UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

Universidade do Vale do Itajaí

Cadernos
Universidade do Vale do Itaj aí

de Ensino
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Pró-Reitoria de Ensino

FICHA CATALOGRÁFICA

2...

Ficha catalográfica elaborada pela Biblioteca Central Comunitária - UNIVALI
Cássia Ferri Regina Célia Linhares Hostins Coordenação

Projeto
Josiane da Silva Delvan Lucian o Dalla Giacomassa Colaboração

E lisabeth Juchem Machado Leal Simone Gh is i Feuersch ütte E laboração

Hildo Rocha Neto Nilton Córdova Fotografia José Roberto Azevedo Júnior Capa Camila Morgana Lourenço Projeto Gráfico Ch arlles Giovany Faqueti Fábio Zella de Souza José Roberto Azevedo Júnior Editoração E letrônica E xemplares: 1500

Pedagogico

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ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS

ITAJAÍ (SC Julho/2006 Ano 2 - nº 4

de Ensino
... 3

Pró-Reitoria de Ensino

724. 90. 81. 89. de dezembro de 2005. ...4. 58. 87. Em julho de 2006 o texto deste documento (páginas 56. 91 e 92) foi atualizado para in corporação das alterações referentes à apres entação de trabalhos acadêmicos contidas na segunda edição da NBR 14.

..............................................................................1 3...2 6..................................................... 30 Elementos textuais ....3 5......... 24 PAPER.........................................3 4..................1 2.................................................................................... 25 Procedimentos ...............3 2................................... 30 Indicativos dos tópicos (seções) do artigo científico ....................................Elaboração de trabalhos acadêmico-científicos ...................................................... 25 Conceito ................ 16 Procedimentos ...4.........2 3....................... 33 Conceito .................................. 30 Elementos pós-textuais ..................................................................................................................... 25 Propósitos .....................................................3 5.......................... 26 Avaliação .............................................................................................................................................................................................................. 37 ....................... 29 Elementos pré-textuais ...UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ SUMÁRIO APRESENTAÇÃO ....2 5..................................................... 21 Conceito .......... 26 ARTIGO CIENTÍFICO .......................................... 10 1 2 2..................................................4..3 6................................................................................................................... 15 Conceito ..................................................................................4............. 31 Avaliação ... 35 Avaliação ........... 27 Propósitos .... 34 Tipos de relatórios ..........................2 2.........................................................5 4 4........ 15 Os propósitos do fichamento .....................................................3 3..................................................................................... 31 RELATÓRIO ............................................................................................................2 2.......... 17 Ficha de leitura ............................................................................4....................................................2 4.........................................................4 5...................5 INTRODUÇÃO ............................................... 21 Procedimentos ..................................................................... 33 Propósitos ................................................. 18 Avaliação ......................................................4 3.1 2.............3..................................5 6 6..................................1 5. 17 Ficha bibliográfica ..............3... 20 RESENHA CRÍTICA ......................................................................................... 23 Avaliação ............ 27 Conceito ..........1 5..........................................................................................1 6...2 5....................................................... 21 Propósitos ................................................ 5 .............................................1 4...............................................................................................4 3 3............................................................................................................................. 13 FICHAMENTO ...............................................4 5.............................................................. POSITION PAPER OU POSICIONAMENTO PESSOAL ........................................................... 28 Procedimentos quanto à forma de apresentação ............ 27 Procedimentos quanto à elaboração ..............4 6........................................................................................................................................................................................................ 09 PARTE I .................................4 5 5................................................................................................ 34 Procedimentos .. 22 A apresentação da resenha ....................................

................. 64 Regra quanto à paginação ........4 MEMORIAL .......................2 3........................................................................................................ 71 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico ..............................................................6..........................2.........4.... 46 1.....3............................................................ 69 Partes de publicações périódicas .................................... 71 Publicações em eventos ...........................................5 3........2........................................... 57 Aspectos gráficos das referências ....................4................. 61 Regras quanto à edição e editora ..............2................................1..........................................................................................1 3.......................................................................................... 70 Artigo e/ou matéria de revista.............4.......................................... 68 Publicações periódicas ..............................................2............................................6 3..................2 Citação indireta: paráfrase e condensação . 69 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas .................1 Regras gerais para citação ........1 3 3..............................................................................................................................................................4................ 65 Monografias no todo em meio eletrônico ..........6 3....................................................................3 3........................1............................................................................ 52 1..5 3.......................3 3.............. 68 Publicação periódica como um todo .......................................4 3......4...........................................3 3.......................Orientações e normas para apresentação de trabalhos acadêmico-científicos ....................... 39 Conceito ........................................................ 46 1.............................................................4.... em meio eletrônico ...................................................... 56 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS .1 3....2 Tipos de citação ......................4...................2 3..2 3.....................................................................................1 3....1 7... 62 Regras quanto ao local ..................................... 67 Parte de monografia em meio eletrônico ...... 72 ....................... 47 1........................................4........................................................................... 65 Monografias consideradas no todo .............. 59 Regras quanto ao título e subtítulo .......... 45 1.... 39 Propósitos ......................................................................................2........... 58 Regras gerais para elaboração de referências ............. 67 Partes de monografia ...................... 65 Monografias .....4 Normas complementares para citação .3 Citação da citação ....................................................3 7...........4.............................................................................. boletim........2.................................................. 39 Procedimentos ....1........... 48 1... 50 1................................. 57 Localização das referências .....4...... 55 Exemplos de resumos ........ 7 7.................2...... 43 1 CITAÇÕES ....3...........4...4 3............ 64 Modelos de elaboração de referências ........2 7.................... 70 Artigo e/ou matéria de jornal ..........................................................2 3..2............1 3.............4............3..........................................3 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS ........... 59 Regras quanto à autoria.................. 63 Regras quanto à data .........3 Alterações na citação ........................... 53 2 2....................................3.........4 3.............................................. 40 Avaliação ..............4........1 Citação direta................................................................. dentre outros.....................................3 3................................. 45 1.............2..2 3..............3..... 41 PARTE II ..........................4 3...................... textual ou literal ............................1.......................................................................................3..........................1 3.......5 Considerações finais sobre as normas de citação ..................................

......................................................................................1 3.......................4...................................................................................................................................... Doutrina . Documento iconográficoem meio eletrônico ...........................1 3....................1 4..............6 5...................................4........4.....................4..... Bula de remédio ........................................3 3....................6........ Séries e coleções .....................11 3..........................................................................Exemplo de sumário ... 88 Parágrafo . Documento cartográfico em meio eletrônico ................................6 3................................................................4......................................................................... Notas .....................................................................4........................Modelo de página de abertura (artigo científico) ........4.......................................... 92 APÊNDICES ............................3................................................................................................................................................9 3........... Trabalho apresentado em evento ...........................................................................................................................................................................................................7 5......................... 100 Apêndice D ...............4........................ 87 Formato .........................4...................................................................................2 4.................................. 89 Tabelas .............................8 Eventos como um todo ......................................... Patente ...........4...................4..................4......................................Folha de aprovação de trabalhos acadêmico-científicos ...............3 5 5............4............5 5.................. 7 .................... 85 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS .......................... 84 Elementos pós-textuais ..........4........... Legislação ................3... 87 Margens e espacejamento .7.. 96 Apêndice B ........................................ Eventos como um todo em meio eletrônico .....................................4 3.........................................4...........................................................................................................................................4...4 5..................5 3.......................................... 88 Títulos e indicavos numéricos .............................4.......................2 3................................................... Jurisprudência .................................................... Documento cartográfico ... Documento de acesso exclusivo em meio eletrônico ............13 3................4 3............................................................ 81 Elementos textuais ............................................................... 81 Elementos pré-textuais ..........3 5...............................................................................3..............................1 3.................. Documentos jurídicos ..................................................... Documento jurídico em meio eletrônico ..............................4................. 87 Paginação ............UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3......................... Imagem em movimento .............. Documento tridimensional ............... Documento iconográfico ......8 3..............................Folha de rosto de trabalhos acadêmico-científicos .......3........... 95 Apêndice A ...........3 3.....4.............2 5...............4..... 91 REFERÊNCIAS .................. 72 72 73 73 74 74 74 75 75 75 76 76 77 77 78 78 79 79 80 80 80 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS ............................................... Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico ..............................10 3.............1 3................................4.........................7 3...............................4....................................4 3....Capa de trabalhos acadêmico-científicos ... 103 .......... 102 Apêndice E ..................................................1 5.......................14 4 4.........................4..................4...... Documento sonoro .2 3................................. 89 Ilustrações ... 98 Apêndice C ............ 90 Equações e fórmulas .............12 3......4..........................

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9 . 2000). A elaboração de trabalhos acadêm icos . ao artigo científico . o domínio da teoria é condição imprescindível par a o propósito de produção do conhecimento. Assim. para quem estudamos e produzimos conhecimentos? Para buscar possíveis respostas às questões acima. entre suas finalidades. a pr odu zir conhecimentos. conse qü en tem en te. visando criar novos hábitos e um novo olhar para a produção universitária. Profª Amândia Maria de Borba Pró-Reitora de Ensino . o mais elementar deles. É neste contexto que se insere a metodologia de trabalhos científicos como instrumento útil e per tin en te para a produ ção do conhecimento. em todas as disciplinas. dos métodos e das técnicas de áreas específicas do conhecimento é uma exigência do ensino superior para vencer o superficialismo e a falta de rigor científico na produção e socialização do conhecimento. conceitual e lógica. (SEVERINO. ou da articu lação.. pois u m pensamento ou argumento apresentado pelo aluno ou pesquisador sem apoio em processos lógicos pode não passar de uma idéi a superficial. não sem antes termos clareza do sentido político da formação no ensino superior: por quê. pois todo o conjunto de recursos que está na base do ensino superior não pode ir além de sua função de fornecer instrumentos para uma atividade criadora. o domínio de conceitos reelaborados. Estas três dimensões estão in ti mame nt e r elacionadas. nort eada por posturas e práticas de pesquisa. A UNIVALI destaca. desde os primeiros períodos. ao focalizar os tipos de trabalhos acadêmicos mais presentes no cotidiano do ensino superior e os procedimentos básicos para sua elaboração. Se a ciência é o resultado do confronto. Certamente. é fator determinante para o al can ce dos obj eti vos da for mação u niv ersi tári a: apre nder a pen sar e. esta publicação traz subsídios à elaboração de textos didático-científicos de forma lógica. o domínio da ciência e dos seus métodos para atingir novos patamares de qualidade. sob critérios lógicos e com o auxílio da técnica.cien tí fi cos.permite ao estudante universitário se exercitar em práticas essenciais à atividade científica: a bu sca. a apr endizagem e o desenvolvimen to do trabalho in telectu al exigem conhecimentos de ordem técnica. têm como objetivo favorecer e estimular a produção escrita de nossos alunos. característica da formação superior. o domínio do saber e da cultura. Parece-nos ser esta u ma con di ção in di spe nsáve l ao desen vol vim en to da vi da in te lect ual disciplin ada e produ tiva.. o regi st ro e o uso do sabe r já acumulado e disponível para propósitos próprios de construção do conhecimento. da teoria com a empiria. E viden te men te . Est as orientações. para quê.do fich amen to.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ APRESENTAÇÃO Este conjunto de diretrizes metodológicas é apresentado aos professores e estudantes universitários para o desenvolvimento de t rabalh os didáti co.

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. 11 ..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Parte 1 Elaboração de trabalhos acadêmicocientíficos .

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registrar a informação e as . p. redijam. perfil. a competência de maior importância e suas competências subsidiárias: identificar as fontes bibliográficas mais relevantes da área.ler e compreender textos teóricos. assim identificadas: . se faz. mediante a progressiva iniciação do aluno às práticas do trabalho intelectual. requer que as atividades referentes à investigação.compettên ci as r efer enttes ao ttrato da com pet ências refe rent es pe ref eren rato in f i nf orm ação ação: . A formação universitária.] Aprende a duvidar. Esse processo contribui decisivamente para a for mação de prof ission ais cu jo pe rfi l compreende as competências necessárias à busca do conhecimento.. A partir daí... Deixa-se para trás a condição de objeto. dada a necessidade de atualização em face aos rápidos avanços da ciência. contorno. sobretudo alcancem a capacidade de formular. elaborar são termos essenciais da formação do sujeito. Formular. desde os primeiros dias de sua trajetória acadêmica. pela qual o sujeito que desperta começa a ganhar forma. a perguntar. à sua adequada utilização para a solução dos problemas e à elaboração de novos conhecimentos. passando a participar como sujeito capaz de propor e contrapor[. expressão.. Por outro lado. Demo (1996.] escrevam. sist em at ização e soci al ização do conhecimento deixem de ter no professor seu prin ci pal prot agoni st a e passem a ser compartilhadas por professores e alunos. em todas as áreas do conhecimento. no uso de um instrumental teórico-metodológico que lhes possibilite o progressivo domínio das práticas do trabalho intelectual. à medida que se supera a recepção passiva do conhecimento. a querer saber sempre mais e melhor..28-29) diz ser fundamental que os acadêmicos: [. um dos desafios que hoje se colocam para a universidade consiste na formação de um profissional capaz de pensar e agir num contexto de alta complexidade – decorrente da natureza dos problemas com os quais nos defrontamos – valendo-se para tanto da capacidade de analisar criticamente a realidade à luz de conhecimentos teóricos e de atu ar com competência de modo autônomo e conseqüente. de modo a se tornarem não apenas consumidores como também produtores de conhecimento..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1 INTRODUÇÃO A ê nfase qu e vem sen do col ocada nas atividades de pesquisa articuladas ao ensino e à extensão. surge o desafio da elaboração própria.se con siderar qu e a bu sca. Essa iniciação compreende a aquisição gradativa de um conjunto de competências. Para tanto parece ser indispensável que os acadêmicos se exercitem. de complexidade e sofisticação crescentes. atividade central na vida acadêmica. buscar e adquirir a informação nece ssári a para a re al ização de trabalhos. a apropriação e o uso do conhecimento técnicocientífico são atividades permanentes na carreira do profissional de nível superior. 13 . porque significam propriamente a competência. com vistas à elevação do nivel de qualidade dos cursos superiores. coloquem no papel o que querem dizer e fazer. deve . Ao lado desse fato. portanto.

embora t ambém sejam trabalhos acadê micocientíficos. .redigir: progredir do exercício inicial sob a for ma de re sum o.ligadas à formação de conceitos: fazer distinções e conexões.referentes às práticas de investigação: formular questões e hipóteses. t anto a professores como a acadêmicos. respect ivas f on tes bi bl iográfi cas.. Na segun da part e são apresen t adas orientações para elaboração e u so de ci tações. ou de Metodologia Científica – a criação dessas oportunidades em todas as disciplinas. relat ór io e mem orial. referências). parafrasear. somente será desenvolvido pelos acadêmicos se estes tiverem oportunidades efetivas de exercitá-las de modo gradativo. artigos. . E compete ao professor – a todos os professores e não apenas aos professores responsáveis pelas disciplinas de Língua Portuguesa.competências cognitivas: . . optou-se pelo fichamento.14. sistemático e intensivo. observar. aut o. no entanto. São muitos os tipos de trabalhos acadêmico-científicos qu e pode riam se r in cl uí dos em um documento como este. inferir. extrair significados. projeto e relatório de pesquisa. até ch egar à elaboração de texto próprio (resenhas. . Dessa forma. dissertação de mestrado e tese de doutorado. bem como de apresentação de trabalhos acadêmicocientíficos. demonstrar (ou provar) por argumentação. paper. . artigo cien tífico. papers. O texto ora apresentado pretende oferecer. projetos de pesquisa). explicar. não são aqui tratados. definir. por se considerar que são os tipos de uso mais freqüente nas várias disciplinas dos cursos de graduação. os procedimen tos para sua e laboração e organização e sugestões para sua avaliação. No entanto.se (ou ref orm ular o anteriormente formulado). dominar as praxes de citação e de referência..apresentar e discutir temas. resenha crítica. ou mesmo o ensaio. .ref er ent es ao raciocín io: iden tif icar proposições.competências necessárias à capacidade de elaboração própria: . subsidiariamente.referentes à capacidade de interpretação: perceber implicações. . bem como normas relativas à estrutura e apresentação gráfica de trabalhos acadêmico-científicos. interpretar criticamente. estabelecer relações.cor rigir. Esse conjunto de competências. de re su m os de ar ti gos e de referências.analisar e apreciar criticamente textos teóricos. orientações básicas para a elaboração de trabalhos acadêmico-científicos. A primeira parte do documento trata dos tipos acima mencionados de trabalhos acadêmicocient íf icos: seu conceito e propósitos. fichamentos. documentais ou outras (fazer resumos. .

a iden tificação das idéias principais e seu registro escrito de modo conciso. palest ras ou confe rências. alguns autores. na Universidade.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2 FICHAMENTO 2. de elaboração da monograf ia de conclusão de curso do graduando. a exemplo de Nunes (1997). A prática do fichamento representa. um importante meio para exe rcit ar a escrit a. pa pers. portanto. funcionam como método de aprendizagem e memorização dos conteúdos. ent ão. ou. Fichar um texto significa sintetizá-lo. De acordo com Henriques e Medeiros (1999. assim. filosófica. 15 . sejam elas de iniciação à redação científica (tais como os primeiros trabalhos escritos que o estudante é solicitado a produzir). seja ele aluno ou professor. Assim sendo.100). A principal utilidade da técnica de fichamento. é otimizar a leitura. Pode-se dizer que esse registro escrito – o fichamento – é um novo texto. b) registrar o conteúdo das obras. seja na aprendizagem dos conteúdos das diversas disciplinas que integram o currículo acadêmico. além de possibilitar a organização dos textos pesquisados e a seleção dos dados mais importantes desses textos. etc. d) organizar as informações colhidas”. cuja informação teórica ou factual mais significativa deve ser não apenas assimilada. o que re qu er a l eit ur a at ent a do text o. os fichamentos ou relatórios de leitura.. monografias de conclusão de curso. Como o fichamento consiste no resultado do trabalho de leitura. para utilização posterior em suas produ ções escri tas. preferem substituir esse nome pela expressão “relatório de leitura”. o fichamento objetiva: “a) identificar as obras consultadas. no caso do professor. coerente e objetivo. su a compreensão. . da dissertação de mestrado ou do relatório de pesquisa do pesquisador. literária ou mesmo de uma mat éria jornalística. cujo autor é o “fichador”.. c) regist rar as re fl exões proporcionadas pelo material de leitura. essen ci al par a a elaboração de resenhas. art igos. p. seja na pesquisa científica – como enfatiza Pasold (1999) –. constituindo-se em instrumento básico para a redação de trabalhos científicos.1 Conceito O fichamento é uma técnica de trabalho intelectual que consiste no registro sintético e documentado das idéias e/ou informações mais relevantes (para o leitor) de uma obra científica. como também registrada e documentada. A im por tância do fi ch amen to para a assimilação e produção do conhecimento é dada pela necessidade que tanto o estudante. como o docente e o pesquisador têm de manipular uma considerável quantidade de material bibliográfico. de textos para aulas.

