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elaboracao_de_trabalhos_academico-cientificos

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  • APRESENTAÇÃO
  • 1 INTRODUÇÃO
  • 2 FICHAMENTO
  • 2.3 Procedimentos
  • 2.3.1 Ficha bibliográfica
  • 2.3.2 Ficha de leitura
  • 3 RESENHA CRÍTICA
  • 4.3 Procedimentos
  • 4.4 Avaliação
  • 5 ARTIGO CIENTÍFICO
  • 5.1 Conceito
  • 5.3 Procedimentos quanto à elaboração
  • 5.4 Procedimentos quanto à forma de apresentação
  • 5.4.1 Elementos pré-textuais
  • 5.4.2 Elementos textuais
  • 5.4.3 Elementos pós-textuais
  • 5.4.4 Indicativo dos tópicos (seções) do artigo científico
  • 5.5 Avaliação
  • 6 RELATÓRIO
  • 6.1 Conceito
  • 6.3 Tipos de relatórios
  • 7 MEMORIAL
  • 7.1 Conceito
  • 1 CITAÇÕES
  • 1.2 Tipos de citação
  • 1.3 Alterações na citação
  • 1.4 Normas complementares para citação
  • 1.5 Considerações finais sobre as normas de citação
  • 2 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS
  • 3 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS
  • 3.2 Aspectos gráficos das referências
  • 3.3 Regras gerais para elaboração de referências
  • 3.3.1 Regras quanto à autoria
  • 3.3.2 Regras quanto ao título e subtítulo
  • 3.3.3 Regras quanto à edição e editora
  • 3.3.4 Regras quanto ao local
  • 3.3.6 Regra quanto à paginação
  • 3.3.5 Regras quanto à data
  • 3.4 Modelos de elaboração de referências
  • 3.4.1 Monografias
  • 3.4.1.1 Monografias consideradas no todo5
  • 3.4.1.2 Monografias no todo em meio eletrônico
  • 3.4.1.3 Partes de monografia
  • 3.4.2 Publicações periódicas
  • 3.4.1.4 Parte de monografia em meio eletrônico
  • 3.4.2.1 Publicação periódica como um todo
  • 3.4.2.2 Partes de publicações periódicas
  • 3.4.2.3 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas
  • 3.4.2.5 Artigo e/ou matéria de jornal
  • 3.4.2.6 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico
  • 3.4.3 Publicações em eventos
  • 3.4.3.1 Eventos como um todo
  • 3.4.3.2 Eventos como um todo em meio eletrônico
  • 3.4.3.4 Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico
  • 3.4.3.3 Trabalho apresentado em evento
  • 3.4.4 Documentos jurídicos
  • 3.4.6.1 Documento cartográfico em
  • 3.4.6 Documento cartográfico
  • 3.4.7.1 Documento iconográfico em
  • 3.4.7 Documento iconográfico
  • 3.4.8 Imagem em movimento
  • 3.4.10 Documento tridimensional
  • 3.4.12 Bula de remédio
  • 3.4.13 Séries e coleções
  • 4 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS
  • 4.1 Elementos pré-textuais
  • 4.2 Elementos textuais
  • 4.3 Elementos pós-textuais
  • 5 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICO- CIENTÍFICOS
  • 5.2 Margens e espacejamento
  • 5.4 Títulos e indicativos numéricos
  • 5.5 Parágrafo
  • 5.8 Equações e fórmulas
  • REFERÊNCIAS
  • APÊNDICES

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

Universidade do Vale do Itajaí

Cadernos
Universidade do Vale do Itaj aí

de Ensino
... 1

Pró-Reitoria de Ensino

FICHA CATALOGRÁFICA

2...

Ficha catalográfica elaborada pela Biblioteca Central Comunitária - UNIVALI
Cássia Ferri Regina Célia Linhares Hostins Coordenação

Projeto
Josiane da Silva Delvan Lucian o Dalla Giacomassa Colaboração

E lisabeth Juchem Machado Leal Simone Gh is i Feuersch ütte E laboração

Hildo Rocha Neto Nilton Córdova Fotografia José Roberto Azevedo Júnior Capa Camila Morgana Lourenço Projeto Gráfico Ch arlles Giovany Faqueti Fábio Zella de Souza José Roberto Azevedo Júnior Editoração E letrônica E xemplares: 1500

Pedagogico

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

Universidade do Vale do Itajaí

Cadernos
Universidade do Vale do Itaj aí

ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS

ITAJAÍ (SC Julho/2006 Ano 2 - nº 4

de Ensino
... 3

Pró-Reitoria de Ensino

de dezembro de 2005. 58. Em julho de 2006 o texto deste documento (páginas 56. 81. ..724. 89. 90.4. 87.. 91 e 92) foi atualizado para in corporação das alterações referentes à apres entação de trabalhos acadêmicos contidas na segunda edição da NBR 14.

................................................ 30 Indicativos dos tópicos (seções) do artigo científico . 25 Conceito .................... 30 Elementos pós-textuais ..................... 13 FICHAMENTO ........................................2 5........ 15 Os propósitos do fichamento ..................................2 2.................................................................................................................... 17 Ficha de leitura ........... 21 Procedimentos ................ 23 Avaliação ......................1 2...............................................................................................................1 5...... 33 Propósitos ................................... 21 Propósitos ............................................................................................................4 3 3............................................................ 22 A apresentação da resenha ............................... 24 PAPER...................................................................3 3......... 26 ARTIGO CIENTÍFICO ............................................................3 6.................................................................................................................3................................................. 35 Avaliação ............................................................ 29 Elementos pré-textuais .............................................................................................1 6...........................................................................................3 5................................................................................................................................................................................................................. 27 Conceito ............... 15 Conceito .......................... 25 Propósitos ..............2 6..................................................... 31 RELATÓRIO . 21 Conceito .......UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ SUMÁRIO APRESENTAÇÃO ................ 09 PARTE I .............. 10 1 2 2................................. POSITION PAPER OU POSICIONAMENTO PESSOAL .......................................................................................................................2 3............... 18 Avaliação .....5 INTRODUÇÃO ................. 27 Procedimentos quanto à elaboração .............................................................................................................3..................................................4 5.....................................................Elaboração de trabalhos acadêmico-científicos ...5 4 4..............................1 3.............. 34 Tipos de relatórios .. 37 ........................2 4....................................4 5 5.................................................................... 5 ...................4 3............. 26 Avaliação ...4.........................................1 4...........................................................................................4.........................................................................3 5...............2 5.......................................................................3 2........................................................... 31 Avaliação ........................................................................ 25 Procedimentos .............. 27 Propósitos ........................................................................... 30 Elementos textuais ......... 16 Procedimentos ................................. 34 Procedimentos .......................................3 4....................................................................................................................................................................................................... 28 Procedimentos quanto à forma de apresentação ..........1 5................................4..2 2................................................................................................................... 20 RESENHA CRÍTICA .......................4 5.....4..... 17 Ficha bibliográfica ...........................................................................................................................4 6.............5 6 6.1 2...... 33 Conceito ...........

............... 57 Localização das referências ........4......... 65 Monografias consideradas no todo . 70 Artigo e/ou matéria de revista..........Orientações e normas para apresentação de trabalhos acadêmico-científicos ..................................4................................... 65 Monografias no todo em meio eletrônico ... 47 1....................6 3..4.................................1............. 53 2 2..................................... 69 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas ....3.................................................... 40 Avaliação .......................................4.................................4................................ 56 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS ...................2 3...................... 64 Regra quanto à paginação ..................................................3 3...........1 Citação direta.....................................................2.................................................................................................. 39 Propósitos ..... 65 Monografias ................................................... 68 Publicações periódicas ............................... 43 1 CITAÇÕES ............5 3.............................3 3........................................................................................ 39 Procedimentos ..4 Normas complementares para citação .................................3.............. 59 Regras quanto à autoria.......................4 MEMORIAL ......................................................................1 3..........3.....4.......4 3.3...........1 3............................................3............................1....... 48 1..................... 61 Regras quanto à edição e editora .............1 Regras gerais para citação ...................3 Citação da citação ........................................................................................................................................................2............................................................................. boletim....................................................................................4.1 3...3 3..2 3.................2....................... 63 Regras quanto à data ........................................................1 7..................1 3.......2................................. 67 Partes de monografia ..................................................... 45 1.......................... 71 Publicações em eventos .........6............5 3.......................3.......2........................... 62 Regras quanto ao local ........................ textual ou literal ...........................................................2 3.......... 58 Regras gerais para elaboração de referências ..2 3.........2 3.................................................................... 70 Artigo e/ou matéria de jornal .................................................2 7........................... 67 Parte de monografia em meio eletrônico ...4 3...5 Considerações finais sobre as normas de citação . 52 1....3 7...............4...............................3 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS .............. 68 Publicação periódica como um todo .. 69 Partes de publicações périódicas .............................................1 3....... 41 PARTE II ................................ 46 1..... 57 Aspectos gráficos das referências ....................... 46 1..........4...................... 64 Modelos de elaboração de referências ..........4.. 45 1..............................................2 Tipos de citação .............. 39 Conceito .......................... 72 .....................................................................1.................................................... em meio eletrônico ...............................2.3 3..4 3.......2... 50 1........................ 55 Exemplos de resumos .............................. dentre outros...................................................2...................................1.........................6 3........................................................... 71 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico ...............4...........................................................................................4........................... 59 Regras quanto ao título e subtítulo ......................................2 Citação indireta: paráfrase e condensação ....................4............................................... 7 7............................1 3 3.........................................................................................2..............4 3.................3 Alterações na citação ............................

...............................................................................1 3..........................................................13 3...................................4.......................Folha de rosto de trabalhos acadêmico-científicos ............Folha de aprovação de trabalhos acadêmico-científicos .................4............................... Séries e coleções ................................ 88 Parágrafo ................................................................. 102 Apêndice E .....4 3..................................................4 5........... 91 REFERÊNCIAS ...3......................................4...........................4...... 7 ............3 3.............. Documento cartográfico em meio eletrônico ..........4... 85 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS .10 3...............................4..............6 3.............................................3..........................................................................................................1 4....12 3............ Notas ..................2 3.............................................. 81 Elementos textuais ......................................................................................... 90 Equações e fórmulas ...........................................4...............................4....................1 3...................................... Documento iconográfico .......4...................... 88 Títulos e indicavos numéricos ..............................................UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3..... Jurisprudência ................................................1 5..........4............ 87 Paginação ....................................................... 89 Ilustrações ...................... Doutrina .................. Documento iconográficoem meio eletrônico ......... Patente .......3..................4..........4.......................................6 5....................Capa de trabalhos acadêmico-científicos ........... 87 Formato ....... Documento jurídico em meio eletrônico ........................................................ Eventos como um todo em meio eletrônico ..............................................7... 92 APÊNDICES .......................................................................7 5... Documento de acesso exclusivo em meio eletrônico ........................................ 89 Tabelas ............ 95 Apêndice A ...4.................................................Exemplo de sumário .........................................5 5.. Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico ..................1 3..................4..........................4..................... Documento sonoro .........3.............. 103 .....................................................................................2 4.......................... Legislação .............. Documentos jurídicos ...................................................... Trabalho apresentado em evento ....................................................... 72 72 73 73 74 74 74 75 75 75 76 76 77 77 78 78 79 79 80 80 80 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS ....................................14 4 4.........................4..... 84 Elementos pós-textuais ...............................................9 3................11 3.....................................5 3............................4....................4....4...... Documento tridimensional ..............3 3.......................4. Bula de remédio .................................................4.......................................................................4...............................4.................................................3 5 5........................ 87 Margens e espacejamento ..................................................................................................................................................................................... 81 Elementos pré-textuais .2 5....................... Documento cartográfico ..................................................4................4 3. Imagem em movimento ......................................Modelo de página de abertura (artigo científico) .......4..8 3............7 3..................................6.......................................................................................................3 5...............................................8 Eventos como um todo ...... 98 Apêndice C ..............................1 3....................2 3.................................... 100 Apêndice D ......................... 96 Apêndice B ...........................4 3.........................................

..8. .

a apr endizagem e o desenvolvimen to do trabalho in telectu al exigem conhecimentos de ordem técnica..permite ao estudante universitário se exercitar em práticas essenciais à atividade científica: a bu sca. têm como objetivo favorecer e estimular a produção escrita de nossos alunos. o domínio da ciência e dos seus métodos para atingir novos patamares de qualidade. o mais elementar deles. 2000). Estas três dimensões estão in ti mame nt e r elacionadas. para quê. pois todo o conjunto de recursos que está na base do ensino superior não pode ir além de sua função de fornecer instrumentos para uma atividade criadora. Assim. Certamente. não sem antes termos clareza do sentido político da formação no ensino superior: por quê. Se a ciência é o resultado do confronto. A elaboração de trabalhos acadêm icos . conceitual e lógica. para quem estudamos e produzimos conhecimentos? Para buscar possíveis respostas às questões acima. É neste contexto que se insere a metodologia de trabalhos científicos como instrumento útil e per tin en te para a produ ção do conhecimento. Est as orientações. Profª Amândia Maria de Borba Pró-Reitora de Ensino .cien tí fi cos. a pr odu zir conhecimentos. o domínio do saber e da cultura. visando criar novos hábitos e um novo olhar para a produção universitária. ao focalizar os tipos de trabalhos acadêmicos mais presentes no cotidiano do ensino superior e os procedimentos básicos para sua elaboração. conse qü en tem en te. ou da articu lação.do fich amen to. dos métodos e das técnicas de áreas específicas do conhecimento é uma exigência do ensino superior para vencer o superficialismo e a falta de rigor científico na produção e socialização do conhecimento. desde os primeiros períodos. em todas as disciplinas. da teoria com a empiria. Parece-nos ser esta u ma con di ção in di spe nsáve l ao desen vol vim en to da vi da in te lect ual disciplin ada e produ tiva. (SEVERINO. ao artigo científico . o domínio de conceitos reelaborados. é fator determinante para o al can ce dos obj eti vos da for mação u niv ersi tári a: apre nder a pen sar e.. nort eada por posturas e práticas de pesquisa. entre suas finalidades. pois u m pensamento ou argumento apresentado pelo aluno ou pesquisador sem apoio em processos lógicos pode não passar de uma idéi a superficial. A UNIVALI destaca.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ APRESENTAÇÃO Este conjunto de diretrizes metodológicas é apresentado aos professores e estudantes universitários para o desenvolvimento de t rabalh os didáti co. sob critérios lógicos e com o auxílio da técnica. o domínio da teoria é condição imprescindível par a o propósito de produção do conhecimento. característica da formação superior. E viden te men te . esta publicação traz subsídios à elaboração de textos didático-científicos de forma lógica. o regi st ro e o uso do sabe r já acumulado e disponível para propósitos próprios de construção do conhecimento. 9 .

.. .10.

11 ..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Parte 1 Elaboração de trabalhos acadêmicocientíficos ..

12.. ..

porque significam propriamente a competência. deve ..compettên ci as r efer enttes ao ttrato da com pet ências refe rent es pe ref eren rato in f i nf orm ação ação: .] Aprende a duvidar. dada a necessidade de atualização em face aos rápidos avanços da ciência. expressão.. atividade central na vida acadêmica. elaborar são termos essenciais da formação do sujeito. 13 . Demo (1996.] escrevam. registrar a informação e as . Formular. um dos desafios que hoje se colocam para a universidade consiste na formação de um profissional capaz de pensar e agir num contexto de alta complexidade – decorrente da natureza dos problemas com os quais nos defrontamos – valendo-se para tanto da capacidade de analisar criticamente a realidade à luz de conhecimentos teóricos e de atu ar com competência de modo autônomo e conseqüente. Deixa-se para trás a condição de objeto. com vistas à elevação do nivel de qualidade dos cursos superiores. A formação universitária. coloquem no papel o que querem dizer e fazer. pela qual o sujeito que desperta começa a ganhar forma. passando a participar como sujeito capaz de propor e contrapor[. se faz.. assim identificadas: . a competência de maior importância e suas competências subsidiárias: identificar as fontes bibliográficas mais relevantes da área. A partir daí. Esse processo contribui decisivamente para a for mação de prof ission ais cu jo pe rfi l compreende as competências necessárias à busca do conhecimento. à medida que se supera a recepção passiva do conhecimento.ler e compreender textos teóricos.. Para tanto parece ser indispensável que os acadêmicos se exercitem. Ao lado desse fato.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1 INTRODUÇÃO A ê nfase qu e vem sen do col ocada nas atividades de pesquisa articuladas ao ensino e à extensão. sobretudo alcancem a capacidade de formular. a apropriação e o uso do conhecimento técnicocientífico são atividades permanentes na carreira do profissional de nível superior. sist em at ização e soci al ização do conhecimento deixem de ter no professor seu prin ci pal prot agoni st a e passem a ser compartilhadas por professores e alunos. Essa iniciação compreende a aquisição gradativa de um conjunto de competências. redijam. Por outro lado. contorno.28-29) diz ser fundamental que os acadêmicos: [. à sua adequada utilização para a solução dos problemas e à elaboração de novos conhecimentos. mediante a progressiva iniciação do aluno às práticas do trabalho intelectual. surge o desafio da elaboração própria. no uso de um instrumental teórico-metodológico que lhes possibilite o progressivo domínio das práticas do trabalho intelectual. requer que as atividades referentes à investigação. buscar e adquirir a informação nece ssári a para a re al ização de trabalhos.. a querer saber sempre mais e melhor. desde os primeiros dias de sua trajetória acadêmica. de modo a se tornarem não apenas consumidores como também produtores de conhecimento.. portanto. de complexidade e sofisticação crescentes. perfil. p. a perguntar.se con siderar qu e a bu sca. em todas as áreas do conhecimento.

interpretar criticamente. subsidiariamente. ou de Metodologia Científica – a criação dessas oportunidades em todas as disciplinas. fichamentos. Na segun da part e são apresen t adas orientações para elaboração e u so de ci tações. por se considerar que são os tipos de uso mais freqüente nas várias disciplinas dos cursos de graduação. referências). documentais ou outras (fazer resumos. dissertação de mestrado e tese de doutorado. relat ór io e mem orial.ref er ent es ao raciocín io: iden tif icar proposições. definir.14. No entanto. E compete ao professor – a todos os professores e não apenas aos professores responsáveis pelas disciplinas de Língua Portuguesa. bem como de apresentação de trabalhos acadêmicocientíficos. extrair significados. não são aqui tratados. parafrasear.. São muitos os tipos de trabalhos acadêmico-científicos qu e pode riam se r in cl uí dos em um documento como este. O texto ora apresentado pretende oferecer. artigos. artigo cien tífico.competências necessárias à capacidade de elaboração própria: . Dessa forma. t anto a professores como a acadêmicos. estabelecer relações.cor rigir. de re su m os de ar ti gos e de referências. os procedimen tos para sua e laboração e organização e sugestões para sua avaliação. embora t ambém sejam trabalhos acadê micocientíficos. . projeto e relatório de pesquisa. observar. .redigir: progredir do exercício inicial sob a for ma de re sum o. no entanto. papers. A primeira parte do documento trata dos tipos acima mencionados de trabalhos acadêmicocient íf icos: seu conceito e propósitos. . bem como normas relativas à estrutura e apresentação gráfica de trabalhos acadêmico-científicos.competências cognitivas: .referentes à capacidade de interpretação: perceber implicações. aut o. demonstrar (ou provar) por argumentação. ou mesmo o ensaio. somente será desenvolvido pelos acadêmicos se estes tiverem oportunidades efetivas de exercitá-las de modo gradativo. inferir.se (ou ref orm ular o anteriormente formulado). . .analisar e apreciar criticamente textos teóricos. paper. explicar. . Esse conjunto de competências. .apresentar e discutir temas. resenha crítica. até ch egar à elaboração de texto próprio (resenhas. optou-se pelo fichamento.ligadas à formação de conceitos: fazer distinções e conexões. sistemático e intensivo. projetos de pesquisa). dominar as praxes de citação e de referência. .. orientações básicas para a elaboração de trabalhos acadêmico-científicos. respect ivas f on tes bi bl iográfi cas.referentes às práticas de investigação: formular questões e hipóteses.

coerente e objetivo. palest ras ou confe rências. essen ci al par a a elaboração de resenhas. como o docente e o pesquisador têm de manipular uma considerável quantidade de material bibliográfico. pa pers. . cujo autor é o “fichador”. p. a iden tificação das idéias principais e seu registro escrito de modo conciso. monografias de conclusão de curso. cuja informação teórica ou factual mais significativa deve ser não apenas assimilada. a exemplo de Nunes (1997). um importante meio para exe rcit ar a escrit a. preferem substituir esse nome pela expressão “relatório de leitura”. etc. além de possibilitar a organização dos textos pesquisados e a seleção dos dados mais importantes desses textos. Assim sendo. art igos. da dissertação de mestrado ou do relatório de pesquisa do pesquisador. seja na pesquisa científica – como enfatiza Pasold (1999) –.. no caso do professor. ou. funcionam como método de aprendizagem e memorização dos conteúdos. é otimizar a leitura. os fichamentos ou relatórios de leitura. c) regist rar as re fl exões proporcionadas pelo material de leitura.1 Conceito O fichamento é uma técnica de trabalho intelectual que consiste no registro sintético e documentado das idéias e/ou informações mais relevantes (para o leitor) de uma obra científica. sejam elas de iniciação à redação científica (tais como os primeiros trabalhos escritos que o estudante é solicitado a produzir). na Universidade. como também registrada e documentada. De acordo com Henriques e Medeiros (1999.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2 FICHAMENTO 2. o fichamento objetiva: “a) identificar as obras consultadas. b) registrar o conteúdo das obras. 15 . constituindo-se em instrumento básico para a redação de trabalhos científicos.100). Fichar um texto significa sintetizá-lo. assim. su a compreensão. seja ele aluno ou professor.. Como o fichamento consiste no resultado do trabalho de leitura. de elaboração da monograf ia de conclusão de curso do graduando. A prática do fichamento representa. A im por tância do fi ch amen to para a assimilação e produção do conhecimento é dada pela necessidade que tanto o estudante. de textos para aulas. literária ou mesmo de uma mat éria jornalística. o que re qu er a l eit ur a at ent a do text o. para utilização posterior em suas produ ções escri tas. seja na aprendizagem dos conteúdos das diversas disciplinas que integram o currículo acadêmico. ent ão. d) organizar as informações colhidas”. filosófica. portanto. A principal utilidade da técnica de fichamento. Pode-se dizer que esse registro escrito – o fichamento – é um novo texto. alguns autores.

