Anotações e Observações

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Universidade Federal de Pernambuco Centro de Tecnologia e Geociências Departamento de Engenharia Química Curso de Química Industrial APOSTILA DA DISCIPLINA DE QUÍMICA ANALÍTICA

Anotações e Observações:

ÍNDICE
Pág.

01- Tratamento dos dados / Química Analítica ......................................................... 02- Métodos gravimétricos (Gravimetria) .................................................................. 03- Métodos volumétricos (Volumetria) ....................................................... ............. 04- Revisão/ Química das soluções aquosas ........................................................... 05- Cálculos de equílibrios para sistemas complexos ............................................ 06- Titulações de precipitação ................................................................................... 07- Curvas de titulação para sistemas ácido / base simples .................................. 08- Aplicações de titulações de neutralização ................... ...................................... 09- Titulações complexométricas .............................................................................. 10- Equílibrio de oxi-redução e teoria eletroquímica ........................................... .... 11- Titulações de oxi-redução / Teoria ...................................................................... 12- Titulações de oxi-redução / Aplicações .............................................................. 13- Esquema de separação de Cátions ..................................................................... 14- A Balança Analítica .............................................................................................. LISTAS (Exercícios) ..................... ............................................................................... PRÁTICAS ....................................................................................................................

5 11 16 19 26 31 38 46 52 59 61 65 71 72 75 93

AG ENDA

BIBLIOGR AFI A
01- SKOOG, D.A, WEST, D.M AND MOLLER, F.J., Fundamentals of Analytical Chemistry. Saunders College Publishing, 5a ed., 1988. 02- CRISTIAN, G.D, Analytical Chemistry, John Wiley & Sons, 4a ed., 1986. 03- OHLWEILER, O.T. Química Analítica Quantitativa. Livros Técnicos e Científicos editora, a 3 ed., 1982, vol. 1 e 2. 05- BACCAN, N, ANDRADE , J.C., GODINHO, O.E.S. BARONE, J.S. Química Analítica Quantitativa elementar. Edgard Blücher, 2a ed.

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com .Anotações e Observações: 4 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

Cálculos dos resultados e estimativas da confiabilidade. 4. 2. Eliminação de interferências. 3.Métodos Eletroanalíticos . estocar) Pode absorver / dessorver H2 O Secagem Medição da umidade Solubilização das amostras.Métodos Gravimétricos .Métodos Espectroscópicos ETAPAS DE UMA ANÁLISE QUANTITATIVA Anotações e Observações: 1. Seleção do métodop experiência e intuição exatidão x custo Amostragem. identificação e determinação das quantidades relativas dos componentes que constituem uma amostra.o sistema material em estudo .com 5 . Calibração: Função que relaciona µ¶x¶¶ com C. Completando a análise p Medição de uma propriedade física µ¶x¶¶ que se relacione de uma forma reprodutível com a concentração da espécie. Análise p qualitativa e quantitativa Importância crescente em várias áreas da ciência e tecnologia Quanti p 2 medições: Peso ou volume da amostra Após completa a análise p determinação de alguma quantidade E a quantidade da espécie.Métodos Volumétricos . 6. TRATAMENTO DOS DADOS A medida de uma quantidade física envolve: .TRATAMENTO DOS DADOS / QUÍMICA ANALÍTICA Química Analítica p separação.o instrumental . 5.01 . 2. MÉDIA E MEDIANA Média: n § x i x ! i !1 n Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Preparação da amostra p Sólidos (moagem. 1. 7. homogenizar.o observador Sujeita a erros Dados que não se conhece sua confiabilidade não tem significado. De acordo com esta medida final: .

5% FAIXA DE VARIAÇÃO ¨X ¸ ! FV X © ¹ MIN º ª MÁX EXATIDÃO Quão perto a medida.7 2 19.variância .desvio padrão da média DESVIO PADRÃO (AMOSTRAL) E VARIÂNCIA S ! § ( x i  x ) 2 n  1 s p mesma unidade dos dados variância = s2 DESVIO PADRÃO RELATIVO (RSD) RSV ! s v 100 x coeficiente de variância (cv ) s=1 p x ! 20 x ! 200 cv ! 5% cv ! 0. está no valor aceitável. ou série de medidas.desvio padrão . Pode ser expresso: .8 ! 19.faixa .8 Anotações e Observações: 9. se µ¶n¶¶ ímpar p valor central se µ¶n¶¶ par p média do par central. ex: 19.com .5 20.6 PRECISÃO 20.4 19.3 Concordância entre 2 ou mais medidas realizadas da mesma maneira.1 mediana: 19.desvio padrão relativo .6  19.Mediana: resultado em torno do qual todos os outros estão igualmente distribuídos. ERRO ABSOLUTO ERRO RELATIVO E ! xi  Q Q p valor aceitável x Q E ! i v 100 r Q 6 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

Método p A) Análise de amostras padrão . pode ser identificada (e portanto eliminado ou corrigido). Caráter unidirecional p sistemáticos. Instrumentais p Calibração Operacionais p Cuidado e autodisciplina.Sintéticas . ex: copreciptação de impurezas. Operacionais p Relacionados com o analista. Proporcionais ex: Presença de interferentes na amostra. p Podem ser eliminados por calibração. Fontes de Erros Determinados Instrumentais p Ligados a imperfeições nos aparelhos. vidrarias. em princípio. reagentes. reações lentas e reações paralelas interferentes. 3. Determinados ou sistemáticos: média da série difere do valor aceitável. Método p São difíceis de detectar (mais sério dos 3) p. Erros Determinados Fonte definida. Grosseiros: ocorrem ocasionalmente p são altos (+ ou -) p levam às anomalias. etc. que. Concentração errada da solução padrão usada na calibração. 2.com 7 . 2. Efeito dos Erros Determinados nos Resultados 1. ex: usando-se uma quantidade fixa de um reagente que possui uma substância interferente. Excesso de reagente para virar o indicador. Detecção dos Erros Determinados 1.Padrões internacionais B) Comparação com um método padrão C) Provas em branco D) Variação da quantidade da amostra Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Constantes p Independe do valor da quantidade medida. p ex: perdas de material e secagem incompleta da amostra.I II III IV Anotações e Observações: I ± exato e preciso IV ± erro grosseiro TIPOS DE ERROS II ± preciso e ineexato III ± impreciso e inexato Indeterminados ou aleatórios: fazem com que os resultados flutuem ao acaso p são refletidos na precisão dos dados.

com . TRATAMENTO ESTATÍSTICO DOS ERROS ALEATÓRIOS Estatística p probabilidades População p o conjunto de todos os valores possíveis de uma dada situação. trasnposição de números. Amostra p uma parte da população.. O alvo de qualquer investigação experimental é a população.  s 2R n n 2 2 2! 1 1 s c R § Ex: 8 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. flutuam de maneira aleatória. Efeito: resultados de medidas repetidas. usar a escala errada ( afeta todos os resultados ). normalmente selecionada com o objetivo de se fazer inferências acerca da população. ESTIMATIVA CONJUNTA DE s (s ) c s 2R  s 2R  . Seguem uma distribuição normal ou gaussiana.. Quando N u 20 s p W. Erros Indeterminados Sequência das inúmeras variáveis incontroláveis que existem assoc iadas a qualquer medida. derramar solução. MÉDIAS E DESVIOS Amostral Populacional Anotações e Observações: n § x i x ! i !1 n 2 § ( x  x) i n 1 Q s! W! 2 § ( xi  Q ) n DESVIO PADRÃO DA MÉDIA W y y m ! H s N m ! s N A incerteza no cálculo de µ¶s¶¶ diminui medida que µ¶N¶¶ aumenta. inexperiência ex: Cálculos errados.Erros Grosseiros Maioria p operacional p falta de cuidado.

2 24 0.001 v 100 ! 0. ex: 3.96 III) Logs e antilogs (III.3979 4 AS 4 AS ex: antilog 12.Apresentar o desvio padrão ou coeficiente de variação (expressar N) 3.0 incerteza relativa: 0.1 ml ) certos (3 0 e 2) incerto (4 ) ZEROS: 1.965 100.062) 2 v 3  (0.7 II) Multiplicação e Divisão: a incerteza relativa do resultado deve ser da mesma ordem do que a do componente com maior incerteza relativa.(0.000 x105 = .01 v 100 ! 0.1 v 100 ! 0.73 = 10.Cercados de outros dígitos p é Algarismo significativo ( AS ) 90.10 REGISTRO DE DADOS ANALÍTICOS Incluir informação sobre a CONFIABILIDADE 1.02 ! 0.114) 2 v 2  (0.04 0. ex: log 4.24 ml ( bureta de 50 ml com graduação 0.1 0.1) O log de um número deve ter tantos dígitos à direita do ponto decimal quantos forem os A.3660 .Zeros terminais 936600 p quantos AS ? p dúvida Notação científica p 9.96 0.0670 p 3 AS 3.156) 2 s 2c ! 6 sc = 0. (III. ex: 24 v 4.7 p 3 AS 2.4.4 + 0.Servindo apenas para localizar o ponto decimal p Não é AS 0.2) No antilog de um número deve-se reter tantos dígitos quantos dígitos existirem à direita do ponto decimal do número original.Apresentar os limites de confiança (90 ou 95%) 2.5 = 3 x 1012 ( 1 dígito ) Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.31 = 10.com 9 .1 100.1 v 100 ! 10 1.0 1 v 100 ! 4. 105 p 5AS Cálculo com algarismos significativos I) Somas e diferenças: retem-se o número de casas decimais = no de casas decimais do no com menor no de casas decimais.Convenção dos algarismos significativos ALGARISMOS SIGNIFICATIVOS ( AS ) y Anotações e Observações: Os algarismos significativos são todos os dígitos certos e o 1o dígito incerto.02 0.25 4.965 0.01 v 100 ! 1.020 + 7.0 0.S do número original. 30.

75 = 8.6 Anotações e Observações: 10 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.4 Último AS = 5 p par ex: 8.6 8.8 8.43 = 9.com .55 = 8.47 = 9.ARREDONDAMENTOS Último AS " 5 p arredondamento para o próximo maior número Último AS 5 p mantido ex: 9.5 9.65 = 8.

Calcule o % de impurezas na amostra.2783 v Ex: pesei em Fe2O3 Quero em Fe3O4 F! 2 PM ( Fe3 O4 ) 2 v 231.6 PM ( Mg 2 P2 O 7 ) 0. do formaldeído F. resultando em Al2O3 e Fe2O3. pC2H6O ) Peso Molecularp Peso em gramas (g) de 1 mol da substância.GRAVIMETRIA Métodos de Precipitação Métodos de Volatilização y y Anotações e Observações: Fórmula Empírica (F.Q.2783 222.E. Forma de pesagem suporte temperaturas altas 4) Fator gravimétrico alto CÁLCULOS EM GRAVIMETRIA % A = (peso de A / peso da amostra) x 100 F = (o que se quer / o que se tem) x (a / b) Ex: obtive 0.Q.2362g. e F.95g.69 1-Exercício: uma mistura contendo apenas FeCl3 e AlCl3 pesa 5. NaHCO3 é convertido quantitativamente em Na2CO3. A mistura de óxidos pesa 2. ác.6H2O (10000C) Mg2 P2 O7 Requisitos para formas de pesagem: 1) Composição perfeitamente definida 2) Não deve ser higroscópio 3) Precipitado convertido na forma de pesagem a temperaturas relativamente baixas. Calcule o % de Fe e Al na mistura original. y y FORMAS DE PESAGEM Fe (III) + NH4 OH p Fe2O3.E.NH3 p NH4MgPO4 .54 v ! ! 0.62g.2g de Mg2 P2O7 Amostra 0. Os cloretos são convertidos em hidróxidos e levados à ignição. 2 NaHCO3(s) p Na2 CO3(s) + CO2(g) + H2O(g) A ignição de 0. 2-Exercício: A elevadas temperaturas. Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.5 %( P ) ! 0.97 PM ( P ) ! 2v ! 0. xH2O ( 800-1000rC) Fe2 O3 Mg (II) + (NH 4)2HPO4 .2 v 100 ! 11.com 11 . glicose (C6H12 O6) Fórmula Molecularp Dá a informação sobre a estrutura do composto.) p Relação entre o nr de átomos de um composto químico Fórmula Química (F.Q.9666 3 PM ( Fe2 O3 ) 3 v 159.) p Específica o nr de átomos na molécula Ex:CH2 O p F.1% 0.5g Quero o resultado em P F ! 2v 30.E. Ex: C2H5OH (F.02 . acético (C2H4O2).3592g de uma amostra contendo NaHCO3 e impurezas não voláteis resultou num resíduo pesando 0.

precipitação em meio ácido onde S é alta.redução da acidez por adição de NH4OH remove quantitativamente o ppt. Coloidal SR baixa p ppt. sulfitos de metais pesados.com 12 . y Quando S é muito baixap (Q-S) é sempre altopppt coloidal.PROPRIEDADES DOS PRECIPITADOS E AGENTES PRECIPITANTES Reagente deve ser seletivo e produzir um sólido que: 1) Solubilidade baixa 2) Facilmente filtrável e lavável livre de contaminantes 3) Não seja reativo e tenha composição conhecida após secagem ou ignição y y y y y y y y y Anotações e Observações: Precipitados Cristalinos Cristais individuais bem desenvolvidos Partículas densas que sedimentam rapidamente Facilmente filtráveis Não se contaminam facilmente Suspensões Coloidais Partículas pequenas (d =10-6 a 10-4mm) Não decantam facilmente Não são retidas em papel de filtro comum Tamanho das Partículas Composição química Condições do meio Temperatura Concentração dos reagentes Velocidade de adição dos reagentes Solubilidade no meio SUPERSATURAÇÃO RELAT IVA SR ! QS S Qp Concentração do soluto a qualquer instante Sp Solubilidade de equilíbrio SR alta p ppt. é afetada por esta variável. Ex: Hidróxidos [Fe(III). Região Instável C Região Metaestável D G B F Região Não Saturada A AB p Curva de solubilidade. Al. Cristalino CONTROLE EXPERIMENTAL DO TAMANHO DAS PAR TÍCULAS: Para minimizar a SR: y T altas ( S o ) y Soluções diluídas ( Qq ) y Adição lenta do reagente precipitante com agitação (Qq ) y Controle do pH do meio quando a solubilidade do ppt. Cr(II)]. E Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Ex: oxalato de cálcio 1. 2.

com 13 .Formação de Cristais Mistos III.MECANISMO DE FORMAÇÃO DE PPT Nucleação x Crescimento de cristais Anotações e Observações: Nucleação Velocidade Crescimento dos cristais SR PRECIPITADOS COLOIDAIS Coagulação ou aglomeraçãop massa não cristalina filtrável que facilmente decanta. y Lavagem com eletrólito volátil. Tratamento prático dos precipitados coloidais y Precipitação à quente. com água: remove o eletrólitop aumenta o volume da camada de íons contráriosp restabelece as forças repulsivas.) AgC remoção do HNO3 por aquecimento. H+ Camada de íons contrários K+ H+ Camada de Adsorção Primária Cl - Cl - Cl - Ag+ Cl - Ag+ Cl - Ag+ Cl - Cristal Cl - Ag+ Cl - Ag+ Cl- Ag+ 1) 2) Contribui para a coagulação: Aquecimento por um curto tempo com agitaçãop diminui a adsorsão. Aumento da concentração de eletrólitosp reduz o volume da solução para neutralizar a partícula. Peptização: colóide coagulado reverte ao seu estado original disperso. COPRECIPITAÇÃO y y y Compostos normalmente solúveis são carregados junto com o precipitado I. Lavagem com eletrólito volátil: lavado com HNO3 (dil.Oclusão Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.Adsorção Superficial II. y Repouso em contato com a solução mãe ( digestão ). Lavagem dos ppts. com agitação e adição de eletrólito.

I - Adsorção Superficial Comum em ppts. com grandes áreas específicas superficiais (isto é, colóides).
y

Anotações e Observações:

Contaminantesp íon adsorvido + íon da camada contrária Ex: AgClp Ag+ na superfície NO3- na camada contrária Para minimizar a adsorção: Digestão Lavagem com eletrólito volátil Reprecipitação

AgNO3 é coprecipitado

y

Fe+3 + NH4OH (exc) p FeOH3

adsorve OH- (prim) Zn, Cd, Mn ( íons contrários )

II - Formação de Cristais Mistos Um dos íons da rede cristalina é trocado por um íon de outro elemento. Ex: MgNH4 PO4 K+ É bastante nociva. MgKPO4

Este tipo de contaminação aumenta quando aumenta Soluções: y Remover contaminante y Escolher outro reagente III - Oclusão

¨ [contaminan te] ¸ © ¹ © ¹ [ analito ] ª º

Íons estranhos são µ¶aprisionados¶¶ durante o crescimento do cristal. EX:

Na2SO4

BaCl2

1) Excesso Ba++ ++ Adsorção primária: Ba Íons contrários: Cl-

2) Adição de mais Na2 SO4

Se Vcresc. é alta (substâcias pouco solúveis ) p não há troca completap contaminação com BaCl2 Soluçãop digestão; reprecipitação

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Erros de Coprecipitação 1. Quando o contaminante: Não é um composto do íon determinado p ( + ) Ex: AgCl adsorve AgNO3 , na determinação de Cl . Contém o íon a ser determinado p ( + ou - ) Ex: BaSO4 ( determinação de Ba); oclusão de outros sais de Ba. y Ba(Cl)2 p ( ± ) p menor PM que o BaSO4 y Ba(NO3)2 p ( + ) p maior PM que o BaSO4 Precipitação em Solução Homogênea O reagente precipitante é formado através de uma reação química lenta, na própria solução onde se encontra a espécie a analisar. SRp mantida em níveis baixos. Ex1: Geração de OH(NH2)2CO + 3 H2O p CO2o + 2NH4 + + 2 OHFe(III) e Al(III) Ppts mais densos, mais facilmente filtrável, mais puro (menor área superficial). Ex2: Geração de SO42HSO3NH2 + HNO3p 2H+ + SO42- + N2O + H2O Ba Uma Visão Crítica dos Métodos Gravimétricos TEMPO Lento em termos de ti e tf Tempo de operador pmoderado Não há calibração e padronização Eficiente para analisar poucas amostras SENSITIVIDADE E EXATIDÃO Não sofre limitação do instrumento ( balança ) É limitada por: Perdas por solubilidade Erros de coprecipitação Perdas mecânicas do ppt. (só usado p/ concentração " 0,1% ) Para concentração" 0,1% método mais exato.

Anotações e Observações:

y y y y

y y

y

OBS: amostras muito complexas pexatidão comparável com outros métodos. ESPECIFICIDADE Não são específicos, mas seletivos p ppts. com grupos de íons EQUIPAMENTOS Simples, baratos, fáceis de obter e manter.

y

y

Reagentes Precipitantes Orgânicos VANTAGENS: Muitos são bastante insolúveisp precipitação quantitativa Peso equivalente elevado com respeito à espécie p sensibilidade Alguns são bastante seletivos. Seletividade pode, em alguns casos, ser melhorada ajustando fatores como pH. A maioria dos ppts possui natureza física favorável à filtração e a lavagem. DESVANTAGENS Solubilidade dos reagentes orgânicos em meio aquoso limitada. Muitos ppts não fornecem formas de pesagem satisfatória. Exemplos: 8-hidroxiquinolina p Mg, Zn, Al Solubilidade varia de cátion para cátion e depende do pH. Dimetilglioxima p Pd (ácida); Ni (alcalina)

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03 - VOLUMETRIA Solução Padrão: Reagente de concentração conhecida Ponto de equivalência: Ponto da titulação onde a quantidade do titulante adicionado é quimicamente equivalente a quantidade de analito na amostra. Titulação de retorno: Adiciona-se um excesso de solução padrão ao analito e este excesso é titulado com uma 2° solução padrão. Ponto de equivalência x Ponto final Ponto de equivalência
p

Anotações e Observações:

Teórico Pode ser estimado observando-se alguma mudança física associada à condição de equivalência.

Ponto Final p É o sinal desta mudança. Erro titulométrico p Devido a inadequação da mudança física e da nossa habilidade de observá-la. Indicador p Substância complementar adicionada para detectar o ponto final. PADRÕES PRIMÁRIOS Composto altamente purificado Requisitos: 1°) Alta Pureza; 2°) Estabilidade em relação ao ar ; 3°) Ausência de água de hidratação; 4°) Facilmente disponíveis e de baixo custo; 5°) Razoavelmente solúvel no meio da titulação; 6°) Peso molecular razoável (minimizar erros de pesagem ) Alternativa: Padrão secundário SOLUÇÃO PADRÃO Propriedades Desejáveis: 1°) Ser estável; 2°) Reagir rapidamente com o analito; 3°) Reagir mais ou menos completamente com o analito; 4°) Reagir seletivamente com o analito e que esta reação possa ser descrita por uma equação balanceada simples. Métodos para Estabeler sua Concentração: 1) 2) Direto Pesar padrão primário p Dissolver p Completar o volume em balão volumétrico. Por Padronização A solução a ser padronizada deve ser titulada com: (a) quantidade pesada de padrão primário; (b) quantidade pesada de padrão secundário(*); (c) Um volume medido de outra solução padrão(*). *Solução padrão secundária

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depende da reação q 105.5 neq = PEq   m = neq x PEq = 0.: Se 0.+ 2H+ p H2O + CO2 PM (Na2CO3 ) = 105. molar).+ 2OH.10N de Na2CO3 a partir do sólido padrão primário.1 x 5 = 0.99 2 = 26.) = PM/ 5 EXEMPLO II: (+7) (+4) MnO2(s) + 4 OHMnO4. p Expressa a conc.+ 3e.Concentração de Soluções Molaridade e Normalidade Anotações e Observações: M ! no.5 m = 0.com 17 .5g e dilui-se em balão volumétrico para 5.   n = m / PM   ? A) Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.99 Peso equivalente (Na2 CO3 ) = N= nreq V (l ) 0.de oles V (l ) N = m / PM Peso Equivalente Reações ácido / base + PE ± É a quantidade da substância que fornece ou consome 1 mol de H .5 x Dissolve-se 26.5 x PM = 53.) = PM / 3 3) Reações de precipitação e formação de complexos PE ± É aquele que reage ou consome: 1 mol do cátion ( se este é univalente ) 1/2 mol do cátion ( se este é divalente ) 1/3 mol do cátion ( se este é trivalente ) 2) 1) EXEMPLO III: AlCl3 + 3Ag+ p Al+3 + 3 AgCl PEq ( AlCl3 ) = PM / 3 EXEMPLO IV ± 01: Descreva a separação de 5. HCl PM = PEq b) Ba( OH ) 2 PM / 2 = PEq Ba( OH ) 2 + 2H+ p Ba++ + 2H2 O Reações de oxidação / redução PE ± É aquele que diretamente ou indiretamente produz ou consome 1 mol de életrons.1 x 5 = neq = 0. a) KOH.50g.00g Molaridade analítica ou total ( conc. OBS.deEquivale ntes V (l ) neq = m / PEq PEq . EXEMPLO I: (+3) (+7) (+4) (+2) 2+ +2 5C2O4 + 2 MnO4 + 16H p 10 CO2 + 2 Mn + 8 H2 O Mn: (+7) ( +2 ) ( nox = 5 PEq ( MnO4. formal )pn° total de um soluto em 1l de solução(C ) Molaridade de equilíbrio ou das espécies(conc.99 2 ¡ 105. M = n / V( l)   n = 0.p Mn: ( +7) (+3 ) ( nox = 3 Peq ( MnO4 .000l de uma solução 0. assumindo que a solução será usada para titulações cuja reação química é: CO3 2.000l.10 M . molar de uma espécie particular que existe na solução em equilíbrio (   N! no.

6 x 36.05035M.00 mg / ml ) C ( ppm ) = pesodosolu to( mg ) vol . é bem diluída ( d = 1. 2.13ml de NaOH 0.02242 M.: n = 6 x 0.solução (l ) 3.solução x 100 %p/v= pesodosolu to vol . Título: Define a conc. M=n/v .18 ).5 x100 37 = 59.0ml de solução. Idem ao Exemplo 04 só que a concentração do KMnO4 é 0.5 -------------. Percentagem: %p/p= pesodosoluto pesodasolução x 100 %v/v= vol.solução x 100 Reagentes aquosos comerciais p p / p. EXEMPLO IX ± 06.2 ml 50. O ácido dissocia-se 73% em H2 O .18 = 50.19 / 1.: m = 0. 4.8040g de minério de ferro foi dissolvido em ácido.1121 N.soluto vol. EXEMPLO VII ± 04: Uma amostra de 0. O NH3 liberado foi destilado em 50. da solução em termos de massa ( mg ) de algumas espécies que é equivalente a 1 ml de solução.: K2Cr2O7 com título 5. O ferro foi então reduzido para Fe+2 e titulado com 47. 0. Calcule: a) % N (PM = 14. CL3COOH ( M = 163.+ 5 Fe+2 + 8H+ p EXEMPLO VIII ± 05.6 moles N = m / PM .5 HCl puro 37 % Em peso 37 -------------. Outras Formas de Expressar Concentrações 1. 0.2 ml do ácido comercial devem ser tomados e diluídos para 100 ml. EXEMPLO VI ± 03: Descreva a preparação de 100 ml de HCl a partir do reagente comercial concentrado ( 37% HCl e d = 1.6 x 36.4 ) em 10.00 mg Fe2O3 ml . Calcule o resultado desta análise em termos de : a) % Fe ( PM = 55.54 ) A reação do analito com o reagente é: Mn+2 + 5 Fe+3 + 4 H2O MnO4.4755g de uma amostra contendo ( NH4)2C2O4 e compostos inertes foi dissolvido em H2O e alcalinizada com KOH que converte o NH4 + em NH3.: v = 59. EX.847 ) b) % Fe3 O4 ( PM = 231.x x= d=m/v .1 = 0.100 0.6 x36.com .22 ml de KMnO4 0.1214M.0ml de H2 SO4 0.19 g de reagente comercial 18 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.EXEMPLO V ± 02: Calcule a concentração analítica de equilíbrio de uma solução aquosa contendo 285 mg ácidotricloroacético.: V = m / d . Densidade: d = m / V ( Kg / l ) Partes por milhão e por bilhão: C ( ppm ) = Anotações e Observações: pesodosolu to pesodasolu ção x 106 c ( ppb ) p 109 Se o solvente é H2O e a sol.007 ) b) % ( NH4) 2C2O4 ( PM = 124.10 ). O excesso de H2 SO4 foi retrotitulado com 11.

04 ± REVISÃO / QUÍMICA DAS SOLU ÇÕES AQUOSAS Eletrólitos p substâncias que se dissolvem em água para produzir íons livres suficientes para aumentar significativamente a condutividade elétrica do meio Eletrólitos fortes p Ionizam-se completamente Eletrólitos fracos p Ionizam-se parcialmente Anotações e Observações: Ácidos e Bases (Bronsted & Lowry) p Um ácido é uma substância capaz de doar prótons e uma base é uma substância capaz de aceitar prótons Muitos solventes são doadores ou aceptores de prótons NH3 Base1 H2O Base1 + + H2O Ácido 2 HNO2 Ácido 2 = H3O+ Ácido 1 = NH4 + + OH - Ácido 1 + Base 2 NO2Base 2 Água p solvente ANFIPRÓTICO Outros p Metanol. A solução contém o ácido e sua base conjugada - + + + + + H2O H2 O H2O H2O H2O H2O = = = = = = H3O+ H3O + + + + + + + ClO4 Cl - H3O+ H3O+ H3O + H2PO4 ± H3COOHPO4 NH3 Base mais forte = H3 COOH + H3O+ Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com 19 . ácido acético anidro NH3 Base1 CH3OH + Base1 + CH3OH Ácido 2 HNO2 Ácido 2 = = NH4 + + CH3O - Ácido 1 CH3 OH2+ Ácido 1 + Base 2 NO2Base 2 + + CH3OOH- Autoionização ou Autoprotólise p Solventes anfipróticos H2O + H2O = H3O+ CH3OH + H3O+ CH3OH = CH3OH2+ p íon hidrônio Autoionização da água p [H3O+] = [OH-] = 10-7M Força dos Ácidos e Bases Ácido mais forte HClO4 HCl H3 PO4 H2 PO4 NH4+ Ácidos fortes Ácidos fracos p não se dissociam completamente. etanol.