Ora.se apen as na su a apresen tação.. com o propósito de desenvolver as habilidades exigidas para o estudo e assimilação de textos teóricos. artigos e textos teóricos. o fichamento será tanto mais eficiente quanto mais claros forem para o estudante ou para o pesquisador os propósitos desse trabalho. uma monografia. No primeiro caso – fichamento como exercício acadêmico –. no registro documentado do resumo do texto indicado pelo professor. em geral. b) o fichamento que é feito pelo estudante. a decisão sobre o que retirar de um texto ou de uma obra e registrar sob a forma de resumo ou de citação. Dessa forma.16. um seminário ou um relatório de pesquisa. com o propósito de registrar sist emat icam en te e docu me nt ar as informações teóricas e factuais necessárias à elaboração do seu trabalho. a argumentação do autor a da obra ou do texto que “comanda” o trabalho de resumo do fichador. podem ser considerados dois tipos de fichamento: a) o fichamento que é solicitado ao estudante universitário como exercício acadêmico. pelo docente ou pelo pesquisador. terá como critério selecionador os “propósitos t emáticos” dados pelo próprio tema da pesquisa e suas ramif icações. mas que. di fer enci a. No segundo tipo (b). São esses propósit os tem áticos que ori ent am o “fichador” quando seleciona idéias. seja como técnica auxiliar de estudo de obras. Dependendo dos seus propósitos. o simples propósito de resumir o texto é o propósito dominante. qu e pode ser nu ma ficha manuscrita ou numa folha digitada. nesse caso o fichamento consiste. conceitos ou fatos que interessam resumir ou registrar n os f ichame nt os qu e f ará das obras selecionadas. no contexto de um a pesquisa ou de u ma re visão bibliográfica. ou assimilar o conteúdo ou parte do conteúdo de uma disciplina. dos quais se falará mais adiante. elementos teóricos ou factuais que integrarão o resumo.. e m qualquer caso. o docente ou o pesquisador se propôs. um artigo. 2. o fichamento está “a serviço” da pesquisa que o estudante. que tanto pode ser uma resenha. No segundo caso – fichamento no contexto da pesquisa ou da revisão bibliográfica –. nesse caso.2 Seja como técn ica au xiliar da pesqu isa bibliográfica. Assim. o critério organizador do fichamento será dado pela própria lógica do texto. deve apresen tar os indispensáveis elementos de identificação. o fichamento praticamente se identifica com o Os propósitos do fichamento r esu mo. conceitos. como toda e qualquer pesquisa está centrada num tema. . no primeiro tipo de fichamento (a) é o raciocínio. são os propósitos temáticos de quem estuda as obras consultadas que “comandam” a seleção das idéias.

por exemplo. sejam elas de cartolina ou de papel A-4 (que substituíram as de cartolina pelas facilidades oferecidas pelos micros). o con teú do propriamente dito. As fichas. um título que indica o assunto ao qual a ficha se refere. p. 2.corpo da f ich a. devem conter três elementos: . . breve indicação do conteúdo da obra ou de sua importância para algum aspecto do trabalho que o estudante ou o pesquisador tem em andamento. 17 . 35-45).cabeçalho: no alto da ficha ou da folha. ou seja. 87. São Paulo: Saraiva. Eco (1988.3. O seu corpo pode ser constituído de poucas informações.1 Ficha bibliográfica Destina-se a documentar a bibliografia relativa a um determinado assunto. como. Manual da monografia jurídica.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2. Severino (2000. como já foi dito. 105121) of erecem importan tes orientações práticas sobre diferentes tipos de fichas e sua organização. à direita. após o título geral. Leite (1985. apenas dois tipos de fichas serão a seguir apresentados. etc. A 1a parte da obra contém orientações metodológicas para a elaboração e a apresentação da monografia no curso de graduação de Direito. a 2a parte trata da elaboração de dissertação de Mestrado e tese de Doutorado. Metodologia da pesquisa / Pesquisa bibliográfica NUNES. para que a ela se possa retornar caso haja necessidade. Bibl. é importante ainda que conste a localização da obra (biblioteca.112). dependendo das necessidades de quem estuda ou pesquisa..referência: o segundo elemento da ficha será a referência completa da obra ou do texto ao qual a ficha se refere. p. que variará conforme o tipo de fichamento que o estudante ou pesquisador pretenda fazer. p. elaborada de acordo com a (NBR 6023:2002) da ABNT. pode ser adotado o uso. Embora muitos tipos de fichas possam ser elaborados no contexto de uma pesquisa ou de uma revisão bibliográfica.). por serem considerados os mais essenciais. p. 1997. Luiz Antonio Rizzatto.. arquivo público.3 Procedimentos São variados os tipos de fichas que podem ser criados. . 207 p. de um subtítulo. 42-55) e Pasold (1999. da UNIVALI Exemplo de ficha bibliográfica .

O corpo da f icha de leit ur a pode ser organ izado de diferentes maneiras. – apresentar uma seqüência corrente de f rases con cisas. outras formas podem ser adotadas. as citações. o que tornaria a ficha mais completa. A organização da ficha deve ser feita de tal modo que permita identificar posteriormente a página da obra onde se localiza esse ou aquele conceito. seletivo e objetivo. como sugere Hühne (1992. ou então pode apresentar o resumo que sintetiza o resumo. para fazer a crítica de um texto – ainda mais quando se trata de um texto teórico – é necessário que o aluno já disponha de um certo repertório.. que deverão estar sempre entre aspas – das expressões ou palavras próprias do fichador. – respeitar a ordem das idéias e fatos apresentados. sem o que essa crítica não passará de mera opinião. . no entanto. ou seja: – ser sucinto. transcrições as citações. 47-61) para a leitura e resumo de textos teóricos que o leitor encontrará sintetizados à página 21 deste documento. Pode conter. Para o estudante ou docente que faz um f ich amen to no con tex to da pesqu isa bibliográfica. e as citações ou seja. ao seu final. sempre entre aspas e com indicação da respectiva página..18. pode ser útil a inclusão no texto das novas idéias que foram surgindo durante a leitura. contendo apenas resumo e citação (no exemplo.2 Ficha de leitura Esse tipo de fich a destina-se ao registro sinté tico do cont eúdo (ou de parte do con t eúdo) das obras lidas. – utilizar linguagem clara. optou-se por colocar na margem esqu erda da folha o núm ero da página correspondente ao trecho resumido para i dent ificar su a localização na obra. qu e e xpre sse a interpretação crítica do aluno sobre o conteúdo do texto. Pode ficar a critério do professor. ao solicitar dos alu nos um fichamento. A seguir se encontra um exemplo de ficha de leitura. dir etas e interligadas. um comentário sobre o te xto f ichado. deverá apresentar as características de um resumo de qualidade. bem como distinguir as expressões ou palavras do autor da obra – isto é. O corpo da ficha consistirá no resumo da resumo obra ou da parte da obra que interessa ao fichador. por exemplo. 6465). a decisão de incluir. 2. ou não.3. idéia ou argumento. objetiva e econômica. Nesse caso. citações mais significativas de trechos do conteúdo. p. p. resumo conteúdo. É importante salien tar que a inclusão de citações no fichamento não significa que este se confunda com um mero exercício de “recorte e colagem” de trechos da obra. dev e o professor ter claro que. deverão ser seguidos os passos recomendados por Severino (2000. Atenção: o exemplo ilustra uma “ficha” de leitura em folha A-4). apenas o resumo das idéi as do au tor e n enhu ma citação ou comentário pessoal do fichador. Para sua elaboração. Assim sendo. juízo de valor destituído de fundamento.

ex te rno ao indivíduo. (. para e le .. Rio de Janeiro: Re co rd... que busca de scobrir regularidades ou le is . suje ito e objeto do conhe cime nto es tão radicalm e nte separados. o fato social. entende que os fatos so ciais não são quantificáveis. O s adeptos da abordage m qualitativa e nte ndem que o m ode lo de e studos das C iê ncias N aturais. distingue natureza e cultura e de fende proce dim entos m e todo lógicos dis tinto s para se us e studos . ne cessitando ser com pre endido e m s ua singularidade . cujas raízes estão no historicism o ale mão. Ass im . se gundo ele. Dilthey . S egundo ele. a pesquis a nas Ciências Sociais "é um a atividade ne utra e o bje tiva. Via a ciência social com o ne utra e obje tiva. 199 7.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ M e tod ol ogi a ci e ntífica Pe s quis a q ualitativ a G O LD E NBE RG . M. Para D urkheim. o m étodo das C iências Naturais– e rklär en – "busca generalizaçõe s e a descobe rta de re gularidade s" e o das C iê ncias Sociais – ve rsteh e n – "vis a à com pre ensão inte rpretativa das e xpe riências dos indivíduos dentro do conte xto em que foram vive nciadas". que pre ssupõe um a m etodologia própria. po is cada qual tem um sentido próprio.. um de se us repres entantes . bas eado e m proce ssos quantificáve is que se transform am e m le is e explicações ge rais. ) Exem pl o de fic ha de l ei tu ra 17 18 19 Exemplo de ficha de leitura . em que o pes quisador não pode faze r julgam e ntos ne m permitir que se us preconce itos e crenças co ntam inem a pesquisa". Com te defe ndia a unidade de todas as ciê ncias. pois. A socio logia com pree nsiva. 19 . A arte de p e squisar: como fazer pe squisa qualitativa e m C iê ncias S ociais. 16 Esclare cer o debate e ntre a sociolo gia pos itivista e a sociolo gia co mpree nsiva é útil para s ituar a que stão da utilização de mé todos e té cnicas qualitativos nas C iências Sociais. não são ade quados à e specificidade das C iências S ociais. inde pende da consciência hum ana e deve s er tom ado com o c oisa.

A linguagem utilizada obedece a norma culta? . aquele que é solicitado como exercício acadêmico.2.O resumo é sucinto e objetivo? . 2. ou seja.O conteúdo do resumo mantém fidelidade ao texto? (ou há deturpação das idéias?) .. As seguintes perguntas poderão orientar o professor na avaliação do resumo: .As idéias principais do texto estão contidas no resumo? .A obra fich ada ou re sum ida est á corretamente referenciada? ..As normas técnicas de apresentação de trabalhos acadêm ico-científ icos foram observadas? .A interpretação crítica (no caso de ter sido solicitada) é pertinente e fundamentada ou justificada? .20.O resumo evidencia uma redação própria do alu no? (ou con sist e apenas na ju staposição de u ma sér ie de f rases recortadas do texto?) .O resumo respeita a ordem das idéias apresentadas pelo autor do texto? .4 Avaliação As orientações para avaliação do fichamento referem-se ao primeiro tipo de fichamento mencionado no item 2.

além do conhecimento especializado do tema. de um modo geral. novos conhecimentos.. para as pessoas cuja atividade profissional ou de est udo requer inf ormações sobre a produção científica. têm condições de emitir um juízo crítico. . 21 . da explosão de conhecimentos característica da sociedade contemporânea. – uma apreciação crítica das informações apresentadas e da forma como foram expostas e de sua avaliação. o profissional ou o estudante pode decidir sobre a conveniência ou não de ler (ou adquirir) a obra. Portanto. feita por cientistas que. em geral.2 Propósitos Mediante a leitura do resumo da obra e de sua avaliação. compreende o resumo e o comen tário de u ma obra científ ica ou literária. A resenha crítica tornou-se importante recurso para os pesquisadores e. Quando realizada como um trabalho acadêm ico. A resenha de obras científicas é. ou seja. 3. a resenha deve conter: – o resumo das idéias principais da obra. A resenha deve levar ao leitor informações objetivas sobre o assunto de que trata a obra. novas teorias. t em o propósito de exercitar a capacidade de compreensão e de crítica do estudante.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3 RESENHA CRÍTICA 3. que a resenha possibilita.. em decorrência.1 Conceito A resenha crítica consiste na apresentação sucinta e apreciação crítica do conteúdo de uma obra. artística ou cultural em seu campo de interesse. dest acando a cont ribu ição do aut or: abordagem inovadora do tema ou problema. – uma justificativa da apreciação realizada. prin cipal me nt e.

: O resenhista poderá (ou não) dar um título a sua resenha. .? b) quan to ao mérito da obra: qu al a con tr ibui ção dada? As idéi as são originais. Para fins de t rabalh os acadê micos. . Referência: editora e data de publicação. exemplos. baseadas em Severino (2000. político. 3. estudantes? Nem sempre é possível ou necessário dar resposta a todas as pergu ntas ou iten s relacionados acima.seu quadro de referências. segundo a percepção do resenhista.as conclusões do autor. descrição breve do conteúdo dos capítulos ou partes da obra. em relação ao contexto social.. número de páginas. gráficos. sistematizada? Utiliza recursos explicativos (ilustrações.. no ent an to. 245-246): – Referência autor(es). claro. se optar por intitular. figuras. desenhos. edição.3 Procedimentos A resenha crítica deve abranger um conjunto determinado de informações. cargos exercidos. preço. títulos. o título deverá guardar estreita relação com algum atributo ou idéia mais destacada da obra. profissional ou especializada. . O roteiro a seguir baseia-se no modelo apresentado por Lakatos e Marconi (1991. – Res umo da obra resumo das idéias Resumo obra: principais. 51-57). título. Obs. etc. análise e interpretação de textos científicos. (As perguntas seguintes são orientadoras: de que trata a obra? O que diz? Qual sua característica principal? Requer conhecimentos prévios para entendê-la?). especialistas. obras publicadas. de com pe tên cias de l eit ura. – Conclusão do autor o autor apresenta (ou do autor: não) conclusões? Caso apresente. – Credenciais do autor informações gerais do autor: sobre o autor e sua qualificação acadêmica. bem como da finalidade ou destino da resenha. p. A elaboração de uma resenha crítica requer a aquisição gradativa.22. econômico. p. pr eciso? A li ngu agem é correta? d) quanto à forma: é lógica. coere nt e. de modo a cumprir sua finalidade.a referência (aqui pode ser dispensado o item sobre preço da obra).a crítica do resenhista. sistematizar a abordagem de às escolas ou correntes científicas ou filosóficas. histórico. são indispensáveis os seguintes tópicos: .o resumo da obra. As diretrizes metodológicas que seguem. o que muitas vezes depende da obra resenhada.)? e) a quem se destina a obra: grande público. criativas? A abordagem dos conhecimentos . etc. local. objetivo. pelo estudante. têm o propósito de organizar. . quais são elas? Onde se encontram (no final da obra ou no final dos capítulos)? – Quadro de referências do autor a que Quadro referências do autor: corrente de pensamento o autor se filia? Que teoria ou modelo teórico apóia seu estudo? – Crítica do resenhista (apreciação) (apreciação): a) como se situa o autor da obra em relação é inovadora? c) quanto ao estilo: é conciso.

A redação da resenha obedecerá. quer dizer. procura tomar uma posição a respeito das idéias enunciadas. o resumo do conteúdo. I sso n ão si gn if ica qu e o t ext o dev a. alcance. A análise crítica o estudante formula um análise crítica: análise crítica A análise temática procura interrogar e análise temática: temática identificar do que fala o texto e qual o tema de que se trata: como o autor problematiza o tema? Que posição assume? Como expõe passo a passo seu pensamento. do texto para identificar seu plano geral. avaliando o texto pela sua coerência interna. associação e/ ou comparação com as idéias temáticas afins e com os autores que tenham desenvolvido a mesma ou outra abordagem do tema. Deve ser elaborada segundo o modelo constante do Apêndice B. como se pr oce ssa seu raci ocí ni o e argumentação? Qual é a idéia central? Quais as idéias secundárias? As análises textual e temática servem de base para a elaboração do resumo. como de outros trabalhos acadêmicos. compondo um texto harmonioso. validade e con tribui ção à discussão do problema.3 acima. sucinto e de fácil leitura. 3. com vistas a obter o melhor proveito de seu estudo. m arcar e esquematizar as idéias relevantes. sobre o vocabulário (conceitos.Texto a referência bibliográfica da obra Te Texto: resenhada deverá ser apresentada no início do texto. juízo crít ico.. nas resenhas de boa qualidade.. Procura estabelecer uma aproximação. os dados sobre a obra. bem como a avaliação crítica do resenhista. seu autor. 23 .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ textos teóricos. termos fundamentais à compreensão do t exto). os aspectos teóricos. Avalia também sua originalidade. pela maneira como o autor desenvolve e aprofunda o tema. buscar dados sobre o autor. trabalho acadêmico distinto da resenha.Folha de rosto: é a folha que apresenta os Folha rosto: elementos essenciais à identificação do trabalho. subdividir-se mediante o uso de subtítulos de acordo com aqueles elementos. em geral. os aut ores cit ados. ou seja. no entanto. . n um a seqüên cia adequ ada. constitui uma etapa do trabalho de elaboração da resenha. o qual. explora sua fecundidade e mantém um diálogo com o autor. tanto como preparo para a elaboração de resenhas. a seqü ência dos elementos relacionados no item 3. . A análise textual etapa em que o estudante análise textual: textual A análise interpretativ a: o estudan te anális e interpretativa: faz uma leitura atenta.4 A apresentação da resenha Como trabalho acadêmico. a resenha deve apresentar a seguinte estrutura: . obrigatoriamente. aparecem. de um modo geral. porém corrida.

Sendo a resenha um trabalho acadêmico geralmente pouco extenso e pouco ou nada subdiv idido. devem ser seguidas as orientações comuns aos demais trabalhos acadêmicos.ci entíf icos f oram observadas? .As informações sobre o autor são suficientes para sua identificação? .Referências caso o resenhista tenha se Referências: Referências valido de outras obras para fundamentar a análise da obra resenhada. o su mári o é e lem en to dispensável.A apresentação das idéias prin cipais é sucinta e objetiva? .As conclusões do autor são comentadas/ discutidas? ...5 Avaliação As seguintes perguntas poderão orientar o professor na avaliação da resenha: .24. dev endo ser organ izado segundo a NBR 6023:2002.Aponta as características mais relevantes da obra? . Quanto à apresentação gráfica.A obra está corretamente referenciada? . . 3.O posici onamen to (te ór ico. polí tico. social) do autor é discutido? .As normas técnicas de apresentação de trabalh os acadêmico. esse item é obrigatório.A linguagem utilizada na resenha respeita a norma culta? .a resenha apresenta as idéias principais da obra? .A crítica do resenh ist a é pertin ente e fundamentada ou justificada? . econômico.

fatos ou situações relacionados a assuntos pertinentes a uma área de estudo. pois requer que este expresse sua interpretação e compreensão do assunto apresentado. estudos de caso ou participação em palestras. O p aper pode ser usado para consolidar conteúdos trabalhados nas unidades de uma disciplina (atividade curricular). Esse tipo de trabalho também auxilia o desenvolvimento da capaci dade crít ico. Além disso.. Sua elaboração consiste na discussão. promover o debate em torno de um assunto. com objet ivi dade e clare za.an alít ica e da criatividade do aluno. com base na análise de pontos e contrapontos de diferentes autores ou obras estudadas pelos alunos. E m algu ns casos. o professor pode solicitar ao aluno a elaboração de um posicionamento pessoal com o for ma de av aliar a aprendizagem individual. opiniões de especialistas.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 4 P APER . pelo au tor. 25 .1 Conceito O paper. position paper ou posicionamento pessoal é um pequeno texto sobre tema prédeterminado. POSITION PAPER OU POSICIONAMENTO PESSOAL 4. exercitando a linguagem científica na elaboração de um texto. podendo considerar.2 Propósitos No contexto da f ormação acadêmica. a el aboração do posicion am en to pessoal gera ou tr as produções acadêmicas. júri simulado. o autor desenvolve análises e argumentações. Na elaboração de um paper.. 4. dentre outros tipos de publicações. como os artigos científicos. pode ser articulado a outras estratégias de ensino utilizadas na disciplina: após a realização de seminários. de resultados de estudos ou pesquisas cient íficas. . também. artigos especializados ou de informação geral. o objet iv o do p a pe r é e stim ul ar o aprofu ndame nt o de um de ter min ado assunto.