2 Seja como técn ica au xiliar da pesqu isa bibliográfica. o fichamento será tanto mais eficiente quanto mais claros forem para o estudante ou para o pesquisador os propósitos desse trabalho. o simples propósito de resumir o texto é o propósito dominante. um seminário ou um relatório de pesquisa. o critério organizador do fichamento será dado pela própria lógica do texto. que tanto pode ser uma resenha. di fer enci a. elementos teóricos ou factuais que integrarão o resumo. No segundo tipo (b). b) o fichamento que é feito pelo estudante. qu e pode ser nu ma ficha manuscrita ou numa folha digitada. conceitos ou fatos que interessam resumir ou registrar n os f ichame nt os qu e f ará das obras selecionadas. o fichamento está “a serviço” da pesquisa que o estudante.16. São esses propósit os tem áticos que ori ent am o “fichador” quando seleciona idéias. Ora. como toda e qualquer pesquisa está centrada num tema.. com o propósito de desenvolver as habilidades exigidas para o estudo e assimilação de textos teóricos. em geral. Assim. No segundo caso – fichamento no contexto da pesquisa ou da revisão bibliográfica –. com o propósito de registrar sist emat icam en te e docu me nt ar as informações teóricas e factuais necessárias à elaboração do seu trabalho. Dependendo dos seus propósitos. pelo docente ou pelo pesquisador. no contexto de um a pesquisa ou de u ma re visão bibliográfica. e m qualquer caso. deve apresen tar os indispensáveis elementos de identificação. ou assimilar o conteúdo ou parte do conteúdo de uma disciplina. artigos e textos teóricos. mas que. uma monografia. No primeiro caso – fichamento como exercício acadêmico –. um artigo. o docente ou o pesquisador se propôs.. Dessa forma. o fichamento praticamente se identifica com o Os propósitos do fichamento r esu mo. são os propósitos temáticos de quem estuda as obras consultadas que “comandam” a seleção das idéias. conceitos. a argumentação do autor a da obra ou do texto que “comanda” o trabalho de resumo do fichador. 2. nesse caso. terá como critério selecionador os “propósitos t emáticos” dados pelo próprio tema da pesquisa e suas ramif icações. seja como técnica auxiliar de estudo de obras. a decisão sobre o que retirar de um texto ou de uma obra e registrar sob a forma de resumo ou de citação. no primeiro tipo de fichamento (a) é o raciocínio. . podem ser considerados dois tipos de fichamento: a) o fichamento que é solicitado ao estudante universitário como exercício acadêmico. no registro documentado do resumo do texto indicado pelo professor. dos quais se falará mais adiante. nesse caso o fichamento consiste.se apen as na su a apresen tação.

de um subtítulo. 35-45). da UNIVALI Exemplo de ficha bibliográfica . Embora muitos tipos de fichas possam ser elaborados no contexto de uma pesquisa ou de uma revisão bibliográfica. 17 . p. ou seja. o con teú do propriamente dito. 105121) of erecem importan tes orientações práticas sobre diferentes tipos de fichas e sua organização. Luiz Antonio Rizzatto. p. 1997.. 42-55) e Pasold (1999. Metodologia da pesquisa / Pesquisa bibliográfica NUNES. pode ser adotado o uso. Leite (1985. Bibl. um título que indica o assunto ao qual a ficha se refere. Eco (1988. 2. 207 p. elaborada de acordo com a (NBR 6023:2002) da ABNT. breve indicação do conteúdo da obra ou de sua importância para algum aspecto do trabalho que o estudante ou o pesquisador tem em andamento.1 Ficha bibliográfica Destina-se a documentar a bibliografia relativa a um determinado assunto. devem conter três elementos: . arquivo público. . 87. por exemplo.3. A 1a parte da obra contém orientações metodológicas para a elaboração e a apresentação da monografia no curso de graduação de Direito. por serem considerados os mais essenciais.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2. como já foi dito. como..). após o título geral.3 Procedimentos São variados os tipos de fichas que podem ser criados. São Paulo: Saraiva. apenas dois tipos de fichas serão a seguir apresentados. sejam elas de cartolina ou de papel A-4 (que substituíram as de cartolina pelas facilidades oferecidas pelos micros).cabeçalho: no alto da ficha ou da folha.corpo da f ich a. é importante ainda que conste a localização da obra (biblioteca. à direita. que variará conforme o tipo de fichamento que o estudante ou pesquisador pretenda fazer. Manual da monografia jurídica. dependendo das necessidades de quem estuda ou pesquisa. para que a ela se possa retornar caso haja necessidade. As fichas. p. . Severino (2000. etc.112).referência: o segundo elemento da ficha será a referência completa da obra ou do texto ao qual a ficha se refere. a 2a parte trata da elaboração de dissertação de Mestrado e tese de Doutorado. O seu corpo pode ser constituído de poucas informações. p.

Nesse caso. dev e o professor ter claro que. 2. e as citações ou seja. ou seja: – ser sucinto. A organização da ficha deve ser feita de tal modo que permita identificar posteriormente a página da obra onde se localiza esse ou aquele conceito. Para sua elaboração. ou não. Assim sendo. ou então pode apresentar o resumo que sintetiza o resumo. Atenção: o exemplo ilustra uma “ficha” de leitura em folha A-4). 47-61) para a leitura e resumo de textos teóricos que o leitor encontrará sintetizados à página 21 deste documento. apenas o resumo das idéi as do au tor e n enhu ma citação ou comentário pessoal do fichador. dir etas e interligadas. 6465). ao seu final. O corpo da ficha consistirá no resumo da resumo obra ou da parte da obra que interessa ao fichador. objetiva e econômica. sempre entre aspas e com indicação da respectiva página.. – apresentar uma seqüência corrente de f rases con cisas. contendo apenas resumo e citação (no exemplo. Para o estudante ou docente que faz um f ich amen to no con tex to da pesqu isa bibliográfica. sem o que essa crítica não passará de mera opinião.. a decisão de incluir. como sugere Hühne (1992. as citações. . deverá apresentar as características de um resumo de qualidade. O corpo da f icha de leit ur a pode ser organ izado de diferentes maneiras. Pode conter. para fazer a crítica de um texto – ainda mais quando se trata de um texto teórico – é necessário que o aluno já disponha de um certo repertório. É importante salien tar que a inclusão de citações no fichamento não significa que este se confunda com um mero exercício de “recorte e colagem” de trechos da obra. resumo conteúdo. ao solicitar dos alu nos um fichamento. A seguir se encontra um exemplo de ficha de leitura.18. optou-se por colocar na margem esqu erda da folha o núm ero da página correspondente ao trecho resumido para i dent ificar su a localização na obra. outras formas podem ser adotadas. no entanto. – utilizar linguagem clara. por exemplo. p.3. juízo de valor destituído de fundamento. pode ser útil a inclusão no texto das novas idéias que foram surgindo durante a leitura. – respeitar a ordem das idéias e fatos apresentados. Pode ficar a critério do professor. seletivo e objetivo. qu e e xpre sse a interpretação crítica do aluno sobre o conteúdo do texto. deverão ser seguidos os passos recomendados por Severino (2000.2 Ficha de leitura Esse tipo de fich a destina-se ao registro sinté tico do cont eúdo (ou de parte do con t eúdo) das obras lidas. transcrições as citações. p. o que tornaria a ficha mais completa. citações mais significativas de trechos do conteúdo. idéia ou argumento. um comentário sobre o te xto f ichado. que deverão estar sempre entre aspas – das expressões ou palavras próprias do fichador. bem como distinguir as expressões ou palavras do autor da obra – isto é.

para e le . ) Exem pl o de fic ha de l ei tu ra 17 18 19 Exemplo de ficha de leitura . que busca de scobrir regularidades ou le is . inde pende da consciência hum ana e deve s er tom ado com o c oisa. o fato social. suje ito e objeto do conhe cime nto es tão radicalm e nte separados. Via a ciência social com o ne utra e obje tiva. M. 199 7. A socio logia com pree nsiva. bas eado e m proce ssos quantificáve is que se transform am e m le is e explicações ge rais. o m étodo das C iências Naturais– e rklär en – "busca generalizaçõe s e a descobe rta de re gularidade s" e o das C iê ncias Sociais – ve rsteh e n – "vis a à com pre ensão inte rpretativa das e xpe riências dos indivíduos dentro do conte xto em que foram vive nciadas"... Com te defe ndia a unidade de todas as ciê ncias. Para D urkheim. 19 .. Rio de Janeiro: Re co rd. um de se us repres entantes . A arte de p e squisar: como fazer pe squisa qualitativa e m C iê ncias S ociais. pois.. não são ade quados à e specificidade das C iências S ociais.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ M e tod ol ogi a ci e ntífica Pe s quis a q ualitativ a G O LD E NBE RG . entende que os fatos so ciais não são quantificáveis. a pesquis a nas Ciências Sociais "é um a atividade ne utra e o bje tiva. se gundo ele. S egundo ele. Ass im . distingue natureza e cultura e de fende proce dim entos m e todo lógicos dis tinto s para se us e studos . que pre ssupõe um a m etodologia própria. cujas raízes estão no historicism o ale mão. (. ne cessitando ser com pre endido e m s ua singularidade . ex te rno ao indivíduo. Dilthey . 16 Esclare cer o debate e ntre a sociolo gia pos itivista e a sociolo gia co mpree nsiva é útil para s ituar a que stão da utilização de mé todos e té cnicas qualitativos nas C iências Sociais. O s adeptos da abordage m qualitativa e nte ndem que o m ode lo de e studos das C iê ncias N aturais. po is cada qual tem um sentido próprio. em que o pes quisador não pode faze r julgam e ntos ne m permitir que se us preconce itos e crenças co ntam inem a pesquisa".

ou seja.A obra fich ada ou re sum ida est á corretamente referenciada? .A linguagem utilizada obedece a norma culta? ..20. 2. aquele que é solicitado como exercício acadêmico.O resumo evidencia uma redação própria do alu no? (ou con sist e apenas na ju staposição de u ma sér ie de f rases recortadas do texto?) .As idéias principais do texto estão contidas no resumo? .O conteúdo do resumo mantém fidelidade ao texto? (ou há deturpação das idéias?) .2.As normas técnicas de apresentação de trabalhos acadêm ico-científ icos foram observadas? . As seguintes perguntas poderão orientar o professor na avaliação do resumo: ..4 Avaliação As orientações para avaliação do fichamento referem-se ao primeiro tipo de fichamento mencionado no item 2.O resumo respeita a ordem das idéias apresentadas pelo autor do texto? .O resumo é sucinto e objetivo? .A interpretação crítica (no caso de ter sido solicitada) é pertinente e fundamentada ou justificada? .

que a resenha possibilita. para as pessoas cuja atividade profissional ou de est udo requer inf ormações sobre a produção científica. a resenha deve conter: – o resumo das idéias principais da obra. prin cipal me nt e.. de um modo geral. 3. Portanto. – uma apreciação crítica das informações apresentadas e da forma como foram expostas e de sua avaliação. têm condições de emitir um juízo crítico. novas teorias. t em o propósito de exercitar a capacidade de compreensão e de crítica do estudante. A resenha deve levar ao leitor informações objetivas sobre o assunto de que trata a obra. A resenha de obras científicas é. da explosão de conhecimentos característica da sociedade contemporânea.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3 RESENHA CRÍTICA 3. compreende o resumo e o comen tário de u ma obra científ ica ou literária. em decorrência. – uma justificativa da apreciação realizada.. dest acando a cont ribu ição do aut or: abordagem inovadora do tema ou problema. novos conhecimentos. feita por cientistas que. A resenha crítica tornou-se importante recurso para os pesquisadores e.2 Propósitos Mediante a leitura do resumo da obra e de sua avaliação. .1 Conceito A resenha crítica consiste na apresentação sucinta e apreciação crítica do conteúdo de uma obra. além do conhecimento especializado do tema. artística ou cultural em seu campo de interesse. Quando realizada como um trabalho acadêm ico. 21 . o profissional ou o estudante pode decidir sobre a conveniência ou não de ler (ou adquirir) a obra. ou seja. em geral.

histórico. desenhos..o resumo da obra. Referência: editora e data de publicação. preço. coere nt e. gráficos. O roteiro a seguir baseia-se no modelo apresentado por Lakatos e Marconi (1991. A elaboração de uma resenha crítica requer a aquisição gradativa. (As perguntas seguintes são orientadoras: de que trata a obra? O que diz? Qual sua característica principal? Requer conhecimentos prévios para entendê-la?). – Res umo da obra resumo das idéias Resumo obra: principais. de modo a cumprir sua finalidade. no ent an to. segundo a percepção do resenhista. pelo estudante. econômico. descrição breve do conteúdo dos capítulos ou partes da obra. . 51-57). 245-246): – Referência autor(es).22. são indispensáveis os seguintes tópicos: . quais são elas? Onde se encontram (no final da obra ou no final dos capítulos)? – Quadro de referências do autor a que Quadro referências do autor: corrente de pensamento o autor se filia? Que teoria ou modelo teórico apóia seu estudo? – Crítica do resenhista (apreciação) (apreciação): a) como se situa o autor da obra em relação é inovadora? c) quanto ao estilo: é conciso. títulos. baseadas em Severino (2000. pr eciso? A li ngu agem é correta? d) quanto à forma: é lógica. 3.a referência (aqui pode ser dispensado o item sobre preço da obra).as conclusões do autor. análise e interpretação de textos científicos. exemplos.)? e) a quem se destina a obra: grande público. etc. obras publicadas.? b) quan to ao mérito da obra: qu al a con tr ibui ção dada? As idéi as são originais. figuras. o que muitas vezes depende da obra resenhada. número de páginas. – Conclusão do autor o autor apresenta (ou do autor: não) conclusões? Caso apresente. claro.: O resenhista poderá (ou não) dar um título a sua resenha. sistematizada? Utiliza recursos explicativos (ilustrações. etc. p.a crítica do resenhista. . estudantes? Nem sempre é possível ou necessário dar resposta a todas as pergu ntas ou iten s relacionados acima. p. têm o propósito de organizar. edição. o título deverá guardar estreita relação com algum atributo ou idéia mais destacada da obra. título.. de com pe tên cias de l eit ura.3 Procedimentos A resenha crítica deve abranger um conjunto determinado de informações. em relação ao contexto social. cargos exercidos. bem como da finalidade ou destino da resenha. Para fins de t rabalh os acadê micos. As diretrizes metodológicas que seguem. local. Obs. criativas? A abordagem dos conhecimentos . se optar por intitular. sistematizar a abordagem de às escolas ou correntes científicas ou filosóficas. objetivo. . profissional ou especializada. – Credenciais do autor informações gerais do autor: sobre o autor e sua qualificação acadêmica.seu quadro de referências. . político. especialistas.

juízo crít ico. nas resenhas de boa qualidade. de um modo geral. os aspectos teóricos. Procura estabelecer uma aproximação. como se pr oce ssa seu raci ocí ni o e argumentação? Qual é a idéia central? Quais as idéias secundárias? As análises textual e temática servem de base para a elaboração do resumo. a seqü ência dos elementos relacionados no item 3. validade e con tribui ção à discussão do problema.Texto a referência bibliográfica da obra Te Texto: resenhada deverá ser apresentada no início do texto. associação e/ ou comparação com as idéias temáticas afins e com os autores que tenham desenvolvido a mesma ou outra abordagem do tema. aparecem. pela maneira como o autor desenvolve e aprofunda o tema. tanto como preparo para a elaboração de resenhas. buscar dados sobre o autor. procura tomar uma posição a respeito das idéias enunciadas.. o qual. explora sua fecundidade e mantém um diálogo com o autor. em geral. A redação da resenha obedecerá. subdividir-se mediante o uso de subtítulos de acordo com aqueles elementos. porém corrida. I sso n ão si gn if ica qu e o t ext o dev a..4 A apresentação da resenha Como trabalho acadêmico.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ textos teóricos. os dados sobre a obra. os aut ores cit ados.Folha de rosto: é a folha que apresenta os Folha rosto: elementos essenciais à identificação do trabalho. . bem como a avaliação crítica do resenhista. Avalia também sua originalidade. compondo um texto harmonioso. com vistas a obter o melhor proveito de seu estudo. constitui uma etapa do trabalho de elaboração da resenha. obrigatoriamente. A análise crítica o estudante formula um análise crítica: análise crítica A análise temática procura interrogar e análise temática: temática identificar do que fala o texto e qual o tema de que se trata: como o autor problematiza o tema? Que posição assume? Como expõe passo a passo seu pensamento. n um a seqüên cia adequ ada. m arcar e esquematizar as idéias relevantes. termos fundamentais à compreensão do t exto). alcance. sucinto e de fácil leitura. . no entanto. A análise textual etapa em que o estudante análise textual: textual A análise interpretativ a: o estudan te anális e interpretativa: faz uma leitura atenta. 3.3 acima. a resenha deve apresentar a seguinte estrutura: . como de outros trabalhos acadêmicos. o resumo do conteúdo. Deve ser elaborada segundo o modelo constante do Apêndice B. trabalho acadêmico distinto da resenha. quer dizer. sobre o vocabulário (conceitos. do texto para identificar seu plano geral. ou seja. avaliando o texto pela sua coerência interna. seu autor. 23 .

dev endo ser organ izado segundo a NBR 6023:2002.Aponta as características mais relevantes da obra? . devem ser seguidas as orientações comuns aos demais trabalhos acadêmicos.. Sendo a resenha um trabalho acadêmico geralmente pouco extenso e pouco ou nada subdiv idido.5 Avaliação As seguintes perguntas poderão orientar o professor na avaliação da resenha: .A linguagem utilizada na resenha respeita a norma culta? .A crítica do resenh ist a é pertin ente e fundamentada ou justificada? . polí tico.a resenha apresenta as idéias principais da obra? . Quanto à apresentação gráfica.Referências caso o resenhista tenha se Referências: Referências valido de outras obras para fundamentar a análise da obra resenhada. social) do autor é discutido? .As conclusões do autor são comentadas/ discutidas? . econômico.As normas técnicas de apresentação de trabalh os acadêmico.24. .As informações sobre o autor são suficientes para sua identificação? .O posici onamen to (te ór ico. 3.A apresentação das idéias prin cipais é sucinta e objetiva? . esse item é obrigatório. o su mári o é e lem en to dispensável.ci entíf icos f oram observadas? ..A obra está corretamente referenciada? .