2 [H3 O+] = 5.] em uma solução 0.2 + 5.] em água a 250C e a 1000C.00 x10-14 M OBS: [OH ] = 0.2 M p aproximação é válida 20 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Arsenoso I3 + H2O Ác.00 x10-14 } 0. Q.2 M [H3O+] = - Kw [OH ] - = 1. M.008x10 -14 2 + - = H3O+ + OH- } 1.EQUILÍBRIO QUÍMICO H3 AsO4 + 3I+ 2H+ = H3 AsO3 + Ác.2M de NaOH NaOH p Na+ + OH2H2O = H 3O+ + OH- [OH-] = 0. Arsênico íon triiodeto Laranja Princípio de Le Chatelier p A posição do equilíbrio é deslocada na direção que tende a minimizar a pertubação imposta T o p Equilíbrio desloca-se na direção que absorve calor (ENDO) P o p Favorece os participantes que ocupam menor volume [R] o p Equilíbrio desloca-se na direção que consome esse reagente Expressão da Constante de Equilíbrio mM K = [P]p [Q]q [M]m [N]n p P.] Kw(250 C) = [H3O+] [OH-] = [H3O+]2 = 1.00 x10 -14 EX: Calcular a [H 3O+] e [OH. N p concentração molar ou pressão parcial (atm) p Válido para solutos ideais em soluções infinitamente diluída p Não há informação sobre a velocidade com que o equilíbrio é alcançado Anotações e Observações: + nN = pP + qQ Constantes de Equilíbrio Comuns na Química Analítica Produto Iônico da Água 2H2O K = [H3O+] [OH-] [H2O]2 Constante (55 mol/l) Kw = K [H2O] = [H3O ] [OH ] 250 C p 1.] = [H3O+]2 = 49 x10-14 p [H3O+] = 7 x 10-7 M EX: Calcular a [H 3O+] e [OH.00 x10-14 p [H3O+] = 10-7 M Kw(1000 C) = [H3O+] [OH.com . [H3O+] = [OH.2 + [OH-]H2O } 0.00 x10-14 0.

com 21 .] [NH4 ] Ka x Kb = Kw [H3 O+] em Soluções de Ácidos Fracos HA + H2O = A+ H3O+ Ka = [A ] [H3 O ] [HA] 2H2O + + + = Kw [NH 3 ] (I) = - H3O+ + OH- (II) Kw = [H3O ] [OH ] [H3O+]totla = [H3O+](I) + [H3O+](II) [H3 O+](I) =[A.57 x10 -9 Solubilidade de precipitados na presença de um íon comum EXEMPLO II: Calcular a solubilidade molar do Ba(IO3)2 numa solução contendo 0.02M de Ba(NO3)2 Constante de Dissociação Ácido-base HNO2 + H2O = H3O+ + NO2- Ka = [H3O+] [NO2 -] [HNO2] NH3 + + - H2O = NH4+ + OH- Kb = [NH4 ] [OH ] [NH3 ] Relação entre as constantes de dissociação para pares conjugados ácido/base NH3 + H2O = NH4+ + OHKb = [NH4+] [OH-] [NH3] NH4 + + H2O = NH3 + H3O + Ka = [NH3] [H3O+] [NH4+] Ka x Kb = [NH 3] [H3O+] x [NH 4+] [OH.] Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.Produto de Solubilidade Ag2CO3 (s) K = [Ag+]2 [CO3=] [Ag2CO3 (s) ] Concentração molar constante Kps = K [Ag2CO3 (s) ] = [Ag ] [CO3 =] + 2 Anotações e Observações: = 2Ag+ + CO3= EXEMPLO I: Quantas gramas de Ba(IO3)2 (PM=487) podem ser dissolvidas em 500 ml de água a 250C Kps(Ba(IO3 )2) = 1.

120 M -4 EXEMPLO IV: Calcular a concentração do íon hidrônio em uma solução 2.] + [HÁ] Como: + [H3 O+](I) }[A.[H3O ] Aproximação2: CHÁ } [HA] Ka = [H 3O+]2 CHÁ OBS: O erro na aproximação [H3O+]<< CHÁ aumenta se CHÁq e Kao Devemos obter [H3O+] e compará-la com CHÁ EXEMPLO III: Calcular a concentração do íon hidrônio numa solução aquosa de ácido nitroso 0.] CHÁ=[H3O ] +[HA] [HÁ] = CHÁ .[H3O+] + Ka = [H 3O ] + 2 + CHÁ .00x10 M de C6H5NH3Cl ( [H3O+]<< CHÁ) Constante de Formação para Íons Complexos Fe+3 + SCN+2 = Fe (SCN)+2 Kf = [Fe (SCN) ] [SCN ][ Fe ] EXEMPLO V-5: Uma pessoa pode ver a cor vermelha do Fe (SCN)+2 numa solução quando a concentração deste complexo é de 6.Anotações e Observações: O H3O da reação (I) reprime a reação (II) + Aproximação1: [H3O ] = [A ] CHÁ =[A.4x10-6M ou maior.4x102 Constante de Equilíbrio de Reações de Óxido-redução 6Fe+2 + Cr2O7 = K= + 14 H3O+ = 6Fe+3 + 2Cr+3 +21H2O +3 [Fe+2 ]6 [Cr+3 ]2 [ Fe+2]6 [Cr2O7=] [H3O+]14 K p pode ser calculada através dos potenciais padrão Constante de Distribuição I2(aq) = I 2(org) p coeficiente de distribuição ou de partição Kd = [I2]org [I2]aq Constantes de Equilíbrio em Etapas Muitos eletrólitos se associam ou se dissociam em etapas 22 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Qual a concentração mínima de KSCN requerida para que se possa detectar 1 ppm de Fe+3 na água? Kf = 1.com .

0x10-14 (água) Kps=1.com 23 .5x104 ZnNH3+2 + NH 3 = Zn(NH3 )2+2 2 3 )2 ] 2! [ n(N [ nN 2 3 ! 2.5x10 4 3] ][N Zn(NH3 )2 +2 + NH 3 = Zn(NH3 )3 +2 K3 !  [Zn(NH 3 )3 2 ]  [Zn(NH 3 ) 2 2 ][ H3] ! 3.2 x10 8 F3 = K1 x K2 x K3 =2.Quando NH3 é adicionado a uma solução contendo Zn :  [Zn H3 2 ] +2 Anotações e Observações: Zn +2 + NH 3 = ZnNH3 +2 K1 ! [Zn 2 ][ H 3 ] ! 2. M Valores limites p Kw =1.2x10 4 F2 = K1 x K2 =6.2x10 4 Zn(NH3 )3 +2 + NH 3 = Zn(NH3 )4 +2 K4 ! [Zn(NH 3 ) 2 ] 4  [Zn(NH 3 )3 2 ][NH 3 ] ! 3.3x10-10 (BaSO4) Ka = 1.0 x10 13 Efeito da Concentração do Eletrólito no Equilíbrio Químico Observou-se experimentalmente que a posição do equilíbrio depende da concentração eletrolítica do meio (mesmo quando o eletrólito adicionado não contém íons comuns com aqueles em equilíbrio) Concentração de NaCl.75 x10-5 (HOAc) Se em vez de NaCl tivéssemos KNO3 ou NaClO4 p curvas similares p MESMAS CARGAS O efeito do eletrólito tem origem nas forças eletrostáticas de atração e repulsão que existem entrem os íons do eletrólito e os íons envolvidos no equilíbrio Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

1 p O efeito do eletrólito não depende do tipo dos íons..51Z A Q 1  0. Interpretação do comportamento da solução é difícil p Em soluções não muito concentradas: f p independe do TIPO do eletrólito f p depende apenas de Q p A um dado Q p f depende da carga da espécie p f para um dado íon descreve seu comportamento em todos os equilíbrios em que ele participa Equação de Debye-Huckel  log f A ! 2 0. [C] p concentração molar dos íons em solução Za. Zc p carga dos íons Para soluções com Q e 0..com .33E Q Q p força iônica da solução 0 EA p diâmetro efetivo do íon hidratado ( A) 0.33 p constantes (para soluções aquosas a 25 0C) 24 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.1) p f< 1 A altos Q (Q > 0.1) p f pode ser maior que 1. Zb. [B]. Soluções diluídas p Q é mínimo p f =1 p aA =[A] A Q moderada (Q < 0. só de Q Atividade e Coeficiente de Atividade a A = [A] f A aA p atividade de A [A] p concentração molar de A fA p coeficiente de atividade para A p admensional e varia com o Q Ka = a H3O+ aAaHA = [A-] [H3O+] x fH3O+ fA[HA] fHA Ka p numericamente constante em uma faixa grande de Q (constante de equilíbrio termodinâmica) Propriedades do coeficiente de atividade p f é uma medida de quanto a espécie influencia o equilíbrio no qual ela participa.51 e 0. SO4 = menos (-) A magnitude do efeito de eletrólito depende da cargas dos íons que participam do s equilíbrio p EFEITOo CARGAo Em uma faixa de concentração considerável do eletrólito. o efeito do eletrólito depende apenas de um parâmetro de concentração chamado FORÇA IÔNICA ( Q) Q =1/2 ([A]Za + [B]Zb 2 2 + [C]Zc .EXEMPLO: BaSO4(s) = Ba+2 + SO4= Cl Cl +2 (+NaCl) Na + = Anotações e Observações: Diminuição da atração Na + Ba Cl - Cl - Na + SO4 Na + entre Ba+2 e SO4 = p AUMENTA A SOLUBILIDADE Ba=2 menos (+) OBSERVAÇÕES: 1. 2...) 2 [A].

MnO4K . S2Pb ..76 0.81 0. SCN-. CrO4 . NO3 .967 0. Cu .660 0.46 0.76 0. F. ftalato Sr2+..01 0.57 0.36 0. Ce PO4 . Fe . La . Cd2+.740 0.926 0..84 0.725 0. Fe(CN) 6 4+ 4+ 334+ 3+ 3+ 3+ 3+ 3+ 2- 4. HS-. S2O3 ..67 0. 4+ 0.898 0.16 0.75 0.964 0.com 25 .742 0.001 0.924 0.57x10-9 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.5 0.868 0. Fe . Mn .021 Omissão de f nos cálculos p Discrepâncias significativas quando:  Q u 0.54 0.82 0.05 0.45 0.01  íons com cargas múltiplas EXEMPLO: Use atividades para calcular a solubilidade do Ba(IO3 )2 numa solução 0.20 Hg2 .914 0.46 0.HSO3 .40 0.928 0. Sn . C5H5COONa .095 0.902 3.965 0.80 0. Cl .78 0. Zr .033M de Mg(IO3)2 . IO4-.867 0.35 0. HCOO Rb .86 0.872 0.5 0.69 Ca . BrO3.48 0. NH4 Mg .065 6 4-4. CO3 .50 0.80 0.964 0.900 0.5 8 6 5 4.925 0. H2AsO4 . H2PO4 . 0 A 9 Coeficiente de atividade em Q 0.005 0. CN .907 0.IO3 .40 0. SO4 . I .738 0.52 0.048 0. Cs .964 0. ClO4-. Ba2+.Atividade e coeficientes de atividade para íons a 250 C Íon H3O+ Li+.749 0. Br .868 0.1 0. SO3 .44 0. NO2 .929 0. Sn Fe(CN)6 4-. Cr . HCO3 .44 0.31 0. Ce . Kps = 1. Ni .18 0.588 0.744 0.870 0.10 0. HPO4 Al . Ag .255 0. Zn .5 3 2. Hg2+.964 0. 2+ 22+ 222C2O4 22- 2+ 0. OH.24 0.38 0.933 0. Tl .83 0.0 9 4 11 5 Th .80 0.899 0.37 0. Be 2+ 2+ 2+ 2+ 2+ 2+ 2+ 2+ + + + + + + + - Anotações e Observações: EA..755 0. 2+ 2Co . OAc.665 0. ClO3.675 0.

7x10-11 Kw = [H3O+] [OH-] = 1.2 x10-4M [H3O+][OH-] = 1.vindo do Mg(OH)2 IV ± Balanço de carga + +2 [OH ] = [H 3O ] + 2[Mg ] 3 equações independentes e 3 incógnitas ([Mg+2].+ H2O = H2 CO3.7x10 +2 S = [Mg ] = 1.010M pois HCO3 .7x10-11 +2 3 -11 4[Mg ] = 1. Al2(SO4)3 (não considerando a dissociação da água) [Na+] + 2[Mg+2] + 3[Al+3 ] = [Cl-] + [NO3-] + 2[SO4 =] 1.05 . relativamente básicap[H3O+] <<[Mg+2] 2[Mg+2] } [OH-] (balanço de massa) VI ± Resolvendo [Mg+2][OH-] = 1.+ OHE ainda. Ag+ e Ag(NH3)2+ p AgBr [Br. H2CO3.010 M NaHCO3 p sal p eletrólito forte NaHCO3 p Na+ + HCO3[Na+] = 0.00x10-14 / 3.010 M [HCO3-] < 0.6x10-4 M OH.. CO3=.00x10-14 Aproximação OK [H3O+] = 1. OHEquações de balanço de massa Sistema: NH3 0. + 2H2O = H3O + OH Anotações e Observações: (I) (II) Uma solução 0. HCO3.010 = [NH3 ] + [NH4+] + 2[Ag(NH3)2+] Equações de balanço de carga [ÂNIONS] = [CÁTIONS] O número de moles de carga fornecido por um íon é igual a carga do íon x sua concentração molar Sistema: Solução que contém NaCl.2x10-4 = 3.] = [Ag+] + [Ag(NH3)2+] CNH3 = 0. H3 O+. [OH-] e [H3O+]) V ± Aproximações Kps (Mg(OH) 2)p relativamente alto p sol.] = [H 3O+] + 2[Mg +2] OH. Hidróxidos Metálicos Exemplo: Calcular a solubilidade molar do Mg(OH)2 em água I ± Equilíbrios Mg(OH)2 (s) = Mg+2 + 2OH+ 2H2O = H 3O + OH II ± Expressão das Constantes de Equilíbrio Kps = [Mg+2] [OH-]2 = 1.com .010M de NaHCO3 contém: Na+.1x10-11 M 26 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Mg(NO3)2.+ H2O = CO3= + H3O+ HCO3 .vindo da água OH.= 2[Mg+2 ] = 2x1.00x10-14 III ± Balanço de massa [OH.6x10-4 = 3.010 M saturado com AgBr Descrição dos equilíbrios: AgBr(s) = Ag + + BrAg+ + 2NH3 = Ag(NH3)2+ NH3 + H2O = NH 4+ + OHÚnica fonte de Br-.CÁLCULOS DE EQUILÍBRIO PARA SISTEMAS COMPLEXOS Dois ou mais equilíbrios que operam simultaneamente Exemplo: Sistema preparado dissolvendo-se 1 mmol de NaHCO3 em 100 ml de água CNaHCO3 = 0.7x10-11 p [Mg+2](2[Mg+2])2 = 1.

] é alta e. Em outras palavras. é dependente do pH Exemplo VI-02 ± Calcular a solubilidade molar do oxalato de cálcio numa solução que tem pH constante e igual a 4.3x10-9 CaC2 O4(s) = Ca+2 + C2O4= H2C2O4 + H2O = HC 2O4.42x10-5 C 2 O4= + H3O+ HC2O4. a contribuição do OH vindo da dissociação da água é negligenciável É aplicável para compostos moderadamente solúveis. portanto.9x10-4 CuI(s) + I.+ OHCO3= + H2O HCO3. contendo um íon que tem Ka/Kb relativamente alto Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.00 Dados: Kps = 2. ou ambos.+ H2O = pH Variável Saturando-se uma solução não tamponada com um sal pouco solúvel feito de um ânion básico ou de um cátion ácido p VARIAÇÃO DE pH Exemplo: Água pura saturada com BaCO3 (s) p BÁSICA BaCO3(s) = Ba+2 + CO3= = HCO 3. A constante de formação K2 para a reação do CuI -4 -4 com I dando CuI2 é 7.0x10 M de KI CuI(s) = Cu+ + IKps=1.9x10 . Calcular a solubilidade do CuI numa solução 1.= CuI2O Efeito do pH na Solubilidade S de precipitados que contêm um ânion com propriedades básicas.Anotações e Observações: Solubilidade de Ppts na Presença de Agentes Complexantes So na presença de reagentes que formam complexos com o ânion ou cátion do precipitado Exemplo: Al(OH)3 na presença de F Al(OH) 3 (s) - = Al +3 + + 6 F¬¬ AlF6 3-12 3OH- Exemplo VI-01 ± O Kps (CuI) = 1.+ H2O = H 2CO3 + OH[OH-] p desconhecida Desprezar pode levar a erros (-) principalmente quando: y Kps diminui (e portanto Sq) y A base conjugada torna-se mais forte Se é desprezado S = Kps1/2 Ppt p MA Aproximações que podem ser feitas: 1. um cátion com propriedades ácidas.36x10-2 Ka2 = 5. Assume-se que a [OH.1x10 .+ H3O+ Ka1 = 5.com 27 .1x10-12 K2 =7. não é necessário considerar a [H3 O+] nos cálculos.

1x10 = (B) Kb1 = ([HCO3 ] [OH ]) / [CO3 ] = 2.25x10-8 HCO3.9x10 -4 (6) (7) (8) 2.com .25x10-8 Balanço de massa: (E) [Ba+2] = [CO 3=] + [HCO3.2.82x10-10 Kd = [Ag ] [Cl ] = [AgCl(aq)] K2 = [AgCl2 .+ H2 O = + 2H2O = H3O + OH Kw = 1.[AgCl2.13x10-4 H 2CO3 + OHKb2 = Kw/Ka1 = 2.00x10-14 Equilíbrios: = -9 +2 (A) Kps = [Ba ] [CO3 ] = 5. haletos de prata p agem como eletrólitos fracos e não se dissociam completamente em água Exemplo: Solução saturada de AgCl AgCl (s) = AgCl (aq) AgCl(aq) = Ag + (I) - + Cl (II) K(I) x [AgCl(s)] = Ks = [AgCl (aq)] ( a uma dada T a [AgCl(aq)] é constante) K(I) = [AgCl (aq)] [AgCl (s)] + - K(II) = Kd = [Ag ] [Cl ] = 3.] + [H2CO3] Balanço de carga: (F) 2[Ba+2 ] + [H3 O+] = 2[CO3=] + [HCO3-] + [OH-] O Efeito do Soluto Não Dissociado na Solubilidade CaSO4.] . principalmente um ânion que tem Ka/Kb baixo - Anotações e Observações: Exemplo VI-03 ± Calcular a solubilidade molar do carbonato de bário em água Dados: = -9 +2 Kps = 5. Assume-se quer a dissolução do precipitado não altera significativamente a [OH] e + 0 -7 [H3O ].2[AgCl3 =] ¬¬ [Cl.0x10-5 1 Balanço de massa ( = Balanço de carga) [Cl.9x10 [AgCl(aq)] -4 Kd x Ks = Kps = [Ag ] [Cl ] + - Solubilidade do AgCl como uma função da concentração de ClAgCl (s) AgCl(aq) AgCl(s) AgCl2 - = = + + Cl Cl - AgCl (aq) Ag+ + Cl= = AgCl2 AgCl3 = (0) (1) (2) (3) Excesso de Cl- [Cl ] o p (O) e (1) para a esquerda (2) e (3) para a direita Consequência p S x [Cl. e que a 25 C estas concentrações são 10 M É aplicável para precipitados com S muito baixa.] = CKCl + [Ag+] .] = [Cl-] = K3 = [AgCl3 ] = [Cl ] [AgCl2 .13x10-4 (C) Kb2 = ([H2CO3 ] [OH-] / [HCO 3-] = 2. Calcular a concentração de KCl para que a solubilidade seja mínima S = [AgCl(aq)] + [Ag+] + [AgCl2.] + - (4) (5) 3.] AgCl(aq) (9) 28 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.]adicionado p mostra um mínimo EXEMPLO: Derivar uma equação que descreva o efeito da concentração analítica do KCl na solubilidade do AgCl em solução aquosa.] + [AgCl3.] Equilíbrios: Kps = [Ag+][Cl-] = 1.1x10 BaCO3(s) = Ba + CO3 = CO3 + H2O = HCO 3 + OH Kb1 = Kw/Ka2 = 2.

7x10-7 + 6.1x10-8 + 6.0x10-5 x (0.] = 2.2[AgCl3 =] << CKCl p Anotações e Observações: [Cl.0030 = 6.82x10-10 / 0.7x10-7 Substituindo-se (12).0030)2 = 1.2[AgCl3 ] p OK ! Solubilidade Mínima: S = 4.82x10 -10 / 3.9x10-7 M Log C C.] } CKCl (10) (11) (12) Encontrando a equação: Multiplicando-se (7) por (8): K2 x K3 = [AgCl3 =] / [Cl.com 29 .] + K2 K3 [Cl-]2 Kd [Cl -] Ou S = Kps + Kps + K 2 CKCl + K2K3 CKCl 2 Kd CKCl CKCl onde S é mínima: dS/dCKCl = 0 = -(Kps/ CKCl2) + K2 + 2 K2 K3 CKCl Rearranjando: 2 K2 K3 CKCl3 + CKCl2 K2 .0x10-5 x 0.]2 = 2x10-5 Dividindo-se (5) pr (6): [AgCl(aq)] = Kps / Kd = 1. (6).[AgCl2 ] .Aproximação: Kps pequeno p de (9) [Ag+] .[AgCl2-] .9x10-4 = 4.1x10-8 M [AgCl2 -] = K2 [Cl. M y Em S Mínimo p AgCl(aq) é a espécie mais concentrada Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.Kps = 0 Por aproximações sucessivas: CKCl = 0.] Checagem: [Ag+] = Kps / [Cl-] = 1.0x10-8 + 1. (11) em (4): S = Kps + Kps + K 2 [Cl.0x10-8 M [AgCl3 =] = K2 K3 [Cl-]2 = 2.0030M } [Cl.8x10-10 M + CKCl >> [Ag ] .0030 = 6.8x10-10 = 5.

Separação de Íons pelo Controle da Concentração do Reagente Precipitante íon A íon B Exemplo: Podemos separar quantitativamente Fe+3 e Mg+2, na forma de hidróxidos, de uma solução que é 0,1 M de cada íon? Kps (Fe(OH)3) = [Fe+3] [OH-]3 = 4x10-38 Kps (Mg(OH) 2) = [Mg+2] [OH- ]2 = 1,8x10-11 Kps do Fe(OH)3 << Kps do Mg(OH)2 p parece que Fe(OH)3 precipita 10 Precipita primeiro o composto menos solúvel

Anotações e Observações:

y

ETAPAS: 1. 2. Cálculo da [OH- ] necessária para precipitar quantitativamente o Fe+3 Cálculo da [OH- ] na qual o Mg(OH)2 começa a precipitar

Se (1) < (2) p Separação é possível
y

OBS: A precipitação é dita quantitativa se 1 parte em 10.000 do íon permanecer em solução, isto é, [Fe+3] << 1x10-5 (arbitrário) (1,00x10 ) [OH] = 4x10
-11 -5 3 -38 +3

(1)

[OH ] = 2x10 M
-5

-

-11

Assim, se [OH ] = 2x10 M, a [Fe ] = 1x10 M (2) O Mg(OH) 2 só irá se formar quando [Mg+2] [OH-] > Kps 0,10 [OH- ]2 = 1,8x10-11 [OH-] = 1,3x10-5 M (Concentração máxima tolerável) Quando [OH-] = 1,3x10-5 M p solução supersaturada com respeito ao Mg(OH)2 (inicia a precipitação) Conclusão [OH-] maior que 2x10-11 M p para precipitar quantitativamente o Fe+2 menor que 1,3x10-5 M p para não precipitar p Mg(OH)2 Separação de Sulfetos Controlando-se a [H3O+] p controla-se a [S=] p Precipitação seletiva H2S p ácido fraco usado como agente precipitante H2S + HS- + H 2O H 2O = = H 3O+ H 3O+ + + HSS= K1 = [H3O+][ HS- ] = 5,7x10-8 [H2 S]

K2 = [H3O+][ S=] = 5,7x10-15 [HS-] Nas separações com sulfeto p solução continuamente saturada com H2 S ([H2 S]}0,1M) K1 x K2 = [H3O+]2 [ S=] [HS-] = 6,8x10-23 0,1 M [S ] =
=

6,8x10 + [H3O ]

-24

Exemplo VI - 04 ± Encontrar as condições nas quais, teoricamente, Cd+2 e Tl+ podem ser separados quantitativamente com H2S a partir de uma solução 0,1M de cada íon Kps(CdS) = 2x10-28 Kps(Tl2 S) = 1x10-22

30

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06 ± TITULAÇÕES DE PRECITAÇÃO -Poucas reações de precipitração são suficientemente rápidas; -Poucos indicadores são satisfatórios. AgNO3 p Reagente mais importante (métodos argentométricos ) O ponto de equivalência de uma titulação é caracterizado por uma grande variação nas concentrações relativas do analito e reagente. A (aq ) + R (aq)

Anotações e Observações:

p

AR (s)

Kps ( AR ) = 1,00 x 10

-10

10 8

6 4 2 0 40

pA

p

Construção da Curva de Titulação p 3 tipos de cálculo, correspondendo a 3 estágios : 1. Antes do PE; 2. No PE; 3. Após o PE. Construção da curva de titulação para a reação de 50,00 ml de NaBr 0,0050 M com AgBr 0,0100 M. Ponto inicial: Solução: 0,0050 M em Br pBr = 2,30 0,0000 M em Ag + . Após a adição de 5,00 ml do reagente: A concentração de Br diminui por causa da diluição e precipitação + ( Br + Ag = AgBr ( s) ) CNaBr = CNaBr =

(nrdemolesinicial  nrdemolesquereagiu ) Volumetotaldasolução (50 x 0,0050 )  (5,0 x 0,0100 ) = 3,64 x 10-3 50  5

[ Br-] = [ Br -](não reagiu ) + [ Br -]AgBr ( solubilizado) [ Br-] = 3,64 x 10-3 M + [Ag +] A não ser que a CNaBr seja muito pequena : [Ag+] < < 3,64 x 10-3 [Br-] $ 3,64 x 10-3 pAg + pBr = Kps pBr = 2,44 pAg = 12,28 ± 2,44 = 9,84 [Ag+] = 1,4 x 10-10

¢  ©¨§ ¦

0

10

20

30

0,1000 M

50

60

¢
70

pA p

Curva de titulação

¤£

¥

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Ponto de Eqüivalência: Nem Ag+ , nem o analito estão em excesso. Kps = [ Ag+][Br -] [ Ag ] = 7,21 x 10
+ -7

Anotações e Observações:

[ Ag+] = [Br -] = pAg = pBr = 6,14

5,2 x10 13

Após adição de 25,1 ml do reagente: Há excesso de AgNO3 CAgNO3 CAgNO3
=

=

( nrdemolesadi cionados  nrdemolesque reagiu ) Volumetota ldasolução (25,10 x0,0100  50,00 x0,0050) = 1,33 x 10-5 50,00  25,10
+ [Br- ] } 1,33 x 10-5 pBr = 12,28 ± 4,88 = 7,40

[Ag+] = 1,33 x 10-5 pAg = 4,88

Fatores que Influenciam os Pontos Finais Um ponto final fácil de se localizar é observado quando pequenas adições do titulante causam grandes variações na função p. 1 ± Concentração do reagente 

C(reagente) ou C(analito) o pBr)

Aumenta a variação de pAg na reação de equilíbrio (idem para

Pontos finais fáceis de detectar e menor o erro titulométrico Efeito da concentração do titulante (Figura A)

pAg

C

10,0 8,0 6,0 4,0 2,0

B A

InA

pAg =7
pAg =5

AgIn

B C

0

10

20

30 Volume (AgNO 3), ml

A p 50,00 ml de NaBr 0,0500M com AgNO 3 0,1000 M B p 50,00 ml de NaBr 0,0050M com AgNO3 0,0100 M C p 50,00 ml de NaBr 0,0005M com AgNO 3 0,0010 M Reação mais completa 

