UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

Universidade do Vale do Itajaí

Cadernos
Universidade do Vale do Itaj aí

de Ensino
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Pró-Reitoria de Ensino

FICHA CATALOGRÁFICA

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Ficha catalográfica elaborada pela Biblioteca Central Comunitária - UNIVALI
Cássia Ferri Regina Célia Linhares Hostins Coordenação

Projeto
Josiane da Silva Delvan Lucian o Dalla Giacomassa Colaboração

E lisabeth Juchem Machado Leal Simone Gh is i Feuersch ütte E laboração

Hildo Rocha Neto Nilton Córdova Fotografia José Roberto Azevedo Júnior Capa Camila Morgana Lourenço Projeto Gráfico Ch arlles Giovany Faqueti Fábio Zella de Souza José Roberto Azevedo Júnior Editoração E letrônica E xemplares: 1500

Pedagogico

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ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS

ITAJAÍ (SC Julho/2006 Ano 2 - nº 4

de Ensino
... 3

Pró-Reitoria de Ensino

. 90. 58.. .4. 91 e 92) foi atualizado para in corporação das alterações referentes à apres entação de trabalhos acadêmicos contidas na segunda edição da NBR 14. 81.724. de dezembro de 2005. 89. 87. Em julho de 2006 o texto deste documento (páginas 56.

..... 18 Avaliação ................................................... 20 RESENHA CRÍTICA ...........................4 3....................................................2 2..... 27 Procedimentos quanto à elaboração ..4.............3.......... 23 Avaliação .........................3 2.......................1 6........................... 25 Conceito ............4 5 5.............................................. 26 ARTIGO CIENTÍFICO .............................................................................................................................................................................................4.............................................................................................................3 6...... 30 Elementos textuais ......................................................................2 5................3 5.............................................................................................................1 2..................................................2 5........ 5 .........................1 3............... 31 RELATÓRIO ....................................................................................5 4 4....................................... 25 Procedimentos ......................................................................................................4 5.................... 17 Ficha de leitura ........................ 25 Propósitos ...................... 28 Procedimentos quanto à forma de apresentação .........................................................1 4................................................... 29 Elementos pré-textuais ............................UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ SUMÁRIO APRESENTAÇÃO ............. 17 Ficha bibliográfica .............................................. 21 Procedimentos ...................................3.........1 2.......................5 6 6........ 34 Procedimentos .. 27 Conceito ........................................................................................................................................................4..............2 6............................................................................................2 4.........1 5...................................................Elaboração de trabalhos acadêmico-científicos .............................. 33 Conceito ........... 26 Avaliação .................................................................................3 3..........................................................................3 4.......................................... 15 Conceito .... POSITION PAPER OU POSICIONAMENTO PESSOAL .............2 2..1 5.......................................................... 22 A apresentação da resenha ........................ 35 Avaliação ............................................... 37 .................................................................... 34 Tipos de relatórios ............................4 6.................................................................................................... 31 Avaliação .................................................................... 10 1 2 2....................... 27 Propósitos ......................................5 INTRODUÇÃO .......................4................... 13 FICHAMENTO ............. 16 Procedimentos .................................................. 33 Propósitos ...........................................................3 5................................................................................................4 3 3.....................................................2 3.......................................................4 5....... 09 PARTE I ............................. 21 Conceito ...................................... 30 Indicativos dos tópicos (seções) do artigo científico ................................................................................................... 21 Propósitos ..................................................................................................................... 24 PAPER..................... 30 Elementos pós-textuais .......... 15 Os propósitos do fichamento ...............................................................................................................................................................

..............6 3................ 53 2 2...........2 7.............................6 3...............4............................... 71 Publicações em eventos ................ 65 Monografias .4 3.......3......................................................4.........................6.....3 Alterações na citação ................................. textual ou literal ...........................2......1...................................................... 65 Monografias consideradas no todo ............ 57 Aspectos gráficos das referências .4....................................................................................................... 63 Regras quanto à data .........................1 3...................4............................................................................................ 71 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico ..........................2......................... 64 Regra quanto à paginação ................................4..............................................................2 3............1 Citação direta............ 46 1...........................4........................................................3 3............ 52 1....................... 72 .......... 45 1...... 59 Regras quanto à autoria................................................................................... 70 Artigo e/ou matéria de revista....1 3............. 70 Artigo e/ou matéria de jornal ............... 62 Regras quanto ao local ...........................................3 Citação da citação ........Orientações e normas para apresentação de trabalhos acadêmico-científicos .................. 65 Monografias no todo em meio eletrônico .....................3 7........................ 69 Partes de publicações périódicas ..3 3................................................................. 68 Publicação periódica como um todo .......................................4 MEMORIAL ...........4............................................. 64 Modelos de elaboração de referências ............................ 50 1... 67 Parte de monografia em meio eletrônico ............................. 41 PARTE II .......................................................................................... dentre outros......................................................................................................................................... 40 Avaliação ..............1.............4.........4 Normas complementares para citação ............ 46 1........1 Regras gerais para citação ............................................................................... 58 Regras gerais para elaboração de referências ........2.................. boletim............................. 45 1..............................4 3......................1..............3 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS ................... 59 Regras quanto ao título e subtítulo .......................................................................................................................................................................................................................................................................2............................................................... 61 Regras quanto à edição e editora ......2.........5 3..................................2......3....1 3 3.. 48 1.....3................................1...................................2................5 Considerações finais sobre as normas de citação .................................................... 57 Localização das referências ................................... em meio eletrônico ......................................4....2 Tipos de citação .2 3............1 3............ 69 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas ....3............................1 3.........3..........2 3....................5 3................................. 7 7...............................................................................................2....... 39 Procedimentos ......4 3.....2..........4 3..................................4.................... 43 1 CITAÇÕES .......3 3.4.......................2 Citação indireta: paráfrase e condensação .................4............ 39 Conceito ...................3..................................................................2 3...............................................1 7.................. 47 1.............................................................. 67 Partes de monografia ...2 3.................. 39 Propósitos ..3 3.................4.........1 3..... 55 Exemplos de resumos .............................. 56 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS ........... 68 Publicações periódicas ........................

... 88 Parágrafo ..........................4............1 3......Exemplo de sumário ................................... 87 Formato ......................................................................................6 5...................... Documento jurídico em meio eletrônico ....................... 98 Apêndice C .........4...... Documento cartográfico em meio eletrônico ...............2 4........4................4....1 3............... Documento iconográficoem meio eletrônico ........ 85 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS ... Trabalho apresentado em evento .............4............................................5 5.................................................. Legislação ...........Modelo de página de abertura (artigo científico) ......................................2 3..10 3.......... Doutrina ...........7............12 3........................................... 72 72 73 73 74 74 74 75 75 75 76 76 77 77 78 78 79 79 80 80 80 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS ................. 91 REFERÊNCIAS .....4......................................4.......................3...............................8 Eventos como um todo ..........................................................Capa de trabalhos acadêmico-científicos ........................... Patente ........11 3... Documentos jurídicos .................................................................1 5................................... Documento cartográfico .......4 3.............4 5.................................................................................................. 102 Apêndice E ..... Séries e coleções .......................................... 90 Equações e fórmulas ...............................4..................................................................................................................................................................1 3. 92 APÊNDICES ............14 4 4...................... 89 Ilustrações .... Jurisprudência ............................................................................................4.........................4 3................................................................................4............... Eventos como um todo em meio eletrônico ................................................. 87 Paginação ......................3........................ Imagem em movimento ....................... 87 Margens e espacejamento ................3...................................4....4................2 3..............UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3.............................................................................................................6............................................................................... 88 Títulos e indicavos numéricos ......................2 5........................................................... Documento iconográfico .............4 3.......... 7 ................4................................3 5 5.............................................................4...4..7 3.............................5 3..................................................................................................... 96 Apêndice B .................................... Bula de remédio ........................9 3.....4.........................................................7 5...............4. 84 Elementos pós-textuais ..................... 103 ....................................3 3......................13 3..Folha de rosto de trabalhos acadêmico-científicos ........................ Notas .......................4......... 81 Elementos pré-textuais .....................1 3..........................4.............1 4.........6 3.....................3 3.................... 100 Apêndice D ..................3 5........................................................ 95 Apêndice A ............................Folha de aprovação de trabalhos acadêmico-científicos ......................................................3..................... 81 Elementos textuais ....4..............................................8 3.......................................................... Documento tridimensional ............................................................................................................4.........................4........................................................4.. 89 Tabelas ................................4................................................... Documento sonoro ........4....................... Documento de acesso exclusivo em meio eletrônico ....................................... Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico ............................................

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é fator determinante para o al can ce dos obj eti vos da for mação u niv ersi tári a: apre nder a pen sar e. Se a ciência é o resultado do confronto. a pr odu zir conhecimentos. nort eada por posturas e práticas de pesquisa.. E viden te men te .do fich amen to. o regi st ro e o uso do sabe r já acumulado e disponível para propósitos próprios de construção do conhecimento. da teoria com a empiria. a apr endizagem e o desenvolvimen to do trabalho in telectu al exigem conhecimentos de ordem técnica. desde os primeiros períodos.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ APRESENTAÇÃO Este conjunto de diretrizes metodológicas é apresentado aos professores e estudantes universitários para o desenvolvimento de t rabalh os didáti co. Est as orientações. dos métodos e das técnicas de áreas específicas do conhecimento é uma exigência do ensino superior para vencer o superficialismo e a falta de rigor científico na produção e socialização do conhecimento.cien tí fi cos. Estas três dimensões estão in ti mame nt e r elacionadas. o domínio da ciência e dos seus métodos para atingir novos patamares de qualidade. para quê. 9 . (SEVERINO.permite ao estudante universitário se exercitar em práticas essenciais à atividade científica: a bu sca. o domínio da teoria é condição imprescindível par a o propósito de produção do conhecimento. sob critérios lógicos e com o auxílio da técnica. ao artigo científico . A UNIVALI destaca. pois todo o conjunto de recursos que está na base do ensino superior não pode ir além de sua função de fornecer instrumentos para uma atividade criadora. esta publicação traz subsídios à elaboração de textos didático-científicos de forma lógica. o domínio do saber e da cultura. para quem estudamos e produzimos conhecimentos? Para buscar possíveis respostas às questões acima. conse qü en tem en te. visando criar novos hábitos e um novo olhar para a produção universitária. pois u m pensamento ou argumento apresentado pelo aluno ou pesquisador sem apoio em processos lógicos pode não passar de uma idéi a superficial. Certamente. entre suas finalidades. em todas as disciplinas. A elaboração de trabalhos acadêm icos . o domínio de conceitos reelaborados. Parece-nos ser esta u ma con di ção in di spe nsáve l ao desen vol vim en to da vi da in te lect ual disciplin ada e produ tiva. ao focalizar os tipos de trabalhos acadêmicos mais presentes no cotidiano do ensino superior e os procedimentos básicos para sua elaboração. ou da articu lação. Profª Amândia Maria de Borba Pró-Reitora de Ensino . característica da formação superior. não sem antes termos clareza do sentido político da formação no ensino superior: por quê. conceitual e lógica. É neste contexto que se insere a metodologia de trabalhos científicos como instrumento útil e per tin en te para a produ ção do conhecimento. Assim. 2000).. têm como objetivo favorecer e estimular a produção escrita de nossos alunos. o mais elementar deles.

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11 ...UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Parte 1 Elaboração de trabalhos acadêmicocientíficos .

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passando a participar como sujeito capaz de propor e contrapor[. deve . um dos desafios que hoje se colocam para a universidade consiste na formação de um profissional capaz de pensar e agir num contexto de alta complexidade – decorrente da natureza dos problemas com os quais nos defrontamos – valendo-se para tanto da capacidade de analisar criticamente a realidade à luz de conhecimentos teóricos e de atu ar com competência de modo autônomo e conseqüente. porque significam propriamente a competência. contorno. desde os primeiros dias de sua trajetória acadêmica. a perguntar. A partir daí. portanto. A formação universitária. Esse processo contribui decisivamente para a for mação de prof ission ais cu jo pe rfi l compreende as competências necessárias à busca do conhecimento.] Aprende a duvidar. perfil. mediante a progressiva iniciação do aluno às práticas do trabalho intelectual. expressão. requer que as atividades referentes à investigação. Para tanto parece ser indispensável que os acadêmicos se exercitem. sist em at ização e soci al ização do conhecimento deixem de ter no professor seu prin ci pal prot agoni st a e passem a ser compartilhadas por professores e alunos. com vistas à elevação do nivel de qualidade dos cursos superiores. surge o desafio da elaboração própria. redijam. a competência de maior importância e suas competências subsidiárias: identificar as fontes bibliográficas mais relevantes da área. Deixa-se para trás a condição de objeto. buscar e adquirir a informação nece ssári a para a re al ização de trabalhos.compettên ci as r efer enttes ao ttrato da com pet ências refe rent es pe ref eren rato in f i nf orm ação ação: . assim identificadas: .] escrevam. Formular. coloquem no papel o que querem dizer e fazer.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1 INTRODUÇÃO A ê nfase qu e vem sen do col ocada nas atividades de pesquisa articuladas ao ensino e à extensão. elaborar são termos essenciais da formação do sujeito. Demo (1996. Essa iniciação compreende a aquisição gradativa de um conjunto de competências... Por outro lado. pela qual o sujeito que desperta começa a ganhar forma. dada a necessidade de atualização em face aos rápidos avanços da ciência.ler e compreender textos teóricos. Ao lado desse fato. à sua adequada utilização para a solução dos problemas e à elaboração de novos conhecimentos. atividade central na vida acadêmica.. p. à medida que se supera a recepção passiva do conhecimento. 13 . em todas as áreas do conhecimento. no uso de um instrumental teórico-metodológico que lhes possibilite o progressivo domínio das práticas do trabalho intelectual. de modo a se tornarem não apenas consumidores como também produtores de conhecimento..28-29) diz ser fundamental que os acadêmicos: [. registrar a informação e as . de complexidade e sofisticação crescentes. a apropriação e o uso do conhecimento técnicocientífico são atividades permanentes na carreira do profissional de nível superior.. sobretudo alcancem a capacidade de formular. se faz.. a querer saber sempre mais e melhor.se con siderar qu e a bu sca.

. até ch egar à elaboração de texto próprio (resenhas. t anto a professores como a acadêmicos. dominar as praxes de citação e de referência. E compete ao professor – a todos os professores e não apenas aos professores responsáveis pelas disciplinas de Língua Portuguesa. observar. explicar. projetos de pesquisa).competências cognitivas: . somente será desenvolvido pelos acadêmicos se estes tiverem oportunidades efetivas de exercitá-las de modo gradativo.redigir: progredir do exercício inicial sob a for ma de re sum o. . papers. extrair significados. de re su m os de ar ti gos e de referências.apresentar e discutir temas. Esse conjunto de competências. resenha crítica. documentais ou outras (fazer resumos.analisar e apreciar criticamente textos teóricos. dissertação de mestrado e tese de doutorado. projeto e relatório de pesquisa. Dessa forma. paper. demonstrar (ou provar) por argumentação.. respect ivas f on tes bi bl iográfi cas. sistemático e intensivo. definir. . bem como normas relativas à estrutura e apresentação gráfica de trabalhos acadêmico-científicos. subsidiariamente. artigo cien tífico. orientações básicas para a elaboração de trabalhos acadêmico-científicos. . parafrasear. ou mesmo o ensaio. embora t ambém sejam trabalhos acadê micocientíficos. O texto ora apresentado pretende oferecer.14. A primeira parte do documento trata dos tipos acima mencionados de trabalhos acadêmicocient íf icos: seu conceito e propósitos.competências necessárias à capacidade de elaboração própria: . fichamentos.referentes às práticas de investigação: formular questões e hipóteses.referentes à capacidade de interpretação: perceber implicações. No entanto. relat ór io e mem orial. no entanto. . interpretar criticamente. inferir. bem como de apresentação de trabalhos acadêmicocientíficos. .ref er ent es ao raciocín io: iden tif icar proposições. artigos.se (ou ref orm ular o anteriormente formulado). São muitos os tipos de trabalhos acadêmico-científicos qu e pode riam se r in cl uí dos em um documento como este.ligadas à formação de conceitos: fazer distinções e conexões. os procedimen tos para sua e laboração e organização e sugestões para sua avaliação. referências). por se considerar que são os tipos de uso mais freqüente nas várias disciplinas dos cursos de graduação. . aut o.. não são aqui tratados. . Na segun da part e são apresen t adas orientações para elaboração e u so de ci tações. estabelecer relações.cor rigir. ou de Metodologia Científica – a criação dessas oportunidades em todas as disciplinas. optou-se pelo fichamento.

seja ele aluno ou professor. literária ou mesmo de uma mat éria jornalística. ou. b) registrar o conteúdo das obras. da dissertação de mestrado ou do relatório de pesquisa do pesquisador. preferem substituir esse nome pela expressão “relatório de leitura”. para utilização posterior em suas produ ções escri tas. A principal utilidade da técnica de fichamento. cujo autor é o “fichador”.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2 FICHAMENTO 2. etc. ent ão. seja na aprendizagem dos conteúdos das diversas disciplinas que integram o currículo acadêmico. de textos para aulas. portanto. assim. coerente e objetivo.100). como também registrada e documentada. a exemplo de Nunes (1997). o fichamento objetiva: “a) identificar as obras consultadas.. no caso do professor. De acordo com Henriques e Medeiros (1999. art igos. um importante meio para exe rcit ar a escrit a. su a compreensão. A prática do fichamento representa. d) organizar as informações colhidas”.1 Conceito O fichamento é uma técnica de trabalho intelectual que consiste no registro sintético e documentado das idéias e/ou informações mais relevantes (para o leitor) de uma obra científica. Fichar um texto significa sintetizá-lo. é otimizar a leitura. além de possibilitar a organização dos textos pesquisados e a seleção dos dados mais importantes desses textos. Como o fichamento consiste no resultado do trabalho de leitura. cuja informação teórica ou factual mais significativa deve ser não apenas assimilada. sejam elas de iniciação à redação científica (tais como os primeiros trabalhos escritos que o estudante é solicitado a produzir). c) regist rar as re fl exões proporcionadas pelo material de leitura. 15 . palest ras ou confe rências. pa pers. p.. constituindo-se em instrumento básico para a redação de trabalhos científicos. funcionam como método de aprendizagem e memorização dos conteúdos. Assim sendo. como o docente e o pesquisador têm de manipular uma considerável quantidade de material bibliográfico. o que re qu er a l eit ur a at ent a do text o. Pode-se dizer que esse registro escrito – o fichamento – é um novo texto. na Universidade. de elaboração da monograf ia de conclusão de curso do graduando. essen ci al par a a elaboração de resenhas. seja na pesquisa científica – como enfatiza Pasold (1999) –. . filosófica. monografias de conclusão de curso. a iden tificação das idéias principais e seu registro escrito de modo conciso. os fichamentos ou relatórios de leitura. alguns autores. A im por tância do fi ch amen to para a assimilação e produção do conhecimento é dada pela necessidade que tanto o estudante.

b) o fichamento que é feito pelo estudante. No primeiro caso – fichamento como exercício acadêmico –. 2. nesse caso. Dessa forma. seja como técnica auxiliar de estudo de obras. um seminário ou um relatório de pesquisa. a decisão sobre o que retirar de um texto ou de uma obra e registrar sob a forma de resumo ou de citação. artigos e textos teóricos. nesse caso o fichamento consiste. o fichamento está “a serviço” da pesquisa que o estudante. qu e pode ser nu ma ficha manuscrita ou numa folha digitada. conceitos ou fatos que interessam resumir ou registrar n os f ichame nt os qu e f ará das obras selecionadas. deve apresen tar os indispensáveis elementos de identificação. terá como critério selecionador os “propósitos t emáticos” dados pelo próprio tema da pesquisa e suas ramif icações.. a argumentação do autor a da obra ou do texto que “comanda” o trabalho de resumo do fichador. dos quais se falará mais adiante. e m qualquer caso. o critério organizador do fichamento será dado pela própria lógica do texto. o simples propósito de resumir o texto é o propósito dominante. um artigo. em geral. no contexto de um a pesquisa ou de u ma re visão bibliográfica. são os propósitos temáticos de quem estuda as obras consultadas que “comandam” a seleção das idéias. elementos teóricos ou factuais que integrarão o resumo. di fer enci a. que tanto pode ser uma resenha. Assim. Ora. no registro documentado do resumo do texto indicado pelo professor. conceitos. com o propósito de desenvolver as habilidades exigidas para o estudo e assimilação de textos teóricos.. mas que.16. o fichamento praticamente se identifica com o Os propósitos do fichamento r esu mo. Dependendo dos seus propósitos. uma monografia. o docente ou o pesquisador se propôs. . pelo docente ou pelo pesquisador. no primeiro tipo de fichamento (a) é o raciocínio. ou assimilar o conteúdo ou parte do conteúdo de uma disciplina. com o propósito de registrar sist emat icam en te e docu me nt ar as informações teóricas e factuais necessárias à elaboração do seu trabalho. podem ser considerados dois tipos de fichamento: a) o fichamento que é solicitado ao estudante universitário como exercício acadêmico. como toda e qualquer pesquisa está centrada num tema.se apen as na su a apresen tação.2 Seja como técn ica au xiliar da pesqu isa bibliográfica. No segundo caso – fichamento no contexto da pesquisa ou da revisão bibliográfica –. São esses propósit os tem áticos que ori ent am o “fichador” quando seleciona idéias. o fichamento será tanto mais eficiente quanto mais claros forem para o estudante ou para o pesquisador os propósitos desse trabalho. No segundo tipo (b).

