UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

Universidade do Vale do Itajaí

Cadernos
Universidade do Vale do Itaj aí

de Ensino
... 1

Pró-Reitoria de Ensino

FICHA CATALOGRÁFICA

2...

Ficha catalográfica elaborada pela Biblioteca Central Comunitária - UNIVALI
Cássia Ferri Regina Célia Linhares Hostins Coordenação

Projeto
Josiane da Silva Delvan Lucian o Dalla Giacomassa Colaboração

E lisabeth Juchem Machado Leal Simone Gh is i Feuersch ütte E laboração

Hildo Rocha Neto Nilton Córdova Fotografia José Roberto Azevedo Júnior Capa Camila Morgana Lourenço Projeto Gráfico Ch arlles Giovany Faqueti Fábio Zella de Souza José Roberto Azevedo Júnior Editoração E letrônica E xemplares: 1500

Pedagogico

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ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS

ITAJAÍ (SC Julho/2006 Ano 2 - nº 4

de Ensino
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Pró-Reitoria de Ensino

724. 81. 91 e 92) foi atualizado para in corporação das alterações referentes à apres entação de trabalhos acadêmicos contidas na segunda edição da NBR 14.. Em julho de 2006 o texto deste documento (páginas 56. . 89. 90.. de dezembro de 2005. 58. 87.4.

... 33 Conceito ................ 33 Propósitos .................................... 34 Procedimentos ........................... 30 Indicativos dos tópicos (seções) do artigo científico ........Elaboração de trabalhos acadêmico-científicos ......................1 2........ 15 Conceito ........................................................................................ 09 PARTE I ........................................................................3 5..................................................................................................................................................1 5........................ 25 Conceito ....................................................... 34 Tipos de relatórios ............. 28 Procedimentos quanto à forma de apresentação ........................................................................................................4 3 3.5 4 4............................................................... 23 Avaliação .................... 30 Elementos textuais ....................................................................................................4..........................................4..1 2....................................................... 35 Avaliação ................................................................................................................. 31 Avaliação ................................. 21 Propósitos ..................................................... 27 Conceito ......2 5...................... 30 Elementos pós-textuais ............................................1 5.....................4 5............. 18 Avaliação ....2 5............................................................................... 26 ARTIGO CIENTÍFICO ...............1 4................... 15 Os propósitos do fichamento .................................... 22 A apresentação da resenha ............. 29 Elementos pré-textuais ................... 25 Propósitos ..........4 5.........................................................................2 2........... 17 Ficha de leitura ...................................................................... POSITION PAPER OU POSICIONAMENTO PESSOAL ...................................................................................4 3..............................................................4 6...5 6 6...................3........................................................... 24 PAPER.............................................. 37 ...........2 3................................. 26 Avaliação .................................... 20 RESENHA CRÍTICA .................... 21 Conceito ..............................................3 4...................................................................................................................... 16 Procedimentos ............................................................................................................. 31 RELATÓRIO .....2 6..................2 2.........4............................................................................................................ 21 Procedimentos ......................................... 10 1 2 2..........................................1 3.4 5 5................ 25 Procedimentos .............4....... 27 Propósitos ................................................................................................................................................................................................................................... 5 ..........UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ SUMÁRIO APRESENTAÇÃO ..............3..................................................................3 2........................................................................1 6............................................ 27 Procedimentos quanto à elaboração .......................................................................................................................................3 5..........2 4.................................. 13 FICHAMENTO ..............................................................................................................3 3.......................................................3 6...........5 INTRODUÇÃO ......................................................................... 17 Ficha bibliográfica ..........

... 69 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas ........................................................... 50 1..................3 Alterações na citação ......................5 3.................... 53 2 2.........3 3...........................................................................4....................2.....................................4 3...................2.....................3........ 68 Publicação periódica como um todo ........................................ 39 Conceito .................................................................. 71 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico ........5 3....... 72 ......4.......................................... 43 1 CITAÇÕES ...........1 Regras gerais para citação .................. 57 Aspectos gráficos das referências .2 Citação indireta: paráfrase e condensação .............. 57 Localização das referências ................. 48 1..4.................. 56 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS ..........3 Citação da citação .......................2 3........2 3..................... 55 Exemplos de resumos ............1 3..........................4........................................................................................................................3 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS ...............................................................6 3.4...1......................... em meio eletrônico .................................................4 3.................................................4.....................................................................................2.3........... 40 Avaliação .......................... 47 1............1 Citação direta.......................................... 65 Monografias ........................................3.... 45 1...3..........3................6.......................... 58 Regras gerais para elaboração de referências . 63 Regras quanto à data .1 3...2........................1.............1 3................ dentre outros..........................................................................4........................................1 3.2 7.................................................... 65 Monografias no todo em meio eletrônico ..................6 3.................................. 59 Regras quanto à autoria.............4..........................................................................2...................... 52 1...........................1 3 3.............................................................2.......................... 45 1....................................1..........Orientações e normas para apresentação de trabalhos acadêmico-científicos .............. 70 Artigo e/ou matéria de jornal ........................................................................4 3........... 46 1. 67 Parte de monografia em meio eletrônico .5 Considerações finais sobre as normas de citação ............................................................... 61 Regras quanto à edição e editora .......2 3.2.................................................................................................... 67 Partes de monografia ...............1 3......... 62 Regras quanto ao local ...............................................................................................4 3.. 68 Publicações periódicas ...................................2 3.............4................................................................................................................... 7 7...................... 71 Publicações em eventos ........ 69 Partes de publicações périódicas ....3.....4.................................2 Tipos de citação .................................4 MEMORIAL ......3 3................2 3......................... 39 Propósitos ...............2...4................. 46 1.......3 3.......4........................ 65 Monografias consideradas no todo ...1 7...............................................3 7.................................................................................................................... boletim.............................................. 41 PARTE II ...................................................3 3................... 64 Modelos de elaboração de referências ............................................................ textual ou literal .................. 64 Regra quanto à paginação ............................................ 59 Regras quanto ao título e subtítulo ...2...................................................1..................4..................... 39 Procedimentos ................................................. 70 Artigo e/ou matéria de revista......4 Normas complementares para citação .............................

............................9 3.................... Patente .............4......................... Documento cartográfico em meio eletrônico ........................................... 84 Elementos pós-textuais ..........Folha de aprovação de trabalhos acadêmico-científicos ....................................................................4......................................................................4.....................................11 3..............4...... 89 Ilustrações ..........1 4......3 5 5..................................4.......12 3........... Documento jurídico em meio eletrônico ......4.. 91 REFERÊNCIAS .....................4 3................................. Documentos jurídicos ................1 3...................................................... Documento cartográfico ..4.....................................................................................4..................................................................................................1 3.................................................................7 3................................4........ 85 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS ........................................6 5.. 81 Elementos textuais ...........................4.....................................................1 3....................... Documento tridimensional .................................................................. 72 72 73 73 74 74 74 75 75 75 76 76 77 77 78 78 79 79 80 80 80 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS ..............4................................................................................................................................................4....... 87 Formato ................. 88 Parágrafo ...................... Bula de remédio ..........................................................4. Documento de acesso exclusivo em meio eletrônico .....5 3...1 3.....4...............4 3...............14 4 4.................................................................................................................Capa de trabalhos acadêmico-científicos .................... Documento iconográficoem meio eletrônico .................................. Séries e coleções ............................................................... 95 Apêndice A ..............3.................................................................................. Documento sonoro ...............................................................UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3...............................2 3.................... Trabalho apresentado em evento ................... 81 Elementos pré-textuais .....................3 5.....................1 5.....4............4.................... Jurisprudência ..........10 3............................................................................................................................. Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico ..........2 4..........................................4..............2 5...3...........Exemplo de sumário ................ 88 Títulos e indicavos numéricos ....................5 5.4.6........................ 92 APÊNDICES .... 87 Margens e espacejamento ..............3 3..........................Folha de rosto de trabalhos acadêmico-científicos ... Eventos como um todo em meio eletrônico .....................13 3.............. Notas ................8 Eventos como um todo ....................................7 5...............................................7..............................................2 3........................4.. 96 Apêndice B ..................................4.......................... 7 ........................................................4...3............4.............4...................................................................................................... 89 Tabelas ................ Doutrina ......................................................... 98 Apêndice C ..............................3 3...................................................................................................................... Legislação .................................................................. Imagem em movimento ....4........ 87 Paginação ........ 102 Apêndice E ................Modelo de página de abertura (artigo científico) .4 3...................... 90 Equações e fórmulas ..............................6 3.............................................................................................................................3.......... 103 .. Documento iconográfico .........................4....... 100 Apêndice D ......................................4 5.....8 3....

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Estas três dimensões estão in ti mame nt e r elacionadas. (SEVERINO. o domínio da ciência e dos seus métodos para atingir novos patamares de qualidade. ou da articu lação. o domínio de conceitos reelaborados. ao focalizar os tipos de trabalhos acadêmicos mais presentes no cotidiano do ensino superior e os procedimentos básicos para sua elaboração. para quê. o domínio da teoria é condição imprescindível par a o propósito de produção do conhecimento.permite ao estudante universitário se exercitar em práticas essenciais à atividade científica: a bu sca. A elaboração de trabalhos acadêm icos .. Se a ciência é o resultado do confronto. característica da formação superior.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ APRESENTAÇÃO Este conjunto de diretrizes metodológicas é apresentado aos professores e estudantes universitários para o desenvolvimento de t rabalh os didáti co. o domínio do saber e da cultura. o regi st ro e o uso do sabe r já acumulado e disponível para propósitos próprios de construção do conhecimento. pois u m pensamento ou argumento apresentado pelo aluno ou pesquisador sem apoio em processos lógicos pode não passar de uma idéi a superficial. Profª Amândia Maria de Borba Pró-Reitora de Ensino . da teoria com a empiria. não sem antes termos clareza do sentido político da formação no ensino superior: por quê. desde os primeiros períodos. E viden te men te . dos métodos e das técnicas de áreas específicas do conhecimento é uma exigência do ensino superior para vencer o superficialismo e a falta de rigor científico na produção e socialização do conhecimento.. esta publicação traz subsídios à elaboração de textos didático-científicos de forma lógica.do fich amen to. a apr endizagem e o desenvolvimen to do trabalho in telectu al exigem conhecimentos de ordem técnica. É neste contexto que se insere a metodologia de trabalhos científicos como instrumento útil e per tin en te para a produ ção do conhecimento. Assim. 9 . em todas as disciplinas. Est as orientações. A UNIVALI destaca. 2000). o mais elementar deles. ao artigo científico . nort eada por posturas e práticas de pesquisa. conse qü en tem en te. Parece-nos ser esta u ma con di ção in di spe nsáve l ao desen vol vim en to da vi da in te lect ual disciplin ada e produ tiva. visando criar novos hábitos e um novo olhar para a produção universitária. Certamente. pois todo o conjunto de recursos que está na base do ensino superior não pode ir além de sua função de fornecer instrumentos para uma atividade criadora. têm como objetivo favorecer e estimular a produção escrita de nossos alunos. para quem estudamos e produzimos conhecimentos? Para buscar possíveis respostas às questões acima. conceitual e lógica. a pr odu zir conhecimentos. sob critérios lógicos e com o auxílio da técnica.cien tí fi cos. é fator determinante para o al can ce dos obj eti vos da for mação u niv ersi tári a: apre nder a pen sar e. entre suas finalidades.

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.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Parte 1 Elaboração de trabalhos acadêmicocientíficos . 11 ..

.12.. .

A partir daí. a apropriação e o uso do conhecimento técnicocientífico são atividades permanentes na carreira do profissional de nível superior. surge o desafio da elaboração própria... coloquem no papel o que querem dizer e fazer. sist em at ização e soci al ização do conhecimento deixem de ter no professor seu prin ci pal prot agoni st a e passem a ser compartilhadas por professores e alunos. de complexidade e sofisticação crescentes. a querer saber sempre mais e melhor.compettên ci as r efer enttes ao ttrato da com pet ências refe rent es pe ref eren rato in f i nf orm ação ação: . Deixa-se para trás a condição de objeto. com vistas à elevação do nivel de qualidade dos cursos superiores.28-29) diz ser fundamental que os acadêmicos: [. mediante a progressiva iniciação do aluno às práticas do trabalho intelectual. 13 . Para tanto parece ser indispensável que os acadêmicos se exercitem. um dos desafios que hoje se colocam para a universidade consiste na formação de um profissional capaz de pensar e agir num contexto de alta complexidade – decorrente da natureza dos problemas com os quais nos defrontamos – valendo-se para tanto da capacidade de analisar criticamente a realidade à luz de conhecimentos teóricos e de atu ar com competência de modo autônomo e conseqüente. deve .se con siderar qu e a bu sca. dada a necessidade de atualização em face aos rápidos avanços da ciência. p. requer que as atividades referentes à investigação. redijam. atividade central na vida acadêmica.. à sua adequada utilização para a solução dos problemas e à elaboração de novos conhecimentos. à medida que se supera a recepção passiva do conhecimento.. se faz. em todas as áreas do conhecimento. a competência de maior importância e suas competências subsidiárias: identificar as fontes bibliográficas mais relevantes da área.] escrevam. pela qual o sujeito que desperta começa a ganhar forma. de modo a se tornarem não apenas consumidores como também produtores de conhecimento.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1 INTRODUÇÃO A ê nfase qu e vem sen do col ocada nas atividades de pesquisa articuladas ao ensino e à extensão. sobretudo alcancem a capacidade de formular. desde os primeiros dias de sua trajetória acadêmica. portanto. Esse processo contribui decisivamente para a for mação de prof ission ais cu jo pe rfi l compreende as competências necessárias à busca do conhecimento. buscar e adquirir a informação nece ssári a para a re al ização de trabalhos. perfil. a perguntar.] Aprende a duvidar. passando a participar como sujeito capaz de propor e contrapor[.ler e compreender textos teóricos. contorno. elaborar são termos essenciais da formação do sujeito. Demo (1996. A formação universitária.. registrar a informação e as . Ao lado desse fato. Essa iniciação compreende a aquisição gradativa de um conjunto de competências. porque significam propriamente a competência. no uso de um instrumental teórico-metodológico que lhes possibilite o progressivo domínio das práticas do trabalho intelectual. expressão. Por outro lado. assim identificadas: . Formular..

projetos de pesquisa). parafrasear.cor rigir.. Esse conjunto de competências.. sistemático e intensivo. artigos. referências). ou de Metodologia Científica – a criação dessas oportunidades em todas as disciplinas. demonstrar (ou provar) por argumentação.14. relat ór io e mem orial. papers. não são aqui tratados. dissertação de mestrado e tese de doutorado. .redigir: progredir do exercício inicial sob a for ma de re sum o.competências necessárias à capacidade de elaboração própria: .referentes às práticas de investigação: formular questões e hipóteses.referentes à capacidade de interpretação: perceber implicações. estabelecer relações. t anto a professores como a acadêmicos. de re su m os de ar ti gos e de referências. respect ivas f on tes bi bl iográfi cas. explicar. ou mesmo o ensaio.analisar e apreciar criticamente textos teóricos. .competências cognitivas: . . subsidiariamente.ligadas à formação de conceitos: fazer distinções e conexões. definir. artigo cien tífico. embora t ambém sejam trabalhos acadê micocientíficos. documentais ou outras (fazer resumos.apresentar e discutir temas. A primeira parte do documento trata dos tipos acima mencionados de trabalhos acadêmicocient íf icos: seu conceito e propósitos. No entanto.se (ou ref orm ular o anteriormente formulado). . extrair significados. fichamentos. somente será desenvolvido pelos acadêmicos se estes tiverem oportunidades efetivas de exercitá-las de modo gradativo. Dessa forma. Na segun da part e são apresen t adas orientações para elaboração e u so de ci tações. São muitos os tipos de trabalhos acadêmico-científicos qu e pode riam se r in cl uí dos em um documento como este. orientações básicas para a elaboração de trabalhos acadêmico-científicos. bem como normas relativas à estrutura e apresentação gráfica de trabalhos acadêmico-científicos. até ch egar à elaboração de texto próprio (resenhas. . interpretar criticamente. por se considerar que são os tipos de uso mais freqüente nas várias disciplinas dos cursos de graduação. dominar as praxes de citação e de referência. . optou-se pelo fichamento. os procedimen tos para sua e laboração e organização e sugestões para sua avaliação. no entanto. . resenha crítica. paper. projeto e relatório de pesquisa. inferir. bem como de apresentação de trabalhos acadêmicocientíficos.ref er ent es ao raciocín io: iden tif icar proposições. E compete ao professor – a todos os professores e não apenas aos professores responsáveis pelas disciplinas de Língua Portuguesa. observar. . O texto ora apresentado pretende oferecer. aut o.

para utilização posterior em suas produ ções escri tas. um importante meio para exe rcit ar a escrit a. no caso do professor. Pode-se dizer que esse registro escrito – o fichamento – é um novo texto. funcionam como método de aprendizagem e memorização dos conteúdos. seja na aprendizagem dos conteúdos das diversas disciplinas que integram o currículo acadêmico. cuja informação teórica ou factual mais significativa deve ser não apenas assimilada.100). De acordo com Henriques e Medeiros (1999. etc.. na Universidade. filosófica. . Fichar um texto significa sintetizá-lo. d) organizar as informações colhidas”. su a compreensão. seja na pesquisa científica – como enfatiza Pasold (1999) –. assim. como o docente e o pesquisador têm de manipular uma considerável quantidade de material bibliográfico. literária ou mesmo de uma mat éria jornalística. além de possibilitar a organização dos textos pesquisados e a seleção dos dados mais importantes desses textos. p. Assim sendo. constituindo-se em instrumento básico para a redação de trabalhos científicos. art igos. 15 . essen ci al par a a elaboração de resenhas. de elaboração da monograf ia de conclusão de curso do graduando. Como o fichamento consiste no resultado do trabalho de leitura. A im por tância do fi ch amen to para a assimilação e produção do conhecimento é dada pela necessidade que tanto o estudante. da dissertação de mestrado ou do relatório de pesquisa do pesquisador. coerente e objetivo. A principal utilidade da técnica de fichamento. cujo autor é o “fichador”. pa pers. portanto. seja ele aluno ou professor. a exemplo de Nunes (1997). alguns autores. como também registrada e documentada. é otimizar a leitura. ou. sejam elas de iniciação à redação científica (tais como os primeiros trabalhos escritos que o estudante é solicitado a produzir). A prática do fichamento representa.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2 FICHAMENTO 2. preferem substituir esse nome pela expressão “relatório de leitura”. palest ras ou confe rências. monografias de conclusão de curso. ent ão.. o fichamento objetiva: “a) identificar as obras consultadas. a iden tificação das idéias principais e seu registro escrito de modo conciso. b) registrar o conteúdo das obras. os fichamentos ou relatórios de leitura. o que re qu er a l eit ur a at ent a do text o. c) regist rar as re fl exões proporcionadas pelo material de leitura. de textos para aulas.1 Conceito O fichamento é uma técnica de trabalho intelectual que consiste no registro sintético e documentado das idéias e/ou informações mais relevantes (para o leitor) de uma obra científica.

como toda e qualquer pesquisa está centrada num tema. di fer enci a. no primeiro tipo de fichamento (a) é o raciocínio. e m qualquer caso. b) o fichamento que é feito pelo estudante. um artigo. dos quais se falará mais adiante. o fichamento será tanto mais eficiente quanto mais claros forem para o estudante ou para o pesquisador os propósitos desse trabalho. deve apresen tar os indispensáveis elementos de identificação. podem ser considerados dois tipos de fichamento: a) o fichamento que é solicitado ao estudante universitário como exercício acadêmico. em geral. a decisão sobre o que retirar de um texto ou de uma obra e registrar sob a forma de resumo ou de citação. seja como técnica auxiliar de estudo de obras. Dessa forma. a argumentação do autor a da obra ou do texto que “comanda” o trabalho de resumo do fichador.2 Seja como técn ica au xiliar da pesqu isa bibliográfica. pelo docente ou pelo pesquisador. o fichamento está “a serviço” da pesquisa que o estudante. mas que. com o propósito de registrar sist emat icam en te e docu me nt ar as informações teóricas e factuais necessárias à elaboração do seu trabalho. Dependendo dos seus propósitos. São esses propósit os tem áticos que ori ent am o “fichador” quando seleciona idéias. No segundo caso – fichamento no contexto da pesquisa ou da revisão bibliográfica –. Assim. conceitos. com o propósito de desenvolver as habilidades exigidas para o estudo e assimilação de textos teóricos. 2. Ora. terá como critério selecionador os “propósitos t emáticos” dados pelo próprio tema da pesquisa e suas ramif icações. são os propósitos temáticos de quem estuda as obras consultadas que “comandam” a seleção das idéias. no registro documentado do resumo do texto indicado pelo professor.. qu e pode ser nu ma ficha manuscrita ou numa folha digitada. artigos e textos teóricos. no contexto de um a pesquisa ou de u ma re visão bibliográfica. o docente ou o pesquisador se propôs.se apen as na su a apresen tação.16. o critério organizador do fichamento será dado pela própria lógica do texto. ou assimilar o conteúdo ou parte do conteúdo de uma disciplina. uma monografia.. o fichamento praticamente se identifica com o Os propósitos do fichamento r esu mo. nesse caso o fichamento consiste. o simples propósito de resumir o texto é o propósito dominante. conceitos ou fatos que interessam resumir ou registrar n os f ichame nt os qu e f ará das obras selecionadas. que tanto pode ser uma resenha. nesse caso. No primeiro caso – fichamento como exercício acadêmico –. elementos teóricos ou factuais que integrarão o resumo. . um seminário ou um relatório de pesquisa. No segundo tipo (b).

