UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

Universidade do Vale do Itajaí

Cadernos
Universidade do Vale do Itaj aí

de Ensino
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Pró-Reitoria de Ensino

FICHA CATALOGRÁFICA

2...

Ficha catalográfica elaborada pela Biblioteca Central Comunitária - UNIVALI
Cássia Ferri Regina Célia Linhares Hostins Coordenação

Projeto
Josiane da Silva Delvan Lucian o Dalla Giacomassa Colaboração

E lisabeth Juchem Machado Leal Simone Gh is i Feuersch ütte E laboração

Hildo Rocha Neto Nilton Córdova Fotografia José Roberto Azevedo Júnior Capa Camila Morgana Lourenço Projeto Gráfico Ch arlles Giovany Faqueti Fábio Zella de Souza José Roberto Azevedo Júnior Editoração E letrônica E xemplares: 1500

Pedagogico

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ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS

ITAJAÍ (SC Julho/2006 Ano 2 - nº 4

de Ensino
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Pró-Reitoria de Ensino

90. 81. 58. de dezembro de 2005. 91 e 92) foi atualizado para in corporação das alterações referentes à apres entação de trabalhos acadêmicos contidas na segunda edição da NBR 14. 87. . 89.724. Em julho de 2006 o texto deste documento (páginas 56..4..

................................................................ 13 FICHAMENTO ....................................................................3 5.................................................. 09 PARTE I ........4 3 3.................................. 30 Elementos pós-textuais .................UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ SUMÁRIO APRESENTAÇÃO ..... 31 RELATÓRIO ...................3.................................................................................1 3....................................3 4.......2 2............5 6 6............1 2...............................................................................................................................................4....... 26 ARTIGO CIENTÍFICO .. 16 Procedimentos ...........................3............................................................................................................................. 18 Avaliação .4.............1 5.... 21 Procedimentos ...................................................................... 17 Ficha de leitura .......................................3 3...................................................................................... 27 Conceito ........................................................................................................................................................................2 6......... 26 Avaliação ...............Elaboração de trabalhos acadêmico-científicos ..................... 25 Propósitos ..... 25 Conceito ............ 15 Conceito ........................................2 5...........................................4...................... POSITION PAPER OU POSICIONAMENTO PESSOAL .................................................................................... 25 Procedimentos ............2 5.......................3 5..................................................... 17 Ficha bibliográfica ...............................................4 5...............................................1 2.........................................................................5 INTRODUÇÃO .......4 5..................................................................................................................................... 5 ................................................................................1 4.................................2 3...............................................4 6..................1 6................................................................................................. 30 Elementos textuais ....... 34 Procedimentos ..........................................................4 5 5..................................................................................................................................4....... 15 Os propósitos do fichamento ........ 21 Conceito ............................................................................... 35 Avaliação .......................... 10 1 2 2.............................1 5......3 6............................................ 30 Indicativos dos tópicos (seções) do artigo científico .......................... 28 Procedimentos quanto à forma de apresentação .............. 27 Procedimentos quanto à elaboração ..................................... 21 Propósitos ..... 33 Conceito ..................................................................................................................... 29 Elementos pré-textuais .................................. 33 Propósitos .....................4 3.................... 34 Tipos de relatórios ...................................................................... 31 Avaliação ...........................................................5 4 4............................................ 27 Propósitos ............................................................................ 23 Avaliação ................................... 37 ......................... 20 RESENHA CRÍTICA ........ 24 PAPER.................. 22 A apresentação da resenha ....................................................................................................................................2 2....................................................................2 4..................................3 2...............................................................................

.....................................3 3....1 3............................. 46 1.......................5 Considerações finais sobre as normas de citação ........... 70 Artigo e/ou matéria de revista..........4 3...........................................2............................... 62 Regras quanto ao local ...2...................................... 46 1............................................................................... 70 Artigo e/ou matéria de jornal .........3................................................. 39 Propósitos .........................................................2 3....................................4 MEMORIAL .........1 Citação direta............................. 59 Regras quanto à autoria............... 59 Regras quanto ao título e subtítulo ....3....................................... 41 PARTE II ...............4..............................................................5 3..........................................................2 Tipos de citação .......1 3..........................1 3...1..1...................2 3......................................................... 43 1 CITAÇÕES ... 72 .....................................................3 Citação da citação ... textual ou literal ...................2........................... 65 Monografias no todo em meio eletrônico ............................................................................................................2.....3...................................2......................................... 40 Avaliação .......................................................................................................... 39 Conceito ...............................4 Normas complementares para citação ........4...........................................3 7..2 Citação indireta: paráfrase e condensação ................4........... 56 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS ..................................................... 58 Regras gerais para elaboração de referências ............2.. 48 1............1 Regras gerais para citação ....2..........3 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS ....................................................... 50 1............2..........................6 3................................................................1 7........3 Alterações na citação ..................................................... 45 1.......4...4....Orientações e normas para apresentação de trabalhos acadêmico-científicos ................3 3.......................................................2 3................... 47 1..................4........................................................................................ 68 Publicação periódica como um todo ......................................................... 71 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico .................................... 65 Monografias consideradas no todo .. 67 Parte de monografia em meio eletrônico .....3.. 64 Regra quanto à paginação ....6.....2 3............. 65 Monografias ..................................................................1...........................................3...................... 57 Aspectos gráficos das referências .........................................4............. 53 2 2....... 69 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas .............................. 61 Regras quanto à edição e editora .............................................................................2 3.......................... boletim....................4 3........ 55 Exemplos de resumos ...................................................4.......................... em meio eletrônico ....................2....................1 3. 52 1...4 3..............4................4 3............. 67 Partes de monografia ............. 39 Procedimentos .......................... 57 Localização das referências .....................................................3 3............................................................ 63 Regras quanto à data .......1 3....................................6 3......................................5 3.. 71 Publicações em eventos ............3 3.........1 3 3.... dentre outros.......................... 45 1....................................................... 69 Partes de publicações périódicas ............ 68 Publicações periódicas ..2 7........................................................................4.................................................. 64 Modelos de elaboração de referências .............................................................................................................. 7 7..4................4.........................................3......1.............4...........

..............4.............................. 89 Ilustrações ...3........4......................4 3.................................................. Imagem em movimento ....................... 84 Elementos pós-textuais ........................8 Eventos como um todo ...............................4..................................... Documento cartográfico em meio eletrônico .......................................................4..................4.....4.......... 88 Parágrafo .2 3............... 98 Apêndice C ................. Bula de remédio .................................................................2 4......................... Legislação .........5 3............................................4 3.6............................... 7 .. 90 Equações e fórmulas ............................................3 5 5................ 87 Paginação ......................................................................................4..........3..............................................................4.........................................................4.Folha de rosto de trabalhos acadêmico-científicos ..1 3................................................................... 103 ................................................................................................................. 92 APÊNDICES .......................2 3.............Folha de aprovação de trabalhos acadêmico-científicos ................................................................................1 4..................Exemplo de sumário ....................................................3.2 5..............4..................................................... Documento tridimensional .............................................. Séries e coleções ........................................... 89 Tabelas ......................... Documento iconográficoem meio eletrônico ................................................................................................ Jurisprudência ...............................3..........................................................7 5..............Modelo de página de abertura (artigo científico) ............6 5......................................................................................................................4...........................4.......... Documento cartográfico ............................................................................................................7 3....4........................................................................... Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico ....................4 3......................................................7. 91 REFERÊNCIAS ...... Documento de acesso exclusivo em meio eletrônico .12 3. 81 Elementos pré-textuais ..........................................13 3..................................... Patente ...UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3........................................................................................................................... 87 Formato ... Documentos jurídicos ...... Documento sonoro ............................8 3....................... 88 Títulos e indicavos numéricos ...................4..................... Documento iconográfico .................4 5..................4..........................................................4.4.........................................3 3........................10 3....4................6 3......................... Trabalho apresentado em evento .................................... 100 Apêndice D ............ 81 Elementos textuais ................4..................................................5 5........................4...........3 3.... Notas .......... Documento jurídico em meio eletrônico ............................................................ 87 Margens e espacejamento .....1 3..................................14 4 4....................................................1 3........4......................... 72 72 73 73 74 74 74 75 75 75 76 76 77 77 78 78 79 79 80 80 80 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS .....Capa de trabalhos acadêmico-científicos .... 95 Apêndice A ... Doutrina ...................................4.........................1 5...........1 3................9 3......................................4.............3 5...............11 3......................................................4........... 85 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS ........................... 102 Apêndice E ............................... 96 Apêndice B ...................................4............. Eventos como um todo em meio eletrônico .....................................................

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conceitual e lógica. entre suas finalidades. é fator determinante para o al can ce dos obj eti vos da for mação u niv ersi tári a: apre nder a pen sar e. Assim. 2000). dos métodos e das técnicas de áreas específicas do conhecimento é uma exigência do ensino superior para vencer o superficialismo e a falta de rigor científico na produção e socialização do conhecimento. E viden te men te . o domínio do saber e da cultura. não sem antes termos clareza do sentido político da formação no ensino superior: por quê. têm como objetivo favorecer e estimular a produção escrita de nossos alunos. pois u m pensamento ou argumento apresentado pelo aluno ou pesquisador sem apoio em processos lógicos pode não passar de uma idéi a superficial.. característica da formação superior. (SEVERINO. Se a ciência é o resultado do confronto.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ APRESENTAÇÃO Este conjunto de diretrizes metodológicas é apresentado aos professores e estudantes universitários para o desenvolvimento de t rabalh os didáti co. ao artigo científico . para quê. conse qü en tem en te. 9 . Profª Amândia Maria de Borba Pró-Reitora de Ensino . Certamente. a apr endizagem e o desenvolvimen to do trabalho in telectu al exigem conhecimentos de ordem técnica. o domínio de conceitos reelaborados. Est as orientações.. a pr odu zir conhecimentos.cien tí fi cos. Parece-nos ser esta u ma con di ção in di spe nsáve l ao desen vol vim en to da vi da in te lect ual disciplin ada e produ tiva. em todas as disciplinas. ou da articu lação. A UNIVALI destaca. esta publicação traz subsídios à elaboração de textos didático-científicos de forma lógica. visando criar novos hábitos e um novo olhar para a produção universitária. A elaboração de trabalhos acadêm icos . o domínio da ciência e dos seus métodos para atingir novos patamares de qualidade. o domínio da teoria é condição imprescindível par a o propósito de produção do conhecimento. É neste contexto que se insere a metodologia de trabalhos científicos como instrumento útil e per tin en te para a produ ção do conhecimento.do fich amen to. o regi st ro e o uso do sabe r já acumulado e disponível para propósitos próprios de construção do conhecimento. para quem estudamos e produzimos conhecimentos? Para buscar possíveis respostas às questões acima. nort eada por posturas e práticas de pesquisa. desde os primeiros períodos. o mais elementar deles. sob critérios lógicos e com o auxílio da técnica. da teoria com a empiria. ao focalizar os tipos de trabalhos acadêmicos mais presentes no cotidiano do ensino superior e os procedimentos básicos para sua elaboração. pois todo o conjunto de recursos que está na base do ensino superior não pode ir além de sua função de fornecer instrumentos para uma atividade criadora. Estas três dimensões estão in ti mame nt e r elacionadas.permite ao estudante universitário se exercitar em práticas essenciais à atividade científica: a bu sca.

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UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Parte 1 Elaboração de trabalhos acadêmicocientíficos ... 11 .

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Essa iniciação compreende a aquisição gradativa de um conjunto de competências.. surge o desafio da elaboração própria. 13 .ler e compreender textos teóricos. Ao lado desse fato. a perguntar. atividade central na vida acadêmica. mediante a progressiva iniciação do aluno às práticas do trabalho intelectual. deve . sobretudo alcancem a capacidade de formular. à medida que se supera a recepção passiva do conhecimento. portanto. Esse processo contribui decisivamente para a for mação de prof ission ais cu jo pe rfi l compreende as competências necessárias à busca do conhecimento.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1 INTRODUÇÃO A ê nfase qu e vem sen do col ocada nas atividades de pesquisa articuladas ao ensino e à extensão. p. dada a necessidade de atualização em face aos rápidos avanços da ciência. Deixa-se para trás a condição de objeto. a apropriação e o uso do conhecimento técnicocientífico são atividades permanentes na carreira do profissional de nível superior. Por outro lado.] Aprende a duvidar.compettên ci as r efer enttes ao ttrato da com pet ências refe rent es pe ref eren rato in f i nf orm ação ação: . a competência de maior importância e suas competências subsidiárias: identificar as fontes bibliográficas mais relevantes da área. porque significam propriamente a competência.. redijam. A partir daí.. passando a participar como sujeito capaz de propor e contrapor[. perfil.se con siderar qu e a bu sca.. Demo (1996. no uso de um instrumental teórico-metodológico que lhes possibilite o progressivo domínio das práticas do trabalho intelectual. de complexidade e sofisticação crescentes. registrar a informação e as . requer que as atividades referentes à investigação. expressão.. contorno. em todas as áreas do conhecimento. a querer saber sempre mais e melhor. elaborar são termos essenciais da formação do sujeito. sist em at ização e soci al ização do conhecimento deixem de ter no professor seu prin ci pal prot agoni st a e passem a ser compartilhadas por professores e alunos. desde os primeiros dias de sua trajetória acadêmica. um dos desafios que hoje se colocam para a universidade consiste na formação de um profissional capaz de pensar e agir num contexto de alta complexidade – decorrente da natureza dos problemas com os quais nos defrontamos – valendo-se para tanto da capacidade de analisar criticamente a realidade à luz de conhecimentos teóricos e de atu ar com competência de modo autônomo e conseqüente.28-29) diz ser fundamental que os acadêmicos: [.. Para tanto parece ser indispensável que os acadêmicos se exercitem. buscar e adquirir a informação nece ssári a para a re al ização de trabalhos. coloquem no papel o que querem dizer e fazer. se faz. à sua adequada utilização para a solução dos problemas e à elaboração de novos conhecimentos. pela qual o sujeito que desperta começa a ganhar forma. com vistas à elevação do nivel de qualidade dos cursos superiores.] escrevam. Formular. A formação universitária. assim identificadas: . de modo a se tornarem não apenas consumidores como também produtores de conhecimento.

ref er ent es ao raciocín io: iden tif icar proposições. . respect ivas f on tes bi bl iográfi cas. observar. inferir. São muitos os tipos de trabalhos acadêmico-científicos qu e pode riam se r in cl uí dos em um documento como este. . artigo cien tífico. de re su m os de ar ti gos e de referências. No entanto. até ch egar à elaboração de texto próprio (resenhas. dissertação de mestrado e tese de doutorado. aut o.competências necessárias à capacidade de elaboração própria: . parafrasear. . dominar as praxes de citação e de referência. explicar. projeto e relatório de pesquisa. Dessa forma. sistemático e intensivo. não são aqui tratados. t anto a professores como a acadêmicos.analisar e apreciar criticamente textos teóricos. resenha crítica. definir. bem como normas relativas à estrutura e apresentação gráfica de trabalhos acadêmico-científicos. . no entanto. documentais ou outras (fazer resumos. E compete ao professor – a todos os professores e não apenas aos professores responsáveis pelas disciplinas de Língua Portuguesa. . referências). subsidiariamente. orientações básicas para a elaboração de trabalhos acadêmico-científicos.ligadas à formação de conceitos: fazer distinções e conexões. O texto ora apresentado pretende oferecer.redigir: progredir do exercício inicial sob a for ma de re sum o.referentes à capacidade de interpretação: perceber implicações. somente será desenvolvido pelos acadêmicos se estes tiverem oportunidades efetivas de exercitá-las de modo gradativo. embora t ambém sejam trabalhos acadê micocientíficos.14.referentes às práticas de investigação: formular questões e hipóteses. estabelecer relações.apresentar e discutir temas. Esse conjunto de competências. bem como de apresentação de trabalhos acadêmicocientíficos. extrair significados. optou-se pelo fichamento. demonstrar (ou provar) por argumentação.. ou mesmo o ensaio. Na segun da part e são apresen t adas orientações para elaboração e u so de ci tações. interpretar criticamente. .se (ou ref orm ular o anteriormente formulado). artigos. . fichamentos..competências cognitivas: . papers. projetos de pesquisa). os procedimen tos para sua e laboração e organização e sugestões para sua avaliação. relat ór io e mem orial. A primeira parte do documento trata dos tipos acima mencionados de trabalhos acadêmicocient íf icos: seu conceito e propósitos. paper. .cor rigir. ou de Metodologia Científica – a criação dessas oportunidades em todas as disciplinas. por se considerar que são os tipos de uso mais freqüente nas várias disciplinas dos cursos de graduação.

A prática do fichamento representa. etc. no caso do professor. seja na aprendizagem dos conteúdos das diversas disciplinas que integram o currículo acadêmico. Fichar um texto significa sintetizá-lo. filosófica. monografias de conclusão de curso.. cuja informação teórica ou factual mais significativa deve ser não apenas assimilada. como o docente e o pesquisador têm de manipular uma considerável quantidade de material bibliográfico. cujo autor é o “fichador”. o fichamento objetiva: “a) identificar as obras consultadas. além de possibilitar a organização dos textos pesquisados e a seleção dos dados mais importantes desses textos. alguns autores. essen ci al par a a elaboração de resenhas. . ent ão. Pode-se dizer que esse registro escrito – o fichamento – é um novo texto. A im por tância do fi ch amen to para a assimilação e produção do conhecimento é dada pela necessidade que tanto o estudante. literária ou mesmo de uma mat éria jornalística. c) regist rar as re fl exões proporcionadas pelo material de leitura. sejam elas de iniciação à redação científica (tais como os primeiros trabalhos escritos que o estudante é solicitado a produzir). coerente e objetivo. é otimizar a leitura. seja ele aluno ou professor. da dissertação de mestrado ou do relatório de pesquisa do pesquisador. como também registrada e documentada. p. de textos para aulas. para utilização posterior em suas produ ções escri tas. preferem substituir esse nome pela expressão “relatório de leitura”. seja na pesquisa científica – como enfatiza Pasold (1999) –. a exemplo de Nunes (1997). art igos. su a compreensão. assim. d) organizar as informações colhidas”. a iden tificação das idéias principais e seu registro escrito de modo conciso. portanto. A principal utilidade da técnica de fichamento. os fichamentos ou relatórios de leitura. funcionam como método de aprendizagem e memorização dos conteúdos. pa pers. ou. De acordo com Henriques e Medeiros (1999.100). Assim sendo. na Universidade. palest ras ou confe rências. b) registrar o conteúdo das obras. de elaboração da monograf ia de conclusão de curso do graduando.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2 FICHAMENTO 2.. Como o fichamento consiste no resultado do trabalho de leitura. constituindo-se em instrumento básico para a redação de trabalhos científicos. um importante meio para exe rcit ar a escrit a.1 Conceito O fichamento é uma técnica de trabalho intelectual que consiste no registro sintético e documentado das idéias e/ou informações mais relevantes (para o leitor) de uma obra científica. o que re qu er a l eit ur a at ent a do text o. 15 .

mas que.se apen as na su a apresen tação. . e m qualquer caso. que tanto pode ser uma resenha. artigos e textos teóricos. com o propósito de registrar sist emat icam en te e docu me nt ar as informações teóricas e factuais necessárias à elaboração do seu trabalho. seja como técnica auxiliar de estudo de obras. são os propósitos temáticos de quem estuda as obras consultadas que “comandam” a seleção das idéias. no contexto de um a pesquisa ou de u ma re visão bibliográfica. em geral. conceitos. o fichamento praticamente se identifica com o Os propósitos do fichamento r esu mo. Dependendo dos seus propósitos. No segundo tipo (b). como toda e qualquer pesquisa está centrada num tema. ou assimilar o conteúdo ou parte do conteúdo de uma disciplina. No primeiro caso – fichamento como exercício acadêmico –. nesse caso. a argumentação do autor a da obra ou do texto que “comanda” o trabalho de resumo do fichador. nesse caso o fichamento consiste. Dessa forma. b) o fichamento que é feito pelo estudante. no registro documentado do resumo do texto indicado pelo professor..2 Seja como técn ica au xiliar da pesqu isa bibliográfica. um artigo. elementos teóricos ou factuais que integrarão o resumo. com o propósito de desenvolver as habilidades exigidas para o estudo e assimilação de textos teóricos. Ora. um seminário ou um relatório de pesquisa. podem ser considerados dois tipos de fichamento: a) o fichamento que é solicitado ao estudante universitário como exercício acadêmico. São esses propósit os tem áticos que ori ent am o “fichador” quando seleciona idéias. o simples propósito de resumir o texto é o propósito dominante. Assim. o fichamento será tanto mais eficiente quanto mais claros forem para o estudante ou para o pesquisador os propósitos desse trabalho. dos quais se falará mais adiante. o critério organizador do fichamento será dado pela própria lógica do texto. o docente ou o pesquisador se propôs.. pelo docente ou pelo pesquisador. 2. uma monografia. deve apresen tar os indispensáveis elementos de identificação. qu e pode ser nu ma ficha manuscrita ou numa folha digitada. a decisão sobre o que retirar de um texto ou de uma obra e registrar sob a forma de resumo ou de citação. o fichamento está “a serviço” da pesquisa que o estudante. conceitos ou fatos que interessam resumir ou registrar n os f ichame nt os qu e f ará das obras selecionadas. di fer enci a.16. No segundo caso – fichamento no contexto da pesquisa ou da revisão bibliográfica –. no primeiro tipo de fichamento (a) é o raciocínio. terá como critério selecionador os “propósitos t emáticos” dados pelo próprio tema da pesquisa e suas ramif icações.