). Metodologia da pesquisa / Pesquisa bibliográfica NUNES. São Paulo: Saraiva. elaborada de acordo com a (NBR 6023:2002) da ABNT. por exemplo. sejam elas de cartolina ou de papel A-4 (que substituíram as de cartolina pelas facilidades oferecidas pelos micros). que variará conforme o tipo de fichamento que o estudante ou pesquisador pretenda fazer. p. A 1a parte da obra contém orientações metodológicas para a elaboração e a apresentação da monografia no curso de graduação de Direito. apenas dois tipos de fichas serão a seguir apresentados. 35-45). de um subtítulo. 105121) of erecem importan tes orientações práticas sobre diferentes tipos de fichas e sua organização. um título que indica o assunto ao qual a ficha se refere.referência: o segundo elemento da ficha será a referência completa da obra ou do texto ao qual a ficha se refere. .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2.cabeçalho: no alto da ficha ou da folha. devem conter três elementos: .3 Procedimentos São variados os tipos de fichas que podem ser criados. Embora muitos tipos de fichas possam ser elaborados no contexto de uma pesquisa ou de uma revisão bibliográfica. Luiz Antonio Rizzatto. 87. 17 . p. após o título geral. por serem considerados os mais essenciais. a 2a parte trata da elaboração de dissertação de Mestrado e tese de Doutorado. 207 p. Leite (1985. como. Severino (2000. à direita. Eco (1988.3.. O seu corpo pode ser constituído de poucas informações. arquivo público. 2. ou seja.1 Ficha bibliográfica Destina-se a documentar a bibliografia relativa a um determinado assunto.. p. etc. As fichas. o con teú do propriamente dito. Bibl. . da UNIVALI Exemplo de ficha bibliográfica . p.corpo da f ich a. é importante ainda que conste a localização da obra (biblioteca. 1997. para que a ela se possa retornar caso haja necessidade. breve indicação do conteúdo da obra ou de sua importância para algum aspecto do trabalho que o estudante ou o pesquisador tem em andamento. Manual da monografia jurídica. dependendo das necessidades de quem estuda ou pesquisa. como já foi dito. pode ser adotado o uso.112). 42-55) e Pasold (1999.

idéia ou argumento. citações mais significativas de trechos do conteúdo. que deverão estar sempre entre aspas – das expressões ou palavras próprias do fichador. juízo de valor destituído de fundamento. deverão ser seguidos os passos recomendados por Severino (2000. . optou-se por colocar na margem esqu erda da folha o núm ero da página correspondente ao trecho resumido para i dent ificar su a localização na obra. outras formas podem ser adotadas.3. como sugere Hühne (1992. ou então pode apresentar o resumo que sintetiza o resumo. por exemplo. 47-61) para a leitura e resumo de textos teóricos que o leitor encontrará sintetizados à página 21 deste documento. É importante salien tar que a inclusão de citações no fichamento não significa que este se confunda com um mero exercício de “recorte e colagem” de trechos da obra. qu e e xpre sse a interpretação crítica do aluno sobre o conteúdo do texto. as citações. 2.2 Ficha de leitura Esse tipo de fich a destina-se ao registro sinté tico do cont eúdo (ou de parte do con t eúdo) das obras lidas. transcrições as citações. sempre entre aspas e com indicação da respectiva página.. Pode ficar a critério do professor.18. 6465). a decisão de incluir.. objetiva e econômica. – utilizar linguagem clara. p. Assim sendo. Para sua elaboração. Nesse caso. – apresentar uma seqüência corrente de f rases con cisas. dir etas e interligadas. O corpo da f icha de leit ur a pode ser organ izado de diferentes maneiras. ou não. ou seja: – ser sucinto. e as citações ou seja. dev e o professor ter claro que. Pode conter. contendo apenas resumo e citação (no exemplo. sem o que essa crítica não passará de mera opinião. um comentário sobre o te xto f ichado. pode ser útil a inclusão no texto das novas idéias que foram surgindo durante a leitura. ao solicitar dos alu nos um fichamento. Para o estudante ou docente que faz um f ich amen to no con tex to da pesqu isa bibliográfica. resumo conteúdo. deverá apresentar as características de um resumo de qualidade. para fazer a crítica de um texto – ainda mais quando se trata de um texto teórico – é necessário que o aluno já disponha de um certo repertório. A organização da ficha deve ser feita de tal modo que permita identificar posteriormente a página da obra onde se localiza esse ou aquele conceito. ao seu final. bem como distinguir as expressões ou palavras do autor da obra – isto é. – respeitar a ordem das idéias e fatos apresentados. seletivo e objetivo. Atenção: o exemplo ilustra uma “ficha” de leitura em folha A-4). p. A seguir se encontra um exemplo de ficha de leitura. no entanto. O corpo da ficha consistirá no resumo da resumo obra ou da parte da obra que interessa ao fichador. o que tornaria a ficha mais completa. apenas o resumo das idéi as do au tor e n enhu ma citação ou comentário pessoal do fichador.

não são ade quados à e specificidade das C iências S ociais. 199 7. cujas raízes estão no historicism o ale mão... (. Com te defe ndia a unidade de todas as ciê ncias.. O s adeptos da abordage m qualitativa e nte ndem que o m ode lo de e studos das C iê ncias N aturais. ex te rno ao indivíduo. entende que os fatos so ciais não são quantificáveis. 19 . pois. a pesquis a nas Ciências Sociais "é um a atividade ne utra e o bje tiva. Rio de Janeiro: Re co rd. A socio logia com pree nsiva. o m étodo das C iências Naturais– e rklär en – "busca generalizaçõe s e a descobe rta de re gularidade s" e o das C iê ncias Sociais – ve rsteh e n – "vis a à com pre ensão inte rpretativa das e xpe riências dos indivíduos dentro do conte xto em que foram vive nciadas". A arte de p e squisar: como fazer pe squisa qualitativa e m C iê ncias S ociais. um de se us repres entantes .. distingue natureza e cultura e de fende proce dim entos m e todo lógicos dis tinto s para se us e studos . ) Exem pl o de fic ha de l ei tu ra 17 18 19 Exemplo de ficha de leitura . Dilthey . se gundo ele.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ M e tod ol ogi a ci e ntífica Pe s quis a q ualitativ a G O LD E NBE RG . S egundo ele. em que o pes quisador não pode faze r julgam e ntos ne m permitir que se us preconce itos e crenças co ntam inem a pesquisa". bas eado e m proce ssos quantificáve is que se transform am e m le is e explicações ge rais. inde pende da consciência hum ana e deve s er tom ado com o c oisa. M. Para D urkheim. ne cessitando ser com pre endido e m s ua singularidade . Ass im . Via a ciência social com o ne utra e obje tiva. que pre ssupõe um a m etodologia própria. que busca de scobrir regularidades ou le is . 16 Esclare cer o debate e ntre a sociolo gia pos itivista e a sociolo gia co mpree nsiva é útil para s ituar a que stão da utilização de mé todos e té cnicas qualitativos nas C iências Sociais. suje ito e objeto do conhe cime nto es tão radicalm e nte separados. para e le . o fato social. po is cada qual tem um sentido próprio.

20. 2.4 Avaliação As orientações para avaliação do fichamento referem-se ao primeiro tipo de fichamento mencionado no item 2.O resumo é sucinto e objetivo? .2.O resumo respeita a ordem das idéias apresentadas pelo autor do texto? .A linguagem utilizada obedece a norma culta? . ou seja.A interpretação crítica (no caso de ter sido solicitada) é pertinente e fundamentada ou justificada? ..O resumo evidencia uma redação própria do alu no? (ou con sist e apenas na ju staposição de u ma sér ie de f rases recortadas do texto?) .As idéias principais do texto estão contidas no resumo? . aquele que é solicitado como exercício acadêmico. As seguintes perguntas poderão orientar o professor na avaliação do resumo: .O conteúdo do resumo mantém fidelidade ao texto? (ou há deturpação das idéias?) .A obra fich ada ou re sum ida est á corretamente referenciada? .As normas técnicas de apresentação de trabalhos acadêm ico-científ icos foram observadas? ..

dest acando a cont ribu ição do aut or: abordagem inovadora do tema ou problema. a resenha deve conter: – o resumo das idéias principais da obra. A resenha de obras científicas é. – uma justificativa da apreciação realizada. A resenha deve levar ao leitor informações objetivas sobre o assunto de que trata a obra. Portanto.. compreende o resumo e o comen tário de u ma obra científ ica ou literária.. 21 .2 Propósitos Mediante a leitura do resumo da obra e de sua avaliação. A resenha crítica tornou-se importante recurso para os pesquisadores e. da explosão de conhecimentos característica da sociedade contemporânea. . prin cipal me nt e. novas teorias. o profissional ou o estudante pode decidir sobre a conveniência ou não de ler (ou adquirir) a obra. em geral. para as pessoas cuja atividade profissional ou de est udo requer inf ormações sobre a produção científica. ou seja. novos conhecimentos. em decorrência. Quando realizada como um trabalho acadêm ico. que a resenha possibilita. 3. além do conhecimento especializado do tema. têm condições de emitir um juízo crítico.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3 RESENHA CRÍTICA 3. – uma apreciação crítica das informações apresentadas e da forma como foram expostas e de sua avaliação. de um modo geral. artística ou cultural em seu campo de interesse.1 Conceito A resenha crítica consiste na apresentação sucinta e apreciação crítica do conteúdo de uma obra. t em o propósito de exercitar a capacidade de compreensão e de crítica do estudante. feita por cientistas que.

em relação ao contexto social. 245-246): – Referência autor(es). A elaboração de uma resenha crítica requer a aquisição gradativa. de modo a cumprir sua finalidade.a crítica do resenhista. 3. são indispensáveis os seguintes tópicos: . de com pe tên cias de l eit ura. bem como da finalidade ou destino da resenha.as conclusões do autor. criativas? A abordagem dos conhecimentos . análise e interpretação de textos científicos. baseadas em Severino (2000. título. têm o propósito de organizar. claro. etc. figuras. Referência: editora e data de publicação. . exemplos. o título deverá guardar estreita relação com algum atributo ou idéia mais destacada da obra. p. etc.3 Procedimentos A resenha crítica deve abranger um conjunto determinado de informações. histórico.. – Credenciais do autor informações gerais do autor: sobre o autor e sua qualificação acadêmica. preço. (As perguntas seguintes são orientadoras: de que trata a obra? O que diz? Qual sua característica principal? Requer conhecimentos prévios para entendê-la?). – Conclusão do autor o autor apresenta (ou do autor: não) conclusões? Caso apresente. número de páginas. segundo a percepção do resenhista. . As diretrizes metodológicas que seguem.a referência (aqui pode ser dispensado o item sobre preço da obra). . político. no ent an to. – Res umo da obra resumo das idéias Resumo obra: principais. edição.seu quadro de referências. gráficos. desenhos. econômico. . obras publicadas. descrição breve do conteúdo dos capítulos ou partes da obra. local.: O resenhista poderá (ou não) dar um título a sua resenha. o que muitas vezes depende da obra resenhada. quais são elas? Onde se encontram (no final da obra ou no final dos capítulos)? – Quadro de referências do autor a que Quadro referências do autor: corrente de pensamento o autor se filia? Que teoria ou modelo teórico apóia seu estudo? – Crítica do resenhista (apreciação) (apreciação): a) como se situa o autor da obra em relação é inovadora? c) quanto ao estilo: é conciso. objetivo. sistematizada? Utiliza recursos explicativos (ilustrações. se optar por intitular. Para fins de t rabalh os acadê micos.)? e) a quem se destina a obra: grande público.o resumo da obra. sistematizar a abordagem de às escolas ou correntes científicas ou filosóficas. profissional ou especializada. títulos. estudantes? Nem sempre é possível ou necessário dar resposta a todas as pergu ntas ou iten s relacionados acima..? b) quan to ao mérito da obra: qu al a con tr ibui ção dada? As idéi as são originais. 51-57). Obs. especialistas. pelo estudante. pr eciso? A li ngu agem é correta? d) quanto à forma: é lógica. O roteiro a seguir baseia-se no modelo apresentado por Lakatos e Marconi (1991. p.22. cargos exercidos. coere nt e.

I sso n ão si gn if ica qu e o t ext o dev a. como se pr oce ssa seu raci ocí ni o e argumentação? Qual é a idéia central? Quais as idéias secundárias? As análises textual e temática servem de base para a elaboração do resumo. validade e con tribui ção à discussão do problema. trabalho acadêmico distinto da resenha. tanto como preparo para a elaboração de resenhas.4 A apresentação da resenha Como trabalho acadêmico. pela maneira como o autor desenvolve e aprofunda o tema. procura tomar uma posição a respeito das idéias enunciadas. os aut ores cit ados. seu autor. associação e/ ou comparação com as idéias temáticas afins e com os autores que tenham desenvolvido a mesma ou outra abordagem do tema. a seqü ência dos elementos relacionados no item 3.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ textos teóricos. A redação da resenha obedecerá. como de outros trabalhos acadêmicos. os dados sobre a obra. com vistas a obter o melhor proveito de seu estudo. Procura estabelecer uma aproximação. no entanto. . a resenha deve apresentar a seguinte estrutura: . 23 . avaliando o texto pela sua coerência interna. sucinto e de fácil leitura.Folha de rosto: é a folha que apresenta os Folha rosto: elementos essenciais à identificação do trabalho. nas resenhas de boa qualidade. termos fundamentais à compreensão do t exto). A análise crítica o estudante formula um análise crítica: análise crítica A análise temática procura interrogar e análise temática: temática identificar do que fala o texto e qual o tema de que se trata: como o autor problematiza o tema? Que posição assume? Como expõe passo a passo seu pensamento. do texto para identificar seu plano geral. 3. os aspectos teóricos.Texto a referência bibliográfica da obra Te Texto: resenhada deverá ser apresentada no início do texto. compondo um texto harmonioso. alcance.. sobre o vocabulário (conceitos. subdividir-se mediante o uso de subtítulos de acordo com aqueles elementos. o qual. juízo crít ico. n um a seqüên cia adequ ada. m arcar e esquematizar as idéias relevantes. A análise textual etapa em que o estudante análise textual: textual A análise interpretativ a: o estudan te anális e interpretativa: faz uma leitura atenta. o resumo do conteúdo. obrigatoriamente.3 acima. . de um modo geral. quer dizer.. em geral. Avalia também sua originalidade. explora sua fecundidade e mantém um diálogo com o autor. Deve ser elaborada segundo o modelo constante do Apêndice B. porém corrida. constitui uma etapa do trabalho de elaboração da resenha. aparecem. bem como a avaliação crítica do resenhista. ou seja. buscar dados sobre o autor.

3. Sendo a resenha um trabalho acadêmico geralmente pouco extenso e pouco ou nada subdiv idido. dev endo ser organ izado segundo a NBR 6023:2002.As normas técnicas de apresentação de trabalh os acadêmico.O posici onamen to (te ór ico.A apresentação das idéias prin cipais é sucinta e objetiva? ..5 Avaliação As seguintes perguntas poderão orientar o professor na avaliação da resenha: .A crítica do resenh ist a é pertin ente e fundamentada ou justificada? .A linguagem utilizada na resenha respeita a norma culta? .Referências caso o resenhista tenha se Referências: Referências valido de outras obras para fundamentar a análise da obra resenhada.ci entíf icos f oram observadas? .Aponta as características mais relevantes da obra? . .A obra está corretamente referenciada? . econômico. o su mári o é e lem en to dispensável. polí tico. devem ser seguidas as orientações comuns aos demais trabalhos acadêmicos. Quanto à apresentação gráfica.As informações sobre o autor são suficientes para sua identificação? .a resenha apresenta as idéias principais da obra? .As conclusões do autor são comentadas/ discutidas? .24.. social) do autor é discutido? . esse item é obrigatório.

Além disso.an alít ica e da criatividade do aluno.2 Propósitos No contexto da f ormação acadêmica. estudos de caso ou participação em palestras. fatos ou situações relacionados a assuntos pertinentes a uma área de estudo. position paper ou posicionamento pessoal é um pequeno texto sobre tema prédeterminado. 4.. a el aboração do posicion am en to pessoal gera ou tr as produções acadêmicas.1 Conceito O paper. pelo au tor. o professor pode solicitar ao aluno a elaboração de um posicionamento pessoal com o for ma de av aliar a aprendizagem individual. Na elaboração de um paper. pode ser articulado a outras estratégias de ensino utilizadas na disciplina: após a realização de seminários. júri simulado. o autor desenvolve análises e argumentações. opiniões de especialistas. exercitando a linguagem científica na elaboração de um texto. podendo considerar. pois requer que este expresse sua interpretação e compreensão do assunto apresentado. como os artigos científicos. promover o debate em torno de um assunto. O p aper pode ser usado para consolidar conteúdos trabalhados nas unidades de uma disciplina (atividade curricular). com objet ivi dade e clare za. artigos especializados ou de informação geral. Esse tipo de trabalho também auxilia o desenvolvimento da capaci dade crít ico.. também. o objet iv o do p a pe r é e stim ul ar o aprofu ndame nt o de um de ter min ado assunto. Sua elaboração consiste na discussão. POSITION PAPER OU POSICIONAMENTO PESSOAL 4. 25 . com base na análise de pontos e contrapontos de diferentes autores ou obras estudadas pelos alunos. . de resultados de estudos ou pesquisas cient íficas. E m algu ns casos.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 4 P APER . dentre outros tipos de publicações.

cien tí fi cos são respeitadas? . as etapas de introdução. lev an tan do argum en tos.4 Avaliação Para avaliar um trabalho do tipo paper podese buscar respostas para questões como: .Leitura: exploração e leitura de materiais relacionados ao tema. f il mes. exemplos ilustrativos e mencionando idéias comuns ou contrárias de outros autores. Isso significa que o texto é redigido sem divisões em subtítulos. segue os padrões descr itos no t ópico 5 da Part e II dest e docu men to r ef eren te às norm as de apresent ação de trabalhos cient íficos e acadêmicos..as principais idéias dos autores que serviram de base para o paper (quando for o caso) são apresentadas no texto? .Planejamento do pa per: compreende a elaboração de um roteiro ou esquema com as prin cipai s i déias ref ere nt es a: a) apresentação do assunto e propósitos do p ap er . entretanto. tais como: textos. Além disso. A apresentação gráfica do paper. As referências utilizadas no trabalho devem ser apresentadas separadamente. re met en do aos propósitos expressos na apresentação.O assunto/tema em discussão é analisado com profundidade? . Como todo trabalho acadêmico. deixando-se claro.A análise das idéias é coerente/consistente? .26. pode (ou mesmo deve) conter citações diretas e/ou indiretas que sustentem os argumentos do autor em relação ao tema em discussão. a análise do assunto e as conclusões do seu autor. registros ou anotações de palestras.As críticas e os argumentos apresentados são fundamentados ou justificados de modo consistente? . b) destaque dos pontos mais r elev ant es.As conclusões são apresentadas de forma clara e objetiva? . c) discu ssão dos pon tos r elev ant es. d) sí nt ese con cl usi va. et c. a part ir dos qu ais será desenvolvido o paper. sistematizando-se determinadas etapas. artigos. o pa per deve apresentar em sua estrutura.Há lógica na organização geral do texto? . ao final do texto.. . o encadeamento entre as idéias iniciais. 4.A linguagem utilizada obedece a norma culta? .As normas técnicas de apresentação de t rabalh os acadêmi co. desenvolvimento e conclusão. 4.. como todo t rabalh o acadêmico. de forma articulada.3 Procedimentos Para a elaboração do p ap er é pr eciso considerar critérios relacionados ao conteúdo e à forma. Os aspectos a serem considerados quanto ao conteúdo abrangem: .

