depende: 1) Força do analito como ácido ou base.Ácidos / bases de alto PM p insolúveis em água.Ácidos / bases muito fracos (K < 10-8) Ex: aminas aromáticas. Desvantagens: . 4) Características ácidas / básicas do solvente.) Titulações de Neutralização em Meio Não Aquoso .]) Kb K= Kw K depende de KW .voláteis e tóxicos .Anotações e Observações: 2-) Hidrólise do excesso de anidrido (CH3CO2)2O + H2O 2 CH3COOH 3-) O ácido acético é titulado com KOH (alcoólico).5 ± Grupos carbonilas R1 C R2 O + NH2OH HCl Hidrocloreto de idro ilamina R1 C R2 NOH + HCl + H O 2 Titula-se HCl com base forte (Lenta p ½ h a 1 h.]) (x [OH.

5 p alta p pouco ³trabalho´ para separar DMETANOL = 33 DÁC. Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Acét. Nestes solventes as características básicas do soluto aão aumentadas e as ácidas atenuadas.5) OBS.) > Kb (água) Etilenodiamina p solvente básico EFEITO DA CONSTANTE DIELÉTRICA DO SOLVENTE A constante dielétrica de um solvente é uma medida da capacidade do solvente de separar partículas de cargas opostas. = 6.: Efeito de D quando não há necessidade de separação é mínimo.: HClO4 em H2O p ácido forte em t-butil álcool p Ka = 1. ACÉT. ESCOLHA DO SOLVENTE: 1) Ks pequeno 2) Base fraca p solvente ácido Ácido fraco p solvente básico 3) D alto.] BH + + CH3 COO [BH+ ] Anotações e Observações: [B] Reação de neutralização: competição por prótons entre o solvente e a base. Kb¶ (ác. DH2O = 78.2 Ex.K'b K= = + [B] [CH3 COOH2 ] Ks K¶b = constante de dissociação da base em ácido acético Ks = constante de autoionização do ácido acético B + CH3 COOH Kb' = [BH+ ] [CH3 COO. Ex: Anilina p em ácido acético p base forte p o solvente tem mais facilidade de fornecer prótons que a água.com 51 . EFEITO DAS CARACTERÍSTICAS ÁCIDAS E BÁSICAS DO SOLVENTE Ácido acético Ácido fórmico H2SO4 Solventes ácidos melhores doadores de prótons que aceptores.1 x 10-4 (D = 12.

Geralmente reagem com o íon metálico numa única etapa.com .09 ± TITULAÇÕES COMPLEXOMÉTRICAS Determinação de Íons Metálicos Íons complexos p Íon metálico + espécie doadora de par de elétrons (ligante) Ex: Anotações e Observações: Cu(NH ) 2+ 34 Cu ( NH 2CH 2C OO) 2 2- Cu Cl 4 Classe importante de compostos de coordenação: Quelatos p Íon metálico coordena-se com dois ou mais grupos doadores de UM ÚNICO LIGANTE formando anéis heterocíclicos de 5 ou 6 membros. Cu 2+ NH2 O O C O H 2C N H2 Cu + 2H C H C OH O C O N CH 2 H2 + 2 H+ Ligante bidentado Vantagens dos ligantes multidentados: Normalmente reagem mais completamente com o cátion (melhores pontos finais). Ex 1: M (NC=4) + D  MD Ligante tetradentado Kf = [MD] / [M][D] Ex 2: M (NC=4) + 2B  MB2 Ligante bidentado Etapas: M + B  MB MB + B  MB2 K1 = [MB] / [M][B] K2 = [MB2] / [MB][B] 2 F2 = K1 K2 = {[MB] / [M][B]} X {[MB2] / [MB][B]} = [MB 2] / [M][B] Curvas para titulações complexométricas Volume de reagente adicionado A p formação de MD ( uma única etapa) B p formação de MB2 K1 = 1012 K2 = 108 8 6 4 C p formação de MA4 K1 = 10 K2 = 10 K3 = 10 K4 = 10 2 52 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. .

estes complexos são.14 x 10 -3 C OOH COOH H4Y + H2 O  H3O+ + H3YH3Y + H2O  H3O + H2Y + -2 H2Y-2 + H2O  H3O+ + HY-3 HY-3 + H2O  H3O+ + Y-4 6 sítios 4 grupos ácidos 2 grupos amino K3 = 6. devido aos diversos sítios complexantes (o cátion fica numa espécie de ³gaiola´.com 53 .50 x 10-11 Hexadentado O EDTA O C CH 2 CH2 N Co O C C H2 O O C O N CH 2 C H2 Reage 1:1 não importando a carga do cátion Ag+ + Y-4  AgY-3 +3 -4 Al + Y  AlY Forma complexos com todos os cátions. isolado do solvente) Mn+ + Y-4  MY(4-n)Kf = [M Y(4-n)-] / [Mn+][ Y-4] O C O CH2 Complexo octaédrico Co .02 x 10-2 K2 = 2.Titulações com Ácidos Aminopolicarboxílicos NTA ± Ácido Nitrilotriacético HOOC CH 2 CH2 COOH N CH2 COOH EDTA ± Ácido Etilenodiaminotetracético Anotações e Observações: HOOC HO O C CH 2 N CH 2 CH2 CH2 CH2 N CH2 K1 = 1.92 x 10-7 K4 = 5. na maioria.EDTA Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. bastante estáveis.

: em pH = 4 a espécie predominante é H2Y-2 Cu+2 + H2Y2 p CuY-2 + 2H+ Cálculos de Equilíbrio com EDTA Curvas p ordenada: pM p (indicadores respondem a variações da [M+n]) No início: CM+n = [M+n] No ponto de equivalência e depois dele: M+n + Y-4  MY(n-4)KMY = [MY(n-4) ] / [M+n][Y-4] [Y-4] p depende do pH. (Competição entre Mn+ e o H+ pelo EDTA) Ex.Anotações e Observações: Espécie ativa p Y -4 [Y ] depende do pH -4 Consequência p A formação dos quelonatos é afetada pelo pH. -4 E4 = [Y ] / CT CT = [Y-4] + [HY-3] + [H2Y-2] + [H3 Y.com . mas as titulações com EDTA são tamponadas a um determinado pH. [Y ] = E4 x CT KMY = [MY(n-4) ] / [M+n] E4 CT KMY¶ = E4 x KMY = [MY(n-4) ] / [M+n] CT Constante de formação condicional (descreve as relações de equilíbrio apenas onde o pH para o qual E4 é aplicável) + 4 + 3 + 2 + E4 = [K1 K2 K3K4] / {[H ] + K1[H ] + K1 K2 [H ] + K1 K2 K3[H ] + K1K2 K3 K4} E0 = [H+]4 / D + -4 E1 = K1[H+]3 / D E2 = K1 K2[H+]2 / D E3 = K1 K2 K3[H ] / D E4 = [ K1 K2 K3 K4 ] / D pH: 3 a 6 p H2Y-2 predomina E4 para EDTA a diversos pH: pH > 10 p Y-4 predomina 54 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.] + [H4Y] Constantes de formação condicionais p constantes que dependem do pH e aplicam-se a um só pH.

-4 Adiciona-se um agente complexante auxiliar p (o complexo (M+n . +n EM = [M ] / CM CM p Soma das concentrações das espécies que contém o íon metálico fora aquela combinada com EDTA.00 ml e 30. Mas.0100 M a 50.agente auxiliar) deve ser menos estável que (M+n . Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. NH3 evita precipitação de Zn(OH)2 formando: +2 +2 +2 +2 Zn(NH3) .176 M em NH4 Cl de forma a tornar o pH = 9. EFEITO DA PRESENÇA DE OUTOS AGEN TES COMPLEXANTES A ação complexante do EDTA é máxima em solução fortemente alcalina (onde Y-4 predomina).com 55 .0.: Titulação do Zn+2 com EDTA na presença de NH3 e NH4 Cl.00 ml de EDTA 0.0100 M numa solução tamponada a um pH Constante igual a 10. isto implica que a +n reação M com EDTA é menos completa.0050 M com EDTA 0. Zn(NH3)2 .20. Assuma que ambas as soluções (Zn+2 e EDTA) são 0.0 ml +2 de Ca 0. a pH altos p metais pesados formam hidróxidos ou sais básicos pouco solúveis. NH4Cl : [MY (n-4) ] / ([M ] CT) = E4 KMY = K'MY [MY(n-4)] / [CM CT] = E4 EM KMY = K"MY Se aplica para um unico pH e [NH3] +n [M+n] = EM x CM EXEMPLO III ± Calcule o pZn de uma solução preparada pela adição de 20. CM = [Zn+2] + [Zn(NH3 )+2] + [Zn(NH3)2+2 ] + [Zn(NH3)3+2] + [Zn(NH3)4+2] Zn+2 + NH3  Zn(NH3)+2 K1 = [Zn(NH3)+2 ] / ([Zn+2][NH3]) [Zn(NH3)+2 ] = K1 [Zn+2][NH3] [Zn(NH3)2 ] = K1 K2 [Zn ][NH3] +2 +2 2 [Zn(NH3)3+2 ] = K1 K2 K3 [Zn+2 ][NH3]3 [Zn(NH3)4+2 ] = K1 K2 K3 K4 [Zn+2 ][NH3]4 CM=[Zn+2] (1 + K1[NH3] + K1K2[NH3]2 + K1 K2K3[NH3]3 + K1 K2 K3K4 [NH3]4) Como EM = [Zn+2] / CM EM = 1 / (1 + K1 [NH3] + K1K2[NH3] + K1K2 K3[NH3 ] + K1K2 K3 K4[NH3 ] ) 2 3 4 Constante Condicional para o equilíbrio Zn+2 e EDTA num tampão NH3.00 ml de Zn2+ 0.100 M em NH3 e 0.0050 M. os quais: servem como tampão. Reação durante a titulação: Zn(NH3 )4+2 + Y-4  ZnY4-2 + 4NH3 O agente complexante auxiliar compete com o EDTA pelo íon metálico.0. Zn(NH3)4 .Anotações e Observações: EXEMPLO I ± Calcule E4 e a % molar de Y numa solução de EDTA tamponada a pH = 10. Zn(NH3)3 .EDTA)) EX.Deduza a curva para Ca versus o volume de EDTA para a titulação de 50. EXEMPLO II .

100 M Indicadores Metalocrômicos Compostos orgânicos corados capazes de reagir com íons metálicos e formar quelatos com colorações diferentes daquelas que possuem os próprios corantes livres.Anotações e Observações: Efeito da Concentração de NH3 A p CNH3 = 0. Deve.0 x 10-7 + H3 O+ Laranja K2 = 2. NEGRO DE ERIOCROMO T (EBT) 1±(1± hidroxi±2±naftilazo)±6±nitro±2 naftol±4 sulfonato de sódio OH OH O 3 Ver el NO2 (H I 2 Grup áci sulfô ic p ác. Pb+2. Ca+2. M ± Ind. Mn+2. Cd+2 . Zn+2 56 54 32 1 0 N N -) 68 67 6 H3 O+ K1 = 5.0 p para observar a variação de cor (de forma que a cor azul do HInd-2 predomine na ausência de íon metálico) M ± IndVermelho + HY-3  Azul Mg+2. Para os prótons fenólicos: H2 IndVermelho HInd-2 Azul + H2O  HInd-2 + Azul Ind- + H2O  EBT + Metal p Vermelho pH <= 7. Indicadores: Possuem propriedades ácido/base. A cor depende não só de pM como do pH. Cor B Complexo Metal ± Indicador: deve ser suficientemente estável.8 x 10-12 HInd-2 + MY-2 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. ser menos estável que Metal ± EDTA. Sr+2. no entanto. Ba+2 . Forte p próton completamente dissoc. + EDTA Cor A  M ± EDTA + Ind.0100 M B p CNH3 = 0.com .

Início p Mg+2 complexado com EDTA.0 x 10-7 +2 -3 Ca + Ind  CaInd Kf = 2. usando EBT como indicador.0. Se não há bons indicadores e/ou se a reação metal ± EDTA é lenta.EXEMPLO XI ± 04 ± Determine a faixa de transição para o EBT na titulação do Mg+2 e Ca+2 no pH = 10. MgY-2 + M+2 p cátion a ser analisado M+2 p MY-2 + Mg+2 Titulado com solução padrão de EDTA Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Adiciona-se MgCl2 à solução de EDTA. Co+2 .0  H3Ind-2 Violeta pH 9 a 11 CaH3Ind Violeta  H2Ind-3 Azul pH > 11.: Complexos (Mg+2 / Zn+2 ± EDTA) MENOS estáveis que o complexo (analito ± EDTA). Complexo M+n ± EDTA deve ser mais estável que Mg ± EDTA ou Zn ± EDTA.1 ± Métodos baseados em um indicador para o íon a ser analisado Solução que contém o íon metálico é tamponada e titulada diretamente com EDTA na presença de indicador. II ± MÉTODOS DE RETROTITULAÇÃO Adiciona-se excesso de EDTA.5 x 105 MUREXIDA O H N O C N H C C C N C C O N H O C H N C O Anotações e Observações: H4 IndVermelho ± Violeta pH < 9. I. OBS. deve-se adotar outros métodos.: Determinação de Ca+2 . A medida que a titulação se processa: +2 +2 Ca desloca Mg p (Ca ± EDTA) (Mg ± EBT) Vermelho Quando todo o cálcio for consumido p Mg complexa com EDTA novamente. Este método é útil na análise de amostras que contém ânions que formariam precipitado com o analito nas condições de análise. HInd-2 + H2O  Ind-3 + H3O+ K2 = 2.0 CaH4Ind+ Amarelo ± alaranjado pH ~ 8.com 57 . III ± MÉTODOS DE DESLOCAMENTO Excesso de uma solução contendo o complexo Mg ± EDTA ou Zn ± EDTA é adicionado à solução que contém o íon a ser analisado. Titula-se o excesso com solução padrão de Mg+2 ou Zn+2.3 ± Métodos potenciométricos Eletrodos íons ± seletivos. Ni+2 e Cu+2 pH = 11 p vermelho p azul MÉTODOS DE TITULAÇÃO ENVOLVENDO EDTA I ± TITULAÇÃO DIRETA I.2 ± Método baseado em indicadores para um metal adicionado Adiciona-se à solução de EDTA pequena quantidade de um cátion que forma um complexo com EDTA menos estável que o complexo EDTA ± analito e para o qual existe um bom indicador. EX. I.5   Ca+2.0 CaH2IndVermelho pH 8 a 9.8 x 10-12 Mg+2 + Ind-3  MgIndKf = 1.

Determinação da Dureza da Água Capacidade dos cátions presentes na água em substituir Na+ e K+ em sabões e formar produtos pouco solúveis. +2 +2 Águas naturais : [Ca ] e [Mg ] > outros cátions. Anotações e Observações: 58 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Agente mascarante p ligante que forma complexo com o interferente. Expressa em CaCO3.com .OBSERVAÇÕES GERAIS Controle de pH aumenta a seletividade.

Mas.+ 8H+  5 Fe3+ + Mn2+ + 4 H2O Semi ± reações: (Ag.) MnO4 .) 5 Fe2+  5 Fe3+ + 5é 2+ CÉLULAS ELETROQUÍMICAS Os elétrons são transferidos até que [Cu2+] e [Zn2+] se encontrem nas concentrações de equilíbrio para a reação: Zn(s) + Cu2+  Zn2+ + Cu(s) POTENCIAIS ELETRÓDICOS Potencial de cela p "diferença entre os 2 potenciais dos eletrodos".10. aq)  2H+(aq) + 2é Reação global: H2(g)  2H+(aq) + 2é Potencial depende: T aH + P do H2(g) Para aH+=1. Oxid.+ 8H+ + 5é  Mn2+ + 4 H2O (Ag.com 59 . H2(g)  H2(sat. aq) H2(sat. POTENCIAIS RELATIVOS DE SEMI-CELAS p referência p ELETRODO PADRÃO DE HIDROGÊNIO - Eletrodos de Pt imersa em solução eletrolítica mantida saturada com H2(g).) p se oxida (dá elétrons) Ox1 + Red2 Red1 + Ox2 Anotações e Observações: Recebe elétrons de Red2 Ex: 5 Fe + MnO4.) p se reduz (recebe elétrons) Agente redutor (Red. P=1 atm p Potencial igual a ZERO (qualquer T) H2 p perigoso Superfície platinizada p difícil de manter ELETRODO DE CALOMELANO Eletrodo de referência secundário p pode converter para SHE Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.EQUILÍBRIO DE OXI-REDUÇÃO E TEORIA ELE TROQUÍMICA Agente oxidante (Ox. Red. instrumentos de medida de voltagem medem DIFERENÇAS DE POTENCIAL.

00) || KCl(sat)..403 . Hg2Cl2(sat) | Hg Anotações e Observações: ESCE = +0..4: AgCl(s) + é = Ag(s) + Cl E ! E0  0. Ex. H2 | H+ (a=1. + ne  cC + dD + .314 J/molK) n p nº de moles de elétrons F p Faraday = 96. Hg2Cl2.334V espontâneo E = -0.303 log gás p pressão parcial.3: 2H + 2é = H2(g) + Ex.0592 log[Cl  ] 1 60 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Pt.0592 1 log 2 [ Zn  2 ] 0.244 V (25ºC) DEFINIÇÃO DO POTENCIAL DO ELETRODO: É o potencial de uma cela onde o eletrodo em questão age como CATODO e o SHE age como ANODO.0592 log 2 [H  ] Ex.com .reação Cu+2 + 2é = Cu(s) 2H + 2é = H2(g) Cd +2 + E = 0. Eº p potencial padrão do eletrodo R p constante dos gases (8.1: Zn+2 + 2é = Zn(s) E ! E0  E ! E0  E ! E0  - 0. potencial do eletrodo.0592 [ Fe 2 ] log 1 [ Fe  3 ] pH 2 0.000 .763V espontâneo Atividades p "1". 1) Cu+2 + 2é = Cu(s) Cu+2 + H2(g) = Cu(s) + 2H+ 2) Zn+2 + 2é = Zn(s) Zn(s) + 2H+ = H2(g) + Zn+2 IUPAC p reduções Semi ..334 0. KCl.2: Fe+3 + é = Fe+2 Ex.0..Sistema eletródico p Hg.0.485 C Ln p 2.763 + 2é = Cd(s) Zn+2 + 2é = Zn(s) EQUAÇÃO DE NERNST aA + bB + . Eº (V) 0.

