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ECA e SINASE[1]

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GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS SECRETARIA DE ESTADO DE DEFESA SOCIAL ESCOLA DE FORMAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO DO SISTEMA PRISIONAL E SOCIOEDUCATIVO DIRETORIA

DE FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃO DO SISTEMA SOCIOEDUCATIVO

CURSO DE REQUALIFICAÇÃO DO SISTEMA SOCIOEDUCATIVO
SEMILIBERDADE

SUASE - EFAP / SEDS

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ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

ECA

SISTEMA NACIONAL DE ATENDIMENTO SOCIOEDUCATIVO

SINASE

1 hora/aula
Comum a todos os cargos

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ECA e SINASE

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ESTATUTO DA CRIANÇA
E DO ADOLESCENTE
O ECA foi instituído pela Lei Federal nº 8.069, de 13 de julho de 1990. Esta Lei dispõe sobre a proteção integral à criança e ao adolescente. Contrapõe-se historicamente ao passado de controle e exclusão da situação irregular (Código de Menores).

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Art. 4º. É dever da família, da comunidade, da
sociedade em geral e do Poder Público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à

dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência
familiar e comunitária.

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Quem é Criança e quem é Adolescente?
De acordo com o Art. 2º do ECA: Criança é a pessoa com até 12 anos de idade (incompletos).

Adolescente é a pessoa entre 12 e 18 anos de idade (incompletos).

OS DIREITOS GARANTIDOS PELO ECA

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Alguns dos Direitos Fundamentais da Criança e do Adolescente
Vida e saúde: Art. 7º. A criança e o adolescente têm direito à proteção de sua vida e saúde, mediante efetivação de políticas sociais públicas que permitam o nascimento e o desenvolvimento sadio e harmonioso em

condições dignas de existência.

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Liberdade, respeito e dignidade - Art. 15. Direito à
liberdade, ao respeito e à dignidade como pessoas em processo de desenvolvimento e como sujeitos de direitos. Convivência familiar e comunitária – Art. 19. Direito a ser criado e educado no seio da sua família e,

excepcionalmente, em família substituta.

Educação, cultura, esporte e lazer - Art. 53. A criança
e o adolescente têm direito à educação, visando ao pleno
desenvolvimento de sua pessoa, preparo para o exercício da cidadania e qualificação para o trabalho. Profissionalização e proteção no trabalho - É proibido trabalho aos menores de 14 anos de idade, exceto na

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condição de aprendiz (a partir dos 14 anos), sendo-lhe
assegurada bolsa de aprendizagem. Ao adolescente aprendiz maior de 14 anos deverão ser garantidos os direitos

trabalhistas e previdenciários.

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Ato Infracional
Art. 103. Conduta descrita como crime ou contravenção penal. Art. 104. São penalmente inimputáveis os menores de 18 anos, sujeitos às medidas previstas nesta Lei.

Parág. Único. Para os efeitos desta Lei, deve ser
considerada a idade do adolescente à data do fato.

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Acautelamento
Enquanto o adolescente aguarda a apuração dos fatos

(ato infracional) e a decisão judicial, ele poderá ser
acautelado em um Centro de Internação Provisória. Tal internação não pode ultrapassar 45 dias.

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O que são Medidas Socioeducativas?
- São obrigações impostas pelo Juiz da Infância e da Juventude ao adolescente que comete ato infracional, com o objetivo de responsabilizá-lo. - As Medidas são: advertência, obrigação de reparar o dano, prestação de serviços à comunidade e liberdade assistida (estas, em liberdade); semiliberdade (restritiva de liberdade), e internação em estabelecimento educacional (privativa de liberdade).

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I. Advertência Art. 115. Consiste em uma repreensão verbal, reduzida a termo e assinada.

II. Obrigação de reparar o dano
Art. 116. No caso de ato infracional com reflexos patrimoniais, a autoridade poderá determinar que o

adolescente restitua a coisa, promova o ressarcimento do dano, ou por outra forma, compense o prejuízo da vítima.

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III. Prestação de serviços à comunidade Art. 117. Consiste na realização de tarefas gratuitas de interesse geral, por período não excedente a 6 meses. Não pode prejudicar a frequência à escola ou à jornada

normal de trabalho.
IV. Liberdade assistida Art. 118. Será adotada sempre que se afigurar a medida mais adequada para o fim de acompanhar, auxiliar e orientar o adolescente.

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V. Semiliberdade
Art. 120. Pode ser determinada desde o início, ou como
forma de transição para o meio aberto. Não comporta tempo judicial. determinado. Possibilita e a realização de são

atividades

externas,

independente

de

autorização

Escolarização

profissionalização

obrigatórias.

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VI. Internação
Art. 121. Constitui medida privativa da liberdade, sujeita aos princípios de brevidade, excepcionalidade e respeito à condição peculiar de pessoa em desenvolvimento. - Não comporta prazo determinado, devendo sua manutenção ser reavaliada no máximo a cada 6 meses. - O período máximo de internação não excederá a 3 anos. - A liberação será compulsória aos 21 anos de idade.

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A medida de internação só poderá ser aplicada quando:
- Tratar-se de ato infracional cometido mediante grave ameaça ou violência à pessoa; - Por reiteração no cometimento de outras infrações graves; - Em caso de descumprimento reiterado e injustificável da medida anteriormente imposta; - O prazo máximo da internação (sansão) é de 3 meses.