Ao produzir o artigo. o aluno inicia uma aproximação aos conceitos e à l ingu agem cien tífica qu e necessitará desenvolver no momento da elaboração do trabalho de conclu são de curso. de acordo com Marconi e Lakatos (2001. .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 5 ARTIGO CIENTÍFICO 5. . Sua publicação em periódicos especializados é uma forma de divulgação do conhecimento produzido no meio científico e acadêmico. difere de trabalhos científicos. como monografias.aprofundar discussões sobre assuntos já estudados e que pressupõem o alcance de novos resultados. . métodos e técnicas.aprofundar ou dar continuidade à análise dos resultados de pesquisas.los ou pormenorizar aspectos. p.discutir aspectos de assuntos ainda pouco estudados ou não estudados (inovadores). buscando a r esolu ção satisfatória ou a explicação à controvérsia gerada. o artigo é produzido para divulgar resultados de pesquisas científicas. Entretanto. ou repitam a experiência – confirmando ou não seus resultados –. O artigo científico. os propósitos.2 Propósitos De um modo geral.. 88): . No contexto da formação acadêmica. o artigo científico pode abordar conceitos. o artigo científico tende a ser usado como estratégia de en sin o para o desenv olvi men to da capacidade de síntese das experiências de pesquisa realizadas pelo aluno. 27 . . discute e divulga idéias. os procedi me nt os de u ma pesqui sa. embora sucinta.resgatar ou refutar resultados controversos ou que caracterizaram erros em processos de pesqu isa. docu men tal. idéias.. dissertações ou teses. a metodologia empregada por seu autor e os resultados obtidos. possibilita ao leitor avaliar a pesquisa realizada. Além desses objetivos. Por sua reduzida dimensão e conteúdo. ou nela se baseiem. 5. ao apresentar de forma completa.1 Conceito O artigo científico consiste em um texto que apresenta.estudar temáticas clássicas sob enfoques contemporâneos. Isso permite que outros pesquisadores. ampliando as discussões e o conhecimento sobre o assunto e inspirando novas pesquisas. esse tipo de trabalho também pode ser elaborado com os seguintes propósitos. experimental ou de campo). a partir de novos enfoques ou perspectivas. teorias ou mesmo hi pót eses de form a a di scut i. processos e resultados de pesquisa cien tí fi ca (bi bl iográfi ca. .

a elaboração deste plano é útil. ainda.. para sistematizar a comunicação a ser feita.102).. deve ser estruturado da forma a seguir descrita. a análise e a crítica de conteúdos teóricos e de idéias de diferentes autores. é necessário observar os propósitos do trabalho a ser elaborado (vide item 5. se for o caso. aspe ct os me todológicos (caracterização da pesquisa e da população. de fichamentos. são apresentados os dados do estudo. por fim. é preciso que o autor: . explicando e avaliando os resultados.reún a as inf ormações e conhecimentos necessários por meio de leituras (textos e documentos). . conceitos. fazer comparações. dest acam. A introdução apresenta o assunto do artigo – tema da pesquisa – e seus objetivos. 5. Podem ser incluídas sugestões ou recomendações para outras pesquisas. No desenvolvimento (corpo do artigo). Todavia. em primeiro lugar. Quando o artigo se refere à comunicação de resultados de pesquisa. desenvolvimento e conclusão. discussão e análise (confronto entre os resultados obtidos na pesquisa e o conteúdo abordado nos referenciais teóricos).se os seu s re sul tados. evitando que o autor se perca durante a elaboração. destacando os aspectos a serem enfatizados no trabalho. A elaboração de artigos estimula. formular críticas sobre um determinado tema à luz de pressupostos t eór icos ou de evidências empíricas já sistematizadas. No tópico das considerações finais. independente de ter propósitos distintos. o artigo científico deve apresentar a estrutura básica que caracteriza todos os tipos de trabalhos científicos ou acadêmicos: introdução. e descrição dos métodos. relacionando-os aos objetivos propostos na introdução. técn icas e equi pam ent os uti lizados). fatos ou outros estudos. resul tados (apre se ntação e avaliação dos dados encontrados. O texto contém a exposição e a explicação das idéias e do mat erial pesqui sado e pode ser subdividido da seguinte forma: referenciais teóricos da pesqu isa (apresen tação de con cei tos si st emat izados com base na lit eratu ra).2).sistematize um roteiro básico das idéias. teorias. comparando-se com outros estudos já realizados. Já no caso do artigo constituir-se como uma produção ou comunicação escrita sobre idéias. registros de observações ou evidências factuais. uma síntese da metodologia utilizada na pesquisa. podendose utilizar tabelas e ilustrações). p.3 Procedimentos quanto à elaboração Em termos de procedimentos para a escrita de um artigo científico. Por out ro l ado. .28. a justificativa do trabalho e suas limitações. contribuindo para que o aluno aprenda a sintetizar conceitos. iniciando com a apresentação geral do assunto e dos propósitos do artigo. seguidos da indicação das partes principais do tema e suas subdivisões e. porém de forma breve e sintética. mater iais. que se constitui como dedução lógica do estudo. De acordo com Leal (2001.

. . 2001. Ao f in al da int rodu ção dev e apresentar. motivando para a leitura. porém . et c. as expectativas em relação a ele. A definição do título do artigo deve corresponder. Também é preciso evitar explicações repetitiv as ou supérfluas. se min ários. A estrutu ra de artigos cien tíficos compreende elementos pré-textuais. de forma adequada.. p. mencionar eventuais implicações ou efeitos a partir do conteúdo apresentado. deve o autor dividir o tema em discussão. caso isso não aconteça. convém observar também os critérios e modelos estabelecidos por seus organizadores e/ou editores. para uma maior clareza e compreensão por parte do leitor. Pode. 2001.no desenvolvimento do artigo. o e xce sso de subdivisões. .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ também auxilia como recurso pedagógico para reflexão e organização lógica das idéias a serem abordadas.4 Procedimentos quanto à forma de apresentação A apresentação do artigo científico para publicação científica impressa deve seguir as orientações da NBR 6022:2003. além de descre ver os objet ivos e os fundamentos que orientam o trabalho. relacionando-as com os objetivos previamente estabelecidos. É n ecessário qu e as referidas partes e respectivas idéias estejam articuladas de forma lógica. cujos títulos devem ser curtos e adequados aos aspectos mais relevantes do conteúdo. a forma como o artigo está organizado. o que pode prejudicar a sua compreensão. Vale ressaltar que as divisões. subdivisões e títulos do artigo não garantem a sua consistência ou i mportância. . ao mesmo tempo em que se deve cuidar para que o texto não seja compacto em demasia.103). É pre ci so ev it ar. Devem ser evitadas as gírias. pois. correse o risco de comprometer a aprovação do artigo. Caso se trate de artigo a ser apresentado em eventos (congressos. ao conteúdo desenvolvido. p. expressões coloquiais e que contenham juízos de valor ou adjetiv os desn ecessários.na conclusão. também. precisão. textuais e pós-textuais.” (LEAL.ao apresentar o artigo – na introdução –. O artigo científ ico deve ser redigido com objetividade. coerência e estrita observân cia das regras da norm a cu lta.106). 5.. bem como os limites do artigo quanto à extensão e à profundidade (LEAL. conferindo “ao con ju nt o a in di spensáv el u nidade e homogeneidade.). é conveniente que o autor contextualize o tema. ainda. o autor apresenta uma síntese das principais idéias trabalhadas no corpo do artigo. 29 . destacando sua importância teórica ou prática. sugerindo a continuidade das discussões a respeito.

então.4.Título e subtítulo (se houver) figuram na página de abertura do artigo. o desenvolvimento e a conclusão.Resumo em língua estrangeira (obrigatório): consiste na versão do resumo na língua do t ext o para idi om a de di vu lgação internacional (vide seção 2 da Parte II deste documento). diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos e na língua do texto. 5. são apresentadas em relação única e consecutiva e numeradas com algarismos arábicos.3. . cuja apresentação também deve observar a NBR 6028:2003 (seção 2 da Parte II deste documento). podem ser dispostos em rodapé indicado por asterisco na página de abertura (vide modelo do Apêndice E). assim como os endereços postal e eletrônico. .Nota(s) explicativa(s) (elemento opcional): caso existam.Nome do(s) autor(es) acompanhado(s) por breve currículo qualificando-o(s) na área de conhecimento do artigo.4.Palavras-chave na língua do texto. . . .Palavras-chave em língua estran geira (obri gatório): consist e n a versão das palavras-chave na língua do texto para a m esma lín gu a do re sum o em lí ngua estrangeira (vide seção 2 da Parte II deste documento). .1 Elementos pré-textuais .Título e subtítulo (se houver) em língua estrangeira. o currículo. diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos..4. precedendo o resumo em língua estrangeira. elaborado de acordo com a NBR 6028:2003 (seção 2 da Parte II deste documento). onde também são colocados os agradecimentos do(s) autor(es) (caso sejam necessários) e a data de entrega dos originais. .Referências (obrigatório): elaboradas de acordo com a NBR 6023:2002 (vide seção 3 da Parte II deste documento).3 Elementos pós-textuais . já detalhados na seção 5.Glossário (opcional): deve ser organizado em ordem alfabética.. ou. após os elementos pós-textuais.Resumo na língua do texto. .30. 5. .2 Elementos textuais Os el ement os textu ais compreendem a introdução. 5. Segundo a NBR 6022:2003.

Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas. . equações e f órmulas. . adequando-o às possibilidades e recursos já desenvolvidos por seus alunos. podem ser descritos vários critérios (AMR1 . . então. que complementa.Apêndice(s) (opcional): texto ou documento elaborado pelo autor.coerên cia en tre as in formações e no encadeamento do raciocínio lógico. 2001. precedi dos por numeração progressiva. . o lei tor encon trará ori ent açõe s sobre elaboração/emprego de citações (seção 1).Estrutura organizacional da Empresa Alfa). os artigos científicos são elaborados por alunos que se encontram em fase final do curso de graduação. 1999. SEVERINO. Observação: na Parte II deste documento. ilustrações e tabelas (seção 5).ausência de dispersão ou de redundância das informações/conteúdos. seguidas de trav essão e respectiv o t ítu lo (Ex.identificação dos limites do artigo (definição do foco do artigo e dos aspectos que não serão abordados).4 Indicativo dos tópicos (seções) do artigo científico Os títulos das partes ou seções que dividem o texto de um artigo cient ífico devem ser alin hados à esqu erda.referencial teórico claramente identificado.apresentação de suposições (hipóteses) su ste nt adas em t eori as e cr enças consideradas verdadeiras a part ir do paradi gm a do qual se ori gi nam. . muito embora nada impeça que o professor os solicite em etapas anteriores. siglas.Anexo(s) (opcional): texto ou documento não elaborado pelo autor do trabalho.clareza na apresentação dos objetivos.: ANEXO B . comprova ou ilustra seu con teúdo.demonstração de conhecimento suficiente sobre o assunto. . seguidas de travessão e respectivo título (Ex.4. complementar ao seu trabalho.clareza na especificação das unidades de análise (como por exemplo: indivídu o. organização. Normalmente. 2000). as suposições devem ser claras e justificadas. justificativa e importância do artigo.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . sociedade).Questionário).4 da Parte II deste documento). 31 . .. decorrentes dos objetivos propostos pelo professor. . conforme a NBR 6024:2003 (vide seção 5. Para a avaliação de artigos científicos. . 5.: APÊNDICE A . .5 Avaliação O artigo científico pode ser avaliado segundo inúmeros critérios.ausên cia de salt os de raci ocí nio na 1 American Management Review (periódico americano que apresenta diretrizes básicas para revisão de artigo s científicos). FEITOSA. 5. tais como: a) Quanto ao conteúdo: . coerente e adequado aos propósitos do artigo. são identificados por let ras maiúsculas consecut ivas..

.uso adequado de exemplos complementares para clarificar o significado do texto.resumo claro e informativo. . ou de um conceito para outro. do t ext o . -\ ar ticu lação e nt re su gestõe s ou r ecomen dações e as di scu ssões apresentadas no texto. passagem de um parágrafo para outro.. precisão e coerência na escrita do texto. .afirmativas unívocas.uso/seleção de literatura pertinente à análise. . com a corr eta r elação com os f atos analisados.uso fiel das fontes mencionadas no artigo. .32. sem duplo sentido.ori gin ali dade e i novação do assun to abordado.observância das normas de apresentação de um artigo. . . b) Quanto à forma: . .adequação do título ao conteúdo. . . . .u so corret o de ci tações devidam ente referenciadas.elementos de transição entre parágrafos adequ ados ao sentido e à lógica dos conteúdos. .atendimento aos objetivos propostos.post u ra ét ica n o tr at o do t em a e desenvolvimento da análise (imparcialidade e equilíbrio).elaboração de análise e síntese diante de concei tos teór icos sem elh an te s e/ ou divergentes.coerência e padronização dos termos técnicos.linguagem acessível. . .observância das regras da norma culta.demonstração de argumentos ou provas suficientes para apoiar as conclusões.objetividade. un idade e art icu lação (encadeamento lógico). . ..

. 4 Parece r ou exposição de um voto ou apreciação.. são complementadas ou concluídas pelo relato de sua realização. talvez por ser con siderado um t rabalho “ pequen o” ou “rápido”. ou mesmo por não serem muito difundidas orientações para sua elaboração. geralmente relacionados a atividades práticas – visitas. até mesmo de um objeto. ordinariamente por e scrito . esse t ipo de tr abal ho acadêmico por vezes tem sua elaboração negligenciada. n ão é abordado n este documento. 2 De scrição minuciosa e circunstanciada dos fatos ocorridos na gerência de administração pública ou de sociedade. 6. acompanhado dos argume nto s que militam a favor ou contra a sua adoção. pois os termos minuciosa e circunstanciada são usados para qualificar a descrição. fatos ou objetos [. 3 Exposição por escrito sobre as circunstâncias em que está re digido um docume nto ou proje to. Em Michaelis (1998.. 33 . realização de uma intervenção ou procedimento especializado.. al go qu e f oi realizado). embora seja um dos principais trabalhos acadêmico-científicos comumente realizados n a un iversidade.1808) encontram-se as seguintes: 1 Exposição. uma narração. – as quais. de menor importância. em pelo menos uma das definições. [. na sua organização ou apresentação. Vale sali en tar o det alham ent o com o u ma característica do relatório. viagens de estudo. de uma prática ou de um conjunto de práticas. aplicação de uma determinada técnica. etc. .1 Conceito A compreensão do que é um relatório pode começar pelo exame das definições que os léxicos of erecem . p..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 6 RELATÓRIO Incluiu -se o rel atório en tre os t ipos de trabalhos acadêmico-científicos por ser uma modalidade de trabalho escrito solicitada com alguma regularidade ao aluno de graduação. observação de eventos. então. O relat ório de que se trata aqu i é uma modalidade de trabalho escrito que não se confunde com o relatório de pesquisa – esse destinado exclusivamente à comunicação dos resultados de uma pesquisa científica –. o qual..] Relatório é. relação. em diversas disciplinas. s obre a s eqüê ncia d e um acontecimento qualquer. seja no seu conteúdo. com vistas a um conjunto bastante v ariado de propósitos pedagógicos. após terem sido desenvolvidas. exper imen tos ou testes de laboratório.] 6 Qualquer exposição pormenorizada de circunstâncias. Embora seja utilizado com fr eqü ência. descrição ou exposição de um evento qualquer (algo que ocorreu e foi obse rvado.

na elaboração de um relatório. a preocupação maior deve estar voltada para a eficiência da comunicação. Quanto à estrutura (partes componentes). A esse respeito. O obje tivo é comunicar ao leitor a experiência acumulada pelo autor (ou pelo grupo) na realização do trabalho e os resultados obtidos. por conseguinte. vistorias. durante a sua formação. Dessa forma.. (MARCONI. produtos ou tecnologias. inspeções. de uma obr a ou sobre as ativ idade s de u ma administração. 2000). mercados. Inicialmente.2 Propósitos Rel at ór ios podem te r os m ais di versos propósitos: descrever ampla variedade de atividades realizadas. informar sobre o andamento de um projeto. tais como. viagens. entre esses dois extremos estariam os emi-informais. é preciso também sermos capazes de fazer com que outras pessoas entendam o que estamos f azendo. apresenta-se a seguir.. auditorias. O relatório é. tem forma de apresentação rigorosa. sobre áreas promissoras do mercado e tecnologias emergentes. 6. cuja síntese. qualquer que seja seu tipo. ou ainda descrever atividades realizadas em laboratório.3 Tipos de relatórios Flôres.34. trata de assunto complexo e se destina a grandes audiências. p. que já requerem uma apresentação técnica. 6. como. etc. um documento através do qual um profissional ou acadêmico faz o relato de sua própria atividade ou do gr upo ao qu al perte nce. etc.20) aconselha: “ Não bast a term os u ma boa idéia ou executarmos um bom trabalho. de um único assunto. visitas. Considerando o largo uso de relatórios nos diversos campos de atividades profissionais. desde o relatório formal – formal aquele que segue todas as normas de um trabalho técnico. elaborada segundo os propósitos deste documento. porqu e o fazemos e com que resultados”. LAKATOS. 1999. relatórios s emi-informais de alguma relatórios semi-informa is extensão (5 a 15 páginas ou pouco mais). expor conhecimentos aprofu ndados sobre uma determinada instituição. p. . pois como profissional certamente será solicitado a fazê-lo. por exemplo. podem apre sent ar difer ent es n ívei s de formalidade. têm poucas páginas (às vezes uma única) e uma apresentação breve.. of erecer informações e análises sobre empresas. medições. as autoras classificam os relatórios quanto à estrutura e à função. procedimentos técnicos. em campo. SEVERINO.168193) apresent am uma ú til t ipologia de relatório. Barrass (1986. tratam de assunto de certa complexidade e apresentam conclusões ou recomendações fundamentadas em dados. observações de campo. avaliações. verificações. a elaborá-los. Olímpio e Cancelier (1992. em diferentes situações. o relatório de uma Secretaria de Estado – até o relatório informal que trata informal. é importante que o acadêmico aprenda.

relatório informativo de progresso trata informativo de progresso: progresso do andamento de uma atividade ou ação. pode ser periódico (mensal. . de que a estrutura dos relatórios formais (e.. . os relatórios podem ser informativos e analíticos.: relatório sobre a situação dos estoques de uma empresa). A elaboração de um relatório se inicia por uma reflexão sobre sua finalidade.para quem deve ser relatado? Esta pergunta pode ajudar a decidir quanto ao tipo de relatório (formal. de v isit a e os relat órios administrativos.. 35 . 6. estilo da redação.4 Procedimentos A estrutura e a organização de um relatório serão variáveis assim como são variáveis os tipos de relatórios.relatório informativo narrativo faz o relatório relatório informativo narrativo: registro de ocorrências ou eventos.relatório informativo de posição ou de ou de relatório informativo de ou status: status descreve ocorrências ou fatos relativos a um determinado momento. 1º Roteiro A – Elementos pré-textuais (conforme tópico 4 da Parte II) . seja qual for o tipo de relatório. Os relatórios analíticos são aqueles cujo analíticos propósito consiste em an alisar f atos ou inf orm açõe s e apresent ar conclusões e recomendações como dedução da análise realizada. semestral. nível de complexidade e aprofundamento do conteúdo. Os relatórios informativ os transmitem relatórios informativos in f or mações sem an al isá-l as ou f azer recomen dações. as normas contidas no t ópico 5 . por exemplo.por que deve ser relatado? Esta pergunta au xil ia a de ci dir se o re latóri o ser á informativo ou analítico e a esclarecer aspect os rel at iv os à abordagem e t ratame nt o das i nf orm ações e/ ou con clusões e recomendações a serem apresentadas. A seguir apresentam-se dois roteiros possíveis para o corpo do relatório com a ressalva relatório.o que deve ser relatado? Da resposta a esta pergun ta resu lt a u m rot eiro ou esquema do conteúdo do relatório. portant o.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Quanto à função. se for o caso. são pouco extensos e. . pelo início e término de uma determinada ação ou projeto. anual) ou abranger um período de tempo maior. da Parte II deste documento. em decorrência de seus objetivos e destinação. informal ou semi-informal). nessa modalidade encontram-se os relatórios de v iagem. . para isso são úteis três perguntas: . dos semi-informais) obedecerá às orientações constantes do t ópico 4 Estrutura de trabalhos acadêmico-científicos e sua apresentação gráfica obedecerá. inf ormais ou semi -in form ais.. etc. ou em data previamente estabelecida (ex. demarcado. Subdividem-se em: .Aprese nta çã o g ráfica d e trabalhos acadêmico-científicos.

criar o modelo de relatóri o que mel hor con tem ple as necessidades de formação do seu aluno. qu e pode se r caracterizado como um relatório do tipo informal ou semi -inf orm al. sendo o sumário dispensável. . pela ausência de períodos longos.quando e onde: identificam o local e a data em que a atividade relatada foi realizada. deve conter um sumário. com maior número de páginas.. . conforme a extensão do relatório.36. marcado pelo uso de termos técnicos adequados. B – Elementos textuais: 1 Dados de identificação . construção/teste ou verificação de máquinas. Nota-se que. Os roteiros aqui apresentados acima são sugestões para que o professor possa. 2 Finalidade da atividade 3 Descrição da atividade 4 Conclusões/recomendações 5 Assinatura do(s) autor(es) C – Elementos pós-textuais Referências (caso existam) Apêndices / Anexos Qu an do se t rat ar de u m rel at ório de experiências realizadas em laborat órios.o quê: identifica a atividade realizada. adjetivação excessiva. A melhor maneira de relatar a seqüência de desenvolvimento de uma atividade é cuidar para que a exposição seja clara.. preciso e objetivo. o estilo simples. além da folha de rosto. sugere-se a estrutura a seguir. a partir dessas idéias. aparel hos ou si stem as. pela correção da linguagem. 2° Roteiro 1 Dados de identificação 2 Descrição do problema 3 Aparelhagem ou equipamento 4 Procedimento(s) 5 Resultado dos testes 6 Análise dos resultados 7 Conclusões Referências Apêndices / Anexos É importante lembrar que o roteiro do relatório deve ser adaptado às necessidades da disciplina ou aos propósitos da atividade realizada. os elementos prétextuais poderão ser limitados ao mínimo indispensável: se o relatório tiver 2 ou 3 páginas. detalhes desnecessários. basta a folha de rosto.