1997. São Paulo: Saraiva. Bibl. por exemplo. 35-45). . dependendo das necessidades de quem estuda ou pesquisa.3. p. o con teú do propriamente dito. um título que indica o assunto ao qual a ficha se refere. de um subtítulo..112). pode ser adotado o uso. arquivo público.1 Ficha bibliográfica Destina-se a documentar a bibliografia relativa a um determinado assunto. 42-55) e Pasold (1999. Severino (2000. a 2a parte trata da elaboração de dissertação de Mestrado e tese de Doutorado. 87. Luiz Antonio Rizzatto.corpo da f ich a.. para que a ela se possa retornar caso haja necessidade. etc. devem conter três elementos: . como já foi dito.cabeçalho: no alto da ficha ou da folha. Eco (1988. As fichas. Manual da monografia jurídica. Embora muitos tipos de fichas possam ser elaborados no contexto de uma pesquisa ou de uma revisão bibliográfica. é importante ainda que conste a localização da obra (biblioteca. apenas dois tipos de fichas serão a seguir apresentados. que variará conforme o tipo de fichamento que o estudante ou pesquisador pretenda fazer. . breve indicação do conteúdo da obra ou de sua importância para algum aspecto do trabalho que o estudante ou o pesquisador tem em andamento. p. após o título geral. Leite (1985.referência: o segundo elemento da ficha será a referência completa da obra ou do texto ao qual a ficha se refere. p. Metodologia da pesquisa / Pesquisa bibliográfica NUNES. elaborada de acordo com a (NBR 6023:2002) da ABNT.). 207 p.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2. 105121) of erecem importan tes orientações práticas sobre diferentes tipos de fichas e sua organização. O seu corpo pode ser constituído de poucas informações. ou seja. sejam elas de cartolina ou de papel A-4 (que substituíram as de cartolina pelas facilidades oferecidas pelos micros).3 Procedimentos São variados os tipos de fichas que podem ser criados. 2. p. à direita. da UNIVALI Exemplo de ficha bibliográfica . como. 17 . A 1a parte da obra contém orientações metodológicas para a elaboração e a apresentação da monografia no curso de graduação de Direito. por serem considerados os mais essenciais.

as citações. no entanto. resumo conteúdo. bem como distinguir as expressões ou palavras do autor da obra – isto é. Atenção: o exemplo ilustra uma “ficha” de leitura em folha A-4). um comentário sobre o te xto f ichado. outras formas podem ser adotadas. O corpo da f icha de leit ur a pode ser organ izado de diferentes maneiras. O corpo da ficha consistirá no resumo da resumo obra ou da parte da obra que interessa ao fichador. p. transcrições as citações. dev e o professor ter claro que. idéia ou argumento. Pode ficar a critério do professor. A seguir se encontra um exemplo de ficha de leitura. Para o estudante ou docente que faz um f ich amen to no con tex to da pesqu isa bibliográfica. – respeitar a ordem das idéias e fatos apresentados. seletivo e objetivo. Pode conter. p. ao solicitar dos alu nos um fichamento. contendo apenas resumo e citação (no exemplo. – utilizar linguagem clara. sempre entre aspas e com indicação da respectiva página. 2. A organização da ficha deve ser feita de tal modo que permita identificar posteriormente a página da obra onde se localiza esse ou aquele conceito. optou-se por colocar na margem esqu erda da folha o núm ero da página correspondente ao trecho resumido para i dent ificar su a localização na obra. . 47-61) para a leitura e resumo de textos teóricos que o leitor encontrará sintetizados à página 21 deste documento. 6465).. o que tornaria a ficha mais completa. juízo de valor destituído de fundamento. deverão ser seguidos os passos recomendados por Severino (2000. Assim sendo. Para sua elaboração. como sugere Hühne (1992. para fazer a crítica de um texto – ainda mais quando se trata de um texto teórico – é necessário que o aluno já disponha de um certo repertório. e as citações ou seja. ao seu final. dir etas e interligadas. deverá apresentar as características de um resumo de qualidade. apenas o resumo das idéi as do au tor e n enhu ma citação ou comentário pessoal do fichador. sem o que essa crítica não passará de mera opinião. ou então pode apresentar o resumo que sintetiza o resumo. qu e e xpre sse a interpretação crítica do aluno sobre o conteúdo do texto.. Nesse caso. por exemplo. ou seja: – ser sucinto. pode ser útil a inclusão no texto das novas idéias que foram surgindo durante a leitura. É importante salien tar que a inclusão de citações no fichamento não significa que este se confunda com um mero exercício de “recorte e colagem” de trechos da obra.3. – apresentar uma seqüência corrente de f rases con cisas. citações mais significativas de trechos do conteúdo. objetiva e econômica. ou não. a decisão de incluir. que deverão estar sempre entre aspas – das expressões ou palavras próprias do fichador.18.2 Ficha de leitura Esse tipo de fich a destina-se ao registro sinté tico do cont eúdo (ou de parte do con t eúdo) das obras lidas.

ne cessitando ser com pre endido e m s ua singularidade . cujas raízes estão no historicism o ale mão. o fato social. não são ade quados à e specificidade das C iências S ociais. o m étodo das C iências Naturais– e rklär en – "busca generalizaçõe s e a descobe rta de re gularidade s" e o das C iê ncias Sociais – ve rsteh e n – "vis a à com pre ensão inte rpretativa das e xpe riências dos indivíduos dentro do conte xto em que foram vive nciadas". Dilthey . ) Exem pl o de fic ha de l ei tu ra 17 18 19 Exemplo de ficha de leitura . A socio logia com pree nsiva. S egundo ele.. entende que os fatos so ciais não são quantificáveis. 19 .. Para D urkheim. suje ito e objeto do conhe cime nto es tão radicalm e nte separados. A arte de p e squisar: como fazer pe squisa qualitativa e m C iê ncias S ociais. inde pende da consciência hum ana e deve s er tom ado com o c oisa. se gundo ele. Via a ciência social com o ne utra e obje tiva.. O s adeptos da abordage m qualitativa e nte ndem que o m ode lo de e studos das C iê ncias N aturais. 199 7. ex te rno ao indivíduo. um de se us repres entantes . que busca de scobrir regularidades ou le is . 16 Esclare cer o debate e ntre a sociolo gia pos itivista e a sociolo gia co mpree nsiva é útil para s ituar a que stão da utilização de mé todos e té cnicas qualitativos nas C iências Sociais. distingue natureza e cultura e de fende proce dim entos m e todo lógicos dis tinto s para se us e studos . po is cada qual tem um sentido próprio. que pre ssupõe um a m etodologia própria. Com te defe ndia a unidade de todas as ciê ncias. (. em que o pes quisador não pode faze r julgam e ntos ne m permitir que se us preconce itos e crenças co ntam inem a pesquisa".. pois. para e le . M.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ M e tod ol ogi a ci e ntífica Pe s quis a q ualitativ a G O LD E NBE RG . Ass im . Rio de Janeiro: Re co rd. bas eado e m proce ssos quantificáve is que se transform am e m le is e explicações ge rais. a pesquis a nas Ciências Sociais "é um a atividade ne utra e o bje tiva.

2.2.A linguagem utilizada obedece a norma culta? .O resumo respeita a ordem das idéias apresentadas pelo autor do texto? .A interpretação crítica (no caso de ter sido solicitada) é pertinente e fundamentada ou justificada? .20.O resumo evidencia uma redação própria do alu no? (ou con sist e apenas na ju staposição de u ma sér ie de f rases recortadas do texto?) .As idéias principais do texto estão contidas no resumo? .4 Avaliação As orientações para avaliação do fichamento referem-se ao primeiro tipo de fichamento mencionado no item 2.A obra fich ada ou re sum ida est á corretamente referenciada? .. ou seja.O resumo é sucinto e objetivo? .O conteúdo do resumo mantém fidelidade ao texto? (ou há deturpação das idéias?) .As normas técnicas de apresentação de trabalhos acadêm ico-científ icos foram observadas? . aquele que é solicitado como exercício acadêmico. As seguintes perguntas poderão orientar o professor na avaliação do resumo: ..

feita por cientistas que. t em o propósito de exercitar a capacidade de compreensão e de crítica do estudante.. prin cipal me nt e. A resenha de obras científicas é. ou seja. A resenha deve levar ao leitor informações objetivas sobre o assunto de que trata a obra. dest acando a cont ribu ição do aut or: abordagem inovadora do tema ou problema. que a resenha possibilita. 21 . em geral. – uma justificativa da apreciação realizada. para as pessoas cuja atividade profissional ou de est udo requer inf ormações sobre a produção científica. Quando realizada como um trabalho acadêm ico. além do conhecimento especializado do tema. 3. a resenha deve conter: – o resumo das idéias principais da obra. têm condições de emitir um juízo crítico. Portanto. de um modo geral. artística ou cultural em seu campo de interesse. – uma apreciação crítica das informações apresentadas e da forma como foram expostas e de sua avaliação..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3 RESENHA CRÍTICA 3. da explosão de conhecimentos característica da sociedade contemporânea.2 Propósitos Mediante a leitura do resumo da obra e de sua avaliação. o profissional ou o estudante pode decidir sobre a conveniência ou não de ler (ou adquirir) a obra. em decorrência. . compreende o resumo e o comen tário de u ma obra científ ica ou literária. novos conhecimentos. A resenha crítica tornou-se importante recurso para os pesquisadores e. novas teorias.1 Conceito A resenha crítica consiste na apresentação sucinta e apreciação crítica do conteúdo de uma obra.

51-57).: O resenhista poderá (ou não) dar um título a sua resenha. em relação ao contexto social. são indispensáveis os seguintes tópicos: . obras publicadas. o título deverá guardar estreita relação com algum atributo ou idéia mais destacada da obra. As diretrizes metodológicas que seguem.seu quadro de referências. etc.? b) quan to ao mérito da obra: qu al a con tr ibui ção dada? As idéi as são originais.)? e) a quem se destina a obra: grande público. .as conclusões do autor. – Credenciais do autor informações gerais do autor: sobre o autor e sua qualificação acadêmica.a crítica do resenhista. . pelo estudante. título. estudantes? Nem sempre é possível ou necessário dar resposta a todas as pergu ntas ou iten s relacionados acima. p. . político. gráficos. análise e interpretação de textos científicos. 3. etc. têm o propósito de organizar. econômico. – Conclusão do autor o autor apresenta (ou do autor: não) conclusões? Caso apresente. se optar por intitular. profissional ou especializada. O roteiro a seguir baseia-se no modelo apresentado por Lakatos e Marconi (1991. (As perguntas seguintes são orientadoras: de que trata a obra? O que diz? Qual sua característica principal? Requer conhecimentos prévios para entendê-la?). edição. pr eciso? A li ngu agem é correta? d) quanto à forma: é lógica. número de páginas.22. bem como da finalidade ou destino da resenha. de modo a cumprir sua finalidade. 245-246): – Referência autor(es). criativas? A abordagem dos conhecimentos . exemplos.. baseadas em Severino (2000. desenhos. . Referência: editora e data de publicação.. especialistas. p. de com pe tên cias de l eit ura. A elaboração de uma resenha crítica requer a aquisição gradativa. objetivo. claro. Obs. descrição breve do conteúdo dos capítulos ou partes da obra. no ent an to. histórico. figuras. – Res umo da obra resumo das idéias Resumo obra: principais. quais são elas? Onde se encontram (no final da obra ou no final dos capítulos)? – Quadro de referências do autor a que Quadro referências do autor: corrente de pensamento o autor se filia? Que teoria ou modelo teórico apóia seu estudo? – Crítica do resenhista (apreciação) (apreciação): a) como se situa o autor da obra em relação é inovadora? c) quanto ao estilo: é conciso. títulos.a referência (aqui pode ser dispensado o item sobre preço da obra).o resumo da obra. cargos exercidos. sistematizar a abordagem de às escolas ou correntes científicas ou filosóficas. Para fins de t rabalh os acadê micos. coere nt e. segundo a percepção do resenhista. preço.3 Procedimentos A resenha crítica deve abranger um conjunto determinado de informações. o que muitas vezes depende da obra resenhada. local. sistematizada? Utiliza recursos explicativos (ilustrações.

procura tomar uma posição a respeito das idéias enunciadas.. tanto como preparo para a elaboração de resenhas. com vistas a obter o melhor proveito de seu estudo. sobre o vocabulário (conceitos. aparecem. 3. ou seja. A análise textual etapa em que o estudante análise textual: textual A análise interpretativ a: o estudan te anális e interpretativa: faz uma leitura atenta. em geral. sucinto e de fácil leitura. do texto para identificar seu plano geral. . o qual. subdividir-se mediante o uso de subtítulos de acordo com aqueles elementos.Folha de rosto: é a folha que apresenta os Folha rosto: elementos essenciais à identificação do trabalho. os aspectos teóricos. obrigatoriamente. Deve ser elaborada segundo o modelo constante do Apêndice B. compondo um texto harmonioso. I sso n ão si gn if ica qu e o t ext o dev a. associação e/ ou comparação com as idéias temáticas afins e com os autores que tenham desenvolvido a mesma ou outra abordagem do tema. os aut ores cit ados. avaliando o texto pela sua coerência interna. . a resenha deve apresentar a seguinte estrutura: . Avalia também sua originalidade. termos fundamentais à compreensão do t exto). A análise crítica o estudante formula um análise crítica: análise crítica A análise temática procura interrogar e análise temática: temática identificar do que fala o texto e qual o tema de que se trata: como o autor problematiza o tema? Que posição assume? Como expõe passo a passo seu pensamento.Texto a referência bibliográfica da obra Te Texto: resenhada deverá ser apresentada no início do texto. quer dizer. juízo crít ico. A redação da resenha obedecerá. explora sua fecundidade e mantém um diálogo com o autor. n um a seqüên cia adequ ada. como de outros trabalhos acadêmicos. Procura estabelecer uma aproximação. bem como a avaliação crítica do resenhista. pela maneira como o autor desenvolve e aprofunda o tema. buscar dados sobre o autor.4 A apresentação da resenha Como trabalho acadêmico. m arcar e esquematizar as idéias relevantes. 23 . a seqü ência dos elementos relacionados no item 3. alcance. porém corrida.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ textos teóricos. no entanto. nas resenhas de boa qualidade.3 acima. os dados sobre a obra. constitui uma etapa do trabalho de elaboração da resenha. seu autor. de um modo geral.. como se pr oce ssa seu raci ocí ni o e argumentação? Qual é a idéia central? Quais as idéias secundárias? As análises textual e temática servem de base para a elaboração do resumo. o resumo do conteúdo. trabalho acadêmico distinto da resenha. validade e con tribui ção à discussão do problema.

As conclusões do autor são comentadas/ discutidas? .ci entíf icos f oram observadas? .As normas técnicas de apresentação de trabalh os acadêmico. devem ser seguidas as orientações comuns aos demais trabalhos acadêmicos.As informações sobre o autor são suficientes para sua identificação? .Referências caso o resenhista tenha se Referências: Referências valido de outras obras para fundamentar a análise da obra resenhada. social) do autor é discutido? .. Sendo a resenha um trabalho acadêmico geralmente pouco extenso e pouco ou nada subdiv idido. dev endo ser organ izado segundo a NBR 6023:2002. Quanto à apresentação gráfica. 3..A linguagem utilizada na resenha respeita a norma culta? .O posici onamen to (te ór ico.A apresentação das idéias prin cipais é sucinta e objetiva? . polí tico. . o su mári o é e lem en to dispensável.a resenha apresenta as idéias principais da obra? .A obra está corretamente referenciada? .A crítica do resenh ist a é pertin ente e fundamentada ou justificada? .5 Avaliação As seguintes perguntas poderão orientar o professor na avaliação da resenha: .Aponta as características mais relevantes da obra? . esse item é obrigatório.24. econômico.

fatos ou situações relacionados a assuntos pertinentes a uma área de estudo. position paper ou posicionamento pessoal é um pequeno texto sobre tema prédeterminado. júri simulado.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 4 P APER ..2 Propósitos No contexto da f ormação acadêmica. O p aper pode ser usado para consolidar conteúdos trabalhados nas unidades de uma disciplina (atividade curricular). o objet iv o do p a pe r é e stim ul ar o aprofu ndame nt o de um de ter min ado assunto. Na elaboração de um paper. ..1 Conceito O paper. artigos especializados ou de informação geral. E m algu ns casos. POSITION PAPER OU POSICIONAMENTO PESSOAL 4. o autor desenvolve análises e argumentações. 25 . pelo au tor. com base na análise de pontos e contrapontos de diferentes autores ou obras estudadas pelos alunos. opiniões de especialistas. Sua elaboração consiste na discussão. exercitando a linguagem científica na elaboração de um texto. com objet ivi dade e clare za. Esse tipo de trabalho também auxilia o desenvolvimento da capaci dade crít ico. a el aboração do posicion am en to pessoal gera ou tr as produções acadêmicas. de resultados de estudos ou pesquisas cient íficas. pois requer que este expresse sua interpretação e compreensão do assunto apresentado. o professor pode solicitar ao aluno a elaboração de um posicionamento pessoal com o for ma de av aliar a aprendizagem individual. também. Além disso. estudos de caso ou participação em palestras. como os artigos científicos. 4.an alít ica e da criatividade do aluno. podendo considerar. promover o debate em torno de um assunto. dentre outros tipos de publicações. pode ser articulado a outras estratégias de ensino utilizadas na disciplina: após a realização de seminários.

