UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

Universidade do Vale do Itajaí

Cadernos
Universidade do Vale do Itaj aí

de Ensino
... 1

Pró-Reitoria de Ensino

FICHA CATALOGRÁFICA

2...

Ficha catalográfica elaborada pela Biblioteca Central Comunitária - UNIVALI
Cássia Ferri Regina Célia Linhares Hostins Coordenação

Projeto
Josiane da Silva Delvan Lucian o Dalla Giacomassa Colaboração

E lisabeth Juchem Machado Leal Simone Gh is i Feuersch ütte E laboração

Hildo Rocha Neto Nilton Córdova Fotografia José Roberto Azevedo Júnior Capa Camila Morgana Lourenço Projeto Gráfico Ch arlles Giovany Faqueti Fábio Zella de Souza José Roberto Azevedo Júnior Editoração E letrônica E xemplares: 1500

Pedagogico

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

Universidade do Vale do Itajaí

Cadernos
Universidade do Vale do Itaj aí

ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS

ITAJAÍ (SC Julho/2006 Ano 2 - nº 4

de Ensino
... 3

Pró-Reitoria de Ensino

58. 90. de dezembro de 2005. 87. 89. 91 e 92) foi atualizado para in corporação das alterações referentes à apres entação de trabalhos acadêmicos contidas na segunda edição da NBR 14.4. . Em julho de 2006 o texto deste documento (páginas 56... 81.724.

............. 20 RESENHA CRÍTICA ......4............... 21 Conceito ...........................5 INTRODUÇÃO .1 2......................................................................................4 3 3....................................2 4............................................................................................................. 26 ARTIGO CIENTÍFICO .............................................................................................. 27 Procedimentos quanto à elaboração .....................................4 3.............................1 5........................................................................5 6 6.....................................................................................................1 4.................... POSITION PAPER OU POSICIONAMENTO PESSOAL ............................................................. 17 Ficha bibliográfica ..............4 5 5...... 25 Conceito ..................... 33 Propósitos ................................2 5............................................................................................4........................ 25 Procedimentos .................................................................................................... 18 Avaliação ...... 34 Procedimentos .......................... 16 Procedimentos .....................................................1 5............................3 2....................................................................................................................................... 09 PARTE I ............................................................................. 29 Elementos pré-textuais .................... 13 FICHAMENTO .........................................................................3 4......... 26 Avaliação ... 10 1 2 2...............................1 3.............3 5..................................................... 21 Propósitos ..........3 3...................... 27 Conceito ................................................................3.....................................................4....4 5..... 30 Elementos pós-textuais ............... 21 Procedimentos ........................................ 30 Indicativos dos tópicos (seções) do artigo científico .....................................................................2 2................................................................................ 31 RELATÓRIO .....................................................2 3............. 33 Conceito ..................................................... 31 Avaliação ................. 30 Elementos textuais ...................................................................... 35 Avaliação ....................................................................................2 6.............................. 24 PAPER............................................................................................. 27 Propósitos .................................................................... 23 Avaliação ...................................................................... 28 Procedimentos quanto à forma de apresentação ..............................................................................................3 6...........3 5..........................................................................................................................................................................3.................................................... 37 ...........Elaboração de trabalhos acadêmico-científicos ................... 34 Tipos de relatórios ............................4 6......................................................... 25 Propósitos ........................................... 5 .................................1 2.............................................5 4 4.............2 5.......................................................................................2 2..........................1 6.................... 22 A apresentação da resenha . 15 Conceito ...............4 5..................................4.................... 17 Ficha de leitura .........................................................UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ SUMÁRIO APRESENTAÇÃO ... 15 Os propósitos do fichamento ............................................................

....................4................. 63 Regras quanto à data .......4.....3.....1...................................................................................................................................5 3..6 3........1 Citação direta.......3 3...............................4............................................... 45 1................ dentre outros. 69 Partes de publicações périódicas . 52 1..................... em meio eletrônico .........................4..............................1 3 3...........................2...........................................................................2.... 64 Regra quanto à paginação .........................4...........1 7........................4..............................3...........................................6...............................................................2................................ 56 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS ...............4 Normas complementares para citação ........3..........................................2.........1 3.........3 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS ...............................1 3..................................3 Citação da citação .... 57 Aspectos gráficos das referências ......................2 3...........2...........................................................................................4...................................................................................1 3.............. 71 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico ..................................................................................1 3..2 Tipos de citação .................................................. 67 Partes de monografia ..3 3. 46 1....... 67 Parte de monografia em meio eletrônico ................................................ 43 1 CITAÇÕES ...............................................4......................................................2 3...1....... 55 Exemplos de resumos ..............................................2 3............................3............................4............................... 70 Artigo e/ou matéria de revista.....................4 MEMORIAL ..............................4 3....................4........1....................5 Considerações finais sobre as normas de citação ............................................................................4 3.................................. 7 7.............. boletim..1 Regras gerais para citação ... 39 Conceito ............................. 50 1.......... 59 Regras quanto à autoria.......... 68 Publicação periódica como um todo .... 45 1......................... 39 Procedimentos ...................................................................................... 65 Monografias consideradas no todo .................................................3 3...................................4 3........................................................5 3..... 65 Monografias .............. 46 1............... 58 Regras gerais para elaboração de referências ........................................ 47 1.....................................4............ 48 1....... 69 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas ......................2 3...2 7.................. 62 Regras quanto ao local .... 72 .......... 57 Localização das referências ................ 64 Modelos de elaboração de referências .....................................................................................................................2.................................................... 65 Monografias no todo em meio eletrônico .6 3......... 71 Publicações em eventos ............................4.................................2.................... 53 2 2....................................................................... 68 Publicações periódicas ..... 61 Regras quanto à edição e editora ..3 3...................2.................2.............................1....... 40 Avaliação ......... textual ou literal .................................................3 7..........................3 Alterações na citação .......4.....................................................................................2 Citação indireta: paráfrase e condensação .........................................................................................................Orientações e normas para apresentação de trabalhos acadêmico-científicos ...................................... 41 PARTE II ....................... 59 Regras quanto ao título e subtítulo ............................2 3............1 3.........3. 39 Propósitos .............................................. 70 Artigo e/ou matéria de jornal ...........................................4 3.....3.....

................................................................ 95 Apêndice A ...... Jurisprudência ...Exemplo de sumário ......................13 3........4........................................10 3.......................... 89 Ilustrações ........................................................... Documento iconográficoem meio eletrônico ............................................... 81 Elementos textuais ..........4..............................................................4.....................UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3......9 3.............................................4....................................Capa de trabalhos acadêmico-científicos ....3 3.................4............................................................4.4..... 87 Paginação ..................................6 3..................... Imagem em movimento ............................................4.......................................................3 5........................................2 5...........................3............................................ 88 Parágrafo ....... 92 APÊNDICES ................................................................................ 85 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS ................................ Notas .......4......................8 3.........................................................4..................................7 5....................................................4 3.4......4................. Patente ....................................................4 3................................4..............4................... 7 ......................4.............................................................................................................. Documento tridimensional ............. 96 Apêndice B ......................................................1 5..........................1 3.......................6 5...............................Folha de rosto de trabalhos acadêmico-científicos .....................1 4.4.................. Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico ..3............................ 89 Tabelas ...........................4......................................................................................4...................... 103 .....2 4.............................................................................. 91 REFERÊNCIAS ....................... Trabalho apresentado em evento ....................................................................... 87 Margens e espacejamento ...4.............................3 3........................... Legislação ............4 3.......................4...........................14 4 4...........................................7 3.................................3........... Documento sonoro ............................................................................2 3................................. 81 Elementos pré-textuais ............................................................. Documento de acesso exclusivo em meio eletrônico .......2 3........................................ 87 Formato .. Bula de remédio .........................................................................1 3.................. 90 Equações e fórmulas .........5 3.. Séries e coleções .......... 98 Apêndice C ...................... Documento jurídico em meio eletrônico ........ Eventos como um todo em meio eletrônico ............5 5............3 5 5..................................................................................... 84 Elementos pós-textuais ..........Modelo de página de abertura (artigo científico) ...................................... Documentos jurídicos ..............................................6.......................................................4......... 100 Apêndice D ............... Documento iconográfico ...................................................... 102 Apêndice E ..................4.......12 3...................................11 3..................................3.... Documento cartográfico em meio eletrônico ..............................................7.............................4....1 3..............................................................Folha de aprovação de trabalhos acadêmico-científicos ...........................1 3............. Documento cartográfico ........... 88 Títulos e indicavos numéricos ..........4 5................................. 72 72 73 73 74 74 74 75 75 75 76 76 77 77 78 78 79 79 80 80 80 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS ....4.........................4......................8 Eventos como um todo .............................................. Doutrina ............

. .8..

o regi st ro e o uso do sabe r já acumulado e disponível para propósitos próprios de construção do conhecimento. o domínio do saber e da cultura. o domínio da ciência e dos seus métodos para atingir novos patamares de qualidade.. entre suas finalidades.cien tí fi cos. Estas três dimensões estão in ti mame nt e r elacionadas. 9 . o domínio de conceitos reelaborados. nort eada por posturas e práticas de pesquisa. Profª Amândia Maria de Borba Pró-Reitora de Ensino . característica da formação superior. sob critérios lógicos e com o auxílio da técnica. esta publicação traz subsídios à elaboração de textos didático-científicos de forma lógica.permite ao estudante universitário se exercitar em práticas essenciais à atividade científica: a bu sca. A elaboração de trabalhos acadêm icos . da teoria com a empiria. ou da articu lação. ao artigo científico . o mais elementar deles. desde os primeiros períodos. Est as orientações.. Parece-nos ser esta u ma con di ção in di spe nsáve l ao desen vol vim en to da vi da in te lect ual disciplin ada e produ tiva. (SEVERINO.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ APRESENTAÇÃO Este conjunto de diretrizes metodológicas é apresentado aos professores e estudantes universitários para o desenvolvimento de t rabalh os didáti co. a pr odu zir conhecimentos. o domínio da teoria é condição imprescindível par a o propósito de produção do conhecimento. é fator determinante para o al can ce dos obj eti vos da for mação u niv ersi tári a: apre nder a pen sar e. ao focalizar os tipos de trabalhos acadêmicos mais presentes no cotidiano do ensino superior e os procedimentos básicos para sua elaboração. 2000). para quê.do fich amen to. Se a ciência é o resultado do confronto. têm como objetivo favorecer e estimular a produção escrita de nossos alunos. pois todo o conjunto de recursos que está na base do ensino superior não pode ir além de sua função de fornecer instrumentos para uma atividade criadora. Assim. visando criar novos hábitos e um novo olhar para a produção universitária. a apr endizagem e o desenvolvimen to do trabalho in telectu al exigem conhecimentos de ordem técnica. pois u m pensamento ou argumento apresentado pelo aluno ou pesquisador sem apoio em processos lógicos pode não passar de uma idéi a superficial. E viden te men te . dos métodos e das técnicas de áreas específicas do conhecimento é uma exigência do ensino superior para vencer o superficialismo e a falta de rigor científico na produção e socialização do conhecimento. conceitual e lógica. para quem estudamos e produzimos conhecimentos? Para buscar possíveis respostas às questões acima. em todas as disciplinas. A UNIVALI destaca. Certamente. É neste contexto que se insere a metodologia de trabalhos científicos como instrumento útil e per tin en te para a produ ção do conhecimento. conse qü en tem en te. não sem antes termos clareza do sentido político da formação no ensino superior: por quê.

.10. ..

.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Parte 1 Elaboração de trabalhos acadêmicocientíficos .. 11 .

.. .12.

a perguntar. porque significam propriamente a competência. atividade central na vida acadêmica.compettên ci as r efer enttes ao ttrato da com pet ências refe rent es pe ref eren rato in f i nf orm ação ação: . registrar a informação e as .se con siderar qu e a bu sca. deve . mediante a progressiva iniciação do aluno às práticas do trabalho intelectual. expressão.. portanto. elaborar são termos essenciais da formação do sujeito. buscar e adquirir a informação nece ssári a para a re al ização de trabalhos. requer que as atividades referentes à investigação. contorno. em todas as áreas do conhecimento. de modo a se tornarem não apenas consumidores como também produtores de conhecimento.28-29) diz ser fundamental que os acadêmicos: [. no uso de um instrumental teórico-metodológico que lhes possibilite o progressivo domínio das práticas do trabalho intelectual. a apropriação e o uso do conhecimento técnicocientífico são atividades permanentes na carreira do profissional de nível superior. coloquem no papel o que querem dizer e fazer. pela qual o sujeito que desperta começa a ganhar forma. Deixa-se para trás a condição de objeto. A partir daí.ler e compreender textos teóricos.] Aprende a duvidar.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1 INTRODUÇÃO A ê nfase qu e vem sen do col ocada nas atividades de pesquisa articuladas ao ensino e à extensão. 13 . dada a necessidade de atualização em face aos rápidos avanços da ciência... desde os primeiros dias de sua trajetória acadêmica.] escrevam. com vistas à elevação do nivel de qualidade dos cursos superiores. Formular. Ao lado desse fato. p. perfil. à medida que se supera a recepção passiva do conhecimento. A formação universitária. Para tanto parece ser indispensável que os acadêmicos se exercitem. um dos desafios que hoje se colocam para a universidade consiste na formação de um profissional capaz de pensar e agir num contexto de alta complexidade – decorrente da natureza dos problemas com os quais nos defrontamos – valendo-se para tanto da capacidade de analisar criticamente a realidade à luz de conhecimentos teóricos e de atu ar com competência de modo autônomo e conseqüente. Essa iniciação compreende a aquisição gradativa de um conjunto de competências. a competência de maior importância e suas competências subsidiárias: identificar as fontes bibliográficas mais relevantes da área.. surge o desafio da elaboração própria. Esse processo contribui decisivamente para a for mação de prof ission ais cu jo pe rfi l compreende as competências necessárias à busca do conhecimento.. passando a participar como sujeito capaz de propor e contrapor[. Por outro lado. assim identificadas: . redijam. à sua adequada utilização para a solução dos problemas e à elaboração de novos conhecimentos. de complexidade e sofisticação crescentes. sobretudo alcancem a capacidade de formular. sist em at ização e soci al ização do conhecimento deixem de ter no professor seu prin ci pal prot agoni st a e passem a ser compartilhadas por professores e alunos.. se faz. a querer saber sempre mais e melhor. Demo (1996.

competências cognitivas: .competências necessárias à capacidade de elaboração própria: . . embora t ambém sejam trabalhos acadê micocientíficos. relat ór io e mem orial. t anto a professores como a acadêmicos.. artigo cien tífico. por se considerar que são os tipos de uso mais freqüente nas várias disciplinas dos cursos de graduação. dominar as praxes de citação e de referência. resenha crítica. documentais ou outras (fazer resumos. Esse conjunto de competências. parafrasear. demonstrar (ou provar) por argumentação.ref er ent es ao raciocín io: iden tif icar proposições. de re su m os de ar ti gos e de referências.ligadas à formação de conceitos: fazer distinções e conexões. bem como de apresentação de trabalhos acadêmicocientíficos. subsidiariamente. Na segun da part e são apresen t adas orientações para elaboração e u so de ci tações. explicar. fichamentos. ou mesmo o ensaio. respect ivas f on tes bi bl iográfi cas. .14. . inferir. interpretar criticamente. papers. São muitos os tipos de trabalhos acadêmico-científicos qu e pode riam se r in cl uí dos em um documento como este. até ch egar à elaboração de texto próprio (resenhas.. orientações básicas para a elaboração de trabalhos acadêmico-científicos. extrair significados. E compete ao professor – a todos os professores e não apenas aos professores responsáveis pelas disciplinas de Língua Portuguesa. observar. . somente será desenvolvido pelos acadêmicos se estes tiverem oportunidades efetivas de exercitá-las de modo gradativo. referências). O texto ora apresentado pretende oferecer. No entanto. optou-se pelo fichamento. projetos de pesquisa). .redigir: progredir do exercício inicial sob a for ma de re sum o. não são aqui tratados. estabelecer relações. A primeira parte do documento trata dos tipos acima mencionados de trabalhos acadêmicocient íf icos: seu conceito e propósitos. dissertação de mestrado e tese de doutorado. . bem como normas relativas à estrutura e apresentação gráfica de trabalhos acadêmico-científicos. paper. artigos.analisar e apreciar criticamente textos teóricos. os procedimen tos para sua e laboração e organização e sugestões para sua avaliação. Dessa forma. no entanto. ou de Metodologia Científica – a criação dessas oportunidades em todas as disciplinas. projeto e relatório de pesquisa. sistemático e intensivo.se (ou ref orm ular o anteriormente formulado).referentes às práticas de investigação: formular questões e hipóteses. definir.apresentar e discutir temas. . aut o.referentes à capacidade de interpretação: perceber implicações. .cor rigir.

. Fichar um texto significa sintetizá-lo. p. é otimizar a leitura. funcionam como método de aprendizagem e memorização dos conteúdos. para utilização posterior em suas produ ções escri tas.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2 FICHAMENTO 2. a exemplo de Nunes (1997). de textos para aulas.. seja ele aluno ou professor. A principal utilidade da técnica de fichamento. ent ão. su a compreensão. b) registrar o conteúdo das obras. Pode-se dizer que esse registro escrito – o fichamento – é um novo texto. palest ras ou confe rências. assim. da dissertação de mestrado ou do relatório de pesquisa do pesquisador. . cujo autor é o “fichador”. art igos. pa pers. sejam elas de iniciação à redação científica (tais como os primeiros trabalhos escritos que o estudante é solicitado a produzir). etc. preferem substituir esse nome pela expressão “relatório de leitura”. c) regist rar as re fl exões proporcionadas pelo material de leitura. cuja informação teórica ou factual mais significativa deve ser não apenas assimilada. 15 . literária ou mesmo de uma mat éria jornalística. como também registrada e documentada. no caso do professor. como o docente e o pesquisador têm de manipular uma considerável quantidade de material bibliográfico. seja na pesquisa científica – como enfatiza Pasold (1999) –. além de possibilitar a organização dos textos pesquisados e a seleção dos dados mais importantes desses textos. Como o fichamento consiste no resultado do trabalho de leitura. A im por tância do fi ch amen to para a assimilação e produção do conhecimento é dada pela necessidade que tanto o estudante. monografias de conclusão de curso. coerente e objetivo. o que re qu er a l eit ur a at ent a do text o.100).1 Conceito O fichamento é uma técnica de trabalho intelectual que consiste no registro sintético e documentado das idéias e/ou informações mais relevantes (para o leitor) de uma obra científica. essen ci al par a a elaboração de resenhas. filosófica. a iden tificação das idéias principais e seu registro escrito de modo conciso. os fichamentos ou relatórios de leitura. de elaboração da monograf ia de conclusão de curso do graduando. seja na aprendizagem dos conteúdos das diversas disciplinas que integram o currículo acadêmico. A prática do fichamento representa. um importante meio para exe rcit ar a escrit a. portanto. d) organizar as informações colhidas”. ou. na Universidade. De acordo com Henriques e Medeiros (1999. o fichamento objetiva: “a) identificar as obras consultadas. constituindo-se em instrumento básico para a redação de trabalhos científicos. alguns autores. Assim sendo.

a argumentação do autor a da obra ou do texto que “comanda” o trabalho de resumo do fichador. podem ser considerados dois tipos de fichamento: a) o fichamento que é solicitado ao estudante universitário como exercício acadêmico. elementos teóricos ou factuais que integrarão o resumo. no contexto de um a pesquisa ou de u ma re visão bibliográfica. Assim. no registro documentado do resumo do texto indicado pelo professor. No segundo caso – fichamento no contexto da pesquisa ou da revisão bibliográfica –. artigos e textos teóricos. São esses propósit os tem áticos que ori ent am o “fichador” quando seleciona idéias. No primeiro caso – fichamento como exercício acadêmico –. b) o fichamento que é feito pelo estudante. o fichamento praticamente se identifica com o Os propósitos do fichamento r esu mo. terá como critério selecionador os “propósitos t emáticos” dados pelo próprio tema da pesquisa e suas ramif icações. um seminário ou um relatório de pesquisa. nesse caso o fichamento consiste. nesse caso. o critério organizador do fichamento será dado pela própria lógica do texto. a decisão sobre o que retirar de um texto ou de uma obra e registrar sob a forma de resumo ou de citação. o docente ou o pesquisador se propôs... Dessa forma. o fichamento está “a serviço” da pesquisa que o estudante. e m qualquer caso. no primeiro tipo de fichamento (a) é o raciocínio. seja como técnica auxiliar de estudo de obras. mas que. o simples propósito de resumir o texto é o propósito dominante. em geral. . qu e pode ser nu ma ficha manuscrita ou numa folha digitada. são os propósitos temáticos de quem estuda as obras consultadas que “comandam” a seleção das idéias.2 Seja como técn ica au xiliar da pesqu isa bibliográfica. deve apresen tar os indispensáveis elementos de identificação. Dependendo dos seus propósitos. di fer enci a. com o propósito de desenvolver as habilidades exigidas para o estudo e assimilação de textos teóricos. conceitos ou fatos que interessam resumir ou registrar n os f ichame nt os qu e f ará das obras selecionadas.se apen as na su a apresen tação. um artigo. ou assimilar o conteúdo ou parte do conteúdo de uma disciplina. uma monografia. dos quais se falará mais adiante. pelo docente ou pelo pesquisador. que tanto pode ser uma resenha. com o propósito de registrar sist emat icam en te e docu me nt ar as informações teóricas e factuais necessárias à elaboração do seu trabalho. Ora. o fichamento será tanto mais eficiente quanto mais claros forem para o estudante ou para o pesquisador os propósitos desse trabalho. como toda e qualquer pesquisa está centrada num tema.16. 2. No segundo tipo (b). conceitos.