entretanto.26. a part ir dos qu ais será desenvolvido o paper.A linguagem utilizada obedece a norma culta? . a análise do assunto e as conclusões do seu autor. Isso significa que o texto é redigido sem divisões em subtítulos.. . artigos. f il mes. 4. de forma articulada. re met en do aos propósitos expressos na apresentação. 4.3 Procedimentos Para a elaboração do p ap er é pr eciso considerar critérios relacionados ao conteúdo e à forma. Os aspectos a serem considerados quanto ao conteúdo abrangem: .as principais idéias dos autores que serviram de base para o paper (quando for o caso) são apresentadas no texto? . as etapas de introdução. deixando-se claro.As normas técnicas de apresentação de t rabalh os acadêmi co. A apresentação gráfica do paper. c) discu ssão dos pon tos r elev ant es. tais como: textos.A análise das idéias é coerente/consistente? . ao final do texto. como todo t rabalh o acadêmico. lev an tan do argum en tos.cien tí fi cos são respeitadas? . d) sí nt ese con cl usi va.Planejamento do pa per: compreende a elaboração de um roteiro ou esquema com as prin cipai s i déias ref ere nt es a: a) apresentação do assunto e propósitos do p ap er . pode (ou mesmo deve) conter citações diretas e/ou indiretas que sustentem os argumentos do autor em relação ao tema em discussão. exemplos ilustrativos e mencionando idéias comuns ou contrárias de outros autores. Como todo trabalho acadêmico. o encadeamento entre as idéias iniciais.Há lógica na organização geral do texto? . desenvolvimento e conclusão.4 Avaliação Para avaliar um trabalho do tipo paper podese buscar respostas para questões como: . Além disso. et c.. registros ou anotações de palestras.O assunto/tema em discussão é analisado com profundidade? .As críticas e os argumentos apresentados são fundamentados ou justificados de modo consistente? .As conclusões são apresentadas de forma clara e objetiva? . sistematizando-se determinadas etapas. As referências utilizadas no trabalho devem ser apresentadas separadamente.Leitura: exploração e leitura de materiais relacionados ao tema. o pa per deve apresentar em sua estrutura. segue os padrões descr itos no t ópico 5 da Part e II dest e docu men to r ef eren te às norm as de apresent ação de trabalhos cient íficos e acadêmicos.. b) destaque dos pontos mais r elev ant es.

ou nela se baseiem. ao apresentar de forma completa. como monografias. os procedi me nt os de u ma pesqui sa. Por sua reduzida dimensão e conteúdo. difere de trabalhos científicos. Isso permite que outros pesquisadores. esse tipo de trabalho também pode ser elaborado com os seguintes propósitos. Sua publicação em periódicos especializados é uma forma de divulgação do conhecimento produzido no meio científico e acadêmico. de acordo com Marconi e Lakatos (2001. . 5. os propósitos.aprofundar discussões sobre assuntos já estudados e que pressupõem o alcance de novos resultados. teorias ou mesmo hi pót eses de form a a di scut i. O artigo científico. a metodologia empregada por seu autor e os resultados obtidos. possibilita ao leitor avaliar a pesquisa realizada. o artigo científico pode abordar conceitos. ou repitam a experiência – confirmando ou não seus resultados –.2 Propósitos De um modo geral. experimental ou de campo). Entretanto. Ao produzir o artigo. 88): .aprofundar ou dar continuidade à análise dos resultados de pesquisas.estudar temáticas clássicas sob enfoques contemporâneos.resgatar ou refutar resultados controversos ou que caracterizaram erros em processos de pesqu isa.los ou pormenorizar aspectos.discutir aspectos de assuntos ainda pouco estudados ou não estudados (inovadores). a partir de novos enfoques ou perspectivas. idéias. o aluno inicia uma aproximação aos conceitos e à l ingu agem cien tífica qu e necessitará desenvolver no momento da elaboração do trabalho de conclu são de curso. docu men tal. 27 . métodos e técnicas. o artigo científico tende a ser usado como estratégia de en sin o para o desenv olvi men to da capacidade de síntese das experiências de pesquisa realizadas pelo aluno. dissertações ou teses. processos e resultados de pesquisa cien tí fi ca (bi bl iográfi ca. . o artigo é produzido para divulgar resultados de pesquisas científicas.1 Conceito O artigo científico consiste em um texto que apresenta.. p. ampliando as discussões e o conhecimento sobre o assunto e inspirando novas pesquisas.. Além desses objetivos. .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 5 ARTIGO CIENTÍFICO 5. discute e divulga idéias. . No contexto da formação acadêmica. buscando a r esolu ção satisfatória ou a explicação à controvérsia gerada. . embora sucinta.

para sistematizar a comunicação a ser feita. Podem ser incluídas sugestões ou recomendações para outras pesquisas. formular críticas sobre um determinado tema à luz de pressupostos t eór icos ou de evidências empíricas já sistematizadas. explicando e avaliando os resultados.. No tópico das considerações finais. Quando o artigo se refere à comunicação de resultados de pesquisa. se for o caso. a elaboração deste plano é útil. mater iais. aspe ct os me todológicos (caracterização da pesquisa e da população.28. Por out ro l ado. é necessário observar os propósitos do trabalho a ser elaborado (vide item 5. discussão e análise (confronto entre os resultados obtidos na pesquisa e o conteúdo abordado nos referenciais teóricos). A introdução apresenta o assunto do artigo – tema da pesquisa – e seus objetivos.sistematize um roteiro básico das idéias. evitando que o autor se perca durante a elaboração. independente de ter propósitos distintos. . a justificativa do trabalho e suas limitações. p. registros de observações ou evidências factuais. relacionando-os aos objetivos propostos na introdução. são apresentados os dados do estudo.se os seu s re sul tados. e descrição dos métodos. fatos ou outros estudos. teorias. No desenvolvimento (corpo do artigo). A elaboração de artigos estimula. dest acam. resul tados (apre se ntação e avaliação dos dados encontrados. técn icas e equi pam ent os uti lizados). De acordo com Leal (2001. o artigo científico deve apresentar a estrutura básica que caracteriza todos os tipos de trabalhos científicos ou acadêmicos: introdução. contribuindo para que o aluno aprenda a sintetizar conceitos.102). seguidos da indicação das partes principais do tema e suas subdivisões e. Já no caso do artigo constituir-se como uma produção ou comunicação escrita sobre idéias. em primeiro lugar. . iniciando com a apresentação geral do assunto e dos propósitos do artigo. 5. comparando-se com outros estudos já realizados. porém de forma breve e sintética. Todavia. a análise e a crítica de conteúdos teóricos e de idéias de diferentes autores. O texto contém a exposição e a explicação das idéias e do mat erial pesqui sado e pode ser subdividido da seguinte forma: referenciais teóricos da pesqu isa (apresen tação de con cei tos si st emat izados com base na lit eratu ra). deve ser estruturado da forma a seguir descrita.2). por fim. é preciso que o autor: . que se constitui como dedução lógica do estudo. conceitos.3 Procedimentos quanto à elaboração Em termos de procedimentos para a escrita de um artigo científico. fazer comparações. podendose utilizar tabelas e ilustrações). uma síntese da metodologia utilizada na pesquisa. ainda.reún a as inf ormações e conhecimentos necessários por meio de leituras (textos e documentos). de fichamentos.. desenvolvimento e conclusão. destacando os aspectos a serem enfatizados no trabalho.

Caso se trate de artigo a ser apresentado em eventos (congressos. porém .). 5. 29 . destacando sua importância teórica ou prática. et c. correse o risco de comprometer a aprovação do artigo. o que pode prejudicar a sua compreensão. a forma como o artigo está organizado. p. as expectativas em relação a ele. ainda. o e xce sso de subdivisões. Ao f in al da int rodu ção dev e apresentar. precisão. A estrutu ra de artigos cien tíficos compreende elementos pré-textuais. . conferindo “ao con ju nt o a in di spensáv el u nidade e homogeneidade. Devem ser evitadas as gírias. Vale ressaltar que as divisões. Também é preciso evitar explicações repetitiv as ou supérfluas. para uma maior clareza e compreensão por parte do leitor. pois. também. É n ecessário qu e as referidas partes e respectivas idéias estejam articuladas de forma lógica.ao apresentar o artigo – na introdução –.no desenvolvimento do artigo. expressões coloquiais e que contenham juízos de valor ou adjetiv os desn ecessários. . coerência e estrita observân cia das regras da norm a cu lta. se min ários. além de descre ver os objet ivos e os fundamentos que orientam o trabalho. motivando para a leitura. É pre ci so ev it ar.4 Procedimentos quanto à forma de apresentação A apresentação do artigo científico para publicação científica impressa deve seguir as orientações da NBR 6022:2003. p. cujos títulos devem ser curtos e adequados aos aspectos mais relevantes do conteúdo.103). mencionar eventuais implicações ou efeitos a partir do conteúdo apresentado.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ também auxilia como recurso pedagógico para reflexão e organização lógica das idéias a serem abordadas.” (LEAL. relacionando-as com os objetivos previamente estabelecidos. ao mesmo tempo em que se deve cuidar para que o texto não seja compacto em demasia. O artigo científ ico deve ser redigido com objetividade. 2001. subdivisões e títulos do artigo não garantem a sua consistência ou i mportância. Pode. . convém observar também os critérios e modelos estabelecidos por seus organizadores e/ou editores. caso isso não aconteça.106). A definição do título do artigo deve corresponder. é conveniente que o autor contextualize o tema. sugerindo a continuidade das discussões a respeito.. ao conteúdo desenvolvido.. deve o autor dividir o tema em discussão. de forma adequada.na conclusão. textuais e pós-textuais. . o autor apresenta uma síntese das principais idéias trabalhadas no corpo do artigo. 2001. bem como os limites do artigo quanto à extensão e à profundidade (LEAL.

4. . já detalhados na seção 5. cuja apresentação também deve observar a NBR 6028:2003 (seção 2 da Parte II deste documento). 5. diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos e na língua do texto.30. . 5. então. 5.Referências (obrigatório): elaboradas de acordo com a NBR 6023:2002 (vide seção 3 da Parte II deste documento).Título e subtítulo (se houver) em língua estrangeira. ou.1 Elementos pré-textuais . são apresentadas em relação única e consecutiva e numeradas com algarismos arábicos. podem ser dispostos em rodapé indicado por asterisco na página de abertura (vide modelo do Apêndice E). Segundo a NBR 6022:2003. o desenvolvimento e a conclusão. onde também são colocados os agradecimentos do(s) autor(es) (caso sejam necessários) e a data de entrega dos originais. .2 Elementos textuais Os el ement os textu ais compreendem a introdução.Nota(s) explicativa(s) (elemento opcional): caso existam. o currículo.Glossário (opcional): deve ser organizado em ordem alfabética. . elaborado de acordo com a NBR 6028:2003 (seção 2 da Parte II deste documento).Título e subtítulo (se houver) figuram na página de abertura do artigo. assim como os endereços postal e eletrônico.Palavras-chave na língua do texto.Nome do(s) autor(es) acompanhado(s) por breve currículo qualificando-o(s) na área de conhecimento do artigo. precedendo o resumo em língua estrangeira.. . . .Palavras-chave em língua estran geira (obri gatório): consist e n a versão das palavras-chave na língua do texto para a m esma lín gu a do re sum o em lí ngua estrangeira (vide seção 2 da Parte II deste documento). ..3. diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos.3 Elementos pós-textuais . .Resumo na língua do texto.4.4.Resumo em língua estrangeira (obrigatório): consiste na versão do resumo na língua do t ext o para idi om a de di vu lgação internacional (vide seção 2 da Parte II deste documento). após os elementos pós-textuais.

equações e f órmulas.. . .coerên cia en tre as in formações e no encadeamento do raciocínio lógico.ausên cia de salt os de raci ocí nio na 1 American Management Review (periódico americano que apresenta diretrizes básicas para revisão de artigo s científicos). comprova ou ilustra seu con teúdo. Observação: na Parte II deste documento. seguidas de trav essão e respectiv o t ítu lo (Ex. .clareza na apresentação dos objetivos.: ANEXO B . sociedade).ausência de dispersão ou de redundância das informações/conteúdos. então. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas.referencial teórico claramente identificado.clareza na especificação das unidades de análise (como por exemplo: indivídu o.4. . 5.apresentação de suposições (hipóteses) su ste nt adas em t eori as e cr enças consideradas verdadeiras a part ir do paradi gm a do qual se ori gi nam. precedi dos por numeração progressiva.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . coerente e adequado aos propósitos do artigo. . .. complementar ao seu trabalho.: APÊNDICE A . 31 . Normalmente. 2001.Anexo(s) (opcional): texto ou documento não elaborado pelo autor do trabalho.Estrutura organizacional da Empresa Alfa). ilustrações e tabelas (seção 5). decorrentes dos objetivos propostos pelo professor. . adequando-o às possibilidades e recursos já desenvolvidos por seus alunos.4 da Parte II deste documento). muito embora nada impeça que o professor os solicite em etapas anteriores.Apêndice(s) (opcional): texto ou documento elaborado pelo autor. organização.4 Indicativo dos tópicos (seções) do artigo científico Os títulos das partes ou seções que dividem o texto de um artigo cient ífico devem ser alin hados à esqu erda. conforme a NBR 6024:2003 (vide seção 5. 2000). tais como: a) Quanto ao conteúdo: . Para a avaliação de artigos científicos. . FEITOSA.5 Avaliação O artigo científico pode ser avaliado segundo inúmeros critérios. . são identificados por let ras maiúsculas consecut ivas.Questionário). 5. justificativa e importância do artigo. 1999. que complementa. os artigos científicos são elaborados por alunos que se encontram em fase final do curso de graduação.identificação dos limites do artigo (definição do foco do artigo e dos aspectos que não serão abordados).demonstração de conhecimento suficiente sobre o assunto. as suposições devem ser claras e justificadas. siglas. o lei tor encon trará ori ent açõe s sobre elaboração/emprego de citações (seção 1). SEVERINO. podem ser descritos vários critérios (AMR1 . seguidas de travessão e respectivo título (Ex. .

. .coerência e padronização dos termos técnicos. sem duplo sentido. .atendimento aos objetivos propostos. . -\ ar ticu lação e nt re su gestõe s ou r ecomen dações e as di scu ssões apresentadas no texto. passagem de um parágrafo para outro.uso fiel das fontes mencionadas no artigo. do t ext o . .demonstração de argumentos ou provas suficientes para apoiar as conclusões. b) Quanto à forma: .32..elementos de transição entre parágrafos adequ ados ao sentido e à lógica dos conteúdos. .elaboração de análise e síntese diante de concei tos teór icos sem elh an te s e/ ou divergentes. precisão e coerência na escrita do texto. .ori gin ali dade e i novação do assun to abordado. ..uso adequado de exemplos complementares para clarificar o significado do texto. . .linguagem acessível. .adequação do título ao conteúdo.post u ra ét ica n o tr at o do t em a e desenvolvimento da análise (imparcialidade e equilíbrio). .u so corret o de ci tações devidam ente referenciadas. com a corr eta r elação com os f atos analisados. .objetividade. un idade e art icu lação (encadeamento lógico).afirmativas unívocas.observância das regras da norma culta. . ou de um conceito para outro.uso/seleção de literatura pertinente à análise.resumo claro e informativo. . . .observância das normas de apresentação de um artigo.

relação. o qual. com vistas a um conjunto bastante v ariado de propósitos pedagógicos. s obre a s eqüê ncia d e um acontecimento qualquer. Embora seja utilizado com fr eqü ência. observação de eventos. uma narração. após terem sido desenvolvidas. 33 . Em Michaelis (1998.. talvez por ser con siderado um t rabalho “ pequen o” ou “rápido”. al go qu e f oi realizado). descrição ou exposição de um evento qualquer (algo que ocorreu e foi obse rvado. p. embora seja um dos principais trabalhos acadêmico-científicos comumente realizados n a un iversidade. – as quais. de menor importância. realização de uma intervenção ou procedimento especializado. são complementadas ou concluídas pelo relato de sua realização. O relat ório de que se trata aqu i é uma modalidade de trabalho escrito que não se confunde com o relatório de pesquisa – esse destinado exclusivamente à comunicação dos resultados de uma pesquisa científica –.] Relatório é..1808) encontram-se as seguintes: 1 Exposição.. em diversas disciplinas. 3 Exposição por escrito sobre as circunstâncias em que está re digido um docume nto ou proje to. 2 De scrição minuciosa e circunstanciada dos fatos ocorridos na gerência de administração pública ou de sociedade. na sua organização ou apresentação. viagens de estudo. exper imen tos ou testes de laboratório. de uma prática ou de um conjunto de práticas. acompanhado dos argume nto s que militam a favor ou contra a sua adoção. aplicação de uma determinada técnica.. geralmente relacionados a atividades práticas – visitas. [.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 6 RELATÓRIO Incluiu -se o rel atório en tre os t ipos de trabalhos acadêmico-científicos por ser uma modalidade de trabalho escrito solicitada com alguma regularidade ao aluno de graduação. até mesmo de um objeto...1 Conceito A compreensão do que é um relatório pode começar pelo exame das definições que os léxicos of erecem . Vale sali en tar o det alham ent o com o u ma característica do relatório.] 6 Qualquer exposição pormenorizada de circunstâncias. fatos ou objetos [. seja no seu conteúdo. etc. n ão é abordado n este documento. ordinariamente por e scrito . 4 Parece r ou exposição de um voto ou apreciação. . 6. ou mesmo por não serem muito difundidas orientações para sua elaboração. esse t ipo de tr abal ho acadêmico por vezes tem sua elaboração negligenciada. em pelo menos uma das definições. pois os termos minuciosa e circunstanciada são usados para qualificar a descrição. então.

sobre áreas promissoras do mercado e tecnologias emergentes. verificações. viagens. Olímpio e Cancelier (1992. é importante que o acadêmico aprenda. tais como. tem forma de apresentação rigorosa.. informar sobre o andamento de um projeto. 2000). Quanto à estrutura (partes componentes). . vistorias. A esse respeito. SEVERINO.3 Tipos de relatórios Flôres. tratam de assunto de certa complexidade e apresentam conclusões ou recomendações fundamentadas em dados. of erecer informações e análises sobre empresas. por conseguinte. de uma obr a ou sobre as ativ idade s de u ma administração. durante a sua formação. a preocupação maior deve estar voltada para a eficiência da comunicação. relatórios s emi-informais de alguma relatórios semi-informa is extensão (5 a 15 páginas ou pouco mais). avaliações. em campo. visitas. trata de assunto complexo e se destina a grandes audiências. como. a elaborá-los. 6. as autoras classificam os relatórios quanto à estrutura e à função. em diferentes situações. Barrass (1986.20) aconselha: “ Não bast a term os u ma boa idéia ou executarmos um bom trabalho. (MARCONI. mercados. pois como profissional certamente será solicitado a fazê-lo. Considerando o largo uso de relatórios nos diversos campos de atividades profissionais. por exemplo. que já requerem uma apresentação técnica. 6... têm poucas páginas (às vezes uma única) e uma apresentação breve. apresenta-se a seguir. O obje tivo é comunicar ao leitor a experiência acumulada pelo autor (ou pelo grupo) na realização do trabalho e os resultados obtidos. 1999. p. podem apre sent ar difer ent es n ívei s de formalidade.34. desde o relatório formal – formal aquele que segue todas as normas de um trabalho técnico. porqu e o fazemos e com que resultados”. observações de campo. procedimentos técnicos. Dessa forma. p. entre esses dois extremos estariam os emi-informais. medições. LAKATOS. elaborada segundo os propósitos deste documento. é preciso também sermos capazes de fazer com que outras pessoas entendam o que estamos f azendo. cuja síntese.168193) apresent am uma ú til t ipologia de relatório. expor conhecimentos aprofu ndados sobre uma determinada instituição. auditorias. o relatório de uma Secretaria de Estado – até o relatório informal que trata informal. Inicialmente.2 Propósitos Rel at ór ios podem te r os m ais di versos propósitos: descrever ampla variedade de atividades realizadas. um documento através do qual um profissional ou acadêmico faz o relato de sua própria atividade ou do gr upo ao qu al perte nce. produtos ou tecnologias. qualquer que seja seu tipo. de um único assunto. O relatório é. inspeções. etc. etc. ou ainda descrever atividades realizadas em laboratório. na elaboração de um relatório.