Metodologia da pesquisa / Pesquisa bibliográfica NUNES. pode ser adotado o uso. de um subtítulo. que variará conforme o tipo de fichamento que o estudante ou pesquisador pretenda fazer. o con teú do propriamente dito. como. breve indicação do conteúdo da obra ou de sua importância para algum aspecto do trabalho que o estudante ou o pesquisador tem em andamento. como já foi dito. sejam elas de cartolina ou de papel A-4 (que substituíram as de cartolina pelas facilidades oferecidas pelos micros).1 Ficha bibliográfica Destina-se a documentar a bibliografia relativa a um determinado assunto. 207 p. um título que indica o assunto ao qual a ficha se refere.cabeçalho: no alto da ficha ou da folha. Eco (1988.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2. 35-45). da UNIVALI Exemplo de ficha bibliográfica .3 Procedimentos São variados os tipos de fichas que podem ser criados. é importante ainda que conste a localização da obra (biblioteca. 1997.. São Paulo: Saraiva. .referência: o segundo elemento da ficha será a referência completa da obra ou do texto ao qual a ficha se refere. Bibl. devem conter três elementos: . A 1a parte da obra contém orientações metodológicas para a elaboração e a apresentação da monografia no curso de graduação de Direito. por serem considerados os mais essenciais. Embora muitos tipos de fichas possam ser elaborados no contexto de uma pesquisa ou de uma revisão bibliográfica. apenas dois tipos de fichas serão a seguir apresentados. para que a ela se possa retornar caso haja necessidade. por exemplo. p. a 2a parte trata da elaboração de dissertação de Mestrado e tese de Doutorado. p. O seu corpo pode ser constituído de poucas informações. 42-55) e Pasold (1999. p. etc.3. Leite (1985. à direita.). dependendo das necessidades de quem estuda ou pesquisa.corpo da f ich a. 17 . 2. p. 105121) of erecem importan tes orientações práticas sobre diferentes tipos de fichas e sua organização. As fichas. após o título geral.112). ou seja. Luiz Antonio Rizzatto. elaborada de acordo com a (NBR 6023:2002) da ABNT. . arquivo público. 87. Severino (2000.. Manual da monografia jurídica.

deverá apresentar as características de um resumo de qualidade. ao seu final. outras formas podem ser adotadas.2 Ficha de leitura Esse tipo de fich a destina-se ao registro sinté tico do cont eúdo (ou de parte do con t eúdo) das obras lidas.18. contendo apenas resumo e citação (no exemplo. e as citações ou seja. juízo de valor destituído de fundamento. 47-61) para a leitura e resumo de textos teóricos que o leitor encontrará sintetizados à página 21 deste documento. resumo conteúdo. ou não.3. Para o estudante ou docente que faz um f ich amen to no con tex to da pesqu isa bibliográfica. Nesse caso. Atenção: o exemplo ilustra uma “ficha” de leitura em folha A-4).. . Pode conter. ao solicitar dos alu nos um fichamento. apenas o resumo das idéi as do au tor e n enhu ma citação ou comentário pessoal do fichador. um comentário sobre o te xto f ichado.. Para sua elaboração. – respeitar a ordem das idéias e fatos apresentados. A seguir se encontra um exemplo de ficha de leitura. O corpo da f icha de leit ur a pode ser organ izado de diferentes maneiras. p. idéia ou argumento. A organização da ficha deve ser feita de tal modo que permita identificar posteriormente a página da obra onde se localiza esse ou aquele conceito. 6465). É importante salien tar que a inclusão de citações no fichamento não significa que este se confunda com um mero exercício de “recorte e colagem” de trechos da obra. como sugere Hühne (1992. ou seja: – ser sucinto. as citações. no entanto. p. o que tornaria a ficha mais completa. – utilizar linguagem clara. sem o que essa crítica não passará de mera opinião. ou então pode apresentar o resumo que sintetiza o resumo. citações mais significativas de trechos do conteúdo. optou-se por colocar na margem esqu erda da folha o núm ero da página correspondente ao trecho resumido para i dent ificar su a localização na obra. bem como distinguir as expressões ou palavras do autor da obra – isto é. transcrições as citações. dir etas e interligadas. dev e o professor ter claro que. pode ser útil a inclusão no texto das novas idéias que foram surgindo durante a leitura. objetiva e econômica. sempre entre aspas e com indicação da respectiva página. 2. qu e e xpre sse a interpretação crítica do aluno sobre o conteúdo do texto. seletivo e objetivo. para fazer a crítica de um texto – ainda mais quando se trata de um texto teórico – é necessário que o aluno já disponha de um certo repertório. que deverão estar sempre entre aspas – das expressões ou palavras próprias do fichador. por exemplo. a decisão de incluir. O corpo da ficha consistirá no resumo da resumo obra ou da parte da obra que interessa ao fichador. – apresentar uma seqüência corrente de f rases con cisas. Pode ficar a critério do professor. deverão ser seguidos os passos recomendados por Severino (2000. Assim sendo.

que pre ssupõe um a m etodologia própria. ne cessitando ser com pre endido e m s ua singularidade . cujas raízes estão no historicism o ale mão. Via a ciência social com o ne utra e obje tiva. 199 7. pois.. O s adeptos da abordage m qualitativa e nte ndem que o m ode lo de e studos das C iê ncias N aturais.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ M e tod ol ogi a ci e ntífica Pe s quis a q ualitativ a G O LD E NBE RG . A socio logia com pree nsiva. ) Exem pl o de fic ha de l ei tu ra 17 18 19 Exemplo de ficha de leitura .. S egundo ele. não são ade quados à e specificidade das C iências S ociais. A arte de p e squisar: como fazer pe squisa qualitativa e m C iê ncias S ociais. bas eado e m proce ssos quantificáve is que se transform am e m le is e explicações ge rais. inde pende da consciência hum ana e deve s er tom ado com o c oisa.. se gundo ele. um de se us repres entantes . Com te defe ndia a unidade de todas as ciê ncias.. o m étodo das C iências Naturais– e rklär en – "busca generalizaçõe s e a descobe rta de re gularidade s" e o das C iê ncias Sociais – ve rsteh e n – "vis a à com pre ensão inte rpretativa das e xpe riências dos indivíduos dentro do conte xto em que foram vive nciadas". suje ito e objeto do conhe cime nto es tão radicalm e nte separados. para e le . M. po is cada qual tem um sentido próprio. distingue natureza e cultura e de fende proce dim entos m e todo lógicos dis tinto s para se us e studos . Dilthey . a pesquis a nas Ciências Sociais "é um a atividade ne utra e o bje tiva. Para D urkheim. Ass im . ex te rno ao indivíduo. 16 Esclare cer o debate e ntre a sociolo gia pos itivista e a sociolo gia co mpree nsiva é útil para s ituar a que stão da utilização de mé todos e té cnicas qualitativos nas C iências Sociais. 19 . (. entende que os fatos so ciais não são quantificáveis. que busca de scobrir regularidades ou le is . Rio de Janeiro: Re co rd. o fato social. em que o pes quisador não pode faze r julgam e ntos ne m permitir que se us preconce itos e crenças co ntam inem a pesquisa".

. ou seja.A obra fich ada ou re sum ida est á corretamente referenciada? .20.O resumo é sucinto e objetivo? . 2.A interpretação crítica (no caso de ter sido solicitada) é pertinente e fundamentada ou justificada? .A linguagem utilizada obedece a norma culta? .O conteúdo do resumo mantém fidelidade ao texto? (ou há deturpação das idéias?) .As idéias principais do texto estão contidas no resumo? .2.4 Avaliação As orientações para avaliação do fichamento referem-se ao primeiro tipo de fichamento mencionado no item 2..O resumo respeita a ordem das idéias apresentadas pelo autor do texto? .O resumo evidencia uma redação própria do alu no? (ou con sist e apenas na ju staposição de u ma sér ie de f rases recortadas do texto?) . aquele que é solicitado como exercício acadêmico. As seguintes perguntas poderão orientar o professor na avaliação do resumo: .As normas técnicas de apresentação de trabalhos acadêm ico-científ icos foram observadas? .

– uma apreciação crítica das informações apresentadas e da forma como foram expostas e de sua avaliação. da explosão de conhecimentos característica da sociedade contemporânea. prin cipal me nt e. t em o propósito de exercitar a capacidade de compreensão e de crítica do estudante. compreende o resumo e o comen tário de u ma obra científ ica ou literária.. A resenha crítica tornou-se importante recurso para os pesquisadores e. novos conhecimentos. em geral.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3 RESENHA CRÍTICA 3. de um modo geral.1 Conceito A resenha crítica consiste na apresentação sucinta e apreciação crítica do conteúdo de uma obra. A resenha deve levar ao leitor informações objetivas sobre o assunto de que trata a obra. 3. que a resenha possibilita.2 Propósitos Mediante a leitura do resumo da obra e de sua avaliação. ou seja. em decorrência.. têm condições de emitir um juízo crítico. artística ou cultural em seu campo de interesse. o profissional ou o estudante pode decidir sobre a conveniência ou não de ler (ou adquirir) a obra. a resenha deve conter: – o resumo das idéias principais da obra. dest acando a cont ribu ição do aut or: abordagem inovadora do tema ou problema. novas teorias. 21 . além do conhecimento especializado do tema. feita por cientistas que. para as pessoas cuja atividade profissional ou de est udo requer inf ormações sobre a produção científica. – uma justificativa da apreciação realizada. Quando realizada como um trabalho acadêm ico. . Portanto. A resenha de obras científicas é.

Obs. 51-57).seu quadro de referências. quais são elas? Onde se encontram (no final da obra ou no final dos capítulos)? – Quadro de referências do autor a que Quadro referências do autor: corrente de pensamento o autor se filia? Que teoria ou modelo teórico apóia seu estudo? – Crítica do resenhista (apreciação) (apreciação): a) como se situa o autor da obra em relação é inovadora? c) quanto ao estilo: é conciso. obras publicadas.? b) quan to ao mérito da obra: qu al a con tr ibui ção dada? As idéi as são originais. – Conclusão do autor o autor apresenta (ou do autor: não) conclusões? Caso apresente.a referência (aqui pode ser dispensado o item sobre preço da obra). econômico. O roteiro a seguir baseia-se no modelo apresentado por Lakatos e Marconi (1991. coere nt e. sistematizar a abordagem de às escolas ou correntes científicas ou filosóficas. sistematizada? Utiliza recursos explicativos (ilustrações. desenhos.. de com pe tên cias de l eit ura. baseadas em Severino (2000. etc. segundo a percepção do resenhista. . têm o propósito de organizar.)? e) a quem se destina a obra: grande público. p. títulos. título. profissional ou especializada. político. se optar por intitular. pr eciso? A li ngu agem é correta? d) quanto à forma: é lógica. Para fins de t rabalh os acadê micos. bem como da finalidade ou destino da resenha. 245-246): – Referência autor(es).22. – Credenciais do autor informações gerais do autor: sobre o autor e sua qualificação acadêmica. As diretrizes metodológicas que seguem. histórico.a crítica do resenhista. criativas? A abordagem dos conhecimentos . gráficos. preço. claro.3 Procedimentos A resenha crítica deve abranger um conjunto determinado de informações. 3. etc.: O resenhista poderá (ou não) dar um título a sua resenha. local.o resumo da obra. estudantes? Nem sempre é possível ou necessário dar resposta a todas as pergu ntas ou iten s relacionados acima. exemplos. especialistas. o título deverá guardar estreita relação com algum atributo ou idéia mais destacada da obra.. número de páginas. . o que muitas vezes depende da obra resenhada. análise e interpretação de textos científicos. p. são indispensáveis os seguintes tópicos: . objetivo. descrição breve do conteúdo dos capítulos ou partes da obra. (As perguntas seguintes são orientadoras: de que trata a obra? O que diz? Qual sua característica principal? Requer conhecimentos prévios para entendê-la?). – Res umo da obra resumo das idéias Resumo obra: principais.as conclusões do autor. pelo estudante. . edição. cargos exercidos. em relação ao contexto social. no ent an to. . Referência: editora e data de publicação. figuras. A elaboração de uma resenha crítica requer a aquisição gradativa. de modo a cumprir sua finalidade.

em geral. trabalho acadêmico distinto da resenha. porém corrida. Avalia também sua originalidade. 23 .Texto a referência bibliográfica da obra Te Texto: resenhada deverá ser apresentada no início do texto. alcance. no entanto. . m arcar e esquematizar as idéias relevantes. seu autor.4 A apresentação da resenha Como trabalho acadêmico. A análise textual etapa em que o estudante análise textual: textual A análise interpretativ a: o estudan te anális e interpretativa: faz uma leitura atenta. nas resenhas de boa qualidade. aparecem. os aspectos teóricos. avaliando o texto pela sua coerência interna. bem como a avaliação crítica do resenhista. A análise crítica o estudante formula um análise crítica: análise crítica A análise temática procura interrogar e análise temática: temática identificar do que fala o texto e qual o tema de que se trata: como o autor problematiza o tema? Que posição assume? Como expõe passo a passo seu pensamento.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ textos teóricos. validade e con tribui ção à discussão do problema. . com vistas a obter o melhor proveito de seu estudo. como se pr oce ssa seu raci ocí ni o e argumentação? Qual é a idéia central? Quais as idéias secundárias? As análises textual e temática servem de base para a elaboração do resumo. procura tomar uma posição a respeito das idéias enunciadas.Folha de rosto: é a folha que apresenta os Folha rosto: elementos essenciais à identificação do trabalho. de um modo geral. constitui uma etapa do trabalho de elaboração da resenha. I sso n ão si gn if ica qu e o t ext o dev a. a seqü ência dos elementos relacionados no item 3. como de outros trabalhos acadêmicos. explora sua fecundidade e mantém um diálogo com o autor. termos fundamentais à compreensão do t exto). tanto como preparo para a elaboração de resenhas. a resenha deve apresentar a seguinte estrutura: . compondo um texto harmonioso. do texto para identificar seu plano geral. os dados sobre a obra. ou seja.3 acima. os aut ores cit ados. sucinto e de fácil leitura. juízo crít ico. sobre o vocabulário (conceitos. quer dizer. A redação da resenha obedecerá. Procura estabelecer uma aproximação. 3.. subdividir-se mediante o uso de subtítulos de acordo com aqueles elementos. obrigatoriamente. o qual. associação e/ ou comparação com as idéias temáticas afins e com os autores que tenham desenvolvido a mesma ou outra abordagem do tema. Deve ser elaborada segundo o modelo constante do Apêndice B.. buscar dados sobre o autor. n um a seqüên cia adequ ada. pela maneira como o autor desenvolve e aprofunda o tema. o resumo do conteúdo.

As conclusões do autor são comentadas/ discutidas? . 3.a resenha apresenta as idéias principais da obra? .A crítica do resenh ist a é pertin ente e fundamentada ou justificada? .5 Avaliação As seguintes perguntas poderão orientar o professor na avaliação da resenha: . Sendo a resenha um trabalho acadêmico geralmente pouco extenso e pouco ou nada subdiv idido. social) do autor é discutido? . .ci entíf icos f oram observadas? .O posici onamen to (te ór ico. o su mári o é e lem en to dispensável.Referências caso o resenhista tenha se Referências: Referências valido de outras obras para fundamentar a análise da obra resenhada. polí tico.. econômico. esse item é obrigatório..A linguagem utilizada na resenha respeita a norma culta? . Quanto à apresentação gráfica. dev endo ser organ izado segundo a NBR 6023:2002.24. devem ser seguidas as orientações comuns aos demais trabalhos acadêmicos.As normas técnicas de apresentação de trabalh os acadêmico.As informações sobre o autor são suficientes para sua identificação? .A obra está corretamente referenciada? .Aponta as características mais relevantes da obra? .A apresentação das idéias prin cipais é sucinta e objetiva? .

estudos de caso ou participação em palestras.an alít ica e da criatividade do aluno. Esse tipo de trabalho também auxilia o desenvolvimento da capaci dade crít ico. Na elaboração de um paper. exercitando a linguagem científica na elaboração de um texto. júri simulado. pelo au tor. Sua elaboração consiste na discussão. O p aper pode ser usado para consolidar conteúdos trabalhados nas unidades de uma disciplina (atividade curricular). com objet ivi dade e clare za. fatos ou situações relacionados a assuntos pertinentes a uma área de estudo. a el aboração do posicion am en to pessoal gera ou tr as produções acadêmicas. opiniões de especialistas. . Além disso. position paper ou posicionamento pessoal é um pequeno texto sobre tema prédeterminado.2 Propósitos No contexto da f ormação acadêmica. dentre outros tipos de publicações..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 4 P APER . também. o objet iv o do p a pe r é e stim ul ar o aprofu ndame nt o de um de ter min ado assunto. de resultados de estudos ou pesquisas cient íficas. o professor pode solicitar ao aluno a elaboração de um posicionamento pessoal com o for ma de av aliar a aprendizagem individual.. como os artigos científicos. pode ser articulado a outras estratégias de ensino utilizadas na disciplina: após a realização de seminários. podendo considerar. 4. E m algu ns casos. o autor desenvolve análises e argumentações. promover o debate em torno de um assunto. pois requer que este expresse sua interpretação e compreensão do assunto apresentado. artigos especializados ou de informação geral. com base na análise de pontos e contrapontos de diferentes autores ou obras estudadas pelos alunos. POSITION PAPER OU POSICIONAMENTO PESSOAL 4. 25 .1 Conceito O paper.

3 Procedimentos Para a elaboração do p ap er é pr eciso considerar critérios relacionados ao conteúdo e à forma. a part ir dos qu ais será desenvolvido o paper. f il mes.A linguagem utilizada obedece a norma culta? . d) sí nt ese con cl usi va.A análise das idéias é coerente/consistente? . Além disso. o pa per deve apresentar em sua estrutura. artigos. Isso significa que o texto é redigido sem divisões em subtítulos. tais como: textos.O assunto/tema em discussão é analisado com profundidade? . como todo t rabalh o acadêmico.4 Avaliação Para avaliar um trabalho do tipo paper podese buscar respostas para questões como: .Leitura: exploração e leitura de materiais relacionados ao tema. lev an tan do argum en tos. b) destaque dos pontos mais r elev ant es. segue os padrões descr itos no t ópico 5 da Part e II dest e docu men to r ef eren te às norm as de apresent ação de trabalhos cient íficos e acadêmicos. As referências utilizadas no trabalho devem ser apresentadas separadamente.as principais idéias dos autores que serviram de base para o paper (quando for o caso) são apresentadas no texto? . a análise do assunto e as conclusões do seu autor. as etapas de introdução.As conclusões são apresentadas de forma clara e objetiva? .As críticas e os argumentos apresentados são fundamentados ou justificados de modo consistente? . 4.26.. registros ou anotações de palestras.. Como todo trabalho acadêmico. pode (ou mesmo deve) conter citações diretas e/ou indiretas que sustentem os argumentos do autor em relação ao tema em discussão. de forma articulada.cien tí fi cos são respeitadas? . o encadeamento entre as idéias iniciais. re met en do aos propósitos expressos na apresentação. exemplos ilustrativos e mencionando idéias comuns ou contrárias de outros autores. A apresentação gráfica do paper. c) discu ssão dos pon tos r elev ant es. Os aspectos a serem considerados quanto ao conteúdo abrangem: .Há lógica na organização geral do texto? . . sistematizando-se determinadas etapas. deixando-se claro.As normas técnicas de apresentação de t rabalh os acadêmi co.. 4.Planejamento do pa per: compreende a elaboração de um roteiro ou esquema com as prin cipai s i déias ref ere nt es a: a) apresentação do assunto e propósitos do p ap er . ao final do texto. desenvolvimento e conclusão. et c. entretanto.

