UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

Universidade do Vale do Itajaí

Cadernos
Universidade do Vale do Itaj aí

de Ensino
... 1

Pró-Reitoria de Ensino

FICHA CATALOGRÁFICA

2...

Ficha catalográfica elaborada pela Biblioteca Central Comunitária - UNIVALI
Cássia Ferri Regina Célia Linhares Hostins Coordenação

Projeto
Josiane da Silva Delvan Lucian o Dalla Giacomassa Colaboração

E lisabeth Juchem Machado Leal Simone Gh is i Feuersch ütte E laboração

Hildo Rocha Neto Nilton Córdova Fotografia José Roberto Azevedo Júnior Capa Camila Morgana Lourenço Projeto Gráfico Ch arlles Giovany Faqueti Fábio Zella de Souza José Roberto Azevedo Júnior Editoração E letrônica E xemplares: 1500

Pedagogico

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ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS

ITAJAÍ (SC Julho/2006 Ano 2 - nº 4

de Ensino
... 3

Pró-Reitoria de Ensino

de dezembro de 2005. Em julho de 2006 o texto deste documento (páginas 56. 90.. 89. 91 e 92) foi atualizado para in corporação das alterações referentes à apres entação de trabalhos acadêmicos contidas na segunda edição da NBR 14.724. 87.4. 58.. . 81.

..................... 25 Conceito ............................................................................................................................. 17 Ficha bibliográfica ................. 26 ARTIGO CIENTÍFICO ............................... 09 PARTE I ....................... 23 Avaliação ..................... 33 Conceito ...1 6.................................... 25 Procedimentos ................................................................................................................... 20 RESENHA CRÍTICA .................................................................................. 31 Avaliação ........................4.............................. 35 Avaliação .................................................................................. POSITION PAPER OU POSICIONAMENTO PESSOAL ....................................................4 3...................................... 5 .......4 3 3......2 5......... 15 Conceito ............ 29 Elementos pré-textuais ........................................... 21 Propósitos ............................................................................................................................................................................................................................... 30 Elementos pós-textuais ....................4...1 5.............2 6..................................1 4. 13 FICHAMENTO ...............2 4..................................................... 25 Propósitos ...................................... 10 1 2 2..............................................................................2 5........................................Elaboração de trabalhos acadêmico-científicos .............................................................. 26 Avaliação .......... 37 ................1 5..................................... 30 Indicativos dos tópicos (seções) do artigo científico .. 17 Ficha de leitura ..................................................................................................................3 5.............................................................2 3.........5 4 4.................................................4............ 33 Propósitos ................................................... 27 Conceito ...................................................................3...........................................5 INTRODUÇÃO .............................................UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ SUMÁRIO APRESENTAÇÃO ...4 5............................... 31 RELATÓRIO .2 2......................................................................................................................... 21 Conceito ........ 15 Os propósitos do fichamento ............................................................................... 30 Elementos textuais .........5 6 6............................................................3 4.............................................................................3......................................... 27 Propósitos ...........1 2........................................................................................................................................... 16 Procedimentos ....4 5..............................................................................................................................................................4 5 5.... 18 Avaliação ........................................1 2..... 34 Procedimentos ..4 6............... 34 Tipos de relatórios ............. 24 PAPER...............1 3................................................................................. 27 Procedimentos quanto à elaboração ......................................................3 3................................................................................................................................................................................................................ 22 A apresentação da resenha ............................................................................................................ 28 Procedimentos quanto à forma de apresentação ..2 2........................................................3 6..............................3 5.... 21 Procedimentos ........4..................................................................3 2.........

..............................................3 7............................4................2..................3 3.............................................3 3........................ 63 Regras quanto à data ........................2........................... boletim.................. 58 Regras gerais para elaboração de referências ..................... 47 1.....2 3...............................................2................3......4...................................4 Normas complementares para citação ............................2 7........................................................... 67 Parte de monografia em meio eletrônico ..................2 3..4...... 57 Aspectos gráficos das referências ...........................................................4........4 MEMORIAL .................................................5 Considerações finais sobre as normas de citação ...... 43 1 CITAÇÕES ..................................4.................... 40 Avaliação ........................1.......................................................1..............2 3.......................... 65 Monografias consideradas no todo . dentre outros.......... 68 Publicação periódica como um todo ......5 3......... 45 1.. 61 Regras quanto à edição e editora ............ 71 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico . 65 Monografias .......................................... 70 Artigo e/ou matéria de revista..1 3.....................3 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS ............5 3.........................................3.1 7....................4...............2...3.......... 45 1...........6 3. 68 Publicações periódicas .........1 3....................................... 67 Partes de monografia ...............................3 Alterações na citação ........... 46 1.. 65 Monografias no todo em meio eletrônico ............................................... 57 Localização das referências ....................4..................................... 71 Publicações em eventos ............................................2 3.. em meio eletrônico ........................... textual ou literal ....................................................................................................................4 3.................1 3 3.............................3. 55 Exemplos de resumos ......................2 Citação indireta: paráfrase e condensação .........3......................................1........................................ 52 1................................3 3..............2................................................................................................. 7 7........4.....6............................................................................. 46 1.............................................................................................2........... 39 Conceito ........................................................................................................Orientações e normas para apresentação de trabalhos acadêmico-científicos ...............4....................... 64 Regra quanto à paginação ........................ 59 Regras quanto ao título e subtítulo ............. 69 Partes de publicações périódicas ..................................2.... 53 2 2...........2 3...........................................................1.... 50 1...........................................2.. 70 Artigo e/ou matéria de jornal ...................................................................................2....................................................................................................1 Citação direta..............................6 3............ 62 Regras quanto ao local .....................................................2 Tipos de citação ............................. 41 PARTE II ..1 Regras gerais para citação ...................................................... 39 Propósitos ............4 3.......................... 59 Regras quanto à autoria....................1 3........................3 3.................................................................................................................. 39 Procedimentos ............................................... 48 1.....................3 Citação da citação .........................................4 3...4 3................................4............................................................. 64 Modelos de elaboração de referências ............................4.............................1 3.... 56 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS ........................1 3....3........... 72 ..............4......4........ 69 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas ...........................................

............................. Documento de acesso exclusivo em meio eletrônico ........................ Documento sonoro ............... Documento cartográfico ............................7 3......2 3.......................................................................................................................... Documento tridimensional ..........4........................... 89 Ilustrações ................................12 3................................4..4.......4......4......................... 92 APÊNDICES ...........1 3........... Eventos como um todo em meio eletrônico ......................................................................................... Jurisprudência ........................................................................................................................................ Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico .....6 3...... Séries e coleções ............................................................................................................................................... 98 Apêndice C ................................................2 5............................................................................10 3.............. 81 Elementos textuais .................................................................................3 3......4................................................UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3.........................................4 3............................................ 7 .................9 3..... 103 .. 84 Elementos pós-textuais ....................................................................4................................................................4 3..................................................................... 87 Margens e espacejamento .......3.............................4......6.............................Modelo de página de abertura (artigo científico) ........3 5...........................4............................. Trabalho apresentado em evento .........................8 3................................4.... 91 REFERÊNCIAS ...................Capa de trabalhos acadêmico-científicos .....5 3... Documento jurídico em meio eletrônico ..............1 3...................... Documento cartográfico em meio eletrônico .................1 3.............................. 102 Apêndice E .....4......................................................... 85 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS ......... Doutrina ................................... 100 Apêndice D .................... Bula de remédio .................................................4.......................4.................................................13 3....................11 3........................................ 81 Elementos pré-textuais ...............................4........................................................................Folha de aprovação de trabalhos acadêmico-científicos ................ Legislação .....3 3.....................7..........................1 5......................................................................4................. 96 Apêndice B ........4 3..3...........8 Eventos como um todo ................4..... Notas .......................................................Folha de rosto de trabalhos acadêmico-científicos .....4 5....2 4.........4.........1 4......4.........................4.........................4........................5 5...................6 5...2 3. 72 72 73 73 74 74 74 75 75 75 76 76 77 77 78 78 79 79 80 80 80 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS ...................................................................................................... 90 Equações e fórmulas ..............4....................... 88 Títulos e indicavos numéricos ............ 87 Paginação ...................4............................. Documento iconográficoem meio eletrônico ................................................................................................................................ Imagem em movimento .......................................................1 3..........7 5.................. Documento iconográfico ............................................................................. Documentos jurídicos ..3...........................4..3................................Exemplo de sumário .....................3 5 5........... 88 Parágrafo ... 89 Tabelas ...................14 4 4............4......................................................4.................................. Patente ......................................................... 95 Apêndice A . 87 Formato ......................................

. ..8.

esta publicação traz subsídios à elaboração de textos didático-científicos de forma lógica. 9 . para quê. a pr odu zir conhecimentos.permite ao estudante universitário se exercitar em práticas essenciais à atividade científica: a bu sca. Profª Amândia Maria de Borba Pró-Reitora de Ensino . sob critérios lógicos e com o auxílio da técnica.. conceitual e lógica. (SEVERINO. A UNIVALI destaca.cien tí fi cos. Assim. o mais elementar deles. 2000). dos métodos e das técnicas de áreas específicas do conhecimento é uma exigência do ensino superior para vencer o superficialismo e a falta de rigor científico na produção e socialização do conhecimento. ao focalizar os tipos de trabalhos acadêmicos mais presentes no cotidiano do ensino superior e os procedimentos básicos para sua elaboração. ao artigo científico . Se a ciência é o resultado do confronto. É neste contexto que se insere a metodologia de trabalhos científicos como instrumento útil e per tin en te para a produ ção do conhecimento.do fich amen to. não sem antes termos clareza do sentido político da formação no ensino superior: por quê. Parece-nos ser esta u ma con di ção in di spe nsáve l ao desen vol vim en to da vi da in te lect ual disciplin ada e produ tiva. A elaboração de trabalhos acadêm icos . em todas as disciplinas. têm como objetivo favorecer e estimular a produção escrita de nossos alunos. para quem estudamos e produzimos conhecimentos? Para buscar possíveis respostas às questões acima. Estas três dimensões estão in ti mame nt e r elacionadas. ou da articu lação. o domínio da teoria é condição imprescindível par a o propósito de produção do conhecimento. o domínio de conceitos reelaborados. entre suas finalidades.. característica da formação superior. o domínio da ciência e dos seus métodos para atingir novos patamares de qualidade. E viden te men te .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ APRESENTAÇÃO Este conjunto de diretrizes metodológicas é apresentado aos professores e estudantes universitários para o desenvolvimento de t rabalh os didáti co. desde os primeiros períodos. a apr endizagem e o desenvolvimen to do trabalho in telectu al exigem conhecimentos de ordem técnica. nort eada por posturas e práticas de pesquisa. conse qü en tem en te. pois u m pensamento ou argumento apresentado pelo aluno ou pesquisador sem apoio em processos lógicos pode não passar de uma idéi a superficial. da teoria com a empiria. visando criar novos hábitos e um novo olhar para a produção universitária. Est as orientações. pois todo o conjunto de recursos que está na base do ensino superior não pode ir além de sua função de fornecer instrumentos para uma atividade criadora. é fator determinante para o al can ce dos obj eti vos da for mação u niv ersi tári a: apre nder a pen sar e. o regi st ro e o uso do sabe r já acumulado e disponível para propósitos próprios de construção do conhecimento. o domínio do saber e da cultura. Certamente.

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..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Parte 1 Elaboração de trabalhos acadêmicocientíficos . 11 .

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mediante a progressiva iniciação do aluno às práticas do trabalho intelectual.compettên ci as r efer enttes ao ttrato da com pet ências refe rent es pe ref eren rato in f i nf orm ação ação: . contorno. sobretudo alcancem a capacidade de formular. deve . de modo a se tornarem não apenas consumidores como também produtores de conhecimento.ler e compreender textos teóricos. um dos desafios que hoje se colocam para a universidade consiste na formação de um profissional capaz de pensar e agir num contexto de alta complexidade – decorrente da natureza dos problemas com os quais nos defrontamos – valendo-se para tanto da capacidade de analisar criticamente a realidade à luz de conhecimentos teóricos e de atu ar com competência de modo autônomo e conseqüente. Esse processo contribui decisivamente para a for mação de prof ission ais cu jo pe rfi l compreende as competências necessárias à busca do conhecimento. p. 13 . A formação universitária.] Aprende a duvidar. Ao lado desse fato.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1 INTRODUÇÃO A ê nfase qu e vem sen do col ocada nas atividades de pesquisa articuladas ao ensino e à extensão. no uso de um instrumental teórico-metodológico que lhes possibilite o progressivo domínio das práticas do trabalho intelectual.. Demo (1996.] escrevam. Formular.. assim identificadas: . atividade central na vida acadêmica. portanto. Por outro lado... coloquem no papel o que querem dizer e fazer. a apropriação e o uso do conhecimento técnicocientífico são atividades permanentes na carreira do profissional de nível superior. se faz. redijam. surge o desafio da elaboração própria.28-29) diz ser fundamental que os acadêmicos: [. elaborar são termos essenciais da formação do sujeito.. buscar e adquirir a informação nece ssári a para a re al ização de trabalhos. expressão. sist em at ização e soci al ização do conhecimento deixem de ter no professor seu prin ci pal prot agoni st a e passem a ser compartilhadas por professores e alunos. a perguntar. porque significam propriamente a competência. registrar a informação e as . dada a necessidade de atualização em face aos rápidos avanços da ciência. Essa iniciação compreende a aquisição gradativa de um conjunto de competências.. pela qual o sujeito que desperta começa a ganhar forma. a competência de maior importância e suas competências subsidiárias: identificar as fontes bibliográficas mais relevantes da área. à sua adequada utilização para a solução dos problemas e à elaboração de novos conhecimentos. requer que as atividades referentes à investigação. perfil. Para tanto parece ser indispensável que os acadêmicos se exercitem. de complexidade e sofisticação crescentes. a querer saber sempre mais e melhor.se con siderar qu e a bu sca. desde os primeiros dias de sua trajetória acadêmica. A partir daí. Deixa-se para trás a condição de objeto. passando a participar como sujeito capaz de propor e contrapor[. à medida que se supera a recepção passiva do conhecimento. com vistas à elevação do nivel de qualidade dos cursos superiores. em todas as áreas do conhecimento.

extrair significados. paper. interpretar criticamente.cor rigir. definir.ref er ent es ao raciocín io: iden tif icar proposições. . . O texto ora apresentado pretende oferecer. bem como normas relativas à estrutura e apresentação gráfica de trabalhos acadêmico-científicos. .se (ou ref orm ular o anteriormente formulado). parafrasear. estabelecer relações. projeto e relatório de pesquisa.. Na segun da part e são apresen t adas orientações para elaboração e u so de ci tações. observar. . não são aqui tratados. artigo cien tífico. bem como de apresentação de trabalhos acadêmicocientíficos. no entanto. papers. relat ór io e mem orial. dissertação de mestrado e tese de doutorado. respect ivas f on tes bi bl iográfi cas.competências cognitivas: . artigos. demonstrar (ou provar) por argumentação. orientações básicas para a elaboração de trabalhos acadêmico-científicos. referências). E compete ao professor – a todos os professores e não apenas aos professores responsáveis pelas disciplinas de Língua Portuguesa. No entanto. subsidiariamente.analisar e apreciar criticamente textos teóricos. os procedimen tos para sua e laboração e organização e sugestões para sua avaliação..redigir: progredir do exercício inicial sob a for ma de re sum o. embora t ambém sejam trabalhos acadê micocientíficos. . resenha crítica. ou de Metodologia Científica – a criação dessas oportunidades em todas as disciplinas. somente será desenvolvido pelos acadêmicos se estes tiverem oportunidades efetivas de exercitá-las de modo gradativo.14.apresentar e discutir temas. dominar as praxes de citação e de referência. .referentes à capacidade de interpretação: perceber implicações. . por se considerar que são os tipos de uso mais freqüente nas várias disciplinas dos cursos de graduação. sistemático e intensivo. projetos de pesquisa). fichamentos. ou mesmo o ensaio. até ch egar à elaboração de texto próprio (resenhas.ligadas à formação de conceitos: fazer distinções e conexões.competências necessárias à capacidade de elaboração própria: . documentais ou outras (fazer resumos.referentes às práticas de investigação: formular questões e hipóteses. inferir. . A primeira parte do documento trata dos tipos acima mencionados de trabalhos acadêmicocient íf icos: seu conceito e propósitos. aut o. t anto a professores como a acadêmicos. explicar. Esse conjunto de competências. São muitos os tipos de trabalhos acadêmico-científicos qu e pode riam se r in cl uí dos em um documento como este. de re su m os de ar ti gos e de referências. Dessa forma. optou-se pelo fichamento.

um importante meio para exe rcit ar a escrit a.1 Conceito O fichamento é uma técnica de trabalho intelectual que consiste no registro sintético e documentado das idéias e/ou informações mais relevantes (para o leitor) de uma obra científica. como também registrada e documentada. literária ou mesmo de uma mat éria jornalística. a iden tificação das idéias principais e seu registro escrito de modo conciso. c) regist rar as re fl exões proporcionadas pelo material de leitura. pa pers. sejam elas de iniciação à redação científica (tais como os primeiros trabalhos escritos que o estudante é solicitado a produzir). . portanto. d) organizar as informações colhidas”. b) registrar o conteúdo das obras. na Universidade. funcionam como método de aprendizagem e memorização dos conteúdos. os fichamentos ou relatórios de leitura. 15 . o que re qu er a l eit ur a at ent a do text o. De acordo com Henriques e Medeiros (1999.100). seja na pesquisa científica – como enfatiza Pasold (1999) –. coerente e objetivo. assim. Assim sendo. é otimizar a leitura. palest ras ou confe rências.. A im por tância do fi ch amen to para a assimilação e produção do conhecimento é dada pela necessidade que tanto o estudante. a exemplo de Nunes (1997). filosófica. monografias de conclusão de curso. ou. seja na aprendizagem dos conteúdos das diversas disciplinas que integram o currículo acadêmico. su a compreensão. essen ci al par a a elaboração de resenhas. como o docente e o pesquisador têm de manipular uma considerável quantidade de material bibliográfico. Fichar um texto significa sintetizá-lo. seja ele aluno ou professor. alguns autores. cuja informação teórica ou factual mais significativa deve ser não apenas assimilada. de elaboração da monograf ia de conclusão de curso do graduando. etc. p.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2 FICHAMENTO 2. no caso do professor. preferem substituir esse nome pela expressão “relatório de leitura”. de textos para aulas. cujo autor é o “fichador”. Pode-se dizer que esse registro escrito – o fichamento – é um novo texto. A principal utilidade da técnica de fichamento. ent ão. A prática do fichamento representa. art igos. o fichamento objetiva: “a) identificar as obras consultadas. para utilização posterior em suas produ ções escri tas. Como o fichamento consiste no resultado do trabalho de leitura. além de possibilitar a organização dos textos pesquisados e a seleção dos dados mais importantes desses textos.. da dissertação de mestrado ou do relatório de pesquisa do pesquisador. constituindo-se em instrumento básico para a redação de trabalhos científicos.