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Quanto à função. A seguir apresentam-se dois roteiros possíveis para o corpo do relatório com a ressalva relatório. seja qual for o tipo de relatório. as normas contidas no t ópico 5 .. . são pouco extensos e. demarcado. Os relatórios informativ os transmitem relatórios informativos in f or mações sem an al isá-l as ou f azer recomen dações. etc. 1º Roteiro A – Elementos pré-textuais (conforme tópico 4 da Parte II) . se for o caso.. . estilo da redação. dos semi-informais) obedecerá às orientações constantes do t ópico 4 Estrutura de trabalhos acadêmico-científicos e sua apresentação gráfica obedecerá. pode ser periódico (mensal. semestral. nessa modalidade encontram-se os relatórios de v iagem.relatório informativo de progresso trata informativo de progresso: progresso do andamento de uma atividade ou ação.o que deve ser relatado? Da resposta a esta pergun ta resu lt a u m rot eiro ou esquema do conteúdo do relatório. A elaboração de um relatório se inicia por uma reflexão sobre sua finalidade. Subdividem-se em: . os relatórios podem ser informativos e analíticos. para isso são úteis três perguntas: .relatório informativo narrativo faz o relatório relatório informativo narrativo: registro de ocorrências ou eventos.. por exemplo. Os relatórios analíticos são aqueles cujo analíticos propósito consiste em an alisar f atos ou inf orm açõe s e apresent ar conclusões e recomendações como dedução da análise realizada.por que deve ser relatado? Esta pergunta au xil ia a de ci dir se o re latóri o ser á informativo ou analítico e a esclarecer aspect os rel at iv os à abordagem e t ratame nt o das i nf orm ações e/ ou con clusões e recomendações a serem apresentadas. em decorrência de seus objetivos e destinação.4 Procedimentos A estrutura e a organização de um relatório serão variáveis assim como são variáveis os tipos de relatórios. informal ou semi-informal). ou em data previamente estabelecida (ex. 6.para quem deve ser relatado? Esta pergunta pode ajudar a decidir quanto ao tipo de relatório (formal. de v isit a e os relat órios administrativos. pelo início e término de uma determinada ação ou projeto. .: relatório sobre a situação dos estoques de uma empresa). de que a estrutura dos relatórios formais (e. portant o. anual) ou abranger um período de tempo maior. . inf ormais ou semi -in form ais. da Parte II deste documento.relatório informativo de posição ou de ou de relatório informativo de ou status: status descreve ocorrências ou fatos relativos a um determinado momento. nível de complexidade e aprofundamento do conteúdo.Aprese nta çã o g ráfica d e trabalhos acadêmico-científicos. 35 .

com maior número de páginas. adjetivação excessiva. a partir dessas idéias. preciso e objetivo. o estilo simples.o quê: identifica a atividade realizada.36. detalhes desnecessários. criar o modelo de relatóri o que mel hor con tem ple as necessidades de formação do seu aluno. B – Elementos textuais: 1 Dados de identificação .. pela correção da linguagem. os elementos prétextuais poderão ser limitados ao mínimo indispensável: se o relatório tiver 2 ou 3 páginas. Nota-se que. basta a folha de rosto. sendo o sumário dispensável. além da folha de rosto.quando e onde: identificam o local e a data em que a atividade relatada foi realizada. aparel hos ou si stem as. construção/teste ou verificação de máquinas. marcado pelo uso de termos técnicos adequados. deve conter um sumário. A melhor maneira de relatar a seqüência de desenvolvimento de uma atividade é cuidar para que a exposição seja clara. pela ausência de períodos longos. . conforme a extensão do relatório. . Os roteiros aqui apresentados acima são sugestões para que o professor possa. qu e pode se r caracterizado como um relatório do tipo informal ou semi -inf orm al. 2 Finalidade da atividade 3 Descrição da atividade 4 Conclusões/recomendações 5 Assinatura do(s) autor(es) C – Elementos pós-textuais Referências (caso existam) Apêndices / Anexos Qu an do se t rat ar de u m rel at ório de experiências realizadas em laborat órios. 2° Roteiro 1 Dados de identificação 2 Descrição do problema 3 Aparelhagem ou equipamento 4 Procedimento(s) 5 Resultado dos testes 6 Análise dos resultados 7 Conclusões Referências Apêndices / Anexos É importante lembrar que o roteiro do relatório deve ser adaptado às necessidades da disciplina ou aos propósitos da atividade realizada. sugere-se a estrutura a seguir..

As t abel as e f iguras. etc. afastando o supérfluo ou não-pertinente? .O plano do relatório permite conduzir o leitor por meio de uma demonstração eficaz. e seu sumário reflete isso? . se hou ver. antes de entregá-lo ao professor.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 6. como pode ser um roteiro adequado para que este avalie os relatórios elaborados por seus alunos. notas e referências.O relatório se limita ao essencial.O título do relatório diz explicitamente do que ele trata? .As regras de apresentação (citações..É escrito em um estilo simples e preciso? .) são aplicadas de forma metódica e homogênea? .5 Avaliação Para assegurar que nada tenha sido esquecido na versão final do relatório. que tanto pode ser usada pelo acadêmico para verificar se seu trabalho está bem feito. . 37 .. com seus títulos e legendas? .O leitor encontra nele todas as informações e referências de que precisa para assegurarse da boa condução da testagem ou da atividade realizada? . Laville e Dionne (1999) sugerem a seguinte verificação. são apresentadas de maneira uniforme.

38... .

Parte de uma reflexão introspectiva. para concorrer a postos no mercado de trabalho. É elaborado com base numa percepção qualitativa e significativ a do caminh o percorrido que caracteriza a história do autor. A decisão das Autoras deste documento de apresentar o memorial entre os tipos de trabalhos acadêmico-científicos foi motivada. Consiste. o memorial é uma autobiografia em que se articulam os dados do curric ulum vita e. con figurando um a narrativa histórica e reflexiva sobre a trajetória acadêmico-profissional do autor. marca de todo trabalho acadêmico. as motivações e as escolhas que o lev aram a construir um a det ermin ada história profissional. Apresenta. ainda. o relato destaca os trabalhos de pesquisa. ou ai nda para f in s de concorr er a u ma premiação.. uma vez formados. complemen tar mente. conforme as circunstâncias. em um relato circu nstanciado. os quais. as perspect ivas futu ras que o autor tem planejado quanto ao seu percurso profissional – um plano de trabalho –. ou se habilitar a promoções na empresa ou instituição a cujos quadros pertençam. 7. portanto. pelo desejo de oferecer ori ent ações sobr e sua elaboração aos acadêmicos. podendo esboçar. bem como realizações pessoais dignas de permanecerem na memória da sociedade ou da instituição a que pertence.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 7 MEMORIAL 7. O memorial tem sido uma exigência em determinados concursos para o magistério superior de diversas instituições universitárias. 39 . precisarão. como também para o ingresso ou para o exame de qualificação de cursos de pósgraduação – notadamente os de doutorado – de muitas universidades. O memorial compreende a explicitação da intencionalidade do autor. o memorial tem o propósito de fornecer informações para o julgamento qualitativo do candidato. de caráter avaliativo – autoavaliativo – um pouco confessional. ret ratando a subjetividade.1 Conceito Para Severino (2000). pode ser definido como um texto que relata eventos notáveis da trajetória do autor. e constitui um relato crítico. o que não significa dizer que de sua elaboração esteja ausente a necessária dose de objetividade. . m inu cioso e analí tico das at iv idades profissionais desenvolvidas pelo autor – no caso daqu eles qu e se dedicam à v ida acadêmica. ensino e extensão realizados – bem como de sua vida profissional como um todo e das perspectivas que percebe ou planeja para a continuidade de seu trabalho no futuro..2 Propósitos Quando elaborado para fins de concurso de ingresso ou de promoção na carreira. principalment e. os resu ltados qu e espera alcançar. portanto. elaborar e apresentar o registro analítico de sua formação e trajetória profissional. Nesse sentido.

especialização e atualização. É com vistas a atender a esse duplo propósito que as orientações a seguir foram elaboradas. além de servir a tais finalidades. simpósios.finaliza-se o memorial com a indicação dos rumos que o autor pretende assumir. analítico e autocrítico. artísticocul tu rais e de pre stação de serv iços especializados: produção científica. aperfeiçoamento e atualização: cursos. tanto em sua formação como em sua profissão. . caracterizando a história particular do autor. participação em congressos. o memorial pode con stitu ir uma v aliosa pr odu ção acadê mica como t rabalh o conclusivo de curso. Embora o memorial seja caracterizado como um relato reflexivo e avaliativo de um caminho percorrido pelo autor.utilizam-se subdivisões com tópicos/títulos par a marcar as et apas da t rajet ória percorrida. ou para destacar os aspectos ou fatos mais significativos. de forma a evidenciar sua articulação com a história pré-relatada. situando os fatos e acontecimentos no contexto sóciocultural mais amplo. particularmente quando este se destina a finalidades acadêmicas. resultados de pesquisas. . .re com enda.40. coordenação e/ou assessoramento. seminários e outros eventos. técnica ou artística. .dev e-se adot ar a forma de u m relato cronológico. A característica crítica do memorial conduz seu autor à avaliação dos resultados obtidos .. é indispensável que esse relato contenha informações referentes a: . analítico e crítico. -ensino: desempenho didático. cursos e atividades de extensão.3 Procedimentos Para a elaboração do memorial é preciso considerar as seguintes sugestões: . dissertações. pelo seu caráter reflexivo. estruturando dessa forma o memorial. municipal ou privado. participação em ban cas e xamin adoras. estágios de aperf eiçoamen to. as circunstân cias t eóricas e sociais que predominaram no momento da execução do projeto de dissertação ou tese. orientação de monografias.atividades de administração: participação em órgãos colegiados. 7.formação.. em quais condições for am obt idos os tí tu los da form ação acadêm ica. exe rcício de f un ções de direção. t eses e pesqui sas de in iciação ci ent íf ica. científ icos ou t ecn ológicos no âmbito federal. comitês executivos. estadual. . prest ação de consultoria especializada. . É relevante na elaboração do memorial deixar claro.deve-se sintetizar a narrativa dos eventos menos marcantes e dar ênfase aos mais significativos a critério do autor e à luz das finalidades do próprio memorial.se qu e o me mori al se ja elaborado na primeira pessoa do singular.atividades técnico-cient íficas. No entanto. o que permite ao autor enfatizar o mérito de suas realizações.

O autor descreve sua trajetória de modo aprofu ndado. principalmente. econômicos e/ou sociais? . como observa França (1999. a trajetória real que foi seguida (. p.. atraente. Por fim. p. nossa história de vida é nossa melhor referência. Além dos aspectos referentes ao conteúdo que já foram apontados.. como também auxiliar o próprio autor do memorial na avaliação do seu relato. pelo esmero na redação do texto. deve-se cuidar que o memorial tenha uma apresentação esmerada. um a im pressão cu idadosa. expressando as contribuições e perdas de cada momento. o memorial é um relato da trajetória de uma pessoa.. um projeto gráfico de bom gost o. o memorial pode se destacar. que deve se destacar por uma auto-avaliação equilibrada. O autor precisa estar atento para retratar. Por outro lado. A boa organização de um mem ori al é essencial para o julgamento das atividades do autor. lembrando que tanto a falsa modéstia como o excessivo elogio comprometem a qualidade do memorial. a parti r da qu al elabora u m rel ato contextualizado. No entanto.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ em sua trajetória profissional e acadêmica. 7.4 Avaliação A seguir relaciona-se uma série de perguntas que poderão orientar o professor na avaliação do memorial (caso este tenha sido solicitado aos alunos como trabalho acadêmico). com maior segurança possível. apresentado de forma crítica. (SEVERINO. 41 . cont extu alizando-a e m relação a aspectos teóricos. Relatada com autenticidade e criticamente assumida.34): Alguns memoriais vão muito além da simples apresentação das habilitações pessoais e profissionais do candidato. políticos.O conjunto das informações sobre o autor e sua apreciação crítica oferecem elementos suf icientes para a apreciação de sua trajetória? .). atribuindo diferentes pesos aos distintos eventos do passado. o autor precisa se mant er at en to par a o t om do rel ato. apresentado de f orma seqü encial e sem comentários. encadernação sóbria. apesar de sua crescente utilização. A avaliação deve ser feita em cada etapa do relato. com fidelidade e tranqüilidade. nota-se ainda uma certa confusão entre memorial e curriculum vitae. convém salientar que.. . etc. 2000. com textos tão ricamente elaborados que os trans formam em verdadeiras o bras literárias. quant o aos seus aspectos físicos.176). o qu e requer. pois ele é a justificativa documental do seu desempenho profissional e acadêmico.O relato destaca os aspectos mais relevantes da t rajet ór ia do aut or? A r elev ân ci a atribuída a esses aspectos é justificada/ fundamentada? . que reflita as condições e situações em que se desenrolou sua história profissional. abrangendo sua formação e atuação profissional. Enquanto este consiste em um conjunto de informações sobre as habilitações do autor.O t exto evidencia o equilíbrio entre o adequado destaque aos êxitos obtidos e a menção aos eventuais insucessos? .

A organização do texto obedece tanto a seqüência cronológica dos eventos como o e ncade am en to lógico de fatos e argumentos? .Os elementos de transição entre parágrafos são adequados ao sentido e à lógica do conteúdo? .Apresenta adequadamente as perspectivas futuras para sua atuação. .A narrativa é feita na primeira pessoa do singular? .O con teú do ev idencia um a ref lexão criteriosa realizada pelo autor sobre sua trajetória? .A linguagem utilizada respeita a norma culta? .A redação do texto é precisa e coerente? .As normas técnicas de apresentação de trabalhos acadêm ico-científ icos foram observadas? .. relacionando-as com a trajetória pregressa? ..42.

.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Parte 2 Orientações e normas para apresentação de trabalhos acadêmico-científicos . 43 ..

.44. ..

se a correlação com a lista de referências (sistema autor-data) ou notas de rodapé (sistema numérico). 259). t radução de palavras estrangeiras. observa que a citação não pode ser uma “manifestação de preguiça” de quem está elaborando uma dissertação ou uma tese. ne las encontrando ilustrações. Depende do tipo de tese”.1 Regras gerais para citação As informações sobre a obra mencionada podem aparecer no corpo do texto ou em nota de rodapé (sistema numérico). São utilizadas para sustentar. exemplos e modelos. tais como: esclarecimentos pontuais do t exto. 45 . Importante! Qualquer que seja o sistema adotado. “De fato. mesmo Umberto Eco (1988.. deve ser seguido em todo o trabalho. Apresentação..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1 CITAÇÕES São as descrições ou menções (conteúdos ou informações) contidas em um texto extraídas de um a ou tra fonte. fazendo. Usam-se citações quando se transcrevem trechos de alguma obr a ou se util izam informações já publicadas. Pode-se afirmar que todo trabalho acadêmico ou t écnico de caráter cient ífico sem pre apresenta citações. Quanto à quantidade de citações a serem usadas em um trabalho. su a elaboração deve seguir as orientações da norma NBR 10520:2002 – Informação e Documentação. DIONNE. Para ident ificação de f on te da citação apresenta-se o nome do autor.] se se deve citar com profusão ou com parcimônia. nelas buscando apoio para seus pontos de vista. p. Em todo o caso. nos quais é permitida uma apresentação mais livre. deixan do para o rodapé out ras informações. 1999. seguido pela data de publicação da obra e número da página. teórica e empiricamente. etc. Em trabalhos técnico-científicos exige-se rigor na apli cação das praxes de cit ação. é da própria natureza da pesquisa situar-se em relação a outras.” (LAVILLE. da ABNT.. As citações podem ser diretas. . significado de expressões típicas. Assim.. estão sendo expostas. o trabalho apresentado. Recomendase o uso no corpo do texto (sistema autordat a).121) considera difícil determinar “[. inspirandose nelas. Citações em Documentos. as citações tanto podem ser usadas com o objetivo de reforçar argum entos com o para expor posições cont rárias àqu el as qu e est ão sendo defendidas. p. que deixa para os outros a apresentação de idéias ou de informações. com o propósito de esclarecer ou complementar as idéias que 1. diferentemente de textos literários. in diret as ou citação de cit ação.

46. com recuo de 4cm da margem esquerda.10). 1: de acordo com a NBR 10520:2002. Obs. como nos exemplos seguintes: Ao escolher e delimitar o tema de pesquisa o mestrando deve ter presente que “quanto mais se restringe o campo. melhor e com mais segurança se trabalha. fonte e espaçamento interlinear menores. textual ou literal É aquela em que se reproduz no texto a idéia original da obra que está sendo consultada. também. 2: no primeiro exemplo.” (ECO.2 Tipos de citação 1. As citações diretas longas (aquelas com mais de três linhas) devem constituir um parágrafo independente. sendo grafado com maiúscula e minúsculas (NBR 10520:2002).1 Citação direta.2. são inseridas no texto. Vale ressaltar.10): “quanto mais se restringe o campo. p. o nome do autor – deve ser grafado com letras maiúsculas. melhor e com mais segurança se trabalha. como nos exemplos que seguem: . sem emprego de aspas.. 1988. Quando se trata de citações curtas (até três linhas).” Obs. o nome do autor faz parte da frase. no segundo exemplo. p.. a entrada – no caso. a indicação da página é obrigatória para citação direta. 1. ou Ao escolher e delimitar o tema de pesquisa o mestrando deve atentar para o que diz Eco (1988. que o uso do ponto final após as citações deve atender às regras gramaticais.

p.. portanto.102) apresentam algumas orientações relativas à elaboração do projeto de pesquisa. tem-se u m caso de plágio. O assunto não deve estar solto no espaço.. Nas citações in diret as. não altera. normalmente..] o assunto que se deseja provar ou desenvolver. as idéias de um autor sem recorrer à citação direta. a referência à fonte é obrigatória pois. 47 . em tamanho e cont eúdo. de modo reduzido ou abreviado.2.] é uma produção de texto [.. 1978. de desafios encontrados na leitura de outros trabalhos ou da própria teoria. o “trabalho da citação [. Todavia. A paráfrase é a forma de citação indireta que. o que não lhe tira o caráter científico. portanto) utilizando-se de pal av ras própri as. caso ela não seja feita. conforme a NBR 10520:2002. portan to.2 Citação indireta: paráfrase e condensação Consiste em se reproduzir o pensamento do autor (idéias alheias... p. desde que não interfira no desenrolar da pesquisa. Nesse sentido. Dentre elas. Pode surgir de uma dificuldade prática enfrentada pelo coordenador. que é reconhecido como [. 319). (CASTRO. se ‘encaixar` em temas muito amplos. . Ao parafrasear.]”.. Uma tese deve revelar o domínio dos conceitos utilizados e um certo conhecimento da literatura técnica. distribuindo a verba de que dispõe entre os que apresentam os melhores projetos. É geralm en te empregada quando se pretende apresentar. Pode ter sido sugerido pela entidade responsável pela parte financeira. ‘encomendado’. 1. a escrit a do t ext o origi nal. mas colocado no seu contexto. a in di cação da(s) págin a(s) consultada(s) é opcional.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Marconi e Lakatos (2001. Como se trata de idéias alheias. segu ndo Compagnon (1996. restaura-se total ou parcialmente o t exto font e. destaca-se a identificação do tema a ser estudado. da sua curiosidade científica. o domínio dos conceitos se revela no seu uso ao longo da análise e não na infindável seqüência de definições de diferentes autores. caracteri zando-se pela substit ui ção de algumas de suas palavras ou expressões. ou seja.. processo que exi ge sua interpretação para reconstrução de um novo texto.34). determinados por uma entidade que se dispõe a financiar pesquisas e que promove uma concorrência entre pesquisadores. p.

p. 1999. pois pressupõe maior articulação de leitura por parte do autor do trabalho. DIONNE. porém apresentando apenas as principais idéias do autor. Isso porque é a partir da conscientização do problema e de suas implicações que o pesquisador será capaz de planejar e desenvolver adequadamente as etapas subseqüentes da pesquisa. DIONNE. em que se faz uma síntese do texto que se quer citar. Um outro modo de escrever a citação indireta é a condensação. (LAVILLE. 1999). Texto original: A fase de estabelecimento e de clarificação da problemática e do próprio problema é freqüentemente considerada como a fase crucial da pesquisa. (LAVILLE. É ela que serve para definir e guiar as operações posteriores.. 1999). deverá dese nv olve r um a l eit ur a si gn if icativ a (compreensiva/ interpretativa).48. já qu e. . como uma espécie de piloto automático. Esta forma de uso de citação é interessante. Citação indireta (condensação): A definição do problema de pesquisa é crucial no processo de pesquisa.. sem alterar o seu significado. para qu e con siga sintetizar as idéias do texto original. DIONNE.85). uma vez que tenha sido bem planejada. pois é ela que servirá de guia para as etapas posteriores (LAVILLE. Citação indireta (paráfrase): Considera-se que a determinação e a explicitação do problema constituem operações decisivas no processo de pesquisa.