Quanto mais completa a reação (sal menos solúvel ) região de eqüivalência

p

maior a variação do pAg na

32

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82 x10 10 = 4.8 x 10-10 Kps ( AgBrO3 ) = 5.0 Cl8.7 x 10-5 Curvas de Titulação para Misturas y Kps ( AgBr ) = 5.0 Br10.1 M Estágio Inicial: Curva idêntica a do I Até que AgCl se forme p Cálculos idênticos aos já exemplificados.3 x10 17 = 1.com 33 .0 BrO3IO3- I- pAg =7 pAg =5 0 10 20 30 Volume (AgNO 3).0 x 10-8 Misturas de analitos que formam ppts de diferentes solubilidades. Titulação de uma mistura de 50.56 x 10-7 [I  ] = 4.2 x 10-13 Kps ( AgIO3 ) = 3. Quanto de AgI é formado antes que uma quantidade apreciável de AgCl se forme : Kps (AgI ) = [Ag ] [I ] Kps ( AgCl ) = [Ag+] [Cl-] Quando se adicionar Ag+ em quantidade suficiente para originar um ppt que contenha ambos os compostos : + - [Ag ] = + Kps ( AgI ) [I  ] = Kps ( AgCl ) [Cl  ] [I  ] [Cl  ] = Kps ( AgI ) Kps ( AgCl ) 8. ml Kps ( AgI ) = 8.08 M Cl. com AgNO3 0.e 0.0 4.05 M I.56 x 10-7 [Cl  ] Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.00 ml de 0.0 12.0 2..3 x 10-17 Kps ( AgCl ) = 1.Efeito do Kps Anotações e Observações: pAg 14.0 6.

pA g I.0 ml AgNO3 (molesI   molesCl  )  (moles que reagiu ) CCl.08 50  25 = 0.].82 x10 10 0. até 7.= 50 x 10-3 * 0.0438 = 4.total da solução mmol Clmoles que reagiram = 0.= 75 x 10-3 * 2..+ Cl- Br-+ Cl- 0 20.43 x 10-8 M n° de moles que restaram de I.50 x10 3 = 7. Neste ponto: CCl Anotações e Observações: = [Cl ] = - 50.0 60.56 x 10-7 x 0.0533 = 3.16 x 10-9 M Indicadores Químicos para Titulações de Precipitação Reagem competitivamente com um dos reagentes da titulação. Nível em que o decréscimo rápido no pAg é interrompido bruscamente: Quando o Cl começa a pptar.0  30.3 x 10-5 % do ponto de equivalência do I.0533 M [I-] = 4.05)  (30 x0.= [Cl.0 34 40.43 x 10-8 = 1.82 x10 9 2.82 x 10-9 n° de moles que originais de I.0 [Ag ] = + 1. e a curva torna-se a do cloreto sozinho.08  50 x0.82 x10 10 0.50 x 10-3 % I que não precipitou = - 1.0  0.] = vol.10 M (ml) Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.41 x 10-9 pAg = 8.47 Adição posterior de AgNO3: Diminui a [Cl.05 = 2.3 x 10 -5 % Portanto.: Após adição de 30. - [Ag ] = + 1.00 ml do titulante tenha sido adicionado. o AgCl não se forma e a curva é igual a do iodo sozinho.] = mmol I[Cl.0533 = 2.com .0 Volume AgNO3 0. EX.Assim podemos considerar que a formação de AgCl irá ocorrer apenas depois que 25.0438 (50.0 x0.01) 50.

e BrIndicador p CrO42. Se In p pAg 4 a 6 p OK O Método de Mohr Formação de um segundo precipitado Cl.05 ml ( ( V = 0.p Kps suficientemente pequeno para prevenir a forma de   quantidades significativas de AgIn antes do PE.  Titulação do I.e Br.95 .1000 M p 5 p 0.p Este indicador não é satisfatório.35 x10 5  A quantidade de CrO42. Variação de pAg no PE muito pequena p Não há indicador adequado.01 ml Titulação do Cl. pois AgIn forma-se 1 ml antes do PE e se estende por 1 ml. Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.25.e BrO3.( Figura A ) AgNO3 0.com 35 .82 x10 10 ! 1. nesta concentração de CrO4 . Mudança perceptível da cor quando pAg 7 AgNO3 titulando Br . 31 m l l oc al iz aç ão ex at a do pont o f inal 2. 2 m l p ( V = 1.p Indicador já está na forma de AgIn.: Indicador In1. a cor vermelho tijolo aparece com o 1° + excesso de Ag acima da concentração de equivalência.EX.necessária para iniciar a precipitação nestas condições: 2 [CrO4  ] ! Kps [ Ag ]  2 ! 1.35 x10 ) 2- 5 2 ! 6 x10  3  Em princípio.1x10 12 (1. Mudança perceptível da cor quando pAg 7 p 5 ( Figura B ) Titulação do IO3.1 ml ) p erro titulométrico mínimo p ( V < 0. 0100 M 0. 0010 M não é pos s í v el 24.(Ag2CrO4 p Vermelho tijolo ) S (Ag2CrO4 ) >> S (AgCl ) ou S (AgBr )   Ajustando-se a [CrO42-] a formação de Ag2 CrO4 pode ser retardada até que [Ag+] na solução alcance a concentração do ponto de equivalência: [ g  ] ! [Cl  ] ! Kps [ Ag  ] ! 1. ( V < 0.: Analito A com reagente R I ndi cador I n A + R In + R = = AR ( s ) InR Kps K In Alt er aç ão na apar ênc ia da mis t ur a Anotações e Observações: I ndic ad or na f or m a I n I ndic ad or na f or m a I nR Quantidade de InR requerida para uma variação observável na aparência da mistura deve ser pequena (minimiza o consumo de R ) KIn ! [ InR ] [ In][ R ]   [ InR ] ! KIn x [ R ] [ In] Deve variar 1 a 2 ordens de magnitude para que a variação de cor seja detectada pelo olho humano (1 ou 2 em pR ) EX.

Eq.: AgCl é mais solúvel que AgSCN AgCl(s) + SCN. Indicadores de Adsorção Introduzidos por Fajans. Causam um erro + Solução 1.Anotações e Observações: Na prática p [CrO4 ] $ 2. arsenato não interferem (no pH neutro estes + íons formam sais pouco solúveis com Ag ) OBS. Desloca-se para a direita Ag2Cr2O7 é mais solúvel que Ag2CrO4 p Maior consumo de Ag+ Se o meio é fortemente alcalino: 2 Ag + OH = 2AgOH( s ) = Ag 2O ( s) + H2O pH ideal p 7 a 10 OBS. Método de Volhard Formação de um complexo colorido + -  Excesso medido de AgNO3 é adicionado à solução de interesse.pois o CrO4 2. 2. Ag + + SCN= AgSCN (s)  Indicador: Fe+³ p forma complexo vermelho com SCNFe+³ + SCN. uma quantidade finita de AgNO3 tem que ser adicionada para que se forme uma quantidade detectável de Ag2CrO4.= AgSCN(s) + Cl- 2-   Ocorre de maneira signifcativa perto do ponto final da retrotulação p erro (-) Solução p Filtrar o AgCl antes da retrotulação.4 x 102   pH ácido p evita a precipitação do Fe(OH)3 Vantagem do ácido p CO3 .: Método de Mohr não é usado para I. São corantes orgânicos. Padronizar AgNO3 com NaCl puro Acidez do Meio: 2+ 22 CrO4 + 2H = Cr2O7 + H2 O [ H+] p Padrão o . O AgNO3 em excesso é titulado com solução padrão de SCN-.5 x 10 Nesta concentração a precipitação do Ag2 CrO4 começa quando + -5 [Ag ] = 2. Branco do Indicador p CaCO3 suspenso com a mesma quantidade de In de cor.oxida o I.com .a I2. 36 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.= FeSCN+² Kf = 1. oxalato.1 x 10 M 2-3 Além disso. A mudança de coloração se deve à adsorção ou dessorção do corante como consequência de uma modificação da dupla camada elétrica em torno das partículas do ppt na passagem do ponto de equivalência. com caráter de ácidos ou bases fracas.

Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. O pH da solução deve ser tal que a forma iônica do indicador predomine. Evitar altas concentrações de eletrólitos (ppt não deve coagular ). ppt coloidal p maximizar a adsorção. são poucas as reações onde o ppt coloidal forma-se rapidamente. 3.com 37 .: Anotações e Observações: Propriedades do ppt e do indicador: 1.EX. Titulações com indicadores de adsorção são:      Rápidas Reprodutíveis Confiáveis Porém. O corante deve ser fortemente adsorvido na camada de íons contrários pelos íons primariamente adsorvidos. 2. O ppt deve adsorver fortemente seus próprios íons (características de ppts coloidais ). 4.

quentes INDICADORES Ácidos/bases fracas orgânicas.07 . HIn + H 2 O cor ácida In + H 2O cor básica Ha = [H3O+] [In.log 10Ka -1 + pKa Ex: a .B: básico In + H2O = InH+ + OH- 38  a pka Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.log Ka 10 1 + pKa 1 Ka 1x10 -5 pKa = 5 Uma mudança completa da cor se dá quando o pH da solução varia de 4 a 6. Padrão Ácidos: HCl HClO H2SO4 Sols.com .CURVAS DE TITULAÇÃO PARA SISTEMAS ÁCIDO / BASE SIMPLES Sols.1 Se [In ] / [HIn] u 10 Entre este dois valores entre as 2 cores cor ácida: [H3O+] [In-] [HIn] [H3O+] = 10 ka cor básica : [H3 O+] = ka /10 Faixa de pH do indicador: . A: tipo ácidoHIn + H2O = H3O+ + In.] / [HIn] e 0.] [HIn] [ In -] [HIn] = Ka [H 3 O+] indicador exibe sua cor ácida indicador exibe muita cor básica cor intermediária = [H 3O+] x1 10 olho humano não consegue destinguir = Ka = = H 3O+ + Anotações e Observações: Ácidos ou base fortes (reagem mais completamente) Bases: NaOH KOH Ba(OH)2 perigoso e agente Oxidante + Incor básica OH - InH + cor ácida Kb = [InH +] [OH-] [In] Se [In. Conc.

INDICADORES A/B ± ESTRUTURAS meio moderadamente ácido INCOL. meio alcalino diversas cores Pouco solúveis em H2O e bastante solúveis em etanol 1 ± Ftaleínas Anotações e Observações: + H2O +H + Incolor Fenolftaleína Incolor +H+ Vermelha 2 ± Sulfoftaleínas Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com 39 .

05 ± 10.com .3 ± Azocompostos Anotações e Observações: TITULAÇÃO DE ÁCIDO FORTE COM BASE FORTE Titulação: 50.10 POH= 3.30 Ponto inicial : [ H30+] = 5.00 x 0.10 ml NaOH: [OH-] = 25.00 ml HCl 0.60 Ponto de equivalência: [H3O+] = [OH-] = w= 1.00 x 0.10 x 0.1000M pH=1.100M NaOH 0.00 x 10 -7 pH = 7.00M NaOH 0.00 x 0.50 x 10 60.05 = 1.0500 M com NaOH 0.10 = 2.0100M 100 ml HCl 40 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.10 ± 50.00 pH = 1.12 Fenolftaleína Azul de Bromotimol Alaranjado de metila Vol NaOH (ml) A B C NaOH 1.00 x 10-2 Adição de 10.88 pH = 10.00 ml NaOH: + -2 [ H30 ] = 5.33 x 10-4 M 75.00 Adição de 25.

básico ou neutro p [H3O+] = Ka [HA] [A.] [HA] [A.+ H2O = OH .) NaOH HA  NaOH p NaA  H 2 O NaA p Na Antes do P.E.1) Ácido fraco apenas Titulações de Ácidos / Bases Fracas (*) Anotações e Observações: Início 2) Mistura do ácido fraco (HA) e sua base conjugada (A.com 41 .] [HA] Kb = [OH. o 1o equilíbrio predomina p solução Básica Mas se [NH4 +] / [NH3] > 200 p Solução Ácida.] II A.68 x 10 [NH4+] + -10 y y Kb >> Ka p em princípio.] Ex: NH3 + H2O NH4 + H2O + = = NH 4+ + OHNH 3 + H3O + Kb = [ NH4+] [ OH-] = 1.+ HA Este sistema pode ser ácido. Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.76 x 10-5 [NH3] Ka = [ NH3] [ H3O ] = 5.  A 3) Base conjugada do ácido fraco apenas (A-) NaOH (*) No ponto de equivalência 4) Mistura da base conjugada do ácido fraco (A ) e base forte (NaOH) NaOH - Após o ponto de equivalência (*)Já foi visto (2) pH de Sistemas Contendo Pares Ácido/Base conjugada I HA + H2O = H 3 O+ + AKa = [ H3O+] [ A.

[ OH.com .05 M em NaOAc Calcule o pH desta solução Ka (HOAc) = 1.0 x 10-4 M em NaOH e 0. Ácido fraco / base conjugada O EFEITO DA DILUIÇÃO HA + H2O = H3O+ + AA - qtds altas e § iguais + H2O = HA + OH [A ] = CNaA + [H3O+] ± [OH-] § CNaA [HA] = CHA + [OH-] ± [H3O] § CHA [H3O+] = Ka CHA CNaA 42 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. CNaA e/ ou CHA pequena [H3O+] = CHA x Ka CNaA [H3O+] Não varia com a diluição p TAMPÃO Exemplo I ± Qual o pH de uma solução que é 0.NH4Cl HCl + NH 4 + + ClH + + Cl+ I II III NH4 + H2 O = NH3 + H3O [H3O+] = CHCl + [NH3] Aproximação: [H3O+] = CHCl Exemplo II ± A 0. mas o ácido a ser titulado é o HOCl Ka(HOCl) = 3. a solução estava: 1.400M em ácido formico e 1.77 x 10 ) pH de Base Conjugada/ Base Forte ou Ácido Conjugado / Ácido Forte (4) I .75 x 10-5 M -8 Exemplo III ± Idem ao anterior.0 x 10 M SOLUÇÕES TAMPÃO Resiste à variações de pH quando é diluída ou quando pequenas porções de ácido ou base são adicionados.[H3O+] + [OH -] Aproximação: [A-] = CNaA [HA] = CHA Ka = [H3O+] CNaA CHA = = H3O+ HA + A+ OH- y Falha se : Ka ou Kb > 10-3 .] [HA] = CHA .] = CNaOH + [HA] Aproximação: excesso de NaOH reprime III [OH-] = CNaOH II.NaA Na+ + ANaOH Na + + OHA.00M em formiato de sódio? (Ka = 1.10ml após o ponto de equivalência na titulação do ácido acético com NaOH.+ H2O HA + OH I II III -4 [OH.Anotações e Observações: Ex: Sistema contendo HA e NaA HA + H2O A+ H2O [A-] = CNaA + [H3 O+] .

77 x 10-4) A HCl.pH permanece cte até que as concentrações das espécies sejam tão pequenas que a aproximação [A ] = CNaA e [HA] = C HA sejam inválidas Exemplo IV .00 L de tampão. como também com a razão destas concentrações. pH do tampão { pH calculado teoricamente.000 (Ka = 1. CT é o número de equivalentes de um ácido/ base forte que causa uma mudança de uma unidade no pH em 1.00 x 10-4 C HA + NaA (tampão) pH 10-1 10-3 10-5 Anotações e Observações: Concentração dos reagentes.0500M de HCl a uma solução tampão (400ml) que é 0.Calcular a variação de pH que ocorre quando são adicionados 100ml de uma solução (a) 0. alto .200M em NH3 e 0. . (Kb: 1. Simplificações usadas nos cálculos.0500M de NaOH (b) 0.Usar ³receitas´ dos Handbooks. Razões:    Preparação: Incertezas nos K¶s. .(não tamponado) B HA (não tamponado) K(HA) = 1. II  I Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.400 M .com 43 .Calcule o pH do tampão: Ácido fórmico 0.00 M (Ex. M ADIÇÃO DE ÁCIDOS E BASES Exemplo V .76 x 10-5) CAPACIDADE TAMPONANTE Está relacionada com a concentração total das espécies tamponantes.300M em NH4Cl. CT máxima quando [HA] = 1 pH = pHa [A.Faz-se solução de pH aproximado. formiato de sódio 1. VIII ± 01) Após uma diluição de um fator de: (a) 50 (b) 10.Ajusta-se ao pH desejado adicionando-se ácido / base conj.] Para que o tampão tenha uma CT razoável: pKa = pH 1 PREPARAÇÃO DE TAMPÕES Na prática.

96 x 10 [H3O+]a = 1.Construa a curva de titulação para 50.10M a) [H 3O+]i = 0. mas altera bastante a [HA ] (que é baixa) maior variação do pH.10) / 51=0.4.6 x 10-4 1.0 ml de ácido acético NaOH 0.0% KaCHOAc = 1.75 x 10-5 x 0.32 x 10 Depois do decréscimo rápido no pH região tamponada com adição de base forte. No PE Após PE pH > 7 (base conjugada se dissocia) Curva comandada pelo excesso de base forte ( = ácido forte) Exemplo VI .096 CNaOAc = (1.32 x 10-3 x 100 = -35% -3 1.0ml de (a) HCl 0.1000H Ácidos fracos (HA) x Ácidos fortes   pH inicial (HA) é maior (dissociação incompleta) Com as 1as adições de reagente: Variação de pH (HA) é maior Ka = [H3O+] [A-] [HA] [H3O+] = Ka [HA] diminui pouco [A-] aumenta EX: Calcular a variação percentual na [H3O+] quando 1.10 b) [H 3O+]i = [H 3O+]a = (50 x 0.1 ± 1 x 0.1M é adicionado a 50.096 ± 0.096 = .0ml de NaOH 0.0 x 0.0 x 0. pH varia pouco Próximo ao PE adição de base não altera muito [A-] (que é alta).10) /51 = 0.10M [H3O+] = 0.10) /51 = 1.10M (b) HOAc 0.com .096 = 8.10 x 100 0.CURVAS DE TITULAÇÃO PARA ÁCIDOS FRACOS Anotações e Observações: pH Ácido forte Ácido fraco (Ka = 10-6) V (ml) NaOH 0.32 x 10-3 -3 CHOAc = (50 x 0.6 x 10-4 ± 1.1000M.10 ± 1. 44 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.96 x 10-3 [H3O+] = 8.

com 45 . 2. Erro indeterminado p habilidade do analista em detectar a ³virada´ do indicador Variáveis que afetam o comportamento dos indicadores: Intervalo de pH de ³virada´ depende: T. Q Presença de solventes orgânicos Presença de partículas coloidais y Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.] [HOAc] C.T é máxima Anotações e Observações: Erros de Titulação com Indicadores Ácido/Base 1. Erro determinado p Quando o pH onde o indicador muda de cor { pH de equivalência.0 ml) Ka = [H3 O+] [ OAc. analítica do ácido = Conc.OBS: Conc. analítica da base conjugada quando metade do ácido foi neutralizado ( no exemplo anterior V = 25.

I-1 ± A partir de HCl de ponto de ebulição constante HCl(conc. H 2C O3 C O2 (g) + H 2O I.3 2º pH = 3.2.2 ± Por padronização Reagente comercial diluição padronização com base I. ácido perclórico Mais comum.1-) Com carbonato de sódio (padrão primário) Dois pontos de equivalência CO _ _ + H3O+ 3 _ HCO3 H 2CO3 _ 1º pH = 8.2-) Com Tris-(hidroximetil) amino-metano (TRIS ou THAM) (HOCH2)3CNH2 I-2.08 .3-) Com tetraborato de sódio decahidratado 46   O _ _ + + 3 H2O + 2 H3O 4 H3 O 3 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. H 2SO4 .APLICAÇÕES DE TITULAÇÕES DE NEUTRALIZAÇÃO I ± Preparação de Soluções Padrões Ácidas HCl. estáveis.com .2.8 HCO3 + H3O+ Maior variação do pH no PE Levar a solução à ebulição ponto final mais evidente.) + H2O (1:1) Destila-se Anotações e Observações: ¼ Final do Destilado Composição constante (ácido clorídrico de ponto de ebulição cte) p composição depende da P atmosférica Dilui-se uma quantidade pesada deste ácido para balão volumétrico I.

50% NaOH p Na2CO3 precipita p filtra p dilui Observações: 1) Usar H2O livre de CO2 (leva-se a ebulição a água destilada) Absorvente de CO2 (ascarile II) Conservação de solução padrão alcalina 2) NaOH e KOH p atacam o vidro dissolvendo a sílica (formação de silicatos solúveis) Ba(OH) 2 p silicato de bário insolúvel . SOLUÇÕES DE HIDRÓXIDOS LIVRES DE CO 3-2 1) Ba(OH)2 BaCO3 insolúvel p filtra 2) NaOH Na2 CO3 é pouco solúvel em solução fortemente alcalina. B) Se a base irá titular um ácido. usando um indicador básico (fenolftaleína) A concentração efetiva da base é diminuída p erro determinado (erro de carbonato) OBS.usar vidro à base de borossilicato (mais resistente) . 2) Presença de CO3-2 nos reagentes sólidos usados para preparar a solução de base.: Com Ba(OH) 2 : Erro determinado. usando um indicador ácido + C O3 + 2 H 3O H 2C O3 + 2 H 2O A quantidade de H3 O+ consumido em (II) é igual a quantidade de OH.com 47 ! ! + C O (g) + Ba + OH  + CO3 + H3O HCO3 + H O    H 2O (I) !   (II) _ Ba CO3 (s) + H O .usar frascos de polietileno (entretanto estes são permeáveis ao CO2 ) Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.consumido em (I) p Não há erro.II ± Preparação de Soluções Padrões Alcalinas. A) Se a base irá titular um ácido. independentemente do indicador. Mas.. Requerem padronização. NaOH KOH Ba(OH) 2 Não são padrões primários. Anotações e Observações: Erro de Carbonato 1) Efeito da absorção de CO2 atmosférico: CO2 (g) 2 OH CO3 Há consumo de OH.

( a CO2 + ½ b H2O + cNH4HSO4 catalisador 1.1) Decomposição do N ligado em NH4+ Ca HbNc H2SO4. adiciona-se base forte em excesso c NH4HSO4 OH _ _ _ Anotações e Observações: c NH3 + c SO4 1.+ H2O y 2º PE (virada do verde de bromocresol): .bicarbonato todo: HCO3 .+ H3O+ p 2 H2O (fenolftaleína) CO3 + H3O p HCO3 + H2O (fenolftaleína) CO3-2 + 2 H3O+ p H2CO3 + H2O (bromocresol) HCO3. CO3-2 HCO3. 45% Al.consumo de todo o OH-: OH.carbonato: CO3 + 2 H3 O+ p H2CO3 + 2 H2O (I) (II) (III) (IV) (V) (I) (II) (III) (IV) Constituintes OHCO3-2 HCO3OH-.+ H3O+ p H2CO3 + H2O (bromocresol) OH.+ H3O+ p 2 H2O (fenolftaleína) CO3-2 + H3O+ p HCO3.com .p NH3 p Kjeldahl base forte liga de devarda (50% Cu.metade do CO3-2: CO3-2 + H3 O+ p HCO3.4) Retrotitulação do excesso de ácido com base padrão d HCl + d NaOH p ½ d H2O + d NaCl Observações: 1) Sais de Amônio NH4+ + base forte p NH3 p Kjeldahl 2) NO3 e NO2. VVB > 0 2VF > VVB 2VF < VVB (V) 48 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.+ H3 O+ p H2CO3 + H2O (bromocresol) -2 + - VF = VVB 2VF = VVB VF = 0. HCO3 OH. dilui-se.+ H3O+ p H2CO3 + H2O -2 .+ H2O (fenolftaleína) CO3-2 + 2 H3O+ p H2CO3 + H2O (bromocresol) HCO3. fertilizantes KJELDAHL: 1.2) Resfria-se.3) NH3 é destilada e coletada em solução ácida padrão c NH3 + (c + d)HCl p c NH4Cl + d HCl 1. 5% Zn) 2 .+ H2 O (fenolftaleína) CO3-2 + 2 H3O+ p H2CO3 + H2O (bromocresol) CO3-2 + H3O+ p HCO3.+ H3O+ p 2 H2O . CO3-2. OHSó podem existir DUAS destas espécies p reação elimina a 3ª -2 OH + HCO3  CO3 + H2O Excesso de: OH.p HCO3-. CO3-2 -2 Nenhum p CO3 Duas titulações: indicador alcalino (fenolftaleína) indicador ácido (verde de bromocresol) y 1º PE (virada da fenolftaleína): .p OH-. CO3-2 CO3-2 .Padronização (muitos padrões primários ácidos): 1) Ftalato ácido de potássio (hidrogeno ftalato de potássio) KHC8H4O4 2) Ácido benzóico 3) Hidrogenodiiodato de potássio KH(IO3 )2 APLICAÇÕES 1 ± NITROGÊNIO aminoácidos. proteínas.HCO3-.

com fenolftaleína.EXEMPLO I . -2 Adicionar excesso de BaCl2 a uma 2ª alíquota para precipitar o CO3 .63 ± 2. A titulação de 50.0084 M. Ácidos sulfônicos p fortes e solúveis em H2O.63 10 -3 n(NaHCO3) = 2. VPH = 22.Grupos hidroxilas 1-) Est rificaçã c m anidrid s . 3. 3. Ponto final obtido após ebulição para remover CO2.GRUPOS FUNCIONAIS ORGÂNICOS 3. Uma segunda alíquota de 50. r fl 1 2 _ ( CH 3CO)2O + RO H ( anidrid ac tic l m c n cid ) C H 3 COOR + C H COO H 3 # $&& # # # " R 1C OO Na + HOR2 & & & ' $ & & $ & $ %$ $ Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.vindo do CO3-2 -3 -3 n(NaHCO3) + n(Na2CO3) = 26.0442 M C NaHCO3 = 0.Grupamentos ésteres saponificação: + NaOH 1C OO 2 c ss d bas tit lad c m ácid f rt .00 mL requer 22.21 = 0.1 10 = 2.Grupos amino aminas alifáticas p Kb } 10-5 p titulação com ácido forte.3 .00 mL requer 48.1 .3 Titula-se o H3O+ do HCO3.Ácidos carboxílicos e sulfônicos XCOOH p (Ka p 10-4 a 10-6) p titular (fenoftaleína) Quando não solúvel em água p dissolver em álcool p titular com base aquosa.4 VVB > 2 VPH p Na2CO3 e NaHCO3 Anotações e Observações: Equivalência da fenolftaleína -2 + CO 3 + H3 O n (CO 3 ) 22.1 -3 10 HCO 3 2.4 mL de HCl quando titulada com verde de bromocresol. 3. Aminas aromáticas p Kc } 10-10 p muito fracas para serem tituladas em meio aquoso p usar ácido acético anidro como solvente p aumenta a basicidade.4 ± 22.4 . Titular o excesso de base com ácido padrão (fenolftaleína).Uma solução contém NaHCO3. Adicionar BaCl2 em excesso. Na2CO3 e NaOH.2 .1 0. Deduza a composição e calcule a concentração molar das espécies na solução original. Otimização do método: BaCO3 p insolúvel em soluções neutras ou básicas. Titular o OH. CO3-2 / OHTitulação até "virada" do indicador ácido (verde de bromocresol).21 -3 10 = oles CO 3 Da fenolftaleína para o verde de bro ocresol: (48. Numa 2ª alíquota p converter o HCO3.21 / 50 = 0. 3 .1) = 26.1 mL de HCl até o ponto final da fenolftaleína.com 49 ./ CO3-2 Titular ambos até a "virada" do verde de bromocresol (levar à ebulição). HCO3.42 / 50 = 0. sozinhos ou em combinações permissíveis.1 VVB = 48.3 0.em CO3-2 adicionando excesso de base padrão.42 10 C Na2CO3 = 2.

]) Kb K= Kw K depende de KW . 2) Constante de autoionização do solvente. B + HClO4 em ácido acético anidro: HClO4 + CH 3COOH + B + CH 3COOH2 50 ) ( + CH3 C OOH 2 + CH3 C OO C 2 H5 OH + C2H O 5 + NH 2C H2C H2 NH + NH C H C H NH 2 3 2 2 2 + Kb + ] [OH. Desvantagens: .com . 4-) Fazer branco para determinar a quantidade inicial de anidrido. 3.] [BH K= [B] [H 3O+ ] [OH ] Kw + CH 3COOH 2 + ClO4 Próton solvatado (equivalente ao H3O ) + + BH + CH3 COOH Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.Ácidos / bases de alto PM p insolúveis em água.Anotações e Observações: 2-) Hidrólise do excesso de anidrido (CH3CO2)2O + H2O 2 CH3COOH 3-) O ácido acético é titulado com KOH (alcoólico).Ácidos / bases muito fracos (K < 10-8) Ex: aminas aromáticas. O EFEITO DA CONSTANTE DE AUTOPROTÓLISE Lembrando. .voláteis e tóxicos .5 ± Grupos carbonilas R1 C R2 O + NH2OH HCl Hidrocloreto de idro ilamina R1 C R2 NOH + HCl + H O 2 Titula-se HCl com base forte (Lenta p ½ h a 1 h. fenóis.coeficiente de expansão > água p mais propício a erros de medida de volume.solventes caros . 4) Características ácidas / básicas do solvente. Solventes p autoionizam ± se 2 C H3 C OOH 2 C 2 H5 OH 2 NH 2C H C H NH 2 2 2 K depende: 1) Força do analito como ácido ou base. em água: B + H3 O+ BH+ + H2O K= [BH+ ] [B] [H3 O+ ] (x [OH. 3) Constante dielétrica do solvente.]) (x [OH.) Titulações de Neutralização em Meio Não Aquoso .