.As t abel as e f iguras. etc.O leitor encontra nele todas as informações e referências de que precisa para assegurarse da boa condução da testagem ou da atividade realizada? ..5 Avaliação Para assegurar que nada tenha sido esquecido na versão final do relatório.As regras de apresentação (citações. e seu sumário reflete isso? .O título do relatório diz explicitamente do que ele trata? . se hou ver.É escrito em um estilo simples e preciso? .) são aplicadas de forma metódica e homogênea? . são apresentadas de maneira uniforme. notas e referências. como pode ser um roteiro adequado para que este avalie os relatórios elaborados por seus alunos.. com seus títulos e legendas? . Laville e Dionne (1999) sugerem a seguinte verificação.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 6. afastando o supérfluo ou não-pertinente? . que tanto pode ser usada pelo acadêmico para verificar se seu trabalho está bem feito.O relatório se limita ao essencial. antes de entregá-lo ao professor. 37 .O plano do relatório permite conduzir o leitor por meio de uma demonstração eficaz.

38. ...

o que não significa dizer que de sua elaboração esteja ausente a necessária dose de objetividade. pode ser definido como um texto que relata eventos notáveis da trajetória do autor. o memorial tem o propósito de fornecer informações para o julgamento qualitativo do candidato. A decisão das Autoras deste documento de apresentar o memorial entre os tipos de trabalhos acadêmico-científicos foi motivada. portanto. É elaborado com base numa percepção qualitativa e significativ a do caminh o percorrido que caracteriza a história do autor... ret ratando a subjetividade. os quais. podendo esboçar. de caráter avaliativo – autoavaliativo – um pouco confessional. precisarão. Nesse sentido. ou ai nda para f in s de concorr er a u ma premiação. principalment e. o memorial é uma autobiografia em que se articulam os dados do curric ulum vita e. pelo desejo de oferecer ori ent ações sobr e sua elaboração aos acadêmicos. marca de todo trabalho acadêmico. conforme as circunstâncias. 39 . Parte de uma reflexão introspectiva. con figurando um a narrativa histórica e reflexiva sobre a trajetória acadêmico-profissional do autor. Consiste. ou se habilitar a promoções na empresa ou instituição a cujos quadros pertençam. o relato destaca os trabalhos de pesquisa. elaborar e apresentar o registro analítico de sua formação e trajetória profissional.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 7 MEMORIAL 7. uma vez formados. Apresenta. como também para o ingresso ou para o exame de qualificação de cursos de pósgraduação – notadamente os de doutorado – de muitas universidades. em um relato circu nstanciado. m inu cioso e analí tico das at iv idades profissionais desenvolvidas pelo autor – no caso daqu eles qu e se dedicam à v ida acadêmica. as perspect ivas futu ras que o autor tem planejado quanto ao seu percurso profissional – um plano de trabalho –. para concorrer a postos no mercado de trabalho. complemen tar mente. os resu ltados qu e espera alcançar. O memorial tem sido uma exigência em determinados concursos para o magistério superior de diversas instituições universitárias. e constitui um relato crítico.2 Propósitos Quando elaborado para fins de concurso de ingresso ou de promoção na carreira. ensino e extensão realizados – bem como de sua vida profissional como um todo e das perspectivas que percebe ou planeja para a continuidade de seu trabalho no futuro. ainda. as motivações e as escolhas que o lev aram a construir um a det ermin ada história profissional.1 Conceito Para Severino (2000). O memorial compreende a explicitação da intencionalidade do autor. . portanto. bem como realizações pessoais dignas de permanecerem na memória da sociedade ou da instituição a que pertence. 7.

em quais condições for am obt idos os tí tu los da form ação acadêm ica. particularmente quando este se destina a finalidades acadêmicas. 7. de forma a evidenciar sua articulação com a história pré-relatada. o memorial pode con stitu ir uma v aliosa pr odu ção acadê mica como t rabalh o conclusivo de curso. é indispensável que esse relato contenha informações referentes a: . artísticocul tu rais e de pre stação de serv iços especializados: produção científica.deve-se sintetizar a narrativa dos eventos menos marcantes e dar ênfase aos mais significativos a critério do autor e à luz das finalidades do próprio memorial. resultados de pesquisas. ou para destacar os aspectos ou fatos mais significativos.formação. caracterizando a história particular do autor. analítico e autocrítico. t eses e pesqui sas de in iciação ci ent íf ica. cursos e atividades de extensão.atividades de administração: participação em órgãos colegiados.3 Procedimentos Para a elaboração do memorial é preciso considerar as seguintes sugestões: . aperfeiçoamento e atualização: cursos. estágios de aperf eiçoamen to. o que permite ao autor enfatizar o mérito de suas realizações. municipal ou privado.finaliza-se o memorial com a indicação dos rumos que o autor pretende assumir. Embora o memorial seja caracterizado como um relato reflexivo e avaliativo de um caminho percorrido pelo autor. estruturando dessa forma o memorial. científ icos ou t ecn ológicos no âmbito federal. . -ensino: desempenho didático. orientação de monografias. No entanto. É relevante na elaboração do memorial deixar claro. comitês executivos.40. seminários e outros eventos. . prest ação de consultoria especializada. . as circunstân cias t eóricas e sociais que predominaram no momento da execução do projeto de dissertação ou tese. tanto em sua formação como em sua profissão. além de servir a tais finalidades. É com vistas a atender a esse duplo propósito que as orientações a seguir foram elaboradas. dissertações. especialização e atualização. . pelo seu caráter reflexivo..se qu e o me mori al se ja elaborado na primeira pessoa do singular. coordenação e/ou assessoramento. estadual. A característica crítica do memorial conduz seu autor à avaliação dos resultados obtidos . simpósios. . situando os fatos e acontecimentos no contexto sóciocultural mais amplo. participação em congressos. . analítico e crítico. exe rcício de f un ções de direção.utilizam-se subdivisões com tópicos/títulos par a marcar as et apas da t rajet ória percorrida. participação em ban cas e xamin adoras.. técnica ou artística.atividades técnico-cient íficas.dev e-se adot ar a forma de u m relato cronológico.re com enda.

. um projeto gráfico de bom gost o. etc. Enquanto este consiste em um conjunto de informações sobre as habilitações do autor. que deve se destacar por uma auto-avaliação equilibrada.. expressando as contribuições e perdas de cada momento. A boa organização de um mem ori al é essencial para o julgamento das atividades do autor. quant o aos seus aspectos físicos. No entanto. lembrando que tanto a falsa modéstia como o excessivo elogio comprometem a qualidade do memorial. atribuindo diferentes pesos aos distintos eventos do passado. com maior segurança possível. convém salientar que. deve-se cuidar que o memorial tenha uma apresentação esmerada. cont extu alizando-a e m relação a aspectos teóricos. nota-se ainda uma certa confusão entre memorial e curriculum vitae. políticos. (SEVERINO. p. o qu e requer. com fidelidade e tranqüilidade. 2000. Além dos aspectos referentes ao conteúdo que já foram apontados. nossa história de vida é nossa melhor referência. encadernação sóbria. O autor precisa estar atento para retratar. o memorial pode se destacar. apresentado de f orma seqü encial e sem comentários.O conjunto das informações sobre o autor e sua apreciação crítica oferecem elementos suf icientes para a apreciação de sua trajetória? . a trajetória real que foi seguida (. abrangendo sua formação e atuação profissional. 41 . como também auxiliar o próprio autor do memorial na avaliação do seu relato.O autor descreve sua trajetória de modo aprofu ndado. apesar de sua crescente utilização. pois ele é a justificativa documental do seu desempenho profissional e acadêmico. que reflita as condições e situações em que se desenrolou sua história profissional. apresentado de forma crítica. Por fim. p. pelo esmero na redação do texto..34): Alguns memoriais vão muito além da simples apresentação das habilitações pessoais e profissionais do candidato. atraente. econômicos e/ou sociais? .176).. com textos tão ricamente elaborados que os trans formam em verdadeiras o bras literárias. o autor precisa se mant er at en to par a o t om do rel ato. um a im pressão cu idadosa.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ em sua trajetória profissional e acadêmica.). principalmente. a parti r da qu al elabora u m rel ato contextualizado. 7. Por outro lado. Relatada com autenticidade e criticamente assumida.O t exto evidencia o equilíbrio entre o adequado destaque aos êxitos obtidos e a menção aos eventuais insucessos? . A avaliação deve ser feita em cada etapa do relato.. o memorial é um relato da trajetória de uma pessoa.4 Avaliação A seguir relaciona-se uma série de perguntas que poderão orientar o professor na avaliação do memorial (caso este tenha sido solicitado aos alunos como trabalho acadêmico). como observa França (1999.O relato destaca os aspectos mais relevantes da t rajet ór ia do aut or? A r elev ân ci a atribuída a esses aspectos é justificada/ fundamentada? .

.O con teú do ev idencia um a ref lexão criteriosa realizada pelo autor sobre sua trajetória? .A organização do texto obedece tanto a seqüência cronológica dos eventos como o e ncade am en to lógico de fatos e argumentos? .Os elementos de transição entre parágrafos são adequados ao sentido e à lógica do conteúdo? .Apresenta adequadamente as perspectivas futuras para sua atuação..A linguagem utilizada respeita a norma culta? .As normas técnicas de apresentação de trabalhos acadêm ico-científ icos foram observadas? .A redação do texto é precisa e coerente? .A narrativa é feita na primeira pessoa do singular? .42. . relacionando-as com a trajetória pregressa? .

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Parte 2 Orientações e normas para apresentação de trabalhos acadêmico-científicos .. 43 ..

. .44..

p. Citações em Documentos. su a elaboração deve seguir as orientações da norma NBR 10520:2002 – Informação e Documentação. 259). p. significado de expressões típicas. que deixa para os outros a apresentação de idéias ou de informações.. 45 .121) considera difícil determinar “[.. São utilizadas para sustentar. fazendo.. diferentemente de textos literários. Assim. Usam-se citações quando se transcrevem trechos de alguma obr a ou se util izam informações já publicadas. da ABNT. DIONNE.se a correlação com a lista de referências (sistema autor-data) ou notas de rodapé (sistema numérico). Quanto à quantidade de citações a serem usadas em um trabalho.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1 CITAÇÕES São as descrições ou menções (conteúdos ou informações) contidas em um texto extraídas de um a ou tra fonte. nelas buscando apoio para seus pontos de vista. Importante! Qualquer que seja o sistema adotado. 1999. mesmo Umberto Eco (1988. é da própria natureza da pesquisa situar-se em relação a outras. . estão sendo expostas. Depende do tipo de tese”. Para ident ificação de f on te da citação apresenta-se o nome do autor. Recomendase o uso no corpo do texto (sistema autordat a). deixan do para o rodapé out ras informações. tais como: esclarecimentos pontuais do t exto. teórica e empiricamente.. deve ser seguido em todo o trabalho. in diret as ou citação de cit ação.” (LAVILLE. Em trabalhos técnico-científicos exige-se rigor na apli cação das praxes de cit ação. nos quais é permitida uma apresentação mais livre. as citações tanto podem ser usadas com o objetivo de reforçar argum entos com o para expor posições cont rárias àqu el as qu e est ão sendo defendidas. Pode-se afirmar que todo trabalho acadêmico ou t écnico de caráter cient ífico sem pre apresenta citações. “De fato.] se se deve citar com profusão ou com parcimônia. Em todo o caso. seguido pela data de publicação da obra e número da página. Apresentação. com o propósito de esclarecer ou complementar as idéias que 1.1 Regras gerais para citação As informações sobre a obra mencionada podem aparecer no corpo do texto ou em nota de rodapé (sistema numérico). As citações podem ser diretas. observa que a citação não pode ser uma “manifestação de preguiça” de quem está elaborando uma dissertação ou uma tese. etc. t radução de palavras estrangeiras. o trabalho apresentado. inspirandose nelas. ne las encontrando ilustrações. exemplos e modelos.

1988. melhor e com mais segurança se trabalha. sendo grafado com maiúscula e minúsculas (NBR 10520:2002). com recuo de 4cm da margem esquerda. Vale ressaltar. também. p. como nos exemplos seguintes: Ao escolher e delimitar o tema de pesquisa o mestrando deve ter presente que “quanto mais se restringe o campo. melhor e com mais segurança se trabalha. fonte e espaçamento interlinear menores. Obs. o nome do autor – deve ser grafado com letras maiúsculas. ou Ao escolher e delimitar o tema de pesquisa o mestrando deve atentar para o que diz Eco (1988. a entrada – no caso. Quando se trata de citações curtas (até três linhas).2.” (ECO.” Obs. como nos exemplos que seguem: ..46. a indicação da página é obrigatória para citação direta..1 Citação direta. são inseridas no texto. que o uso do ponto final após as citações deve atender às regras gramaticais.10): “quanto mais se restringe o campo.10). p. o nome do autor faz parte da frase. 1: de acordo com a NBR 10520:2002. As citações diretas longas (aquelas com mais de três linhas) devem constituir um parágrafo independente. textual ou literal É aquela em que se reproduz no texto a idéia original da obra que está sendo consultada. sem emprego de aspas. 1. no segundo exemplo. 2: no primeiro exemplo.2 Tipos de citação 1.

em tamanho e cont eúdo.] o assunto que se deseja provar ou desenvolver. caracteri zando-se pela substit ui ção de algumas de suas palavras ou expressões. da sua curiosidade científica. de desafios encontrados na leitura de outros trabalhos ou da própria teoria. caso ela não seja feita. O assunto não deve estar solto no espaço.. 1. Dentre elas. Pode surgir de uma dificuldade prática enfrentada pelo coordenador. destaca-se a identificação do tema a ser estudado. restaura-se total ou parcialmente o t exto font e.. . portanto.]”. de modo reduzido ou abreviado. o que não lhe tira o caráter científico. Uma tese deve revelar o domínio dos conceitos utilizados e um certo conhecimento da literatura técnica. 319). conforme a NBR 10520:2002. processo que exi ge sua interpretação para reconstrução de um novo texto. as idéias de um autor sem recorrer à citação direta. que é reconhecido como [. a in di cação da(s) págin a(s) consultada(s) é opcional. portan to. se ‘encaixar` em temas muito amplos. 1978. Nas citações in diret as. a escrit a do t ext o origi nal. distribuindo a verba de que dispõe entre os que apresentam os melhores projetos.. mas colocado no seu contexto.. Nesse sentido. normalmente. o domínio dos conceitos se revela no seu uso ao longo da análise e não na infindável seqüência de definições de diferentes autores. Pode ter sido sugerido pela entidade responsável pela parte financeira. tem-se u m caso de plágio.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Marconi e Lakatos (2001. ‘encomendado’. É geralm en te empregada quando se pretende apresentar.102) apresentam algumas orientações relativas à elaboração do projeto de pesquisa. ou seja. (CASTRO. determinados por uma entidade que se dispõe a financiar pesquisas e que promove uma concorrência entre pesquisadores. não altera. segu ndo Compagnon (1996. o “trabalho da citação [.. p..2 Citação indireta: paráfrase e condensação Consiste em se reproduzir o pensamento do autor (idéias alheias. desde que não interfira no desenrolar da pesquisa.. A paráfrase é a forma de citação indireta que. Ao parafrasear. 47 .] é uma produção de texto [. p. Todavia. Como se trata de idéias alheias. a referência à fonte é obrigatória pois. p.2. portanto) utilizando-se de pal av ras própri as.34)..

Texto original: A fase de estabelecimento e de clarificação da problemática e do próprio problema é freqüentemente considerada como a fase crucial da pesquisa. Um outro modo de escrever a citação indireta é a condensação. 1999. já qu e. Citação indireta (condensação): A definição do problema de pesquisa é crucial no processo de pesquisa. (LAVILLE. Citação indireta (paráfrase): Considera-se que a determinação e a explicitação do problema constituem operações decisivas no processo de pesquisa. em que se faz uma síntese do texto que se quer citar. DIONNE. (LAVILLE. Isso porque é a partir da conscientização do problema e de suas implicações que o pesquisador será capaz de planejar e desenvolver adequadamente as etapas subseqüentes da pesquisa. sem alterar o seu significado..48. . para qu e con siga sintetizar as idéias do texto original. DIONNE. É ela que serve para definir e guiar as operações posteriores. Esta forma de uso de citação é interessante. p. DIONNE. deverá dese nv olve r um a l eit ur a si gn if icativ a (compreensiva/ interpretativa). pois pressupõe maior articulação de leitura por parte do autor do trabalho. como uma espécie de piloto automático. pois é ela que servirá de guia para as etapas posteriores (LAVILLE. uma vez que tenha sido bem planejada. 1999). 1999). porém apresentando apenas as principais idéias do autor..85).

p.]”.” (WERNER. mas de fazer brotar idéias. usa-se a expressão latina apud2 .173) “a triangulação de métodos geralmente se refere à comparação de dados coletados por métodos qualitativos e quantitativos [.. usa-se o itálic o.2. 49 .” 2 Por se tratar de palavra de outr a língua (latim). 1987 apud GIL. Para explicar que o autor da idéia original é citado por um outro citado autor/obra que se está consultando. Quando se discutem métodos para o ensino da pesquisa.. Patton é o autor da idéia original a que não se teve acesso.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1. Obs. A indicação da f onte de uma citação de citação pode ser apresentada na form a textual ou após a descrição da idéia. Werner e Bower são os autores da idéia original a que não se teve acesso e Gil é o autor da obra consultada. e AlvesMazzotti e Gewandsznajder são os autores da obra consultada. p. 1994. p. GEWANDSZNAJDER. por sua vez. . 2001. “Educar não é uma arte de introduzir idéias na cabeça das pessoas. pode ser expressa como citação direta ou indireta. Esta idéia.123): “a melhor maneira de se aprender a fazer pesquisa é fazê-la: nada substitu i a prática da realização.: no exemplo acima.: no exemplo acima. Obs. BOWER.3 Citação da citação Consiste na reprodução de informação já citada por outro autor. deve-se lembrar as palavras de Abramo (1979 apud TOMANIK. Nota: nas referências apenas o autor da obra consultada deve ser mencionado. Para Patton (1986 apud ALVES-MAZZOTTI..31).. 1997.

seja para destacar algum de seus termos ou expressões.. Beaud (1997. em que materiais irá se aprofundar. então. dev e ser usada de modo bastante restrito. No entanto. Em qualquer desses casos.. a) Em citação com supressão de uma parte inicial ou final. pela dinâmica que imprime à totalidade de seu raciocínio central. p. tomando notas.. em que terrenos irá concentrar seus esforços. usam-se reticências entre colchetes: Sobre o emprego de citações. p. [.. 125) aconselha: “[.3 Alterações na citação Muitas vezes é necessário fazer alterações na citação.” “Evite. A citação de citação. 1. cru ci al para o bom desenvolvimento da pesquisa: E é preciso ler os livros mais importantes.45) faz um alerta para o mestrando levar a bom termo a f orm ulação da qu estão principal da pesqu isa. ou ainda para adaptá-la às exigências da sintaxe do período ou da oração em que será inserida. que correm o risco de quebrar o ritmo de sua demonstração [. b) Em citação com supressão de parte intermediária. como qualquer outro material. seja para torná-la mais curta pela supressão de alguma parte que não interessa ao que se está expondo. é obrigatório indicar a alteração feita. igualmente. decidir sobre os eixos em que irá concentrar sua pesquisa.. 1997. 125). triagens. . no entanto.. é admissível o uso da citação da citação. pois preferencialmente se deve consultar a obra ou documento original. usam-se também as reticências entre colchetes: Beaud (1997. citações longas demais..] evite fazê-lo em excesso ou desorganizadamente: uma citação.]” (BEAUD. Nesses casos. p. também chamada de segunda mão. muitas vezes determinados textos não estão acessíveis (o que não é o caso dos exemplos acima).50..] é preciso fazer escolhas. só vale pelo lugar que ocupa. somente disponível em língua que se desconhece. por se tratar de obra rara ou.