44 ± 0.44/0.500/55.06V Após a adição de 25.0592 log {[Ce+3] [Fe+2]}/{ [Ce+4 ] [Fe+3]} como: [Fe+3] = [Ce+3] e [Fe+2 ] = [Ce+4] Eeq = (EºCe +4 + EºFe +3)/2 EXEMPLO I .1 [Ce+3 ] = [(25.1 .00 [Fe+2] = (50 x 0. Fe+3 e Ce+3.)) Fe+2 + Ce+4 p Fe+3 + Ce+3 (Determinação de Fe) Reação rápida e reversível p sistema em equilíbrio durante a titulação Esistema = ECe+4 = EFe+3 Se um indicador redox está presente p a razão [oxidada]/[reduzida] deve ser tal que: EInd = Esistema = ECe+4 = EFe+3 Esist.68 ± 0.0500 M com Ce+4 0.1)/(0.05)]/75.0592/1 log([Ce+3]/[Ce+4])= 1.5/75.300 V Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.Deduza uma equação para o potencial de equivalência da titulação do Sn+2 com MnO4.0 M em H2 SO4 (cte).00 E = 0.1) ± (50 x 0.1 + [Fe+] } 0. p Usar o sistema Ce(IV) / Ce(III) nos cálculos forneceria o mesmo resultado (necessário o +4 valor de K para obter [Ce ]) Anotações e Observações: No ponto de Equivalência Eeq = (EºCe+4 + EºFe +3)/2 = (1.0592 log [Ce ]/[Ce ] +2 +3 Eeq = Eº Fe +3 ± 0.1)/75.1)/55 + [Ce+4] } 2.1 mL de Ce(IV) [Ce+3 ] = (25 x 0.00/55.[Fe+2] } 2.01/75. A reação é 5 Sn+2 + 2 MnO4.0592/1 log (2/55)/(0.1)] E = 1.5/55) = 0.64V p E independe da diluição (até que a solução seja tão diluída que as aproximações feitas não sejam mais válidas).com 61 ..0592/1 log [(2. p Equação de Nernst para o Ce(IV) ou Fe(III) Na Prática : Antes do PE p EFe+3 ([Fe+2] alta) Após o PE p ECe+4 POTENCIAL NO PONTO DE EQUIVALÊNCIA [Ce+4 ] e [Fe+2 ] pequenas +3 +4 Eeq = Eº Ce +4 ± 0.0592 log [Fe ]/[Fe ] Adicionando: 2Eeq = Eº Ce +4 + Eº Fe +3 ± 0. Fe+2 + Ce+4 = Fe+3 + Ce+3 Potencial Inicial ‡ Solução não contém espécie de Ce ‡ Pequenas e desconhecidas quantidades de Fe+3 Informações insuficientes para cálculo do potencial Após a adição de 5 mL de Ce(IV) ‡ Presença significativa de Fe+2.50/75.100)/(50.00 + 5.68)/2 = 1.11 . +4 ‡ [Ce ] p pequena [Fe+3] = (5.1 x 0.00 x 0.0 mL de Fe+2 0.1 E = 1.TITULAÇÕES DE OXI± REDUÇÃO / TEORIA Ordenada p potencial do eletrodo ( log(conc.44±0.01/75.+ 16 H+ = 5 Sn+4 + 2 Mn+2 + 8 H2 O EXEMPLO II± Deduza uma expressão para o potencial do ponto de equivalência para a reação: +2 -2 + +3 +3 6 Fe + Cr2O7 + 14 H = 6 Fe + 2 Cr + 7 H2O CURVAS DE TITULAÇÃO EXEMPLO XIII ± 03) Gerar a curva para a titulação de 50.05 ± 5 x 0.1000 M em meio que é 1.00) ± [Ce+4 ] } 0.

: EAº = 0. EX: VO + 2H + e = V + H2O V(OH)4 + 2H + e = VO + 3 H2O +3 + + 2+ 2+ + +3 Eº = 0. variação de 1 elétron.099 V Eº = 0.77V EX: Titulação de Fe+2 e Ti+3 com KMnO4 TiO+2 + 2H+ + e = Ti+3 + H2O Fe + e = Fe +3 +2 62 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. (E na região de equivalência CRESCE quando a Cte de equilíbrio CRESCE.2 V). OBS.Anotações e Observações: A p Fe+2 + Ce+4 = Fe+3 + Ce+3 B p 5 Fe + MnO4 + 8H = 5 Fe + Mn +2 + +3 +2 + 4H2O (E na região de equivalência MAIOR pois Keq maior.000 V Curva de titulação do V com um agente oxidante forte (KMnO4) p 2 pontos de inflexão (1º) V+3 p VO2+ (2º) VO2+ p V(OH)4+ Eº = 0.com . E p independe da diluição se o nº de moles dos reagentes e produtos das semi ± reações são idênticas e quando a aproximação CA = [A] é válida.359 V Eº = 1. TITULAÇÕES DE MISTURAS 2 agentes redutores ou 2 agentes oxidantes p 2 inflexões p se EA é bem diferente de EB (>0.20 V.

com 63 . se a solução contém I3 ou I . Tiocianato de Potássio p Complexo vermelho com Fe . OBS: O amido pode ser um indicador geral redox.87/2 ± 0. Até quando houver quantidade apreciável de Ti+3 o potencial do sistema não pode tornar-se alto o suficiente para variar a concentração de Fe+2 de forma considerável.771 ± 0.099 ± 0.0592 log {[Fe+2]/ [Fe+3]} INDICADORES DE OXIDAÇÃO ± REDUÇÃO Indicadores redox gerais INDICADORES REDOX GERAI S y y Indicadores específicos Mudam de cor quando oxidados ou reduzidos A variação da cor independe da natureza do analito ou titulante.Primeiras adições de KMnO4 p usadas para titular o Ti+3 que é mais facilmente oxidado. mas só depende da variação no ESISTEMA que ocorre durante a titulação In(oxidada) + ne = In(reduzida) E = EºIn ± 0. +3 Este complexo pode sinalizar o ponto final de reações com I2.0592/n log {[Ind(red)]/[In(ox)]} y y A variação da cor é vista quando {[Ind(red)]/[In(ox)]} e1/10 varia para {[Ind(red)]/[In(ox)]} u10 A variação em E necessária para produzir uma ³completa´ mudança na cor do indicador: E = EºIn 0. I3. E na primeira parte p como Ti +3 +3 Anotações e Observações: sozinho E = 0.0592 log{([Ti ][Fe ])/([TiO ][Fe ][H ] )} [Fe+3 ] = [Ti+3] E = 0..: titulação de Fe+3 com Ti+3 .0592/n Ex: complexos de Fe(II) com ortofenantrolina (Phen)3Fe+3 + e = (Phen)3 Fe+2 azul claro vermelho (ferroína) INDICADORES ESPECÍFICOS Amido p Complexo azul com I3.099 + 0.+ 2e = 3 IEº = 0.0592/2 log {[Fe+2 ]/([TiO+2 ][H+]2)} [TiO+2] = CTiO +2 [Fe+2] = CFe +2 +2 Após o 1º PE: p Como Fe sozinho +3 +2 +2 +3 + 2 E = EºFe +3 ± 0. Ex.0592 log {[Ti ]/([TiO+2 ][H+]2)} No 1º PE 2H+ + TiO+2 + Fe+2 = Fe+3 + Ti+3 + H2O Usa-se EFe e ETi 2E = 0.536 V - 9 N Fe N +2 3 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

[I3 -]/[I-] é alta p cor azul. Na presença de um excesso de ag. oxidante.com . [I3 ]/[I ] é baixa p incolor. Anotações e Observações: 64 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.y y Na presença de um excesso de ag. redutor.

Empacotamento do metal ou Prato Perfurado Vácuo Redutor de Jones: Zn(Hg) Zn + Hg + 2e Amálgama de zinco: (Zn(Hg)(s) ) Vantagem sobre o Zn(s): Inibe a redução do H+ pelo zinco. .Pedaços de metal são colocados na solução. . padrão usada para titular o Fe+2 ). .Filtração da solução de interesse (remove pedaços e pós do metal).78V O excesso: 2H2O 2H2O + O2(g) Ebul.com 65 . Ag(s) é um bom redutor na presença de Cl ou outro íon que forme sal pouco solúvel com a prata Usa-se solução hidroclórica do analito. o sólido é removido.Após a reação se completar. Ag. . Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. O excesso do agente deve ser facilmente removido ( para não consumir a solução padrão ). I. Al. I.: Quando uma amostra contendo ferro é dissolvida: Mistura de Fe+2 e Fe+3 Fe+3 Fe+2 Agente redutor auxiliar ( consome sol. .12 .+ O2(g) + 4H+ +2 O excesso: 2S2O82.1) AGENTES REDUTORES AUXILIARES ( Pré ± redução do analito ) Metais Zn. Cu. . . Walden mais seletivo que Jones.2) AGENTES OXIDANTES AUXILIARES Bismutato de sódio ( NaBiO3 . Etapas que precedem a titulação podem converter o analito em uma mistura de seus estados de oxidação Necessidade do agente auxiliar O agente auxiliar deve reagir quantitativamente com o analito. pouco solúvel ) Poderoso agente redutor Peroxidissulfato de Amônio ( (NH4)2 S2O8 ) S2 O8 + 2e = 2SO42Er = 2. Cd. Ni. . Pb. . Anotações e Observações: Ex.01V 4SO 42. reação que contamina fortemente a solução com Zn+2).+ 2H2O Peróxido de Hidrogênio: H2O2 + 2H+ + 2e = 2H2O Er=1. Redutor de Walden: Ag(s) + ClAgCl(s) + e Ag(s) granulada colocada numa coluna de vidro.TITULAÇÕES DE OXI-REDUÇÃO / APLICAÇÕES I) AGENTES REDOX AUXILIARES O analito deve estar em um único estado de oxidação no início da análise.

depois torna-se rápida ) +4 66 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.Sol.Filtrar o MnO2 antes da padronizar o KMnO4. de num mínimo 0. deve ser deixada em repouso por 21/4 h ou aquecida para que toda a matéria orgânica se oxide.+ 3Mn+2 + 2H2O 5MnO 2(s) + 4H+ lenta. recém preparadas devido à reação do MnO4. padrão . o produto pode ser Mn(II).Ce(OH) 4 ( grau reagente ) Dissolver numa sol. Ácidas: C2O4 2.padrão primário disponível .Não usar papel para filtrar ( reage formando MnO2 ).Guardar ao abrigo da luz após padronizar.MnO2 é um contaminante do KMnO4(sólido) . PADRÕES KMnO4 : Não é totalmente estável na água: 4MnO 2(s) + 3O2(g) + 4OH4MnO4. porém V é baixa É catalisada pela luz. em H2SO4 estável .51V ( concentração de ácido forte u0.II) AGENTES OXIDANTES PADRÕES II. Mn(IV) ou Mn(VI) ) Ce+4 + e = Ce+3 Erf=1. de Ce+4 é laranja não intensa Deve-se usar indicador PREPARAÇÃO E ESTABILIDADE DAS SOLS. KMnO4 Anotações e Observações: ± decompõe-se lentamente .1) KMnO4 e Ce(IV) Agentes oxidantes fortes MnO4.02M de KMnO4 em 100ml de H2O já fornece a cor perceptível.01 ml de sol. Se a concentração for menor. bases.Cor pode funcionar como indicador ( violeta ) Pontos Finais KMnO4: 0.Antes desta filtração a sol. 2NH4NO3 Padrão primário ( também pode ser encontrado em grau reagente padronização ) .+ 5H2C2O4 + 6H+ = 2Mn+2 + 10CO2(g) + 8H2O Mn+2 catalisador ( no início a reação é lenta. CUIDADOS: .Caro. . aquecimento.MnO2 se forma nas sols.Não oxida Cl. ácidos. K}1047 Ce : A sol. DE Ce+4 e KMnO4: Oxalato de Sódio: Em sols.Mn+2 e MnO2 .1M. Ce+4: .com .(pode titular sols hidroclóricas do analito) . . PADRÕES PRIMÁRIOS PARA PADRONIZAR AS SOLS.44V em H2SO4 1M Em HClO4 1M Não são muito estáveis Erf = 1. . Ponto Final não é permanente: 2MnO4.Oxidação do Cl.61V Comparação entre os dois reagentes: Ce+4 Força Oxidante Comparável .Ce(NO3)4 .70V Em HNO3 1M Erf = 1.leva a um superconsumo da sol.1M H2 SO4 para evitar precipitação de sais básicos. .Sempre repadronizar.+ 8H+ + 5e = Mn+2 + 4H2O Er= 1.+ H3O+ = H2 C2O4 KMnO4 : 2MnO4.+ H2O K é alto.com matéria orgânica e poeira presentes na água usada para preparar as solução. 0.Sol.

é aquecida (60rC) e titula-se até a cor rosa persistente por 30s.Er=0.= IO3.+ 2e = 3I.2) DICROMATO DE POTÁSSIO E r=1. .e ErCe+4. Ácido difenilamina sulfônico Indicador III.Pode ser aquecida barato . proteger de fumos orgânicos ) . no entanto.Não reage com Cl-. Outros padrões primários: Ferrocianato de potássio.). +4 Útil para aumentar a PREPARAÇÃO E PROPRIEDADES Solubilidade do I2 em H2 O é baixa dissolve-se o elemento em uma sol. Deve-se preparar e estocar o indicador sob condições estéreis e adicionar Hg(II) (iodeto) ou clorofórmio. relativamente concentrada de KI.= I3.A cor do I3 ( amarelo-marrom) pode ser distinguida em uma solulção 5x 10 M servir como indicador ( se a sol.5355V Mas.Er=0.+ 14H+ + 6e = 2 Cr+3 + 7H2 O Verde -Estáveis (sols. padrão.Adicionar 90 a 95% do KMnO4 requerido a uma sol. .33V Cr2 O72.+ H+ 3IO.Volatilidade.com 67 .Oxidação do iodeto pelo ar 4I.for totalmente consumido (incolor). .Anotações e Observações: Se a for realizada a 60-90rC há um consumo de KMnO4 menor que o teórico oxidação do oxalato pelo ar.Extração do iodo em tetracloreto de carbono violeta.Decompões-se em altas concentrações de I2 adicionar o amido próximo ao ponto final. fria de oxalato. Depois que o MnO4.amilose Suspensão de amido decompõe-se em poucos dias devido. . -6 Pode . I2 + I. fio de ferro. tem-se o seguinte sistema: I3. . .Er.68x 102 Então. a ação das bactérias.Amido + I2 Azul (devido a F. II. PADRONIZAÇÃO .Tiossulfato anidro de sódio ( primário ). sal de Oesper. Para evitar: .Tiossulfato de bário monohidratado ( primário).+2I- Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. . Em sol. alcalina: I2 + OH. Er= 0.Tartarato de pótassio e antimônio(III) APLICAÇÕES Titulações devem ser realizadas em meio ácido ou neutro. menor que ErMnO4.+ O2(g) + 4H+ = 2I2 + 2H2O PONTOS FINAIS . do sistema é pouco afetado pela formação de I3 . a sol. principalmente.amilose ) Amido solúvel vendido comercialmente primário F.k= 7.536V Baixo Só reage com redutores fortes seletividade.+ I.I2 ataca lentamente a matéria orgânica ( não usar tampa de borracha.que contém o analito for incolor ). . I2(s) + II3Espécie predominante Solução não é estável pois. . Ce : 50rC em HCl contendo monocloreto de iodo como catalisador. K2 Cr2O7 Grau reagente é suficientemente puro para preparação direta da sol.536V Er.= IO.3) IODO I2 + 2e = 2I.

.com .pH .Fe(NH4)2(SO4 )2 .Substância: As Sb Sn As.= S4O62.+ I. pois a cor intensa do produto não permite a visualiza ção do ponto final.O I2 produzido é titulado com Na2 S2O3 ( um dos poucos agentes redutores estáveis à oxidação do ar ) 2S2O32.consome ½ mol ) HSO3.Titula-se imediatamente o excesso com dicromato ou Ce+4 .FeC2H4(NH3)2 (SO4)2 .+ H+ = HSO3.Luz do sol.+ S(s) Variáveis que afetam esta reação: . de Iinstáveis oxidação do ar pelo reagente .ascórbio S2 O32III) AGENTES REDUTORES A maioria reage com O2 atmosférico III.2) IODETO / S 2 O322I. Em pH muito alcalino: I2 + OH. usar bactericida .Adiciona-se excesso de Fe+2 .é oxidado pelo ar a SO42.Presença de Cu+2 . III.= I2 + 2e Titulação indireta. pH = 9 a 10 ( ação das bactérias é minimizada ) A decomposição pode fazer a concentração µ¶ AUMENTAR µ¶ ou µ¶ DIMINUIR ¶¶ 1 mol HSO3. Sol. de Fe+2. 6H2O .1) Fe(II) Preparadas a partir de: Semi-reação: H 3AsO3 + H2O = H3AsO4 + 2H+ + 2e H 3SbO3 + H2O = H3SbO4 + 2H+ + 2e +2 +4 Sn = Sn + 2e + C 6 H8O6 = C6 H6O6 + 2H + 2e 222S2O3 = S4 O6 + 2e Anotações e Observações: raramente usadas para titulações diretas.5M ) .consome 1 mol de I2 ( S2O32.Imediatamente antes ou depois da titulação.( não reativo ) 68 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.Presença de microorganismos* .mantendose a sol.+ 2e 2I.+ tissulfato sulfato ESTABILIDADE DAS SOLS DE TIOSSULFATO Embora resistente à oxidação do ar.Adiciona-se excesso de KI . deve-se padronizar a sol.+ S4O62I2 + 2S2O32pH neutro ou levemente ácido Se o pH for muito ácido deve-se prevenir a oxidação do ar pelo excesso de I. 4H2 O ( sulfato de etileno diamina ) Oxidação do Fe+2 pelo ar é inibida na presença se ácidos ( H2SO4 }0. em atmosfera inerte.+ H+ IO. *Evitar Usar condições estéreis. ela tende a se decompor: S2 O32.= IO.