) > Kb (água) Etilenodiamina p solvente básico EFEITO DA CONSTANTE DIELÉTRICA DO SOLVENTE A constante dielétrica de um solvente é uma medida da capacidade do solvente de separar partículas de cargas opostas.: Efeito de D quando não há necessidade de separação é mínimo. ESCOLHA DO SOLVENTE: 1) Ks pequeno 2) Base fraca p solvente ácido Ácido fraco p solvente básico 3) D alto.5) OBS. Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.: HClO4 em H2O p ácido forte em t-butil álcool p Ka = 1. Ex: Anilina p em ácido acético p base forte p o solvente tem mais facilidade de fornecer prótons que a água. EFEITO DAS CARACTERÍSTICAS ÁCIDAS E BÁSICAS DO SOLVENTE Ácido acético Ácido fórmico H2SO4 Solventes ácidos melhores doadores de prótons que aceptores.5 p alta p pouco ³trabalho´ para separar DMETANOL = 33 DÁC. Kb¶ (ác.2 Ex. DH2O = 78.com 51 .] BH + + CH3 COO [BH+ ] Anotações e Observações: [B] Reação de neutralização: competição por prótons entre o solvente e a base. Nestes solventes as características básicas do soluto aão aumentadas e as ácidas atenuadas.K'b K= = + [B] [CH3 COOH2 ] Ks K¶b = constante de dissociação da base em ácido acético Ks = constante de autoionização do ácido acético B + CH3 COOH Kb' = [BH+ ] [CH3 COO.1 x 10-4 (D = 12. ACÉT. Acét. = 6.

Geralmente reagem com o íon metálico numa única etapa. .09 ± TITULAÇÕES COMPLEXOMÉTRICAS Determinação de Íons Metálicos Íons complexos p Íon metálico + espécie doadora de par de elétrons (ligante) Ex: Anotações e Observações: Cu(NH ) 2+ 34 Cu ( NH 2CH 2C OO) 2 2- Cu Cl 4 Classe importante de compostos de coordenação: Quelatos p Íon metálico coordena-se com dois ou mais grupos doadores de UM ÚNICO LIGANTE formando anéis heterocíclicos de 5 ou 6 membros.com . Cu 2+ NH2 O O C O H 2C N H2 Cu + 2H C H C OH O C O N CH 2 H2 + 2 H+ Ligante bidentado Vantagens dos ligantes multidentados: Normalmente reagem mais completamente com o cátion (melhores pontos finais). Ex 1: M (NC=4) + D  MD Ligante tetradentado Kf = [MD] / [M][D] Ex 2: M (NC=4) + 2B  MB2 Ligante bidentado Etapas: M + B  MB MB + B  MB2 K1 = [MB] / [M][B] K2 = [MB2] / [MB][B] 2 F2 = K1 K2 = {[MB] / [M][B]} X {[MB2] / [MB][B]} = [MB 2] / [M][B] Curvas para titulações complexométricas Volume de reagente adicionado A p formação de MD ( uma única etapa) B p formação de MB2 K1 = 1012 K2 = 108 8 6 4 C p formação de MA4 K1 = 10 K2 = 10 K3 = 10 K4 = 10 2 52 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

isolado do solvente) Mn+ + Y-4  MY(4-n)Kf = [M Y(4-n)-] / [Mn+][ Y-4] O C O CH2 Complexo octaédrico Co .Titulações com Ácidos Aminopolicarboxílicos NTA ± Ácido Nitrilotriacético HOOC CH 2 CH2 COOH N CH2 COOH EDTA ± Ácido Etilenodiaminotetracético Anotações e Observações: HOOC HO O C CH 2 N CH 2 CH2 CH2 CH2 N CH2 K1 = 1. estes complexos são.92 x 10-7 K4 = 5.14 x 10 -3 C OOH COOH H4Y + H2 O  H3O+ + H3YH3Y + H2O  H3O + H2Y + -2 H2Y-2 + H2O  H3O+ + HY-3 HY-3 + H2O  H3O+ + Y-4 6 sítios 4 grupos ácidos 2 grupos amino K3 = 6. devido aos diversos sítios complexantes (o cátion fica numa espécie de ³gaiola´.com 53 . na maioria.02 x 10-2 K2 = 2.50 x 10-11 Hexadentado O EDTA O C CH 2 CH2 N Co O C C H2 O O C O N CH 2 C H2 Reage 1:1 não importando a carga do cátion Ag+ + Y-4  AgY-3 +3 -4 Al + Y  AlY Forma complexos com todos os cátions. bastante estáveis.EDTA Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

mas as titulações com EDTA são tamponadas a um determinado pH.] + [H4Y] Constantes de formação condicionais p constantes que dependem do pH e aplicam-se a um só pH. [Y ] = E4 x CT KMY = [MY(n-4) ] / [M+n] E4 CT KMY¶ = E4 x KMY = [MY(n-4) ] / [M+n] CT Constante de formação condicional (descreve as relações de equilíbrio apenas onde o pH para o qual E4 é aplicável) + 4 + 3 + 2 + E4 = [K1 K2 K3K4] / {[H ] + K1[H ] + K1 K2 [H ] + K1 K2 K3[H ] + K1K2 K3 K4} E0 = [H+]4 / D + -4 E1 = K1[H+]3 / D E2 = K1 K2[H+]2 / D E3 = K1 K2 K3[H ] / D E4 = [ K1 K2 K3 K4 ] / D pH: 3 a 6 p H2Y-2 predomina E4 para EDTA a diversos pH: pH > 10 p Y-4 predomina 54 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com .Anotações e Observações: Espécie ativa p Y -4 [Y ] depende do pH -4 Consequência p A formação dos quelonatos é afetada pelo pH.: em pH = 4 a espécie predominante é H2Y-2 Cu+2 + H2Y2 p CuY-2 + 2H+ Cálculos de Equilíbrio com EDTA Curvas p ordenada: pM p (indicadores respondem a variações da [M+n]) No início: CM+n = [M+n] No ponto de equivalência e depois dele: M+n + Y-4  MY(n-4)KMY = [MY(n-4) ] / [M+n][Y-4] [Y-4] p depende do pH. (Competição entre Mn+ e o H+ pelo EDTA) Ex. -4 E4 = [Y ] / CT CT = [Y-4] + [HY-3] + [H2Y-2] + [H3 Y.

NH3 evita precipitação de Zn(OH)2 formando: +2 +2 +2 +2 Zn(NH3) . EXEMPLO II .00 ml e 30. CM = [Zn+2] + [Zn(NH3 )+2] + [Zn(NH3)2+2 ] + [Zn(NH3)3+2] + [Zn(NH3)4+2] Zn+2 + NH3  Zn(NH3)+2 K1 = [Zn(NH3)+2 ] / ([Zn+2][NH3]) [Zn(NH3)+2 ] = K1 [Zn+2][NH3] [Zn(NH3)2 ] = K1 K2 [Zn ][NH3] +2 +2 2 [Zn(NH3)3+2 ] = K1 K2 K3 [Zn+2 ][NH3]3 [Zn(NH3)4+2 ] = K1 K2 K3 K4 [Zn+2 ][NH3]4 CM=[Zn+2] (1 + K1[NH3] + K1K2[NH3]2 + K1 K2K3[NH3]3 + K1 K2 K3K4 [NH3]4) Como EM = [Zn+2] / CM EM = 1 / (1 + K1 [NH3] + K1K2[NH3] + K1K2 K3[NH3 ] + K1K2 K3 K4[NH3 ] ) 2 3 4 Constante Condicional para o equilíbrio Zn+2 e EDTA num tampão NH3. +n EM = [M ] / CM CM p Soma das concentrações das espécies que contém o íon metálico fora aquela combinada com EDTA. Reação durante a titulação: Zn(NH3 )4+2 + Y-4  ZnY4-2 + 4NH3 O agente complexante auxiliar compete com o EDTA pelo íon metálico.Anotações e Observações: EXEMPLO I ± Calcule E4 e a % molar de Y numa solução de EDTA tamponada a pH = 10.00 ml de Zn2+ 0.EDTA)) EX.Deduza a curva para Ca versus o volume de EDTA para a titulação de 50. Assuma que ambas as soluções (Zn+2 e EDTA) são 0. a pH altos p metais pesados formam hidróxidos ou sais básicos pouco solúveis. isto implica que a +n reação M com EDTA é menos completa.com 55 . EFEITO DA PRESENÇA DE OUTOS AGEN TES COMPLEXANTES A ação complexante do EDTA é máxima em solução fortemente alcalina (onde Y-4 predomina).0100 M numa solução tamponada a um pH Constante igual a 10.0050 M.100 M em NH3 e 0. -4 Adiciona-se um agente complexante auxiliar p (o complexo (M+n . NH4Cl : [MY (n-4) ] / ([M ] CT) = E4 KMY = K'MY [MY(n-4)] / [CM CT] = E4 EM KMY = K"MY Se aplica para um unico pH e [NH3] +n [M+n] = EM x CM EXEMPLO III ± Calcule o pZn de uma solução preparada pela adição de 20. Zn(NH3)4 .00 ml de EDTA 0.0100 M a 50.20.agente auxiliar) deve ser menos estável que (M+n .0 ml +2 de Ca 0. Mas.176 M em NH4 Cl de forma a tornar o pH = 9.0. Zn(NH3)3 .0050 M com EDTA 0. os quais: servem como tampão.0. Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Zn(NH3)2 .: Titulação do Zn+2 com EDTA na presença de NH3 e NH4 Cl.

Sr+2. Ba+2 .0 p para observar a variação de cor (de forma que a cor azul do HInd-2 predomine na ausência de íon metálico) M ± IndVermelho + HY-3  Azul Mg+2. Indicadores: Possuem propriedades ácido/base. no entanto. Forte p próton completamente dissoc. + EDTA Cor A  M ± EDTA + Ind. Deve. NEGRO DE ERIOCROMO T (EBT) 1±(1± hidroxi±2±naftilazo)±6±nitro±2 naftol±4 sulfonato de sódio OH OH O 3 Ver el NO2 (H I 2 Grup áci sulfô ic p ác.Anotações e Observações: Efeito da Concentração de NH3 A p CNH3 = 0.com . ser menos estável que Metal ± EDTA. Para os prótons fenólicos: H2 IndVermelho HInd-2 Azul + H2O  HInd-2 + Azul Ind- + H2O  EBT + Metal p Vermelho pH <= 7. M ± Ind. Cd+2 .0100 M B p CNH3 = 0. Zn+2 56 54 32 1 0 N N -) 68 67 6 H3 O+ K1 = 5. A cor depende não só de pM como do pH. Mn+2. Pb+2.0 x 10-7 + H3 O+ Laranja K2 = 2. Cor B Complexo Metal ± Indicador: deve ser suficientemente estável.100 M Indicadores Metalocrômicos Compostos orgânicos corados capazes de reagir com íons metálicos e formar quelatos com colorações diferentes daquelas que possuem os próprios corantes livres.8 x 10-12 HInd-2 + MY-2 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Ca+2.

0 CaH2IndVermelho pH 8 a 9. Se não há bons indicadores e/ou se a reação metal ± EDTA é lenta. MgY-2 + M+2 p cátion a ser analisado M+2 p MY-2 + Mg+2 Titulado com solução padrão de EDTA Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Este método é útil na análise de amostras que contém ânions que formariam precipitado com o analito nas condições de análise.0 CaH4Ind+ Amarelo ± alaranjado pH ~ 8. II ± MÉTODOS DE RETROTITULAÇÃO Adiciona-se excesso de EDTA. Co+2 . III ± MÉTODOS DE DESLOCAMENTO Excesso de uma solução contendo o complexo Mg ± EDTA ou Zn ± EDTA é adicionado à solução que contém o íon a ser analisado.2 ± Método baseado em indicadores para um metal adicionado Adiciona-se à solução de EDTA pequena quantidade de um cátion que forma um complexo com EDTA menos estável que o complexo EDTA ± analito e para o qual existe um bom indicador.3 ± Métodos potenciométricos Eletrodos íons ± seletivos. A medida que a titulação se processa: +2 +2 Ca desloca Mg p (Ca ± EDTA) (Mg ± EBT) Vermelho Quando todo o cálcio for consumido p Mg complexa com EDTA novamente.1 ± Métodos baseados em um indicador para o íon a ser analisado Solução que contém o íon metálico é tamponada e titulada diretamente com EDTA na presença de indicador.5   Ca+2. Complexo M+n ± EDTA deve ser mais estável que Mg ± EDTA ou Zn ± EDTA. HInd-2 + H2O  Ind-3 + H3O+ K2 = 2. Ni+2 e Cu+2 pH = 11 p vermelho p azul MÉTODOS DE TITULAÇÃO ENVOLVENDO EDTA I ± TITULAÇÃO DIRETA I.5 x 105 MUREXIDA O H N O C N H C C C N C C O N H O C H N C O Anotações e Observações: H4 IndVermelho ± Violeta pH < 9. EX.8 x 10-12 Mg+2 + Ind-3  MgIndKf = 1. usando EBT como indicador.: Complexos (Mg+2 / Zn+2 ± EDTA) MENOS estáveis que o complexo (analito ± EDTA).0 x 10-7 +2 -3 Ca + Ind  CaInd Kf = 2.EXEMPLO XI ± 04 ± Determine a faixa de transição para o EBT na titulação do Mg+2 e Ca+2 no pH = 10. Início p Mg+2 complexado com EDTA. I.0. deve-se adotar outros métodos.0  H3Ind-2 Violeta pH 9 a 11 CaH3Ind Violeta  H2Ind-3 Azul pH > 11.: Determinação de Ca+2 . I. Adiciona-se MgCl2 à solução de EDTA. OBS. Titula-se o excesso com solução padrão de Mg+2 ou Zn+2.com 57 .

Expressa em CaCO3. +2 +2 Águas naturais : [Ca ] e [Mg ] > outros cátions. Agente mascarante p ligante que forma complexo com o interferente. Anotações e Observações: 58 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com . Determinação da Dureza da Água Capacidade dos cátions presentes na água em substituir Na+ e K+ em sabões e formar produtos pouco solúveis.OBSERVAÇÕES GERAIS Controle de pH aumenta a seletividade.

aq)  2H+(aq) + 2é Reação global: H2(g)  2H+(aq) + 2é Potencial depende: T aH + P do H2(g) Para aH+=1. H2(g)  H2(sat.) 5 Fe2+  5 Fe3+ + 5é 2+ CÉLULAS ELETROQUÍMICAS Os elétrons são transferidos até que [Cu2+] e [Zn2+] se encontrem nas concentrações de equilíbrio para a reação: Zn(s) + Cu2+  Zn2+ + Cu(s) POTENCIAIS ELETRÓDICOS Potencial de cela p "diferença entre os 2 potenciais dos eletrodos". POTENCIAIS RELATIVOS DE SEMI-CELAS p referência p ELETRODO PADRÃO DE HIDROGÊNIO - Eletrodos de Pt imersa em solução eletrolítica mantida saturada com H2(g). instrumentos de medida de voltagem medem DIFERENÇAS DE POTENCIAL.EQUILÍBRIO DE OXI-REDUÇÃO E TEORIA ELE TROQUÍMICA Agente oxidante (Ox.) MnO4 . P=1 atm p Potencial igual a ZERO (qualquer T) H2 p perigoso Superfície platinizada p difícil de manter ELETRODO DE CALOMELANO Eletrodo de referência secundário p pode converter para SHE Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.10. Mas.) p se oxida (dá elétrons) Ox1 + Red2 Red1 + Ox2 Anotações e Observações: Recebe elétrons de Red2 Ex: 5 Fe + MnO4. aq) H2(sat.+ 8H+  5 Fe3+ + Mn2+ + 4 H2O Semi ± reações: (Ag.com 59 .) p se reduz (recebe elétrons) Agente redutor (Red. Red. Oxid.+ 8H+ + 5é  Mn2+ + 4 H2O (Ag.

potencial do eletrodo.334 0.0.1: Zn+2 + 2é = Zn(s) E ! E0  E ! E0  E ! E0  - 0.0592 [ Fe 2 ] log 1 [ Fe  3 ] pH 2 0. Hg2Cl2(sat) | Hg Anotações e Observações: ESCE = +0. H2 | H+ (a=1.0592 log[Cl  ] 1 60 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.763V espontâneo Atividades p "1".403 .303 log gás p pressão parcial. Eº (V) 0. Pt. Ex..763 + 2é = Cd(s) Zn+2 + 2é = Zn(s) EQUAÇÃO DE NERNST aA + bB + . KCl.reação Cu+2 + 2é = Cu(s) 2H + 2é = H2(g) Cd +2 + E = 0.. 1) Cu+2 + 2é = Cu(s) Cu+2 + H2(g) = Cu(s) + 2H+ 2) Zn+2 + 2é = Zn(s) Zn(s) + 2H+ = H2(g) + Zn+2 IUPAC p reduções Semi .0.000 .3: 2H + 2é = H2(g) + Ex. Eº p potencial padrão do eletrodo R p constante dos gases (8.4: AgCl(s) + é = Ag(s) + Cl E ! E0  0.244 V (25ºC) DEFINIÇÃO DO POTENCIAL DO ELETRODO: É o potencial de uma cela onde o eletrodo em questão age como CATODO e o SHE age como ANODO.334V espontâneo E = -0..com .0592 1 log 2 [ Zn  2 ] 0..00) || KCl(sat). Hg2Cl2.314 J/molK) n p nº de moles de elétrons F p Faraday = 96.0592 log 2 [H  ] Ex.2: Fe+3 + é = Fe+2 Ex.Sistema eletródico p Hg. + ne  cC + dD + .485 C Ln p 2.

44/0.300 V Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.05 ± 5 x 0.00 E = 0.Deduza uma equação para o potencial de equivalência da titulação do Sn+2 com MnO4.01/75.0592/1 log([Ce+3]/[Ce+4])= 1.0 mL de Fe+2 0.00/55.1)/(0.1000 M em meio que é 1. Fe+2 + Ce+4 = Fe+3 + Ce+3 Potencial Inicial ‡ Solução não contém espécie de Ce ‡ Pequenas e desconhecidas quantidades de Fe+3 Informações insuficientes para cálculo do potencial Após a adição de 5 mL de Ce(IV) ‡ Presença significativa de Fe+2.100)/(50.0500 M com Ce+4 0.50/75.1 . p Equação de Nernst para o Ce(IV) ou Fe(III) Na Prática : Antes do PE p EFe+3 ([Fe+2] alta) Após o PE p ECe+4 POTENCIAL NO PONTO DE EQUIVALÊNCIA [Ce+4 ] e [Fe+2 ] pequenas +3 +4 Eeq = Eº Ce +4 ± 0.01/75.68)/2 = 1. Fe+3 e Ce+3. p Usar o sistema Ce(IV) / Ce(III) nos cálculos forneceria o mesmo resultado (necessário o +4 valor de K para obter [Ce ]) Anotações e Observações: No ponto de Equivalência Eeq = (EºCe+4 + EºFe +3)/2 = (1..)) Fe+2 + Ce+4 p Fe+3 + Ce+3 (Determinação de Fe) Reação rápida e reversível p sistema em equilíbrio durante a titulação Esistema = ECe+4 = EFe+3 Se um indicador redox está presente p a razão [oxidada]/[reduzida] deve ser tal que: EInd = Esistema = ECe+4 = EFe+3 Esist.44 ± 0.0 M em H2 SO4 (cte).44±0.1)/55 + [Ce+4] } 2.+ 16 H+ = 5 Sn+4 + 2 Mn+2 + 8 H2 O EXEMPLO II± Deduza uma expressão para o potencial do ponto de equivalência para a reação: +2 -2 + +3 +3 6 Fe + Cr2O7 + 14 H = 6 Fe + 2 Cr + 7 H2O CURVAS DE TITULAÇÃO EXEMPLO XIII ± 03) Gerar a curva para a titulação de 50.0592 log [Fe ]/[Fe ] Adicionando: 2Eeq = Eº Ce +4 + Eº Fe +3 ± 0.0592/1 log (2/55)/(0.0592 log {[Ce+3] [Fe+2]}/{ [Ce+4 ] [Fe+3]} como: [Fe+3] = [Ce+3] e [Fe+2 ] = [Ce+4] Eeq = (EºCe +4 + EºFe +3)/2 EXEMPLO I .TITULAÇÕES DE OXI± REDUÇÃO / TEORIA Ordenada p potencial do eletrodo ( log(conc.5/55) = 0.68 ± 0. A reação é 5 Sn+2 + 2 MnO4.00 + 5.1 [Ce+3 ] = [(25.0592/1 log [(2.00 [Fe+2] = (50 x 0.11 .00 x 0.1 + [Fe+] } 0.1) ± (50 x 0.64V p E independe da diluição (até que a solução seja tão diluída que as aproximações feitas não sejam mais válidas).0592 log [Ce ]/[Ce ] +2 +3 Eeq = Eº Fe +3 ± 0.06V Após a adição de 25.1 x 0.500/55.00) ± [Ce+4 ] } 0.5/75.1 mL de Ce(IV) [Ce+3 ] = (25 x 0.05)]/75. +4 ‡ [Ce ] p pequena [Fe+3] = (5.com 61 .1)] E = 1.1)/75.1 E = 1.[Fe+2] } 2.

359 V Eº = 1.000 V Curva de titulação do V com um agente oxidante forte (KMnO4) p 2 pontos de inflexão (1º) V+3 p VO2+ (2º) VO2+ p V(OH)4+ Eº = 0. TITULAÇÕES DE MISTURAS 2 agentes redutores ou 2 agentes oxidantes p 2 inflexões p se EA é bem diferente de EB (>0. variação de 1 elétron.77V EX: Titulação de Fe+2 e Ti+3 com KMnO4 TiO+2 + 2H+ + e = Ti+3 + H2O Fe + e = Fe +3 +2 62 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.20 V.Anotações e Observações: A p Fe+2 + Ce+4 = Fe+3 + Ce+3 B p 5 Fe + MnO4 + 8H = 5 Fe + Mn +2 + +3 +2 + 4H2O (E na região de equivalência MAIOR pois Keq maior.: EAº = 0. OBS.2 V).099 V Eº = 0.com . E p independe da diluição se o nº de moles dos reagentes e produtos das semi ± reações são idênticas e quando a aproximação CA = [A] é válida. EX: VO + 2H + e = V + H2O V(OH)4 + 2H + e = VO + 3 H2O +3 + + 2+ 2+ + +3 Eº = 0. (E na região de equivalência CRESCE quando a Cte de equilíbrio CRESCE.

87/2 ± 0.0592 log {[Ti ]/([TiO+2 ][H+]2)} No 1º PE 2H+ + TiO+2 + Fe+2 = Fe+3 + Ti+3 + H2O Usa-se EFe e ETi 2E = 0.Primeiras adições de KMnO4 p usadas para titular o Ti+3 que é mais facilmente oxidado.0592/n Ex: complexos de Fe(II) com ortofenantrolina (Phen)3Fe+3 + e = (Phen)3 Fe+2 azul claro vermelho (ferroína) INDICADORES ESPECÍFICOS Amido p Complexo azul com I3.+ 2e = 3 IEº = 0.536 V - 9 N Fe N +2 3 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. +3 Este complexo pode sinalizar o ponto final de reações com I2. Até quando houver quantidade apreciável de Ti+3 o potencial do sistema não pode tornar-se alto o suficiente para variar a concentração de Fe+2 de forma considerável.: titulação de Fe+3 com Ti+3 . se a solução contém I3 ou I .099 + 0.0592 log{([Ti ][Fe ])/([TiO ][Fe ][H ] )} [Fe+3 ] = [Ti+3] E = 0.com 63 ..0592 log {[Fe+2]/ [Fe+3]} INDICADORES DE OXIDAÇÃO ± REDUÇÃO Indicadores redox gerais INDICADORES REDOX GERAI S y y Indicadores específicos Mudam de cor quando oxidados ou reduzidos A variação da cor independe da natureza do analito ou titulante. Tiocianato de Potássio p Complexo vermelho com Fe .099 ± 0. mas só depende da variação no ESISTEMA que ocorre durante a titulação In(oxidada) + ne = In(reduzida) E = EºIn ± 0. OBS: O amido pode ser um indicador geral redox.0592/2 log {[Fe+2 ]/([TiO+2 ][H+]2)} [TiO+2] = CTiO +2 [Fe+2] = CFe +2 +2 Após o 1º PE: p Como Fe sozinho +3 +2 +2 +3 + 2 E = EºFe +3 ± 0.0592/n log {[Ind(red)]/[In(ox)]} y y A variação da cor é vista quando {[Ind(red)]/[In(ox)]} e1/10 varia para {[Ind(red)]/[In(ox)]} u10 A variação em E necessária para produzir uma ³completa´ mudança na cor do indicador: E = EºIn 0.771 ± 0. Ex. I3. E na primeira parte p como Ti +3 +3 Anotações e Observações: sozinho E = 0.

com . [I3 ]/[I ] é baixa p incolor. oxidante. redutor. Na presença de um excesso de ag. Anotações e Observações: 64 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. [I3 -]/[I-] é alta p cor azul.y y Na presença de um excesso de ag.

: Quando uma amostra contendo ferro é dissolvida: Mistura de Fe+2 e Fe+3 Fe+3 Fe+2 Agente redutor auxiliar ( consome sol. Cd. reação que contamina fortemente a solução com Zn+2). I.com 65 .+ O2(g) + 4H+ +2 O excesso: 2S2O82. Redutor de Walden: Ag(s) + ClAgCl(s) + e Ag(s) granulada colocada numa coluna de vidro. . pouco solúvel ) Poderoso agente redutor Peroxidissulfato de Amônio ( (NH4)2 S2O8 ) S2 O8 + 2e = 2SO42Er = 2. Ag(s) é um bom redutor na presença de Cl ou outro íon que forme sal pouco solúvel com a prata Usa-se solução hidroclórica do analito. . .TITULAÇÕES DE OXI-REDUÇÃO / APLICAÇÕES I) AGENTES REDOX AUXILIARES O analito deve estar em um único estado de oxidação no início da análise. . Cu. Al. . .2) AGENTES OXIDANTES AUXILIARES Bismutato de sódio ( NaBiO3 . Ag.1) AGENTES REDUTORES AUXILIARES ( Pré ± redução do analito ) Metais Zn. I. padrão usada para titular o Fe+2 ). O excesso do agente deve ser facilmente removido ( para não consumir a solução padrão ). Empacotamento do metal ou Prato Perfurado Vácuo Redutor de Jones: Zn(Hg) Zn + Hg + 2e Amálgama de zinco: (Zn(Hg)(s) ) Vantagem sobre o Zn(s): Inibe a redução do H+ pelo zinco. . o sólido é removido. .01V 4SO 42.78V O excesso: 2H2O 2H2O + O2(g) Ebul. . Etapas que precedem a titulação podem converter o analito em uma mistura de seus estados de oxidação Necessidade do agente auxiliar O agente auxiliar deve reagir quantitativamente com o analito. Ni.Filtração da solução de interesse (remove pedaços e pós do metal).12 . Pb.Após a reação se completar. Anotações e Observações: Ex.Pedaços de metal são colocados na solução. Walden mais seletivo que Jones. Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.+ 2H2O Peróxido de Hidrogênio: H2O2 + 2H+ + 2e = 2H2O Er=1.