” (GOLDENBERG. grifo dos autores). p. “A escolha de um tema que esteja ligado à área de atuação profissional. d) Quando são feitas adaptações na citação para adequá-la à sintaxe do período. ou então. os acréscimos devem ser colocados entre colchetes: “Dois passos são necessários para o início da tarefa [de realizar um pesquisa]: a formulação do problema e a elaboração do projeto de pesquisa. negrito ou itálico) de termos ou expressões. 1997. ou quando o destaque já faz parte da obra consultada. O que o verdadeiro pesquisador busca é o jogo criativo de aprender como pensar e olhar cientificamente. 70). deve-se indicar a autoria do mesmo: “O trabalho de pesquisa deve ser instigante. p.. p.. 1997.21. quando algo é acrescentado para esclarecer o leitor. 51 . torna o trabalho experiência profissional de desenvolvimento monográfico muito mais interessante e eficiente. de ou que faça parte da experiência profissional do estudante.” (GOLDENBERG. LINTZ. grifo nosso). 2000.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ c) Na citação com destaque (grifo. mesmo que o objeto não pareça ser tão interessante. .” (MARTINS.68.

p. explanatório e descritivo.4 Normas complementares para citação a) Quando os dados a serem citados são obtidos por informação verbal. . 1. Yin (1993) identificou alguns tipos específicos de estudos de caso: exploratório. tradução nossa). Stake (1995) included three others: Intrinsic – when the researcher has an interest in the case. em 25 de julho de 2002. 1 b) Quando a citação for um trecho traduzido pelo autor do trabalho. 1997.1).. Instrumental – when the case is used to understand more than what is obvious to the observer. coletivo –quando um grupo de casos é estudado. and Descriptive.. após a chamada da citação deve-se incluir a expressão ‘tradução livre’. 1997. em palestras e debates. (TELLIS. instrumental . entre parênteses: Yin (1993) has identified some specific types of cases studies: Exploratory. p.1. Collective – when a group of cases is studied.quando o caso é usado para entender mais do que aquilo que é óbvio para o observador. Explanatory. deve-se indicar a expressão ‘informação verbal’ entre parênteses. (TELLIS. No rodapé da página: Informação fornecida pelo Gerente de Desenvolvimento Organizacional da Empresa Época. Stake (1995) incluiu três outros: intrínseco – quando o pesquisador tem um interesse no caso.52. apresentando as explicações disponíveis em nota de rodapé: No texto: A nova estrutura organizacional será implantada no próximo ano (informação verbal)1.

YIN. SEVERINO. Por isso. que se concorde com ela. como nos exemplos: De acordo com Chiavenato (1999a) (CHIAVENATO. 1974.. mencionados simultaneamente. p. conforme a lista de referências. Umberto Eco (1988. (MARCONI. faz-se o acréscimo de letras minúsculas. 1976..5 Considerações finais sobre as normas de citação A citação pressupõe que a idéia do autor citado seja compartilhada. Quando não for este o caso. o trecho citado deverá ser precedido ou seguido de alguma crítica ou contestação (ECO. 53 . 1999. em ordem alfabética. bem como averiguável por todos. assinalando-o ao leitor e usando a expressão sic entre colchetes. LAKATOS. RICHARDSON. após apresentar a citação. . D ev e-se respeitar even tual erro do autor cit ado. 2000. 1972. publicados em anos diferentes e mencionados simultaneamente. 1980) e) Quando houver citações indiretas de documentos diferentes de vários autores. 1999b) d) Em caso de citações indiretas de vários documentos de um mesmo autor. 2001) (BUNGE.1988). 2001) 1. em ordem alfabética. publicados em um mesmo ano. O autor e a fonte de todas as citações devem ser claramente reconhecíveis. assim como as citações devem ser fiéis ao texto.126) diz claramente: “Citar é como testemunhar num processo”. 2001. isto é. a referência deve ser exata e precisa. Nesse sentido. após a data e sem espacejamento. deve-se confrontá-la com o original para ev itar erros ou omi ssões.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ c) Quando houver citações de diversos documentos de um mesmo autor. esses são separados por ponto-e-vírgula. 1999. apresentam-se as datas separadas por vírgula: Chiavenato (1997.

54. ...

. expressões como: ‘O presente trabalho trata de. 55 .ch ave.. seus resultados e conclusões mais importantes. como: objetivos . Sobre a extensão do resumo. com o uma das condições exigíveis.” Estabelece ainda que seja “composto de uma seqüência corrente de frases concisas. Leitura. afirmativas e não de uma enumeração de tópicos”. símbolos. 2000.chave : Narrativa. p. projetos de pesquisa e artigos destinados à publicação em revistas acadêmicas exigem a inclusão de um resumo de seu conteúdo. comentários. a NBR 6028:2003 estabelece. os resultados e as conclusões do documento. técnicas de abordage m. Limita-se a um parágrafo. . descobertas. 2000.’ são supérfluas (FRANÇA. de acordo com França (2000.’. devendo incluir palavras represe ntativas do assunto. . 69).para notas e comunicações breves: de 50 a 100 palavras.para artigos de periódicos: de 100 a 250 palavras.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS Trabalhos acadêmico-científicos tais como teses... diz: O resumo deve constituir-se num texto re digido de forma cursiva.: Palavras. ressaltando de forma clara e sintética a natureza do trabalho. As palavras-chave são separadas entre si por ponto e finalizadas por ponto. p. essa norma define: . an tecedidas da expre ssão Palavras.para t rabal hos acadêm icos (t eses. Como a redação deve se caracterizar pela máxima concisão.] é a apresentação concisa e seletiva de um texto. Quanto à redação e estilo de resumos. ‘O autor do trabalho descreve. 69). dissertações. Resumo. críticas e julgamento pessoal do autor. o método.. que o “resumo deve ressaltar o objetivo. dissertações e outros) e relatórios técnicocientíficos: de 150 a 500 palavras. Quanto ao estilo da redação e conteúdo. 69-70). Também não cabem num resumo citações. O uso de abreviaturas. Ex .. As palavras-chave devem figurar logo abaixo do resu mo. seu valor e originalidade. . Produção textual.. fórmulas. dando-se preferência ao uso da terceira pessoa do singular e do verbo na voz ativa e evitando-se o uso de parágrafos. p. equações e diagramas devem ser evitados. concisa e objetiva. (FRA NÇA . respeitando a estrutura do original e reproduzindo apenas as informações mais significativas . valores numéricos e conclusões. a menos que sejam absolutamente necessários à compreensão do conteúdo. [..

resumo em pelo menos uma outra língu a. além do resumo na língua do público a que este se destina. os seguintes cabeçalhos: Abst rac t ou S umm ary (inglê s). v. de acordo com a NBR 14724:2005. Contrariamente à visão idealizada de uma progressão linear de mercados regionais integrados para uma sociedade una e global. Educação e Sociedade Sociedade. 65-76 . Estudos Est udos E studos Av ançados A vançados. p. enquanto que o resumo (e correspondentes palavras-chaves) em língua estrangeira deve ser colocado após o texto.1 Exemplos de resumos O artigo situa historicamente a produção e a publicação do estudo vigotskiano sobre a psicologia das artes. R ia ssunt o (italiano). os resumos (acom pan hados das palavras-ch ave) na língua original e em língua estrangeira fazem parte dos elementos pré-textuais. TC Cs e TGIs de cu rsos de graduação. o resumo (acompanhado das palavras-chave) na língua original faz parte dos elementos pré-textuais. R. As palavras-chave em língua estrangeira acompanham obrigatoriamente o resumo em língua estrangeira: Keywords (inglês).56. p. dez.O..20. conforme o caso. Globalizaç ão: em direç ão a um mundo só? n. v.V A s artes e . em suas dimensões políticas. Usam-se.3 O processo de globalização.9. Palabras clave (espanhol).25. O resumo em língua estrangeira é digitado em folha separada (NBR 14724:2005). Motsclés (francês). embora conduzido pela economia. Em trabalhos acadêmicos (teses. 19 95. o desenvolvimento cultural do ser humano. Identifica nele as origens do pensamento psicológico de L.. dissertações. de acordo com a NBR 6022:2003. também. Em artigos científicos. Vigotsky sobre o qual se estrutura a elaboração da teoria histórico-cultural do funcionamento mental superior. A maioria dos periódicos acadêm icocientíficos exige. Zusa mmen fa ssun g (alem ão). 4 RATTNER. aperfeiçoamento e/ou especialização). o trabalho procura analisar o papel dos principais atores – a ascensão de poderosas organizações que operam em escala transnacional e o Estado-nação cujo poder e influência estão definhando./dez. Sch lüsselwörter (al emão). Res ume n (espan h ol ). set. 34-59. Rés umé (fran cê s). 1999. n. H. Expõe a teoria da reação estética e o conceito de catarsis vigotskyanos.69.4 . a realidade apresenta uma fragmentação do espaço político com novas barreiras e mercados protegidos. histórico-culturais e espaciaisecológicas. 3 JAPIASSU. deve ser apreendido. Dentre este cenário de tendências contraditórias. 2.S. Parole c hia vi (italiano).

No primeiro caso. j ornais.) e op. ibid. A ABNT estabelece que este sistema não pode ser usado concomitantemente para notas de rodapé ou explicativas.1 Localização das referências Os si stem as m ais ut ili zados par a apresentação das referências são o alfabético (or dem al fabét ica de en trada. são obrigatórias nesse tipo de trabalho e sua elaboração deve seguir as orientações da NBR 6023:2002. documentos oficiais.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS As referências de um trabalho acadêmicocien tífico consistem na list agem com as informações sobre todas as fontes/autores mencionados no texto.se a ordem numérica crescente para apresentação das listas. jorn adas. 57 . etc. conforme a natureza do trabalho.. desta forma. antecedendo apêndices e anexos. segu e. relatórios técnicos e legislação. semin ár ios. manuais. os trabalhos também podem apresentar informações cuja fonte são documentos eletrônicos (disquetes. também chamado de ‘autor-data’ quando relacionado à citação) e o numérico (ordem de citação no texto).científicos como con gr essos. é obrigatória a sua identificação na lista das referências. homepage. ibidem (ou id. cd-rom. ao fim de cada capítulo. dissertações ou monograf ias.cit. eliminando as inúmeras referências completas e as expressões idem. 3. da ABNT. dicionário. teses. Independentement e do tipo de fon te ou autoria mencionada no trabalho. As fontes das informações contidas em um texto são diversificadas. capítulo ou artigo. Nestas situações. No sistema numérico. que também podem estar localizadas ao final do texto. Além disso. . enciclopédias. consistem em obras como livros. Vale destacar qu e a adoção do primeiro sistema (alfabético) tem a vantagem de despoluir visualmente o rodapé da página. e-mail. Já em resumos e resenhas. ao fim do artigo. as referências são apresentadas antecedendo tais textos. publicações periódicas on line) ou eventos técnico. destinadas às informações adicionais e não essenciais para a compreensão do texto. as referências podem aparecer: em listas após o texto. as listas são apresentadas em ordem alfabética única.. art igos de publi cações cien tí fi cas ou especiali zadas (peri ódi cos). As notas de rodapé ficam. dentre outros..

seguido de espaço.58. -o ponto-e-vírgula. edição (7. Rio de Janeiro. Humberto).os dois pontos são usados antes do subtítulo.a vírgula é usada após o sobrenome do autor (ECO. As referências são alinhadas à margem esquerda do texto.).. Em caso de referência de periódicos. entre o número do ano/volume e o número do periódico..15-21..)..). FISCHER. após o número do periódico e após as págin as da r evist a/periódico (Política e Administração. já destacado em letras maiúsculas na primeira palavra (com exclusão de artigos ou monossílabos).10-15) e entre datas de fascículos seqüenciais (19981999). Comp. Por exemplo: ao optar pel a uti lização abre viada do prenome do autor. e depois do termo In:. .)). usa-se vírgula: após o título da revista/periódico. Esta regra não se aplica às obras sem indicação de autoria ou de responsabilidade. para o título. quando este for apresentado na referência (Pesquisa social: métodos e técnicas).). ed.o colchete é usado para indicar os elementos de referência que não aparecem na obra referen ciada. de forma abreviada (Coord. antes Pesquisa da editora (São Paulo: Atlas). Quan to à pontu ação. t ambém deve ser un if orme em todas as ref erê ncias.o hífen é utilizado entre páginas (p.usa-se ponto após o nome do autor/autores (AGUIAR. . Ao negrito ser definido um tipo de destaque. após o título. As referências de uma lista devem seguir sempre os mesmos princípios. L.3. e no final da referência. T. . após a editora.as reticên cias são usadas para in dicar supressão de parte de títulos (Anais. este deve ser mantido em todas as referências de um mesmo documento.2. . . porém são conhecidos [1991]. digitadas em espaço simples e separadas entre si por dois espaços simpl es (NBR 14724:2005).2 Aspectos gráficos das referências A elaboração das referências deve seguir a seqüência dos elementos do documento a ser referenciado. respeitando-se os seguintes padrões: . pois neste caso o elemento de entrada é o próprio título. é usado para separar os autores (FLEURY. n. João. Alfredo (Org. p. grau nas monografias de conclusão de curso e especial ização. que caract eriza fu nção na elaboração e/ou responsabilidade sobre a obra (BOSI. 1997). Org. set. teses e di ssert ações (Mestrado em Educação).. M. 3.. M. . O título da obra ou do periódico é sempre grifado com destaque (itálico ou negrito). após a cidade onde o periódico é publicado. .os parênteses são usados para indicar série. R.). conforme os modelos prescritos na norma (NBR 6023:2002).. isto deve ser adotado em todas as referências daquela lista. v.

L. 10.).UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. Félix. .quando houv er indicação explícita de responsabilidade pelo conjunto da obra (Organizador. . T. Micropolíticas : cartografias do desejo. separados por ponto-e-vírgula. acrescentandose a expressão latina et al. Paulo et al. Em caso de projetos de pesquisa.3. ed. Vanilda (Org. 1986. R.). FREIRE. seguido da abreviação. M. mencionam-se todos eles na ordem em que aparecem na obra. (e outros). São Paulo: Brasiliense.. Perspectivas e dilemas da educação popular Rio de Janeiro: educação popular. 1989. a entrada da referência é feita pelo nome do responsável (ou dos responsáveis. seguido de espaço. 2. Vivendo e aprendendo. GUATTARI. do tipo de participação. no singular. Coordenador. Editor.) em coletâneas de vários autores. Cultura e poder nas organizações São Paulo: poder organizações.quando há mais de três autores mencionase apenas o primeiro autor. etc. FLEURY. se for o caso). Graal. Petrópolis: Vozes. 1986. M. Sueli. é facultado indicar todos os autores.1 Regras quanto à autoria . entre parênteses. 59 . (Coord. PAIVA. ROLNIK... FISCHER.3 Regras gerais para elaboração de referências 3. 1986. ed. Atlas. .quando há dois ou três autores. de indicação de produção científica em curriculum vitae ou e m r elatór ios para órgãos de financiamento.

Rio de Janeiro: Schmidt. Guia dos livros didáticos: 1ª à 4ª dos livros séries. 1979. . SANTA CATARINA. d) o nome do autor é conhecido de forma composta: MACHADO DE ASSIS.). Brasília: SEF 1997. Gabriel. 10. etc. Relatório de atividades.60.em caso de pu blicação assinada por e nt idade (órgãos gov ern am en tais. Gerência da vida: reflexões filosóficas. Florianópolis. seu nome é precedido pelo órgão superior ou pelo nome da jurisdição geográfica à qual pertence. c) quando um dos nomes é adjetivo: CASTELO BRANCO. congressos. a entrada é feita pelo título. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro.. . CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO. instituições). desde que seja a forma adotada pelo autor. b) quando o segundo nome indica parentesco: PRADO JR.. Carlos. Ilse. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO. . esta deve ser indicada como autor. ATHAYDE. 1993. em pr esas.. .quando a autoria for desconhecida (por exemplo: artigos de jornal sem autoria explícita. .. p. em letras maiúsculas. Curitiba. Anais. Caio. 1979. elatório 2001. associações.. PROCURA-SE um amigo. estes devem ser escritos na ordem em que aparecem. Lenilson Naveira. Tristão de. Anais.quando o autor for conhecido pelo pseudônimo. Curitiba: Associação Bibliotecária do Estado do Paraná. Secretaria da Saúde. Debates pedagógicos. 1931. 3.. O termo anônimo não deve ser usado para substituir o nome do autor desconhecido.quando os aut ores tê m sobr enom es compostos.. editoriais. como segue: a) quando ligados por hífen: SCHERER-WARREN. 212-213. 1990. Rio de Janeiro: Record. . ed.. 3 v. Quando a entidade tem uma denominação genérica. e) o nome é espanhol: GARCÍA MARQUES. In: SILVA. DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro. este deve constar na referência.

1997b 3.3.em casos de obras do mesmo autor publicadas no mesmo ano.2 Regras quanto ao título e subtítulo . Turismo e espaço : rumo a um conhecimento interdisciplinar. Adyr Balastreri. ______. 2002.. 1997b. . RODRIGUES. Salvador. I. [Trabalhos apresentados]. substitui-se o nome do autor das referências subseqüen tes por u m t raço su bli near equivalente a seis espaços. deve-se atribuir uma palavra ou frase que identifique o conteúdo do documento. .o título e subtítulo (se for usado) devem ser apre sent ados tal com o f iguram no documento. . na seqüência alfabética ascendente. acrescentam-se letras minúsculas ao ano.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . seguido de ponto. 1997a. São Paulo: Hucitec. 1997a.. Em caso do uso do subtítulo. sem chegar aos dois pontos. RODRIGUES. separados por dois pontos. entre colchetes. Turismo. São Paulo: Saraiva. CHIAVENATO.. Carreira e competência: gerenciando o seu maior capital. São Paulo: Hucitec. RODRIGUES.quando não existir título. 1989. Brasília: Ministério da Educação. apenas o título principal é grifado (negrito ou itálico). 2. 1989. SIMPÓSIO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO.quando se referenciam várias obras do mesmo au tor em uma mesma página. 61 . modernidade e globalização .