Métodos eletrométricos.Acidifica-se: IO3. Ponto final: .Bromato de potássio.+ 6H+ Sol. I + C5H5N(H)SO4CH3 1 mol I2 | 1 mol SO2 | 3 moles piridina | 1 mol H2O Na prática: excesso de piridina e SO2 . Reagente decompõe-se padronizar diariamente. SO2 + C5H5N + H2O 2C 5H5 N .Pesa-se o KIO3 e dissolve em H2 O em presença de KI . IV) OXIDANTES ESPECIAIS IV.| 3 moles I2 | 6 moles e | 6 moles S2O32Outros padrões primários: .Excesso medido de KBrO3 e adicionado à solução contendo a amostra de KBr . com consumo de H2O.+ 6H+ = 3I2 + 2H2O .1) KBrO3 como fonte de Br2 Br2 + 6H+ + 6e = Br. HI + C 5H5N .+ 3H2O Er= 1.+ 5Br. de Br2 é instável processo indireto elimina este problema 1 mol BrO3.44V Excesso de BrO3-: 3Br2 + 3H2O BrO3. I2. Cuidados devem ser tomados para não contaminar o reagente com a umidade do ar. SO3 + CH3OH C 5H5N(H)SO4 CH3 Na etapa (I) ocorre oxidação do SO2 a SO3 pelo I2 .Acidifica-se .+ Br2 I2 + Br.O iodo é titulado com S2O32APLICAÇÃO: Compostos orgânicos com = Br2 reage por substituição ou adição: Substituição: Anotações e Observações: OH Br + 3 Br 2 Adição: Br + 3 HBr Br H H H C C H + Br 2 H H H C C H Br B r IV.Dicromato .com 69 .Adiciona-se excesso de KI: 2I.Substâncias que reagem com um dos componentes do reagente para produzir H2O Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. I2 + C5H5N .Deixa-se reagir em frasco fechado . assim a estequiometria é dada pelo I2. A etapa (II). Interferentes: .+ 5I. piridina e metanol I) C5H5N . SO3 + H2O C 5H5NHSO4H Reação global: SO2 + I2 + 3C5 H5N + CH3OH + H2O 2C5H5N . previne o consumo de água pelo complexo piridina / SO3 C5H5N . SO3 II) C5H5N . que ocorre na presença de um excesso de metanol.| 3 moles Br2 | 6 moles e .O I2 é titulado com S2O3 21 mol IO3 .2) REAGENTE DE KARL FISCHER Dióxido de enxofre é oxidado pelo iodo na presença de água Reagente de Karl Fischer:SO2.Quando toda a água for consumida aparece o 1r excesso de piridina / I2 (amarelo marrom ) .PADRONIZAÇÃO DO TIOSSULFATO KIO3 padrão primário .

com .: Compostos carbonílicos Anotações e Observações: RCHO + 2 CH 3OH EX.: óxidos metálicos MO + 2HI = MI2 + H2O Agentes oxidantes e redutores R OC H3 CH OC H3 + H 2O Reoxidam o I. 70 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.produzido ou reduzem o I2 do reagente.EX.

com 71 .ESQUEMA DE SEPARAÇÃO DE CÁTIONS Anotações e Observações: HCl diluído H2S/H + GRUPO 1 . Ni +2 Zn+2 Mn+2) GRUPO 4 .grupo dos sulfetos ácidos (Bi +3 . Al+3 Cr+3 Mn+2) (NH4)2CO3/NH4Cl GRUPO 3 B .13 . Sr+2 Ca+2) GRUPO 5 .grupo dos sulfetos alcalinos (Co +2 .Grupo dos cloretos insolúveis (Ag + .grupo dos cátions solúveis (K+ Na+ Mg+2 NH4+) Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Pb++ Hg2++) NH4OH/ NH Cl GRUPO 2 .grupo dos hidróxidos insolúveis (Fe +3 . Pb++ Hg++ Cu+2 Cd+2 As+3 Sb+3 Sn+2) H2S/NH4OH GRUPO 3 A .grupo dos carbonatos insolúveis (Ba +2 .

quando a umidade estiver abaixo de 30-40%.1 g a 0. Ficar localizada nas posições mais rígidas da construção.: ar condicionado. Instituto de Química) Rogério Custodio (UNICAMP. O uso de lâmpadas fluorescentes é menos crítico. Não usar frascos plásticos. Deixar sempre a balança no modo stand by.A BALANÇA ANALÍTICA (www. não podendo ceder ou vergar durante a operação de pesagem. os efeitos físicos são os mais importantes. Evitar pesar perto de equipamentos que usam ventiladores (ex. Cuidados Operacionais y y y y y y y y y Cuidados básicos Verificar sempre o nivelamento da balança. de modo a transmitir o mínimo de vibrações possível. As informações contidas neste texto visam indicar os pontos mais importantes a serem considerados nas operações de pesagem. Ser antimagnética (não usar metais ou aço) e protegida das cargas eletrostáticas (não usar plásticos ou vidros). Destes. pois não podem ser suprimidos. Colocar as luminárias distantes da bancada. Manter a umidade entre 45% e 60% (deve ser monitorada sempre que possível). As condições da bancada Ficar firmemente apoiada no solo ou fixada na parede. O frasco de pesagem Usar sempre o menor frasco de pesagem possível. computadores. etc. Mesmo assim.) ou perto da porta. As condições ambientais Manter a temperatura da sala constante. O prato de pesagem Colocar o frasco de pesagem sempre no centro do prato de pesagem. Pode-se usar uma bancada de laboratório bem estável ou uma bancada de pedra. As balanças analíticas modernas. que podem cobrir faixas de precisão de leitura da ordem de 0. para evitar distúrbios devido à radiação térmica. geralmente nos cantos da sala. Não pesar próximo a irradiadores de calor. Deixar sempre a balança conectada à tomada e ligada para manter o equilíbrio térmico dos circuitos eletrônicos. Nunca tocar os frascos diretamente com os dedos ao colocá-los ou retirá-los da câmara de pesagem. já estão bastante aperfeiçoadas a ponto de dispensarem o uso de salas especiais para a pesagem. Localização da Balança A precisão e a confiabilidade das pesagens estão diretamente relacionadas com a localização da balança analítica. Ser pouco susceptível a choques e vibrações. Os principais itens a serem considerados para o seu correto posicionamento são: y y y y y y y Características da sala de pesagem Ter apenas uma entrada. evitando a necessidade de novo tempo de aquecimento (warm up).Anotações e Observações: 14 . y y y y y 72 @ Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com . Não permitir a incidência de luz solar direta. Ser rígida.1 mg.br) Material preparado por: João Carlos de Andrade (UNICAMP. Ter o mínimo de janelas possível.com. para evitar a luz direta do sol e correntes de ar. Instituto de Química) A balança analítica é um dos instrumentos de medida mais usados no laboratório e dela dependem basicamente todos os resultados analíticos.chemkey. o simples emprego de circuitos elet ônicos não r elimina as interações do sistema com o ambiente. A temperatura do frasco de pesagem e seu conteúdo devem estar à mesma temperatura que a do ambiente da câmara de pesagem.

Este efeito só desaparece quando o equilíbrio térmico for estabelecido. y Usar frascos de pesagem com gargalo estreito. muflas. e que varia com a temperatura. Se não for possível. Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Eletrostática Efeito Observado: O mostrador da balança fica instável e indica massas diferentes a cada pesagem da mesma amostra.y Remover o frasco de pesagem do prato de pesagem tão logo termine a operação de pesagem. Tare a balança. A reprodutibilidade dos resultados fica comprometida. As mais comuns são: Temperatura Efeito Observado: O mostrador varia constantemente em uma direção. especialmente os pós e grânulos. Anotações e Observações: y y y y y As Influências Físicas na Pesagem Quando o mostrador da balança ficar instável. usar uma tira de papel. Motivo: A existência de uma diferença de temperatura entre a amostra e o ambiente da câmara de pesagem provoca correntes de ar. Isto faz com que um objeto frio pareça mais pesado ou um objeto mais quente mais leve. Se o ar estiver seco (umidade relativa menor que 40%) estas cargas eletrostáticas ficam retidas ou são dispersadas lentamente. contaminantes ou gotas de líquidos. observam-se atrações. Motivo: O seu frasco de pesagem está carregado eletrostaticamente. Variação de massa Efeito Observado: O mostrador indica leituras que aumentam ou diminuem. após qualquer nivelamento e após grandes variações de temperatura ou de pressão atmosférica. Calibração Calibrar a balança regularmente. Estas cargas formamse por fricção ou durante o transporte dos materiais. y Procurar sempre manusear os frascos de pesagens ou as amostras com pinças. é encoberto pela flutuação dinâmica. Medidas corretivas: y Nunca pesar amostras retiradas diretamente de estufas. ou refrigeradores. y Usar tampas ou rolhas nos frascos de pesagem. y Deixar sempre a amostra atingir a temperatura do laboratório ou da câmara de pesagem. Ler o resultado da operação tão logo o detetor automático de estabilidade desapareça do mostrador. y Usar frascos de pesagem com a menor área possível. Medidas corretivas: y Usar frascos de pesagem limpos e secos e manter o prato de pesagem sempre livre de poeira. Os erros de pesagem acontecem por forças de atração eletrostáticas que atuam entre a amostra e o ambiente. principalmente se ela estiver sendo o perada pela primeira vez. y Não tocar a câmara de pesagem com as mãos. se for preciso. o filme de umidade que cobre qualquer amostra. A leitura Verificar se o mostrador indica exatamente zero ao iniciar a operação. continua e lentamente. Estas correntes de ar geram forças sobre o prato de pesagem fazendo a amostra parecer mais leve (chamada flutuação dinâmica). seja por variação contínua da leitura para mais ou para menos ou simplesmente se a leitura estiver errada« ATENÇÃO: Você estará observando influências físicas indesejáveis sobre a operação. Se a amostra e o ambiente estiverem sob o efeito de cargas elétricas de mesmo sinal [+ ou -] ocorrem repulsões. Motivo: Ganho de massa devido a uma amostra higroscópica (ganho de umidade atmosférica) ou perda de massa por evaporação de água ou de substâncias voláteis. se tiver sido mudada de local. Usar somente frascos de pesagem limpos e secos. Além disso.com 73 . Manutenção Manter sempre a câmara de pesagem e o prato de pesagem limpos. enquanto que sob o efeito de cargas opostas [+ e -].

com . a pressão e a umidade atmosféricas. O resultado da pesagem de uma amostra metálica depende da sua posição sobre o prato da balança. Quando materiais muito densos (ex. y Como as forças magnéticas diminuem com a distância. levando-se em conta a temperatura. y Conectar a balança a um "terra" eficiente. Gravitação Efeito Observado: As pesagens variam de acordo com a latitude. que decresce com o quadrado da distância. Medidas corretivas: y Pesagens diferenciais ou comparativas ou de muita precisão. As pesagens dependem também da altitude em relação ao nível do mar (mais exatamente.) pode estar ocorrendo atração mútua com o prato da balança. colocando o frasco de pesagem em um recipiente de metal. Desta forma. correções devem ser feitas. Quanto mais alto.: Hg) ou pouco densos (ex. Quanto mais próximo do equador maior a força centrífuga devido à rotação da Terra. devem sempre ser corrigidas com relação ao empuxo. Medidas corretivas: y Pesagens diferenciais ou comparativas ou de precisão. segundo o qual "um corpo experimenta uma perda de peso igual ao peso da massa do meio por este deslocado". Medidas corretivas: y Se possível. Magnetismo Efeito Observado: Baixa reprodutibilidade.: ferro. y Descarregar as forças eletrostáticas.Anotações e Observações: Medidas corretivas: y Aumentar a umidade atmosférica com o uso de um umidificador ou por ajustes apropriados no sistema de ar condicionado (umidade relativa ideal: 45-60%). y Usar o gancho superior do prato da balança. criando forças que levam a uma medida errônea. menor a atração gravitacional.: água) são pesados. em relação ao nível do solo Empuxo Efeito Observado: O resultado de uma pesagem feita em ar não é o mesmo que no vácuo. 74 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. aço. em relação ao centro da Terra). efetuadas em dias diferentes. em favor da precisão. Os trabalhos comuns de laboratório geralmente dispensam estas medidas. antes da pesagem . efetuadas em diferentes latitudes ou altitudes (ex. que se contrapõe à força gravitacional. se existir. níquel.370 km) h = altura do local onde se fez a medida (m) mc = massa medida a uma altura (h). etc.: um béquer invertido ou um suporte de alumínio).: no térreo e em outros andares de mesmo prédio) devem ser corrigidas. separar a amostra do prato usando um suporte não-magnético (ex. Motivo: Este fenômeno é explicado pelo princípio de Arquimedes. a força atuando sobre uma massa é maior nos pólos que no equador. desmagnetize as amostras ferromagnéticas. Motivo: Se o material for magnético (ex. mh = (rt}2 x mc (rt + h)2 ms = massa medida ao nível do solo rt = raio da Terra (~ 6.

Anotações e Observações: Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com 75 .

com .Anotações e Observações: 76 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

3181g. O tratamento da solução resultante com ácido clorídrico a frio forneceu um precipitado de AgCl e PbCl2 pesando 0.2795g de uma amostra de inseticida contendo apenas Lindano (CH6Cl6) e DDT 6 (C14 H9Cl5) foi queimada numa corrente de oxigênio em um tubo de quartzo.é precipitado como AgSCN pela adição de AgNO3. Calcule a percentagem de Lindano e DDT na amostra. 0. b)O peso de cloreto de chumbo que não precipitou por adição de ácido clorídrico a frio. Os produtos (CO2.2067g de cloreto de prata permaneceram na forma sólida.2000g e contendo somente Ag e Pb foi dissolvida em ácido nítrico. Este precipitado foi então fortemente aquecido em um fluxo com Cl para 2 converter o AgI em AgCl. Pesos atômicos: Ag-107. H2O e HCl) foram passados através de uma solução de NaHCO3. 09)0.3 08)0.1799g de uma amostra de um composto orgânico foi queimada em fluxo de O2 e o CO2 produzido foi coletado numa solução de hidróxido de bário.5613g de BaCO3 foi formado.6407g de uma amostra contendo cloreto e iodeto forneceram um precipitado com prata de 0. Após completo esse tratamento. a)Qual a carga na superfície da partícula coloidal? b)Qual a fonte dessa carga? c)Quais os íons que fazem a camada de íons contrários? 06)O que é precipitação em solução homogênea? Qual a sua vantagem? 07)0. Calcule: a)O percentual de prata na amostra. Após a adição de um excesso de reagente. a Anotações e Observações: Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. O íon SCN. o precipitado pesou 0.Química Analítica 1 Lista de Exercícios 01) Explique a diferença entre precisão e exatidão 02) Cite três formas de verificar a presença de erros sistemáticos de método 03) O que são erros indeterminados? 04)Uma amostra de liga pesando 0.4430g.453 05)Uma solução aquosa contém NaNO3 e KSCN.7161g de AgCl. Peso atômico do Ba ± 137. Calcule o percentual de cloreto e iodeto na amostra.com 77 . Calcule o percentual de carbono na amostra se 0. Após acidificação.2466g. Quando esse precipitado misto foi tratado com água quente para dissolver todo o cloreto de chumbo.19 Cl-35.870 Pb-207. o cloreto em solução produziu 0.

com .Anotações e Observações: 78 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

3) Uma solução de Ba(OH)2 foi padronizada contra 0.16 ml de I2 0. C6H5 COOH (PM=122.25 ml de Na2 S2O3 0.4793 g do padrão primário Na2CO3 .01) por litro de solução. 4) Calcule a concentração molar de uma solução a 25%pp de H2 SO4 com d= 1. Calcule o peso. A solução foi levada à ebulição para remover o CO2 e o excesso de HClO4 foi retrotitulado com 8.0 ml de uma solução de HClO4 foram adicionados a uma solução contendo 0.com 79 .00947M.42 ml de base.(aq.) + 2I-(aq) O excesso de Na2 S2 O3 foi retrotitulado com 2. a Anotações e Observações: Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Calcule a molaridade do HClO4 e do NaOH.1016 g do padrão primário ácido benzóico.Química Analítica 2 Lista de Exercícios 1) A concentração de CO numa amostra gasosa foi obtida passando-se 20. 2) Exatos 40. Calcule a molaridade da base.) p S4O6 -.19 Kg/L. O ponto final foi observado após a adição de 44.43 ml de HCO4. Em um experimento separado 25 ml de NaOH neutralizaram 27.12).(aq.3 l de gás sobre pentóxido de iodo aquecido a 150o C.) + 2S2O3-. II) I2 (aq.70 ml de NaOH. A reação é: I) I2O5 (s) + 5CO (g) p 5CO2 (g) + I2 (g) O iodo destilado nesta temperatura foi coletado em um absorvente contendo 8. em mg.01101M. de CO (PM=28.

Anotações e Observações: 80 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com .