4. exercitando a linguagem científica na elaboração de um texto. O p aper pode ser usado para consolidar conteúdos trabalhados nas unidades de uma disciplina (atividade curricular). também. fatos ou situações relacionados a assuntos pertinentes a uma área de estudo. podendo considerar. Esse tipo de trabalho também auxilia o desenvolvimento da capaci dade crít ico.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 4 P APER .. o objet iv o do p a pe r é e stim ul ar o aprofu ndame nt o de um de ter min ado assunto. o autor desenvolve análises e argumentações. dentre outros tipos de publicações. pois requer que este expresse sua interpretação e compreensão do assunto apresentado. com base na análise de pontos e contrapontos de diferentes autores ou obras estudadas pelos alunos. promover o debate em torno de um assunto. Sua elaboração consiste na discussão. estudos de caso ou participação em palestras. artigos especializados ou de informação geral. com objet ivi dade e clare za. opiniões de especialistas. Na elaboração de um paper.. . POSITION PAPER OU POSICIONAMENTO PESSOAL 4. pode ser articulado a outras estratégias de ensino utilizadas na disciplina: após a realização de seminários. pelo au tor. Além disso.1 Conceito O paper. júri simulado. 25 .an alít ica e da criatividade do aluno. como os artigos científicos. a el aboração do posicion am en to pessoal gera ou tr as produções acadêmicas. position paper ou posicionamento pessoal é um pequeno texto sobre tema prédeterminado. o professor pode solicitar ao aluno a elaboração de um posicionamento pessoal com o for ma de av aliar a aprendizagem individual. de resultados de estudos ou pesquisas cient íficas.2 Propósitos No contexto da f ormação acadêmica. E m algu ns casos.

b) destaque dos pontos mais r elev ant es. a análise do assunto e as conclusões do seu autor..Planejamento do pa per: compreende a elaboração de um roteiro ou esquema com as prin cipai s i déias ref ere nt es a: a) apresentação do assunto e propósitos do p ap er .As conclusões são apresentadas de forma clara e objetiva? . 4. Como todo trabalho acadêmico. desenvolvimento e conclusão. sistematizando-se determinadas etapas.as principais idéias dos autores que serviram de base para o paper (quando for o caso) são apresentadas no texto? .Leitura: exploração e leitura de materiais relacionados ao tema.4 Avaliação Para avaliar um trabalho do tipo paper podese buscar respostas para questões como: . a part ir dos qu ais será desenvolvido o paper.O assunto/tema em discussão é analisado com profundidade? . f il mes.A análise das idéias é coerente/consistente? . o pa per deve apresentar em sua estrutura. como todo t rabalh o acadêmico. et c.As críticas e os argumentos apresentados são fundamentados ou justificados de modo consistente? . ao final do texto.26. exemplos ilustrativos e mencionando idéias comuns ou contrárias de outros autores. c) discu ssão dos pon tos r elev ant es. o encadeamento entre as idéias iniciais. registros ou anotações de palestras. A apresentação gráfica do paper. deixando-se claro. re met en do aos propósitos expressos na apresentação.3 Procedimentos Para a elaboração do p ap er é pr eciso considerar critérios relacionados ao conteúdo e à forma.As normas técnicas de apresentação de t rabalh os acadêmi co. d) sí nt ese con cl usi va. tais como: textos.. de forma articulada.A linguagem utilizada obedece a norma culta? . Além disso.cien tí fi cos são respeitadas? . Isso significa que o texto é redigido sem divisões em subtítulos. As referências utilizadas no trabalho devem ser apresentadas separadamente. artigos. segue os padrões descr itos no t ópico 5 da Part e II dest e docu men to r ef eren te às norm as de apresent ação de trabalhos cient íficos e acadêmicos. entretanto. as etapas de introdução. lev an tan do argum en tos. Os aspectos a serem considerados quanto ao conteúdo abrangem: . .Há lógica na organização geral do texto? . 4. pode (ou mesmo deve) conter citações diretas e/ou indiretas que sustentem os argumentos do autor em relação ao tema em discussão..

Além desses objetivos. os procedi me nt os de u ma pesqui sa. ampliando as discussões e o conhecimento sobre o assunto e inspirando novas pesquisas.aprofundar ou dar continuidade à análise dos resultados de pesquisas. Por sua reduzida dimensão e conteúdo. p. idéias. o artigo científico pode abordar conceitos. métodos e técnicas. Sua publicação em periódicos especializados é uma forma de divulgação do conhecimento produzido no meio científico e acadêmico. . embora sucinta. O artigo científico. processos e resultados de pesquisa cien tí fi ca (bi bl iográfi ca. experimental ou de campo). 27 . o artigo científico tende a ser usado como estratégia de en sin o para o desenv olvi men to da capacidade de síntese das experiências de pesquisa realizadas pelo aluno. a partir de novos enfoques ou perspectivas. ao apresentar de forma completa. o artigo é produzido para divulgar resultados de pesquisas científicas. .discutir aspectos de assuntos ainda pouco estudados ou não estudados (inovadores). ou nela se baseiem. de acordo com Marconi e Lakatos (2001. docu men tal. . 88): . os propósitos. discute e divulga idéias. . a metodologia empregada por seu autor e os resultados obtidos. como monografias. . o aluno inicia uma aproximação aos conceitos e à l ingu agem cien tífica qu e necessitará desenvolver no momento da elaboração do trabalho de conclu são de curso. teorias ou mesmo hi pót eses de form a a di scut i.2 Propósitos De um modo geral.aprofundar discussões sobre assuntos já estudados e que pressupõem o alcance de novos resultados. dissertações ou teses. Ao produzir o artigo.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 5 ARTIGO CIENTÍFICO 5.los ou pormenorizar aspectos.. No contexto da formação acadêmica. buscando a r esolu ção satisfatória ou a explicação à controvérsia gerada. ou repitam a experiência – confirmando ou não seus resultados –. esse tipo de trabalho também pode ser elaborado com os seguintes propósitos. 5.estudar temáticas clássicas sob enfoques contemporâneos.. possibilita ao leitor avaliar a pesquisa realizada. difere de trabalhos científicos.resgatar ou refutar resultados controversos ou que caracterizaram erros em processos de pesqu isa.1 Conceito O artigo científico consiste em um texto que apresenta. Isso permite que outros pesquisadores. Entretanto.

ainda. aspe ct os me todológicos (caracterização da pesquisa e da população. A elaboração de artigos estimula. contribuindo para que o aluno aprenda a sintetizar conceitos. fatos ou outros estudos. dest acam. deve ser estruturado da forma a seguir descrita. mater iais. p. podendose utilizar tabelas e ilustrações). No desenvolvimento (corpo do artigo). destacando os aspectos a serem enfatizados no trabalho. desenvolvimento e conclusão. Podem ser incluídas sugestões ou recomendações para outras pesquisas.. explicando e avaliando os resultados. Todavia. porém de forma breve e sintética. é necessário observar os propósitos do trabalho a ser elaborado (vide item 5. O texto contém a exposição e a explicação das idéias e do mat erial pesqui sado e pode ser subdividido da seguinte forma: referenciais teóricos da pesqu isa (apresen tação de con cei tos si st emat izados com base na lit eratu ra).sistematize um roteiro básico das idéias. formular críticas sobre um determinado tema à luz de pressupostos t eór icos ou de evidências empíricas já sistematizadas. . e descrição dos métodos. por fim. a análise e a crítica de conteúdos teóricos e de idéias de diferentes autores. De acordo com Leal (2001. resul tados (apre se ntação e avaliação dos dados encontrados. o artigo científico deve apresentar a estrutura básica que caracteriza todos os tipos de trabalhos científicos ou acadêmicos: introdução. conceitos. independente de ter propósitos distintos.. de fichamentos. Já no caso do artigo constituir-se como uma produção ou comunicação escrita sobre idéias. técn icas e equi pam ent os uti lizados). A introdução apresenta o assunto do artigo – tema da pesquisa – e seus objetivos. a elaboração deste plano é útil. comparando-se com outros estudos já realizados. Quando o artigo se refere à comunicação de resultados de pesquisa. registros de observações ou evidências factuais.reún a as inf ormações e conhecimentos necessários por meio de leituras (textos e documentos). fazer comparações. que se constitui como dedução lógica do estudo.28. 5. No tópico das considerações finais.102). relacionando-os aos objetivos propostos na introdução.2). . para sistematizar a comunicação a ser feita. teorias. uma síntese da metodologia utilizada na pesquisa. evitando que o autor se perca durante a elaboração. seguidos da indicação das partes principais do tema e suas subdivisões e. é preciso que o autor: . são apresentados os dados do estudo.se os seu s re sul tados. discussão e análise (confronto entre os resultados obtidos na pesquisa e o conteúdo abordado nos referenciais teóricos). se for o caso. iniciando com a apresentação geral do assunto e dos propósitos do artigo.3 Procedimentos quanto à elaboração Em termos de procedimentos para a escrita de um artigo científico. Por out ro l ado. em primeiro lugar. a justificativa do trabalho e suas limitações.

Pode. deve o autor dividir o tema em discussão. . de forma adequada. p. Ao f in al da int rodu ção dev e apresentar. sugerindo a continuidade das discussões a respeito. ainda. Caso se trate de artigo a ser apresentado em eventos (congressos. o autor apresenta uma síntese das principais idéias trabalhadas no corpo do artigo.). se min ários. 29 . o que pode prejudicar a sua compreensão. coerência e estrita observân cia das regras da norm a cu lta. convém observar também os critérios e modelos estabelecidos por seus organizadores e/ou editores. motivando para a leitura. ao mesmo tempo em que se deve cuidar para que o texto não seja compacto em demasia. A estrutu ra de artigos cien tíficos compreende elementos pré-textuais. as expectativas em relação a ele. Vale ressaltar que as divisões. É n ecessário qu e as referidas partes e respectivas idéias estejam articuladas de forma lógica. . Devem ser evitadas as gírias. para uma maior clareza e compreensão por parte do leitor. conferindo “ao con ju nt o a in di spensáv el u nidade e homogeneidade. além de descre ver os objet ivos e os fundamentos que orientam o trabalho. caso isso não aconteça. 5. expressões coloquiais e que contenham juízos de valor ou adjetiv os desn ecessários.4 Procedimentos quanto à forma de apresentação A apresentação do artigo científico para publicação científica impressa deve seguir as orientações da NBR 6022:2003. Também é preciso evitar explicações repetitiv as ou supérfluas. o e xce sso de subdivisões. cujos títulos devem ser curtos e adequados aos aspectos mais relevantes do conteúdo. correse o risco de comprometer a aprovação do artigo.ao apresentar o artigo – na introdução –. precisão. A definição do título do artigo deve corresponder. . destacando sua importância teórica ou prática. 2001. et c. é conveniente que o autor contextualize o tema.103). a forma como o artigo está organizado. .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ também auxilia como recurso pedagógico para reflexão e organização lógica das idéias a serem abordadas.106).no desenvolvimento do artigo. 2001. textuais e pós-textuais. relacionando-as com os objetivos previamente estabelecidos. mencionar eventuais implicações ou efeitos a partir do conteúdo apresentado.. p. O artigo científ ico deve ser redigido com objetividade. ao conteúdo desenvolvido.. porém . bem como os limites do artigo quanto à extensão e à profundidade (LEAL. É pre ci so ev it ar. subdivisões e títulos do artigo não garantem a sua consistência ou i mportância. pois. também.na conclusão.” (LEAL.

Referências (obrigatório): elaboradas de acordo com a NBR 6023:2002 (vide seção 3 da Parte II deste documento).. 5.4. então. .Título e subtítulo (se houver) figuram na página de abertura do artigo. . . o desenvolvimento e a conclusão. .3. já detalhados na seção 5.Nome do(s) autor(es) acompanhado(s) por breve currículo qualificando-o(s) na área de conhecimento do artigo. 5. . 5.Resumo na língua do texto. ou.Glossário (opcional): deve ser organizado em ordem alfabética. .2 Elementos textuais Os el ement os textu ais compreendem a introdução. são apresentadas em relação única e consecutiva e numeradas com algarismos arábicos. após os elementos pós-textuais. precedendo o resumo em língua estrangeira.4.3 Elementos pós-textuais . assim como os endereços postal e eletrônico. .. . diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos e na língua do texto.Palavras-chave em língua estran geira (obri gatório): consist e n a versão das palavras-chave na língua do texto para a m esma lín gu a do re sum o em lí ngua estrangeira (vide seção 2 da Parte II deste documento).Nota(s) explicativa(s) (elemento opcional): caso existam. cuja apresentação também deve observar a NBR 6028:2003 (seção 2 da Parte II deste documento). diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos. Segundo a NBR 6022:2003. podem ser dispostos em rodapé indicado por asterisco na página de abertura (vide modelo do Apêndice E). onde também são colocados os agradecimentos do(s) autor(es) (caso sejam necessários) e a data de entrega dos originais. . elaborado de acordo com a NBR 6028:2003 (seção 2 da Parte II deste documento).4. o currículo.Palavras-chave na língua do texto.Resumo em língua estrangeira (obrigatório): consiste na versão do resumo na língua do t ext o para idi om a de di vu lgação internacional (vide seção 2 da Parte II deste documento).Título e subtítulo (se houver) em língua estrangeira.1 Elementos pré-textuais .30.

: ANEXO B . os artigos científicos são elaborados por alunos que se encontram em fase final do curso de graduação. 2000).demonstração de conhecimento suficiente sobre o assunto. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas. organização. podem ser descritos vários critérios (AMR1 . as suposições devem ser claras e justificadas.identificação dos limites do artigo (definição do foco do artigo e dos aspectos que não serão abordados).apresentação de suposições (hipóteses) su ste nt adas em t eori as e cr enças consideradas verdadeiras a part ir do paradi gm a do qual se ori gi nam. coerente e adequado aos propósitos do artigo. Para a avaliação de artigos científicos. justificativa e importância do artigo.: APÊNDICE A .ausên cia de salt os de raci ocí nio na 1 American Management Review (periódico americano que apresenta diretrizes básicas para revisão de artigo s científicos). .Anexo(s) (opcional): texto ou documento não elaborado pelo autor do trabalho. são identificados por let ras maiúsculas consecut ivas.Apêndice(s) (opcional): texto ou documento elaborado pelo autor. . equações e f órmulas. . . 1999.4 Indicativo dos tópicos (seções) do artigo científico Os títulos das partes ou seções que dividem o texto de um artigo cient ífico devem ser alin hados à esqu erda.. Observação: na Parte II deste documento.Questionário). Normalmente. . complementar ao seu trabalho. . adequando-o às possibilidades e recursos já desenvolvidos por seus alunos. seguidas de trav essão e respectiv o t ítu lo (Ex.coerên cia en tre as in formações e no encadeamento do raciocínio lógico. 2001.4. seguidas de travessão e respectivo título (Ex. ilustrações e tabelas (seção 5). . decorrentes dos objetivos propostos pelo professor. tais como: a) Quanto ao conteúdo: . . muito embora nada impeça que o professor os solicite em etapas anteriores. sociedade). 31 . 5.clareza na apresentação dos objetivos.clareza na especificação das unidades de análise (como por exemplo: indivídu o.. 5. então.referencial teórico claramente identificado. comprova ou ilustra seu con teúdo.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ .4 da Parte II deste documento).5 Avaliação O artigo científico pode ser avaliado segundo inúmeros critérios. . o lei tor encon trará ori ent açõe s sobre elaboração/emprego de citações (seção 1). SEVERINO. FEITOSA.Estrutura organizacional da Empresa Alfa). que complementa. conforme a NBR 6024:2003 (vide seção 5. . siglas. precedi dos por numeração progressiva.ausência de dispersão ou de redundância das informações/conteúdos.

. . . . precisão e coerência na escrita do texto.objetividade. b) Quanto à forma: . .atendimento aos objetivos propostos. . . ou de um conceito para outro. . . passagem de um parágrafo para outro.ori gin ali dade e i novação do assun to abordado. com a corr eta r elação com os f atos analisados. . . .post u ra ét ica n o tr at o do t em a e desenvolvimento da análise (imparcialidade e equilíbrio).uso adequado de exemplos complementares para clarificar o significado do texto. .u so corret o de ci tações devidam ente referenciadas.linguagem acessível.. . un idade e art icu lação (encadeamento lógico).demonstração de argumentos ou provas suficientes para apoiar as conclusões.observância das regras da norma culta.resumo claro e informativo.coerência e padronização dos termos técnicos.elaboração de análise e síntese diante de concei tos teór icos sem elh an te s e/ ou divergentes.32.afirmativas unívocas. ..adequação do título ao conteúdo. do t ext o .uso/seleção de literatura pertinente à análise. .elementos de transição entre parágrafos adequ ados ao sentido e à lógica dos conteúdos. . sem duplo sentido.uso fiel das fontes mencionadas no artigo.observância das normas de apresentação de um artigo. -\ ar ticu lação e nt re su gestõe s ou r ecomen dações e as di scu ssões apresentadas no texto.

4 Parece r ou exposição de um voto ou apreciação. embora seja um dos principais trabalhos acadêmico-científicos comumente realizados n a un iversidade. em diversas disciplinas.] 6 Qualquer exposição pormenorizada de circunstâncias.. . após terem sido desenvolvidas. Embora seja utilizado com fr eqü ência. uma narração. ou mesmo por não serem muito difundidas orientações para sua elaboração. ordinariamente por e scrito . realização de uma intervenção ou procedimento especializado.. [. n ão é abordado n este documento.1808) encontram-se as seguintes: 1 Exposição. observação de eventos. de menor importância.. exper imen tos ou testes de laboratório. descrição ou exposição de um evento qualquer (algo que ocorreu e foi obse rvado. O relat ório de que se trata aqu i é uma modalidade de trabalho escrito que não se confunde com o relatório de pesquisa – esse destinado exclusivamente à comunicação dos resultados de uma pesquisa científica –. então. com vistas a um conjunto bastante v ariado de propósitos pedagógicos. seja no seu conteúdo. p. de uma prática ou de um conjunto de práticas. 2 De scrição minuciosa e circunstanciada dos fatos ocorridos na gerência de administração pública ou de sociedade.. acompanhado dos argume nto s que militam a favor ou contra a sua adoção. na sua organização ou apresentação. 3 Exposição por escrito sobre as circunstâncias em que está re digido um docume nto ou proje to. esse t ipo de tr abal ho acadêmico por vezes tem sua elaboração negligenciada. viagens de estudo. 33 . até mesmo de um objeto.. – as quais. fatos ou objetos [. geralmente relacionados a atividades práticas – visitas. s obre a s eqüê ncia d e um acontecimento qualquer.1 Conceito A compreensão do que é um relatório pode começar pelo exame das definições que os léxicos of erecem . aplicação de uma determinada técnica. 6. Em Michaelis (1998.] Relatório é. Vale sali en tar o det alham ent o com o u ma característica do relatório. relação. etc. al go qu e f oi realizado).UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 6 RELATÓRIO Incluiu -se o rel atório en tre os t ipos de trabalhos acadêmico-científicos por ser uma modalidade de trabalho escrito solicitada com alguma regularidade ao aluno de graduação. em pelo menos uma das definições. o qual.. são complementadas ou concluídas pelo relato de sua realização. pois os termos minuciosa e circunstanciada são usados para qualificar a descrição. talvez por ser con siderado um t rabalho “ pequen o” ou “rápido”.

produtos ou tecnologias. 6. Dessa forma.. Barrass (1986. p. informar sobre o andamento de um projeto. um documento através do qual um profissional ou acadêmico faz o relato de sua própria atividade ou do gr upo ao qu al perte nce. as autoras classificam os relatórios quanto à estrutura e à função. p. podem apre sent ar difer ent es n ívei s de formalidade. apresenta-se a seguir. expor conhecimentos aprofu ndados sobre uma determinada instituição. o relatório de uma Secretaria de Estado – até o relatório informal que trata informal. é preciso também sermos capazes de fazer com que outras pessoas entendam o que estamos f azendo..2 Propósitos Rel at ór ios podem te r os m ais di versos propósitos: descrever ampla variedade de atividades realizadas. sobre áreas promissoras do mercado e tecnologias emergentes. entre esses dois extremos estariam os emi-informais. O relatório é. como. cuja síntese. verificações. SEVERINO. a preocupação maior deve estar voltada para a eficiência da comunicação. têm poucas páginas (às vezes uma única) e uma apresentação breve. . relatórios s emi-informais de alguma relatórios semi-informa is extensão (5 a 15 páginas ou pouco mais).. a elaborá-los.3 Tipos de relatórios Flôres. por exemplo. A esse respeito. visitas. elaborada segundo os propósitos deste documento. etc.168193) apresent am uma ú til t ipologia de relatório. 6. Quanto à estrutura (partes componentes). vistorias. procedimentos técnicos. na elaboração de um relatório. inspeções. of erecer informações e análises sobre empresas. durante a sua formação. etc. viagens.20) aconselha: “ Não bast a term os u ma boa idéia ou executarmos um bom trabalho. por conseguinte. de uma obr a ou sobre as ativ idade s de u ma administração. tem forma de apresentação rigorosa. LAKATOS. ou ainda descrever atividades realizadas em laboratório. em diferentes situações. 1999. 2000). trata de assunto complexo e se destina a grandes audiências. Considerando o largo uso de relatórios nos diversos campos de atividades profissionais. auditorias. de um único assunto. medições. Olímpio e Cancelier (1992. pois como profissional certamente será solicitado a fazê-lo. Inicialmente. é importante que o acadêmico aprenda. observações de campo. desde o relatório formal – formal aquele que segue todas as normas de um trabalho técnico. em campo.34. (MARCONI. avaliações. mercados. tratam de assunto de certa complexidade e apresentam conclusões ou recomendações fundamentadas em dados. porqu e o fazemos e com que resultados”. qualquer que seja seu tipo. tais como. O obje tivo é comunicar ao leitor a experiência acumulada pelo autor (ou pelo grupo) na realização do trabalho e os resultados obtidos. que já requerem uma apresentação técnica.