Patton é o autor da idéia original a que não se teve acesso. Obs..2.: no exemplo acima.173) “a triangulação de métodos geralmente se refere à comparação de dados coletados por métodos qualitativos e quantitativos [... 1987 apud GIL. pode ser expressa como citação direta ou indireta. GEWANDSZNAJDER. Obs.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1. p. usa-se a expressão latina apud2 . Esta idéia. usa-se o itálic o. Nota: nas referências apenas o autor da obra consultada deve ser mencionado. p.. 1994. deve-se lembrar as palavras de Abramo (1979 apud TOMANIK. p. Werner e Bower são os autores da idéia original a que não se teve acesso e Gil é o autor da obra consultada. e AlvesMazzotti e Gewandsznajder são os autores da obra consultada. “Educar não é uma arte de introduzir idéias na cabeça das pessoas.31).3 Citação da citação Consiste na reprodução de informação já citada por outro autor.: no exemplo acima. 2001. Para explicar que o autor da idéia original é citado por um outro citado autor/obra que se está consultando.123): “a melhor maneira de se aprender a fazer pesquisa é fazê-la: nada substitu i a prática da realização.” (WERNER. . 49 . por sua vez.]”. mas de fazer brotar idéias. A indicação da f onte de uma citação de citação pode ser apresentada na form a textual ou após a descrição da idéia.” 2 Por se tratar de palavra de outr a língua (latim). Quando se discutem métodos para o ensino da pesquisa. Para Patton (1986 apud ALVES-MAZZOTTI. 1997. BOWER.

igualmente. então.3 Alterações na citação Muitas vezes é necessário fazer alterações na citação.” “Evite. por se tratar de obra rara ou. Nesses casos... 1. é obrigatório indicar a alteração feita. como qualquer outro material.. tomando notas. A citação de citação.. dev e ser usada de modo bastante restrito. 125) aconselha: “[. é admissível o uso da citação da citação. ou ainda para adaptá-la às exigências da sintaxe do período ou da oração em que será inserida.. 125).]” (BEAUD. Em qualquer desses casos. Beaud (1997. No entanto. citações longas demais. só vale pelo lugar que ocupa. [. . pois preferencialmente se deve consultar a obra ou documento original. usam-se reticências entre colchetes: Sobre o emprego de citações. muitas vezes determinados textos não estão acessíveis (o que não é o caso dos exemplos acima). a) Em citação com supressão de uma parte inicial ou final. triagens. também chamada de segunda mão. somente disponível em língua que se desconhece. p. no entanto. em que terrenos irá concentrar seus esforços. p. p.] evite fazê-lo em excesso ou desorganizadamente: uma citação. pela dinâmica que imprime à totalidade de seu raciocínio central. cru ci al para o bom desenvolvimento da pesquisa: E é preciso ler os livros mais importantes.45) faz um alerta para o mestrando levar a bom termo a f orm ulação da qu estão principal da pesqu isa. seja para torná-la mais curta pela supressão de alguma parte que não interessa ao que se está expondo... que correm o risco de quebrar o ritmo de sua demonstração [.] é preciso fazer escolhas.. decidir sobre os eixos em que irá concentrar sua pesquisa. usam-se também as reticências entre colchetes: Beaud (1997. seja para destacar algum de seus termos ou expressões. 1997. em que materiais irá se aprofundar. b) Em citação com supressão de parte intermediária.50.

quando algo é acrescentado para esclarecer o leitor. 1997. grifo nosso).” (MARTINS. deve-se indicar a autoria do mesmo: “O trabalho de pesquisa deve ser instigante. torna o trabalho experiência profissional de desenvolvimento monográfico muito mais interessante e eficiente.” (GOLDENBERG. p.21.. mesmo que o objeto não pareça ser tão interessante. 2000. grifo dos autores). p. ou quando o destaque já faz parte da obra consultada. LINTZ. .” (GOLDENBERG. p. “A escolha de um tema que esteja ligado à área de atuação profissional. ou então. os acréscimos devem ser colocados entre colchetes: “Dois passos são necessários para o início da tarefa [de realizar um pesquisa]: a formulação do problema e a elaboração do projeto de pesquisa.68. O que o verdadeiro pesquisador busca é o jogo criativo de aprender como pensar e olhar cientificamente..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ c) Na citação com destaque (grifo. 70). de ou que faça parte da experiência profissional do estudante. d) Quando são feitas adaptações na citação para adequá-la à sintaxe do período. negrito ou itálico) de termos ou expressões. 51 . 1997.

Yin (1993) identificou alguns tipos específicos de estudos de caso: exploratório. p. Explanatory. and Descriptive. 1997. p. em 25 de julho de 2002. 1997. coletivo –quando um grupo de casos é estudado. explanatório e descritivo. No rodapé da página: Informação fornecida pelo Gerente de Desenvolvimento Organizacional da Empresa Época. após a chamada da citação deve-se incluir a expressão ‘tradução livre’. (TELLIS. Collective – when a group of cases is studied. apresentando as explicações disponíveis em nota de rodapé: No texto: A nova estrutura organizacional será implantada no próximo ano (informação verbal)1.52. em palestras e debates. Stake (1995) included three others: Intrinsic – when the researcher has an interest in the case. instrumental . .quando o caso é usado para entender mais do que aquilo que é óbvio para o observador.. Instrumental – when the case is used to understand more than what is obvious to the observer. entre parênteses: Yin (1993) has identified some specific types of cases studies: Exploratory. (TELLIS.1). tradução nossa).4 Normas complementares para citação a) Quando os dados a serem citados são obtidos por informação verbal. 1.1. 1 b) Quando a citação for um trecho traduzido pelo autor do trabalho.. deve-se indicar a expressão ‘informação verbal’ entre parênteses. Stake (1995) incluiu três outros: intrínseco – quando o pesquisador tem um interesse no caso.

1999. isto é. Umberto Eco (1988. D ev e-se respeitar even tual erro do autor cit ado. publicados em um mesmo ano. 1999. . 2001) (BUNGE. conforme a lista de referências.. apresentam-se as datas separadas por vírgula: Chiavenato (1997. O autor e a fonte de todas as citações devem ser claramente reconhecíveis. assim como as citações devem ser fiéis ao texto. 2000. como nos exemplos: De acordo com Chiavenato (1999a) (CHIAVENATO. que se concorde com ela. publicados em anos diferentes e mencionados simultaneamente. deve-se confrontá-la com o original para ev itar erros ou omi ssões. esses são separados por ponto-e-vírgula.126) diz claramente: “Citar é como testemunhar num processo”. a referência deve ser exata e precisa. em ordem alfabética. Quando não for este o caso. 1980) e) Quando houver citações indiretas de documentos diferentes de vários autores. 1999b) d) Em caso de citações indiretas de vários documentos de um mesmo autor. LAKATOS. 1976. (MARCONI.. após a data e sem espacejamento. bem como averiguável por todos. Por isso. o trecho citado deverá ser precedido ou seguido de alguma crítica ou contestação (ECO. assinalando-o ao leitor e usando a expressão sic entre colchetes. RICHARDSON. 1972. 1974.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ c) Quando houver citações de diversos documentos de um mesmo autor. mencionados simultaneamente. SEVERINO.1988). após apresentar a citação. Nesse sentido. 53 . em ordem alfabética. 2001. YIN. faz-se o acréscimo de letras minúsculas.5 Considerações finais sobre as normas de citação A citação pressupõe que a idéia do autor citado seja compartilhada. 2001) 1. p.

.54.. .

a menos que sejam absolutamente necessários à compreensão do conteúdo. diz: O resumo deve constituir-se num texto re digido de forma cursiva. os resultados e as conclusões do documento. devendo incluir palavras represe ntativas do assunto. Também não cabem num resumo citações. o método.chave : Narrativa. Quanto à redação e estilo de resumos..para artigos de periódicos: de 100 a 250 palavras. descobertas. Ex . Leitura. com o uma das condições exigíveis.. 2000.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS Trabalhos acadêmico-científicos tais como teses. dissertações e outros) e relatórios técnicocientíficos: de 150 a 500 palavras. seus resultados e conclusões mais importantes. 69-70). a NBR 6028:2003 estabelece. 2000.. símbolos. de acordo com França (2000.’ são supérfluas (FRANÇA.. respeitando a estrutura do original e reproduzindo apenas as informações mais significativas . dissertações. valores numéricos e conclusões. p. Sobre a extensão do resumo. Resumo. Quanto ao estilo da redação e conteúdo. . Como a redação deve se caracterizar pela máxima concisão.” Estabelece ainda que seja “composto de uma seqüência corrente de frases concisas. projetos de pesquisa e artigos destinados à publicação em revistas acadêmicas exigem a inclusão de um resumo de seu conteúdo. 69). (FRA NÇA .’. an tecedidas da expre ssão Palavras. técnicas de abordage m. críticas e julgamento pessoal do autor. p. dando-se preferência ao uso da terceira pessoa do singular e do verbo na voz ativa e evitando-se o uso de parágrafos. fórmulas.para t rabal hos acadêm icos (t eses. comentários.: Palavras. O uso de abreviaturas. Produção textual. Limita-se a um parágrafo. que o “resumo deve ressaltar o objetivo.para notas e comunicações breves: de 50 a 100 palavras.. essa norma define: . equações e diagramas devem ser evitados. . 55 .. concisa e objetiva. p. . As palavras-chave são separadas entre si por ponto e finalizadas por ponto. As palavras-chave devem figurar logo abaixo do resu mo. expressões como: ‘O presente trabalho trata de. 69). [.ch ave.. como: objetivos . seu valor e originalidade. ‘O autor do trabalho descreve.] é a apresentação concisa e seletiva de um texto. ressaltando de forma clara e sintética a natureza do trabalho.. afirmativas e não de uma enumeração de tópicos”.

conforme o caso. Vigotsky sobre o qual se estrutura a elaboração da teoria histórico-cultural do funcionamento mental superior. Zusa mmen fa ssun g (alem ão). os resumos (acom pan hados das palavras-ch ave) na língua original e em língua estrangeira fazem parte dos elementos pré-textuais. n. Usam-se. TC Cs e TGIs de cu rsos de graduação. Estudos Est udos E studos Av ançados A vançados. Palabras clave (espanhol). H.. histórico-culturais e espaciaisecológicas. A maioria dos periódicos acadêm icocientíficos exige. Dentre este cenário de tendências contraditórias. o resumo (acompanhado das palavras-chave) na língua original faz parte dos elementos pré-textuais. de acordo com a NBR 14724:2005. 19 95. Rés umé (fran cê s).. As palavras-chave em língua estrangeira acompanham obrigatoriamente o resumo em língua estrangeira: Keywords (inglês).V A s artes e . além do resumo na língua do público a que este se destina. Res ume n (espan h ol ). p. v. Parole c hia vi (italiano). R.9. 65-76 . 2. resumo em pelo menos uma outra língu a. também. deve ser apreendido.1 Exemplos de resumos O artigo situa historicamente a produção e a publicação do estudo vigotskiano sobre a psicologia das artes.56.25. p. Motsclés (francês).S. em suas dimensões políticas. Sch lüsselwörter (al emão). 4 RATTNER.4 .3 O processo de globalização. Identifica nele as origens do pensamento psicológico de L. dez. R ia ssunt o (italiano). o trabalho procura analisar o papel dos principais atores – a ascensão de poderosas organizações que operam em escala transnacional e o Estado-nação cujo poder e influência estão definhando. v. o desenvolvimento cultural do ser humano. 34-59. O resumo em língua estrangeira é digitado em folha separada (NBR 14724:2005). Em artigos científicos. Globalizaç ão: em direç ão a um mundo só? n. Em trabalhos acadêmicos (teses./dez. a realidade apresenta uma fragmentação do espaço político com novas barreiras e mercados protegidos. os seguintes cabeçalhos: Abst rac t ou S umm ary (inglê s).69. Educação e Sociedade Sociedade. aperfeiçoamento e/ou especialização). de acordo com a NBR 6022:2003. dissertações. Expõe a teoria da reação estética e o conceito de catarsis vigotskyanos. embora conduzido pela economia. 3 JAPIASSU.O. set.20. Contrariamente à visão idealizada de uma progressão linear de mercados regionais integrados para uma sociedade una e global. enquanto que o resumo (e correspondentes palavras-chaves) em língua estrangeira deve ser colocado após o texto. 1999.

A ABNT estabelece que este sistema não pode ser usado concomitantemente para notas de rodapé ou explicativas. também chamado de ‘autor-data’ quando relacionado à citação) e o numérico (ordem de citação no texto). teses.1 Localização das referências Os si stem as m ais ut ili zados par a apresentação das referências são o alfabético (or dem al fabét ica de en trada. desta forma. capítulo ou artigo. etc. eliminando as inúmeras referências completas e as expressões idem. No primeiro caso. documentos oficiais. Independentement e do tipo de fon te ou autoria mencionada no trabalho. homepage... publicações periódicas on line) ou eventos técnico. e-mail. destinadas às informações adicionais e não essenciais para a compreensão do texto.cit. antecedendo apêndices e anexos. j ornais. Além disso. cd-rom. 57 . Vale destacar qu e a adoção do primeiro sistema (alfabético) tem a vantagem de despoluir visualmente o rodapé da página. são obrigatórias nesse tipo de trabalho e sua elaboração deve seguir as orientações da NBR 6023:2002. As notas de rodapé ficam. consistem em obras como livros. ao fim do artigo. ibidem (ou id. dicionário. ao fim de cada capítulo. Já em resumos e resenhas. ibid. dissertações ou monograf ias.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS As referências de um trabalho acadêmicocien tífico consistem na list agem com as informações sobre todas as fontes/autores mencionados no texto. as referências podem aparecer: em listas após o texto. as referências são apresentadas antecedendo tais textos.) e op. que também podem estar localizadas ao final do texto. os trabalhos também podem apresentar informações cuja fonte são documentos eletrônicos (disquetes. segu e.científicos como con gr essos. relatórios técnicos e legislação. as listas são apresentadas em ordem alfabética única.se a ordem numérica crescente para apresentação das listas. é obrigatória a sua identificação na lista das referências. manuais. dentre outros. da ABNT. Nestas situações.. As fontes das informações contidas em um texto são diversificadas. 3. jorn adas. semin ár ios. . conforme a natureza do trabalho. art igos de publi cações cien tí fi cas ou especiali zadas (peri ódi cos). enciclopédias. No sistema numérico.

FISCHER. após a cidade onde o periódico é publicado. Em caso de referência de periódicos. Ao negrito ser definido um tipo de destaque.o hífen é utilizado entre páginas (p. este deve ser mantido em todas as referências de um mesmo documento. digitadas em espaço simples e separadas entre si por dois espaços simpl es (NBR 14724:2005). . entre o número do ano/volume e o número do periódico. usa-se vírgula: após o título da revista/periódico. t ambém deve ser un if orme em todas as ref erê ncias.))..os parênteses são usados para indicar série. antes Pesquisa da editora (São Paulo: Atlas). . é usado para separar os autores (FLEURY. isto deve ser adotado em todas as referências daquela lista. quando este for apresentado na referência (Pesquisa social: métodos e técnicas).a vírgula é usada após o sobrenome do autor (ECO.o colchete é usado para indicar os elementos de referência que não aparecem na obra referen ciada. As referências são alinhadas à margem esquerda do texto.3. seguido de espaço. . M. edição (7. para o título. O título da obra ou do periódico é sempre grifado com destaque (itálico ou negrito).2 Aspectos gráficos das referências A elaboração das referências deve seguir a seqüência dos elementos do documento a ser referenciado. v. após a editora.. porém são conhecidos [1991].).. e depois do termo In:. pois neste caso o elemento de entrada é o próprio título. n. 1997). 3.). e no final da referência.).. -o ponto-e-vírgula. após o título. . M. já destacado em letras maiúsculas na primeira palavra (com exclusão de artigos ou monossílabos). após o número do periódico e após as págin as da r evist a/periódico (Política e Administração. Alfredo (Org. p.. . Por exemplo: ao optar pel a uti lização abre viada do prenome do autor. Quan to à pontu ação. Comp. .as reticên cias são usadas para in dicar supressão de parte de títulos (Anais. As referências de uma lista devem seguir sempre os mesmos princípios.). ed. que caract eriza fu nção na elaboração e/ou responsabilidade sobre a obra (BOSI.58. grau nas monografias de conclusão de curso e especial ização.. respeitando-se os seguintes padrões: . L. conforme os modelos prescritos na norma (NBR 6023:2002). João. T. Rio de Janeiro. Org. Humberto).os dois pontos são usados antes do subtítulo. .usa-se ponto após o nome do autor/autores (AGUIAR. R.).15-21. Esta regra não se aplica às obras sem indicação de autoria ou de responsabilidade. set. de forma abreviada (Coord.2.. teses e di ssert ações (Mestrado em Educação).10-15) e entre datas de fascículos seqüenciais (19981999).

GUATTARI. separados por ponto-e-vírgula. 10. entre parênteses. Sueli.). Vivendo e aprendendo. 1986. 1989.quando há mais de três autores mencionase apenas o primeiro autor. T.quando houv er indicação explícita de responsabilidade pelo conjunto da obra (Organizador. ed. 59 .1 Regras quanto à autoria .quando há dois ou três autores. 1986.) em coletâneas de vários autores.3. Paulo et al. Graal. no singular.. se for o caso).UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. ROLNIK. FLEURY. R.. é facultado indicar todos os autores. FISCHER. Vanilda (Org. 2. Cultura e poder nas organizações São Paulo: poder organizações. mencionam-se todos eles na ordem em que aparecem na obra. São Paulo: Brasiliense. Petrópolis: Vozes. Coordenador. etc. (e outros). Em caso de projetos de pesquisa. Perspectivas e dilemas da educação popular Rio de Janeiro: educação popular. seguido da abreviação. do tipo de participação. . FREIRE. Micropolíticas : cartografias do desejo. acrescentandose a expressão latina et al. ed.3 Regras gerais para elaboração de referências 3. L. Félix. 1986. PAIVA. . M.. Atlas. seguido de espaço. Editor. a entrada da referência é feita pelo nome do responsável (ou dos responsáveis. .). de indicação de produção científica em curriculum vitae ou e m r elatór ios para órgãos de financiamento. (Coord. M.

p.. elatório 2001. Carlos. seu nome é precedido pelo órgão superior ou pelo nome da jurisdição geográfica à qual pertence.quando os aut ores tê m sobr enom es compostos.. 1979. Debates pedagógicos. 10.. como segue: a) quando ligados por hífen: SCHERER-WARREN. associações. 1993. etc. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO. 3 v. . d) o nome do autor é conhecido de forma composta: MACHADO DE ASSIS. SANTA CATARINA.. Gabriel. 1931. Curitiba. a entrada é feita pelo título. . instituições). Guia dos livros didáticos: 1ª à 4ª dos livros séries. Ilse.quando o autor for conhecido pelo pseudônimo. PROCURA-SE um amigo. Lenilson Naveira. desde que seja a forma adotada pelo autor. Rio de Janeiro: Schmidt. Tristão de. editoriais. ATHAYDE. . em pr esas. este deve constar na referência. Curitiba: Associação Bibliotecária do Estado do Paraná. 212-213. c) quando um dos nomes é adjetivo: CASTELO BRANCO.quando a autoria for desconhecida (por exemplo: artigos de jornal sem autoria explícita.. Gerência da vida: reflexões filosóficas. In: SILVA. Anais. Quando a entidade tem uma denominação genérica. DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro. em letras maiúsculas. Brasília: SEF 1997. e) o nome é espanhol: GARCÍA MARQUES. 1979. estes devem ser escritos na ordem em que aparecem. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro. . ed. . esta deve ser indicada como autor. b) quando o segundo nome indica parentesco: PRADO JR.).em caso de pu blicação assinada por e nt idade (órgãos gov ern am en tais. congressos. Secretaria da Saúde. 1990. Anais. Florianópolis.60. O termo anônimo não deve ser usado para substituir o nome do autor desconhecido.. Rio de Janeiro: Record. .. 3. Caio. CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO.. Relatório de atividades.