Assim. No primeiro caso – fichamento como exercício acadêmico –. no primeiro tipo de fichamento (a) é o raciocínio. seja como técnica auxiliar de estudo de obras. qu e pode ser nu ma ficha manuscrita ou numa folha digitada. nesse caso o fichamento consiste. pelo docente ou pelo pesquisador. a decisão sobre o que retirar de um texto ou de uma obra e registrar sob a forma de resumo ou de citação. o simples propósito de resumir o texto é o propósito dominante. deve apresen tar os indispensáveis elementos de identificação. uma monografia. No segundo caso – fichamento no contexto da pesquisa ou da revisão bibliográfica –. nesse caso. o fichamento será tanto mais eficiente quanto mais claros forem para o estudante ou para o pesquisador os propósitos desse trabalho. mas que. . no registro documentado do resumo do texto indicado pelo professor. o critério organizador do fichamento será dado pela própria lógica do texto. com o propósito de registrar sist emat icam en te e docu me nt ar as informações teóricas e factuais necessárias à elaboração do seu trabalho. No segundo tipo (b). podem ser considerados dois tipos de fichamento: a) o fichamento que é solicitado ao estudante universitário como exercício acadêmico.se apen as na su a apresen tação. b) o fichamento que é feito pelo estudante. conceitos ou fatos que interessam resumir ou registrar n os f ichame nt os qu e f ará das obras selecionadas.. um artigo. no contexto de um a pesquisa ou de u ma re visão bibliográfica. ou assimilar o conteúdo ou parte do conteúdo de uma disciplina. um seminário ou um relatório de pesquisa. com o propósito de desenvolver as habilidades exigidas para o estudo e assimilação de textos teóricos.. artigos e textos teóricos. são os propósitos temáticos de quem estuda as obras consultadas que “comandam” a seleção das idéias. São esses propósit os tem áticos que ori ent am o “fichador” quando seleciona idéias. o fichamento praticamente se identifica com o Os propósitos do fichamento r esu mo.16.2 Seja como técn ica au xiliar da pesqu isa bibliográfica. o fichamento está “a serviço” da pesquisa que o estudante. como toda e qualquer pesquisa está centrada num tema. dos quais se falará mais adiante. terá como critério selecionador os “propósitos t emáticos” dados pelo próprio tema da pesquisa e suas ramif icações. a argumentação do autor a da obra ou do texto que “comanda” o trabalho de resumo do fichador. e m qualquer caso. Dessa forma. Ora. o docente ou o pesquisador se propôs. em geral. elementos teóricos ou factuais que integrarão o resumo. di fer enci a. conceitos. Dependendo dos seus propósitos. 2. que tanto pode ser uma resenha.

35-45).cabeçalho: no alto da ficha ou da folha. 105121) of erecem importan tes orientações práticas sobre diferentes tipos de fichas e sua organização. Manual da monografia jurídica. p. elaborada de acordo com a (NBR 6023:2002) da ABNT. Severino (2000. que variará conforme o tipo de fichamento que o estudante ou pesquisador pretenda fazer. ou seja. como.. As fichas.). 87. A 1a parte da obra contém orientações metodológicas para a elaboração e a apresentação da monografia no curso de graduação de Direito. p.112). 1997. .1 Ficha bibliográfica Destina-se a documentar a bibliografia relativa a um determinado assunto. .. Eco (1988.referência: o segundo elemento da ficha será a referência completa da obra ou do texto ao qual a ficha se refere.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2. apenas dois tipos de fichas serão a seguir apresentados. um título que indica o assunto ao qual a ficha se refere. O seu corpo pode ser constituído de poucas informações.3 Procedimentos São variados os tipos de fichas que podem ser criados. p. 2. 42-55) e Pasold (1999. 207 p. após o título geral. de um subtítulo. como já foi dito. devem conter três elementos: . o con teú do propriamente dito. Embora muitos tipos de fichas possam ser elaborados no contexto de uma pesquisa ou de uma revisão bibliográfica. é importante ainda que conste a localização da obra (biblioteca. etc. à direita. da UNIVALI Exemplo de ficha bibliográfica . por exemplo. sejam elas de cartolina ou de papel A-4 (que substituíram as de cartolina pelas facilidades oferecidas pelos micros). breve indicação do conteúdo da obra ou de sua importância para algum aspecto do trabalho que o estudante ou o pesquisador tem em andamento. arquivo público. Bibl. a 2a parte trata da elaboração de dissertação de Mestrado e tese de Doutorado. Metodologia da pesquisa / Pesquisa bibliográfica NUNES. Luiz Antonio Rizzatto.3. p. dependendo das necessidades de quem estuda ou pesquisa. São Paulo: Saraiva. por serem considerados os mais essenciais. pode ser adotado o uso. para que a ela se possa retornar caso haja necessidade. Leite (1985.corpo da f ich a. 17 .

– utilizar linguagem clara. Assim sendo. A organização da ficha deve ser feita de tal modo que permita identificar posteriormente a página da obra onde se localiza esse ou aquele conceito.. sem o que essa crítica não passará de mera opinião. por exemplo. contendo apenas resumo e citação (no exemplo. – respeitar a ordem das idéias e fatos apresentados. bem como distinguir as expressões ou palavras do autor da obra – isto é. outras formas podem ser adotadas. um comentário sobre o te xto f ichado. ou então pode apresentar o resumo que sintetiza o resumo. idéia ou argumento. deverá apresentar as características de um resumo de qualidade. Para sua elaboração. que deverão estar sempre entre aspas – das expressões ou palavras próprias do fichador.18. o que tornaria a ficha mais completa. Atenção: o exemplo ilustra uma “ficha” de leitura em folha A-4). resumo conteúdo. deverão ser seguidos os passos recomendados por Severino (2000. a decisão de incluir. Pode ficar a critério do professor. as citações. objetiva e econômica. pode ser útil a inclusão no texto das novas idéias que foram surgindo durante a leitura. citações mais significativas de trechos do conteúdo. optou-se por colocar na margem esqu erda da folha o núm ero da página correspondente ao trecho resumido para i dent ificar su a localização na obra. p. Para o estudante ou docente que faz um f ich amen to no con tex to da pesqu isa bibliográfica. 2. O corpo da f icha de leit ur a pode ser organ izado de diferentes maneiras. ao seu final. no entanto. sempre entre aspas e com indicação da respectiva página. transcrições as citações. seletivo e objetivo. p. para fazer a crítica de um texto – ainda mais quando se trata de um texto teórico – é necessário que o aluno já disponha de um certo repertório. A seguir se encontra um exemplo de ficha de leitura. qu e e xpre sse a interpretação crítica do aluno sobre o conteúdo do texto. ou não. – apresentar uma seqüência corrente de f rases con cisas. juízo de valor destituído de fundamento. Nesse caso.3. O corpo da ficha consistirá no resumo da resumo obra ou da parte da obra que interessa ao fichador. 47-61) para a leitura e resumo de textos teóricos que o leitor encontrará sintetizados à página 21 deste documento. Pode conter. dev e o professor ter claro que.2 Ficha de leitura Esse tipo de fich a destina-se ao registro sinté tico do cont eúdo (ou de parte do con t eúdo) das obras lidas. É importante salien tar que a inclusão de citações no fichamento não significa que este se confunda com um mero exercício de “recorte e colagem” de trechos da obra. ao solicitar dos alu nos um fichamento. . 6465). ou seja: – ser sucinto. dir etas e interligadas. e as citações ou seja.. apenas o resumo das idéi as do au tor e n enhu ma citação ou comentário pessoal do fichador. como sugere Hühne (1992.

A socio logia com pree nsiva. pois. ) Exem pl o de fic ha de l ei tu ra 17 18 19 Exemplo de ficha de leitura . 199 7. Rio de Janeiro: Re co rd.. 19 . se gundo ele. entende que os fatos so ciais não são quantificáveis. a pesquis a nas Ciências Sociais "é um a atividade ne utra e o bje tiva.. distingue natureza e cultura e de fende proce dim entos m e todo lógicos dis tinto s para se us e studos . ex te rno ao indivíduo. um de se us repres entantes . que busca de scobrir regularidades ou le is . para e le . S egundo ele. em que o pes quisador não pode faze r julgam e ntos ne m permitir que se us preconce itos e crenças co ntam inem a pesquisa". Com te defe ndia a unidade de todas as ciê ncias. que pre ssupõe um a m etodologia própria. o fato social. Via a ciência social com o ne utra e obje tiva.. inde pende da consciência hum ana e deve s er tom ado com o c oisa. cujas raízes estão no historicism o ale mão. suje ito e objeto do conhe cime nto es tão radicalm e nte separados. o m étodo das C iências Naturais– e rklär en – "busca generalizaçõe s e a descobe rta de re gularidade s" e o das C iê ncias Sociais – ve rsteh e n – "vis a à com pre ensão inte rpretativa das e xpe riências dos indivíduos dentro do conte xto em que foram vive nciadas". Dilthey .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ M e tod ol ogi a ci e ntífica Pe s quis a q ualitativ a G O LD E NBE RG . O s adeptos da abordage m qualitativa e nte ndem que o m ode lo de e studos das C iê ncias N aturais. po is cada qual tem um sentido próprio. A arte de p e squisar: como fazer pe squisa qualitativa e m C iê ncias S ociais. 16 Esclare cer o debate e ntre a sociolo gia pos itivista e a sociolo gia co mpree nsiva é útil para s ituar a que stão da utilização de mé todos e té cnicas qualitativos nas C iências Sociais. Ass im . não são ade quados à e specificidade das C iências S ociais. (. M. ne cessitando ser com pre endido e m s ua singularidade . Para D urkheim. bas eado e m proce ssos quantificáve is que se transform am e m le is e explicações ge rais..

O conteúdo do resumo mantém fidelidade ao texto? (ou há deturpação das idéias?) .A linguagem utilizada obedece a norma culta? ..A obra fich ada ou re sum ida est á corretamente referenciada? . aquele que é solicitado como exercício acadêmico.4 Avaliação As orientações para avaliação do fichamento referem-se ao primeiro tipo de fichamento mencionado no item 2.A interpretação crítica (no caso de ter sido solicitada) é pertinente e fundamentada ou justificada? . As seguintes perguntas poderão orientar o professor na avaliação do resumo: .As normas técnicas de apresentação de trabalhos acadêm ico-científ icos foram observadas? ..2.O resumo respeita a ordem das idéias apresentadas pelo autor do texto? .O resumo é sucinto e objetivo? .As idéias principais do texto estão contidas no resumo? .20. ou seja.O resumo evidencia uma redação própria do alu no? (ou con sist e apenas na ju staposição de u ma sér ie de f rases recortadas do texto?) . 2.

em decorrência. além do conhecimento especializado do tema. A resenha crítica tornou-se importante recurso para os pesquisadores e. de um modo geral. 3. Quando realizada como um trabalho acadêm ico. dest acando a cont ribu ição do aut or: abordagem inovadora do tema ou problema. t em o propósito de exercitar a capacidade de compreensão e de crítica do estudante. . prin cipal me nt e. A resenha deve levar ao leitor informações objetivas sobre o assunto de que trata a obra. novos conhecimentos. artística ou cultural em seu campo de interesse. para as pessoas cuja atividade profissional ou de est udo requer inf ormações sobre a produção científica. que a resenha possibilita. novas teorias. o profissional ou o estudante pode decidir sobre a conveniência ou não de ler (ou adquirir) a obra.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3 RESENHA CRÍTICA 3. ou seja.1 Conceito A resenha crítica consiste na apresentação sucinta e apreciação crítica do conteúdo de uma obra. – uma justificativa da apreciação realizada. 21 . têm condições de emitir um juízo crítico. Portanto. feita por cientistas que. a resenha deve conter: – o resumo das idéias principais da obra.2 Propósitos Mediante a leitura do resumo da obra e de sua avaliação. da explosão de conhecimentos característica da sociedade contemporânea... em geral. A resenha de obras científicas é. – uma apreciação crítica das informações apresentadas e da forma como foram expostas e de sua avaliação. compreende o resumo e o comen tário de u ma obra científ ica ou literária.

político. pr eciso? A li ngu agem é correta? d) quanto à forma: é lógica.3 Procedimentos A resenha crítica deve abranger um conjunto determinado de informações. Referência: editora e data de publicação. análise e interpretação de textos científicos. preço. . estudantes? Nem sempre é possível ou necessário dar resposta a todas as pergu ntas ou iten s relacionados acima.seu quadro de referências. cargos exercidos. econômico. figuras. edição. – Conclusão do autor o autor apresenta (ou do autor: não) conclusões? Caso apresente. etc. número de páginas. – Res umo da obra resumo das idéias Resumo obra: principais. obras publicadas. gráficos. p. 3. Para fins de t rabalh os acadê micos. pelo estudante. A elaboração de uma resenha crítica requer a aquisição gradativa. de modo a cumprir sua finalidade. O roteiro a seguir baseia-se no modelo apresentado por Lakatos e Marconi (1991.. objetivo. especialistas. de com pe tên cias de l eit ura. baseadas em Severino (2000. local. se optar por intitular. criativas? A abordagem dos conhecimentos .as conclusões do autor. exemplos. sistematizada? Utiliza recursos explicativos (ilustrações. – Credenciais do autor informações gerais do autor: sobre o autor e sua qualificação acadêmica. quais são elas? Onde se encontram (no final da obra ou no final dos capítulos)? – Quadro de referências do autor a que Quadro referências do autor: corrente de pensamento o autor se filia? Que teoria ou modelo teórico apóia seu estudo? – Crítica do resenhista (apreciação) (apreciação): a) como se situa o autor da obra em relação é inovadora? c) quanto ao estilo: é conciso. . título.a referência (aqui pode ser dispensado o item sobre preço da obra). têm o propósito de organizar. títulos.: O resenhista poderá (ou não) dar um título a sua resenha. desenhos. . bem como da finalidade ou destino da resenha.a crítica do resenhista. no ent an to.)? e) a quem se destina a obra: grande público. o título deverá guardar estreita relação com algum atributo ou idéia mais destacada da obra. . em relação ao contexto social. o que muitas vezes depende da obra resenhada. p. etc.. 245-246): – Referência autor(es). coere nt e.? b) quan to ao mérito da obra: qu al a con tr ibui ção dada? As idéi as são originais.22. sistematizar a abordagem de às escolas ou correntes científicas ou filosóficas. As diretrizes metodológicas que seguem. histórico. (As perguntas seguintes são orientadoras: de que trata a obra? O que diz? Qual sua característica principal? Requer conhecimentos prévios para entendê-la?). Obs.o resumo da obra. profissional ou especializada. são indispensáveis os seguintes tópicos: . segundo a percepção do resenhista. 51-57). claro. descrição breve do conteúdo dos capítulos ou partes da obra.

A análise crítica o estudante formula um análise crítica: análise crítica A análise temática procura interrogar e análise temática: temática identificar do que fala o texto e qual o tema de que se trata: como o autor problematiza o tema? Que posição assume? Como expõe passo a passo seu pensamento. .Texto a referência bibliográfica da obra Te Texto: resenhada deverá ser apresentada no início do texto.4 A apresentação da resenha Como trabalho acadêmico. bem como a avaliação crítica do resenhista. . como de outros trabalhos acadêmicos. a resenha deve apresentar a seguinte estrutura: . obrigatoriamente. aparecem. no entanto. Avalia também sua originalidade. os dados sobre a obra. a seqü ência dos elementos relacionados no item 3. o resumo do conteúdo. porém corrida. pela maneira como o autor desenvolve e aprofunda o tema. m arcar e esquematizar as idéias relevantes.Folha de rosto: é a folha que apresenta os Folha rosto: elementos essenciais à identificação do trabalho. sobre o vocabulário (conceitos. A redação da resenha obedecerá. nas resenhas de boa qualidade. n um a seqüên cia adequ ada. alcance.3 acima. explora sua fecundidade e mantém um diálogo com o autor. quer dizer. os aut ores cit ados. constitui uma etapa do trabalho de elaboração da resenha. compondo um texto harmonioso. A análise textual etapa em que o estudante análise textual: textual A análise interpretativ a: o estudan te anális e interpretativa: faz uma leitura atenta. como se pr oce ssa seu raci ocí ni o e argumentação? Qual é a idéia central? Quais as idéias secundárias? As análises textual e temática servem de base para a elaboração do resumo. I sso n ão si gn if ica qu e o t ext o dev a. subdividir-se mediante o uso de subtítulos de acordo com aqueles elementos. com vistas a obter o melhor proveito de seu estudo.. tanto como preparo para a elaboração de resenhas. os aspectos teóricos. em geral. sucinto e de fácil leitura.. 23 . juízo crít ico. validade e con tribui ção à discussão do problema. o qual. de um modo geral. Procura estabelecer uma aproximação. seu autor. do texto para identificar seu plano geral. buscar dados sobre o autor. ou seja. avaliando o texto pela sua coerência interna. associação e/ ou comparação com as idéias temáticas afins e com os autores que tenham desenvolvido a mesma ou outra abordagem do tema. 3. termos fundamentais à compreensão do t exto).UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ textos teóricos. Deve ser elaborada segundo o modelo constante do Apêndice B. procura tomar uma posição a respeito das idéias enunciadas. trabalho acadêmico distinto da resenha.

o su mári o é e lem en to dispensável.a resenha apresenta as idéias principais da obra? .ci entíf icos f oram observadas? .24.A apresentação das idéias prin cipais é sucinta e objetiva? . 3.As informações sobre o autor são suficientes para sua identificação? . dev endo ser organ izado segundo a NBR 6023:2002.O posici onamen to (te ór ico. devem ser seguidas as orientações comuns aos demais trabalhos acadêmicos. polí tico.Referências caso o resenhista tenha se Referências: Referências valido de outras obras para fundamentar a análise da obra resenhada.As conclusões do autor são comentadas/ discutidas? . econômico.A linguagem utilizada na resenha respeita a norma culta? .As normas técnicas de apresentação de trabalh os acadêmico. Quanto à apresentação gráfica.A crítica do resenh ist a é pertin ente e fundamentada ou justificada? .A obra está corretamente referenciada? ..Aponta as características mais relevantes da obra? .5 Avaliação As seguintes perguntas poderão orientar o professor na avaliação da resenha: . esse item é obrigatório. Sendo a resenha um trabalho acadêmico geralmente pouco extenso e pouco ou nada subdiv idido. social) do autor é discutido? .. .

E m algu ns casos. com base na análise de pontos e contrapontos de diferentes autores ou obras estudadas pelos alunos. o autor desenvolve análises e argumentações.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 4 P APER . O p aper pode ser usado para consolidar conteúdos trabalhados nas unidades de uma disciplina (atividade curricular). júri simulado. com objet ivi dade e clare za. Esse tipo de trabalho também auxilia o desenvolvimento da capaci dade crít ico.. Sua elaboração consiste na discussão. de resultados de estudos ou pesquisas cient íficas. pode ser articulado a outras estratégias de ensino utilizadas na disciplina: após a realização de seminários. o objet iv o do p a pe r é e stim ul ar o aprofu ndame nt o de um de ter min ado assunto. Além disso. dentre outros tipos de publicações. fatos ou situações relacionados a assuntos pertinentes a uma área de estudo. . a el aboração do posicion am en to pessoal gera ou tr as produções acadêmicas.1 Conceito O paper..2 Propósitos No contexto da f ormação acadêmica. POSITION PAPER OU POSICIONAMENTO PESSOAL 4. pelo au tor. pois requer que este expresse sua interpretação e compreensão do assunto apresentado. podendo considerar. estudos de caso ou participação em palestras.an alít ica e da criatividade do aluno. 4. promover o debate em torno de um assunto. 25 . exercitando a linguagem científica na elaboração de um texto. o professor pode solicitar ao aluno a elaboração de um posicionamento pessoal com o for ma de av aliar a aprendizagem individual. Na elaboração de um paper. também. opiniões de especialistas. artigos especializados ou de informação geral. como os artigos científicos. position paper ou posicionamento pessoal é um pequeno texto sobre tema prédeterminado.