44V em H2SO4 1M Em HClO4 1M Não são muito estáveis Erf = 1.(pode titular sols hidroclóricas do analito) .1M H2 SO4 para evitar precipitação de sais básicos.Ce(NO3)4 .1M.1) KMnO4 e Ce(IV) Agentes oxidantes fortes MnO4.70V Em HNO3 1M Erf = 1. o produto pode ser Mn(II). em H2SO4 estável . ácidos. recém preparadas devido à reação do MnO4.padrão primário disponível . 2NH4NO3 Padrão primário ( também pode ser encontrado em grau reagente padronização ) . depois torna-se rápida ) +4 66 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.51V ( concentração de ácido forte u0. bases.+ 3Mn+2 + 2H2O 5MnO 2(s) + 4H+ lenta. CUIDADOS: .Ce(OH) 4 ( grau reagente ) Dissolver numa sol.Mn+2 e MnO2 .MnO2 é um contaminante do KMnO4(sólido) .61V Comparação entre os dois reagentes: Ce+4 Força Oxidante Comparável .01 ml de sol. K}1047 Ce : A sol. . de Ce+4 é laranja não intensa Deve-se usar indicador PREPARAÇÃO E ESTABILIDADE DAS SOLS. . Mn(IV) ou Mn(VI) ) Ce+4 + e = Ce+3 Erf=1. padrão .02M de KMnO4 em 100ml de H2O já fornece a cor perceptível.Não oxida Cl. Ácidas: C2O4 2.Não usar papel para filtrar ( reage formando MnO2 ). Ponto Final não é permanente: 2MnO4. KMnO4 Anotações e Observações: ± decompõe-se lentamente .Oxidação do Cl. PADRÕES PRIMÁRIOS PARA PADRONIZAR AS SOLS.Sol.Antes desta filtração a sol.Sol.+ H3O+ = H2 C2O4 KMnO4 : 2MnO4. . Se a concentração for menor.II) AGENTES OXIDANTES PADRÕES II.MnO2 se forma nas sols.Caro. deve ser deixada em repouso por 21/4 h ou aquecida para que toda a matéria orgânica se oxide. 0. Ce+4: .Guardar ao abrigo da luz após padronizar.com .com matéria orgânica e poeira presentes na água usada para preparar as solução.+ H2O K é alto.leva a um superconsumo da sol. PADRÕES KMnO4 : Não é totalmente estável na água: 4MnO 2(s) + 3O2(g) + 4OH4MnO4. aquecimento.Filtrar o MnO2 antes da padronizar o KMnO4.Cor pode funcionar como indicador ( violeta ) Pontos Finais KMnO4: 0.+ 5H2C2O4 + 6H+ = 2Mn+2 + 10CO2(g) + 8H2O Mn+2 catalisador ( no início a reação é lenta.+ 8H+ + 5e = Mn+2 + 4H2O Er= 1.Sempre repadronizar. DE Ce+4 e KMnO4: Oxalato de Sódio: Em sols. porém V é baixa É catalisada pela luz. . de num mínimo 0.

Tiossulfato anidro de sódio ( primário ). I2(s) + II3Espécie predominante Solução não é estável pois.= IO3. Deve-se preparar e estocar o indicador sob condições estéreis e adicionar Hg(II) (iodeto) ou clorofórmio.Amido + I2 Azul (devido a F.= IO.Er=0. Ce : 50rC em HCl contendo monocloreto de iodo como catalisador.5355V Mas. . I2 + I. Depois que o MnO4. K2 Cr2O7 Grau reagente é suficientemente puro para preparação direta da sol. .Er=0. .I2 ataca lentamente a matéria orgânica ( não usar tampa de borracha. a ação das bactérias.Adicionar 90 a 95% do KMnO4 requerido a uma sol.+ O2(g) + 4H+ = 2I2 + 2H2O PONTOS FINAIS .33V Cr2 O72. PADRONIZAÇÃO .Er. -6 Pode . Er= 0. . . . fio de ferro.2) DICROMATO DE POTÁSSIO E r=1. Ácido difenilamina sulfônico Indicador III.3) IODO I2 + 2e = 2I. .Não reage com Cl-.com 67 . a sol. alcalina: I2 + OH.+ 14H+ + 6e = 2 Cr+3 + 7H2 O Verde -Estáveis (sols. .). .Pode ser aquecida barato .Decompões-se em altas concentrações de I2 adicionar o amido próximo ao ponto final. relativamente concentrada de KI.que contém o analito for incolor ). do sistema é pouco afetado pela formação de I3 .for totalmente consumido (incolor). Em sol.+ H+ 3IO. Outros padrões primários: Ferrocianato de potássio.Extração do iodo em tetracloreto de carbono violeta. é aquecida (60rC) e titula-se até a cor rosa persistente por 30s. proteger de fumos orgânicos ) .e ErCe+4. menor que ErMnO4. tem-se o seguinte sistema: I3.68x 102 Então.536V Er.Oxidação do iodeto pelo ar 4I.Volatilidade.amilose Suspensão de amido decompõe-se em poucos dias devido. principalmente. no entanto.+ 2e = 3I.Tartarato de pótassio e antimônio(III) APLICAÇÕES Titulações devem ser realizadas em meio ácido ou neutro.amilose ) Amido solúvel vendido comercialmente primário F. Para evitar: .+ I.536V Baixo Só reage com redutores fortes seletividade.Anotações e Observações: Se a for realizada a 60-90rC há um consumo de KMnO4 menor que o teórico oxidação do oxalato pelo ar.A cor do I3 ( amarelo-marrom) pode ser distinguida em uma solulção 5x 10 M servir como indicador ( se a sol. II. fria de oxalato. sal de Oesper.= I3.Tiossulfato de bário monohidratado ( primário). +4 Útil para aumentar a PREPARAÇÃO E PROPRIEDADES Solubilidade do I2 em H2 O é baixa dissolve-se o elemento em uma sol.k= 7. padrão.+2I- Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

consome 1 mol de I2 ( S2O32.+ S(s) Variáveis que afetam esta reação: .+ S4O62I2 + 2S2O32pH neutro ou levemente ácido Se o pH for muito ácido deve-se prevenir a oxidação do ar pelo excesso de I. de Iinstáveis oxidação do ar pelo reagente .+ tissulfato sulfato ESTABILIDADE DAS SOLS DE TIOSSULFATO Embora resistente à oxidação do ar.Adiciona-se excesso de Fe+2 .= S4O62. pois a cor intensa do produto não permite a visualiza ção do ponto final.mantendose a sol.+ H+ = HSO3.= IO.Fe(NH4)2(SO4 )2 .Imediatamente antes ou depois da titulação.com .1) Fe(II) Preparadas a partir de: Semi-reação: H 3AsO3 + H2O = H3AsO4 + 2H+ + 2e H 3SbO3 + H2O = H3SbO4 + 2H+ + 2e +2 +4 Sn = Sn + 2e + C 6 H8O6 = C6 H6O6 + 2H + 2e 222S2O3 = S4 O6 + 2e Anotações e Observações: raramente usadas para titulações diretas. ela tende a se decompor: S2 O32.Luz do sol. *Evitar Usar condições estéreis.ascórbio S2 O32III) AGENTES REDUTORES A maioria reage com O2 atmosférico III.2) IODETO / S 2 O322I.O I2 produzido é titulado com Na2 S2O3 ( um dos poucos agentes redutores estáveis à oxidação do ar ) 2S2O32. de Fe+2. III.consome ½ mol ) HSO3.= I2 + 2e Titulação indireta.pH .+ 2e 2I. .Titula-se imediatamente o excesso com dicromato ou Ce+4 .+ H+ IO.5M ) .é oxidado pelo ar a SO42. pH = 9 a 10 ( ação das bactérias é minimizada ) A decomposição pode fazer a concentração µ¶ AUMENTAR µ¶ ou µ¶ DIMINUIR ¶¶ 1 mol HSO3.Substância: As Sb Sn As. usar bactericida . em atmosfera inerte.Presença de Cu+2 . 6H2O .Adiciona-se excesso de KI .+ I.FeC2H4(NH3)2 (SO4)2 . 4H2 O ( sulfato de etileno diamina ) Oxidação do Fe+2 pelo ar é inibida na presença se ácidos ( H2SO4 }0. deve-se padronizar a sol.Presença de microorganismos* . Sol.( não reativo ) 68 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Em pH muito alcalino: I2 + OH.

Bromato de potássio. SO3 + H2O C 5H5NHSO4H Reação global: SO2 + I2 + 3C5 H5N + CH3OH + H2O 2C5H5N . Cuidados devem ser tomados para não contaminar o reagente com a umidade do ar.Pesa-se o KIO3 e dissolve em H2 O em presença de KI . Reagente decompõe-se padronizar diariamente.Acidifica-se .com 69 . HI + C 5H5N . assim a estequiometria é dada pelo I2. SO3 + CH3OH C 5H5N(H)SO4 CH3 Na etapa (I) ocorre oxidação do SO2 a SO3 pelo I2 .+ 3H2O Er= 1. SO3 II) C5H5N . A etapa (II).PADRONIZAÇÃO DO TIOSSULFATO KIO3 padrão primário .O iodo é titulado com S2O32APLICAÇÃO: Compostos orgânicos com = Br2 reage por substituição ou adição: Substituição: Anotações e Observações: OH Br + 3 Br 2 Adição: Br + 3 HBr Br H H H C C H + Br 2 H H H C C H Br B r IV.1) KBrO3 como fonte de Br2 Br2 + 6H+ + 6e = Br.Substâncias que reagem com um dos componentes do reagente para produzir H2O Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.+ Br2 I2 + Br. I2.2) REAGENTE DE KARL FISCHER Dióxido de enxofre é oxidado pelo iodo na presença de água Reagente de Karl Fischer:SO2. SO2 + C5H5N + H2O 2C 5H5 N .Deixa-se reagir em frasco fechado .Adiciona-se excesso de KI: 2I. com consumo de H2O. Ponto final: . I + C5H5N(H)SO4CH3 1 mol I2 | 1 mol SO2 | 3 moles piridina | 1 mol H2O Na prática: excesso de piridina e SO2 . previne o consumo de água pelo complexo piridina / SO3 C5H5N .| 3 moles Br2 | 6 moles e .Métodos eletrométricos. de Br2 é instável processo indireto elimina este problema 1 mol BrO3.+ 5I. que ocorre na presença de um excesso de metanol.Acidifica-se: IO3.44V Excesso de BrO3-: 3Br2 + 3H2O BrO3.Quando toda a água for consumida aparece o 1r excesso de piridina / I2 (amarelo marrom ) . Interferentes: .Dicromato .+ 5Br.+ 6H+ Sol.Excesso medido de KBrO3 e adicionado à solução contendo a amostra de KBr . piridina e metanol I) C5H5N . I2 + C5H5N . IV) OXIDANTES ESPECIAIS IV.+ 6H+ = 3I2 + 2H2O .| 3 moles I2 | 6 moles e | 6 moles S2O32Outros padrões primários: .O I2 é titulado com S2O3 21 mol IO3 .

: Compostos carbonílicos Anotações e Observações: RCHO + 2 CH 3OH EX.produzido ou reduzem o I2 do reagente. 70 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com .EX.: óxidos metálicos MO + 2HI = MI2 + H2O Agentes oxidantes e redutores R OC H3 CH OC H3 + H 2O Reoxidam o I.

ESQUEMA DE SEPARAÇÃO DE CÁTIONS Anotações e Observações: HCl diluído H2S/H + GRUPO 1 .13 . Pb++ Hg2++) NH4OH/ NH Cl GRUPO 2 .grupo dos cátions solúveis (K+ Na+ Mg+2 NH4+) Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com 71 .grupo dos carbonatos insolúveis (Ba +2 .grupo dos sulfetos ácidos (Bi +3 .grupo dos sulfetos alcalinos (Co +2 . Pb++ Hg++ Cu+2 Cd+2 As+3 Sb+3 Sn+2) H2S/NH4OH GRUPO 3 A .grupo dos hidróxidos insolúveis (Fe +3 .Grupo dos cloretos insolúveis (Ag + . Al+3 Cr+3 Mn+2) (NH4)2CO3/NH4Cl GRUPO 3 B . Ni +2 Zn+2 Mn+2) GRUPO 4 . Sr+2 Ca+2) GRUPO 5 .

Não permitir a incidência de luz solar direta. As informações contidas neste texto visam indicar os pontos mais importantes a serem considerados nas operações de pesagem.A BALANÇA ANALÍTICA (www. de modo a transmitir o mínimo de vibrações possível. Não pesar próximo a irradiadores de calor. Os principais itens a serem considerados para o seu correto posicionamento são: y y y y y y y Características da sala de pesagem Ter apenas uma entrada. etc. Ficar localizada nas posições mais rígidas da construção. Ser antimagnética (não usar metais ou aço) e protegida das cargas eletrostáticas (não usar plásticos ou vidros). As balanças analíticas modernas.com . y y y y y 72 @ Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Instituto de Química) Rogério Custodio (UNICAMP. Ter o mínimo de janelas possível. Pode-se usar uma bancada de laboratório bem estável ou uma bancada de pedra. Mesmo assim. Não usar frascos plásticos.com.) ou perto da porta. para evitar a luz direta do sol e correntes de ar.Anotações e Observações: 14 . pois não podem ser suprimidos. Deixar sempre a balança no modo stand by. geralmente nos cantos da sala. os efeitos físicos são os mais importantes. que podem cobrir faixas de precisão de leitura da ordem de 0. evitando a necessidade de novo tempo de aquecimento (warm up). Ser pouco susceptível a choques e vibrações. Localização da Balança A precisão e a confiabilidade das pesagens estão diretamente relacionadas com a localização da balança analítica.1 g a 0. Deixar sempre a balança conectada à tomada e ligada para manter o equilíbrio térmico dos circuitos eletrônicos. quando a umidade estiver abaixo de 30-40%. já estão bastante aperfeiçoadas a ponto de dispensarem o uso de salas especiais para a pesagem. Colocar as luminárias distantes da bancada. Instituto de Química) A balança analítica é um dos instrumentos de medida mais usados no laboratório e dela dependem basicamente todos os resultados analíticos. não podendo ceder ou vergar durante a operação de pesagem. O uso de lâmpadas fluorescentes é menos crítico. Ser rígida. para evitar distúrbios devido à radiação térmica.chemkey. Cuidados Operacionais y y y y y y y y y Cuidados básicos Verificar sempre o nivelamento da balança. A temperatura do frasco de pesagem e seu conteúdo devem estar à mesma temperatura que a do ambiente da câmara de pesagem.br) Material preparado por: João Carlos de Andrade (UNICAMP.1 mg. As condições da bancada Ficar firmemente apoiada no solo ou fixada na parede. Destes. computadores. Manter a umidade entre 45% e 60% (deve ser monitorada sempre que possível). As condições ambientais Manter a temperatura da sala constante. Evitar pesar perto de equipamentos que usam ventiladores (ex.: ar condicionado. O frasco de pesagem Usar sempre o menor frasco de pesagem possível. Nunca tocar os frascos diretamente com os dedos ao colocá-los ou retirá-los da câmara de pesagem. O prato de pesagem Colocar o frasco de pesagem sempre no centro do prato de pesagem. o simples emprego de circuitos elet ônicos não r elimina as interações do sistema com o ambiente.

Motivo: O seu frasco de pesagem está carregado eletrostaticamente. Se o ar estiver seco (umidade relativa menor que 40%) estas cargas eletrostáticas ficam retidas ou são dispersadas lentamente. Eletrostática Efeito Observado: O mostrador da balança fica instável e indica massas diferentes a cada pesagem da mesma amostra. Variação de massa Efeito Observado: O mostrador indica leituras que aumentam ou diminuem. é encoberto pela flutuação dinâmica. usar uma tira de papel. Isto faz com que um objeto frio pareça mais pesado ou um objeto mais quente mais leve. e que varia com a temperatura. Estas cargas formamse por fricção ou durante o transporte dos materiais. contaminantes ou gotas de líquidos. y Usar frascos de pesagem com a menor área possível. Medidas corretivas: y Nunca pesar amostras retiradas diretamente de estufas. y Deixar sempre a amostra atingir a temperatura do laboratório ou da câmara de pesagem. após qualquer nivelamento e após grandes variações de temperatura ou de pressão atmosférica. Manutenção Manter sempre a câmara de pesagem e o prato de pesagem limpos. muflas. Estas correntes de ar geram forças sobre o prato de pesagem fazendo a amostra parecer mais leve (chamada flutuação dinâmica). A reprodutibilidade dos resultados fica comprometida. observam-se atrações. A leitura Verificar se o mostrador indica exatamente zero ao iniciar a operação. Se a amostra e o ambiente estiverem sob o efeito de cargas elétricas de mesmo sinal [+ ou -] ocorrem repulsões. Anotações e Observações: y y y y y As Influências Físicas na Pesagem Quando o mostrador da balança ficar instável. Além disso. Este efeito só desaparece quando o equilíbrio térmico for estabelecido. As mais comuns são: Temperatura Efeito Observado: O mostrador varia constantemente em uma direção. principalmente se ela estiver sendo o perada pela primeira vez. especialmente os pós e grânulos. Calibração Calibrar a balança regularmente. Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Motivo: Ganho de massa devido a uma amostra higroscópica (ganho de umidade atmosférica) ou perda de massa por evaporação de água ou de substâncias voláteis. continua e lentamente. Ler o resultado da operação tão logo o detetor automático de estabilidade desapareça do mostrador. Os erros de pesagem acontecem por forças de atração eletrostáticas que atuam entre a amostra e o ambiente. o filme de umidade que cobre qualquer amostra. ou refrigeradores. Medidas corretivas: y Usar frascos de pesagem limpos e secos e manter o prato de pesagem sempre livre de poeira. y Procurar sempre manusear os frascos de pesagens ou as amostras com pinças. enquanto que sob o efeito de cargas opostas [+ e -]. se for preciso. seja por variação contínua da leitura para mais ou para menos ou simplesmente se a leitura estiver errada« ATENÇÃO: Você estará observando influências físicas indesejáveis sobre a operação. y Usar frascos de pesagem com gargalo estreito. Tare a balança. se tiver sido mudada de local. Se não for possível. y Não tocar a câmara de pesagem com as mãos. Usar somente frascos de pesagem limpos e secos. y Usar tampas ou rolhas nos frascos de pesagem.com 73 .y Remover o frasco de pesagem do prato de pesagem tão logo termine a operação de pesagem. Motivo: A existência de uma diferença de temperatura entre a amostra e o ambiente da câmara de pesagem provoca correntes de ar.

devem sempre ser corrigidas com relação ao empuxo. antes da pesagem . se existir.) pode estar ocorrendo atração mútua com o prato da balança. Quando materiais muito densos (ex. segundo o qual "um corpo experimenta uma perda de peso igual ao peso da massa do meio por este deslocado". separar a amostra do prato usando um suporte não-magnético (ex. níquel. em favor da precisão.: Hg) ou pouco densos (ex. correções devem ser feitas. a força atuando sobre uma massa é maior nos pólos que no equador.: ferro. que se contrapõe à força gravitacional. Medidas corretivas: y Pesagens diferenciais ou comparativas ou de precisão. Desta forma. Motivo: Se o material for magnético (ex. aço. efetuadas em diferentes latitudes ou altitudes (ex. 74 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Quanto mais alto. y Como as forças magnéticas diminuem com a distância. em relação ao centro da Terra). mh = (rt}2 x mc (rt + h)2 ms = massa medida ao nível do solo rt = raio da Terra (~ 6. etc. a pressão e a umidade atmosféricas. Os trabalhos comuns de laboratório geralmente dispensam estas medidas. Motivo: Este fenômeno é explicado pelo princípio de Arquimedes. criando forças que levam a uma medida errônea. em relação ao nível do solo Empuxo Efeito Observado: O resultado de uma pesagem feita em ar não é o mesmo que no vácuo. que decresce com o quadrado da distância. As pesagens dependem também da altitude em relação ao nível do mar (mais exatamente. y Usar o gancho superior do prato da balança. Gravitação Efeito Observado: As pesagens variam de acordo com a latitude.: água) são pesados.Anotações e Observações: Medidas corretivas: y Aumentar a umidade atmosférica com o uso de um umidificador ou por ajustes apropriados no sistema de ar condicionado (umidade relativa ideal: 45-60%). Quanto mais próximo do equador maior a força centrífuga devido à rotação da Terra. menor a atração gravitacional.: no térreo e em outros andares de mesmo prédio) devem ser corrigidas. efetuadas em dias diferentes.com . levando-se em conta a temperatura. Medidas corretivas: y Se possível. Magnetismo Efeito Observado: Baixa reprodutibilidade.: um béquer invertido ou um suporte de alumínio). colocando o frasco de pesagem em um recipiente de metal.370 km) h = altura do local onde se fez a medida (m) mc = massa medida a uma altura (h). y Descarregar as forças eletrostáticas. Medidas corretivas: y Pesagens diferenciais ou comparativas ou de muita precisão. O resultado da pesagem de uma amostra metálica depende da sua posição sobre o prato da balança. y Conectar a balança a um "terra" eficiente. desmagnetize as amostras ferromagnéticas.

Anotações e Observações: Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com 75 .

com .Anotações e Observações: 76 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

O íon SCN. Quando esse precipitado misto foi tratado com água quente para dissolver todo o cloreto de chumbo.1799g de uma amostra de um composto orgânico foi queimada em fluxo de O2 e o CO2 produzido foi coletado numa solução de hidróxido de bário. Calcule o percentual de cloreto e iodeto na amostra. 0. Após a adição de um excesso de reagente.com 77 . a)Qual a carga na superfície da partícula coloidal? b)Qual a fonte dessa carga? c)Quais os íons que fazem a camada de íons contrários? 06)O que é precipitação em solução homogênea? Qual a sua vantagem? 07)0.3181g.2067g de cloreto de prata permaneceram na forma sólida. 09)0.6407g de uma amostra contendo cloreto e iodeto forneceram um precipitado com prata de 0. Os produtos (CO2.453 05)Uma solução aquosa contém NaNO3 e KSCN.3 08)0.é precipitado como AgSCN pela adição de AgNO3. Calcule o percentual de carbono na amostra se 0. Este precipitado foi então fortemente aquecido em um fluxo com Cl para 2 converter o AgI em AgCl.870 Pb-207. Calcule a percentagem de Lindano e DDT na amostra. o precipitado pesou 0. H2O e HCl) foram passados através de uma solução de NaHCO3.2000g e contendo somente Ag e Pb foi dissolvida em ácido nítrico. Peso atômico do Ba ± 137. Após acidificação. b)O peso de cloreto de chumbo que não precipitou por adição de ácido clorídrico a frio. O tratamento da solução resultante com ácido clorídrico a frio forneceu um precipitado de AgCl e PbCl2 pesando 0. a Anotações e Observações: Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.4430g.5613g de BaCO3 foi formado.2466g.19 Cl-35. o cloreto em solução produziu 0.7161g de AgCl. Após completo esse tratamento.Química Analítica 1 Lista de Exercícios 01) Explique a diferença entre precisão e exatidão 02) Cite três formas de verificar a presença de erros sistemáticos de método 03) O que são erros indeterminados? 04)Uma amostra de liga pesando 0. Calcule: a)O percentual de prata na amostra.2795g de uma amostra de inseticida contendo apenas Lindano (CH6Cl6) e DDT 6 (C14 H9Cl5) foi queimada numa corrente de oxigênio em um tubo de quartzo. Pesos atômicos: Ag-107.

Anotações e Observações: 78 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com .

3) Uma solução de Ba(OH)2 foi padronizada contra 0.01101M.) + 2I-(aq) O excesso de Na2 S2 O3 foi retrotitulado com 2.42 ml de base.(aq.00947M.4793 g do padrão primário Na2CO3 . O ponto final foi observado após a adição de 44.19 Kg/L.(aq.) p S4O6 -.12).3 l de gás sobre pentóxido de iodo aquecido a 150o C. Em um experimento separado 25 ml de NaOH neutralizaram 27.25 ml de Na2 S2O3 0. de CO (PM=28.1016 g do padrão primário ácido benzóico.com 79 . Calcule a molaridade da base. II) I2 (aq.01) por litro de solução. A reação é: I) I2O5 (s) + 5CO (g) p 5CO2 (g) + I2 (g) O iodo destilado nesta temperatura foi coletado em um absorvente contendo 8. Calcule a molaridade do HClO4 e do NaOH.16 ml de I2 0. 4) Calcule a concentração molar de uma solução a 25%pp de H2 SO4 com d= 1.Química Analítica 2 Lista de Exercícios 1) A concentração de CO numa amostra gasosa foi obtida passando-se 20. em mg.0 ml de uma solução de HClO4 foram adicionados a uma solução contendo 0. A solução foi levada à ebulição para remover o CO2 e o excesso de HClO4 foi retrotitulado com 8. a Anotações e Observações: Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. C6H5 COOH (PM=122.) + 2S2O3-.70 ml de NaOH. 2) Exatos 40.43 ml de HCO4. Calcule o peso.

Anotações e Observações: 80 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com .

00x10-2 M KI (c -)2.120M de HNO2 que é também 0.05 0.1M.01M com 50.6x1013 +2 Calcule a concentração de Hg em cada uma das seguintes soluções (usando concentrações molares): a-)0.e CrO4 = adiciona-se gota a gota uma solução de AgNO3 .00 l de água b-)misturando-se 50.06M.57x10-9 02)Calcule a concentração do íon hidrônio numa solução de hipoclorito de sódio 0.10M.83 0.0ml de Hg(NO3)2 0.1x10-4 m f(H 3O ) f(NO 2 ) 0. E ainda responda. Explique sua resposta.010M.76 04)Calcule o peso em gramas de PbI2 que se dissolve em 100ml de (a-)água (b-)2. A concentração de íons cromato em solução é 0. Kps(Ba(IO3 )2)=1.com 81 .01 0.0ml de NaCl 0. -12 -10 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.: Hg+2 + Cl.00x10-2 M Pb(NO3)2 Kps(PbI2)=7.10 0.56x10-10 KPs(Ag2 CrO4)=4.1x10 e do AgCl é 1.99 05)A uma solução contendo Cl.899 0. calcule a concentração do íon hidrônio numa solução 0.05x10-12 06)O Kps do Ag2 CO3 é 8.Química Analítica 3 Lista de Exercícios a Anotações e Observações: 01)Calcule a solubilidade do Ba(IO3)2 numa solução resultante da mistura de 200ml de Ba(NO3)2 0.1x10-9 PM(PbI2) = 460.010M moles de HgCl2 em 1.80 0. Calcular a concentração mínima de Clna solução que começará a precipitar o Ag2CrO4. Ka=5.00x10 03)Usando atividades.01M com 100ml de NaIO3 0. -8 K(HClO)=3.914 0.= HgCl2 Kf=1. Por que é errado concluir que o Ag2CO3 é menos solúvel que o AgCl porque seu Kps é menor ? 07)Hg+2 forma um complexo solúvel com Cl. Kps(AgCl)=1.56x10 .86 0. se a aproximação de usar concentrações molares pode trazer e rros consideráveis aos resultados dos casos (a) e (b).050M em NaCl.04M e NaNO3 0.

com .Anotações e Observações: 82 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

0x1O-9 Ag+ + S2O3= = AgS2 O3K1 =6.204M.180g de Mg(OH)2 a 45 ml de (a)HCl 0. Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Dados: Ag2 S(s) = 2Ag+ + S= = S + H2O = HS + OHHS + H2O = H2S + OH + 2H2O = H3O + OH -8 -15 Ka1(H2S)=5. Dados: AgI(s) = Ag + + IKps=8.7x10 Ka2(H2S)=1.0x10-50 5-)Calcular a solubilidade molar do Ag2CO3 numa solução cuja concentração de H3 O+ é igual a 1x10-6 M.3x10-17 AgI(s) = AgI(aq) Kd=6.1x10-12 Ka1(H2 CO3)=4.45x10-7 Ka2(H2CO3)=4.0204M (b)HCl 0.01M e KI 0.2x10 a Anotações e Observações: Kps=6. Kps(Mg(OH) 2)=1. Kps(Fe(OH3))=4x10-48 .7x10-11 .com 83 .Química Analítica 4 Lista de Exercícios 1-)Calcular a solubilidade do Fe(OH)3 em água.+ S2O3= Ag(S2 O3)23.01M. 4-)Calcular a solubilidade do Ag2 S em água pura.7x10-11 . 2-)Calcular a solubilidade do AgI numa solução contendo tiossulfato de sódio (Na2 S2O3) 0.4x104 AgS2O3.6x108 = Ag(S2O3)23K2 =4.+ S2O3 = = Ag(S2O3)35K3 =4. Kps(Ag2CO3 )=8.9 3-)Calcule a concentração de equilíbrio de cada íon numa solução resultante da adição de 0.

com .Anotações e Observações: 84 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

após a adição de 30. no ponto de equivalência e após a adição de 51.0 ml em balão volumétrico. a Anotações e Observações: Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.0 ml de NH4 SCN.1x10-12 . Qual a composição n percentual da amostra original? 2-)Descreva o método de Mohr e Volhard.1117M foram adicionados e gastou-se 4. escrevendo as equações químicas para as reações principais e dos indicadores.00 ml da solução da amostra foi titulada pelo método de Volhard.com 85 . 35.0 ml de NH4 SCN. 3-)Como funcionam os indicadores de adsorção? 4-)Por que a determinação de íons cloreto pelo método de Volhard requer mais etapas que a determinação de brometos pelo mesmo método? 5-)No método de Mohr indique 2 formas de eliminar o erro de titulação causado pelo consumo de prata pelo indicador.) iniciais.0500M com NH4SCN 0.497M para atingir o ponto final da titulação usando fenolftaleína como indicador. 6-)Na titulação de 25. NaOH e água. Uma amostra de 6.00 ml de AgNO 3 0.63 ml de KSCN na titulação de retorno. Uma alíquota de 25. Kps(AgSCN)=1.00 ml da solução consumiu 22.Química Analítica 5 Lista de Exercícios 1-)Uma amostra sólida contém apenas NaCl. calcule as concentrações do cátion e do ânion (Ag+ e SCN. Quando uma outra alíquota de 25. A quantidade de água na amostra foi determi ada por diferença.0250M.700g desse sólido foi dissolvida em água destilada e diluída para 250.22 ml de HCl 0.00 ml de AgNO3 0.

com .Anotações e Observações: 86 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

160 M.00 e (d)26.2M. Ka(ácido fórmico)=1.050 M foi titulada com HCl 0.050 M NH 3 + 0.00 M para produzir um tampão de pH=3.100 M.77x10-4 3-)Calcule a variação de pH que ocorre em cada uma das soluções abaixo como resultado de uma diluição 1:10 em H2O (a)0.00 ml do ácido.00 ml de ácido fórmico 0.050M NH4Cl. (c)misturado com 25.050 M NH 3 (Kb=1. (b)misturado com 25.050 M NaOH (b)0. 5-)Qual o peso de formiato de sódio que deve ser adicionado a 400 ml de ácido fórmico 1.00 (c)25.00 (b)10.00 ml de uma solução de formiato de sódio 0.00 ml de NaCN 0. Ka(HCN)=2.76x10-5) (c)0.0 ml com água destilada.00 mmol de um ácido forte é adicionado a 100.com 87 .0 ml das soluções do problema anterior. A reação é CN a Anotações e Observações: + H3O + = HCN + H 2O Calcule o pH após a adição de (a)0.50 ? Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.Química Analítica 6 Lista de Exercícios 1-)Uma alíquota de 50.1x10-9 2-)Calcule o pH de uma solução que resulta quando 20.200M é (a)diluído para 45. 4-)Calcule a variação de pH que ocorre quando 1.00 ml de NaOH 0.