como todo t rabalh o acadêmico.As críticas e os argumentos apresentados são fundamentados ou justificados de modo consistente? . ao final do texto. o pa per deve apresentar em sua estrutura. 4.4 Avaliação Para avaliar um trabalho do tipo paper podese buscar respostas para questões como: .26. desenvolvimento e conclusão. a análise do assunto e as conclusões do seu autor. b) destaque dos pontos mais r elev ant es. entretanto.As conclusões são apresentadas de forma clara e objetiva? .Há lógica na organização geral do texto? . Os aspectos a serem considerados quanto ao conteúdo abrangem: . segue os padrões descr itos no t ópico 5 da Part e II dest e docu men to r ef eren te às norm as de apresent ação de trabalhos cient íficos e acadêmicos. f il mes. registros ou anotações de palestras. c) discu ssão dos pon tos r elev ant es. exemplos ilustrativos e mencionando idéias comuns ou contrárias de outros autores. sistematizando-se determinadas etapas. lev an tan do argum en tos..A linguagem utilizada obedece a norma culta? . Como todo trabalho acadêmico. .As normas técnicas de apresentação de t rabalh os acadêmi co..O assunto/tema em discussão é analisado com profundidade? . Isso significa que o texto é redigido sem divisões em subtítulos. 4. as etapas de introdução. A apresentação gráfica do paper. o encadeamento entre as idéias iniciais.. deixando-se claro. et c.cien tí fi cos são respeitadas? .3 Procedimentos Para a elaboração do p ap er é pr eciso considerar critérios relacionados ao conteúdo e à forma. artigos. As referências utilizadas no trabalho devem ser apresentadas separadamente.Leitura: exploração e leitura de materiais relacionados ao tema. a part ir dos qu ais será desenvolvido o paper.A análise das idéias é coerente/consistente? . re met en do aos propósitos expressos na apresentação. d) sí nt ese con cl usi va. tais como: textos. de forma articulada. Além disso.Planejamento do pa per: compreende a elaboração de um roteiro ou esquema com as prin cipai s i déias ref ere nt es a: a) apresentação do assunto e propósitos do p ap er .as principais idéias dos autores que serviram de base para o paper (quando for o caso) são apresentadas no texto? . pode (ou mesmo deve) conter citações diretas e/ou indiretas que sustentem os argumentos do autor em relação ao tema em discussão.

difere de trabalhos científicos. buscando a r esolu ção satisfatória ou a explicação à controvérsia gerada. os procedi me nt os de u ma pesqui sa. 88): . Além desses objetivos. a metodologia empregada por seu autor e os resultados obtidos. ou repitam a experiência – confirmando ou não seus resultados –. como monografias. processos e resultados de pesquisa cien tí fi ca (bi bl iográfi ca.resgatar ou refutar resultados controversos ou que caracterizaram erros em processos de pesqu isa. O artigo científico. 5. o aluno inicia uma aproximação aos conceitos e à l ingu agem cien tífica qu e necessitará desenvolver no momento da elaboração do trabalho de conclu são de curso.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 5 ARTIGO CIENTÍFICO 5. dissertações ou teses.1 Conceito O artigo científico consiste em um texto que apresenta.los ou pormenorizar aspectos. experimental ou de campo).2 Propósitos De um modo geral. . idéias. de acordo com Marconi e Lakatos (2001. Entretanto. possibilita ao leitor avaliar a pesquisa realizada. a partir de novos enfoques ou perspectivas. ao apresentar de forma completa. embora sucinta..discutir aspectos de assuntos ainda pouco estudados ou não estudados (inovadores).aprofundar discussões sobre assuntos já estudados e que pressupõem o alcance de novos resultados. o artigo é produzido para divulgar resultados de pesquisas científicas. Por sua reduzida dimensão e conteúdo. o artigo científico tende a ser usado como estratégia de en sin o para o desenv olvi men to da capacidade de síntese das experiências de pesquisa realizadas pelo aluno. . o artigo científico pode abordar conceitos. docu men tal. Isso permite que outros pesquisadores.. 27 . p. métodos e técnicas. Sua publicação em periódicos especializados é uma forma de divulgação do conhecimento produzido no meio científico e acadêmico. . ou nela se baseiem. .estudar temáticas clássicas sob enfoques contemporâneos. ampliando as discussões e o conhecimento sobre o assunto e inspirando novas pesquisas.aprofundar ou dar continuidade à análise dos resultados de pesquisas. discute e divulga idéias. os propósitos. Ao produzir o artigo. esse tipo de trabalho também pode ser elaborado com os seguintes propósitos. teorias ou mesmo hi pót eses de form a a di scut i. . No contexto da formação acadêmica.

3 Procedimentos quanto à elaboração Em termos de procedimentos para a escrita de um artigo científico. relacionando-os aos objetivos propostos na introdução. independente de ter propósitos distintos.102). técn icas e equi pam ent os uti lizados). De acordo com Leal (2001. iniciando com a apresentação geral do assunto e dos propósitos do artigo. é preciso que o autor: . por fim. p. fazer comparações. explicando e avaliando os resultados. O texto contém a exposição e a explicação das idéias e do mat erial pesqui sado e pode ser subdividido da seguinte forma: referenciais teóricos da pesqu isa (apresen tação de con cei tos si st emat izados com base na lit eratu ra). se for o caso. . discussão e análise (confronto entre os resultados obtidos na pesquisa e o conteúdo abordado nos referenciais teóricos). são apresentados os dados do estudo. 5.2). teorias. a análise e a crítica de conteúdos teóricos e de idéias de diferentes autores. uma síntese da metodologia utilizada na pesquisa. No tópico das considerações finais. dest acam. é necessário observar os propósitos do trabalho a ser elaborado (vide item 5. desenvolvimento e conclusão. porém de forma breve e sintética. formular críticas sobre um determinado tema à luz de pressupostos t eór icos ou de evidências empíricas já sistematizadas. para sistematizar a comunicação a ser feita. comparando-se com outros estudos já realizados. que se constitui como dedução lógica do estudo. podendose utilizar tabelas e ilustrações). aspe ct os me todológicos (caracterização da pesquisa e da população.sistematize um roteiro básico das idéias. mater iais. e descrição dos métodos. fatos ou outros estudos. de fichamentos. .reún a as inf ormações e conhecimentos necessários por meio de leituras (textos e documentos). Por out ro l ado. Já no caso do artigo constituir-se como uma produção ou comunicação escrita sobre idéias. deve ser estruturado da forma a seguir descrita.se os seu s re sul tados. em primeiro lugar. Todavia.28.. Quando o artigo se refere à comunicação de resultados de pesquisa. destacando os aspectos a serem enfatizados no trabalho. ainda. No desenvolvimento (corpo do artigo). contribuindo para que o aluno aprenda a sintetizar conceitos. registros de observações ou evidências factuais. A elaboração de artigos estimula.. o artigo científico deve apresentar a estrutura básica que caracteriza todos os tipos de trabalhos científicos ou acadêmicos: introdução. conceitos. evitando que o autor se perca durante a elaboração. seguidos da indicação das partes principais do tema e suas subdivisões e. resul tados (apre se ntação e avaliação dos dados encontrados. a justificativa do trabalho e suas limitações. A introdução apresenta o assunto do artigo – tema da pesquisa – e seus objetivos. Podem ser incluídas sugestões ou recomendações para outras pesquisas. a elaboração deste plano é útil.

. Também é preciso evitar explicações repetitiv as ou supérfluas. A estrutu ra de artigos cien tíficos compreende elementos pré-textuais. o e xce sso de subdivisões. 29 . caso isso não aconteça. et c. É pre ci so ev it ar. as expectativas em relação a ele. subdivisões e títulos do artigo não garantem a sua consistência ou i mportância.no desenvolvimento do artigo. motivando para a leitura.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ também auxilia como recurso pedagógico para reflexão e organização lógica das idéias a serem abordadas. destacando sua importância teórica ou prática. Vale ressaltar que as divisões.103). 2001.). . cujos títulos devem ser curtos e adequados aos aspectos mais relevantes do conteúdo.106).. Ao f in al da int rodu ção dev e apresentar. Pode. convém observar também os critérios e modelos estabelecidos por seus organizadores e/ou editores. precisão. coerência e estrita observân cia das regras da norm a cu lta. é conveniente que o autor contextualize o tema.ao apresentar o artigo – na introdução –. correse o risco de comprometer a aprovação do artigo. É n ecessário qu e as referidas partes e respectivas idéias estejam articuladas de forma lógica. mencionar eventuais implicações ou efeitos a partir do conteúdo apresentado. 5. deve o autor dividir o tema em discussão. pois. ao conteúdo desenvolvido. ao mesmo tempo em que se deve cuidar para que o texto não seja compacto em demasia. Caso se trate de artigo a ser apresentado em eventos (congressos. ainda. . conferindo “ao con ju nt o a in di spensáv el u nidade e homogeneidade. A definição do título do artigo deve corresponder. a forma como o artigo está organizado. também.na conclusão. expressões coloquiais e que contenham juízos de valor ou adjetiv os desn ecessários. relacionando-as com os objetivos previamente estabelecidos. textuais e pós-textuais. 2001.. . Devem ser evitadas as gírias. além de descre ver os objet ivos e os fundamentos que orientam o trabalho.” (LEAL. o que pode prejudicar a sua compreensão. para uma maior clareza e compreensão por parte do leitor. p. sugerindo a continuidade das discussões a respeito. bem como os limites do artigo quanto à extensão e à profundidade (LEAL. O artigo científ ico deve ser redigido com objetividade. o autor apresenta uma síntese das principais idéias trabalhadas no corpo do artigo. se min ários. porém . de forma adequada.4 Procedimentos quanto à forma de apresentação A apresentação do artigo científico para publicação científica impressa deve seguir as orientações da NBR 6022:2003. p.

após os elementos pós-textuais. o currículo.Nota(s) explicativa(s) (elemento opcional): caso existam. 5. já detalhados na seção 5.4.. 5.Palavras-chave na língua do texto. podem ser dispostos em rodapé indicado por asterisco na página de abertura (vide modelo do Apêndice E).4.2 Elementos textuais Os el ement os textu ais compreendem a introdução. .. diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos.Nome do(s) autor(es) acompanhado(s) por breve currículo qualificando-o(s) na área de conhecimento do artigo. então. . .Resumo em língua estrangeira (obrigatório): consiste na versão do resumo na língua do t ext o para idi om a de di vu lgação internacional (vide seção 2 da Parte II deste documento).4.Título e subtítulo (se houver) em língua estrangeira. são apresentadas em relação única e consecutiva e numeradas com algarismos arábicos. Segundo a NBR 6022:2003.3.Palavras-chave em língua estran geira (obri gatório): consist e n a versão das palavras-chave na língua do texto para a m esma lín gu a do re sum o em lí ngua estrangeira (vide seção 2 da Parte II deste documento). . .30. .Referências (obrigatório): elaboradas de acordo com a NBR 6023:2002 (vide seção 3 da Parte II deste documento). ou. . diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos e na língua do texto.Resumo na língua do texto. cuja apresentação também deve observar a NBR 6028:2003 (seção 2 da Parte II deste documento). 5. elaborado de acordo com a NBR 6028:2003 (seção 2 da Parte II deste documento). precedendo o resumo em língua estrangeira.3 Elementos pós-textuais . o desenvolvimento e a conclusão.1 Elementos pré-textuais . assim como os endereços postal e eletrônico. .Glossário (opcional): deve ser organizado em ordem alfabética. onde também são colocados os agradecimentos do(s) autor(es) (caso sejam necessários) e a data de entrega dos originais. .Título e subtítulo (se houver) figuram na página de abertura do artigo.

podem ser descritos vários critérios (AMR1 .4 da Parte II deste documento). 2000). Observação: na Parte II deste documento. 1999.clareza na especificação das unidades de análise (como por exemplo: indivídu o. justificativa e importância do artigo. precedi dos por numeração progressiva. organização. FEITOSA. 5. SEVERINO. . decorrentes dos objetivos propostos pelo professor. conforme a NBR 6024:2003 (vide seção 5. 2001. seguidas de trav essão e respectiv o t ítu lo (Ex. seguidas de travessão e respectivo título (Ex.4.4 Indicativo dos tópicos (seções) do artigo científico Os títulos das partes ou seções que dividem o texto de um artigo cient ífico devem ser alin hados à esqu erda. Para a avaliação de artigos científicos. as suposições devem ser claras e justificadas. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas. sociedade).referencial teórico claramente identificado.apresentação de suposições (hipóteses) su ste nt adas em t eori as e cr enças consideradas verdadeiras a part ir do paradi gm a do qual se ori gi nam. .ausência de dispersão ou de redundância das informações/conteúdos. equações e f órmulas.5 Avaliação O artigo científico pode ser avaliado segundo inúmeros critérios.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ .. ilustrações e tabelas (seção 5). complementar ao seu trabalho. muito embora nada impeça que o professor os solicite em etapas anteriores.ausên cia de salt os de raci ocí nio na 1 American Management Review (periódico americano que apresenta diretrizes básicas para revisão de artigo s científicos). . siglas. adequando-o às possibilidades e recursos já desenvolvidos por seus alunos. . coerente e adequado aos propósitos do artigo.Estrutura organizacional da Empresa Alfa).identificação dos limites do artigo (definição do foco do artigo e dos aspectos que não serão abordados).Questionário).coerên cia en tre as in formações e no encadeamento do raciocínio lógico. comprova ou ilustra seu con teúdo.Apêndice(s) (opcional): texto ou documento elaborado pelo autor. são identificados por let ras maiúsculas consecut ivas. tais como: a) Quanto ao conteúdo: . . . o lei tor encon trará ori ent açõe s sobre elaboração/emprego de citações (seção 1). .clareza na apresentação dos objetivos. que complementa. 5. . .: APÊNDICE A . os artigos científicos são elaborados por alunos que se encontram em fase final do curso de graduação.Anexo(s) (opcional): texto ou documento não elaborado pelo autor do trabalho.. 31 . então. Normalmente. .: ANEXO B .demonstração de conhecimento suficiente sobre o assunto.

-\ ar ticu lação e nt re su gestõe s ou r ecomen dações e as di scu ssões apresentadas no texto. . . ou de um conceito para outro.post u ra ét ica n o tr at o do t em a e desenvolvimento da análise (imparcialidade e equilíbrio).linguagem acessível. .uso/seleção de literatura pertinente à análise.uso adequado de exemplos complementares para clarificar o significado do texto.demonstração de argumentos ou provas suficientes para apoiar as conclusões.ori gin ali dade e i novação do assun to abordado.32.atendimento aos objetivos propostos. precisão e coerência na escrita do texto. .elaboração de análise e síntese diante de concei tos teór icos sem elh an te s e/ ou divergentes.coerência e padronização dos termos técnicos. passagem de um parágrafo para outro. .adequação do título ao conteúdo.observância das regras da norma culta.observância das normas de apresentação de um artigo..objetividade. .uso fiel das fontes mencionadas no artigo. .. .elementos de transição entre parágrafos adequ ados ao sentido e à lógica dos conteúdos. do t ext o . . b) Quanto à forma: .afirmativas unívocas. . .u so corret o de ci tações devidam ente referenciadas. un idade e art icu lação (encadeamento lógico). sem duplo sentido. . .resumo claro e informativo. . com a corr eta r elação com os f atos analisados. . . .

uma narração.. – as quais. o qual. al go qu e f oi realizado).1808) encontram-se as seguintes: 1 Exposição. talvez por ser con siderado um t rabalho “ pequen o” ou “rápido”. acompanhado dos argume nto s que militam a favor ou contra a sua adoção. então. s obre a s eqüê ncia d e um acontecimento qualquer. após terem sido desenvolvidas. Vale sali en tar o det alham ent o com o u ma característica do relatório. Embora seja utilizado com fr eqü ência. O relat ório de que se trata aqu i é uma modalidade de trabalho escrito que não se confunde com o relatório de pesquisa – esse destinado exclusivamente à comunicação dos resultados de uma pesquisa científica –. Em Michaelis (1998. embora seja um dos principais trabalhos acadêmico-científicos comumente realizados n a un iversidade. de uma prática ou de um conjunto de práticas. fatos ou objetos [. 6.. até mesmo de um objeto. exper imen tos ou testes de laboratório. etc.. aplicação de uma determinada técnica. em pelo menos uma das definições... com vistas a um conjunto bastante v ariado de propósitos pedagógicos. p. . 33 . realização de uma intervenção ou procedimento especializado.. pois os termos minuciosa e circunstanciada são usados para qualificar a descrição. em diversas disciplinas. viagens de estudo. observação de eventos.] Relatório é. relação. 4 Parece r ou exposição de um voto ou apreciação. ou mesmo por não serem muito difundidas orientações para sua elaboração.1 Conceito A compreensão do que é um relatório pode começar pelo exame das definições que os léxicos of erecem . na sua organização ou apresentação.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 6 RELATÓRIO Incluiu -se o rel atório en tre os t ipos de trabalhos acadêmico-científicos por ser uma modalidade de trabalho escrito solicitada com alguma regularidade ao aluno de graduação. seja no seu conteúdo.] 6 Qualquer exposição pormenorizada de circunstâncias. ordinariamente por e scrito . n ão é abordado n este documento. 2 De scrição minuciosa e circunstanciada dos fatos ocorridos na gerência de administração pública ou de sociedade. descrição ou exposição de um evento qualquer (algo que ocorreu e foi obse rvado. esse t ipo de tr abal ho acadêmico por vezes tem sua elaboração negligenciada. são complementadas ou concluídas pelo relato de sua realização. 3 Exposição por escrito sobre as circunstâncias em que está re digido um docume nto ou proje to. de menor importância. geralmente relacionados a atividades práticas – visitas. [.

6. relatórios s emi-informais de alguma relatórios semi-informa is extensão (5 a 15 páginas ou pouco mais). 2000). etc. em diferentes situações. viagens.3 Tipos de relatórios Flôres. como. porqu e o fazemos e com que resultados”. Considerando o largo uso de relatórios nos diversos campos de atividades profissionais. é preciso também sermos capazes de fazer com que outras pessoas entendam o que estamos f azendo. pois como profissional certamente será solicitado a fazê-lo. elaborada segundo os propósitos deste documento. vistorias. Dessa forma. sobre áreas promissoras do mercado e tecnologias emergentes. tem forma de apresentação rigorosa. na elaboração de um relatório. inspeções. SEVERINO.. é importante que o acadêmico aprenda. avaliações. têm poucas páginas (às vezes uma única) e uma apresentação breve. Olímpio e Cancelier (1992. tais como.20) aconselha: “ Não bast a term os u ma boa idéia ou executarmos um bom trabalho. p. por exemplo. informar sobre o andamento de um projeto. O relatório é.. por conseguinte.34. (MARCONI. qualquer que seja seu tipo. durante a sua formação. Inicialmente.. observações de campo. . podem apre sent ar difer ent es n ívei s de formalidade. tratam de assunto de certa complexidade e apresentam conclusões ou recomendações fundamentadas em dados.2 Propósitos Rel at ór ios podem te r os m ais di versos propósitos: descrever ampla variedade de atividades realizadas. expor conhecimentos aprofu ndados sobre uma determinada instituição. verificações. LAKATOS. 6. mercados. produtos ou tecnologias. Barrass (1986. o relatório de uma Secretaria de Estado – até o relatório informal que trata informal. p. auditorias. etc. Quanto à estrutura (partes componentes). medições.168193) apresent am uma ú til t ipologia de relatório. O obje tivo é comunicar ao leitor a experiência acumulada pelo autor (ou pelo grupo) na realização do trabalho e os resultados obtidos. trata de assunto complexo e se destina a grandes audiências. of erecer informações e análises sobre empresas. ou ainda descrever atividades realizadas em laboratório. desde o relatório formal – formal aquele que segue todas as normas de um trabalho técnico. de uma obr a ou sobre as ativ idade s de u ma administração. a elaborá-los. as autoras classificam os relatórios quanto à estrutura e à função. de um único assunto. A esse respeito. procedimentos técnicos. cuja síntese. 1999. visitas. que já requerem uma apresentação técnica. um documento através do qual um profissional ou acadêmico faz o relato de sua própria atividade ou do gr upo ao qu al perte nce. apresenta-se a seguir. a preocupação maior deve estar voltada para a eficiência da comunicação. entre esses dois extremos estariam os emi-informais. em campo.