No contexto da formação acadêmica.aprofundar discussões sobre assuntos já estudados e que pressupõem o alcance de novos resultados. difere de trabalhos científicos. experimental ou de campo). como monografias. . discute e divulga idéias.1 Conceito O artigo científico consiste em um texto que apresenta. Além desses objetivos. p. o artigo científico pode abordar conceitos. Por sua reduzida dimensão e conteúdo.discutir aspectos de assuntos ainda pouco estudados ou não estudados (inovadores). ou nela se baseiem. dissertações ou teses. . Isso permite que outros pesquisadores.aprofundar ou dar continuidade à análise dos resultados de pesquisas. o artigo é produzido para divulgar resultados de pesquisas científicas. o aluno inicia uma aproximação aos conceitos e à l ingu agem cien tífica qu e necessitará desenvolver no momento da elaboração do trabalho de conclu são de curso.. o artigo científico tende a ser usado como estratégia de en sin o para o desenv olvi men to da capacidade de síntese das experiências de pesquisa realizadas pelo aluno. teorias ou mesmo hi pót eses de form a a di scut i. ou repitam a experiência – confirmando ou não seus resultados –. 88): . Ao produzir o artigo. a partir de novos enfoques ou perspectivas. idéias. processos e resultados de pesquisa cien tí fi ca (bi bl iográfi ca. embora sucinta. 5.resgatar ou refutar resultados controversos ou que caracterizaram erros em processos de pesqu isa.los ou pormenorizar aspectos. . possibilita ao leitor avaliar a pesquisa realizada. docu men tal. O artigo científico. métodos e técnicas. buscando a r esolu ção satisfatória ou a explicação à controvérsia gerada. ao apresentar de forma completa.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 5 ARTIGO CIENTÍFICO 5. . os propósitos..2 Propósitos De um modo geral. os procedi me nt os de u ma pesqui sa. Sua publicação em periódicos especializados é uma forma de divulgação do conhecimento produzido no meio científico e acadêmico. .estudar temáticas clássicas sob enfoques contemporâneos. ampliando as discussões e o conhecimento sobre o assunto e inspirando novas pesquisas. de acordo com Marconi e Lakatos (2001. 27 . a metodologia empregada por seu autor e os resultados obtidos. esse tipo de trabalho também pode ser elaborado com os seguintes propósitos. Entretanto.

desenvolvimento e conclusão.. Quando o artigo se refere à comunicação de resultados de pesquisa. é necessário observar os propósitos do trabalho a ser elaborado (vide item 5. a justificativa do trabalho e suas limitações. seguidos da indicação das partes principais do tema e suas subdivisões e. A elaboração de artigos estimula. independente de ter propósitos distintos. comparando-se com outros estudos já realizados. resul tados (apre se ntação e avaliação dos dados encontrados. fatos ou outros estudos. conceitos. uma síntese da metodologia utilizada na pesquisa. O texto contém a exposição e a explicação das idéias e do mat erial pesqui sado e pode ser subdividido da seguinte forma: referenciais teóricos da pesqu isa (apresen tação de con cei tos si st emat izados com base na lit eratu ra). o artigo científico deve apresentar a estrutura básica que caracteriza todos os tipos de trabalhos científicos ou acadêmicos: introdução. para sistematizar a comunicação a ser feita. que se constitui como dedução lógica do estudo. . em primeiro lugar. deve ser estruturado da forma a seguir descrita. p.102). por fim. discussão e análise (confronto entre os resultados obtidos na pesquisa e o conteúdo abordado nos referenciais teóricos). podendose utilizar tabelas e ilustrações). 5.se os seu s re sul tados. . a elaboração deste plano é útil. A introdução apresenta o assunto do artigo – tema da pesquisa – e seus objetivos.sistematize um roteiro básico das idéias.. registros de observações ou evidências factuais. é preciso que o autor: . são apresentados os dados do estudo. Todavia. fazer comparações. De acordo com Leal (2001. evitando que o autor se perca durante a elaboração. a análise e a crítica de conteúdos teóricos e de idéias de diferentes autores. técn icas e equi pam ent os uti lizados). ainda. e descrição dos métodos. Por out ro l ado. teorias. porém de forma breve e sintética. destacando os aspectos a serem enfatizados no trabalho. se for o caso. de fichamentos. relacionando-os aos objetivos propostos na introdução. No tópico das considerações finais.2). contribuindo para que o aluno aprenda a sintetizar conceitos. Já no caso do artigo constituir-se como uma produção ou comunicação escrita sobre idéias. formular críticas sobre um determinado tema à luz de pressupostos t eór icos ou de evidências empíricas já sistematizadas. explicando e avaliando os resultados. Podem ser incluídas sugestões ou recomendações para outras pesquisas.3 Procedimentos quanto à elaboração Em termos de procedimentos para a escrita de um artigo científico. No desenvolvimento (corpo do artigo). mater iais. dest acam.28.reún a as inf ormações e conhecimentos necessários por meio de leituras (textos e documentos). aspe ct os me todológicos (caracterização da pesquisa e da população. iniciando com a apresentação geral do assunto e dos propósitos do artigo.

motivando para a leitura.ao apresentar o artigo – na introdução –. expressões coloquiais e que contenham juízos de valor ou adjetiv os desn ecessários.no desenvolvimento do artigo. p. correse o risco de comprometer a aprovação do artigo. 2001. Devem ser evitadas as gírias. caso isso não aconteça. Também é preciso evitar explicações repetitiv as ou supérfluas. ao mesmo tempo em que se deve cuidar para que o texto não seja compacto em demasia. o e xce sso de subdivisões. mencionar eventuais implicações ou efeitos a partir do conteúdo apresentado. destacando sua importância teórica ou prática. é conveniente que o autor contextualize o tema. de forma adequada. a forma como o artigo está organizado.” (LEAL. .. sugerindo a continuidade das discussões a respeito. . coerência e estrita observân cia das regras da norm a cu lta. as expectativas em relação a ele.4 Procedimentos quanto à forma de apresentação A apresentação do artigo científico para publicação científica impressa deve seguir as orientações da NBR 6022:2003. precisão. relacionando-as com os objetivos previamente estabelecidos. . ao conteúdo desenvolvido. além de descre ver os objet ivos e os fundamentos que orientam o trabalho.na conclusão. para uma maior clareza e compreensão por parte do leitor. 5. convém observar também os critérios e modelos estabelecidos por seus organizadores e/ou editores. Caso se trate de artigo a ser apresentado em eventos (congressos. 2001. É pre ci so ev it ar.106).). o autor apresenta uma síntese das principais idéias trabalhadas no corpo do artigo.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ também auxilia como recurso pedagógico para reflexão e organização lógica das idéias a serem abordadas. Vale ressaltar que as divisões. É n ecessário qu e as referidas partes e respectivas idéias estejam articuladas de forma lógica. subdivisões e títulos do artigo não garantem a sua consistência ou i mportância. O artigo científ ico deve ser redigido com objetividade. deve o autor dividir o tema em discussão. textuais e pós-textuais. 29 . A estrutu ra de artigos cien tíficos compreende elementos pré-textuais. . Ao f in al da int rodu ção dev e apresentar. cujos títulos devem ser curtos e adequados aos aspectos mais relevantes do conteúdo. p. se min ários. conferindo “ao con ju nt o a in di spensáv el u nidade e homogeneidade. et c. também. bem como os limites do artigo quanto à extensão e à profundidade (LEAL. pois. Pode.103). ainda. o que pode prejudicar a sua compreensão. porém . A definição do título do artigo deve corresponder..

Referências (obrigatório): elaboradas de acordo com a NBR 6023:2002 (vide seção 3 da Parte II deste documento). .4. diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos e na língua do texto. precedendo o resumo em língua estrangeira. assim como os endereços postal e eletrônico. .Nota(s) explicativa(s) (elemento opcional): caso existam. .Palavras-chave em língua estran geira (obri gatório): consist e n a versão das palavras-chave na língua do texto para a m esma lín gu a do re sum o em lí ngua estrangeira (vide seção 2 da Parte II deste documento). o currículo.Título e subtítulo (se houver) em língua estrangeira.Nome do(s) autor(es) acompanhado(s) por breve currículo qualificando-o(s) na área de conhecimento do artigo. . Segundo a NBR 6022:2003. 5. elaborado de acordo com a NBR 6028:2003 (seção 2 da Parte II deste documento). então. . .. . . o desenvolvimento e a conclusão. cuja apresentação também deve observar a NBR 6028:2003 (seção 2 da Parte II deste documento).4.2 Elementos textuais Os el ement os textu ais compreendem a introdução. onde também são colocados os agradecimentos do(s) autor(es) (caso sejam necessários) e a data de entrega dos originais.. diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos.Glossário (opcional): deve ser organizado em ordem alfabética. são apresentadas em relação única e consecutiva e numeradas com algarismos arábicos.3.Título e subtítulo (se houver) figuram na página de abertura do artigo.Resumo na língua do texto. . 5.30. após os elementos pós-textuais. ou.Palavras-chave na língua do texto.4. 5.Resumo em língua estrangeira (obrigatório): consiste na versão do resumo na língua do t ext o para idi om a de di vu lgação internacional (vide seção 2 da Parte II deste documento).3 Elementos pós-textuais . podem ser dispostos em rodapé indicado por asterisco na página de abertura (vide modelo do Apêndice E).1 Elementos pré-textuais . já detalhados na seção 5.

Estrutura organizacional da Empresa Alfa). 2000).ausên cia de salt os de raci ocí nio na 1 American Management Review (periódico americano que apresenta diretrizes básicas para revisão de artigo s científicos).. siglas.: ANEXO B .. muito embora nada impeça que o professor os solicite em etapas anteriores. conforme a NBR 6024:2003 (vide seção 5.clareza na apresentação dos objetivos. Observação: na Parte II deste documento. organização. são identificados por let ras maiúsculas consecut ivas.clareza na especificação das unidades de análise (como por exemplo: indivídu o. equações e f órmulas. . o lei tor encon trará ori ent açõe s sobre elaboração/emprego de citações (seção 1).Anexo(s) (opcional): texto ou documento não elaborado pelo autor do trabalho.demonstração de conhecimento suficiente sobre o assunto.referencial teórico claramente identificado.apresentação de suposições (hipóteses) su ste nt adas em t eori as e cr enças consideradas verdadeiras a part ir do paradi gm a do qual se ori gi nam. sociedade).coerên cia en tre as in formações e no encadeamento do raciocínio lógico. os artigos científicos são elaborados por alunos que se encontram em fase final do curso de graduação. 5.Apêndice(s) (opcional): texto ou documento elaborado pelo autor. justificativa e importância do artigo. ilustrações e tabelas (seção 5).: APÊNDICE A . coerente e adequado aos propósitos do artigo. complementar ao seu trabalho. .4. Normalmente.4 Indicativo dos tópicos (seções) do artigo científico Os títulos das partes ou seções que dividem o texto de um artigo cient ífico devem ser alin hados à esqu erda. 2001. 31 .4 da Parte II deste documento). que complementa. 1999. decorrentes dos objetivos propostos pelo professor. adequando-o às possibilidades e recursos já desenvolvidos por seus alunos. . seguidas de trav essão e respectiv o t ítu lo (Ex. seguidas de travessão e respectivo título (Ex.Questionário). FEITOSA.ausência de dispersão ou de redundância das informações/conteúdos. tais como: a) Quanto ao conteúdo: . .5 Avaliação O artigo científico pode ser avaliado segundo inúmeros critérios.identificação dos limites do artigo (definição do foco do artigo e dos aspectos que não serão abordados). então. comprova ou ilustra seu con teúdo. . as suposições devem ser claras e justificadas. . precedi dos por numeração progressiva. . Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas. podem ser descritos vários critérios (AMR1 . 5. . . . Para a avaliação de artigos científicos.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . SEVERINO.

.uso/seleção de literatura pertinente à análise. . .coerência e padronização dos termos técnicos.elaboração de análise e síntese diante de concei tos teór icos sem elh an te s e/ ou divergentes.ori gin ali dade e i novação do assun to abordado. . com a corr eta r elação com os f atos analisados.uso adequado de exemplos complementares para clarificar o significado do texto. .post u ra ét ica n o tr at o do t em a e desenvolvimento da análise (imparcialidade e equilíbrio).. . -\ ar ticu lação e nt re su gestõe s ou r ecomen dações e as di scu ssões apresentadas no texto. .. do t ext o . .linguagem acessível. .elementos de transição entre parágrafos adequ ados ao sentido e à lógica dos conteúdos. . b) Quanto à forma: . un idade e art icu lação (encadeamento lógico). precisão e coerência na escrita do texto. . passagem de um parágrafo para outro. .observância das normas de apresentação de um artigo.demonstração de argumentos ou provas suficientes para apoiar as conclusões.atendimento aos objetivos propostos. .observância das regras da norma culta. ou de um conceito para outro.adequação do título ao conteúdo. sem duplo sentido. . .afirmativas unívocas.objetividade.uso fiel das fontes mencionadas no artigo. .u so corret o de ci tações devidam ente referenciadas. .32.resumo claro e informativo.

em diversas disciplinas. Em Michaelis (1998. 33 .1808) encontram-se as seguintes: 1 Exposição. acompanhado dos argume nto s que militam a favor ou contra a sua adoção. exper imen tos ou testes de laboratório.] 6 Qualquer exposição pormenorizada de circunstâncias. pois os termos minuciosa e circunstanciada são usados para qualificar a descrição. de uma prática ou de um conjunto de práticas. descrição ou exposição de um evento qualquer (algo que ocorreu e foi obse rvado.. s obre a s eqüê ncia d e um acontecimento qualquer. 6. al go qu e f oi realizado). em pelo menos uma das definições.. o qual. . esse t ipo de tr abal ho acadêmico por vezes tem sua elaboração negligenciada. até mesmo de um objeto. com vistas a um conjunto bastante v ariado de propósitos pedagógicos. O relat ório de que se trata aqu i é uma modalidade de trabalho escrito que não se confunde com o relatório de pesquisa – esse destinado exclusivamente à comunicação dos resultados de uma pesquisa científica –. 4 Parece r ou exposição de um voto ou apreciação. 2 De scrição minuciosa e circunstanciada dos fatos ocorridos na gerência de administração pública ou de sociedade. n ão é abordado n este documento. ordinariamente por e scrito . de menor importância. relação. são complementadas ou concluídas pelo relato de sua realização. após terem sido desenvolvidas. [.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 6 RELATÓRIO Incluiu -se o rel atório en tre os t ipos de trabalhos acadêmico-científicos por ser uma modalidade de trabalho escrito solicitada com alguma regularidade ao aluno de graduação. fatos ou objetos [. aplicação de uma determinada técnica. etc. viagens de estudo. observação de eventos. uma narração. Embora seja utilizado com fr eqü ência. ou mesmo por não serem muito difundidas orientações para sua elaboração.. na sua organização ou apresentação. p. geralmente relacionados a atividades práticas – visitas. talvez por ser con siderado um t rabalho “ pequen o” ou “rápido”.] Relatório é. realização de uma intervenção ou procedimento especializado.... 3 Exposição por escrito sobre as circunstâncias em que está re digido um docume nto ou proje to. então. embora seja um dos principais trabalhos acadêmico-científicos comumente realizados n a un iversidade. Vale sali en tar o det alham ent o com o u ma característica do relatório. seja no seu conteúdo.1 Conceito A compreensão do que é um relatório pode começar pelo exame das definições que os léxicos of erecem . – as quais.

2 Propósitos Rel at ór ios podem te r os m ais di versos propósitos: descrever ampla variedade de atividades realizadas. tais como. por exemplo. etc. .. pois como profissional certamente será solicitado a fazê-lo. as autoras classificam os relatórios quanto à estrutura e à função. etc. viagens. Quanto à estrutura (partes componentes).34. desde o relatório formal – formal aquele que segue todas as normas de um trabalho técnico. vistorias. Dessa forma. em campo. cuja síntese. o relatório de uma Secretaria de Estado – até o relatório informal que trata informal. é preciso também sermos capazes de fazer com que outras pessoas entendam o que estamos f azendo. verificações. p.168193) apresent am uma ú til t ipologia de relatório. tratam de assunto de certa complexidade e apresentam conclusões ou recomendações fundamentadas em dados. visitas. a elaborá-los. p. LAKATOS. of erecer informações e análises sobre empresas. de um único assunto. a preocupação maior deve estar voltada para a eficiência da comunicação. têm poucas páginas (às vezes uma única) e uma apresentação breve. em diferentes situações. O obje tivo é comunicar ao leitor a experiência acumulada pelo autor (ou pelo grupo) na realização do trabalho e os resultados obtidos.20) aconselha: “ Não bast a term os u ma boa idéia ou executarmos um bom trabalho. entre esses dois extremos estariam os emi-informais. um documento através do qual um profissional ou acadêmico faz o relato de sua própria atividade ou do gr upo ao qu al perte nce. 6. que já requerem uma apresentação técnica. Barrass (1986. 1999. durante a sua formação. medições. observações de campo. inspeções. produtos ou tecnologias. Inicialmente.3 Tipos de relatórios Flôres.. elaborada segundo os propósitos deste documento. Olímpio e Cancelier (1992. ou ainda descrever atividades realizadas em laboratório. porqu e o fazemos e com que resultados”. procedimentos técnicos. trata de assunto complexo e se destina a grandes audiências. de uma obr a ou sobre as ativ idade s de u ma administração. na elaboração de um relatório. é importante que o acadêmico aprenda. auditorias.. 2000). informar sobre o andamento de um projeto. sobre áreas promissoras do mercado e tecnologias emergentes. A esse respeito. expor conhecimentos aprofu ndados sobre uma determinada instituição. por conseguinte. mercados. Considerando o largo uso de relatórios nos diversos campos de atividades profissionais. 6. avaliações. qualquer que seja seu tipo. SEVERINO. podem apre sent ar difer ent es n ívei s de formalidade. apresenta-se a seguir. relatórios s emi-informais de alguma relatórios semi-informa is extensão (5 a 15 páginas ou pouco mais). tem forma de apresentação rigorosa. O relatório é. (MARCONI. como.

de v isit a e os relat órios administrativos. em decorrência de seus objetivos e destinação. . Subdividem-se em: . nível de complexidade e aprofundamento do conteúdo.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Quanto à função.o que deve ser relatado? Da resposta a esta pergun ta resu lt a u m rot eiro ou esquema do conteúdo do relatório. 6. . da Parte II deste documento. A seguir apresentam-se dois roteiros possíveis para o corpo do relatório com a ressalva relatório.4 Procedimentos A estrutura e a organização de um relatório serão variáveis assim como são variáveis os tipos de relatórios. são pouco extensos e.por que deve ser relatado? Esta pergunta au xil ia a de ci dir se o re latóri o ser á informativo ou analítico e a esclarecer aspect os rel at iv os à abordagem e t ratame nt o das i nf orm ações e/ ou con clusões e recomendações a serem apresentadas. para isso são úteis três perguntas: . pode ser periódico (mensal. etc. pelo início e término de uma determinada ação ou projeto. demarcado. . se for o caso.para quem deve ser relatado? Esta pergunta pode ajudar a decidir quanto ao tipo de relatório (formal.Aprese nta çã o g ráfica d e trabalhos acadêmico-científicos. de que a estrutura dos relatórios formais (e..relatório informativo de posição ou de ou de relatório informativo de ou status: status descreve ocorrências ou fatos relativos a um determinado momento. por exemplo. . dos semi-informais) obedecerá às orientações constantes do t ópico 4 Estrutura de trabalhos acadêmico-científicos e sua apresentação gráfica obedecerá.relatório informativo de progresso trata informativo de progresso: progresso do andamento de uma atividade ou ação. Os relatórios informativ os transmitem relatórios informativos in f or mações sem an al isá-l as ou f azer recomen dações.. anual) ou abranger um período de tempo maior. semestral. inf ormais ou semi -in form ais. 35 .: relatório sobre a situação dos estoques de uma empresa). 1º Roteiro A – Elementos pré-textuais (conforme tópico 4 da Parte II) . estilo da redação. portant o.relatório informativo narrativo faz o relatório relatório informativo narrativo: registro de ocorrências ou eventos. A elaboração de um relatório se inicia por uma reflexão sobre sua finalidade. Os relatórios analíticos são aqueles cujo analíticos propósito consiste em an alisar f atos ou inf orm açõe s e apresent ar conclusões e recomendações como dedução da análise realizada. nessa modalidade encontram-se os relatórios de v iagem. as normas contidas no t ópico 5 .. ou em data previamente estabelecida (ex. seja qual for o tipo de relatório. informal ou semi-informal). os relatórios podem ser informativos e analíticos.

o estilo simples. 2 Finalidade da atividade 3 Descrição da atividade 4 Conclusões/recomendações 5 Assinatura do(s) autor(es) C – Elementos pós-textuais Referências (caso existam) Apêndices / Anexos Qu an do se t rat ar de u m rel at ório de experiências realizadas em laborat órios. 2° Roteiro 1 Dados de identificação 2 Descrição do problema 3 Aparelhagem ou equipamento 4 Procedimento(s) 5 Resultado dos testes 6 Análise dos resultados 7 Conclusões Referências Apêndices / Anexos É importante lembrar que o roteiro do relatório deve ser adaptado às necessidades da disciplina ou aos propósitos da atividade realizada.36. aparel hos ou si stem as. B – Elementos textuais: 1 Dados de identificação . pela correção da linguagem. Os roteiros aqui apresentados acima são sugestões para que o professor possa. detalhes desnecessários. sendo o sumário dispensável. preciso e objetivo. a partir dessas idéias. criar o modelo de relatóri o que mel hor con tem ple as necessidades de formação do seu aluno. adjetivação excessiva. conforme a extensão do relatório. marcado pelo uso de termos técnicos adequados. basta a folha de rosto. sugere-se a estrutura a seguir. os elementos prétextuais poderão ser limitados ao mínimo indispensável: se o relatório tiver 2 ou 3 páginas. pela ausência de períodos longos.o quê: identifica a atividade realizada. construção/teste ou verificação de máquinas. além da folha de rosto. A melhor maneira de relatar a seqüência de desenvolvimento de uma atividade é cuidar para que a exposição seja clara. com maior número de páginas.. Nota-se que. . deve conter um sumário.quando e onde: identificam o local e a data em que a atividade relatada foi realizada. qu e pode se r caracterizado como um relatório do tipo informal ou semi -inf orm al. ..