As referências utilizadas no trabalho devem ser apresentadas separadamente. ao final do texto. exemplos ilustrativos e mencionando idéias comuns ou contrárias de outros autores. de forma articulada.26. a part ir dos qu ais será desenvolvido o paper. f il mes..Planejamento do pa per: compreende a elaboração de um roteiro ou esquema com as prin cipai s i déias ref ere nt es a: a) apresentação do assunto e propósitos do p ap er . a análise do assunto e as conclusões do seu autor. artigos. pode (ou mesmo deve) conter citações diretas e/ou indiretas que sustentem os argumentos do autor em relação ao tema em discussão. et c. desenvolvimento e conclusão. o pa per deve apresentar em sua estrutura. registros ou anotações de palestras.A análise das idéias é coerente/consistente? . sistematizando-se determinadas etapas. d) sí nt ese con cl usi va. o encadeamento entre as idéias iniciais. b) destaque dos pontos mais r elev ant es. 4. A apresentação gráfica do paper.3 Procedimentos Para a elaboração do p ap er é pr eciso considerar critérios relacionados ao conteúdo e à forma.. deixando-se claro. Além disso. tais como: textos. c) discu ssão dos pon tos r elev ant es. entretanto. segue os padrões descr itos no t ópico 5 da Part e II dest e docu men to r ef eren te às norm as de apresent ação de trabalhos cient íficos e acadêmicos.As normas técnicas de apresentação de t rabalh os acadêmi co. Como todo trabalho acadêmico. .A linguagem utilizada obedece a norma culta? . as etapas de introdução.Leitura: exploração e leitura de materiais relacionados ao tema.As críticas e os argumentos apresentados são fundamentados ou justificados de modo consistente? . 4. como todo t rabalh o acadêmico.cien tí fi cos são respeitadas? . lev an tan do argum en tos..Há lógica na organização geral do texto? . Os aspectos a serem considerados quanto ao conteúdo abrangem: . Isso significa que o texto é redigido sem divisões em subtítulos. re met en do aos propósitos expressos na apresentação.as principais idéias dos autores que serviram de base para o paper (quando for o caso) são apresentadas no texto? .As conclusões são apresentadas de forma clara e objetiva? .O assunto/tema em discussão é analisado com profundidade? .4 Avaliação Para avaliar um trabalho do tipo paper podese buscar respostas para questões como: .

idéias.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 5 ARTIGO CIENTÍFICO 5. 5. Isso permite que outros pesquisadores. experimental ou de campo).aprofundar discussões sobre assuntos já estudados e que pressupõem o alcance de novos resultados. o artigo é produzido para divulgar resultados de pesquisas científicas. . os procedi me nt os de u ma pesqui sa. Sua publicação em periódicos especializados é uma forma de divulgação do conhecimento produzido no meio científico e acadêmico.2 Propósitos De um modo geral. dissertações ou teses. p. ampliando as discussões e o conhecimento sobre o assunto e inspirando novas pesquisas. possibilita ao leitor avaliar a pesquisa realizada. . o artigo científico pode abordar conceitos.los ou pormenorizar aspectos. buscando a r esolu ção satisfatória ou a explicação à controvérsia gerada. teorias ou mesmo hi pót eses de form a a di scut i. como monografias. o artigo científico tende a ser usado como estratégia de en sin o para o desenv olvi men to da capacidade de síntese das experiências de pesquisa realizadas pelo aluno. . embora sucinta. o aluno inicia uma aproximação aos conceitos e à l ingu agem cien tífica qu e necessitará desenvolver no momento da elaboração do trabalho de conclu são de curso. ao apresentar de forma completa. 27 .aprofundar ou dar continuidade à análise dos resultados de pesquisas. Entretanto. métodos e técnicas.. os propósitos.1 Conceito O artigo científico consiste em um texto que apresenta. docu men tal. Ao produzir o artigo. . ou nela se baseiem. discute e divulga idéias. difere de trabalhos científicos.. a metodologia empregada por seu autor e os resultados obtidos. Além desses objetivos. de acordo com Marconi e Lakatos (2001. . No contexto da formação acadêmica. O artigo científico. processos e resultados de pesquisa cien tí fi ca (bi bl iográfi ca. Por sua reduzida dimensão e conteúdo. 88): .resgatar ou refutar resultados controversos ou que caracterizaram erros em processos de pesqu isa.discutir aspectos de assuntos ainda pouco estudados ou não estudados (inovadores). a partir de novos enfoques ou perspectivas. esse tipo de trabalho também pode ser elaborado com os seguintes propósitos.estudar temáticas clássicas sob enfoques contemporâneos. ou repitam a experiência – confirmando ou não seus resultados –.

No desenvolvimento (corpo do artigo). por fim. podendose utilizar tabelas e ilustrações). O texto contém a exposição e a explicação das idéias e do mat erial pesqui sado e pode ser subdividido da seguinte forma: referenciais teóricos da pesqu isa (apresen tação de con cei tos si st emat izados com base na lit eratu ra). uma síntese da metodologia utilizada na pesquisa. são apresentados os dados do estudo. Todavia. fatos ou outros estudos. dest acam.. comparando-se com outros estudos já realizados. A introdução apresenta o assunto do artigo – tema da pesquisa – e seus objetivos. deve ser estruturado da forma a seguir descrita. relacionando-os aos objetivos propostos na introdução. seguidos da indicação das partes principais do tema e suas subdivisões e.28.3 Procedimentos quanto à elaboração Em termos de procedimentos para a escrita de um artigo científico. explicando e avaliando os resultados. e descrição dos métodos. discussão e análise (confronto entre os resultados obtidos na pesquisa e o conteúdo abordado nos referenciais teóricos). No tópico das considerações finais.reún a as inf ormações e conhecimentos necessários por meio de leituras (textos e documentos). desenvolvimento e conclusão. a elaboração deste plano é útil. técn icas e equi pam ent os uti lizados). Já no caso do artigo constituir-se como uma produção ou comunicação escrita sobre idéias. de fichamentos. a justificativa do trabalho e suas limitações. destacando os aspectos a serem enfatizados no trabalho. é necessário observar os propósitos do trabalho a ser elaborado (vide item 5. se for o caso. contribuindo para que o aluno aprenda a sintetizar conceitos.2). o artigo científico deve apresentar a estrutura básica que caracteriza todos os tipos de trabalhos científicos ou acadêmicos: introdução. resul tados (apre se ntação e avaliação dos dados encontrados. . a análise e a crítica de conteúdos teóricos e de idéias de diferentes autores. aspe ct os me todológicos (caracterização da pesquisa e da população.. em primeiro lugar. mater iais. para sistematizar a comunicação a ser feita. é preciso que o autor: . evitando que o autor se perca durante a elaboração. .se os seu s re sul tados. fazer comparações. Podem ser incluídas sugestões ou recomendações para outras pesquisas. A elaboração de artigos estimula. Quando o artigo se refere à comunicação de resultados de pesquisa. Por out ro l ado.sistematize um roteiro básico das idéias. iniciando com a apresentação geral do assunto e dos propósitos do artigo. De acordo com Leal (2001. registros de observações ou evidências factuais. porém de forma breve e sintética. 5. ainda. independente de ter propósitos distintos.102). formular críticas sobre um determinado tema à luz de pressupostos t eór icos ou de evidências empíricas já sistematizadas. conceitos. que se constitui como dedução lógica do estudo. p. teorias.

textuais e pós-textuais. precisão. Devem ser evitadas as gírias. É pre ci so ev it ar. ao conteúdo desenvolvido. Vale ressaltar que as divisões.103). ao mesmo tempo em que se deve cuidar para que o texto não seja compacto em demasia. A definição do título do artigo deve corresponder. 2001. também.106). correse o risco de comprometer a aprovação do artigo.na conclusão. destacando sua importância teórica ou prática. se min ários.4 Procedimentos quanto à forma de apresentação A apresentação do artigo científico para publicação científica impressa deve seguir as orientações da NBR 6022:2003. relacionando-as com os objetivos previamente estabelecidos. além de descre ver os objet ivos e os fundamentos que orientam o trabalho. as expectativas em relação a ele.ao apresentar o artigo – na introdução –. convém observar também os critérios e modelos estabelecidos por seus organizadores e/ou editores. caso isso não aconteça. Também é preciso evitar explicações repetitiv as ou supérfluas. et c. a forma como o artigo está organizado. Ao f in al da int rodu ção dev e apresentar.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ também auxilia como recurso pedagógico para reflexão e organização lógica das idéias a serem abordadas. para uma maior clareza e compreensão por parte do leitor. cujos títulos devem ser curtos e adequados aos aspectos mais relevantes do conteúdo. deve o autor dividir o tema em discussão. ainda. . . 5. o autor apresenta uma síntese das principais idéias trabalhadas no corpo do artigo. porém . . é conveniente que o autor contextualize o tema. pois. o que pode prejudicar a sua compreensão. coerência e estrita observân cia das regras da norm a cu lta. Caso se trate de artigo a ser apresentado em eventos (congressos. A estrutu ra de artigos cien tíficos compreende elementos pré-textuais. O artigo científ ico deve ser redigido com objetividade. subdivisões e títulos do artigo não garantem a sua consistência ou i mportância. motivando para a leitura. conferindo “ao con ju nt o a in di spensáv el u nidade e homogeneidade.” (LEAL. de forma adequada. o e xce sso de subdivisões. . p. expressões coloquiais e que contenham juízos de valor ou adjetiv os desn ecessários. 29 .). sugerindo a continuidade das discussões a respeito. 2001. É n ecessário qu e as referidas partes e respectivas idéias estejam articuladas de forma lógica. mencionar eventuais implicações ou efeitos a partir do conteúdo apresentado. Pode. p...no desenvolvimento do artigo. bem como os limites do artigo quanto à extensão e à profundidade (LEAL.

Nota(s) explicativa(s) (elemento opcional): caso existam. .Resumo em língua estrangeira (obrigatório): consiste na versão do resumo na língua do t ext o para idi om a de di vu lgação internacional (vide seção 2 da Parte II deste documento).3 Elementos pós-textuais . podem ser dispostos em rodapé indicado por asterisco na página de abertura (vide modelo do Apêndice E). então. o currículo. assim como os endereços postal e eletrônico.Palavras-chave na língua do texto. após os elementos pós-textuais.3. 5. ou. .4.1 Elementos pré-textuais . Segundo a NBR 6022:2003.Palavras-chave em língua estran geira (obri gatório): consist e n a versão das palavras-chave na língua do texto para a m esma lín gu a do re sum o em lí ngua estrangeira (vide seção 2 da Parte II deste documento).4. 5.4.Glossário (opcional): deve ser organizado em ordem alfabética. o desenvolvimento e a conclusão.2 Elementos textuais Os el ement os textu ais compreendem a introdução. cuja apresentação também deve observar a NBR 6028:2003 (seção 2 da Parte II deste documento).. são apresentadas em relação única e consecutiva e numeradas com algarismos arábicos. .Título e subtítulo (se houver) em língua estrangeira. . . diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos. . onde também são colocados os agradecimentos do(s) autor(es) (caso sejam necessários) e a data de entrega dos originais.. elaborado de acordo com a NBR 6028:2003 (seção 2 da Parte II deste documento). precedendo o resumo em língua estrangeira. .Referências (obrigatório): elaboradas de acordo com a NBR 6023:2002 (vide seção 3 da Parte II deste documento). diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos e na língua do texto.Nome do(s) autor(es) acompanhado(s) por breve currículo qualificando-o(s) na área de conhecimento do artigo.Título e subtítulo (se houver) figuram na página de abertura do artigo.Resumo na língua do texto.30. 5. já detalhados na seção 5. . .

o lei tor encon trará ori ent açõe s sobre elaboração/emprego de citações (seção 1). decorrentes dos objetivos propostos pelo professor. . podem ser descritos vários critérios (AMR1 . . .demonstração de conhecimento suficiente sobre o assunto. sociedade).clareza na apresentação dos objetivos. SEVERINO. são identificados por let ras maiúsculas consecut ivas. seguidas de trav essão e respectiv o t ítu lo (Ex. . 5. Observação: na Parte II deste documento. 2001.Estrutura organizacional da Empresa Alfa).4 da Parte II deste documento). Para a avaliação de artigos científicos. seguidas de travessão e respectivo título (Ex. muito embora nada impeça que o professor os solicite em etapas anteriores. . . adequando-o às possibilidades e recursos já desenvolvidos por seus alunos.. tais como: a) Quanto ao conteúdo: .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ .5 Avaliação O artigo científico pode ser avaliado segundo inúmeros critérios. . FEITOSA.4. complementar ao seu trabalho.ausência de dispersão ou de redundância das informações/conteúdos.. os artigos científicos são elaborados por alunos que se encontram em fase final do curso de graduação.Questionário). siglas. então. precedi dos por numeração progressiva. Normalmente. 1999.4 Indicativo dos tópicos (seções) do artigo científico Os títulos das partes ou seções que dividem o texto de um artigo cient ífico devem ser alin hados à esqu erda. .Anexo(s) (opcional): texto ou documento não elaborado pelo autor do trabalho. equações e f órmulas.coerên cia en tre as in formações e no encadeamento do raciocínio lógico. . organização.ausên cia de salt os de raci ocí nio na 1 American Management Review (periódico americano que apresenta diretrizes básicas para revisão de artigo s científicos). 2000). conforme a NBR 6024:2003 (vide seção 5.: APÊNDICE A .referencial teórico claramente identificado. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas. as suposições devem ser claras e justificadas. que complementa.identificação dos limites do artigo (definição do foco do artigo e dos aspectos que não serão abordados). comprova ou ilustra seu con teúdo.apresentação de suposições (hipóteses) su ste nt adas em t eori as e cr enças consideradas verdadeiras a part ir do paradi gm a do qual se ori gi nam.clareza na especificação das unidades de análise (como por exemplo: indivídu o. ilustrações e tabelas (seção 5).: ANEXO B .Apêndice(s) (opcional): texto ou documento elaborado pelo autor. 5. justificativa e importância do artigo. . 31 . coerente e adequado aos propósitos do artigo.

demonstração de argumentos ou provas suficientes para apoiar as conclusões.objetividade.elementos de transição entre parágrafos adequ ados ao sentido e à lógica dos conteúdos.u so corret o de ci tações devidam ente referenciadas. ou de um conceito para outro.. . un idade e art icu lação (encadeamento lógico). passagem de um parágrafo para outro.ori gin ali dade e i novação do assun to abordado. . .atendimento aos objetivos propostos. .coerência e padronização dos termos técnicos. .observância das normas de apresentação de um artigo.post u ra ét ica n o tr at o do t em a e desenvolvimento da análise (imparcialidade e equilíbrio). . com a corr eta r elação com os f atos analisados. .elaboração de análise e síntese diante de concei tos teór icos sem elh an te s e/ ou divergentes. .uso adequado de exemplos complementares para clarificar o significado do texto.uso/seleção de literatura pertinente à análise. .. b) Quanto à forma: .observância das regras da norma culta. . -\ ar ticu lação e nt re su gestõe s ou r ecomen dações e as di scu ssões apresentadas no texto. . . .linguagem acessível. .adequação do título ao conteúdo. do t ext o . precisão e coerência na escrita do texto.afirmativas unívocas.resumo claro e informativo. . sem duplo sentido. . .uso fiel das fontes mencionadas no artigo.32.

viagens de estudo. uma narração. em pelo menos uma das definições. seja no seu conteúdo. – as quais. [.1808) encontram-se as seguintes: 1 Exposição. descrição ou exposição de um evento qualquer (algo que ocorreu e foi obse rvado. 6. 3 Exposição por escrito sobre as circunstâncias em que está re digido um docume nto ou proje to. etc. n ão é abordado n este documento. O relat ório de que se trata aqu i é uma modalidade de trabalho escrito que não se confunde com o relatório de pesquisa – esse destinado exclusivamente à comunicação dos resultados de uma pesquisa científica –. p.1 Conceito A compreensão do que é um relatório pode começar pelo exame das definições que os léxicos of erecem . . após terem sido desenvolvidas. de menor importância... são complementadas ou concluídas pelo relato de sua realização. em diversas disciplinas. de uma prática ou de um conjunto de práticas. talvez por ser con siderado um t rabalho “ pequen o” ou “rápido”. na sua organização ou apresentação. realização de uma intervenção ou procedimento especializado. Embora seja utilizado com fr eqü ência.. Em Michaelis (1998. Vale sali en tar o det alham ent o com o u ma característica do relatório. aplicação de uma determinada técnica.. observação de eventos. então. 33 . embora seja um dos principais trabalhos acadêmico-científicos comumente realizados n a un iversidade. exper imen tos ou testes de laboratório. al go qu e f oi realizado). relação. acompanhado dos argume nto s que militam a favor ou contra a sua adoção.. geralmente relacionados a atividades práticas – visitas.. s obre a s eqüê ncia d e um acontecimento qualquer. esse t ipo de tr abal ho acadêmico por vezes tem sua elaboração negligenciada. pois os termos minuciosa e circunstanciada são usados para qualificar a descrição. fatos ou objetos [.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 6 RELATÓRIO Incluiu -se o rel atório en tre os t ipos de trabalhos acadêmico-científicos por ser uma modalidade de trabalho escrito solicitada com alguma regularidade ao aluno de graduação. o qual. 4 Parece r ou exposição de um voto ou apreciação. ou mesmo por não serem muito difundidas orientações para sua elaboração. até mesmo de um objeto. 2 De scrição minuciosa e circunstanciada dos fatos ocorridos na gerência de administração pública ou de sociedade.] 6 Qualquer exposição pormenorizada de circunstâncias.] Relatório é. ordinariamente por e scrito . com vistas a um conjunto bastante v ariado de propósitos pedagógicos.

ou ainda descrever atividades realizadas em laboratório. por conseguinte.3 Tipos de relatórios Flôres. expor conhecimentos aprofu ndados sobre uma determinada instituição. verificações. sobre áreas promissoras do mercado e tecnologias emergentes. têm poucas páginas (às vezes uma única) e uma apresentação breve. relatórios s emi-informais de alguma relatórios semi-informa is extensão (5 a 15 páginas ou pouco mais). Quanto à estrutura (partes componentes). O obje tivo é comunicar ao leitor a experiência acumulada pelo autor (ou pelo grupo) na realização do trabalho e os resultados obtidos. 1999. 6. em diferentes situações. medições.. LAKATOS.. de uma obr a ou sobre as ativ idade s de u ma administração. elaborada segundo os propósitos deste documento. . p. tais como. é importante que o acadêmico aprenda. of erecer informações e análises sobre empresas. as autoras classificam os relatórios quanto à estrutura e à função. o relatório de uma Secretaria de Estado – até o relatório informal que trata informal. é preciso também sermos capazes de fazer com que outras pessoas entendam o que estamos f azendo. um documento através do qual um profissional ou acadêmico faz o relato de sua própria atividade ou do gr upo ao qu al perte nce.2 Propósitos Rel at ór ios podem te r os m ais di versos propósitos: descrever ampla variedade de atividades realizadas.34. porqu e o fazemos e com que resultados”. inspeções. mercados. etc. podem apre sent ar difer ent es n ívei s de formalidade. avaliações. como. 2000). desde o relatório formal – formal aquele que segue todas as normas de um trabalho técnico. que já requerem uma apresentação técnica. informar sobre o andamento de um projeto. durante a sua formação. A esse respeito. por exemplo. tem forma de apresentação rigorosa. Dessa forma. cuja síntese. a preocupação maior deve estar voltada para a eficiência da comunicação. viagens.20) aconselha: “ Não bast a term os u ma boa idéia ou executarmos um bom trabalho.168193) apresent am uma ú til t ipologia de relatório. Inicialmente. trata de assunto complexo e se destina a grandes audiências. produtos ou tecnologias. observações de campo. visitas. Olímpio e Cancelier (1992. etc.. 6. de um único assunto. (MARCONI. entre esses dois extremos estariam os emi-informais. apresenta-se a seguir. Barrass (1986. na elaboração de um relatório. vistorias. em campo. tratam de assunto de certa complexidade e apresentam conclusões ou recomendações fundamentadas em dados. pois como profissional certamente será solicitado a fazê-lo. p. qualquer que seja seu tipo. SEVERINO. a elaborá-los. Considerando o largo uso de relatórios nos diversos campos de atividades profissionais. auditorias. procedimentos técnicos. O relatório é.

para quem deve ser relatado? Esta pergunta pode ajudar a decidir quanto ao tipo de relatório (formal. os relatórios podem ser informativos e analíticos. pelo início e término de uma determinada ação ou projeto. da Parte II deste documento. A elaboração de um relatório se inicia por uma reflexão sobre sua finalidade.o que deve ser relatado? Da resposta a esta pergun ta resu lt a u m rot eiro ou esquema do conteúdo do relatório. 35 .por que deve ser relatado? Esta pergunta au xil ia a de ci dir se o re latóri o ser á informativo ou analítico e a esclarecer aspect os rel at iv os à abordagem e t ratame nt o das i nf orm ações e/ ou con clusões e recomendações a serem apresentadas. de v isit a e os relat órios administrativos. informal ou semi-informal).UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Quanto à função. inf ormais ou semi -in form ais. para isso são úteis três perguntas: .: relatório sobre a situação dos estoques de uma empresa). anual) ou abranger um período de tempo maior. semestral.Aprese nta çã o g ráfica d e trabalhos acadêmico-científicos.relatório informativo narrativo faz o relatório relatório informativo narrativo: registro de ocorrências ou eventos. nessa modalidade encontram-se os relatórios de v iagem. seja qual for o tipo de relatório.4 Procedimentos A estrutura e a organização de um relatório serão variáveis assim como são variáveis os tipos de relatórios.. Os relatórios analíticos são aqueles cujo analíticos propósito consiste em an alisar f atos ou inf orm açõe s e apresent ar conclusões e recomendações como dedução da análise realizada. pode ser periódico (mensal. 6.. dos semi-informais) obedecerá às orientações constantes do t ópico 4 Estrutura de trabalhos acadêmico-científicos e sua apresentação gráfica obedecerá. demarcado. Os relatórios informativ os transmitem relatórios informativos in f or mações sem an al isá-l as ou f azer recomen dações. de que a estrutura dos relatórios formais (e. são pouco extensos e. se for o caso. . . nível de complexidade e aprofundamento do conteúdo. estilo da redação. etc. Subdividem-se em: . A seguir apresentam-se dois roteiros possíveis para o corpo do relatório com a ressalva relatório. em decorrência de seus objetivos e destinação. . 1º Roteiro A – Elementos pré-textuais (conforme tópico 4 da Parte II) .relatório informativo de progresso trata informativo de progresso: progresso do andamento de uma atividade ou ação. .relatório informativo de posição ou de ou de relatório informativo de ou status: status descreve ocorrências ou fatos relativos a um determinado momento. as normas contidas no t ópico 5 . portant o. ou em data previamente estabelecida (ex.. por exemplo.