de que a estrutura dos relatórios formais (e. 35 .relatório informativo narrativo faz o relatório relatório informativo narrativo: registro de ocorrências ou eventos. A seguir apresentam-se dois roteiros possíveis para o corpo do relatório com a ressalva relatório..o que deve ser relatado? Da resposta a esta pergun ta resu lt a u m rot eiro ou esquema do conteúdo do relatório.4 Procedimentos A estrutura e a organização de um relatório serão variáveis assim como são variáveis os tipos de relatórios. . 1º Roteiro A – Elementos pré-textuais (conforme tópico 4 da Parte II) .. de v isit a e os relat órios administrativos. em decorrência de seus objetivos e destinação. semestral.relatório informativo de posição ou de ou de relatório informativo de ou status: status descreve ocorrências ou fatos relativos a um determinado momento.Aprese nta çã o g ráfica d e trabalhos acadêmico-científicos. etc. . as normas contidas no t ópico 5 . informal ou semi-informal). por exemplo. nível de complexidade e aprofundamento do conteúdo. os relatórios podem ser informativos e analíticos. 6. A elaboração de um relatório se inicia por uma reflexão sobre sua finalidade. estilo da redação. Os relatórios analíticos são aqueles cujo analíticos propósito consiste em an alisar f atos ou inf orm açõe s e apresent ar conclusões e recomendações como dedução da análise realizada. pelo início e término de uma determinada ação ou projeto. para isso são úteis três perguntas: .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Quanto à função. pode ser periódico (mensal.: relatório sobre a situação dos estoques de uma empresa). Os relatórios informativ os transmitem relatórios informativos in f or mações sem an al isá-l as ou f azer recomen dações. nessa modalidade encontram-se os relatórios de v iagem. . ou em data previamente estabelecida (ex. .por que deve ser relatado? Esta pergunta au xil ia a de ci dir se o re latóri o ser á informativo ou analítico e a esclarecer aspect os rel at iv os à abordagem e t ratame nt o das i nf orm ações e/ ou con clusões e recomendações a serem apresentadas. anual) ou abranger um período de tempo maior.relatório informativo de progresso trata informativo de progresso: progresso do andamento de uma atividade ou ação.para quem deve ser relatado? Esta pergunta pode ajudar a decidir quanto ao tipo de relatório (formal. da Parte II deste documento. inf ormais ou semi -in form ais. se for o caso.. dos semi-informais) obedecerá às orientações constantes do t ópico 4 Estrutura de trabalhos acadêmico-científicos e sua apresentação gráfica obedecerá. Subdividem-se em: . seja qual for o tipo de relatório. são pouco extensos e. portant o. demarcado.

construção/teste ou verificação de máquinas. marcado pelo uso de termos técnicos adequados. sugere-se a estrutura a seguir. detalhes desnecessários.o quê: identifica a atividade realizada. adjetivação excessiva.36. A melhor maneira de relatar a seqüência de desenvolvimento de uma atividade é cuidar para que a exposição seja clara. sendo o sumário dispensável. aparel hos ou si stem as.quando e onde: identificam o local e a data em que a atividade relatada foi realizada.. Os roteiros aqui apresentados acima são sugestões para que o professor possa. qu e pode se r caracterizado como um relatório do tipo informal ou semi -inf orm al. criar o modelo de relatóri o que mel hor con tem ple as necessidades de formação do seu aluno. . basta a folha de rosto. os elementos prétextuais poderão ser limitados ao mínimo indispensável: se o relatório tiver 2 ou 3 páginas. 2 Finalidade da atividade 3 Descrição da atividade 4 Conclusões/recomendações 5 Assinatura do(s) autor(es) C – Elementos pós-textuais Referências (caso existam) Apêndices / Anexos Qu an do se t rat ar de u m rel at ório de experiências realizadas em laborat órios. pela correção da linguagem. 2° Roteiro 1 Dados de identificação 2 Descrição do problema 3 Aparelhagem ou equipamento 4 Procedimento(s) 5 Resultado dos testes 6 Análise dos resultados 7 Conclusões Referências Apêndices / Anexos É importante lembrar que o roteiro do relatório deve ser adaptado às necessidades da disciplina ou aos propósitos da atividade realizada. . pela ausência de períodos longos. Nota-se que.. a partir dessas idéias. B – Elementos textuais: 1 Dados de identificação . conforme a extensão do relatório. com maior número de páginas. o estilo simples. preciso e objetivo. além da folha de rosto. deve conter um sumário.

5 Avaliação Para assegurar que nada tenha sido esquecido na versão final do relatório..É escrito em um estilo simples e preciso? .O plano do relatório permite conduzir o leitor por meio de uma demonstração eficaz.O título do relatório diz explicitamente do que ele trata? . que tanto pode ser usada pelo acadêmico para verificar se seu trabalho está bem feito. são apresentadas de maneira uniforme.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 6. afastando o supérfluo ou não-pertinente? . etc.) são aplicadas de forma metódica e homogênea? . . 37 .O leitor encontra nele todas as informações e referências de que precisa para assegurarse da boa condução da testagem ou da atividade realizada? . como pode ser um roteiro adequado para que este avalie os relatórios elaborados por seus alunos. notas e referências..O relatório se limita ao essencial. e seu sumário reflete isso? . Laville e Dionne (1999) sugerem a seguinte verificação. com seus títulos e legendas? . se hou ver.As regras de apresentação (citações. antes de entregá-lo ao professor.As t abel as e f iguras.

..38..

. ensino e extensão realizados – bem como de sua vida profissional como um todo e das perspectivas que percebe ou planeja para a continuidade de seu trabalho no futuro. complemen tar mente. pelo desejo de oferecer ori ent ações sobr e sua elaboração aos acadêmicos. portanto. o memorial é uma autobiografia em que se articulam os dados do curric ulum vita e. 39 .. Apresenta. con figurando um a narrativa histórica e reflexiva sobre a trajetória acadêmico-profissional do autor. para concorrer a postos no mercado de trabalho. m inu cioso e analí tico das at iv idades profissionais desenvolvidas pelo autor – no caso daqu eles qu e se dedicam à v ida acadêmica. o que não significa dizer que de sua elaboração esteja ausente a necessária dose de objetividade. podendo esboçar. uma vez formados. os resu ltados qu e espera alcançar. O memorial tem sido uma exigência em determinados concursos para o magistério superior de diversas instituições universitárias. principalment e. ou ai nda para f in s de concorr er a u ma premiação. Consiste. o relato destaca os trabalhos de pesquisa. as motivações e as escolhas que o lev aram a construir um a det ermin ada história profissional.2 Propósitos Quando elaborado para fins de concurso de ingresso ou de promoção na carreira. 7. precisarão. os quais. as perspect ivas futu ras que o autor tem planejado quanto ao seu percurso profissional – um plano de trabalho –.1 Conceito Para Severino (2000). É elaborado com base numa percepção qualitativa e significativ a do caminh o percorrido que caracteriza a história do autor. o memorial tem o propósito de fornecer informações para o julgamento qualitativo do candidato. . ainda. Parte de uma reflexão introspectiva. ou se habilitar a promoções na empresa ou instituição a cujos quadros pertençam. O memorial compreende a explicitação da intencionalidade do autor. de caráter avaliativo – autoavaliativo – um pouco confessional. e constitui um relato crítico. pode ser definido como um texto que relata eventos notáveis da trajetória do autor. A decisão das Autoras deste documento de apresentar o memorial entre os tipos de trabalhos acadêmico-científicos foi motivada. marca de todo trabalho acadêmico. bem como realizações pessoais dignas de permanecerem na memória da sociedade ou da instituição a que pertence. ret ratando a subjetividade. conforme as circunstâncias.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 7 MEMORIAL 7. em um relato circu nstanciado. como também para o ingresso ou para o exame de qualificação de cursos de pósgraduação – notadamente os de doutorado – de muitas universidades. portanto. Nesse sentido. elaborar e apresentar o registro analítico de sua formação e trajetória profissional.

além de servir a tais finalidades. técnica ou artística. caracterizando a história particular do autor. .. de forma a evidenciar sua articulação com a história pré-relatada. A característica crítica do memorial conduz seu autor à avaliação dos resultados obtidos . coordenação e/ou assessoramento. cursos e atividades de extensão. situando os fatos e acontecimentos no contexto sóciocultural mais amplo. resultados de pesquisas.3 Procedimentos Para a elaboração do memorial é preciso considerar as seguintes sugestões: .40. . -ensino: desempenho didático. .finaliza-se o memorial com a indicação dos rumos que o autor pretende assumir. em quais condições for am obt idos os tí tu los da form ação acadêm ica. No entanto. . . t eses e pesqui sas de in iciação ci ent íf ica.utilizam-se subdivisões com tópicos/títulos par a marcar as et apas da t rajet ória percorrida. ou para destacar os aspectos ou fatos mais significativos.re com enda. orientação de monografias. É com vistas a atender a esse duplo propósito que as orientações a seguir foram elaboradas. Embora o memorial seja caracterizado como um relato reflexivo e avaliativo de um caminho percorrido pelo autor. participação em congressos. analítico e autocrítico. especialização e atualização. artísticocul tu rais e de pre stação de serv iços especializados: produção científica. as circunstân cias t eóricas e sociais que predominaram no momento da execução do projeto de dissertação ou tese. pelo seu caráter reflexivo. é indispensável que esse relato contenha informações referentes a: . estágios de aperf eiçoamen to..deve-se sintetizar a narrativa dos eventos menos marcantes e dar ênfase aos mais significativos a critério do autor e à luz das finalidades do próprio memorial.atividades de administração: participação em órgãos colegiados. científ icos ou t ecn ológicos no âmbito federal. seminários e outros eventos. estruturando dessa forma o memorial. tanto em sua formação como em sua profissão.atividades técnico-cient íficas. É relevante na elaboração do memorial deixar claro. exe rcício de f un ções de direção. 7. simpósios. participação em ban cas e xamin adoras. aperfeiçoamento e atualização: cursos. o que permite ao autor enfatizar o mérito de suas realizações.formação. . comitês executivos. dissertações. prest ação de consultoria especializada. o memorial pode con stitu ir uma v aliosa pr odu ção acadê mica como t rabalh o conclusivo de curso.se qu e o me mori al se ja elaborado na primeira pessoa do singular. municipal ou privado. analítico e crítico. estadual. particularmente quando este se destina a finalidades acadêmicas.dev e-se adot ar a forma de u m relato cronológico.

p. lembrando que tanto a falsa modéstia como o excessivo elogio comprometem a qualidade do memorial.. deve-se cuidar que o memorial tenha uma apresentação esmerada. a trajetória real que foi seguida (. um a im pressão cu idadosa. econômicos e/ou sociais? . que deve se destacar por uma auto-avaliação equilibrada. nossa história de vida é nossa melhor referência. etc. (SEVERINO.176). que reflita as condições e situações em que se desenrolou sua história profissional. pois ele é a justificativa documental do seu desempenho profissional e acadêmico. principalmente.).O autor descreve sua trajetória de modo aprofu ndado. cont extu alizando-a e m relação a aspectos teóricos. atribuindo diferentes pesos aos distintos eventos do passado. Por outro lado. A boa organização de um mem ori al é essencial para o julgamento das atividades do autor.O t exto evidencia o equilíbrio entre o adequado destaque aos êxitos obtidos e a menção aos eventuais insucessos? . nota-se ainda uma certa confusão entre memorial e curriculum vitae. a parti r da qu al elabora u m rel ato contextualizado. com maior segurança possível. Por fim. Relatada com autenticidade e criticamente assumida. com textos tão ricamente elaborados que os trans formam em verdadeiras o bras literárias. o memorial é um relato da trajetória de uma pessoa. como também auxiliar o próprio autor do memorial na avaliação do seu relato. o memorial pode se destacar. o qu e requer. políticos. Enquanto este consiste em um conjunto de informações sobre as habilitações do autor. 7.. No entanto. como observa França (1999. 41 . atraente.34): Alguns memoriais vão muito além da simples apresentação das habilitações pessoais e profissionais do candidato.. abrangendo sua formação e atuação profissional. encadernação sóbria. O autor precisa estar atento para retratar. apesar de sua crescente utilização.O relato destaca os aspectos mais relevantes da t rajet ór ia do aut or? A r elev ân ci a atribuída a esses aspectos é justificada/ fundamentada? .4 Avaliação A seguir relaciona-se uma série de perguntas que poderão orientar o professor na avaliação do memorial (caso este tenha sido solicitado aos alunos como trabalho acadêmico). . Além dos aspectos referentes ao conteúdo que já foram apontados. apresentado de f orma seqü encial e sem comentários. expressando as contribuições e perdas de cada momento. um projeto gráfico de bom gost o. quant o aos seus aspectos físicos. apresentado de forma crítica. 2000. o autor precisa se mant er at en to par a o t om do rel ato. convém salientar que. A avaliação deve ser feita em cada etapa do relato. com fidelidade e tranqüilidade.. pelo esmero na redação do texto.O conjunto das informações sobre o autor e sua apreciação crítica oferecem elementos suf icientes para a apreciação de sua trajetória? . p.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ em sua trajetória profissional e acadêmica.

A narrativa é feita na primeira pessoa do singular? . relacionando-as com a trajetória pregressa? ..A redação do texto é precisa e coerente? .A organização do texto obedece tanto a seqüência cronológica dos eventos como o e ncade am en to lógico de fatos e argumentos? .A linguagem utilizada respeita a norma culta? ..O con teú do ev idencia um a ref lexão criteriosa realizada pelo autor sobre sua trajetória? .Apresenta adequadamente as perspectivas futuras para sua atuação.42.As normas técnicas de apresentação de trabalhos acadêm ico-científ icos foram observadas? . .Os elementos de transição entre parágrafos são adequados ao sentido e à lógica do conteúdo? .

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Parte 2 Orientações e normas para apresentação de trabalhos acadêmico-científicos ... 43 .

.44...

seguido pela data de publicação da obra e número da página. o trabalho apresentado.. São utilizadas para sustentar. observa que a citação não pode ser uma “manifestação de preguiça” de quem está elaborando uma dissertação ou uma tese.1 Regras gerais para citação As informações sobre a obra mencionada podem aparecer no corpo do texto ou em nota de rodapé (sistema numérico).UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1 CITAÇÕES São as descrições ou menções (conteúdos ou informações) contidas em um texto extraídas de um a ou tra fonte.. 45 . Assim. deixan do para o rodapé out ras informações.” (LAVILLE. estão sendo expostas. diferentemente de textos literários. fazendo. Importante! Qualquer que seja o sistema adotado. tais como: esclarecimentos pontuais do t exto. nelas buscando apoio para seus pontos de vista. as citações tanto podem ser usadas com o objetivo de reforçar argum entos com o para expor posições cont rárias àqu el as qu e est ão sendo defendidas. “De fato.se a correlação com a lista de referências (sistema autor-data) ou notas de rodapé (sistema numérico). Em todo o caso. com o propósito de esclarecer ou complementar as idéias que 1. . deve ser seguido em todo o trabalho. que deixa para os outros a apresentação de idéias ou de informações. inspirandose nelas. t radução de palavras estrangeiras. etc. p.] se se deve citar com profusão ou com parcimônia. nos quais é permitida uma apresentação mais livre. Pode-se afirmar que todo trabalho acadêmico ou t écnico de caráter cient ífico sem pre apresenta citações. exemplos e modelos. 1999. su a elaboração deve seguir as orientações da norma NBR 10520:2002 – Informação e Documentação. Recomendase o uso no corpo do texto (sistema autordat a). 259). Apresentação. da ABNT. Quanto à quantidade de citações a serem usadas em um trabalho. in diret as ou citação de cit ação.. Depende do tipo de tese”. DIONNE. As citações podem ser diretas.121) considera difícil determinar “[. é da própria natureza da pesquisa situar-se em relação a outras.. Citações em Documentos. Para ident ificação de f on te da citação apresenta-se o nome do autor. ne las encontrando ilustrações. significado de expressões típicas. p. mesmo Umberto Eco (1988. Usam-se citações quando se transcrevem trechos de alguma obr a ou se util izam informações já publicadas. teórica e empiricamente. Em trabalhos técnico-científicos exige-se rigor na apli cação das praxes de cit ação.

10): “quanto mais se restringe o campo. p. 1: de acordo com a NBR 10520:2002. como nos exemplos seguintes: Ao escolher e delimitar o tema de pesquisa o mestrando deve ter presente que “quanto mais se restringe o campo. 2: no primeiro exemplo. Quando se trata de citações curtas (até três linhas).46. melhor e com mais segurança se trabalha. ou Ao escolher e delimitar o tema de pesquisa o mestrando deve atentar para o que diz Eco (1988. a entrada – no caso. melhor e com mais segurança se trabalha. sem emprego de aspas. textual ou literal É aquela em que se reproduz no texto a idéia original da obra que está sendo consultada. fonte e espaçamento interlinear menores.. com recuo de 4cm da margem esquerda. que o uso do ponto final após as citações deve atender às regras gramaticais. a indicação da página é obrigatória para citação direta. As citações diretas longas (aquelas com mais de três linhas) devem constituir um parágrafo independente.2 Tipos de citação 1. também.1 Citação direta. 1988. Vale ressaltar. sendo grafado com maiúscula e minúsculas (NBR 10520:2002). Obs. o nome do autor faz parte da frase.” (ECO. como nos exemplos que seguem: . são inseridas no texto. 1. p. o nome do autor – deve ser grafado com letras maiúsculas.2.. no segundo exemplo.” Obs.10).

O assunto não deve estar solto no espaço.] o assunto que se deseja provar ou desenvolver.. portanto) utilizando-se de pal av ras própri as. segu ndo Compagnon (1996.2.]”. ‘encomendado’. 1978. Pode surgir de uma dificuldade prática enfrentada pelo coordenador. É geralm en te empregada quando se pretende apresentar. Como se trata de idéias alheias. destaca-se a identificação do tema a ser estudado. caracteri zando-se pela substit ui ção de algumas de suas palavras ou expressões.. 47 . (CASTRO. determinados por uma entidade que se dispõe a financiar pesquisas e que promove uma concorrência entre pesquisadores. p. desde que não interfira no desenrolar da pesquisa. caso ela não seja feita.102) apresentam algumas orientações relativas à elaboração do projeto de pesquisa. Pode ter sido sugerido pela entidade responsável pela parte financeira.. . p. a escrit a do t ext o origi nal. a in di cação da(s) págin a(s) consultada(s) é opcional. Nesse sentido. A paráfrase é a forma de citação indireta que. da sua curiosidade científica. tem-se u m caso de plágio. de modo reduzido ou abreviado. portanto. o que não lhe tira o caráter científico.. p. ou seja. não altera.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Marconi e Lakatos (2001. restaura-se total ou parcialmente o t exto font e. se ‘encaixar` em temas muito amplos.] é uma produção de texto [... o domínio dos conceitos se revela no seu uso ao longo da análise e não na infindável seqüência de definições de diferentes autores. Dentre elas. em tamanho e cont eúdo. as idéias de um autor sem recorrer à citação direta. mas colocado no seu contexto. Uma tese deve revelar o domínio dos conceitos utilizados e um certo conhecimento da literatura técnica. Ao parafrasear.. conforme a NBR 10520:2002. que é reconhecido como [. distribuindo a verba de que dispõe entre os que apresentam os melhores projetos. 319). normalmente. Nas citações in diret as. processo que exi ge sua interpretação para reconstrução de um novo texto. portan to. o “trabalho da citação [.. Todavia. a referência à fonte é obrigatória pois.34). 1.2 Citação indireta: paráfrase e condensação Consiste em se reproduzir o pensamento do autor (idéias alheias. de desafios encontrados na leitura de outros trabalhos ou da própria teoria.

Esta forma de uso de citação é interessante.. . uma vez que tenha sido bem planejada. já qu e. (LAVILLE. DIONNE. em que se faz uma síntese do texto que se quer citar. Um outro modo de escrever a citação indireta é a condensação. DIONNE. como uma espécie de piloto automático. É ela que serve para definir e guiar as operações posteriores. Texto original: A fase de estabelecimento e de clarificação da problemática e do próprio problema é freqüentemente considerada como a fase crucial da pesquisa. porém apresentando apenas as principais idéias do autor. Citação indireta (condensação): A definição do problema de pesquisa é crucial no processo de pesquisa. DIONNE.48. pois pressupõe maior articulação de leitura por parte do autor do trabalho..85). 1999). deverá dese nv olve r um a l eit ur a si gn if icativ a (compreensiva/ interpretativa). Isso porque é a partir da conscientização do problema e de suas implicações que o pesquisador será capaz de planejar e desenvolver adequadamente as etapas subseqüentes da pesquisa. sem alterar o seu significado. para qu e con siga sintetizar as idéias do texto original. Citação indireta (paráfrase): Considera-se que a determinação e a explicitação do problema constituem operações decisivas no processo de pesquisa. 1999). (LAVILLE. pois é ela que servirá de guia para as etapas posteriores (LAVILLE. p. 1999.