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 6. são apresentadas de maneira uniforme.As regras de apresentação (citações. etc.As t abel as e f iguras.. que tanto pode ser usada pelo acadêmico para verificar se seu trabalho está bem feito.O título do relatório diz explicitamente do que ele trata? . como pode ser um roteiro adequado para que este avalie os relatórios elaborados por seus alunos. notas e referências.O relatório se limita ao essencial.É escrito em um estilo simples e preciso? .5 Avaliação Para assegurar que nada tenha sido esquecido na versão final do relatório.) são aplicadas de forma metódica e homogênea? .. .O leitor encontra nele todas as informações e referências de que precisa para assegurarse da boa condução da testagem ou da atividade realizada? . 37 . afastando o supérfluo ou não-pertinente? .O plano do relatório permite conduzir o leitor por meio de uma demonstração eficaz. e seu sumário reflete isso? . antes de entregá-lo ao professor. Laville e Dionne (1999) sugerem a seguinte verificação. se hou ver. com seus títulos e legendas? .

.38. ..

os resu ltados qu e espera alcançar. de caráter avaliativo – autoavaliativo – um pouco confessional. precisarão. ou se habilitar a promoções na empresa ou instituição a cujos quadros pertençam. Apresenta. ou ai nda para f in s de concorr er a u ma premiação. as perspect ivas futu ras que o autor tem planejado quanto ao seu percurso profissional – um plano de trabalho –. o memorial é uma autobiografia em que se articulam os dados do curric ulum vita e. 39 . Parte de uma reflexão introspectiva. pelo desejo de oferecer ori ent ações sobr e sua elaboração aos acadêmicos. complemen tar mente. o relato destaca os trabalhos de pesquisa. bem como realizações pessoais dignas de permanecerem na memória da sociedade ou da instituição a que pertence. conforme as circunstâncias. uma vez formados.. elaborar e apresentar o registro analítico de sua formação e trajetória profissional. as motivações e as escolhas que o lev aram a construir um a det ermin ada história profissional. Nesse sentido. m inu cioso e analí tico das at iv idades profissionais desenvolvidas pelo autor – no caso daqu eles qu e se dedicam à v ida acadêmica. O memorial compreende a explicitação da intencionalidade do autor. con figurando um a narrativa histórica e reflexiva sobre a trajetória acadêmico-profissional do autor.. portanto. portanto. os quais. 7. É elaborado com base numa percepção qualitativa e significativ a do caminh o percorrido que caracteriza a história do autor. pode ser definido como um texto que relata eventos notáveis da trajetória do autor. o que não significa dizer que de sua elaboração esteja ausente a necessária dose de objetividade. O memorial tem sido uma exigência em determinados concursos para o magistério superior de diversas instituições universitárias. marca de todo trabalho acadêmico. e constitui um relato crítico. para concorrer a postos no mercado de trabalho. Consiste. o memorial tem o propósito de fornecer informações para o julgamento qualitativo do candidato. ret ratando a subjetividade. A decisão das Autoras deste documento de apresentar o memorial entre os tipos de trabalhos acadêmico-científicos foi motivada.2 Propósitos Quando elaborado para fins de concurso de ingresso ou de promoção na carreira. . principalment e. ainda.1 Conceito Para Severino (2000).UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 7 MEMORIAL 7. em um relato circu nstanciado. como também para o ingresso ou para o exame de qualificação de cursos de pósgraduação – notadamente os de doutorado – de muitas universidades. podendo esboçar. ensino e extensão realizados – bem como de sua vida profissional como um todo e das perspectivas que percebe ou planeja para a continuidade de seu trabalho no futuro.

simpósios. estágios de aperf eiçoamen to. cursos e atividades de extensão. o memorial pode con stitu ir uma v aliosa pr odu ção acadê mica como t rabalh o conclusivo de curso. situando os fatos e acontecimentos no contexto sóciocultural mais amplo. além de servir a tais finalidades. A característica crítica do memorial conduz seu autor à avaliação dos resultados obtidos . prest ação de consultoria especializada. técnica ou artística.atividades de administração: participação em órgãos colegiados. comitês executivos.utilizam-se subdivisões com tópicos/títulos par a marcar as et apas da t rajet ória percorrida. caracterizando a história particular do autor. pelo seu caráter reflexivo. ... artísticocul tu rais e de pre stação de serv iços especializados: produção científica. científ icos ou t ecn ológicos no âmbito federal.atividades técnico-cient íficas. 7. seminários e outros eventos. particularmente quando este se destina a finalidades acadêmicas.re com enda. exe rcício de f un ções de direção.finaliza-se o memorial com a indicação dos rumos que o autor pretende assumir. É relevante na elaboração do memorial deixar claro.deve-se sintetizar a narrativa dos eventos menos marcantes e dar ênfase aos mais significativos a critério do autor e à luz das finalidades do próprio memorial. . Embora o memorial seja caracterizado como um relato reflexivo e avaliativo de um caminho percorrido pelo autor. coordenação e/ou assessoramento. -ensino: desempenho didático. . em quais condições for am obt idos os tí tu los da form ação acadêm ica.3 Procedimentos Para a elaboração do memorial é preciso considerar as seguintes sugestões: . resultados de pesquisas. especialização e atualização.40. t eses e pesqui sas de in iciação ci ent íf ica. analítico e crítico. é indispensável que esse relato contenha informações referentes a: .dev e-se adot ar a forma de u m relato cronológico. o que permite ao autor enfatizar o mérito de suas realizações. de forma a evidenciar sua articulação com a história pré-relatada. . participação em congressos. orientação de monografias. municipal ou privado.formação. estadual. estruturando dessa forma o memorial. dissertações.se qu e o me mori al se ja elaborado na primeira pessoa do singular. as circunstân cias t eóricas e sociais que predominaram no momento da execução do projeto de dissertação ou tese. . . participação em ban cas e xamin adoras. É com vistas a atender a esse duplo propósito que as orientações a seguir foram elaboradas. No entanto. tanto em sua formação como em sua profissão. analítico e autocrítico. aperfeiçoamento e atualização: cursos. ou para destacar os aspectos ou fatos mais significativos.

econômicos e/ou sociais? . a trajetória real que foi seguida (. o memorial pode se destacar.O autor descreve sua trajetória de modo aprofu ndado. 41 . lembrando que tanto a falsa modéstia como o excessivo elogio comprometem a qualidade do memorial. Por fim. Além dos aspectos referentes ao conteúdo que já foram apontados. pois ele é a justificativa documental do seu desempenho profissional e acadêmico. principalmente. nota-se ainda uma certa confusão entre memorial e curriculum vitae. A avaliação deve ser feita em cada etapa do relato.O relato destaca os aspectos mais relevantes da t rajet ór ia do aut or? A r elev ân ci a atribuída a esses aspectos é justificada/ fundamentada? .. Por outro lado.34): Alguns memoriais vão muito além da simples apresentação das habilitações pessoais e profissionais do candidato. atraente. um projeto gráfico de bom gost o. encadernação sóbria. convém salientar que..O conjunto das informações sobre o autor e sua apreciação crítica oferecem elementos suf icientes para a apreciação de sua trajetória? . apresentado de forma crítica. cont extu alizando-a e m relação a aspectos teóricos. a parti r da qu al elabora u m rel ato contextualizado. Enquanto este consiste em um conjunto de informações sobre as habilitações do autor. apesar de sua crescente utilização. A boa organização de um mem ori al é essencial para o julgamento das atividades do autor. como observa França (1999. políticos.176). . atribuindo diferentes pesos aos distintos eventos do passado. p. abrangendo sua formação e atuação profissional. com maior segurança possível. p. expressando as contribuições e perdas de cada momento. o autor precisa se mant er at en to par a o t om do rel ato. pelo esmero na redação do texto. 2000.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ em sua trajetória profissional e acadêmica. o qu e requer. o memorial é um relato da trajetória de uma pessoa. 7.O t exto evidencia o equilíbrio entre o adequado destaque aos êxitos obtidos e a menção aos eventuais insucessos? . quant o aos seus aspectos físicos. No entanto. que reflita as condições e situações em que se desenrolou sua história profissional. Relatada com autenticidade e criticamente assumida. que deve se destacar por uma auto-avaliação equilibrada.. etc. O autor precisa estar atento para retratar. com textos tão ricamente elaborados que os trans formam em verdadeiras o bras literárias.). um a im pressão cu idadosa.. como também auxiliar o próprio autor do memorial na avaliação do seu relato. (SEVERINO. com fidelidade e tranqüilidade. deve-se cuidar que o memorial tenha uma apresentação esmerada.4 Avaliação A seguir relaciona-se uma série de perguntas que poderão orientar o professor na avaliação do memorial (caso este tenha sido solicitado aos alunos como trabalho acadêmico). nossa história de vida é nossa melhor referência. apresentado de f orma seqü encial e sem comentários.

relacionando-as com a trajetória pregressa? ..42.Apresenta adequadamente as perspectivas futuras para sua atuação.A linguagem utilizada respeita a norma culta? .As normas técnicas de apresentação de trabalhos acadêm ico-científ icos foram observadas? . .O con teú do ev idencia um a ref lexão criteriosa realizada pelo autor sobre sua trajetória? .Os elementos de transição entre parágrafos são adequados ao sentido e à lógica do conteúdo? .A redação do texto é precisa e coerente? .A narrativa é feita na primeira pessoa do singular? .A organização do texto obedece tanto a seqüência cronológica dos eventos como o e ncade am en to lógico de fatos e argumentos? ..

.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Parte 2 Orientações e normas para apresentação de trabalhos acadêmico-científicos . 43 ..

.44. ..

Recomendase o uso no corpo do texto (sistema autordat a). in diret as ou citação de cit ação. Em trabalhos técnico-científicos exige-se rigor na apli cação das praxes de cit ação.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1 CITAÇÕES São as descrições ou menções (conteúdos ou informações) contidas em um texto extraídas de um a ou tra fonte. observa que a citação não pode ser uma “manifestação de preguiça” de quem está elaborando uma dissertação ou uma tese.121) considera difícil determinar “[. etc. Em todo o caso.” (LAVILLE. fazendo. inspirandose nelas. estão sendo expostas. deve ser seguido em todo o trabalho. São utilizadas para sustentar. exemplos e modelos.. teórica e empiricamente. ne las encontrando ilustrações. 45 . nos quais é permitida uma apresentação mais livre. com o propósito de esclarecer ou complementar as idéias que 1. DIONNE.se a correlação com a lista de referências (sistema autor-data) ou notas de rodapé (sistema numérico). “De fato. Citações em Documentos. Para ident ificação de f on te da citação apresenta-se o nome do autor. Usam-se citações quando se transcrevem trechos de alguma obr a ou se util izam informações já publicadas. As citações podem ser diretas.1 Regras gerais para citação As informações sobre a obra mencionada podem aparecer no corpo do texto ou em nota de rodapé (sistema numérico). as citações tanto podem ser usadas com o objetivo de reforçar argum entos com o para expor posições cont rárias àqu el as qu e est ão sendo defendidas. 259). Pode-se afirmar que todo trabalho acadêmico ou t écnico de caráter cient ífico sem pre apresenta citações. p. nelas buscando apoio para seus pontos de vista.. Depende do tipo de tese”. p. mesmo Umberto Eco (1988. 1999. diferentemente de textos literários. é da própria natureza da pesquisa situar-se em relação a outras. significado de expressões típicas. deixan do para o rodapé out ras informações. su a elaboração deve seguir as orientações da norma NBR 10520:2002 – Informação e Documentação. Importante! Qualquer que seja o sistema adotado.] se se deve citar com profusão ou com parcimônia.. seguido pela data de publicação da obra e número da página. . tais como: esclarecimentos pontuais do t exto. Quanto à quantidade de citações a serem usadas em um trabalho. o trabalho apresentado. Apresentação.. da ABNT. t radução de palavras estrangeiras. Assim. que deixa para os outros a apresentação de idéias ou de informações.

1 Citação direta.2 Tipos de citação 1. como nos exemplos seguintes: Ao escolher e delimitar o tema de pesquisa o mestrando deve ter presente que “quanto mais se restringe o campo. Vale ressaltar.10). que o uso do ponto final após as citações deve atender às regras gramaticais. no segundo exemplo. a indicação da página é obrigatória para citação direta. 1988. As citações diretas longas (aquelas com mais de três linhas) devem constituir um parágrafo independente. melhor e com mais segurança se trabalha.. o nome do autor – deve ser grafado com letras maiúsculas. sem emprego de aspas. a entrada – no caso. 1: de acordo com a NBR 10520:2002. 1. 2: no primeiro exemplo.10): “quanto mais se restringe o campo. melhor e com mais segurança se trabalha. fonte e espaçamento interlinear menores.” Obs. Obs. como nos exemplos que seguem: . também.2. o nome do autor faz parte da frase. ou Ao escolher e delimitar o tema de pesquisa o mestrando deve atentar para o que diz Eco (1988. p. Quando se trata de citações curtas (até três linhas).” (ECO.. com recuo de 4cm da margem esquerda. textual ou literal É aquela em que se reproduz no texto a idéia original da obra que está sendo consultada.46. sendo grafado com maiúscula e minúsculas (NBR 10520:2002). são inseridas no texto. p.

portanto) utilizando-se de pal av ras própri as. p. Pode ter sido sugerido pela entidade responsável pela parte financeira. as idéias de um autor sem recorrer à citação direta... ‘encomendado’. que é reconhecido como [. Uma tese deve revelar o domínio dos conceitos utilizados e um certo conhecimento da literatura técnica. conforme a NBR 10520:2002.. p. distribuindo a verba de que dispõe entre os que apresentam os melhores projetos. o “trabalho da citação [.2 Citação indireta: paráfrase e condensação Consiste em se reproduzir o pensamento do autor (idéias alheias. .. desde que não interfira no desenrolar da pesquisa. de modo reduzido ou abreviado. A paráfrase é a forma de citação indireta que. segu ndo Compagnon (1996. portanto. de desafios encontrados na leitura de outros trabalhos ou da própria teoria. determinados por uma entidade que se dispõe a financiar pesquisas e que promove uma concorrência entre pesquisadores. É geralm en te empregada quando se pretende apresentar. caracteri zando-se pela substit ui ção de algumas de suas palavras ou expressões. se ‘encaixar` em temas muito amplos.. ou seja.. processo que exi ge sua interpretação para reconstrução de um novo texto. restaura-se total ou parcialmente o t exto font e. Nas citações in diret as. Como se trata de idéias alheias.. (CASTRO. Dentre elas. mas colocado no seu contexto. destaca-se a identificação do tema a ser estudado.] o assunto que se deseja provar ou desenvolver.102) apresentam algumas orientações relativas à elaboração do projeto de pesquisa. Pode surgir de uma dificuldade prática enfrentada pelo coordenador. Todavia. a escrit a do t ext o origi nal. em tamanho e cont eúdo. 1978.34). normalmente. tem-se u m caso de plágio. o que não lhe tira o caráter científico.. não altera. O assunto não deve estar solto no espaço.]”. Nesse sentido. portan to. Ao parafrasear. o domínio dos conceitos se revela no seu uso ao longo da análise e não na infindável seqüência de definições de diferentes autores.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Marconi e Lakatos (2001. caso ela não seja feita. 47 .2. 319). a in di cação da(s) págin a(s) consultada(s) é opcional.] é uma produção de texto [. a referência à fonte é obrigatória pois. da sua curiosidade científica. p. 1.

DIONNE.85). É ela que serve para definir e guiar as operações posteriores. sem alterar o seu significado. já qu e. (LAVILLE. em que se faz uma síntese do texto que se quer citar. pois é ela que servirá de guia para as etapas posteriores (LAVILLE. . Citação indireta (paráfrase): Considera-se que a determinação e a explicitação do problema constituem operações decisivas no processo de pesquisa. DIONNE. DIONNE. Texto original: A fase de estabelecimento e de clarificação da problemática e do próprio problema é freqüentemente considerada como a fase crucial da pesquisa. Esta forma de uso de citação é interessante. uma vez que tenha sido bem planejada. 1999). (LAVILLE. 1999.48. como uma espécie de piloto automático. pois pressupõe maior articulação de leitura por parte do autor do trabalho. Citação indireta (condensação): A definição do problema de pesquisa é crucial no processo de pesquisa. p. 1999).. Isso porque é a partir da conscientização do problema e de suas implicações que o pesquisador será capaz de planejar e desenvolver adequadamente as etapas subseqüentes da pesquisa.. Um outro modo de escrever a citação indireta é a condensação. porém apresentando apenas as principais idéias do autor. para qu e con siga sintetizar as idéias do texto original. deverá dese nv olve r um a l eit ur a si gn if icativ a (compreensiva/ interpretativa).

p. Werner e Bower são os autores da idéia original a que não se teve acesso e Gil é o autor da obra consultada. 1994. Obs. Esta idéia. GEWANDSZNAJDER.: no exemplo acima. Nota: nas referências apenas o autor da obra consultada deve ser mencionado. Patton é o autor da idéia original a que não se teve acesso. por sua vez. Para Patton (1986 apud ALVES-MAZZOTTI.” 2 Por se tratar de palavra de outr a língua (latim). 1997.” (WERNER.31). . deve-se lembrar as palavras de Abramo (1979 apud TOMANIK. A indicação da f onte de uma citação de citação pode ser apresentada na form a textual ou após a descrição da idéia.: no exemplo acima.123): “a melhor maneira de se aprender a fazer pesquisa é fazê-la: nada substitu i a prática da realização. Quando se discutem métodos para o ensino da pesquisa. 2001. Para explicar que o autor da idéia original é citado por um outro citado autor/obra que se está consultando.]”.2. p. 49 ..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1. Obs.. e AlvesMazzotti e Gewandsznajder são os autores da obra consultada. mas de fazer brotar idéias.173) “a triangulação de métodos geralmente se refere à comparação de dados coletados por métodos qualitativos e quantitativos [. BOWER. 1987 apud GIL.. usa-se a expressão latina apud2 .3 Citação da citação Consiste na reprodução de informação já citada por outro autor. usa-se o itálic o. p.. “Educar não é uma arte de introduzir idéias na cabeça das pessoas. pode ser expressa como citação direta ou indireta.