São Paulo: Saraiva.1 Ficha bibliográfica Destina-se a documentar a bibliografia relativa a um determinado assunto. Severino (2000.cabeçalho: no alto da ficha ou da folha. de um subtítulo. o con teú do propriamente dito. arquivo público. dependendo das necessidades de quem estuda ou pesquisa. da UNIVALI Exemplo de ficha bibliográfica .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2. sejam elas de cartolina ou de papel A-4 (que substituíram as de cartolina pelas facilidades oferecidas pelos micros). a 2a parte trata da elaboração de dissertação de Mestrado e tese de Doutorado.3. para que a ela se possa retornar caso haja necessidade. devem conter três elementos: . por serem considerados os mais essenciais. A 1a parte da obra contém orientações metodológicas para a elaboração e a apresentação da monografia no curso de graduação de Direito. 2. breve indicação do conteúdo da obra ou de sua importância para algum aspecto do trabalho que o estudante ou o pesquisador tem em andamento. é importante ainda que conste a localização da obra (biblioteca. 207 p. Embora muitos tipos de fichas possam ser elaborados no contexto de uma pesquisa ou de uma revisão bibliográfica. . Metodologia da pesquisa / Pesquisa bibliográfica NUNES.112). que variará conforme o tipo de fichamento que o estudante ou pesquisador pretenda fazer. As fichas. elaborada de acordo com a (NBR 6023:2002) da ABNT. Eco (1988. Luiz Antonio Rizzatto. apenas dois tipos de fichas serão a seguir apresentados. Bibl. 105121) of erecem importan tes orientações práticas sobre diferentes tipos de fichas e sua organização.3 Procedimentos São variados os tipos de fichas que podem ser criados. . 87. 17 . como já foi dito.. 1997. 35-45). um título que indica o assunto ao qual a ficha se refere.). pode ser adotado o uso. O seu corpo pode ser constituído de poucas informações. ou seja. p. 42-55) e Pasold (1999. por exemplo. Leite (1985.corpo da f ich a.. como. etc. p. à direita. p. Manual da monografia jurídica. após o título geral.referência: o segundo elemento da ficha será a referência completa da obra ou do texto ao qual a ficha se refere. p.

transcrições as citações. optou-se por colocar na margem esqu erda da folha o núm ero da página correspondente ao trecho resumido para i dent ificar su a localização na obra.2 Ficha de leitura Esse tipo de fich a destina-se ao registro sinté tico do cont eúdo (ou de parte do con t eúdo) das obras lidas. ou não. 47-61) para a leitura e resumo de textos teóricos que o leitor encontrará sintetizados à página 21 deste documento. e as citações ou seja. bem como distinguir as expressões ou palavras do autor da obra – isto é. por exemplo. as citações. outras formas podem ser adotadas. – utilizar linguagem clara. Para sua elaboração. ou então pode apresentar o resumo que sintetiza o resumo. seletivo e objetivo. deverão ser seguidos os passos recomendados por Severino (2000. Pode ficar a critério do professor.3. que deverão estar sempre entre aspas – das expressões ou palavras próprias do fichador. O corpo da f icha de leit ur a pode ser organ izado de diferentes maneiras. ou seja: – ser sucinto. Atenção: o exemplo ilustra uma “ficha” de leitura em folha A-4). ao seu final. a decisão de incluir. 6465). Pode conter.. resumo conteúdo. É importante salien tar que a inclusão de citações no fichamento não significa que este se confunda com um mero exercício de “recorte e colagem” de trechos da obra. no entanto. sem o que essa crítica não passará de mera opinião. Para o estudante ou docente que faz um f ich amen to no con tex to da pesqu isa bibliográfica. A organização da ficha deve ser feita de tal modo que permita identificar posteriormente a página da obra onde se localiza esse ou aquele conceito. contendo apenas resumo e citação (no exemplo. deverá apresentar as características de um resumo de qualidade. dir etas e interligadas. O corpo da ficha consistirá no resumo da resumo obra ou da parte da obra que interessa ao fichador. . A seguir se encontra um exemplo de ficha de leitura. p. citações mais significativas de trechos do conteúdo. sempre entre aspas e com indicação da respectiva página. idéia ou argumento. Assim sendo. um comentário sobre o te xto f ichado. para fazer a crítica de um texto – ainda mais quando se trata de um texto teórico – é necessário que o aluno já disponha de um certo repertório. p. como sugere Hühne (1992. pode ser útil a inclusão no texto das novas idéias que foram surgindo durante a leitura. apenas o resumo das idéi as do au tor e n enhu ma citação ou comentário pessoal do fichador. – respeitar a ordem das idéias e fatos apresentados. – apresentar uma seqüência corrente de f rases con cisas. juízo de valor destituído de fundamento. dev e o professor ter claro que. ao solicitar dos alu nos um fichamento. objetiva e econômica. Nesse caso. o que tornaria a ficha mais completa.18. 2. qu e e xpre sse a interpretação crítica do aluno sobre o conteúdo do texto..

. M. em que o pes quisador não pode faze r julgam e ntos ne m permitir que se us preconce itos e crenças co ntam inem a pesquisa". suje ito e objeto do conhe cime nto es tão radicalm e nte separados. um de se us repres entantes . se gundo ele.. a pesquis a nas Ciências Sociais "é um a atividade ne utra e o bje tiva. O s adeptos da abordage m qualitativa e nte ndem que o m ode lo de e studos das C iê ncias N aturais. pois. Dilthey . A arte de p e squisar: como fazer pe squisa qualitativa e m C iê ncias S ociais. Rio de Janeiro: Re co rd. que pre ssupõe um a m etodologia própria. bas eado e m proce ssos quantificáve is que se transform am e m le is e explicações ge rais. inde pende da consciência hum ana e deve s er tom ado com o c oisa.. que busca de scobrir regularidades ou le is .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ M e tod ol ogi a ci e ntífica Pe s quis a q ualitativ a G O LD E NBE RG . não são ade quados à e specificidade das C iências S ociais. po is cada qual tem um sentido próprio. 19 . para e le . ) Exem pl o de fic ha de l ei tu ra 17 18 19 Exemplo de ficha de leitura . (. o m étodo das C iências Naturais– e rklär en – "busca generalizaçõe s e a descobe rta de re gularidade s" e o das C iê ncias Sociais – ve rsteh e n – "vis a à com pre ensão inte rpretativa das e xpe riências dos indivíduos dentro do conte xto em que foram vive nciadas". 16 Esclare cer o debate e ntre a sociolo gia pos itivista e a sociolo gia co mpree nsiva é útil para s ituar a que stão da utilização de mé todos e té cnicas qualitativos nas C iências Sociais. ex te rno ao indivíduo. 199 7. Para D urkheim.. Via a ciência social com o ne utra e obje tiva. ne cessitando ser com pre endido e m s ua singularidade . entende que os fatos so ciais não são quantificáveis. S egundo ele. Com te defe ndia a unidade de todas as ciê ncias. distingue natureza e cultura e de fende proce dim entos m e todo lógicos dis tinto s para se us e studos . cujas raízes estão no historicism o ale mão. Ass im . A socio logia com pree nsiva. o fato social.

A interpretação crítica (no caso de ter sido solicitada) é pertinente e fundamentada ou justificada? .A linguagem utilizada obedece a norma culta? .4 Avaliação As orientações para avaliação do fichamento referem-se ao primeiro tipo de fichamento mencionado no item 2..As normas técnicas de apresentação de trabalhos acadêm ico-científ icos foram observadas? .O resumo é sucinto e objetivo? . As seguintes perguntas poderão orientar o professor na avaliação do resumo: .20. ou seja. aquele que é solicitado como exercício acadêmico.As idéias principais do texto estão contidas no resumo? .O resumo evidencia uma redação própria do alu no? (ou con sist e apenas na ju staposição de u ma sér ie de f rases recortadas do texto?) ..O resumo respeita a ordem das idéias apresentadas pelo autor do texto? .O conteúdo do resumo mantém fidelidade ao texto? (ou há deturpação das idéias?) .A obra fich ada ou re sum ida est á corretamente referenciada? . 2.2.

A resenha de obras científicas é. prin cipal me nt e.. que a resenha possibilita. – uma justificativa da apreciação realizada. de um modo geral. novos conhecimentos. o profissional ou o estudante pode decidir sobre a conveniência ou não de ler (ou adquirir) a obra. em decorrência. t em o propósito de exercitar a capacidade de compreensão e de crítica do estudante. têm condições de emitir um juízo crítico. 3. artística ou cultural em seu campo de interesse. Quando realizada como um trabalho acadêm ico.. a resenha deve conter: – o resumo das idéias principais da obra.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3 RESENHA CRÍTICA 3. além do conhecimento especializado do tema.1 Conceito A resenha crítica consiste na apresentação sucinta e apreciação crítica do conteúdo de uma obra. ou seja. em geral. dest acando a cont ribu ição do aut or: abordagem inovadora do tema ou problema. 21 . feita por cientistas que. novas teorias.2 Propósitos Mediante a leitura do resumo da obra e de sua avaliação. – uma apreciação crítica das informações apresentadas e da forma como foram expostas e de sua avaliação. Portanto. A resenha deve levar ao leitor informações objetivas sobre o assunto de que trata a obra. da explosão de conhecimentos característica da sociedade contemporânea. A resenha crítica tornou-se importante recurso para os pesquisadores e. para as pessoas cuja atividade profissional ou de est udo requer inf ormações sobre a produção científica. . compreende o resumo e o comen tário de u ma obra científ ica ou literária.

As diretrizes metodológicas que seguem. exemplos.seu quadro de referências.as conclusões do autor.. econômico. o que muitas vezes depende da obra resenhada. . baseadas em Severino (2000. pelo estudante. quais são elas? Onde se encontram (no final da obra ou no final dos capítulos)? – Quadro de referências do autor a que Quadro referências do autor: corrente de pensamento o autor se filia? Que teoria ou modelo teórico apóia seu estudo? – Crítica do resenhista (apreciação) (apreciação): a) como se situa o autor da obra em relação é inovadora? c) quanto ao estilo: é conciso.3 Procedimentos A resenha crítica deve abranger um conjunto determinado de informações. Referência: editora e data de publicação. político. sistematizar a abordagem de às escolas ou correntes científicas ou filosóficas. – Res umo da obra resumo das idéias Resumo obra: principais. 51-57). de com pe tên cias de l eit ura.)? e) a quem se destina a obra: grande público. figuras. histórico.a crítica do resenhista. título. são indispensáveis os seguintes tópicos: . Para fins de t rabalh os acadê micos. p. especialistas. pr eciso? A li ngu agem é correta? d) quanto à forma: é lógica. bem como da finalidade ou destino da resenha. . objetivo. profissional ou especializada. 3. em relação ao contexto social. etc. preço. . no ent an to. o título deverá guardar estreita relação com algum atributo ou idéia mais destacada da obra. (As perguntas seguintes são orientadoras: de que trata a obra? O que diz? Qual sua característica principal? Requer conhecimentos prévios para entendê-la?).o resumo da obra. de modo a cumprir sua finalidade.. – Credenciais do autor informações gerais do autor: sobre o autor e sua qualificação acadêmica. . cargos exercidos. títulos. O roteiro a seguir baseia-se no modelo apresentado por Lakatos e Marconi (1991. coere nt e. se optar por intitular. local. análise e interpretação de textos científicos. Obs. gráficos. sistematizada? Utiliza recursos explicativos (ilustrações. 245-246): – Referência autor(es). descrição breve do conteúdo dos capítulos ou partes da obra.? b) quan to ao mérito da obra: qu al a con tr ibui ção dada? As idéi as são originais. número de páginas. obras publicadas.: O resenhista poderá (ou não) dar um título a sua resenha. têm o propósito de organizar.22. segundo a percepção do resenhista. edição. – Conclusão do autor o autor apresenta (ou do autor: não) conclusões? Caso apresente. desenhos. A elaboração de uma resenha crítica requer a aquisição gradativa. estudantes? Nem sempre é possível ou necessário dar resposta a todas as pergu ntas ou iten s relacionados acima.a referência (aqui pode ser dispensado o item sobre preço da obra). claro. etc. p. criativas? A abordagem dos conhecimentos .

com vistas a obter o melhor proveito de seu estudo. tanto como preparo para a elaboração de resenhas. Procura estabelecer uma aproximação. constitui uma etapa do trabalho de elaboração da resenha. buscar dados sobre o autor. o resumo do conteúdo. A análise crítica o estudante formula um análise crítica: análise crítica A análise temática procura interrogar e análise temática: temática identificar do que fala o texto e qual o tema de que se trata: como o autor problematiza o tema? Que posição assume? Como expõe passo a passo seu pensamento. obrigatoriamente. avaliando o texto pela sua coerência interna. como se pr oce ssa seu raci ocí ni o e argumentação? Qual é a idéia central? Quais as idéias secundárias? As análises textual e temática servem de base para a elaboração do resumo. os dados sobre a obra. aparecem. nas resenhas de boa qualidade.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ textos teóricos. . o qual. m arcar e esquematizar as idéias relevantes. de um modo geral.4 A apresentação da resenha Como trabalho acadêmico. como de outros trabalhos acadêmicos. 23 . os aut ores cit ados. porém corrida. ou seja.Folha de rosto: é a folha que apresenta os Folha rosto: elementos essenciais à identificação do trabalho. Deve ser elaborada segundo o modelo constante do Apêndice B. I sso n ão si gn if ica qu e o t ext o dev a. 3. subdividir-se mediante o uso de subtítulos de acordo com aqueles elementos. seu autor. os aspectos teóricos. juízo crít ico. pela maneira como o autor desenvolve e aprofunda o tema. A redação da resenha obedecerá.3 acima. trabalho acadêmico distinto da resenha. explora sua fecundidade e mantém um diálogo com o autor. bem como a avaliação crítica do resenhista. validade e con tribui ção à discussão do problema. Avalia também sua originalidade. compondo um texto harmonioso. do texto para identificar seu plano geral. em geral. associação e/ ou comparação com as idéias temáticas afins e com os autores que tenham desenvolvido a mesma ou outra abordagem do tema. quer dizer. no entanto. alcance. A análise textual etapa em que o estudante análise textual: textual A análise interpretativ a: o estudan te anális e interpretativa: faz uma leitura atenta.. sobre o vocabulário (conceitos.Texto a referência bibliográfica da obra Te Texto: resenhada deverá ser apresentada no início do texto. . procura tomar uma posição a respeito das idéias enunciadas.. sucinto e de fácil leitura. a seqü ência dos elementos relacionados no item 3. a resenha deve apresentar a seguinte estrutura: . n um a seqüên cia adequ ada. termos fundamentais à compreensão do t exto).

dev endo ser organ izado segundo a NBR 6023:2002. . social) do autor é discutido? . Sendo a resenha um trabalho acadêmico geralmente pouco extenso e pouco ou nada subdiv idido.As normas técnicas de apresentação de trabalh os acadêmico.O posici onamen to (te ór ico.a resenha apresenta as idéias principais da obra? .As conclusões do autor são comentadas/ discutidas? . Quanto à apresentação gráfica. econômico...A obra está corretamente referenciada? . o su mári o é e lem en to dispensável.A apresentação das idéias prin cipais é sucinta e objetiva? . devem ser seguidas as orientações comuns aos demais trabalhos acadêmicos.Referências caso o resenhista tenha se Referências: Referências valido de outras obras para fundamentar a análise da obra resenhada.Aponta as características mais relevantes da obra? .24.A linguagem utilizada na resenha respeita a norma culta? .As informações sobre o autor são suficientes para sua identificação? . 3.A crítica do resenh ist a é pertin ente e fundamentada ou justificada? . polí tico.5 Avaliação As seguintes perguntas poderão orientar o professor na avaliação da resenha: . esse item é obrigatório.ci entíf icos f oram observadas? .

fatos ou situações relacionados a assuntos pertinentes a uma área de estudo. . 4. Na elaboração de um paper. com objet ivi dade e clare za. com base na análise de pontos e contrapontos de diferentes autores ou obras estudadas pelos alunos. Além disso. opiniões de especialistas. também. pois requer que este expresse sua interpretação e compreensão do assunto apresentado. Sua elaboração consiste na discussão. Esse tipo de trabalho também auxilia o desenvolvimento da capaci dade crít ico. O p aper pode ser usado para consolidar conteúdos trabalhados nas unidades de uma disciplina (atividade curricular). o professor pode solicitar ao aluno a elaboração de um posicionamento pessoal com o for ma de av aliar a aprendizagem individual. dentre outros tipos de publicações.1 Conceito O paper. artigos especializados ou de informação geral.2 Propósitos No contexto da f ormação acadêmica.an alít ica e da criatividade do aluno. de resultados de estudos ou pesquisas cient íficas. o objet iv o do p a pe r é e stim ul ar o aprofu ndame nt o de um de ter min ado assunto. estudos de caso ou participação em palestras. 25 . a el aboração do posicion am en to pessoal gera ou tr as produções acadêmicas. como os artigos científicos.. pode ser articulado a outras estratégias de ensino utilizadas na disciplina: após a realização de seminários. exercitando a linguagem científica na elaboração de um texto.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 4 P APER . podendo considerar. E m algu ns casos. promover o debate em torno de um assunto. júri simulado. position paper ou posicionamento pessoal é um pequeno texto sobre tema prédeterminado. POSITION PAPER OU POSICIONAMENTO PESSOAL 4. pelo au tor. o autor desenvolve análises e argumentações..

segue os padrões descr itos no t ópico 5 da Part e II dest e docu men to r ef eren te às norm as de apresent ação de trabalhos cient íficos e acadêmicos. . et c. Isso significa que o texto é redigido sem divisões em subtítulos. a part ir dos qu ais será desenvolvido o paper. d) sí nt ese con cl usi va. sistematizando-se determinadas etapas.As conclusões são apresentadas de forma clara e objetiva? .Há lógica na organização geral do texto? . lev an tan do argum en tos.Leitura: exploração e leitura de materiais relacionados ao tema.A linguagem utilizada obedece a norma culta? . Os aspectos a serem considerados quanto ao conteúdo abrangem: . c) discu ssão dos pon tos r elev ant es. pode (ou mesmo deve) conter citações diretas e/ou indiretas que sustentem os argumentos do autor em relação ao tema em discussão.. 4. entretanto. A apresentação gráfica do paper. f il mes. desenvolvimento e conclusão.3 Procedimentos Para a elaboração do p ap er é pr eciso considerar critérios relacionados ao conteúdo e à forma.. o pa per deve apresentar em sua estrutura.. Além disso. tais como: textos.As normas técnicas de apresentação de t rabalh os acadêmi co.O assunto/tema em discussão é analisado com profundidade? .26. de forma articulada. artigos. registros ou anotações de palestras.cien tí fi cos são respeitadas? .4 Avaliação Para avaliar um trabalho do tipo paper podese buscar respostas para questões como: . ao final do texto.A análise das idéias é coerente/consistente? . 4. como todo t rabalh o acadêmico. Como todo trabalho acadêmico. As referências utilizadas no trabalho devem ser apresentadas separadamente.as principais idéias dos autores que serviram de base para o paper (quando for o caso) são apresentadas no texto? .As críticas e os argumentos apresentados são fundamentados ou justificados de modo consistente? . o encadeamento entre as idéias iniciais. a análise do assunto e as conclusões do seu autor. deixando-se claro.Planejamento do pa per: compreende a elaboração de um roteiro ou esquema com as prin cipai s i déias ref ere nt es a: a) apresentação do assunto e propósitos do p ap er . exemplos ilustrativos e mencionando idéias comuns ou contrárias de outros autores. as etapas de introdução. re met en do aos propósitos expressos na apresentação. b) destaque dos pontos mais r elev ant es.