35 .relatório informativo de posição ou de ou de relatório informativo de ou status: status descreve ocorrências ou fatos relativos a um determinado momento. A seguir apresentam-se dois roteiros possíveis para o corpo do relatório com a ressalva relatório. . demarcado. ou em data previamente estabelecida (ex. portant o. A elaboração de um relatório se inicia por uma reflexão sobre sua finalidade. etc..relatório informativo narrativo faz o relatório relatório informativo narrativo: registro de ocorrências ou eventos.4 Procedimentos A estrutura e a organização de um relatório serão variáveis assim como são variáveis os tipos de relatórios. 6. . . Os relatórios analíticos são aqueles cujo analíticos propósito consiste em an alisar f atos ou inf orm açõe s e apresent ar conclusões e recomendações como dedução da análise realizada.para quem deve ser relatado? Esta pergunta pode ajudar a decidir quanto ao tipo de relatório (formal.. seja qual for o tipo de relatório. os relatórios podem ser informativos e analíticos. anual) ou abranger um período de tempo maior.por que deve ser relatado? Esta pergunta au xil ia a de ci dir se o re latóri o ser á informativo ou analítico e a esclarecer aspect os rel at iv os à abordagem e t ratame nt o das i nf orm ações e/ ou con clusões e recomendações a serem apresentadas.: relatório sobre a situação dos estoques de uma empresa). estilo da redação. se for o caso.relatório informativo de progresso trata informativo de progresso: progresso do andamento de uma atividade ou ação. de que a estrutura dos relatórios formais (e. . em decorrência de seus objetivos e destinação. são pouco extensos e. semestral.o que deve ser relatado? Da resposta a esta pergun ta resu lt a u m rot eiro ou esquema do conteúdo do relatório. da Parte II deste documento.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Quanto à função. 1º Roteiro A – Elementos pré-textuais (conforme tópico 4 da Parte II) . para isso são úteis três perguntas: . nessa modalidade encontram-se os relatórios de v iagem. inf ormais ou semi -in form ais. as normas contidas no t ópico 5 . de v isit a e os relat órios administrativos. por exemplo.Aprese nta çã o g ráfica d e trabalhos acadêmico-científicos. Os relatórios informativ os transmitem relatórios informativos in f or mações sem an al isá-l as ou f azer recomen dações. Subdividem-se em: . pelo início e término de uma determinada ação ou projeto. informal ou semi-informal). pode ser periódico (mensal. nível de complexidade e aprofundamento do conteúdo.. dos semi-informais) obedecerá às orientações constantes do t ópico 4 Estrutura de trabalhos acadêmico-científicos e sua apresentação gráfica obedecerá.

.o quê: identifica a atividade realizada. Nota-se que. criar o modelo de relatóri o que mel hor con tem ple as necessidades de formação do seu aluno. B – Elementos textuais: 1 Dados de identificação . .. 2 Finalidade da atividade 3 Descrição da atividade 4 Conclusões/recomendações 5 Assinatura do(s) autor(es) C – Elementos pós-textuais Referências (caso existam) Apêndices / Anexos Qu an do se t rat ar de u m rel at ório de experiências realizadas em laborat órios. qu e pode se r caracterizado como um relatório do tipo informal ou semi -inf orm al. pela correção da linguagem. basta a folha de rosto. o estilo simples. deve conter um sumário. com maior número de páginas. detalhes desnecessários. preciso e objetivo. além da folha de rosto. conforme a extensão do relatório. . sendo o sumário dispensável.36. pela ausência de períodos longos. aparel hos ou si stem as.quando e onde: identificam o local e a data em que a atividade relatada foi realizada. marcado pelo uso de termos técnicos adequados. a partir dessas idéias. 2° Roteiro 1 Dados de identificação 2 Descrição do problema 3 Aparelhagem ou equipamento 4 Procedimento(s) 5 Resultado dos testes 6 Análise dos resultados 7 Conclusões Referências Apêndices / Anexos É importante lembrar que o roteiro do relatório deve ser adaptado às necessidades da disciplina ou aos propósitos da atividade realizada. construção/teste ou verificação de máquinas. os elementos prétextuais poderão ser limitados ao mínimo indispensável: se o relatório tiver 2 ou 3 páginas. sugere-se a estrutura a seguir. adjetivação excessiva. A melhor maneira de relatar a seqüência de desenvolvimento de uma atividade é cuidar para que a exposição seja clara. Os roteiros aqui apresentados acima são sugestões para que o professor possa.

5 Avaliação Para assegurar que nada tenha sido esquecido na versão final do relatório. são apresentadas de maneira uniforme.) são aplicadas de forma metódica e homogênea? . 37 .O leitor encontra nele todas as informações e referências de que precisa para assegurarse da boa condução da testagem ou da atividade realizada? .As t abel as e f iguras. que tanto pode ser usada pelo acadêmico para verificar se seu trabalho está bem feito.É escrito em um estilo simples e preciso? ... com seus títulos e legendas? . como pode ser um roteiro adequado para que este avalie os relatórios elaborados por seus alunos. notas e referências. Laville e Dionne (1999) sugerem a seguinte verificação.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 6. antes de entregá-lo ao professor. etc.O relatório se limita ao essencial. se hou ver. e seu sumário reflete isso? .O título do relatório diz explicitamente do que ele trata? .As regras de apresentação (citações.O plano do relatório permite conduzir o leitor por meio de uma demonstração eficaz. afastando o supérfluo ou não-pertinente? . .

.. .38.

portanto. as perspect ivas futu ras que o autor tem planejado quanto ao seu percurso profissional – um plano de trabalho –. marca de todo trabalho acadêmico. em um relato circu nstanciado. bem como realizações pessoais dignas de permanecerem na memória da sociedade ou da instituição a que pertence. complemen tar mente. ou se habilitar a promoções na empresa ou instituição a cujos quadros pertençam. o relato destaca os trabalhos de pesquisa. É elaborado com base numa percepção qualitativa e significativ a do caminh o percorrido que caracteriza a história do autor. pelo desejo de oferecer ori ent ações sobr e sua elaboração aos acadêmicos. de caráter avaliativo – autoavaliativo – um pouco confessional. o que não significa dizer que de sua elaboração esteja ausente a necessária dose de objetividade. os quais. ensino e extensão realizados – bem como de sua vida profissional como um todo e das perspectivas que percebe ou planeja para a continuidade de seu trabalho no futuro. con figurando um a narrativa histórica e reflexiva sobre a trajetória acadêmico-profissional do autor. o memorial tem o propósito de fornecer informações para o julgamento qualitativo do candidato. os resu ltados qu e espera alcançar. Parte de uma reflexão introspectiva. m inu cioso e analí tico das at iv idades profissionais desenvolvidas pelo autor – no caso daqu eles qu e se dedicam à v ida acadêmica. 7..1 Conceito Para Severino (2000). elaborar e apresentar o registro analítico de sua formação e trajetória profissional. podendo esboçar. ou ai nda para f in s de concorr er a u ma premiação.2 Propósitos Quando elaborado para fins de concurso de ingresso ou de promoção na carreira. como também para o ingresso ou para o exame de qualificação de cursos de pósgraduação – notadamente os de doutorado – de muitas universidades. pode ser definido como um texto que relata eventos notáveis da trajetória do autor.. e constitui um relato crítico. 39 . precisarão. Nesse sentido. A decisão das Autoras deste documento de apresentar o memorial entre os tipos de trabalhos acadêmico-científicos foi motivada. ret ratando a subjetividade. ainda. as motivações e as escolhas que o lev aram a construir um a det ermin ada história profissional. Consiste. para concorrer a postos no mercado de trabalho. conforme as circunstâncias. uma vez formados. Apresenta. O memorial compreende a explicitação da intencionalidade do autor. principalment e.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 7 MEMORIAL 7. o memorial é uma autobiografia em que se articulam os dados do curric ulum vita e. O memorial tem sido uma exigência em determinados concursos para o magistério superior de diversas instituições universitárias. . portanto.

de forma a evidenciar sua articulação com a história pré-relatada.formação. estruturando dessa forma o memorial. aperfeiçoamento e atualização: cursos.dev e-se adot ar a forma de u m relato cronológico. resultados de pesquisas. analítico e crítico. além de servir a tais finalidades.finaliza-se o memorial com a indicação dos rumos que o autor pretende assumir.deve-se sintetizar a narrativa dos eventos menos marcantes e dar ênfase aos mais significativos a critério do autor e à luz das finalidades do próprio memorial.re com enda. em quais condições for am obt idos os tí tu los da form ação acadêm ica. . É com vistas a atender a esse duplo propósito que as orientações a seguir foram elaboradas. É relevante na elaboração do memorial deixar claro. coordenação e/ou assessoramento. municipal ou privado. analítico e autocrítico. exe rcício de f un ções de direção. ou para destacar os aspectos ou fatos mais significativos. No entanto. técnica ou artística.. tanto em sua formação como em sua profissão. . dissertações..se qu e o me mori al se ja elaborado na primeira pessoa do singular. científ icos ou t ecn ológicos no âmbito federal. t eses e pesqui sas de in iciação ci ent íf ica.40. seminários e outros eventos. estadual. particularmente quando este se destina a finalidades acadêmicas. .3 Procedimentos Para a elaboração do memorial é preciso considerar as seguintes sugestões: . . A característica crítica do memorial conduz seu autor à avaliação dos resultados obtidos . o que permite ao autor enfatizar o mérito de suas realizações. caracterizando a história particular do autor. comitês executivos. o memorial pode con stitu ir uma v aliosa pr odu ção acadê mica como t rabalh o conclusivo de curso. 7. participação em congressos. . participação em ban cas e xamin adoras. Embora o memorial seja caracterizado como um relato reflexivo e avaliativo de um caminho percorrido pelo autor. as circunstân cias t eóricas e sociais que predominaram no momento da execução do projeto de dissertação ou tese. artísticocul tu rais e de pre stação de serv iços especializados: produção científica. é indispensável que esse relato contenha informações referentes a: . pelo seu caráter reflexivo. -ensino: desempenho didático. orientação de monografias. cursos e atividades de extensão. estágios de aperf eiçoamen to.atividades técnico-cient íficas.atividades de administração: participação em órgãos colegiados.utilizam-se subdivisões com tópicos/títulos par a marcar as et apas da t rajet ória percorrida. prest ação de consultoria especializada. especialização e atualização. simpósios. . situando os fatos e acontecimentos no contexto sóciocultural mais amplo.

um a im pressão cu idadosa.34): Alguns memoriais vão muito além da simples apresentação das habilitações pessoais e profissionais do candidato. No entanto.O conjunto das informações sobre o autor e sua apreciação crítica oferecem elementos suf icientes para a apreciação de sua trajetória? . como observa França (1999. nota-se ainda uma certa confusão entre memorial e curriculum vitae. como também auxiliar o próprio autor do memorial na avaliação do seu relato. cont extu alizando-a e m relação a aspectos teóricos. apresentado de forma crítica..4 Avaliação A seguir relaciona-se uma série de perguntas que poderão orientar o professor na avaliação do memorial (caso este tenha sido solicitado aos alunos como trabalho acadêmico). políticos.O autor descreve sua trajetória de modo aprofu ndado. Por fim. . O autor precisa estar atento para retratar. Enquanto este consiste em um conjunto de informações sobre as habilitações do autor.. principalmente. o qu e requer. a parti r da qu al elabora u m rel ato contextualizado. deve-se cuidar que o memorial tenha uma apresentação esmerada. o memorial pode se destacar. Além dos aspectos referentes ao conteúdo que já foram apontados. A boa organização de um mem ori al é essencial para o julgamento das atividades do autor. apresentado de f orma seqü encial e sem comentários. etc. convém salientar que. (SEVERINO. com textos tão ricamente elaborados que os trans formam em verdadeiras o bras literárias. abrangendo sua formação e atuação profissional. 2000. com maior segurança possível. apesar de sua crescente utilização. que deve se destacar por uma auto-avaliação equilibrada.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ em sua trajetória profissional e acadêmica. o memorial é um relato da trajetória de uma pessoa. nossa história de vida é nossa melhor referência. que reflita as condições e situações em que se desenrolou sua história profissional. Por outro lado. com fidelidade e tranqüilidade. econômicos e/ou sociais? .O relato destaca os aspectos mais relevantes da t rajet ór ia do aut or? A r elev ân ci a atribuída a esses aspectos é justificada/ fundamentada? ..176). p. um projeto gráfico de bom gost o. encadernação sóbria. quant o aos seus aspectos físicos. lembrando que tanto a falsa modéstia como o excessivo elogio comprometem a qualidade do memorial. atraente. o autor precisa se mant er at en to par a o t om do rel ato. A avaliação deve ser feita em cada etapa do relato. atribuindo diferentes pesos aos distintos eventos do passado.O t exto evidencia o equilíbrio entre o adequado destaque aos êxitos obtidos e a menção aos eventuais insucessos? .). p. expressando as contribuições e perdas de cada momento. pois ele é a justificativa documental do seu desempenho profissional e acadêmico. a trajetória real que foi seguida (. 7. pelo esmero na redação do texto.. 41 . Relatada com autenticidade e criticamente assumida.

. .A narrativa é feita na primeira pessoa do singular? . relacionando-as com a trajetória pregressa? .Apresenta adequadamente as perspectivas futuras para sua atuação.A redação do texto é precisa e coerente? .O con teú do ev idencia um a ref lexão criteriosa realizada pelo autor sobre sua trajetória? .A organização do texto obedece tanto a seqüência cronológica dos eventos como o e ncade am en to lógico de fatos e argumentos? .As normas técnicas de apresentação de trabalhos acadêm ico-científ icos foram observadas? ..A linguagem utilizada respeita a norma culta? .42.Os elementos de transição entre parágrafos são adequados ao sentido e à lógica do conteúdo? .

43 ...UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Parte 2 Orientações e normas para apresentação de trabalhos acadêmico-científicos .

.. .44.

p. deve ser seguido em todo o trabalho. t radução de palavras estrangeiras.. as citações tanto podem ser usadas com o objetivo de reforçar argum entos com o para expor posições cont rárias àqu el as qu e est ão sendo defendidas.se a correlação com a lista de referências (sistema autor-data) ou notas de rodapé (sistema numérico). o trabalho apresentado. estão sendo expostas. nos quais é permitida uma apresentação mais livre. . Quanto à quantidade de citações a serem usadas em um trabalho. é da própria natureza da pesquisa situar-se em relação a outras. ne las encontrando ilustrações. observa que a citação não pode ser uma “manifestação de preguiça” de quem está elaborando uma dissertação ou uma tese. Usam-se citações quando se transcrevem trechos de alguma obr a ou se util izam informações já publicadas.” (LAVILLE. Assim. Apresentação. 1999.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1 CITAÇÕES São as descrições ou menções (conteúdos ou informações) contidas em um texto extraídas de um a ou tra fonte. DIONNE.1 Regras gerais para citação As informações sobre a obra mencionada podem aparecer no corpo do texto ou em nota de rodapé (sistema numérico). fazendo. etc. São utilizadas para sustentar. Em todo o caso. tais como: esclarecimentos pontuais do t exto.] se se deve citar com profusão ou com parcimônia. com o propósito de esclarecer ou complementar as idéias que 1. su a elaboração deve seguir as orientações da norma NBR 10520:2002 – Informação e Documentação. teórica e empiricamente. p. exemplos e modelos. que deixa para os outros a apresentação de idéias ou de informações. diferentemente de textos literários. 259). nelas buscando apoio para seus pontos de vista. As citações podem ser diretas. da ABNT. mesmo Umberto Eco (1988.. Importante! Qualquer que seja o sistema adotado. in diret as ou citação de cit ação. Para ident ificação de f on te da citação apresenta-se o nome do autor. “De fato. 45 . significado de expressões típicas. deixan do para o rodapé out ras informações.. Citações em Documentos. Depende do tipo de tese”.. Recomendase o uso no corpo do texto (sistema autordat a). Em trabalhos técnico-científicos exige-se rigor na apli cação das praxes de cit ação. Pode-se afirmar que todo trabalho acadêmico ou t écnico de caráter cient ífico sem pre apresenta citações. seguido pela data de publicação da obra e número da página.121) considera difícil determinar “[. inspirandose nelas.

p.” (ECO. são inseridas no texto..46..1 Citação direta.10): “quanto mais se restringe o campo.2 Tipos de citação 1. a entrada – no caso. As citações diretas longas (aquelas com mais de três linhas) devem constituir um parágrafo independente. fonte e espaçamento interlinear menores. no segundo exemplo.10). ou Ao escolher e delimitar o tema de pesquisa o mestrando deve atentar para o que diz Eco (1988.2. sem emprego de aspas. o nome do autor – deve ser grafado com letras maiúsculas. Vale ressaltar. melhor e com mais segurança se trabalha. sendo grafado com maiúscula e minúsculas (NBR 10520:2002). também. 1: de acordo com a NBR 10520:2002. 1. como nos exemplos seguintes: Ao escolher e delimitar o tema de pesquisa o mestrando deve ter presente que “quanto mais se restringe o campo. p. textual ou literal É aquela em que se reproduz no texto a idéia original da obra que está sendo consultada. que o uso do ponto final após as citações deve atender às regras gramaticais. a indicação da página é obrigatória para citação direta. 2: no primeiro exemplo. 1988. Quando se trata de citações curtas (até três linhas). Obs. melhor e com mais segurança se trabalha. o nome do autor faz parte da frase. como nos exemplos que seguem: . com recuo de 4cm da margem esquerda.” Obs.

distribuindo a verba de que dispõe entre os que apresentam os melhores projetos. em tamanho e cont eúdo. ‘encomendado’.. o “trabalho da citação [. ou seja. caracteri zando-se pela substit ui ção de algumas de suas palavras ou expressões.. as idéias de um autor sem recorrer à citação direta. p. A paráfrase é a forma de citação indireta que. Nas citações in diret as.2. de modo reduzido ou abreviado. Uma tese deve revelar o domínio dos conceitos utilizados e um certo conhecimento da literatura técnica. restaura-se total ou parcialmente o t exto font e. determinados por uma entidade que se dispõe a financiar pesquisas e que promove uma concorrência entre pesquisadores. a in di cação da(s) págin a(s) consultada(s) é opcional. O assunto não deve estar solto no espaço. portan to. processo que exi ge sua interpretação para reconstrução de um novo texto.2 Citação indireta: paráfrase e condensação Consiste em se reproduzir o pensamento do autor (idéias alheias.] é uma produção de texto [. caso ela não seja feita.. portanto. da sua curiosidade científica.]”. desde que não interfira no desenrolar da pesquisa. Ao parafrasear. a escrit a do t ext o origi nal. Todavia.. . normalmente. (CASTRO.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Marconi e Lakatos (2001. 1978. segu ndo Compagnon (1996. não altera. Pode ter sido sugerido pela entidade responsável pela parte financeira.102) apresentam algumas orientações relativas à elaboração do projeto de pesquisa. conforme a NBR 10520:2002. se ‘encaixar` em temas muito amplos. a referência à fonte é obrigatória pois.. o que não lhe tira o caráter científico. que é reconhecido como [. destaca-se a identificação do tema a ser estudado. 47 .] o assunto que se deseja provar ou desenvolver. o domínio dos conceitos se revela no seu uso ao longo da análise e não na infindável seqüência de definições de diferentes autores. Pode surgir de uma dificuldade prática enfrentada pelo coordenador.34).. p. Nesse sentido.. É geralm en te empregada quando se pretende apresentar. 319). de desafios encontrados na leitura de outros trabalhos ou da própria teoria. tem-se u m caso de plágio. Como se trata de idéias alheias. mas colocado no seu contexto. portanto) utilizando-se de pal av ras própri as.. Dentre elas. 1. p.

DIONNE. 1999. (LAVILLE. em que se faz uma síntese do texto que se quer citar. Isso porque é a partir da conscientização do problema e de suas implicações que o pesquisador será capaz de planejar e desenvolver adequadamente as etapas subseqüentes da pesquisa. Esta forma de uso de citação é interessante. como uma espécie de piloto automático. Texto original: A fase de estabelecimento e de clarificação da problemática e do próprio problema é freqüentemente considerada como a fase crucial da pesquisa. para qu e con siga sintetizar as idéias do texto original. . sem alterar o seu significado.48. DIONNE. p. Citação indireta (paráfrase): Considera-se que a determinação e a explicitação do problema constituem operações decisivas no processo de pesquisa. Um outro modo de escrever a citação indireta é a condensação. DIONNE.. 1999). (LAVILLE. 1999). já qu e. pois é ela que servirá de guia para as etapas posteriores (LAVILLE. porém apresentando apenas as principais idéias do autor. deverá dese nv olve r um a l eit ur a si gn if icativ a (compreensiva/ interpretativa). pois pressupõe maior articulação de leitura por parte do autor do trabalho. uma vez que tenha sido bem planejada.85).. É ela que serve para definir e guiar as operações posteriores. Citação indireta (condensação): A definição do problema de pesquisa é crucial no processo de pesquisa.