.. usam-se também as reticências entre colchetes: Beaud (1997. Nesses casos. usam-se reticências entre colchetes: Sobre o emprego de citações. .45) faz um alerta para o mestrando levar a bom termo a f orm ulação da qu estão principal da pesqu isa. pois preferencialmente se deve consultar a obra ou documento original. Beaud (1997. só vale pelo lugar que ocupa. é obrigatório indicar a alteração feita. pela dinâmica que imprime à totalidade de seu raciocínio central. 125) aconselha: “[. 1997. ou ainda para adaptá-la às exigências da sintaxe do período ou da oração em que será inserida. A citação de citação. também chamada de segunda mão. b) Em citação com supressão de parte intermediária. muitas vezes determinados textos não estão acessíveis (o que não é o caso dos exemplos acima). por se tratar de obra rara ou. [. em que materiais irá se aprofundar. no entanto. igualmente.] é preciso fazer escolhas. 125).3 Alterações na citação Muitas vezes é necessário fazer alterações na citação.. citações longas demais. somente disponível em língua que se desconhece. p. triagens. seja para torná-la mais curta pela supressão de alguma parte que não interessa ao que se está expondo.. decidir sobre os eixos em que irá concentrar sua pesquisa. p.]” (BEAUD... que correm o risco de quebrar o ritmo de sua demonstração [. No entanto. seja para destacar algum de seus termos ou expressões. dev e ser usada de modo bastante restrito... 1. então. em que terrenos irá concentrar seus esforços.” “Evite. cru ci al para o bom desenvolvimento da pesquisa: E é preciso ler os livros mais importantes. é admissível o uso da citação da citação. p. como qualquer outro material. Em qualquer desses casos.50.] evite fazê-lo em excesso ou desorganizadamente: uma citação. tomando notas. a) Em citação com supressão de uma parte inicial ou final.

grifo nosso)... O que o verdadeiro pesquisador busca é o jogo criativo de aprender como pensar e olhar cientificamente. quando algo é acrescentado para esclarecer o leitor. 70). 2000. . de ou que faça parte da experiência profissional do estudante. deve-se indicar a autoria do mesmo: “O trabalho de pesquisa deve ser instigante. ou então. negrito ou itálico) de termos ou expressões. 1997. d) Quando são feitas adaptações na citação para adequá-la à sintaxe do período.” (GOLDENBERG. torna o trabalho experiência profissional de desenvolvimento monográfico muito mais interessante e eficiente. ou quando o destaque já faz parte da obra consultada.” (MARTINS. LINTZ. 1997. os acréscimos devem ser colocados entre colchetes: “Dois passos são necessários para o início da tarefa [de realizar um pesquisa]: a formulação do problema e a elaboração do projeto de pesquisa. grifo dos autores). “A escolha de um tema que esteja ligado à área de atuação profissional. p. mesmo que o objeto não pareça ser tão interessante.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ c) Na citação com destaque (grifo.” (GOLDENBERG.21. 51 . p.68. p.

and Descriptive. coletivo –quando um grupo de casos é estudado. 1997. apresentando as explicações disponíveis em nota de rodapé: No texto: A nova estrutura organizacional será implantada no próximo ano (informação verbal)1. 1997. Stake (1995) incluiu três outros: intrínseco – quando o pesquisador tem um interesse no caso. (TELLIS. explanatório e descritivo.1.52..quando o caso é usado para entender mais do que aquilo que é óbvio para o observador. entre parênteses: Yin (1993) has identified some specific types of cases studies: Exploratory. . Instrumental – when the case is used to understand more than what is obvious to the observer. No rodapé da página: Informação fornecida pelo Gerente de Desenvolvimento Organizacional da Empresa Época. em palestras e debates. após a chamada da citação deve-se incluir a expressão ‘tradução livre’. instrumental . p. Yin (1993) identificou alguns tipos específicos de estudos de caso: exploratório. (TELLIS..4 Normas complementares para citação a) Quando os dados a serem citados são obtidos por informação verbal. Collective – when a group of cases is studied. 1. 1 b) Quando a citação for um trecho traduzido pelo autor do trabalho. deve-se indicar a expressão ‘informação verbal’ entre parênteses. tradução nossa). Explanatory.1). p. Stake (1995) included three others: Intrinsic – when the researcher has an interest in the case. em 25 de julho de 2002.

1999.. em ordem alfabética. após apresentar a citação. YIN. em ordem alfabética. Quando não for este o caso. assinalando-o ao leitor e usando a expressão sic entre colchetes.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ c) Quando houver citações de diversos documentos de um mesmo autor. a referência deve ser exata e precisa. 1976.126) diz claramente: “Citar é como testemunhar num processo”. publicados em anos diferentes e mencionados simultaneamente. isto é.. Nesse sentido. 1974. bem como averiguável por todos. que se concorde com ela. . deve-se confrontá-la com o original para ev itar erros ou omi ssões.5 Considerações finais sobre as normas de citação A citação pressupõe que a idéia do autor citado seja compartilhada. o trecho citado deverá ser precedido ou seguido de alguma crítica ou contestação (ECO. após a data e sem espacejamento.1988). 1980) e) Quando houver citações indiretas de documentos diferentes de vários autores. RICHARDSON. 1972. esses são separados por ponto-e-vírgula. 1999b) d) Em caso de citações indiretas de vários documentos de um mesmo autor. Por isso. D ev e-se respeitar even tual erro do autor cit ado. SEVERINO. apresentam-se as datas separadas por vírgula: Chiavenato (1997. conforme a lista de referências. como nos exemplos: De acordo com Chiavenato (1999a) (CHIAVENATO. O autor e a fonte de todas as citações devem ser claramente reconhecíveis. mencionados simultaneamente. faz-se o acréscimo de letras minúsculas. p. Umberto Eco (1988. 2001. 2001) 1. publicados em um mesmo ano. 53 . 2001) (BUNGE. assim como as citações devem ser fiéis ao texto. 2000. 1999. LAKATOS. (MARCONI.

...54.

fórmulas. como: objetivos . de acordo com França (2000. equações e diagramas devem ser evitados. ressaltando de forma clara e sintética a natureza do trabalho. os resultados e as conclusões do documento... As palavras-chave são separadas entre si por ponto e finalizadas por ponto.] é a apresentação concisa e seletiva de um texto.chave : Narrativa. Também não cabem num resumo citações.para artigos de periódicos: de 100 a 250 palavras.. devendo incluir palavras represe ntativas do assunto. expressões como: ‘O presente trabalho trata de. Como a redação deve se caracterizar pela máxima concisão. seus resultados e conclusões mais importantes. dando-se preferência ao uso da terceira pessoa do singular e do verbo na voz ativa e evitando-se o uso de parágrafos. dissertações e outros) e relatórios técnicocientíficos: de 150 a 500 palavras. . essa norma define: . Resumo. [. Sobre a extensão do resumo. (FRA NÇA . 69). p. O uso de abreviaturas. 69). projetos de pesquisa e artigos destinados à publicação em revistas acadêmicas exigem a inclusão de um resumo de seu conteúdo.” Estabelece ainda que seja “composto de uma seqüência corrente de frases concisas. As palavras-chave devem figurar logo abaixo do resu mo. dissertações.. Leitura.para notas e comunicações breves: de 50 a 100 palavras. descobertas.ch ave.... 2000. Produção textual.para t rabal hos acadêm icos (t eses. a NBR 6028:2003 estabelece. respeitando a estrutura do original e reproduzindo apenas as informações mais significativas .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS Trabalhos acadêmico-científicos tais como teses. ‘O autor do trabalho descreve. críticas e julgamento pessoal do autor. 2000. p. concisa e objetiva. Quanto ao estilo da redação e conteúdo. comentários. Quanto à redação e estilo de resumos.: Palavras. Limita-se a um parágrafo. 69-70). diz: O resumo deve constituir-se num texto re digido de forma cursiva. valores numéricos e conclusões. 55 . símbolos. Ex . p. com o uma das condições exigíveis. o método..’ são supérfluas (FRANÇA. que o “resumo deve ressaltar o objetivo. . an tecedidas da expre ssão Palavras. a menos que sejam absolutamente necessários à compreensão do conteúdo. afirmativas e não de uma enumeração de tópicos”. seu valor e originalidade.’. técnicas de abordage m. .

deve ser apreendido. Vigotsky sobre o qual se estrutura a elaboração da teoria histórico-cultural do funcionamento mental superior. p. p.O./dez.69. Motsclés (francês). 3 JAPIASSU. conforme o caso. os seguintes cabeçalhos: Abst rac t ou S umm ary (inglê s).9. Dentre este cenário de tendências contraditórias.S. de acordo com a NBR 6022:2003. também. Res ume n (espan h ol ). 1999. 2. o desenvolvimento cultural do ser humano. Estudos Est udos E studos Av ançados A vançados. Expõe a teoria da reação estética e o conceito de catarsis vigotskyanos. o resumo (acompanhado das palavras-chave) na língua original faz parte dos elementos pré-textuais. A maioria dos periódicos acadêm icocientíficos exige. Contrariamente à visão idealizada de uma progressão linear de mercados regionais integrados para uma sociedade una e global. TC Cs e TGIs de cu rsos de graduação. H. n. v. Usam-se. de acordo com a NBR 14724:2005. Parole c hia vi (italiano). v.56. Sch lüsselwörter (al emão). Educação e Sociedade Sociedade. dissertações. Globalizaç ão: em direç ão a um mundo só? n. Zusa mmen fa ssun g (alem ão). 34-59. 4 RATTNER. Em artigos científicos..V A s artes e .1 Exemplos de resumos O artigo situa historicamente a produção e a publicação do estudo vigotskiano sobre a psicologia das artes. dez. As palavras-chave em língua estrangeira acompanham obrigatoriamente o resumo em língua estrangeira: Keywords (inglês). os resumos (acom pan hados das palavras-ch ave) na língua original e em língua estrangeira fazem parte dos elementos pré-textuais. embora conduzido pela economia. Palabras clave (espanhol). O resumo em língua estrangeira é digitado em folha separada (NBR 14724:2005).. aperfeiçoamento e/ou especialização). o trabalho procura analisar o papel dos principais atores – a ascensão de poderosas organizações que operam em escala transnacional e o Estado-nação cujo poder e influência estão definhando. resumo em pelo menos uma outra língu a.3 O processo de globalização. 19 95. Rés umé (fran cê s). 65-76 . R ia ssunt o (italiano). em suas dimensões políticas. além do resumo na língua do público a que este se destina. R. Identifica nele as origens do pensamento psicológico de L. a realidade apresenta uma fragmentação do espaço político com novas barreiras e mercados protegidos.4 . histórico-culturais e espaciaisecológicas. Em trabalhos acadêmicos (teses. set.25. enquanto que o resumo (e correspondentes palavras-chaves) em língua estrangeira deve ser colocado após o texto.20.

etc. jorn adas. documentos oficiais. consistem em obras como livros. As notas de rodapé ficam. Vale destacar qu e a adoção do primeiro sistema (alfabético) tem a vantagem de despoluir visualmente o rodapé da página. j ornais. 3. cd-rom. homepage.. as listas são apresentadas em ordem alfabética única. teses. ao fim de cada capítulo. destinadas às informações adicionais e não essenciais para a compreensão do texto.1 Localização das referências Os si stem as m ais ut ili zados par a apresentação das referências são o alfabético (or dem al fabét ica de en trada.. desta forma.se a ordem numérica crescente para apresentação das listas. capítulo ou artigo. As fontes das informações contidas em um texto são diversificadas..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS As referências de um trabalho acadêmicocien tífico consistem na list agem com as informações sobre todas as fontes/autores mencionados no texto.cit. relatórios técnicos e legislação. A ABNT estabelece que este sistema não pode ser usado concomitantemente para notas de rodapé ou explicativas. os trabalhos também podem apresentar informações cuja fonte são documentos eletrônicos (disquetes. 57 . dissertações ou monograf ias. Independentement e do tipo de fon te ou autoria mencionada no trabalho. as referências podem aparecer: em listas após o texto. Já em resumos e resenhas. publicações periódicas on line) ou eventos técnico. que também podem estar localizadas ao final do texto. da ABNT. ibidem (ou id. dentre outros. e-mail. as referências são apresentadas antecedendo tais textos. semin ár ios. Nestas situações. . Além disso. No primeiro caso.científicos como con gr essos. ibid. segu e. também chamado de ‘autor-data’ quando relacionado à citação) e o numérico (ordem de citação no texto). enciclopédias. No sistema numérico. manuais.) e op. art igos de publi cações cien tí fi cas ou especiali zadas (peri ódi cos). são obrigatórias nesse tipo de trabalho e sua elaboração deve seguir as orientações da NBR 6023:2002. antecedendo apêndices e anexos. dicionário. conforme a natureza do trabalho. eliminando as inúmeras referências completas e as expressões idem. é obrigatória a sua identificação na lista das referências. ao fim do artigo.

quando este for apresentado na referência (Pesquisa social: métodos e técnicas). pois neste caso o elemento de entrada é o próprio título. FISCHER. e depois do termo In:. de forma abreviada (Coord. Org. set. n. p. T. edição (7.). . usa-se vírgula: após o título da revista/periódico. para o título. que caract eriza fu nção na elaboração e/ou responsabilidade sobre a obra (BOSI.o colchete é usado para indicar os elementos de referência que não aparecem na obra referen ciada. As referências são alinhadas à margem esquerda do texto. é usado para separar os autores (FLEURY. R. .). -o ponto-e-vírgula. Ao negrito ser definido um tipo de destaque. t ambém deve ser un if orme em todas as ref erê ncias..as reticên cias são usadas para in dicar supressão de parte de títulos (Anais. João.os parênteses são usados para indicar série. conforme os modelos prescritos na norma (NBR 6023:2002). já destacado em letras maiúsculas na primeira palavra (com exclusão de artigos ou monossílabos). O título da obra ou do periódico é sempre grifado com destaque (itálico ou negrito). Por exemplo: ao optar pel a uti lização abre viada do prenome do autor. .15-21. ed.).). teses e di ssert ações (Mestrado em Educação). após o título.usa-se ponto após o nome do autor/autores (AGUIAR. entre o número do ano/volume e o número do periódico. Quan to à pontu ação. seguido de espaço.o hífen é utilizado entre páginas (p. M.58. após a cidade onde o periódico é publicado. 1997). M..a vírgula é usada após o sobrenome do autor (ECO. grau nas monografias de conclusão de curso e especial ização. Comp. L. este deve ser mantido em todas as referências de um mesmo documento. Alfredo (Org.. As referências de uma lista devem seguir sempre os mesmos princípios. v. Esta regra não se aplica às obras sem indicação de autoria ou de responsabilidade. .2 Aspectos gráficos das referências A elaboração das referências deve seguir a seqüência dos elementos do documento a ser referenciado. antes Pesquisa da editora (São Paulo: Atlas).. isto deve ser adotado em todas as referências daquela lista.10-15) e entre datas de fascículos seqüenciais (19981999).)... Em caso de referência de periódicos.os dois pontos são usados antes do subtítulo. . após o número do periódico e após as págin as da r evist a/periódico (Política e Administração. porém são conhecidos [1991]. Humberto).2. e no final da referência. Rio de Janeiro. digitadas em espaço simples e separadas entre si por dois espaços simpl es (NBR 14724:2005). . . 3. respeitando-se os seguintes padrões: .)). após a editora.3..

M. Cultura e poder nas organizações São Paulo: poder organizações. GUATTARI. FLEURY.) em coletâneas de vários autores. 10. 2. ed. L.1 Regras quanto à autoria . M. a entrada da referência é feita pelo nome do responsável (ou dos responsáveis. etc. acrescentandose a expressão latina et al. Em caso de projetos de pesquisa. FREIRE. . Editor.. FISCHER. Paulo et al.quando há mais de três autores mencionase apenas o primeiro autor..3 Regras gerais para elaboração de referências 3. 1986. Graal. se for o caso). Sueli. PAIVA. . de indicação de produção científica em curriculum vitae ou e m r elatór ios para órgãos de financiamento. separados por ponto-e-vírgula. Vivendo e aprendendo. .. ed.quando há dois ou três autores. é facultado indicar todos os autores. T. Micropolíticas : cartografias do desejo. Perspectivas e dilemas da educação popular Rio de Janeiro: educação popular. mencionam-se todos eles na ordem em que aparecem na obra. seguido da abreviação. (Coord. ROLNIK.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3.quando houv er indicação explícita de responsabilidade pelo conjunto da obra (Organizador.). do tipo de participação. Félix. 1986. seguido de espaço. 1986. Vanilda (Org. no singular.3. São Paulo: Brasiliense. R. Coordenador. entre parênteses. (e outros). Petrópolis: Vozes. 1989.). 59 . Atlas.

. 1979. 1931.em caso de pu blicação assinada por e nt idade (órgãos gov ern am en tais. Caio. Florianópolis. PROCURA-SE um amigo. Carlos. Gerência da vida: reflexões filosóficas. 1993. p. Curitiba. 212-213. DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro. Relatório de atividades. Debates pedagógicos. elatório 2001.. SANTA CATARINA. O termo anônimo não deve ser usado para substituir o nome do autor desconhecido. como segue: a) quando ligados por hífen: SCHERER-WARREN. 3 v.. Lenilson Naveira. Quando a entidade tem uma denominação genérica. . b) quando o segundo nome indica parentesco: PRADO JR. Curitiba: Associação Bibliotecária do Estado do Paraná. . Guia dos livros didáticos: 1ª à 4ª dos livros séries.. In: SILVA. estes devem ser escritos na ordem em que aparecem. etc. em pr esas.).. Gabriel. . CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO. seu nome é precedido pelo órgão superior ou pelo nome da jurisdição geográfica à qual pertence.. c) quando um dos nomes é adjetivo: CASTELO BRANCO. . congressos. a entrada é feita pelo título. Anais. desde que seja a forma adotada pelo autor. editoriais. ed. Secretaria da Saúde. Rio de Janeiro: Schmidt. d) o nome do autor é conhecido de forma composta: MACHADO DE ASSIS...60. ATHAYDE. Tristão de. 1990. associações. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO. 3.quando o autor for conhecido pelo pseudônimo. e) o nome é espanhol: GARCÍA MARQUES.quando a autoria for desconhecida (por exemplo: artigos de jornal sem autoria explícita. em letras maiúsculas. instituições).quando os aut ores tê m sobr enom es compostos. Anais. Rio de Janeiro: Record. Ilse. Brasília: SEF 1997. . esta deve ser indicada como autor. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro. 1979. . 10. este deve constar na referência.

3. 2002. 61 . na seqüência alfabética ascendente. 1989. São Paulo: Saraiva. apenas o título principal é grifado (negrito ou itálico).. deve-se atribuir uma palavra ou frase que identifique o conteúdo do documento. Salvador. CHIAVENATO. 1997b 3. Adyr Balastreri. Carreira e competência: gerenciando o seu maior capital. 1989. 2. São Paulo: Hucitec. RODRIGUES. Turismo. Turismo e espaço : rumo a um conhecimento interdisciplinar. acrescentam-se letras minúsculas ao ano.o título e subtítulo (se for usado) devem ser apre sent ados tal com o f iguram no documento. . RODRIGUES.quando se referenciam várias obras do mesmo au tor em uma mesma página.. sem chegar aos dois pontos. separados por dois pontos. substitui-se o nome do autor das referências subseqüen tes por u m t raço su bli near equivalente a seis espaços. entre colchetes.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . 1997b. seguido de ponto. São Paulo: Hucitec.. . ______. Em caso do uso do subtítulo. Brasília: Ministério da Educação.2 Regras quanto ao título e subtítulo . 1997a. I. RODRIGUES. modernidade e globalização . .quando não existir título.em casos de obras do mesmo autor publicadas no mesmo ano. SIMPÓSIO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO. [Trabalhos apresentados]. 1997a.