00x10-2 M KI (c -)2.050M em NaCl.010M.01 0.10 0. se a aproximação de usar concentrações molares pode trazer e rros consideráveis aos resultados dos casos (a) e (b).1x10-9 PM(PbI2) = 460.= HgCl2 Kf=1. calcule a concentração do íon hidrônio numa solução 0.00x10-2 M Pb(NO3)2 Kps(PbI2)=7. -8 K(HClO)=3.04M e NaNO3 0.Química Analítica 3 Lista de Exercícios a Anotações e Observações: 01)Calcule a solubilidade do Ba(IO3)2 numa solução resultante da mistura de 200ml de Ba(NO3)2 0.914 0.99 05)A uma solução contendo Cl. A concentração de íons cromato em solução é 0.57x10-9 02)Calcule a concentração do íon hidrônio numa solução de hipoclorito de sódio 0.80 0.com 81 .6x1013 +2 Calcule a concentração de Hg em cada uma das seguintes soluções (usando concentrações molares): a-)0. Por que é errado concluir que o Ag2CO3 é menos solúvel que o AgCl porque seu Kps é menor ? 07)Hg+2 forma um complexo solúvel com Cl.010M moles de HgCl2 em 1. E ainda responda.76 04)Calcule o peso em gramas de PbI2 que se dissolve em 100ml de (a-)água (b-)2.83 0.0ml de Hg(NO3)2 0.01M com 100ml de NaIO3 0. Ka=5.899 0.05x10-12 06)O Kps do Ag2 CO3 é 8.05 0.0ml de NaCl 0. Kps(AgCl)=1.06M.86 0.: Hg+2 + Cl. Kps(Ba(IO3 )2)=1.56x10 .56x10-10 KPs(Ag2 CrO4)=4.10M.01M com 50. -12 -10 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Calcular a concentração mínima de Clna solução que começará a precipitar o Ag2CrO4.1M.00x10 03)Usando atividades.e CrO4 = adiciona-se gota a gota uma solução de AgNO3 .1x10-4 m f(H 3O ) f(NO 2 ) 0.120M de HNO2 que é também 0. Explique sua resposta.00 l de água b-)misturando-se 50.1x10 e do AgCl é 1.

com .Anotações e Observações: 82 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

Kps(Ag2CO3 )=8.6x108 = Ag(S2O3)23K2 =4.204M.7x10-11 .+ S2O3 = = Ag(S2O3)35K3 =4.+ S2O3= Ag(S2 O3)23.180g de Mg(OH)2 a 45 ml de (a)HCl 0.Química Analítica 4 Lista de Exercícios 1-)Calcular a solubilidade do Fe(OH)3 em água. Kps(Fe(OH3))=4x10-48 .0x1O-9 Ag+ + S2O3= = AgS2 O3K1 =6. Dados: Ag2 S(s) = 2Ag+ + S= = S + H2O = HS + OHHS + H2O = H2S + OH + 2H2O = H3O + OH -8 -15 Ka1(H2S)=5.9 3-)Calcule a concentração de equilíbrio de cada íon numa solução resultante da adição de 0.7x10-11 . 2-)Calcular a solubilidade do AgI numa solução contendo tiossulfato de sódio (Na2 S2O3) 0.0204M (b)HCl 0.7x10 Ka2(H2S)=1.4x104 AgS2O3.1x10-12 Ka1(H2 CO3)=4. Kps(Mg(OH) 2)=1.01M. Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. 4-)Calcular a solubilidade do Ag2 S em água pura.01M e KI 0.0x10-50 5-)Calcular a solubilidade molar do Ag2CO3 numa solução cuja concentração de H3 O+ é igual a 1x10-6 M.2x10 a Anotações e Observações: Kps=6.45x10-7 Ka2(H2CO3)=4. Dados: AgI(s) = Ag + + IKps=8.com 83 .3x10-17 AgI(s) = AgI(aq) Kd=6.

Anotações e Observações: 84 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com .

A quantidade de água na amostra foi determi ada por diferença. 35. após a adição de 30. 6-)Na titulação de 25.0250M.1117M foram adicionados e gastou-se 4. no ponto de equivalência e após a adição de 51.22 ml de HCl 0.0 ml em balão volumétrico.com 85 . Quando uma outra alíquota de 25.) iniciais.00 ml de AgNO 3 0. Uma amostra de 6.497M para atingir o ponto final da titulação usando fenolftaleína como indicador. NaOH e água. escrevendo as equações químicas para as reações principais e dos indicadores.00 ml da solução consumiu 22. Qual a composição n percentual da amostra original? 2-)Descreva o método de Mohr e Volhard.0 ml de NH4 SCN.0 ml de NH4 SCN. Uma alíquota de 25. calcule as concentrações do cátion e do ânion (Ag+ e SCN.Química Analítica 5 Lista de Exercícios 1-)Uma amostra sólida contém apenas NaCl. 3-)Como funcionam os indicadores de adsorção? 4-)Por que a determinação de íons cloreto pelo método de Volhard requer mais etapas que a determinação de brometos pelo mesmo método? 5-)No método de Mohr indique 2 formas de eliminar o erro de titulação causado pelo consumo de prata pelo indicador.0500M com NH4SCN 0.00 ml de AgNO3 0. Kps(AgSCN)=1.00 ml da solução da amostra foi titulada pelo método de Volhard.1x10-12 .700g desse sólido foi dissolvida em água destilada e diluída para 250.63 ml de KSCN na titulação de retorno. a Anotações e Observações: Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

com .Anotações e Observações: 86 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

00 ml do ácido. A reação é CN a Anotações e Observações: + H3O + = HCN + H 2O Calcule o pH após a adição de (a)0.Química Analítica 6 Lista de Exercícios 1-)Uma alíquota de 50.com 87 .00 e (d)26. Ka(ácido fórmico)=1.77x10-4 3-)Calcule a variação de pH que ocorre em cada uma das soluções abaixo como resultado de uma diluição 1:10 em H2O (a)0.0 ml com água destilada.00 ml de NaCN 0.050M NH4Cl. 5-)Qual o peso de formiato de sódio que deve ser adicionado a 400 ml de ácido fórmico 1. 4-)Calcule a variação de pH que ocorre quando 1. (c)misturado com 25.100 M.050 M NH 3 (Kb=1. (b)misturado com 25.76x10-5) (c)0.2M.00 (b)10.00 ml de ácido fórmico 0.050 M foi titulada com HCl 0.00 M para produzir um tampão de pH=3.00 (c)25.50 ? Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.1x10-9 2-)Calcule o pH de uma solução que resulta quando 20.00 ml de NaOH 0. Ka(HCN)=2.00 mmol de um ácido forte é adicionado a 100.050 M NH 3 + 0.050 M NaOH (b)0.00 ml de uma solução de formiato de sódio 0.160 M.0 ml das soluções do problema anterior.200M é (a)diluído para 45.

Anotações e Observações: 88 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com .

050 M numa solução mantida a pH=9. Assuma que a concentração de NH3 é constante e igual a 0.010 M com EDTA 0.052 03-)Como funcionam os indicadores metalocrômicos? 04-)Descreva 3 métodos para realizar titulações com o EDTA.00 ml de Sr 0. 20.00.10 ml de EDTA para a titulação de 50.6 K6=0.3x108 E4 (pH=11. tamponada a pH 11.8 K3=10 K4 =6.040 M com EDTA 0.040 M. 10.00.25 Constante de formação para o CoY2-= 2.0.0)=0. 10.00.Química Analítica 7 Lista de Exercícios 01-)Calcule o pSr após a adição de 0.00 ml de EDTA para a titulação de 25.0x1016 e E4(pH=9. Dados:K(SrY )=4.85 02-)Calcule o pCo após a adição de 0.020 M.00.3 K5=1.00 e 30.0 com NH3/NH4. a Anotações e Observações: Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. 25.00 e 25.com 89 .9 K2=39. Dados: Constantes de formação dos complexos do cobalto com a amônia: K1 =125.0)=0.00 ml de Co 0.

Anotações e Observações: 90 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com .

11)Descreva a padronização da solução de tiossulfato com KIO3 .256V 03)Para que servem os agentes auxiliares de óxido-redução? Dê exemplos e indique como eles são utilizados de forma a não consumir solução padrão numa posterior titulação. Dados: Sn+4 + 2e = Sn+2 E0 =0. 50. 04)Fale sobre as vantagens e desvantagens do KMnO4 sobre o Ce+4 como agente oxidante.00ml de V+2 0.94V NO3. 05)Cite os cuidados que se deve ter na preparação de uma solução padrão de KMnO4.100 M com Sn+4 0. 10)A decomposição de uma solução de tiossulfato pode fazer com que sua concentração aumente ou diminua.+ 8H+ + 5e = Mn+2 + 4H2O E 0 =1.00 e 50. a Anotações e Observações: Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. 06)Cite uma maneira de realizar a padronização do KMnO4 com oxalato de sódio de forma a minimizar erros.Química Analítica 8 Lista de Exercícios 01)Calcule o potencial eletródico do sistema no ponto de equivalência para a seguinte reação.+ 3H+ + 2e 02)Para a titulação de 50.00.154V +3 +2 0 V + e = V E =-0. 09)Escreva sobre as reduções com iodeto.+ 5HNO2 + H+ = 2Mn+2 + 5NO3 .10 ml do reagente.+ 3H2O Dados: MnO4.com 91 . Quando necessário assuma que a concentração de H+ é igual a 0. 2MnO4. 07)Por que a espécie predominante em soluções de iodo é o íon triiodeto? 08)Escreva sobre a estabilidade das soluções de iodo.51V = HNO2 + H2O E 0 =0. Explique.1 M. calcule os potenciais após a adição de 10.050 M.

Anotações e Observações: 92 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com .

Anotações e Observações: Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com 93 .

com .Anotações e Observações: 94 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

A precipitação deve ser efetuada na temperatura de ebulição para diminuir a supersaturação. 3. 9. Lavar o béquer e o papel de filtro várias vezes com água quente. Dependendo da natureza dos sais coprecipitados o resultado poderá ser mais elevado ou mais baixo.3 . porém durante a calcinação ela é eliminada. Aquecer para dissolver os sais formados e filtrar em papel de filtração lenta. se presentes. Lavar até eliminar cloretos (coletar um pouco de água de lavagem em um 5. Deixar o conteúdo do balão esfriar e completar o volume com água destilada. transferir para um béquer de 400 ml e adicionar água destilada até 200 ml.8% de SO3. O sulfato de bário quando puro não se decompõe ao ser aquecido ao ar seco até cerca de 1400o C. além disso o precipitado de sulfato assim obtido é formado por cristais grandes e facilmente filtráveis. 8. calcinado a cerca de 850 C e pesado. alumínio. ocorre a coprecipitação de seus sulfatos levando a erros sistemáticos negativos nos resultados. Cloretos e nitratos. Contém cerca de 32. porém ela é menor em presença de um excesso de íons de bário. Passar várias vezes o bastão de vidro com ponta de borracha nas paredes e no fundo do béquer para transferir quantitativamente todo o precipitado. Estes interferentes deverão ser previamente removidos. que contenha o sulfato. Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Os ácidos minerais aumentam essa solubilidade por causa da formação do íon HSO4 -. enquanto que o nitrato deverá ser eliminado previamente. Quando aquecido a aproximadamente 230 o C perder a água de cristalização transformando-se em gesso (CaSO4. Lavar a cápsula e o papel de filtro várias vezes com água quente. Deixar em repouso por uma noite Filtrar por papel de filtração lenta. para desidratar a sílica. 2. É um mineral pouco solúvel em água dissolvendo -se totalmente em HCl. tendo o cuidado de não colocar grande quantidade de água no funil. O sulfato de bário é um precipitado sujeito a impurezas em virtude do efe de ito coprecipitação. Aquecer a 105 s 5o C durante duas horas. coprecipitam sob a forma de seus sais elevando consideravelmente os resultados.0.0% de SO3 e 20. Pesar cerca de 0.p BaSO4 o O precipitado é filtrado.Prática ± Análise Gravimétrica Determinação do Teor de Sulfato em Gesso Introdução O método baseia-se na precipitação do sulfato de bário insolúvel. Retirar da estufa e umedecer o resíduo com 20 ml de HCl 1+5. poderá lo ser evitado adicionando-se lentamente e com agitação constante a solução de cloreto de bário. 6.5% de CaO.5 da amostra seca1 em cápsula de porcelana. Em presença de certos cátions como sódio.com 95 . A água presente na solução é ocluída e adsorvida pelo precipitado sulfato de bário.2% de CaO e 58. Ba+2 + SO42. Desprezar o resíduo. para evitar que o precipitado formado ultrapasse o papel de filtro. cromo e ferro III. Aquecer até ebulição e lentamente adicionar 10 ml de BaCl2 (10%) agitando continuamente.2H2O). entretanto é facilmente reduzido a sulfeto pelo carbono do papel de filtro em temperaturas superiores a 600o C. Procedimento Experimental 1. A solubilidade do sulfato de bário em água é muito baixa cerca de 0. lítio. cálcio. BaSO4 + 4C p BaS + 4CO A redução poderá ser evitada fazendo-se uma carbonização do papel lentamente e a temperaturas baixas em corrente de ar. recolhendo o filtrado em balão volumétrico de 250 ml. O erro ocasionado pe cloreto. lavado com água quente.1/2H2O) Pode ocorrer ainda na natureza o sulfato de cálcio anidro (CaSO4) conhecido como anidrita contendo cerca de 41. pela adição lenta de uma solução diluída de cloreto de bário a uma solução quente e acidulada com HCl. juntar 50 ml de HCl 1+5 e levar à secura em banho Maria. 7. depositado em 4 decorrência da evaporação de águas de grande salinidade no passado geológico. 4. A presença de uma pequena quantidade de HCl na solução evita a formação de sais de bário de ânions como cromatos. 46.4 mg/100ml na temperatura ambiente. Anotações e Observações: Gesso A Gispita é um sulfato de cálcio hidratado natural (CaSO . potássio.9% de H2O. Tomar uma alíquota de 100 ml. carbonatos e fosfatos que são insolúveis em soluções neutras.

C. Esfriar em dessecador e pesar. 1991 2. MENDHAM. JEFFREY. SANDELL.. 4a edição. 4a edição.B.M. I. J. Se não houver 3 turvação. G. 11.-Tratado de Química Analítica Quantitativa. KOLTHOFF. VOGEL ± BASSET. pág. Bibliografia 1. Análise Inorgânica Quantitativa. DENNEY. R. pág.. E. Norma ABNT MB ±3471 ± Gesso para Construção ± Determinação da água livre e de cristalização e teores de óxido de cálcio e anidrido sulfúrico ± Método de Ensaio.. 391. 3.tubo de ensaio e adicionar algumas gotas de solução de AgNO .. 10.com . carbonizar lentamente o papel e calcinar em mufla a cerca de 900o C. [1]A amostra deve ser previamente seca em estufa a 230 s100C até peso constante Anotações e Observações: 96 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.H. 371. Transferir o papel de filtro com o precipitado para cadinho de porcelana previamente tarado. os cloretos foram eliminados). Calcular o teor de sulfato presente na amostra como SO3. J.

MÉTODO DE MOHR Pode ser utilizado para a determinação de cloretos e brometos. Na titulação de uma solução neutra de Cl.Prática ± Volumetria Titulações de Precipitação 1. Na presença de sais de amônio o pH não deve passar de 7. Para determinação do teor de cloreto em solução pode-se usar ou o método de Mohr ou o método de Volhard.Determinação de Cloreto em Água 2. Fe+3 p (FeSCN)+2 Este método pode ser aplicado à determinação de cloretos. No ponto final da titulação os íons cromatos combinam-se com os íons prata para formar o cromato de prata vermelho e pouco solúvel. uma solução fortemente alcalina pode ser acidificada com ácido acético e depois neutralizada com carbonato de sódio. Como o precipitado de cloreto de prata estará contaminado por íons prata adsorvidos. Em solução fortemente alcalina pode ocorrer a precipitação do hidróxido de prata. evita-se o perigo de variação do pH. isto é. o que dificulta a visualização do aparecimento do cromato de prata no ponto final da titulação.2 por causa do efeito dos sais de amônio sobre a solubilidade dos sais de prata. o indicador misto produz um efeito tampão ajustando o pH em 7.Preparação das soluções 1. No primeiro caso ocorre a formação de um precipitado colorido pouco solúvel e no segundo caso a formação de um composto colorido solúvel.1N Dissolver 5. Em solução ácida ocorre a formação de bicromato de potássio segundo a reação: 2CrO4-. A titulação deve ocorrer em solução neutra ou levemente alcalina (pH de 6. por exemplo. o excesso de tiocianato produz uma coloração marrom-avermelhada devido à formação do íon complexo. A filtração posterior deve ser feita a frio. deve-se ferver a suspensão por alguns minutos para coagular o precipitado e remover a maior parte dos íons Ag+ adsorvidos.= Cr2O7-.. Este volume é então subtraído do volume de nitrato de prata utilizado na titulação da amostra. brometos e iodetos em soluções ácidas.SOLUÇÃO DE NaCl 0.1. pode -se filtrar o cloreto de prata antes da titulação em excesso. Para evitar que esta reação ocorra. Usando-se uma mistura de cromato e dicromato de potássio em proporções tais que formem uma solução neutra.Procedimento Experimental 2. MÉTODO DE VOLHARD O íon Ag+ pode ser determinado em meio ácido por titulação com tiocianato de potássio (KSCN) ou de amônio (NH4 SCN). Armazenar em recipiente de polietileno Anotações e Observações: Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. a concentração de íon cromato é reduzida e o produto de solubilidade do cromato de prata não é alcançado. usando-se o sulfato férrico amoniacal como indicador. com uma solução de nitrato de prata. Para neutralizar uma solução ácida pode ser adicionado um excesso de carbonato de cálcio.Método de Mohr . medida do volume de nitrato de prata necessário para dar uma coloração perceptível quando adicionado à água destilada que contenha a mesma quantidade de indicador que foi utilizada na titulação.0 s 0.é um ácido fraco.8500g de NaCl (previamente seco a 140 1 oC durante 1 horas) em água s destilada e diluir para 1000 ml em balão volumétrico.+ 2H+ = 2HCrO4. 2.com 97 . Para evitar o erro de titulação deve ser feito um ensaio em branco. adiciona -se um pouco de solução de cromato de potássio (K2CrO4) para servir como indicador.+ H2O Como o HCrO4-. ele precipita primeiro que o cromato de prata. Adiciona-se um excesso de solução padronizada de nitrato de prata e por titulação de retorno com solução padronizada de tiocianato determina -se o valor deste excesso. Deve ser usada uma solução diluída de cromato de potássio para evitar que a solução que está sendo titulada adquira uma coloração alaranjada muito escura. A adição do tiocianato de prata do tiocianato produz inicialmente um precipitado pouco solúvel de tiocianato de prata: Ag+ + SCN p AgSCN Quando esta reação se completa. Como o cloreto de prata (AgCl) é o composto menos solúvel e sua concentração inicial é elevada.1. Para calcular o cloreto devem ser levados em consideração os seguintes equilíbrios durante a titulação do excesso de íons prata: Ag+ + Cl= AgCl Ag+ + SCN= AgSCN Essa reação ocorrerá antes que haja a reação com íons Fe+3 presentes na solução e haverá então um erro na titulação.0). A titulação deve ser efetuada na temperatura ambiente porque o cromato de prata torna-se solúvel com o aumento da temperatura.1.1.5 a 9.Introdução O processo de precipitação mais importante na análise titrimétrica utiliza o nitrato de prata (AgNO3) como reagente (processo argentométrico).