Turismo. Brasília: Ministério da Educação. entre colchetes. 2002. Em caso do uso do subtítulo. RODRIGUES. 61 . Adyr Balastreri. . SIMPÓSIO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO.quando se referenciam várias obras do mesmo au tor em uma mesma página. . São Paulo: Hucitec. I.2 Regras quanto ao título e subtítulo . CHIAVENATO. 1989. 1997b.3.. Turismo e espaço : rumo a um conhecimento interdisciplinar. 1989. 1997a. seguido de ponto. ______. 1997a. São Paulo: Saraiva.o título e subtítulo (se for usado) devem ser apre sent ados tal com o f iguram no documento. acrescentam-se letras minúsculas ao ano. apenas o título principal é grifado (negrito ou itálico). separados por dois pontos.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . deve-se atribuir uma palavra ou frase que identifique o conteúdo do documento. [Trabalhos apresentados]. sem chegar aos dois pontos. Carreira e competência: gerenciando o seu maior capital. 2.quando não existir título. 1997b 3. São Paulo: Hucitec.em casos de obras do mesmo autor publicadas no mesmo ano.. Salvador. RODRIGUES. .. RODRIGUES. substitui-se o nome do autor das referências subseqüen tes por u m t raço su bli near equivalente a seis espaços. modernidade e globalização . na seqüência alfabética ascendente.

Robert K.se as design ações da n at u reza j ur ídica ou comercial. 2. P Objetivo competência: por uma nova lógica.o nome da editora é indicado da forma como se apresenta no documento. . rev.3 Regras quanto à edição e editora . 3.62.]. Em caso de informações complementares à edição. Rio de Janeiro: Expressão e Cultura. indica-se a primeira ou a que estiver em destaque. Das mulheres e das flores. Belo Horizonte: [s. esta deve ser identificada na referência.) .a partir da segunda edição. . Obs. . São Paulo: EDUSP. (Coord. São Paulo: Cortez. São Paulo: Atlas. 2001.]. Já se forem três ou mais.n. ambos na língu a do document o. . Porto Alegre: Bookman. abreviando-se os pre nom es e su prim in do. YIN. Estudo de caso : planejamento e métodos. 1974. os acréscimos devem ser indicados de forma abreviada. ZARIFIAN. 2001. Antonio Joaquim. e ampl.n. Metodologia do trabalho científico. indicam-se ambas com os respectivos locais (cidades). I.quando não se tem o nome da editora.em caso de haver duas editoras. ed. abreviando-se os números ordinais e a palavra edição. ed.: (No livro: Editora Atlas S.3. SEVERINO. 2000.. MAIA.A.História da ciência: o mapa do conhecimento. 1995.. indica-se a expressão sine nomine abreviada e entre colchetes [s. 21. Carlos A. VALENCIA.). Ana Maria. desde que sejam dispensáveis para a identificação. ALFONSO-GOLDFARB.

BELTRÃO III. Cria e recria. indica-se o primeiro ou o mais destacado. OS GRANDES clássicos das poesias líricas.o local (cidade) deve ser mencionado na referência tal como indicado no documento.quando houver mais de um local para uma só editora. entre colchetes. dentre outros. Obs. Viçosa.3. 63 . 1981. utilizam-se as expressões sine loco e sine nomine. Sylvio.l. A prática da pesquisa. AL. 1977. abreviadas. Viçosa.quando a cidade não aparece no documento. . Viçosa. .quando o local e a editora não puderem ser identificados no documento.l.: s. MG. . J. LAZZARINI NETO. deve-se utilizar a expressão sine loco.]. 1994. de M. [S..]. mas pode ser identificada. acrescenta-se a abreviatura do Estado ou do país.l. C. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3..: No documento de que trata a referência acima. Em caso de haver cidades com o mesmo nome. 1930. Discursos do pregador. RJ . abreviada e entre colchetes [S.]: Ex Libris.n. [São Paulo]: SDF Editores. deve ser indicada entre colchetes.quando o local é desconhecido. são indicados como locais: São Paulo – Rio de Janeiro – Lisboa – Bogotá – Porto – Buenos Aires – Guatemala – Madrid. [S. . CASTRO.4 Regras quanto ao local .

semestres ou estações do ano.3. 2001.1995. no idioma original da publicação. 2002. . ao final da referência devem ser indicadas. 2.5 Regras quanto à data A data é um elemento essencial à referência e. maio/dez.6 Regra quanto à paginação . 1996. (publicação com paginação irregular) . as expressões: Não paginado. seja ela de publicação. por isso. registra-se uma data aproximada. primavera 2000. trimestre e semestres abreviados. Autumm 1970.. 1950] Década certa – [196-] Década provável – [196-?] Século certo – [18-] Século provável – [18-?] .quando em indicações de meses. Quando nenhuma dessas datas puder ser determinada.quando a publicação não apresentar número de páginas ou se a numeração for irregular. estas informações devem ser transcritas da seguinte forma: os bimestres. 3. distribuição. sempre deve ser indicada. mas não indicada no documento – [1976] Uso de intervalos menores de 20 anos – [entre 1970 e 1985] Data aproximada – [ca. mar. as estações do ano tal como figuram na publicação.64. Aug. (publicação sem número de páginas) Paginação irregular. conforme as seguintes indicações: Um ano ou outro – [1996 ou 1997] Data provável – [2001?] Data correta.3./Sept. 3.quando a publicação indicar. sem. trimestres. divisões por bimestres. impressão ou apresentação (depósito) de um trabalho acadêmico. no lugar dos meses. 3. 1995.. estes devem aparecer de forma abreviada. após o ponto final. entre colchetes. bim.

1.4. quando necessário e de acordo com o docu me nto a ser referenciado. A. MARCONI.1 Monografias 3.. Caso seja indicado.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. poden do variar conf orme o ti po de documento. são acrescentados elementos complementares para melhor identificá-lo. tr adu tore s. Título da obra em negrito ou itálico (apenas a primeira letra em maiúscula. Maquiavel. indicação de coedit ores. ao final da referência. dicionário. Luiz Mário Gazzaneo. dissertações. científica ed. a não ser em casos de nomes próprios). B.4 Modelos de elaboração de referências 3. LAKATOS. o subtítulo não é grafado em negrito ou itálico. menção à edição exclusiva para assinante. ao final da referência). i nf ormações descr iti vas sobre o docu men to (por exemplo: a) em caso de jornal. b) alguns dos elementos complementares considerados na NBR 6023:2002 da A BNT são: n úm ero de págin as do docu men to. 5 Para fins de elaboração de referências. Livros GRAMSCI. Observações: a) os elementos essenciais são os de descrição obrigatória na elaboração da referência. catálogo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. monografia como o doc umento constituído de uma só parte ou de um número pré-estabelecido de partes que se complementam. Marina de A. Assim. política Estado moderno. São Paulo: Atlas. 1988.1 Monografias consideradas no todo5 Elementos essenciais – regra geral SOBRENOME do autor. 65 .. IS BN. Local (nome da cidade): Editora. abreviado(s) ou não). como livros. . se houver). c) o elemento ‘tradução’ e a indicação de subtítulo da obra são opcionais. monografias). b) indicação de apoio de entidade governamental à publicação referenciada. trabalhos acadêmicos (teses. enciclopédias. São Paulo: Hucitec. Número da edição (a partir da segunda edição.. RODRIGUES. ano de publicação. a política e o Estado moderno Tradutor: Maquiavel.4. Prenome e outros Sobrenomes (se houver. científica. manuais. Antônio. 1997. etc. a NBR 6023: 2002 da A BN T define . interdisciplinar. Eva Maria. Metodologia científica 3. 2000. Turismo e espaço: rumo a um conhecimento .

] (o grau) – vinculação acadêmica. 1989. RODRIGUES. trabalho de conclusão de curso. 5 v. Português. Rio de Janeiro. local. Rio de Janeiro: Encyclopaedia Britannica. etc. ano da defesa. Chicago: Encyclopaedia Britannica. Número de folhas ou volumes. Instituição. V. 2002. NBR 6023 : informação e documentação: referências: elaboração. Bíblia BÍBLIA. Tipo de documento [tese. Bíblia Sagrada . 1986. Dicionário AULETE. Rio de Janeiro: Delta. Caldas.. ed. Normas Técnicas ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 1980. dissertação. 180 f. . 1980. 30 v. Edição Ecumênica. Prenome e outros Sobrenomes (se houver. Enciclopédia THE NEW Encyclopaedia Britannica: micropaedia. Belo Horizonte.66.. Dissertações e Teses SOBRENOME do autor. 1989. Dicionário contemporâneo da Língua Portuguesa. Ano de apresentação. Universidade Federal de Minas Gerais. 3. Título : subtítulo. Tradução de Padre Antônio Pereira de Figueiredo. M. abreviados ou não).Faculdade de Ciências Econômicas. Dissertação (Mestrado em Administração) . Qualidade de vida no trabalho .

Título da parte (apenas a primeira letra maiúscula. Para referenciá-las. .. etc. São Paulo: Delta: Estadão. o nome após a expressão In: é substituído por 6 traços sublineares. Documentos em CD-ROM KOOGAN.3 Partes de monografia Inclui as referências de capítulos. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização) – Faculdade de Odontologia. precedida da expressão Acesso em:. M. Universidade de São Paulo. 105 f. O ESTADO DE SÃO PAULO. 1997. artigos de coletâneas com autor e/ou título próprios.4. G. Universidade Camilo Castelo Branco. 1990. 1990.L. São Paulo. Obs.estado. 67 .Escola Politécnica. precedido da expressão Disponível em: e a data do acesso ao documento. Enciclopédia e dicionário digital 98. Documentos online 6 Deve-se apresentar o endereço eletrônico entre os sinais < >. Edição (a partir da segunda..4. Título da obra: subtítulo (se for o caso). 3.1.html>. Acesso em: 19 maio 1998. excetuando-se nome próprio. N BR 6023:2002). MORGADO. sem negrito ou itálico). In: SOBRENOME.1.br/redac/manual. 5 CD-ROM. Prenome(s) e outro(s) Sobrenome(s) do(s) autor(es) da parte. 1998. O padrão da referência é: SOBRENOME. HOUASSIS.: Nos casos em que o autor do capítulo ou do artigo é o mesmo da obra. 1990. (ABNT . 51 f.L. São Paulo.C. seguidos de ponto.com. Local: Editora. se houver). Disponível em: <http://www1. (Ed). segue-se as normas dos document os monográf icos n o t odo. ano. acrescidas de descrições físicas do meio eletrônico. capítulo ou outra forma de individualizar a parte referenciada. online. A. volumes. 3.. 6 Não se recomenda referenciar material eletr ônico de curta dur aç ão nas redes. Reimplante dentário . 1990. cd-rom. Prenome do autor da obra como um todo. São Paulo.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ CAMPOS. Manual de redação e estilo . A. Tese (Livre Docência) . Processamento de linguagens naturais através de funções recursivas de expressões regulares condicionais .2 Monografias no todo em meio eletrônico São as monografias apresentadas em meio eletrônico como disquetes.

Gilles. reportagens.refletindo. Prestes.4 Parte de monografia em meio eletrônico Segue m. 122-143. Curitiba. Capítulo de livro LAKATOS. 3. . Sociologia da administração . S.. bem como matérias apresentadas em u m n úmero. In: TOLEDO. Rio de Janeiro: FGV. In: MOTTA. seções. 5. as pu blicaçõe s pe riódicas tam bé m são referenciadas segu ndo as caract erísticas específicas de cada tipo. São Paulo: Atlas. História das doutrinas políticas.br/ livrosonline/leitura_32>. Eva Maria. Viagem astral aos domingos. 7.).). Fernando C. 7 Coletâneas são publicações compostas por artigos ou textos de vários autores em uma única obra. G. ed.14-16.. volume ou fascículo de periódicos (artigos científicos de revistas. p. número de jornal ou caderno de jornal completo. Acesso em: 25 jul.4.). (Org. editoriais. FREITAS. In: ______.4. A. 1997.. BOUTHOUL. Reflexões para o silêncio.1. N as coletâneas.).1990. Organizador. In: ______. Os primeiros agregados humanos. Coesão organizacional e ilusão coletiva. G. acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado. p. B. SOUZA. Editor. MACEDO. 3.2 Publicações periódicas Publicações periódicas abrangem os seguintes documentos: coleções completas. Rio de Janeiro: Guanabara. Parte de uma obra MOSCA. 1988. 2000. Cultura e poder organizacional e novas formas de gestão empresarial. etc. p. Vida psíquica e organização. fascículo ou número de revistas. Artigo de coletânea7 AMADO. Maria Ester de (Org.68. 103-115.com. 1987. geralmente há a indicação de um ou mais autores como responsáveis pela obra (Coordenador.. etc. cap. matérias jornalísticas. Disponível em: <http://www. Da m esm a f orma que nas ref erê ncias de m onograf ias (completas ou partes).se as n ormas an ter iores para ref ere nciar part es de mon ogr af ias.

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3.4.2.1 Publicação periódica como um todo

Usa-se referenciar toda a coleção de um título de periódico em listas de referências e catálogos de obras preparados por bibliotecas, editoras ou livreiros. O padrão de referência é:
TITULO DO PERIÓDICO. Local de publicação (cidade): Editora, datas de início e encerramento da publicação, quando houver.

TRANSINFORMAÇÃO. Campinas: PUCCAMP 1989-1997. ,

CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO. Brasília: Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, 1972-

Obs.: quando a publicação está em vigor, apresenta-se o ano de início, acrescido de hífen e sem ponto final.

3.4.2.2 Partes de publicações periódicas Abrange volume, fascículo, números especiais e suplementos, sem título próprio. A referência padrão é:

TÍTULO DA PUBLICAÇÃO. Local: Editora, numeração do ano e/ou volume, numeração do fascículo, informações de períodos, datas de publicação.

VEJA. São Paulo: Abril, v.31, n.1, 15 jan. 1998.

... 69

70...

3.4.2.3 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas Inclui fascículos, volumes, números especiais e suplementos (com título próprio); além dos artigos, editoriais, comunicações, entrevistas, resenhas, reportagens e outros.

SOBRENOME, Prenome do Autor. Título da parte, artigo ou matéria. Título da Publicação , Local, numeração correspondente ao volume e/ou ano, fascículo ou número (conforme o caso), página inicial-final (quando se tratar de artigo ou matéria), data ou intervalo de publicação.

Obs.: se necessário, podem ser acrescentadas informações complementares que melhor identifiquem o documento.

GUIA Exame 2002: as 100 melhores empresas para você trabalhar. Exame, São Paulo, set. 2002. Edição especial. NUNES, Clarice. História da educação brasileira: novas abordagens de velhos objetos. Teoria
& Educação , Porto Alegre, n.6, p.151-182, 1992.

LEAL, Elisabeth J. M. Pesquisa e produção escrita. Turismo: visão e ação, Itajaí, v. 4, n.8, p.99109, abr./set. 2001. GURGEL, C. Reforma do Estado e segurança pública. Política e Administração, Rio de Janeiro, v.3, n.2, p.15-21, set. 1997.

3.4.2.4 Artigo e/ou matéria de revista, boletim, dentre outros, em meio eletrônico As referências seguem as normas indicadas para artigos e/ou matérias de publicações periódicas, conforme os tópicos anteriores, acrescentando-se a descrição física do meio eletrônico.

MALOFF Joel. A internet e o valor da “internetização”. Ciência da Informação , Brasília, v. , 26, n. 3, 1997. Disponível em: <http://www.ibict.br/cionline/>. Acesso em: 18 maio 1998. VIEIRA, Cássio Leite; LOPES, Marcelo. A queda do cometa. Neo Interativa, Rio de Janeiro, n.2, inverno 1994. 1 CD-ROM.

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3.4.2.5 Artigo e/ou matéria de jornal Inclui editoriais, entrevistas, comunicações, reportagens, resenhas e outros. A referência padrão é:

SOBRENOME, Prenome do Autor (se houver). Título da matéria. Título do Jornal, Local de publicação, data de publicação. Seção, caderno ou parte do jornal, página da matéria.

Obs.: quando não houver caderno, seção ou parte, a página da matéria ou do artigo precede a data.

BEVILACQUA, Viviane. A fome dói, diz José, um brasileiro. Diário Catarinense , Florianópolis, 3 nov. 2002. Página Quatro, p.4. LEAL, L. N. MP fiscaliza com autonomia total. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, p. 3, 25 abr. 1999.

3.4.2.6 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico A referência segue a norma indicada no item anterior, acrescentando-se as informações sobre a descrição física do meio eletrônico.

HISTÓRIA, razão e fé. Folha de S. Paulo Online , São Paulo, 3 nov. 2002. Folha Opinião. Disponível em: <http://www.uol.com.br/fsp/opiniao/inde03112002.htm>. Acesso em: 3 nov. 2002.

... 71

proceedings. … 2000... Título.3. 4. Proceedings… Boston: Kluwer Academic Publishers. local (cidade) de realização. Anais. 1996. 2000. WORKING CONFERENCE ON INFRASTRUCTURES FOR VIRTUAL ORGANIZATIONS: managing cooperation in virtual organizations and electronic business towards smart organizations.) Local de publicação: editora.3. etc.4.ufpe.4... 1996.72. como atas. data da publicação. Recife...br/anais/anais. Acesso em: 21 jan. Recife: UFPe.. resultados. O padrão de referência para esses tipos de documentos é: NOME DO EVENTO. atas.2 Eventos como um todo em meio eletrônico A referência segue a norma anterior para publicação de documento de evento como um todo. CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe. Anais eletrônicos. 1996. Recife.4. 3. 2. acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado. proceedings. dentre outros.3 Publicações em eventos 3. 3..propesq. ... 1997.htm>. Florianópolis. Disponível em: <http://www. do documento (anais. anais.. ano. 1996. CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe.1 Eventos como um todo Constitui u m tipo de pu blicação com o con ju nt o de docum en tos/t rabal hos apresentados ou reunidos em um evento. Recife: UFPe. 4. numeração (se houver).

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3.4.3.3 Trabalho apresentado em evento té cn ico- ci ent íf icos. A re fer ênci a dev e apresentar os seguintes elementos e forma:

São os artigos, comunicações, projetos, dentre outros trabalhos apresentados em eventos

SOBRENOME DO AUTOR, Prenome e outros Sobrenomes do Autor (se houver, abreviados ou não). Título do trabalho apresentado. In: NOME DO EVENTO, numeração do evento (se houver)., ano, local de realização do evento. Título... (Anais, Proceedings, Resumos, etc.) Local de publicação: Editora, data de publicação. página inicial-página final do trabalho referenciado.

RODRIGUES, M. V. Uma investigação na qualidade de vida no trabalho. In: ENCONTRO ANUAL DA ANPAD, 13., 1989, Belo Horizonte. Anais… Belo Horizonte: ANPAD, 1989. p. … 455-468.

3.4.3.4 Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico

Segue a norma de referência indicada no item anterior, acrescida das informações do meio eletrônico utilizado.

SILVA, R. N.; OLIVEIRA, R. Os limites pedagógicos do paradigma da qualidade total em educação. In: CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe, 4., 1996, Recife. Anais eletrônicos... Recife: UFPe, 1996. Disponível em: <http://www.propesq.ufpe.br/anais/anais/ educ/ce04..htm>. Acesso em: 21 jan. 1997. GUNCHO, M. R. A educação à distância e a biblioteca universitária. In: SEMINÁRIO DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 10., 1998, Fortaleza. Anais... Fortaleza: Tec Treina, 1998. 1 CD-ROM.

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74...

3.4.4 Documentos jurídicos 3.4.4.1 Legislação Estão incluídos nesse tipo de documento: a Constituição, emendas constitucionais, textos legais (leis ordinárias, medidas provisórias, decretos, resoluções do Senado Federal); normas de instituições públicas e privadas (resolu ções, portarias, ordem de serviço, comunicado, instrução normativa, circular, dentre outros). A referência é elaborada com base n a n orma padr ão, podendo ser acrescentados elementos complementares, caso sejam necessários.