ou nela se baseiem. o artigo científico pode abordar conceitos. o aluno inicia uma aproximação aos conceitos e à l ingu agem cien tífica qu e necessitará desenvolver no momento da elaboração do trabalho de conclu são de curso. a metodologia empregada por seu autor e os resultados obtidos. ao apresentar de forma completa.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 5 ARTIGO CIENTÍFICO 5. . . processos e resultados de pesquisa cien tí fi ca (bi bl iográfi ca.los ou pormenorizar aspectos.. Sua publicação em periódicos especializados é uma forma de divulgação do conhecimento produzido no meio científico e acadêmico.aprofundar discussões sobre assuntos já estudados e que pressupõem o alcance de novos resultados. métodos e técnicas. a partir de novos enfoques ou perspectivas.aprofundar ou dar continuidade à análise dos resultados de pesquisas.discutir aspectos de assuntos ainda pouco estudados ou não estudados (inovadores). teorias ou mesmo hi pót eses de form a a di scut i. possibilita ao leitor avaliar a pesquisa realizada. docu men tal. embora sucinta. idéias. difere de trabalhos científicos. O artigo científico. . 5. . No contexto da formação acadêmica. Por sua reduzida dimensão e conteúdo. dissertações ou teses. Além desses objetivos. os procedi me nt os de u ma pesqui sa. 88): . o artigo científico tende a ser usado como estratégia de en sin o para o desenv olvi men to da capacidade de síntese das experiências de pesquisa realizadas pelo aluno. buscando a r esolu ção satisfatória ou a explicação à controvérsia gerada. esse tipo de trabalho também pode ser elaborado com os seguintes propósitos. 27 . como monografias.resgatar ou refutar resultados controversos ou que caracterizaram erros em processos de pesqu isa. Entretanto. de acordo com Marconi e Lakatos (2001. ou repitam a experiência – confirmando ou não seus resultados –. o artigo é produzido para divulgar resultados de pesquisas científicas.2 Propósitos De um modo geral.. p.estudar temáticas clássicas sob enfoques contemporâneos. . Ao produzir o artigo.1 Conceito O artigo científico consiste em um texto que apresenta. os propósitos. ampliando as discussões e o conhecimento sobre o assunto e inspirando novas pesquisas. experimental ou de campo). Isso permite que outros pesquisadores. discute e divulga idéias.

destacando os aspectos a serem enfatizados no trabalho. 5. Já no caso do artigo constituir-se como uma produção ou comunicação escrita sobre idéias. teorias. conceitos. e descrição dos métodos. comparando-se com outros estudos já realizados. Por out ro l ado. Quando o artigo se refere à comunicação de resultados de pesquisa. uma síntese da metodologia utilizada na pesquisa. mater iais. resul tados (apre se ntação e avaliação dos dados encontrados. formular críticas sobre um determinado tema à luz de pressupostos t eór icos ou de evidências empíricas já sistematizadas. explicando e avaliando os resultados.. seguidos da indicação das partes principais do tema e suas subdivisões e. aspe ct os me todológicos (caracterização da pesquisa e da população. desenvolvimento e conclusão. se for o caso. a elaboração deste plano é útil. Podem ser incluídas sugestões ou recomendações para outras pesquisas. podendose utilizar tabelas e ilustrações). dest acam.reún a as inf ormações e conhecimentos necessários por meio de leituras (textos e documentos). em primeiro lugar. independente de ter propósitos distintos. fazer comparações. para sistematizar a comunicação a ser feita. p.28. evitando que o autor se perca durante a elaboração. é necessário observar os propósitos do trabalho a ser elaborado (vide item 5.102). o artigo científico deve apresentar a estrutura básica que caracteriza todos os tipos de trabalhos científicos ou acadêmicos: introdução. relacionando-os aos objetivos propostos na introdução. de fichamentos. . No tópico das considerações finais. .. que se constitui como dedução lógica do estudo. contribuindo para que o aluno aprenda a sintetizar conceitos. é preciso que o autor: . técn icas e equi pam ent os uti lizados). ainda.se os seu s re sul tados. por fim. fatos ou outros estudos. iniciando com a apresentação geral do assunto e dos propósitos do artigo.sistematize um roteiro básico das idéias.3 Procedimentos quanto à elaboração Em termos de procedimentos para a escrita de um artigo científico. O texto contém a exposição e a explicação das idéias e do mat erial pesqui sado e pode ser subdividido da seguinte forma: referenciais teóricos da pesqu isa (apresen tação de con cei tos si st emat izados com base na lit eratu ra). discussão e análise (confronto entre os resultados obtidos na pesquisa e o conteúdo abordado nos referenciais teóricos). No desenvolvimento (corpo do artigo). porém de forma breve e sintética. registros de observações ou evidências factuais. A elaboração de artigos estimula.2). De acordo com Leal (2001. A introdução apresenta o assunto do artigo – tema da pesquisa – e seus objetivos. a justificativa do trabalho e suas limitações. Todavia. são apresentados os dados do estudo. deve ser estruturado da forma a seguir descrita. a análise e a crítica de conteúdos teóricos e de idéias de diferentes autores.

Vale ressaltar que as divisões. destacando sua importância teórica ou prática. também. É pre ci so ev it ar. para uma maior clareza e compreensão por parte do leitor. . convém observar também os critérios e modelos estabelecidos por seus organizadores e/ou editores. Pode. se min ários.no desenvolvimento do artigo. as expectativas em relação a ele.ao apresentar o artigo – na introdução –.106). . expressões coloquiais e que contenham juízos de valor ou adjetiv os desn ecessários. Caso se trate de artigo a ser apresentado em eventos (congressos. a forma como o artigo está organizado. conferindo “ao con ju nt o a in di spensáv el u nidade e homogeneidade. É n ecessário qu e as referidas partes e respectivas idéias estejam articuladas de forma lógica. o e xce sso de subdivisões.). deve o autor dividir o tema em discussão. p. ao mesmo tempo em que se deve cuidar para que o texto não seja compacto em demasia. ao conteúdo desenvolvido. porém . correse o risco de comprometer a aprovação do artigo. Também é preciso evitar explicações repetitiv as ou supérfluas.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ também auxilia como recurso pedagógico para reflexão e organização lógica das idéias a serem abordadas. 2001. ainda. é conveniente que o autor contextualize o tema. O artigo científ ico deve ser redigido com objetividade. precisão. textuais e pós-textuais. A definição do título do artigo deve corresponder. . sugerindo a continuidade das discussões a respeito. mencionar eventuais implicações ou efeitos a partir do conteúdo apresentado. 2001.na conclusão. o que pode prejudicar a sua compreensão. bem como os limites do artigo quanto à extensão e à profundidade (LEAL. 5. relacionando-as com os objetivos previamente estabelecidos. caso isso não aconteça. além de descre ver os objet ivos e os fundamentos que orientam o trabalho. o autor apresenta uma síntese das principais idéias trabalhadas no corpo do artigo.” (LEAL. Ao f in al da int rodu ção dev e apresentar. coerência e estrita observân cia das regras da norm a cu lta. 29 .103).4 Procedimentos quanto à forma de apresentação A apresentação do artigo científico para publicação científica impressa deve seguir as orientações da NBR 6022:2003.. Devem ser evitadas as gírias. et c. A estrutu ra de artigos cien tíficos compreende elementos pré-textuais. subdivisões e títulos do artigo não garantem a sua consistência ou i mportância. pois. cujos títulos devem ser curtos e adequados aos aspectos mais relevantes do conteúdo. motivando para a leitura. de forma adequada. p. ..

onde também são colocados os agradecimentos do(s) autor(es) (caso sejam necessários) e a data de entrega dos originais. .Nome do(s) autor(es) acompanhado(s) por breve currículo qualificando-o(s) na área de conhecimento do artigo.. assim como os endereços postal e eletrônico. . podem ser dispostos em rodapé indicado por asterisco na página de abertura (vide modelo do Apêndice E). diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos e na língua do texto. .Palavras-chave em língua estran geira (obri gatório): consist e n a versão das palavras-chave na língua do texto para a m esma lín gu a do re sum o em lí ngua estrangeira (vide seção 2 da Parte II deste documento).Resumo na língua do texto. .4.Palavras-chave na língua do texto.3. .4. 5. então.Resumo em língua estrangeira (obrigatório): consiste na versão do resumo na língua do t ext o para idi om a de di vu lgação internacional (vide seção 2 da Parte II deste documento). Segundo a NBR 6022:2003. ou. elaborado de acordo com a NBR 6028:2003 (seção 2 da Parte II deste documento). . o currículo.3 Elementos pós-textuais ..Referências (obrigatório): elaboradas de acordo com a NBR 6023:2002 (vide seção 3 da Parte II deste documento). são apresentadas em relação única e consecutiva e numeradas com algarismos arábicos. . .4.30. após os elementos pós-textuais.1 Elementos pré-textuais .Glossário (opcional): deve ser organizado em ordem alfabética.Título e subtítulo (se houver) figuram na página de abertura do artigo. 5. o desenvolvimento e a conclusão.Título e subtítulo (se houver) em língua estrangeira.2 Elementos textuais Os el ement os textu ais compreendem a introdução. já detalhados na seção 5. cuja apresentação também deve observar a NBR 6028:2003 (seção 2 da Parte II deste documento). diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos. precedendo o resumo em língua estrangeira. . 5.Nota(s) explicativa(s) (elemento opcional): caso existam.

1999. SEVERINO. o lei tor encon trará ori ent açõe s sobre elaboração/emprego de citações (seção 1). equações e f órmulas.. siglas. então.coerên cia en tre as in formações e no encadeamento do raciocínio lógico.4 Indicativo dos tópicos (seções) do artigo científico Os títulos das partes ou seções que dividem o texto de um artigo cient ífico devem ser alin hados à esqu erda. precedi dos por numeração progressiva. decorrentes dos objetivos propostos pelo professor.ausên cia de salt os de raci ocí nio na 1 American Management Review (periódico americano que apresenta diretrizes básicas para revisão de artigo s científicos).4 da Parte II deste documento). Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas. 5. . sociedade). adequando-o às possibilidades e recursos já desenvolvidos por seus alunos. . . .demonstração de conhecimento suficiente sobre o assunto. . muito embora nada impeça que o professor os solicite em etapas anteriores.clareza na apresentação dos objetivos. complementar ao seu trabalho. podem ser descritos vários critérios (AMR1 .Questionário). seguidas de trav essão e respectiv o t ítu lo (Ex. 2000).5 Avaliação O artigo científico pode ser avaliado segundo inúmeros critérios.ausência de dispersão ou de redundância das informações/conteúdos.identificação dos limites do artigo (definição do foco do artigo e dos aspectos que não serão abordados).Estrutura organizacional da Empresa Alfa). coerente e adequado aos propósitos do artigo. que complementa. . Normalmente. justificativa e importância do artigo.referencial teórico claramente identificado. 5. os artigos científicos são elaborados por alunos que se encontram em fase final do curso de graduação. .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ .: ANEXO B . FEITOSA. seguidas de travessão e respectivo título (Ex.Apêndice(s) (opcional): texto ou documento elaborado pelo autor. são identificados por let ras maiúsculas consecut ivas. tais como: a) Quanto ao conteúdo: .4. .apresentação de suposições (hipóteses) su ste nt adas em t eori as e cr enças consideradas verdadeiras a part ir do paradi gm a do qual se ori gi nam.. Para a avaliação de artigos científicos. ilustrações e tabelas (seção 5). conforme a NBR 6024:2003 (vide seção 5.Anexo(s) (opcional): texto ou documento não elaborado pelo autor do trabalho. comprova ou ilustra seu con teúdo. organização. . 31 . as suposições devem ser claras e justificadas. 2001. Observação: na Parte II deste documento.clareza na especificação das unidades de análise (como por exemplo: indivídu o. .: APÊNDICE A .

observância das normas de apresentação de um artigo. .uso fiel das fontes mencionadas no artigo.coerência e padronização dos termos técnicos.u so corret o de ci tações devidam ente referenciadas. -\ ar ticu lação e nt re su gestõe s ou r ecomen dações e as di scu ssões apresentadas no texto. b) Quanto à forma: . com a corr eta r elação com os f atos analisados.uso/seleção de literatura pertinente à análise. . .ori gin ali dade e i novação do assun to abordado. sem duplo sentido. . .post u ra ét ica n o tr at o do t em a e desenvolvimento da análise (imparcialidade e equilíbrio).linguagem acessível. . . . passagem de um parágrafo para outro.adequação do título ao conteúdo. ou de um conceito para outro. .uso adequado de exemplos complementares para clarificar o significado do texto. .32. .demonstração de argumentos ou provas suficientes para apoiar as conclusões.elementos de transição entre parágrafos adequ ados ao sentido e à lógica dos conteúdos. . . un idade e art icu lação (encadeamento lógico). ..observância das regras da norma culta.. do t ext o . . precisão e coerência na escrita do texto.afirmativas unívocas.resumo claro e informativo.objetividade. .atendimento aos objetivos propostos.elaboração de análise e síntese diante de concei tos teór icos sem elh an te s e/ ou divergentes. .

Embora seja utilizado com fr eqü ência. [. p. 33 . fatos ou objetos [.1 Conceito A compreensão do que é um relatório pode começar pelo exame das definições que os léxicos of erecem . s obre a s eqüê ncia d e um acontecimento qualquer. ou mesmo por não serem muito difundidas orientações para sua elaboração. n ão é abordado n este documento. acompanhado dos argume nto s que militam a favor ou contra a sua adoção. 4 Parece r ou exposição de um voto ou apreciação. O relat ório de que se trata aqu i é uma modalidade de trabalho escrito que não se confunde com o relatório de pesquisa – esse destinado exclusivamente à comunicação dos resultados de uma pesquisa científica –. de uma prática ou de um conjunto de práticas. 6. com vistas a um conjunto bastante v ariado de propósitos pedagógicos. etc. ordinariamente por e scrito . após terem sido desenvolvidas.. exper imen tos ou testes de laboratório. aplicação de uma determinada técnica.] Relatório é. Em Michaelis (1998. em diversas disciplinas. embora seja um dos principais trabalhos acadêmico-científicos comumente realizados n a un iversidade. em pelo menos uma das definições. pois os termos minuciosa e circunstanciada são usados para qualificar a descrição.. realização de uma intervenção ou procedimento especializado.. talvez por ser con siderado um t rabalho “ pequen o” ou “rápido”. seja no seu conteúdo. esse t ipo de tr abal ho acadêmico por vezes tem sua elaboração negligenciada. de menor importância. o qual. uma narração. são complementadas ou concluídas pelo relato de sua realização. observação de eventos.. 3 Exposição por escrito sobre as circunstâncias em que está re digido um docume nto ou proje to. ... então. relação. Vale sali en tar o det alham ent o com o u ma característica do relatório. até mesmo de um objeto.] 6 Qualquer exposição pormenorizada de circunstâncias.1808) encontram-se as seguintes: 1 Exposição. na sua organização ou apresentação. 2 De scrição minuciosa e circunstanciada dos fatos ocorridos na gerência de administração pública ou de sociedade.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 6 RELATÓRIO Incluiu -se o rel atório en tre os t ipos de trabalhos acadêmico-científicos por ser uma modalidade de trabalho escrito solicitada com alguma regularidade ao aluno de graduação. al go qu e f oi realizado). viagens de estudo. geralmente relacionados a atividades práticas – visitas. descrição ou exposição de um evento qualquer (algo que ocorreu e foi obse rvado. – as quais.

trata de assunto complexo e se destina a grandes audiências. p. cuja síntese. expor conhecimentos aprofu ndados sobre uma determinada instituição. A esse respeito. ou ainda descrever atividades realizadas em laboratório.. têm poucas páginas (às vezes uma única) e uma apresentação breve. 1999. Dessa forma. verificações. em diferentes situações. etc. Olímpio e Cancelier (1992.. de um único assunto. apresenta-se a seguir. o relatório de uma Secretaria de Estado – até o relatório informal que trata informal. procedimentos técnicos. (MARCONI. SEVERINO. de uma obr a ou sobre as ativ idade s de u ma administração. viagens. Barrass (1986. em campo. 6. durante a sua formação. avaliações. vistorias. a preocupação maior deve estar voltada para a eficiência da comunicação. relatórios s emi-informais de alguma relatórios semi-informa is extensão (5 a 15 páginas ou pouco mais). qualquer que seja seu tipo. of erecer informações e análises sobre empresas. O relatório é. por conseguinte. podem apre sent ar difer ent es n ívei s de formalidade. como. pois como profissional certamente será solicitado a fazê-lo.3 Tipos de relatórios Flôres. desde o relatório formal – formal aquele que segue todas as normas de um trabalho técnico.20) aconselha: “ Não bast a term os u ma boa idéia ou executarmos um bom trabalho. produtos ou tecnologias.34. p. auditorias. por exemplo. tratam de assunto de certa complexidade e apresentam conclusões ou recomendações fundamentadas em dados. tem forma de apresentação rigorosa. entre esses dois extremos estariam os emi-informais. Considerando o largo uso de relatórios nos diversos campos de atividades profissionais. na elaboração de um relatório. sobre áreas promissoras do mercado e tecnologias emergentes. LAKATOS. as autoras classificam os relatórios quanto à estrutura e à função. porqu e o fazemos e com que resultados”.2 Propósitos Rel at ór ios podem te r os m ais di versos propósitos: descrever ampla variedade de atividades realizadas. um documento através do qual um profissional ou acadêmico faz o relato de sua própria atividade ou do gr upo ao qu al perte nce. que já requerem uma apresentação técnica. etc. visitas. inspeções. tais como.168193) apresent am uma ú til t ipologia de relatório. 2000). . Quanto à estrutura (partes componentes). é importante que o acadêmico aprenda. mercados.. é preciso também sermos capazes de fazer com que outras pessoas entendam o que estamos f azendo. a elaborá-los. 6. elaborada segundo os propósitos deste documento. informar sobre o andamento de um projeto. observações de campo. O obje tivo é comunicar ao leitor a experiência acumulada pelo autor (ou pelo grupo) na realização do trabalho e os resultados obtidos. Inicialmente. medições.

nível de complexidade e aprofundamento do conteúdo.. etc.Aprese nta çã o g ráfica d e trabalhos acadêmico-científicos. ou em data previamente estabelecida (ex. por exemplo. nessa modalidade encontram-se os relatórios de v iagem. A seguir apresentam-se dois roteiros possíveis para o corpo do relatório com a ressalva relatório. de que a estrutura dos relatórios formais (e.. inf ormais ou semi -in form ais.relatório informativo narrativo faz o relatório relatório informativo narrativo: registro de ocorrências ou eventos. . 1º Roteiro A – Elementos pré-textuais (conforme tópico 4 da Parte II) . informal ou semi-informal)..relatório informativo de posição ou de ou de relatório informativo de ou status: status descreve ocorrências ou fatos relativos a um determinado momento. da Parte II deste documento. as normas contidas no t ópico 5 . semestral. dos semi-informais) obedecerá às orientações constantes do t ópico 4 Estrutura de trabalhos acadêmico-científicos e sua apresentação gráfica obedecerá. em decorrência de seus objetivos e destinação. .por que deve ser relatado? Esta pergunta au xil ia a de ci dir se o re latóri o ser á informativo ou analítico e a esclarecer aspect os rel at iv os à abordagem e t ratame nt o das i nf orm ações e/ ou con clusões e recomendações a serem apresentadas. se for o caso. de v isit a e os relat órios administrativos. os relatórios podem ser informativos e analíticos. seja qual for o tipo de relatório. Subdividem-se em: . Os relatórios analíticos são aqueles cujo analíticos propósito consiste em an alisar f atos ou inf orm açõe s e apresent ar conclusões e recomendações como dedução da análise realizada. A elaboração de um relatório se inicia por uma reflexão sobre sua finalidade.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Quanto à função.4 Procedimentos A estrutura e a organização de um relatório serão variáveis assim como são variáveis os tipos de relatórios. são pouco extensos e.relatório informativo de progresso trata informativo de progresso: progresso do andamento de uma atividade ou ação. demarcado.para quem deve ser relatado? Esta pergunta pode ajudar a decidir quanto ao tipo de relatório (formal. . 6. anual) ou abranger um período de tempo maior. pelo início e término de uma determinada ação ou projeto.: relatório sobre a situação dos estoques de uma empresa). pode ser periódico (mensal. . Os relatórios informativ os transmitem relatórios informativos in f or mações sem an al isá-l as ou f azer recomen dações. para isso são úteis três perguntas: . portant o. 35 .o que deve ser relatado? Da resposta a esta pergun ta resu lt a u m rot eiro ou esquema do conteúdo do relatório. estilo da redação.

conforme a extensão do relatório.36.. . pela ausência de períodos longos. os elementos prétextuais poderão ser limitados ao mínimo indispensável: se o relatório tiver 2 ou 3 páginas. A melhor maneira de relatar a seqüência de desenvolvimento de uma atividade é cuidar para que a exposição seja clara. sugere-se a estrutura a seguir. detalhes desnecessários. basta a folha de rosto. . sendo o sumário dispensável. qu e pode se r caracterizado como um relatório do tipo informal ou semi -inf orm al. além da folha de rosto. 2 Finalidade da atividade 3 Descrição da atividade 4 Conclusões/recomendações 5 Assinatura do(s) autor(es) C – Elementos pós-textuais Referências (caso existam) Apêndices / Anexos Qu an do se t rat ar de u m rel at ório de experiências realizadas em laborat órios. B – Elementos textuais: 1 Dados de identificação . pela correção da linguagem. marcado pelo uso de termos técnicos adequados. com maior número de páginas. preciso e objetivo. a partir dessas idéias.o quê: identifica a atividade realizada. criar o modelo de relatóri o que mel hor con tem ple as necessidades de formação do seu aluno.quando e onde: identificam o local e a data em que a atividade relatada foi realizada. Nota-se que. construção/teste ou verificação de máquinas. Os roteiros aqui apresentados acima são sugestões para que o professor possa. deve conter um sumário. aparel hos ou si stem as.. adjetivação excessiva. o estilo simples. 2° Roteiro 1 Dados de identificação 2 Descrição do problema 3 Aparelhagem ou equipamento 4 Procedimento(s) 5 Resultado dos testes 6 Análise dos resultados 7 Conclusões Referências Apêndices / Anexos É importante lembrar que o roteiro do relatório deve ser adaptado às necessidades da disciplina ou aos propósitos da atividade realizada.