História da ciência: o mapa do conhecimento. ALFONSO-GOLDFARB. e ampl. Belo Horizonte: [s. .3 Regras quanto à edição e editora .) . esta deve ser identificada na referência.3. os acréscimos devem ser indicados de forma abreviada. Porto Alegre: Bookman.]. ambos na língu a do document o.. desde que sejam dispensáveis para a identificação. Obs. ZARIFIAN. Ana Maria. indica-se a primeira ou a que estiver em destaque. rev. SEVERINO.o nome da editora é indicado da forma como se apresenta no documento. (Coord. YIN.quando não se tem o nome da editora.A. 21. São Paulo: Atlas.]. ed. abreviando-se os números ordinais e a palavra edição.62. Estudo de caso : planejamento e métodos. 1974. P Objetivo competência: por uma nova lógica. abreviando-se os pre nom es e su prim in do. Carlos A. indica-se a expressão sine nomine abreviada e entre colchetes [s. I. Antonio Joaquim. . São Paulo: EDUSP. indicam-se ambas com os respectivos locais (cidades).: (No livro: Editora Atlas S. Robert K. . Das mulheres e das flores.a partir da segunda edição. MAIA. 3. 2001.. VALENCIA. Já se forem três ou mais.). 1995. 2000. 2.em caso de haver duas editoras.n.se as design ações da n at u reza j ur ídica ou comercial. Rio de Janeiro: Expressão e Cultura. 2001. ed. .n. Em caso de informações complementares à edição. São Paulo: Cortez. Metodologia do trabalho científico.

abreviada e entre colchetes [S. Viçosa. C.]. são indicados como locais: São Paulo – Rio de Janeiro – Lisboa – Bogotá – Porto – Buenos Aires – Guatemala – Madrid. Sylvio. . RJ . A prática da pesquisa. 63 . Em caso de haver cidades com o mesmo nome. entre colchetes. Viçosa. CASTRO.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. mas pode ser identificada. J. deve ser indicada entre colchetes. .]. [S. abreviadas. Discursos do pregador. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil. .n. indica-se o primeiro ou o mais destacado. LAZZARINI NETO. deve-se utilizar a expressão sine loco. MG.. [S.. Cria e recria.quando o local é desconhecido. BELTRÃO III. dentre outros.: No documento de que trata a referência acima.4 Regras quanto ao local .]: Ex Libris.l.3. acrescenta-se a abreviatura do Estado ou do país.quando houver mais de um local para uma só editora. de M. . Obs.l.: s. OS GRANDES clássicos das poesias líricas. 1981.quando a cidade não aparece no documento.quando o local e a editora não puderem ser identificados no documento. 1930. AL. 1977. Viçosa.o local (cidade) deve ser mencionado na referência tal como indicado no documento. utilizam-se as expressões sine loco e sine nomine.l. 1994. [São Paulo]: SDF Editores.

(publicação sem número de páginas) Paginação irregular. semestres ou estações do ano. conforme as seguintes indicações: Um ano ou outro – [1996 ou 1997] Data provável – [2001?] Data correta. 2. no lugar dos meses. 2002. Quando nenhuma dessas datas puder ser determinada. 1996..3. distribuição. seja ela de publicação. mar. trimestres. primavera 2000. por isso. estes devem aparecer de forma abreviada..6 Regra quanto à paginação . ao final da referência devem ser indicadas. 2001.quando a publicação não apresentar número de páginas ou se a numeração for irregular.1995. Aug. após o ponto final. sempre deve ser indicada. registra-se uma data aproximada. (publicação com paginação irregular) . 1995.64.5 Regras quanto à data A data é um elemento essencial à referência e. divisões por bimestres.quando a publicação indicar. impressão ou apresentação (depósito) de um trabalho acadêmico. as estações do ano tal como figuram na publicação./Sept. 3. sem. mas não indicada no documento – [1976] Uso de intervalos menores de 20 anos – [entre 1970 e 1985] Data aproximada – [ca. entre colchetes. estas informações devem ser transcritas da seguinte forma: os bimestres. . bim. as expressões: Não paginado. 3.quando em indicações de meses. 1950] Década certa – [196-] Década provável – [196-?] Século certo – [18-] Século provável – [18-?] . 3. trimestre e semestres abreviados. no idioma original da publicação.3. Autumm 1970. maio/dez.

B. 5 Para fins de elaboração de referências.1. Metodologia científica 3. b) alguns dos elementos complementares considerados na NBR 6023:2002 da A BNT são: n úm ero de págin as do docu men to. o subtítulo não é grafado em negrito ou itálico. São Paulo: Hucitec. etc. c) o elemento ‘tradução’ e a indicação de subtítulo da obra são opcionais..4. ao final da referência. menção à edição exclusiva para assinante.. científica. 1997. Luiz Mário Gazzaneo. . indicação de coedit ores. Marina de A. enciclopédias. se houver).4 Modelos de elaboração de referências 3. monografia como o doc umento constituído de uma só parte ou de um número pré-estabelecido de partes que se complementam. Turismo e espaço: rumo a um conhecimento . dissertações. são acrescentados elementos complementares para melhor identificá-lo. Antônio. b) indicação de apoio de entidade governamental à publicação referenciada. A. a não ser em casos de nomes próprios). quando necessário e de acordo com o docu me nto a ser referenciado.4. científica ed. Eva Maria. abreviado(s) ou não). Número da edição (a partir da segunda edição. 1988. monografias). dicionário. Local (nome da cidade): Editora. tr adu tore s. interdisciplinar. i nf ormações descr iti vas sobre o docu men to (por exemplo: a) em caso de jornal. LAKATOS. Assim. trabalhos acadêmicos (teses. Maquiavel..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. manuais. MARCONI. como livros. 2000. a NBR 6023: 2002 da A BN T define . ano de publicação. Livros GRAMSCI.1 Monografias consideradas no todo5 Elementos essenciais – regra geral SOBRENOME do autor. Caso seja indicado. Prenome e outros Sobrenomes (se houver. Título da obra em negrito ou itálico (apenas a primeira letra em maiúscula. poden do variar conf orme o ti po de documento. IS BN. ao final da referência). a política e o Estado moderno Tradutor: Maquiavel. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.1 Monografias 3. São Paulo: Atlas. RODRIGUES. 65 . catálogo. Observações: a) os elementos essenciais são os de descrição obrigatória na elaboração da referência. política Estado moderno.

Número de folhas ou volumes.66. 30 v. Título : subtítulo. 1986.. Dicionário contemporâneo da Língua Portuguesa. Dissertações e Teses SOBRENOME do autor. NBR 6023 : informação e documentação: referências: elaboração. Qualidade de vida no trabalho . abreviados ou não). Edição Ecumênica. dissertação.. Rio de Janeiro: Encyclopaedia Britannica. 1989. M. trabalho de conclusão de curso. Prenome e outros Sobrenomes (se houver. RODRIGUES. ed. Dicionário AULETE. Rio de Janeiro: Delta. Tradução de Padre Antônio Pereira de Figueiredo. Bíblia BÍBLIA. 1980. Rio de Janeiro. ano da defesa. 1989. Universidade Federal de Minas Gerais. 180 f. Chicago: Encyclopaedia Britannica. V. Instituição. Belo Horizonte. etc. Português. . 2002. Dissertação (Mestrado em Administração) . 1980. Normas Técnicas ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.] (o grau) – vinculação acadêmica. Caldas. Bíblia Sagrada . Tipo de documento [tese. Enciclopédia THE NEW Encyclopaedia Britannica: micropaedia. Ano de apresentação. local. 5 v.Faculdade de Ciências Econômicas. 3.

ano.. 1990. Prenome(s) e outro(s) Sobrenome(s) do(s) autor(es) da parte. O ESTADO DE SÃO PAULO. segue-se as normas dos document os monográf icos n o t odo. 105 f. 5 CD-ROM. Enciclopédia e dicionário digital 98. 6 Não se recomenda referenciar material eletr ônico de curta dur aç ão nas redes. Documentos em CD-ROM KOOGAN. 3.br/redac/manual. excetuando-se nome próprio. O padrão da referência é: SOBRENOME.Escola Politécnica. precedido da expressão Disponível em: e a data do acesso ao documento. seguidos de ponto. Prenome do autor da obra como um todo. HOUASSIS. Título da obra: subtítulo (se for o caso).3 Partes de monografia Inclui as referências de capítulos. Manual de redação e estilo . Local: Editora.html>. MORGADO.4. N BR 6023:2002).4. etc.C.L. São Paulo. precedida da expressão Acesso em:. 1990.com.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ CAMPOS. G. Disponível em: <http://www1. 1990. São Paulo.L. Título da parte (apenas a primeira letra maiúscula. A. Reimplante dentário . Processamento de linguagens naturais através de funções recursivas de expressões regulares condicionais . o nome após a expressão In: é substituído por 6 traços sublineares. (ABNT . Edição (a partir da segunda..: Nos casos em que o autor do capítulo ou do artigo é o mesmo da obra. se houver). Tese (Livre Docência) . In: SOBRENOME. Para referenciá-las. (Ed). 51 f. São Paulo: Delta: Estadão. 67 . 1997. acrescidas de descrições físicas do meio eletrônico. 1998. sem negrito ou itálico).1. 1990. cd-rom. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização) – Faculdade de Odontologia. 3. volumes.. . M. online. capítulo ou outra forma de individualizar a parte referenciada. Obs.estado. Acesso em: 19 maio 1998. Documentos online 6 Deve-se apresentar o endereço eletrônico entre os sinais < >.1.2 Monografias no todo em meio eletrônico São as monografias apresentadas em meio eletrônico como disquetes. A. São Paulo. Universidade de São Paulo. artigos de coletâneas com autor e/ou título próprios. Universidade Camilo Castelo Branco.

In: MOTTA.. acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado. SOUZA. reportagens. MACEDO. História das doutrinas políticas.1. Reflexões para o silêncio. seções. 1987. 1997. cap.se as n ormas an ter iores para ref ere nciar part es de mon ogr af ias.. B. Capítulo de livro LAKATOS. G.4. Prestes. fascículo ou número de revistas. Curitiba.). p. S. p. bem como matérias apresentadas em u m n úmero. N as coletâneas. Coesão organizacional e ilusão coletiva. Cultura e poder organizacional e novas formas de gestão empresarial. 3. G. FREITAS. Maria Ester de (Org. Vida psíquica e organização. 5.br/ livrosonline/leitura_32>. as pu blicaçõe s pe riódicas tam bé m são referenciadas segu ndo as caract erísticas específicas de cada tipo. In: ______. 2000. Organizador.refletindo. editoriais. p.2 Publicações periódicas Publicações periódicas abrangem os seguintes documentos: coleções completas. etc. (Org.).14-16..68. Editor. Fernando C. geralmente há a indicação de um ou mais autores como responsáveis pela obra (Coordenador. 7.4 Parte de monografia em meio eletrônico Segue m. ed. Rio de Janeiro: Guanabara. Gilles. número de jornal ou caderno de jornal completo. . Parte de uma obra MOSCA.). In: TOLEDO.com. Da m esm a f orma que nas ref erê ncias de m onograf ias (completas ou partes). Rio de Janeiro: FGV. In: ______. 7 Coletâneas são publicações compostas por artigos ou textos de vários autores em uma única obra. 3. Artigo de coletânea7 AMADO.1990. Viagem astral aos domingos.). 103-115. A. volume ou fascículo de periódicos (artigos científicos de revistas.. BOUTHOUL. etc. Acesso em: 25 jul. matérias jornalísticas. São Paulo: Atlas. 1988. Sociologia da administração . 122-143. Eva Maria. Os primeiros agregados humanos.4. Disponível em: <http://www.

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3.4.2.1 Publicação periódica como um todo

Usa-se referenciar toda a coleção de um título de periódico em listas de referências e catálogos de obras preparados por bibliotecas, editoras ou livreiros. O padrão de referência é:
TITULO DO PERIÓDICO. Local de publicação (cidade): Editora, datas de início e encerramento da publicação, quando houver.

TRANSINFORMAÇÃO. Campinas: PUCCAMP 1989-1997. ,

CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO. Brasília: Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, 1972-

Obs.: quando a publicação está em vigor, apresenta-se o ano de início, acrescido de hífen e sem ponto final.

3.4.2.2 Partes de publicações periódicas Abrange volume, fascículo, números especiais e suplementos, sem título próprio. A referência padrão é:

TÍTULO DA PUBLICAÇÃO. Local: Editora, numeração do ano e/ou volume, numeração do fascículo, informações de períodos, datas de publicação.

VEJA. São Paulo: Abril, v.31, n.1, 15 jan. 1998.

... 69

70...

3.4.2.3 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas Inclui fascículos, volumes, números especiais e suplementos (com título próprio); além dos artigos, editoriais, comunicações, entrevistas, resenhas, reportagens e outros.

SOBRENOME, Prenome do Autor. Título da parte, artigo ou matéria. Título da Publicação , Local, numeração correspondente ao volume e/ou ano, fascículo ou número (conforme o caso), página inicial-final (quando se tratar de artigo ou matéria), data ou intervalo de publicação.

Obs.: se necessário, podem ser acrescentadas informações complementares que melhor identifiquem o documento.

GUIA Exame 2002: as 100 melhores empresas para você trabalhar. Exame, São Paulo, set. 2002. Edição especial. NUNES, Clarice. História da educação brasileira: novas abordagens de velhos objetos. Teoria
& Educação , Porto Alegre, n.6, p.151-182, 1992.

LEAL, Elisabeth J. M. Pesquisa e produção escrita. Turismo: visão e ação, Itajaí, v. 4, n.8, p.99109, abr./set. 2001. GURGEL, C. Reforma do Estado e segurança pública. Política e Administração, Rio de Janeiro, v.3, n.2, p.15-21, set. 1997.

3.4.2.4 Artigo e/ou matéria de revista, boletim, dentre outros, em meio eletrônico As referências seguem as normas indicadas para artigos e/ou matérias de publicações periódicas, conforme os tópicos anteriores, acrescentando-se a descrição física do meio eletrônico.

MALOFF Joel. A internet e o valor da “internetização”. Ciência da Informação , Brasília, v. , 26, n. 3, 1997. Disponível em: <http://www.ibict.br/cionline/>. Acesso em: 18 maio 1998. VIEIRA, Cássio Leite; LOPES, Marcelo. A queda do cometa. Neo Interativa, Rio de Janeiro, n.2, inverno 1994. 1 CD-ROM.

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3.4.2.5 Artigo e/ou matéria de jornal Inclui editoriais, entrevistas, comunicações, reportagens, resenhas e outros. A referência padrão é:

SOBRENOME, Prenome do Autor (se houver). Título da matéria. Título do Jornal, Local de publicação, data de publicação. Seção, caderno ou parte do jornal, página da matéria.

Obs.: quando não houver caderno, seção ou parte, a página da matéria ou do artigo precede a data.

BEVILACQUA, Viviane. A fome dói, diz José, um brasileiro. Diário Catarinense , Florianópolis, 3 nov. 2002. Página Quatro, p.4. LEAL, L. N. MP fiscaliza com autonomia total. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, p. 3, 25 abr. 1999.

3.4.2.6 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico A referência segue a norma indicada no item anterior, acrescentando-se as informações sobre a descrição física do meio eletrônico.

HISTÓRIA, razão e fé. Folha de S. Paulo Online , São Paulo, 3 nov. 2002. Folha Opinião. Disponível em: <http://www.uol.com.br/fsp/opiniao/inde03112002.htm>. Acesso em: 3 nov. 2002.

... 71

… 2000.2 Eventos como um todo em meio eletrônico A referência segue a norma anterior para publicação de documento de evento como um todo. Florianópolis.3.. do documento (anais.propesq.72. 3.ufpe. proceedings. dentre outros. 1996. 1996.. O padrão de referência para esses tipos de documentos é: NOME DO EVENTO. proceedings.. WORKING CONFERENCE ON INFRASTRUCTURES FOR VIRTUAL ORGANIZATIONS: managing cooperation in virtual organizations and electronic business towards smart organizations.. Título.1 Eventos como um todo Constitui u m tipo de pu blicação com o con ju nt o de docum en tos/t rabal hos apresentados ou reunidos em um evento. Proceedings… Boston: Kluwer Academic Publishers. CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe. 4. Recife: UFPe.br/anais/anais. Anais eletrônicos. 1996. . 1997.. Anais.4. ano.) Local de publicação: editora. anais. atas. 3..4.. acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado. numeração (se houver). 2000..3. CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe. Disponível em: <http://www.. Recife: UFPe. local (cidade) de realização. Acesso em: 21 jan. como atas. etc.htm>.3 Publicações em eventos 3... 4. data da publicação. Recife. Recife. resultados.4. 1996. 2.

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3.4.3.3 Trabalho apresentado em evento té cn ico- ci ent íf icos. A re fer ênci a dev e apresentar os seguintes elementos e forma:

São os artigos, comunicações, projetos, dentre outros trabalhos apresentados em eventos

SOBRENOME DO AUTOR, Prenome e outros Sobrenomes do Autor (se houver, abreviados ou não). Título do trabalho apresentado. In: NOME DO EVENTO, numeração do evento (se houver)., ano, local de realização do evento. Título... (Anais, Proceedings, Resumos, etc.) Local de publicação: Editora, data de publicação. página inicial-página final do trabalho referenciado.

RODRIGUES, M. V. Uma investigação na qualidade de vida no trabalho. In: ENCONTRO ANUAL DA ANPAD, 13., 1989, Belo Horizonte. Anais… Belo Horizonte: ANPAD, 1989. p. … 455-468.

3.4.3.4 Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico

Segue a norma de referência indicada no item anterior, acrescida das informações do meio eletrônico utilizado.

SILVA, R. N.; OLIVEIRA, R. Os limites pedagógicos do paradigma da qualidade total em educação. In: CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe, 4., 1996, Recife. Anais eletrônicos... Recife: UFPe, 1996. Disponível em: <http://www.propesq.ufpe.br/anais/anais/ educ/ce04..htm>. Acesso em: 21 jan. 1997. GUNCHO, M. R. A educação à distância e a biblioteca universitária. In: SEMINÁRIO DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 10., 1998, Fortaleza. Anais... Fortaleza: Tec Treina, 1998. 1 CD-ROM.

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74...

3.4.4 Documentos jurídicos 3.4.4.1 Legislação Estão incluídos nesse tipo de documento: a Constituição, emendas constitucionais, textos legais (leis ordinárias, medidas provisórias, decretos, resoluções do Senado Federal); normas de instituições públicas e privadas (resolu ções, portarias, ordem de serviço, comunicado, instrução normativa, circular, dentre outros). A referência é elaborada com base n a n orma padr ão, podendo ser acrescentados elementos complementares, caso sejam necessários.

JURISDIÇÃO (ou cabeçalho da entidade, caso tratar-se de normas). Título do documento. Especificação do documento (ex.: Diário Oficial, Código civil, Lex), Local (cidade), numeração (volume, número e páginas, conforme o caso), data.

Obs.: quando a referência for de Constituições e suas emendas, entre o nome da jurisdição e o título acrescenta-se a palavra Constituição, seguida do ano de promulgação, entre parênteses.
BRASIL. Constituição (1988). Emenda constitucional nº 9, de 9 de novembro de 1995. Lex: legislação federal e marginália, São Paulo, v.59, p.1966, out./dez. 1995.

SÃO PAULO (Estado). Decreto nº 42.822, de 20 de janeiro de 1998. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência, São Paulo, v. 62, n. 3, p.217-220, 1998.

BRASIL. Decreto-lei nº5.452, de 1 de maio de 1943. Aprova a consolidação das leis do trabalho. Lex: coletânea de legislação: edição federal, São Paulo, v. 7, 1943. Suplemento.

BRASIL. Código civil. 46. ed. São Paulo: Saraiva, 1995.

3.4.4.2 Jurisprudência

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. In: ______. Súmulas. São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil, 1994. p.16.

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BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Hábeas-corpus nº 181.636-1, da 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Brasília, DF 6 de dezembro de 1994. Lex: jurisprudência do , STJ e Tribunais Regionais Federais, São Paulo, v. 10, n. 103, p. 236-240, mar.1998.

3.4.4.3 Doutrina Refere-se a qualquer discussão técnica sobre questões legais publicadas na forma de monografias, artigos de periódicos, papers, etc. A doutrina é referenciada conforme o tipo de publicação.
BARROS, Raimundo Gomes de. Ministério Público: sua legitimação frente ao Código do Consumidor. Revista Trimestral de Jurisprudência dos Estados, São Paulo, v. 19, n. 139, p. 53-72, ago. 1995.

3.4.4.4 Documento jurídico em meio eletrônico Para este tipo de documento, o padrão de referência segue a norma indicada para documentos jurídicos (itens anteriores), acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado.
BRASIL. Regulamento dos benefícios da previdência social. In: Sislex: Sistema de Legislação, Jurisprudência e Pareceres da Previdência e Assistência Social. [S.l.]: DATAPREV 1999. 1 CD-ROM. ,

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. Não é admissível, por ato administrativo, restringir, em razão de idade, inscrição em concurso para cargo público. Disponível em: <http:// www.truenetm.com.br/jurisnet/sumusSTF .html>. Acesso em: 29 nov.1998.