.. Quando se discutem métodos para o ensino da pesquisa. Para Patton (1986 apud ALVES-MAZZOTTI. Esta idéia. 1987 apud GIL.123): “a melhor maneira de se aprender a fazer pesquisa é fazê-la: nada substitu i a prática da realização. mas de fazer brotar idéias. 1997.” (WERNER.2. Obs. BOWER. p. Patton é o autor da idéia original a que não se teve acesso.3 Citação da citação Consiste na reprodução de informação já citada por outro autor. 49 . 1994.” 2 Por se tratar de palavra de outr a língua (latim).31).. GEWANDSZNAJDER.: no exemplo acima. Werner e Bower são os autores da idéia original a que não se teve acesso e Gil é o autor da obra consultada. pode ser expressa como citação direta ou indireta. Para explicar que o autor da idéia original é citado por um outro citado autor/obra que se está consultando. Obs.]”.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1. p. p.. e AlvesMazzotti e Gewandsznajder são os autores da obra consultada.. por sua vez. deve-se lembrar as palavras de Abramo (1979 apud TOMANIK.: no exemplo acima. usa-se a expressão latina apud2 . A indicação da f onte de uma citação de citação pode ser apresentada na form a textual ou após a descrição da idéia. “Educar não é uma arte de introduzir idéias na cabeça das pessoas. 2001.173) “a triangulação de métodos geralmente se refere à comparação de dados coletados por métodos qualitativos e quantitativos [. Nota: nas referências apenas o autor da obra consultada deve ser mencionado. usa-se o itálic o.

no entanto. é obrigatório indicar a alteração feita. Nesses casos.. triagens. citações longas demais. tomando notas. somente disponível em língua que se desconhece. em que materiais irá se aprofundar. Beaud (1997.. como qualquer outro material. por se tratar de obra rara ou. seja para torná-la mais curta pela supressão de alguma parte que não interessa ao que se está expondo. 1997. p.] é preciso fazer escolhas. a) Em citação com supressão de uma parte inicial ou final... p. pois preferencialmente se deve consultar a obra ou documento original. 125) aconselha: “[. também chamada de segunda mão. decidir sobre os eixos em que irá concentrar sua pesquisa. cru ci al para o bom desenvolvimento da pesquisa: E é preciso ler os livros mais importantes.3 Alterações na citação Muitas vezes é necessário fazer alterações na citação.]” (BEAUD. [. então. .50. A citação de citação. No entanto. dev e ser usada de modo bastante restrito. usam-se também as reticências entre colchetes: Beaud (1997.. igualmente. que correm o risco de quebrar o ritmo de sua demonstração [. em que terrenos irá concentrar seus esforços. p. muitas vezes determinados textos não estão acessíveis (o que não é o caso dos exemplos acima).45) faz um alerta para o mestrando levar a bom termo a f orm ulação da qu estão principal da pesqu isa. 1. usam-se reticências entre colchetes: Sobre o emprego de citações. é admissível o uso da citação da citação. b) Em citação com supressão de parte intermediária. 125). ou ainda para adaptá-la às exigências da sintaxe do período ou da oração em que será inserida... pela dinâmica que imprime à totalidade de seu raciocínio central.] evite fazê-lo em excesso ou desorganizadamente: uma citação.” “Evite.. Em qualquer desses casos. só vale pelo lugar que ocupa. seja para destacar algum de seus termos ou expressões.

” (GOLDENBERG. deve-se indicar a autoria do mesmo: “O trabalho de pesquisa deve ser instigante. grifo dos autores).. de ou que faça parte da experiência profissional do estudante. 1997. 51 . O que o verdadeiro pesquisador busca é o jogo criativo de aprender como pensar e olhar cientificamente.” (GOLDENBERG. . “A escolha de um tema que esteja ligado à área de atuação profissional. ou então. 2000. 1997. quando algo é acrescentado para esclarecer o leitor. torna o trabalho experiência profissional de desenvolvimento monográfico muito mais interessante e eficiente. mesmo que o objeto não pareça ser tão interessante.. negrito ou itálico) de termos ou expressões.” (MARTINS.68. 70). p.21. os acréscimos devem ser colocados entre colchetes: “Dois passos são necessários para o início da tarefa [de realizar um pesquisa]: a formulação do problema e a elaboração do projeto de pesquisa. p.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ c) Na citação com destaque (grifo. LINTZ. grifo nosso). ou quando o destaque já faz parte da obra consultada. p. d) Quando são feitas adaptações na citação para adequá-la à sintaxe do período.

explanatório e descritivo. instrumental . Collective – when a group of cases is studied. apresentando as explicações disponíveis em nota de rodapé: No texto: A nova estrutura organizacional será implantada no próximo ano (informação verbal)1. Stake (1995) included three others: Intrinsic – when the researcher has an interest in the case. em palestras e debates. p. (TELLIS. Stake (1995) incluiu três outros: intrínseco – quando o pesquisador tem um interesse no caso.1.52.4 Normas complementares para citação a) Quando os dados a serem citados são obtidos por informação verbal.. após a chamada da citação deve-se incluir a expressão ‘tradução livre’. 1. coletivo –quando um grupo de casos é estudado. deve-se indicar a expressão ‘informação verbal’ entre parênteses. Yin (1993) identificou alguns tipos específicos de estudos de caso: exploratório. 1997. 1 b) Quando a citação for um trecho traduzido pelo autor do trabalho. . 1997. Explanatory. Instrumental – when the case is used to understand more than what is obvious to the observer. entre parênteses: Yin (1993) has identified some specific types of cases studies: Exploratory. (TELLIS. and Descriptive.1).. p. tradução nossa). em 25 de julho de 2002.quando o caso é usado para entender mais do que aquilo que é óbvio para o observador. No rodapé da página: Informação fornecida pelo Gerente de Desenvolvimento Organizacional da Empresa Época.

. . mencionados simultaneamente. p. Por isso. 2001. após a data e sem espacejamento. Nesse sentido. publicados em anos diferentes e mencionados simultaneamente. 2000. após apresentar a citação. 1999. esses são separados por ponto-e-vírgula. LAKATOS. Umberto Eco (1988.1988). como nos exemplos: De acordo com Chiavenato (1999a) (CHIAVENATO. faz-se o acréscimo de letras minúsculas. 1999b) d) Em caso de citações indiretas de vários documentos de um mesmo autor. isto é. 1972. RICHARDSON. (MARCONI. 53 ..5 Considerações finais sobre as normas de citação A citação pressupõe que a idéia do autor citado seja compartilhada. assinalando-o ao leitor e usando a expressão sic entre colchetes. O autor e a fonte de todas as citações devem ser claramente reconhecíveis. 1980) e) Quando houver citações indiretas de documentos diferentes de vários autores. Quando não for este o caso. bem como averiguável por todos. SEVERINO.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ c) Quando houver citações de diversos documentos de um mesmo autor. 1976. 1974. conforme a lista de referências. 2001) 1. 1999. apresentam-se as datas separadas por vírgula: Chiavenato (1997. em ordem alfabética. o trecho citado deverá ser precedido ou seguido de alguma crítica ou contestação (ECO. deve-se confrontá-la com o original para ev itar erros ou omi ssões. que se concorde com ela.126) diz claramente: “Citar é como testemunhar num processo”. assim como as citações devem ser fiéis ao texto. em ordem alfabética. 2001) (BUNGE. a referência deve ser exata e precisa. YIN. publicados em um mesmo ano. D ev e-se respeitar even tual erro do autor cit ado.

54... .

devendo incluir palavras represe ntativas do assunto. Quanto à redação e estilo de resumos.. a menos que sejam absolutamente necessários à compreensão do conteúdo..chave : Narrativa.] é a apresentação concisa e seletiva de um texto. [.. como: objetivos . As palavras-chave são separadas entre si por ponto e finalizadas por ponto. seus resultados e conclusões mais importantes. 2000. técnicas de abordage m. p. a NBR 6028:2003 estabelece..para t rabal hos acadêm icos (t eses. ‘O autor do trabalho descreve.’ são supérfluas (FRANÇA. projetos de pesquisa e artigos destinados à publicação em revistas acadêmicas exigem a inclusão de um resumo de seu conteúdo. an tecedidas da expre ssão Palavras. 69).’. concisa e objetiva. Limita-se a um parágrafo. essa norma define: . os resultados e as conclusões do documento. símbolos. seu valor e originalidade.. p. Resumo. críticas e julgamento pessoal do autor. As palavras-chave devem figurar logo abaixo do resu mo. dissertações e outros) e relatórios técnicocientíficos: de 150 a 500 palavras. (FRA NÇA . p. 69). afirmativas e não de uma enumeração de tópicos”. descobertas. Ex .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS Trabalhos acadêmico-científicos tais como teses.para artigos de periódicos: de 100 a 250 palavras. 55 .para notas e comunicações breves: de 50 a 100 palavras.. O uso de abreviaturas. 2000. . . expressões como: ‘O presente trabalho trata de. com o uma das condições exigíveis. fórmulas. diz: O resumo deve constituir-se num texto re digido de forma cursiva. Como a redação deve se caracterizar pela máxima concisão. ressaltando de forma clara e sintética a natureza do trabalho.. 69-70). Também não cabem num resumo citações. valores numéricos e conclusões. que o “resumo deve ressaltar o objetivo. Produção textual. o método. comentários. Quanto ao estilo da redação e conteúdo. . dando-se preferência ao uso da terceira pessoa do singular e do verbo na voz ativa e evitando-se o uso de parágrafos. de acordo com França (2000. dissertações. Leitura.: Palavras. respeitando a estrutura do original e reproduzindo apenas as informações mais significativas . equações e diagramas devem ser evitados.ch ave.” Estabelece ainda que seja “composto de uma seqüência corrente de frases concisas. Sobre a extensão do resumo..

Res ume n (espan h ol ). p. dissertações..20. Parole c hia vi (italiano). deve ser apreendido./dez. R. Estudos Est udos E studos Av ançados A vançados. embora conduzido pela economia. dez. os seguintes cabeçalhos: Abst rac t ou S umm ary (inglê s). 65-76 . Em artigos científicos. o resumo (acompanhado das palavras-chave) na língua original faz parte dos elementos pré-textuais. Globalizaç ão: em direç ão a um mundo só? n. A maioria dos periódicos acadêm icocientíficos exige. em suas dimensões políticas.69.S. 3 JAPIASSU. o trabalho procura analisar o papel dos principais atores – a ascensão de poderosas organizações que operam em escala transnacional e o Estado-nação cujo poder e influência estão definhando. histórico-culturais e espaciaisecológicas. TC Cs e TGIs de cu rsos de graduação. Rés umé (fran cê s). p. v. 19 95.56. Zusa mmen fa ssun g (alem ão). enquanto que o resumo (e correspondentes palavras-chaves) em língua estrangeira deve ser colocado após o texto. de acordo com a NBR 14724:2005. Sch lüsselwörter (al emão). H. Vigotsky sobre o qual se estrutura a elaboração da teoria histórico-cultural do funcionamento mental superior. o desenvolvimento cultural do ser humano. a realidade apresenta uma fragmentação do espaço político com novas barreiras e mercados protegidos.4 . aperfeiçoamento e/ou especialização). As palavras-chave em língua estrangeira acompanham obrigatoriamente o resumo em língua estrangeira: Keywords (inglês). Usam-se. resumo em pelo menos uma outra língu a. Em trabalhos acadêmicos (teses. conforme o caso. também. 2..O. Identifica nele as origens do pensamento psicológico de L.9. Expõe a teoria da reação estética e o conceito de catarsis vigotskyanos. O resumo em língua estrangeira é digitado em folha separada (NBR 14724:2005). Educação e Sociedade Sociedade. Contrariamente à visão idealizada de uma progressão linear de mercados regionais integrados para uma sociedade una e global. v. set. 34-59. n. além do resumo na língua do público a que este se destina.25. 1999. Palabras clave (espanhol).3 O processo de globalização. 4 RATTNER. de acordo com a NBR 6022:2003.V A s artes e . Dentre este cenário de tendências contraditórias. Motsclés (francês). os resumos (acom pan hados das palavras-ch ave) na língua original e em língua estrangeira fazem parte dos elementos pré-textuais. R ia ssunt o (italiano).1 Exemplos de resumos O artigo situa historicamente a produção e a publicação do estudo vigotskiano sobre a psicologia das artes.

documentos oficiais. A ABNT estabelece que este sistema não pode ser usado concomitantemente para notas de rodapé ou explicativas.cit. As fontes das informações contidas em um texto são diversificadas. ibidem (ou id. ao fim do artigo. 3.científicos como con gr essos. Já em resumos e resenhas.se a ordem numérica crescente para apresentação das listas. antecedendo apêndices e anexos. os trabalhos também podem apresentar informações cuja fonte são documentos eletrônicos (disquetes.. Independentement e do tipo de fon te ou autoria mencionada no trabalho. segu e. da ABNT. cd-rom. homepage. etc. ao fim de cada capítulo. relatórios técnicos e legislação. é obrigatória a sua identificação na lista das referências. Vale destacar qu e a adoção do primeiro sistema (alfabético) tem a vantagem de despoluir visualmente o rodapé da página. destinadas às informações adicionais e não essenciais para a compreensão do texto. teses. também chamado de ‘autor-data’ quando relacionado à citação) e o numérico (ordem de citação no texto). publicações periódicas on line) ou eventos técnico. dentre outros. dissertações ou monograf ias. dicionário. as listas são apresentadas em ordem alfabética única.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS As referências de um trabalho acadêmicocien tífico consistem na list agem com as informações sobre todas as fontes/autores mencionados no texto. que também podem estar localizadas ao final do texto. jorn adas. conforme a natureza do trabalho. eliminando as inúmeras referências completas e as expressões idem. semin ár ios. j ornais. Nestas situações. As notas de rodapé ficam. . art igos de publi cações cien tí fi cas ou especiali zadas (peri ódi cos).) e op. as referências são apresentadas antecedendo tais textos. 57 . capítulo ou artigo.1 Localização das referências Os si stem as m ais ut ili zados par a apresentação das referências são o alfabético (or dem al fabét ica de en trada. Além disso. as referências podem aparecer: em listas após o texto. No primeiro caso.. manuais.. consistem em obras como livros. ibid. desta forma. enciclopédias. No sistema numérico. e-mail. são obrigatórias nesse tipo de trabalho e sua elaboração deve seguir as orientações da NBR 6023:2002.

).o hífen é utilizado entre páginas (p..).os parênteses são usados para indicar série. M. .o colchete é usado para indicar os elementos de referência que não aparecem na obra referen ciada. após a editora. e depois do termo In:.58.2. set. este deve ser mantido em todas as referências de um mesmo documento. para o título.10-15) e entre datas de fascículos seqüenciais (19981999). . digitadas em espaço simples e separadas entre si por dois espaços simpl es (NBR 14724:2005). FISCHER. . Org.. O título da obra ou do periódico é sempre grifado com destaque (itálico ou negrito). teses e di ssert ações (Mestrado em Educação).. isto deve ser adotado em todas as referências daquela lista. porém são conhecidos [1991]. após o título. João.. Por exemplo: ao optar pel a uti lização abre viada do prenome do autor. ed.os dois pontos são usados antes do subtítulo. . grau nas monografias de conclusão de curso e especial ização.). Em caso de referência de periódicos. respeitando-se os seguintes padrões: . edição (7. após a cidade onde o periódico é publicado. M. As referências são alinhadas à margem esquerda do texto. e no final da referência. . L. usa-se vírgula: após o título da revista/periódico. Alfredo (Org. v.usa-se ponto após o nome do autor/autores (AGUIAR. t ambém deve ser un if orme em todas as ref erê ncias. que caract eriza fu nção na elaboração e/ou responsabilidade sobre a obra (BOSI. p.a vírgula é usada após o sobrenome do autor (ECO. após o número do periódico e após as págin as da r evist a/periódico (Política e Administração. Quan to à pontu ação.. . R. Esta regra não se aplica às obras sem indicação de autoria ou de responsabilidade. Comp.).2 Aspectos gráficos das referências A elaboração das referências deve seguir a seqüência dos elementos do documento a ser referenciado. é usado para separar os autores (FLEURY. 1997).as reticên cias são usadas para in dicar supressão de parte de títulos (Anais. -o ponto-e-vírgula. quando este for apresentado na referência (Pesquisa social: métodos e técnicas). antes Pesquisa da editora (São Paulo: Atlas). n.3. de forma abreviada (Coord.)). seguido de espaço. entre o número do ano/volume e o número do periódico.15-21. Humberto). pois neste caso o elemento de entrada é o próprio título. conforme os modelos prescritos na norma (NBR 6023:2002).. As referências de uma lista devem seguir sempre os mesmos princípios. . Ao negrito ser definido um tipo de destaque.). já destacado em letras maiúsculas na primeira palavra (com exclusão de artigos ou monossílabos). Rio de Janeiro. T.. 3.

1986. Coordenador. M. separados por ponto-e-vírgula. . . L. do tipo de participação.). 59 . Petrópolis: Vozes. 1989. Editor. GUATTARI. ed.. Atlas. Perspectivas e dilemas da educação popular Rio de Janeiro: educação popular.3. mencionam-se todos eles na ordem em que aparecem na obra. Graal. FREIRE.quando há mais de três autores mencionase apenas o primeiro autor. de indicação de produção científica em curriculum vitae ou e m r elatór ios para órgãos de financiamento.. Vivendo e aprendendo. Paulo et al. 2.) em coletâneas de vários autores. no singular.1 Regras quanto à autoria . 1986.quando há dois ou três autores. Micropolíticas : cartografias do desejo. se for o caso). R. Vanilda (Org. é facultado indicar todos os autores.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. seguido de espaço. ed. acrescentandose a expressão latina et al. seguido da abreviação. T.3 Regras gerais para elaboração de referências 3.). . PAIVA. Sueli. ROLNIK. FISCHER. 1986.. entre parênteses.quando houv er indicação explícita de responsabilidade pelo conjunto da obra (Organizador. etc. Em caso de projetos de pesquisa. M. Cultura e poder nas organizações São Paulo: poder organizações. FLEURY. (Coord. a entrada da referência é feita pelo nome do responsável (ou dos responsáveis. 10. (e outros). São Paulo: Brasiliense. Félix.

1990.quando o autor for conhecido pelo pseudônimo. instituições). Debates pedagógicos. 1979.. 3. . DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro. Secretaria da Saúde. Lenilson Naveira. 1979. associações.. O termo anônimo não deve ser usado para substituir o nome do autor desconhecido. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro. PROCURA-SE um amigo. Quando a entidade tem uma denominação genérica.. Caio. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO.. b) quando o segundo nome indica parentesco: PRADO JR.. 10. Tristão de.60. ed. 212-213. em letras maiúsculas. este deve constar na referência. .quando os aut ores tê m sobr enom es compostos. 3 v. seu nome é precedido pelo órgão superior ou pelo nome da jurisdição geográfica à qual pertence. Anais. d) o nome do autor é conhecido de forma composta: MACHADO DE ASSIS. Gabriel... como segue: a) quando ligados por hífen: SCHERER-WARREN. SANTA CATARINA.. elatório 2001. . Rio de Janeiro: Record. 1931. ATHAYDE. CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO. .em caso de pu blicação assinada por e nt idade (órgãos gov ern am en tais. Relatório de atividades. p. a entrada é feita pelo título. etc.). Florianópolis.quando a autoria for desconhecida (por exemplo: artigos de jornal sem autoria explícita. congressos. estes devem ser escritos na ordem em que aparecem. . desde que seja a forma adotada pelo autor. 1993. e) o nome é espanhol: GARCÍA MARQUES. Guia dos livros didáticos: 1ª à 4ª dos livros séries. Ilse. editoriais. Curitiba: Associação Bibliotecária do Estado do Paraná. In: SILVA. Brasília: SEF 1997. Curitiba. Rio de Janeiro: Schmidt. Anais. Gerência da vida: reflexões filosóficas. Carlos. esta deve ser indicada como autor. em pr esas. c) quando um dos nomes é adjetivo: CASTELO BRANCO. .