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 6. e seu sumário reflete isso? . são apresentadas de maneira uniforme.O plano do relatório permite conduzir o leitor por meio de uma demonstração eficaz. afastando o supérfluo ou não-pertinente? . Laville e Dionne (1999) sugerem a seguinte verificação.O título do relatório diz explicitamente do que ele trata? .O relatório se limita ao essencial.As t abel as e f iguras.) são aplicadas de forma metódica e homogênea? . 37 . com seus títulos e legendas? .5 Avaliação Para assegurar que nada tenha sido esquecido na versão final do relatório.O leitor encontra nele todas as informações e referências de que precisa para assegurarse da boa condução da testagem ou da atividade realizada? .É escrito em um estilo simples e preciso? . se hou ver. antes de entregá-lo ao professor.As regras de apresentação (citações. etc... notas e referências. como pode ser um roteiro adequado para que este avalie os relatórios elaborados por seus alunos. . que tanto pode ser usada pelo acadêmico para verificar se seu trabalho está bem feito.

.38.. .

portanto. ret ratando a subjetividade. ou ai nda para f in s de concorr er a u ma premiação. o memorial é uma autobiografia em que se articulam os dados do curric ulum vita e. as motivações e as escolhas que o lev aram a construir um a det ermin ada história profissional.2 Propósitos Quando elaborado para fins de concurso de ingresso ou de promoção na carreira. É elaborado com base numa percepção qualitativa e significativ a do caminh o percorrido que caracteriza a história do autor. Consiste. . o que não significa dizer que de sua elaboração esteja ausente a necessária dose de objetividade. bem como realizações pessoais dignas de permanecerem na memória da sociedade ou da instituição a que pertence. ou se habilitar a promoções na empresa ou instituição a cujos quadros pertençam. Nesse sentido. complemen tar mente. ensino e extensão realizados – bem como de sua vida profissional como um todo e das perspectivas que percebe ou planeja para a continuidade de seu trabalho no futuro. O memorial tem sido uma exigência em determinados concursos para o magistério superior de diversas instituições universitárias. podendo esboçar. as perspect ivas futu ras que o autor tem planejado quanto ao seu percurso profissional – um plano de trabalho –. em um relato circu nstanciado. Parte de uma reflexão introspectiva. precisarão. o memorial tem o propósito de fornecer informações para o julgamento qualitativo do candidato. uma vez formados. A decisão das Autoras deste documento de apresentar o memorial entre os tipos de trabalhos acadêmico-científicos foi motivada. O memorial compreende a explicitação da intencionalidade do autor. ainda. principalment e. pode ser definido como um texto que relata eventos notáveis da trajetória do autor. 39 .1 Conceito Para Severino (2000). 7.. portanto. pelo desejo de oferecer ori ent ações sobr e sua elaboração aos acadêmicos. de caráter avaliativo – autoavaliativo – um pouco confessional. os quais. Apresenta. os resu ltados qu e espera alcançar. conforme as circunstâncias. marca de todo trabalho acadêmico.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 7 MEMORIAL 7. con figurando um a narrativa histórica e reflexiva sobre a trajetória acadêmico-profissional do autor. e constitui um relato crítico. para concorrer a postos no mercado de trabalho.. como também para o ingresso ou para o exame de qualificação de cursos de pósgraduação – notadamente os de doutorado – de muitas universidades. m inu cioso e analí tico das at iv idades profissionais desenvolvidas pelo autor – no caso daqu eles qu e se dedicam à v ida acadêmica. elaborar e apresentar o registro analítico de sua formação e trajetória profissional. o relato destaca os trabalhos de pesquisa.

participação em congressos. municipal ou privado. resultados de pesquisas. situando os fatos e acontecimentos no contexto sóciocultural mais amplo. coordenação e/ou assessoramento. seminários e outros eventos. especialização e atualização. . estadual. . No entanto. . É com vistas a atender a esse duplo propósito que as orientações a seguir foram elaboradas.finaliza-se o memorial com a indicação dos rumos que o autor pretende assumir. dissertações. as circunstân cias t eóricas e sociais que predominaram no momento da execução do projeto de dissertação ou tese. aperfeiçoamento e atualização: cursos. -ensino: desempenho didático.. .dev e-se adot ar a forma de u m relato cronológico. exe rcício de f un ções de direção. simpósios.formação.re com enda. 7. o que permite ao autor enfatizar o mérito de suas realizações. Embora o memorial seja caracterizado como um relato reflexivo e avaliativo de um caminho percorrido pelo autor. É relevante na elaboração do memorial deixar claro. além de servir a tais finalidades.se qu e o me mori al se ja elaborado na primeira pessoa do singular. caracterizando a história particular do autor.deve-se sintetizar a narrativa dos eventos menos marcantes e dar ênfase aos mais significativos a critério do autor e à luz das finalidades do próprio memorial. artísticocul tu rais e de pre stação de serv iços especializados: produção científica. tanto em sua formação como em sua profissão. A característica crítica do memorial conduz seu autor à avaliação dos resultados obtidos .atividades de administração: participação em órgãos colegiados. . analítico e crítico. analítico e autocrítico.utilizam-se subdivisões com tópicos/títulos par a marcar as et apas da t rajet ória percorrida. cursos e atividades de extensão. de forma a evidenciar sua articulação com a história pré-relatada. o memorial pode con stitu ir uma v aliosa pr odu ção acadê mica como t rabalh o conclusivo de curso.40.3 Procedimentos Para a elaboração do memorial é preciso considerar as seguintes sugestões: .atividades técnico-cient íficas. ou para destacar os aspectos ou fatos mais significativos.. t eses e pesqui sas de in iciação ci ent íf ica. estruturando dessa forma o memorial. é indispensável que esse relato contenha informações referentes a: . comitês executivos. prest ação de consultoria especializada. estágios de aperf eiçoamen to. técnica ou artística. participação em ban cas e xamin adoras. pelo seu caráter reflexivo. orientação de monografias. . em quais condições for am obt idos os tí tu los da form ação acadêm ica. particularmente quando este se destina a finalidades acadêmicas. científ icos ou t ecn ológicos no âmbito federal.

. (SEVERINO..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ em sua trajetória profissional e acadêmica. O autor precisa estar atento para retratar. um a im pressão cu idadosa. cont extu alizando-a e m relação a aspectos teóricos. o qu e requer. a parti r da qu al elabora u m rel ato contextualizado.O relato destaca os aspectos mais relevantes da t rajet ór ia do aut or? A r elev ân ci a atribuída a esses aspectos é justificada/ fundamentada? . 41 .4 Avaliação A seguir relaciona-se uma série de perguntas que poderão orientar o professor na avaliação do memorial (caso este tenha sido solicitado aos alunos como trabalho acadêmico). apresentado de forma crítica.O conjunto das informações sobre o autor e sua apreciação crítica oferecem elementos suf icientes para a apreciação de sua trajetória? . políticos. como observa França (1999. um projeto gráfico de bom gost o. 7. como também auxiliar o próprio autor do memorial na avaliação do seu relato. apresentado de f orma seqü encial e sem comentários. Por outro lado. No entanto. que reflita as condições e situações em que se desenrolou sua história profissional. p. a trajetória real que foi seguida (.34): Alguns memoriais vão muito além da simples apresentação das habilitações pessoais e profissionais do candidato. nossa história de vida é nossa melhor referência. deve-se cuidar que o memorial tenha uma apresentação esmerada. atribuindo diferentes pesos aos distintos eventos do passado. A boa organização de um mem ori al é essencial para o julgamento das atividades do autor. que deve se destacar por uma auto-avaliação equilibrada. principalmente. A avaliação deve ser feita em cada etapa do relato. 2000. p. apesar de sua crescente utilização. encadernação sóbria.176). com maior segurança possível. Por fim. o autor precisa se mant er at en to par a o t om do rel ato.). nota-se ainda uma certa confusão entre memorial e curriculum vitae. convém salientar que. Enquanto este consiste em um conjunto de informações sobre as habilitações do autor. Relatada com autenticidade e criticamente assumida. abrangendo sua formação e atuação profissional.O t exto evidencia o equilíbrio entre o adequado destaque aos êxitos obtidos e a menção aos eventuais insucessos? . Além dos aspectos referentes ao conteúdo que já foram apontados. com fidelidade e tranqüilidade. pois ele é a justificativa documental do seu desempenho profissional e acadêmico. com textos tão ricamente elaborados que os trans formam em verdadeiras o bras literárias. atraente. expressando as contribuições e perdas de cada momento. o memorial é um relato da trajetória de uma pessoa. quant o aos seus aspectos físicos. lembrando que tanto a falsa modéstia como o excessivo elogio comprometem a qualidade do memorial.. o memorial pode se destacar.. econômicos e/ou sociais? . etc.O autor descreve sua trajetória de modo aprofu ndado. pelo esmero na redação do texto. .

..A narrativa é feita na primeira pessoa do singular? .Apresenta adequadamente as perspectivas futuras para sua atuação.A organização do texto obedece tanto a seqüência cronológica dos eventos como o e ncade am en to lógico de fatos e argumentos? .A redação do texto é precisa e coerente? . relacionando-as com a trajetória pregressa? ..A linguagem utilizada respeita a norma culta? .42.O con teú do ev idencia um a ref lexão criteriosa realizada pelo autor sobre sua trajetória? .Os elementos de transição entre parágrafos são adequados ao sentido e à lógica do conteúdo? .As normas técnicas de apresentação de trabalhos acadêm ico-científ icos foram observadas? .

. 43 .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Parte 2 Orientações e normas para apresentação de trabalhos acadêmico-científicos ..

.44.. .

Apresentação. . é da própria natureza da pesquisa situar-se em relação a outras. As citações podem ser diretas. 259).1 Regras gerais para citação As informações sobre a obra mencionada podem aparecer no corpo do texto ou em nota de rodapé (sistema numérico). Citações em Documentos. nelas buscando apoio para seus pontos de vista. etc. fazendo. inspirandose nelas. São utilizadas para sustentar.. Usam-se citações quando se transcrevem trechos de alguma obr a ou se util izam informações já publicadas.121) considera difícil determinar “[. as citações tanto podem ser usadas com o objetivo de reforçar argum entos com o para expor posições cont rárias àqu el as qu e est ão sendo defendidas.] se se deve citar com profusão ou com parcimônia. que deixa para os outros a apresentação de idéias ou de informações. Quanto à quantidade de citações a serem usadas em um trabalho. Em todo o caso.” (LAVILLE. “De fato.. observa que a citação não pode ser uma “manifestação de preguiça” de quem está elaborando uma dissertação ou uma tese. p. da ABNT. com o propósito de esclarecer ou complementar as idéias que 1. Assim. o trabalho apresentado.. Depende do tipo de tese”. mesmo Umberto Eco (1988. su a elaboração deve seguir as orientações da norma NBR 10520:2002 – Informação e Documentação. Importante! Qualquer que seja o sistema adotado. ne las encontrando ilustrações. seguido pela data de publicação da obra e número da página. Para ident ificação de f on te da citação apresenta-se o nome do autor. DIONNE. deixan do para o rodapé out ras informações. Recomendase o uso no corpo do texto (sistema autordat a).UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1 CITAÇÕES São as descrições ou menções (conteúdos ou informações) contidas em um texto extraídas de um a ou tra fonte. exemplos e modelos. 1999. t radução de palavras estrangeiras. 45 .. p. diferentemente de textos literários.se a correlação com a lista de referências (sistema autor-data) ou notas de rodapé (sistema numérico). deve ser seguido em todo o trabalho. significado de expressões típicas. tais como: esclarecimentos pontuais do t exto. Pode-se afirmar que todo trabalho acadêmico ou t écnico de caráter cient ífico sem pre apresenta citações. Em trabalhos técnico-científicos exige-se rigor na apli cação das praxes de cit ação. estão sendo expostas. teórica e empiricamente. in diret as ou citação de cit ação. nos quais é permitida uma apresentação mais livre.

Quando se trata de citações curtas (até três linhas).10). também.. Vale ressaltar.” Obs. sem emprego de aspas.46. melhor e com mais segurança se trabalha. sendo grafado com maiúscula e minúsculas (NBR 10520:2002). como nos exemplos que seguem: .” (ECO.. p. textual ou literal É aquela em que se reproduz no texto a idéia original da obra que está sendo consultada. como nos exemplos seguintes: Ao escolher e delimitar o tema de pesquisa o mestrando deve ter presente que “quanto mais se restringe o campo. 2: no primeiro exemplo. fonte e espaçamento interlinear menores. 1. a entrada – no caso. ou Ao escolher e delimitar o tema de pesquisa o mestrando deve atentar para o que diz Eco (1988. 1: de acordo com a NBR 10520:2002. com recuo de 4cm da margem esquerda. são inseridas no texto. melhor e com mais segurança se trabalha. no segundo exemplo. o nome do autor faz parte da frase.2.10): “quanto mais se restringe o campo. o nome do autor – deve ser grafado com letras maiúsculas. que o uso do ponto final após as citações deve atender às regras gramaticais. Obs.2 Tipos de citação 1. p.1 Citação direta. 1988. As citações diretas longas (aquelas com mais de três linhas) devem constituir um parágrafo independente. a indicação da página é obrigatória para citação direta.

.]”. restaura-se total ou parcialmente o t exto font e. Dentre elas. 319).34). . se ‘encaixar` em temas muito amplos. determinados por uma entidade que se dispõe a financiar pesquisas e que promove uma concorrência entre pesquisadores. em tamanho e cont eúdo. A paráfrase é a forma de citação indireta que. Nas citações in diret as.. p. tem-se u m caso de plágio. normalmente. a escrit a do t ext o origi nal.. Como se trata de idéias alheias.2 Citação indireta: paráfrase e condensação Consiste em se reproduzir o pensamento do autor (idéias alheias. de desafios encontrados na leitura de outros trabalhos ou da própria teoria. 1.] é uma produção de texto [. o domínio dos conceitos se revela no seu uso ao longo da análise e não na infindável seqüência de definições de diferentes autores. segu ndo Compagnon (1996. processo que exi ge sua interpretação para reconstrução de um novo texto. conforme a NBR 10520:2002. ou seja. portan to. ‘encomendado’. Todavia. 47 . (CASTRO.. mas colocado no seu contexto. destaca-se a identificação do tema a ser estudado. caso ela não seja feita. de modo reduzido ou abreviado.. É geralm en te empregada quando se pretende apresentar. a referência à fonte é obrigatória pois. Pode surgir de uma dificuldade prática enfrentada pelo coordenador.. Ao parafrasear.. caracteri zando-se pela substit ui ção de algumas de suas palavras ou expressões. desde que não interfira no desenrolar da pesquisa. que é reconhecido como [. a in di cação da(s) págin a(s) consultada(s) é opcional. Nesse sentido. da sua curiosidade científica. portanto. portanto) utilizando-se de pal av ras própri as. o que não lhe tira o caráter científico. p.] o assunto que se deseja provar ou desenvolver. Uma tese deve revelar o domínio dos conceitos utilizados e um certo conhecimento da literatura técnica. p. o “trabalho da citação [. O assunto não deve estar solto no espaço. 1978. Pode ter sido sugerido pela entidade responsável pela parte financeira.2. distribuindo a verba de que dispõe entre os que apresentam os melhores projetos. as idéias de um autor sem recorrer à citação direta.102) apresentam algumas orientações relativas à elaboração do projeto de pesquisa.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Marconi e Lakatos (2001. não altera..