. Nota-se que. os elementos prétextuais poderão ser limitados ao mínimo indispensável: se o relatório tiver 2 ou 3 páginas. 2 Finalidade da atividade 3 Descrição da atividade 4 Conclusões/recomendações 5 Assinatura do(s) autor(es) C – Elementos pós-textuais Referências (caso existam) Apêndices / Anexos Qu an do se t rat ar de u m rel at ório de experiências realizadas em laborat órios. construção/teste ou verificação de máquinas. pela ausência de períodos longos. adjetivação excessiva. com maior número de páginas. B – Elementos textuais: 1 Dados de identificação . sugere-se a estrutura a seguir. além da folha de rosto. a partir dessas idéias.quando e onde: identificam o local e a data em que a atividade relatada foi realizada. criar o modelo de relatóri o que mel hor con tem ple as necessidades de formação do seu aluno. 2° Roteiro 1 Dados de identificação 2 Descrição do problema 3 Aparelhagem ou equipamento 4 Procedimento(s) 5 Resultado dos testes 6 Análise dos resultados 7 Conclusões Referências Apêndices / Anexos É importante lembrar que o roteiro do relatório deve ser adaptado às necessidades da disciplina ou aos propósitos da atividade realizada. deve conter um sumário. ..36.. qu e pode se r caracterizado como um relatório do tipo informal ou semi -inf orm al. A melhor maneira de relatar a seqüência de desenvolvimento de uma atividade é cuidar para que a exposição seja clara. sendo o sumário dispensável. preciso e objetivo. conforme a extensão do relatório. basta a folha de rosto. marcado pelo uso de termos técnicos adequados. Os roteiros aqui apresentados acima são sugestões para que o professor possa. o estilo simples. detalhes desnecessários. aparel hos ou si stem as.o quê: identifica a atividade realizada. pela correção da linguagem.

É escrito em um estilo simples e preciso? . . afastando o supérfluo ou não-pertinente? .) são aplicadas de forma metódica e homogênea? .As t abel as e f iguras.O relatório se limita ao essencial. e seu sumário reflete isso? . etc. Laville e Dionne (1999) sugerem a seguinte verificação. são apresentadas de maneira uniforme.O plano do relatório permite conduzir o leitor por meio de uma demonstração eficaz.5 Avaliação Para assegurar que nada tenha sido esquecido na versão final do relatório. notas e referências. 37 . como pode ser um roteiro adequado para que este avalie os relatórios elaborados por seus alunos..O título do relatório diz explicitamente do que ele trata? .As regras de apresentação (citações. com seus títulos e legendas? . se hou ver. que tanto pode ser usada pelo acadêmico para verificar se seu trabalho está bem feito.O leitor encontra nele todas as informações e referências de que precisa para assegurarse da boa condução da testagem ou da atividade realizada? . antes de entregá-lo ao professor..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 6.

.38...

m inu cioso e analí tico das at iv idades profissionais desenvolvidas pelo autor – no caso daqu eles qu e se dedicam à v ida acadêmica. O memorial compreende a explicitação da intencionalidade do autor. ret ratando a subjetividade. pode ser definido como um texto que relata eventos notáveis da trajetória do autor. A decisão das Autoras deste documento de apresentar o memorial entre os tipos de trabalhos acadêmico-científicos foi motivada. Parte de uma reflexão introspectiva. os resu ltados qu e espera alcançar. principalment e.. de caráter avaliativo – autoavaliativo – um pouco confessional.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 7 MEMORIAL 7. Apresenta.1 Conceito Para Severino (2000). os quais. ou se habilitar a promoções na empresa ou instituição a cujos quadros pertençam. con figurando um a narrativa histórica e reflexiva sobre a trajetória acadêmico-profissional do autor. elaborar e apresentar o registro analítico de sua formação e trajetória profissional. o memorial tem o propósito de fornecer informações para o julgamento qualitativo do candidato. O memorial tem sido uma exigência em determinados concursos para o magistério superior de diversas instituições universitárias. ainda. o relato destaca os trabalhos de pesquisa. o memorial é uma autobiografia em que se articulam os dados do curric ulum vita e. 7. Consiste. podendo esboçar. portanto. como também para o ingresso ou para o exame de qualificação de cursos de pósgraduação – notadamente os de doutorado – de muitas universidades. uma vez formados. conforme as circunstâncias. ou ai nda para f in s de concorr er a u ma premiação. 39 .. as motivações e as escolhas que o lev aram a construir um a det ermin ada história profissional. as perspect ivas futu ras que o autor tem planejado quanto ao seu percurso profissional – um plano de trabalho –.2 Propósitos Quando elaborado para fins de concurso de ingresso ou de promoção na carreira. É elaborado com base numa percepção qualitativa e significativ a do caminh o percorrido que caracteriza a história do autor. Nesse sentido. . pelo desejo de oferecer ori ent ações sobr e sua elaboração aos acadêmicos. portanto. o que não significa dizer que de sua elaboração esteja ausente a necessária dose de objetividade. marca de todo trabalho acadêmico. para concorrer a postos no mercado de trabalho. precisarão. em um relato circu nstanciado. e constitui um relato crítico. ensino e extensão realizados – bem como de sua vida profissional como um todo e das perspectivas que percebe ou planeja para a continuidade de seu trabalho no futuro. bem como realizações pessoais dignas de permanecerem na memória da sociedade ou da instituição a que pertence. complemen tar mente.

além de servir a tais finalidades. pelo seu caráter reflexivo.3 Procedimentos Para a elaboração do memorial é preciso considerar as seguintes sugestões: . comitês executivos. cursos e atividades de extensão.dev e-se adot ar a forma de u m relato cronológico. . as circunstân cias t eóricas e sociais que predominaram no momento da execução do projeto de dissertação ou tese. 7. É com vistas a atender a esse duplo propósito que as orientações a seguir foram elaboradas. participação em ban cas e xamin adoras. simpósios. particularmente quando este se destina a finalidades acadêmicas. seminários e outros eventos. coordenação e/ou assessoramento..atividades de administração: participação em órgãos colegiados. analítico e crítico. ou para destacar os aspectos ou fatos mais significativos. analítico e autocrítico. Embora o memorial seja caracterizado como um relato reflexivo e avaliativo de um caminho percorrido pelo autor. É relevante na elaboração do memorial deixar claro. dissertações. é indispensável que esse relato contenha informações referentes a: . .finaliza-se o memorial com a indicação dos rumos que o autor pretende assumir.deve-se sintetizar a narrativa dos eventos menos marcantes e dar ênfase aos mais significativos a critério do autor e à luz das finalidades do próprio memorial. de forma a evidenciar sua articulação com a história pré-relatada. No entanto. em quais condições for am obt idos os tí tu los da form ação acadêm ica. resultados de pesquisas. científ icos ou t ecn ológicos no âmbito federal. estruturando dessa forma o memorial.. t eses e pesqui sas de in iciação ci ent íf ica. situando os fatos e acontecimentos no contexto sóciocultural mais amplo. A característica crítica do memorial conduz seu autor à avaliação dos resultados obtidos . o que permite ao autor enfatizar o mérito de suas realizações. .utilizam-se subdivisões com tópicos/títulos par a marcar as et apas da t rajet ória percorrida. -ensino: desempenho didático. técnica ou artística.atividades técnico-cient íficas. . participação em congressos. artísticocul tu rais e de pre stação de serv iços especializados: produção científica. estágios de aperf eiçoamen to. orientação de monografias. .re com enda. prest ação de consultoria especializada. . caracterizando a história particular do autor.40. o memorial pode con stitu ir uma v aliosa pr odu ção acadê mica como t rabalh o conclusivo de curso. tanto em sua formação como em sua profissão.se qu e o me mori al se ja elaborado na primeira pessoa do singular. aperfeiçoamento e atualização: cursos. especialização e atualização. estadual. municipal ou privado.formação. exe rcício de f un ções de direção.

apresentado de f orma seqü encial e sem comentários. etc. O autor precisa estar atento para retratar. o autor precisa se mant er at en to par a o t om do rel ato. 2000. (SEVERINO. como observa França (1999.. abrangendo sua formação e atuação profissional.. apesar de sua crescente utilização. quant o aos seus aspectos físicos. encadernação sóbria. um projeto gráfico de bom gost o.4 Avaliação A seguir relaciona-se uma série de perguntas que poderão orientar o professor na avaliação do memorial (caso este tenha sido solicitado aos alunos como trabalho acadêmico). pois ele é a justificativa documental do seu desempenho profissional e acadêmico. com maior segurança possível. nossa história de vida é nossa melhor referência. Relatada com autenticidade e criticamente assumida. A boa organização de um mem ori al é essencial para o julgamento das atividades do autor..34): Alguns memoriais vão muito além da simples apresentação das habilitações pessoais e profissionais do candidato. econômicos e/ou sociais? . com textos tão ricamente elaborados que os trans formam em verdadeiras o bras literárias.O autor descreve sua trajetória de modo aprofu ndado..O t exto evidencia o equilíbrio entre o adequado destaque aos êxitos obtidos e a menção aos eventuais insucessos? .176). que reflita as condições e situações em que se desenrolou sua história profissional. cont extu alizando-a e m relação a aspectos teóricos. Além dos aspectos referentes ao conteúdo que já foram apontados.O conjunto das informações sobre o autor e sua apreciação crítica oferecem elementos suf icientes para a apreciação de sua trajetória? . expressando as contribuições e perdas de cada momento. o memorial pode se destacar. nota-se ainda uma certa confusão entre memorial e curriculum vitae. Enquanto este consiste em um conjunto de informações sobre as habilitações do autor. atraente. 7. com fidelidade e tranqüilidade. a parti r da qu al elabora u m rel ato contextualizado. p. . No entanto. principalmente. 41 . A avaliação deve ser feita em cada etapa do relato. pelo esmero na redação do texto. um a im pressão cu idadosa. apresentado de forma crítica. p. que deve se destacar por uma auto-avaliação equilibrada. lembrando que tanto a falsa modéstia como o excessivo elogio comprometem a qualidade do memorial. o qu e requer. como também auxiliar o próprio autor do memorial na avaliação do seu relato. atribuindo diferentes pesos aos distintos eventos do passado. políticos. deve-se cuidar que o memorial tenha uma apresentação esmerada. Por fim.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ em sua trajetória profissional e acadêmica.). o memorial é um relato da trajetória de uma pessoa. Por outro lado. convém salientar que. a trajetória real que foi seguida (.O relato destaca os aspectos mais relevantes da t rajet ór ia do aut or? A r elev ân ci a atribuída a esses aspectos é justificada/ fundamentada? .

As normas técnicas de apresentação de trabalhos acadêm ico-científ icos foram observadas? ..A linguagem utilizada respeita a norma culta? .A narrativa é feita na primeira pessoa do singular? .Os elementos de transição entre parágrafos são adequados ao sentido e à lógica do conteúdo? .A redação do texto é precisa e coerente? . relacionando-as com a trajetória pregressa? . .42.Apresenta adequadamente as perspectivas futuras para sua atuação..A organização do texto obedece tanto a seqüência cronológica dos eventos como o e ncade am en to lógico de fatos e argumentos? .O con teú do ev idencia um a ref lexão criteriosa realizada pelo autor sobre sua trajetória? .

. 43 .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Parte 2 Orientações e normas para apresentação de trabalhos acadêmico-científicos ..

. ..44.

259). diferentemente de textos literários.] se se deve citar com profusão ou com parcimônia. tais como: esclarecimentos pontuais do t exto. p.. Para ident ificação de f on te da citação apresenta-se o nome do autor. su a elaboração deve seguir as orientações da norma NBR 10520:2002 – Informação e Documentação. fazendo. Usam-se citações quando se transcrevem trechos de alguma obr a ou se util izam informações já publicadas. São utilizadas para sustentar. “De fato. As citações podem ser diretas. que deixa para os outros a apresentação de idéias ou de informações. etc. da ABNT.121) considera difícil determinar “[. Depende do tipo de tese”. in diret as ou citação de cit ação. Recomendase o uso no corpo do texto (sistema autordat a).” (LAVILLE. é da própria natureza da pesquisa situar-se em relação a outras.. seguido pela data de publicação da obra e número da página. mesmo Umberto Eco (1988. deixan do para o rodapé out ras informações. Em trabalhos técnico-científicos exige-se rigor na apli cação das praxes de cit ação. Importante! Qualquer que seja o sistema adotado. ne las encontrando ilustrações.1 Regras gerais para citação As informações sobre a obra mencionada podem aparecer no corpo do texto ou em nota de rodapé (sistema numérico). estão sendo expostas. 1999. nelas buscando apoio para seus pontos de vista.se a correlação com a lista de referências (sistema autor-data) ou notas de rodapé (sistema numérico). significado de expressões típicas. nos quais é permitida uma apresentação mais livre. exemplos e modelos. Quanto à quantidade de citações a serem usadas em um trabalho. . inspirandose nelas. t radução de palavras estrangeiras. p. Citações em Documentos. Em todo o caso. Pode-se afirmar que todo trabalho acadêmico ou t écnico de caráter cient ífico sem pre apresenta citações. o trabalho apresentado. Apresentação. observa que a citação não pode ser uma “manifestação de preguiça” de quem está elaborando uma dissertação ou uma tese. teórica e empiricamente.. com o propósito de esclarecer ou complementar as idéias que 1.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1 CITAÇÕES São as descrições ou menções (conteúdos ou informações) contidas em um texto extraídas de um a ou tra fonte. as citações tanto podem ser usadas com o objetivo de reforçar argum entos com o para expor posições cont rárias àqu el as qu e est ão sendo defendidas. DIONNE. Assim.. 45 . deve ser seguido em todo o trabalho.

que o uso do ponto final após as citações deve atender às regras gramaticais. melhor e com mais segurança se trabalha. textual ou literal É aquela em que se reproduz no texto a idéia original da obra que está sendo consultada. a entrada – no caso. ou Ao escolher e delimitar o tema de pesquisa o mestrando deve atentar para o que diz Eco (1988. fonte e espaçamento interlinear menores. 1988.” Obs.” (ECO.46. como nos exemplos seguintes: Ao escolher e delimitar o tema de pesquisa o mestrando deve ter presente que “quanto mais se restringe o campo. melhor e com mais segurança se trabalha. Vale ressaltar. p. com recuo de 4cm da margem esquerda. sendo grafado com maiúscula e minúsculas (NBR 10520:2002). As citações diretas longas (aquelas com mais de três linhas) devem constituir um parágrafo independente. 2: no primeiro exemplo. o nome do autor faz parte da frase.. também. a indicação da página é obrigatória para citação direta. como nos exemplos que seguem: . p.. 1.2 Tipos de citação 1. o nome do autor – deve ser grafado com letras maiúsculas.10). Obs.2. são inseridas no texto. no segundo exemplo. sem emprego de aspas. Quando se trata de citações curtas (até três linhas).1 Citação direta.10): “quanto mais se restringe o campo. 1: de acordo com a NBR 10520:2002.

Ao parafrasear. que é reconhecido como [.2.. determinados por uma entidade que se dispõe a financiar pesquisas e que promove uma concorrência entre pesquisadores. mas colocado no seu contexto. distribuindo a verba de que dispõe entre os que apresentam os melhores projetos.. Como se trata de idéias alheias. da sua curiosidade científica. o domínio dos conceitos se revela no seu uso ao longo da análise e não na infindável seqüência de definições de diferentes autores..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Marconi e Lakatos (2001. processo que exi ge sua interpretação para reconstrução de um novo texto. 319). . caso ela não seja feita. portanto. a in di cação da(s) págin a(s) consultada(s) é opcional.. ou seja. 1. a escrit a do t ext o origi nal. Dentre elas. segu ndo Compagnon (1996. Nas citações in diret as. tem-se u m caso de plágio. É geralm en te empregada quando se pretende apresentar. p. 47 . de desafios encontrados na leitura de outros trabalhos ou da própria teoria. portan to.. O assunto não deve estar solto no espaço. em tamanho e cont eúdo.]”. p. portanto) utilizando-se de pal av ras própri as. a referência à fonte é obrigatória pois. destaca-se a identificação do tema a ser estudado. de modo reduzido ou abreviado. ‘encomendado’. restaura-se total ou parcialmente o t exto font e..34).] o assunto que se deseja provar ou desenvolver. se ‘encaixar` em temas muito amplos. conforme a NBR 10520:2002.. (CASTRO.102) apresentam algumas orientações relativas à elaboração do projeto de pesquisa. desde que não interfira no desenrolar da pesquisa. Uma tese deve revelar o domínio dos conceitos utilizados e um certo conhecimento da literatura técnica. p. A paráfrase é a forma de citação indireta que.] é uma produção de texto [. as idéias de um autor sem recorrer à citação direta.. Todavia. Nesse sentido. Pode surgir de uma dificuldade prática enfrentada pelo coordenador. caracteri zando-se pela substit ui ção de algumas de suas palavras ou expressões. o que não lhe tira o caráter científico. normalmente.2 Citação indireta: paráfrase e condensação Consiste em se reproduzir o pensamento do autor (idéias alheias. 1978. Pode ter sido sugerido pela entidade responsável pela parte financeira. o “trabalho da citação [. não altera.

já qu e. pois pressupõe maior articulação de leitura por parte do autor do trabalho. 1999.48. p. Isso porque é a partir da conscientização do problema e de suas implicações que o pesquisador será capaz de planejar e desenvolver adequadamente as etapas subseqüentes da pesquisa. sem alterar o seu significado. uma vez que tenha sido bem planejada. DIONNE. Um outro modo de escrever a citação indireta é a condensação. . É ela que serve para definir e guiar as operações posteriores. como uma espécie de piloto automático. (LAVILLE. 1999). DIONNE. pois é ela que servirá de guia para as etapas posteriores (LAVILLE. Texto original: A fase de estabelecimento e de clarificação da problemática e do próprio problema é freqüentemente considerada como a fase crucial da pesquisa. Citação indireta (paráfrase): Considera-se que a determinação e a explicitação do problema constituem operações decisivas no processo de pesquisa. DIONNE.85). para qu e con siga sintetizar as idéias do texto original. (LAVILLE.. Citação indireta (condensação): A definição do problema de pesquisa é crucial no processo de pesquisa. em que se faz uma síntese do texto que se quer citar. Esta forma de uso de citação é interessante. deverá dese nv olve r um a l eit ur a si gn if icativ a (compreensiva/ interpretativa). porém apresentando apenas as principais idéias do autor.. 1999).