JURISDIÇÃO (ou cabeçalho da entidade, caso tratar-se de normas). Título do documento. Especificação do documento (ex.: Diário Oficial, Código civil, Lex), Local (cidade), numeração (volume, número e páginas, conforme o caso), data.

Obs.: quando a referência for de Constituições e suas emendas, entre o nome da jurisdição e o título acrescenta-se a palavra Constituição, seguida do ano de promulgação, entre parênteses.
BRASIL. Constituição (1988). Emenda constitucional nº 9, de 9 de novembro de 1995. Lex: legislação federal e marginália, São Paulo, v.59, p.1966, out./dez. 1995.

SÃO PAULO (Estado). Decreto nº 42.822, de 20 de janeiro de 1998. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência, São Paulo, v. 62, n. 3, p.217-220, 1998.

BRASIL. Decreto-lei nº5.452, de 1 de maio de 1943. Aprova a consolidação das leis do trabalho. Lex: coletânea de legislação: edição federal, São Paulo, v. 7, 1943. Suplemento.

BRASIL. Código civil. 46. ed. São Paulo: Saraiva, 1995.

3.4.4.2 Jurisprudência

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. In: ______. Súmulas. São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil, 1994. p.16.

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BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Hábeas-corpus nº 181.636-1, da 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Brasília, DF 6 de dezembro de 1994. Lex: jurisprudência do , STJ e Tribunais Regionais Federais, São Paulo, v. 10, n. 103, p. 236-240, mar.1998.

3.4.4.3 Doutrina Refere-se a qualquer discussão técnica sobre questões legais publicadas na forma de monografias, artigos de periódicos, papers, etc. A doutrina é referenciada conforme o tipo de publicação.
BARROS, Raimundo Gomes de. Ministério Público: sua legitimação frente ao Código do Consumidor. Revista Trimestral de Jurisprudência dos Estados, São Paulo, v. 19, n. 139, p. 53-72, ago. 1995.

3.4.4.4 Documento jurídico em meio eletrônico Para este tipo de documento, o padrão de referência segue a norma indicada para documentos jurídicos (itens anteriores), acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado.
BRASIL. Regulamento dos benefícios da previdência social. In: Sislex: Sistema de Legislação, Jurisprudência e Pareceres da Previdência e Assistência Social. [S.l.]: DATAPREV 1999. 1 CD-ROM. ,

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. Não é admissível, por ato administrativo, restringir, em razão de idade, inscrição em concurso para cargo público. Disponível em: <http:// www.truenetm.com.br/jurisnet/sumusSTF .html>. Acesso em: 29 nov.1998.

3.4.5 Patente
ENTIDADE RESPONSÁVEL e/ou autor. Título. Número da patente, datas do período de registro.

EMBRAPA. Unidade de Apoio, Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação Agropecuária (São Carlos, SP). Paulo Estevão Cruvinel. Medidor digital multissensor de temperatura para solos. BR n. PI 8903105-9, 26 jun. 1989, 30 maio 1995.

... 75

. Disponível em: <http://www. 17:45Z. 1 mapa.6. 8 ABNT. FLORIDA MUSEUM OF NATURAL HISTORY. [2000?]. SP). GOES (denominação do satélite).000. 1999 (data da captação). . Regiões de governo do Estado de São Paulo. data de publicação. Escala 1:40. INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo.11. Escalas variam. 1999071318. 3. 1999. UNIVALI (instituição geradora). 13 jul. Título. IR04 (banda).1 Documento cartográfico em meio eletrônico O documento cartográfico segue os padrões indicados anteriormente. mapa. color. globo e fotografia aérea. Obs. porém com as devidas informações referentes ao meio eletrônico em que é apresentado.000. 1 atlas. Rio de Janeiro: Enciclopédia Britânica do Brasil.4.jpg>. p. 08 (número do satélite na série). 1 atlas. Escala 1:2. 13 jul. Itajaí (local).. Especificação do documento. 1 imagem de satélite.: Nota sobre a referência/arquivo digital 8 : 1999071318. GIF. Local: Editora. ESTADOS UNIDOS. 557 Kb. Escala. Acesso em: 15 jan.000. 1994.4. 3 ½ pol. São Paulo. SE (localização geográfica).76. 1999. GOES-08: SE. NBR 6023:2002. 1981. ATLAS Mirador Internacional. IR04. National Oceanic and Atmospheric Administration.6 Documento cartográfico Abrange: atlas. O padrão de referência é: AUTOR. 1931-2000 Brazil’s confirmed unprovoked shark attacks. 1 disquete.edu/fish/Sharks/statistics/Gattack/map/Brazil. 557 Kb (tamanho do arquivo).ufl. 2002. Itajaí: UNIVALI.GIF (título do arquivo). 3. 17:45Z (horário zulu).flmnh. Gainesville.

color. Título. 3. Especificação do documento. Altura: 432 pixels. 51 Kb. 77 . BRITTO. 1980. 2000. desenho técnico. 1 fotografia. diapositivo.7. Formato JPEG. color. 19 transparências. fotografias.. Doença dos xavantes.1 Documento iconográfico em meio eletrônico GEDDES. 1999.4. 1 disquete. 1 gravura. pinturas.4. NOVAS descobertas para o terceiro milênio.jpg. cartazes. Também podem ser acrescentados elementos complementares do documento à referência.7 Documento iconográfico Refere-se a gravuras. [Sem título]. 5 ¼ pol. Quando não existir título para o documento.. Data. São Paulo: UMIBO. caso seja necessário. deve-se atribuir uma denominação ou indicar [Sem título] entre colchetes. 25 cm x 25 cm. Geddes 135..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. 1982. diafilme. transparências. K. KOBAYASHI. Largura: 376 pixels. Anne. Romero. 25 cm x 20 cm. .. O padrão para referenciar esses tipos de documentos é: AUTOR. dentre outros.

3. Entrevistadores: V Tremel e M. 2001. Deve-se seguir o seguinte padrão: TÍTULO.. Brasília: SENAI/DN. Luiz Inácio Lula da Silva: depoimento [abr. PORTADOR de necessidades especiais no trabalho: depoimentos. data. Título. Direção: Walter Salles Júnior. VELOSO. .4. Departamento Nacional. 2 cassetes sonoros.8 Imagem em movimento Envolvem as referências de filmes. CDs (compact disc). videocassetes. 3.. SILVA. Local: Produtora. dentre outros. conforme o caso). Produção do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial.4. CENTRAL do Brasil. Garcia. Luiz Inácio Lula da. etc.. 1 video sonoro. 1992. DVD. fitas cassete. son.78. 1 bobina cinematográfica (106 min). data e especificação do suporte em unidades físicas. Produção: Martire de Clermont-Tonnerre e Arthur Cohn. Local: Gravadora (ou equivalente). Diretor. No caso de entrevistas gravadas que necessitam ser referenciadas. 1991..9 Documento sonoro Compreende discos. Rio de Janeiro: Riofilme. Produtor (conforme as informações disponíveis). . 1998. 1991]. Caetano. São Paulo: Polygram. São Paulo: SENAI-SP. Especificação do documento. 1 CD. 35 mm. Circuladô vivo. color. também deve ser seguido o seguinte padrão: COMPOSITOR (ou intérprete. entrevistado.

10 Documento tridimensional Abrange as esculturas. BULE de porcelana. Marcel. DUCHAMP.1. Version 4. NBR 6023:2002.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. 1995. arquivos em disco rígido. 13). 1998. As mensagens de correio e le trônico “devem ser 9 referen ciadas meio eletrônico s omen te quando não se dispuser de nenhuma outra fonte para abordar o Abrange os documentos do tipo base de dados. e meio eletrônico. dentre outros). 1918. 1 CD-ROM. maquetes..4. [S. mensagens eletrônicas.]: Microsoft Corporation. esqueletos. Biblioteca Central. não sendo recomendável seu uso como UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ.. p.l. pesquisa. atribuir denominação ou indicar [Sem título] entre colchetes).11 Documento de acesso exclusivo em MICROSOFT Project for Windows 95. Escultura para viajar.doc. 1 escultura variável. Data. programas de computador. desaparecem rapidamen te. 1 bule. objetos de museu. 5 fonte científica ou técnica de disquetes. Título (caso não exista. quando identificado). objetos e suas representações (fósseis. Título (do serviço ou produto). assunto em discussão. . O padrão para referência é: Mensagens trocadas por email têm caráter informal. A referência desses documentos deve apresentar o seguinte padrão: AUTOR (criador artístico do objeto. 18-].4. Especificação do objeto. etc. Curitiba. 79 . Versão (se houver). listas de discussão. Descrição física do in terpes soal e efêmero. AUTOR(es)se for o caso. animais empalhados.” (ABNT. Normas. monumentos. [China: Companhia das Índias. 9 3.

Responsável técnico Delosmar R. MARTINS. (Série Sucesso Profissional: seu guia de estratégia pessoal). textos não publicados. (Primeiros Passos. J. E. Modelos matemáticos: exercícios didáticos.. SC.23.4. MARINS. Mensagem recebida por <simonegf@sj.. 2. MARQUES. podem ser acrescentados. documentos mimeografados e digitados.br> em 11 nov. M.bdt. 1991.80.org.13 Séries e coleções Nesses tipos de publicações. Como fazer apresentações. Bula de remédio. M. ao final da referência. . J. 3. n. Massa calcificada da naso-faringe.12 Bula de remédio RESPRIN: comprimidos. Base de Dados Tropical.ed. Niterói. sem destaque. L. São Paulo: Brasiliense. 1999. 1997. os títulos das séries e/ou coleções e a respectiva numeração. se houver.univali. Carlos B. Italvino. Acesso em: 30 maio 2002. Os princípios da gestão moderna. Estas informações devem ser apresentadas ao final da referência. 3. 1985. Radiologia Brasileira. São José dos Campos: Johnson & Johnson.br/ acaro/sp/>. apostilas. 2002.14 Notas Como notas podem ser incluídos os seguintes documentos: publicações no prelo. 1984. 1990. Apostila.ed. ÁCAROS no Estado de São Paulo. 57). Bastos. LEAL. O que é sociologia? 7. São Paulo: Publifolha. São Paulo.fat. C. 1978. 3. Digitado. Disponível em: <http://www. Tubarão. HINDLE. entre parênteses. Memorial [mensagem pessoal]. In: FUNDAÇÃO TROPICAL DE PESQUISAS E TECNOLOGIA “ ANDRÉ TOSELLO”. No prelo. Tim. RUBIROSA.4.4.

f) local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado. para elaboração de teses. . se for o caso: v. 4. trabalhos de graduação interdisciplinares TGI. no que couber. trabalhos de conclusão de curso de aperfei çoamen to e/ou especialização e outros. e) número de volumes (se houver mais de um. as seguint es informações: a) nome da instituição (opcional). se houver.1 Elementos pré-textuais . 81 . im presso longitu dinalmente. uma vez que tais trabalhos têm estrutura própria. Deve conter. b) título do trabalho.. tais como fichamentos. d) subtítulo.que abrange as folhas que constituem o trabalho (Apêndice A). c) título. deve ser especificado o respectivo volume em cada capa). g) ano da entrega (4 dígitos). b) nome do autor. seqü encialmen te. papers e relatórios. Por outro lado. esses elementos podem ser adapt ados ou at é me smo desconsiderados.2) . que def in e os pri ncípios gerais par a elaboração de teses. dissertações e trabalhos de conclusão de curso é obrigatório seguir a orientação da norma.TCC.. A estrutura de trabalhos acadêmicos compreende elementos prétextuais.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 4 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS A estrutura de trabalhos acadêmico-científicos é orientada pela NBR 14724:2005 da ABNT. a trabalhos de graduação intra e extra-classe. impresso da mesma forma que o do autor. c) identificação de números (volume. Em caso de trabalhos relacionados às disciplinas de graduação. do alto ao pé da lombada. textuais e pós-textuais. Suas orientações também se aplicam. trabalhos de conclusão de cursos de graduação .Lombada (opcional): é a parte lateral da capa que reúne as folhas do trabalho.Capa (obrigatório): é a cobertura externa capa dura . onde devem ser impressos: a)n om e do au tor. resenhas. dissertações.

g) local (cidade) da instituição. .Folha de rosto (obrigatório): no anverso (página da frente da folha). com as respectivas correções. com a identificação do conteúdo que permita a indexação). No verso da folha de rosto.. e m caso de t rabalh os qu e dev am ser depositados em biblioteca. em seqüência. devem ser apresentados. b) título principal do trabalho (claro. como as teses. dissertação. trabalho de conclusão de curso. obtenção de determinado grau. a dedicatória deve ser localizada na parte inferior direita da folha. etc. b) título do trabalho e subtítulo (se houver).Agradecimentos (opcional): menção a pessoas e/ou instituições que contribuíram de forma relevante para o desenvolvimento do trabalho.Dedicatória (opcional): o autor dedica sua obra ou presta homenagens a pessoa(s).). . etc. sua subordinação ao título principal é demonstrada pelos dois pontos que o precedem). os seguintes elementos (Apêndice B): a) nome do autor do trabalho. e) data de aprovação. e) nota contendo a natureza do trabalho (tese. área de concentração.. ti tu lação e assin at ur a dos componentes da banca examinadora e instituições a que pertencem. d) número de volumes. nome da instituição a que é submetido.Folh a de aprovação (obrigatório): é apresentada logo após a folha de rosto e deve conter as segu intes informações.Errata (opcional): consiste em lista das folhas e linhas onde há erros. apresenta-se a ficha catalográfica.) e o seu objetivo (por exemplo: para aprovação em disciplina. h) ano de entrega (4 dígitos). centralizadas na página (Apêndice C): a) nome do autor trabalho. preciso. f) nome do orientador e do co-orientador (se houver). c) texto contendo a natureza. conforme o Código de Catalogação Anglo-Americano vigente. parte inferior da página. . objetivo e nome da instituição a que é submetido. . dissertações ou trabalhos de conclusão de curso de graduação ou especialização. se houver mais de um. Essa f ich a de ver á ser con feccion ada por profissional bibliotecário. Aparecem em folha separada.82.A data de aprovação e as assinat ur as são colocadas após a apr ov ação do trabalho. f) nom e. após a dedicatória e devem se limitar ao estritamente necessário. d) área de concentração. . c) subtítulo (se houver. As informações são apresentadas em colunas como no exemplo abaixo: Folha Linha Onde se lê Leia-se .

Su mári o (obrigatór io): é a re lação enumerada das divisões. com o respectivo significado. na mesma ordem e grafia em que se sucedem no texto. . desen hos. .Lista de símbolos (opcional): apresenta o conjunto de símbolos utilizados no texto.. 2). Consiste na transcrição de uma frase.Lista de ilustrações (opcional): identifica as ilustrações (quadros. 83 . A autoria da mensagem deve ser apresentada do lado direito. seções (ou tópicos) e outras partes de uma publicação (ou trabalho). or ganogram as.Lista de abreviaturas e siglas (opcional): é a relação alfabética de abreviaturas e siglas con ti das n o t ext o. abaixo do texto. p. da Parte II deste documento). recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo de ilustração. fora de parênteses. (Atenção! Em artigos científicos o resumo em língua estrangeira faz parte dos elementos pós-textuais .Resumos de trabalhos acadêmico-científicos. Na elaboração do sumário deve-se observar os seguintes aspectos: a) o sumário tem o título centralizado. . fluxogramas.3 da Parte II deste documento)." (NBR 6027:2003. na ordem em que se apresentam no texto. pensamento. segui das do seu signi ficado (expre ssõe s ou palavras correspon dentes).ordenadas segun do determ inado cri tério. também denominadas seções primárias). por considerar significativo e inspirador em relação ao seu trabalho..ver seção 5. grafado com o mesmo tipo de fonte utilizado para os capítulos (ou divisões principais do texto. . esque mas. . qu e localiza e re mete para as in form açõe s con ti das n o tex to. . Epígrafes tam bém podem ser colocadas na abertura das divisões do texto (capítulos). que é uma lista "de palavras ou frases. d) os indicativos das seções que compõem o sumário. Sua elaboração é detalhada no t ópico 2 (R esu mos de trabalhos acadêm icocientíficos). Atenção! O sumário não deve ser confundido com o índice. ditado ou parte de um texto que o autor deseja destacar. gráficos. Indica a página inicial em que se localiza a parte correspondente (Apêndice D). escrit o por ext enso.Epí grafe (opcional): aparece após os agradecimentos. da Parte I deste documento. não deve vir entre aspas. Se necessário. mapas. Também é recomendada a elaboração de lista própria para cada u m dos t ipos (abreviatura ou sigla). Apesar de ser escrita por outra pessoa. etc.Resumo na língua vernácula (obrigatório): consiste na apresentação concisa do texto por meio de uma seqüência de f rases objetivas e seguidas de palavras-chave. . c) os elementos pré-t extu ais não devem aparecer no sumário. b) a subordinação dos itens do sumário é destacada usando-se os mesmos tipos de fonte utilizados no texto. com respectivos nomes e números de página. se houver.Lista de tabelas (opcional): identifica as tabelas.) na ordem em que aparecem no texto. devem ser alinhados à esquerda. . com respectivos nomes e números de página.Resumo em língua estrangeira (obrigatório): deve ser apresentado em folha separada do resumo anterior (ver o tópico 2 . na ordem em que aparecem.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ .4.

os elementos que integram o desenvolvimento do trabalho poderão variar nas suas divisões e subdivisões. que seguem os indicativos das seções. apresenta o problema ou tema central do estudo ou da pesquisa. são ali nh ados pela m ar ge m do tí tu lo correspondente ao indicativo mais extenso. apresentação. 4.: 32-49). Se o trabalho compreender mais de um volume. área de conhecimento ou metodologia adotada. f) para a paginação pode-se utilizar o número da pr imei ra página (ex.. f inalizan do com uma conclusão. assim como os prétextuais. concisa e objetiva do tema e a delimitação precisa das fronteiras do estudo em relação ao campo selecionado e ao problema a ser estudado.84. t eorias e principais idéias sobre o tema focalizado. . Da mesma forma que na introdu ção. de modo que a consulta a qualquer dos volumes permita o conhecimento do conteúdo todo. ou seja. . Trata-se da parte inicial do texto em que o autor aponta os seus propósitos e as linhas gerais que orientaram seu pensamento. contextualiza-o. em função da sua natureza e da área de conhecimento a que pertencem. há distintos modos de organizar o texto. resultados e interpretação do estudo quando se tratar de um relatório de pesquisa. além de aspectos metodológicos. está localizado. portanto. No en tant o. à qual se segu e o desen volvim ento..: 32). de u m modo geral . os elementos essenciais que integram esta parte do trabalho são: fundamentação teórica (r evi são bibl iogr áf ica).Introdução Consiste na apresentação geral do trabalho.Desenvolvimento É a parte mais extensa e consistente do trabalho. o sumário de toda a obra deve ser incluído em todos os volumes. com uma definição clara. análise e interpretação dos resultados. e)os títu los e su btítulos (se h ouver). apenas que esta é a seqü ência usual de qualquer t exto acadêmico. n a(s) página(s) que antecede(m) imediatamente o texto. separados por hífen (ex. . Isso não significa dizer que essas part es sejam n ecessariame nt e assi m intituladas ou subdivididas. Conf orme o tipo de trabalh o.se com base no ti po e nos objetivos do trabalho acadêmico-científico. o tex to acadêm ico-cien tífico se inicia com uma in trodu ção. Em caso de relatórios de pesquisa científica. excetuados os elementos obrigatórios. fornece uma visão global do assunto tratado (contextualização). O sumário é o último dos elementos prét extu ais. ou os n úme ros das págin as ini cial e f inal.2 Elementos textuais Os elementos textuais. destaca sua importância e seus limites quanto à extensão e à profundidade. Nela são descritos os conceitos. con st itu em. me todologia.