Um outro modo de escrever a citação indireta é a condensação. uma vez que tenha sido bem planejada. Isso porque é a partir da conscientização do problema e de suas implicações que o pesquisador será capaz de planejar e desenvolver adequadamente as etapas subseqüentes da pesquisa. porém apresentando apenas as principais idéias do autor.85). Texto original: A fase de estabelecimento e de clarificação da problemática e do próprio problema é freqüentemente considerada como a fase crucial da pesquisa. pois é ela que servirá de guia para as etapas posteriores (LAVILLE. (LAVILLE. Citação indireta (paráfrase): Considera-se que a determinação e a explicitação do problema constituem operações decisivas no processo de pesquisa.. 1999. 1999). sem alterar o seu significado. já qu e. p. DIONNE. DIONNE.48. É ela que serve para definir e guiar as operações posteriores. 1999). deverá dese nv olve r um a l eit ur a si gn if icativ a (compreensiva/ interpretativa). (LAVILLE. como uma espécie de piloto automático. em que se faz uma síntese do texto que se quer citar. pois pressupõe maior articulação de leitura por parte do autor do trabalho. DIONNE. . para qu e con siga sintetizar as idéias do texto original. Esta forma de uso de citação é interessante.. Citação indireta (condensação): A definição do problema de pesquisa é crucial no processo de pesquisa.

p.. p.2.. “Educar não é uma arte de introduzir idéias na cabeça das pessoas. Esta idéia. usa-se o itálic o. por sua vez.]”. usa-se a expressão latina apud2 . 1994.” 2 Por se tratar de palavra de outr a língua (latim). 1987 apud GIL. GEWANDSZNAJDER.123): “a melhor maneira de se aprender a fazer pesquisa é fazê-la: nada substitu i a prática da realização. Quando se discutem métodos para o ensino da pesquisa. e AlvesMazzotti e Gewandsznajder são os autores da obra consultada.31).. Obs. Para explicar que o autor da idéia original é citado por um outro citado autor/obra que se está consultando. Para Patton (1986 apud ALVES-MAZZOTTI.: no exemplo acima. Patton é o autor da idéia original a que não se teve acesso.3 Citação da citação Consiste na reprodução de informação já citada por outro autor. 2001. 49 . BOWER.” (WERNER. deve-se lembrar as palavras de Abramo (1979 apud TOMANIK. 1997. Werner e Bower são os autores da idéia original a que não se teve acesso e Gil é o autor da obra consultada. pode ser expressa como citação direta ou indireta. .. Nota: nas referências apenas o autor da obra consultada deve ser mencionado. p.: no exemplo acima. A indicação da f onte de uma citação de citação pode ser apresentada na form a textual ou após a descrição da idéia. Obs. mas de fazer brotar idéias.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1.173) “a triangulação de métodos geralmente se refere à comparação de dados coletados por métodos qualitativos e quantitativos [.

em que materiais irá se aprofundar. seja para torná-la mais curta pela supressão de alguma parte que não interessa ao que se está expondo.. então. dev e ser usada de modo bastante restrito. que correm o risco de quebrar o ritmo de sua demonstração [. Beaud (1997. é obrigatório indicar a alteração feita. muitas vezes determinados textos não estão acessíveis (o que não é o caso dos exemplos acima). p.. só vale pelo lugar que ocupa. tomando notas.. como qualquer outro material. pela dinâmica que imprime à totalidade de seu raciocínio central. p.45) faz um alerta para o mestrando levar a bom termo a f orm ulação da qu estão principal da pesqu isa. igualmente..] é preciso fazer escolhas. também chamada de segunda mão. Em qualquer desses casos. em que terrenos irá concentrar seus esforços.] evite fazê-lo em excesso ou desorganizadamente: uma citação. no entanto. ou ainda para adaptá-la às exigências da sintaxe do período ou da oração em que será inserida.50... 1997. é admissível o uso da citação da citação.]” (BEAUD. No entanto. usam-se reticências entre colchetes: Sobre o emprego de citações. citações longas demais. 1. 125).” “Evite.. p. Nesses casos.. triagens. somente disponível em língua que se desconhece. decidir sobre os eixos em que irá concentrar sua pesquisa. por se tratar de obra rara ou.3 Alterações na citação Muitas vezes é necessário fazer alterações na citação. cru ci al para o bom desenvolvimento da pesquisa: E é preciso ler os livros mais importantes. b) Em citação com supressão de parte intermediária. a) Em citação com supressão de uma parte inicial ou final. usam-se também as reticências entre colchetes: Beaud (1997. A citação de citação. . pois preferencialmente se deve consultar a obra ou documento original. [. 125) aconselha: “[. seja para destacar algum de seus termos ou expressões.

p. ou então.” (GOLDENBERG. quando algo é acrescentado para esclarecer o leitor. p. os acréscimos devem ser colocados entre colchetes: “Dois passos são necessários para o início da tarefa [de realizar um pesquisa]: a formulação do problema e a elaboração do projeto de pesquisa.68.. 70).” (GOLDENBERG. LINTZ. “A escolha de um tema que esteja ligado à área de atuação profissional. d) Quando são feitas adaptações na citação para adequá-la à sintaxe do período.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ c) Na citação com destaque (grifo. 1997. torna o trabalho experiência profissional de desenvolvimento monográfico muito mais interessante e eficiente. grifo dos autores). de ou que faça parte da experiência profissional do estudante. mesmo que o objeto não pareça ser tão interessante. negrito ou itálico) de termos ou expressões. ou quando o destaque já faz parte da obra consultada.21. O que o verdadeiro pesquisador busca é o jogo criativo de aprender como pensar e olhar cientificamente. 2000. p. deve-se indicar a autoria do mesmo: “O trabalho de pesquisa deve ser instigante. .. 1997.” (MARTINS. grifo nosso). 51 .

52. p.1). Collective – when a group of cases is studied. 1997. 1997. após a chamada da citação deve-se incluir a expressão ‘tradução livre’. apresentando as explicações disponíveis em nota de rodapé: No texto: A nova estrutura organizacional será implantada no próximo ano (informação verbal)1. . tradução nossa). 1 b) Quando a citação for um trecho traduzido pelo autor do trabalho. (TELLIS. deve-se indicar a expressão ‘informação verbal’ entre parênteses. 1. instrumental ... em 25 de julho de 2002. em palestras e debates.4 Normas complementares para citação a) Quando os dados a serem citados são obtidos por informação verbal.quando o caso é usado para entender mais do que aquilo que é óbvio para o observador. entre parênteses: Yin (1993) has identified some specific types of cases studies: Exploratory. and Descriptive. No rodapé da página: Informação fornecida pelo Gerente de Desenvolvimento Organizacional da Empresa Época. Stake (1995) included three others: Intrinsic – when the researcher has an interest in the case. Explanatory.1. explanatório e descritivo. p. Yin (1993) identificou alguns tipos específicos de estudos de caso: exploratório. Stake (1995) incluiu três outros: intrínseco – quando o pesquisador tem um interesse no caso. (TELLIS. coletivo –quando um grupo de casos é estudado. Instrumental – when the case is used to understand more than what is obvious to the observer.

que se concorde com ela. . YIN.. faz-se o acréscimo de letras minúsculas.. 1999. assim como as citações devem ser fiéis ao texto. 2001) (BUNGE. mencionados simultaneamente. Nesse sentido. assinalando-o ao leitor e usando a expressão sic entre colchetes. 2001) 1. publicados em um mesmo ano. 1999b) d) Em caso de citações indiretas de vários documentos de um mesmo autor. (MARCONI. a referência deve ser exata e precisa. deve-se confrontá-la com o original para ev itar erros ou omi ssões. 2001. LAKATOS. 2000. Quando não for este o caso. 1999. D ev e-se respeitar even tual erro do autor cit ado. Umberto Eco (1988. apresentam-se as datas separadas por vírgula: Chiavenato (1997. o trecho citado deverá ser precedido ou seguido de alguma crítica ou contestação (ECO. isto é. SEVERINO. conforme a lista de referências.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ c) Quando houver citações de diversos documentos de um mesmo autor. Por isso. publicados em anos diferentes e mencionados simultaneamente. como nos exemplos: De acordo com Chiavenato (1999a) (CHIAVENATO. em ordem alfabética.5 Considerações finais sobre as normas de citação A citação pressupõe que a idéia do autor citado seja compartilhada. após a data e sem espacejamento. 53 . p. após apresentar a citação. 1980) e) Quando houver citações indiretas de documentos diferentes de vários autores. RICHARDSON. em ordem alfabética. bem como averiguável por todos.1988). 1974. esses são separados por ponto-e-vírgula. 1972. 1976. O autor e a fonte de todas as citações devem ser claramente reconhecíveis.126) diz claramente: “Citar é como testemunhar num processo”.

. ..54.

Resumo.” Estabelece ainda que seja “composto de uma seqüência corrente de frases concisas. Também não cabem num resumo citações.. p. p. Quanto à redação e estilo de resumos. diz: O resumo deve constituir-se num texto re digido de forma cursiva. ‘O autor do trabalho descreve. 69). p. Ex . projetos de pesquisa e artigos destinados à publicação em revistas acadêmicas exigem a inclusão de um resumo de seu conteúdo.. a NBR 6028:2003 estabelece.chave : Narrativa. As palavras-chave devem figurar logo abaixo do resu mo. o método. 69-70). equações e diagramas devem ser evitados.ch ave. . que o “resumo deve ressaltar o objetivo. descobertas. dando-se preferência ao uso da terceira pessoa do singular e do verbo na voz ativa e evitando-se o uso de parágrafos. expressões como: ‘O presente trabalho trata de. essa norma define: . an tecedidas da expre ssão Palavras. 69). Sobre a extensão do resumo. concisa e objetiva. Produção textual. seu valor e originalidade. . Como a redação deve se caracterizar pela máxima concisão. Limita-se a um parágrafo.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS Trabalhos acadêmico-científicos tais como teses. Quanto ao estilo da redação e conteúdo. como: objetivos .] é a apresentação concisa e seletiva de um texto. de acordo com França (2000.para notas e comunicações breves: de 50 a 100 palavras.’. os resultados e as conclusões do documento. O uso de abreviaturas.para t rabal hos acadêm icos (t eses. ressaltando de forma clara e sintética a natureza do trabalho. comentários... com o uma das condições exigíveis. (FRA NÇA . dissertações. críticas e julgamento pessoal do autor. afirmativas e não de uma enumeração de tópicos”.’ são supérfluas (FRANÇA. dissertações e outros) e relatórios técnicocientíficos: de 150 a 500 palavras.: Palavras... técnicas de abordage m. símbolos. As palavras-chave são separadas entre si por ponto e finalizadas por ponto. valores numéricos e conclusões. [. 2000.. 55 . 2000. fórmulas. .para artigos de periódicos: de 100 a 250 palavras.. seus resultados e conclusões mais importantes. respeitando a estrutura do original e reproduzindo apenas as informações mais significativas . a menos que sejam absolutamente necessários à compreensão do conteúdo. Leitura. devendo incluir palavras represe ntativas do assunto.

conforme o caso. também. enquanto que o resumo (e correspondentes palavras-chaves) em língua estrangeira deve ser colocado após o texto. Vigotsky sobre o qual se estrutura a elaboração da teoria histórico-cultural do funcionamento mental superior. histórico-culturais e espaciaisecológicas. p.V A s artes e . Em artigos científicos. Motsclés (francês). R. 34-59. TC Cs e TGIs de cu rsos de graduação. Res ume n (espan h ol ).56. Palabras clave (espanhol). H. 4 RATTNER. dez. As palavras-chave em língua estrangeira acompanham obrigatoriamente o resumo em língua estrangeira: Keywords (inglês). Parole c hia vi (italiano). os seguintes cabeçalhos: Abst rac t ou S umm ary (inglê s). Globalizaç ão: em direç ão a um mundo só? n. em suas dimensões políticas. 3 JAPIASSU. além do resumo na língua do público a que este se destina.4 . A maioria dos periódicos acadêm icocientíficos exige. resumo em pelo menos uma outra língu a. Usam-se. v. n. embora conduzido pela economia.. deve ser apreendido. 2. Expõe a teoria da reação estética e o conceito de catarsis vigotskyanos. 65-76 . Contrariamente à visão idealizada de uma progressão linear de mercados regionais integrados para uma sociedade una e global. Zusa mmen fa ssun g (alem ão). o trabalho procura analisar o papel dos principais atores – a ascensão de poderosas organizações que operam em escala transnacional e o Estado-nação cujo poder e influência estão definhando. Em trabalhos acadêmicos (teses.3 O processo de globalização.9./dez. Dentre este cenário de tendências contraditórias. v. o desenvolvimento cultural do ser humano. Sch lüsselwörter (al emão). set. Identifica nele as origens do pensamento psicológico de L. dissertações. de acordo com a NBR 14724:2005.O. aperfeiçoamento e/ou especialização). os resumos (acom pan hados das palavras-ch ave) na língua original e em língua estrangeira fazem parte dos elementos pré-textuais. de acordo com a NBR 6022:2003. Rés umé (fran cê s). a realidade apresenta uma fragmentação do espaço político com novas barreiras e mercados protegidos..25. p. O resumo em língua estrangeira é digitado em folha separada (NBR 14724:2005).20. 1999.S.1 Exemplos de resumos O artigo situa historicamente a produção e a publicação do estudo vigotskiano sobre a psicologia das artes. 19 95. R ia ssunt o (italiano). o resumo (acompanhado das palavras-chave) na língua original faz parte dos elementos pré-textuais. Estudos Est udos E studos Av ançados A vançados. Educação e Sociedade Sociedade.69.

segu e. também chamado de ‘autor-data’ quando relacionado à citação) e o numérico (ordem de citação no texto). que também podem estar localizadas ao final do texto.científicos como con gr essos. as referências podem aparecer: em listas após o texto.1 Localização das referências Os si stem as m ais ut ili zados par a apresentação das referências são o alfabético (or dem al fabét ica de en trada. manuais. consistem em obras como livros. Vale destacar qu e a adoção do primeiro sistema (alfabético) tem a vantagem de despoluir visualmente o rodapé da página. Além disso.se a ordem numérica crescente para apresentação das listas. da ABNT. capítulo ou artigo.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS As referências de um trabalho acadêmicocien tífico consistem na list agem com as informações sobre todas as fontes/autores mencionados no texto. enciclopédias. desta forma. ao fim de cada capítulo. 57 . destinadas às informações adicionais e não essenciais para a compreensão do texto. os trabalhos também podem apresentar informações cuja fonte são documentos eletrônicos (disquetes. ibid.. jorn adas. cd-rom. Nestas situações. semin ár ios. e-mail.. as referências são apresentadas antecedendo tais textos. Independentement e do tipo de fon te ou autoria mencionada no trabalho. dentre outros. j ornais. 3. conforme a natureza do trabalho.cit.. No sistema numérico. As fontes das informações contidas em um texto são diversificadas. ao fim do artigo. No primeiro caso. publicações periódicas on line) ou eventos técnico. é obrigatória a sua identificação na lista das referências. antecedendo apêndices e anexos. dissertações ou monograf ias. eliminando as inúmeras referências completas e as expressões idem. A ABNT estabelece que este sistema não pode ser usado concomitantemente para notas de rodapé ou explicativas. etc. as listas são apresentadas em ordem alfabética única. ibidem (ou id. dicionário. . são obrigatórias nesse tipo de trabalho e sua elaboração deve seguir as orientações da NBR 6023:2002. Já em resumos e resenhas. As notas de rodapé ficam. documentos oficiais. homepage. relatórios técnicos e legislação. teses. art igos de publi cações cien tí fi cas ou especiali zadas (peri ódi cos).) e op.

porém são conhecidos [1991].). Humberto). v.). -o ponto-e-vírgula. entre o número do ano/volume e o número do periódico. quando este for apresentado na referência (Pesquisa social: métodos e técnicas). João. FISCHER. de forma abreviada (Coord. pois neste caso o elemento de entrada é o próprio título.2 Aspectos gráficos das referências A elaboração das referências deve seguir a seqüência dos elementos do documento a ser referenciado. e no final da referência.o colchete é usado para indicar os elementos de referência que não aparecem na obra referen ciada.. T. digitadas em espaço simples e separadas entre si por dois espaços simpl es (NBR 14724:2005). t ambém deve ser un if orme em todas as ref erê ncias.. Org. Por exemplo: ao optar pel a uti lização abre viada do prenome do autor.2. . seguido de espaço.15-21. teses e di ssert ações (Mestrado em Educação).as reticên cias são usadas para in dicar supressão de parte de títulos (Anais.).). set. L. R.a vírgula é usada após o sobrenome do autor (ECO. Quan to à pontu ação. 1997).).. n. que caract eriza fu nção na elaboração e/ou responsabilidade sobre a obra (BOSI. após a cidade onde o periódico é publicado. Ao negrito ser definido um tipo de destaque. . As referências de uma lista devem seguir sempre os mesmos princípios.os parênteses são usados para indicar série. Rio de Janeiro. e depois do termo In:. Alfredo (Org.usa-se ponto após o nome do autor/autores (AGUIAR. para o título. Comp. já destacado em letras maiúsculas na primeira palavra (com exclusão de artigos ou monossílabos).os dois pontos são usados antes do subtítulo. . após a editora. respeitando-se os seguintes padrões: . usa-se vírgula: após o título da revista/periódico. M.. M. . As referências são alinhadas à margem esquerda do texto. . é usado para separar os autores (FLEURY. p. O título da obra ou do periódico é sempre grifado com destaque (itálico ou negrito).. Esta regra não se aplica às obras sem indicação de autoria ou de responsabilidade. edição (7. .3..10-15) e entre datas de fascículos seqüenciais (19981999).o hífen é utilizado entre páginas (p. este deve ser mantido em todas as referências de um mesmo documento. conforme os modelos prescritos na norma (NBR 6023:2002).58. antes Pesquisa da editora (São Paulo: Atlas). após o título.)). 3. grau nas monografias de conclusão de curso e especial ização. . Em caso de referência de periódicos. isto deve ser adotado em todas as referências daquela lista.. após o número do periódico e após as págin as da r evist a/periódico (Política e Administração. ed.

1986. .. é facultado indicar todos os autores. FISCHER. Paulo et al.) em coletâneas de vários autores. mencionam-se todos eles na ordem em que aparecem na obra. M.1 Regras quanto à autoria . 1989.3. Vivendo e aprendendo.quando houv er indicação explícita de responsabilidade pelo conjunto da obra (Organizador. seguido da abreviação. ROLNIK. Em caso de projetos de pesquisa. Petrópolis: Vozes. Micropolíticas : cartografias do desejo. . 2. R. PAIVA. (e outros). seguido de espaço. entre parênteses. M. a entrada da referência é feita pelo nome do responsável (ou dos responsáveis. 1986. FLEURY. no singular.). Editor. Coordenador. etc. do tipo de participação. 1986. T.).3 Regras gerais para elaboração de referências 3. (Coord. Atlas. separados por ponto-e-vírgula. . Perspectivas e dilemas da educação popular Rio de Janeiro: educação popular. Graal. São Paulo: Brasiliense.. GUATTARI. acrescentandose a expressão latina et al. se for o caso).UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3.quando há dois ou três autores.quando há mais de três autores mencionase apenas o primeiro autor. ed. 10. Félix. ed. L. FREIRE. de indicação de produção científica em curriculum vitae ou e m r elatór ios para órgãos de financiamento.. Cultura e poder nas organizações São Paulo: poder organizações. 59 . Vanilda (Org. Sueli.

PROCURA-SE um amigo. Anais. . Relatório de atividades. DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro.quando a autoria for desconhecida (por exemplo: artigos de jornal sem autoria explícita. Brasília: SEF 1997. Carlos.. associações. Curitiba.. 1979. . Ilse. elatório 2001. 3. Caio. a entrada é feita pelo título. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO. . 1979. instituições). etc. Guia dos livros didáticos: 1ª à 4ª dos livros séries. ed. O termo anônimo não deve ser usado para substituir o nome do autor desconhecido.em caso de pu blicação assinada por e nt idade (órgãos gov ern am en tais. Lenilson Naveira. e) o nome é espanhol: GARCÍA MARQUES. Tristão de.). como segue: a) quando ligados por hífen: SCHERER-WARREN. Florianópolis... 1990. Rio de Janeiro: Schmidt. congressos.. ATHAYDE. Rio de Janeiro: Record.. SANTA CATARINA.quando os aut ores tê m sobr enom es compostos. c) quando um dos nomes é adjetivo: CASTELO BRANCO. seu nome é precedido pelo órgão superior ou pelo nome da jurisdição geográfica à qual pertence. 1993. .60. Gerência da vida: reflexões filosóficas. 1931. b) quando o segundo nome indica parentesco: PRADO JR. .. este deve constar na referência. em letras maiúsculas. p. d) o nome do autor é conhecido de forma composta: MACHADO DE ASSIS. esta deve ser indicada como autor.quando o autor for conhecido pelo pseudônimo. In: SILVA. Quando a entidade tem uma denominação genérica. 3 v. Anais. CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO. 10. Secretaria da Saúde. Curitiba: Associação Bibliotecária do Estado do Paraná. 212-213. estes devem ser escritos na ordem em que aparecem.. Gabriel. em pr esas. Debates pedagógicos. . desde que seja a forma adotada pelo autor. editoriais.

São Paulo: Saraiva. seguido de ponto. I. deve-se atribuir uma palavra ou frase que identifique o conteúdo do documento. 2. ______. . RODRIGUES. . modernidade e globalização . Salvador.3.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . entre colchetes. acrescentam-se letras minúsculas ao ano. RODRIGUES.. na seqüência alfabética ascendente.em casos de obras do mesmo autor publicadas no mesmo ano. RODRIGUES. 2002.quando se referenciam várias obras do mesmo au tor em uma mesma página. 1997b 3. SIMPÓSIO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO. CHIAVENATO. Turismo e espaço : rumo a um conhecimento interdisciplinar. São Paulo: Hucitec. Turismo.2 Regras quanto ao título e subtítulo . Brasília: Ministério da Educação. separados por dois pontos.. . Adyr Balastreri. 1989. sem chegar aos dois pontos. [Trabalhos apresentados]. São Paulo: Hucitec. substitui-se o nome do autor das referências subseqüen tes por u m t raço su bli near equivalente a seis espaços. apenas o título principal é grifado (negrito ou itálico).quando não existir título. Em caso do uso do subtítulo.o título e subtítulo (se for usado) devem ser apre sent ados tal com o f iguram no documento. 1997a. 1989.. 1997b. Carreira e competência: gerenciando o seu maior capital. 61 . 1997a.