Anotações e Observações: 88 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com .

9 K2=39. 20.3 K5=1.00. Dados:K(SrY )=4.0x1016 e E4(pH=9.00 e 25.10 ml de EDTA para a titulação de 50. 10.040 M com EDTA 0.0 com NH3/NH4.25 Constante de formação para o CoY2-= 2.010 M com EDTA 0. 25. tamponada a pH 11.020 M.00.00 ml de Co 0.3x108 E4 (pH=11.Química Analítica 7 Lista de Exercícios 01-)Calcule o pSr após a adição de 0.com 89 .00 ml de EDTA para a titulação de 25.052 03-)Como funcionam os indicadores metalocrômicos? 04-)Descreva 3 métodos para realizar titulações com o EDTA. Assuma que a concentração de NH3 é constante e igual a 0. Dados: Constantes de formação dos complexos do cobalto com a amônia: K1 =125.00 ml de Sr 0.0.0)=0.00.0)=0.85 02-)Calcule o pCo após a adição de 0.6 K6=0.00. 10.8 K3=10 K4 =6.00 e 30.040 M. a Anotações e Observações: Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.050 M numa solução mantida a pH=9.

Anotações e Observações: 90 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com .

10)A decomposição de uma solução de tiossulfato pode fazer com que sua concentração aumente ou diminua. 07)Por que a espécie predominante em soluções de iodo é o íon triiodeto? 08)Escreva sobre a estabilidade das soluções de iodo.100 M com Sn+4 0.+ 3H2O Dados: MnO4.com 91 .050 M.154V +3 +2 0 V + e = V E =-0.00 e 50.+ 8H+ + 5e = Mn+2 + 4H2O E 0 =1. 05)Cite os cuidados que se deve ter na preparação de uma solução padrão de KMnO4.1 M. Dados: Sn+4 + 2e = Sn+2 E0 =0.+ 5HNO2 + H+ = 2Mn+2 + 5NO3 . 06)Cite uma maneira de realizar a padronização do KMnO4 com oxalato de sódio de forma a minimizar erros. calcule os potenciais após a adição de 10.10 ml do reagente.51V = HNO2 + H2O E 0 =0.00ml de V+2 0.00. a Anotações e Observações: Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.256V 03)Para que servem os agentes auxiliares de óxido-redução? Dê exemplos e indique como eles são utilizados de forma a não consumir solução padrão numa posterior titulação. Explique.94V NO3. 09)Escreva sobre as reduções com iodeto. 04)Fale sobre as vantagens e desvantagens do KMnO4 sobre o Ce+4 como agente oxidante. Quando necessário assuma que a concentração de H+ é igual a 0.+ 3H+ + 2e 02)Para a titulação de 50. 50. 11)Descreva a padronização da solução de tiossulfato com KIO3 .Química Analítica 8 Lista de Exercícios 01)Calcule o potencial eletródico do sistema no ponto de equivalência para a seguinte reação. 2MnO4.

com .Anotações e Observações: 92 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

com 93 .Anotações e Observações: Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

Anotações e Observações: 94 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com .

A água presente na solução é ocluída e adsorvida pelo precipitado sulfato de bário. coprecipitam sob a forma de seus sais elevando consideravelmente os resultados.Prática ± Análise Gravimétrica Determinação do Teor de Sulfato em Gesso Introdução O método baseia-se na precipitação do sulfato de bário insolúvel. enquanto que o nitrato deverá ser eliminado previamente. É um mineral pouco solúvel em água dissolvendo -se totalmente em HCl. Quando aquecido a aproximadamente 230 o C perder a água de cristalização transformando-se em gesso (CaSO4. Retirar da estufa e umedecer o resíduo com 20 ml de HCl 1+5. Procedimento Experimental 1. 6. Passar várias vezes o bastão de vidro com ponta de borracha nas paredes e no fundo do béquer para transferir quantitativamente todo o precipitado. porém ela é menor em presença de um excesso de íons de bário. porém durante a calcinação ela é eliminada. BaSO4 + 4C p BaS + 4CO A redução poderá ser evitada fazendo-se uma carbonização do papel lentamente e a temperaturas baixas em corrente de ar. depositado em 4 decorrência da evaporação de águas de grande salinidade no passado geológico. Contém cerca de 32. 7. lítio. Pesar cerca de 0. Aquecer a 105 s 5o C durante duas horas. Anotações e Observações: Gesso A Gispita é um sulfato de cálcio hidratado natural (CaSO . Aquecer para dissolver os sais formados e filtrar em papel de filtração lenta.9% de H2O. recolhendo o filtrado em balão volumétrico de 250 ml. O erro ocasionado pe cloreto.5 da amostra seca1 em cápsula de porcelana. Lavar até eliminar cloretos (coletar um pouco de água de lavagem em um 5. cálcio.2% de CaO e 58. para evitar que o precipitado formado ultrapasse o papel de filtro.8% de SO3.p BaSO4 o O precipitado é filtrado. Deixar o conteúdo do balão esfriar e completar o volume com água destilada. O sulfato de bário quando puro não se decompõe ao ser aquecido ao ar seco até cerca de 1400o C. Cloretos e nitratos. Em presença de certos cátions como sódio.0% de SO3 e 20. Estes interferentes deverão ser previamente removidos. 46. entretanto é facilmente reduzido a sulfeto pelo carbono do papel de filtro em temperaturas superiores a 600o C.3 . O sulfato de bário é um precipitado sujeito a impurezas em virtude do efe de ito coprecipitação.2H2O). juntar 50 ml de HCl 1+5 e levar à secura em banho Maria. Deixar em repouso por uma noite Filtrar por papel de filtração lenta. para desidratar a sílica. Desprezar o resíduo. Dependendo da natureza dos sais coprecipitados o resultado poderá ser mais elevado ou mais baixo. tendo o cuidado de não colocar grande quantidade de água no funil. 4.1/2H2O) Pode ocorrer ainda na natureza o sulfato de cálcio anidro (CaSO4) conhecido como anidrita contendo cerca de 41. 3. transferir para um béquer de 400 ml e adicionar água destilada até 200 ml.0. Ba+2 + SO42.4 mg/100ml na temperatura ambiente. 9. potássio. A solubilidade do sulfato de bário em água é muito baixa cerca de 0. Tomar uma alíquota de 100 ml. além disso o precipitado de sulfato assim obtido é formado por cristais grandes e facilmente filtráveis. poderá lo ser evitado adicionando-se lentamente e com agitação constante a solução de cloreto de bário. 2. lavado com água quente.5% de CaO. se presentes. pela adição lenta de uma solução diluída de cloreto de bário a uma solução quente e acidulada com HCl. que contenha o sulfato. Lavar o béquer e o papel de filtro várias vezes com água quente. Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. alumínio. Os ácidos minerais aumentam essa solubilidade por causa da formação do íon HSO4 -. calcinado a cerca de 850 C e pesado.com 95 . carbonatos e fosfatos que são insolúveis em soluções neutras. Aquecer até ebulição e lentamente adicionar 10 ml de BaCl2 (10%) agitando continuamente. A precipitação deve ser efetuada na temperatura de ebulição para diminuir a supersaturação. ocorre a coprecipitação de seus sulfatos levando a erros sistemáticos negativos nos resultados. 8. cromo e ferro III. A presença de uma pequena quantidade de HCl na solução evita a formação de sais de bário de ânions como cromatos. Lavar a cápsula e o papel de filtro várias vezes com água quente.

KOLTHOFF. Calcular o teor de sulfato presente na amostra como SO3. os cloretos foram eliminados). R.tubo de ensaio e adicionar algumas gotas de solução de AgNO . 4a edição.C. 391.-Tratado de Química Analítica Quantitativa. Esfriar em dessecador e pesar. MENDHAM. I. 3. Se não houver 3 turvação. G. JEFFREY. Norma ABNT MB ±3471 ± Gesso para Construção ± Determinação da água livre e de cristalização e teores de óxido de cálcio e anidrido sulfúrico ± Método de Ensaio.. Análise Inorgânica Quantitativa.M.H. carbonizar lentamente o papel e calcinar em mufla a cerca de 900o C. E. Bibliografia 1.com . DENNEY. VOGEL ± BASSET. 1991 2.. J.B. pág. pág. 371. Transferir o papel de filtro com o precipitado para cadinho de porcelana previamente tarado.. SANDELL. J. 4a edição. [1]A amostra deve ser previamente seca em estufa a 230 s100C até peso constante Anotações e Observações: 96 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. 10.. 11.

Prática ± Volumetria Titulações de Precipitação 1.Método de Mohr . adiciona -se um pouco de solução de cromato de potássio (K2CrO4) para servir como indicador. usando-se o sulfato férrico amoniacal como indicador. Usando-se uma mistura de cromato e dicromato de potássio em proporções tais que formem uma solução neutra. Como o precipitado de cloreto de prata estará contaminado por íons prata adsorvidos. 2. Armazenar em recipiente de polietileno Anotações e Observações: Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Para determinação do teor de cloreto em solução pode-se usar ou o método de Mohr ou o método de Volhard.1. por exemplo.2 por causa do efeito dos sais de amônio sobre a solubilidade dos sais de prata.Introdução O processo de precipitação mais importante na análise titrimétrica utiliza o nitrato de prata (AgNO3) como reagente (processo argentométrico). No primeiro caso ocorre a formação de um precipitado colorido pouco solúvel e no segundo caso a formação de um composto colorido solúvel.é um ácido fraco. Na titulação de uma solução neutra de Cl. A filtração posterior deve ser feita a frio.8500g de NaCl (previamente seco a 140 1 oC durante 1 horas) em água s destilada e diluir para 1000 ml em balão volumétrico.1. o excesso de tiocianato produz uma coloração marrom-avermelhada devido à formação do íon complexo. medida do volume de nitrato de prata necessário para dar uma coloração perceptível quando adicionado à água destilada que contenha a mesma quantidade de indicador que foi utilizada na titulação. A titulação deve ser efetuada na temperatura ambiente porque o cromato de prata torna-se solúvel com o aumento da temperatura. MÉTODO DE VOLHARD O íon Ag+ pode ser determinado em meio ácido por titulação com tiocianato de potássio (KSCN) ou de amônio (NH4 SCN). Adiciona-se um excesso de solução padronizada de nitrato de prata e por titulação de retorno com solução padronizada de tiocianato determina -se o valor deste excesso. o indicador misto produz um efeito tampão ajustando o pH em 7.5 a 9.com 97 .. Deve ser usada uma solução diluída de cromato de potássio para evitar que a solução que está sendo titulada adquira uma coloração alaranjada muito escura. ele precipita primeiro que o cromato de prata. deve-se ferver a suspensão por alguns minutos para coagular o precipitado e remover a maior parte dos íons Ag+ adsorvidos. isto é.= Cr2O7-.Preparação das soluções 1. o que dificulta a visualização do aparecimento do cromato de prata no ponto final da titulação.Determinação de Cloreto em Água 2.SOLUÇÃO DE NaCl 0. a concentração de íon cromato é reduzida e o produto de solubilidade do cromato de prata não é alcançado.Procedimento Experimental 2. Em solução fortemente alcalina pode ocorrer a precipitação do hidróxido de prata. Para evitar que esta reação ocorra.1. com uma solução de nitrato de prata.+ H2O Como o HCrO4-. Este volume é então subtraído do volume de nitrato de prata utilizado na titulação da amostra. Para calcular o cloreto devem ser levados em consideração os seguintes equilíbrios durante a titulação do excesso de íons prata: Ag+ + Cl= AgCl Ag+ + SCN= AgSCN Essa reação ocorrerá antes que haja a reação com íons Fe+3 presentes na solução e haverá então um erro na titulação. A adição do tiocianato de prata do tiocianato produz inicialmente um precipitado pouco solúvel de tiocianato de prata: Ag+ + SCN p AgSCN Quando esta reação se completa.0 s 0. Em solução ácida ocorre a formação de bicromato de potássio segundo a reação: 2CrO4-.1N Dissolver 5. uma solução fortemente alcalina pode ser acidificada com ácido acético e depois neutralizada com carbonato de sódio. Como o cloreto de prata (AgCl) é o composto menos solúvel e sua concentração inicial é elevada. evita-se o perigo de variação do pH. MÉTODO DE MOHR Pode ser utilizado para a determinação de cloretos e brometos. Fe+3 p (FeSCN)+2 Este método pode ser aplicado à determinação de cloretos. Para evitar o erro de titulação deve ser feito um ensaio em branco. pode -se filtrar o cloreto de prata antes da titulação em excesso.0). brometos e iodetos em soluções ácidas.+ 2H+ = 2HCrO4.1. No ponto final da titulação os íons cromatos combinam-se com os íons prata para formar o cromato de prata vermelho e pouco solúvel. Na presença de sais de amônio o pH não deve passar de 7. A titulação deve ocorrer em solução neutra ou levemente alcalina (pH de 6. Para neutralizar uma solução ácida pode ser adicionado um excesso de carbonato de cálcio.

2.0 g de AgNO3 e dissolver em água destilada completando o volume para 1000 ml.0 ml de solução de K2CrO4 a 5%.marrom persistente.Com uma pipeta volumétrica medir exatamente 10.2.00 g de K2CrO4 e transferir para um balão volumétrico de 100 ml. 3.00 ml da solução de NaCl 0. 3.com .SOLUÇÃO DE AgNO3 0.1N para um erlenmeyer de 250 ml.1.SOLUÇÃO INDICADORA DE K 2CrO4 A 5% Pesar 5. 98 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.Anotações e Observações: 2.Titular com uma solução de AgNO3 .Padronização da solução de AgNO3 com solução de NaCl 1.1N Pesar 17. 2. sob agitação constante até aparecimento da coloração vermelho.Diluir para 100 ml com água destilada e adicionar 1.

1.Titular com solução de AgNO3 até que a coloração do ensaio em branco seja igual a da solução titulada.2. Ferver a suspensão por alguns minutos.0 ml do indicador (K2CrO4 a 5%). Completar o volume com água destilada. Cálculo do fator: f =VNaCl / (VAgNO3 .0 g de FeNH4 (SO4)2 . Agitar vigorosamente durante 2 minutos e caso a coloração desapareça continuar a titulação.Teor de HCl no Ácido Clorídrico Concentrado 2. Calcular o teor de HCl na amostra em percentagem p/p (d=1. Adicionar 1. Usar balão volumétrico.1N para um erlenmeyer de 250 ml Adicionar 20 ml de HNO3 (1:10) e 2 ml de sulfato férrico amoniacal.12 H2 O em 25 ml de água destilada e juntar HNO3 6N até desaparecer a cor marrom.Determinação de Cloreto na amostra 123456Com uma pipeta volumétrica medir exatamente 100. 2.00 ml da amostra (água da torneira) para um erlenmeyer de 500 ml.Prova em branco Uma prova em branco deve ser feita a fim de determinar o volume de AgNO 3 requerido para formar o precipitado de Ag2CrO4.Transferir para um erlenmeyer de 250 ml 100 ml de água destilada 2. 3.Vbranco) Onde: VNaCl p volume adicionado de NaCl (no caso.1.1N.Determinação de Cloreto na amostra 1234567Tomar 10 ml de ácido clorídrico concentrado usando uma bureta e transferir para o balão volumétrico de 1000 ml.2. 2. Adicionar 1 ml de sulfato férrico amoniacal e titular com tiocianato de amônio 0. Titular vagarosamente com o tiocianato até a coloração ligeiramente marrom. Titular com solução padrão de AgNO3 até que a coloração vermelho-marrom.Adicionar 1.SOLUÇÃO DE TIOCIANATO DE AMÔNIO 0.2.Padronização da solução de tiocianato com AgNO3 123Pipetar 25 ml da solução padronizada de AgNO3 0.2. Prova em branco: Fazer o mesmo procedimento citado anteriormente. 3.Método de Volhard .com 99 . Calcular o teor de cloreto em mg/L Anotações e Observações: 2.1. 10 ml) VAgNO3 p volume gasto de AgNO3 na titulação Vbranco p volume gasto no branco 2.SOLUÇÃO DE ÁCIDO NÍTRICO 6N Adicionar 375 ml de HNO3 concentrado a 500 ml de água destilada e completar o volume para 1000 ml com água destilada. Cálculo do fator: f= VAgNO3 / VNH4SCN Onde: VAgNO3 p Volume adicionado de AgNO3 (no caso 25 ml) VNH4SCN p Volume gasto de NH4SCN. 3 recebendo o filtrado e as águas de lavagens no mesmo recipiente.2.1N.3.3.1. homogeneizar e pipetar 25 ml desta solução para um erlenmeyer de 250 ml. esfriar um pouco e filtrar por papel de filtração lenta Lavar várias vezes o erlenmeyer e o papel de filtro com solução de HNO (1:100). 2.Preparação das soluções 1.0 g de NH4 SCN em água destilada e completar o volume para 1000 ml.1N Dissolver 8.2. Adicionar 5 ml de ácido nítrico 6N e 35 ml de nitrato de prata 0. 1.2.SOLUÇÃO DE SULFATO FÉRRICO AMONIACAL Dissolver 9.50 g de carbonato de cálcio.0 ml do indicador e aproximadamente 0.19) Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

1N até que a coloração da solução mude de amarelo para alaranjado. bicarbonatos e hidróxidos. Tomar uma alíquota de 100 ml. é feita uma titulação com um ácido padrão usando -se dois indicadores sucessivamente. Anotar o volume gasto (VT) de HCl. elas podem contribuir para os valores medidos da alcalinidade.Preparação de Soluções a . 3. A mudança de coloração de rosa para incolor ocorre em um pH=8. Em muitas águas superficiais a alcalinidade é função dos carbonatos.+ H3O+ p H2CO3 + H2O Há cinco condições de alcalinidade possíveis de ocorrer em uma amostra de água: devida apenas aos hidróxidos.Solução de Fenolftaleína 1% 100 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Anotar o volume gasto (VP) de HCl.1 N VL = volume tomado da amostra OBS: Quando adicionar o indicador fenolftaleína e a solução não tornar-se rosa p VP=0 e P=0. Existem três espécies de alcalinidade: de hidróxidos (OH). devida aos hidróxidos e carbonatos. O valor medido pode variar significativamente com o pH do ponto final. 2. Os carbonatos podem estar presentes juntamente com os hidróxidos ou com os bicarbonatos. devida só aos bicarbonatos Chamando de P a alcalinidade parcial e de T a alcalinidade total e levando em -se consideração o que foi dito acima podemos compor a seguinte tabela comparativa (em mg/L de CaCO3): Anotações e Observações: Os valores de alcalinidade são sempre expressas em termos de mg / l CaCO3. de carbonatos (CO ) e 3 de bicarbonatos (HCO3 ). Os valores da alcalinidade são usados na interpretação e controle dos processos de tratamento de água e efluentes. fosfatos.1 N até que a solução mude a coloração de rosa para incolor.Prática Volumetria de Neutralização . As seguinte reações mostram o que ocorre quando cada um dos três tipos de compostos são titulados com ácido: a) Hidróxidos: OH. É a soma de todas as bases tituláveis.Introdução Alcalinidade da água é a sua capacidade neutralizante ácida. devida aos carbonatos e bicarbonatos. 2.4. Para identificar e quantificar as diferentes espécies de alcalinidades presentes numa amostra.3 e de amarelo para vermelho do metilorange em um pH=4.1 N f = fator de correção do HCl 0. Se os boratos.+ H3O+ p 2H2O 2+ b) Carbonatos: CO3 + H3 O p HCO3 + H2O + HCO3 + H3O p H2CO3 + H2O c) Bicarbonatos HCO3.1 N gasto na titulação com fenolftaleína VT = volume total de HCl gasto na titulação com fenolftaleína + metilorange N = normalidade do HCl 0. Alcalinidade parcial (P) = VP v N v f v 50000 VL (em mg / l CaCO 3) Alcalinidade total (T) = Onde VT v N v f v 50000 VL (em mg / l CaCO3) VP = volume de HCl 0. silicatos e outras bases estiverem presentes.devida só aos carbonatos. da amostra e transferi-la para erlenmeyer de 250 mL. porém os hidróxidos e bicarbonatos não podem estar presentes ao mesmo tempo numa mesma amostra.com . Adicionar então 2 gotas de metilorange e continuar a titulação com HCl 0. Os indicadores utilizados são a fenolftaleína que produz uma coloração rósea apenas na presença de hidróxidos ou carbonatos e o metilorange que é amarelo em presença de qualquer uma das três espécies de alcalinidade e torna -se vermelho em presença de ácidos. 3.Alcalinidade da Água 1.Procedimento Experimental 1. 4. Adicionar 2 gotas do indicador de fenolftaleína e titular com HCl 0. por isso ela pode ser tomada como uma indicação da concentração destes constituintes.

Standard Methods for the Examination of Water and Wastewater ± 18a ed. f ! V 1 V 2 Anotações e Observações: f = fator da solução de HCl 0.5 g de metilorange em 50 mL de água destilada quent .1 N. completar para 1000 mL e deixar em repouso por 24 horas. transferir para erlenmeyer de 250 mL.APHA.A.1N Em 500 mL de água destilada adicionar 8.1 N Secar em estufa à 250 s 4oC durante 24 horas.com 101 .Solução de Vermelho de Metila 0. b.1N V1 = volume de Na2CO3 usado V2 = volume de HCl gasto na titulação.Solução de Ácido Clorídrico 0.1 g de vermelho de metila em 100 mL de etanol P.1% Dissolver 0.5 mL de HCl P. Pesar cerca de 5. .A. Aquecer enquanto a coloração avermelhada persistir esfriar e continuar a titulação com HCl 0.1 N. Padronização do HCl Tomar 25 mL de solução de Na2 CO3 0.Bibliografia American Public Health Association.1 N até que a coloração da solução mude de amarelo para levemente vermelha. esfriar e titular a solução até que a coloração avermelhada permaneça. dissolver em água destilada recém fervida (isenta de CO2) e completar o volume para 1000 mL. cerca de 8.Solução de Carbonato de Sódio 0. d.5% Dissolver 0.0 g de fenolftaleína em 100 mL de etanol P. c.Solução de Metilorange 0. Usar balão volumétrico. 4..3266 g do carbonato seco.Dissolver 1. e. esfriar e e completar para 100 mL com água destilada.A. Aquecer. Usar balão volumétrico. adicionar 2 gotas de vermelho de metila e titular com HCl 0. 1992 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.0 g de Na2CO3.