. usa-se a expressão latina apud2 .: no exemplo acima. 2001. BOWER. Obs.2. p.31).123): “a melhor maneira de se aprender a fazer pesquisa é fazê-la: nada substitu i a prática da realização. Obs. 1997. GEWANDSZNAJDER.]”.3 Citação da citação Consiste na reprodução de informação já citada por outro autor. Werner e Bower são os autores da idéia original a que não se teve acesso e Gil é o autor da obra consultada. Para explicar que o autor da idéia original é citado por um outro citado autor/obra que se está consultando. pode ser expressa como citação direta ou indireta.. p. e AlvesMazzotti e Gewandsznajder são os autores da obra consultada.173) “a triangulação de métodos geralmente se refere à comparação de dados coletados por métodos qualitativos e quantitativos [. por sua vez.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1.. A indicação da f onte de uma citação de citação pode ser apresentada na form a textual ou após a descrição da idéia. . Quando se discutem métodos para o ensino da pesquisa. Esta idéia.” (WERNER. 49 . Patton é o autor da idéia original a que não se teve acesso. deve-se lembrar as palavras de Abramo (1979 apud TOMANIK..” 2 Por se tratar de palavra de outr a língua (latim). 1987 apud GIL.: no exemplo acima. “Educar não é uma arte de introduzir idéias na cabeça das pessoas. 1994. Nota: nas referências apenas o autor da obra consultada deve ser mencionado. p. usa-se o itálic o. mas de fazer brotar idéias. Para Patton (1986 apud ALVES-MAZZOTTI.

como qualquer outro material.. triagens. em que materiais irá se aprofundar.50. 1997. 125). p.. dev e ser usada de modo bastante restrito.. decidir sobre os eixos em que irá concentrar sua pesquisa.. cru ci al para o bom desenvolvimento da pesquisa: E é preciso ler os livros mais importantes. por se tratar de obra rara ou. b) Em citação com supressão de parte intermediária. . Nesses casos.] evite fazê-lo em excesso ou desorganizadamente: uma citação.. Beaud (1997. p. tomando notas.3 Alterações na citação Muitas vezes é necessário fazer alterações na citação. usam-se reticências entre colchetes: Sobre o emprego de citações. somente disponível em língua que se desconhece. usam-se também as reticências entre colchetes: Beaud (1997. pela dinâmica que imprime à totalidade de seu raciocínio central. citações longas demais.45) faz um alerta para o mestrando levar a bom termo a f orm ulação da qu estão principal da pesqu isa. No entanto. Em qualquer desses casos. A citação de citação. muitas vezes determinados textos não estão acessíveis (o que não é o caso dos exemplos acima).” “Evite. em que terrenos irá concentrar seus esforços. a) Em citação com supressão de uma parte inicial ou final.. seja para torná-la mais curta pela supressão de alguma parte que não interessa ao que se está expondo..] é preciso fazer escolhas. pois preferencialmente se deve consultar a obra ou documento original. ou ainda para adaptá-la às exigências da sintaxe do período ou da oração em que será inserida.. é obrigatório indicar a alteração feita. que correm o risco de quebrar o ritmo de sua demonstração [. é admissível o uso da citação da citação. só vale pelo lugar que ocupa.]” (BEAUD. p. seja para destacar algum de seus termos ou expressões. [. 1. também chamada de segunda mão. 125) aconselha: “[. no entanto. então. igualmente.

ou então.21. 1997. deve-se indicar a autoria do mesmo: “O trabalho de pesquisa deve ser instigante. quando algo é acrescentado para esclarecer o leitor. .” (MARTINS. mesmo que o objeto não pareça ser tão interessante. negrito ou itálico) de termos ou expressões. 70). de ou que faça parte da experiência profissional do estudante. LINTZ. 2000.68. O que o verdadeiro pesquisador busca é o jogo criativo de aprender como pensar e olhar cientificamente. os acréscimos devem ser colocados entre colchetes: “Dois passos são necessários para o início da tarefa [de realizar um pesquisa]: a formulação do problema e a elaboração do projeto de pesquisa. d) Quando são feitas adaptações na citação para adequá-la à sintaxe do período.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ c) Na citação com destaque (grifo.” (GOLDENBERG. “A escolha de um tema que esteja ligado à área de atuação profissional.. p. grifo dos autores). ou quando o destaque já faz parte da obra consultada. 51 . p. grifo nosso). 1997.” (GOLDENBERG. torna o trabalho experiência profissional de desenvolvimento monográfico muito mais interessante e eficiente. p..

apresentando as explicações disponíveis em nota de rodapé: No texto: A nova estrutura organizacional será implantada no próximo ano (informação verbal)1. 1997. Explanatory. p. 1997. Stake (1995) included three others: Intrinsic – when the researcher has an interest in the case. deve-se indicar a expressão ‘informação verbal’ entre parênteses. Stake (1995) incluiu três outros: intrínseco – quando o pesquisador tem um interesse no caso.1. em 25 de julho de 2002.4 Normas complementares para citação a) Quando os dados a serem citados são obtidos por informação verbal. (TELLIS. Instrumental – when the case is used to understand more than what is obvious to the observer. . Collective – when a group of cases is studied.52. 1 b) Quando a citação for um trecho traduzido pelo autor do trabalho. em palestras e debates. instrumental . 1. (TELLIS.1).. tradução nossa).. and Descriptive.quando o caso é usado para entender mais do que aquilo que é óbvio para o observador. entre parênteses: Yin (1993) has identified some specific types of cases studies: Exploratory. após a chamada da citação deve-se incluir a expressão ‘tradução livre’. explanatório e descritivo. coletivo –quando um grupo de casos é estudado. p. No rodapé da página: Informação fornecida pelo Gerente de Desenvolvimento Organizacional da Empresa Época. Yin (1993) identificou alguns tipos específicos de estudos de caso: exploratório.

1976. 2001) 1. publicados em anos diferentes e mencionados simultaneamente. assinalando-o ao leitor e usando a expressão sic entre colchetes. faz-se o acréscimo de letras minúsculas. O autor e a fonte de todas as citações devem ser claramente reconhecíveis. conforme a lista de referências. a referência deve ser exata e precisa. isto é. RICHARDSON. 1999.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ c) Quando houver citações de diversos documentos de um mesmo autor. após apresentar a citação. Umberto Eco (1988. que se concorde com ela. Nesse sentido. 2000. deve-se confrontá-la com o original para ev itar erros ou omi ssões. 53 . 2001. D ev e-se respeitar even tual erro do autor cit ado.126) diz claramente: “Citar é como testemunhar num processo”.. mencionados simultaneamente. bem como averiguável por todos. assim como as citações devem ser fiéis ao texto. YIN.1988). o trecho citado deverá ser precedido ou seguido de alguma crítica ou contestação (ECO. 1974. em ordem alfabética. LAKATOS. . 1999. p. publicados em um mesmo ano. como nos exemplos: De acordo com Chiavenato (1999a) (CHIAVENATO. apresentam-se as datas separadas por vírgula: Chiavenato (1997. (MARCONI. em ordem alfabética. 1999b) d) Em caso de citações indiretas de vários documentos de um mesmo autor. SEVERINO. 1980) e) Quando houver citações indiretas de documentos diferentes de vários autores. após a data e sem espacejamento.. 1972.5 Considerações finais sobre as normas de citação A citação pressupõe que a idéia do autor citado seja compartilhada. Quando não for este o caso. esses são separados por ponto-e-vírgula. 2001) (BUNGE. Por isso.

.. .54.

As palavras-chave devem figurar logo abaixo do resu mo. comentários.. Leitura. expressões como: ‘O presente trabalho trata de. seus resultados e conclusões mais importantes.. p. essa norma define: . 69-70). os resultados e as conclusões do documento.’ são supérfluas (FRANÇA. ressaltando de forma clara e sintética a natureza do trabalho.’. p. respeitando a estrutura do original e reproduzindo apenas as informações mais significativas . [. concisa e objetiva. O uso de abreviaturas.para notas e comunicações breves: de 50 a 100 palavras. com o uma das condições exigíveis. As palavras-chave são separadas entre si por ponto e finalizadas por ponto.para artigos de periódicos: de 100 a 250 palavras. 69). a NBR 6028:2003 estabelece. Ex . Também não cabem num resumo citações. . técnicas de abordage m.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS Trabalhos acadêmico-científicos tais como teses. Quanto à redação e estilo de resumos. 2000. afirmativas e não de uma enumeração de tópicos”. diz: O resumo deve constituir-se num texto re digido de forma cursiva..para t rabal hos acadêm icos (t eses. fórmulas. Limita-se a um parágrafo.: Palavras.ch ave. . projetos de pesquisa e artigos destinados à publicação em revistas acadêmicas exigem a inclusão de um resumo de seu conteúdo. (FRA NÇA . o método. 2000. seu valor e originalidade. como: objetivos . devendo incluir palavras represe ntativas do assunto. dissertações e outros) e relatórios técnicocientíficos: de 150 a 500 palavras.. . p. Quanto ao estilo da redação e conteúdo.” Estabelece ainda que seja “composto de uma seqüência corrente de frases concisas. equações e diagramas devem ser evitados.] é a apresentação concisa e seletiva de um texto. descobertas. Como a redação deve se caracterizar pela máxima concisão. de acordo com França (2000. an tecedidas da expre ssão Palavras.chave : Narrativa. ‘O autor do trabalho descreve. valores numéricos e conclusões.. símbolos. dissertações... dando-se preferência ao uso da terceira pessoa do singular e do verbo na voz ativa e evitando-se o uso de parágrafos. críticas e julgamento pessoal do autor. Sobre a extensão do resumo. Resumo.. 69). Produção textual. que o “resumo deve ressaltar o objetivo. 55 . a menos que sejam absolutamente necessários à compreensão do conteúdo.

A maioria dos periódicos acadêm icocientíficos exige.4 . As palavras-chave em língua estrangeira acompanham obrigatoriamente o resumo em língua estrangeira: Keywords (inglês). Vigotsky sobre o qual se estrutura a elaboração da teoria histórico-cultural do funcionamento mental superior.V A s artes e .9. também. Parole c hia vi (italiano). R ia ssunt o (italiano). 1999. Estudos Est udos E studos Av ançados A vançados. Zusa mmen fa ssun g (alem ão). enquanto que o resumo (e correspondentes palavras-chaves) em língua estrangeira deve ser colocado após o texto.56. 19 95. Res ume n (espan h ol ). Motsclés (francês). 65-76 . de acordo com a NBR 6022:2003. set. 4 RATTNER. p.. em suas dimensões políticas. Em trabalhos acadêmicos (teses. Em artigos científicos. H. resumo em pelo menos uma outra língu a. R. histórico-culturais e espaciaisecológicas. Rés umé (fran cê s). embora conduzido pela economia. deve ser apreendido.20.. n. Sch lüsselwörter (al emão). 3 JAPIASSU.O. v. a realidade apresenta uma fragmentação do espaço político com novas barreiras e mercados protegidos. aperfeiçoamento e/ou especialização). o desenvolvimento cultural do ser humano. Dentre este cenário de tendências contraditórias. de acordo com a NBR 14724:2005. conforme o caso. dez. Expõe a teoria da reação estética e o conceito de catarsis vigotskyanos.25.69. dissertações. v. Contrariamente à visão idealizada de uma progressão linear de mercados regionais integrados para uma sociedade una e global.S. O resumo em língua estrangeira é digitado em folha separada (NBR 14724:2005)./dez. além do resumo na língua do público a que este se destina. TC Cs e TGIs de cu rsos de graduação. os seguintes cabeçalhos: Abst rac t ou S umm ary (inglê s). Usam-se. o trabalho procura analisar o papel dos principais atores – a ascensão de poderosas organizações que operam em escala transnacional e o Estado-nação cujo poder e influência estão definhando. o resumo (acompanhado das palavras-chave) na língua original faz parte dos elementos pré-textuais. Palabras clave (espanhol). p. 34-59. Educação e Sociedade Sociedade.3 O processo de globalização. 2. Identifica nele as origens do pensamento psicológico de L. Globalizaç ão: em direç ão a um mundo só? n. os resumos (acom pan hados das palavras-ch ave) na língua original e em língua estrangeira fazem parte dos elementos pré-textuais.1 Exemplos de resumos O artigo situa historicamente a produção e a publicação do estudo vigotskiano sobre a psicologia das artes.

enciclopédias. são obrigatórias nesse tipo de trabalho e sua elaboração deve seguir as orientações da NBR 6023:2002. teses. A ABNT estabelece que este sistema não pode ser usado concomitantemente para notas de rodapé ou explicativas. antecedendo apêndices e anexos. que também podem estar localizadas ao final do texto. manuais.científicos como con gr essos. as listas são apresentadas em ordem alfabética única. publicações periódicas on line) ou eventos técnico. consistem em obras como livros. ibidem (ou id. ibid. as referências podem aparecer: em listas após o texto. segu e. As fontes das informações contidas em um texto são diversificadas. dentre outros. j ornais. . os trabalhos também podem apresentar informações cuja fonte são documentos eletrônicos (disquetes. ao fim do artigo. relatórios técnicos e legislação. etc. No primeiro caso. eliminando as inúmeras referências completas e as expressões idem. As notas de rodapé ficam. Já em resumos e resenhas.. homepage. Nestas situações.. da ABNT.se a ordem numérica crescente para apresentação das listas.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS As referências de um trabalho acadêmicocien tífico consistem na list agem com as informações sobre todas as fontes/autores mencionados no texto.. e-mail. Independentement e do tipo de fon te ou autoria mencionada no trabalho. também chamado de ‘autor-data’ quando relacionado à citação) e o numérico (ordem de citação no texto). jorn adas. dissertações ou monograf ias.1 Localização das referências Os si stem as m ais ut ili zados par a apresentação das referências são o alfabético (or dem al fabét ica de en trada. capítulo ou artigo. cd-rom. as referências são apresentadas antecedendo tais textos. semin ár ios. documentos oficiais.) e op. desta forma. Além disso. dicionário. conforme a natureza do trabalho. destinadas às informações adicionais e não essenciais para a compreensão do texto. art igos de publi cações cien tí fi cas ou especiali zadas (peri ódi cos). No sistema numérico. ao fim de cada capítulo. 57 .cit. Vale destacar qu e a adoção do primeiro sistema (alfabético) tem a vantagem de despoluir visualmente o rodapé da página. 3. é obrigatória a sua identificação na lista das referências.

)). e depois do termo In:. antes Pesquisa da editora (São Paulo: Atlas)..a vírgula é usada após o sobrenome do autor (ECO..10-15) e entre datas de fascículos seqüenciais (19981999). porém são conhecidos [1991]. Ao negrito ser definido um tipo de destaque. p.os dois pontos são usados antes do subtítulo. v. ed.2. t ambém deve ser un if orme em todas as ref erê ncias. após o número do periódico e após as págin as da r evist a/periódico (Política e Administração. . Por exemplo: ao optar pel a uti lização abre viada do prenome do autor. entre o número do ano/volume e o número do periódico. de forma abreviada (Coord. Comp.. digitadas em espaço simples e separadas entre si por dois espaços simpl es (NBR 14724:2005).3.usa-se ponto após o nome do autor/autores (AGUIAR. As referências são alinhadas à margem esquerda do texto. O título da obra ou do periódico é sempre grifado com destaque (itálico ou negrito).as reticên cias são usadas para in dicar supressão de parte de títulos (Anais.). usa-se vírgula: após o título da revista/periódico. . n.o colchete é usado para indicar os elementos de referência que não aparecem na obra referen ciada... M. grau nas monografias de conclusão de curso e especial ização. set. .os parênteses são usados para indicar série.). é usado para separar os autores (FLEURY. .15-21. . João. Esta regra não se aplica às obras sem indicação de autoria ou de responsabilidade. após a cidade onde o periódico é publicado. teses e di ssert ações (Mestrado em Educação). já destacado em letras maiúsculas na primeira palavra (com exclusão de artigos ou monossílabos). Alfredo (Org. isto deve ser adotado em todas as referências daquela lista. As referências de uma lista devem seguir sempre os mesmos princípios. conforme os modelos prescritos na norma (NBR 6023:2002). pois neste caso o elemento de entrada é o próprio título.. . Quan to à pontu ação. após o título. Org.). seguido de espaço.58. que caract eriza fu nção na elaboração e/ou responsabilidade sobre a obra (BOSI. Humberto). T.). . 1997).2 Aspectos gráficos das referências A elaboração das referências deve seguir a seqüência dos elementos do documento a ser referenciado. L. R.). M.. -o ponto-e-vírgula. após a editora. Rio de Janeiro. e no final da referência. respeitando-se os seguintes padrões: . edição (7. Em caso de referência de periódicos. este deve ser mantido em todas as referências de um mesmo documento.o hífen é utilizado entre páginas (p. quando este for apresentado na referência (Pesquisa social: métodos e técnicas). 3. para o título. FISCHER.

. (e outros).3 Regras gerais para elaboração de referências 3. (Coord.quando há dois ou três autores. Vanilda (Org. FLEURY. GUATTARI. Félix.1 Regras quanto à autoria . 2.) em coletâneas de vários autores. 1986. do tipo de participação. Em caso de projetos de pesquisa.3. Cultura e poder nas organizações São Paulo: poder organizações. Petrópolis: Vozes.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. 1986. FISCHER. separados por ponto-e-vírgula.. Graal. .. 59 . M. de indicação de produção científica em curriculum vitae ou e m r elatór ios para órgãos de financiamento. etc. ed.quando há mais de três autores mencionase apenas o primeiro autor.quando houv er indicação explícita de responsabilidade pelo conjunto da obra (Organizador. entre parênteses. L. 1986. seguido da abreviação. Perspectivas e dilemas da educação popular Rio de Janeiro: educação popular. acrescentandose a expressão latina et al. R. seguido de espaço. M. Sueli. Coordenador. São Paulo: Brasiliense. mencionam-se todos eles na ordem em que aparecem na obra. ROLNIK. ed. Editor. 10. Vivendo e aprendendo.). a entrada da referência é feita pelo nome do responsável (ou dos responsáveis. Paulo et al. é facultado indicar todos os autores. Atlas. 1989. PAIVA.).. no singular. Micropolíticas : cartografias do desejo. FREIRE. . T. se for o caso).

como segue: a) quando ligados por hífen: SCHERER-WARREN. Anais. ed.).. . Lenilson Naveira.. . 1993. 10. associações. a entrada é feita pelo título. Anais. Ilse. . MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO. esta deve ser indicada como autor. . In: SILVA.quando o autor for conhecido pelo pseudônimo. 1979.. Gabriel.. seu nome é precedido pelo órgão superior ou pelo nome da jurisdição geográfica à qual pertence. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro. etc. congressos. . Rio de Janeiro: Record. 3 v.em caso de pu blicação assinada por e nt idade (órgãos gov ern am en tais. p. Curitiba: Associação Bibliotecária do Estado do Paraná. em pr esas. estes devem ser escritos na ordem em que aparecem. b) quando o segundo nome indica parentesco: PRADO JR. PROCURA-SE um amigo. e) o nome é espanhol: GARCÍA MARQUES. Brasília: SEF 1997. 1979. 1990. Relatório de atividades. em letras maiúsculas. c) quando um dos nomes é adjetivo: CASTELO BRANCO. O termo anônimo não deve ser usado para substituir o nome do autor desconhecido.. Rio de Janeiro: Schmidt.. 1931. 212-213. desde que seja a forma adotada pelo autor. Curitiba. CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO. Tristão de. Florianópolis.60.. DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro..quando os aut ores tê m sobr enom es compostos. Debates pedagógicos. . d) o nome do autor é conhecido de forma composta: MACHADO DE ASSIS. ATHAYDE. Caio. Secretaria da Saúde. Carlos. Quando a entidade tem uma denominação genérica.quando a autoria for desconhecida (por exemplo: artigos de jornal sem autoria explícita. 3. Gerência da vida: reflexões filosóficas. editoriais. elatório 2001. Guia dos livros didáticos: 1ª à 4ª dos livros séries. SANTA CATARINA. instituições). este deve constar na referência.

deve-se atribuir uma palavra ou frase que identifique o conteúdo do documento. I..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . na seqüência alfabética ascendente.3. RODRIGUES. entre colchetes.. separados por dois pontos. [Trabalhos apresentados]. Turismo e espaço : rumo a um conhecimento interdisciplinar. São Paulo: Hucitec. 1997b 3. Turismo. 1997a. 61 . .quando se referenciam várias obras do mesmo au tor em uma mesma página.o título e subtítulo (se for usado) devem ser apre sent ados tal com o f iguram no documento. SIMPÓSIO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO. 2. 1989. São Paulo: Hucitec.. apenas o título principal é grifado (negrito ou itálico). . Salvador. RODRIGUES.2 Regras quanto ao título e subtítulo . ______. 1997a. CHIAVENATO.em casos de obras do mesmo autor publicadas no mesmo ano. 1997b. 1989. Brasília: Ministério da Educação. Em caso do uso do subtítulo. São Paulo: Saraiva. Carreira e competência: gerenciando o seu maior capital. modernidade e globalização . RODRIGUES. sem chegar aos dois pontos. acrescentam-se letras minúsculas ao ano. seguido de ponto.quando não existir título. 2002. substitui-se o nome do autor das referências subseqüen tes por u m t raço su bli near equivalente a seis espaços. Adyr Balastreri. .