0 ml de solução de K2CrO4 a 5%. sob agitação constante até aparecimento da coloração vermelho.Anotações e Observações: 2.1N para um erlenmeyer de 250 ml.2. 3.Diluir para 100 ml com água destilada e adicionar 1. 2.Padronização da solução de AgNO3 com solução de NaCl 1.SOLUÇÃO INDICADORA DE K 2CrO4 A 5% Pesar 5. 98 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com . 3.00 ml da solução de NaCl 0.marrom persistente.1.Com uma pipeta volumétrica medir exatamente 10.Titular com uma solução de AgNO3 .1N Pesar 17.0 g de AgNO3 e dissolver em água destilada completando o volume para 1000 ml.SOLUÇÃO DE AgNO3 0.00 g de K2CrO4 e transferir para um balão volumétrico de 100 ml. 2.

Preparação das soluções 1.1.Determinação de Cloreto na amostra 1234567Tomar 10 ml de ácido clorídrico concentrado usando uma bureta e transferir para o balão volumétrico de 1000 ml. esfriar um pouco e filtrar por papel de filtração lenta Lavar várias vezes o erlenmeyer e o papel de filtro com solução de HNO (1:100).2.Prova em branco Uma prova em branco deve ser feita a fim de determinar o volume de AgNO 3 requerido para formar o precipitado de Ag2CrO4.12 H2 O em 25 ml de água destilada e juntar HNO3 6N até desaparecer a cor marrom. Agitar vigorosamente durante 2 minutos e caso a coloração desapareça continuar a titulação.Vbranco) Onde: VNaCl p volume adicionado de NaCl (no caso. Completar o volume com água destilada. 3 recebendo o filtrado e as águas de lavagens no mesmo recipiente. Usar balão volumétrico. Adicionar 5 ml de ácido nítrico 6N e 35 ml de nitrato de prata 0.3. Calcular o teor de HCl na amostra em percentagem p/p (d=1. 10 ml) VAgNO3 p volume gasto de AgNO3 na titulação Vbranco p volume gasto no branco 2. Titular vagarosamente com o tiocianato até a coloração ligeiramente marrom.2.0 g de FeNH4 (SO4)2 . Ferver a suspensão por alguns minutos.0 ml do indicador (K2CrO4 a 5%).Padronização da solução de tiocianato com AgNO3 123Pipetar 25 ml da solução padronizada de AgNO3 0.2.Teor de HCl no Ácido Clorídrico Concentrado 2.Adicionar 1.1. 1.2.Titular com solução de AgNO3 até que a coloração do ensaio em branco seja igual a da solução titulada. 3.1N Dissolver 8.3. Prova em branco: Fazer o mesmo procedimento citado anteriormente.1.SOLUÇÃO DE ÁCIDO NÍTRICO 6N Adicionar 375 ml de HNO3 concentrado a 500 ml de água destilada e completar o volume para 1000 ml com água destilada. 2.2.0 ml do indicador e aproximadamente 0.00 ml da amostra (água da torneira) para um erlenmeyer de 500 ml.1N. homogeneizar e pipetar 25 ml desta solução para um erlenmeyer de 250 ml. Adicionar 1.SOLUÇÃO DE TIOCIANATO DE AMÔNIO 0.19) Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.2.1.Determinação de Cloreto na amostra 123456Com uma pipeta volumétrica medir exatamente 100. Titular com solução padrão de AgNO3 até que a coloração vermelho-marrom.com 99 . 2.1N para um erlenmeyer de 250 ml Adicionar 20 ml de HNO3 (1:10) e 2 ml de sulfato férrico amoniacal.1N.SOLUÇÃO DE SULFATO FÉRRICO AMONIACAL Dissolver 9. Adicionar 1 ml de sulfato férrico amoniacal e titular com tiocianato de amônio 0.Método de Volhard .50 g de carbonato de cálcio. 2. Cálculo do fator: f =VNaCl / (VAgNO3 . 3.Transferir para um erlenmeyer de 250 ml 100 ml de água destilada 2. Cálculo do fator: f= VAgNO3 / VNH4SCN Onde: VAgNO3 p Volume adicionado de AgNO3 (no caso 25 ml) VNH4SCN p Volume gasto de NH4SCN.0 g de NH4 SCN em água destilada e completar o volume para 1000 ml. Calcular o teor de cloreto em mg/L Anotações e Observações: 2.2.

1N até que a coloração da solução mude de amarelo para alaranjado. Para identificar e quantificar as diferentes espécies de alcalinidades presentes numa amostra. Se os boratos. A mudança de coloração de rosa para incolor ocorre em um pH=8. Em muitas águas superficiais a alcalinidade é função dos carbonatos. O valor medido pode variar significativamente com o pH do ponto final. 4. Os carbonatos podem estar presentes juntamente com os hidróxidos ou com os bicarbonatos.Alcalinidade da Água 1. bicarbonatos e hidróxidos. As seguinte reações mostram o que ocorre quando cada um dos três tipos de compostos são titulados com ácido: a) Hidróxidos: OH. porém os hidróxidos e bicarbonatos não podem estar presentes ao mesmo tempo numa mesma amostra.Procedimento Experimental 1. por isso ela pode ser tomada como uma indicação da concentração destes constituintes. da amostra e transferi-la para erlenmeyer de 250 mL. Alcalinidade parcial (P) = VP v N v f v 50000 VL (em mg / l CaCO 3) Alcalinidade total (T) = Onde VT v N v f v 50000 VL (em mg / l CaCO3) VP = volume de HCl 0. 3.1 N f = fator de correção do HCl 0. Os valores da alcalinidade são usados na interpretação e controle dos processos de tratamento de água e efluentes.1 N VL = volume tomado da amostra OBS: Quando adicionar o indicador fenolftaleína e a solução não tornar-se rosa p VP=0 e P=0. Os indicadores utilizados são a fenolftaleína que produz uma coloração rósea apenas na presença de hidróxidos ou carbonatos e o metilorange que é amarelo em presença de qualquer uma das três espécies de alcalinidade e torna -se vermelho em presença de ácidos.4. elas podem contribuir para os valores medidos da alcalinidade.+ H3O+ p H2CO3 + H2O Há cinco condições de alcalinidade possíveis de ocorrer em uma amostra de água: devida apenas aos hidróxidos. devida só aos bicarbonatos Chamando de P a alcalinidade parcial e de T a alcalinidade total e levando em -se consideração o que foi dito acima podemos compor a seguinte tabela comparativa (em mg/L de CaCO3): Anotações e Observações: Os valores de alcalinidade são sempre expressas em termos de mg / l CaCO3. Adicionar então 2 gotas de metilorange e continuar a titulação com HCl 0. Anotar o volume gasto (VT) de HCl.Preparação de Soluções a . devida aos carbonatos e bicarbonatos. 2. devida aos hidróxidos e carbonatos.Solução de Fenolftaleína 1% 100 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Tomar uma alíquota de 100 ml. fosfatos.com .1 N gasto na titulação com fenolftaleína VT = volume total de HCl gasto na titulação com fenolftaleína + metilorange N = normalidade do HCl 0.Prática Volumetria de Neutralização . 2. Existem três espécies de alcalinidade: de hidróxidos (OH). 3. é feita uma titulação com um ácido padrão usando -se dois indicadores sucessivamente. de carbonatos (CO ) e 3 de bicarbonatos (HCO3 ).+ H3O+ p 2H2O 2+ b) Carbonatos: CO3 + H3 O p HCO3 + H2O + HCO3 + H3O p H2CO3 + H2O c) Bicarbonatos HCO3.Introdução Alcalinidade da água é a sua capacidade neutralizante ácida. Anotar o volume gasto (VP) de HCl.devida só aos carbonatos. Adicionar 2 gotas do indicador de fenolftaleína e titular com HCl 0. É a soma de todas as bases tituláveis.3 e de amarelo para vermelho do metilorange em um pH=4.1 N até que a solução mude a coloração de rosa para incolor. silicatos e outras bases estiverem presentes.

A. esfriar e e completar para 100 mL com água destilada. Padronização do HCl Tomar 25 mL de solução de Na2 CO3 0. d.com 101 .APHA.5 g de metilorange em 50 mL de água destilada quent .Solução de Ácido Clorídrico 0. Usar balão volumétrico.0 g de fenolftaleína em 100 mL de etanol P. Pesar cerca de 5. dissolver em água destilada recém fervida (isenta de CO2) e completar o volume para 1000 mL.1 N até que a coloração da solução mude de amarelo para levemente vermelha.Bibliografia American Public Health Association. c. transferir para erlenmeyer de 250 mL.1 N Secar em estufa à 250 s 4oC durante 24 horas. b.1 N.Solução de Metilorange 0. f ! V 1 V 2 Anotações e Observações: f = fator da solução de HCl 0.1N V1 = volume de Na2CO3 usado V2 = volume de HCl gasto na titulação.5% Dissolver 0. . cerca de 8.Dissolver 1..A. esfriar e titular a solução até que a coloração avermelhada permaneça.5 mL de HCl P.0 g de Na2CO3.1N Em 500 mL de água destilada adicionar 8.Solução de Vermelho de Metila 0. completar para 1000 mL e deixar em repouso por 24 horas. adicionar 2 gotas de vermelho de metila e titular com HCl 0.Solução de Carbonato de Sódio 0. 4.3266 g do carbonato seco. Standard Methods for the Examination of Water and Wastewater ± 18a ed. Usar balão volumétrico. Aquecer enquanto a coloração avermelhada persistir esfriar e continuar a titulação com HCl 0.1 g de vermelho de metila em 100 mL de etanol P. e.A. Aquecer. 1992 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.1 N.1% Dissolver 0.

A dureza temporária é causada principalmente pela presença de bicarbonatos enquanto que a dureza permanente é devida principalmente ao sulfato de cálcio. Mn+2 ± 10 mg/L. A quantidade de dureza em excesso é chamada de dureza de µ¶não carbonato¶¶. sulfatos e algumas vezes como cloretos e nitratos. u Se uma pequena quantidade de indicador como o Negro de Ericromo T é adicionada em uma solução aquosa contendo íons de Ca e Mg a um pH = 10. Ortofosfato precipita o cálcio no pH de teste. Al+3 ± 5mg/L e Sn+4 ± 5 mg/L.1 é satisfatório para uma boa visualização do ponto final. A titulação deve durar no máximo 5 minutos para minimizar a tendência do CaCO3 precipitar. Na prática corrente a dureza total é definida como a soma das concentrações do Ca e Mg ambos expressos como carbonato de cálcio (CaCO3) em mg/L. Alguns íons metálicos interferem causando um ponto final indistinto ou consumindo estequiometricamente o EDTA. Sob as condições de teste as seguintes concentrações de íons não causam interferências significativas na dureza do cálcio: Cu+2. O CDTA-Mg (sal de Mg do ácido 1. A matéria orgânica coloidal ou em suspensão também pode interferir no ponto final. O íon Mg deve estar presente no meio para produzir um ponto final bem definido.2ciclohexanodiaminotetracético) é um complexante seletivo para metais pesados além de introduzir Mg no meio podendo ser usado para sub stituir inibidores tóxicos ou malcheirosos. embora eles possam acarretar outros efeitos indesejáveis. Quando o EDTA é adicionado. Quando a dureza é numericamente maior que a soma de alcalinidade de carbonato e bicarbonato.0 0. os íons Ca e Mg são complexados e após completa a reação a cor da solução passa para azul indicando o ponto final da titulação.0 0. Os compostos causadores de dureza permanente são sempre chamados de µ¶incrustantes¶¶. O ferro e o alumínio freqüentemente estão presentes em águas.Química Analítica . a solução torna-se vermelho-vinho. porque em valores de pH mais alto pode ocorrer a precipitação do CaCO3 ou do Mg(OH)2 e o indicador muda sua cor. como um tampão. A dureza temporária é aquela removida por fervura e a permanente não é removida por fervura. reage seletivamente com a Ca apenas. carbonatos. Estrôncio e bário interferem positivamente e alcalinidade maior que 300mg/L pode causar um ponto final difícil de visualizar em águas duras. O resíduo deve ser redissolvido com HCl e depois a solução é neutralizada com NaOH O cálcio pode ser determinado diretamente com EDTA em pH suficientemente alto para que o Mg precipite na forma de hidróxido. para isso adiciona-se uma pequena quantidade de u sal de EDTA-Mg complexometricamente neutro.com A A B . Os sulfatos são freqüentemente os únicos compostos presentes na dureza de µ¶não carbonatos¶¶. O ácido etilenodiaminotetracético (EDTA) e seus sais de sódio formam complexos solúveis quando adicionados a uma sol ção de certos cátions metálicos. neste caso. Pb+2 ± 5 mg/L.Titulação Complexométrica Anotações e Observações: Determinação da Dureza da Água 1. O indicador usado. Essa interferência pode ser reduzida pela adição de certos inibidores. cloretos e nitratos de Ca e Mg. n+2 ± 5 mg/L. a quantidade equivalente ao total da alcalinidade é chamada de dureza de µ¶carbonato¶¶. Fe+3 ± 20 mg/L.Prática . porém em quantidades insuficientes para ter significado na determinação da dureza. 102 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. A dureza da água pode ser temporária ou permanente. Ela pode ser eliminada evaporando-se a amostra até secura e o calcinando-a a 550 C até completa oxidação da matéria orgânica. O pH especificado de 10. Os íons cálcio e magnésio estão presentes em águas naturais como bicarbonato. Fe+2 ± 20 mg/L. Essa adição de Mg evita a necessidade de uma correção com um branco.Introdução A dureza da água é causada principalmente pelos elementos Ca e Mg e algumas vezes pelo Fe e Al. Pode-se avaliar a dureza total da água através de titulação com EDTA onde é feita a medida dos íons Ca e Mg.2mg/L. o qual é precipitado em temperaturas altas. A dureza de µ¶carbonatos¶¶ é devida a presença de carbonatos e bicarbonatos de Ca e Mg e a dureza de µ¶não carbonatos¶¶ incluem sulfatos.1 .

titular imediatamente após a adição do álcali e indicador.2. Agite 3.01M até a cor mudar de vermelho-vinho para azul limpo (sem tintura de vermelho) anotando o volume gasto (V) 4. Normalmente 1 ml é suficiente para manter o pH em 10. Calcular a dureza pela expressão: Dureza de Cálcio (mg / L Ca) = Onde: V1 v 40. Mantendo a agitação constante (usar agitador magnético) titular com EDTA 0. 2.3 ± Teor de Magnésio 1. Preparação da amostra ± Devido ao alto valor de pH empregado.08 v 0.1.01v f v 1000 V2 V1 = Volume de EDTA 0. permitindo que a titulação seja finalizada em 5 minutos (contados a partir da adição do tampão). Adicionar 0.com 103 .01 M gasto na titulação V2 = Volume de amostra tomado f = Fator da solução de EDTA 0. deixar em ebulição por 1 min e resfriar antes da titulação.01 v 1000 v f V2 Onde: V1 = Volume de EDTA 0. A ausência de um ponto final fácil de visualizar normalmente significa que um inibidor deve ser usado ou que o indicador está deteriorado.0 a 10.2 ± Teor de Cálcio 1.01 M ** Selecione um volume da amostra que requer menos que 15 ml do titulante EDTA.01 M 2.243 x [dureza total (em mg de CaCO 3/L) ± dureza de cálcio (em mg CaCO3/L)] 3. O teor de magnésio é obtido pela diferença entre a dureza total e a dureza de cálcio. 2. como mostra a seguinte fórmula de mg de magnésio/L = 0.Dureza total 1.01M até a cor mudar de vermelho para azul-violeta anotando o volume gasto (V) 5. ambas expressas em mg/L de CaCO3.Procedimento Experimental 2.01 M gasto na titulação V2 = Volume de amostra tomado f = Fator da solução de EDTA 0. Usar 50ml da amostra ou menor quantidade diluída para 50 ml de forma que o teor de cálcio seja em torno de 5 a 10 mg. Calcular a dureza pela expressão: Dureza Total (mg / L CaCO3) = ** Anotações e Observações: V1 v 100 v 0. Adicionar 2 ml da solução de NaOH ou um volume suficiente para produzir um pH de 12 a 13. Mantendo a agitação constante (usar agitador magnético) titular com EDTA 0.Soluções e Reagentes Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Adicionar um pouco do indicador (Negro de Eriocromo) 3.1 a 0. 2.1 . Diluir águas duras com alcalinidade maior que 300 mg/L ou neutralizar a alcalinidade com ácido.2 g do indicador (Murexida) 4. Diluir 25 ml da amostra para 50 ml com água destilada em um erlenmeyer e adicione 1 a 2 ml da solução tampão (NH4Cl +NH4OH).