3.4.5 Patente
ENTIDADE RESPONSÁVEL e/ou autor. Título. Número da patente, datas do período de registro.

EMBRAPA. Unidade de Apoio, Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação Agropecuária (São Carlos, SP). Paulo Estevão Cruvinel. Medidor digital multissensor de temperatura para solos. BR n. PI 8903105-9, 26 jun. 1989, 30 maio 1995.

... 75

000. NBR 6023:2002.flmnh.GIF (título do arquivo). Título. 1999 (data da captação). p. 13 jul. Disponível em: <http://www. GIF.6. 08 (número do satélite na série). IR04 (banda). Rio de Janeiro: Enciclopédia Britânica do Brasil. FLORIDA MUSEUM OF NATURAL HISTORY. National Oceanic and Atmospheric Administration.76. 557 Kb. Especificação do documento. INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo. 13 jul. Escala 1:2.11. 1999071318.6 Documento cartográfico Abrange: atlas. .ufl. data de publicação. O padrão de referência é: AUTOR. Itajaí: UNIVALI. 17:45Z (horário zulu). 1994. Escalas variam. São Paulo. ESTADOS UNIDOS. Itajaí (local). 1999. Local: Editora. 1931-2000 Brazil’s confirmed unprovoked shark attacks. Obs. 3 ½ pol.. mapa. 1 atlas. 3. 3. UNIVALI (instituição geradora). 2002. 1981. Regiões de governo do Estado de São Paulo.: Nota sobre a referência/arquivo digital 8 : 1999071318.000. 1999. 1 mapa. ATLAS Mirador Internacional.4.jpg>. Escala 1:40. Acesso em: 15 jan. SE (localização geográfica).4. 1 atlas.. globo e fotografia aérea. 1 disquete. 1 imagem de satélite. 557 Kb (tamanho do arquivo).1 Documento cartográfico em meio eletrônico O documento cartográfico segue os padrões indicados anteriormente. SP). color. porém com as devidas informações referentes ao meio eletrônico em que é apresentado. GOES (denominação do satélite). IR04. [2000?]. Gainesville. 17:45Z. GOES-08: SE. 8 ABNT.edu/fish/Sharks/statistics/Gattack/map/Brazil.000. Escala.

4. Doença dos xavantes. 5 ¼ pol. K.1 Documento iconográfico em meio eletrônico GEDDES.. Largura: 376 pixels. 1999. [Sem título]. cartazes.7.jpg. dentre outros. Quando não existir título para o documento. 3.7 Documento iconográfico Refere-se a gravuras. fotografias. O padrão para referenciar esses tipos de documentos é: AUTOR. NOVAS descobertas para o terceiro milênio. 77 .4. pinturas. Formato JPEG. 2000. 1982. 19 transparências. 1 fotografia. Data. Romero. 25 cm x 25 cm. 1 gravura. 1980. KOBAYASHI. caso seja necessário. 51 Kb. Título.. color. desenho técnico. color. Altura: 432 pixels. Anne. 25 cm x 20 cm. Geddes 135. transparências. diapositivo. BRITTO. 1 disquete. diafilme. Também podem ser acrescentados elementos complementares do documento à referência.. deve-se atribuir uma denominação ou indicar [Sem título] entre colchetes.. São Paulo: UMIBO. Especificação do documento. .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3.

Local: Produtora.. Departamento Nacional. Direção: Walter Salles Júnior.. Local: Gravadora (ou equivalente). Produtor (conforme as informações disponíveis). Produção do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial. Garcia. data. 1 CD. Deve-se seguir o seguinte padrão: TÍTULO. Diretor. Caetano. Entrevistadores: V Tremel e M. etc. .78. DVD. CENTRAL do Brasil.. 3. son. 1991]. color. 1 bobina cinematográfica (106 min). dentre outros. Brasília: SENAI/DN. No caso de entrevistas gravadas que necessitam ser referenciadas. videocassetes. fitas cassete. SILVA. VELOSO. Produção: Martire de Clermont-Tonnerre e Arthur Cohn. 1992.8 Imagem em movimento Envolvem as referências de filmes. São Paulo: Polygram.4.4. 2 cassetes sonoros. Luiz Inácio Lula da.. 1991. entrevistado. Luiz Inácio Lula da Silva: depoimento [abr. . Rio de Janeiro: Riofilme. data e especificação do suporte em unidades físicas.9 Documento sonoro Compreende discos. 3. conforme o caso). 1 video sonoro. PORTADOR de necessidades especiais no trabalho: depoimentos. 1998. Título. CDs (compact disc). também deve ser seguido o seguinte padrão: COMPOSITOR (ou intérprete. Especificação do documento. Circuladô vivo. 35 mm. 2001. São Paulo: SENAI-SP.

[S. Version 4..” (ABNT. Título (do serviço ou produto). desaparecem rapidamen te. pesquisa. etc. Especificação do objeto. 9 3. p. A referência desses documentos deve apresentar o seguinte padrão: AUTOR (criador artístico do objeto. 5 fonte científica ou técnica de disquetes. Escultura para viajar. As mensagens de correio e le trônico “devem ser 9 referen ciadas meio eletrônico s omen te quando não se dispuser de nenhuma outra fonte para abordar o Abrange os documentos do tipo base de dados. 1998.10 Documento tridimensional Abrange as esculturas. esqueletos. DUCHAMP. dentre outros). AUTOR(es)se for o caso. Versão (se houver).11 Documento de acesso exclusivo em MICROSOFT Project for Windows 95. 79 . Descrição física do in terpes soal e efêmero.4. assunto em discussão. 18-]. 1 escultura variável. maquetes. [China: Companhia das Índias. atribuir denominação ou indicar [Sem título] entre colchetes). 13). Curitiba. não sendo recomendável seu uso como UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. arquivos em disco rígido. mensagens eletrônicas. NBR 6023:2002.. O padrão para referência é: Mensagens trocadas por email têm caráter informal. 1 CD-ROM. 1 bule. animais empalhados. Normas.doc. objetos de museu. monumentos. listas de discussão. objetos e suas representações (fósseis.4.]: Microsoft Corporation. quando identificado).l.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. . 1918. Data. BULE de porcelana. Biblioteca Central. programas de computador. e meio eletrônico.1. 1995. Marcel. Título (caso não exista.

4. Os princípios da gestão moderna. 1978. HINDLE. Digitado. Tim. Acesso em: 30 maio 2002. MARQUES. 1984. 3. MARINS. O que é sociologia? 7. J.4. M. Como fazer apresentações. 2002. Mensagem recebida por <simonegf@sj. L. textos não publicados. Massa calcificada da naso-faringe. Radiologia Brasileira.bdt.ed. Italvino.14 Notas Como notas podem ser incluídos os seguintes documentos: publicações no prelo. 1990. podem ser acrescentados. apostilas.12 Bula de remédio RESPRIN: comprimidos.80. São Paulo: Publifolha. 1991. Disponível em: <http://www. (Primeiros Passos. SC. São Paulo. ao final da referência.ed. Bula de remédio. 3. 1985.org. entre parênteses.4.br> em 11 nov. 3. Apostila. Base de Dados Tropical.fat. MARTINS. M. sem destaque. documentos mimeografados e digitados. 1999. 2. In: FUNDAÇÃO TROPICAL DE PESQUISAS E TECNOLOGIA “ ANDRÉ TOSELLO”.univali. Estas informações devem ser apresentadas ao final da referência. Responsável técnico Delosmar R. São Paulo: Brasiliense. os títulos das séries e/ou coleções e a respectiva numeração.br/ acaro/sp/>. RUBIROSA. 57). . E. Modelos matemáticos: exercícios didáticos. J. Memorial [mensagem pessoal]. se houver. Tubarão. ÁCAROS no Estado de São Paulo. n. Niterói.13 Séries e coleções Nesses tipos de publicações.. No prelo. Bastos. (Série Sucesso Profissional: seu guia de estratégia pessoal). São José dos Campos: Johnson & Johnson. 1997.23. C.. LEAL. Carlos B.

im presso longitu dinalmente. Por outro lado. no que couber. Suas orientações também se aplicam. deve ser especificado o respectivo volume em cada capa). g) ano da entrega (4 dígitos). b) nome do autor. papers e relatórios.2) .. Em caso de trabalhos relacionados às disciplinas de graduação.Capa (obrigatório): é a cobertura externa capa dura . esses elementos podem ser adapt ados ou at é me smo desconsiderados. resenhas. . f) local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado.Lombada (opcional): é a parte lateral da capa que reúne as folhas do trabalho. se houver. as seguint es informações: a) nome da instituição (opcional). trabalhos de conclusão de curso de aperfei çoamen to e/ou especialização e outros. 81 . e) número de volumes (se houver mais de um. c) identificação de números (volume. A estrutura de trabalhos acadêmicos compreende elementos prétextuais. textuais e pós-textuais. seqü encialmen te. trabalhos de graduação interdisciplinares TGI.TCC. trabalhos de conclusão de cursos de graduação . d) subtítulo.. 4. dissertações. c) título. b) título do trabalho. uma vez que tais trabalhos têm estrutura própria. impresso da mesma forma que o do autor. que def in e os pri ncípios gerais par a elaboração de teses.1 Elementos pré-textuais . se for o caso: v. do alto ao pé da lombada. a trabalhos de graduação intra e extra-classe.que abrange as folhas que constituem o trabalho (Apêndice A).UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 4 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS A estrutura de trabalhos acadêmico-científicos é orientada pela NBR 14724:2005 da ABNT. Deve conter. dissertações e trabalhos de conclusão de curso é obrigatório seguir a orientação da norma. para elaboração de teses. tais como fichamentos. onde devem ser impressos: a)n om e do au tor.

f) nom e. e) nota contendo a natureza do trabalho (tese. As informações são apresentadas em colunas como no exemplo abaixo: Folha Linha Onde se lê Leia-se . c) subtítulo (se houver. f) nome do orientador e do co-orientador (se houver). devem ser apresentados.Agradecimentos (opcional): menção a pessoas e/ou instituições que contribuíram de forma relevante para o desenvolvimento do trabalho. em seqüência. objetivo e nome da instituição a que é submetido. d) número de volumes. etc. apresenta-se a ficha catalográfica. dissertação. sua subordinação ao título principal é demonstrada pelos dois pontos que o precedem). . h) ano de entrega (4 dígitos). após a dedicatória e devem se limitar ao estritamente necessário. etc. nome da instituição a que é submetido.. a dedicatória deve ser localizada na parte inferior direita da folha. com as respectivas correções. Essa f ich a de ver á ser con feccion ada por profissional bibliotecário. ti tu lação e assin at ur a dos componentes da banca examinadora e instituições a que pertencem. d) área de concentração.Folha de rosto (obrigatório): no anverso (página da frente da folha). b) título principal do trabalho (claro. preciso. trabalho de conclusão de curso. b) título do trabalho e subtítulo (se houver).82. g) local (cidade) da instituição. como as teses. obtenção de determinado grau.) e o seu objetivo (por exemplo: para aprovação em disciplina. área de concentração. dissertações ou trabalhos de conclusão de curso de graduação ou especialização. parte inferior da página. com a identificação do conteúdo que permita a indexação).A data de aprovação e as assinat ur as são colocadas após a apr ov ação do trabalho. No verso da folha de rosto. e) data de aprovação. . centralizadas na página (Apêndice C): a) nome do autor trabalho. . se houver mais de um. Aparecem em folha separada.Folh a de aprovação (obrigatório): é apresentada logo após a folha de rosto e deve conter as segu intes informações.Errata (opcional): consiste em lista das folhas e linhas onde há erros. conforme o Código de Catalogação Anglo-Americano vigente. .Dedicatória (opcional): o autor dedica sua obra ou presta homenagens a pessoa(s).. c) texto contendo a natureza. os seguintes elementos (Apêndice B): a) nome do autor do trabalho. . e m caso de t rabalh os qu e dev am ser depositados em biblioteca.).

.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . or ganogram as. A autoria da mensagem deve ser apresentada do lado direito.ordenadas segun do determ inado cri tério. Indica a página inicial em que se localiza a parte correspondente (Apêndice D).Resumo em língua estrangeira (obrigatório): deve ser apresentado em folha separada do resumo anterior (ver o tópico 2 . etc.Epí grafe (opcional): aparece após os agradecimentos. grafado com o mesmo tipo de fonte utilizado para os capítulos (ou divisões principais do texto. segui das do seu signi ficado (expre ssõe s ou palavras correspon dentes). também denominadas seções primárias). por considerar significativo e inspirador em relação ao seu trabalho. com o respectivo significado. esque mas. desen hos. fluxogramas. escrit o por ext enso.Resumos de trabalhos acadêmico-científicos. . (Atenção! Em artigos científicos o resumo em língua estrangeira faz parte dos elementos pós-textuais .Su mári o (obrigatór io): é a re lação enumerada das divisões.3 da Parte II deste documento). Na elaboração do sumário deve-se observar os seguintes aspectos: a) o sumário tem o título centralizado.Lista de abreviaturas e siglas (opcional): é a relação alfabética de abreviaturas e siglas con ti das n o t ext o. seções (ou tópicos) e outras partes de uma publicação (ou trabalho). da Parte II deste documento).Resumo na língua vernácula (obrigatório): consiste na apresentação concisa do texto por meio de uma seqüência de f rases objetivas e seguidas de palavras-chave.) na ordem em que aparecem no texto. não deve vir entre aspas.Lista de tabelas (opcional): identifica as tabelas. pensamento. abaixo do texto. mapas. . Apesar de ser escrita por outra pessoa. .Lista de símbolos (opcional): apresenta o conjunto de símbolos utilizados no texto. com respectivos nomes e números de página. se houver. fora de parênteses. na ordem em que se apresentam no texto. d) os indicativos das seções que compõem o sumário. . Atenção! O sumário não deve ser confundido com o índice. gráficos. 83 . . Consiste na transcrição de uma frase. Se necessário. . . devem ser alinhados à esquerda. 2). Também é recomendada a elaboração de lista própria para cada u m dos t ipos (abreviatura ou sigla).ver seção 5.4. c) os elementos pré-t extu ais não devem aparecer no sumário." (NBR 6027:2003. . b) a subordinação dos itens do sumário é destacada usando-se os mesmos tipos de fonte utilizados no texto. da Parte I deste documento..Lista de ilustrações (opcional): identifica as ilustrações (quadros. p. que é uma lista "de palavras ou frases. na ordem em que aparecem. recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo de ilustração. qu e localiza e re mete para as in form açõe s con ti das n o tex to. na mesma ordem e grafia em que se sucedem no texto. Epígrafes tam bém podem ser colocadas na abertura das divisões do texto (capítulos). Sua elaboração é detalhada no t ópico 2 (R esu mos de trabalhos acadêm icocientíficos). ditado ou parte de um texto que o autor deseja destacar. com respectivos nomes e números de página.

que seguem os indicativos das seções. resultados e interpretação do estudo quando se tratar de um relatório de pesquisa. há distintos modos de organizar o texto. além de aspectos metodológicos. fornece uma visão global do assunto tratado (contextualização).2 Elementos textuais Os elementos textuais. con st itu em. os elementos essenciais que integram esta parte do trabalho são: fundamentação teórica (r evi são bibl iogr áf ica). excetuados os elementos obrigatórios.. Em caso de relatórios de pesquisa científica. No en tant o. apresenta o problema ou tema central do estudo ou da pesquisa. 4. portanto. com uma definição clara. apresentação.se com base no ti po e nos objetivos do trabalho acadêmico-científico. separados por hífen (ex. são ali nh ados pela m ar ge m do tí tu lo correspondente ao indicativo mais extenso. ou os n úme ros das págin as ini cial e f inal.Desenvolvimento É a parte mais extensa e consistente do trabalho. apenas que esta é a seqü ência usual de qualquer t exto acadêmico. Da mesma forma que na introdu ção. Nela são descritos os conceitos. os elementos que integram o desenvolvimento do trabalho poderão variar nas suas divisões e subdivisões. e)os títu los e su btítulos (se h ouver). de modo que a consulta a qualquer dos volumes permita o conhecimento do conteúdo todo. Se o trabalho compreender mais de um volume. n a(s) página(s) que antecede(m) imediatamente o texto. .: 32-49).Introdução Consiste na apresentação geral do trabalho. . Conf orme o tipo de trabalh o. o sumário de toda a obra deve ser incluído em todos os volumes. me todologia. está localizado. concisa e objetiva do tema e a delimitação precisa das fronteiras do estudo em relação ao campo selecionado e ao problema a ser estudado.. Isso não significa dizer que essas part es sejam n ecessariame nt e assi m intituladas ou subdivididas. em função da sua natureza e da área de conhecimento a que pertencem. análise e interpretação dos resultados. f) para a paginação pode-se utilizar o número da pr imei ra página (ex. . destaca sua importância e seus limites quanto à extensão e à profundidade. de u m modo geral . à qual se segu e o desen volvim ento. f inalizan do com uma conclusão.84. o tex to acadêm ico-cien tífico se inicia com uma in trodu ção. assim como os prétextuais. ou seja. O sumário é o último dos elementos prét extu ais. área de conhecimento ou metodologia adotada.: 32). contextualiza-o. Trata-se da parte inicial do texto em que o autor aponta os seus propósitos e as linhas gerais que orientaram seu pensamento. t eorias e principais idéias sobre o tema focalizado.

. com a indicação de sua localização no texto. Pode também indicar questões dignas de novos estudos. da Parte II deste documento.Glossár io (opci onal): lista em ordem alfabética de expressões ou termos técnicos específ icos de uma determ inada área. Nos trabalhos acadêmi co-cien t ífi cos a li stagem de referê ncias deve ide ntif icar as f ontes/ documentos mencionados (referidos) no texto. que complementa.Anexo(s) (opcional): texto ou documento não elaborado pelo au tor do trabalho. As orientações para sua elaboração.Referências (obrigatório): constitui o conjunto padronizado de element os descrit ivos. .Apêndice(s) (opcional): texto ou documento elaborado pelo autor. complementar ao seu trabalho. comprova ou ilustra o seu conteúdo..Índice (opcional): listagem detalhada de palavras ou expressões ordenadas a partir de critérios específicos (nomes de pessoas. assuntos. nomes geográficos. apontando-se o alcance e o significado de suas contribuições.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . . dentre outros). seguidos de suas respectivas definições. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas. encontram-se no tópico 3 – Elaboração de Ref erências de Tr abal hos Acadêm icoCientíficos.3 Elementos pós-textuais . . seguidas de travessão e respectivo título (Ex. 4. 85 .: ANEXO B – Estrutura organizacional da Empresa Alfa).: APÊNDICE A – Roteiro de entrevista). consiste na revisão sintética dos resultados e da discussão do estudo realizado. Tem como objetivo destacar as principais questões tratadas no trabalho acerca do estudo desenvolvido.. além de sugestões para outros trabalhos. utilizados no trabalho.Conclusão Como parte final do texto. extraídos de um documento. A con clu são deve apresent ar dedu ções lógicas correspon dent es aos propósitos prev iamen te estabelecidos do t rabalho. . seguidas de travessão e respectivo título (Ex. Os anexos são identificados por letras maiúsculas consecutivas. possibilitando sua identificação individual. segun do a NBR 6023:2002 da ABNT.

...86.