mas de fazer brotar idéias. .3 Citação da citação Consiste na reprodução de informação já citada por outro autor.: no exemplo acima. Werner e Bower são os autores da idéia original a que não se teve acesso e Gil é o autor da obra consultada. 1987 apud GIL. Patton é o autor da idéia original a que não se teve acesso. deve-se lembrar as palavras de Abramo (1979 apud TOMANIK. A indicação da f onte de uma citação de citação pode ser apresentada na form a textual ou após a descrição da idéia. Para Patton (1986 apud ALVES-MAZZOTTI. usa-se o itálic o.123): “a melhor maneira de se aprender a fazer pesquisa é fazê-la: nada substitu i a prática da realização. BOWER.. 1994. Obs. Nota: nas referências apenas o autor da obra consultada deve ser mencionado. Esta idéia.173) “a triangulação de métodos geralmente se refere à comparação de dados coletados por métodos qualitativos e quantitativos [. “Educar não é uma arte de introduzir idéias na cabeça das pessoas.. Para explicar que o autor da idéia original é citado por um outro citado autor/obra que se está consultando. p.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1.” 2 Por se tratar de palavra de outr a língua (latim). 49 .]”. Quando se discutem métodos para o ensino da pesquisa.: no exemplo acima.. pode ser expressa como citação direta ou indireta.31). por sua vez. usa-se a expressão latina apud2 . Obs.2. e AlvesMazzotti e Gewandsznajder são os autores da obra consultada.. 1997.” (WERNER. GEWANDSZNAJDER. 2001. p. p.

dev e ser usada de modo bastante restrito.. é obrigatório indicar a alteração feita. a) Em citação com supressão de uma parte inicial ou final. então. .45) faz um alerta para o mestrando levar a bom termo a f orm ulação da qu estão principal da pesqu isa. usam-se reticências entre colchetes: Sobre o emprego de citações. Em qualquer desses casos.] evite fazê-lo em excesso ou desorganizadamente: uma citação. em que materiais irá se aprofundar. b) Em citação com supressão de parte intermediária. em que terrenos irá concentrar seus esforços.. [... tomando notas. só vale pelo lugar que ocupa. 125) aconselha: “[. No entanto. muitas vezes determinados textos não estão acessíveis (o que não é o caso dos exemplos acima). triagens. p. p. no entanto. que correm o risco de quebrar o ritmo de sua demonstração [. como qualquer outro material.] é preciso fazer escolhas.. 1. A citação de citação. 1997.” “Evite. ou ainda para adaptá-la às exigências da sintaxe do período ou da oração em que será inserida. é admissível o uso da citação da citação... pois preferencialmente se deve consultar a obra ou documento original. cru ci al para o bom desenvolvimento da pesquisa: E é preciso ler os livros mais importantes. Beaud (1997. seja para destacar algum de seus termos ou expressões. citações longas demais. igualmente. também chamada de segunda mão. somente disponível em língua que se desconhece. seja para torná-la mais curta pela supressão de alguma parte que não interessa ao que se está expondo. Nesses casos. por se tratar de obra rara ou. 125).]” (BEAUD.3 Alterações na citação Muitas vezes é necessário fazer alterações na citação.. p.50. usam-se também as reticências entre colchetes: Beaud (1997. decidir sobre os eixos em que irá concentrar sua pesquisa. pela dinâmica que imprime à totalidade de seu raciocínio central.

p. O que o verdadeiro pesquisador busca é o jogo criativo de aprender como pensar e olhar cientificamente.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ c) Na citação com destaque (grifo.” (GOLDENBERG. mesmo que o objeto não pareça ser tão interessante. torna o trabalho experiência profissional de desenvolvimento monográfico muito mais interessante e eficiente.68. os acréscimos devem ser colocados entre colchetes: “Dois passos são necessários para o início da tarefa [de realizar um pesquisa]: a formulação do problema e a elaboração do projeto de pesquisa. negrito ou itálico) de termos ou expressões. deve-se indicar a autoria do mesmo: “O trabalho de pesquisa deve ser instigante. grifo nosso).. . ou quando o destaque já faz parte da obra consultada. 1997.” (GOLDENBERG. “A escolha de um tema que esteja ligado à área de atuação profissional. 70). grifo dos autores). p. ou então. 1997.21. LINTZ. p. d) Quando são feitas adaptações na citação para adequá-la à sintaxe do período. 51 .. quando algo é acrescentado para esclarecer o leitor. 2000.” (MARTINS. de ou que faça parte da experiência profissional do estudante.

and Descriptive. em 25 de julho de 2002. Collective – when a group of cases is studied.1.quando o caso é usado para entender mais do que aquilo que é óbvio para o observador. (TELLIS. apresentando as explicações disponíveis em nota de rodapé: No texto: A nova estrutura organizacional será implantada no próximo ano (informação verbal)1.4 Normas complementares para citação a) Quando os dados a serem citados são obtidos por informação verbal. 1997. coletivo –quando um grupo de casos é estudado.. p. No rodapé da página: Informação fornecida pelo Gerente de Desenvolvimento Organizacional da Empresa Época. Stake (1995) incluiu três outros: intrínseco – quando o pesquisador tem um interesse no caso. 1997. deve-se indicar a expressão ‘informação verbal’ entre parênteses. Instrumental – when the case is used to understand more than what is obvious to the observer. . após a chamada da citação deve-se incluir a expressão ‘tradução livre’. entre parênteses: Yin (1993) has identified some specific types of cases studies: Exploratory. Explanatory. 1 b) Quando a citação for um trecho traduzido pelo autor do trabalho.1). instrumental . em palestras e debates. Yin (1993) identificou alguns tipos específicos de estudos de caso: exploratório.52. tradução nossa). (TELLIS.. 1. p. Stake (1995) included three others: Intrinsic – when the researcher has an interest in the case. explanatório e descritivo.

Umberto Eco (1988. apresentam-se as datas separadas por vírgula: Chiavenato (1997. Por isso. como nos exemplos: De acordo com Chiavenato (1999a) (CHIAVENATO.126) diz claramente: “Citar é como testemunhar num processo”. 1972. (MARCONI. após apresentar a citação. em ordem alfabética. 53 . a referência deve ser exata e precisa. 1999b) d) Em caso de citações indiretas de vários documentos de um mesmo autor. LAKATOS. o trecho citado deverá ser precedido ou seguido de alguma crítica ou contestação (ECO.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ c) Quando houver citações de diversos documentos de um mesmo autor..1988). que se concorde com ela. mencionados simultaneamente. Nesse sentido. bem como averiguável por todos. após a data e sem espacejamento. SEVERINO. 1974. 2001) (BUNGE. publicados em um mesmo ano.5 Considerações finais sobre as normas de citação A citação pressupõe que a idéia do autor citado seja compartilhada. 2001. Quando não for este o caso. D ev e-se respeitar even tual erro do autor cit ado. 2000. p.. assim como as citações devem ser fiéis ao texto. em ordem alfabética. RICHARDSON. YIN. conforme a lista de referências. 1980) e) Quando houver citações indiretas de documentos diferentes de vários autores. esses são separados por ponto-e-vírgula. deve-se confrontá-la com o original para ev itar erros ou omi ssões. O autor e a fonte de todas as citações devem ser claramente reconhecíveis. faz-se o acréscimo de letras minúsculas. 1976. 2001) 1. isto é. 1999. assinalando-o ao leitor e usando a expressão sic entre colchetes. 1999. . publicados em anos diferentes e mencionados simultaneamente.

.54. ..

’ são supérfluas (FRANÇA. os resultados e as conclusões do documento. . [. que o “resumo deve ressaltar o objetivo. Ex .. comentários. 69). Limita-se a um parágrafo.. de acordo com França (2000.para notas e comunicações breves: de 50 a 100 palavras.] é a apresentação concisa e seletiva de um texto. 2000. fórmulas. p. essa norma define: . . Produção textual. seus resultados e conclusões mais importantes. dando-se preferência ao uso da terceira pessoa do singular e do verbo na voz ativa e evitando-se o uso de parágrafos. dissertações.para t rabal hos acadêm icos (t eses. (FRA NÇA .: Palavras. como: objetivos . Quanto à redação e estilo de resumos. 69)..para artigos de periódicos: de 100 a 250 palavras.. dissertações e outros) e relatórios técnicocientíficos: de 150 a 500 palavras.. . ‘O autor do trabalho descreve. seu valor e originalidade. a NBR 6028:2003 estabelece. concisa e objetiva. projetos de pesquisa e artigos destinados à publicação em revistas acadêmicas exigem a inclusão de um resumo de seu conteúdo. 69-70). Leitura. afirmativas e não de uma enumeração de tópicos”. equações e diagramas devem ser evitados. As palavras-chave devem figurar logo abaixo do resu mo.chave : Narrativa. devendo incluir palavras represe ntativas do assunto. Sobre a extensão do resumo. p. Resumo. p. valores numéricos e conclusões. Quanto ao estilo da redação e conteúdo... O uso de abreviaturas.ch ave. 2000. expressões como: ‘O presente trabalho trata de. Também não cabem num resumo citações. diz: O resumo deve constituir-se num texto re digido de forma cursiva.’. símbolos. com o uma das condições exigíveis. respeitando a estrutura do original e reproduzindo apenas as informações mais significativas .” Estabelece ainda que seja “composto de uma seqüência corrente de frases concisas. 55 . descobertas. Como a redação deve se caracterizar pela máxima concisão. As palavras-chave são separadas entre si por ponto e finalizadas por ponto. a menos que sejam absolutamente necessários à compreensão do conteúdo. ressaltando de forma clara e sintética a natureza do trabalho. an tecedidas da expre ssão Palavras.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS Trabalhos acadêmico-científicos tais como teses.. técnicas de abordage m. críticas e julgamento pessoal do autor. o método.

de acordo com a NBR 6022:2003. set. 1999. Rés umé (fran cê s).56. os resumos (acom pan hados das palavras-ch ave) na língua original e em língua estrangeira fazem parte dos elementos pré-textuais. 34-59. Expõe a teoria da reação estética e o conceito de catarsis vigotskyanos. Globalizaç ão: em direç ão a um mundo só? n. Educação e Sociedade Sociedade. além do resumo na língua do público a que este se destina. Parole c hia vi (italiano). A maioria dos periódicos acadêm icocientíficos exige.V A s artes e . o resumo (acompanhado das palavras-chave) na língua original faz parte dos elementos pré-textuais. H. As palavras-chave em língua estrangeira acompanham obrigatoriamente o resumo em língua estrangeira: Keywords (inglês). dez. R.69. Em artigos científicos. Palabras clave (espanhol). enquanto que o resumo (e correspondentes palavras-chaves) em língua estrangeira deve ser colocado após o texto. também. O resumo em língua estrangeira é digitado em folha separada (NBR 14724:2005). resumo em pelo menos uma outra língu a./dez. 65-76 . 4 RATTNER. Identifica nele as origens do pensamento psicológico de L.20. o desenvolvimento cultural do ser humano. 3 JAPIASSU. Vigotsky sobre o qual se estrutura a elaboração da teoria histórico-cultural do funcionamento mental superior.3 O processo de globalização. Contrariamente à visão idealizada de uma progressão linear de mercados regionais integrados para uma sociedade una e global. Sch lüsselwörter (al emão). Dentre este cenário de tendências contraditórias. os seguintes cabeçalhos: Abst rac t ou S umm ary (inglê s).9. em suas dimensões políticas. Estudos Est udos E studos Av ançados A vançados. Em trabalhos acadêmicos (teses. dissertações. o trabalho procura analisar o papel dos principais atores – a ascensão de poderosas organizações que operam em escala transnacional e o Estado-nação cujo poder e influência estão definhando. Usam-se. embora conduzido pela economia.4 .O. de acordo com a NBR 14724:2005. p. R ia ssunt o (italiano). TC Cs e TGIs de cu rsos de graduação. aperfeiçoamento e/ou especialização).. n. v. p. a realidade apresenta uma fragmentação do espaço político com novas barreiras e mercados protegidos.S. Motsclés (francês). Res ume n (espan h ol ).1 Exemplos de resumos O artigo situa historicamente a produção e a publicação do estudo vigotskiano sobre a psicologia das artes.25. 2. histórico-culturais e espaciaisecológicas. Zusa mmen fa ssun g (alem ão). deve ser apreendido. 19 95.. v. conforme o caso.

) e op. é obrigatória a sua identificação na lista das referências. destinadas às informações adicionais e não essenciais para a compreensão do texto. ibid. Independentement e do tipo de fon te ou autoria mencionada no trabalho. também chamado de ‘autor-data’ quando relacionado à citação) e o numérico (ordem de citação no texto). dissertações ou monograf ias. consistem em obras como livros. os trabalhos também podem apresentar informações cuja fonte são documentos eletrônicos (disquetes. desta forma. No sistema numérico. eliminando as inúmeras referências completas e as expressões idem.. semin ár ios. A ABNT estabelece que este sistema não pode ser usado concomitantemente para notas de rodapé ou explicativas. 57 .científicos como con gr essos. teses. dicionário. jorn adas. ao fim de cada capítulo. antecedendo apêndices e anexos. publicações periódicas on line) ou eventos técnico. da ABNT. Vale destacar qu e a adoção do primeiro sistema (alfabético) tem a vantagem de despoluir visualmente o rodapé da página.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS As referências de um trabalho acadêmicocien tífico consistem na list agem com as informações sobre todas as fontes/autores mencionados no texto. cd-rom. Já em resumos e resenhas. j ornais. art igos de publi cações cien tí fi cas ou especiali zadas (peri ódi cos). ibidem (ou id.cit. manuais. No primeiro caso. dentre outros. conforme a natureza do trabalho. As notas de rodapé ficam.se a ordem numérica crescente para apresentação das listas. homepage. . as referências podem aparecer: em listas após o texto. documentos oficiais. ao fim do artigo. capítulo ou artigo. e-mail. relatórios técnicos e legislação.. as referências são apresentadas antecedendo tais textos. as listas são apresentadas em ordem alfabética única. Além disso. As fontes das informações contidas em um texto são diversificadas. são obrigatórias nesse tipo de trabalho e sua elaboração deve seguir as orientações da NBR 6023:2002.. etc.1 Localização das referências Os si stem as m ais ut ili zados par a apresentação das referências são o alfabético (or dem al fabét ica de en trada. Nestas situações. enciclopédias. 3. segu e. que também podem estar localizadas ao final do texto.

antes Pesquisa da editora (São Paulo: Atlas). Quan to à pontu ação.). v. Por exemplo: ao optar pel a uti lização abre viada do prenome do autor.2. Humberto). João.).o hífen é utilizado entre páginas (p. teses e di ssert ações (Mestrado em Educação). Org. é usado para separar os autores (FLEURY. 1997). e no final da referência. FISCHER. T.usa-se ponto após o nome do autor/autores (AGUIAR. após o título.os parênteses são usados para indicar série. conforme os modelos prescritos na norma (NBR 6023:2002). usa-se vírgula: após o título da revista/periódico.. entre o número do ano/volume e o número do periódico.os dois pontos são usados antes do subtítulo. seguido de espaço. isto deve ser adotado em todas as referências daquela lista. digitadas em espaço simples e separadas entre si por dois espaços simpl es (NBR 14724:2005). 3..). quando este for apresentado na referência (Pesquisa social: métodos e técnicas). R.). respeitando-se os seguintes padrões: .. porém são conhecidos [1991]. As referências são alinhadas à margem esquerda do texto. -o ponto-e-vírgula.2 Aspectos gráficos das referências A elaboração das referências deve seguir a seqüência dos elementos do documento a ser referenciado. após o número do periódico e após as págin as da r evist a/periódico (Política e Administração.as reticên cias são usadas para in dicar supressão de parte de títulos (Anais. . já destacado em letras maiúsculas na primeira palavra (com exclusão de artigos ou monossílabos). t ambém deve ser un if orme em todas as ref erê ncias. p. .. Comp.o colchete é usado para indicar os elementos de referência que não aparecem na obra referen ciada.)). M. set. pois neste caso o elemento de entrada é o próprio título. Alfredo (Org. este deve ser mantido em todas as referências de um mesmo documento. após a editora..58.10-15) e entre datas de fascículos seqüenciais (19981999). que caract eriza fu nção na elaboração e/ou responsabilidade sobre a obra (BOSI. para o título.15-21. . Em caso de referência de periódicos. edição (7. Ao negrito ser definido um tipo de destaque.a vírgula é usada após o sobrenome do autor (ECO. ed. n. grau nas monografias de conclusão de curso e especial ização. e depois do termo In:. de forma abreviada (Coord. L. M. As referências de uma lista devem seguir sempre os mesmos princípios. Rio de Janeiro. O título da obra ou do periódico é sempre grifado com destaque (itálico ou negrito). .3.. após a cidade onde o periódico é publicado. .. . .). Esta regra não se aplica às obras sem indicação de autoria ou de responsabilidade.

T. Félix. Micropolíticas : cartografias do desejo. seguido de espaço. FLEURY. São Paulo: Brasiliense. 1989. Vivendo e aprendendo. 10. FREIRE.. entre parênteses.). Atlas. PAIVA. ed. etc. do tipo de participação. (e outros). separados por ponto-e-vírgula.). é facultado indicar todos os autores. Graal.1 Regras quanto à autoria . M.quando houv er indicação explícita de responsabilidade pelo conjunto da obra (Organizador.) em coletâneas de vários autores. Editor. GUATTARI. Vanilda (Org. seguido da abreviação.. Cultura e poder nas organizações São Paulo: poder organizações. Coordenador. no singular. a entrada da referência é feita pelo nome do responsável (ou dos responsáveis. 59 . L.3 Regras gerais para elaboração de referências 3. 2. M. 1986. 1986.. Paulo et al.3. R. se for o caso). mencionam-se todos eles na ordem em que aparecem na obra. 1986.quando há dois ou três autores. . acrescentandose a expressão latina et al. ROLNIK.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. (Coord. ed.quando há mais de três autores mencionase apenas o primeiro autor. . Perspectivas e dilemas da educação popular Rio de Janeiro: educação popular. Em caso de projetos de pesquisa. Sueli. Petrópolis: Vozes. . de indicação de produção científica em curriculum vitae ou e m r elatór ios para órgãos de financiamento. FISCHER.

. seu nome é precedido pelo órgão superior ou pelo nome da jurisdição geográfica à qual pertence. p. Rio de Janeiro: Schmidt. .. .. estes devem ser escritos na ordem em que aparecem. b) quando o segundo nome indica parentesco: PRADO JR. como segue: a) quando ligados por hífen: SCHERER-WARREN. CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO. Carlos. Relatório de atividades. etc. Gerência da vida: reflexões filosóficas. O termo anônimo não deve ser usado para substituir o nome do autor desconhecido. congressos. Caio. Rio de Janeiro: Record. em pr esas.. Ilse. Lenilson Naveira.. Quando a entidade tem uma denominação genérica. PROCURA-SE um amigo. Tristão de. 212-213. desde que seja a forma adotada pelo autor.quando o autor for conhecido pelo pseudônimo. 3. Gabriel. 10. d) o nome do autor é conhecido de forma composta: MACHADO DE ASSIS. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO. em letras maiúsculas. In: SILVA. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro. Curitiba: Associação Bibliotecária do Estado do Paraná.). Anais. 1979. ATHAYDE. Florianópolis. Guia dos livros didáticos: 1ª à 4ª dos livros séries. . Anais. este deve constar na referência. elatório 2001. 1979. 1990. e) o nome é espanhol: GARCÍA MARQUES. associações. 1993. . esta deve ser indicada como autor. SANTA CATARINA. Curitiba. Debates pedagógicos. 3 v. . instituições). DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro.em caso de pu blicação assinada por e nt idade (órgãos gov ern am en tais. ed.quando os aut ores tê m sobr enom es compostos..60. Brasília: SEF 1997. a entrada é feita pelo título. Secretaria da Saúde. 1931. editoriais..quando a autoria for desconhecida (por exemplo: artigos de jornal sem autoria explícita.. . c) quando um dos nomes é adjetivo: CASTELO BRANCO.