Porto Alegre: Bookman. 2001.o nome da editora é indicado da forma como se apresenta no documento.]. ed. Ana Maria. SEVERINO.n. 21. Já se forem três ou mais. indicam-se ambas com os respectivos locais (cidades).) .. rev. ALFONSO-GOLDFARB. Carlos A.62. ed. . .a partir da segunda edição.A. . São Paulo: EDUSP. (Coord. 1974. Das mulheres e das flores. desde que sejam dispensáveis para a identificação.). os acréscimos devem ser indicados de forma abreviada. 2000. Metodologia do trabalho científico.n. Antonio Joaquim. Em caso de informações complementares à edição. 1995. abreviando-se os números ordinais e a palavra edição. esta deve ser identificada na referência. ambos na língu a do document o. I. YIN.em caso de haver duas editoras. indica-se a expressão sine nomine abreviada e entre colchetes [s. Robert K. abreviando-se os pre nom es e su prim in do.se as design ações da n at u reza j ur ídica ou comercial. São Paulo: Cortez. ZARIFIAN.3.História da ciência: o mapa do conhecimento.. Belo Horizonte: [s. indica-se a primeira ou a que estiver em destaque. Rio de Janeiro: Expressão e Cultura. P Objetivo competência: por uma nova lógica. .quando não se tem o nome da editora. 2001. VALENCIA.].: (No livro: Editora Atlas S. MAIA. e ampl. 3.3 Regras quanto à edição e editora . Estudo de caso : planejamento e métodos. Obs. São Paulo: Atlas. 2.

RJ . deve-se utilizar a expressão sine loco.3. LAZZARINI NETO.o local (cidade) deve ser mencionado na referência tal como indicado no documento. Sylvio. . BELTRÃO III.quando o local é desconhecido.]: Ex Libris. [São Paulo]: SDF Editores. indica-se o primeiro ou o mais destacado. . MG. entre colchetes.l.quando houver mais de um local para uma só editora. Em caso de haver cidades com o mesmo nome.quando a cidade não aparece no documento. deve ser indicada entre colchetes. abreviadas. Cria e recria. são indicados como locais: São Paulo – Rio de Janeiro – Lisboa – Bogotá – Porto – Buenos Aires – Guatemala – Madrid. Obs. C. J. A prática da pesquisa.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3.].l. abreviada e entre colchetes [S. de M. CASTRO. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil. mas pode ser identificada. 1994. 1977. Viçosa. dentre outros. Discursos do pregador. . OS GRANDES clássicos das poesias líricas. [S. AL. acrescenta-se a abreviatura do Estado ou do país.: s.: No documento de que trata a referência acima.. [S.4 Regras quanto ao local . utilizam-se as expressões sine loco e sine nomine. 1930.].quando o local e a editora não puderem ser identificados no documento. 1981. 63 . Viçosa..n. Viçosa.l. .

após o ponto final. maio/dez.quando a publicação não apresentar número de páginas ou se a numeração for irregular. mar. trimestres. 1950] Década certa – [196-] Década provável – [196-?] Século certo – [18-] Século provável – [18-?] .quando em indicações de meses. semestres ou estações do ano. 1996. no lugar dos meses. (publicação com paginação irregular) . estas informações devem ser transcritas da seguinte forma: os bimestres.quando a publicação indicar.1995. primavera 2000. 2.6 Regra quanto à paginação . mas não indicada no documento – [1976] Uso de intervalos menores de 20 anos – [entre 1970 e 1985] Data aproximada – [ca. 3.5 Regras quanto à data A data é um elemento essencial à referência e. trimestre e semestres abreviados. 3. 1995. registra-se uma data aproximada. . conforme as seguintes indicações: Um ano ou outro – [1996 ou 1997] Data provável – [2001?] Data correta. estes devem aparecer de forma abreviada. as expressões: Não paginado. 2001. divisões por bimestres.. seja ela de publicação. Autumm 1970. 3.64. distribuição. (publicação sem número de páginas) Paginação irregular. sempre deve ser indicada. bim. no idioma original da publicação.. por isso./Sept. ao final da referência devem ser indicadas. Quando nenhuma dessas datas puder ser determinada. impressão ou apresentação (depósito) de um trabalho acadêmico. as estações do ano tal como figuram na publicação. Aug.3. sem. 2002.3. entre colchetes.

4. Assim. i nf ormações descr iti vas sobre o docu men to (por exemplo: a) em caso de jornal.4 Modelos de elaboração de referências 3. ano de publicação. manuais. como livros. dissertações.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. política Estado moderno. c) o elemento ‘tradução’ e a indicação de subtítulo da obra são opcionais. catálogo.1 Monografias consideradas no todo5 Elementos essenciais – regra geral SOBRENOME do autor. 65 . são acrescentados elementos complementares para melhor identificá-lo. Prenome e outros Sobrenomes (se houver. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. Metodologia científica 3. 1988. RODRIGUES. monografias). se houver). o subtítulo não é grafado em negrito ou itálico. científica ed. Observações: a) os elementos essenciais são os de descrição obrigatória na elaboração da referência. b) alguns dos elementos complementares considerados na NBR 6023:2002 da A BNT são: n úm ero de págin as do docu men to.. monografia como o doc umento constituído de uma só parte ou de um número pré-estabelecido de partes que se complementam.. Antônio. menção à edição exclusiva para assinante. Título da obra em negrito ou itálico (apenas a primeira letra em maiúscula.1 Monografias 3. Marina de A. ao final da referência. São Paulo: Atlas. tr adu tore s.4. São Paulo: Hucitec. científica.1. A. dicionário. Turismo e espaço: rumo a um conhecimento . b) indicação de apoio de entidade governamental à publicação referenciada. Luiz Mário Gazzaneo. interdisciplinar. trabalhos acadêmicos (teses. a NBR 6023: 2002 da A BN T define . 5 Para fins de elaboração de referências. IS BN. ao final da referência). Número da edição (a partir da segunda edição. 2000.. poden do variar conf orme o ti po de documento. MARCONI. quando necessário e de acordo com o docu me nto a ser referenciado. Eva Maria. Maquiavel. abreviado(s) ou não). LAKATOS. indicação de coedit ores. Livros GRAMSCI. a não ser em casos de nomes próprios). etc. a política e o Estado moderno Tradutor: Maquiavel. . B. Local (nome da cidade): Editora. Caso seja indicado. 1997. enciclopédias.

ano da defesa. Belo Horizonte. 180 f. Dicionário contemporâneo da Língua Portuguesa. Dissertação (Mestrado em Administração) .66. Dissertações e Teses SOBRENOME do autor. Enciclopédia THE NEW Encyclopaedia Britannica: micropaedia. Chicago: Encyclopaedia Britannica.. local. 1980. 1986. 30 v. 1989. RODRIGUES. Prenome e outros Sobrenomes (se houver. Bíblia BÍBLIA.. Tradução de Padre Antônio Pereira de Figueiredo. Instituição. Caldas. Qualidade de vida no trabalho . M. Título : subtítulo. dissertação. ed. Ano de apresentação. 3.Faculdade de Ciências Econômicas. 5 v. Rio de Janeiro. 1980. Tipo de documento [tese. Dicionário AULETE. Rio de Janeiro: Encyclopaedia Britannica. NBR 6023 : informação e documentação: referências: elaboração.] (o grau) – vinculação acadêmica. Português. abreviados ou não). 1989. . Universidade Federal de Minas Gerais. Edição Ecumênica. Normas Técnicas ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Bíblia Sagrada . 2002. Número de folhas ou volumes. Rio de Janeiro: Delta. etc. V. trabalho de conclusão de curso.

.L. se houver). 6 Não se recomenda referenciar material eletr ônico de curta dur aç ão nas redes. G.. Acesso em: 19 maio 1998.html>. São Paulo.2 Monografias no todo em meio eletrônico São as monografias apresentadas em meio eletrônico como disquetes. São Paulo. O ESTADO DE SÃO PAULO. acrescidas de descrições físicas do meio eletrônico. Universidade Camilo Castelo Branco.3 Partes de monografia Inclui as referências de capítulos. Universidade de São Paulo. São Paulo: Delta: Estadão. A. 3. Local: Editora. 1990. N BR 6023:2002).C. A. 1997. artigos de coletâneas com autor e/ou título próprios. Manual de redação e estilo .L. Título da parte (apenas a primeira letra maiúscula.4. HOUASSIS.com. Reimplante dentário . (Ed). Prenome do autor da obra como um todo. Documentos online 6 Deve-se apresentar o endereço eletrônico entre os sinais < >. Documentos em CD-ROM KOOGAN. precedido da expressão Disponível em: e a data do acesso ao documento.1. O padrão da referência é: SOBRENOME.Escola Politécnica. Para referenciá-las.1. 3. sem negrito ou itálico). etc. São Paulo.br/redac/manual. Disponível em: <http://www1.. cd-rom. (ABNT . excetuando-se nome próprio. capítulo ou outra forma de individualizar a parte referenciada. Edição (a partir da segunda. online.4. volumes. Enciclopédia e dicionário digital 98. 1990. segue-se as normas dos document os monográf icos n o t odo. seguidos de ponto. Processamento de linguagens naturais através de funções recursivas de expressões regulares condicionais . 1990. 105 f. 1998. 51 f.estado. Tese (Livre Docência) .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ CAMPOS. 5 CD-ROM. precedida da expressão Acesso em:. In: SOBRENOME. Prenome(s) e outro(s) Sobrenome(s) do(s) autor(es) da parte. 1990. Título da obra: subtítulo (se for o caso). o nome após a expressão In: é substituído por 6 traços sublineares. Obs. ano. . M.: Nos casos em que o autor do capítulo ou do artigo é o mesmo da obra. 67 . Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização) – Faculdade de Odontologia. MORGADO.

G. BOUTHOUL.). In: ______.2 Publicações periódicas Publicações periódicas abrangem os seguintes documentos: coleções completas. Rio de Janeiro: FGV. Da m esm a f orma que nas ref erê ncias de m onograf ias (completas ou partes). Viagem astral aos domingos. Os primeiros agregados humanos. S. 7. as pu blicaçõe s pe riódicas tam bé m são referenciadas segu ndo as caract erísticas específicas de cada tipo. Editor. número de jornal ou caderno de jornal completo.4 Parte de monografia em meio eletrônico Segue m. fascículo ou número de revistas.com. matérias jornalísticas.1990.br/ livrosonline/leitura_32>. acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado. 103-115. etc. seções. 1987. N as coletâneas.). Coesão organizacional e ilusão coletiva. 3.refletindo. Rio de Janeiro: Guanabara. p. . Acesso em: 25 jul. 2000. reportagens. História das doutrinas políticas. 3. etc. B. bem como matérias apresentadas em u m n úmero. São Paulo: Atlas. Capítulo de livro LAKATOS. p. cap.). Curitiba. 122-143. Artigo de coletânea7 AMADO. ed. volume ou fascículo de periódicos (artigos científicos de revistas.. FREITAS. 7 Coletâneas são publicações compostas por artigos ou textos de vários autores em uma única obra. Prestes. Reflexões para o silêncio. 5. In: ______. 1997.4.). geralmente há a indicação de um ou mais autores como responsáveis pela obra (Coordenador. p. In: MOTTA. Disponível em: <http://www. Parte de uma obra MOSCA. Maria Ester de (Org. Gilles.. In: TOLEDO. Cultura e poder organizacional e novas formas de gestão empresarial. 1988. G. SOUZA. editoriais. Sociologia da administração .14-16.se as n ormas an ter iores para ref ere nciar part es de mon ogr af ias. A. (Org.68. Organizador.. Vida psíquica e organização.1. Fernando C. Eva Maria. MACEDO..4.

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3.4.2.1 Publicação periódica como um todo

Usa-se referenciar toda a coleção de um título de periódico em listas de referências e catálogos de obras preparados por bibliotecas, editoras ou livreiros. O padrão de referência é:
TITULO DO PERIÓDICO. Local de publicação (cidade): Editora, datas de início e encerramento da publicação, quando houver.

TRANSINFORMAÇÃO. Campinas: PUCCAMP 1989-1997. ,

CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO. Brasília: Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, 1972-

Obs.: quando a publicação está em vigor, apresenta-se o ano de início, acrescido de hífen e sem ponto final.

3.4.2.2 Partes de publicações periódicas Abrange volume, fascículo, números especiais e suplementos, sem título próprio. A referência padrão é:

TÍTULO DA PUBLICAÇÃO. Local: Editora, numeração do ano e/ou volume, numeração do fascículo, informações de períodos, datas de publicação.

VEJA. São Paulo: Abril, v.31, n.1, 15 jan. 1998.

... 69

70...

3.4.2.3 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas Inclui fascículos, volumes, números especiais e suplementos (com título próprio); além dos artigos, editoriais, comunicações, entrevistas, resenhas, reportagens e outros.

SOBRENOME, Prenome do Autor. Título da parte, artigo ou matéria. Título da Publicação , Local, numeração correspondente ao volume e/ou ano, fascículo ou número (conforme o caso), página inicial-final (quando se tratar de artigo ou matéria), data ou intervalo de publicação.

Obs.: se necessário, podem ser acrescentadas informações complementares que melhor identifiquem o documento.

GUIA Exame 2002: as 100 melhores empresas para você trabalhar. Exame, São Paulo, set. 2002. Edição especial. NUNES, Clarice. História da educação brasileira: novas abordagens de velhos objetos. Teoria
& Educação , Porto Alegre, n.6, p.151-182, 1992.

LEAL, Elisabeth J. M. Pesquisa e produção escrita. Turismo: visão e ação, Itajaí, v. 4, n.8, p.99109, abr./set. 2001. GURGEL, C. Reforma do Estado e segurança pública. Política e Administração, Rio de Janeiro, v.3, n.2, p.15-21, set. 1997.

3.4.2.4 Artigo e/ou matéria de revista, boletim, dentre outros, em meio eletrônico As referências seguem as normas indicadas para artigos e/ou matérias de publicações periódicas, conforme os tópicos anteriores, acrescentando-se a descrição física do meio eletrônico.

MALOFF Joel. A internet e o valor da “internetização”. Ciência da Informação , Brasília, v. , 26, n. 3, 1997. Disponível em: <http://www.ibict.br/cionline/>. Acesso em: 18 maio 1998. VIEIRA, Cássio Leite; LOPES, Marcelo. A queda do cometa. Neo Interativa, Rio de Janeiro, n.2, inverno 1994. 1 CD-ROM.

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3.4.2.5 Artigo e/ou matéria de jornal Inclui editoriais, entrevistas, comunicações, reportagens, resenhas e outros. A referência padrão é:

SOBRENOME, Prenome do Autor (se houver). Título da matéria. Título do Jornal, Local de publicação, data de publicação. Seção, caderno ou parte do jornal, página da matéria.

Obs.: quando não houver caderno, seção ou parte, a página da matéria ou do artigo precede a data.

BEVILACQUA, Viviane. A fome dói, diz José, um brasileiro. Diário Catarinense , Florianópolis, 3 nov. 2002. Página Quatro, p.4. LEAL, L. N. MP fiscaliza com autonomia total. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, p. 3, 25 abr. 1999.

3.4.2.6 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico A referência segue a norma indicada no item anterior, acrescentando-se as informações sobre a descrição física do meio eletrônico.

HISTÓRIA, razão e fé. Folha de S. Paulo Online , São Paulo, 3 nov. 2002. Folha Opinião. Disponível em: <http://www.uol.com.br/fsp/opiniao/inde03112002.htm>. Acesso em: 3 nov. 2002.

... 71

anais. Recife: UFPe. Recife. Título.1 Eventos como um todo Constitui u m tipo de pu blicação com o con ju nt o de docum en tos/t rabal hos apresentados ou reunidos em um evento. 3. como atas. ano.br/anais/anais. … 2000. Florianópolis. 2. 1996. 1996.... Disponível em: <http://www. 2000.4.. WORKING CONFERENCE ON INFRASTRUCTURES FOR VIRTUAL ORGANIZATIONS: managing cooperation in virtual organizations and electronic business towards smart organizations. 1996.3 Publicações em eventos 3. Proceedings… Boston: Kluwer Academic Publishers. Recife: UFPe.4. 3. 4. CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe. Anais.. proceedings. 1997.htm>. numeração (se houver). O padrão de referência para esses tipos de documentos é: NOME DO EVENTO..) Local de publicação: editora.2 Eventos como um todo em meio eletrônico A referência segue a norma anterior para publicação de documento de evento como um todo.4.. Recife.3. etc. local (cidade) de realização. data da publicação. 1996.propesq. resultados. dentre outros. do documento (anais. atas.72. Anais eletrônicos.ufpe.3. acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado. proceedings... Acesso em: 21 jan... 4. CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe. .

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3.4.3.3 Trabalho apresentado em evento té cn ico- ci ent íf icos. A re fer ênci a dev e apresentar os seguintes elementos e forma:

São os artigos, comunicações, projetos, dentre outros trabalhos apresentados em eventos

SOBRENOME DO AUTOR, Prenome e outros Sobrenomes do Autor (se houver, abreviados ou não). Título do trabalho apresentado. In: NOME DO EVENTO, numeração do evento (se houver)., ano, local de realização do evento. Título... (Anais, Proceedings, Resumos, etc.) Local de publicação: Editora, data de publicação. página inicial-página final do trabalho referenciado.

RODRIGUES, M. V. Uma investigação na qualidade de vida no trabalho. In: ENCONTRO ANUAL DA ANPAD, 13., 1989, Belo Horizonte. Anais… Belo Horizonte: ANPAD, 1989. p. … 455-468.

3.4.3.4 Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico

Segue a norma de referência indicada no item anterior, acrescida das informações do meio eletrônico utilizado.

SILVA, R. N.; OLIVEIRA, R. Os limites pedagógicos do paradigma da qualidade total em educação. In: CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe, 4., 1996, Recife. Anais eletrônicos... Recife: UFPe, 1996. Disponível em: <http://www.propesq.ufpe.br/anais/anais/ educ/ce04..htm>. Acesso em: 21 jan. 1997. GUNCHO, M. R. A educação à distância e a biblioteca universitária. In: SEMINÁRIO DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 10., 1998, Fortaleza. Anais... Fortaleza: Tec Treina, 1998. 1 CD-ROM.

... 73

74...

3.4.4 Documentos jurídicos 3.4.4.1 Legislação Estão incluídos nesse tipo de documento: a Constituição, emendas constitucionais, textos legais (leis ordinárias, medidas provisórias, decretos, resoluções do Senado Federal); normas de instituições públicas e privadas (resolu ções, portarias, ordem de serviço, comunicado, instrução normativa, circular, dentre outros). A referência é elaborada com base n a n orma padr ão, podendo ser acrescentados elementos complementares, caso sejam necessários.

JURISDIÇÃO (ou cabeçalho da entidade, caso tratar-se de normas). Título do documento. Especificação do documento (ex.: Diário Oficial, Código civil, Lex), Local (cidade), numeração (volume, número e páginas, conforme o caso), data.

Obs.: quando a referência for de Constituições e suas emendas, entre o nome da jurisdição e o título acrescenta-se a palavra Constituição, seguida do ano de promulgação, entre parênteses.
BRASIL. Constituição (1988). Emenda constitucional nº 9, de 9 de novembro de 1995. Lex: legislação federal e marginália, São Paulo, v.59, p.1966, out./dez. 1995.

SÃO PAULO (Estado). Decreto nº 42.822, de 20 de janeiro de 1998. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência, São Paulo, v. 62, n. 3, p.217-220, 1998.

BRASIL. Decreto-lei nº5.452, de 1 de maio de 1943. Aprova a consolidação das leis do trabalho. Lex: coletânea de legislação: edição federal, São Paulo, v. 7, 1943. Suplemento.

BRASIL. Código civil. 46. ed. São Paulo: Saraiva, 1995.

3.4.4.2 Jurisprudência

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. In: ______. Súmulas. São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil, 1994. p.16.

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BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Hábeas-corpus nº 181.636-1, da 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Brasília, DF 6 de dezembro de 1994. Lex: jurisprudência do , STJ e Tribunais Regionais Federais, São Paulo, v. 10, n. 103, p. 236-240, mar.1998.

3.4.4.3 Doutrina Refere-se a qualquer discussão técnica sobre questões legais publicadas na forma de monografias, artigos de periódicos, papers, etc. A doutrina é referenciada conforme o tipo de publicação.
BARROS, Raimundo Gomes de. Ministério Público: sua legitimação frente ao Código do Consumidor. Revista Trimestral de Jurisprudência dos Estados, São Paulo, v. 19, n. 139, p. 53-72, ago. 1995.

3.4.4.4 Documento jurídico em meio eletrônico Para este tipo de documento, o padrão de referência segue a norma indicada para documentos jurídicos (itens anteriores), acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado.
BRASIL. Regulamento dos benefícios da previdência social. In: Sislex: Sistema de Legislação, Jurisprudência e Pareceres da Previdência e Assistência Social. [S.l.]: DATAPREV 1999. 1 CD-ROM. ,

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. Não é admissível, por ato administrativo, restringir, em razão de idade, inscrição em concurso para cargo público. Disponível em: <http:// www.truenetm.com.br/jurisnet/sumusSTF .html>. Acesso em: 29 nov.1998.