: (No livro: Editora Atlas S. Das mulheres e das flores. Obs. Ana Maria. e ampl. Em caso de informações complementares à edição. 1974. São Paulo: Atlas. ALFONSO-GOLDFARB.n. ambos na língu a do document o.em caso de haver duas editoras. rev.. I. Antonio Joaquim. 2001. esta deve ser identificada na referência. . ZARIFIAN. 2001. indica-se a primeira ou a que estiver em destaque. Belo Horizonte: [s.3.].3 Regras quanto à edição e editora . São Paulo: Cortez. 2. Rio de Janeiro: Expressão e Cultura. ed.). os acréscimos devem ser indicados de forma abreviada. VALENCIA. 21. 2000. .quando não se tem o nome da editora. Metodologia do trabalho científico. .. Estudo de caso : planejamento e métodos. São Paulo: EDUSP.o nome da editora é indicado da forma como se apresenta no documento. Porto Alegre: Bookman. SEVERINO. (Coord.a partir da segunda edição.História da ciência: o mapa do conhecimento. ed. desde que sejam dispensáveis para a identificação.) . Robert K. P Objetivo competência: por uma nova lógica. MAIA. Já se forem três ou mais. Carlos A. abreviando-se os números ordinais e a palavra edição. 1995.se as design ações da n at u reza j ur ídica ou comercial. indicam-se ambas com os respectivos locais (cidades). indica-se a expressão sine nomine abreviada e entre colchetes [s.].A. . abreviando-se os pre nom es e su prim in do.n.62. 3. YIN.

são indicados como locais: São Paulo – Rio de Janeiro – Lisboa – Bogotá – Porto – Buenos Aires – Guatemala – Madrid. 1930.n. Sylvio. J. Discursos do pregador. [S. MG.o local (cidade) deve ser mencionado na referência tal como indicado no documento.l. OS GRANDES clássicos das poesias líricas. entre colchetes. CASTRO.quando o local é desconhecido. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil. Cria e recria. 1977.3. abreviadas. deve-se utilizar a expressão sine loco. .quando a cidade não aparece no documento. Viçosa. . [S. Obs.: s. LAZZARINI NETO. Viçosa.]: Ex Libris. abreviada e entre colchetes [S.]. dentre outros. acrescenta-se a abreviatura do Estado ou do país. RJ . BELTRÃO III. C.l. de M. deve ser indicada entre colchetes. . AL.: No documento de que trata a referência acima. Em caso de haver cidades com o mesmo nome. [São Paulo]: SDF Editores.].UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. mas pode ser identificada. . Viçosa. 1994. 1981.quando o local e a editora não puderem ser identificados no documento.quando houver mais de um local para uma só editora.4 Regras quanto ao local .. A prática da pesquisa. 63 . utilizam-se as expressões sine loco e sine nomine.l. indica-se o primeiro ou o mais destacado..

2. distribuição. entre colchetes.quando em indicações de meses. 3. ao final da referência devem ser indicadas. 2002. mar. divisões por bimestres. 3.6 Regra quanto à paginação . estes devem aparecer de forma abreviada. as estações do ano tal como figuram na publicação. . impressão ou apresentação (depósito) de um trabalho acadêmico.. por isso.5 Regras quanto à data A data é um elemento essencial à referência e. conforme as seguintes indicações: Um ano ou outro – [1996 ou 1997] Data provável – [2001?] Data correta. trimestre e semestres abreviados. trimestres. Quando nenhuma dessas datas puder ser determinada.1995. (publicação sem número de páginas) Paginação irregular. primavera 2000. sem. mas não indicada no documento – [1976] Uso de intervalos menores de 20 anos – [entre 1970 e 1985] Data aproximada – [ca. 1996. Aug.3. Autumm 1970. no lugar dos meses. estas informações devem ser transcritas da seguinte forma: os bimestres. as expressões: Não paginado.quando a publicação indicar.3.quando a publicação não apresentar número de páginas ou se a numeração for irregular. semestres ou estações do ano. 1950] Década certa – [196-] Década provável – [196-?] Século certo – [18-] Século provável – [18-?] . registra-se uma data aproximada. após o ponto final. 2001. no idioma original da publicação. seja ela de publicação.64. bim. 3./Sept. sempre deve ser indicada. 1995. maio/dez.. (publicação com paginação irregular) .

. a NBR 6023: 2002 da A BN T define .. etc. 1997. 2000. Caso seja indicado. Antônio. São Paulo: Atlas.4. se houver). tr adu tore s. c) o elemento ‘tradução’ e a indicação de subtítulo da obra são opcionais.1. Turismo e espaço: rumo a um conhecimento . Local (nome da cidade): Editora. dicionário. menção à edição exclusiva para assinante. 5 Para fins de elaboração de referências. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. Observações: a) os elementos essenciais são os de descrição obrigatória na elaboração da referência. .. b) indicação de apoio de entidade governamental à publicação referenciada. IS BN. Livros GRAMSCI. Maquiavel. o subtítulo não é grafado em negrito ou itálico. política Estado moderno. poden do variar conf orme o ti po de documento. como livros. enciclopédias. interdisciplinar.4 Modelos de elaboração de referências 3. científica. ano de publicação. indicação de coedit ores. Título da obra em negrito ou itálico (apenas a primeira letra em maiúscula. ao final da referência. científica ed.4. RODRIGUES. catálogo. a não ser em casos de nomes próprios). ao final da referência). Prenome e outros Sobrenomes (se houver. a política e o Estado moderno Tradutor: Maquiavel. i nf ormações descr iti vas sobre o docu men to (por exemplo: a) em caso de jornal. abreviado(s) ou não). A. São Paulo: Hucitec. 65 . LAKATOS. Assim.1 Monografias consideradas no todo5 Elementos essenciais – regra geral SOBRENOME do autor. quando necessário e de acordo com o docu me nto a ser referenciado. Luiz Mário Gazzaneo.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. Marina de A. monografia como o doc umento constituído de uma só parte ou de um número pré-estabelecido de partes que se complementam. Metodologia científica 3. são acrescentados elementos complementares para melhor identificá-lo. Número da edição (a partir da segunda edição. manuais. Eva Maria. b) alguns dos elementos complementares considerados na NBR 6023:2002 da A BNT são: n úm ero de págin as do docu men to. monografias). trabalhos acadêmicos (teses. 1988. dissertações. MARCONI. B.1 Monografias 3.

M. V. NBR 6023 : informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro: Delta. Bíblia Sagrada . 2002. Normas Técnicas ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. dissertação.. Rio de Janeiro. Universidade Federal de Minas Gerais. trabalho de conclusão de curso.Faculdade de Ciências Econômicas. Dicionário contemporâneo da Língua Portuguesa. Edição Ecumênica.66. Título : subtítulo. 1989. Tipo de documento [tese. Caldas. RODRIGUES. Bíblia BÍBLIA.. Ano de apresentação. 1989. ed. Prenome e outros Sobrenomes (se houver. Instituição. 1980. Belo Horizonte. Enciclopédia THE NEW Encyclopaedia Britannica: micropaedia. etc.] (o grau) – vinculação acadêmica. abreviados ou não). Português. Qualidade de vida no trabalho . Dissertações e Teses SOBRENOME do autor. Tradução de Padre Antônio Pereira de Figueiredo. 1986. Número de folhas ou volumes. 1980. 30 v. Chicago: Encyclopaedia Britannica. Rio de Janeiro: Encyclopaedia Britannica. 5 v. Dicionário AULETE. Dissertação (Mestrado em Administração) . ano da defesa. 3. 180 f. . local.

Universidade Camilo Castelo Branco. Disponível em: <http://www1.. MORGADO. São Paulo. . (Ed). (ABNT . excetuando-se nome próprio. Documentos online 6 Deve-se apresentar o endereço eletrônico entre os sinais < >. seguidos de ponto. 1997. 3.1. Enciclopédia e dicionário digital 98.html>. Manual de redação e estilo .br/redac/manual. Acesso em: 19 maio 1998. São Paulo: Delta: Estadão.L. Local: Editora. 3. A.L.4. se houver). HOUASSIS. Tese (Livre Docência) . G. Documentos em CD-ROM KOOGAN.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ CAMPOS. Edição (a partir da segunda. Universidade de São Paulo.1. 1998. ano. precedida da expressão Acesso em:. Para referenciá-las.estado.4. In: SOBRENOME. 6 Não se recomenda referenciar material eletr ônico de curta dur aç ão nas redes. Prenome do autor da obra como um todo. 51 f. 1990. cd-rom. N BR 6023:2002). volumes. A. sem negrito ou itálico). o nome após a expressão In: é substituído por 6 traços sublineares. Processamento de linguagens naturais através de funções recursivas de expressões regulares condicionais . 5 CD-ROM.C. O padrão da referência é: SOBRENOME. M. 67 . Prenome(s) e outro(s) Sobrenome(s) do(s) autor(es) da parte.. acrescidas de descrições físicas do meio eletrônico. precedido da expressão Disponível em: e a data do acesso ao documento. 105 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização) – Faculdade de Odontologia.: Nos casos em que o autor do capítulo ou do artigo é o mesmo da obra.Escola Politécnica. São Paulo. online.2 Monografias no todo em meio eletrônico São as monografias apresentadas em meio eletrônico como disquetes. artigos de coletâneas com autor e/ou título próprios. Título da parte (apenas a primeira letra maiúscula. 1990.. O ESTADO DE SÃO PAULO. Título da obra: subtítulo (se for o caso). capítulo ou outra forma de individualizar a parte referenciada. Reimplante dentário . 1990.com.3 Partes de monografia Inclui as referências de capítulos. segue-se as normas dos document os monográf icos n o t odo. Obs. São Paulo. 1990. etc.

7 Coletâneas são publicações compostas por artigos ou textos de vários autores em uma única obra. Acesso em: 25 jul. 1997.). etc.). In: TOLEDO. Da m esm a f orma que nas ref erê ncias de m onograf ias (completas ou partes). São Paulo: Atlas. as pu blicaçõe s pe riódicas tam bé m são referenciadas segu ndo as caract erísticas específicas de cada tipo. Curitiba. SOUZA. Eva Maria. seções.1990. geralmente há a indicação de um ou mais autores como responsáveis pela obra (Coordenador. volume ou fascículo de periódicos (artigos científicos de revistas. Artigo de coletânea7 AMADO.4 Parte de monografia em meio eletrônico Segue m.br/ livrosonline/leitura_32>. Viagem astral aos domingos. 1987. G.refletindo.2 Publicações periódicas Publicações periódicas abrangem os seguintes documentos: coleções completas. Maria Ester de (Org. etc. FREITAS. número de jornal ou caderno de jornal completo. 3.4.). Fernando C. Prestes. 1988. In: ______. bem como matérias apresentadas em u m n úmero. . B. 122-143. G. Coesão organizacional e ilusão coletiva. ed. BOUTHOUL. 3. Sociologia da administração . fascículo ou número de revistas.68. (Org.). Cultura e poder organizacional e novas formas de gestão empresarial. MACEDO. Rio de Janeiro: FGV. p.4. Organizador. In: MOTTA. Gilles.se as n ormas an ter iores para ref ere nciar part es de mon ogr af ias. reportagens. S. cap. matérias jornalísticas. 7. p. A.14-16. Capítulo de livro LAKATOS. In: ______. 103-115... Disponível em: <http://www. 5. 2000.. acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado.com. Rio de Janeiro: Guanabara. Reflexões para o silêncio. História das doutrinas políticas.1. Editor. N as coletâneas. editoriais. p. Vida psíquica e organização. Parte de uma obra MOSCA. Os primeiros agregados humanos..

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

3.4.2.1 Publicação periódica como um todo

Usa-se referenciar toda a coleção de um título de periódico em listas de referências e catálogos de obras preparados por bibliotecas, editoras ou livreiros. O padrão de referência é:
TITULO DO PERIÓDICO. Local de publicação (cidade): Editora, datas de início e encerramento da publicação, quando houver.

TRANSINFORMAÇÃO. Campinas: PUCCAMP 1989-1997. ,

CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO. Brasília: Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, 1972-

Obs.: quando a publicação está em vigor, apresenta-se o ano de início, acrescido de hífen e sem ponto final.

3.4.2.2 Partes de publicações periódicas Abrange volume, fascículo, números especiais e suplementos, sem título próprio. A referência padrão é:

TÍTULO DA PUBLICAÇÃO. Local: Editora, numeração do ano e/ou volume, numeração do fascículo, informações de períodos, datas de publicação.

VEJA. São Paulo: Abril, v.31, n.1, 15 jan. 1998.

... 69

70...

3.4.2.3 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas Inclui fascículos, volumes, números especiais e suplementos (com título próprio); além dos artigos, editoriais, comunicações, entrevistas, resenhas, reportagens e outros.

SOBRENOME, Prenome do Autor. Título da parte, artigo ou matéria. Título da Publicação , Local, numeração correspondente ao volume e/ou ano, fascículo ou número (conforme o caso), página inicial-final (quando se tratar de artigo ou matéria), data ou intervalo de publicação.

Obs.: se necessário, podem ser acrescentadas informações complementares que melhor identifiquem o documento.

GUIA Exame 2002: as 100 melhores empresas para você trabalhar. Exame, São Paulo, set. 2002. Edição especial. NUNES, Clarice. História da educação brasileira: novas abordagens de velhos objetos. Teoria
& Educação , Porto Alegre, n.6, p.151-182, 1992.

LEAL, Elisabeth J. M. Pesquisa e produção escrita. Turismo: visão e ação, Itajaí, v. 4, n.8, p.99109, abr./set. 2001. GURGEL, C. Reforma do Estado e segurança pública. Política e Administração, Rio de Janeiro, v.3, n.2, p.15-21, set. 1997.

3.4.2.4 Artigo e/ou matéria de revista, boletim, dentre outros, em meio eletrônico As referências seguem as normas indicadas para artigos e/ou matérias de publicações periódicas, conforme os tópicos anteriores, acrescentando-se a descrição física do meio eletrônico.

MALOFF Joel. A internet e o valor da “internetização”. Ciência da Informação , Brasília, v. , 26, n. 3, 1997. Disponível em: <http://www.ibict.br/cionline/>. Acesso em: 18 maio 1998. VIEIRA, Cássio Leite; LOPES, Marcelo. A queda do cometa. Neo Interativa, Rio de Janeiro, n.2, inverno 1994. 1 CD-ROM.

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

3.4.2.5 Artigo e/ou matéria de jornal Inclui editoriais, entrevistas, comunicações, reportagens, resenhas e outros. A referência padrão é:

SOBRENOME, Prenome do Autor (se houver). Título da matéria. Título do Jornal, Local de publicação, data de publicação. Seção, caderno ou parte do jornal, página da matéria.

Obs.: quando não houver caderno, seção ou parte, a página da matéria ou do artigo precede a data.

BEVILACQUA, Viviane. A fome dói, diz José, um brasileiro. Diário Catarinense , Florianópolis, 3 nov. 2002. Página Quatro, p.4. LEAL, L. N. MP fiscaliza com autonomia total. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, p. 3, 25 abr. 1999.

3.4.2.6 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico A referência segue a norma indicada no item anterior, acrescentando-se as informações sobre a descrição física do meio eletrônico.

HISTÓRIA, razão e fé. Folha de S. Paulo Online , São Paulo, 3 nov. 2002. Folha Opinião. Disponível em: <http://www.uol.com.br/fsp/opiniao/inde03112002.htm>. Acesso em: 3 nov. 2002.

... 71

do documento (anais. 3...4.1 Eventos como um todo Constitui u m tipo de pu blicação com o con ju nt o de docum en tos/t rabal hos apresentados ou reunidos em um evento. Acesso em: 21 jan.. Recife. 2000. WORKING CONFERENCE ON INFRASTRUCTURES FOR VIRTUAL ORGANIZATIONS: managing cooperation in virtual organizations and electronic business towards smart organizations.br/anais/anais. 2. acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado. 4. … 2000. anais. Florianópolis. Anais eletrônicos..3. como atas. 1996.ufpe. proceedings.. Anais. Recife: UFPe. .htm>. Disponível em: <http://www. O padrão de referência para esses tipos de documentos é: NOME DO EVENTO. 3.. Recife. CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe.) Local de publicação: editora. numeração (se houver).propesq. atas.. 4.2 Eventos como um todo em meio eletrônico A referência segue a norma anterior para publicação de documento de evento como um todo. 1996. Recife: UFPe..4.72. local (cidade) de realização. 1996. 1996. proceedings. 1997. Proceedings… Boston: Kluwer Academic Publishers. etc.3.3 Publicações em eventos 3. data da publicação. ano.. CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe. resultados. Título. dentre outros.4...

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

3.4.3.3 Trabalho apresentado em evento té cn ico- ci ent íf icos. A re fer ênci a dev e apresentar os seguintes elementos e forma:

São os artigos, comunicações, projetos, dentre outros trabalhos apresentados em eventos

SOBRENOME DO AUTOR, Prenome e outros Sobrenomes do Autor (se houver, abreviados ou não). Título do trabalho apresentado. In: NOME DO EVENTO, numeração do evento (se houver)., ano, local de realização do evento. Título... (Anais, Proceedings, Resumos, etc.) Local de publicação: Editora, data de publicação. página inicial-página final do trabalho referenciado.

RODRIGUES, M. V. Uma investigação na qualidade de vida no trabalho. In: ENCONTRO ANUAL DA ANPAD, 13., 1989, Belo Horizonte. Anais… Belo Horizonte: ANPAD, 1989. p. … 455-468.

3.4.3.4 Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico

Segue a norma de referência indicada no item anterior, acrescida das informações do meio eletrônico utilizado.

SILVA, R. N.; OLIVEIRA, R. Os limites pedagógicos do paradigma da qualidade total em educação. In: CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe, 4., 1996, Recife. Anais eletrônicos... Recife: UFPe, 1996. Disponível em: <http://www.propesq.ufpe.br/anais/anais/ educ/ce04..htm>. Acesso em: 21 jan. 1997. GUNCHO, M. R. A educação à distância e a biblioteca universitária. In: SEMINÁRIO DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 10., 1998, Fortaleza. Anais... Fortaleza: Tec Treina, 1998. 1 CD-ROM.

... 73

74...

3.4.4 Documentos jurídicos 3.4.4.1 Legislação Estão incluídos nesse tipo de documento: a Constituição, emendas constitucionais, textos legais (leis ordinárias, medidas provisórias, decretos, resoluções do Senado Federal); normas de instituições públicas e privadas (resolu ções, portarias, ordem de serviço, comunicado, instrução normativa, circular, dentre outros). A referência é elaborada com base n a n orma padr ão, podendo ser acrescentados elementos complementares, caso sejam necessários.

JURISDIÇÃO (ou cabeçalho da entidade, caso tratar-se de normas). Título do documento. Especificação do documento (ex.: Diário Oficial, Código civil, Lex), Local (cidade), numeração (volume, número e páginas, conforme o caso), data.

Obs.: quando a referência for de Constituições e suas emendas, entre o nome da jurisdição e o título acrescenta-se a palavra Constituição, seguida do ano de promulgação, entre parênteses.
BRASIL. Constituição (1988). Emenda constitucional nº 9, de 9 de novembro de 1995. Lex: legislação federal e marginália, São Paulo, v.59, p.1966, out./dez. 1995.

SÃO PAULO (Estado). Decreto nº 42.822, de 20 de janeiro de 1998. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência, São Paulo, v. 62, n. 3, p.217-220, 1998.

BRASIL. Decreto-lei nº5.452, de 1 de maio de 1943. Aprova a consolidação das leis do trabalho. Lex: coletânea de legislação: edição federal, São Paulo, v. 7, 1943. Suplemento.

BRASIL. Código civil. 46. ed. São Paulo: Saraiva, 1995.

3.4.4.2 Jurisprudência

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. In: ______. Súmulas. São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil, 1994. p.16.

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Hábeas-corpus nº 181.636-1, da 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Brasília, DF 6 de dezembro de 1994. Lex: jurisprudência do , STJ e Tribunais Regionais Federais, São Paulo, v. 10, n. 103, p. 236-240, mar.1998.

3.4.4.3 Doutrina Refere-se a qualquer discussão técnica sobre questões legais publicadas na forma de monografias, artigos de periódicos, papers, etc. A doutrina é referenciada conforme o tipo de publicação.
BARROS, Raimundo Gomes de. Ministério Público: sua legitimação frente ao Código do Consumidor. Revista Trimestral de Jurisprudência dos Estados, São Paulo, v. 19, n. 139, p. 53-72, ago. 1995.

3.4.4.4 Documento jurídico em meio eletrônico Para este tipo de documento, o padrão de referência segue a norma indicada para documentos jurídicos (itens anteriores), acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado.
BRASIL. Regulamento dos benefícios da previdência social. In: Sislex: Sistema de Legislação, Jurisprudência e Pareceres da Previdência e Assistência Social. [S.l.]: DATAPREV 1999. 1 CD-ROM. ,

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. Não é admissível, por ato administrativo, restringir, em razão de idade, inscrição em concurso para cargo público. Disponível em: <http:// www.truenetm.com.br/jurisnet/sumusSTF .html>. Acesso em: 29 nov.1998.