1989. RODRIGUES. São Paulo: Hucitec. Adyr Balastreri. apenas o título principal é grifado (negrito ou itálico). deve-se atribuir uma palavra ou frase que identifique o conteúdo do documento. Turismo e espaço : rumo a um conhecimento interdisciplinar. SIMPÓSIO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO. Em caso do uso do subtítulo. 2002. Brasília: Ministério da Educação. ______. São Paulo: Hucitec. Carreira e competência: gerenciando o seu maior capital. entre colchetes.quando se referenciam várias obras do mesmo au tor em uma mesma página. São Paulo: Saraiva. modernidade e globalização . I. Turismo. seguido de ponto. [Trabalhos apresentados]. na seqüência alfabética ascendente. . 2. 1997b 3. RODRIGUES.. 1997a. acrescentam-se letras minúsculas ao ano.em casos de obras do mesmo autor publicadas no mesmo ano. 1997a. 1989.o título e subtítulo (se for usado) devem ser apre sent ados tal com o f iguram no documento. 61 .quando não existir título. Salvador.2 Regras quanto ao título e subtítulo . 1997b. .. RODRIGUES.3. substitui-se o nome do autor das referências subseqüen tes por u m t raço su bli near equivalente a seis espaços. CHIAVENATO. . sem chegar aos dois pontos.. separados por dois pontos.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ .

ed. abreviando-se os pre nom es e su prim in do. Das mulheres e das flores.) . São Paulo: EDUSP. indica-se a primeira ou a que estiver em destaque.). desde que sejam dispensáveis para a identificação. ambos na língu a do document o. . SEVERINO.3 Regras quanto à edição e editora . Ana Maria. Rio de Janeiro: Expressão e Cultura. . 2. 1995. Antonio Joaquim. Estudo de caso : planejamento e métodos. Em caso de informações complementares à edição. 1974.: (No livro: Editora Atlas S. ZARIFIAN. .A. 2000.]. 3.em caso de haver duas editoras. rev. P Objetivo competência: por uma nova lógica. indicam-se ambas com os respectivos locais (cidades). Belo Horizonte: [s. I.62. 21. indica-se a expressão sine nomine abreviada e entre colchetes [s. e ampl. São Paulo: Cortez.. ed. ALFONSO-GOLDFARB. abreviando-se os números ordinais e a palavra edição. esta deve ser identificada na referência. Já se forem três ou mais.se as design ações da n at u reza j ur ídica ou comercial. .]. São Paulo: Atlas. 2001. VALENCIA. Robert K. 2001.o nome da editora é indicado da forma como se apresenta no documento. Porto Alegre: Bookman. Metodologia do trabalho científico.quando não se tem o nome da editora.n. (Coord. YIN. Carlos A..a partir da segunda edição.História da ciência: o mapa do conhecimento. MAIA. os acréscimos devem ser indicados de forma abreviada.n.3. Obs.

deve-se utilizar a expressão sine loco. 1981. 1930. Discursos do pregador. abreviadas.: s. [S. entre colchetes. dentre outros. J. Em caso de haver cidades com o mesmo nome.l. . indica-se o primeiro ou o mais destacado. acrescenta-se a abreviatura do Estado ou do país.. 1994. Cria e recria. CASTRO.quando houver mais de um local para uma só editora. MG. [S. OS GRANDES clássicos das poesias líricas.o local (cidade) deve ser mencionado na referência tal como indicado no documento.l. de M. LAZZARINI NETO. Viçosa. deve ser indicada entre colchetes.]: Ex Libris. Sylvio.quando o local é desconhecido.]. RJ . 1977. [São Paulo]: SDF Editores. .quando o local e a editora não puderem ser identificados no documento. mas pode ser identificada. abreviada e entre colchetes [S. 63 .quando a cidade não aparece no documento. Viçosa. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil.3. . A prática da pesquisa.n.. C.: No documento de que trata a referência acima. . Viçosa. AL. Obs. utilizam-se as expressões sine loco e sine nomine.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. são indicados como locais: São Paulo – Rio de Janeiro – Lisboa – Bogotá – Porto – Buenos Aires – Guatemala – Madrid.]. BELTRÃO III.l.4 Regras quanto ao local .

3. entre colchetes. 2. impressão ou apresentação (depósito) de um trabalho acadêmico. estes devem aparecer de forma abreviada. sempre deve ser indicada. Quando nenhuma dessas datas puder ser determinada. as expressões: Não paginado. no idioma original da publicação. mas não indicada no documento – [1976] Uso de intervalos menores de 20 anos – [entre 1970 e 1985] Data aproximada – [ca. Aug.3.quando a publicação indicar.64. 3.1995.quando a publicação não apresentar número de páginas ou se a numeração for irregular. após o ponto final. bim. 1995. registra-se uma data aproximada. semestres ou estações do ano. trimestre e semestres abreviados. . mar. estas informações devem ser transcritas da seguinte forma: os bimestres. trimestres. divisões por bimestres. seja ela de publicação.5 Regras quanto à data A data é um elemento essencial à referência e.quando em indicações de meses. conforme as seguintes indicações: Um ano ou outro – [1996 ou 1997] Data provável – [2001?] Data correta. maio/dez.. (publicação sem número de páginas) Paginação irregular. primavera 2000. as estações do ano tal como figuram na publicação.3.. 1996. no lugar dos meses. 2001. por isso./Sept. distribuição. 1950] Década certa – [196-] Década provável – [196-?] Século certo – [18-] Século provável – [18-?] .6 Regra quanto à paginação . 3. ao final da referência devem ser indicadas. 2002. sem. (publicação com paginação irregular) . Autumm 1970.

dissertações. são acrescentados elementos complementares para melhor identificá-lo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. Assim.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. dicionário. Luiz Mário Gazzaneo..1 Monografias consideradas no todo5 Elementos essenciais – regra geral SOBRENOME do autor. Local (nome da cidade): Editora. . etc. Antônio. RODRIGUES. tr adu tore s. política Estado moderno. o subtítulo não é grafado em negrito ou itálico. manuais.1.4. 2000.4 Modelos de elaboração de referências 3. IS BN. 65 . Livros GRAMSCI. Eva Maria. se houver). Turismo e espaço: rumo a um conhecimento . catálogo. 5 Para fins de elaboração de referências. monografias). trabalhos acadêmicos (teses. Caso seja indicado. 1997. monografia como o doc umento constituído de uma só parte ou de um número pré-estabelecido de partes que se complementam. interdisciplinar. São Paulo: Hucitec. Metodologia científica 3. poden do variar conf orme o ti po de documento.4. Título da obra em negrito ou itálico (apenas a primeira letra em maiúscula. abreviado(s) ou não). ao final da referência). ao final da referência. São Paulo: Atlas.1 Monografias 3. como livros. menção à edição exclusiva para assinante.. MARCONI. Observações: a) os elementos essenciais são os de descrição obrigatória na elaboração da referência. científica ed. A.. 1988. científica. quando necessário e de acordo com o docu me nto a ser referenciado. Maquiavel. c) o elemento ‘tradução’ e a indicação de subtítulo da obra são opcionais. B. indicação de coedit ores. b) indicação de apoio de entidade governamental à publicação referenciada. a não ser em casos de nomes próprios). ano de publicação. a NBR 6023: 2002 da A BN T define . a política e o Estado moderno Tradutor: Maquiavel. Número da edição (a partir da segunda edição. b) alguns dos elementos complementares considerados na NBR 6023:2002 da A BNT são: n úm ero de págin as do docu men to. enciclopédias. Prenome e outros Sobrenomes (se houver. LAKATOS. Marina de A. i nf ormações descr iti vas sobre o docu men to (por exemplo: a) em caso de jornal.

] (o grau) – vinculação acadêmica. Caldas. Título : subtítulo. 30 v. etc. dissertação. Ano de apresentação. Enciclopédia THE NEW Encyclopaedia Britannica: micropaedia. Normas Técnicas ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 1986. Bíblia Sagrada . 180 f. 1980. Rio de Janeiro: Encyclopaedia Britannica. Rio de Janeiro: Delta.66. local. Tipo de documento [tese. 3. Bíblia BÍBLIA. Instituição. . trabalho de conclusão de curso. Número de folhas ou volumes. Rio de Janeiro. V. Dissertações e Teses SOBRENOME do autor. abreviados ou não). RODRIGUES. Prenome e outros Sobrenomes (se houver. Belo Horizonte. NBR 6023 : informação e documentação: referências: elaboração. 2002. Qualidade de vida no trabalho . ed. Universidade Federal de Minas Gerais. 1989. Dissertação (Mestrado em Administração) . 1980.. Chicago: Encyclopaedia Britannica. Dicionário AULETE. ano da defesa. Dicionário contemporâneo da Língua Portuguesa..Faculdade de Ciências Econômicas. M. 5 v. 1989. Português. Tradução de Padre Antônio Pereira de Figueiredo. Edição Ecumênica.

São Paulo. Processamento de linguagens naturais através de funções recursivas de expressões regulares condicionais . volumes. 1990. 3. São Paulo: Delta: Estadão. Local: Editora. O padrão da referência é: SOBRENOME. (ABNT . excetuando-se nome próprio. (Ed). G.Escola Politécnica.3 Partes de monografia Inclui as referências de capítulos. Título da obra: subtítulo (se for o caso).br/redac/manual.2 Monografias no todo em meio eletrônico São as monografias apresentadas em meio eletrônico como disquetes. precedido da expressão Disponível em: e a data do acesso ao documento. Reimplante dentário .html>. Disponível em: <http://www1. 1990. 3. 1990.: Nos casos em que o autor do capítulo ou do artigo é o mesmo da obra. Manual de redação e estilo . A.4. 1997. In: SOBRENOME. . seguidos de ponto. artigos de coletâneas com autor e/ou título próprios.. 1990. HOUASSIS.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ CAMPOS.1.estado. etc. M. sem negrito ou itálico).1. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização) – Faculdade de Odontologia. Universidade de São Paulo. ano.L. 51 f. Prenome(s) e outro(s) Sobrenome(s) do(s) autor(es) da parte. capítulo ou outra forma de individualizar a parte referenciada. São Paulo. precedida da expressão Acesso em:. 1998. Prenome do autor da obra como um todo. online.L. cd-rom. A. Universidade Camilo Castelo Branco. Enciclopédia e dicionário digital 98. 105 f. Documentos online 6 Deve-se apresentar o endereço eletrônico entre os sinais < >. 5 CD-ROM. 6 Não se recomenda referenciar material eletr ônico de curta dur aç ão nas redes.4. N BR 6023:2002). acrescidas de descrições físicas do meio eletrônico. Acesso em: 19 maio 1998. MORGADO.. Para referenciá-las. 67 . Título da parte (apenas a primeira letra maiúscula. Obs. Documentos em CD-ROM KOOGAN.C. Tese (Livre Docência) .. se houver).com. Edição (a partir da segunda. O ESTADO DE SÃO PAULO. São Paulo. segue-se as normas dos document os monográf icos n o t odo. o nome após a expressão In: é substituído por 6 traços sublineares.

2000. Reflexões para o silêncio. Coesão organizacional e ilusão coletiva. bem como matérias apresentadas em u m n úmero. etc. 1997.). 7. cap. G.br/ livrosonline/leitura_32>. 5. Curitiba. 122-143. matérias jornalísticas. Vida psíquica e organização.com. In: TOLEDO. fascículo ou número de revistas. reportagens. número de jornal ou caderno de jornal completo. Disponível em: <http://www. p.. 103-115. volume ou fascículo de periódicos (artigos científicos de revistas. B. Viagem astral aos domingos.68. p.4. Fernando C. S.1990. In: ______. 3.se as n ormas an ter iores para ref ere nciar part es de mon ogr af ias. Eva Maria. A.. In: ______.. MACEDO. Cultura e poder organizacional e novas formas de gestão empresarial. São Paulo: Atlas. editoriais. 3.4 Parte de monografia em meio eletrônico Segue m. BOUTHOUL. geralmente há a indicação de um ou mais autores como responsáveis pela obra (Coordenador. N as coletâneas. In: MOTTA. Os primeiros agregados humanos. Capítulo de livro LAKATOS. Sociologia da administração . p. ed. Maria Ester de (Org. Rio de Janeiro: FGV. Acesso em: 25 jul. SOUZA. 7 Coletâneas são publicações compostas por artigos ou textos de vários autores em uma única obra. (Org. Prestes. seções. Da m esm a f orma que nas ref erê ncias de m onograf ias (completas ou partes).1.2 Publicações periódicas Publicações periódicas abrangem os seguintes documentos: coleções completas. as pu blicaçõe s pe riódicas tam bé m são referenciadas segu ndo as caract erísticas específicas de cada tipo. etc. 1987. História das doutrinas políticas.). acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado.). 1988.refletindo.4. . Parte de uma obra MOSCA. G.14-16. Organizador. Artigo de coletânea7 AMADO. Rio de Janeiro: Guanabara. Gilles.). FREITAS.. Editor.

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3.4.2.1 Publicação periódica como um todo

Usa-se referenciar toda a coleção de um título de periódico em listas de referências e catálogos de obras preparados por bibliotecas, editoras ou livreiros. O padrão de referência é:
TITULO DO PERIÓDICO. Local de publicação (cidade): Editora, datas de início e encerramento da publicação, quando houver.

TRANSINFORMAÇÃO. Campinas: PUCCAMP 1989-1997. ,

CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO. Brasília: Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, 1972-

Obs.: quando a publicação está em vigor, apresenta-se o ano de início, acrescido de hífen e sem ponto final.

3.4.2.2 Partes de publicações periódicas Abrange volume, fascículo, números especiais e suplementos, sem título próprio. A referência padrão é:

TÍTULO DA PUBLICAÇÃO. Local: Editora, numeração do ano e/ou volume, numeração do fascículo, informações de períodos, datas de publicação.

VEJA. São Paulo: Abril, v.31, n.1, 15 jan. 1998.

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3.4.2.3 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas Inclui fascículos, volumes, números especiais e suplementos (com título próprio); além dos artigos, editoriais, comunicações, entrevistas, resenhas, reportagens e outros.

SOBRENOME, Prenome do Autor. Título da parte, artigo ou matéria. Título da Publicação , Local, numeração correspondente ao volume e/ou ano, fascículo ou número (conforme o caso), página inicial-final (quando se tratar de artigo ou matéria), data ou intervalo de publicação.

Obs.: se necessário, podem ser acrescentadas informações complementares que melhor identifiquem o documento.

GUIA Exame 2002: as 100 melhores empresas para você trabalhar. Exame, São Paulo, set. 2002. Edição especial. NUNES, Clarice. História da educação brasileira: novas abordagens de velhos objetos. Teoria
& Educação , Porto Alegre, n.6, p.151-182, 1992.

LEAL, Elisabeth J. M. Pesquisa e produção escrita. Turismo: visão e ação, Itajaí, v. 4, n.8, p.99109, abr./set. 2001. GURGEL, C. Reforma do Estado e segurança pública. Política e Administração, Rio de Janeiro, v.3, n.2, p.15-21, set. 1997.

3.4.2.4 Artigo e/ou matéria de revista, boletim, dentre outros, em meio eletrônico As referências seguem as normas indicadas para artigos e/ou matérias de publicações periódicas, conforme os tópicos anteriores, acrescentando-se a descrição física do meio eletrônico.

MALOFF Joel. A internet e o valor da “internetização”. Ciência da Informação , Brasília, v. , 26, n. 3, 1997. Disponível em: <http://www.ibict.br/cionline/>. Acesso em: 18 maio 1998. VIEIRA, Cássio Leite; LOPES, Marcelo. A queda do cometa. Neo Interativa, Rio de Janeiro, n.2, inverno 1994. 1 CD-ROM.

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3.4.2.5 Artigo e/ou matéria de jornal Inclui editoriais, entrevistas, comunicações, reportagens, resenhas e outros. A referência padrão é:

SOBRENOME, Prenome do Autor (se houver). Título da matéria. Título do Jornal, Local de publicação, data de publicação. Seção, caderno ou parte do jornal, página da matéria.

Obs.: quando não houver caderno, seção ou parte, a página da matéria ou do artigo precede a data.

BEVILACQUA, Viviane. A fome dói, diz José, um brasileiro. Diário Catarinense , Florianópolis, 3 nov. 2002. Página Quatro, p.4. LEAL, L. N. MP fiscaliza com autonomia total. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, p. 3, 25 abr. 1999.

3.4.2.6 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico A referência segue a norma indicada no item anterior, acrescentando-se as informações sobre a descrição física do meio eletrônico.

HISTÓRIA, razão e fé. Folha de S. Paulo Online , São Paulo, 3 nov. 2002. Folha Opinião. Disponível em: <http://www.uol.com.br/fsp/opiniao/inde03112002.htm>. Acesso em: 3 nov. 2002.

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CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe..br/anais/anais.1 Eventos como um todo Constitui u m tipo de pu blicação com o con ju nt o de docum en tos/t rabal hos apresentados ou reunidos em um evento.) Local de publicação: editora. Recife. ano. Recife: UFPe. proceedings.. Anais. local (cidade) de realização.4. como atas. … 2000. anais... 1996. numeração (se houver).propesq. atas.ufpe. 1996.4. dentre outros.3. Título. 2. acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado. Recife: UFPe..2 Eventos como um todo em meio eletrônico A referência segue a norma anterior para publicação de documento de evento como um todo. etc.. data da publicação.3. Recife. Anais eletrônicos. WORKING CONFERENCE ON INFRASTRUCTURES FOR VIRTUAL ORGANIZATIONS: managing cooperation in virtual organizations and electronic business towards smart organizations. Acesso em: 21 jan.. 1996. 1996.. O padrão de referência para esses tipos de documentos é: NOME DO EVENTO. 1997. Disponível em: <http://www. Proceedings… Boston: Kluwer Academic Publishers.3 Publicações em eventos 3. CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe. 4.htm>. resultados. proceedings.. 4. do documento (anais. 3..72. . 3. 2000..4. Florianópolis.

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3.4.3.3 Trabalho apresentado em evento té cn ico- ci ent íf icos. A re fer ênci a dev e apresentar os seguintes elementos e forma:

São os artigos, comunicações, projetos, dentre outros trabalhos apresentados em eventos

SOBRENOME DO AUTOR, Prenome e outros Sobrenomes do Autor (se houver, abreviados ou não). Título do trabalho apresentado. In: NOME DO EVENTO, numeração do evento (se houver)., ano, local de realização do evento. Título... (Anais, Proceedings, Resumos, etc.) Local de publicação: Editora, data de publicação. página inicial-página final do trabalho referenciado.

RODRIGUES, M. V. Uma investigação na qualidade de vida no trabalho. In: ENCONTRO ANUAL DA ANPAD, 13., 1989, Belo Horizonte. Anais… Belo Horizonte: ANPAD, 1989. p. … 455-468.

3.4.3.4 Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico

Segue a norma de referência indicada no item anterior, acrescida das informações do meio eletrônico utilizado.

SILVA, R. N.; OLIVEIRA, R. Os limites pedagógicos do paradigma da qualidade total em educação. In: CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe, 4., 1996, Recife. Anais eletrônicos... Recife: UFPe, 1996. Disponível em: <http://www.propesq.ufpe.br/anais/anais/ educ/ce04..htm>. Acesso em: 21 jan. 1997. GUNCHO, M. R. A educação à distância e a biblioteca universitária. In: SEMINÁRIO DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 10., 1998, Fortaleza. Anais... Fortaleza: Tec Treina, 1998. 1 CD-ROM.

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3.4.4 Documentos jurídicos 3.4.4.1 Legislação Estão incluídos nesse tipo de documento: a Constituição, emendas constitucionais, textos legais (leis ordinárias, medidas provisórias, decretos, resoluções do Senado Federal); normas de instituições públicas e privadas (resolu ções, portarias, ordem de serviço, comunicado, instrução normativa, circular, dentre outros). A referência é elaborada com base n a n orma padr ão, podendo ser acrescentados elementos complementares, caso sejam necessários.