3.4.5 Patente
ENTIDADE RESPONSÁVEL e/ou autor. Título. Número da patente, datas do período de registro.

EMBRAPA. Unidade de Apoio, Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação Agropecuária (São Carlos, SP). Paulo Estevão Cruvinel. Medidor digital multissensor de temperatura para solos. BR n. PI 8903105-9, 26 jun. 1989, 30 maio 1995.

... 75

1999.6. Disponível em: <http://www. INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo. 1931-2000 Brazil’s confirmed unprovoked shark attacks. São Paulo. FLORIDA MUSEUM OF NATURAL HISTORY. Especificação do documento. color. Local: Editora. 1 disquete.11. Itajaí (local). IR04 (banda). 3 ½ pol..4. 557 Kb (tamanho do arquivo). porém com as devidas informações referentes ao meio eletrônico em que é apresentado. Escala. 17:45Z (horário zulu).000. O padrão de referência é: AUTOR.edu/fish/Sharks/statistics/Gattack/map/Brazil. 1999 (data da captação). 13 jul.flmnh. 1 atlas. 17:45Z. Escala 1:2.: Nota sobre a referência/arquivo digital 8 : 1999071318. Acesso em: 15 jan. 1981. IR04. 8 ABNT. SE (localização geográfica). National Oceanic and Atmospheric Administration. 557 Kb.GIF (título do arquivo). mapa.1 Documento cartográfico em meio eletrônico O documento cartográfico segue os padrões indicados anteriormente. 08 (número do satélite na série). Rio de Janeiro: Enciclopédia Britânica do Brasil.4. 1999071318. p. globo e fotografia aérea. . 1 imagem de satélite. data de publicação.000. 1 atlas.000. Obs. ATLAS Mirador Internacional. GIF. UNIVALI (instituição geradora). Escala 1:40. 1 mapa. GOES (denominação do satélite).76.ufl. 13 jul. [2000?]. NBR 6023:2002.6 Documento cartográfico Abrange: atlas. 1999. Título.. Escalas variam. 3. Regiões de governo do Estado de São Paulo. SP).jpg>. Itajaí: UNIVALI. 1994. ESTADOS UNIDOS. GOES-08: SE. Gainesville. 2002. 3.

cartazes.. caso seja necessário. color.. Formato JPEG. diapositivo. Largura: 376 pixels. 25 cm x 20 cm.7 Documento iconográfico Refere-se a gravuras. 1999.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. Também podem ser acrescentados elementos complementares do documento à referência. 25 cm x 25 cm. 1982. KOBAYASHI. fotografias. Título. desenho técnico.4. Romero. Doença dos xavantes. Altura: 432 pixels.. color. BRITTO. 1 fotografia. 77 . São Paulo: UMIBO.7. NOVAS descobertas para o terceiro milênio. . dentre outros.1 Documento iconográfico em meio eletrônico GEDDES. Data. 1 gravura. deve-se atribuir uma denominação ou indicar [Sem título] entre colchetes. [Sem título]. Quando não existir título para o documento. 5 ¼ pol.4. Anne. 1980. K. O padrão para referenciar esses tipos de documentos é: AUTOR. pinturas. diafilme. transparências. 19 transparências. Especificação do documento.. 1 disquete.jpg. 51 Kb. Geddes 135. 2000. 3.

son.. Garcia. Departamento Nacional. conforme o caso). 1998. . Brasília: SENAI/DN.. 3. 1991. Local: Gravadora (ou equivalente). Luiz Inácio Lula da.4. data e especificação do suporte em unidades físicas..4. São Paulo: SENAI-SP. Rio de Janeiro: Riofilme. etc. também deve ser seguido o seguinte padrão: COMPOSITOR (ou intérprete.8 Imagem em movimento Envolvem as referências de filmes. CENTRAL do Brasil. SILVA.. Deve-se seguir o seguinte padrão: TÍTULO.78. 3. Título. . 1 video sonoro. DVD. Direção: Walter Salles Júnior. Local: Produtora. 1991]. Luiz Inácio Lula da Silva: depoimento [abr.9 Documento sonoro Compreende discos. 2001. No caso de entrevistas gravadas que necessitam ser referenciadas. Produção do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial. 1992. 35 mm. entrevistado. CDs (compact disc). 1 bobina cinematográfica (106 min). Diretor. data. São Paulo: Polygram. 2 cassetes sonoros. Especificação do documento. 1 CD. Entrevistadores: V Tremel e M. fitas cassete. VELOSO. color. Produção: Martire de Clermont-Tonnerre e Arthur Cohn. PORTADOR de necessidades especiais no trabalho: depoimentos. Circuladô vivo. dentre outros. Produtor (conforme as informações disponíveis). Caetano. videocassetes.

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. dentre outros). 1918. Normas. programas de computador. animais empalhados. 18-]. assunto em discussão. Descrição física do in terpes soal e efêmero. A referência desses documentos deve apresentar o seguinte padrão: AUTOR (criador artístico do objeto. Escultura para viajar..” (ABNT.10 Documento tridimensional Abrange as esculturas. [S. quando identificado). objetos de museu.doc. Curitiba. AUTOR(es)se for o caso. 1 CD-ROM. listas de discussão. pesquisa. não sendo recomendável seu uso como UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. arquivos em disco rígido. Version 4. 1 bule. desaparecem rapidamen te. DUCHAMP. esqueletos.4. Biblioteca Central. As mensagens de correio e le trônico “devem ser 9 referen ciadas meio eletrônico s omen te quando não se dispuser de nenhuma outra fonte para abordar o Abrange os documentos do tipo base de dados.l. Título (caso não exista.. Título (do serviço ou produto). Marcel. Data. O padrão para referência é: Mensagens trocadas por email têm caráter informal.]: Microsoft Corporation. 1 escultura variável. mensagens eletrônicas. 5 fonte científica ou técnica de disquetes. Especificação do objeto. etc. monumentos. 9 3.1. [China: Companhia das Índias.11 Documento de acesso exclusivo em MICROSOFT Project for Windows 95. Versão (se houver). 1995. 79 . p. atribuir denominação ou indicar [Sem título] entre colchetes). 1998. 13). e meio eletrônico. objetos e suas representações (fósseis.4. BULE de porcelana. NBR 6023:2002. . maquetes.

2. MARQUES. 3. Os princípios da gestão moderna.ed.4.4. .. MARINS. 1997. 3. 1991.14 Notas Como notas podem ser incluídos os seguintes documentos: publicações no prelo. n. se houver. O que é sociologia? 7. J. Acesso em: 30 maio 2002. 1999.br> em 11 nov. Modelos matemáticos: exercícios didáticos. Massa calcificada da naso-faringe. HINDLE. (Série Sucesso Profissional: seu guia de estratégia pessoal).bdt. MARTINS.80. C. 2002. SC.23. 1990.12 Bula de remédio RESPRIN: comprimidos. entre parênteses. M. In: FUNDAÇÃO TROPICAL DE PESQUISAS E TECNOLOGIA “ ANDRÉ TOSELLO”. São José dos Campos: Johnson & Johnson. Base de Dados Tropical. São Paulo: Publifolha.13 Séries e coleções Nesses tipos de publicações. J. M.fat. Disponível em: <http://www. Apostila. LEAL. 57). ÁCAROS no Estado de São Paulo. Como fazer apresentações. os títulos das séries e/ou coleções e a respectiva numeração. E. Italvino. RUBIROSA. 1985. Bula de remédio.univali. L. Responsável técnico Delosmar R. Tubarão. ao final da referência.4. textos não publicados. 3. São Paulo. Mensagem recebida por <simonegf@sj. São Paulo: Brasiliense. (Primeiros Passos. Carlos B.ed. Bastos. Digitado. 1984.br/ acaro/sp/>. Niterói. 1978. Memorial [mensagem pessoal]. Tim. apostilas.. podem ser acrescentados.org. sem destaque. Radiologia Brasileira. documentos mimeografados e digitados. No prelo. Estas informações devem ser apresentadas ao final da referência.

resenhas.1 Elementos pré-textuais . textuais e pós-textuais. b) nome do autor. d) subtítulo.. trabalhos de conclusão de cursos de graduação . onde devem ser impressos: a)n om e do au tor. e) número de volumes (se houver mais de um. tais como fichamentos. seqü encialmen te. esses elementos podem ser adapt ados ou at é me smo desconsiderados. c) identificação de números (volume. que def in e os pri ncípios gerais par a elaboração de teses. a trabalhos de graduação intra e extra-classe. trabalhos de graduação interdisciplinares TGI. as seguint es informações: a) nome da instituição (opcional). dissertações e trabalhos de conclusão de curso é obrigatório seguir a orientação da norma. no que couber. dissertações. Suas orientações também se aplicam. . 81 . se for o caso: v. c) título. papers e relatórios. para elaboração de teses. A estrutura de trabalhos acadêmicos compreende elementos prétextuais. trabalhos de conclusão de curso de aperfei çoamen to e/ou especialização e outros.2) . Em caso de trabalhos relacionados às disciplinas de graduação.TCC. g) ano da entrega (4 dígitos). 4. se houver.Lombada (opcional): é a parte lateral da capa que reúne as folhas do trabalho. im presso longitu dinalmente. Por outro lado.Capa (obrigatório): é a cobertura externa capa dura . uma vez que tais trabalhos têm estrutura própria. do alto ao pé da lombada.. deve ser especificado o respectivo volume em cada capa). impresso da mesma forma que o do autor.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 4 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS A estrutura de trabalhos acadêmico-científicos é orientada pela NBR 14724:2005 da ABNT.que abrange as folhas que constituem o trabalho (Apêndice A). Deve conter. b) título do trabalho. f) local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado.

. c) texto contendo a natureza. . f) nom e. sua subordinação ao título principal é demonstrada pelos dois pontos que o precedem).Agradecimentos (opcional): menção a pessoas e/ou instituições que contribuíram de forma relevante para o desenvolvimento do trabalho.). ti tu lação e assin at ur a dos componentes da banca examinadora e instituições a que pertencem. g) local (cidade) da instituição. . . em seqüência. conforme o Código de Catalogação Anglo-Americano vigente. .Errata (opcional): consiste em lista das folhas e linhas onde há erros. etc. nome da instituição a que é submetido. dissertação.Folha de rosto (obrigatório): no anverso (página da frente da folha). após a dedicatória e devem se limitar ao estritamente necessário. c) subtítulo (se houver. b) título principal do trabalho (claro. No verso da folha de rosto. . devem ser apresentados. preciso. se houver mais de um. com a identificação do conteúdo que permita a indexação). f) nome do orientador e do co-orientador (se houver). b) título do trabalho e subtítulo (se houver).A data de aprovação e as assinat ur as são colocadas após a apr ov ação do trabalho. área de concentração. apresenta-se a ficha catalográfica. centralizadas na página (Apêndice C): a) nome do autor trabalho. d) número de volumes. com as respectivas correções. Aparecem em folha separada. objetivo e nome da instituição a que é submetido. trabalho de conclusão de curso. a dedicatória deve ser localizada na parte inferior direita da folha. dissertações ou trabalhos de conclusão de curso de graduação ou especialização. como as teses. obtenção de determinado grau. Essa f ich a de ver á ser con feccion ada por profissional bibliotecário. h) ano de entrega (4 dígitos).Dedicatória (opcional): o autor dedica sua obra ou presta homenagens a pessoa(s). etc. e) data de aprovação. d) área de concentração.) e o seu objetivo (por exemplo: para aprovação em disciplina. parte inferior da página. os seguintes elementos (Apêndice B): a) nome do autor do trabalho.Folh a de aprovação (obrigatório): é apresentada logo após a folha de rosto e deve conter as segu intes informações..82. e m caso de t rabalh os qu e dev am ser depositados em biblioteca. e) nota contendo a natureza do trabalho (tese. As informações são apresentadas em colunas como no exemplo abaixo: Folha Linha Onde se lê Leia-se .

p. da Parte II deste documento). . grafado com o mesmo tipo de fonte utilizado para os capítulos (ou divisões principais do texto.Lista de tabelas (opcional): identifica as tabelas..Lista de ilustrações (opcional): identifica as ilustrações (quadros. na ordem em que se apresentam no texto. (Atenção! Em artigos científicos o resumo em língua estrangeira faz parte dos elementos pós-textuais . . mapas. Consiste na transcrição de uma frase. que é uma lista "de palavras ou frases. c) os elementos pré-t extu ais não devem aparecer no sumário.Resumo em língua estrangeira (obrigatório): deve ser apresentado em folha separada do resumo anterior (ver o tópico 2 . . . . com respectivos nomes e números de página.Lista de abreviaturas e siglas (opcional): é a relação alfabética de abreviaturas e siglas con ti das n o t ext o. . etc. Também é recomendada a elaboração de lista própria para cada u m dos t ipos (abreviatura ou sigla). na ordem em que aparecem. Epígrafes tam bém podem ser colocadas na abertura das divisões do texto (capítulos). b) a subordinação dos itens do sumário é destacada usando-se os mesmos tipos de fonte utilizados no texto. or ganogram as. A autoria da mensagem deve ser apresentada do lado direito. fluxogramas. gráficos. se houver. Na elaboração do sumário deve-se observar os seguintes aspectos: a) o sumário tem o título centralizado.ver seção 5. esque mas.. . ditado ou parte de um texto que o autor deseja destacar. Indica a página inicial em que se localiza a parte correspondente (Apêndice D).Resumos de trabalhos acadêmico-científicos. .4. por considerar significativo e inspirador em relação ao seu trabalho. pensamento.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . segui das do seu signi ficado (expre ssõe s ou palavras correspon dentes)." (NBR 6027:2003. Sua elaboração é detalhada no t ópico 2 (R esu mos de trabalhos acadêm icocientíficos).) na ordem em que aparecem no texto.Epí grafe (opcional): aparece após os agradecimentos. escrit o por ext enso. fora de parênteses. com respectivos nomes e números de página. d) os indicativos das seções que compõem o sumário.ordenadas segun do determ inado cri tério.Resumo na língua vernácula (obrigatório): consiste na apresentação concisa do texto por meio de uma seqüência de f rases objetivas e seguidas de palavras-chave. Atenção! O sumário não deve ser confundido com o índice.3 da Parte II deste documento). também denominadas seções primárias). abaixo do texto. qu e localiza e re mete para as in form açõe s con ti das n o tex to. 2).Lista de símbolos (opcional): apresenta o conjunto de símbolos utilizados no texto. Se necessário. da Parte I deste documento.Su mári o (obrigatór io): é a re lação enumerada das divisões. na mesma ordem e grafia em que se sucedem no texto. recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo de ilustração. com o respectivo significado. não deve vir entre aspas. 83 . devem ser alinhados à esquerda. seções (ou tópicos) e outras partes de uma publicação (ou trabalho). Apesar de ser escrita por outra pessoa. desen hos.

.Desenvolvimento É a parte mais extensa e consistente do trabalho. os elementos essenciais que integram esta parte do trabalho são: fundamentação teórica (r evi são bibl iogr áf ica). concisa e objetiva do tema e a delimitação precisa das fronteiras do estudo em relação ao campo selecionado e ao problema a ser estudado.: 32). de modo que a consulta a qualquer dos volumes permita o conhecimento do conteúdo todo. ou seja. o tex to acadêm ico-cien tífico se inicia com uma in trodu ção.2 Elementos textuais Os elementos textuais. resultados e interpretação do estudo quando se tratar de um relatório de pesquisa. e)os títu los e su btítulos (se h ouver). está localizado. Em caso de relatórios de pesquisa científica. os elementos que integram o desenvolvimento do trabalho poderão variar nas suas divisões e subdivisões. destaca sua importância e seus limites quanto à extensão e à profundidade. que seguem os indicativos das seções. além de aspectos metodológicos. .84. Trata-se da parte inicial do texto em que o autor aponta os seus propósitos e as linhas gerais que orientaram seu pensamento. No en tant o. Conf orme o tipo de trabalh o. há distintos modos de organizar o texto. O sumário é o último dos elementos prét extu ais. contextualiza-o. apresentação. excetuados os elementos obrigatórios.. con st itu em. 4. Nela são descritos os conceitos. t eorias e principais idéias sobre o tema focalizado. Da mesma forma que na introdu ção. em função da sua natureza e da área de conhecimento a que pertencem. de u m modo geral . Isso não significa dizer que essas part es sejam n ecessariame nt e assi m intituladas ou subdivididas. . fornece uma visão global do assunto tratado (contextualização).se com base no ti po e nos objetivos do trabalho acadêmico-científico. apenas que esta é a seqü ência usual de qualquer t exto acadêmico. f inalizan do com uma conclusão. portanto. o sumário de toda a obra deve ser incluído em todos os volumes. separados por hífen (ex. f) para a paginação pode-se utilizar o número da pr imei ra página (ex. são ali nh ados pela m ar ge m do tí tu lo correspondente ao indicativo mais extenso.Introdução Consiste na apresentação geral do trabalho. assim como os prétextuais.: 32-49). área de conhecimento ou metodologia adotada. me todologia. n a(s) página(s) que antecede(m) imediatamente o texto. apresenta o problema ou tema central do estudo ou da pesquisa. análise e interpretação dos resultados. Se o trabalho compreender mais de um volume. . à qual se segu e o desen volvim ento. ou os n úme ros das págin as ini cial e f inal. com uma definição clara.

utilizados no trabalho. . que complementa. apontando-se o alcance e o significado de suas contribuições. além de sugestões para outros trabalhos.3 Elementos pós-textuais . As orientações para sua elaboração. Pode também indicar questões dignas de novos estudos. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas. 85 ..Apêndice(s) (opcional): texto ou documento elaborado pelo autor. consiste na revisão sintética dos resultados e da discussão do estudo realizado. da Parte II deste documento.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ .: APÊNDICE A – Roteiro de entrevista). . nomes geográficos.Anexo(s) (opcional): texto ou documento não elaborado pelo au tor do trabalho. Os anexos são identificados por letras maiúsculas consecutivas. Nos trabalhos acadêmi co-cien t ífi cos a li stagem de referê ncias deve ide ntif icar as f ontes/ documentos mencionados (referidos) no texto. seguidos de suas respectivas definições. segun do a NBR 6023:2002 da ABNT. comprova ou ilustra o seu conteúdo. extraídos de um documento.Conclusão Como parte final do texto. A con clu são deve apresent ar dedu ções lógicas correspon dent es aos propósitos prev iamen te estabelecidos do t rabalho. dentre outros). seguidas de travessão e respectivo título (Ex. possibilitando sua identificação individual. com a indicação de sua localização no texto. . . 4.Índice (opcional): listagem detalhada de palavras ou expressões ordenadas a partir de critérios específicos (nomes de pessoas. encontram-se no tópico 3 – Elaboração de Ref erências de Tr abal hos Acadêm icoCientíficos.: ANEXO B – Estrutura organizacional da Empresa Alfa).Glossár io (opci onal): lista em ordem alfabética de expressões ou termos técnicos específ icos de uma determ inada área. . seguidas de travessão e respectivo título (Ex. complementar ao seu trabalho.Referências (obrigatório): constitui o conjunto padronizado de element os descrit ivos. Tem como objetivo destacar as principais questões tratadas no trabalho acerca do estudo desenvolvido. assuntos..

86.. ..

a nota de identificação do trabalho deve ser alinhada do meio da página para a margem direita (Apêndice B). notas de rodapé. notas de rodapé. algumas normas gerais devem ser seguidas. com exceção da folha de rosto. .4 (21 cm x 29.1 Formato Os trabalhos acadêmico-científicos devem ser apresentados em papel branco. Também os títulos das subseções são separados do texto que os precede e que os sucede por dois espaços de 1. 5. referências. O texto deve ser digitado com espaço 1. f icha catalogr áf ica e nota de identificação do trabalho apresentada na folha de rosto (indicando a natureza do trabalho. Na folha de rosto. legendas de ilu strações e de t abelas. 87 .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 5 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICOCIENTÍFICOS O projeto gráfico de um trabalho acadêmico é de responsabilidade do seu autor. no caso de dissertações e teses. Já na folha de aprovação. Para digitação recomenda-se a utilização de font e tamanho 12 para t odo o text o e tamanho menor (11 ou 10) e uniforme para citações longas (mais de três linhas).2 Margens e espacejamento As páginas devem ser configuradas nas seguintes dimensões: margens esquerda e superior: 3 cm. com form at o A. sem brilho. nome da instituição a que é submetido e área de concentração) que devem ser digitadas em espaço simples. As ref erên cias apresent adas ao final do trabalho devem ser separadas entre si por dois espaço simples. objetivo. 5. O texto é digitado no anverso da folha (frente). Os títulos das seções devem começar na parte superior da folha e ser separados do texto que os sucede por dois espaços de 1. Entretanto.. recomendam-se Times New Roman ou Arial. Quanto ao tipo da fonte.5 entre linhas. digitados n a cor preta (excetuando-se as ilustrações). em cuj o verso é im pr essa a f ich a catalográfica. as informações sobre o trabalho. pagin ação e legen das de ilustrações e tabelas.5.5. como prescreve a NBR 14724:2005 da ABNT.. margens direita e inferior: 2 cm. data de aprovação e identificação da ban ca exami nador a deve m ser centralizadas (Apêndice C).7 cm ). com exceção das citações longas (com mais de três linhas).