Obs. Das mulheres e das flores. ambos na língu a do document o.). ALFONSO-GOLDFARB. Belo Horizonte: [s.em caso de haver duas editoras.n. 2000. os acréscimos devem ser indicados de forma abreviada. Robert K.: (No livro: Editora Atlas S. indicam-se ambas com os respectivos locais (cidades).62. (Coord. rev. São Paulo: Atlas. indica-se a expressão sine nomine abreviada e entre colchetes [s. ed. .o nome da editora é indicado da forma como se apresenta no documento. Porto Alegre: Bookman. . Rio de Janeiro: Expressão e Cultura. 21. desde que sejam dispensáveis para a identificação.a partir da segunda edição. 1974. 2001. .) . Antonio Joaquim. 2001. Ana Maria.n.. I. SEVERINO. YIN.A. abreviando-se os números ordinais e a palavra edição. indica-se a primeira ou a que estiver em destaque. .]. São Paulo: EDUSP. 3. Já se forem três ou mais.quando não se tem o nome da editora. Em caso de informações complementares à edição.se as design ações da n at u reza j ur ídica ou comercial.. P Objetivo competência: por uma nova lógica. São Paulo: Cortez.3 Regras quanto à edição e editora . Metodologia do trabalho científico. 2. esta deve ser identificada na referência. ZARIFIAN. Estudo de caso : planejamento e métodos. abreviando-se os pre nom es e su prim in do.História da ciência: o mapa do conhecimento. e ampl. MAIA. 1995.]. ed. VALENCIA. Carlos A.3.

.quando o local e a editora não puderem ser identificados no documento. 1930. Viçosa. [São Paulo]: SDF Editores. 1994.].n.l.: s. abreviada e entre colchetes [S. [S. MG. de M.quando houver mais de um local para uma só editora. AL. Viçosa. mas pode ser identificada..o local (cidade) deve ser mencionado na referência tal como indicado no documento. Obs.quando a cidade não aparece no documento. . LAZZARINI NETO. entre colchetes. 1977. Viçosa. J. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil. acrescenta-se a abreviatura do Estado ou do país.3. 1981. Discursos do pregador. deve-se utilizar a expressão sine loco. indica-se o primeiro ou o mais destacado.4 Regras quanto ao local . [S.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. Sylvio.l.quando o local é desconhecido. Em caso de haver cidades com o mesmo nome. . são indicados como locais: São Paulo – Rio de Janeiro – Lisboa – Bogotá – Porto – Buenos Aires – Guatemala – Madrid.. CASTRO. RJ . . deve ser indicada entre colchetes. OS GRANDES clássicos das poesias líricas.l.]. Cria e recria. abreviadas. BELTRÃO III. dentre outros. A prática da pesquisa.]: Ex Libris. 63 .: No documento de que trata a referência acima. utilizam-se as expressões sine loco e sine nomine. C.

mas não indicada no documento – [1976] Uso de intervalos menores de 20 anos – [entre 1970 e 1985] Data aproximada – [ca. as estações do ano tal como figuram na publicação. mar. conforme as seguintes indicações: Um ano ou outro – [1996 ou 1997] Data provável – [2001?] Data correta. semestres ou estações do ano. estas informações devem ser transcritas da seguinte forma: os bimestres. Autumm 1970. trimestres..64. . ao final da referência devem ser indicadas. 2002. estes devem aparecer de forma abreviada. distribuição. por isso.quando em indicações de meses. no idioma original da publicação. divisões por bimestres./Sept. 1950] Década certa – [196-] Década provável – [196-?] Século certo – [18-] Século provável – [18-?] . 1996. 1995. as expressões: Não paginado.quando a publicação indicar.quando a publicação não apresentar número de páginas ou se a numeração for irregular. (publicação com paginação irregular) . Quando nenhuma dessas datas puder ser determinada.. 2. impressão ou apresentação (depósito) de um trabalho acadêmico. maio/dez. 3.5 Regras quanto à data A data é um elemento essencial à referência e. após o ponto final.1995. entre colchetes. registra-se uma data aproximada. 3.6 Regra quanto à paginação . (publicação sem número de páginas) Paginação irregular. bim. Aug.3. sem. trimestre e semestres abreviados. primavera 2000. 3.3. sempre deve ser indicada. seja ela de publicação. no lugar dos meses. 2001.

científica ed. LAKATOS.1 Monografias 3. científica.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. i nf ormações descr iti vas sobre o docu men to (por exemplo: a) em caso de jornal. se houver). 65 . 2000. Caso seja indicado. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. ao final da referência).1. A. poden do variar conf orme o ti po de documento. Prenome e outros Sobrenomes (se houver. enciclopédias. monografias). Número da edição (a partir da segunda edição. indicação de coedit ores. Local (nome da cidade): Editora. São Paulo: Atlas. dicionário. Maquiavel. Metodologia científica 3. RODRIGUES. IS BN. Marina de A. Livros GRAMSCI. MARCONI. . abreviado(s) ou não).4. como livros.. 1997. Observações: a) os elementos essenciais são os de descrição obrigatória na elaboração da referência. B.1 Monografias consideradas no todo5 Elementos essenciais – regra geral SOBRENOME do autor. a NBR 6023: 2002 da A BN T define .. 5 Para fins de elaboração de referências. Eva Maria. ao final da referência. ano de publicação. c) o elemento ‘tradução’ e a indicação de subtítulo da obra são opcionais. Assim. Título da obra em negrito ou itálico (apenas a primeira letra em maiúscula. a não ser em casos de nomes próprios).. catálogo.4 Modelos de elaboração de referências 3. 1988. tr adu tore s. manuais. menção à edição exclusiva para assinante. interdisciplinar.4. trabalhos acadêmicos (teses. são acrescentados elementos complementares para melhor identificá-lo. b) indicação de apoio de entidade governamental à publicação referenciada. etc. Antônio. quando necessário e de acordo com o docu me nto a ser referenciado. a política e o Estado moderno Tradutor: Maquiavel. São Paulo: Hucitec. b) alguns dos elementos complementares considerados na NBR 6023:2002 da A BNT são: n úm ero de págin as do docu men to. monografia como o doc umento constituído de uma só parte ou de um número pré-estabelecido de partes que se complementam. política Estado moderno. o subtítulo não é grafado em negrito ou itálico. Turismo e espaço: rumo a um conhecimento . dissertações. Luiz Mário Gazzaneo.

M. 1989. V.Faculdade de Ciências Econômicas. local. Edição Ecumênica. 3. 5 v. 2002. 1980. Bíblia BÍBLIA.. Rio de Janeiro: Delta. 30 v. RODRIGUES. 1986. Caldas. Rio de Janeiro: Encyclopaedia Britannica. Dicionário contemporâneo da Língua Portuguesa. Tipo de documento [tese. Título : subtítulo. ed. Chicago: Encyclopaedia Britannica. . Dicionário AULETE. Bíblia Sagrada . Universidade Federal de Minas Gerais.. Dissertações e Teses SOBRENOME do autor. Belo Horizonte. trabalho de conclusão de curso. 1980.] (o grau) – vinculação acadêmica. Qualidade de vida no trabalho . abreviados ou não).66. Ano de apresentação. Prenome e outros Sobrenomes (se houver. NBR 6023 : informação e documentação: referências: elaboração. dissertação. Rio de Janeiro. Português. Normas Técnicas ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Número de folhas ou volumes. 1989. Instituição. Tradução de Padre Antônio Pereira de Figueiredo. 180 f. etc. ano da defesa. Dissertação (Mestrado em Administração) . Enciclopédia THE NEW Encyclopaedia Britannica: micropaedia.

capítulo ou outra forma de individualizar a parte referenciada. 1990. sem negrito ou itálico).estado. Manual de redação e estilo . ano. HOUASSIS.L.4. MORGADO.br/redac/manual. cd-rom.: Nos casos em que o autor do capítulo ou do artigo é o mesmo da obra.. precedido da expressão Disponível em: e a data do acesso ao documento. Universidade Camilo Castelo Branco.Escola Politécnica. 1990. Universidade de São Paulo. 67 .. São Paulo: Delta: Estadão.2 Monografias no todo em meio eletrônico São as monografias apresentadas em meio eletrônico como disquetes. Título da obra: subtítulo (se for o caso). seguidos de ponto. A. 51 f. etc. o nome após a expressão In: é substituído por 6 traços sublineares. Reimplante dentário .C. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização) – Faculdade de Odontologia.1. Prenome do autor da obra como um todo. 6 Não se recomenda referenciar material eletr ônico de curta dur aç ão nas redes.L. online. artigos de coletâneas com autor e/ou título próprios. Edição (a partir da segunda. Local: Editora. 1997. segue-se as normas dos document os monográf icos n o t odo.html>.4. N BR 6023:2002). 1990. São Paulo. 3. precedida da expressão Acesso em:. Documentos online 6 Deve-se apresentar o endereço eletrônico entre os sinais < >. (ABNT . Enciclopédia e dicionário digital 98. Prenome(s) e outro(s) Sobrenome(s) do(s) autor(es) da parte. São Paulo. 1998. Tese (Livre Docência) . Documentos em CD-ROM KOOGAN. São Paulo. 1990. acrescidas de descrições físicas do meio eletrônico. (Ed). 5 CD-ROM. Disponível em: <http://www1.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ CAMPOS. Obs. M.. 105 f.3 Partes de monografia Inclui as referências de capítulos. .1. Para referenciá-las.com. Acesso em: 19 maio 1998. O padrão da referência é: SOBRENOME. Título da parte (apenas a primeira letra maiúscula. A. In: SOBRENOME. G. O ESTADO DE SÃO PAULO. volumes. Processamento de linguagens naturais através de funções recursivas de expressões regulares condicionais . 3. se houver). excetuando-se nome próprio.

Acesso em: 25 jul. (Org.. p. p. A. volume ou fascículo de periódicos (artigos científicos de revistas. Editor. geralmente há a indicação de um ou mais autores como responsáveis pela obra (Coordenador. Os primeiros agregados humanos.se as n ormas an ter iores para ref ere nciar part es de mon ogr af ias. 103-115. matérias jornalísticas.). editoriais. 3. Sociologia da administração . N as coletâneas. Maria Ester de (Org.. Artigo de coletânea7 AMADO. bem como matérias apresentadas em u m n úmero. 3.1. 5. Parte de uma obra MOSCA. as pu blicaçõe s pe riódicas tam bé m são referenciadas segu ndo as caract erísticas específicas de cada tipo. B. Organizador. Eva Maria. SOUZA. etc. . G.4. 7.refletindo. Gilles. Vida psíquica e organização.4.). Cultura e poder organizacional e novas formas de gestão empresarial. MACEDO.. Rio de Janeiro: Guanabara.1990. 7 Coletâneas são publicações compostas por artigos ou textos de vários autores em uma única obra.68. Da m esm a f orma que nas ref erê ncias de m onograf ias (completas ou partes). Fernando C.). 1987.2 Publicações periódicas Publicações periódicas abrangem os seguintes documentos: coleções completas.4 Parte de monografia em meio eletrônico Segue m. Capítulo de livro LAKATOS. BOUTHOUL. cap. Rio de Janeiro: FGV.. 1997. Viagem astral aos domingos. Coesão organizacional e ilusão coletiva. número de jornal ou caderno de jornal completo.). Disponível em: <http://www. Prestes. 1988. História das doutrinas políticas. In: MOTTA. p. etc. reportagens. In: ______. Reflexões para o silêncio.com.br/ livrosonline/leitura_32>.14-16. Curitiba. São Paulo: Atlas. seções. 122-143. FREITAS. 2000. S. fascículo ou número de revistas. acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado. G. In: ______. In: TOLEDO. ed.

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3.4.2.1 Publicação periódica como um todo

Usa-se referenciar toda a coleção de um título de periódico em listas de referências e catálogos de obras preparados por bibliotecas, editoras ou livreiros. O padrão de referência é:
TITULO DO PERIÓDICO. Local de publicação (cidade): Editora, datas de início e encerramento da publicação, quando houver.

TRANSINFORMAÇÃO. Campinas: PUCCAMP 1989-1997. ,

CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO. Brasília: Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, 1972-

Obs.: quando a publicação está em vigor, apresenta-se o ano de início, acrescido de hífen e sem ponto final.

3.4.2.2 Partes de publicações periódicas Abrange volume, fascículo, números especiais e suplementos, sem título próprio. A referência padrão é:

TÍTULO DA PUBLICAÇÃO. Local: Editora, numeração do ano e/ou volume, numeração do fascículo, informações de períodos, datas de publicação.

VEJA. São Paulo: Abril, v.31, n.1, 15 jan. 1998.

... 69

70...

3.4.2.3 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas Inclui fascículos, volumes, números especiais e suplementos (com título próprio); além dos artigos, editoriais, comunicações, entrevistas, resenhas, reportagens e outros.

SOBRENOME, Prenome do Autor. Título da parte, artigo ou matéria. Título da Publicação , Local, numeração correspondente ao volume e/ou ano, fascículo ou número (conforme o caso), página inicial-final (quando se tratar de artigo ou matéria), data ou intervalo de publicação.

Obs.: se necessário, podem ser acrescentadas informações complementares que melhor identifiquem o documento.

GUIA Exame 2002: as 100 melhores empresas para você trabalhar. Exame, São Paulo, set. 2002. Edição especial. NUNES, Clarice. História da educação brasileira: novas abordagens de velhos objetos. Teoria
& Educação , Porto Alegre, n.6, p.151-182, 1992.

LEAL, Elisabeth J. M. Pesquisa e produção escrita. Turismo: visão e ação, Itajaí, v. 4, n.8, p.99109, abr./set. 2001. GURGEL, C. Reforma do Estado e segurança pública. Política e Administração, Rio de Janeiro, v.3, n.2, p.15-21, set. 1997.

3.4.2.4 Artigo e/ou matéria de revista, boletim, dentre outros, em meio eletrônico As referências seguem as normas indicadas para artigos e/ou matérias de publicações periódicas, conforme os tópicos anteriores, acrescentando-se a descrição física do meio eletrônico.

MALOFF Joel. A internet e o valor da “internetização”. Ciência da Informação , Brasília, v. , 26, n. 3, 1997. Disponível em: <http://www.ibict.br/cionline/>. Acesso em: 18 maio 1998. VIEIRA, Cássio Leite; LOPES, Marcelo. A queda do cometa. Neo Interativa, Rio de Janeiro, n.2, inverno 1994. 1 CD-ROM.

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3.4.2.5 Artigo e/ou matéria de jornal Inclui editoriais, entrevistas, comunicações, reportagens, resenhas e outros. A referência padrão é:

SOBRENOME, Prenome do Autor (se houver). Título da matéria. Título do Jornal, Local de publicação, data de publicação. Seção, caderno ou parte do jornal, página da matéria.

Obs.: quando não houver caderno, seção ou parte, a página da matéria ou do artigo precede a data.

BEVILACQUA, Viviane. A fome dói, diz José, um brasileiro. Diário Catarinense , Florianópolis, 3 nov. 2002. Página Quatro, p.4. LEAL, L. N. MP fiscaliza com autonomia total. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, p. 3, 25 abr. 1999.

3.4.2.6 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico A referência segue a norma indicada no item anterior, acrescentando-se as informações sobre a descrição física do meio eletrônico.

HISTÓRIA, razão e fé. Folha de S. Paulo Online , São Paulo, 3 nov. 2002. Folha Opinião. Disponível em: <http://www.uol.com.br/fsp/opiniao/inde03112002.htm>. Acesso em: 3 nov. 2002.

... 71

4.) Local de publicação: editora.. … 2000. 3. .htm>.3...3. 1996. Anais eletrônicos. anais. atas. 1997. 4.. do documento (anais. 1996. dentre outros. 3.1 Eventos como um todo Constitui u m tipo de pu blicação com o con ju nt o de docum en tos/t rabal hos apresentados ou reunidos em um evento.. 1996.. CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe.72. Disponível em: <http://www. CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe.. 2. Título. Anais. ano. proceedings.. Acesso em: 21 jan. 2000. proceedings. Recife: UFPe.ufpe. Recife: UFPe. WORKING CONFERENCE ON INFRASTRUCTURES FOR VIRTUAL ORGANIZATIONS: managing cooperation in virtual organizations and electronic business towards smart organizations.4. etc. Recife.propesq.. Florianópolis.. Recife. resultados.4.. numeração (se houver). 4. data da publicação.3 Publicações em eventos 3.2 Eventos como um todo em meio eletrônico A referência segue a norma anterior para publicação de documento de evento como um todo. local (cidade) de realização. Proceedings… Boston: Kluwer Academic Publishers. como atas. acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado. 1996. O padrão de referência para esses tipos de documentos é: NOME DO EVENTO.br/anais/anais.

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3.4.3.3 Trabalho apresentado em evento té cn ico- ci ent íf icos. A re fer ênci a dev e apresentar os seguintes elementos e forma:

São os artigos, comunicações, projetos, dentre outros trabalhos apresentados em eventos

SOBRENOME DO AUTOR, Prenome e outros Sobrenomes do Autor (se houver, abreviados ou não). Título do trabalho apresentado. In: NOME DO EVENTO, numeração do evento (se houver)., ano, local de realização do evento. Título... (Anais, Proceedings, Resumos, etc.) Local de publicação: Editora, data de publicação. página inicial-página final do trabalho referenciado.

RODRIGUES, M. V. Uma investigação na qualidade de vida no trabalho. In: ENCONTRO ANUAL DA ANPAD, 13., 1989, Belo Horizonte. Anais… Belo Horizonte: ANPAD, 1989. p. … 455-468.

3.4.3.4 Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico

Segue a norma de referência indicada no item anterior, acrescida das informações do meio eletrônico utilizado.

SILVA, R. N.; OLIVEIRA, R. Os limites pedagógicos do paradigma da qualidade total em educação. In: CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe, 4., 1996, Recife. Anais eletrônicos... Recife: UFPe, 1996. Disponível em: <http://www.propesq.ufpe.br/anais/anais/ educ/ce04..htm>. Acesso em: 21 jan. 1997. GUNCHO, M. R. A educação à distância e a biblioteca universitária. In: SEMINÁRIO DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 10., 1998, Fortaleza. Anais... Fortaleza: Tec Treina, 1998. 1 CD-ROM.

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74...

3.4.4 Documentos jurídicos 3.4.4.1 Legislação Estão incluídos nesse tipo de documento: a Constituição, emendas constitucionais, textos legais (leis ordinárias, medidas provisórias, decretos, resoluções do Senado Federal); normas de instituições públicas e privadas (resolu ções, portarias, ordem de serviço, comunicado, instrução normativa, circular, dentre outros). A referência é elaborada com base n a n orma padr ão, podendo ser acrescentados elementos complementares, caso sejam necessários.