1989. 2. [Trabalhos apresentados]. seguido de ponto. 1997b 3. CHIAVENATO. .2 Regras quanto ao título e subtítulo . RODRIGUES. .. acrescentam-se letras minúsculas ao ano. 61 . Brasília: Ministério da Educação. Turismo e espaço : rumo a um conhecimento interdisciplinar. I.3.. ______. Adyr Balastreri. deve-se atribuir uma palavra ou frase que identifique o conteúdo do documento. 1997a. .em casos de obras do mesmo autor publicadas no mesmo ano. São Paulo: Saraiva. SIMPÓSIO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO. sem chegar aos dois pontos. na seqüência alfabética ascendente. Carreira e competência: gerenciando o seu maior capital. São Paulo: Hucitec. Turismo.. RODRIGUES. modernidade e globalização . 2002. Em caso do uso do subtítulo.quando não existir título. separados por dois pontos. 1989. entre colchetes. apenas o título principal é grifado (negrito ou itálico). São Paulo: Hucitec. 1997b. RODRIGUES. Salvador.o título e subtítulo (se for usado) devem ser apre sent ados tal com o f iguram no documento.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . substitui-se o nome do autor das referências subseqüen tes por u m t raço su bli near equivalente a seis espaços.quando se referenciam várias obras do mesmo au tor em uma mesma página. 1997a.

indicam-se ambas com os respectivos locais (cidades). Já se forem três ou mais. 1974. Metodologia do trabalho científico. Ana Maria. São Paulo: EDUSP.quando não se tem o nome da editora.em caso de haver duas editoras. MAIA.a partir da segunda edição. São Paulo: Atlas.. Robert K. Antonio Joaquim.n.História da ciência: o mapa do conhecimento. São Paulo: Cortez. 3. ed. e ampl. Obs. os acréscimos devem ser indicados de forma abreviada. indica-se a expressão sine nomine abreviada e entre colchetes [s.3 Regras quanto à edição e editora . Rio de Janeiro: Expressão e Cultura. Carlos A. YIN.. VALENCIA.o nome da editora é indicado da forma como se apresenta no documento.]. (Coord. ZARIFIAN. 2. Porto Alegre: Bookman. abreviando-se os números ordinais e a palavra edição. Em caso de informações complementares à edição. 2000. SEVERINO. rev. . 2001. desde que sejam dispensáveis para a identificação.62. P Objetivo competência: por uma nova lógica. ALFONSO-GOLDFARB. 21. ambos na língu a do document o.). 1995. . ed. Belo Horizonte: [s. esta deve ser identificada na referência. Estudo de caso : planejamento e métodos.se as design ações da n at u reza j ur ídica ou comercial. I. abreviando-se os pre nom es e su prim in do.].: (No livro: Editora Atlas S.) .n.3. Das mulheres e das flores. . . indica-se a primeira ou a que estiver em destaque.A. 2001.

.]: Ex Libris. deve-se utilizar a expressão sine loco.quando houver mais de um local para uma só editora. utilizam-se as expressões sine loco e sine nomine. BELTRÃO III.quando o local e a editora não puderem ser identificados no documento... são indicados como locais: São Paulo – Rio de Janeiro – Lisboa – Bogotá – Porto – Buenos Aires – Guatemala – Madrid. LAZZARINI NETO. 1977. 63 . 1930. abreviada e entre colchetes [S. mas pode ser identificada. . entre colchetes. [São Paulo]: SDF Editores. CASTRO.: No documento de que trata a referência acima. de M. abreviadas.n. A prática da pesquisa.o local (cidade) deve ser mencionado na referência tal como indicado no documento. Viçosa.3.l. acrescenta-se a abreviatura do Estado ou do país. Viçosa.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. 1994. Viçosa. deve ser indicada entre colchetes. Em caso de haver cidades com o mesmo nome. [S. Discursos do pregador.4 Regras quanto ao local .].: s.l. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil. Obs. RJ . MG. indica-se o primeiro ou o mais destacado. Sylvio. [S. Cria e recria. . 1981. AL. . dentre outros. OS GRANDES clássicos das poesias líricas.].quando a cidade não aparece no documento. C.l. J.quando o local é desconhecido.

3. 2. 1996. 3. primavera 2000. 3.quando a publicação indicar. sem. semestres ou estações do ano. entre colchetes.1995. distribuição. Autumm 1970. (publicação com paginação irregular) . divisões por bimestres. ao final da referência devem ser indicadas.quando em indicações de meses.3. as estações do ano tal como figuram na publicação.64. Quando nenhuma dessas datas puder ser determinada. bim. após o ponto final.quando a publicação não apresentar número de páginas ou se a numeração for irregular. 1950] Década certa – [196-] Década provável – [196-?] Século certo – [18-] Século provável – [18-?] . seja ela de publicação. Aug. estes devem aparecer de forma abreviada. no lugar dos meses. sempre deve ser indicada. no idioma original da publicação.5 Regras quanto à data A data é um elemento essencial à referência e. trimestres../Sept. mas não indicada no documento – [1976] Uso de intervalos menores de 20 anos – [entre 1970 e 1985] Data aproximada – [ca. 1995. maio/dez. registra-se uma data aproximada. 2002. . mar. as expressões: Não paginado. por isso. conforme as seguintes indicações: Um ano ou outro – [1996 ou 1997] Data provável – [2001?] Data correta..6 Regra quanto à paginação . estas informações devem ser transcritas da seguinte forma: os bimestres. 2001. impressão ou apresentação (depósito) de um trabalho acadêmico.3. (publicação sem número de páginas) Paginação irregular. trimestre e semestres abreviados.

RODRIGUES. A. Eva Maria.4. Metodologia científica 3. se houver). 65 . Maquiavel. i nf ormações descr iti vas sobre o docu men to (por exemplo: a) em caso de jornal. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. como livros. o subtítulo não é grafado em negrito ou itálico. IS BN. ao final da referência. a não ser em casos de nomes próprios). política Estado moderno. tr adu tore s. interdisciplinar. a política e o Estado moderno Tradutor: Maquiavel. Marina de A. MARCONI. poden do variar conf orme o ti po de documento. São Paulo: Atlas. ao final da referência). 1997. menção à edição exclusiva para assinante.1 Monografias 3. científica ed. Observações: a) os elementos essenciais são os de descrição obrigatória na elaboração da referência. monografia como o doc umento constituído de uma só parte ou de um número pré-estabelecido de partes que se complementam. dissertações. manuais. Luiz Mário Gazzaneo. 5 Para fins de elaboração de referências. 1988. a NBR 6023: 2002 da A BN T define .1 Monografias consideradas no todo5 Elementos essenciais – regra geral SOBRENOME do autor. indicação de coedit ores. B. c) o elemento ‘tradução’ e a indicação de subtítulo da obra são opcionais.. trabalhos acadêmicos (teses. abreviado(s) ou não). catálogo.4 Modelos de elaboração de referências 3. enciclopédias.4. monografias). b) indicação de apoio de entidade governamental à publicação referenciada. . Livros GRAMSCI. dicionário. Caso seja indicado.. 2000.1. quando necessário e de acordo com o docu me nto a ser referenciado. Antônio. Assim. São Paulo: Hucitec. científica. são acrescentados elementos complementares para melhor identificá-lo.. Título da obra em negrito ou itálico (apenas a primeira letra em maiúscula. LAKATOS. Número da edição (a partir da segunda edição. Prenome e outros Sobrenomes (se houver. Turismo e espaço: rumo a um conhecimento . b) alguns dos elementos complementares considerados na NBR 6023:2002 da A BNT são: n úm ero de págin as do docu men to. ano de publicação.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. Local (nome da cidade): Editora. etc.

1980. Rio de Janeiro.] (o grau) – vinculação acadêmica. Português. Universidade Federal de Minas Gerais. Caldas.66. M. 2002. 3. Dissertações e Teses SOBRENOME do autor. Bíblia Sagrada . 180 f. dissertação. Rio de Janeiro: Encyclopaedia Britannica. etc. Belo Horizonte. Dicionário AULETE. Qualidade de vida no trabalho . Chicago: Encyclopaedia Britannica. 1986. local. ed.Faculdade de Ciências Econômicas. RODRIGUES. V. Título : subtítulo. Normas Técnicas ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ano da defesa. 30 v. 1989.. Edição Ecumênica. 1980. Tradução de Padre Antônio Pereira de Figueiredo. Rio de Janeiro: Delta. . Dicionário contemporâneo da Língua Portuguesa. Número de folhas ou volumes. Prenome e outros Sobrenomes (se houver.. Bíblia BÍBLIA. trabalho de conclusão de curso. abreviados ou não). 5 v. Enciclopédia THE NEW Encyclopaedia Britannica: micropaedia. Ano de apresentação. Dissertação (Mestrado em Administração) . Tipo de documento [tese. Instituição. 1989. NBR 6023 : informação e documentação: referências: elaboração.

2 Monografias no todo em meio eletrônico São as monografias apresentadas em meio eletrônico como disquetes.1.estado. sem negrito ou itálico). segue-se as normas dos document os monográf icos n o t odo. 3. 5 CD-ROM.4. excetuando-se nome próprio. 1990.3 Partes de monografia Inclui as referências de capítulos. G. 51 f. precedida da expressão Acesso em:. A. 6 Não se recomenda referenciar material eletr ônico de curta dur aç ão nas redes. 1997.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ CAMPOS.C. Local: Editora. Universidade Camilo Castelo Branco. São Paulo.L.Escola Politécnica. MORGADO. Reimplante dentário . (ABNT . 1990. precedido da expressão Disponível em: e a data do acesso ao documento. 67 . Manual de redação e estilo .br/redac/manual. Documentos online 6 Deve-se apresentar o endereço eletrônico entre os sinais < >. Universidade de São Paulo. seguidos de ponto. O padrão da referência é: SOBRENOME. Para referenciá-las. online.4. In: SOBRENOME.: Nos casos em que o autor do capítulo ou do artigo é o mesmo da obra..L. 1990. 1998. 3. São Paulo: Delta: Estadão. Disponível em: <http://www1. São Paulo. Prenome do autor da obra como um todo. Título da obra: subtítulo (se for o caso).com. acrescidas de descrições físicas do meio eletrônico.html>. artigos de coletâneas com autor e/ou título próprios. Acesso em: 19 maio 1998. etc. Título da parte (apenas a primeira letra maiúscula. . Edição (a partir da segunda. o nome após a expressão In: é substituído por 6 traços sublineares. Processamento de linguagens naturais através de funções recursivas de expressões regulares condicionais . São Paulo. O ESTADO DE SÃO PAULO. M.. A.1. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização) – Faculdade de Odontologia. Prenome(s) e outro(s) Sobrenome(s) do(s) autor(es) da parte. cd-rom. 105 f.. Enciclopédia e dicionário digital 98. Documentos em CD-ROM KOOGAN. N BR 6023:2002). se houver). ano. Obs. volumes. 1990. capítulo ou outra forma de individualizar a parte referenciada. Tese (Livre Docência) . HOUASSIS. (Ed).

5. 1988.. número de jornal ou caderno de jornal completo. G. 103-115.. matérias jornalísticas. 7 Coletâneas são publicações compostas por artigos ou textos de vários autores em uma única obra. Prestes. B. 2000. 7. 1997. São Paulo: Atlas. p. In: ______. G. 1987. Os primeiros agregados humanos. Curitiba.14-16.. volume ou fascículo de periódicos (artigos científicos de revistas. BOUTHOUL. Rio de Janeiro: FGV. Gilles. Rio de Janeiro: Guanabara.refletindo.1. 122-143. Organizador. (Org. .4 Parte de monografia em meio eletrônico Segue m. ed. Vida psíquica e organização. Editor.. História das doutrinas políticas.). etc. SOUZA. as pu blicaçõe s pe riódicas tam bé m são referenciadas segu ndo as caract erísticas específicas de cada tipo. FREITAS. geralmente há a indicação de um ou mais autores como responsáveis pela obra (Coordenador. Cultura e poder organizacional e novas formas de gestão empresarial. 3. cap.se as n ormas an ter iores para ref ere nciar part es de mon ogr af ias.). p.com. bem como matérias apresentadas em u m n úmero.2 Publicações periódicas Publicações periódicas abrangem os seguintes documentos: coleções completas. Da m esm a f orma que nas ref erê ncias de m onograf ias (completas ou partes). Eva Maria. In: MOTTA.). Parte de uma obra MOSCA. Capítulo de livro LAKATOS. p. Viagem astral aos domingos. Artigo de coletânea7 AMADO. In: TOLEDO. 3.).1990. Sociologia da administração . seções. In: ______. fascículo ou número de revistas. Maria Ester de (Org. acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado. MACEDO. editoriais. A.br/ livrosonline/leitura_32>. Acesso em: 25 jul. N as coletâneas.68. Disponível em: <http://www. Fernando C. reportagens. etc.4.4. Reflexões para o silêncio. S. Coesão organizacional e ilusão coletiva.

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3.4.2.1 Publicação periódica como um todo

Usa-se referenciar toda a coleção de um título de periódico em listas de referências e catálogos de obras preparados por bibliotecas, editoras ou livreiros. O padrão de referência é:
TITULO DO PERIÓDICO. Local de publicação (cidade): Editora, datas de início e encerramento da publicação, quando houver.

TRANSINFORMAÇÃO. Campinas: PUCCAMP 1989-1997. ,

CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO. Brasília: Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, 1972-

Obs.: quando a publicação está em vigor, apresenta-se o ano de início, acrescido de hífen e sem ponto final.

3.4.2.2 Partes de publicações periódicas Abrange volume, fascículo, números especiais e suplementos, sem título próprio. A referência padrão é:

TÍTULO DA PUBLICAÇÃO. Local: Editora, numeração do ano e/ou volume, numeração do fascículo, informações de períodos, datas de publicação.

VEJA. São Paulo: Abril, v.31, n.1, 15 jan. 1998.

... 69

70...

3.4.2.3 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas Inclui fascículos, volumes, números especiais e suplementos (com título próprio); além dos artigos, editoriais, comunicações, entrevistas, resenhas, reportagens e outros.

SOBRENOME, Prenome do Autor. Título da parte, artigo ou matéria. Título da Publicação , Local, numeração correspondente ao volume e/ou ano, fascículo ou número (conforme o caso), página inicial-final (quando se tratar de artigo ou matéria), data ou intervalo de publicação.

Obs.: se necessário, podem ser acrescentadas informações complementares que melhor identifiquem o documento.

GUIA Exame 2002: as 100 melhores empresas para você trabalhar. Exame, São Paulo, set. 2002. Edição especial. NUNES, Clarice. História da educação brasileira: novas abordagens de velhos objetos. Teoria
& Educação , Porto Alegre, n.6, p.151-182, 1992.

LEAL, Elisabeth J. M. Pesquisa e produção escrita. Turismo: visão e ação, Itajaí, v. 4, n.8, p.99109, abr./set. 2001. GURGEL, C. Reforma do Estado e segurança pública. Política e Administração, Rio de Janeiro, v.3, n.2, p.15-21, set. 1997.

3.4.2.4 Artigo e/ou matéria de revista, boletim, dentre outros, em meio eletrônico As referências seguem as normas indicadas para artigos e/ou matérias de publicações periódicas, conforme os tópicos anteriores, acrescentando-se a descrição física do meio eletrônico.

MALOFF Joel. A internet e o valor da “internetização”. Ciência da Informação , Brasília, v. , 26, n. 3, 1997. Disponível em: <http://www.ibict.br/cionline/>. Acesso em: 18 maio 1998. VIEIRA, Cássio Leite; LOPES, Marcelo. A queda do cometa. Neo Interativa, Rio de Janeiro, n.2, inverno 1994. 1 CD-ROM.

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3.4.2.5 Artigo e/ou matéria de jornal Inclui editoriais, entrevistas, comunicações, reportagens, resenhas e outros. A referência padrão é:

SOBRENOME, Prenome do Autor (se houver). Título da matéria. Título do Jornal, Local de publicação, data de publicação. Seção, caderno ou parte do jornal, página da matéria.

Obs.: quando não houver caderno, seção ou parte, a página da matéria ou do artigo precede a data.

BEVILACQUA, Viviane. A fome dói, diz José, um brasileiro. Diário Catarinense , Florianópolis, 3 nov. 2002. Página Quatro, p.4. LEAL, L. N. MP fiscaliza com autonomia total. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, p. 3, 25 abr. 1999.

3.4.2.6 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico A referência segue a norma indicada no item anterior, acrescentando-se as informações sobre a descrição física do meio eletrônico.

HISTÓRIA, razão e fé. Folha de S. Paulo Online , São Paulo, 3 nov. 2002. Folha Opinião. Disponível em: <http://www.uol.com.br/fsp/opiniao/inde03112002.htm>. Acesso em: 3 nov. 2002.

... 71

. data da publicação... dentre outros.br/anais/anais.3. anais. Recife. Anais.) Local de publicação: editora.3 Publicações em eventos 3. como atas. numeração (se houver). 1996. 1996. Disponível em: <http://www. 2. … 2000. ano. 3. proceedings. Recife: UFPe. Acesso em: 21 jan. etc. 1996. do documento (anais. 2000. atas.1 Eventos como um todo Constitui u m tipo de pu blicação com o con ju nt o de docum en tos/t rabal hos apresentados ou reunidos em um evento.2 Eventos como um todo em meio eletrônico A referência segue a norma anterior para publicação de documento de evento como um todo.4. .4. local (cidade) de realização.ufpe.3. 1996. proceedings.4. 4. 4. O padrão de referência para esses tipos de documentos é: NOME DO EVENTO..72.. WORKING CONFERENCE ON INFRASTRUCTURES FOR VIRTUAL ORGANIZATIONS: managing cooperation in virtual organizations and electronic business towards smart organizations.propesq. Anais eletrônicos. Título.. Florianópolis. Recife.. CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe. CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe. Recife: UFPe. resultados.htm>.. Proceedings… Boston: Kluwer Academic Publishers.. 3.. 1997.. acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado.

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3.4.3.3 Trabalho apresentado em evento té cn ico- ci ent íf icos. A re fer ênci a dev e apresentar os seguintes elementos e forma:

São os artigos, comunicações, projetos, dentre outros trabalhos apresentados em eventos

SOBRENOME DO AUTOR, Prenome e outros Sobrenomes do Autor (se houver, abreviados ou não). Título do trabalho apresentado. In: NOME DO EVENTO, numeração do evento (se houver)., ano, local de realização do evento. Título... (Anais, Proceedings, Resumos, etc.) Local de publicação: Editora, data de publicação. página inicial-página final do trabalho referenciado.

RODRIGUES, M. V. Uma investigação na qualidade de vida no trabalho. In: ENCONTRO ANUAL DA ANPAD, 13., 1989, Belo Horizonte. Anais… Belo Horizonte: ANPAD, 1989. p. … 455-468.

3.4.3.4 Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico

Segue a norma de referência indicada no item anterior, acrescida das informações do meio eletrônico utilizado.

SILVA, R. N.; OLIVEIRA, R. Os limites pedagógicos do paradigma da qualidade total em educação. In: CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe, 4., 1996, Recife. Anais eletrônicos... Recife: UFPe, 1996. Disponível em: <http://www.propesq.ufpe.br/anais/anais/ educ/ce04..htm>. Acesso em: 21 jan. 1997. GUNCHO, M. R. A educação à distância e a biblioteca universitária. In: SEMINÁRIO DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 10., 1998, Fortaleza. Anais... Fortaleza: Tec Treina, 1998. 1 CD-ROM.

... 73

74...

3.4.4 Documentos jurídicos 3.4.4.1 Legislação Estão incluídos nesse tipo de documento: a Constituição, emendas constitucionais, textos legais (leis ordinárias, medidas provisórias, decretos, resoluções do Senado Federal); normas de instituições públicas e privadas (resolu ções, portarias, ordem de serviço, comunicado, instrução normativa, circular, dentre outros). A referência é elaborada com base n a n orma padr ão, podendo ser acrescentados elementos complementares, caso sejam necessários.

JURISDIÇÃO (ou cabeçalho da entidade, caso tratar-se de normas). Título do documento. Especificação do documento (ex.: Diário Oficial, Código civil, Lex), Local (cidade), numeração (volume, número e páginas, conforme o caso), data.

Obs.: quando a referência for de Constituições e suas emendas, entre o nome da jurisdição e o título acrescenta-se a palavra Constituição, seguida do ano de promulgação, entre parênteses.
BRASIL. Constituição (1988). Emenda constitucional nº 9, de 9 de novembro de 1995. Lex: legislação federal e marginália, São Paulo, v.59, p.1966, out./dez. 1995.

SÃO PAULO (Estado). Decreto nº 42.822, de 20 de janeiro de 1998. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência, São Paulo, v. 62, n. 3, p.217-220, 1998.

BRASIL. Decreto-lei nº5.452, de 1 de maio de 1943. Aprova a consolidação das leis do trabalho. Lex: coletânea de legislação: edição federal, São Paulo, v. 7, 1943. Suplemento.

BRASIL. Código civil. 46. ed. São Paulo: Saraiva, 1995.

3.4.4.2 Jurisprudência

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. In: ______. Súmulas. São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil, 1994. p.16.

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BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Hábeas-corpus nº 181.636-1, da 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Brasília, DF 6 de dezembro de 1994. Lex: jurisprudência do , STJ e Tribunais Regionais Federais, São Paulo, v. 10, n. 103, p. 236-240, mar.1998.