3.4.5 Patente
ENTIDADE RESPONSÁVEL e/ou autor. Título. Número da patente, datas do período de registro.

EMBRAPA. Unidade de Apoio, Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação Agropecuária (São Carlos, SP). Paulo Estevão Cruvinel. Medidor digital multissensor de temperatura para solos. BR n. PI 8903105-9, 26 jun. 1989, 30 maio 1995.

... 75

Gainesville. Escalas variam.: Nota sobre a referência/arquivo digital 8 : 1999071318.6 Documento cartográfico Abrange: atlas. GOES-08: SE.1 Documento cartográfico em meio eletrônico O documento cartográfico segue os padrões indicados anteriormente. Local: Editora. GIF. 3. data de publicação. 13 jul. 3. Disponível em: <http://www. . Acesso em: 15 jan.000. color.4. 1999071318.flmnh.ufl.11.4. porém com as devidas informações referentes ao meio eletrônico em que é apresentado. 1994. 8 ABNT. 1999. 1931-2000 Brazil’s confirmed unprovoked shark attacks. 1999 (data da captação). GOES (denominação do satélite). Título. globo e fotografia aérea. 2002.. Escala 1:40. [2000?]. Regiões de governo do Estado de São Paulo. 1 atlas. FLORIDA MUSEUM OF NATURAL HISTORY.000. Itajaí: UNIVALI.6. Especificação do documento. 08 (número do satélite na série).000. O padrão de referência é: AUTOR. UNIVALI (instituição geradora). Obs.76.GIF (título do arquivo). 17:45Z. SP).edu/fish/Sharks/statistics/Gattack/map/Brazil. Itajaí (local). Escala. 1 disquete. ATLAS Mirador Internacional. IR04. NBR 6023:2002. São Paulo. 1 mapa. National Oceanic and Atmospheric Administration. 1999. mapa. Rio de Janeiro: Enciclopédia Britânica do Brasil. 17:45Z (horário zulu). 13 jul. Escala 1:2. SE (localização geográfica). ESTADOS UNIDOS. INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo. 557 Kb. p. 1981. IR04 (banda). 1 atlas. 1 imagem de satélite.jpg>. 3 ½ pol. 557 Kb (tamanho do arquivo)..

. Especificação do documento.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. caso seja necessário. 2000. 25 cm x 25 cm. KOBAYASHI.1 Documento iconográfico em meio eletrônico GEDDES. Anne.jpg.7 Documento iconográfico Refere-se a gravuras. 51 Kb. 1 fotografia. transparências. [Sem título]. 25 cm x 20 cm. 1 disquete.7. 1980. Título. BRITTO. 3. Data. Geddes 135. pinturas. desenho técnico. Largura: 376 pixels.4. Romero. cartazes. Quando não existir título para o documento.. O padrão para referenciar esses tipos de documentos é: AUTOR. deve-se atribuir uma denominação ou indicar [Sem título] entre colchetes. 77 . color. Formato JPEG. São Paulo: UMIBO. 1 gravura.. 19 transparências. K. diapositivo.. 1982. diafilme. 1999. fotografias. Também podem ser acrescentados elementos complementares do documento à referência. Altura: 432 pixels. color. NOVAS descobertas para o terceiro milênio. Doença dos xavantes. dentre outros.4. 5 ¼ pol. .

Diretor.. 1 bobina cinematográfica (106 min). son. Direção: Walter Salles Júnior. conforme o caso). Deve-se seguir o seguinte padrão: TÍTULO.78. São Paulo: SENAI-SP.9 Documento sonoro Compreende discos. videocassetes. Local: Gravadora (ou equivalente). SILVA.4. Circuladô vivo. 1 CD. data e especificação do suporte em unidades físicas. color. entrevistado.. Título. 1998.. Produção: Martire de Clermont-Tonnerre e Arthur Cohn. Luiz Inácio Lula da. 1991. Rio de Janeiro: Riofilme. fitas cassete. 1 video sonoro. VELOSO. 2001. Entrevistadores: V Tremel e M. também deve ser seguido o seguinte padrão: COMPOSITOR (ou intérprete. CENTRAL do Brasil. 3. Brasília: SENAI/DN. Departamento Nacional. Especificação do documento. No caso de entrevistas gravadas que necessitam ser referenciadas. . Caetano. dentre outros.. Local: Produtora. 1992. . 2 cassetes sonoros. São Paulo: Polygram.4.8 Imagem em movimento Envolvem as referências de filmes. etc. CDs (compact disc). DVD. Produção do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial. Garcia. 1991]. data. 3. 35 mm. Produtor (conforme as informações disponíveis). PORTADOR de necessidades especiais no trabalho: depoimentos. Luiz Inácio Lula da Silva: depoimento [abr.

dentre outros). Version 4. . As mensagens de correio e le trônico “devem ser 9 referen ciadas meio eletrônico s omen te quando não se dispuser de nenhuma outra fonte para abordar o Abrange os documentos do tipo base de dados. monumentos. 18-]. 1998.doc.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. 9 3. 1 escultura variável. etc. 5 fonte científica ou técnica de disquetes..11 Documento de acesso exclusivo em MICROSOFT Project for Windows 95. Descrição física do in terpes soal e efêmero. objetos de museu. 1995. atribuir denominação ou indicar [Sem título] entre colchetes). Escultura para viajar. BULE de porcelana.10 Documento tridimensional Abrange as esculturas. quando identificado). maquetes. Data. A referência desses documentos deve apresentar o seguinte padrão: AUTOR (criador artístico do objeto. 13). p. O padrão para referência é: Mensagens trocadas por email têm caráter informal. AUTOR(es)se for o caso.l.1. assunto em discussão. arquivos em disco rígido. Curitiba. programas de computador. Versão (se houver).. DUCHAMP. Especificação do objeto. [China: Companhia das Índias. objetos e suas representações (fósseis. 1 bule. mensagens eletrônicas. Normas.4. 1918.]: Microsoft Corporation. 79 . Marcel. Título (do serviço ou produto). desaparecem rapidamen te. animais empalhados. e meio eletrônico. não sendo recomendável seu uso como UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ.4. Título (caso não exista. esqueletos.” (ABNT. pesquisa. listas de discussão. Biblioteca Central. NBR 6023:2002. [S. 1 CD-ROM.

80. O que é sociologia? 7.23.4. J. São Paulo: Publifolha. n.4. 1999.fat. São Paulo: Brasiliense. Carlos B. documentos mimeografados e digitados. Apostila. 3. Como fazer apresentações. 3. 1997. In: FUNDAÇÃO TROPICAL DE PESQUISAS E TECNOLOGIA “ ANDRÉ TOSELLO”. São Paulo. SC.. Digitado. 2. textos não publicados. 2002. E. J. podem ser acrescentados. Acesso em: 30 maio 2002. LEAL. sem destaque. ÁCAROS no Estado de São Paulo.br> em 11 nov. 3. se houver. Disponível em: <http://www. MARQUES. MARINS.ed. (Série Sucesso Profissional: seu guia de estratégia pessoal). Italvino.13 Séries e coleções Nesses tipos de publicações. 1991. L. Memorial [mensagem pessoal]. Radiologia Brasileira. 1978.univali. RUBIROSA. No prelo. Modelos matemáticos: exercícios didáticos. Responsável técnico Delosmar R. C. 1990.ed. (Primeiros Passos. ao final da referência. M. HINDLE. Bastos. Tim. apostilas. 1985. Mensagem recebida por <simonegf@sj.org.bdt. M. .14 Notas Como notas podem ser incluídos os seguintes documentos: publicações no prelo. Tubarão. entre parênteses. Base de Dados Tropical. Estas informações devem ser apresentadas ao final da referência. MARTINS. 57). Niterói.. Os princípios da gestão moderna. Bula de remédio. os títulos das séries e/ou coleções e a respectiva numeração. Massa calcificada da naso-faringe.12 Bula de remédio RESPRIN: comprimidos. São José dos Campos: Johnson & Johnson.4.br/ acaro/sp/>. 1984.

no que couber. se for o caso: v.TCC. im presso longitu dinalmente. Por outro lado.que abrange as folhas que constituem o trabalho (Apêndice A). impresso da mesma forma que o do autor. 81 . Em caso de trabalhos relacionados às disciplinas de graduação. as seguint es informações: a) nome da instituição (opcional). b) título do trabalho. esses elementos podem ser adapt ados ou at é me smo desconsiderados.Lombada (opcional): é a parte lateral da capa que reúne as folhas do trabalho. A estrutura de trabalhos acadêmicos compreende elementos prétextuais.Capa (obrigatório): é a cobertura externa capa dura . g) ano da entrega (4 dígitos). tais como fichamentos. dissertações.. dissertações e trabalhos de conclusão de curso é obrigatório seguir a orientação da norma.2) . se houver. e) número de volumes (se houver mais de um. que def in e os pri ncípios gerais par a elaboração de teses. para elaboração de teses. resenhas. . deve ser especificado o respectivo volume em cada capa). trabalhos de graduação interdisciplinares TGI.1 Elementos pré-textuais . papers e relatórios. onde devem ser impressos: a)n om e do au tor. uma vez que tais trabalhos têm estrutura própria. c) título. d) subtítulo. Deve conter. seqü encialmen te. f) local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado. a trabalhos de graduação intra e extra-classe.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 4 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS A estrutura de trabalhos acadêmico-científicos é orientada pela NBR 14724:2005 da ABNT. trabalhos de conclusão de curso de aperfei çoamen to e/ou especialização e outros. c) identificação de números (volume. trabalhos de conclusão de cursos de graduação . 4. do alto ao pé da lombada. b) nome do autor. textuais e pós-textuais.. Suas orientações também se aplicam.

e m caso de t rabalh os qu e dev am ser depositados em biblioteca. apresenta-se a ficha catalográfica. Essa f ich a de ver á ser con feccion ada por profissional bibliotecário. d) número de volumes. conforme o Código de Catalogação Anglo-Americano vigente.Agradecimentos (opcional): menção a pessoas e/ou instituições que contribuíram de forma relevante para o desenvolvimento do trabalho. . trabalho de conclusão de curso. dissertação. e) data de aprovação. devem ser apresentados. h) ano de entrega (4 dígitos).). dissertações ou trabalhos de conclusão de curso de graduação ou especialização. centralizadas na página (Apêndice C): a) nome do autor trabalho.. As informações são apresentadas em colunas como no exemplo abaixo: Folha Linha Onde se lê Leia-se .Folha de rosto (obrigatório): no anverso (página da frente da folha). c) subtítulo (se houver. os seguintes elementos (Apêndice B): a) nome do autor do trabalho. após a dedicatória e devem se limitar ao estritamente necessário.82. etc. f) nom e. como as teses. área de concentração.Dedicatória (opcional): o autor dedica sua obra ou presta homenagens a pessoa(s). preciso. Aparecem em folha separada. com a identificação do conteúdo que permita a indexação).A data de aprovação e as assinat ur as são colocadas após a apr ov ação do trabalho. No verso da folha de rosto. b) título principal do trabalho (claro. . obtenção de determinado grau. b) título do trabalho e subtítulo (se houver). etc. . a dedicatória deve ser localizada na parte inferior direita da folha. f) nome do orientador e do co-orientador (se houver). . .) e o seu objetivo (por exemplo: para aprovação em disciplina. sua subordinação ao título principal é demonstrada pelos dois pontos que o precedem). c) texto contendo a natureza. nome da instituição a que é submetido. g) local (cidade) da instituição.Folh a de aprovação (obrigatório): é apresentada logo após a folha de rosto e deve conter as segu intes informações. em seqüência. ti tu lação e assin at ur a dos componentes da banca examinadora e instituições a que pertencem.Errata (opcional): consiste em lista das folhas e linhas onde há erros. objetivo e nome da instituição a que é submetido. com as respectivas correções. d) área de concentração.. parte inferior da página. e) nota contendo a natureza do trabalho (tese. se houver mais de um.

.4.. seções (ou tópicos) e outras partes de uma publicação (ou trabalho).ordenadas segun do determ inado cri tério. não deve vir entre aspas. . ditado ou parte de um texto que o autor deseja destacar. escrit o por ext enso.Epí grafe (opcional): aparece após os agradecimentos. esque mas. or ganogram as. também denominadas seções primárias). d) os indicativos das seções que compõem o sumário.Lista de abreviaturas e siglas (opcional): é a relação alfabética de abreviaturas e siglas con ti das n o t ext o.) na ordem em que aparecem no texto. na ordem em que se apresentam no texto. com respectivos nomes e números de página. Consiste na transcrição de uma frase. c) os elementos pré-t extu ais não devem aparecer no sumário. que é uma lista "de palavras ou frases.3 da Parte II deste documento). da Parte I deste documento.Su mári o (obrigatór io): é a re lação enumerada das divisões. etc.Lista de ilustrações (opcional): identifica as ilustrações (quadros. fora de parênteses. da Parte II deste documento). (Atenção! Em artigos científicos o resumo em língua estrangeira faz parte dos elementos pós-textuais . Também é recomendada a elaboração de lista própria para cada u m dos t ipos (abreviatura ou sigla). na ordem em que aparecem.. desen hos. Apesar de ser escrita por outra pessoa.Lista de símbolos (opcional): apresenta o conjunto de símbolos utilizados no texto. abaixo do texto. . A autoria da mensagem deve ser apresentada do lado direito.Resumos de trabalhos acadêmico-científicos. p. Indica a página inicial em que se localiza a parte correspondente (Apêndice D). Na elaboração do sumário deve-se observar os seguintes aspectos: a) o sumário tem o título centralizado. pensamento. gráficos." (NBR 6027:2003. Sua elaboração é detalhada no t ópico 2 (R esu mos de trabalhos acadêm icocientíficos). Epígrafes tam bém podem ser colocadas na abertura das divisões do texto (capítulos). . qu e localiza e re mete para as in form açõe s con ti das n o tex to. b) a subordinação dos itens do sumário é destacada usando-se os mesmos tipos de fonte utilizados no texto.Lista de tabelas (opcional): identifica as tabelas. Atenção! O sumário não deve ser confundido com o índice. . por considerar significativo e inspirador em relação ao seu trabalho. recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo de ilustração. 2). com respectivos nomes e números de página.ver seção 5. . mapas. com o respectivo significado. fluxogramas. grafado com o mesmo tipo de fonte utilizado para os capítulos (ou divisões principais do texto.Resumo na língua vernácula (obrigatório): consiste na apresentação concisa do texto por meio de uma seqüência de f rases objetivas e seguidas de palavras-chave. Se necessário. 83 . devem ser alinhados à esquerda. . segui das do seu signi ficado (expre ssõe s ou palavras correspon dentes).UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . na mesma ordem e grafia em que se sucedem no texto. se houver. .Resumo em língua estrangeira (obrigatório): deve ser apresentado em folha separada do resumo anterior (ver o tópico 2 .

f inalizan do com uma conclusão. destaca sua importância e seus limites quanto à extensão e à profundidade.2 Elementos textuais Os elementos textuais. me todologia. ou os n úme ros das págin as ini cial e f inal. . contextualiza-o. são ali nh ados pela m ar ge m do tí tu lo correspondente ao indicativo mais extenso. . de u m modo geral . n a(s) página(s) que antecede(m) imediatamente o texto. os elementos essenciais que integram esta parte do trabalho são: fundamentação teórica (r evi são bibl iogr áf ica). apresenta o problema ou tema central do estudo ou da pesquisa. O sumário é o último dos elementos prét extu ais. separados por hífen (ex. Conf orme o tipo de trabalh o.. os elementos que integram o desenvolvimento do trabalho poderão variar nas suas divisões e subdivisões. análise e interpretação dos resultados. além de aspectos metodológicos. . o tex to acadêm ico-cien tífico se inicia com uma in trodu ção. apresentação. 4. t eorias e principais idéias sobre o tema focalizado.: 32). Nela são descritos os conceitos.Introdução Consiste na apresentação geral do trabalho. ou seja. con st itu em. à qual se segu e o desen volvim ento. em função da sua natureza e da área de conhecimento a que pertencem. Da mesma forma que na introdu ção. o sumário de toda a obra deve ser incluído em todos os volumes. há distintos modos de organizar o texto. e)os títu los e su btítulos (se h ouver). Trata-se da parte inicial do texto em que o autor aponta os seus propósitos e as linhas gerais que orientaram seu pensamento. com uma definição clara. que seguem os indicativos das seções. apenas que esta é a seqü ência usual de qualquer t exto acadêmico. portanto. Se o trabalho compreender mais de um volume.84.: 32-49). Isso não significa dizer que essas part es sejam n ecessariame nt e assi m intituladas ou subdivididas. está localizado.se com base no ti po e nos objetivos do trabalho acadêmico-científico. excetuados os elementos obrigatórios. Em caso de relatórios de pesquisa científica..Desenvolvimento É a parte mais extensa e consistente do trabalho. concisa e objetiva do tema e a delimitação precisa das fronteiras do estudo em relação ao campo selecionado e ao problema a ser estudado. No en tant o. de modo que a consulta a qualquer dos volumes permita o conhecimento do conteúdo todo. resultados e interpretação do estudo quando se tratar de um relatório de pesquisa. fornece uma visão global do assunto tratado (contextualização). assim como os prétextuais. área de conhecimento ou metodologia adotada. f) para a paginação pode-se utilizar o número da pr imei ra página (ex.

Nos trabalhos acadêmi co-cien t ífi cos a li stagem de referê ncias deve ide ntif icar as f ontes/ documentos mencionados (referidos) no texto. .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . Pode também indicar questões dignas de novos estudos. com a indicação de sua localização no texto.: APÊNDICE A – Roteiro de entrevista). extraídos de um documento. seguidas de travessão e respectivo título (Ex. assuntos. utilizados no trabalho.Conclusão Como parte final do texto. 4. além de sugestões para outros trabalhos. comprova ou ilustra o seu conteúdo. dentre outros). apontando-se o alcance e o significado de suas contribuições.Anexo(s) (opcional): texto ou documento não elaborado pelo au tor do trabalho. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas.Glossár io (opci onal): lista em ordem alfabética de expressões ou termos técnicos específ icos de uma determ inada área. Os anexos são identificados por letras maiúsculas consecutivas.Apêndice(s) (opcional): texto ou documento elaborado pelo autor. . .3 Elementos pós-textuais . da Parte II deste documento. consiste na revisão sintética dos resultados e da discussão do estudo realizado. seguidos de suas respectivas definições. A con clu são deve apresent ar dedu ções lógicas correspon dent es aos propósitos prev iamen te estabelecidos do t rabalho. nomes geográficos. complementar ao seu trabalho. seguidas de travessão e respectivo título (Ex. que complementa. Tem como objetivo destacar as principais questões tratadas no trabalho acerca do estudo desenvolvido.Índice (opcional): listagem detalhada de palavras ou expressões ordenadas a partir de critérios específicos (nomes de pessoas.: ANEXO B – Estrutura organizacional da Empresa Alfa). 85 . segun do a NBR 6023:2002 da ABNT. . possibilitando sua identificação individual... As orientações para sua elaboração.Referências (obrigatório): constitui o conjunto padronizado de element os descrit ivos. . encontram-se no tópico 3 – Elaboração de Ref erências de Tr abal hos Acadêm icoCientíficos.

86. ...