78 g de sulfato de Mg (MgSO . Solução tampão de cloreto amônio e hidróxido de amônio (pH=10) (a)Dissolver 16. 1992 104 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Adicionar HCl (1+1) até completa dissolução do carbonato.01 M o Pesar 0. AWWA. Indicador Murexida 0 Pesar 100g de NaCl previamente seco a 110 C e passar para almofariz de porcelana.9 g de NH4Cl e 143 ml de NH4 OH concentrado. Homogeneizar e diluir para 250 ml com água destilada.01 M. Esfriar. Triturar e misturar bem e transferir para frasco ambar de boca larga. e dissolver ml de água destilada. 18a ed.01 M utilizado V2 = Volume de EDTA 0. Padronização Tomar 10 ml da solução padrão de CaCO3 0. 3-57.. Adicionar 1.3.25 g de CaCO3 seco em estufa a 180 s 5 C. Pesar 1g de Murexida p. Armazenar em recipinetes plásticos ou de vidro de borossilicato por um prazo máximo de 1 mês. Conservar em frasco de polietileno. Solução de NaOH a 4% p/v (1N) Pesar 10g de NaOH p. USA. Pesar 1g de Negro de Eriocromo T p.8 g de EDTA ou Tritiplex III (sal dissódico do ácido etilenodiaminotetraacético) em água destilada e completar o volume do balão para 1000.644 g de cloreto de 4 magnésio (MgCl2 .A. e tranferir para o almofariz.Bibliografia APHA. Transferir para balão de 250 ml e completar o volume.6H2O) em 50 ml de água. 4. 2-36.a. WPCF . diluir com 50 ml de água destilada e proceder como descrito no item 2.25g de de sal de magnésio de EDTA e diluir para 250 ml com água destilada (b)Se o sal de Mg de EDTA não estiver disponível: Dissolver 1. Despreze o tampão quando 1 a 2 ml adicionados à amostra não produzir um ph de 10s1 no ponto final da titulação Solução de Vermelho de Metila 0. American Public Health Association..7H2 O) ou 0.0. (purpurato de amônio) e tranferir para o almofariz.1.3-74.2% Diluir 0. Indicador Negro de Eriocromo Pesar 100g de NaCl previamente seco a 1100C e passar para almofariz de porcelana.com .a.5 .2 a 0.01 M gasto na titulação Solução Padrão de CaCO 3 0.a. Adicionar a esta solução 16. Triturar e misturar bem e transferir para frasco ambar de boca larga.Standard Methods for the Examination of Water and Wastewater. Anotar o volume de EDTA 0.Soluções e Reagentes Solução de HCl (1+1) Adicionar um volume determinado de HCl concentrado a um mesmo volume de água destilada.01 M gasto na titulação e calcular o fator f da solução usando a expressão: Anotações e Observações: f ! V1 V2 Onde: V1 = Volume de CaCO3 0. juntar 50 ml de água destilada e levar à ebulição durante 5 minutos.179 g de sal dissódico de EDTA com 0.01 M Dissolver 3.9 g de NH4 Cl em 143 ml de NH4 OH concentrado. pg. Solução Padrão de EDTA 0.5 g de vermelho de metila em 100 ml de etanol P. colocar 5 gotas de vermelho de metila e gotejar NH4OH 3 N até que a coloração mude de vermelho para amarelo. Washington.

filtrar através de lã de vidro e padronizar. deixar esfriar. Na2 C2O4 (previamente seco a 105 ± 110o C em estufa por 2 horas). O dicromato de potássio sendo considerado padrão primário não é necessário padronizá-lo. ao abrigo da luz. o qual acelera a auto decomposição da solução de permanganato armazenada.= S4O62.Preparação da Solução de Tiossulfato de Sódio O tiossulfato de sódio Na2 S2 O3 . Sabendo -se que a reação envolvida na padronização é: + = +2 2MnO4 + 16H + 5CeO4 p10CO2 + 2Mn + 8H2O Calcula-se a normalidade da solução de permanganato 2. As soluções de permanganato podem ser padronizadas usando -se como padrões primários. dissolver em água destilada. adiciona-se 15 mL de H2 SO4 (1:8). da temperatura. Aquecer a 70 ± 80o C e titular com KMnO4 até aparecimento de uma coloração rósea persistente por 30 segundos. dissolve 75 g a 0o C e 302 g o a 60 C do mesmo.903 g de K2Cr2O7 .1 N Dissolver 3. O meio filtrante mais usado é a lã de vidro ou um cadinho filtrante de vidro sinterizado G-4. O dicromato não é reduzido pelo ácido clorídrico frio. Por esta reação é considerado um excelente padrão primário. Além disso o dicromato é estável. O título da solução depende da acidez.p Cr3+ + 7 H2O K2Cr2 O7 = K2O + Cr2O3 + 3 H2O Solução de Dicromato de Potássio 0.Preparo de Soluções para Titulações de Oxidação e Redução 1.Química Analítica Prática . em erlenmeyer de 250 ml. mantida no banho-maria por 1 hora. seco em estufa a 140 ± 180o C por 1 hora. Para evitar que isso aconteça. Padronização Pesar 0. Dissolve-se o sal com 60 ml de água destilada.+ 2 eAs soluções aquosas preparadas são muito estáveis. óxido de arsênio II ou oxalato de sódio. entretanto a água destilada comum contém usualmente um excesso de dióxido de carbono (CO2) que pode causar uma Anotações e Observações: Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. além disso a água destilada usu almente empregada contém geralmente traços de substâncias redutoras (Ex: matéria orgânica) que reagem lentamente com o permanganato formando MnO2 hidratado. sendo que este último é o mais utilizado porque pode ser obtido puro e anidro.1 N Pesar exatamente 4. O dicromato só é utilizado em meio ácido. Deixar em repouso por uma semana.25g de oxalato de sódio. uma variação quanto ao teor de água em virtude da natureza higroscópica do mesmo. sendo rapidamente reduzido a um sal verde de cromo III que dificulta a visualização do ponto final.Preparação da Solução de Permanganato de Potássio O permanganato de potássio (KMnO4) é difícil de ser obtido puro e completamente livre de dióxido de manganês. O tiossulfato se decompõe a 100o C e 100 mL de água. Por essa razão o tiossulfato não pode ser considerado um padrão primário. facilmente obtido com elevado teor de pureza existindo entretanto. por essa razão deve-se usar um indicador. da velocidade de agitação e da velocidade de adição do KMnO4.+ 14 H+ + 6 e. não acarretando variações nas concentrações da soluções quando protegidas contra a evaporação. esfriada e filtrada para eliminar o dióxido de manganês. desde que a concentração do ácido não seja maior que 1 ± 2M. ferver. A semi-reação de oxidação é 2 S2O3. Cr2O72. Portanto as soluções cujas concentrações devem ser exatas podem ser preparadas utilizando-se o sal puro e seco dissolvendo-se o mesmo volume de água adequado. Solução de Permanganato de Potássio 0. Pode-se também.5 H2O é um cristal incolor. transferir para balão volumétrico de 1000 mL e completar o volume.Preparação da Solução de Dicromato de Potássio O dicromato de potássio (K2Cr2 O4) pode ser obtido puro por dupla recristalização o em água e posterior secagem dos cristais formados a 150 ± 180 C. a solução é aquecida até a ebulição. deixar a solução em repouso por uma semana antes de filtrá-la.2 g de KMnO4 em água destilada.com 105 . 3. transferir para balão volumétrico de 1000 mL e completar o volume. na temperatura ambiente e em recipiente escuro para evitar a decomposição da solução pela ação da luz.

5H2O usado na titulação.+ 14 H+ + 6 I.1 N Pesar 25 g de Na2 S2 O3. adicionar 0. carbonatos de sódio (>0. Esta solução deverá ser preparada no dia em que for ser utilizada.Solução de Cloreto de Estanho II a 5 % Dissolver 5 g de SnCl2 . Lavar a tampa e as paredes do erlenmeyer com água destilada e recém fervida e titular o iodo liberado com solução de tiossulfato de sódio 0. porque pode haver uma aceleração da decomposição. Se a solução for guardada por algum tempo.1 g/L) e tetraborato de sódio. esfriar e completar o volume para 100 mL com água destilada. juntar 1 g de iodeto de potássio (KI) e 4 mL de HCl (1+1).+ I2 = S4O62. o que é indicado pelo aparecimento de uma cor amarela. ou 10 mg de iodeto de mercúrio II / litro ou 0. Não se deve adicionar hidróxidos alcalinos. aquecendo para dissolver se necessário.1 N. Transferir para balão volumétrico de 1000 mL e completar o volume usando a mesma água em que se dissolveu a substância. 4.= 2 Cr3+ + 3 I2 + 7 H2O 2 S2O32.1 N em erlenmeyer de 250 mL com tampa de vidro esmerilhado.lenta decomposição do tiossulfato com formação do enxofre.5 H2 O e dissolver em água destilada recém fervida e fria. Guardar em recipiente escuro. Solução de Tiossulfato de Sódio 0. Padronização Tomar com bureta 25 mL da solução padrão de dicromato de potássio 0. Tampar o erlenmeyer. Quando a maior parte do iodo liberado reagir.com .+ 2 ICálculo do fator f = 25 / V Onde: V = mL Na2 S2O3. pode ocorrer uma decomposição por ação de bactérias. 2+ S2 O3 + H = HSO3 + S Além disso quando as soluções de tiossulfato são armazenadas por muito tempo. Anotações e Observações: 106 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Cr2 O72. adicionar 1 mL de solução de amido 1% e continuar a titulação até mudança de cor do indicador de azul para verde. A água a ser utilizada deve ser recém fervida Adicionar três gotas de clorofórmio. 2H2O em 10 mL de HCl. agitar e deixar em repouso por 5 minutos em ambiente escuro.1 g/L de carbonato de sódio para elevar o pH da solução e diminuir a ação bacteriana.1 g de carbonato de sódio ou 3 gotas de clorofórmio. Portanto deve-se ter alguns cuidados ao preparar a solução de tiossulfato.

a solubilidade é menor devido ao efeito do íon comum. sendo as mais frequentes silício. Ca2+ + C2O42. O magnésio pode coprecipitar em quantidades consideráveis enquanto os metais alcalinos p recipitam em quantidades muito pequenas. em solução neutras com concentração moderada de oxalato de amônio. Utiliazndo-se também um excesso de oxalato de amônio.dm a 95 C.+2H2O+3e = MnO2 +4OHCalcário O calcário é uma rocha de origem sedimentar.Química Analítica Prática . quando se trata a quente com uma solução de oxalato de amônio. A interferência do Mg pode ser pode ser reduzida. tais como: mármore. Os sulfatos também coprecipitam com o oxalato de cálcio devido a baixa solubilidade do sulfato de cálcio acarretando um erro positivo nos resultados quando se pesa o precipitado sob a forma de carbonato. sendo necessário uma dupla precipitação. Pode -se obter um precipitado formado por cristais grandes e de fácil filtração. A solubilidade do oxalato de cálcio aumenta com o aumento da concentração do íon hidrogênio da solução. O cálcio após precipitação com o oxalato de amônio é filtrado. lavado. se presentes podem interferir. Entretanto o calcário é geralmente considerado como uma rocha contendo principalmente o mineral calcita. ferro.= Mn2+ +4H2 O De onde concluímos que o equivalente é 1/5 mol. Os iodetos e cromatos. A interferência mais frequente é provocada pela presença do magnésio e dos metais alcalinos. após calcinação. Os fosfatos e arseniatos não interferem se a precipitação for em solução ácida com posterior neutralização.+ H2O p CaC2O4 + H2O 3 A solubilidade do oxalato de cálcio monohidratado é alta: 6. O ácido sulfúrico é o ácido mais adequado porque não age sobre o permanganato o que não acontece com o ácido clorídrico que reage com o mesmo para formar o cloro. A precipitação do cálcio em soluções frias neutras ou amoniacais forma um precipitado muito fino e de difícil filtração. coral e marga. giz.+ H+ = HC2O4HC2O4.7 mg. o magnésio forma um sal complexo com íon oxalato. sob a forma de carbonato ou de óxido ou pode ser determinado por método permanganimétrico. De um modo geral o termo calcário inclui qualquer material que contenha CaCO3. Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. ou seja: 158.+16H+ = 2Mn2t+5Cl2+8H2O Em soluções alcalinas o permanganato é reduzido quantitativamente a dióxido de manganês.606. como conseqüência + da entre o H e os íons oxalatos que se transformam em ácido oxálico. Os calcários podem ser classificados segundo o teor de magnésio em: Calcítico ou cálcico___________________0 a 5% MgO Magnesiano_________________________6 a 12% MgO Dolomítico__________________________13 a 20% MgO Dolomita ____________________________acima de 20% de MgO O calcário é muito utilizado para produção de cal após calcinação. CaC2 O4 = Ca2+ + C2O42C2O42.com 107 .Oxidação com Permanganato de Potássio Determinação de Óxido de Cálcio em uma Amostra de Calcário 1Introdução Anotações e Observações: O cálcio pode ser precipitado sob a forma de oxalato de cálcio. 2MnO4-+10Cl. A precipitação do cálcio sob a forma de oxalato requer a ausência de todos os metais que formam oxalatos pouco solúveis. O permanganato de potássio é um agente oxidante forte e em solução ácida a redução pode ser representada por: MnO4 +8H+ +5e.+ H+ = H2 C2O4 Foi demonstrado experimentalmente que o cálcio precipita quantitativamente a um pH = 4 ou pH > 4. fazendo -se essa filtração a quente e em meio ácido neutralizando-se em seguida com hidróxido de amônio e deixando-se em repouso por cerca de 1 hora. MnO4. magnésio.03 / 5 = 31. etc. Já no método permanganimétrico ocorre uma erro sistemático para menos nos resultados. alumínio. evitando -se ferver a solução nem deixar em digestão muito tempo antes da filtração. O cálcio precipitado como oxalato de cálcio pode ser pesado. sulfatos.dm a 25o C e 14 3 o mg. dissolvido em ácido sulfúrico diluído e o ácido oxálico formado é então titulado com solução padrão de permanganato de potássio. constituída de no mínimo 50% de carbonato de cálcio com impurezas em percentagens variadas.

Aconselhamos imergir o recipiente em um pouco de água. aquecer a 70 ± 80 C e titular com KMnO4 até coloração levemente rósea permaneça por 30 segundos. diluir para 150 mL de água destilada. aicionar 10 mL de H2 SO4 o (1+1). Terminada a reação. Adicionar 1 mL em excesso de NH4 OH.CaCO3 p CaO + CO2 (() Pode-se também ser utilizado na indústria. retirar o vidro de relógio.dissolver 20 g de nitrato de amônio em água destilada e completar o volume para 1000 mL. ferver.1 g de vermelho de metila em 100 mL de etanol. Imergir o papel e continuar a titulação. Filtrar por papel de filtração lenta e lavar 10 vezes com água quente. 100 g de oxalato de amônio em cerca de 500 mL de água destilada. até coloração rósea clara. aquecer até cerca de 80o C e precipitar o Ca com 30 mL de solução saturada de oxalato de amônio e juntar algumas gotas de hidróxido de amônio. em béquer de 400 mL. Desprezar o filtrado.7 ± 0. 108 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com . Reduzir o volume até cerca de 200 mL. Levar a ebulição. etc.010 mg CaO. Procedimento Experimental Pesar 0. Solução de (NH4 )2C2O4 10% . Tomar cuidado quando adicionar o H SO4 à água porque a reação é 2 muito exotérmica. lavá-lo com um jato de água destilada sobre o béquer bem como as paredes do mesmo e juntar 50 mL de água. sobre a borda do béquer onde foi feita a precipitação e. adicionar 25 mL de o H2SO4 (1+1) e aquecer até 70 ± 80 C. na engenharia civil.dissolver a quente. Deixar esfriar um pouco e completar o volume para 1000 mL. Padronização Pesar 0. Titular com KMnO4 N/3 (as primeiras gotas descoram lentamente) até que a solução se torne levemente rósea. esfriar. Filtrar por papel médio lavando com solução de NH4 NO3 2% quente.dissolver 0. transferir para balão volumétrico de 1000 mL e deixar em repouso por uma semana em ambiente escuro.35 g de permanganato de potássio em água destilada.1% . Solução de KMnO4 N/3 ± dissolver 11.1% de etanol) e hidróxido de amônio até mudança de cor do indicador de vermelho para amarelo.5 g da amostra em béquer de 250 mL.3939 v B A = grama Na2C2O4 pesadas B = mL KMnO4 usado na titulação. Colocar o papel de filtro aberto com o precipitado. com um jato d¶água transferir o precipitado para dentro do béquer. Anotações e Observações: 2- %CaO ! mL ™ KMnO4 v f v 100 peso ™ da ™ amostra 3- Preparo de Soluções Solução de HCl (1+1) ± adicionar a um dado volume de água destilada. cobrir com vidro de relógio e lentamente adicionar 30 mL de HCl (1+1). Diluir acerca de 200 mL com água destilada. Cobrir o béquer com o vidro de relógio e deixar em repouso no banho-maria por cerca de 30 minutos. na agricultura. Solução de NH4 NO3 2% . f ! Onde: A 2. Solução de H2 SO4 (1+1) ± adicionar a um dado volume de água o mesmo volume de ácido sulfúrico. Solução de vermelho de metila 0. 1 mL KMnO4 N/3 = 0. Deixar decantar em banho-maria por 1 hora. Filtrar por lã de vidro e padronizar.3 ± 11.8 g de oxalato de sódio (Na2C2 O4) seco a 105 ± 110o C durante 2 horas. adicionar algumas gotas do indicador de vermelho de metila (0. igual volume de HCl. se necessário. Reservar o papel.