3.4.4.3 Doutrina Refere-se a qualquer discussão técnica sobre questões legais publicadas na forma de monografias, artigos de periódicos, papers, etc. A doutrina é referenciada conforme o tipo de publicação.
BARROS, Raimundo Gomes de. Ministério Público: sua legitimação frente ao Código do Consumidor. Revista Trimestral de Jurisprudência dos Estados, São Paulo, v. 19, n. 139, p. 53-72, ago. 1995.

3.4.4.4 Documento jurídico em meio eletrônico Para este tipo de documento, o padrão de referência segue a norma indicada para documentos jurídicos (itens anteriores), acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado.
BRASIL. Regulamento dos benefícios da previdência social. In: Sislex: Sistema de Legislação, Jurisprudência e Pareceres da Previdência e Assistência Social. [S.l.]: DATAPREV 1999. 1 CD-ROM. ,

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. Não é admissível, por ato administrativo, restringir, em razão de idade, inscrição em concurso para cargo público. Disponível em: <http:// www.truenetm.com.br/jurisnet/sumusSTF .html>. Acesso em: 29 nov.1998.

3.4.5 Patente
ENTIDADE RESPONSÁVEL e/ou autor. Título. Número da patente, datas do período de registro.

EMBRAPA. Unidade de Apoio, Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação Agropecuária (São Carlos, SP). Paulo Estevão Cruvinel. Medidor digital multissensor de temperatura para solos. BR n. PI 8903105-9, 26 jun. 1989, 30 maio 1995.

... 75

mapa. 1 disquete. GOES-08: SE. Título. ESTADOS UNIDOS. FLORIDA MUSEUM OF NATURAL HISTORY. 1 mapa. SE (localização geográfica). 13 jul.4.edu/fish/Sharks/statistics/Gattack/map/Brazil. 17:45Z. 1931-2000 Brazil’s confirmed unprovoked shark attacks. [2000?]. Escala 1:40.GIF (título do arquivo).6. 3. 1999 (data da captação). color.000. GIF.jpg>. 1999. IR04 (banda).ufl. 557 Kb. globo e fotografia aérea. 3 ½ pol. 1999071318. 1994.000. 1 atlas. UNIVALI (instituição geradora). data de publicação.11. Disponível em: <http://www. INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo.76. p. Escala.. 13 jul. Acesso em: 15 jan. Itajaí (local). 8 ABNT. 1999. Local: Editora. 3. . 1 imagem de satélite. porém com as devidas informações referentes ao meio eletrônico em que é apresentado. IR04. Escala 1:2.000.6 Documento cartográfico Abrange: atlas. Rio de Janeiro: Enciclopédia Britânica do Brasil.4. Regiões de governo do Estado de São Paulo. 557 Kb (tamanho do arquivo). National Oceanic and Atmospheric Administration. 08 (número do satélite na série). O padrão de referência é: AUTOR.: Nota sobre a referência/arquivo digital 8 : 1999071318. 17:45Z (horário zulu). Especificação do documento. Gainesville. 1981. SP). 1 atlas. NBR 6023:2002. Escalas variam. Itajaí: UNIVALI. ATLAS Mirador Internacional. São Paulo. Obs. 2002.flmnh..1 Documento cartográfico em meio eletrônico O documento cartográfico segue os padrões indicados anteriormente. GOES (denominação do satélite).

1 fotografia. 1982. dentre outros. Também podem ser acrescentados elementos complementares do documento à referência. Doença dos xavantes. Título. 3.1 Documento iconográfico em meio eletrônico GEDDES. [Sem título].4. color. desenho técnico.. 1999..7 Documento iconográfico Refere-se a gravuras. BRITTO. color. 19 transparências.. transparências.jpg. Formato JPEG. diafilme. pinturas.4. Altura: 432 pixels. Largura: 376 pixels. 51 Kb. 1980. 25 cm x 25 cm. caso seja necessário. K.. . cartazes. Romero. Anne.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. Geddes 135. Quando não existir título para o documento. 25 cm x 20 cm. 1 disquete. 1 gravura. O padrão para referenciar esses tipos de documentos é: AUTOR. São Paulo: UMIBO.7. 2000. 5 ¼ pol. Especificação do documento. 77 . NOVAS descobertas para o terceiro milênio. Data. KOBAYASHI. fotografias. deve-se atribuir uma denominação ou indicar [Sem título] entre colchetes. diapositivo.

No caso de entrevistas gravadas que necessitam ser referenciadas. 1991. Rio de Janeiro: Riofilme.9 Documento sonoro Compreende discos.8 Imagem em movimento Envolvem as referências de filmes. Local: Gravadora (ou equivalente). fitas cassete. 1 video sonoro. Brasília: SENAI/DN. Produção: Martire de Clermont-Tonnerre e Arthur Cohn. Diretor.. também deve ser seguido o seguinte padrão: COMPOSITOR (ou intérprete.4. Local: Produtora. Garcia. 1991]. 1992. 1998. 1 CD. Direção: Walter Salles Júnior. Título.4. 1 bobina cinematográfica (106 min). Departamento Nacional.. Luiz Inácio Lula da Silva: depoimento [abr. conforme o caso). Caetano. 3. entrevistado. Produção do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial. Especificação do documento.78. . São Paulo: Polygram. Produtor (conforme as informações disponíveis). CENTRAL do Brasil. CDs (compact disc). color. Deve-se seguir o seguinte padrão: TÍTULO. 2001. Circuladô vivo. 3. data. 35 mm. DVD. 2 cassetes sonoros. PORTADOR de necessidades especiais no trabalho: depoimentos.. SILVA. data e especificação do suporte em unidades físicas.. son. São Paulo: SENAI-SP. Entrevistadores: V Tremel e M. etc. Luiz Inácio Lula da. dentre outros. . VELOSO. videocassetes.

10 Documento tridimensional Abrange as esculturas. Especificação do objeto. 1995. BULE de porcelana. DUCHAMP. objetos de museu. dentre outros). [S. não sendo recomendável seu uso como UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. desaparecem rapidamen te. Curitiba. objetos e suas representações (fósseis.4. A referência desses documentos deve apresentar o seguinte padrão: AUTOR (criador artístico do objeto. Data.doc. arquivos em disco rígido..l. quando identificado). e meio eletrônico. AUTOR(es)se for o caso. mensagens eletrônicas. [China: Companhia das Índias. esqueletos. p. 1 bule. atribuir denominação ou indicar [Sem título] entre colchetes). listas de discussão. assunto em discussão. 1 escultura variável.1. 9 3. 5 fonte científica ou técnica de disquetes. Marcel. Normas.]: Microsoft Corporation. Título (caso não exista. NBR 6023:2002. 79 . Descrição física do in terpes soal e efêmero. 18-]. Escultura para viajar. etc.4. As mensagens de correio e le trônico “devem ser 9 referen ciadas meio eletrônico s omen te quando não se dispuser de nenhuma outra fonte para abordar o Abrange os documentos do tipo base de dados. O padrão para referência é: Mensagens trocadas por email têm caráter informal. .11 Documento de acesso exclusivo em MICROSOFT Project for Windows 95. 1 CD-ROM. animais empalhados. pesquisa.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. programas de computador. 1998. maquetes. 13). monumentos. Título (do serviço ou produto). Biblioteca Central.” (ABNT. Version 4. 1918.. Versão (se houver).

Memorial [mensagem pessoal]. textos não publicados.. Apostila. MARQUES. Carlos B. E. se houver.14 Notas Como notas podem ser incluídos os seguintes documentos: publicações no prelo. 57). C. São Paulo: Publifolha.org. L. (Série Sucesso Profissional: seu guia de estratégia pessoal). . RUBIROSA.4. Radiologia Brasileira. ao final da referência. Tim.23. SC. Modelos matemáticos: exercícios didáticos. M. 3. Massa calcificada da naso-faringe. 3. Tubarão. M. Responsável técnico Delosmar R. 3. LEAL. J. J. 1997. No prelo. Base de Dados Tropical. 1984. Acesso em: 30 maio 2002.12 Bula de remédio RESPRIN: comprimidos. MARINS.bdt. Bula de remédio.. Os princípios da gestão moderna. Mensagem recebida por <simonegf@sj. 1991. Digitado.univali. 1985.ed. São Paulo. os títulos das séries e/ou coleções e a respectiva numeração. São Paulo: Brasiliense.80. ÁCAROS no Estado de São Paulo. 2002.ed. São José dos Campos: Johnson & Johnson.br> em 11 nov. Estas informações devem ser apresentadas ao final da referência. O que é sociologia? 7.fat. MARTINS. Disponível em: <http://www. apostilas. Como fazer apresentações. entre parênteses. sem destaque.4. 1999.13 Séries e coleções Nesses tipos de publicações. 2. n. HINDLE.4. Italvino. Bastos. 1978. In: FUNDAÇÃO TROPICAL DE PESQUISAS E TECNOLOGIA “ ANDRÉ TOSELLO”. documentos mimeografados e digitados. podem ser acrescentados. Niterói.br/ acaro/sp/>. 1990. (Primeiros Passos.

Lombada (opcional): é a parte lateral da capa que reúne as folhas do trabalho. trabalhos de graduação interdisciplinares TGI. f) local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado.Capa (obrigatório): é a cobertura externa capa dura . 81 .que abrange as folhas que constituem o trabalho (Apêndice A). Suas orientações também se aplicam. textuais e pós-textuais. dissertações. 4. onde devem ser impressos: a)n om e do au tor. b) título do trabalho. a trabalhos de graduação intra e extra-classe. para elaboração de teses. se houver. as seguint es informações: a) nome da instituição (opcional).1 Elementos pré-textuais . tais como fichamentos. esses elementos podem ser adapt ados ou at é me smo desconsiderados. Em caso de trabalhos relacionados às disciplinas de graduação. b) nome do autor.TCC. que def in e os pri ncípios gerais par a elaboração de teses. A estrutura de trabalhos acadêmicos compreende elementos prétextuais.. Deve conter. deve ser especificado o respectivo volume em cada capa). trabalhos de conclusão de curso de aperfei çoamen to e/ou especialização e outros. resenhas. e) número de volumes (se houver mais de um. seqü encialmen te. no que couber. d) subtítulo. se for o caso: v. papers e relatórios.2) .. im presso longitu dinalmente. g) ano da entrega (4 dígitos). trabalhos de conclusão de cursos de graduação . c) identificação de números (volume. . impresso da mesma forma que o do autor. uma vez que tais trabalhos têm estrutura própria.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 4 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS A estrutura de trabalhos acadêmico-científicos é orientada pela NBR 14724:2005 da ABNT. dissertações e trabalhos de conclusão de curso é obrigatório seguir a orientação da norma. c) título. do alto ao pé da lombada. Por outro lado.

centralizadas na página (Apêndice C): a) nome do autor trabalho. dissertações ou trabalhos de conclusão de curso de graduação ou especialização. em seqüência. f) nom e.82. sua subordinação ao título principal é demonstrada pelos dois pontos que o precedem). b) título do trabalho e subtítulo (se houver). . devem ser apresentados. ti tu lação e assin at ur a dos componentes da banca examinadora e instituições a que pertencem. e m caso de t rabalh os qu e dev am ser depositados em biblioteca. etc.Agradecimentos (opcional): menção a pessoas e/ou instituições que contribuíram de forma relevante para o desenvolvimento do trabalho. com as respectivas correções. a dedicatória deve ser localizada na parte inferior direita da folha. objetivo e nome da instituição a que é submetido. os seguintes elementos (Apêndice B): a) nome do autor do trabalho. As informações são apresentadas em colunas como no exemplo abaixo: Folha Linha Onde se lê Leia-se . d) número de volumes. se houver mais de um. .. b) título principal do trabalho (claro.Dedicatória (opcional): o autor dedica sua obra ou presta homenagens a pessoa(s).. g) local (cidade) da instituição. conforme o Código de Catalogação Anglo-Americano vigente. d) área de concentração. apresenta-se a ficha catalográfica. após a dedicatória e devem se limitar ao estritamente necessário. f) nome do orientador e do co-orientador (se houver). . com a identificação do conteúdo que permita a indexação). c) subtítulo (se houver. No verso da folha de rosto.) e o seu objetivo (por exemplo: para aprovação em disciplina. preciso. e) data de aprovação.Folh a de aprovação (obrigatório): é apresentada logo após a folha de rosto e deve conter as segu intes informações. dissertação.Folha de rosto (obrigatório): no anverso (página da frente da folha).Errata (opcional): consiste em lista das folhas e linhas onde há erros. Essa f ich a de ver á ser con feccion ada por profissional bibliotecário. etc. como as teses. Aparecem em folha separada. .). nome da instituição a que é submetido. e) nota contendo a natureza do trabalho (tese. .A data de aprovação e as assinat ur as são colocadas após a apr ov ação do trabalho. h) ano de entrega (4 dígitos). trabalho de conclusão de curso. área de concentração. obtenção de determinado grau. c) texto contendo a natureza. parte inferior da página.

ordenadas segun do determ inado cri tério. Se necessário. A autoria da mensagem deve ser apresentada do lado direito.) na ordem em que aparecem no texto. seções (ou tópicos) e outras partes de uma publicação (ou trabalho). devem ser alinhados à esquerda. esque mas. Sua elaboração é detalhada no t ópico 2 (R esu mos de trabalhos acadêm icocientíficos). mapas. Na elaboração do sumário deve-se observar os seguintes aspectos: a) o sumário tem o título centralizado. Indica a página inicial em que se localiza a parte correspondente (Apêndice D). . pensamento. qu e localiza e re mete para as in form açõe s con ti das n o tex to. p.Lista de símbolos (opcional): apresenta o conjunto de símbolos utilizados no texto.Lista de ilustrações (opcional): identifica as ilustrações (quadros. Epígrafes tam bém podem ser colocadas na abertura das divisões do texto (capítulos).UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . fora de parênteses.Resumos de trabalhos acadêmico-científicos. escrit o por ext enso. 2). . não deve vir entre aspas. na mesma ordem e grafia em que se sucedem no texto. recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo de ilustração. gráficos.Lista de tabelas (opcional): identifica as tabelas. da Parte II deste documento).Lista de abreviaturas e siglas (opcional): é a relação alfabética de abreviaturas e siglas con ti das n o t ext o. com respectivos nomes e números de página.Resumo na língua vernácula (obrigatório): consiste na apresentação concisa do texto por meio de uma seqüência de f rases objetivas e seguidas de palavras-chave. . segui das do seu signi ficado (expre ssõe s ou palavras correspon dentes). na ordem em que se apresentam no texto. com o respectivo significado. b) a subordinação dos itens do sumário é destacada usando-se os mesmos tipos de fonte utilizados no texto. fluxogramas. Consiste na transcrição de uma frase.Epí grafe (opcional): aparece após os agradecimentos. Apesar de ser escrita por outra pessoa. desen hos.3 da Parte II deste documento). se houver. d) os indicativos das seções que compõem o sumário. na ordem em que aparecem. com respectivos nomes e números de página. . . ." (NBR 6027:2003. (Atenção! Em artigos científicos o resumo em língua estrangeira faz parte dos elementos pós-textuais . Atenção! O sumário não deve ser confundido com o índice.4.. grafado com o mesmo tipo de fonte utilizado para os capítulos (ou divisões principais do texto. Também é recomendada a elaboração de lista própria para cada u m dos t ipos (abreviatura ou sigla).Resumo em língua estrangeira (obrigatório): deve ser apresentado em folha separada do resumo anterior (ver o tópico 2 . 83 . também denominadas seções primárias).Su mári o (obrigatór io): é a re lação enumerada das divisões.ver seção 5. or ganogram as. c) os elementos pré-t extu ais não devem aparecer no sumário. . que é uma lista "de palavras ou frases.. da Parte I deste documento. etc. abaixo do texto. . por considerar significativo e inspirador em relação ao seu trabalho. ditado ou parte de um texto que o autor deseja destacar.

área de conhecimento ou metodologia adotada. Em caso de relatórios de pesquisa científica.84. 4. . os elementos essenciais que integram esta parte do trabalho são: fundamentação teórica (r evi são bibl iogr áf ica).. apresentação. apresenta o problema ou tema central do estudo ou da pesquisa. n a(s) página(s) que antecede(m) imediatamente o texto.Desenvolvimento É a parte mais extensa e consistente do trabalho. Conf orme o tipo de trabalh o. além de aspectos metodológicos. e)os títu los e su btítulos (se h ouver). Nela são descritos os conceitos. f) para a paginação pode-se utilizar o número da pr imei ra página (ex.se com base no ti po e nos objetivos do trabalho acadêmico-científico. con st itu em. os elementos que integram o desenvolvimento do trabalho poderão variar nas suas divisões e subdivisões. há distintos modos de organizar o texto. análise e interpretação dos resultados. fornece uma visão global do assunto tratado (contextualização). ou seja. Da mesma forma que na introdu ção. No en tant o. assim como os prétextuais. são ali nh ados pela m ar ge m do tí tu lo correspondente ao indicativo mais extenso.Introdução Consiste na apresentação geral do trabalho. o sumário de toda a obra deve ser incluído em todos os volumes. destaca sua importância e seus limites quanto à extensão e à profundidade. o tex to acadêm ico-cien tífico se inicia com uma in trodu ção. Isso não significa dizer que essas part es sejam n ecessariame nt e assi m intituladas ou subdivididas.: 32). portanto. Se o trabalho compreender mais de um volume. . separados por hífen (ex. Trata-se da parte inicial do texto em que o autor aponta os seus propósitos e as linhas gerais que orientaram seu pensamento. contextualiza-o. em função da sua natureza e da área de conhecimento a que pertencem. excetuados os elementos obrigatórios.. resultados e interpretação do estudo quando se tratar de um relatório de pesquisa.2 Elementos textuais Os elementos textuais. de modo que a consulta a qualquer dos volumes permita o conhecimento do conteúdo todo. está localizado. de u m modo geral . f inalizan do com uma conclusão. O sumário é o último dos elementos prét extu ais. concisa e objetiva do tema e a delimitação precisa das fronteiras do estudo em relação ao campo selecionado e ao problema a ser estudado. ou os n úme ros das págin as ini cial e f inal. me todologia. à qual se segu e o desen volvim ento. apenas que esta é a seqü ência usual de qualquer t exto acadêmico. t eorias e principais idéias sobre o tema focalizado.: 32-49). . que seguem os indicativos das seções. com uma definição clara.

. nomes geográficos.Conclusão Como parte final do texto. dentre outros). consiste na revisão sintética dos resultados e da discussão do estudo realizado. As orientações para sua elaboração. da Parte II deste documento. . segun do a NBR 6023:2002 da ABNT. . extraídos de um documento. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas. . seguidos de suas respectivas definições. Tem como objetivo destacar as principais questões tratadas no trabalho acerca do estudo desenvolvido.Referências (obrigatório): constitui o conjunto padronizado de element os descrit ivos. seguidas de travessão e respectivo título (Ex.Anexo(s) (opcional): texto ou documento não elaborado pelo au tor do trabalho. comprova ou ilustra o seu conteúdo. apontando-se o alcance e o significado de suas contribuições. Pode também indicar questões dignas de novos estudos. Os anexos são identificados por letras maiúsculas consecutivas. Nos trabalhos acadêmi co-cien t ífi cos a li stagem de referê ncias deve ide ntif icar as f ontes/ documentos mencionados (referidos) no texto.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . seguidas de travessão e respectivo título (Ex. encontram-se no tópico 3 – Elaboração de Ref erências de Tr abal hos Acadêm icoCientíficos.. 85 . assuntos. possibilitando sua identificação individual. com a indicação de sua localização no texto. utilizados no trabalho. A con clu são deve apresent ar dedu ções lógicas correspon dent es aos propósitos prev iamen te estabelecidos do t rabalho. além de sugestões para outros trabalhos.: APÊNDICE A – Roteiro de entrevista). que complementa.: ANEXO B – Estrutura organizacional da Empresa Alfa). .Índice (opcional): listagem detalhada de palavras ou expressões ordenadas a partir de critérios específicos (nomes de pessoas. 4. . complementar ao seu trabalho.Apêndice(s) (opcional): texto ou documento elaborado pelo autor.Glossár io (opci onal): lista em ordem alfabética de expressões ou termos técnicos específ icos de uma determ inada área.3 Elementos pós-textuais .

86. ...