Mn+2 ± 10 mg/L. A titulação deve durar no máximo 5 minutos para minimizar a tendência do CaCO3 precipitar.0 0. Quando o EDTA é adicionado. a solução torna-se vermelho-vinho. A dureza temporária é causada principalmente pela presença de bicarbonatos enquanto que a dureza permanente é devida principalmente ao sulfato de cálcio. porém em quantidades insuficientes para ter significado na determinação da dureza. O íon Mg deve estar presente no meio para produzir um ponto final bem definido. Na prática corrente a dureza total é definida como a soma das concentrações do Ca e Mg ambos expressos como carbonato de cálcio (CaCO3) em mg/L. Sob as condições de teste as seguintes concentrações de íons não causam interferências significativas na dureza do cálcio: Cu+2. n+2 ± 5 mg/L.1 é satisfatório para uma boa visualização do ponto final.0 0. como um tampão. reage seletivamente com a Ca apenas. porque em valores de pH mais alto pode ocorrer a precipitação do CaCO3 ou do Mg(OH)2 e o indicador muda sua cor.2mg/L. u Se uma pequena quantidade de indicador como o Negro de Ericromo T é adicionada em uma solução aquosa contendo íons de Ca e Mg a um pH = 10. os íons Ca e Mg são complexados e após completa a reação a cor da solução passa para azul indicando o ponto final da titulação. Ortofosfato precipita o cálcio no pH de teste. O ácido etilenodiaminotetracético (EDTA) e seus sais de sódio formam complexos solúveis quando adicionados a uma sol ção de certos cátions metálicos. A matéria orgânica coloidal ou em suspensão também pode interferir no ponto final. Fe+3 ± 20 mg/L. Estrôncio e bário interferem positivamente e alcalinidade maior que 300mg/L pode causar um ponto final difícil de visualizar em águas duras. O pH especificado de 10.Titulação Complexométrica Anotações e Observações: Determinação da Dureza da Água 1. Os íons cálcio e magnésio estão presentes em águas naturais como bicarbonato. para isso adiciona-se uma pequena quantidade de u sal de EDTA-Mg complexometricamente neutro. O CDTA-Mg (sal de Mg do ácido 1. sulfatos e algumas vezes como cloretos e nitratos. o qual é precipitado em temperaturas altas. carbonatos. embora eles possam acarretar outros efeitos indesejáveis. Al+3 ± 5mg/L e Sn+4 ± 5 mg/L. Os sulfatos são freqüentemente os únicos compostos presentes na dureza de µ¶não carbonatos¶¶. Pb+2 ± 5 mg/L.Prática .1 . Alguns íons metálicos interferem causando um ponto final indistinto ou consumindo estequiometricamente o EDTA. cloretos e nitratos de Ca e Mg. A dureza da água pode ser temporária ou permanente. A quantidade de dureza em excesso é chamada de dureza de µ¶não carbonato¶¶. A dureza temporária é aquela removida por fervura e a permanente não é removida por fervura. Os compostos causadores de dureza permanente são sempre chamados de µ¶incrustantes¶¶. O resíduo deve ser redissolvido com HCl e depois a solução é neutralizada com NaOH O cálcio pode ser determinado diretamente com EDTA em pH suficientemente alto para que o Mg precipite na forma de hidróxido. Essa adição de Mg evita a necessidade de uma correção com um branco. Fe+2 ± 20 mg/L. O ferro e o alumínio freqüentemente estão presentes em águas. Pode-se avaliar a dureza total da água através de titulação com EDTA onde é feita a medida dos íons Ca e Mg. neste caso.2ciclohexanodiaminotetracético) é um complexante seletivo para metais pesados além de introduzir Mg no meio podendo ser usado para sub stituir inibidores tóxicos ou malcheirosos. A dureza de µ¶carbonatos¶¶ é devida a presença de carbonatos e bicarbonatos de Ca e Mg e a dureza de µ¶não carbonatos¶¶ incluem sulfatos. Quando a dureza é numericamente maior que a soma de alcalinidade de carbonato e bicarbonato.Introdução A dureza da água é causada principalmente pelos elementos Ca e Mg e algumas vezes pelo Fe e Al.com A A B .Química Analítica . Essa interferência pode ser reduzida pela adição de certos inibidores. a quantidade equivalente ao total da alcalinidade é chamada de dureza de µ¶carbonato¶¶. O indicador usado. Ela pode ser eliminada evaporando-se a amostra até secura e o calcinando-a a 550 C até completa oxidação da matéria orgânica. 102 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

01 v 1000 v f V2 Onde: V1 = Volume de EDTA 0. permitindo que a titulação seja finalizada em 5 minutos (contados a partir da adição do tampão). Normalmente 1 ml é suficiente para manter o pH em 10.01 M ** Selecione um volume da amostra que requer menos que 15 ml do titulante EDTA.01 M gasto na titulação V2 = Volume de amostra tomado f = Fator da solução de EDTA 0.243 x [dureza total (em mg de CaCO 3/L) ± dureza de cálcio (em mg CaCO3/L)] 3. Calcular a dureza pela expressão: Dureza Total (mg / L CaCO3) = ** Anotações e Observações: V1 v 100 v 0. Mantendo a agitação constante (usar agitador magnético) titular com EDTA 0.01M até a cor mudar de vermelho para azul-violeta anotando o volume gasto (V) 5.1 . 2.3 ± Teor de Magnésio 1. A ausência de um ponto final fácil de visualizar normalmente significa que um inibidor deve ser usado ou que o indicador está deteriorado.0 a 10. Adicionar um pouco do indicador (Negro de Eriocromo) 3. como mostra a seguinte fórmula de mg de magnésio/L = 0. titular imediatamente após a adição do álcali e indicador.2 ± Teor de Cálcio 1. Usar 50ml da amostra ou menor quantidade diluída para 50 ml de forma que o teor de cálcio seja em torno de 5 a 10 mg.08 v 0.2. 2.com 103 .Dureza total 1.01 M gasto na titulação V2 = Volume de amostra tomado f = Fator da solução de EDTA 0. 2. Diluir águas duras com alcalinidade maior que 300 mg/L ou neutralizar a alcalinidade com ácido. O teor de magnésio é obtido pela diferença entre a dureza total e a dureza de cálcio. Preparação da amostra ± Devido ao alto valor de pH empregado. deixar em ebulição por 1 min e resfriar antes da titulação.2 g do indicador (Murexida) 4. Agite 3. Mantendo a agitação constante (usar agitador magnético) titular com EDTA 0. Calcular a dureza pela expressão: Dureza de Cálcio (mg / L Ca) = Onde: V1 v 40. Diluir 25 ml da amostra para 50 ml com água destilada em um erlenmeyer e adicione 1 a 2 ml da solução tampão (NH4Cl +NH4OH).01 M 2. ambas expressas em mg/L de CaCO3.1.Soluções e Reagentes Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.01v f v 1000 V2 V1 = Volume de EDTA 0. Adicionar 0.Procedimento Experimental 2.1 a 0.01M até a cor mudar de vermelho-vinho para azul limpo (sem tintura de vermelho) anotando o volume gasto (V) 4. Adicionar 2 ml da solução de NaOH ou um volume suficiente para produzir um pH de 12 a 13.

Adicionar a esta solução 16.25g de de sal de magnésio de EDTA e diluir para 250 ml com água destilada (b)Se o sal de Mg de EDTA não estiver disponível: Dissolver 1.5 .Standard Methods for the Examination of Water and Wastewater.a. Indicador Murexida 0 Pesar 100g de NaCl previamente seco a 110 C e passar para almofariz de porcelana. Padronização Tomar 10 ml da solução padrão de CaCO3 0.6H2O) em 50 ml de água. 1992 104 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com . Indicador Negro de Eriocromo Pesar 100g de NaCl previamente seco a 1100C e passar para almofariz de porcelana.5 g de vermelho de metila em 100 ml de etanol P.a. Triturar e misturar bem e transferir para frasco ambar de boca larga. Anotar o volume de EDTA 0. e dissolver ml de água destilada. Despreze o tampão quando 1 a 2 ml adicionados à amostra não produzir um ph de 10s1 no ponto final da titulação Solução de Vermelho de Metila 0.2% Diluir 0. 18a ed. WPCF .2 a 0. AWWA. Adicionar 1.78 g de sulfato de Mg (MgSO .01 M gasto na titulação e calcular o fator f da solução usando a expressão: Anotações e Observações: f ! V1 V2 Onde: V1 = Volume de CaCO3 0. (purpurato de amônio) e tranferir para o almofariz.7H2 O) ou 0. colocar 5 gotas de vermelho de metila e gotejar NH4OH 3 N até que a coloração mude de vermelho para amarelo. 3-57.25 g de CaCO3 seco em estufa a 180 s 5 C. Solução de NaOH a 4% p/v (1N) Pesar 10g de NaOH p.Soluções e Reagentes Solução de HCl (1+1) Adicionar um volume determinado de HCl concentrado a um mesmo volume de água destilada.3-74. Esfriar.8 g de EDTA ou Tritiplex III (sal dissódico do ácido etilenodiaminotetraacético) em água destilada e completar o volume do balão para 1000.. diluir com 50 ml de água destilada e proceder como descrito no item 2.01 M o Pesar 0.Bibliografia APHA. Solução tampão de cloreto amônio e hidróxido de amônio (pH=10) (a)Dissolver 16.a.9 g de NH4 Cl em 143 ml de NH4 OH concentrado. Adicionar HCl (1+1) até completa dissolução do carbonato.0.A. Armazenar em recipinetes plásticos ou de vidro de borossilicato por um prazo máximo de 1 mês. juntar 50 ml de água destilada e levar à ebulição durante 5 minutos. Pesar 1g de Murexida p.01 M gasto na titulação Solução Padrão de CaCO 3 0.. e tranferir para o almofariz. Transferir para balão de 250 ml e completar o volume. pg. Homogeneizar e diluir para 250 ml com água destilada.01 M Dissolver 3. Pesar 1g de Negro de Eriocromo T p. 4.01 M utilizado V2 = Volume de EDTA 0. 2-36.179 g de sal dissódico de EDTA com 0. Washington.1. American Public Health Association.3.01 M. Triturar e misturar bem e transferir para frasco ambar de boca larga.9 g de NH4Cl e 143 ml de NH4 OH concentrado. USA. Solução Padrão de EDTA 0. Conservar em frasco de polietileno.644 g de cloreto de 4 magnésio (MgCl2 .

não acarretando variações nas concentrações da soluções quando protegidas contra a evaporação. desde que a concentração do ácido não seja maior que 1 ± 2M. Além disso o dicromato é estável. facilmente obtido com elevado teor de pureza existindo entretanto. O tiossulfato se decompõe a 100o C e 100 mL de água. por essa razão deve-se usar um indicador. o qual acelera a auto decomposição da solução de permanganato armazenada. mantida no banho-maria por 1 hora. Pode-se também.1 N Pesar exatamente 4.5 H2O é um cristal incolor. Portanto as soluções cujas concentrações devem ser exatas podem ser preparadas utilizando-se o sal puro e seco dissolvendo-se o mesmo volume de água adequado. O meio filtrante mais usado é a lã de vidro ou um cadinho filtrante de vidro sinterizado G-4. Para evitar que isso aconteça. a solução é aquecida até a ebulição.903 g de K2Cr2O7 . Por essa razão o tiossulfato não pode ser considerado um padrão primário. sendo que este último é o mais utilizado porque pode ser obtido puro e anidro. seco em estufa a 140 ± 180o C por 1 hora. filtrar através de lã de vidro e padronizar.+ 2 eAs soluções aquosas preparadas são muito estáveis. transferir para balão volumétrico de 1000 mL e completar o volume. na temperatura ambiente e em recipiente escuro para evitar a decomposição da solução pela ação da luz.Preparação da Solução de Tiossulfato de Sódio O tiossulfato de sódio Na2 S2 O3 . Aquecer a 70 ± 80o C e titular com KMnO4 até aparecimento de uma coloração rósea persistente por 30 segundos. O dicromato não é reduzido pelo ácido clorídrico frio. deixar a solução em repouso por uma semana antes de filtrá-la. dissolve 75 g a 0o C e 302 g o a 60 C do mesmo. Deixar em repouso por uma semana. Cr2O72. ao abrigo da luz. em erlenmeyer de 250 ml.Preparo de Soluções para Titulações de Oxidação e Redução 1. da velocidade de agitação e da velocidade de adição do KMnO4. A semi-reação de oxidação é 2 S2O3.= S4O62.1 N Dissolver 3. óxido de arsênio II ou oxalato de sódio. O dicromato só é utilizado em meio ácido. dissolver em água destilada. Sabendo -se que a reação envolvida na padronização é: + = +2 2MnO4 + 16H + 5CeO4 p10CO2 + 2Mn + 8H2O Calcula-se a normalidade da solução de permanganato 2. entretanto a água destilada comum contém usualmente um excesso de dióxido de carbono (CO2) que pode causar uma Anotações e Observações: Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. O dicromato de potássio sendo considerado padrão primário não é necessário padronizá-lo.Preparação da Solução de Permanganato de Potássio O permanganato de potássio (KMnO4) é difícil de ser obtido puro e completamente livre de dióxido de manganês. da temperatura.Preparação da Solução de Dicromato de Potássio O dicromato de potássio (K2Cr2 O4) pode ser obtido puro por dupla recristalização o em água e posterior secagem dos cristais formados a 150 ± 180 C. Padronização Pesar 0. uma variação quanto ao teor de água em virtude da natureza higroscópica do mesmo.2 g de KMnO4 em água destilada. sendo rapidamente reduzido a um sal verde de cromo III que dificulta a visualização do ponto final. As soluções de permanganato podem ser padronizadas usando -se como padrões primários.Química Analítica Prática . ferver. esfriada e filtrada para eliminar o dióxido de manganês.25g de oxalato de sódio.+ 14 H+ + 6 e. Na2 C2O4 (previamente seco a 105 ± 110o C em estufa por 2 horas).p Cr3+ + 7 H2O K2Cr2 O7 = K2O + Cr2O3 + 3 H2O Solução de Dicromato de Potássio 0. Dissolve-se o sal com 60 ml de água destilada. deixar esfriar. transferir para balão volumétrico de 1000 mL e completar o volume.com 105 . além disso a água destilada usu almente empregada contém geralmente traços de substâncias redutoras (Ex: matéria orgânica) que reagem lentamente com o permanganato formando MnO2 hidratado. Por esta reação é considerado um excelente padrão primário. O título da solução depende da acidez. 3. adiciona-se 15 mL de H2 SO4 (1:8). Solução de Permanganato de Potássio 0.

1 g/L) e tetraborato de sódio. Portanto deve-se ter alguns cuidados ao preparar a solução de tiossulfato. esfriar e completar o volume para 100 mL com água destilada. 5H2O usado na titulação.1 g de carbonato de sódio ou 3 gotas de clorofórmio. ou 10 mg de iodeto de mercúrio II / litro ou 0. Guardar em recipiente escuro.+ 14 H+ + 6 I. Tampar o erlenmeyer. adicionar 1 mL de solução de amido 1% e continuar a titulação até mudança de cor do indicador de azul para verde. A água a ser utilizada deve ser recém fervida Adicionar três gotas de clorofórmio. Solução de Tiossulfato de Sódio 0.1 N Pesar 25 g de Na2 S2 O3.= 2 Cr3+ + 3 I2 + 7 H2O 2 S2O32. aquecendo para dissolver se necessário. Não se deve adicionar hidróxidos alcalinos.+ I2 = S4O62. Esta solução deverá ser preparada no dia em que for ser utilizada. pode ocorrer uma decomposição por ação de bactérias. Quando a maior parte do iodo liberado reagir. carbonatos de sódio (>0. 2+ S2 O3 + H = HSO3 + S Além disso quando as soluções de tiossulfato são armazenadas por muito tempo. juntar 1 g de iodeto de potássio (KI) e 4 mL de HCl (1+1). Se a solução for guardada por algum tempo. Anotações e Observações: 106 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. agitar e deixar em repouso por 5 minutos em ambiente escuro.lenta decomposição do tiossulfato com formação do enxofre. 4. 2H2O em 10 mL de HCl. Transferir para balão volumétrico de 1000 mL e completar o volume usando a mesma água em que se dissolveu a substância.Solução de Cloreto de Estanho II a 5 % Dissolver 5 g de SnCl2 . Padronização Tomar com bureta 25 mL da solução padrão de dicromato de potássio 0.1 N em erlenmeyer de 250 mL com tampa de vidro esmerilhado.com .5 H2 O e dissolver em água destilada recém fervida e fria. Cr2 O72. Lavar a tampa e as paredes do erlenmeyer com água destilada e recém fervida e titular o iodo liberado com solução de tiossulfato de sódio 0.+ 2 ICálculo do fator f = 25 / V Onde: V = mL Na2 S2O3. adicionar 0.1 N.1 g/L de carbonato de sódio para elevar o pH da solução e diminuir a ação bacteriana. porque pode haver uma aceleração da decomposição. o que é indicado pelo aparecimento de uma cor amarela.

Química Analítica Prática . quando se trata a quente com uma solução de oxalato de amônio. De um modo geral o termo calcário inclui qualquer material que contenha CaCO3. O magnésio pode coprecipitar em quantidades consideráveis enquanto os metais alcalinos p recipitam em quantidades muito pequenas. Já no método permanganimétrico ocorre uma erro sistemático para menos nos resultados. Entretanto o calcário é geralmente considerado como uma rocha contendo principalmente o mineral calcita.= Mn2+ +4H2 O De onde concluímos que o equivalente é 1/5 mol. A interferência mais frequente é provocada pela presença do magnésio e dos metais alcalinos.+ H+ = HC2O4HC2O4.03 / 5 = 31.dm a 25o C e 14 3 o mg. etc.+ H+ = H2 C2O4 Foi demonstrado experimentalmente que o cálcio precipita quantitativamente a um pH = 4 ou pH > 4.com 107 . sulfatos. o magnésio forma um sal complexo com íon oxalato. como conseqüência + da entre o H e os íons oxalatos que se transformam em ácido oxálico. Ca2+ + C2O42.7 mg.606. ferro.dm a 95 C. ou seja: 158. dissolvido em ácido sulfúrico diluído e o ácido oxálico formado é então titulado com solução padrão de permanganato de potássio. sendo necessário uma dupla precipitação. O cálcio após precipitação com o oxalato de amônio é filtrado. giz. evitando -se ferver a solução nem deixar em digestão muito tempo antes da filtração. MnO4. A interferência do Mg pode ser pode ser reduzida. A precipitação do cálcio sob a forma de oxalato requer a ausência de todos os metais que formam oxalatos pouco solúveis. sendo as mais frequentes silício. constituída de no mínimo 50% de carbonato de cálcio com impurezas em percentagens variadas. CaC2 O4 = Ca2+ + C2O42C2O42. alumínio.+2H2O+3e = MnO2 +4OHCalcário O calcário é uma rocha de origem sedimentar. tais como: mármore. Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. lavado. magnésio. coral e marga.+16H+ = 2Mn2t+5Cl2+8H2O Em soluções alcalinas o permanganato é reduzido quantitativamente a dióxido de manganês.Oxidação com Permanganato de Potássio Determinação de Óxido de Cálcio em uma Amostra de Calcário 1Introdução Anotações e Observações: O cálcio pode ser precipitado sob a forma de oxalato de cálcio. A precipitação do cálcio em soluções frias neutras ou amoniacais forma um precipitado muito fino e de difícil filtração. O cálcio precipitado como oxalato de cálcio pode ser pesado. 2MnO4-+10Cl. Os fosfatos e arseniatos não interferem se a precipitação for em solução ácida com posterior neutralização. O permanganato de potássio é um agente oxidante forte e em solução ácida a redução pode ser representada por: MnO4 +8H+ +5e. Pode -se obter um precipitado formado por cristais grandes e de fácil filtração. se presentes podem interferir. Os calcários podem ser classificados segundo o teor de magnésio em: Calcítico ou cálcico___________________0 a 5% MgO Magnesiano_________________________6 a 12% MgO Dolomítico__________________________13 a 20% MgO Dolomita ____________________________acima de 20% de MgO O calcário é muito utilizado para produção de cal após calcinação. a solubilidade é menor devido ao efeito do íon comum. sob a forma de carbonato ou de óxido ou pode ser determinado por método permanganimétrico. O ácido sulfúrico é o ácido mais adequado porque não age sobre o permanganato o que não acontece com o ácido clorídrico que reage com o mesmo para formar o cloro.+ H2O p CaC2O4 + H2O 3 A solubilidade do oxalato de cálcio monohidratado é alta: 6. em solução neutras com concentração moderada de oxalato de amônio. A solubilidade do oxalato de cálcio aumenta com o aumento da concentração do íon hidrogênio da solução. após calcinação. fazendo -se essa filtração a quente e em meio ácido neutralizando-se em seguida com hidróxido de amônio e deixando-se em repouso por cerca de 1 hora. Utiliazndo-se também um excesso de oxalato de amônio. Os sulfatos também coprecipitam com o oxalato de cálcio devido a baixa solubilidade do sulfato de cálcio acarretando um erro positivo nos resultados quando se pesa o precipitado sob a forma de carbonato. Os iodetos e cromatos.

Diluir acerca de 200 mL com água destilada. esfriar. Procedimento Experimental Pesar 0. Cobrir o béquer com o vidro de relógio e deixar em repouso no banho-maria por cerca de 30 minutos. Levar a ebulição. com um jato d¶água transferir o precipitado para dentro do béquer. Filtrar por papel médio lavando com solução de NH4 NO3 2% quente.7 ± 0. até coloração rósea clara. Filtrar por lã de vidro e padronizar. aicionar 10 mL de H2 SO4 o (1+1). igual volume de HCl. Solução de KMnO4 N/3 ± dissolver 11. Titular com KMnO4 N/3 (as primeiras gotas descoram lentamente) até que a solução se torne levemente rósea. em béquer de 400 mL. Imergir o papel e continuar a titulação. Desprezar o filtrado.1% . na agricultura.1 g de vermelho de metila em 100 mL de etanol. Reservar o papel.CaCO3 p CaO + CO2 (() Pode-se também ser utilizado na indústria.8 g de oxalato de sódio (Na2C2 O4) seco a 105 ± 110o C durante 2 horas. sobre a borda do béquer onde foi feita a precipitação e. Colocar o papel de filtro aberto com o precipitado.35 g de permanganato de potássio em água destilada. aquecer até cerca de 80o C e precipitar o Ca com 30 mL de solução saturada de oxalato de amônio e juntar algumas gotas de hidróxido de amônio.dissolver 0. ferver. 100 g de oxalato de amônio em cerca de 500 mL de água destilada. Reduzir o volume até cerca de 200 mL.010 mg CaO. Anotações e Observações: 2- %CaO ! mL ™ KMnO4 v f v 100 peso ™ da ™ amostra 3- Preparo de Soluções Solução de HCl (1+1) ± adicionar a um dado volume de água destilada. se necessário. Filtrar por papel de filtração lenta e lavar 10 vezes com água quente. aquecer a 70 ± 80 C e titular com KMnO4 até coloração levemente rósea permaneça por 30 segundos. Adicionar 1 mL em excesso de NH4 OH. lavá-lo com um jato de água destilada sobre o béquer bem como as paredes do mesmo e juntar 50 mL de água.3 ± 11. Terminada a reação.com .dissolver a quente. Solução de NH4 NO3 2% . Aconselhamos imergir o recipiente em um pouco de água.3939 v B A = grama Na2C2O4 pesadas B = mL KMnO4 usado na titulação. 108 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. retirar o vidro de relógio. Deixar esfriar um pouco e completar o volume para 1000 mL. etc.1% de etanol) e hidróxido de amônio até mudança de cor do indicador de vermelho para amarelo. Solução de H2 SO4 (1+1) ± adicionar a um dado volume de água o mesmo volume de ácido sulfúrico. na engenharia civil. 1 mL KMnO4 N/3 = 0.dissolver 20 g de nitrato de amônio em água destilada e completar o volume para 1000 mL. Solução de (NH4 )2C2O4 10% . diluir para 150 mL de água destilada. cobrir com vidro de relógio e lentamente adicionar 30 mL de HCl (1+1).5 g da amostra em béquer de 250 mL. f ! Onde: A 2. transferir para balão volumétrico de 1000 mL e deixar em repouso por uma semana em ambiente escuro. Padronização Pesar 0. Deixar decantar em banho-maria por 1 hora. Solução de vermelho de metila 0. adicionar 25 mL de o H2SO4 (1+1) e aquecer até 70 ± 80 C. Tomar cuidado quando adicionar o H SO4 à água porque a reação é 2 muito exotérmica. adicionar algumas gotas do indicador de vermelho de metila (0.

pela formação do íon I3. em soluções incolores. este reagirá como um agente redutor e o oxidante será reduzido quantitativamente. por esse motivo nas titulações que envolvem iodo.com 109 . O potencial de redução do sistema iodo-iodeto independe do pH da solução desde que este seja menor do que aproximadamente 8.formando iodeto e hipoiodito.forma com o iodo um complexo insolúvel em água. Em meio fortemente ácido ocorre a hidrólise do amido não sendo portanto um indicador recomendável. o indicador (amido) só deve ser adicionado próximo ao fim da titulação (quando a cor da solução passar para amarelo claro). o iodo funciona como indicador próprio. A sensibilidade da cor diminui com o aumento da temperatura da solução e com a adição de solventes (ex. Nesta prática nos deteremos apenas na reação entre o iodo e o tiossulfato. Uma gota de uma solução 0.: etanol). Na temperatura ambiente a volatilização do iodo de uma solução contendo cerca de 4% de KI é desprezível se a titulação não for muito lenta.+ 4 H+ + O2 = 2 I2 + 2 H2 O Na presença de um excesso de iodeto a volatilização do iodo liberado diminui consideravelmente. As reações mais importantes nas titulações iodométricas são aquelas entre o tiossulfato de sódio e o iodo e entre o óxido arsenioso e o iodo. . O amido reage com o iodo na presença de iodeto.Titulação de Redução e Oxidação Envolvendo Iodo Determinação de Cloro Livre em Hipoclorito de Sódio 1Introdução O iodo exerce uma ação redutora sobre os sistemas fortemente oxidantes com formação de uma quantidade equivalente de iodo. O amido pode ser separado em dois componentes principais: a amilose e amilopectina. A primeira produz uma cor azul escuro com o iodo e a segunda uma cor púrpura-avermelhada. As titulações devem ser efetuadas a frio. O amido possui algumas desvantagens: . Entretanto a velocidade de oxidação aumenta rapidamente se o pH diminuir e é muito acelerada pela luz direta e pela presença de certas substâncias que exercem um efeito catalisador. liberando uma quantidade de iodo. Esse método é denominado Iodometria.= I. I2 + 2 e = 2 I Quando um agente oxidante forte é tratado em solução neutra ou ácida com um excesso de íon iodeto. formando um complexo de cor azul escuro.suas soluções são instáveis.+ IO. Em pH mais alto o iodo reage com o íon OH. podendo ser considerada desprezível. As titulações que envolvem iodo não devem ser efetuadas sob luz direta do sol e as soluções que contenham iodeto devem ser guardadas em recipientes de vidro de cor âmbar. por isso. A solução de amido deve ser recente e deve ser guardada em condições adequadas. o qual é titulado com solução padronizada de tiossulfato de sódio. que é visível mesmo com baixa concentração de iodo.+ I2 = S4O62.Química Analítica Prática -. dicromato de potássio e sulfato de cério produzem uma oxidação incompleta a sulfato. muito instável.é insulúvel em água.1 N de iodo produz uma cor amarelada em 100 mL de água.. O iodo produz uma coloração que vai do amarelo intenso até o marrom nas soluções aquosas de iodeto. O ponto final da titulação se torna mais sensível se é usada uma solução de amido com indicador. Por essa razão sempre se acrescenta um excesso de iodeto na determinação destas substâncias oxidantes antes de titular com tiossulfato. que se transforma rapidamente em iodato. O tiossulfato é oxidado a tetrationato pelo iodo segundo a reação: 2S2 O32. em erlenmeyer e se for necessário que a solução permaneça em repouso por algum tempo o erlenmeyer deverá possuir tampa de vidro esmerilhada. Outros oxidantes como permanganato de potássio. o que evidencia a sua presença mesmo em soluções muito diluídas.+ 2IOs agentes oxidantes como o bromo e hipoclorito oxidam quantitativamente o tiossulfato a sulfato. . I2 + 2 OH. A oxidação do iodeto pelo oxigênio do ar é muito lenta se o meio é neutro.+ H2O 3 IO = 2 I + IO3 Há duas fontes de erro importantes nas titulações que envolvem iodo: Perda de iodo liberado por volatilização Oxidação pelo oxigênio do ar das soluções ácidas de iodeto 4 I. Hipoclorito de sódio Anotações e Observações: Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.

O hipoclorito de sódio tem vários campos de aplicação principalmente na indústria têxtil.3 % PM NaOCl = 74. desodorizante e removedora. 3. 3 ± Cálculos 110 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. 4. O hipoclorito é um sal instável em presença de ar. correspondentes ao cloro ativo de 1 litro de solução). A reação (2) na qual ocorre a formação de clorato de sódio (NaOCl3) é favorecida por: concentração elevada de hipoclorito aumento da temperatura ação direta da luz solar presença de catalisadores (sais de amônio e substâncias orgânicas) + + - Anotações e Observações: A formação do clorato em meio alcalino (pH = 11) é muito lenta e razoavelmente rápida quando o pH = 6. HOCl.com . 5. desinfetatnte. Procedimento Experimental Pipetar 25 mL da amostra em balão volumétrico de 500 mL. O teor de cloro ativo de um produto clorado é a quantidade de cloro puro em solução aquosa que tem o mesmo poder oxidante que uma unidade do produto. Fe e suas ligas catalisam a solução de hipoclorito formando oxigênio segundo a reação (1). no tratamento de água.O hipoclorito de sódio é produzido pela ação do cloro sobre uma solução aquosa de soda cáustica (NaOH). Co. a ionização do hipoclorito de sódio nas soluções aquosas usuais (0. segundo a reação: 2NaOH + Cl2 = NaOCl + NaCl + H2O Hipoclorito de sódio comercializado Obtém-se portanto uma solução aquosa de cloreto de sódio e hipoclorito de sódio. Para reduzir a formação dos cloratos as soluções de hipoclorito de sódio são mantidas a um pH próximo de 11 e contendo algumas gramas de NaOH livre por litro. portanto o teor de cloro ativo é 71 x 100 / 74.1 N de tiossulfato de sódio até coloração fracamente amarela. ocorre uma ³retrogradação´ da atividade da solução e a mesma pode então decompor-se: 2 NaOCl = 2 NaCl + O2 (1) 3 NaOCl = 2 NaCl + NaClO3 (2) Certos metais como Na. segundo a reação: HOCl + H = Cl2 + H2O As três formas de cloro (Cl2. Cl2 + H2O = HCl + HOCl = 2 HCl + O O teor de cloro ativo no hipoclorito de sódio é: NaOCl = NaCl + O Uma molécula de NaOCl tem o mesmo poder oxidante que uma Cl2 . É uma solução amarelo esverdeada cuja concentração (título) pode ser expressa em: % (em peso) de cloro ativo = g cloro ativo x 100 / 100 g de solução % (em volume) de cloro ativo = g de cloro ativo x 100 / 1 litro de solução o o em graus clorométricos ( n de litros de cloro gasoso a 0 C e 760 mm Hg. Como o hipoclorito de sódio tem um caráter instável. 1o clorométrico = 3. 2. Transferir 25 mL dessa solução. OCl ) tem ações diferenciadas sobre a matéria orgânica.1 N) pode ser considerada total em temperaturas normais.5 PM Cl2 = 71 Em um pH > 9. para uso doméstico e vários o utros em virtude de suas propriedades alvejante. usando uma pipeta volumétrica para um erlenmeyer de 250 mL contendo 3-4 g de KI e 100 mL de água. Com o aumento da acidez (5 < pH < 9) da solução de hipoclorito de sódio forma-se ácido hipocloroso: NaOCl + H2 O = HOCl + Na + OH que é um ácido fraco e facilmente se dissocia em: HOCl = OCl + H Nas soluções fortemente ácidas (pH < 5) forma-se cloro elementar.214 g de cloro ativo / litro. Cu. completar o volume com água destilada e homogeneizar. Acidular com 20 mL de ácido acético (1:4) e titular o iodo liberado com solução 0. Adicionar então 1 mL de amido e continuar a titulação até desaparecimento da cor violeta Determinar a percentagem de cloro livre na água sanitária 21.5-7. indústria de papel.5 = 95.