: APÊNDICE A – Roteiro de entrevista). dentre outros). 85 . que complementa.Anexo(s) (opcional): texto ou documento não elaborado pelo au tor do trabalho.Apêndice(s) (opcional): texto ou documento elaborado pelo autor. . complementar ao seu trabalho. . A con clu são deve apresent ar dedu ções lógicas correspon dent es aos propósitos prev iamen te estabelecidos do t rabalho. As orientações para sua elaboração. seguidas de travessão e respectivo título (Ex.: ANEXO B – Estrutura organizacional da Empresa Alfa).. seguidos de suas respectivas definições.. segun do a NBR 6023:2002 da ABNT. Pode também indicar questões dignas de novos estudos. . extraídos de um documento. da Parte II deste documento. Nos trabalhos acadêmi co-cien t ífi cos a li stagem de referê ncias deve ide ntif icar as f ontes/ documentos mencionados (referidos) no texto. possibilitando sua identificação individual.Referências (obrigatório): constitui o conjunto padronizado de element os descrit ivos. 4. além de sugestões para outros trabalhos. seguidas de travessão e respectivo título (Ex. assuntos. .3 Elementos pós-textuais .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas.Índice (opcional): listagem detalhada de palavras ou expressões ordenadas a partir de critérios específicos (nomes de pessoas. com a indicação de sua localização no texto. utilizados no trabalho. apontando-se o alcance e o significado de suas contribuições. encontram-se no tópico 3 – Elaboração de Ref erências de Tr abal hos Acadêm icoCientíficos.Glossár io (opci onal): lista em ordem alfabética de expressões ou termos técnicos específ icos de uma determ inada área. nomes geográficos. Tem como objetivo destacar as principais questões tratadas no trabalho acerca do estudo desenvolvido. consiste na revisão sintética dos resultados e da discussão do estudo realizado. . comprova ou ilustra o seu conteúdo.Conclusão Como parte final do texto. Os anexos são identificados por letras maiúsculas consecutivas.

.86. ..

2 Margens e espacejamento As páginas devem ser configuradas nas seguintes dimensões: margens esquerda e superior: 3 cm. com form at o A.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 5 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICOCIENTÍFICOS O projeto gráfico de um trabalho acadêmico é de responsabilidade do seu autor. 5. pagin ação e legen das de ilustrações e tabelas. data de aprovação e identificação da ban ca exami nador a deve m ser centralizadas (Apêndice C).5 entre linhas. com exceção das citações longas (com mais de três linhas). objetivo. sem brilho. como prescreve a NBR 14724:2005 da ABNT. 87 .7 cm ).5. algumas normas gerais devem ser seguidas. margens direita e inferior: 2 cm.1 Formato Os trabalhos acadêmico-científicos devem ser apresentados em papel branco. O texto é digitado no anverso da folha (frente). Também os títulos das subseções são separados do texto que os precede e que os sucede por dois espaços de 1. legendas de ilu strações e de t abelas. Já na folha de aprovação. . Para digitação recomenda-se a utilização de font e tamanho 12 para t odo o text o e tamanho menor (11 ou 10) e uniforme para citações longas (mais de três linhas). As ref erên cias apresent adas ao final do trabalho devem ser separadas entre si por dois espaço simples. O texto deve ser digitado com espaço 1. as informações sobre o trabalho. recomendam-se Times New Roman ou Arial. notas de rodapé. f icha catalogr áf ica e nota de identificação do trabalho apresentada na folha de rosto (indicando a natureza do trabalho.. a nota de identificação do trabalho deve ser alinhada do meio da página para a margem direita (Apêndice B). no caso de dissertações e teses.4 (21 cm x 29. Na folha de rosto. 5. Os títulos das seções devem começar na parte superior da folha e ser separados do texto que os sucede por dois espaços de 1. digitados n a cor preta (excetuando-se as ilustrações). em cuj o verso é im pr essa a f ich a catalográfica. referências. nome da instituição a que é submetido e área de concentração) que devem ser digitadas em espaço simples. Entretanto. notas de rodapé. Quanto ao tipo da fonte. com exceção da folha de rosto.5..

1.1.1. 5. Exemplo: Seção primária Seção secundária 1 2 1. a qual. 5. A nu meração é colocada a partir da primeira folha da parte textual.1 2. Havendo apêndice(s) e anexo(s).2 3 3.1 2..2. pre cede o títu lo da seção. Repete-se o mesmo processo em relação às demais seções. por sua vez.1 2.1.1. Seção terciária 1. contendo a exposição ordenada do assunto. alinhado à margem esquerda.1 2. Esse indicativo numérico. no canto superior direito da folha. a 2 cm da borda superior. quaternária..88.1." (NBR 6024:2003).1. pode se dividir em seção secundária.2. suas folhas são numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento à do texto principal.3 Paginação Todas as folhas do trabalho são contadas seqüencialmente.4 Títulos e indicativos numéricos São denominadas seções as partes em que é dividido o texto de um documento.1. terciária.1 3.1. embora as páginas preliminares (pré-texto) não sejam n umeradas. em algarismos arábicos.1.1 "O indicativo de uma seção secundária é constituído pelo indicativo da seção primária a que pertence. seguido do número que lhe f or atribu ído na seqüência do assunto e separado por ponto. sendo de le separado por um espaço.1 2. etc. Empregam -se algarismos arábicos para numerar as seções de um texto.2 .3 Seção quaternária 1.2 2.1 2. A principal di vi são do te xto de u m docum ent o é denominada seção primária. a partir da folha de rosto.

ver 1. Atenção! Em relação ao itálico. sumário. adotando-se. em 2. hífen ou travessão não são usados após o indicativo da seção ou de seu título. A identificação de ilustrações deve aparecer na parte in ferior.2. porém. d) a segunda e demais linhas do texto da alínea começam abaixo da primeira letra da primeira linha. or gan ogram as. Quando for necessário dividir a alínea em subalíneas. Têm por objetivo possibilitar a transmissão de dados e informações de modo mais atraente. A citação de indicativos de seções no texto é feita conforme os exemplos seguintes: .1 Os títulos de errata. qu e obri gatoriamen te corresponde ao título da seção.. Os tí tu los das se ções são destacados gradativamente. preferem adotar o parágrafo tradicional e formal nos textos técnicos (com recuo de 1. agradecimentos. glossário. apêndice(s). e redondo. resumos. c) o texto de cada alínea inicia com letra minúscula e termina com ponto e vírgula. b) as letras indicativas das alín eas são re en tradas em r elação à margem esquerda.. Dispõem-se as alíneas na seqüência de um texto (que termina em dois pontos) do seguinte modo: a) ordenam-se as alíneas alfabeticamente. fotos. o espaçamento duplo entre os parágrafos. anexo(s) e índices não recebem in di cat iv os n um éri cos e dev em ser centralizados (NBR 14724:2005). qualquer que seja a forma adotada. As alíneas.. Hav endo ne cessidade de enumerar diversos assuntos ou itens. deve ser mantida em todo o trabalho.. itálico ou grifo. nesse caso. qu adros. exceto a última que termina em ponto.. estas devem começar com um hífen. pois do contrário não contribuirão para a análise.27 cm). precedida da palavra designativa seguida de seu número de ordem .. No entanto. na seção 3 relatou-se. Muitos autores. no in te rior de um a seção. 5. listas. 89 . usam-se alíneas.. ressalta-se que este recurso deve ser usado para grafar palavras estrangeiras. se m que h aj a necessidade de intitulá-los. O título das seções é colocado após seu indicativo numérico. se inicia em ou tra li nh a.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Ponto. dele separado por um espaço.6 Ilustrações As ilustrações abrangem: desenhos. as dem ais linh as da subalínea i niciam igualmente abaixo da primeira letra. mapas. caixa alta ou versal.. . terminam em ponto-e-vírgula. com exceção da última. O texto... fluxogramas. .. 5. colocado sob a primeira letra do texto da alínea e dele separadas por um espaço.1. gráficos. usando-se de forma racional os seguintes recursos: negrito. porém devem estar diretamente relacionadas com o conteúdo da informação.. referências.. dentre outros..5 Parágrafo Modernamente a forma de parágrafo recuado está sendo abolida. esqu emas.

7 Tabelas As tabelas servem para descrever dados e informações relevantes para o estudo ou ilustrar o conteúdo em desenvolvimento. 28): . . de forma clara e concisa. A t abe la não de ve t er t raços v ert icais delimitadores à direita e à esquerda.IBGE (1993). A indicação da(s) fonte(s) das informações contidas em uma tabela e notas eventuais aparecem em seu rodapé. após o fio de fechamento. pode ser apresentada em duas ou mais partes.o traço horizontal da moldura que separa o rodapé deve ser apresentado somente na página que contenha a última linha da tabela. deve: a) estar inserida o mais próximo possível do trecho do texto a que se refere. A tabela. sintetizadas a seguir.se ultrapassar o tamanho da página em número de colunas e tiver poucas linhas.se t iv er poucas colu n as. c) ocupar. . do respectivo título e/ou legenda explicativa. uma única página. breve e clara que dispense consulta ao texto. o segundo. As tabelas apresentam inf ormações tratadas estatisticamente e seguem as orientações da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . com um traço vertical duplo separando as partes e repetindo-se o cabeçalho. A moldura compreende. lado a lado. As ilustrações devem ser inseridas o mais próximo possível do trecho do texto a que se referem. Quando não couber em uma folha. na mesma página. precedida da palavra Tabela e de seu número de ordem em algarismos arábicos. qu an to à su a local ização e apresentação gráfica. de ocor rência n o te xto e m algarismos arábicos (Exemplo: Gráfico 1. repetindo-se o cabeçalho das colunas indicadoras e os indicadores de linha. Q uanto à disposição das in formações. conclusão para a última e continuação para as demais. preferencialmente sem abreviações. também é preciso seguir alguns critérios: . O cabeçalho da tabela indica o conteúdo das colunas com palavras ou notações claras e concisas. por extenso. uma abaixo da outra. o rodapé.o con te údo do rodapé deve se r apresentado na página de conclusão.cada página deve ter colunas indicadoras e seus respectivos cabeçalhos. Quadro 5).. b) ter moldu ra para est ru turar os dados nu méricos e termos necessários a sua compreensão. .90. 1993.cada página deve ter uma das seguintes indicações: continua para a primeira. Figura 3. As tabelas têm numeração independente e consecutiva e a sua identificação (título) é colocada na parte superior (topo). a tabela deve ser apresentada em duas ou mais partes (IBGE. e da fonte.cada página deve ter o contéudo do topo e o cabeçalho da tabela ou o cabeçalho da parte. 5. p. pode se r apresentada em duas partes. o espaço do cabeçalho e o terceiro. . . . no mínimo. O título indica a natureza e as abrangências geográfica e te mporal dos dados n um éri cos. três traços horizontais paralelos: o primeiro separa o topo. preferencialm ent e. t ais indicações devem ser feitas sem abreviações..

pela natureza do fen ômeno. por exemplo).UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ a) não se deve deixar “casas” vazias em uma t abel a. Exemplo: x 2 + y2 = z2 (x + y )/5 = n 2 2 (1) (2) . 9). As tabelas de um a publi cação deve m apresentar uniformidade gráfica nos corpos e tipos de let ras e nú meros. Significado correspondente b) a fonte da tabela indica a origem ou a instituição responsável pelo fornecimento ou elaboração dos dados e informações nela contidos. alinh ando. no uso de maiúsculas e nos sinais gráficos utilizados. ín di ces e ou tros)” (NBR 14724:2005.8 Equações e fórmulas Devem aparecer destacadas no texto para facilitar a leitura e. devem ser interrompidas antes do sinal de igualdade ou depois dos sinais de adição. ‘formulários preenchidos’.. ‘observação direta’. os nomes ou 5. conforme o caso. entrevistas ou observação). multiplicação e divisão. para tant o exi stem sím bolos estabelecidos por convenção internacional: Símbolo Z . ‘questionários aplicados’. quan do os dados se originarem de diversas fontes. o dado não existir -quan do o dado for rigor osamente zero -quan do não se dispu ser do dado -quan do os dados anterior es ao símbolo não forem comparáv eis aos posteriores -quan do o dado for omitido para evitar a in dividualização da infor mação siglas são separados por vírgula. a partir de pesqui sa de campo (com o uso de questionários. a palavra ‘fonte’ deve ser colocada após o traço inferior da tabela. Qu ando as equações ou f órmu las ultrapassarem uma linha por falta de espaço. podem ser u til izadas como f ont e as seguintes expressões: ‘pesquisa de campo’.. p.quan do. c) em caso da fonte tratar-se de pessoa física.. responsáv el pelos dados levantados e apresentados. ‘en trevist as realizadas’. 91 . numeradas com algarismos arábicos entre parênteses. “Na seqüência normal do texto é permitido o uso de uma entrelinha maior que comporte seus elementos (expoen tes.se à margem esqu erda da primeira coluna. subtração. utiliza-se como fonte o autor.. caso seja necessário. quando as tabelas são elaboradas com base em fontes que constituem documentos do próprio autor do trabalho (apresentação dos dados. / ou – X . alinhados à direita.

. GEWANDSZNAJDER. dissertação. da UFSC. F O método nas Ciências Naturais e Sociais: . p. relatório. Rio de Janeiro. BEAUD. P Educar pela pesquisa. 1997..C. 1989. Autores Associados. narração. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. 1997. CANCELIER. Arte da tese: como preparar e redigir uma tese de mestrado. 2003. 1998. 1986.L. São Paulo: Atlas. L. improviso e método na pesquisa social. 2002. Campinas: . Rio de Janeiro.). 2003. GOLDENBERG. ______. 3.. uma monografia ou qualquer outro trabalho universitário. A. FEITOSA. Memórias de um orientador de tese. Redação de textos científicos. 2003. N.ed. ______. FLÔRES. 2.L. 4. descrição. ______. V.M. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. E. Redação: o texto técnico/ científico e o texto literário. São Paulo: Pioneira. 1988. A. 1978. Rio de Janeiro: Zahar. Rio de Janeiro.. NBR 6028: informação e documentação: resumo: apresentação. Como se faz uma tese.307-326. M. OLÍMPIO. 1992.ed. A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em Ciências Sociais.92. 1997. Belo Horizonte: Editora UFMG. O trabalho da citação. 1996. NBR 6024: informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento escrito: apresentação. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. J. 2003. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Ed. (Org. 2001. NBR 6027: informação e documentação: sumário: apresentação. REFERÊNCIAS ALVES-MAZZOTTI. resumo. ______.ed. Metodologia do ensino superior. FRANÇA. 2002. NBR 10719: apresentação de relatórios técnico-científicos. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. A aventura sociológica: objetividade.ed. rev. e aum. da UFMG. Queiroz. Rio de Janeiro: Record. São Paulo: Perspectiva. 2. ______.N.M.ed.A. C. 2000.. COMPAGNON. ______. São Paulo: T. A. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos: apresentação. . Os cientistas precisam escrever: guia de redação para cientistas. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Belo Horizonte: Ed. engenheiros e estudantes. de O. BARRASS. NBR 6022: informação e documentação: artigo em publicação periódica científica impressa: apresentação. 2005.L. L. CASTRO. Rio de Janeiro. Florianópolis. U. pesquisa quantitativa e qualitativa. DEMO. ______.J. Rio de Janeiro. GIL. paixão.C. In: NUNES. 5. Rio de Janeiro. M. ECO. Campinas: Papirus. R. 1996.

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..94..

.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ APÊNDICES . 95 ..

.. título em maiúsculas e sub-título em minúsculas] Local Ano 2 cm [Letras minúsculas.96. excetuando-se a 1ª letra] . Apêndice A Capa de trabalhos acadêmicocientíficos Modelo 3 cm NOME DA INSTITUIÇÃO AUTO R(A) NOME COMPLE TO DO (A) A UTOR (A) CO MPLET CO MPL ETO AUTO R(A) [Extremidade do papel A4] [Identificação centrada em letras maiúsculas] 3cm TÍ TUL T ÍTUL O : subtítul o subtítulo (se houver) 2 cm [No centro da folha.

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvolvimento sustentável em Santa Catarina Balneário Camboriú 2003 .. 97 ..

Wwww Yyyyyy Local Ano 2cm [Letras minúsculas. título em maiúsculas e subtítulo em minúsculas] Monografia apresentada como requisito parcial para a o btenção do título de Xxxx. na Universidade do Vale de Itajaí.98.. Centro de Educação Zzzzz.. Apêndice B Folha de rosto de trabalhos acadêmico-científicos Modelo 3cm NOME COMPLETO DO(A) AUTOR(A) [Identificação centrada em letras maiúsculas] 3 cm TÍT UL O TÍ TUL O:: subtítulo subtí tul o (se houver) tulo 2 cm [No centro da folha. Orientador: Prof(a). excetuando-se a 1ª letra] .

Pedro Alves Balneário Camboriú 2003 . Ce n tro de E ducação Balne ário Camboriú. 99 .. Dr.. Orientador: Prof.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvolvimento sustentável em Santa Catarina Mo nogr afi a apres e n tada como requisito parcial para a obtenção do título de Bachare l em Turismo e Hotelaria pela Un iversidade do Vale de I taj aí.

.... UNIVALI – CE de Balneári o Camboriú Orientador Profa.......... . ... . Dr...... .. Centro de Educação de . Apêndice C Folha de aprovação de trabalhos acadêmico-científicos Modelo 3 cm NOME COMPLETO DO(A) AUTOR(A) TÍ TUL TÍT UL O T ÍTUL O:: subtítulo subtítul o (se houver) Esta Monografia foi julgada adequada para a obtenção do título de .... sub-título em minúsculas] .......... UNIVALI – CE de São José Prof.. 3 cm Área de Concentração: .. [dia] de [mês] de [ano]................... .. da Universidade do Vale do Itajaí..... .. Prof. .......... . ...... Dra......... MSc.... UNIVALI – CE de São José 2 cm 2 cm [Identificação centrada em letras maiúsculas] [Título em maiúsculas...100................ e aprovada pelo Curso de .... [Local]. ..................

14 de fevereiro de 2003. Centro de Educação de Balneário Camboriú. Maríl ia Mendonça Farias UNIVALI – CE de São José Membro Prof. Pedro Alves UNIVALI – CE de Balneário Cambori ú Orientador Profa. Emílio Vieira UNIVALI – CE de São José Membro . Dra. 101 .. Msc.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvol vimento sustentável em Santa Catarina Esta Monografia foi julgada adequada para obtenção do título de Bacharel em Turismo e Hotelaria e aprovada pelo Curso de Turismo e Hotelaria da Universidade do Vale de Itajaí. Dr. Área de Concentração: Turismo e Ambiente Balneário Camboriú.. Prof.

................................. Apêndice D Exemplo de Sumário SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO ................................ 11 1..................................................... 16 2.............1 Percepção do problema pelos sujeitos da pesquisa ......2 As principais correntes teóricas da atualidade ....................................................................... 39 3.2 Fontes documentais ..... 71 REFERÊNCIAS ...................................2 Expectativas e aspirações ......................................................................................................................... aceitação e cooperação ..... 50 4....... 13 2 O PROBLEMA DA PESQUISA ............................................................................................102...............................1 Concepções teóricas ........................................................1 Justificativa .........3 Estratégias e instrumentos ..................................................1 Breve história das principais concepções do passado ........... 77 APÊNDICES ............................................................................................................................................................. 46 4 RESULTADOS ............... 57 4................................ 40 3............................... 49 4.......1 Contexto e sujeitos da pesquisa ..................................................................................................................2 Objetivos da pesquisa ...................................................................................................................................... 14 2...................................................................................... 18 2.................................................................................................. 27 3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS ..................................................... 64 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS ................................................................................................................. 43 3...................................................................1.............................................................................................................................. 80 ....................................3 Resistência... 10 1........1.............................

. elaborado segundo as orientações da NBR 6028:2003.. 103 . é digitado com espaçamento simples e alinhamento justificado.) Palavras-chave: (na língua do texto) * Currículo (e endereços postal e eletrônico) ** Currículo (e endereços postal e eletrônico) .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Apêndice E Modelo de página de abertura (artigo científico) TÍTULO subtítulo su btítu lo (se houver) Nome completo do autor 1* Nome completo do autor 2** Resumo (na língua do texto) (O resumo. contendo de 100 a 250 palavras.