5. objetivo.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 5 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICOCIENTÍFICOS O projeto gráfico de um trabalho acadêmico é de responsabilidade do seu autor. com exceção da folha de rosto. f icha catalogr áf ica e nota de identificação do trabalho apresentada na folha de rosto (indicando a natureza do trabalho. com form at o A. com exceção das citações longas (com mais de três linhas).4 (21 cm x 29. Quanto ao tipo da fonte. notas de rodapé..1 Formato Os trabalhos acadêmico-científicos devem ser apresentados em papel branco. O texto é digitado no anverso da folha (frente). as informações sobre o trabalho. sem brilho.5. Entretanto. Também os títulos das subseções são separados do texto que os precede e que os sucede por dois espaços de 1. pagin ação e legen das de ilustrações e tabelas. notas de rodapé. digitados n a cor preta (excetuando-se as ilustrações). Para digitação recomenda-se a utilização de font e tamanho 12 para t odo o text o e tamanho menor (11 ou 10) e uniforme para citações longas (mais de três linhas). a nota de identificação do trabalho deve ser alinhada do meio da página para a margem direita (Apêndice B). margens direita e inferior: 2 cm. algumas normas gerais devem ser seguidas. em cuj o verso é im pr essa a f ich a catalográfica. data de aprovação e identificação da ban ca exami nador a deve m ser centralizadas (Apêndice C). 87 . recomendam-se Times New Roman ou Arial.2 Margens e espacejamento As páginas devem ser configuradas nas seguintes dimensões: margens esquerda e superior: 3 cm. Já na folha de aprovação. legendas de ilu strações e de t abelas.5 entre linhas. Na folha de rosto. no caso de dissertações e teses. Os títulos das seções devem começar na parte superior da folha e ser separados do texto que os sucede por dois espaços de 1. O texto deve ser digitado com espaço 1. . As ref erên cias apresent adas ao final do trabalho devem ser separadas entre si por dois espaço simples. nome da instituição a que é submetido e área de concentração) que devem ser digitadas em espaço simples.. como prescreve a NBR 14724:2005 da ABNT. referências. 5.5.7 cm ).

contendo a exposição ordenada do assunto.1.1. seguido do número que lhe f or atribu ído na seqüência do assunto e separado por ponto.1. pre cede o títu lo da seção.. etc. a qual.1 "O indicativo de uma seção secundária é constituído pelo indicativo da seção primária a que pertence. Exemplo: Seção primária Seção secundária 1 2 1. a partir da folha de rosto.1 2.2.1 2.1." (NBR 6024:2003). 5. a 2 cm da borda superior.1.1. Seção terciária 1.3 Seção quaternária 1.1.1.1. terciária.1 2.2 .1 3. suas folhas são numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento à do texto principal. por sua vez. 5. no canto superior direito da folha.2.1. Havendo apêndice(s) e anexo(s).3 Paginação Todas as folhas do trabalho são contadas seqüencialmente. alinhado à margem esquerda. pode se dividir em seção secundária..1 2. embora as páginas preliminares (pré-texto) não sejam n umeradas.1 2. Empregam -se algarismos arábicos para numerar as seções de um texto.2 2.2 3 3.4 Títulos e indicativos numéricos São denominadas seções as partes em que é dividido o texto de um documento. Esse indicativo numérico. sendo de le separado por um espaço. A principal di vi são do te xto de u m docum ent o é denominada seção primária. em algarismos arábicos.88. quaternária. Repete-se o mesmo processo em relação às demais seções. A nu meração é colocada a partir da primeira folha da parte textual.1 2.

Têm por objetivo possibilitar a transmissão de dados e informações de modo mais atraente. anexo(s) e índices não recebem in di cat iv os n um éri cos e dev em ser centralizados (NBR 14724:2005). Quando for necessário dividir a alínea em subalíneas. Dispõem-se as alíneas na seqüência de um texto (que termina em dois pontos) do seguinte modo: a) ordenam-se as alíneas alfabeticamente.. dentre outros. dele separado por um espaço. As alíneas. gráficos.. colocado sob a primeira letra do texto da alínea e dele separadas por um espaço. ver 1. qu e obri gatoriamen te corresponde ao título da seção. pois do contrário não contribuirão para a análise.2. A identificação de ilustrações deve aparecer na parte in ferior.. Os tí tu los das se ções são destacados gradativamente. nesse caso. ressalta-se que este recurso deve ser usado para grafar palavras estrangeiras.1. deve ser mantida em todo o trabalho..6 Ilustrações As ilustrações abrangem: desenhos. referências. terminam em ponto-e-vírgula. apêndice(s)... O texto. as dem ais linh as da subalínea i niciam igualmente abaixo da primeira letra. 5. Hav endo ne cessidade de enumerar diversos assuntos ou itens.. mapas. exceto a última que termina em ponto. 5. agradecimentos.5 Parágrafo Modernamente a forma de parágrafo recuado está sendo abolida. b) as letras indicativas das alín eas são re en tradas em r elação à margem esquerda. . preferem adotar o parágrafo tradicional e formal nos textos técnicos (com recuo de 1. A citação de indicativos de seções no texto é feita conforme os exemplos seguintes: .. fotos. glossário. adotando-se.. itálico ou grifo. precedida da palavra designativa seguida de seu número de ordem . fluxogramas.. listas. Atenção! Em relação ao itálico. na seção 3 relatou-se.. o espaçamento duplo entre os parágrafos. usando-se de forma racional os seguintes recursos: negrito. sumário. or gan ogram as. com exceção da última. resumos. porém. 89 . No entanto. se m que h aj a necessidade de intitulá-los.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Ponto..1 Os títulos de errata. O título das seções é colocado após seu indicativo numérico.. em 2. estas devem começar com um hífen. esqu emas. Muitos autores. e redondo. se inicia em ou tra li nh a. usam-se alíneas. no in te rior de um a seção. qu adros. porém devem estar diretamente relacionadas com o conteúdo da informação. caixa alta ou versal. c) o texto de cada alínea inicia com letra minúscula e termina com ponto e vírgula.. hífen ou travessão não são usados após o indicativo da seção ou de seu título.27 cm). qualquer que seja a forma adotada. . d) a segunda e demais linhas do texto da alínea começam abaixo da primeira letra da primeira linha.

por extenso.. A indicação da(s) fonte(s) das informações contidas em uma tabela e notas eventuais aparecem em seu rodapé.cada página deve ter o contéudo do topo e o cabeçalho da tabela ou o cabeçalho da parte. e da fonte. A tabela. três traços horizontais paralelos: o primeiro separa o topo. de forma clara e concisa. conclusão para a última e continuação para as demais. . As tabelas têm numeração independente e consecutiva e a sua identificação (título) é colocada na parte superior (topo). uma única página. qu an to à su a local ização e apresentação gráfica. pode ser apresentada em duas ou mais partes.IBGE (1993). uma abaixo da outra.se ultrapassar o tamanho da página em número de colunas e tiver poucas linhas. As ilustrações devem ser inseridas o mais próximo possível do trecho do texto a que se referem. também é preciso seguir alguns critérios: .. c) ocupar. Quadro 5).90.o traço horizontal da moldura que separa o rodapé deve ser apresentado somente na página que contenha a última linha da tabela. na mesma página. Quando não couber em uma folha. O título indica a natureza e as abrangências geográfica e te mporal dos dados n um éri cos. repetindo-se o cabeçalho das colunas indicadoras e os indicadores de linha. b) ter moldu ra para est ru turar os dados nu méricos e termos necessários a sua compreensão. pode se r apresentada em duas partes. . preferencialmente sem abreviações. A moldura compreende. de ocor rência n o te xto e m algarismos arábicos (Exemplo: Gráfico 1.o con te údo do rodapé deve se r apresentado na página de conclusão. a tabela deve ser apresentada em duas ou mais partes (IBGE. após o fio de fechamento. do respectivo título e/ou legenda explicativa.cada página deve ter uma das seguintes indicações: continua para a primeira. sintetizadas a seguir. As tabelas apresentam inf ormações tratadas estatisticamente e seguem as orientações da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . . precedida da palavra Tabela e de seu número de ordem em algarismos arábicos.7 Tabelas As tabelas servem para descrever dados e informações relevantes para o estudo ou ilustrar o conteúdo em desenvolvimento. 5. .se t iv er poucas colu n as. . 1993. lado a lado. t ais indicações devem ser feitas sem abreviações. . O cabeçalho da tabela indica o conteúdo das colunas com palavras ou notações claras e concisas. Q uanto à disposição das in formações.cada página deve ter colunas indicadoras e seus respectivos cabeçalhos. p. com um traço vertical duplo separando as partes e repetindo-se o cabeçalho. deve: a) estar inserida o mais próximo possível do trecho do texto a que se refere. preferencialm ent e. o segundo. Figura 3. A t abe la não de ve t er t raços v ert icais delimitadores à direita e à esquerda. o espaço do cabeçalho e o terceiro. o rodapé. no mínimo. 28): . breve e clara que dispense consulta ao texto.

8 Equações e fórmulas Devem aparecer destacadas no texto para facilitar a leitura e. numeradas com algarismos arábicos entre parênteses. conforme o caso. 91 . a palavra ‘fonte’ deve ser colocada após o traço inferior da tabela. ‘questionários aplicados’. subtração. alinhados à direita.se à margem esqu erda da primeira coluna. quan do os dados se originarem de diversas fontes. Qu ando as equações ou f órmu las ultrapassarem uma linha por falta de espaço. Significado correspondente b) a fonte da tabela indica a origem ou a instituição responsável pelo fornecimento ou elaboração dos dados e informações nela contidos. quando as tabelas são elaboradas com base em fontes que constituem documentos do próprio autor do trabalho (apresentação dos dados...UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ a) não se deve deixar “casas” vazias em uma t abel a. multiplicação e divisão. utiliza-se como fonte o autor. As tabelas de um a publi cação deve m apresentar uniformidade gráfica nos corpos e tipos de let ras e nú meros. pela natureza do fen ômeno. c) em caso da fonte tratar-se de pessoa física. / ou – X . caso seja necessário. devem ser interrompidas antes do sinal de igualdade ou depois dos sinais de adição. podem ser u til izadas como f ont e as seguintes expressões: ‘pesquisa de campo’. o dado não existir -quan do o dado for rigor osamente zero -quan do não se dispu ser do dado -quan do os dados anterior es ao símbolo não forem comparáv eis aos posteriores -quan do o dado for omitido para evitar a in dividualização da infor mação siglas são separados por vírgula. ‘formulários preenchidos’. p. Exemplo: x 2 + y2 = z2 (x + y )/5 = n 2 2 (1) (2) . “Na seqüência normal do texto é permitido o uso de uma entrelinha maior que comporte seus elementos (expoen tes. para tant o exi stem sím bolos estabelecidos por convenção internacional: Símbolo Z . alinh ando. a partir de pesqui sa de campo (com o uso de questionários. por exemplo). 9). os nomes ou 5. ‘observação direta’. no uso de maiúsculas e nos sinais gráficos utilizados.quan do. ‘en trevist as realizadas’. responsáv el pelos dados levantados e apresentados. ín di ces e ou tros)” (NBR 14724:2005. entrevistas ou observação)...

Rio de Janeiro. rev. L. BARRASS. engenheiros e estudantes. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. Queiroz. pesquisa quantitativa e qualitativa. 2002. 1997. ______. paixão.N. São Paulo: T. ______. São Paulo: Atlas. descrição. O trabalho da citação.L. A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em Ciências Sociais. E. M. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. 2003. N. 1978. CASTRO.. Rio de Janeiro: Record.. p. Metodologia do ensino superior.307-326. ECO. 1988.J. In: NUNES. ______. São Paulo: Pioneira. M. . L. NBR 10719: apresentação de relatórios técnico-científicos. V. ______.ed. A. de O. 1996. BEAUD. da UFMG. Rio de Janeiro.A. GOLDENBERG. Redação de textos científicos. Memórias de um orientador de tese.M. 2. GIL. Arte da tese: como preparar e redigir uma tese de mestrado.ed. F O método nas Ciências Naturais e Sociais: . NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos: apresentação.C. ______. Campinas: . 1997. 2003.L.M. 2000. Belo Horizonte: Ed. Ed. U. uma monografia ou qualquer outro trabalho universitário. Florianópolis. C. ______. NBR 6022: informação e documentação: artigo em publicação periódica científica impressa: apresentação. (Org. P Educar pela pesquisa. resumo. Belo Horizonte: Editora UFMG. relatório. 2001. Rio de Janeiro. 2005. NBR 6028: informação e documentação: resumo: apresentação. 2003. A. São Paulo: Perspectiva. GEWANDSZNAJDER. R. COMPAGNON.. 1998. FEITOSA. 4. Autores Associados. 1997. REFERÊNCIAS ALVES-MAZZOTTI. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. FLÔRES. ______. 5.ed. 1992. 3. NBR 6027: informação e documentação: sumário: apresentação.. Rio de Janeiro. Campinas: Papirus. 1996. Os cientistas precisam escrever: guia de redação para cientistas. improviso e método na pesquisa social. FRANÇA. OLÍMPIO.ed. 1986. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. NBR 6024: informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento escrito: apresentação. Rio de Janeiro. narração. DEMO. dissertação.C. 2002.. Rio de Janeiro: Zahar. Redação: o texto técnico/ científico e o texto literário. Rio de Janeiro. A aventura sociológica: objetividade. 1989. J. CANCELIER. Como se faz uma tese. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. e aum. da UFSC.L. 2.92. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro.ed.). 2003. A.

2. 1999. Projetos de estágio e de pesquisa em Administração: guia para estágios. da UFSC.A. São Paulo: Atlas. ROESCH. Escrevendo e . M. Manual da monografia jurídica. 2. de O. Fundamentos de metodologia científica. LAKATOS. W. Rio de Janeiro: IBGE. abr. F das C. 3. TELLIS. São Paulo: Atlas. Pesquisa e produção escrita. Metodologia do trabalho científico. 2001. MARTINS. A construção do saber: manual de metodologia da pesquisa em Ciências Humanas. MARCONI. M. 2. M. ed. 1985. 1993. Belo Horizonte: Editora UFMG./set. L. LEITE.nova. Porto Alegre: Artmed. 5.. São Paulo: Companhia Melhoramentos. Florianópolis: Ed. p. LAKATOS. São Paulo: Atlas. Centro de Documentação e Disseminação de Informações. C.. Métodos de pesquisa nas relações sociais. de A. 21. C. YIN. São Paulo: EPU. sept. e ampl. 3. n. v.. 3. PASOLD. São Paulo: Saraiva. A....B. trabalhos de conclusão.ed. .ed. S. Porto Alegre: Bookman. J. 1998. SEVERINO.S. J. ano 4. de A. A. Porto Alegre: Sergio Antonio Fabris Editor.. J.ed. p. A . Metodologia do trabalho científico. HÜHNE..ed.M. São Paulo: Atlas. 1997. Turismo: visão e ação. São Paulo: Atlas. 2000. E. Metodologia científica: caderno de textos e técnicas. SOUZA. R. 5. normalizando trabalhos acadêmicos: um guia metodológico. E. 1999. 3. Application of a Case Study Methodology.L. 2001. dissertações e estudos de caso. L. M.M. Maringá: EDUEM. S..K.html Acesso em 26/02/02. Rio de Janeiro: Agir. KIDDER.L (Org. MEDEIROS. E. 1997. 1997. LEAL. 1993. MARCONI. da escolha do assunto à apresentação gráfica.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ HENRIQUES. DIONNE. SELLTIZ. 1999. TOMANIK. Florianópolis: OAB/ SC. São Paulo: Cortez. L.ed. O olhar no espelho: «conversas» sobre a pesquisa em Ciências Sociais. WRIGHTSMAN. 1991.M.ed. Disponível em: http:// www. IBGE.ed. de A. 93 .99109. 19. 104. LAVILLE.R. Guia para elaboração de monografias e trabalhos de conclusão de curso.A.. Metodologia do trabalho científico. 1994. NUNES.W. C. n. COOK. rev. H. E. 2001. São Paulo: Cortez. J. MICHAELIS: moderno dicionário da Língua Portuguesa.).ed. E.edu/ssss/QR/QR3-3/tellis2. 1975. A monografia jurídica. In: The Qualitative Report. . 1992. G. 1999. Monografia no curso de Direito: trabalho de conclusão de curso: metodologia e técnicas de pesquisa. 2000.8. Normas de apresentação tabular. LINTZ. Estudo de caso: planejamento e métodos. Prática da pesquisa jurídica: idéias e ferramentas úteis para o pesquisador do Direito.A.

94... .

95 .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ APÊNDICES ...

título em maiúsculas e sub-título em minúsculas] Local Ano 2 cm [Letras minúsculas.. Apêndice A Capa de trabalhos acadêmicocientíficos Modelo 3 cm NOME DA INSTITUIÇÃO AUTO R(A) NOME COMPLE TO DO (A) A UTOR (A) CO MPLET CO MPL ETO AUTO R(A) [Extremidade do papel A4] [Identificação centrada em letras maiúsculas] 3cm TÍ TUL T ÍTUL O : subtítul o subtítulo (se houver) 2 cm [No centro da folha.. excetuando-se a 1ª letra] .96.

..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvolvimento sustentável em Santa Catarina Balneário Camboriú 2003 . 97 .

. Orientador: Prof(a). excetuando-se a 1ª letra] . na Universidade do Vale de Itajaí. Wwww Yyyyyy Local Ano 2cm [Letras minúsculas. título em maiúsculas e subtítulo em minúsculas] Monografia apresentada como requisito parcial para a o btenção do título de Xxxx.98. Apêndice B Folha de rosto de trabalhos acadêmico-científicos Modelo 3cm NOME COMPLETO DO(A) AUTOR(A) [Identificação centrada em letras maiúsculas] 3 cm TÍT UL O TÍ TUL O:: subtítulo subtí tul o (se houver) tulo 2 cm [No centro da folha. Centro de Educação Zzzzz..

Pedro Alves Balneário Camboriú 2003 . Dr.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvolvimento sustentável em Santa Catarina Mo nogr afi a apres e n tada como requisito parcial para a obtenção do título de Bachare l em Turismo e Hotelaria pela Un iversidade do Vale de I taj aí. 99 ... Orientador: Prof. Ce n tro de E ducação Balne ário Camboriú.

....... ............. da Universidade do Vale do Itajaí........ Prof.. ....... ............. Apêndice C Folha de aprovação de trabalhos acadêmico-científicos Modelo 3 cm NOME COMPLETO DO(A) AUTOR(A) TÍ TUL TÍT UL O T ÍTUL O:: subtítulo subtítul o (se houver) Esta Monografia foi julgada adequada para a obtenção do título de .. . Dr... UNIVALI – CE de São José Prof..100..... Centro de Educação de . e aprovada pelo Curso de .......... Dra. ... sub-título em minúsculas] .... ....... ... MSc. .. UNIVALI – CE de São José 2 cm 2 cm [Identificação centrada em letras maiúsculas] [Título em maiúsculas. [dia] de [mês] de [ano].......... UNIVALI – CE de Balneári o Camboriú Orientador Profa... ..... 3 cm Área de Concentração: ........ [Local].........................

14 de fevereiro de 2003. Dr... Maríl ia Mendonça Farias UNIVALI – CE de São José Membro Prof. Área de Concentração: Turismo e Ambiente Balneário Camboriú. Prof. Dra.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvol vimento sustentável em Santa Catarina Esta Monografia foi julgada adequada para obtenção do título de Bacharel em Turismo e Hotelaria e aprovada pelo Curso de Turismo e Hotelaria da Universidade do Vale de Itajaí. Msc. Pedro Alves UNIVALI – CE de Balneário Cambori ú Orientador Profa. 101 . Centro de Educação de Balneário Camboriú. Emílio Vieira UNIVALI – CE de São José Membro .

..................... 64 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS ......1 Contexto e sujeitos da pesquisa ......................................... 57 4........................................ 18 2............................... 40 3..............1..................................................................2 Expectativas e aspirações .102.. 13 2 O PROBLEMA DA PESQUISA ................................................................................... 43 3.......................... Apêndice D Exemplo de Sumário SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO .......... 49 4...................................................................................................................................................... 71 REFERÊNCIAS ............................................................................1..................2 Objetivos da pesquisa ...................................1 Concepções teóricas .... 11 1.................................................. 46 4 RESULTADOS .........3 Estratégias e instrumentos .................... aceitação e cooperação ...................................................................................................... 16 2........................................................................................................................... 27 3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS ................................................................................................................................................1 Breve história das principais concepções do passado .......................... 80 ........................................................................................ 50 4....... 39 3......................................................................................................... 14 2.................................................................................2 As principais correntes teóricas da atualidade .......1 Justificativa ..........................................................................1 Percepção do problema pelos sujeitos da pesquisa ..................................3 Resistência.................................................................................. 77 APÊNDICES .......................................................................................................... 10 1...............................2 Fontes documentais ...........................

. contendo de 100 a 250 palavras.. 103 .) Palavras-chave: (na língua do texto) * Currículo (e endereços postal e eletrônico) ** Currículo (e endereços postal e eletrônico) . é digitado com espaçamento simples e alinhamento justificado.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Apêndice E Modelo de página de abertura (artigo científico) TÍTULO subtítulo su btítu lo (se houver) Nome completo do autor 1* Nome completo do autor 2** Resumo (na língua do texto) (O resumo. elaborado segundo as orientações da NBR 6028:2003.

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