JURISDIÇÃO (ou cabeçalho da entidade, caso tratar-se de normas). Título do documento. Especificação do documento (ex.: Diário Oficial, Código civil, Lex), Local (cidade), numeração (volume, número e páginas, conforme o caso), data.

Obs.: quando a referência for de Constituições e suas emendas, entre o nome da jurisdição e o título acrescenta-se a palavra Constituição, seguida do ano de promulgação, entre parênteses.
BRASIL. Constituição (1988). Emenda constitucional nº 9, de 9 de novembro de 1995. Lex: legislação federal e marginália, São Paulo, v.59, p.1966, out./dez. 1995.

SÃO PAULO (Estado). Decreto nº 42.822, de 20 de janeiro de 1998. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência, São Paulo, v. 62, n. 3, p.217-220, 1998.

BRASIL. Decreto-lei nº5.452, de 1 de maio de 1943. Aprova a consolidação das leis do trabalho. Lex: coletânea de legislação: edição federal, São Paulo, v. 7, 1943. Suplemento.

BRASIL. Código civil. 46. ed. São Paulo: Saraiva, 1995.

3.4.4.2 Jurisprudência

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. In: ______. Súmulas. São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil, 1994. p.16.

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BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Hábeas-corpus nº 181.636-1, da 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Brasília, DF 6 de dezembro de 1994. Lex: jurisprudência do , STJ e Tribunais Regionais Federais, São Paulo, v. 10, n. 103, p. 236-240, mar.1998.

3.4.4.3 Doutrina Refere-se a qualquer discussão técnica sobre questões legais publicadas na forma de monografias, artigos de periódicos, papers, etc. A doutrina é referenciada conforme o tipo de publicação.
BARROS, Raimundo Gomes de. Ministério Público: sua legitimação frente ao Código do Consumidor. Revista Trimestral de Jurisprudência dos Estados, São Paulo, v. 19, n. 139, p. 53-72, ago. 1995.

3.4.4.4 Documento jurídico em meio eletrônico Para este tipo de documento, o padrão de referência segue a norma indicada para documentos jurídicos (itens anteriores), acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado.
BRASIL. Regulamento dos benefícios da previdência social. In: Sislex: Sistema de Legislação, Jurisprudência e Pareceres da Previdência e Assistência Social. [S.l.]: DATAPREV 1999. 1 CD-ROM. ,

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. Não é admissível, por ato administrativo, restringir, em razão de idade, inscrição em concurso para cargo público. Disponível em: <http:// www.truenetm.com.br/jurisnet/sumusSTF .html>. Acesso em: 29 nov.1998.

3.4.5 Patente
ENTIDADE RESPONSÁVEL e/ou autor. Título. Número da patente, datas do período de registro.

EMBRAPA. Unidade de Apoio, Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação Agropecuária (São Carlos, SP). Paulo Estevão Cruvinel. Medidor digital multissensor de temperatura para solos. BR n. PI 8903105-9, 26 jun. 1989, 30 maio 1995.

... 75

SP).6 Documento cartográfico Abrange: atlas. ESTADOS UNIDOS. mapa.jpg>. ATLAS Mirador Internacional. IR04 (banda). porém com as devidas informações referentes ao meio eletrônico em que é apresentado. Escala. SE (localização geográfica). 557 Kb.11. 17:45Z (horário zulu). Acesso em: 15 jan. Itajaí (local). National Oceanic and Atmospheric Administration.6. 1 mapa. 1 disquete. Obs. 1999 (data da captação).000. GOES (denominação do satélite).4. 17:45Z. 557 Kb (tamanho do arquivo). Escalas variam. GOES-08: SE.1 Documento cartográfico em meio eletrônico O documento cartográfico segue os padrões indicados anteriormente. NBR 6023:2002.ufl. GIF. . Regiões de governo do Estado de São Paulo. 1 atlas. Título. 1999071318. 1994. O padrão de referência é: AUTOR. [2000?].76. 1999. 13 jul. Rio de Janeiro: Enciclopédia Britânica do Brasil. Especificação do documento.: Nota sobre a referência/arquivo digital 8 : 1999071318. INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo.. color.edu/fish/Sharks/statistics/Gattack/map/Brazil. 3. p. 8 ABNT. 3 ½ pol. data de publicação. globo e fotografia aérea. 1 atlas. 1999. 1931-2000 Brazil’s confirmed unprovoked shark attacks.GIF (título do arquivo). IR04. 13 jul.000. UNIVALI (instituição geradora). São Paulo. 3. 08 (número do satélite na série). 1981. Escala 1:2.000. Itajaí: UNIVALI. Disponível em: <http://www. Gainesville.flmnh. FLORIDA MUSEUM OF NATURAL HISTORY. Local: Editora. 2002.4. Escala 1:40.. 1 imagem de satélite.

25 cm x 25 cm.. 1999. Largura: 376 pixels. Formato JPEG. Romero.4. Data. NOVAS descobertas para o terceiro milênio. Especificação do documento. KOBAYASHI. Doença dos xavantes. 1 fotografia. [Sem título]. 1 gravura. dentre outros. cartazes. diafilme. São Paulo: UMIBO.. 1980. Também podem ser acrescentados elementos complementares do documento à referência. . fotografias. O padrão para referenciar esses tipos de documentos é: AUTOR. 25 cm x 20 cm.7 Documento iconográfico Refere-se a gravuras. color.7. K. 19 transparências.. Quando não existir título para o documento. color.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. caso seja necessário.4. deve-se atribuir uma denominação ou indicar [Sem título] entre colchetes. Título. diapositivo. 5 ¼ pol. 1 disquete. 2000.. transparências. pinturas.jpg. Anne. 77 . BRITTO. desenho técnico. 1982. Altura: 432 pixels. 51 Kb.1 Documento iconográfico em meio eletrônico GEDDES. Geddes 135. 3.

Produção do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial. Local: Produtora. 3. 1992. PORTADOR de necessidades especiais no trabalho: depoimentos. VELOSO. Entrevistadores: V Tremel e M. Título.. Local: Gravadora (ou equivalente). Diretor. Rio de Janeiro: Riofilme. videocassetes. Departamento Nacional. SILVA. conforme o caso). 1 video sonoro. 1991]. DVD. Deve-se seguir o seguinte padrão: TÍTULO. Brasília: SENAI/DN. son. . 1998. CENTRAL do Brasil. etc. 2 cassetes sonoros. 3. Garcia. São Paulo: SENAI-SP. 1991. No caso de entrevistas gravadas que necessitam ser referenciadas. 2001. Produção: Martire de Clermont-Tonnerre e Arthur Cohn.78.4. color. fitas cassete. Produtor (conforme as informações disponíveis).. 1 CD. data. . Caetano. Direção: Walter Salles Júnior. entrevistado.4. CDs (compact disc). data e especificação do suporte em unidades físicas. Luiz Inácio Lula da Silva: depoimento [abr.. 35 mm.. São Paulo: Polygram. Especificação do documento. dentre outros.9 Documento sonoro Compreende discos. também deve ser seguido o seguinte padrão: COMPOSITOR (ou intérprete. Luiz Inácio Lula da.8 Imagem em movimento Envolvem as referências de filmes. Circuladô vivo. 1 bobina cinematográfica (106 min).

doc. 79 . As mensagens de correio e le trônico “devem ser 9 referen ciadas meio eletrônico s omen te quando não se dispuser de nenhuma outra fonte para abordar o Abrange os documentos do tipo base de dados. 1 bule. 1 CD-ROM.4. DUCHAMP. [S. 1998. 1995. assunto em discussão. arquivos em disco rígido. Marcel. . Normas. Data.1. esqueletos. 1 escultura variável. p. BULE de porcelana. maquetes. Escultura para viajar. Especificação do objeto. programas de computador. O padrão para referência é: Mensagens trocadas por email têm caráter informal. NBR 6023:2002. e meio eletrônico..10 Documento tridimensional Abrange as esculturas. etc. Título (do serviço ou produto). Versão (se houver)..11 Documento de acesso exclusivo em MICROSOFT Project for Windows 95. [China: Companhia das Índias. quando identificado). listas de discussão. objetos e suas representações (fósseis. 9 3. não sendo recomendável seu uso como UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. objetos de museu. 13). 18-]. dentre outros). Título (caso não exista. atribuir denominação ou indicar [Sem título] entre colchetes). Biblioteca Central. A referência desses documentos deve apresentar o seguinte padrão: AUTOR (criador artístico do objeto. animais empalhados. mensagens eletrônicas.” (ABNT. AUTOR(es)se for o caso. 5 fonte científica ou técnica de disquetes.l. Version 4. Descrição física do in terpes soal e efêmero.4. desaparecem rapidamen te. monumentos.]: Microsoft Corporation. Curitiba. pesquisa. 1918.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3.

Carlos B. 3. (Série Sucesso Profissional: seu guia de estratégia pessoal).4. se houver.fat. 2002. No prelo. Apostila. textos não publicados. (Primeiros Passos. J. 3. podem ser acrescentados. Os princípios da gestão moderna. L. Como fazer apresentações. . Bula de remédio. São Paulo: Brasiliense. Massa calcificada da naso-faringe. apostilas.ed. n. 57). ao final da referência.br/ acaro/sp/>. Modelos matemáticos: exercícios didáticos. Niterói. MARQUES. São Paulo: Publifolha. Mensagem recebida por <simonegf@sj. Tim. Estas informações devem ser apresentadas ao final da referência.ed. 1978. Memorial [mensagem pessoal].univali. M. 1984.23. 3.4. In: FUNDAÇÃO TROPICAL DE PESQUISAS E TECNOLOGIA “ ANDRÉ TOSELLO”. Responsável técnico Delosmar R. SC.. Radiologia Brasileira. entre parênteses. sem destaque. RUBIROSA. documentos mimeografados e digitados. os títulos das séries e/ou coleções e a respectiva numeração. 1990. 1991. Base de Dados Tropical.bdt. 2.12 Bula de remédio RESPRIN: comprimidos. São José dos Campos: Johnson & Johnson. São Paulo. ÁCAROS no Estado de São Paulo. J. HINDLE. 1999. Tubarão.org. M. C.14 Notas Como notas podem ser incluídos os seguintes documentos: publicações no prelo. Digitado.13 Séries e coleções Nesses tipos de publicações. MARINS. E. 1985. Acesso em: 30 maio 2002. Bastos.. LEAL. 1997.4.80.br> em 11 nov. Italvino. Disponível em: <http://www. O que é sociologia? 7. MARTINS.

Deve conter. textuais e pós-textuais. Em caso de trabalhos relacionados às disciplinas de graduação. onde devem ser impressos: a)n om e do au tor. se for o caso: v. trabalhos de conclusão de cursos de graduação . e) número de volumes (se houver mais de um. 81 . papers e relatórios. se houver. Suas orientações também se aplicam. impresso da mesma forma que o do autor. im presso longitu dinalmente.. a trabalhos de graduação intra e extra-classe. tais como fichamentos. trabalhos de graduação interdisciplinares TGI. 4.Lombada (opcional): é a parte lateral da capa que reúne as folhas do trabalho. . dissertações. A estrutura de trabalhos acadêmicos compreende elementos prétextuais. seqü encialmen te. no que couber.1 Elementos pré-textuais . f) local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado. uma vez que tais trabalhos têm estrutura própria.. b) título do trabalho. trabalhos de conclusão de curso de aperfei çoamen to e/ou especialização e outros.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 4 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS A estrutura de trabalhos acadêmico-científicos é orientada pela NBR 14724:2005 da ABNT.2) .que abrange as folhas que constituem o trabalho (Apêndice A). g) ano da entrega (4 dígitos). Por outro lado. dissertações e trabalhos de conclusão de curso é obrigatório seguir a orientação da norma. resenhas. b) nome do autor. c) título.TCC. do alto ao pé da lombada. deve ser especificado o respectivo volume em cada capa). as seguint es informações: a) nome da instituição (opcional). d) subtítulo. esses elementos podem ser adapt ados ou at é me smo desconsiderados.Capa (obrigatório): é a cobertura externa capa dura . c) identificação de números (volume. para elaboração de teses. que def in e os pri ncípios gerais par a elaboração de teses.

. preciso. . Essa f ich a de ver á ser con feccion ada por profissional bibliotecário. . g) local (cidade) da instituição. dissertações ou trabalhos de conclusão de curso de graduação ou especialização. devem ser apresentados. centralizadas na página (Apêndice C): a) nome do autor trabalho. os seguintes elementos (Apêndice B): a) nome do autor do trabalho. h) ano de entrega (4 dígitos). com a identificação do conteúdo que permita a indexação). . ti tu lação e assin at ur a dos componentes da banca examinadora e instituições a que pertencem. etc. .82. c) subtítulo (se houver. após a dedicatória e devem se limitar ao estritamente necessário. objetivo e nome da instituição a que é submetido. No verso da folha de rosto. se houver mais de um. conforme o Código de Catalogação Anglo-Americano vigente.Agradecimentos (opcional): menção a pessoas e/ou instituições que contribuíram de forma relevante para o desenvolvimento do trabalho. f) nome do orientador e do co-orientador (se houver). a dedicatória deve ser localizada na parte inferior direita da folha. e m caso de t rabalh os qu e dev am ser depositados em biblioteca. b) título do trabalho e subtítulo (se houver). trabalho de conclusão de curso..Errata (opcional): consiste em lista das folhas e linhas onde há erros. d) número de volumes. f) nom e. b) título principal do trabalho (claro. e) nota contendo a natureza do trabalho (tese.Folha de rosto (obrigatório): no anverso (página da frente da folha).) e o seu objetivo (por exemplo: para aprovação em disciplina. obtenção de determinado grau. sua subordinação ao título principal é demonstrada pelos dois pontos que o precedem). com as respectivas correções. dissertação. área de concentração. como as teses. etc. As informações são apresentadas em colunas como no exemplo abaixo: Folha Linha Onde se lê Leia-se .A data de aprovação e as assinat ur as são colocadas após a apr ov ação do trabalho. c) texto contendo a natureza. parte inferior da página. nome da instituição a que é submetido. . em seqüência. e) data de aprovação. apresenta-se a ficha catalográfica. d) área de concentração.Dedicatória (opcional): o autor dedica sua obra ou presta homenagens a pessoa(s).). Aparecem em folha separada.Folh a de aprovação (obrigatório): é apresentada logo após a folha de rosto e deve conter as segu intes informações.

na ordem em que se apresentam no texto. . Na elaboração do sumário deve-se observar os seguintes aspectos: a) o sumário tem o título centralizado.4. seções (ou tópicos) e outras partes de uma publicação (ou trabalho). também denominadas seções primárias).Lista de tabelas (opcional): identifica as tabelas. recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo de ilustração.Resumo na língua vernácula (obrigatório): consiste na apresentação concisa do texto por meio de uma seqüência de f rases objetivas e seguidas de palavras-chave. com respectivos nomes e números de página. com o respectivo significado. fora de parênteses. Indica a página inicial em que se localiza a parte correspondente (Apêndice D).Resumo em língua estrangeira (obrigatório): deve ser apresentado em folha separada do resumo anterior (ver o tópico 2 . Apesar de ser escrita por outra pessoa. 83 . Consiste na transcrição de uma frase.Epí grafe (opcional): aparece após os agradecimentos. na ordem em que aparecem. . ditado ou parte de um texto que o autor deseja destacar. com respectivos nomes e números de página.3 da Parte II deste documento). Se necessário. Também é recomendada a elaboração de lista própria para cada u m dos t ipos (abreviatura ou sigla).ordenadas segun do determ inado cri tério. da Parte II deste documento). . desen hos. pensamento.ver seção 5. na mesma ordem e grafia em que se sucedem no texto. .Lista de símbolos (opcional): apresenta o conjunto de símbolos utilizados no texto.Resumos de trabalhos acadêmico-científicos. (Atenção! Em artigos científicos o resumo em língua estrangeira faz parte dos elementos pós-textuais . esque mas. gráficos.Su mári o (obrigatór io): é a re lação enumerada das divisões.) na ordem em que aparecem no texto. fluxogramas. or ganogram as. devem ser alinhados à esquerda. . Epígrafes tam bém podem ser colocadas na abertura das divisões do texto (capítulos). . p. mapas. qu e localiza e re mete para as in form açõe s con ti das n o tex to. A autoria da mensagem deve ser apresentada do lado direito.. c) os elementos pré-t extu ais não devem aparecer no sumário. 2). . etc. Atenção! O sumário não deve ser confundido com o índice. não deve vir entre aspas. que é uma lista "de palavras ou frases." (NBR 6027:2003. segui das do seu signi ficado (expre ssõe s ou palavras correspon dentes). grafado com o mesmo tipo de fonte utilizado para os capítulos (ou divisões principais do texto. se houver..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . abaixo do texto. b) a subordinação dos itens do sumário é destacada usando-se os mesmos tipos de fonte utilizados no texto. por considerar significativo e inspirador em relação ao seu trabalho. escrit o por ext enso.Lista de abreviaturas e siglas (opcional): é a relação alfabética de abreviaturas e siglas con ti das n o t ext o. Sua elaboração é detalhada no t ópico 2 (R esu mos de trabalhos acadêm icocientíficos).Lista de ilustrações (opcional): identifica as ilustrações (quadros. da Parte I deste documento. . d) os indicativos das seções que compõem o sumário.

con st itu em. n a(s) página(s) que antecede(m) imediatamente o texto. resultados e interpretação do estudo quando se tratar de um relatório de pesquisa. análise e interpretação dos resultados. t eorias e principais idéias sobre o tema focalizado. ou seja. No en tant o. Em caso de relatórios de pesquisa científica. Isso não significa dizer que essas part es sejam n ecessariame nt e assi m intituladas ou subdivididas.: 32-49). o tex to acadêm ico-cien tífico se inicia com uma in trodu ção. .. separados por hífen (ex. de u m modo geral . apresenta o problema ou tema central do estudo ou da pesquisa. ou os n úme ros das págin as ini cial e f inal. há distintos modos de organizar o texto. Se o trabalho compreender mais de um volume..: 32).Desenvolvimento É a parte mais extensa e consistente do trabalho. Conf orme o tipo de trabalh o. f) para a paginação pode-se utilizar o número da pr imei ra página (ex. os elementos que integram o desenvolvimento do trabalho poderão variar nas suas divisões e subdivisões. está localizado. que seguem os indicativos das seções. os elementos essenciais que integram esta parte do trabalho são: fundamentação teórica (r evi são bibl iogr áf ica). portanto.se com base no ti po e nos objetivos do trabalho acadêmico-científico. e)os títu los e su btítulos (se h ouver). Nela são descritos os conceitos. contextualiza-o.Introdução Consiste na apresentação geral do trabalho. assim como os prétextuais.84. excetuados os elementos obrigatórios.2 Elementos textuais Os elementos textuais. . O sumário é o último dos elementos prét extu ais. em função da sua natureza e da área de conhecimento a que pertencem. Trata-se da parte inicial do texto em que o autor aponta os seus propósitos e as linhas gerais que orientaram seu pensamento. área de conhecimento ou metodologia adotada. apresentação. de modo que a consulta a qualquer dos volumes permita o conhecimento do conteúdo todo. com uma definição clara. me todologia. fornece uma visão global do assunto tratado (contextualização). f inalizan do com uma conclusão. Da mesma forma que na introdu ção. destaca sua importância e seus limites quanto à extensão e à profundidade. . apenas que esta é a seqü ência usual de qualquer t exto acadêmico. além de aspectos metodológicos. são ali nh ados pela m ar ge m do tí tu lo correspondente ao indicativo mais extenso. o sumário de toda a obra deve ser incluído em todos os volumes. à qual se segu e o desen volvim ento. concisa e objetiva do tema e a delimitação precisa das fronteiras do estudo em relação ao campo selecionado e ao problema a ser estudado. 4.