formando um complexo de cor azul escuro. liberando uma quantidade de iodo. Entretanto a velocidade de oxidação aumenta rapidamente se o pH diminuir e é muito acelerada pela luz direta e pela presença de certas substâncias que exercem um efeito catalisador. . O tiossulfato é oxidado a tetrationato pelo iodo segundo a reação: 2S2 O32. A solução de amido deve ser recente e deve ser guardada em condições adequadas.= I. A sensibilidade da cor diminui com o aumento da temperatura da solução e com a adição de solventes (ex. Em meio fortemente ácido ocorre a hidrólise do amido não sendo portanto um indicador recomendável.+ IO. por isso. . As reações mais importantes nas titulações iodométricas são aquelas entre o tiossulfato de sódio e o iodo e entre o óxido arsenioso e o iodo. Esse método é denominado Iodometria. este reagirá como um agente redutor e o oxidante será reduzido quantitativamente. A oxidação do iodeto pelo oxigênio do ar é muito lenta se o meio é neutro. o que evidencia a sua presença mesmo em soluções muito diluídas.formando iodeto e hipoiodito. O amido possui algumas desvantagens: . o indicador (amido) só deve ser adicionado próximo ao fim da titulação (quando a cor da solução passar para amarelo claro).Química Analítica Prática -.+ 2IOs agentes oxidantes como o bromo e hipoclorito oxidam quantitativamente o tiossulfato a sulfato. o iodo funciona como indicador próprio. A primeira produz uma cor azul escuro com o iodo e a segunda uma cor púrpura-avermelhada. Em pH mais alto o iodo reage com o íon OH.forma com o iodo um complexo insolúvel em água. Outros oxidantes como permanganato de potássio.+ I2 = S4O62. As titulações devem ser efetuadas a frio.com 109 . O potencial de redução do sistema iodo-iodeto independe do pH da solução desde que este seja menor do que aproximadamente 8. que é visível mesmo com baixa concentração de iodo.: etanol). Hipoclorito de sódio Anotações e Observações: Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.1 N de iodo produz uma cor amarelada em 100 mL de água. As titulações que envolvem iodo não devem ser efetuadas sob luz direta do sol e as soluções que contenham iodeto devem ser guardadas em recipientes de vidro de cor âmbar.Titulação de Redução e Oxidação Envolvendo Iodo Determinação de Cloro Livre em Hipoclorito de Sódio 1Introdução O iodo exerce uma ação redutora sobre os sistemas fortemente oxidantes com formação de uma quantidade equivalente de iodo.+ H2O 3 IO = 2 I + IO3 Há duas fontes de erro importantes nas titulações que envolvem iodo: Perda de iodo liberado por volatilização Oxidação pelo oxigênio do ar das soluções ácidas de iodeto 4 I. Por essa razão sempre se acrescenta um excesso de iodeto na determinação destas substâncias oxidantes antes de titular com tiossulfato. O iodo produz uma coloração que vai do amarelo intenso até o marrom nas soluções aquosas de iodeto. em erlenmeyer e se for necessário que a solução permaneça em repouso por algum tempo o erlenmeyer deverá possuir tampa de vidro esmerilhada. Nesta prática nos deteremos apenas na reação entre o iodo e o tiossulfato. por esse motivo nas titulações que envolvem iodo. que se transforma rapidamente em iodato. pela formação do íon I3. Uma gota de uma solução 0. I2 + 2 e = 2 I Quando um agente oxidante forte é tratado em solução neutra ou ácida com um excesso de íon iodeto.é insulúvel em água. dicromato de potássio e sulfato de cério produzem uma oxidação incompleta a sulfato.+ 4 H+ + O2 = 2 I2 + 2 H2 O Na presença de um excesso de iodeto a volatilização do iodo liberado diminui consideravelmente. I2 + 2 OH. o qual é titulado com solução padronizada de tiossulfato de sódio. O amido reage com o iodo na presença de iodeto. em soluções incolores. muito instável. O amido pode ser separado em dois componentes principais: a amilose e amilopectina. podendo ser considerada desprezível. Na temperatura ambiente a volatilização do iodo de uma solução contendo cerca de 4% de KI é desprezível se a titulação não for muito lenta. O ponto final da titulação se torna mais sensível se é usada uma solução de amido com indicador..suas soluções são instáveis.

no tratamento de água. Transferir 25 mL dessa solução.214 g de cloro ativo / litro. 3 ± Cálculos 110 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. correspondentes ao cloro ativo de 1 litro de solução). Co. indústria de papel. segundo a reação: 2NaOH + Cl2 = NaOCl + NaCl + H2O Hipoclorito de sódio comercializado Obtém-se portanto uma solução aquosa de cloreto de sódio e hipoclorito de sódio. 2. É uma solução amarelo esverdeada cuja concentração (título) pode ser expressa em: % (em peso) de cloro ativo = g cloro ativo x 100 / 100 g de solução % (em volume) de cloro ativo = g de cloro ativo x 100 / 1 litro de solução o o em graus clorométricos ( n de litros de cloro gasoso a 0 C e 760 mm Hg. segundo a reação: HOCl + H = Cl2 + H2O As três formas de cloro (Cl2.5-7. ocorre uma ³retrogradação´ da atividade da solução e a mesma pode então decompor-se: 2 NaOCl = 2 NaCl + O2 (1) 3 NaOCl = 2 NaCl + NaClO3 (2) Certos metais como Na. 1o clorométrico = 3.3 % PM NaOCl = 74. Acidular com 20 mL de ácido acético (1:4) e titular o iodo liberado com solução 0. A reação (2) na qual ocorre a formação de clorato de sódio (NaOCl3) é favorecida por: concentração elevada de hipoclorito aumento da temperatura ação direta da luz solar presença de catalisadores (sais de amônio e substâncias orgânicas) + + - Anotações e Observações: A formação do clorato em meio alcalino (pH = 11) é muito lenta e razoavelmente rápida quando o pH = 6. Adicionar então 1 mL de amido e continuar a titulação até desaparecimento da cor violeta Determinar a percentagem de cloro livre na água sanitária 21. Cl2 + H2O = HCl + HOCl = 2 HCl + O O teor de cloro ativo no hipoclorito de sódio é: NaOCl = NaCl + O Uma molécula de NaOCl tem o mesmo poder oxidante que uma Cl2 . a ionização do hipoclorito de sódio nas soluções aquosas usuais (0. O hipoclorito é um sal instável em presença de ar. 3. Fe e suas ligas catalisam a solução de hipoclorito formando oxigênio segundo a reação (1).1 N) pode ser considerada total em temperaturas normais. Com o aumento da acidez (5 < pH < 9) da solução de hipoclorito de sódio forma-se ácido hipocloroso: NaOCl + H2 O = HOCl + Na + OH que é um ácido fraco e facilmente se dissocia em: HOCl = OCl + H Nas soluções fortemente ácidas (pH < 5) forma-se cloro elementar. completar o volume com água destilada e homogeneizar. Como o hipoclorito de sódio tem um caráter instável. portanto o teor de cloro ativo é 71 x 100 / 74. O teor de cloro ativo de um produto clorado é a quantidade de cloro puro em solução aquosa que tem o mesmo poder oxidante que uma unidade do produto.5 PM Cl2 = 71 Em um pH > 9.O hipoclorito de sódio é produzido pela ação do cloro sobre uma solução aquosa de soda cáustica (NaOH). Para reduzir a formação dos cloratos as soluções de hipoclorito de sódio são mantidas a um pH próximo de 11 e contendo algumas gramas de NaOH livre por litro. 4. usando uma pipeta volumétrica para um erlenmeyer de 250 mL contendo 3-4 g de KI e 100 mL de água. OCl ) tem ações diferenciadas sobre a matéria orgânica. O hipoclorito de sódio tem vários campos de aplicação principalmente na indústria têxtil.com . HOCl. desinfetatnte. desodorizante e removedora. para uso doméstico e vários o utros em virtude de suas propriedades alvejante. Cu. Procedimento Experimental Pipetar 25 mL da amostra em balão volumétrico de 500 mL. 5.5 = 95.1 N de tiossulfato de sódio até coloração fracamente amarela.

Anotações e Observações: g/100 ml de cloro livre = ml de Na2 S2 O3 x N x f x D x 0.035453 A Onde: N = normalidade da solução de Na2 S2O3 f = fator de correção da normalidade da solução de Na2 S2O3 D = diluição da amostra A = alíquota tomada da diluição Reações ClO + 2I + 2H p Cl + I2 + H2O 2Na2 S2 O3 + I2 p Na2 S4O6 + 2NaI + - 4 ± Bibliografia Associação Brasileira de Normas Técnicas.ABNT. NBR-9425 ± Determinação de cloro ativo em soluções de hipoclorito de sódio pelo método volumétrico Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com 111 .

+ 10Cl. 10mL DE PERMANGANATO DE POTÁSSIO 0. TITULAÇÃO DA AMOSTRA: 1. TITULA-SE O EXCESSO DE ÁCIDO OXÁLICO. AGITA-SE BEM. GOTA A GOTA. RETIRA-SE DO BICO DE BUNSEN.Química Analítica Prática ± Titulação de Redução e Oxidação Envolvendo Permanganato Determinação do Oxigênio Consumido 1. PIPETAR 100 mL DA AMOSTRA E TRANSFERIR A UM ERLENMEYER DE 25 0mL. DEVESE TOMAR RESPECTIVAMENTE UMA QUANTIDADE MENOR OU MAIOR DA AMOSTRA. ESFRIA-SE E ADICIONA-SE. ANOTA-SE OS mL GASTOS DE PERMANGANATO DE POTÁSSIO NA TITULAÇÃO E CALCULA-SE mg/L DE OXIGÊNIO 2.2 OXIGÊNIO CONSUMIDO . 2. À QUENTE. RETIRA-SE DO BICO DE BUNSEN. 3. ATÉ UM APARECIMENTO DE UMA COLORAÇÃO ROSA PERSISTENTE. ESFRIA -SE E ADICIONA-SE.0125N. 4. ANOTA-SE OS mL GASTOS DE PERMANGANATO DE POTÁSSIO NA TITULAÇÃO E CALCULA-SE mg/L DE OXIGÊNIO NOTA: QUANDO SE CONSOME MAIS DE 10mL OU MENOS DE 3mL DE KMnO 4. AQUECE-SE E LOGO QUE SE INICIA A FERVURA DEIXA-SE A EBULIÇÃO LENTA. CALCULO: (AMOSTRA . ADICIONA-SE COM BURETA. AGIT A-SE BEM.(PARA AMOSTRA COM MENOS DE 300mg/L DE Cl ) MÉTODO: PERMANGANATO DE POTÁSSIO EM MEIO BÁSICO (CLORETO 50mg/L) 1. COM BURETA.0125N.+ 8H+ + 5e. ADICIONANDO NOVAMENTE A SOLUÇÃO DE PERMANGANATO DE POTÁSSIO 0. COM BURETA.0125N. INTRODUÇÃO O permanganato de potássio é um agente oxidante forte e em solução ácida a redução pode ser representada por: MnO4 .BRANCO) mL GASTO DE KMnO4 x 0. ADICIONA-SE. DURANTE 10 MINUTOS. ATÉ UM APARECIMENTO DE UMA LEVE COLORAÇÃO ROSA PERSISTENTE . Já o ácido clorídrico reage com o mesmo para formar o cloro. 7. SOLUÇÃO DE ÁCIDO OXÁLICO 0. AGITA-SE BEM. 3. 2MnO4. ou seja: 158.0125N - Anotações e Observações: 112 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com . COM BURETA.0125N. GOTA A GOTA. DURANTE 10 MINUTOS. AGITA-SE BEM. MnO4 -+2H2O+3e = MnO2 +4OH2.0125N.= Mn2+ + 4H2O De onde se conclui que o equivalente é 1/5 mol. O ácido sulfúrico é o ácido mais adequado porque não age sobre o permanganato. AQUECE-SE E LOGO QUE SE INICIA A FERVURA DEIXA-SE A EBULIÇÃO LENTA. 10mL DE ÁCIDO OXÁLICO 0. PIPETAR 100 mL DA AMOSTRA E TRANSFERIR A UM ERLENMEYER DE 300mL. ADICIONA-SE 5mL DE ÁCIDO SULFÚRICO 1+3. FÉRVE-SE DURANTE 3 MINUTOS. AGITA -SE BEM. 2. 2.0125.03 / 5 = 31.8 = mg/L DE OXIGÊNIO. SOLUÇÃO DE KMnO4 0. 5. FERVE-SE DURANTE 3 MINUTOS. ÁCIDO SULFÚRICO 25% 2. 6. PROCEDIMENTO 2. À (QUENTE) ADICIONANDO NOVAMENTE A SOLUÇÃO DE PERMANGANATO DE POTÁSSIO 0. 5. SÓ ENTÃO ADICIONA-SE 5mL DE ÁCIDO SULFÚRICO 1+3. 10mL DE ÁCIDO OXÁLICO 0.+ 16H+ = 2Mn2t + 5Cl2 + 8H2O Em soluções alcalinas o permanganato é reduzido quantitativamente a dióxid de o manganês. 4. TITULA-SE O EXCESSO DE ÁCIDO OXÁLICO.0125N 3.606.5mL DE SOLUÇÃO DE HIDRÓXIDO DE SÓDIO 1N. REAGENTES : 1. TITULAÇÃO DA AMOSTRA: 1. ADICIONA-SE 0. 10mL DE PERMANGANATO DE POTÁSS IO 0.1 OXIGÊNIO CONSUMIDO ((PARA AMOSTRA COM MENOS DE 300mg/L DE Cl -) MÉTODO: PERMANGANATO DE POTÁSSIO EM MEIO ÁCIDO (CLORETO " 50mg/L) 1. 2.

Este oxidante pode ser o dicromato de potássio em meio ácido ou o permanganato de potássio em meio ácido ou básico. etc).com 113 . 3. Não fornece informações sobre a taxa de consumo da matéria orgânica ao longo do tempo. O valor obtido é. Certos constituintes inorgânicos podem ser oxidados e interferir no resultado. despejos. O método do dicromato dá uma oxidação mais completa que o método do permanganto que não se relaciona com a demanda bioquímica de oxigênio. O resultado final do teste expressa a quantidade em mg de oxigênio equivalente proporcional ao dicromato de potássio (K Cr2O7 ) consumido para oxidação da matéria 2 orgânica de um litro de amostra. titula-se o dicromato de potássio residual com solução padronizada de sulfato ferroso amoniacal utilizando-se ferroína como indicador. uma DQO de : 300 mg/L x 1. portanto.6CO2 + 6H2 O 180 g 192g DQO = 192 = 1. uma indicação indireta do teor de matéria orgânica presente. PRINCIPAIS LIMITAÇÕES DO TESTE DA DQO y y y São oxidadas. RESUMO DO MÉTODO O método da DQO consiste em oxidar a amostra com excesso de K2Cr2 O7 a quente. O teste superestima. em meio ácido sulfúrico e sulfato de prata como catalisador. O método é aplicativo em águas poluídas. tanto a fração biodegradável. 5.067 = 320 mg/L. portanto.Anotações e Observações: Química Analítica Prática ± Titulação de óxido-redução com dicromato DETERMINAÇÃO DA DEMANDA QUÍM ICA DE OXIGÊNIO 1. O teste não é afetado pela nitrificação. C6 H12 O6 + 6O2 -------.PRINCÍPIOS DO MÉTODO A Demanda Química de Oxigênio (DQO) mede a quantidade de oxigênio (em mg de O2/L) consumida pela matéria orgânica total (biodegradável e oxidada quimicamente) e inorgânica (substâncias minerais: sulfetos. 4. devido às suas vantagens sobre outros oxidantes (oxidabilidade e facilidade de manipulação). o oxigênio a ser consumido no tratamento biológico dos despejos. As determinações são feitas pelo menos em duplicata (inclusive o branco). método de refluxo com dicromato tem sido escolhido para determinação da DQO.067 180 300 mg/L de glicose apresenta. nitritos. existente na água e oxidáveis por um agente químico oxidante forte. O resultado do teste fornece uma indicação do oxigênio requerido para a estabilização da matéria orgânica. É uma medida importante no controle de qualidade de rios e plan tas de tratamento de esgotos. PRINCIPAIS VANTAGENS DO TESTE DA DQO y y y y Necessita de 2 a 3 horas para ser realizado. Após duas horas num sistema de refluxo. dando uma indicação da oxidação apenas da matéria orgânica carbonácea (e não nitrogenada ). A limpeza do material e do ambiente de trabalho é essencial na Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Diferentes concentrações de matéria orgânica e de cloreto de sódio nas amostras determinam pequenas variações no método. INTERFERÊNCIAS y Traços de matéria orgânica proveniente da vidraria ou da atmosfera causam erro positivo na análise. e sedimentos. quanto a fração inerte do despejo. 2. portanto.