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SINASE
SISTEMA NACIONAL DE ATENDIMENTO

SOCIOEDUCATIVO

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O QUE É O SINASE?
O Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo é o conjunto ordenado de princípios, regras e critérios, de

caráter

jurídico,

político,

pedagógico,

financeiro

e

administrativo, que envolve desde o processo de apuração

de

ato

infracional

até

à

execução

de

medida

socioeducativa.

Contexto em que nasce o SINASE
Falência do sistema FEBEM. ECA já em vigor.

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SINASE
O SINASE, equanto sistema integrado, articula os três níveis de governo (federal, estadual e municipal) para o desenvolvimento de programas de atendimento, considerando a intersetorialidade e a coresponsabilidade da Família, Comunidade e Estado.

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O SINASE não substitui o ECA

Ele reafirma a diretriz do Estatuto sobre a natureza pedagógica da medida socioeducativa.

Prioriza as medidas em meio aberto em detrimento das restritivas de liberdade, haja visto que estas somente devem ser

aplicadas em caráter de excepcionalidade e brevidade.

Sua implementação objetiva primordialmente o desenvolvimento de uma ação socioeducativa sustentada nos princípios dos direitos humanos.

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Orientado pelas normativas: - Nacionais (Constituição Federal de 88; ECA/90) - Internacionais: das quais o Brasil é signatário -

(Convenção da ONU sobre os Direitos da Criança; Sistema
Global e Sistema Interamericano dos DH; Regras Mínimas

de Beijing, dentre outras).

Participantes da elaboração do SINASE
Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República e o Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do AdolescenteCONANDA.

Com a colaboração (através de seminários estaduais e regionais):
- ABMP - Associação Brasileira de Magistrados e Promotores de Justiça da Infância e Adolescência (Projeto de Lei de Execução das Medidas Socioeducativas); -FONACRIAD - Fórum Nacional de Organizações Atendimento à Criança e ao Adolescente; Governamentais de

- UNICEF ,Conselhos de Direitos, Representantes de Ministérios, gestores, operadores de direito, especialistas, consultores, ONGs.

Sistema de Garantia de Direitos - SGD Visualização da localização do SINASE e as relações no interior do SGD

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Princípios do Atendimento Socioeducativo
Atingem todas as medidas socioeducativas (indiscriminadamente)
- Respeito aos direitos humanos. - Responsabilidade solidária da Família, Sociedade e Estado pela promoção e defesa dos direitos de crianças e adolescentes (co-responsabilidade). Adolescente como pessoa em situação peculiar de desenvolvimento, sujeito de direitos e responsabilidades.

- Prioridade absoluta para a criança e o adolescente. - Legalidade.

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- Respeito ao devido processo legal. - Excepcionalidade, brevidade e respeito à condição peculiar de pessoa em desenvolvimento. - Incolumidade, integridade física e segurança. - Respeito à capacidade do adolescente de cumprir a medida; às circunstâncias; à gravidade da infração e às necessidades pedagógicas do adolescente na escolha da medida, privilegiando o fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários.

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- Incompletude institucional. - Garantia de atendimento especializado para adolescentes com deficiência. - Descentralização político-administrativa. - Municipalização do atendimento. - Gestão democrática e participativa. -Co-responsabilidade no financiamento das medidas socioeducativas. - Mobilização da opinião pública para a participação dos diversos segmentos da sociedade.

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Diretrizes pedagógicas do atendimento socioeducativo
1. Prevalência da ação socioeducativa sobre os aspectos
meramente sancionatórios.

2. Projeto pedagógico como ordenador da ação e gestão do
atendimento socioeducativo. 3.Participação dos adolescentes na construção, monitoramento e avaliação das ações socioeducativas.

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4. Respeito à singularidade do adolescente, presença educativa e exemplaridade como condições necessárias na ação socioeducativa.

5. Exigência e compreensão enquanto elementos primordiais de reconhecimento e respeito ao adolescente durante o processo socioeducativo. 6. Diretividade no processo socioeducativo.
7. Disciplina como meio para a realização da ação socioeducativa.

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8. Dinâmica institucional, garantindo a horizontalidade na socialização das informações e dos saberes em equipe multiprofissional. 9. Organização espacial e funcional das Unidades de atendimento socioeducativo que garantam possibilidades de desenvolvimento pessoal e social para o adolescente.

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Diretrizes pedagógicas do atendimento socioeducativo
10. Diversidade étnico-racial, de gênero e de orientação sexual

norteadora da prática pedagógica.
11. Família e comunidade participando ativamente experiência socioeducativa. 12. Formação continuada dos atores sociais. da

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Parâmetros socioeducativos
Estão organizados pelos seguintes eixos estratégicos: 1 - suporte institucional e pedagógico; 2 - diversidade étnico-racial, de gênero e de orientação sexual; 3 – educação; 4 - esporte, cultura e lazer; 5- saúde; 6 – abordagem familiar e comunitária; 7 – profissionalização/trabalho/previdência; 8 - segurança.

Modelo de unidade socioeducativa

Montes Claros

Uberlândia

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