JURISDIÇÃO (ou cabeçalho da entidade, caso tratar-se de normas). Título do documento. Especificação do documento (ex.: Diário Oficial, Código civil, Lex), Local (cidade), numeração (volume, número e páginas, conforme o caso), data.

Obs.: quando a referência for de Constituições e suas emendas, entre o nome da jurisdição e o título acrescenta-se a palavra Constituição, seguida do ano de promulgação, entre parênteses.
BRASIL. Constituição (1988). Emenda constitucional nº 9, de 9 de novembro de 1995. Lex: legislação federal e marginália, São Paulo, v.59, p.1966, out./dez. 1995.

SÃO PAULO (Estado). Decreto nº 42.822, de 20 de janeiro de 1998. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência, São Paulo, v. 62, n. 3, p.217-220, 1998.

BRASIL. Decreto-lei nº5.452, de 1 de maio de 1943. Aprova a consolidação das leis do trabalho. Lex: coletânea de legislação: edição federal, São Paulo, v. 7, 1943. Suplemento.

BRASIL. Código civil. 46. ed. São Paulo: Saraiva, 1995.

3.4.4.2 Jurisprudência

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. In: ______. Súmulas. São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil, 1994. p.16.

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BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Hábeas-corpus nº 181.636-1, da 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Brasília, DF 6 de dezembro de 1994. Lex: jurisprudência do , STJ e Tribunais Regionais Federais, São Paulo, v. 10, n. 103, p. 236-240, mar.1998.

3.4.4.3 Doutrina Refere-se a qualquer discussão técnica sobre questões legais publicadas na forma de monografias, artigos de periódicos, papers, etc. A doutrina é referenciada conforme o tipo de publicação.
BARROS, Raimundo Gomes de. Ministério Público: sua legitimação frente ao Código do Consumidor. Revista Trimestral de Jurisprudência dos Estados, São Paulo, v. 19, n. 139, p. 53-72, ago. 1995.

3.4.4.4 Documento jurídico em meio eletrônico Para este tipo de documento, o padrão de referência segue a norma indicada para documentos jurídicos (itens anteriores), acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado.
BRASIL. Regulamento dos benefícios da previdência social. In: Sislex: Sistema de Legislação, Jurisprudência e Pareceres da Previdência e Assistência Social. [S.l.]: DATAPREV 1999. 1 CD-ROM. ,

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. Não é admissível, por ato administrativo, restringir, em razão de idade, inscrição em concurso para cargo público. Disponível em: <http:// www.truenetm.com.br/jurisnet/sumusSTF .html>. Acesso em: 29 nov.1998.

3.4.5 Patente
ENTIDADE RESPONSÁVEL e/ou autor. Título. Número da patente, datas do período de registro.

EMBRAPA. Unidade de Apoio, Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação Agropecuária (São Carlos, SP). Paulo Estevão Cruvinel. Medidor digital multissensor de temperatura para solos. BR n. PI 8903105-9, 26 jun. 1989, 30 maio 1995.

... 75

1 disquete. Escala 1:2. Escala. Gainesville. [2000?].GIF (título do arquivo). Escalas variam.edu/fish/Sharks/statistics/Gattack/map/Brazil. Rio de Janeiro: Enciclopédia Britânica do Brasil.1 Documento cartográfico em meio eletrônico O documento cartográfico segue os padrões indicados anteriormente. ESTADOS UNIDOS. 1999071318. 1994. 3 ½ pol. 17:45Z (horário zulu). 1 imagem de satélite.. globo e fotografia aérea. INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo. 1999. IR04.. 1999.flmnh.000. ATLAS Mirador Internacional.: Nota sobre a referência/arquivo digital 8 : 1999071318. Título.jpg>. Escala 1:40. mapa.11. 1 mapa. SP). 1999 (data da captação). Local: Editora. color.ufl. 17:45Z.6.4. 8 ABNT.76. Especificação do documento. SE (localização geográfica). . 2002. IR04 (banda). GOES-08: SE. GIF. p. FLORIDA MUSEUM OF NATURAL HISTORY. Disponível em: <http://www. 3.6 Documento cartográfico Abrange: atlas. 557 Kb (tamanho do arquivo). National Oceanic and Atmospheric Administration. 1981. Itajaí: UNIVALI. Regiões de governo do Estado de São Paulo. Obs.4.000. 1 atlas. 1931-2000 Brazil’s confirmed unprovoked shark attacks. 13 jul. 3. Acesso em: 15 jan. porém com as devidas informações referentes ao meio eletrônico em que é apresentado. 08 (número do satélite na série). data de publicação. 13 jul. 557 Kb. 1 atlas. NBR 6023:2002. UNIVALI (instituição geradora). GOES (denominação do satélite).000. O padrão de referência é: AUTOR. São Paulo. Itajaí (local).

25 cm x 20 cm.4. 19 transparências. Altura: 432 pixels. desenho técnico. 25 cm x 25 cm. 1 fotografia. BRITTO. KOBAYASHI. Geddes 135. 1999. Formato JPEG. Largura: 376 pixels. NOVAS descobertas para o terceiro milênio. diafilme. cartazes. 1982. deve-se atribuir uma denominação ou indicar [Sem título] entre colchetes. color. 77 .. O padrão para referenciar esses tipos de documentos é: AUTOR. transparências. 1 disquete. Anne. São Paulo: UMIBO.1 Documento iconográfico em meio eletrônico GEDDES.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. color. caso seja necessário. Especificação do documento. . Título. Doença dos xavantes. pinturas.jpg. fotografias.7. 5 ¼ pol. 1980.4. 51 Kb. [Sem título]. 3. 2000. Data. Quando não existir título para o documento. 1 gravura.. diapositivo. dentre outros.7 Documento iconográfico Refere-se a gravuras. Romero... K. Também podem ser acrescentados elementos complementares do documento à referência.

Luiz Inácio Lula da Silva: depoimento [abr. Diretor. son. São Paulo: SENAI-SP.. Luiz Inácio Lula da.. Rio de Janeiro: Riofilme.78. . No caso de entrevistas gravadas que necessitam ser referenciadas. Garcia. Especificação do documento. CDs (compact disc). 35 mm. Local: Produtora. Entrevistadores: V Tremel e M. 1 bobina cinematográfica (106 min)... conforme o caso). Título. color. 3. 1998. Produtor (conforme as informações disponíveis). 1 video sonoro. PORTADOR de necessidades especiais no trabalho: depoimentos. SILVA. 2 cassetes sonoros. DVD. Local: Gravadora (ou equivalente). CENTRAL do Brasil.9 Documento sonoro Compreende discos. Deve-se seguir o seguinte padrão: TÍTULO. 2001. dentre outros. 1991]. fitas cassete. entrevistado. VELOSO. São Paulo: Polygram.8 Imagem em movimento Envolvem as referências de filmes. 1 CD.4. 1991. Direção: Walter Salles Júnior. Produção: Martire de Clermont-Tonnerre e Arthur Cohn.4. Brasília: SENAI/DN. data e especificação do suporte em unidades físicas. Caetano. data. videocassetes. Produção do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial. 1992. também deve ser seguido o seguinte padrão: COMPOSITOR (ou intérprete. Departamento Nacional. . Circuladô vivo. 3. etc.

desaparecem rapidamen te. não sendo recomendável seu uso como UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. animais empalhados. objetos de museu. 1 escultura variável. esqueletos. 79 . Título (do serviço ou produto). 5 fonte científica ou técnica de disquetes. 1995.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. BULE de porcelana. 18-].1. 1 bule. arquivos em disco rígido.]: Microsoft Corporation.” (ABNT. O padrão para referência é: Mensagens trocadas por email têm caráter informal. 13). etc. Especificação do objeto.doc. Escultura para viajar. Versão (se houver). A referência desses documentos deve apresentar o seguinte padrão: AUTOR (criador artístico do objeto. Curitiba. p.4. quando identificado). 1 CD-ROM. Data.10 Documento tridimensional Abrange as esculturas. dentre outros). Biblioteca Central.4. NBR 6023:2002. As mensagens de correio e le trônico “devem ser 9 referen ciadas meio eletrônico s omen te quando não se dispuser de nenhuma outra fonte para abordar o Abrange os documentos do tipo base de dados. Título (caso não exista. Descrição física do in terpes soal e efêmero. mensagens eletrônicas. programas de computador. AUTOR(es)se for o caso.. objetos e suas representações (fósseis. [S. Marcel. 1998. e meio eletrônico. . pesquisa. monumentos. atribuir denominação ou indicar [Sem título] entre colchetes). [China: Companhia das Índias. maquetes. Normas. Version 4.. 9 3. listas de discussão.l. 1918. assunto em discussão.11 Documento de acesso exclusivo em MICROSOFT Project for Windows 95. DUCHAMP.

1978.ed. Responsável técnico Delosmar R. 3. São Paulo.br> em 11 nov. Disponível em: <http://www.ed. No prelo. São Paulo: Publifolha. Acesso em: 30 maio 2002. Tubarão. os títulos das séries e/ou coleções e a respectiva numeração. 3. 1985. 2002. In: FUNDAÇÃO TROPICAL DE PESQUISAS E TECNOLOGIA “ ANDRÉ TOSELLO”. MARINS.80. Italvino. podem ser acrescentados. Base de Dados Tropical. L. sem destaque. São Paulo: Brasiliense.univali. ao final da referência.13 Séries e coleções Nesses tipos de publicações.4. 57).4. E.23. RUBIROSA. n.fat. entre parênteses. HINDLE. (Primeiros Passos. Os princípios da gestão moderna. São José dos Campos: Johnson & Johnson. Massa calcificada da naso-faringe. LEAL. SC. Radiologia Brasileira. ÁCAROS no Estado de São Paulo. Apostila.12 Bula de remédio RESPRIN: comprimidos. M.. Bastos. 1990. MARTINS. textos não publicados. Niterói. (Série Sucesso Profissional: seu guia de estratégia pessoal). apostilas. 2.bdt.14 Notas Como notas podem ser incluídos os seguintes documentos: publicações no prelo. MARQUES. Memorial [mensagem pessoal]. 1991. . Digitado. C.org. J. Mensagem recebida por <simonegf@sj. se houver.. J. M. 3. Bula de remédio.4. Estas informações devem ser apresentadas ao final da referência. Modelos matemáticos: exercícios didáticos. Como fazer apresentações. Carlos B. 1997. documentos mimeografados e digitados.br/ acaro/sp/>. 1984. Tim. 1999. O que é sociologia? 7.

b) nome do autor.. d) subtítulo.. e) número de volumes (se houver mais de um. se houver.Capa (obrigatório): é a cobertura externa capa dura . seqü encialmen te.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 4 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS A estrutura de trabalhos acadêmico-científicos é orientada pela NBR 14724:2005 da ABNT. uma vez que tais trabalhos têm estrutura própria. trabalhos de graduação interdisciplinares TGI. Suas orientações também se aplicam. impresso da mesma forma que o do autor.que abrange as folhas que constituem o trabalho (Apêndice A). c) identificação de números (volume. g) ano da entrega (4 dígitos). trabalhos de conclusão de cursos de graduação . deve ser especificado o respectivo volume em cada capa). esses elementos podem ser adapt ados ou at é me smo desconsiderados. Por outro lado. trabalhos de conclusão de curso de aperfei çoamen to e/ou especialização e outros. dissertações e trabalhos de conclusão de curso é obrigatório seguir a orientação da norma. papers e relatórios. a trabalhos de graduação intra e extra-classe.1 Elementos pré-textuais . textuais e pós-textuais. im presso longitu dinalmente. do alto ao pé da lombada. Em caso de trabalhos relacionados às disciplinas de graduação. dissertações. c) título. para elaboração de teses. Deve conter. A estrutura de trabalhos acadêmicos compreende elementos prétextuais. . 81 . se for o caso: v. f) local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado. resenhas. b) título do trabalho. as seguint es informações: a) nome da instituição (opcional). no que couber. tais como fichamentos. 4.2) . onde devem ser impressos: a)n om e do au tor. que def in e os pri ncípios gerais par a elaboração de teses.TCC.Lombada (opcional): é a parte lateral da capa que reúne as folhas do trabalho.

. b) título principal do trabalho (claro. dissertações ou trabalhos de conclusão de curso de graduação ou especialização. c) texto contendo a natureza. e m caso de t rabalh os qu e dev am ser depositados em biblioteca. etc. .Dedicatória (opcional): o autor dedica sua obra ou presta homenagens a pessoa(s). após a dedicatória e devem se limitar ao estritamente necessário. dissertação. .A data de aprovação e as assinat ur as são colocadas após a apr ov ação do trabalho. a dedicatória deve ser localizada na parte inferior direita da folha. e) data de aprovação.. os seguintes elementos (Apêndice B): a) nome do autor do trabalho. Aparecem em folha separada. g) local (cidade) da instituição. Essa f ich a de ver á ser con feccion ada por profissional bibliotecário. centralizadas na página (Apêndice C): a) nome do autor trabalho. objetivo e nome da instituição a que é submetido. . como as teses. em seqüência.Errata (opcional): consiste em lista das folhas e linhas onde há erros. nome da instituição a que é submetido. b) título do trabalho e subtítulo (se houver). f) nom e. com a identificação do conteúdo que permita a indexação). . devem ser apresentados. d) número de volumes. f) nome do orientador e do co-orientador (se houver). parte inferior da página.Folh a de aprovação (obrigatório): é apresentada logo após a folha de rosto e deve conter as segu intes informações. área de concentração. ti tu lação e assin at ur a dos componentes da banca examinadora e instituições a que pertencem. trabalho de conclusão de curso. h) ano de entrega (4 dígitos). e) nota contendo a natureza do trabalho (tese.Agradecimentos (opcional): menção a pessoas e/ou instituições que contribuíram de forma relevante para o desenvolvimento do trabalho.Folha de rosto (obrigatório): no anverso (página da frente da folha). sua subordinação ao título principal é demonstrada pelos dois pontos que o precedem). No verso da folha de rosto.82. apresenta-se a ficha catalográfica. c) subtítulo (se houver.). conforme o Código de Catalogação Anglo-Americano vigente. As informações são apresentadas em colunas como no exemplo abaixo: Folha Linha Onde se lê Leia-se .) e o seu objetivo (por exemplo: para aprovação em disciplina. . se houver mais de um. etc. obtenção de determinado grau. preciso. d) área de concentração. com as respectivas correções.

Lista de tabelas (opcional): identifica as tabelas. gráficos. Também é recomendada a elaboração de lista própria para cada u m dos t ipos (abreviatura ou sigla).. da Parte II deste documento).Resumo em língua estrangeira (obrigatório): deve ser apresentado em folha separada do resumo anterior (ver o tópico 2 . se houver. mapas.Resumo na língua vernácula (obrigatório): consiste na apresentação concisa do texto por meio de uma seqüência de f rases objetivas e seguidas de palavras-chave. recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo de ilustração. Sua elaboração é detalhada no t ópico 2 (R esu mos de trabalhos acadêm icocientíficos). . abaixo do texto. d) os indicativos das seções que compõem o sumário. com o respectivo significado.Lista de ilustrações (opcional): identifica as ilustrações (quadros. Apesar de ser escrita por outra pessoa. c) os elementos pré-t extu ais não devem aparecer no sumário. .Lista de abreviaturas e siglas (opcional): é a relação alfabética de abreviaturas e siglas con ti das n o t ext o. na ordem em que aparecem. Atenção! O sumário não deve ser confundido com o índice. Indica a página inicial em que se localiza a parte correspondente (Apêndice D). fluxogramas. Epígrafes tam bém podem ser colocadas na abertura das divisões do texto (capítulos). desen hos. escrit o por ext enso.Su mári o (obrigatór io): é a re lação enumerada das divisões. que é uma lista "de palavras ou frases. ditado ou parte de um texto que o autor deseja destacar. também denominadas seções primárias).. Se necessário. da Parte I deste documento.ver seção 5. Na elaboração do sumário deve-se observar os seguintes aspectos: a) o sumário tem o título centralizado. seções (ou tópicos) e outras partes de uma publicação (ou trabalho). segui das do seu signi ficado (expre ssõe s ou palavras correspon dentes). devem ser alinhados à esquerda. na ordem em que se apresentam no texto. grafado com o mesmo tipo de fonte utilizado para os capítulos (ou divisões principais do texto. . . . por considerar significativo e inspirador em relação ao seu trabalho. A autoria da mensagem deve ser apresentada do lado direito. não deve vir entre aspas. esque mas.) na ordem em que aparecem no texto.3 da Parte II deste documento).4. com respectivos nomes e números de página. . qu e localiza e re mete para as in form açõe s con ti das n o tex to. b) a subordinação dos itens do sumário é destacada usando-se os mesmos tipos de fonte utilizados no texto. or ganogram as. Consiste na transcrição de uma frase. etc. .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . na mesma ordem e grafia em que se sucedem no texto. .ordenadas segun do determ inado cri tério. fora de parênteses. p. 83 .Resumos de trabalhos acadêmico-científicos." (NBR 6027:2003. 2). (Atenção! Em artigos científicos o resumo em língua estrangeira faz parte dos elementos pós-textuais . com respectivos nomes e números de página.Lista de símbolos (opcional): apresenta o conjunto de símbolos utilizados no texto. pensamento.Epí grafe (opcional): aparece após os agradecimentos.

f inalizan do com uma conclusão. 4. em função da sua natureza e da área de conhecimento a que pertencem. .2 Elementos textuais Os elementos textuais. o tex to acadêm ico-cien tífico se inicia com uma in trodu ção. está localizado. Se o trabalho compreender mais de um volume. e)os títu los e su btítulos (se h ouver). apenas que esta é a seqü ência usual de qualquer t exto acadêmico. de modo que a consulta a qualquer dos volumes permita o conhecimento do conteúdo todo. t eorias e principais idéias sobre o tema focalizado. excetuados os elementos obrigatórios. Isso não significa dizer que essas part es sejam n ecessariame nt e assi m intituladas ou subdivididas. o sumário de toda a obra deve ser incluído em todos os volumes. à qual se segu e o desen volvim ento.Introdução Consiste na apresentação geral do trabalho. .se com base no ti po e nos objetivos do trabalho acadêmico-científico. há distintos modos de organizar o texto. são ali nh ados pela m ar ge m do tí tu lo correspondente ao indicativo mais extenso. ou seja.. assim como os prétextuais. ou os n úme ros das págin as ini cial e f inal. apresenta o problema ou tema central do estudo ou da pesquisa.Desenvolvimento É a parte mais extensa e consistente do trabalho. f) para a paginação pode-se utilizar o número da pr imei ra página (ex. análise e interpretação dos resultados. portanto. con st itu em. me todologia. No en tant o.84. n a(s) página(s) que antecede(m) imediatamente o texto. além de aspectos metodológicos. Conf orme o tipo de trabalh o. Nela são descritos os conceitos. Em caso de relatórios de pesquisa científica. destaca sua importância e seus limites quanto à extensão e à profundidade. resultados e interpretação do estudo quando se tratar de um relatório de pesquisa.: 32). concisa e objetiva do tema e a delimitação precisa das fronteiras do estudo em relação ao campo selecionado e ao problema a ser estudado. de u m modo geral . fornece uma visão global do assunto tratado (contextualização). Da mesma forma que na introdu ção. separados por hífen (ex. que seguem os indicativos das seções. área de conhecimento ou metodologia adotada. contextualiza-o. O sumário é o último dos elementos prét extu ais. apresentação.: 32-49).. . os elementos que integram o desenvolvimento do trabalho poderão variar nas suas divisões e subdivisões. Trata-se da parte inicial do texto em que o autor aponta os seus propósitos e as linhas gerais que orientaram seu pensamento. com uma definição clara. os elementos essenciais que integram esta parte do trabalho são: fundamentação teórica (r evi são bibl iogr áf ica).