Deixar em refluxo por 2 h. em 1000ml de H2 SO4 conc. Adicionar ao balão. Agitar levemente deixando esfriar. Ferroin (indicador) Dissolver 1. 7.com . Calculo do fator do sulfato ferroso amoniacal: f = Vt / Vp . Adicionar 3 gotas do indicador ferroin (a cor muda de laranja para esverdeado) e titular com o sulfato ferroso amoniacal. PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL 7. agitando em banho de gelo ou de água corrente (se a solução ficar verde. principalmente àquelas que contenham muitos sólidos sedimentáveis.9g de Ag2 SO4 p.259g de dicromato de potássio de qualidade padrão primário. 2. Adicionar 20ml de ácido sulfúrico concentrado. A solução de sulfato ferroso amoniacal deve ser padronizada momentos antes de ser usada.y eliminação dessa interferência. Completar o volume do balão de capacidade 1000 ml com água destilada. (Essa solução indicadora pode ser adquirida já preparada). Balões e condensadores devem estar bem limpos para evitar erros grosseiros. Tomar bastante cuidado no manuseio do sulfato de mercúrio pois este reagente é muito tóxico. Esta solução deve ser padronizada com o dicromato de potássio no dia em que for usada. 2.95g de FeSO4. Adaptar os balões contendo a amostra e o branco ao condensador do refluxo. Fazer um branco utilizando 20ml de água destilada no lugar da amostra e adicionando os outros reagentes como descrito para as amostras.sulfato de prata Dissolver 9. Os cloretos são oxidados quantitativamente pelo dicromato de potássio dando interferência positiva nos resultados obtidos. com cuidado e vagarosamente. Misturar e aguardar de 1 a 2 dias até completa dissolução. 5. previamente seco a 1050C por 2h. Solução de sulfato ferroso amoniacal 0. onde f : fator do sulfato ferroso amoniacal Vt: volume em ml de K2Cr2O7 (no caso10 ml) Vp: volume em ml gasto na titulação 4. despreza-se e faz-se diluições da amostra original). DETERMINAÇÃO DA DQO 1.H2O) juntamente com 0. Evitar contato com a pele e também mantenha-o sempre distante do rosto. 3.a. Solução de dicromato de potássio (K2Cr2 O7) 0.1.2. Solução de ácido sulfúrico .25 N introduzindo no balão junto com 5 pérolas de vidro. 4.25N Dissolver 98g de Fe(NH4)2(SO4)2. Colocar cerca de 0. 3. 30ml de solução ácido sulfúrico /sulfato de prata. Anotações e Observações: 6. O final da titulação é observado pela cor vermelho castanho.4 g de sulfato de mercúrio em um balão de fundo chato com boca esmerilhada de 250ml. em água destilada e diluir a 1000ml em balão volumétrico. Respingos de ácido sulfúrico na pele e nas roupas deverão ser imediatamente lavados e neutralizados. REAGENTES 1. Em seguida adicionar 20ml de ácido sulfúrico concentrado lentamente em banho de gelo ou em água corrente. 114 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. 6. CONSIDERAÇÕES y y y y y Homogeneizar bem as amostras.25N para um erlenmeyer de 250ml e adicionar 90ml de água destilada. Pipetar 20ml da amostra e 10ml do dicromato de potássio 0. 7H2 O em água destilada e diluir para 100ml em balão volumétrico. Padronização da solução de sulfato ferroso amoniacal : Pipetar 10ml da solução de dicromato de potássio 0.6H2O em água destilada. O uso de sulfato de mercúrio (HgSO4) proporcionalmente à concentração de cloretos na amostra minimiza os erros causados por esse interferente. 7.25N: Dissolver exatamente 12.485g de 1-10 fenantrolina monohidratada (C12 H8N2.

Anotações e Observações: 7. 8. 9. Após o período de refluxo, lavar o interior do condensador com água destilada e retirar o balão; Tranferir o conteúdo do balão para erlenmeyer de 250 mL lavando com água destilada até cerca de 100 ml. Esfriar completo em banho de gelo ou em água corrente.

10. Adicionar ao branco e à amostra 3 gotas do indicador ferroin e titular com a solução de sulfato ferroso amoniacal (após a adição do indicador ferroin a cor mudará de laranja para esverdeado). O final da titulação é observado pela cor vermelho castanho. 7.3. CÁLCULOS DQO (em mg/l de O2) = (A - B) . N . f . 8000 S onde: A = ml gastos de sulfato ferroso amoniacal na titulação do branco; B = ml de sulfato ferroso amoniacal gastos na titulação da amostra; N = normalidade do sulfato ferroso amoniacal (0,25 N); f = fator de correção do sulfato ferroso amoniacal (determinado diariamente); S = volume em ml da amostra utilizado na análise 8. REAÇÃO K2Cr2O7 + FeSO4 + 7H2 SO4 --- Cr2(SO4)3 + K2SO4 + 3Fe(SO4)3 + 7H2O 9. MÉTODO PARA DETERMINAÇÃO DE DQO (MICRO) Este método é apropriado para DQO de 0-600mg/L (2.5mL da amostra) e de 600-1200 mg/L (1.5mL). Para DQO mais alta, deve-se fazer diluições adequadas. 1- Solução Digestora Pesar 4.913g de K2Cr2 O7 seco a 103oC por duas horas e diluir para 500mL com água destilada . Adicionar 167mL de H2 SO4 concentrado e 33.3g de HgSO4. Esfriar e completar o volume para 1000mL com água destilada. 2- Solução Catalisadora Pesar 10.12g de AgSO4 e dissolver em 1000mL de H2 SO4. Deixar 1 ou 2 dias para completa dissolução. 3-Solução do ferroin Dissolver 1.485g de Ferroin e 6.95g de Sulfato Ferroso Amoniacal com água destilada completando o volume para 100ml. 4-Solução padrão de sulfato ferroso amoniacal (+/- 0.1M) Dissolver 39.2g de Sulfato Ferroso Amoniacal em água destilada. Adicionar cerca de 20mL de Ácido Sulfúrico, esfriar e completar o volume para 1000mL com água destilada. 5-Solução de hidrogênio ftalato de potássio (HOOCC6H4COOK) o Dissolver 425mg de Hidrogênio Ftalato de Potássio seco a 120 C até peso constante em água destilada para 1000 Ml em balão volumétrico. O Hidrogênio Ftalato de Potássio tem DQO teórico de 1,176 mg de O2/mg e esta solução tem 500Qg de O2/mL. Esta solução é estável por três meses quando guardada sob refrigeração na ausência de visível crescimento biológico. 6-Ácido sulfâmico Adicionar 10mg de Ácido Sulfâmico para cada mg de NO2- presente no volume de amostra tomada. Fazer o mesmo para o branco. 7-Padronização do sulfato ferroso amoniacal Diluir 10mL do padrão de Dicromato de Potássio para 100mL de água destilada. Adicione cerca de 30mL de Ácido Sulfúrico. Esfriar e titular com Sulfato Ferroso Amoniacal adicionando 2 a 3 gotas de indicador (Ferroin). Molaridade usada no Volume de K 2Cr2 O7 Sulfato ferroso Amoniacal = -----------------------------------

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Volume usado no Sulfato Ferroso PROCEDIMENTO Adicionar 1,5 +/- 0.01mL da solução de digestão no tubo; Adicionar 2,5 +/- 0.02mL da amostra bem homogeneizada; Adicionar 3,5 +/- 0.05mL da solução catalisadora de modo que desça pelas paredes do tubo e forme uma camada no fundo do tubo. Daí em diante os equipamentos de segurança devem ser usados; 4. Tampe o tubo o mais apertado possível usando a tampa rosqueada com a camada de pressão adequada inserida; 5. O conteúdo do tubo deve ser misturado, mas não por inversão; 6. Levar o tubo ao bloco digestor a 150+/- 2oC por 2 horas +/- 5 minutos. Remover o tubo e deixá-lo esfriar; 7. Transferir o conteúdo do tubo para um frasco de erlenmeyer de 125mL. Lavar o tubo com água destilada, usando água sufici6ente para produzir um volume final de 25mL; 8. Adicionar uma gota de solução indicadora de Ferroin. Misturar bem; 9. Titular com solução de Sulfato ferroso Amoniacal (FAS) até a cor azul pálida mudar para vermelho. Anotar como A; 10. Fazer uma prova em branco substituindo a amostra por água destilada. Anota como B; 11. Calcular a DQO segundo a fórmula abaixo: 1. 2. 3. (B ± A) x M x F x 8000 DQO mg de O2/L = -----------------------------------mL da amostra onde: A ± ml do FAS usado na titulação da amostra B ± ml do FAS usado na titulação do branco M ± molaridade da FAS F ± Fator da FAS FAS ± Sulfato Ferroso Amoniacal.

Anotações e Observações:

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Química Analítica Prática de Química Analítica Qualitativa

Anotações e Observações:

1. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 1 r GRUPO 1.1.PRATA Adicione 1,0 mL de Iodeto de Potássio à solução contendo prata. Verifique o que ocorre. 1.2.CHUMBO Adicione 1,0mL de Cromato de Potássio à solução contendo Chumbo. Verifique o que ocorre. Adicione no mesmo tubo NaOH. Verifique o que ocorre. 1.3.MERCÚRIO Adicione 1,0mL de Cloreto estanoso lentamente à solução contendo mercúrio. Verifique o que ocorre. 2. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 2 r GRUPO 2.1. Adicione 1,0mL de NH4OH concentrado à solução contendo Bismuto. Verifique o que ocorre. Filtre e adicione ao resíduo 1,0mL de estanito de sódio. ( obtenção do estanito de sódio = 1,0mL de cloreto estanoso + NaOH até dissolver ). Verifique o que ocorre. Comente o que aconteceu a nível de oxidação e redução. 2.2. Adicione NH4 OH à solução contendo Cobre (observe o que ocorre ). Adicione 1,0 mL de ferrocianato de potássio. Verifique o que ocorre. 3. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 3 rGRUPO 3.1. Adicione tiocianato de amônio à solução contendo ferro ligeiramente ácida por adição de uma gota de HCL diluído. Verifique o que ocorre. 3.2. Adicione algumas gotas de HNO3 à solução de Manganês + Bismutato de sódio em uma cápsula de porcelana. Observe a mudança de coloração. 3.3. Adicione à uma solução de Alumínio ligeiramente alcalina algumas mg de NH4CL. Observe se forma um precipitado. Aqueça se necessário. 3.4. Adicione à solução de Cromo NaOH + H2 O2 + algumas mL de Chumbo. Verifique o que ocorre quando se adiciona a solução de NaOH e quando se adiciona a solução de chumbo. 3.5. Adicione à solução de cobalto NH4SCN + álcool amílico. Verifique o que ocorre em cada fase. 3.6. Adicione à solução de níquel ligeiramente alcalina 1,0mL de Dimetilglioxima. Verifique o que ocorre.

4. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 4 r GRUPO

4.1. Adicione à solução de cálcio algumas gotas de hidróxido de amônio + 1,0 mL de Oxalato de amônio. Verifique o que ocorre. 4.2. Adicione à solução de estrôncio algumas gotas de hidróxido de amônio + 1,0 mL de sulfato de amônio. Verifique o que ocorre.

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Anotações e Observações: 4. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 5 r GRUPO 5. 5. 118 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. 5.Umedeça a alça de platina na solução de Na e K e leve à chama. Adicione à solução de bário algumas gotas de hidróxido de amônio + 1.2. Observe a cor da chama. 5. Observe a cor da chama.com .4.1. Use o filtro e observe a cor da chama.0 mL de Cromato de Potássio.3. Umedeça a alça de platina na solução de Na e leve à chama. Umedeça a alça de platina na solução de K e leve à chama. Observe a cor da chama. 5. Adicione à solução de magnésio 1.0mL de fosfato de amônio em meio alcalino e observe o que ocorre.3. Verifique o que ocorre.

Aumentar o volume com água destilada para 100 ml e adicionar 1.com 119 .0 ml de HCl conc. aquecer e filtrar Adicionar 1. Filtrar Adicionar 1. frio e em pequeno excesso ) Anotações e Observações: Levar à secura em Banho Maria. Adicionar 1. Aquecer. Adicionar tiocetamida. gota à gota. (a quente). Evaporar para eliminar H2S. Adicionar 1.Pesquisa de Cátions HCL ( adicionar HCL diluído.0 ml de HCl conc.3 ml de HCl conc.0 de tiocetamida aquecer e filtrar Adicionar (NH4 )2CO3 e filtrar Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. colocando papel de filtro umedecido com Pb(NO3)2 sobre o béquer até que não precipite o Pb negro. + 50 ml de água contendo 0.0 ml de NH4OH Adicionar KOH. Ferver. Adicionar NH4 Cl em pó (1g/100 ml).0 ml de HNO3.

0 mL de Iodeto de Potássio à solução contendo prata.0mL de estanito de sódio.2.2Bi + Na2 SnO3 + 3 H2O preto 2. Verifique o que ocorre.PRATA Adicione 1. a)PREPARAÇÃO DO ESTANITO DE SÓDIO SnCl2 + 2 NaOH ----------Sn(OH)2 + 2 NaCl Sn(OH)2 + 2NaOH ----------. Adicione 1.Na2 SnO2 + 2H2 O b) REAÇÃO DE IDENTIFICAÇÃO D O BISMUTO 2Bi(OH) 3 + Na2 SnO2 -----.1. Comente o que aconteceu a nível de oxidação e redução. Adicione 1.MERCÚRIO Adicione 1. 4 Cu++ + 4NH -----.Bi(OH) 3 + 3 NH4 + ppt branco gelatinoso Filtre e adicione ao resíduo 1. Adicione NH4 OH conc.Anotações e Observações: Química Analítica Prática de Química Analítica Qualitativa 1.0mL de NH4OH concentrado à solução contendo Bismuto.2.3. 2HgCl2 + SnCl2 p Hg2Cl2(s) + SnCl4 branco aos poucos vai escurecendo 2Hg2Cl2 + SnCl2 p 2 Hg + SnCl4 2.1. Adicione no mesmo tubo NaOH. Verifique o que ocorre. Verifique o que ocorre.0mL de Cloreto estanoso lentamente à solução contendo mercúrio. Verifique o que ocorre. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 2 r GRUPO 2.CHUMBO Adicione 1. Bi 3+ + 3 NH3 + 3 H 2 O --.com . Verifique o que ocorre. Verifique o que ocorre. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 1 r GRUPO 1. Pb ++ + CrO4 p PbCrO4(s) -- ppt amarelo ouro PbCrO4 + 4 NaOH p Na2PbO2 + Na2CrO4 + 2H2 O deve dissolver-se Na2 PbO2 + Na2CrO4 + 4 CH3COOH p PbCrO4 +4NaCH3COOH+ 2H2 O 1.0 mL de ferrocianato de potássio.0mL de Cromato de Potássio à solução contendo Chumbo. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 3 rGRUPO 120 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. à solução contendo Cobre (observe o que ocorre ).0mL de cloreto estanoso + NaOH até dissolver ).Cu(NH ) ++ 34 3 2Cu ++ navy solúvel Cu2 [Fe(CN)6 ](s) vermelho telha + [Fe(CN)6]4 ---.---------------- 3. ( obtenção do estanito de sódio = 1. Verifique o que ocorre. Ag+ + Ip AgI(s) ppt amarelo claro 1.

Adicione à uma solução de Alumínio solução de NaOH em excesso e algumas mg de NH4CL. Adicione à solução de cobalto NH4SCN + álcool amílico. Adicione algumas gotas de HNO3 à solução de Manganês + Bismutato de sódio em uma cápsula de porcelana.1.1.2.com 121 .0mL de Dimetilglioxima. 2Cr(OH)3 + 4NaOH + 3H2 O2 p 2Na2CrO4 + 8H2 O Pb(OAc)2 + CrO4-.p PbCrO4(s) + 2 OAcamarelo vivo 3. Adicione à solução de Cromo NaOH + H2 O2 + algumas mL de Chumbo.4. Fe3+ + 3NH4SCN p Fe(SCN)3 + 3NH4+ vermelho tijolo Anotações e Observações: 3.3. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 4 r GRUPO 4. Sr++ + (NH4)2SO4 p SrSO4 + 2NH4 + ppt branco Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Verifique o que ocorre. Verifique o que ocorre. Verifique o que ocorre. Verifique o que ocorre em cada fase. Adicione tiocianato de amônio à solução contendo ferro ligeiramente ácida por adição de uma gota de HCL diluído. 2MnO2 + 5NaBiO3 +20HNO3 p 2HMnO4 +O2 + 9H2 O + 5NaNO3 + 5Bi(NO3)3 ácido manganoso cor uva 3.5. Adicione à solução de cálcio algumas gotas de hidróxido de amônio + 1. Aqueça se necessário. CoCl2 + NH4SCN p Co(SCN)2 + 2 NH4Cl Co(SCN) 2 + 2NH4 SCN p (NH4)2[Co(SCN)4] anel azul entre as fases indica cobalto 3.2. Ca++ + (NH4)2C2O4 p CaC2 O4 + 2NH4 + ppt branco 4. Verifique o que ocorre quando se adiciona a solução de NaOH e quando se adiciona a solução de chumbo. Verifique o que ocorre. Observe se forma um precipitado.0 mL de Oxalato de amônio.3. Observe a mudança de coloração. 4. Al(OH) 3 + NaOH p NaAlO2 + 2H2 O ppt branco que com o excesso dissolve-se reprecipita branco NaAlO2 + NH4Cl + H2 O p Al(OH) 3 + NaCl + NH 3 3.6. Adicione à solução de estrôncio algumas gotas de hidróxido de amônio + 1.0 mL de sulfato de amônio. Adicione à solução de níquel ligeiramente alcalina 1.

0 mL de Cromato de Potássio. Verifique o que ocorre. amarela 5.com . IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 5 r GRUPO 5. Observe a cor da chama. Adicione à solução de bário algumas gotas de hidróxido de amônio + 1.0mL de fosfato de amônio em meio alcalino e observe o que ocorre.2.3.4.4. Umedeça a alça de platina na solução de Na e leve à chama. Ba2+ + CrO4-.1. Umedeça a alça de platina na solução de K e leve à chama. Observe a cor da chama.p BaCrO4 ppt amarelo Anotações e Observações: 5. Mg++ + (NH4)2HPO4 + H2O p MgNH4PO4. Adicione à solução de magnésio 1.6H2O ppt branco 122 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. violeta 5.

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