NBR-9425 ± Determinação de cloro ativo em soluções de hipoclorito de sódio pelo método volumétrico Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.Anotações e Observações: g/100 ml de cloro livre = ml de Na2 S2 O3 x N x f x D x 0.com 111 .035453 A Onde: N = normalidade da solução de Na2 S2O3 f = fator de correção da normalidade da solução de Na2 S2O3 D = diluição da amostra A = alíquota tomada da diluição Reações ClO + 2I + 2H p Cl + I2 + H2O 2Na2 S2 O3 + I2 p Na2 S4O6 + 2NaI + - 4 ± Bibliografia Associação Brasileira de Normas Técnicas.ABNT.

AGITA-SE BEM. COM BURETA. FÉRVE-SE DURANTE 3 MINUTOS. 2.0125N.03 / 5 = 31.BRANCO) mL GASTO DE KMnO4 x 0. O ácido sulfúrico é o ácido mais adequado porque não age sobre o permanganato.com . 10mL DE PERMANGANATO DE POTÁSS IO 0. 10mL DE ÁCIDO OXÁLICO 0.Química Analítica Prática ± Titulação de Redução e Oxidação Envolvendo Permanganato Determinação do Oxigênio Consumido 1. 5. AGIT A-SE BEM.0125N.1 OXIGÊNIO CONSUMIDO ((PARA AMOSTRA COM MENOS DE 300mg/L DE Cl -) MÉTODO: PERMANGANATO DE POTÁSSIO EM MEIO ÁCIDO (CLORETO " 50mg/L) 1. ESFRIA-SE E ADICIONA-SE. 2.0125N. MnO4 -+2H2O+3e = MnO2 +4OH2. GOTA A GOTA. FERVE-SE DURANTE 3 MINUTOS. PROCEDIMENTO 2. ÁCIDO SULFÚRICO 25% 2. DURANTE 10 MINUTOS. 7. ESFRIA -SE E ADICIONA-SE.0125N 3.0125N. 2. ADICIONA-SE COM BURETA.8 = mg/L DE OXIGÊNIO. ANOTA-SE OS mL GASTOS DE PERMANGANATO DE POTÁSSIO NA TITULAÇÃO E CALCULA-SE mg/L DE OXIGÊNIO 2.0125N. REAGENTES : 1.+ 8H+ + 5e. AGITA-SE BEM. 2. DURANTE 10 MINUTOS. TITULA-SE O EXCESSO DE ÁCIDO OXÁLICO. 6. ADICIONA-SE 5mL DE ÁCIDO SULFÚRICO 1+3. RETIRA-SE DO BICO DE BUNSEN. AGITA -SE BEM. Já o ácido clorídrico reage com o mesmo para formar o cloro. ADICIONANDO NOVAMENTE A SOLUÇÃO DE PERMANGANATO DE POTÁSSIO 0.5mL DE SOLUÇÃO DE HIDRÓXIDO DE SÓDIO 1N. À QUENTE.(PARA AMOSTRA COM MENOS DE 300mg/L DE Cl ) MÉTODO: PERMANGANATO DE POTÁSSIO EM MEIO BÁSICO (CLORETO 50mg/L) 1. 3. TITULAÇÃO DA AMOSTRA: 1. 4. DEVESE TOMAR RESPECTIVAMENTE UMA QUANTIDADE MENOR OU MAIOR DA AMOSTRA. ou seja: 158. SÓ ENTÃO ADICIONA-SE 5mL DE ÁCIDO SULFÚRICO 1+3. ADICIONA-SE 0.0125N - Anotações e Observações: 112 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. CALCULO: (AMOSTRA . 10mL DE PERMANGANATO DE POTÁSSIO 0. COM BURETA. RETIRA-SE DO BICO DE BUNSEN.= Mn2+ + 4H2O De onde se conclui que o equivalente é 1/5 mol. 4. INTRODUÇÃO O permanganato de potássio é um agente oxidante forte e em solução ácida a redução pode ser representada por: MnO4 . PIPETAR 100 mL DA AMOSTRA E TRANSFERIR A UM ERLENMEYER DE 300mL.0125. À (QUENTE) ADICIONANDO NOVAMENTE A SOLUÇÃO DE PERMANGANATO DE POTÁSSIO 0. PIPETAR 100 mL DA AMOSTRA E TRANSFERIR A UM ERLENMEYER DE 25 0mL. AQUECE-SE E LOGO QUE SE INICIA A FERVURA DEIXA-SE A EBULIÇÃO LENTA. TITULAÇÃO DA AMOSTRA: 1. ANOTA-SE OS mL GASTOS DE PERMANGANATO DE POTÁSSIO NA TITULAÇÃO E CALCULA-SE mg/L DE OXIGÊNIO NOTA: QUANDO SE CONSOME MAIS DE 10mL OU MENOS DE 3mL DE KMnO 4.2 OXIGÊNIO CONSUMIDO . ATÉ UM APARECIMENTO DE UMA LEVE COLORAÇÃO ROSA PERSISTENTE . SOLUÇÃO DE ÁCIDO OXÁLICO 0. ADICIONA-SE. 5. SOLUÇÃO DE KMnO4 0. AQUECE-SE E LOGO QUE SE INICIA A FERVURA DEIXA-SE A EBULIÇÃO LENTA. GOTA A GOTA. 3. TITULA-SE O EXCESSO DE ÁCIDO OXÁLICO. 10mL DE ÁCIDO OXÁLICO 0. AGITA-SE BEM. COM BURETA. ATÉ UM APARECIMENTO DE UMA COLORAÇÃO ROSA PERSISTENTE.606.+ 16H+ = 2Mn2t + 5Cl2 + 8H2O Em soluções alcalinas o permanganato é reduzido quantitativamente a dióxid de o manganês. 2MnO4.+ 10Cl.

Certos constituintes inorgânicos podem ser oxidados e interferir no resultado. portanto. Após duas horas num sistema de refluxo. C6 H12 O6 + 6O2 -------.067 = 320 mg/L. dando uma indicação da oxidação apenas da matéria orgânica carbonácea (e não nitrogenada ). O método do dicromato dá uma oxidação mais completa que o método do permanganto que não se relaciona com a demanda bioquímica de oxigênio. o oxigênio a ser consumido no tratamento biológico dos despejos. nitritos. uma DQO de : 300 mg/L x 1. O teste não é afetado pela nitrificação. RESUMO DO MÉTODO O método da DQO consiste em oxidar a amostra com excesso de K2Cr2 O7 a quente. PRINCIPAIS LIMITAÇÕES DO TESTE DA DQO y y y São oxidadas. O método é aplicativo em águas poluídas. O resultado do teste fornece uma indicação do oxigênio requerido para a estabilização da matéria orgânica. As determinações são feitas pelo menos em duplicata (inclusive o branco). portanto. Este oxidante pode ser o dicromato de potássio em meio ácido ou o permanganato de potássio em meio ácido ou básico. O resultado final do teste expressa a quantidade em mg de oxigênio equivalente proporcional ao dicromato de potássio (K Cr2O7 ) consumido para oxidação da matéria 2 orgânica de um litro de amostra. O valor obtido é. quanto a fração inerte do despejo. método de refluxo com dicromato tem sido escolhido para determinação da DQO. titula-se o dicromato de potássio residual com solução padronizada de sulfato ferroso amoniacal utilizando-se ferroína como indicador. uma indicação indireta do teor de matéria orgânica presente.PRINCÍPIOS DO MÉTODO A Demanda Química de Oxigênio (DQO) mede a quantidade de oxigênio (em mg de O2/L) consumida pela matéria orgânica total (biodegradável e oxidada quimicamente) e inorgânica (substâncias minerais: sulfetos.067 180 300 mg/L de glicose apresenta. em meio ácido sulfúrico e sulfato de prata como catalisador. INTERFERÊNCIAS y Traços de matéria orgânica proveniente da vidraria ou da atmosfera causam erro positivo na análise. tanto a fração biodegradável. 2. Não fornece informações sobre a taxa de consumo da matéria orgânica ao longo do tempo. É uma medida importante no controle de qualidade de rios e plan tas de tratamento de esgotos. portanto. 4.Anotações e Observações: Química Analítica Prática ± Titulação de óxido-redução com dicromato DETERMINAÇÃO DA DEMANDA QUÍM ICA DE OXIGÊNIO 1. 3. O teste superestima. 5.com 113 . etc). existente na água e oxidáveis por um agente químico oxidante forte. A limpeza do material e do ambiente de trabalho é essencial na Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. e sedimentos. Diferentes concentrações de matéria orgânica e de cloreto de sódio nas amostras determinam pequenas variações no método. PRINCIPAIS VANTAGENS DO TESTE DA DQO y y y y Necessita de 2 a 3 horas para ser realizado. devido às suas vantagens sobre outros oxidantes (oxidabilidade e facilidade de manipulação). despejos.6CO2 + 6H2 O 180 g 192g DQO = 192 = 1.

6. Anotações e Observações: 6.25 N introduzindo no balão junto com 5 pérolas de vidro. principalmente àquelas que contenham muitos sólidos sedimentáveis.com . Agitar levemente deixando esfriar.a.25N Dissolver 98g de Fe(NH4)2(SO4)2. A solução de sulfato ferroso amoniacal deve ser padronizada momentos antes de ser usada. Tomar bastante cuidado no manuseio do sulfato de mercúrio pois este reagente é muito tóxico. Esta solução deve ser padronizada com o dicromato de potássio no dia em que for usada. Colocar cerca de 0. O uso de sulfato de mercúrio (HgSO4) proporcionalmente à concentração de cloretos na amostra minimiza os erros causados por esse interferente. Adaptar os balões contendo a amostra e o branco ao condensador do refluxo. Adicionar ao balão. 5. Pipetar 20ml da amostra e 10ml do dicromato de potássio 0. em água destilada e diluir a 1000ml em balão volumétrico. Balões e condensadores devem estar bem limpos para evitar erros grosseiros. Calculo do fator do sulfato ferroso amoniacal: f = Vt / Vp . onde f : fator do sulfato ferroso amoniacal Vt: volume em ml de K2Cr2O7 (no caso10 ml) Vp: volume em ml gasto na titulação 4. 2. DETERMINAÇÃO DA DQO 1. Adicionar 3 gotas do indicador ferroin (a cor muda de laranja para esverdeado) e titular com o sulfato ferroso amoniacal. 7.sulfato de prata Dissolver 9. Solução de sulfato ferroso amoniacal 0. Evitar contato com a pele e também mantenha-o sempre distante do rosto. Fazer um branco utilizando 20ml de água destilada no lugar da amostra e adicionando os outros reagentes como descrito para as amostras. agitando em banho de gelo ou de água corrente (se a solução ficar verde.259g de dicromato de potássio de qualidade padrão primário.6H2O em água destilada. Completar o volume do balão de capacidade 1000 ml com água destilada. Ferroin (indicador) Dissolver 1. com cuidado e vagarosamente.95g de FeSO4.H2O) juntamente com 0.25N para um erlenmeyer de 250ml e adicionar 90ml de água destilada. Solução de dicromato de potássio (K2Cr2 O7) 0. despreza-se e faz-se diluições da amostra original). 7. previamente seco a 1050C por 2h. 4. Os cloretos são oxidados quantitativamente pelo dicromato de potássio dando interferência positiva nos resultados obtidos. CONSIDERAÇÕES y y y y y Homogeneizar bem as amostras. em 1000ml de H2 SO4 conc. PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL 7. Respingos de ácido sulfúrico na pele e nas roupas deverão ser imediatamente lavados e neutralizados.485g de 1-10 fenantrolina monohidratada (C12 H8N2.2.4 g de sulfato de mercúrio em um balão de fundo chato com boca esmerilhada de 250ml. Adicionar 20ml de ácido sulfúrico concentrado. Deixar em refluxo por 2 h.y eliminação dessa interferência. Misturar e aguardar de 1 a 2 dias até completa dissolução.9g de Ag2 SO4 p. 3. Em seguida adicionar 20ml de ácido sulfúrico concentrado lentamente em banho de gelo ou em água corrente.25N: Dissolver exatamente 12. 7H2 O em água destilada e diluir para 100ml em balão volumétrico. 2. Padronização da solução de sulfato ferroso amoniacal : Pipetar 10ml da solução de dicromato de potássio 0. 3. Solução de ácido sulfúrico .1. 30ml de solução ácido sulfúrico /sulfato de prata. (Essa solução indicadora pode ser adquirida já preparada). 114 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. O final da titulação é observado pela cor vermelho castanho. REAGENTES 1.

Anotações e Observações: 7. 8. 9. Após o período de refluxo, lavar o interior do condensador com água destilada e retirar o balão; Tranferir o conteúdo do balão para erlenmeyer de 250 mL lavando com água destilada até cerca de 100 ml. Esfriar completo em banho de gelo ou em água corrente.

10. Adicionar ao branco e à amostra 3 gotas do indicador ferroin e titular com a solução de sulfato ferroso amoniacal (após a adição do indicador ferroin a cor mudará de laranja para esverdeado). O final da titulação é observado pela cor vermelho castanho. 7.3. CÁLCULOS DQO (em mg/l de O2) = (A - B) . N . f . 8000 S onde: A = ml gastos de sulfato ferroso amoniacal na titulação do branco; B = ml de sulfato ferroso amoniacal gastos na titulação da amostra; N = normalidade do sulfato ferroso amoniacal (0,25 N); f = fator de correção do sulfato ferroso amoniacal (determinado diariamente); S = volume em ml da amostra utilizado na análise 8. REAÇÃO K2Cr2O7 + FeSO4 + 7H2 SO4 --- Cr2(SO4)3 + K2SO4 + 3Fe(SO4)3 + 7H2O 9. MÉTODO PARA DETERMINAÇÃO DE DQO (MICRO) Este método é apropriado para DQO de 0-600mg/L (2.5mL da amostra) e de 600-1200 mg/L (1.5mL). Para DQO mais alta, deve-se fazer diluições adequadas. 1- Solução Digestora Pesar 4.913g de K2Cr2 O7 seco a 103oC por duas horas e diluir para 500mL com água destilada . Adicionar 167mL de H2 SO4 concentrado e 33.3g de HgSO4. Esfriar e completar o volume para 1000mL com água destilada. 2- Solução Catalisadora Pesar 10.12g de AgSO4 e dissolver em 1000mL de H2 SO4. Deixar 1 ou 2 dias para completa dissolução. 3-Solução do ferroin Dissolver 1.485g de Ferroin e 6.95g de Sulfato Ferroso Amoniacal com água destilada completando o volume para 100ml. 4-Solução padrão de sulfato ferroso amoniacal (+/- 0.1M) Dissolver 39.2g de Sulfato Ferroso Amoniacal em água destilada. Adicionar cerca de 20mL de Ácido Sulfúrico, esfriar e completar o volume para 1000mL com água destilada. 5-Solução de hidrogênio ftalato de potássio (HOOCC6H4COOK) o Dissolver 425mg de Hidrogênio Ftalato de Potássio seco a 120 C até peso constante em água destilada para 1000 Ml em balão volumétrico. O Hidrogênio Ftalato de Potássio tem DQO teórico de 1,176 mg de O2/mg e esta solução tem 500Qg de O2/mL. Esta solução é estável por três meses quando guardada sob refrigeração na ausência de visível crescimento biológico. 6-Ácido sulfâmico Adicionar 10mg de Ácido Sulfâmico para cada mg de NO2- presente no volume de amostra tomada. Fazer o mesmo para o branco. 7-Padronização do sulfato ferroso amoniacal Diluir 10mL do padrão de Dicromato de Potássio para 100mL de água destilada. Adicione cerca de 30mL de Ácido Sulfúrico. Esfriar e titular com Sulfato Ferroso Amoniacal adicionando 2 a 3 gotas de indicador (Ferroin). Molaridade usada no Volume de K 2Cr2 O7 Sulfato ferroso Amoniacal = -----------------------------------

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Volume usado no Sulfato Ferroso PROCEDIMENTO Adicionar 1,5 +/- 0.01mL da solução de digestão no tubo; Adicionar 2,5 +/- 0.02mL da amostra bem homogeneizada; Adicionar 3,5 +/- 0.05mL da solução catalisadora de modo que desça pelas paredes do tubo e forme uma camada no fundo do tubo. Daí em diante os equipamentos de segurança devem ser usados; 4. Tampe o tubo o mais apertado possível usando a tampa rosqueada com a camada de pressão adequada inserida; 5. O conteúdo do tubo deve ser misturado, mas não por inversão; 6. Levar o tubo ao bloco digestor a 150+/- 2oC por 2 horas +/- 5 minutos. Remover o tubo e deixá-lo esfriar; 7. Transferir o conteúdo do tubo para um frasco de erlenmeyer de 125mL. Lavar o tubo com água destilada, usando água sufici6ente para produzir um volume final de 25mL; 8. Adicionar uma gota de solução indicadora de Ferroin. Misturar bem; 9. Titular com solução de Sulfato ferroso Amoniacal (FAS) até a cor azul pálida mudar para vermelho. Anotar como A; 10. Fazer uma prova em branco substituindo a amostra por água destilada. Anota como B; 11. Calcular a DQO segundo a fórmula abaixo: 1. 2. 3. (B ± A) x M x F x 8000 DQO mg de O2/L = -----------------------------------mL da amostra onde: A ± ml do FAS usado na titulação da amostra B ± ml do FAS usado na titulação do branco M ± molaridade da FAS F ± Fator da FAS FAS ± Sulfato Ferroso Amoniacal.

Anotações e Observações:

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Química Analítica Prática de Química Analítica Qualitativa

Anotações e Observações:

1. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 1 r GRUPO 1.1.PRATA Adicione 1,0 mL de Iodeto de Potássio à solução contendo prata. Verifique o que ocorre. 1.2.CHUMBO Adicione 1,0mL de Cromato de Potássio à solução contendo Chumbo. Verifique o que ocorre. Adicione no mesmo tubo NaOH. Verifique o que ocorre. 1.3.MERCÚRIO Adicione 1,0mL de Cloreto estanoso lentamente à solução contendo mercúrio. Verifique o que ocorre. 2. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 2 r GRUPO 2.1. Adicione 1,0mL de NH4OH concentrado à solução contendo Bismuto. Verifique o que ocorre. Filtre e adicione ao resíduo 1,0mL de estanito de sódio. ( obtenção do estanito de sódio = 1,0mL de cloreto estanoso + NaOH até dissolver ). Verifique o que ocorre. Comente o que aconteceu a nível de oxidação e redução. 2.2. Adicione NH4 OH à solução contendo Cobre (observe o que ocorre ). Adicione 1,0 mL de ferrocianato de potássio. Verifique o que ocorre. 3. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 3 rGRUPO 3.1. Adicione tiocianato de amônio à solução contendo ferro ligeiramente ácida por adição de uma gota de HCL diluído. Verifique o que ocorre. 3.2. Adicione algumas gotas de HNO3 à solução de Manganês + Bismutato de sódio em uma cápsula de porcelana. Observe a mudança de coloração. 3.3. Adicione à uma solução de Alumínio ligeiramente alcalina algumas mg de NH4CL. Observe se forma um precipitado. Aqueça se necessário. 3.4. Adicione à solução de Cromo NaOH + H2 O2 + algumas mL de Chumbo. Verifique o que ocorre quando se adiciona a solução de NaOH e quando se adiciona a solução de chumbo. 3.5. Adicione à solução de cobalto NH4SCN + álcool amílico. Verifique o que ocorre em cada fase. 3.6. Adicione à solução de níquel ligeiramente alcalina 1,0mL de Dimetilglioxima. Verifique o que ocorre.

4. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 4 r GRUPO

4.1. Adicione à solução de cálcio algumas gotas de hidróxido de amônio + 1,0 mL de Oxalato de amônio. Verifique o que ocorre. 4.2. Adicione à solução de estrôncio algumas gotas de hidróxido de amônio + 1,0 mL de sulfato de amônio. Verifique o que ocorre.

Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.com 117

com . Adicione à solução de magnésio 1.4. Use o filtro e observe a cor da chama.1.Umedeça a alça de platina na solução de Na e K e leve à chama. Observe a cor da chama.3.0 mL de Cromato de Potássio.2.0mL de fosfato de amônio em meio alcalino e observe o que ocorre.Anotações e Observações: 4. 118 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Observe a cor da chama. 5. Verifique o que ocorre. Umedeça a alça de platina na solução de Na e leve à chama. 5. 5. Umedeça a alça de platina na solução de K e leve à chama. Observe a cor da chama. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 5 r GRUPO 5. Adicione à solução de bário algumas gotas de hidróxido de amônio + 1.3. 5.

Adicionar 1. Adicionar 1. frio e em pequeno excesso ) Anotações e Observações: Levar à secura em Banho Maria. Evaporar para eliminar H2S. + 50 ml de água contendo 0.Pesquisa de Cátions HCL ( adicionar HCL diluído.com 119 . Adicionar NH4 Cl em pó (1g/100 ml). aquecer e filtrar Adicionar 1.0 ml de HCl conc. Aquecer.0 ml de HCl conc.0 ml de HNO3.0 ml de NH4OH Adicionar KOH. (a quente). Aumentar o volume com água destilada para 100 ml e adicionar 1.0 de tiocetamida aquecer e filtrar Adicionar (NH4 )2CO3 e filtrar Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. gota à gota. Filtrar Adicionar 1. Ferver. colocando papel de filtro umedecido com Pb(NO3)2 sobre o béquer até que não precipite o Pb negro. Adicionar tiocetamida.3 ml de HCl conc.

0 mL de Iodeto de Potássio à solução contendo prata. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 1 r GRUPO 1.MERCÚRIO Adicione 1.Na2 SnO2 + 2H2 O b) REAÇÃO DE IDENTIFICAÇÃO D O BISMUTO 2Bi(OH) 3 + Na2 SnO2 -----.Bi(OH) 3 + 3 NH4 + ppt branco gelatinoso Filtre e adicione ao resíduo 1. 2HgCl2 + SnCl2 p Hg2Cl2(s) + SnCl4 branco aos poucos vai escurecendo 2Hg2Cl2 + SnCl2 p 2 Hg + SnCl4 2. Verifique o que ocorre. Verifique o que ocorre.1.Cu(NH ) ++ 34 3 2Cu ++ navy solúvel Cu2 [Fe(CN)6 ](s) vermelho telha + [Fe(CN)6]4 ---.com . Adicione NH4 OH conc. Verifique o que ocorre.0 mL de ferrocianato de potássio.1. Comente o que aconteceu a nível de oxidação e redução. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 3 rGRUPO 120 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.Anotações e Observações: Química Analítica Prática de Química Analítica Qualitativa 1.3.0mL de NH4OH concentrado à solução contendo Bismuto. Adicione no mesmo tubo NaOH.0mL de estanito de sódio. à solução contendo Cobre (observe o que ocorre ). Verifique o que ocorre. Pb ++ + CrO4 p PbCrO4(s) -- ppt amarelo ouro PbCrO4 + 4 NaOH p Na2PbO2 + Na2CrO4 + 2H2 O deve dissolver-se Na2 PbO2 + Na2CrO4 + 4 CH3COOH p PbCrO4 +4NaCH3COOH+ 2H2 O 1. 4 Cu++ + 4NH -----.2Bi + Na2 SnO3 + 3 H2O preto 2.0mL de Cromato de Potássio à solução contendo Chumbo. Ag+ + Ip AgI(s) ppt amarelo claro 1. ( obtenção do estanito de sódio = 1. Bi 3+ + 3 NH3 + 3 H 2 O --. a)PREPARAÇÃO DO ESTANITO DE SÓDIO SnCl2 + 2 NaOH ----------Sn(OH)2 + 2 NaCl Sn(OH)2 + 2NaOH ----------. Verifique o que ocorre.0mL de Cloreto estanoso lentamente à solução contendo mercúrio.2. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 2 r GRUPO 2.---------------- 3. Adicione 1.2. Verifique o que ocorre.CHUMBO Adicione 1.PRATA Adicione 1. Adicione 1. Verifique o que ocorre.0mL de cloreto estanoso + NaOH até dissolver ).

Sr++ + (NH4)2SO4 p SrSO4 + 2NH4 + ppt branco Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla. Verifique o que ocorre.0 mL de sulfato de amônio.com 121 .2.2.1.3. Adicione tiocianato de amônio à solução contendo ferro ligeiramente ácida por adição de uma gota de HCL diluído. Aqueça se necessário.0mL de Dimetilglioxima. 2Cr(OH)3 + 4NaOH + 3H2 O2 p 2Na2CrO4 + 8H2 O Pb(OAc)2 + CrO4-.6. Verifique o que ocorre.p PbCrO4(s) + 2 OAcamarelo vivo 3. 4. Adicione à solução de Cromo NaOH + H2 O2 + algumas mL de Chumbo. Ca++ + (NH4)2C2O4 p CaC2 O4 + 2NH4 + ppt branco 4.3. Adicione à uma solução de Alumínio solução de NaOH em excesso e algumas mg de NH4CL. Verifique o que ocorre em cada fase. Adicione à solução de níquel ligeiramente alcalina 1. Adicione à solução de estrôncio algumas gotas de hidróxido de amônio + 1. Verifique o que ocorre quando se adiciona a solução de NaOH e quando se adiciona a solução de chumbo.0 mL de Oxalato de amônio. Adicione à solução de cobalto NH4SCN + álcool amílico. 2MnO2 + 5NaBiO3 +20HNO3 p 2HMnO4 +O2 + 9H2 O + 5NaNO3 + 5Bi(NO3)3 ácido manganoso cor uva 3. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 4 r GRUPO 4. Fe3+ + 3NH4SCN p Fe(SCN)3 + 3NH4+ vermelho tijolo Anotações e Observações: 3. Verifique o que ocorre. Adicione algumas gotas de HNO3 à solução de Manganês + Bismutato de sódio em uma cápsula de porcelana. Verifique o que ocorre. Al(OH) 3 + NaOH p NaAlO2 + 2H2 O ppt branco que com o excesso dissolve-se reprecipita branco NaAlO2 + NH4Cl + H2 O p Al(OH) 3 + NaCl + NH 3 3.5. CoCl2 + NH4SCN p Co(SCN)2 + 2 NH4Cl Co(SCN) 2 + 2NH4 SCN p (NH4)2[Co(SCN)4] anel azul entre as fases indica cobalto 3. Observe se forma um precipitado. Adicione à solução de cálcio algumas gotas de hidróxido de amônio + 1.4. Observe a mudança de coloração.1.

p BaCrO4 ppt amarelo Anotações e Observações: 5. Adicione à solução de magnésio 1. Umedeça a alça de platina na solução de Na e leve à chama.6H2O ppt branco 122 Editada por: Anderson Santos ± silvasantos@walla.3.2. amarela 5.4.0mL de fosfato de amônio em meio alcalino e observe o que ocorre.0 mL de Cromato de Potássio. Verifique o que ocorre.com . Adicione à solução de bário algumas gotas de hidróxido de amônio + 1.4. violeta 5. Observe a cor da chama. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 5 r GRUPO 5.1. Mg++ + (NH4)2HPO4 + H2O p MgNH4PO4. Ba2+ + CrO4-. Umedeça a alça de platina na solução de K e leve à chama. Observe a cor da chama.

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