1 2.1.2. a qual.1.3 Seção quaternária 1.4 Títulos e indicativos numéricos São denominadas seções as partes em que é dividido o texto de um documento.1. quaternária. embora as páginas preliminares (pré-texto) não sejam n umeradas. A nu meração é colocada a partir da primeira folha da parte textual.1 2. em algarismos arábicos.1. Repete-se o mesmo processo em relação às demais seções. 5. suas folhas são numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento à do texto principal. Havendo apêndice(s) e anexo(s). alinhado à margem esquerda.1 2.2 2. Exemplo: Seção primária Seção secundária 1 2 1.2. Empregam -se algarismos arábicos para numerar as seções de um texto.1 "O indicativo de uma seção secundária é constituído pelo indicativo da seção primária a que pertence. etc.1.1 3.2 . 5. no canto superior direito da folha. sendo de le separado por um espaço.1 2.1. A principal di vi são do te xto de u m docum ent o é denominada seção primária. contendo a exposição ordenada do assunto. terciária. a 2 cm da borda superior. seguido do número que lhe f or atribu ído na seqüência do assunto e separado por ponto. pre cede o títu lo da seção.88. por sua vez..1 2.." (NBR 6024:2003).1.1. Seção terciária 1.3 Paginação Todas as folhas do trabalho são contadas seqüencialmente. pode se dividir em seção secundária.2 3 3.1.1. a partir da folha de rosto.1 2. Esse indicativo numérico.

O título das seções é colocado após seu indicativo numérico. qu e obri gatoriamen te corresponde ao título da seção.. usam-se alíneas. Quando for necessário dividir a alínea em subalíneas. se m que h aj a necessidade de intitulá-los. fotos. mapas. listas. c) o texto de cada alínea inicia com letra minúscula e termina com ponto e vírgula. colocado sob a primeira letra do texto da alínea e dele separadas por um espaço. Os tí tu los das se ções são destacados gradativamente. fluxogramas. . sumário. terminam em ponto-e-vírgula. A citação de indicativos de seções no texto é feita conforme os exemplos seguintes: .. anexo(s) e índices não recebem in di cat iv os n um éri cos e dev em ser centralizados (NBR 14724:2005). A identificação de ilustrações deve aparecer na parte in ferior. nesse caso..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Ponto. estas devem começar com um hífen. na seção 3 relatou-se. e redondo..2.1 Os títulos de errata. porém devem estar diretamente relacionadas com o conteúdo da informação.. agradecimentos. referências.. resumos. pois do contrário não contribuirão para a análise. Hav endo ne cessidade de enumerar diversos assuntos ou itens.. qu adros. ressalta-se que este recurso deve ser usado para grafar palavras estrangeiras. esqu emas. porém.6 Ilustrações As ilustrações abrangem: desenhos. precedida da palavra designativa seguida de seu número de ordem . 89 . No entanto. se inicia em ou tra li nh a.. qualquer que seja a forma adotada. itálico ou grifo.. gráficos. com exceção da última. Dispõem-se as alíneas na seqüência de um texto (que termina em dois pontos) do seguinte modo: a) ordenam-se as alíneas alfabeticamente. apêndice(s)... or gan ogram as. as dem ais linh as da subalínea i niciam igualmente abaixo da primeira letra. em 2. preferem adotar o parágrafo tradicional e formal nos textos técnicos (com recuo de 1. glossário.1.5 Parágrafo Modernamente a forma de parágrafo recuado está sendo abolida. dentre outros.27 cm). adotando-se. d) a segunda e demais linhas do texto da alínea começam abaixo da primeira letra da primeira linha. usando-se de forma racional os seguintes recursos: negrito. exceto a última que termina em ponto. Atenção! Em relação ao itálico. b) as letras indicativas das alín eas são re en tradas em r elação à margem esquerda. . dele separado por um espaço. hífen ou travessão não são usados após o indicativo da seção ou de seu título. As alíneas. Muitos autores.. O texto. ver 1. no in te rior de um a seção. caixa alta ou versal. 5. 5.. deve ser mantida em todo o trabalho.. Têm por objetivo possibilitar a transmissão de dados e informações de modo mais atraente. o espaçamento duplo entre os parágrafos.

lado a lado. As tabelas têm numeração independente e consecutiva e a sua identificação (título) é colocada na parte superior (topo). o rodapé. O cabeçalho da tabela indica o conteúdo das colunas com palavras ou notações claras e concisas. na mesma página. repetindo-se o cabeçalho das colunas indicadoras e os indicadores de linha.cada página deve ter o contéudo do topo e o cabeçalho da tabela ou o cabeçalho da parte. .o con te údo do rodapé deve se r apresentado na página de conclusão. . Quando não couber em uma folha. deve: a) estar inserida o mais próximo possível do trecho do texto a que se refere. 28): . Figura 3. t ais indicações devem ser feitas sem abreviações. pode ser apresentada em duas ou mais partes. por extenso. três traços horizontais paralelos: o primeiro separa o topo. A t abe la não de ve t er t raços v ert icais delimitadores à direita e à esquerda. pode se r apresentada em duas partes. preferencialmente sem abreviações. b) ter moldu ra para est ru turar os dados nu méricos e termos necessários a sua compreensão. c) ocupar. preferencialm ent e. qu an to à su a local ização e apresentação gráfica.IBGE (1993). Q uanto à disposição das in formações. 5. p. e da fonte. de ocor rência n o te xto e m algarismos arábicos (Exemplo: Gráfico 1. A indicação da(s) fonte(s) das informações contidas em uma tabela e notas eventuais aparecem em seu rodapé. no mínimo.o traço horizontal da moldura que separa o rodapé deve ser apresentado somente na página que contenha a última linha da tabela. sintetizadas a seguir. o segundo. .90. após o fio de fechamento. uma única página.cada página deve ter colunas indicadoras e seus respectivos cabeçalhos. do respectivo título e/ou legenda explicativa.se ultrapassar o tamanho da página em número de colunas e tiver poucas linhas. As tabelas apresentam inf ormações tratadas estatisticamente e seguem as orientações da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .7 Tabelas As tabelas servem para descrever dados e informações relevantes para o estudo ou ilustrar o conteúdo em desenvolvimento. precedida da palavra Tabela e de seu número de ordem em algarismos arábicos. O título indica a natureza e as abrangências geográfica e te mporal dos dados n um éri cos. com um traço vertical duplo separando as partes e repetindo-se o cabeçalho. A tabela. a tabela deve ser apresentada em duas ou mais partes (IBGE. .cada página deve ter uma das seguintes indicações: continua para a primeira. . de forma clara e concisa. .se t iv er poucas colu n as. breve e clara que dispense consulta ao texto. Quadro 5).. também é preciso seguir alguns critérios: . uma abaixo da outra. A moldura compreende.. As ilustrações devem ser inseridas o mais próximo possível do trecho do texto a que se referem. 1993. o espaço do cabeçalho e o terceiro. conclusão para a última e continuação para as demais.

caso seja necessário. multiplicação e divisão.. os nomes ou 5. alinhados à direita. ‘en trevist as realizadas’. c) em caso da fonte tratar-se de pessoa física. pela natureza do fen ômeno.se à margem esqu erda da primeira coluna. conforme o caso. ‘observação direta’. por exemplo). As tabelas de um a publi cação deve m apresentar uniformidade gráfica nos corpos e tipos de let ras e nú meros. subtração.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ a) não se deve deixar “casas” vazias em uma t abel a. Significado correspondente b) a fonte da tabela indica a origem ou a instituição responsável pelo fornecimento ou elaboração dos dados e informações nela contidos.. podem ser u til izadas como f ont e as seguintes expressões: ‘pesquisa de campo’. a palavra ‘fonte’ deve ser colocada após o traço inferior da tabela. numeradas com algarismos arábicos entre parênteses. no uso de maiúsculas e nos sinais gráficos utilizados. a partir de pesqui sa de campo (com o uso de questionários. quan do os dados se originarem de diversas fontes. devem ser interrompidas antes do sinal de igualdade ou depois dos sinais de adição. 9). para tant o exi stem sím bolos estabelecidos por convenção internacional: Símbolo Z .. utiliza-se como fonte o autor. “Na seqüência normal do texto é permitido o uso de uma entrelinha maior que comporte seus elementos (expoen tes. o dado não existir -quan do o dado for rigor osamente zero -quan do não se dispu ser do dado -quan do os dados anterior es ao símbolo não forem comparáv eis aos posteriores -quan do o dado for omitido para evitar a in dividualização da infor mação siglas são separados por vírgula. entrevistas ou observação)..quan do. ‘questionários aplicados’.8 Equações e fórmulas Devem aparecer destacadas no texto para facilitar a leitura e. ín di ces e ou tros)” (NBR 14724:2005. quando as tabelas são elaboradas com base em fontes que constituem documentos do próprio autor do trabalho (apresentação dos dados. ‘formulários preenchidos’. Qu ando as equações ou f órmu las ultrapassarem uma linha por falta de espaço. alinh ando. 91 . p. / ou – X . responsáv el pelos dados levantados e apresentados. Exemplo: x 2 + y2 = z2 (x + y )/5 = n 2 2 (1) (2) .

FLÔRES. relatório.92.N. A. São Paulo: Atlas. Rio de Janeiro. 3. Rio de Janeiro. ______. Redação de textos científicos. GIL. pesquisa quantitativa e qualitativa. São Paulo: T. 5. GEWANDSZNAJDER. GOLDENBERG. ______. engenheiros e estudantes. 2. Queiroz. ECO. Arte da tese: como preparar e redigir uma tese de mestrado. Como se faz uma tese. Rio de Janeiro.307-326. Os cientistas precisam escrever: guia de redação para cientistas. 2001. In: NUNES.ed.L. DEMO. paixão. Memórias de um orientador de tese. uma monografia ou qualquer outro trabalho universitário. (Org. P Educar pela pesquisa. ______. 4. Campinas: Papirus. NBR 6024: informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento escrito: apresentação. FEITOSA. Rio de Janeiro. Ed. Belo Horizonte: Ed. Belo Horizonte: Editora UFMG. da UFSC. O trabalho da citação. 1986. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. improviso e método na pesquisa social. Florianópolis. M. COMPAGNON.A. A.). Autores Associados. descrição. M. 2003. p.. 2002. 1978. 1996.M. FRANÇA.. 1992.. 2002. NBR 10719: apresentação de relatórios técnico-científicos.. Metodologia do ensino superior. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. CASTRO. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. A aventura sociológica: objetividade.C.C. 2003. Rio de Janeiro: Record. NBR 6028: informação e documentação: resumo: apresentação. 2000. L. ______. C. Rio de Janeiro. rev. L. 2. 1997. J. A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em Ciências Sociais. Rio de Janeiro. ______. 1997.M. ______.ed. 1996. 1988.J. ______. 2003. CANCELIER. Rio de Janeiro.ed.. E. BARRASS. 1997. U. A. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos: apresentação. 1998. narração. NBR 6027: informação e documentação: sumário: apresentação. NBR 6022: informação e documentação: artigo em publicação periódica científica impressa: apresentação. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. .L. Campinas: . V. da UFMG. São Paulo: Pioneira. N. e aum. 2003. São Paulo: Perspectiva. 1989. Redação: o texto técnico/ científico e o texto literário. resumo. de O. REFERÊNCIAS ALVES-MAZZOTTI. R.ed. dissertação. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. BEAUD. 2005.L. Rio de Janeiro: Zahar. Rio de Janeiro. F O método nas Ciências Naturais e Sociais: .ed. OLÍMPIO.

E. 2. p. SELLTIZ. E. 2.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ HENRIQUES.edu/ssss/QR/QR3-3/tellis2.A. São Paulo: Atlas. 1985. São Paulo: Saraiva.. Porto Alegre: Bookman. Belo Horizonte: Editora UFMG. 3. 1999. São Paulo: Cortez.nova. Projetos de estágio e de pesquisa em Administração: guia para estágios. Porto Alegre: Sergio Antonio Fabris Editor. W. LEAL. 1997. LAVILLE. 2001. Maringá: EDUEM. Normas de apresentação tabular. Rio de Janeiro: IBGE. Escrevendo e . 1999. E. J. da escolha do assunto à apresentação gráfica. 1997. ed. In: The Qualitative Report. São Paulo: EPU. A. p. abr.. L. Fundamentos de metodologia científica. ..ed. 2000. Florianópolis: Ed.. 5. MARCONI. M.ed. Metodologia do trabalho científico.ed. Pesquisa e produção escrita. Disponível em: http:// www. Application of a Case Study Methodology. 19. Metodologia do trabalho científico. R. J. e ampl. São Paulo: Atlas. 1993. 3. WRIGHTSMAN. 5.ed. ano 4. TOMANIK. M..M. 1999. PASOLD. Rio de Janeiro: Agir. n..). TELLIS. M. Florianópolis: OAB/ SC. 2001. H. S.A.L.ed.M. J.A. A. G. 2001. v. 1992.L (Org.M. 104. LINTZ. L. Manual da monografia jurídica. Prática da pesquisa jurídica: idéias e ferramentas úteis para o pesquisador do Direito. 1991. Monografia no curso de Direito: trabalho de conclusão de curso: metodologia e técnicas de pesquisa. A construção do saber: manual de metodologia da pesquisa em Ciências Humanas./set.. IBGE. SOUZA. 1999. 3. E. MICHAELIS: moderno dicionário da Língua Portuguesa. Estudo de caso: planejamento e métodos. Metodologia científica: caderno de textos e técnicas. DIONNE. F das C. HÜHNE. Metodologia do trabalho científico. rev. COOK. Métodos de pesquisa nas relações sociais. LAKATOS. São Paulo: Atlas. 3. 1994. NUNES.. KIDDER. C. normalizando trabalhos acadêmicos: um guia metodológico. São Paulo: Cortez. 2. trabalhos de conclusão. E.ed. 21..html Acesso em 26/02/02. n. da UFSC. São Paulo: Atlas. LAKATOS. SEVERINO. .B. de A. 1993.8. sept. de A. C. M. A . LEITE. MARCONI. 1998. C. dissertações e estudos de caso. 93 .ed.W.ed. Porto Alegre: Artmed. São Paulo: Atlas. J.R. de O. YIN. MARTINS. 1975. São Paulo: Companhia Melhoramentos.99109.K. O olhar no espelho: «conversas» sobre a pesquisa em Ciências Sociais. S. MEDEIROS. A monografia jurídica. 2000. de A. Turismo: visão e ação. ROESCH. 1997. L. Centro de Documentação e Disseminação de Informações. Guia para elaboração de monografias e trabalhos de conclusão de curso..S.

.94.. .

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ APÊNDICES ... 95 .

excetuando-se a 1ª letra] . título em maiúsculas e sub-título em minúsculas] Local Ano 2 cm [Letras minúsculas..96. Apêndice A Capa de trabalhos acadêmicocientíficos Modelo 3 cm NOME DA INSTITUIÇÃO AUTO R(A) NOME COMPLE TO DO (A) A UTOR (A) CO MPLET CO MPL ETO AUTO R(A) [Extremidade do papel A4] [Identificação centrada em letras maiúsculas] 3cm TÍ TUL T ÍTUL O : subtítul o subtítulo (se houver) 2 cm [No centro da folha..

97 ..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvolvimento sustentável em Santa Catarina Balneário Camboriú 2003 ..

. título em maiúsculas e subtítulo em minúsculas] Monografia apresentada como requisito parcial para a o btenção do título de Xxxx. excetuando-se a 1ª letra] .98.. Centro de Educação Zzzzz. na Universidade do Vale de Itajaí. Orientador: Prof(a). Apêndice B Folha de rosto de trabalhos acadêmico-científicos Modelo 3cm NOME COMPLETO DO(A) AUTOR(A) [Identificação centrada em letras maiúsculas] 3 cm TÍT UL O TÍ TUL O:: subtítulo subtí tul o (se houver) tulo 2 cm [No centro da folha. Wwww Yyyyyy Local Ano 2cm [Letras minúsculas.

. Orientador: Prof. 99 . Pedro Alves Balneário Camboriú 2003 . Ce n tro de E ducação Balne ário Camboriú. Dr.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvolvimento sustentável em Santa Catarina Mo nogr afi a apres e n tada como requisito parcial para a obtenção do título de Bachare l em Turismo e Hotelaria pela Un iversidade do Vale de I taj aí..

.... ..... .. ... . ... [dia] de [mês] de [ano]......... Apêndice C Folha de aprovação de trabalhos acadêmico-científicos Modelo 3 cm NOME COMPLETO DO(A) AUTOR(A) TÍ TUL TÍT UL O T ÍTUL O:: subtítulo subtítul o (se houver) Esta Monografia foi julgada adequada para a obtenção do título de ... ..... .. [Local].. e aprovada pelo Curso de .. Dr............... UNIVALI – CE de Balneári o Camboriú Orientador Profa.. Prof. 3 cm Área de Concentração: .................100. ..... da Universidade do Vale do Itajaí........ UNIVALI – CE de São José 2 cm 2 cm [Identificação centrada em letras maiúsculas] [Título em maiúsculas...... .. Dra............ MSc.... Centro de Educação de ....................... UNIVALI – CE de São José Prof.... sub-título em minúsculas] . .....

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvol vimento sustentável em Santa Catarina Esta Monografia foi julgada adequada para obtenção do título de Bacharel em Turismo e Hotelaria e aprovada pelo Curso de Turismo e Hotelaria da Universidade do Vale de Itajaí. Dr. Pedro Alves UNIVALI – CE de Balneário Cambori ú Orientador Profa. Prof. Msc. Maríl ia Mendonça Farias UNIVALI – CE de São José Membro Prof. 101 ... Emílio Vieira UNIVALI – CE de São José Membro . 14 de fevereiro de 2003. Área de Concentração: Turismo e Ambiente Balneário Camboriú. Centro de Educação de Balneário Camboriú. Dra.

...............................................................................................................................................................................................................................1 Justificativa . 57 4........................................ 43 3............................................1 Concepções teóricas ..... 10 1................2 As principais correntes teóricas da atualidade ..............................................................................1 Percepção do problema pelos sujeitos da pesquisa ..................................................................................... Apêndice D Exemplo de Sumário SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO ..............2 Expectativas e aspirações ..................................................................... 77 APÊNDICES .....1 Breve história das principais concepções do passado ............................... 18 2..........................................................................................................................................................3 Resistência....................................................................................... 49 4...................................................... 50 4.................................................... aceitação e cooperação ............................................................................................... 40 3............1................................................................................................. 64 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS ................................................................................................................................................ 13 2 O PROBLEMA DA PESQUISA ............. 11 1.......................................................3 Estratégias e instrumentos ...................................................................................... 27 3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS .................................. 71 REFERÊNCIAS ..........................102............................2 Fontes documentais .............2 Objetivos da pesquisa ........................... 14 2.................................................. 16 2...........................1 Contexto e sujeitos da pesquisa ..........1....... 39 3..................... 46 4 RESULTADOS ................................... 80 ..

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Apêndice E Modelo de página de abertura (artigo científico) TÍTULO subtítulo su btítu lo (se houver) Nome completo do autor 1* Nome completo do autor 2** Resumo (na língua do texto) (O resumo.) Palavras-chave: (na língua do texto) * Currículo (e endereços postal e eletrônico) ** Currículo (e endereços postal e eletrônico) . elaborado segundo as orientações da NBR 6028:2003. contendo de 100 a 250 palavras.. 103 .. é digitado com espaçamento simples e alinhamento justificado.

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