Na folha de rosto. O texto é digitado no anverso da folha (frente). legendas de ilu strações e de t abelas. 5. com exceção das citações longas (com mais de três linhas). como prescreve a NBR 14724:2005 da ABNT.5. As ref erên cias apresent adas ao final do trabalho devem ser separadas entre si por dois espaço simples. a nota de identificação do trabalho deve ser alinhada do meio da página para a margem direita (Apêndice B). Também os títulos das subseções são separados do texto que os precede e que os sucede por dois espaços de 1.1 Formato Os trabalhos acadêmico-científicos devem ser apresentados em papel branco. nome da instituição a que é submetido e área de concentração) que devem ser digitadas em espaço simples..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 5 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICOCIENTÍFICOS O projeto gráfico de um trabalho acadêmico é de responsabilidade do seu autor.. digitados n a cor preta (excetuando-se as ilustrações). notas de rodapé.4 (21 cm x 29.2 Margens e espacejamento As páginas devem ser configuradas nas seguintes dimensões: margens esquerda e superior: 3 cm. margens direita e inferior: 2 cm. Quanto ao tipo da fonte. Para digitação recomenda-se a utilização de font e tamanho 12 para t odo o text o e tamanho menor (11 ou 10) e uniforme para citações longas (mais de três linhas). Os títulos das seções devem começar na parte superior da folha e ser separados do texto que os sucede por dois espaços de 1. as informações sobre o trabalho. notas de rodapé. data de aprovação e identificação da ban ca exami nador a deve m ser centralizadas (Apêndice C). no caso de dissertações e teses.5. algumas normas gerais devem ser seguidas. f icha catalogr áf ica e nota de identificação do trabalho apresentada na folha de rosto (indicando a natureza do trabalho. . 87 . em cuj o verso é im pr essa a f ich a catalográfica. com form at o A. 5. O texto deve ser digitado com espaço 1. referências. objetivo. recomendam-se Times New Roman ou Arial. Já na folha de aprovação.5 entre linhas. Entretanto. pagin ação e legen das de ilustrações e tabelas. sem brilho.7 cm ). com exceção da folha de rosto.

1.1 "O indicativo de uma seção secundária é constituído pelo indicativo da seção primária a que pertence. por sua vez. Seção terciária 1.2 . quaternária. 5. suas folhas são numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento à do texto principal.1. Empregam -se algarismos arábicos para numerar as seções de um texto.2. a partir da folha de rosto. A principal di vi são do te xto de u m docum ent o é denominada seção primária.2. contendo a exposição ordenada do assunto. pode se dividir em seção secundária. Esse indicativo numérico.1.1. no canto superior direito da folha.1 2. Havendo apêndice(s) e anexo(s)..1.1 2.1 2.2 3 3.4 Títulos e indicativos numéricos São denominadas seções as partes em que é dividido o texto de um documento.1 2. seguido do número que lhe f or atribu ído na seqüência do assunto e separado por ponto. embora as páginas preliminares (pré-texto) não sejam n umeradas. A nu meração é colocada a partir da primeira folha da parte textual. Repete-se o mesmo processo em relação às demais seções.1 3. a qual.2 2.3 Paginação Todas as folhas do trabalho são contadas seqüencialmente.1.1. etc. alinhado à margem esquerda.1. em algarismos arábicos. sendo de le separado por um espaço. a 2 cm da borda superior. pre cede o títu lo da seção. 5.1 2.3 Seção quaternária 1. Exemplo: Seção primária Seção secundária 1 2 1." (NBR 6024:2003).1.. terciária.88.1.1 2.

. 89 . No entanto.5 Parágrafo Modernamente a forma de parágrafo recuado está sendo abolida. referências. se m que h aj a necessidade de intitulá-los. porém. b) as letras indicativas das alín eas são re en tradas em r elação à margem esquerda. sumário.. dele separado por um espaço. .. porém devem estar diretamente relacionadas com o conteúdo da informação..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Ponto. caixa alta ou versal. em 2.2. Atenção! Em relação ao itálico.. o espaçamento duplo entre os parágrafos. colocado sob a primeira letra do texto da alínea e dele separadas por um espaço. or gan ogram as. pois do contrário não contribuirão para a análise. 5. fotos. com exceção da última. Dispõem-se as alíneas na seqüência de um texto (que termina em dois pontos) do seguinte modo: a) ordenam-se as alíneas alfabeticamente.. dentre outros.. Os tí tu los das se ções são destacados gradativamente.6 Ilustrações As ilustrações abrangem: desenhos.. agradecimentos. A citação de indicativos de seções no texto é feita conforme os exemplos seguintes: . d) a segunda e demais linhas do texto da alínea começam abaixo da primeira letra da primeira linha.27 cm). Hav endo ne cessidade de enumerar diversos assuntos ou itens. A identificação de ilustrações deve aparecer na parte in ferior. adotando-se.1 Os títulos de errata. qu e obri gatoriamen te corresponde ao título da seção... Quando for necessário dividir a alínea em subalíneas. anexo(s) e índices não recebem in di cat iv os n um éri cos e dev em ser centralizados (NBR 14724:2005). glossário. ressalta-se que este recurso deve ser usado para grafar palavras estrangeiras. terminam em ponto-e-vírgula. 5. no in te rior de um a seção... usando-se de forma racional os seguintes recursos: negrito.1.. mapas.. usam-se alíneas. resumos. ver 1. deve ser mantida em todo o trabalho.. qu adros. c) o texto de cada alínea inicia com letra minúscula e termina com ponto e vírgula. preferem adotar o parágrafo tradicional e formal nos textos técnicos (com recuo de 1. qualquer que seja a forma adotada. e redondo. nesse caso. O título das seções é colocado após seu indicativo numérico. exceto a última que termina em ponto. itálico ou grifo. se inicia em ou tra li nh a. listas. hífen ou travessão não são usados após o indicativo da seção ou de seu título. precedida da palavra designativa seguida de seu número de ordem . apêndice(s). esqu emas. Têm por objetivo possibilitar a transmissão de dados e informações de modo mais atraente. gráficos. O texto. as dem ais linh as da subalínea i niciam igualmente abaixo da primeira letra. As alíneas. fluxogramas. Muitos autores. na seção 3 relatou-se. estas devem começar com um hífen.

A moldura compreende. . no mínimo.se t iv er poucas colu n as. A t abe la não de ve t er t raços v ert icais delimitadores à direita e à esquerda. deve: a) estar inserida o mais próximo possível do trecho do texto a que se refere. de forma clara e concisa. repetindo-se o cabeçalho das colunas indicadoras e os indicadores de linha. . uma única página. Q uanto à disposição das in formações. Quando não couber em uma folha. preferencialmente sem abreviações. o espaço do cabeçalho e o terceiro.cada página deve ter colunas indicadoras e seus respectivos cabeçalhos. pode se r apresentada em duas partes.90. 1993. por extenso. c) ocupar. o segundo. A tabela. conclusão para a última e continuação para as demais. Figura 3.o con te údo do rodapé deve se r apresentado na página de conclusão. uma abaixo da outra. . precedida da palavra Tabela e de seu número de ordem em algarismos arábicos. três traços horizontais paralelos: o primeiro separa o topo. preferencialm ent e. t ais indicações devem ser feitas sem abreviações. As ilustrações devem ser inseridas o mais próximo possível do trecho do texto a que se referem.o traço horizontal da moldura que separa o rodapé deve ser apresentado somente na página que contenha a última linha da tabela.. pode ser apresentada em duas ou mais partes. do respectivo título e/ou legenda explicativa. sintetizadas a seguir. 5. O cabeçalho da tabela indica o conteúdo das colunas com palavras ou notações claras e concisas. lado a lado. a tabela deve ser apresentada em duas ou mais partes (IBGE. . As tabelas têm numeração independente e consecutiva e a sua identificação (título) é colocada na parte superior (topo).cada página deve ter uma das seguintes indicações: continua para a primeira. As tabelas apresentam inf ormações tratadas estatisticamente e seguem as orientações da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . com um traço vertical duplo separando as partes e repetindo-se o cabeçalho.se ultrapassar o tamanho da página em número de colunas e tiver poucas linhas. de ocor rência n o te xto e m algarismos arábicos (Exemplo: Gráfico 1. qu an to à su a local ização e apresentação gráfica. na mesma página. A indicação da(s) fonte(s) das informações contidas em uma tabela e notas eventuais aparecem em seu rodapé.cada página deve ter o contéudo do topo e o cabeçalho da tabela ou o cabeçalho da parte. após o fio de fechamento. .. breve e clara que dispense consulta ao texto.IBGE (1993). também é preciso seguir alguns critérios: . O título indica a natureza e as abrangências geográfica e te mporal dos dados n um éri cos.7 Tabelas As tabelas servem para descrever dados e informações relevantes para o estudo ou ilustrar o conteúdo em desenvolvimento. . o rodapé. e da fonte. Quadro 5). p. 28): . b) ter moldu ra para est ru turar os dados nu méricos e termos necessários a sua compreensão.

As tabelas de um a publi cação deve m apresentar uniformidade gráfica nos corpos e tipos de let ras e nú meros.8 Equações e fórmulas Devem aparecer destacadas no texto para facilitar a leitura e. ‘observação direta’. subtração. caso seja necessário. os nomes ou 5.. podem ser u til izadas como f ont e as seguintes expressões: ‘pesquisa de campo’. 9). responsáv el pelos dados levantados e apresentados. ín di ces e ou tros)” (NBR 14724:2005. o dado não existir -quan do o dado for rigor osamente zero -quan do não se dispu ser do dado -quan do os dados anterior es ao símbolo não forem comparáv eis aos posteriores -quan do o dado for omitido para evitar a in dividualização da infor mação siglas são separados por vírgula. 91 . Exemplo: x 2 + y2 = z2 (x + y )/5 = n 2 2 (1) (2) . quan do os dados se originarem de diversas fontes. entrevistas ou observação).UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ a) não se deve deixar “casas” vazias em uma t abel a.se à margem esqu erda da primeira coluna. ‘en trevist as realizadas’. Significado correspondente b) a fonte da tabela indica a origem ou a instituição responsável pelo fornecimento ou elaboração dos dados e informações nela contidos.quan do. numeradas com algarismos arábicos entre parênteses.. Qu ando as equações ou f órmu las ultrapassarem uma linha por falta de espaço. para tant o exi stem sím bolos estabelecidos por convenção internacional: Símbolo Z . p. “Na seqüência normal do texto é permitido o uso de uma entrelinha maior que comporte seus elementos (expoen tes. utiliza-se como fonte o autor. alinhados à direita. c) em caso da fonte tratar-se de pessoa física.. alinh ando. ‘formulários preenchidos’.. por exemplo). pela natureza do fen ômeno. a palavra ‘fonte’ deve ser colocada após o traço inferior da tabela. a partir de pesqui sa de campo (com o uso de questionários. / ou – X . devem ser interrompidas antes do sinal de igualdade ou depois dos sinais de adição. quando as tabelas são elaboradas com base em fontes que constituem documentos do próprio autor do trabalho (apresentação dos dados. ‘questionários aplicados’. conforme o caso. no uso de maiúsculas e nos sinais gráficos utilizados. multiplicação e divisão.

Belo Horizonte: Editora UFMG. 1997. CASTRO. descrição. A. 2003. 2003. E. rev. Rio de Janeiro. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos: apresentação. São Paulo: Pioneira. 2000. 5. 1986. 1997. M.ed. pesquisa quantitativa e qualitativa. R. 1996. Rio de Janeiro. 4. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em Ciências Sociais. J. ______. A aventura sociológica: objetividade.C. Rio de Janeiro. NBR 6022: informação e documentação: artigo em publicação periódica científica impressa: apresentação. ______. 2005. BARRASS. de O. FEITOSA. improviso e método na pesquisa social. O trabalho da citação. Florianópolis. e aum.J. (Org. REFERÊNCIAS ALVES-MAZZOTTI. M. Redação: o texto técnico/ científico e o texto literário. Campinas: Papirus. resumo. Memórias de um orientador de tese. FLÔRES.L. N. 2. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. São Paulo: T. Rio de Janeiro.ed. paixão. FRANÇA. 2002. A. NBR 10719: apresentação de relatórios técnico-científicos. GEWANDSZNAJDER. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. ______. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 1989. São Paulo: Atlas.C. p. 2003.ed. ECO. Arte da tese: como preparar e redigir uma tese de mestrado. Campinas: . Ed. ______. ______. narração.M. GIL. NBR 6024: informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento escrito: apresentação. Os cientistas precisam escrever: guia de redação para cientistas. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração.). A. Rio de Janeiro. ______. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Record.L. 1996.. Redação de textos científicos.A.. da UFSC. 3.92. uma monografia ou qualquer outro trabalho universitário. BEAUD. Belo Horizonte: Ed. P Educar pela pesquisa. engenheiros e estudantes. L. U. 2. Rio de Janeiro: Zahar. F O método nas Ciências Naturais e Sociais: . In: NUNES.M. São Paulo: Perspectiva. 1998.N. Como se faz uma tese.ed. L. 1992. .. C. NBR 6028: informação e documentação: resumo: apresentação. GOLDENBERG. 1997.. 2002.ed. DEMO. da UFMG.. Autores Associados. 2003. CANCELIER.L. Metodologia do ensino superior. ______. Rio de Janeiro. dissertação. COMPAGNON.307-326. OLÍMPIO. Rio de Janeiro. NBR 6027: informação e documentação: sumário: apresentação. 1988. V. Queiroz. 1978. 2001. relatório.

S. Metodologia do trabalho científico. LAKATOS. São Paulo: EPU.ed. A . 3.L. 1999. MICHAELIS: moderno dicionário da Língua Portuguesa. São Paulo: Saraiva. 2001. SOUZA. 1993. E. NUNES.A. 1997.K. Metodologia do trabalho científico. Porto Alegre: Bookman. 1991.ed.. Application of a Case Study Methodology. MARCONI.S. de O. São Paulo: Atlas. Pesquisa e produção escrita. LAVILLE. A construção do saber: manual de metodologia da pesquisa em Ciências Humanas. 21. Rio de Janeiro: Agir. p. A.ed. 2000. YIN. Metodologia científica: caderno de textos e técnicas. Florianópolis: Ed. 2001. 3.ed. Fundamentos de metodologia científica. O olhar no espelho: «conversas» sobre a pesquisa em Ciências Sociais.W.. Disponível em: http:// www. da escolha do assunto à apresentação gráfica.M. 2. TOMANIK.99109. HÜHNE. 3. IBGE. In: The Qualitative Report. . 1975. MARTINS. E. 1997. 1992. Estudo de caso: planejamento e métodos. MARCONI. São Paulo: Cortez. abr. 2000. rev.ed. LINTZ. 1994. Monografia no curso de Direito: trabalho de conclusão de curso: metodologia e técnicas de pesquisa. Prática da pesquisa jurídica: idéias e ferramentas úteis para o pesquisador do Direito. H. L. Turismo: visão e ação. p. 1999. v. de A. TELLIS. A monografia jurídica. 5.B. 3. L.. São Paulo: Cortez. SELLTIZ. M. Escrevendo e .M. S. 5. 93 . ROESCH. Porto Alegre: Artmed.html Acesso em 26/02/02. MEDEIROS.. F das C. São Paulo: Atlas. da UFSC. 1985.8.. Centro de Documentação e Disseminação de Informações. KIDDER. 19. n.nova. M. de A. J. COOK.). n.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ HENRIQUES.R. e ampl.. Projetos de estágio e de pesquisa em Administração: guia para estágios. 2001. 1999. São Paulo: Atlas. W. sept. Guia para elaboração de monografias e trabalhos de conclusão de curso. Florianópolis: OAB/ SC. dissertações e estudos de caso. Normas de apresentação tabular. E. LEAL. ed. 1998. ano 4..ed. 104.A. J./set. C. de A. Rio de Janeiro: IBGE. E. DIONNE. M. . 2. normalizando trabalhos acadêmicos: um guia metodológico.L (Org.M. 1999. Manual da monografia jurídica. J. WRIGHTSMAN. LAKATOS.. R. SEVERINO. Belo Horizonte: Editora UFMG. G. A.A. 1997. PASOLD. C. C.. E.edu/ssss/QR/QR3-3/tellis2. São Paulo: Atlas.ed. 1993. Metodologia do trabalho científico. Maringá: EDUEM. 2. Métodos de pesquisa nas relações sociais.. São Paulo: Atlas. M. trabalhos de conclusão. L. Porto Alegre: Sergio Antonio Fabris Editor. J. São Paulo: Companhia Melhoramentos. LEITE.ed.

. ..94.

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ APÊNDICES . 95 ...

96. título em maiúsculas e sub-título em minúsculas] Local Ano 2 cm [Letras minúsculas. Apêndice A Capa de trabalhos acadêmicocientíficos Modelo 3 cm NOME DA INSTITUIÇÃO AUTO R(A) NOME COMPLE TO DO (A) A UTOR (A) CO MPLET CO MPL ETO AUTO R(A) [Extremidade do papel A4] [Identificação centrada em letras maiúsculas] 3cm TÍ TUL T ÍTUL O : subtítul o subtítulo (se houver) 2 cm [No centro da folha.. excetuando-se a 1ª letra] ..

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvolvimento sustentável em Santa Catarina Balneário Camboriú 2003 . 97 ...

. Apêndice B Folha de rosto de trabalhos acadêmico-científicos Modelo 3cm NOME COMPLETO DO(A) AUTOR(A) [Identificação centrada em letras maiúsculas] 3 cm TÍT UL O TÍ TUL O:: subtítulo subtí tul o (se houver) tulo 2 cm [No centro da folha. na Universidade do Vale de Itajaí. Wwww Yyyyyy Local Ano 2cm [Letras minúsculas. Centro de Educação Zzzzz.98. excetuando-se a 1ª letra] . título em maiúsculas e subtítulo em minúsculas] Monografia apresentada como requisito parcial para a o btenção do título de Xxxx.. Orientador: Prof(a).

Ce n tro de E ducação Balne ário Camboriú. Orientador: Prof.. Pedro Alves Balneário Camboriú 2003 . 99 .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvolvimento sustentável em Santa Catarina Mo nogr afi a apres e n tada como requisito parcial para a obtenção do título de Bachare l em Turismo e Hotelaria pela Un iversidade do Vale de I taj aí. Dr..

...... MSc.. Centro de Educação de .... sub-título em minúsculas] ........ ... da Universidade do Vale do Itajaí....... [dia] de [mês] de [ano]. Prof.... UNIVALI – CE de São José Prof.. [Local]....................... ... e aprovada pelo Curso de .. ......... ..... ....... Dr...... Apêndice C Folha de aprovação de trabalhos acadêmico-científicos Modelo 3 cm NOME COMPLETO DO(A) AUTOR(A) TÍ TUL TÍT UL O T ÍTUL O:: subtítulo subtítul o (se houver) Esta Monografia foi julgada adequada para a obtenção do título de .. .... ... ......100..... UNIVALI – CE de Balneári o Camboriú Orientador Profa...... ......... ..... UNIVALI – CE de São José 2 cm 2 cm [Identificação centrada em letras maiúsculas] [Título em maiúsculas..... 3 cm Área de Concentração: ... Dra.......

Pedro Alves UNIVALI – CE de Balneário Cambori ú Orientador Profa.. 14 de fevereiro de 2003.. Dra. Prof. Dr. Centro de Educação de Balneário Camboriú.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvol vimento sustentável em Santa Catarina Esta Monografia foi julgada adequada para obtenção do título de Bacharel em Turismo e Hotelaria e aprovada pelo Curso de Turismo e Hotelaria da Universidade do Vale de Itajaí. 101 . Maríl ia Mendonça Farias UNIVALI – CE de São José Membro Prof. Área de Concentração: Turismo e Ambiente Balneário Camboriú. Msc. Emílio Vieira UNIVALI – CE de São José Membro .

.......................................... 46 4 RESULTADOS ........................................... 10 1.................................................................. 80 .1 Justificativa ........................................2 Fontes documentais ...............................3 Resistência....1................................................. 18 2........... aceitação e cooperação .........................3 Estratégias e instrumentos ....... 43 3.........102..............................................................................................................1 Percepção do problema pelos sujeitos da pesquisa ..................................................................... 39 3..... 64 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS ............ 77 APÊNDICES ................................. 16 2................................................................................................................................................................ Apêndice D Exemplo de Sumário SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO ..................................................................................................... 14 2......................................... 11 1......................... 50 4...................................................................................................................1.........................1 Contexto e sujeitos da pesquisa ................ 40 3.............................1 Breve história das principais concepções do passado .............. 57 4.........................................2 Expectativas e aspirações ...........................................................................................................................................................................................................1 Concepções teóricas .......................................................................................................................................................... 71 REFERÊNCIAS ................... 49 4............... 13 2 O PROBLEMA DA PESQUISA ....................................2 As principais correntes teóricas da atualidade .......2 Objetivos da pesquisa ........................................................ 27 3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS ..............................................................................................................................

) Palavras-chave: (na língua do texto) * Currículo (e endereços postal e eletrônico) ** Currículo (e endereços postal e eletrônico) . 103 . contendo de 100 a 250 palavras... é digitado com espaçamento simples e alinhamento justificado. elaborado segundo as orientações da NBR 6028:2003.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Apêndice E Modelo de página de abertura (artigo científico) TÍTULO subtítulo su btítu lo (se houver) Nome completo do autor 1* Nome completo do autor 2** Resumo (na língua do texto) (O resumo.

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