Os anexos são identificados por letras maiúsculas consecutivas. segun do a NBR 6023:2002 da ABNT. Nos trabalhos acadêmi co-cien t ífi cos a li stagem de referê ncias deve ide ntif icar as f ontes/ documentos mencionados (referidos) no texto. 85 . seguidos de suas respectivas definições. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas. apontando-se o alcance e o significado de suas contribuições.Referências (obrigatório): constitui o conjunto padronizado de element os descrit ivos. seguidas de travessão e respectivo título (Ex. Tem como objetivo destacar as principais questões tratadas no trabalho acerca do estudo desenvolvido. da Parte II deste documento. . . .Índice (opcional): listagem detalhada de palavras ou expressões ordenadas a partir de critérios específicos (nomes de pessoas. assuntos. . nomes geográficos. possibilitando sua identificação individual.: APÊNDICE A – Roteiro de entrevista). comprova ou ilustra o seu conteúdo. complementar ao seu trabalho. extraídos de um documento. encontram-se no tópico 3 – Elaboração de Ref erências de Tr abal hos Acadêm icoCientíficos. . 4. além de sugestões para outros trabalhos. A con clu são deve apresent ar dedu ções lógicas correspon dent es aos propósitos prev iamen te estabelecidos do t rabalho..Conclusão Como parte final do texto. dentre outros).Glossár io (opci onal): lista em ordem alfabética de expressões ou termos técnicos específ icos de uma determ inada área. que complementa.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ .: ANEXO B – Estrutura organizacional da Empresa Alfa). seguidas de travessão e respectivo título (Ex.. consiste na revisão sintética dos resultados e da discussão do estudo realizado. utilizados no trabalho.Anexo(s) (opcional): texto ou documento não elaborado pelo au tor do trabalho. com a indicação de sua localização no texto.3 Elementos pós-textuais . As orientações para sua elaboração.Apêndice(s) (opcional): texto ou documento elaborado pelo autor. Pode também indicar questões dignas de novos estudos.

.. .86.

legendas de ilu strações e de t abelas. notas de rodapé. Também os títulos das subseções são separados do texto que os precede e que os sucede por dois espaços de 1. nome da instituição a que é submetido e área de concentração) que devem ser digitadas em espaço simples. com exceção das citações longas (com mais de três linhas). Para digitação recomenda-se a utilização de font e tamanho 12 para t odo o text o e tamanho menor (11 ou 10) e uniforme para citações longas (mais de três linhas). data de aprovação e identificação da ban ca exami nador a deve m ser centralizadas (Apêndice C).1 Formato Os trabalhos acadêmico-científicos devem ser apresentados em papel branco. em cuj o verso é im pr essa a f ich a catalográfica. 5.5 entre linhas. 5.2 Margens e espacejamento As páginas devem ser configuradas nas seguintes dimensões: margens esquerda e superior: 3 cm.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 5 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICOCIENTÍFICOS O projeto gráfico de um trabalho acadêmico é de responsabilidade do seu autor. Quanto ao tipo da fonte. pagin ação e legen das de ilustrações e tabelas. com form at o A. . referências. as informações sobre o trabalho.. Já na folha de aprovação. Os títulos das seções devem começar na parte superior da folha e ser separados do texto que os sucede por dois espaços de 1. como prescreve a NBR 14724:2005 da ABNT. margens direita e inferior: 2 cm. com exceção da folha de rosto. recomendam-se Times New Roman ou Arial.5.5. objetivo. f icha catalogr áf ica e nota de identificação do trabalho apresentada na folha de rosto (indicando a natureza do trabalho.4 (21 cm x 29. 87 .7 cm ). O texto deve ser digitado com espaço 1. no caso de dissertações e teses. Entretanto. a nota de identificação do trabalho deve ser alinhada do meio da página para a margem direita (Apêndice B). digitados n a cor preta (excetuando-se as ilustrações). sem brilho. As ref erên cias apresent adas ao final do trabalho devem ser separadas entre si por dois espaço simples. O texto é digitado no anverso da folha (frente).. algumas normas gerais devem ser seguidas. Na folha de rosto. notas de rodapé.

a 2 cm da borda superior.1 2. quaternária.1. 5. Repete-se o mesmo processo em relação às demais seções. pre cede o títu lo da seção. Havendo apêndice(s) e anexo(s). Esse indicativo numérico.1.1 2. seguido do número que lhe f or atribu ído na seqüência do assunto e separado por ponto.2. A nu meração é colocada a partir da primeira folha da parte textual. terciária.1.1 2.1 2.1 3.. Exemplo: Seção primária Seção secundária 1 2 1.88. pode se dividir em seção secundária. a qual.1 2.1.2 2.1 2. suas folhas são numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento à do texto principal.1." (NBR 6024:2003). em algarismos arábicos. etc. por sua vez. no canto superior direito da folha. Seção terciária 1.1. Empregam -se algarismos arábicos para numerar as seções de um texto.1.3 Paginação Todas as folhas do trabalho são contadas seqüencialmente.2 . 5.2 3 3.1. a partir da folha de rosto. sendo de le separado por um espaço.4 Títulos e indicativos numéricos São denominadas seções as partes em que é dividido o texto de um documento. contendo a exposição ordenada do assunto.1.1.3 Seção quaternária 1..2. A principal di vi são do te xto de u m docum ent o é denominada seção primária.1 "O indicativo de uma seção secundária é constituído pelo indicativo da seção primária a que pertence. alinhado à margem esquerda. embora as páginas preliminares (pré-texto) não sejam n umeradas.

A identificação de ilustrações deve aparecer na parte in ferior.1 Os títulos de errata. exceto a última que termina em ponto. qualquer que seja a forma adotada. O texto.. fotos.. dentre outros.. c) o texto de cada alínea inicia com letra minúscula e termina com ponto e vírgula. A citação de indicativos de seções no texto é feita conforme os exemplos seguintes: .. 89 .. o espaçamento duplo entre os parágrafos. sumário. fluxogramas... caixa alta ou versal. b) as letras indicativas das alín eas são re en tradas em r elação à margem esquerda. em 2. resumos. hífen ou travessão não são usados após o indicativo da seção ou de seu título. esqu emas. usando-se de forma racional os seguintes recursos: negrito. d) a segunda e demais linhas do texto da alínea começam abaixo da primeira letra da primeira linha. 5. Muitos autores. itálico ou grifo. na seção 3 relatou-se.1. porém devem estar diretamente relacionadas com o conteúdo da informação. com exceção da última. agradecimentos. estas devem começar com um hífen.. No entanto.. pois do contrário não contribuirão para a análise.27 cm). Dispõem-se as alíneas na seqüência de um texto (que termina em dois pontos) do seguinte modo: a) ordenam-se as alíneas alfabeticamente. usam-se alíneas. . e redondo. listas. Os tí tu los das se ções são destacados gradativamente. dele separado por um espaço. Quando for necessário dividir a alínea em subalíneas. gráficos. se m que h aj a necessidade de intitulá-los. anexo(s) e índices não recebem in di cat iv os n um éri cos e dev em ser centralizados (NBR 14724:2005)...6 Ilustrações As ilustrações abrangem: desenhos. As alíneas.2. nesse caso. ver 1. as dem ais linh as da subalínea i niciam igualmente abaixo da primeira letra. referências. deve ser mantida em todo o trabalho.5 Parágrafo Modernamente a forma de parágrafo recuado está sendo abolida. se inicia em ou tra li nh a.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Ponto. 5. adotando-se. colocado sob a primeira letra do texto da alínea e dele separadas por um espaço. precedida da palavra designativa seguida de seu número de ordem . Têm por objetivo possibilitar a transmissão de dados e informações de modo mais atraente.. preferem adotar o parágrafo tradicional e formal nos textos técnicos (com recuo de 1. O título das seções é colocado após seu indicativo numérico. qu e obri gatoriamen te corresponde ao título da seção. ... porém. Hav endo ne cessidade de enumerar diversos assuntos ou itens. qu adros. mapas. glossário. Atenção! Em relação ao itálico. no in te rior de um a seção. or gan ogram as. ressalta-se que este recurso deve ser usado para grafar palavras estrangeiras. terminam em ponto-e-vírgula. apêndice(s).

do respectivo título e/ou legenda explicativa. o espaço do cabeçalho e o terceiro. A indicação da(s) fonte(s) das informações contidas em uma tabela e notas eventuais aparecem em seu rodapé. qu an to à su a local ização e apresentação gráfica. 5. uma abaixo da outra. e da fonte. As tabelas têm numeração independente e consecutiva e a sua identificação (título) é colocada na parte superior (topo). . 1993.IBGE (1993). 28): . repetindo-se o cabeçalho das colunas indicadoras e os indicadores de linha. . deve: a) estar inserida o mais próximo possível do trecho do texto a que se refere. A tabela. após o fio de fechamento. precedida da palavra Tabela e de seu número de ordem em algarismos arábicos. na mesma página. O cabeçalho da tabela indica o conteúdo das colunas com palavras ou notações claras e concisas.. Figura 3. pode se r apresentada em duas partes.90. uma única página. A t abe la não de ve t er t raços v ert icais delimitadores à direita e à esquerda. com um traço vertical duplo separando as partes e repetindo-se o cabeçalho. . c) ocupar. de forma clara e concisa. também é preciso seguir alguns critérios: . p.cada página deve ter uma das seguintes indicações: continua para a primeira. breve e clara que dispense consulta ao texto.7 Tabelas As tabelas servem para descrever dados e informações relevantes para o estudo ou ilustrar o conteúdo em desenvolvimento. preferencialmente sem abreviações. preferencialm ent e. sintetizadas a seguir. no mínimo. Quadro 5).. . . de ocor rência n o te xto e m algarismos arábicos (Exemplo: Gráfico 1. três traços horizontais paralelos: o primeiro separa o topo. conclusão para a última e continuação para as demais. As tabelas apresentam inf ormações tratadas estatisticamente e seguem as orientações da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .se t iv er poucas colu n as. As ilustrações devem ser inseridas o mais próximo possível do trecho do texto a que se referem.o con te údo do rodapé deve se r apresentado na página de conclusão. pode ser apresentada em duas ou mais partes. Q uanto à disposição das in formações. a tabela deve ser apresentada em duas ou mais partes (IBGE. . A moldura compreende.o traço horizontal da moldura que separa o rodapé deve ser apresentado somente na página que contenha a última linha da tabela. lado a lado. o segundo. por extenso. t ais indicações devem ser feitas sem abreviações.cada página deve ter colunas indicadoras e seus respectivos cabeçalhos. O título indica a natureza e as abrangências geográfica e te mporal dos dados n um éri cos. o rodapé. Quando não couber em uma folha. b) ter moldu ra para est ru turar os dados nu méricos e termos necessários a sua compreensão.cada página deve ter o contéudo do topo e o cabeçalho da tabela ou o cabeçalho da parte.se ultrapassar o tamanho da página em número de colunas e tiver poucas linhas.

‘en trevist as realizadas’. “Na seqüência normal do texto é permitido o uso de uma entrelinha maior que comporte seus elementos (expoen tes. utiliza-se como fonte o autor. entrevistas ou observação). As tabelas de um a publi cação deve m apresentar uniformidade gráfica nos corpos e tipos de let ras e nú meros. conforme o caso.se à margem esqu erda da primeira coluna. Exemplo: x 2 + y2 = z2 (x + y )/5 = n 2 2 (1) (2) . subtração. ‘formulários preenchidos’.8 Equações e fórmulas Devem aparecer destacadas no texto para facilitar a leitura e. numeradas com algarismos arábicos entre parênteses. quan do os dados se originarem de diversas fontes. Significado correspondente b) a fonte da tabela indica a origem ou a instituição responsável pelo fornecimento ou elaboração dos dados e informações nela contidos. quando as tabelas são elaboradas com base em fontes que constituem documentos do próprio autor do trabalho (apresentação dos dados. c) em caso da fonte tratar-se de pessoa física. Qu ando as equações ou f órmu las ultrapassarem uma linha por falta de espaço. alinh ando. a partir de pesqui sa de campo (com o uso de questionários. 9). alinhados à direita. por exemplo). podem ser u til izadas como f ont e as seguintes expressões: ‘pesquisa de campo’. ‘questionários aplicados’. ín di ces e ou tros)” (NBR 14724:2005. para tant o exi stem sím bolos estabelecidos por convenção internacional: Símbolo Z . multiplicação e divisão. pela natureza do fen ômeno. a palavra ‘fonte’ deve ser colocada após o traço inferior da tabela. responsáv el pelos dados levantados e apresentados. 91 . / ou – X . caso seja necessário. p..quan do. ‘observação direta’.. o dado não existir -quan do o dado for rigor osamente zero -quan do não se dispu ser do dado -quan do os dados anterior es ao símbolo não forem comparáv eis aos posteriores -quan do o dado for omitido para evitar a in dividualização da infor mação siglas são separados por vírgula. no uso de maiúsculas e nos sinais gráficos utilizados. devem ser interrompidas antes do sinal de igualdade ou depois dos sinais de adição. os nomes ou 5...UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ a) não se deve deixar “casas” vazias em uma t abel a.

N. Rio de Janeiro. V. 2001. São Paulo: Atlas. Queiroz. engenheiros e estudantes. 2000. Florianópolis. 2003... 1997. NBR 6022: informação e documentação: artigo em publicação periódica científica impressa: apresentação. São Paulo: T.. P Educar pela pesquisa.A. In: NUNES.L.307-326.ed. 1992. 1978. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. da UFMG. Rio de Janeiro: Record. improviso e método na pesquisa social. Memórias de um orientador de tese. NBR 10719: apresentação de relatórios técnico-científicos. dissertação. narração. 2002. NBR 6028: informação e documentação: resumo: apresentação.M. pesquisa quantitativa e qualitativa. Campinas: . 2003. ______. 2005. 1988. Rio de Janeiro. FEITOSA. Autores Associados. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos: apresentação. ECO. 1997. São Paulo: Pioneira. 2002. paixão. resumo. relatório.. rev. C. 5. 1996.ed. 2003. GOLDENBERG. 1986.92. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. A. A. descrição.. (Org.ed. Belo Horizonte: Ed. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. OLÍMPIO. Rio de Janeiro. 2003. F O método nas Ciências Naturais e Sociais: .L. Belo Horizonte: Editora UFMG. R. 1998. Metodologia do ensino superior.N. A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em Ciências Sociais. de O.ed. J. São Paulo: Perspectiva. ______. 4. NBR 6024: informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento escrito: apresentação. 2. M. 1989. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Arte da tese: como preparar e redigir uma tese de mestrado.).J. Campinas: Papirus. ______. Rio de Janeiro. . U. DEMO. Redação: o texto técnico/ científico e o texto literário. ______. Rio de Janeiro. COMPAGNON. E.ed. e aum. p. GEWANDSZNAJDER. L. FLÔRES. ______. GIL. NBR 6027: informação e documentação: sumário: apresentação. 1996. CASTRO. FRANÇA. Os cientistas precisam escrever: guia de redação para cientistas. L. BARRASS. A.C. A aventura sociológica: objetividade. Manual para normalização de publicações técnico-científicas.M. CANCELIER.C. O trabalho da citação. Rio de Janeiro. ______. Rio de Janeiro. uma monografia ou qualquer outro trabalho universitário. Como se faz uma tese. ______. 3. Ed. Rio de Janeiro: Zahar. BEAUD. M. da UFSC. Rio de Janeiro. Redação de textos científicos. REFERÊNCIAS ALVES-MAZZOTTI. 2. 1997.L.

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. ..94.

.. 95 .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ APÊNDICES .

excetuando-se a 1ª letra] .96.. Apêndice A Capa de trabalhos acadêmicocientíficos Modelo 3 cm NOME DA INSTITUIÇÃO AUTO R(A) NOME COMPLE TO DO (A) A UTOR (A) CO MPLET CO MPL ETO AUTO R(A) [Extremidade do papel A4] [Identificação centrada em letras maiúsculas] 3cm TÍ TUL T ÍTUL O : subtítul o subtítulo (se houver) 2 cm [No centro da folha.. título em maiúsculas e sub-título em minúsculas] Local Ano 2 cm [Letras minúsculas.

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvolvimento sustentável em Santa Catarina Balneário Camboriú 2003 . 97 ...

. Wwww Yyyyyy Local Ano 2cm [Letras minúsculas. título em maiúsculas e subtítulo em minúsculas] Monografia apresentada como requisito parcial para a o btenção do título de Xxxx. Orientador: Prof(a). na Universidade do Vale de Itajaí. Apêndice B Folha de rosto de trabalhos acadêmico-científicos Modelo 3cm NOME COMPLETO DO(A) AUTOR(A) [Identificação centrada em letras maiúsculas] 3 cm TÍT UL O TÍ TUL O:: subtítulo subtí tul o (se houver) tulo 2 cm [No centro da folha. excetuando-se a 1ª letra] ..98. Centro de Educação Zzzzz.

.. 99 . Dr. Ce n tro de E ducação Balne ário Camboriú. Orientador: Prof. Pedro Alves Balneário Camboriú 2003 .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvolvimento sustentável em Santa Catarina Mo nogr afi a apres e n tada como requisito parcial para a obtenção do título de Bachare l em Turismo e Hotelaria pela Un iversidade do Vale de I taj aí.

....... [Local].... ....... e aprovada pelo Curso de .......... Centro de Educação de .... ...................... . Dr........ ..... UNIVALI – CE de São José Prof......... MSc.... ........ ..100.. sub-título em minúsculas] .............. UNIVALI – CE de São José 2 cm 2 cm [Identificação centrada em letras maiúsculas] [Título em maiúsculas.. 3 cm Área de Concentração: .. [dia] de [mês] de [ano]. ....... Prof. .. Dra......... da Universidade do Vale do Itajaí........... UNIVALI – CE de Balneári o Camboriú Orientador Profa. . Apêndice C Folha de aprovação de trabalhos acadêmico-científicos Modelo 3 cm NOME COMPLETO DO(A) AUTOR(A) TÍ TUL TÍT UL O T ÍTUL O:: subtítulo subtítul o (se houver) Esta Monografia foi julgada adequada para a obtenção do título de ...

Msc.. Maríl ia Mendonça Farias UNIVALI – CE de São José Membro Prof.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvol vimento sustentável em Santa Catarina Esta Monografia foi julgada adequada para obtenção do título de Bacharel em Turismo e Hotelaria e aprovada pelo Curso de Turismo e Hotelaria da Universidade do Vale de Itajaí. Pedro Alves UNIVALI – CE de Balneário Cambori ú Orientador Profa. Centro de Educação de Balneário Camboriú. Dra. 101 .. Dr. Emílio Vieira UNIVALI – CE de São José Membro . 14 de fevereiro de 2003. Área de Concentração: Turismo e Ambiente Balneário Camboriú. Prof.

................................................................................................................. 13 2 O PROBLEMA DA PESQUISA ..........1 Percepção do problema pelos sujeitos da pesquisa ..................1....................... 18 2.......................................................................................2 Fontes documentais ........102...... 43 3............... 50 4..........................................................................................2 Expectativas e aspirações ................................................................................................................................................................................................................................... 57 4.................... 10 1. aceitação e cooperação ................................................................................................................... 77 APÊNDICES ............................................................................................................................... 39 3.....................................................1.........................................................................2 As principais correntes teóricas da atualidade ................. 64 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS .......................................................3 Resistência.1 Justificativa .1 Concepções teóricas ........................................................... 27 3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS .............................2 Objetivos da pesquisa .................. Apêndice D Exemplo de Sumário SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO ..................1 Contexto e sujeitos da pesquisa ........ 40 3..................................................1 Breve história das principais concepções do passado ...................... 16 2.......................................................... 49 4.................................... 46 4 RESULTADOS ............................................................... 80 ......................................................................... 71 REFERÊNCIAS ............................................... 14 2.................................................. 11 1...........3 Estratégias e instrumentos ..........................................................................................................................................

) Palavras-chave: (na língua do texto) * Currículo (e endereços postal e eletrônico) ** Currículo (e endereços postal e eletrônico) . 103 .. contendo de 100 a 250 palavras. é digitado com espaçamento simples e alinhamento justificado. elaborado segundo as orientações da NBR 6028:2003..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Apêndice E Modelo de página de abertura (artigo científico) TÍTULO subtítulo su btítu lo (se houver) Nome completo do autor 1* Nome completo do autor 2** Resumo (na língua do texto) (O resumo.

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