Anexo(s) (opcional): texto ou documento não elaborado pelo au tor do trabalho. encontram-se no tópico 3 – Elaboração de Ref erências de Tr abal hos Acadêm icoCientíficos. assuntos. seguidas de travessão e respectivo título (Ex.Índice (opcional): listagem detalhada de palavras ou expressões ordenadas a partir de critérios específicos (nomes de pessoas. que complementa. além de sugestões para outros trabalhos. extraídos de um documento. Os anexos são identificados por letras maiúsculas consecutivas. seguidas de travessão e respectivo título (Ex. dentre outros). nomes geográficos. comprova ou ilustra o seu conteúdo. Pode também indicar questões dignas de novos estudos. seguidos de suas respectivas definições. complementar ao seu trabalho.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . 85 . 4. consiste na revisão sintética dos resultados e da discussão do estudo realizado. . da Parte II deste documento. . Tem como objetivo destacar as principais questões tratadas no trabalho acerca do estudo desenvolvido. .Apêndice(s) (opcional): texto ou documento elaborado pelo autor. utilizados no trabalho. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas. apontando-se o alcance e o significado de suas contribuições...: APÊNDICE A – Roteiro de entrevista). A con clu são deve apresent ar dedu ções lógicas correspon dent es aos propósitos prev iamen te estabelecidos do t rabalho.: ANEXO B – Estrutura organizacional da Empresa Alfa).Conclusão Como parte final do texto. com a indicação de sua localização no texto.3 Elementos pós-textuais . segun do a NBR 6023:2002 da ABNT. Nos trabalhos acadêmi co-cien t ífi cos a li stagem de referê ncias deve ide ntif icar as f ontes/ documentos mencionados (referidos) no texto. .Glossár io (opci onal): lista em ordem alfabética de expressões ou termos técnicos específ icos de uma determ inada área.Referências (obrigatório): constitui o conjunto padronizado de element os descrit ivos. . As orientações para sua elaboração. possibilitando sua identificação individual.

...86.

. notas de rodapé. data de aprovação e identificação da ban ca exami nador a deve m ser centralizadas (Apêndice C). em cuj o verso é im pr essa a f ich a catalográfica. Quanto ao tipo da fonte. notas de rodapé.5 entre linhas. sem brilho. com exceção da folha de rosto. . Na folha de rosto.5.1 Formato Os trabalhos acadêmico-científicos devem ser apresentados em papel branco. como prescreve a NBR 14724:2005 da ABNT. com exceção das citações longas (com mais de três linhas). no caso de dissertações e teses. O texto é digitado no anverso da folha (frente). recomendam-se Times New Roman ou Arial.4 (21 cm x 29. digitados n a cor preta (excetuando-se as ilustrações). algumas normas gerais devem ser seguidas. Já na folha de aprovação. 5. As ref erên cias apresent adas ao final do trabalho devem ser separadas entre si por dois espaço simples. Também os títulos das subseções são separados do texto que os precede e que os sucede por dois espaços de 1. as informações sobre o trabalho. margens direita e inferior: 2 cm. com form at o A. 5.2 Margens e espacejamento As páginas devem ser configuradas nas seguintes dimensões: margens esquerda e superior: 3 cm. pagin ação e legen das de ilustrações e tabelas. Para digitação recomenda-se a utilização de font e tamanho 12 para t odo o text o e tamanho menor (11 ou 10) e uniforme para citações longas (mais de três linhas). 87 .7 cm ). O texto deve ser digitado com espaço 1. referências. nome da instituição a que é submetido e área de concentração) que devem ser digitadas em espaço simples. a nota de identificação do trabalho deve ser alinhada do meio da página para a margem direita (Apêndice B). Os títulos das seções devem começar na parte superior da folha e ser separados do texto que os sucede por dois espaços de 1. objetivo. legendas de ilu strações e de t abelas..5.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 5 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICOCIENTÍFICOS O projeto gráfico de um trabalho acadêmico é de responsabilidade do seu autor. f icha catalogr áf ica e nota de identificação do trabalho apresentada na folha de rosto (indicando a natureza do trabalho. Entretanto.

sendo de le separado por um espaço.1 "O indicativo de uma seção secundária é constituído pelo indicativo da seção primária a que pertence.1 2.. suas folhas são numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento à do texto principal.1 2.1.1.2.88. pre cede o títu lo da seção. a qual.1 2. por sua vez. no canto superior direito da folha. Repete-se o mesmo processo em relação às demais seções. embora as páginas preliminares (pré-texto) não sejam n umeradas. a 2 cm da borda superior.." (NBR 6024:2003).1. Exemplo: Seção primária Seção secundária 1 2 1. Havendo apêndice(s) e anexo(s). Empregam -se algarismos arábicos para numerar as seções de um texto. Esse indicativo numérico.1 2. Seção terciária 1.1. seguido do número que lhe f or atribu ído na seqüência do assunto e separado por ponto. 5.1.1.2 . pode se dividir em seção secundária.1 3.4 Títulos e indicativos numéricos São denominadas seções as partes em que é dividido o texto de um documento.2 3 3. A principal di vi são do te xto de u m docum ent o é denominada seção primária.3 Seção quaternária 1. a partir da folha de rosto. terciária. A nu meração é colocada a partir da primeira folha da parte textual. quaternária. 5.1 2.1 2. alinhado à margem esquerda. etc. em algarismos arábicos.2 2.2.3 Paginação Todas as folhas do trabalho são contadas seqüencialmente. contendo a exposição ordenada do assunto.1.1.1.1.

listas.1. Hav endo ne cessidade de enumerar diversos assuntos ou itens... em 2.2. c) o texto de cada alínea inicia com letra minúscula e termina com ponto e vírgula. 5. . A citação de indicativos de seções no texto é feita conforme os exemplos seguintes: . no in te rior de um a seção. precedida da palavra designativa seguida de seu número de ordem . exceto a última que termina em ponto.1 Os títulos de errata.. qu adros. na seção 3 relatou-se. qualquer que seja a forma adotada. Atenção! Em relação ao itálico. agradecimentos.. com exceção da última. terminam em ponto-e-vírgula. porém. 5. adotando-se.. or gan ogram as. fluxogramas.. hífen ou travessão não são usados após o indicativo da seção ou de seu título. d) a segunda e demais linhas do texto da alínea começam abaixo da primeira letra da primeira linha. colocado sob a primeira letra do texto da alínea e dele separadas por um espaço.5 Parágrafo Modernamente a forma de parágrafo recuado está sendo abolida. Dispõem-se as alíneas na seqüência de um texto (que termina em dois pontos) do seguinte modo: a) ordenam-se as alíneas alfabeticamente. o espaçamento duplo entre os parágrafos. pois do contrário não contribuirão para a análise. apêndice(s). referências. anexo(s) e índices não recebem in di cat iv os n um éri cos e dev em ser centralizados (NBR 14724:2005). caixa alta ou versal. as dem ais linh as da subalínea i niciam igualmente abaixo da primeira letra. preferem adotar o parágrafo tradicional e formal nos textos técnicos (com recuo de 1. ver 1. . glossário. se m que h aj a necessidade de intitulá-los. Quando for necessário dividir a alínea em subalíneas.. qu e obri gatoriamen te corresponde ao título da seção.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Ponto.. mapas.. deve ser mantida em todo o trabalho. A identificação de ilustrações deve aparecer na parte in ferior. resumos. gráficos. usando-se de forma racional os seguintes recursos: negrito. No entanto.6 Ilustrações As ilustrações abrangem: desenhos. fotos. O texto. sumário.. porém devem estar diretamente relacionadas com o conteúdo da informação. 89 . O título das seções é colocado após seu indicativo numérico. e redondo. estas devem começar com um hífen. dele separado por um espaço. itálico ou grifo. esqu emas. Muitos autores. Os tí tu los das se ções são destacados gradativamente.. dentre outros. nesse caso. usam-se alíneas.. se inicia em ou tra li nh a. b) as letras indicativas das alín eas são re en tradas em r elação à margem esquerda.27 cm). Têm por objetivo possibilitar a transmissão de dados e informações de modo mais atraente. ressalta-se que este recurso deve ser usado para grafar palavras estrangeiras.. As alíneas..

As tabelas têm numeração independente e consecutiva e a sua identificação (título) é colocada na parte superior (topo). do respectivo título e/ou legenda explicativa. também é preciso seguir alguns critérios: . As ilustrações devem ser inseridas o mais próximo possível do trecho do texto a que se referem. t ais indicações devem ser feitas sem abreviações.se t iv er poucas colu n as. e da fonte. lado a lado. O título indica a natureza e as abrangências geográfica e te mporal dos dados n um éri cos. As tabelas apresentam inf ormações tratadas estatisticamente e seguem as orientações da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . breve e clara que dispense consulta ao texto. sintetizadas a seguir.90.o traço horizontal da moldura que separa o rodapé deve ser apresentado somente na página que contenha a última linha da tabela. A t abe la não de ve t er t raços v ert icais delimitadores à direita e à esquerda.. de ocor rência n o te xto e m algarismos arábicos (Exemplo: Gráfico 1. 5. Figura 3. o rodapé.o con te údo do rodapé deve se r apresentado na página de conclusão.cada página deve ter o contéudo do topo e o cabeçalho da tabela ou o cabeçalho da parte. . a tabela deve ser apresentada em duas ou mais partes (IBGE. c) ocupar. . A moldura compreende. precedida da palavra Tabela e de seu número de ordem em algarismos arábicos. com um traço vertical duplo separando as partes e repetindo-se o cabeçalho. Quadro 5). o espaço do cabeçalho e o terceiro. . por extenso. pode se r apresentada em duas partes. no mínimo. preferencialmente sem abreviações.. Q uanto à disposição das in formações. deve: a) estar inserida o mais próximo possível do trecho do texto a que se refere. qu an to à su a local ização e apresentação gráfica. uma abaixo da outra. 28): . A indicação da(s) fonte(s) das informações contidas em uma tabela e notas eventuais aparecem em seu rodapé. após o fio de fechamento. o segundo.7 Tabelas As tabelas servem para descrever dados e informações relevantes para o estudo ou ilustrar o conteúdo em desenvolvimento. na mesma página. três traços horizontais paralelos: o primeiro separa o topo.cada página deve ter colunas indicadoras e seus respectivos cabeçalhos. 1993. A tabela. b) ter moldu ra para est ru turar os dados nu méricos e termos necessários a sua compreensão. .IBGE (1993). de forma clara e concisa. pode ser apresentada em duas ou mais partes. repetindo-se o cabeçalho das colunas indicadoras e os indicadores de linha.se ultrapassar o tamanho da página em número de colunas e tiver poucas linhas. p. . Quando não couber em uma folha.cada página deve ter uma das seguintes indicações: continua para a primeira. conclusão para a última e continuação para as demais. preferencialm ent e. . O cabeçalho da tabela indica o conteúdo das colunas com palavras ou notações claras e concisas. uma única página.

alinhados à direita. “Na seqüência normal do texto é permitido o uso de uma entrelinha maior que comporte seus elementos (expoen tes. multiplicação e divisão. para tant o exi stem sím bolos estabelecidos por convenção internacional: Símbolo Z . 9). / ou – X . alinh ando.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ a) não se deve deixar “casas” vazias em uma t abel a. p. devem ser interrompidas antes do sinal de igualdade ou depois dos sinais de adição. c) em caso da fonte tratar-se de pessoa física. quan do os dados se originarem de diversas fontes.. entrevistas ou observação). a palavra ‘fonte’ deve ser colocada após o traço inferior da tabela. os nomes ou 5. pela natureza do fen ômeno..quan do. ‘observação direta’. conforme o caso. ‘en trevist as realizadas’. responsáv el pelos dados levantados e apresentados. utiliza-se como fonte o autor. 91 . Significado correspondente b) a fonte da tabela indica a origem ou a instituição responsável pelo fornecimento ou elaboração dos dados e informações nela contidos. Exemplo: x 2 + y2 = z2 (x + y )/5 = n 2 2 (1) (2) .8 Equações e fórmulas Devem aparecer destacadas no texto para facilitar a leitura e. podem ser u til izadas como f ont e as seguintes expressões: ‘pesquisa de campo’. caso seja necessário. ‘formulários preenchidos’. As tabelas de um a publi cação deve m apresentar uniformidade gráfica nos corpos e tipos de let ras e nú meros. a partir de pesqui sa de campo (com o uso de questionários. subtração.. ín di ces e ou tros)” (NBR 14724:2005. numeradas com algarismos arábicos entre parênteses.. o dado não existir -quan do o dado for rigor osamente zero -quan do não se dispu ser do dado -quan do os dados anterior es ao símbolo não forem comparáv eis aos posteriores -quan do o dado for omitido para evitar a in dividualização da infor mação siglas são separados por vírgula. no uso de maiúsculas e nos sinais gráficos utilizados. quando as tabelas são elaboradas com base em fontes que constituem documentos do próprio autor do trabalho (apresentação dos dados. por exemplo). ‘questionários aplicados’.se à margem esqu erda da primeira coluna. Qu ando as equações ou f órmu las ultrapassarem uma linha por falta de espaço.

FLÔRES. GEWANDSZNAJDER.92. 1988. A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em Ciências Sociais. improviso e método na pesquisa social.. 2.M. rev. Rio de Janeiro. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. E. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro.. Rio de Janeiro.L. M. N. ECO.C. Rio de Janeiro: Zahar. NBR 6022: informação e documentação: artigo em publicação periódica científica impressa: apresentação. narração. P Educar pela pesquisa. dissertação.J. pesquisa quantitativa e qualitativa. Redação de textos científicos. 1997. GIL. Redação: o texto técnico/ científico e o texto literário. Belo Horizonte: Ed. 1997. C. São Paulo: Atlas. In: NUNES. U. 1997. 2003.M. 2002. 2003. de O. uma monografia ou qualquer outro trabalho universitário. Metodologia do ensino superior. FRANÇA. A. Como se faz uma tese. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil.ed. M. São Paulo: Perspectiva.). A. Rio de Janeiro. A. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 4. engenheiros e estudantes. Rio de Janeiro. Autores Associados. 2001. Rio de Janeiro: Record. V. 1986. CANCELIER. Os cientistas precisam escrever: guia de redação para cientistas. DEMO. 1992. FEITOSA. . 2003. 2002.ed. OLÍMPIO. J. resumo. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos: apresentação.. 1989. 1996. 1978. Memórias de um orientador de tese. BARRASS. L. GOLDENBERG. 2. Ed. NBR 6024: informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento escrito: apresentação. São Paulo: Pioneira. paixão. relatório. R. NBR 10719: apresentação de relatórios técnico-científicos.N. descrição. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. 2000. L. COMPAGNON.ed. da UFMG. ______.L. Florianópolis. NBR 6028: informação e documentação: resumo: apresentação. BEAUD. ______.C. Rio de Janeiro. ______.. 2003. e aum. O trabalho da citação. Queiroz. A aventura sociológica: objetividade. ______. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. (Org. 2005.ed. Campinas: . p.307-326. São Paulo: T. 1996.A.ed. ______. ______. NBR 6027: informação e documentação: sumário: apresentação. 1998.L. ______. Rio de Janeiro. 3. Belo Horizonte: Editora UFMG. 5. REFERÊNCIAS ALVES-MAZZOTTI. da UFSC. Campinas: Papirus. F O método nas Ciências Naturais e Sociais: .. Arte da tese: como preparar e redigir uma tese de mestrado. CASTRO.

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..94. .

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ APÊNDICES ... 95 .

..96. título em maiúsculas e sub-título em minúsculas] Local Ano 2 cm [Letras minúsculas. excetuando-se a 1ª letra] . Apêndice A Capa de trabalhos acadêmicocientíficos Modelo 3 cm NOME DA INSTITUIÇÃO AUTO R(A) NOME COMPLE TO DO (A) A UTOR (A) CO MPLET CO MPL ETO AUTO R(A) [Extremidade do papel A4] [Identificação centrada em letras maiúsculas] 3cm TÍ TUL T ÍTUL O : subtítul o subtítulo (se houver) 2 cm [No centro da folha.

.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvolvimento sustentável em Santa Catarina Balneário Camboriú 2003 . 97 ..

. Wwww Yyyyyy Local Ano 2cm [Letras minúsculas. Apêndice B Folha de rosto de trabalhos acadêmico-científicos Modelo 3cm NOME COMPLETO DO(A) AUTOR(A) [Identificação centrada em letras maiúsculas] 3 cm TÍT UL O TÍ TUL O:: subtítulo subtí tul o (se houver) tulo 2 cm [No centro da folha. na Universidade do Vale de Itajaí. excetuando-se a 1ª letra] .. Orientador: Prof(a). Centro de Educação Zzzzz.98. título em maiúsculas e subtítulo em minúsculas] Monografia apresentada como requisito parcial para a o btenção do título de Xxxx.

Ce n tro de E ducação Balne ário Camboriú.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvolvimento sustentável em Santa Catarina Mo nogr afi a apres e n tada como requisito parcial para a obtenção do título de Bachare l em Turismo e Hotelaria pela Un iversidade do Vale de I taj aí. 99 .. Pedro Alves Balneário Camboriú 2003 .. Dr. Orientador: Prof.

........ ...... .. UNIVALI – CE de São José Prof. .. Centro de Educação de ....... Prof. 3 cm Área de Concentração: . Dra..... ....... da Universidade do Vale do Itajaí..... sub-título em minúsculas] . UNIVALI – CE de Balneári o Camboriú Orientador Profa............... e aprovada pelo Curso de ......................... ..... [Local].. .. MSc........... [dia] de [mês] de [ano]......... Apêndice C Folha de aprovação de trabalhos acadêmico-científicos Modelo 3 cm NOME COMPLETO DO(A) AUTOR(A) TÍ TUL TÍT UL O T ÍTUL O:: subtítulo subtítul o (se houver) Esta Monografia foi julgada adequada para a obtenção do título de ........... . .. .. Dr... UNIVALI – CE de São José 2 cm 2 cm [Identificação centrada em letras maiúsculas] [Título em maiúsculas..... ....100....

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvol vimento sustentável em Santa Catarina Esta Monografia foi julgada adequada para obtenção do título de Bacharel em Turismo e Hotelaria e aprovada pelo Curso de Turismo e Hotelaria da Universidade do Vale de Itajaí. 101 . 14 de fevereiro de 2003. Pedro Alves UNIVALI – CE de Balneário Cambori ú Orientador Profa. Dra. Área de Concentração: Turismo e Ambiente Balneário Camboriú. Msc. Maríl ia Mendonça Farias UNIVALI – CE de São José Membro Prof.. Prof. Dr.. Emílio Vieira UNIVALI – CE de São José Membro . Centro de Educação de Balneário Camboriú.

.........1 Concepções teóricas ........................................................................................... 64 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS ........................................................................................................................................................................................... Apêndice D Exemplo de Sumário SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO ................................................................... 39 3....................................................................... 43 3............ aceitação e cooperação ......................................................1 Contexto e sujeitos da pesquisa .......................................................................................................................................1...............2 As principais correntes teóricas da atualidade .............................................3 Resistência............................... 50 4.........1......... 18 2..........................................................3 Estratégias e instrumentos ........................... 71 REFERÊNCIAS ............................................................... 13 2 O PROBLEMA DA PESQUISA ..............................102............................................................ 10 1.......................................................... 80 ............................................. 57 4............... 14 2........................ 49 4..................... 27 3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS ............................................................................................................................................... 40 3..................................................... 77 APÊNDICES .........................1 Percepção do problema pelos sujeitos da pesquisa ........... 16 2....................................1 Breve história das principais concepções do passado ..................................2 Fontes documentais .........................2 Expectativas e aspirações ...1 Justificativa .......................................................................... 11 1.................................................................. 46 4 RESULTADOS ................................................................................................2 Objetivos da pesquisa ......................................

) Palavras-chave: (na língua do texto) * Currículo (e endereços postal e eletrônico) ** Currículo (e endereços postal e eletrônico) . elaborado segundo as orientações da NBR 6028:2003. contendo de 100 a 250 palavras. é digitado com espaçamento simples e alinhamento justificado... 103 .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Apêndice E Modelo de página de abertura (artigo científico) TÍTULO subtítulo su btítu lo (se houver) Nome completo do autor 1* Nome completo do autor 2** Resumo (na língua do texto) (O resumo.

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