Já na folha de aprovação. Entretanto. As ref erên cias apresent adas ao final do trabalho devem ser separadas entre si por dois espaço simples.. no caso de dissertações e teses. as informações sobre o trabalho. com form at o A.5. data de aprovação e identificação da ban ca exami nador a deve m ser centralizadas (Apêndice C).5 entre linhas. recomendam-se Times New Roman ou Arial. O texto é digitado no anverso da folha (frente). objetivo. como prescreve a NBR 14724:2005 da ABNT. Quanto ao tipo da fonte. com exceção da folha de rosto. referências.5. notas de rodapé. Para digitação recomenda-se a utilização de font e tamanho 12 para t odo o text o e tamanho menor (11 ou 10) e uniforme para citações longas (mais de três linhas).4 (21 cm x 29. sem brilho. . margens direita e inferior: 2 cm.2 Margens e espacejamento As páginas devem ser configuradas nas seguintes dimensões: margens esquerda e superior: 3 cm. legendas de ilu strações e de t abelas. a nota de identificação do trabalho deve ser alinhada do meio da página para a margem direita (Apêndice B). com exceção das citações longas (com mais de três linhas). f icha catalogr áf ica e nota de identificação do trabalho apresentada na folha de rosto (indicando a natureza do trabalho. O texto deve ser digitado com espaço 1. 5. algumas normas gerais devem ser seguidas.7 cm ).UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 5 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICOCIENTÍFICOS O projeto gráfico de um trabalho acadêmico é de responsabilidade do seu autor. 87 . digitados n a cor preta (excetuando-se as ilustrações). Na folha de rosto. Também os títulos das subseções são separados do texto que os precede e que os sucede por dois espaços de 1.1 Formato Os trabalhos acadêmico-científicos devem ser apresentados em papel branco.. Os títulos das seções devem começar na parte superior da folha e ser separados do texto que os sucede por dois espaços de 1. notas de rodapé. nome da instituição a que é submetido e área de concentração) que devem ser digitadas em espaço simples. em cuj o verso é im pr essa a f ich a catalográfica. 5. pagin ação e legen das de ilustrações e tabelas.

seguido do número que lhe f or atribu ído na seqüência do assunto e separado por ponto." (NBR 6024:2003). Havendo apêndice(s) e anexo(s).2 .1. Repete-se o mesmo processo em relação às demais seções.2 3 3. 5.3 Paginação Todas as folhas do trabalho são contadas seqüencialmente.2 2.1.2. alinhado à margem esquerda. por sua vez.88.2..1.1 3.3 Seção quaternária 1.1. Empregam -se algarismos arábicos para numerar as seções de um texto. terciária. a partir da folha de rosto. Esse indicativo numérico. Exemplo: Seção primária Seção secundária 1 2 1.1. no canto superior direito da folha. 5. A nu meração é colocada a partir da primeira folha da parte textual.1 2.1. contendo a exposição ordenada do assunto.1 "O indicativo de uma seção secundária é constituído pelo indicativo da seção primária a que pertence. sendo de le separado por um espaço. embora as páginas preliminares (pré-texto) não sejam n umeradas. quaternária.1. a qual. pode se dividir em seção secundária.1 2.1 2.1 2.1.4 Títulos e indicativos numéricos São denominadas seções as partes em que é dividido o texto de um documento. A principal di vi são do te xto de u m docum ent o é denominada seção primária.1 2.1..1. suas folhas são numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento à do texto principal.1 2. pre cede o títu lo da seção. Seção terciária 1. a 2 cm da borda superior. etc. em algarismos arábicos.

d) a segunda e demais linhas do texto da alínea começam abaixo da primeira letra da primeira linha. caixa alta ou versal.1 Os títulos de errata. sumário. A identificação de ilustrações deve aparecer na parte in ferior. precedida da palavra designativa seguida de seu número de ordem . Muitos autores. usando-se de forma racional os seguintes recursos: negrito. qu adros. terminam em ponto-e-vírgula. 5. porém devem estar diretamente relacionadas com o conteúdo da informação. qu e obri gatoriamen te corresponde ao título da seção. dentre outros. c) o texto de cada alínea inicia com letra minúscula e termina com ponto e vírgula. 5. usam-se alíneas.. resumos.1. em 2. ... A citação de indicativos de seções no texto é feita conforme os exemplos seguintes: .2. na seção 3 relatou-se. preferem adotar o parágrafo tradicional e formal nos textos técnicos (com recuo de 1. colocado sob a primeira letra do texto da alínea e dele separadas por um espaço.6 Ilustrações As ilustrações abrangem: desenhos. nesse caso. esqu emas. O título das seções é colocado após seu indicativo numérico.. itálico ou grifo.. deve ser mantida em todo o trabalho. b) as letras indicativas das alín eas são re en tradas em r elação à margem esquerda.. qualquer que seja a forma adotada. as dem ais linh as da subalínea i niciam igualmente abaixo da primeira letra.. listas.27 cm). ver 1. Atenção! Em relação ao itálico. gráficos.. glossário.. exceto a última que termina em ponto. Dispõem-se as alíneas na seqüência de um texto (que termina em dois pontos) do seguinte modo: a) ordenam-se as alíneas alfabeticamente.. adotando-se. agradecimentos. anexo(s) e índices não recebem in di cat iv os n um éri cos e dev em ser centralizados (NBR 14724:2005). se m que h aj a necessidade de intitulá-los.. pois do contrário não contribuirão para a análise.. com exceção da última. referências.. o espaçamento duplo entre os parágrafos. As alíneas. Têm por objetivo possibilitar a transmissão de dados e informações de modo mais atraente. no in te rior de um a seção. hífen ou travessão não são usados após o indicativo da seção ou de seu título. fotos. No entanto. fluxogramas. dele separado por um espaço. O texto. apêndice(s). Quando for necessário dividir a alínea em subalíneas. . Os tí tu los das se ções são destacados gradativamente. estas devem começar com um hífen. 89 . e redondo.5 Parágrafo Modernamente a forma de parágrafo recuado está sendo abolida. Hav endo ne cessidade de enumerar diversos assuntos ou itens.. se inicia em ou tra li nh a. or gan ogram as. mapas.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Ponto. porém. ressalta-se que este recurso deve ser usado para grafar palavras estrangeiras.

. t ais indicações devem ser feitas sem abreviações. As tabelas têm numeração independente e consecutiva e a sua identificação (título) é colocada na parte superior (topo). repetindo-se o cabeçalho das colunas indicadoras e os indicadores de linha. qu an to à su a local ização e apresentação gráfica. Quando não couber em uma folha. A moldura compreende.cada página deve ter o contéudo do topo e o cabeçalho da tabela ou o cabeçalho da parte. uma abaixo da outra.se ultrapassar o tamanho da página em número de colunas e tiver poucas linhas. pode se r apresentada em duas partes. e da fonte. deve: a) estar inserida o mais próximo possível do trecho do texto a que se refere. 5. A tabela. A t abe la não de ve t er t raços v ert icais delimitadores à direita e à esquerda. do respectivo título e/ou legenda explicativa. breve e clara que dispense consulta ao texto. . 28): .o con te údo do rodapé deve se r apresentado na página de conclusão. O título indica a natureza e as abrangências geográfica e te mporal dos dados n um éri cos. . preferencialmente sem abreviações. uma única página. conclusão para a última e continuação para as demais.se t iv er poucas colu n as. . Figura 3. Quadro 5). . pode ser apresentada em duas ou mais partes. precedida da palavra Tabela e de seu número de ordem em algarismos arábicos.. b) ter moldu ra para est ru turar os dados nu méricos e termos necessários a sua compreensão. preferencialm ent e.cada página deve ter colunas indicadoras e seus respectivos cabeçalhos.. lado a lado.90. Q uanto à disposição das in formações. por extenso.IBGE (1993). três traços horizontais paralelos: o primeiro separa o topo. após o fio de fechamento. no mínimo. O cabeçalho da tabela indica o conteúdo das colunas com palavras ou notações claras e concisas. o segundo. de forma clara e concisa.7 Tabelas As tabelas servem para descrever dados e informações relevantes para o estudo ou ilustrar o conteúdo em desenvolvimento. sintetizadas a seguir. 1993. na mesma página. As tabelas apresentam inf ormações tratadas estatisticamente e seguem as orientações da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . com um traço vertical duplo separando as partes e repetindo-se o cabeçalho.cada página deve ter uma das seguintes indicações: continua para a primeira. . a tabela deve ser apresentada em duas ou mais partes (IBGE. A indicação da(s) fonte(s) das informações contidas em uma tabela e notas eventuais aparecem em seu rodapé.o traço horizontal da moldura que separa o rodapé deve ser apresentado somente na página que contenha a última linha da tabela. As ilustrações devem ser inseridas o mais próximo possível do trecho do texto a que se referem. de ocor rência n o te xto e m algarismos arábicos (Exemplo: Gráfico 1. c) ocupar. também é preciso seguir alguns critérios: . p. o espaço do cabeçalho e o terceiro. o rodapé.

9). numeradas com algarismos arábicos entre parênteses.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ a) não se deve deixar “casas” vazias em uma t abel a. os nomes ou 5. Exemplo: x 2 + y2 = z2 (x + y )/5 = n 2 2 (1) (2) .se à margem esqu erda da primeira coluna.quan do. p. Significado correspondente b) a fonte da tabela indica a origem ou a instituição responsável pelo fornecimento ou elaboração dos dados e informações nela contidos. entrevistas ou observação). a partir de pesqui sa de campo (com o uso de questionários. podem ser u til izadas como f ont e as seguintes expressões: ‘pesquisa de campo’. / ou – X . para tant o exi stem sím bolos estabelecidos por convenção internacional: Símbolo Z . alinh ando. multiplicação e divisão. ‘en trevist as realizadas’.8 Equações e fórmulas Devem aparecer destacadas no texto para facilitar a leitura e.. ‘questionários aplicados’. por exemplo). conforme o caso.. As tabelas de um a publi cação deve m apresentar uniformidade gráfica nos corpos e tipos de let ras e nú meros. quan do os dados se originarem de diversas fontes. c) em caso da fonte tratar-se de pessoa física. caso seja necessário. devem ser interrompidas antes do sinal de igualdade ou depois dos sinais de adição. no uso de maiúsculas e nos sinais gráficos utilizados.. responsáv el pelos dados levantados e apresentados. pela natureza do fen ômeno. ‘observação direta’. a palavra ‘fonte’ deve ser colocada após o traço inferior da tabela. o dado não existir -quan do o dado for rigor osamente zero -quan do não se dispu ser do dado -quan do os dados anterior es ao símbolo não forem comparáv eis aos posteriores -quan do o dado for omitido para evitar a in dividualização da infor mação siglas são separados por vírgula. quando as tabelas são elaboradas com base em fontes que constituem documentos do próprio autor do trabalho (apresentação dos dados. 91 . alinhados à direita. Qu ando as equações ou f órmu las ultrapassarem uma linha por falta de espaço.. utiliza-se como fonte o autor. ín di ces e ou tros)” (NBR 14724:2005. “Na seqüência normal do texto é permitido o uso de uma entrelinha maior que comporte seus elementos (expoen tes. subtração. ‘formulários preenchidos’.

2001. dissertação. 5. A aventura sociológica: objetividade. ______. 1978. OLÍMPIO. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 1989. resumo. J. Os cientistas precisam escrever: guia de redação para cientistas. ______. relatório. 2003. Rio de Janeiro. 2003. CASTRO. descrição. 1988.ed. BARRASS.J. 2. p. 4. Redação de textos científicos.L. São Paulo: T. ______. Rio de Janeiro. Como se faz uma tese. V.C. pesquisa quantitativa e qualitativa. Arte da tese: como preparar e redigir uma tese de mestrado. P Educar pela pesquisa. Rio de Janeiro: Record. improviso e método na pesquisa social.ed.92.. Autores Associados. R. Memórias de um orientador de tese. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. Queiroz. Redação: o texto técnico/ científico e o texto literário. e aum. NBR 6022: informação e documentação: artigo em publicação periódica científica impressa: apresentação.L. M. Rio de Janeiro. FLÔRES. 1997. Ed. Rio de Janeiro. ______.).A. Rio de Janeiro: Zahar. 1997. 1986. 2003. NBR 6024: informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento escrito: apresentação. . In: NUNES. da UFSC. de O. A. Metodologia do ensino superior. Rio de Janeiro. A. U. 2000. GIL. ______. ______. CANCELIER. Florianópolis. L. 3. NBR 6028: informação e documentação: resumo: apresentação. paixão. GOLDENBERG. FEITOSA. N. Campinas: .N.. narração. 2003. 1998. A. ______. L. ECO. rev. F O método nas Ciências Naturais e Sociais: ..L. 1996. GEWANDSZNAJDER. 2..ed. DEMO. 2002. E.ed. da UFMG.ed. Rio de Janeiro. C.C.M. Belo Horizonte: Ed. 1992. M. A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em Ciências Sociais. uma monografia ou qualquer outro trabalho universitário. FRANÇA. NBR 10719: apresentação de relatórios técnico-científicos.307-326. NBR 6027: informação e documentação: sumário: apresentação. COMPAGNON. 2005. Rio de Janeiro. São Paulo: Atlas. O trabalho da citação. (Org.. BEAUD. Rio de Janeiro. Campinas: Papirus. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. São Paulo: Pioneira. REFERÊNCIAS ALVES-MAZZOTTI. 2002. 1996. 1997. São Paulo: Perspectiva. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos: apresentação. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. engenheiros e estudantes.M. Belo Horizonte: Editora UFMG.

).ed. MEDEIROS. de O. MARCONI. 2000. L. 2001. Metodologia do trabalho científico. 1991. abr. L. A monografia jurídica. São Paulo: Atlas. 1999. p.A. Guia para elaboração de monografias e trabalhos de conclusão de curso.M. 1997. S. MICHAELIS: moderno dicionário da Língua Portuguesa.M.html Acesso em 26/02/02. SEVERINO. Manual da monografia jurídica. G. J. MARCONI. SOUZA. Escrevendo e . J. LEITE. O olhar no espelho: «conversas» sobre a pesquisa em Ciências Sociais.ed. de A. 19. Florianópolis: OAB/ SC.A. J. da UFSC.edu/ssss/QR/QR3-3/tellis2. dissertações e estudos de caso. sept. In: The Qualitative Report. trabalhos de conclusão. Monografia no curso de Direito: trabalho de conclusão de curso: metodologia e técnicas de pesquisa.L. Rio de Janeiro: Agir. 1992. A. 1994.ed.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ HENRIQUES.B. Rio de Janeiro: IBGE. TELLIS. J. São Paulo: EPU. Porto Alegre: Artmed. 2001. Metodologia do trabalho científico.. Belo Horizonte: Editora UFMG.. ROESCH. 1975. 1999./set.A. Metodologia do trabalho científico. 93 . São Paulo: Atlas. São Paulo: Atlas.nova. Disponível em: http:// www. 1999. C. M. TOMANIK. São Paulo: Cortez. de A. MARTINS.. 2. 1985. 1997. Fundamentos de metodologia científica. Application of a Case Study Methodology. 2. 3. WRIGHTSMAN. H.ed.R. Pesquisa e produção escrita.ed. 2001. SELLTIZ. 104. da escolha do assunto à apresentação gráfica. L.. 1998. 21. São Paulo: Atlas. E. . n. S. 2. Prática da pesquisa jurídica: idéias e ferramentas úteis para o pesquisador do Direito. São Paulo: Cortez. Normas de apresentação tabular. LAKATOS. Estudo de caso: planejamento e métodos. ano 4. NUNES.ed. IBGE. M. 1993. YIN.. R. 5. Maringá: EDUEM. A construção do saber: manual de metodologia da pesquisa em Ciências Humanas. 1999. LAVILLE. M.S.K.99109. A.. W. ed.ed. M. F das C. e ampl. Porto Alegre: Bookman. LINTZ.. E. E.. São Paulo: Atlas.M. . Projetos de estágio e de pesquisa em Administração: guia para estágios. LEAL. KIDDER. São Paulo: Companhia Melhoramentos. E. Florianópolis: Ed.. v. LAKATOS. Porto Alegre: Sergio Antonio Fabris Editor. DIONNE. 1997. 2000. A .L (Org.ed. p. Métodos de pesquisa nas relações sociais. 3. de A. rev. Metodologia científica: caderno de textos e técnicas.W. C. Centro de Documentação e Disseminação de Informações. COOK. São Paulo: Saraiva.8. normalizando trabalhos acadêmicos: um guia metodológico. HÜHNE. n. PASOLD. 5. 3. Turismo: visão e ação. 1993.. C. E. 3.

. .94..

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ APÊNDICES ... 95 .

96. título em maiúsculas e sub-título em minúsculas] Local Ano 2 cm [Letras minúsculas... Apêndice A Capa de trabalhos acadêmicocientíficos Modelo 3 cm NOME DA INSTITUIÇÃO AUTO R(A) NOME COMPLE TO DO (A) A UTOR (A) CO MPLET CO MPL ETO AUTO R(A) [Extremidade do papel A4] [Identificação centrada em letras maiúsculas] 3cm TÍ TUL T ÍTUL O : subtítul o subtítulo (se houver) 2 cm [No centro da folha. excetuando-se a 1ª letra] .

.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvolvimento sustentável em Santa Catarina Balneário Camboriú 2003 . 97 ..

na Universidade do Vale de Itajaí. excetuando-se a 1ª letra] .98. título em maiúsculas e subtítulo em minúsculas] Monografia apresentada como requisito parcial para a o btenção do título de Xxxx. Apêndice B Folha de rosto de trabalhos acadêmico-científicos Modelo 3cm NOME COMPLETO DO(A) AUTOR(A) [Identificação centrada em letras maiúsculas] 3 cm TÍT UL O TÍ TUL O:: subtítulo subtí tul o (se houver) tulo 2 cm [No centro da folha. Wwww Yyyyyy Local Ano 2cm [Letras minúsculas. Orientador: Prof(a).. Centro de Educação Zzzzz..

. 99 . Orientador: Prof.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvolvimento sustentável em Santa Catarina Mo nogr afi a apres e n tada como requisito parcial para a obtenção do título de Bachare l em Turismo e Hotelaria pela Un iversidade do Vale de I taj aí. Dr. Pedro Alves Balneário Camboriú 2003 .. Ce n tro de E ducação Balne ário Camboriú.

... UNIVALI – CE de São José 2 cm 2 cm [Identificação centrada em letras maiúsculas] [Título em maiúsculas.. Centro de Educação de .......................... .............. 3 cm Área de Concentração: ... ...... Dra..... sub-título em minúsculas] ...... da Universidade do Vale do Itajaí..........100... .. [dia] de [mês] de [ano]. .. .... MSc.. Dr....... e aprovada pelo Curso de .... .. . .. .................... UNIVALI – CE de Balneári o Camboriú Orientador Profa. Prof..... UNIVALI – CE de São José Prof..... ... Apêndice C Folha de aprovação de trabalhos acadêmico-científicos Modelo 3 cm NOME COMPLETO DO(A) AUTOR(A) TÍ TUL TÍT UL O T ÍTUL O:: subtítulo subtítul o (se houver) Esta Monografia foi julgada adequada para a obtenção do título de . [Local].......

14 de fevereiro de 2003. Área de Concentração: Turismo e Ambiente Balneário Camboriú. Dra.. Centro de Educação de Balneário Camboriú. Dr. Prof. Pedro Alves UNIVALI – CE de Balneário Cambori ú Orientador Profa. Emílio Vieira UNIVALI – CE de São José Membro . 101 .. Msc.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvol vimento sustentável em Santa Catarina Esta Monografia foi julgada adequada para obtenção do título de Bacharel em Turismo e Hotelaria e aprovada pelo Curso de Turismo e Hotelaria da Universidade do Vale de Itajaí. Maríl ia Mendonça Farias UNIVALI – CE de São José Membro Prof.

....................2 As principais correntes teóricas da atualidade .......................................................................................................................................... 18 2........................................ 77 APÊNDICES .................3 Resistência......................... 10 1.......................................................................... 13 2 O PROBLEMA DA PESQUISA ...................................................................... 80 .....................................1.....2 Expectativas e aspirações ............1 Justificativa ....................................2 Objetivos da pesquisa ......................................................................................................... 43 3.. Apêndice D Exemplo de Sumário SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO ..........3 Estratégias e instrumentos .............................................................. 49 4.....................................................................................................................................1 Contexto e sujeitos da pesquisa .1 Percepção do problema pelos sujeitos da pesquisa ................................................................................. 16 2.............. 50 4.............................................................. 27 3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS .................................................... 39 3..............1 Breve história das principais concepções do passado ....................................................... 46 4 RESULTADOS ..................................................................................... 71 REFERÊNCIAS .........................................102. aceitação e cooperação . 14 2.........................1.................................................................................................... 57 4............................................................................................................. 11 1.............................. 64 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS ..2 Fontes documentais ............................................................................................................................................................................................ 40 3......1 Concepções teóricas .......................................................................................

elaborado segundo as orientações da NBR 6028:2003. 103 . é digitado com espaçamento simples e alinhamento justificado..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Apêndice E Modelo de página de abertura (artigo científico) TÍTULO subtítulo su btítu lo (se houver) Nome completo do autor 1* Nome completo do autor 2** Resumo (na língua do texto) (O resumo..) Palavras-chave: (na língua do texto) * Currículo (e endereços postal e eletrônico) ** Currículo (e endereços postal e eletrônico) . contendo de 100 a 250 palavras.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful