ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS - NORMAS ABNT

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

Universidade do Vale do Itajaí

Cadernos
Universidade do Vale do Itaj aí

de Ensino
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Pró-Reitoria de Ensino

FICHA CATALOGRÁFICA

2...

Ficha catalográfica elaborada pela Biblioteca Central Comunitária - UNIVALI
Cássia Ferri Regina Célia Linhares Hostins Coordenação

Projeto
Josiane da Silva Delvan Lucian o Dalla Giacomassa Colaboração

E lisabeth Juchem Machado Leal Simone Gh is i Feuersch ütte E laboração

Hildo Rocha Neto Nilton Córdova Fotografia José Roberto Azevedo Júnior Capa Camila Morgana Lourenço Projeto Gráfico Ch arlles Giovany Faqueti Fábio Zella de Souza José Roberto Azevedo Júnior Editoração E letrônica E xemplares: 1500

Pedagogico

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Cadernos
Universidade do Vale do Itaj aí

ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS

ITAJAÍ (SC Julho/2006 Ano 2 - nº 4

de Ensino
... 3

Pró-Reitoria de Ensino

Em julho de 2006 o texto deste documento (páginas 56. 89.. de dezembro de 2005. 90. 87.4. .724. 81.. 91 e 92) foi atualizado para in corporação das alterações referentes à apres entação de trabalhos acadêmicos contidas na segunda edição da NBR 14. 58.

.......................................................... 09 PARTE I ..............4..................................... 15 Conceito ...................................................1 5....... 37 ................................................................................4 6...........3 2................................... 15 Os propósitos do fichamento .............................................................5 4 4............................................................................. 25 Conceito ........................................................1 2............................................................................................................................................................................................................................................................2 5............................................. 34 Procedimentos ...........................................4..............................................................1 6.....................2 3............Elaboração de trabalhos acadêmico-científicos .4 5............................................................................................................ 20 RESENHA CRÍTICA ................. 33 Conceito ........................................................................................................3 5.....................................................2 2............... 30 Elementos pós-textuais ...............4 5...............................1 3...........3 6.............................3.... 18 Avaliação ..................................... 27 Procedimentos quanto à elaboração ..2 5...... 28 Procedimentos quanto à forma de apresentação ................................3 4...............................2 6......3 3.......... 29 Elementos pré-textuais ....................... POSITION PAPER OU POSICIONAMENTO PESSOAL ........ 5 ............................... 21 Propósitos ...................1 5........................................................................................ 23 Avaliação ................................ 27 Conceito ........................5 INTRODUÇÃO ........................................................................................... 34 Tipos de relatórios ........................................................................3................................................................................................................................................................................................ 26 Avaliação .............................................................................................................4 5 5..................................................................2 2................................................................................................................... 21 Procedimentos .................................................................................................................................................. 25 Propósitos ......... 16 Procedimentos .......... 35 Avaliação ............ 21 Conceito ...............4 3 3.... 30 Indicativos dos tópicos (seções) do artigo científico .................................................... 33 Propósitos .......................................................... 25 Procedimentos ............ 30 Elementos textuais ............................................................................4......................................................................................... 31 RELATÓRIO .4 3........1 2........................ 26 ARTIGO CIENTÍFICO ............ 24 PAPER.......................................................2 4. 17 Ficha bibliográfica ..................................................................... 22 A apresentação da resenha ..........................................................4........UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ SUMÁRIO APRESENTAÇÃO .......3 5................................................... 10 1 2 2........................................ 13 FICHAMENTO ................................ 31 Avaliação ........ 27 Propósitos .........................................5 6 6....................................................................................... 17 Ficha de leitura .......................................1 4.......

............. dentre outros.......................................................................................... 67 Partes de monografia ................1 3................ 71 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico ..........................4.............6..... textual ou literal .....1 Regras gerais para citação ..........1 3 3........3................ 45 1.......................................2............................................................................ 65 Monografias .............5 3....................................................................2.......................... 48 1............................................... 40 Avaliação ............................ 7 7.................1 3....................................................4..............5 Considerações finais sobre as normas de citação .............2...............................................................4 3............3 3..................2 3....................................................................3 Alterações na citação ......2 3......2 7..................6 3..............3................ 59 Regras quanto à autoria....4 3.......................................................................4 3.................................... 46 1..... 58 Regras gerais para elaboração de referências ....................................................................................................................................... 39 Procedimentos ............4.......... 47 1.....3 Citação da citação ........1 7......... 52 1.........................................................................3 3........................ 39 Conceito ....................................................................................................................1 3................... 55 Exemplos de resumos ............ 64 Modelos de elaboração de referências ......................3 7................4....................4..3..................... em meio eletrônico . 65 Monografias consideradas no todo .......3..........................4............................................. 59 Regras quanto ao título e subtítulo .......2 3............3 3.....................................4........................................................... boletim.............................................................. 61 Regras quanto à edição e editora ..3 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS .......................................... 45 1...................2 3...................... 56 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS .................3............................ 69 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas ... 50 1...1.......4....2.....................................1.....2 Citação indireta: paráfrase e condensação .. 70 Artigo e/ou matéria de revista.......................... 57 Localização das referências ............................... 65 Monografias no todo em meio eletrônico .........................4....3............... 70 Artigo e/ou matéria de jornal ............................................6 3.........4 3............................2....................................1................................................................3 3........................................................................................................... 57 Aspectos gráficos das referências ...............4......... 39 Propósitos .................................... 63 Regras quanto à data ................ 68 Publicações periódicas .........................2.. 43 1 CITAÇÕES ........2..............4............1........2 3.........................................................................................................1 3... 46 1................................ 72 ............. 68 Publicação periódica como um todo ........4....................................................... 53 2 2..4.................................................................................... 62 Regras quanto ao local ....1 3.............................................. 69 Partes de publicações périódicas ........... 64 Regra quanto à paginação ........4 MEMORIAL ..2 Tipos de citação .......2.....................2........Orientações e normas para apresentação de trabalhos acadêmico-científicos ..............................................1 Citação direta...................5 3....4 Normas complementares para citação .................................................. 41 PARTE II ....................................... 71 Publicações em eventos ........................................................................................... 67 Parte de monografia em meio eletrônico ..............................................................

..7 3................... 103 ...........................11 3...............................................4............ 89 Tabelas ...........Exemplo de sumário ...............................................................4................................6 5................. 91 REFERÊNCIAS ......4..................... 81 Elementos pré-textuais ..........7 5................. Documento jurídico em meio eletrônico .. Documento iconográficoem meio eletrônico ................................................................................. Bula de remédio .............6................2 3...................... Eventos como um todo em meio eletrônico ........................................................................................................................................ Patente ........................ Notas .................................................................... 95 Apêndice A ...4..................................................3 5....................................... Jurisprudência ............................................................ 84 Elementos pós-textuais ...........................................................................2 3..................... 87 Margens e espacejamento .................................................... Documento tridimensional ......3 3......................... 87 Paginação ...............................5 3..................................3...................................... 100 Apêndice D ...................... Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico ............ 96 Apêndice B .............................................Modelo de página de abertura (artigo científico) .............................................................. 81 Elementos textuais ................ 85 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS ...........................4 3...Folha de rosto de trabalhos acadêmico-científicos ...... Documento de acesso exclusivo em meio eletrônico .........1 3..............................................3..........4 5...........4 3....................................6 3.............................1 3.....................................................3 5 5.................................................14 4 4.......................4...1 3......................Folha de aprovação de trabalhos acadêmico-científicos .. Documentos jurídicos ...................... Trabalho apresentado em evento ...............................................12 3..........4 3................. 88 Títulos e indicavos numéricos ................... Documento iconográfico ... Documento cartográfico em meio eletrônico ......... 72 72 73 73 74 74 74 75 75 75 76 76 77 77 78 78 79 79 80 80 80 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS ............8 Eventos como um todo .....................................Capa de trabalhos acadêmico-científicos ......................................5 5....4............................. 88 Parágrafo .............. 87 Formato ..................4...........4...........4..........4............................8 3................................................................................... 90 Equações e fórmulas ................................ Documento sonoro .. 89 Ilustrações ........10 3.........................4.............4.....4....... 92 APÊNDICES .......................................................... Legislação .................... Séries e coleções ....2 4..........3 3...................................... 98 Apêndice C ........4..............4............................................................................ 102 Apêndice E .................................1 5......................13 3.................. Imagem em movimento ...............................................7.......................................................................................4....4......................................................9 3....................................................................................................................... Doutrina ...................2 5......................................................1 4................................................4.........4...........................................................................4........................ Documento cartográfico ..................................UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3......................3......................3..................................................................................................4............4..................................1 3...... 7 .....................4....................................................................4.4........

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Certamente.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ APRESENTAÇÃO Este conjunto de diretrizes metodológicas é apresentado aos professores e estudantes universitários para o desenvolvimento de t rabalh os didáti co. a apr endizagem e o desenvolvimen to do trabalho in telectu al exigem conhecimentos de ordem técnica. (SEVERINO. para quê. têm como objetivo favorecer e estimular a produção escrita de nossos alunos. não sem antes termos clareza do sentido político da formação no ensino superior: por quê. entre suas finalidades. conceitual e lógica. É neste contexto que se insere a metodologia de trabalhos científicos como instrumento útil e per tin en te para a produ ção do conhecimento. 9 . A elaboração de trabalhos acadêm icos . pois u m pensamento ou argumento apresentado pelo aluno ou pesquisador sem apoio em processos lógicos pode não passar de uma idéi a superficial.do fich amen to. o regi st ro e o uso do sabe r já acumulado e disponível para propósitos próprios de construção do conhecimento. ou da articu lação. sob critérios lógicos e com o auxílio da técnica. Se a ciência é o resultado do confronto. A UNIVALI destaca. Est as orientações.permite ao estudante universitário se exercitar em práticas essenciais à atividade científica: a bu sca. é fator determinante para o al can ce dos obj eti vos da for mação u niv ersi tári a: apre nder a pen sar e. Estas três dimensões estão in ti mame nt e r elacionadas.. característica da formação superior. ao focalizar os tipos de trabalhos acadêmicos mais presentes no cotidiano do ensino superior e os procedimentos básicos para sua elaboração. o domínio do saber e da cultura. o domínio da teoria é condição imprescindível par a o propósito de produção do conhecimento. esta publicação traz subsídios à elaboração de textos didático-científicos de forma lógica. para quem estudamos e produzimos conhecimentos? Para buscar possíveis respostas às questões acima. o domínio de conceitos reelaborados. pois todo o conjunto de recursos que está na base do ensino superior não pode ir além de sua função de fornecer instrumentos para uma atividade criadora. Parece-nos ser esta u ma con di ção in di spe nsáve l ao desen vol vim en to da vi da in te lect ual disciplin ada e produ tiva.. 2000). visando criar novos hábitos e um novo olhar para a produção universitária. ao artigo científico . da teoria com a empiria. dos métodos e das técnicas de áreas específicas do conhecimento é uma exigência do ensino superior para vencer o superficialismo e a falta de rigor científico na produção e socialização do conhecimento. Assim. a pr odu zir conhecimentos. o mais elementar deles. desde os primeiros períodos. E viden te men te . conse qü en tem en te.cien tí fi cos. o domínio da ciência e dos seus métodos para atingir novos patamares de qualidade. em todas as disciplinas. Profª Amândia Maria de Borba Pró-Reitora de Ensino . nort eada por posturas e práticas de pesquisa.

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.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Parte 1 Elaboração de trabalhos acadêmicocientíficos . 11 ..

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porque significam propriamente a competência. a querer saber sempre mais e melhor. sist em at ização e soci al ização do conhecimento deixem de ter no professor seu prin ci pal prot agoni st a e passem a ser compartilhadas por professores e alunos. expressão. a apropriação e o uso do conhecimento técnicocientífico são atividades permanentes na carreira do profissional de nível superior. dada a necessidade de atualização em face aos rápidos avanços da ciência. a perguntar. sobretudo alcancem a capacidade de formular. perfil. atividade central na vida acadêmica. Essa iniciação compreende a aquisição gradativa de um conjunto de competências..] escrevam. Por outro lado. assim identificadas: .compettên ci as r efer enttes ao ttrato da com pet ências refe rent es pe ref eren rato in f i nf orm ação ação: . desde os primeiros dias de sua trajetória acadêmica. pela qual o sujeito que desperta começa a ganhar forma. à sua adequada utilização para a solução dos problemas e à elaboração de novos conhecimentos. um dos desafios que hoje se colocam para a universidade consiste na formação de um profissional capaz de pensar e agir num contexto de alta complexidade – decorrente da natureza dos problemas com os quais nos defrontamos – valendo-se para tanto da capacidade de analisar criticamente a realidade à luz de conhecimentos teóricos e de atu ar com competência de modo autônomo e conseqüente..se con siderar qu e a bu sca. coloquem no papel o que querem dizer e fazer.ler e compreender textos teóricos. Ao lado desse fato. passando a participar como sujeito capaz de propor e contrapor[.28-29) diz ser fundamental que os acadêmicos: [. A formação universitária. se faz. de modo a se tornarem não apenas consumidores como também produtores de conhecimento. surge o desafio da elaboração própria. Formular. deve .. redijam. p. elaborar são termos essenciais da formação do sujeito. a competência de maior importância e suas competências subsidiárias: identificar as fontes bibliográficas mais relevantes da área. Esse processo contribui decisivamente para a for mação de prof ission ais cu jo pe rfi l compreende as competências necessárias à busca do conhecimento.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1 INTRODUÇÃO A ê nfase qu e vem sen do col ocada nas atividades de pesquisa articuladas ao ensino e à extensão.. no uso de um instrumental teórico-metodológico que lhes possibilite o progressivo domínio das práticas do trabalho intelectual. requer que as atividades referentes à investigação. de complexidade e sofisticação crescentes. contorno. registrar a informação e as . 13 . Deixa-se para trás a condição de objeto.. A partir daí.. buscar e adquirir a informação nece ssári a para a re al ização de trabalhos. com vistas à elevação do nivel de qualidade dos cursos superiores. em todas as áreas do conhecimento. portanto.] Aprende a duvidar. mediante a progressiva iniciação do aluno às práticas do trabalho intelectual. Demo (1996. à medida que se supera a recepção passiva do conhecimento. Para tanto parece ser indispensável que os acadêmicos se exercitem.

redigir: progredir do exercício inicial sob a for ma de re sum o. subsidiariamente. no entanto. O texto ora apresentado pretende oferecer. até ch egar à elaboração de texto próprio (resenhas. dominar as praxes de citação e de referência. projeto e relatório de pesquisa... Dessa forma. de re su m os de ar ti gos e de referências.competências cognitivas: . artigos. dissertação de mestrado e tese de doutorado. paper. definir. A primeira parte do documento trata dos tipos acima mencionados de trabalhos acadêmicocient íf icos: seu conceito e propósitos. ou mesmo o ensaio. respect ivas f on tes bi bl iográfi cas. bem como normas relativas à estrutura e apresentação gráfica de trabalhos acadêmico-científicos. ou de Metodologia Científica – a criação dessas oportunidades em todas as disciplinas. . bem como de apresentação de trabalhos acadêmicocientíficos.se (ou ref orm ular o anteriormente formulado). demonstrar (ou provar) por argumentação. . relat ór io e mem orial. não são aqui tratados. . explicar. por se considerar que são os tipos de uso mais freqüente nas várias disciplinas dos cursos de graduação. os procedimen tos para sua e laboração e organização e sugestões para sua avaliação. observar. documentais ou outras (fazer resumos. No entanto. E compete ao professor – a todos os professores e não apenas aos professores responsáveis pelas disciplinas de Língua Portuguesa.cor rigir. . referências). fichamentos. projetos de pesquisa). aut o. t anto a professores como a acadêmicos.referentes às práticas de investigação: formular questões e hipóteses.apresentar e discutir temas. Esse conjunto de competências.ligadas à formação de conceitos: fazer distinções e conexões. inferir. artigo cien tífico. parafrasear. somente será desenvolvido pelos acadêmicos se estes tiverem oportunidades efetivas de exercitá-las de modo gradativo. Na segun da part e são apresen t adas orientações para elaboração e u so de ci tações. extrair significados.14.analisar e apreciar criticamente textos teóricos.ref er ent es ao raciocín io: iden tif icar proposições. .competências necessárias à capacidade de elaboração própria: . . . orientações básicas para a elaboração de trabalhos acadêmico-científicos. papers. sistemático e intensivo. estabelecer relações. .referentes à capacidade de interpretação: perceber implicações. optou-se pelo fichamento. interpretar criticamente. resenha crítica. embora t ambém sejam trabalhos acadê micocientíficos. São muitos os tipos de trabalhos acadêmico-científicos qu e pode riam se r in cl uí dos em um documento como este.

b) registrar o conteúdo das obras. Assim sendo. cujo autor é o “fichador”. portanto. ou. para utilização posterior em suas produ ções escri tas. os fichamentos ou relatórios de leitura. su a compreensão. coerente e objetivo. preferem substituir esse nome pela expressão “relatório de leitura”.1 Conceito O fichamento é uma técnica de trabalho intelectual que consiste no registro sintético e documentado das idéias e/ou informações mais relevantes (para o leitor) de uma obra científica. A im por tância do fi ch amen to para a assimilação e produção do conhecimento é dada pela necessidade que tanto o estudante. seja ele aluno ou professor. p. 15 . . como também registrada e documentada. A principal utilidade da técnica de fichamento. de textos para aulas. c) regist rar as re fl exões proporcionadas pelo material de leitura. assim. funcionam como método de aprendizagem e memorização dos conteúdos. d) organizar as informações colhidas”. filosófica..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2 FICHAMENTO 2. pa pers. art igos. constituindo-se em instrumento básico para a redação de trabalhos científicos. um importante meio para exe rcit ar a escrit a. etc. como o docente e o pesquisador têm de manipular uma considerável quantidade de material bibliográfico. na Universidade. o que re qu er a l eit ur a at ent a do text o.. cuja informação teórica ou factual mais significativa deve ser não apenas assimilada. de elaboração da monograf ia de conclusão de curso do graduando. alguns autores. seja na pesquisa científica – como enfatiza Pasold (1999) –. monografias de conclusão de curso. da dissertação de mestrado ou do relatório de pesquisa do pesquisador. seja na aprendizagem dos conteúdos das diversas disciplinas que integram o currículo acadêmico. sejam elas de iniciação à redação científica (tais como os primeiros trabalhos escritos que o estudante é solicitado a produzir). a exemplo de Nunes (1997). Fichar um texto significa sintetizá-lo. literária ou mesmo de uma mat éria jornalística. o fichamento objetiva: “a) identificar as obras consultadas. essen ci al par a a elaboração de resenhas. além de possibilitar a organização dos textos pesquisados e a seleção dos dados mais importantes desses textos. no caso do professor. Como o fichamento consiste no resultado do trabalho de leitura. Pode-se dizer que esse registro escrito – o fichamento – é um novo texto. ent ão. A prática do fichamento representa. De acordo com Henriques e Medeiros (1999. a iden tificação das idéias principais e seu registro escrito de modo conciso.100). é otimizar a leitura. palest ras ou confe rências.

qu e pode ser nu ma ficha manuscrita ou numa folha digitada. Dessa forma. São esses propósit os tem áticos que ori ent am o “fichador” quando seleciona idéias. um seminário ou um relatório de pesquisa. são os propósitos temáticos de quem estuda as obras consultadas que “comandam” a seleção das idéias. o critério organizador do fichamento será dado pela própria lógica do texto. o fichamento está “a serviço” da pesquisa que o estudante. com o propósito de desenvolver as habilidades exigidas para o estudo e assimilação de textos teóricos. o docente ou o pesquisador se propôs. a argumentação do autor a da obra ou do texto que “comanda” o trabalho de resumo do fichador. 2. conceitos ou fatos que interessam resumir ou registrar n os f ichame nt os qu e f ará das obras selecionadas.se apen as na su a apresen tação. o fichamento será tanto mais eficiente quanto mais claros forem para o estudante ou para o pesquisador os propósitos desse trabalho.16. di fer enci a. em geral. terá como critério selecionador os “propósitos t emáticos” dados pelo próprio tema da pesquisa e suas ramif icações. deve apresen tar os indispensáveis elementos de identificação. b) o fichamento que é feito pelo estudante. conceitos.. . no primeiro tipo de fichamento (a) é o raciocínio. e m qualquer caso. podem ser considerados dois tipos de fichamento: a) o fichamento que é solicitado ao estudante universitário como exercício acadêmico. um artigo.2 Seja como técn ica au xiliar da pesqu isa bibliográfica.. seja como técnica auxiliar de estudo de obras. mas que. Dependendo dos seus propósitos. No segundo caso – fichamento no contexto da pesquisa ou da revisão bibliográfica –. nesse caso o fichamento consiste. Assim. pelo docente ou pelo pesquisador. Ora. No segundo tipo (b). com o propósito de registrar sist emat icam en te e docu me nt ar as informações teóricas e factuais necessárias à elaboração do seu trabalho. No primeiro caso – fichamento como exercício acadêmico –. uma monografia. nesse caso. a decisão sobre o que retirar de um texto ou de uma obra e registrar sob a forma de resumo ou de citação. como toda e qualquer pesquisa está centrada num tema. que tanto pode ser uma resenha. artigos e textos teóricos. elementos teóricos ou factuais que integrarão o resumo. o simples propósito de resumir o texto é o propósito dominante. ou assimilar o conteúdo ou parte do conteúdo de uma disciplina. no contexto de um a pesquisa ou de u ma re visão bibliográfica. no registro documentado do resumo do texto indicado pelo professor. dos quais se falará mais adiante. o fichamento praticamente se identifica com o Os propósitos do fichamento r esu mo.

de um subtítulo. dependendo das necessidades de quem estuda ou pesquisa. Luiz Antonio Rizzatto.referência: o segundo elemento da ficha será a referência completa da obra ou do texto ao qual a ficha se refere. Bibl. é importante ainda que conste a localização da obra (biblioteca.112). . pode ser adotado o uso. breve indicação do conteúdo da obra ou de sua importância para algum aspecto do trabalho que o estudante ou o pesquisador tem em andamento. etc. 17 . 42-55) e Pasold (1999. que variará conforme o tipo de fichamento que o estudante ou pesquisador pretenda fazer.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2. p. elaborada de acordo com a (NBR 6023:2002) da ABNT. ou seja. Embora muitos tipos de fichas possam ser elaborados no contexto de uma pesquisa ou de uma revisão bibliográfica.corpo da f ich a. São Paulo: Saraiva. O seu corpo pode ser constituído de poucas informações. para que a ela se possa retornar caso haja necessidade. 207 p. 105121) of erecem importan tes orientações práticas sobre diferentes tipos de fichas e sua organização. p. por exemplo. 1997. o con teú do propriamente dito. Leite (1985.3.3 Procedimentos São variados os tipos de fichas que podem ser criados.cabeçalho: no alto da ficha ou da folha. por serem considerados os mais essenciais. 35-45). As fichas.. . 87. Metodologia da pesquisa / Pesquisa bibliográfica NUNES. à direita. arquivo público. apenas dois tipos de fichas serão a seguir apresentados. como já foi dito. Manual da monografia jurídica. Severino (2000. um título que indica o assunto ao qual a ficha se refere. a 2a parte trata da elaboração de dissertação de Mestrado e tese de Doutorado. p. devem conter três elementos: . p. 2. da UNIVALI Exemplo de ficha bibliográfica .).1 Ficha bibliográfica Destina-se a documentar a bibliografia relativa a um determinado assunto.. Eco (1988. A 1a parte da obra contém orientações metodológicas para a elaboração e a apresentação da monografia no curso de graduação de Direito. sejam elas de cartolina ou de papel A-4 (que substituíram as de cartolina pelas facilidades oferecidas pelos micros). após o título geral. como.

sem o que essa crítica não passará de mera opinião.18. ou não. pode ser útil a inclusão no texto das novas idéias que foram surgindo durante a leitura. dir etas e interligadas. citações mais significativas de trechos do conteúdo. o que tornaria a ficha mais completa. p. 2. A organização da ficha deve ser feita de tal modo que permita identificar posteriormente a página da obra onde se localiza esse ou aquele conceito. por exemplo. sempre entre aspas e com indicação da respectiva página. ao seu final. A seguir se encontra um exemplo de ficha de leitura. Assim sendo. para fazer a crítica de um texto – ainda mais quando se trata de um texto teórico – é necessário que o aluno já disponha de um certo repertório. juízo de valor destituído de fundamento. Para o estudante ou docente que faz um f ich amen to no con tex to da pesqu isa bibliográfica. e as citações ou seja. – apresentar uma seqüência corrente de f rases con cisas.. Atenção: o exemplo ilustra uma “ficha” de leitura em folha A-4). 47-61) para a leitura e resumo de textos teóricos que o leitor encontrará sintetizados à página 21 deste documento. deverão ser seguidos os passos recomendados por Severino (2000. qu e e xpre sse a interpretação crítica do aluno sobre o conteúdo do texto. . Nesse caso.. optou-se por colocar na margem esqu erda da folha o núm ero da página correspondente ao trecho resumido para i dent ificar su a localização na obra. as citações. É importante salien tar que a inclusão de citações no fichamento não significa que este se confunda com um mero exercício de “recorte e colagem” de trechos da obra. O corpo da f icha de leit ur a pode ser organ izado de diferentes maneiras. a decisão de incluir.3. Pode ficar a critério do professor. bem como distinguir as expressões ou palavras do autor da obra – isto é. Para sua elaboração. transcrições as citações. dev e o professor ter claro que. no entanto. deverá apresentar as características de um resumo de qualidade. um comentário sobre o te xto f ichado. seletivo e objetivo. ao solicitar dos alu nos um fichamento. – respeitar a ordem das idéias e fatos apresentados. outras formas podem ser adotadas. como sugere Hühne (1992. que deverão estar sempre entre aspas – das expressões ou palavras próprias do fichador. p. O corpo da ficha consistirá no resumo da resumo obra ou da parte da obra que interessa ao fichador. ou seja: – ser sucinto. ou então pode apresentar o resumo que sintetiza o resumo. contendo apenas resumo e citação (no exemplo. apenas o resumo das idéi as do au tor e n enhu ma citação ou comentário pessoal do fichador. objetiva e econômica. resumo conteúdo. Pode conter. idéia ou argumento.2 Ficha de leitura Esse tipo de fich a destina-se ao registro sinté tico do cont eúdo (ou de parte do con t eúdo) das obras lidas. – utilizar linguagem clara. 6465).

que pre ssupõe um a m etodologia própria. ex te rno ao indivíduo. A arte de p e squisar: como fazer pe squisa qualitativa e m C iê ncias S ociais. Rio de Janeiro: Re co rd. para e le . pois.. suje ito e objeto do conhe cime nto es tão radicalm e nte separados. a pesquis a nas Ciências Sociais "é um a atividade ne utra e o bje tiva. se gundo ele. o m étodo das C iências Naturais– e rklär en – "busca generalizaçõe s e a descobe rta de re gularidade s" e o das C iê ncias Sociais – ve rsteh e n – "vis a à com pre ensão inte rpretativa das e xpe riências dos indivíduos dentro do conte xto em que foram vive nciadas". ne cessitando ser com pre endido e m s ua singularidade . O s adeptos da abordage m qualitativa e nte ndem que o m ode lo de e studos das C iê ncias N aturais.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ M e tod ol ogi a ci e ntífica Pe s quis a q ualitativ a G O LD E NBE RG . Via a ciência social com o ne utra e obje tiva. Para D urkheim. S egundo ele... não são ade quados à e specificidade das C iências S ociais. A socio logia com pree nsiva. Ass im . um de se us repres entantes . po is cada qual tem um sentido próprio. distingue natureza e cultura e de fende proce dim entos m e todo lógicos dis tinto s para se us e studos . cujas raízes estão no historicism o ale mão. entende que os fatos so ciais não são quantificáveis.. em que o pes quisador não pode faze r julgam e ntos ne m permitir que se us preconce itos e crenças co ntam inem a pesquisa". o fato social. (. Com te defe ndia a unidade de todas as ciê ncias. bas eado e m proce ssos quantificáve is que se transform am e m le is e explicações ge rais. Dilthey . 16 Esclare cer o debate e ntre a sociolo gia pos itivista e a sociolo gia co mpree nsiva é útil para s ituar a que stão da utilização de mé todos e té cnicas qualitativos nas C iências Sociais. 19 . 199 7. que busca de scobrir regularidades ou le is . ) Exem pl o de fic ha de l ei tu ra 17 18 19 Exemplo de ficha de leitura . M. inde pende da consciência hum ana e deve s er tom ado com o c oisa.

A obra fich ada ou re sum ida est á corretamente referenciada? .O resumo é sucinto e objetivo? .As idéias principais do texto estão contidas no resumo? .. aquele que é solicitado como exercício acadêmico.O conteúdo do resumo mantém fidelidade ao texto? (ou há deturpação das idéias?) . ou seja.O resumo respeita a ordem das idéias apresentadas pelo autor do texto? .20.A linguagem utilizada obedece a norma culta? .. As seguintes perguntas poderão orientar o professor na avaliação do resumo: .O resumo evidencia uma redação própria do alu no? (ou con sist e apenas na ju staposição de u ma sér ie de f rases recortadas do texto?) .4 Avaliação As orientações para avaliação do fichamento referem-se ao primeiro tipo de fichamento mencionado no item 2.2.As normas técnicas de apresentação de trabalhos acadêm ico-científ icos foram observadas? . 2.A interpretação crítica (no caso de ter sido solicitada) é pertinente e fundamentada ou justificada? .

artística ou cultural em seu campo de interesse. 21 . .1 Conceito A resenha crítica consiste na apresentação sucinta e apreciação crítica do conteúdo de uma obra. A resenha de obras científicas é. têm condições de emitir um juízo crítico. ou seja. novas teorias. – uma apreciação crítica das informações apresentadas e da forma como foram expostas e de sua avaliação. que a resenha possibilita. A resenha crítica tornou-se importante recurso para os pesquisadores e. da explosão de conhecimentos característica da sociedade contemporânea.. novos conhecimentos. Portanto.2 Propósitos Mediante a leitura do resumo da obra e de sua avaliação.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3 RESENHA CRÍTICA 3.. t em o propósito de exercitar a capacidade de compreensão e de crítica do estudante. de um modo geral. para as pessoas cuja atividade profissional ou de est udo requer inf ormações sobre a produção científica. Quando realizada como um trabalho acadêm ico. além do conhecimento especializado do tema. em geral. o profissional ou o estudante pode decidir sobre a conveniência ou não de ler (ou adquirir) a obra. em decorrência. – uma justificativa da apreciação realizada. A resenha deve levar ao leitor informações objetivas sobre o assunto de que trata a obra. 3. feita por cientistas que. compreende o resumo e o comen tário de u ma obra científ ica ou literária. dest acando a cont ribu ição do aut or: abordagem inovadora do tema ou problema. a resenha deve conter: – o resumo das idéias principais da obra. prin cipal me nt e.

(As perguntas seguintes são orientadoras: de que trata a obra? O que diz? Qual sua característica principal? Requer conhecimentos prévios para entendê-la?).o resumo da obra. . etc. preço. sistematizada? Utiliza recursos explicativos (ilustrações. . objetivo. o que muitas vezes depende da obra resenhada. coere nt e. . – Res umo da obra resumo das idéias Resumo obra: principais. desenhos. econômico. de modo a cumprir sua finalidade. se optar por intitular. quais são elas? Onde se encontram (no final da obra ou no final dos capítulos)? – Quadro de referências do autor a que Quadro referências do autor: corrente de pensamento o autor se filia? Que teoria ou modelo teórico apóia seu estudo? – Crítica do resenhista (apreciação) (apreciação): a) como se situa o autor da obra em relação é inovadora? c) quanto ao estilo: é conciso.a crítica do resenhista. o título deverá guardar estreita relação com algum atributo ou idéia mais destacada da obra.seu quadro de referências. claro. 51-57). p. Obs. histórico. – Conclusão do autor o autor apresenta (ou do autor: não) conclusões? Caso apresente. sistematizar a abordagem de às escolas ou correntes científicas ou filosóficas. criativas? A abordagem dos conhecimentos .3 Procedimentos A resenha crítica deve abranger um conjunto determinado de informações. Referência: editora e data de publicação. 245-246): – Referência autor(es). O roteiro a seguir baseia-se no modelo apresentado por Lakatos e Marconi (1991.)? e) a quem se destina a obra: grande público. político. segundo a percepção do resenhista. Para fins de t rabalh os acadê micos. A elaboração de uma resenha crítica requer a aquisição gradativa. As diretrizes metodológicas que seguem. títulos. . gráficos. profissional ou especializada. em relação ao contexto social. figuras. pelo estudante. cargos exercidos. estudantes? Nem sempre é possível ou necessário dar resposta a todas as pergu ntas ou iten s relacionados acima.: O resenhista poderá (ou não) dar um título a sua resenha. obras publicadas. de com pe tên cias de l eit ura. exemplos. edição.22. pr eciso? A li ngu agem é correta? d) quanto à forma: é lógica. número de páginas. são indispensáveis os seguintes tópicos: . – Credenciais do autor informações gerais do autor: sobre o autor e sua qualificação acadêmica. 3. título.? b) quan to ao mérito da obra: qu al a con tr ibui ção dada? As idéi as são originais.a referência (aqui pode ser dispensado o item sobre preço da obra). especialistas. baseadas em Severino (2000. análise e interpretação de textos científicos. bem como da finalidade ou destino da resenha. local.as conclusões do autor. no ent an to. p.. etc.. descrição breve do conteúdo dos capítulos ou partes da obra. têm o propósito de organizar.

ou seja. sobre o vocabulário (conceitos. m arcar e esquematizar as idéias relevantes.. compondo um texto harmonioso. os aspectos teóricos. explora sua fecundidade e mantém um diálogo com o autor. validade e con tribui ção à discussão do problema. 3.3 acima. nas resenhas de boa qualidade.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ textos teóricos. juízo crít ico.Folha de rosto: é a folha que apresenta os Folha rosto: elementos essenciais à identificação do trabalho. de um modo geral. procura tomar uma posição a respeito das idéias enunciadas. o qual. tanto como preparo para a elaboração de resenhas. os aut ores cit ados. no entanto. constitui uma etapa do trabalho de elaboração da resenha.Texto a referência bibliográfica da obra Te Texto: resenhada deverá ser apresentada no início do texto. subdividir-se mediante o uso de subtítulos de acordo com aqueles elementos. obrigatoriamente. seu autor. Avalia também sua originalidade. Procura estabelecer uma aproximação. trabalho acadêmico distinto da resenha. aparecem. bem como a avaliação crítica do resenhista. os dados sobre a obra. pela maneira como o autor desenvolve e aprofunda o tema. porém corrida. o resumo do conteúdo. com vistas a obter o melhor proveito de seu estudo. A redação da resenha obedecerá. A análise crítica o estudante formula um análise crítica: análise crítica A análise temática procura interrogar e análise temática: temática identificar do que fala o texto e qual o tema de que se trata: como o autor problematiza o tema? Que posição assume? Como expõe passo a passo seu pensamento. Deve ser elaborada segundo o modelo constante do Apêndice B. sucinto e de fácil leitura. 23 .4 A apresentação da resenha Como trabalho acadêmico. como de outros trabalhos acadêmicos. n um a seqüên cia adequ ada. como se pr oce ssa seu raci ocí ni o e argumentação? Qual é a idéia central? Quais as idéias secundárias? As análises textual e temática servem de base para a elaboração do resumo. termos fundamentais à compreensão do t exto). associação e/ ou comparação com as idéias temáticas afins e com os autores que tenham desenvolvido a mesma ou outra abordagem do tema. do texto para identificar seu plano geral. . a resenha deve apresentar a seguinte estrutura: . em geral. I sso n ão si gn if ica qu e o t ext o dev a. a seqü ência dos elementos relacionados no item 3. . quer dizer. avaliando o texto pela sua coerência interna. alcance. buscar dados sobre o autor. A análise textual etapa em que o estudante análise textual: textual A análise interpretativ a: o estudan te anális e interpretativa: faz uma leitura atenta..

polí tico.A linguagem utilizada na resenha respeita a norma culta? . Sendo a resenha um trabalho acadêmico geralmente pouco extenso e pouco ou nada subdiv idido.O posici onamen to (te ór ico..As informações sobre o autor são suficientes para sua identificação? . dev endo ser organ izado segundo a NBR 6023:2002.5 Avaliação As seguintes perguntas poderão orientar o professor na avaliação da resenha: . Quanto à apresentação gráfica.24.A crítica do resenh ist a é pertin ente e fundamentada ou justificada? . social) do autor é discutido? .Aponta as características mais relevantes da obra? . .ci entíf icos f oram observadas? ..As normas técnicas de apresentação de trabalh os acadêmico.Referências caso o resenhista tenha se Referências: Referências valido de outras obras para fundamentar a análise da obra resenhada.A obra está corretamente referenciada? .A apresentação das idéias prin cipais é sucinta e objetiva? . esse item é obrigatório.As conclusões do autor são comentadas/ discutidas? . 3. devem ser seguidas as orientações comuns aos demais trabalhos acadêmicos. econômico.a resenha apresenta as idéias principais da obra? . o su mári o é e lem en to dispensável.

o autor desenvolve análises e argumentações. E m algu ns casos. Esse tipo de trabalho também auxilia o desenvolvimento da capaci dade crít ico. artigos especializados ou de informação geral. também. Na elaboração de um paper. exercitando a linguagem científica na elaboração de um texto. o professor pode solicitar ao aluno a elaboração de um posicionamento pessoal com o for ma de av aliar a aprendizagem individual. . O p aper pode ser usado para consolidar conteúdos trabalhados nas unidades de uma disciplina (atividade curricular). POSITION PAPER OU POSICIONAMENTO PESSOAL 4. fatos ou situações relacionados a assuntos pertinentes a uma área de estudo. dentre outros tipos de publicações.1 Conceito O paper. de resultados de estudos ou pesquisas cient íficas.. position paper ou posicionamento pessoal é um pequeno texto sobre tema prédeterminado. estudos de caso ou participação em palestras.2 Propósitos No contexto da f ormação acadêmica.. com objet ivi dade e clare za. Além disso. opiniões de especialistas. 25 . Sua elaboração consiste na discussão. júri simulado.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 4 P APER . pois requer que este expresse sua interpretação e compreensão do assunto apresentado.an alít ica e da criatividade do aluno. com base na análise de pontos e contrapontos de diferentes autores ou obras estudadas pelos alunos. pelo au tor. como os artigos científicos. pode ser articulado a outras estratégias de ensino utilizadas na disciplina: após a realização de seminários. 4. podendo considerar. o objet iv o do p a pe r é e stim ul ar o aprofu ndame nt o de um de ter min ado assunto. promover o debate em torno de um assunto. a el aboração do posicion am en to pessoal gera ou tr as produções acadêmicas.

4 Avaliação Para avaliar um trabalho do tipo paper podese buscar respostas para questões como: . segue os padrões descr itos no t ópico 5 da Part e II dest e docu men to r ef eren te às norm as de apresent ação de trabalhos cient íficos e acadêmicos. As referências utilizadas no trabalho devem ser apresentadas separadamente.Há lógica na organização geral do texto? . deixando-se claro. sistematizando-se determinadas etapas. lev an tan do argum en tos. Como todo trabalho acadêmico.As críticas e os argumentos apresentados são fundamentados ou justificados de modo consistente? .Planejamento do pa per: compreende a elaboração de um roteiro ou esquema com as prin cipai s i déias ref ere nt es a: a) apresentação do assunto e propósitos do p ap er . tais como: textos. exemplos ilustrativos e mencionando idéias comuns ou contrárias de outros autores.A linguagem utilizada obedece a norma culta? .As conclusões são apresentadas de forma clara e objetiva? . 4... artigos. Além disso. de forma articulada. et c. .26. Os aspectos a serem considerados quanto ao conteúdo abrangem: .A análise das idéias é coerente/consistente? . f il mes. A apresentação gráfica do paper. 4. o encadeamento entre as idéias iniciais. d) sí nt ese con cl usi va.cien tí fi cos são respeitadas? . re met en do aos propósitos expressos na apresentação. as etapas de introdução.O assunto/tema em discussão é analisado com profundidade? ..3 Procedimentos Para a elaboração do p ap er é pr eciso considerar critérios relacionados ao conteúdo e à forma. ao final do texto. pode (ou mesmo deve) conter citações diretas e/ou indiretas que sustentem os argumentos do autor em relação ao tema em discussão. entretanto. a part ir dos qu ais será desenvolvido o paper. o pa per deve apresentar em sua estrutura. como todo t rabalh o acadêmico. c) discu ssão dos pon tos r elev ant es. Isso significa que o texto é redigido sem divisões em subtítulos.Leitura: exploração e leitura de materiais relacionados ao tema. a análise do assunto e as conclusões do seu autor. registros ou anotações de palestras.as principais idéias dos autores que serviram de base para o paper (quando for o caso) são apresentadas no texto? . b) destaque dos pontos mais r elev ant es.As normas técnicas de apresentação de t rabalh os acadêmi co. desenvolvimento e conclusão.

ao apresentar de forma completa. dissertações ou teses. ampliando as discussões e o conhecimento sobre o assunto e inspirando novas pesquisas. . o aluno inicia uma aproximação aos conceitos e à l ingu agem cien tífica qu e necessitará desenvolver no momento da elaboração do trabalho de conclu são de curso. .aprofundar ou dar continuidade à análise dos resultados de pesquisas. idéias.los ou pormenorizar aspectos. Isso permite que outros pesquisadores. docu men tal. 27 .aprofundar discussões sobre assuntos já estudados e que pressupõem o alcance de novos resultados.1 Conceito O artigo científico consiste em um texto que apresenta. Além desses objetivos. como monografias. o artigo científico tende a ser usado como estratégia de en sin o para o desenv olvi men to da capacidade de síntese das experiências de pesquisa realizadas pelo aluno. experimental ou de campo). difere de trabalhos científicos.2 Propósitos De um modo geral. . ou repitam a experiência – confirmando ou não seus resultados –. esse tipo de trabalho também pode ser elaborado com os seguintes propósitos. discute e divulga idéias. de acordo com Marconi e Lakatos (2001. ou nela se baseiem. p. o artigo é produzido para divulgar resultados de pesquisas científicas. possibilita ao leitor avaliar a pesquisa realizada.estudar temáticas clássicas sob enfoques contemporâneos.. embora sucinta. 88): . processos e resultados de pesquisa cien tí fi ca (bi bl iográfi ca. a partir de novos enfoques ou perspectivas. o artigo científico pode abordar conceitos. a metodologia empregada por seu autor e os resultados obtidos.resgatar ou refutar resultados controversos ou que caracterizaram erros em processos de pesqu isa. buscando a r esolu ção satisfatória ou a explicação à controvérsia gerada. Ao produzir o artigo. os propósitos.. teorias ou mesmo hi pót eses de form a a di scut i. Entretanto. . os procedi me nt os de u ma pesqui sa.discutir aspectos de assuntos ainda pouco estudados ou não estudados (inovadores). O artigo científico. Por sua reduzida dimensão e conteúdo. 5. . No contexto da formação acadêmica. métodos e técnicas. Sua publicação em periódicos especializados é uma forma de divulgação do conhecimento produzido no meio científico e acadêmico.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 5 ARTIGO CIENTÍFICO 5.

p. iniciando com a apresentação geral do assunto e dos propósitos do artigo. No desenvolvimento (corpo do artigo). .sistematize um roteiro básico das idéias. O texto contém a exposição e a explicação das idéias e do mat erial pesqui sado e pode ser subdividido da seguinte forma: referenciais teóricos da pesqu isa (apresen tação de con cei tos si st emat izados com base na lit eratu ra). em primeiro lugar. porém de forma breve e sintética. comparando-se com outros estudos já realizados. aspe ct os me todológicos (caracterização da pesquisa e da população. No tópico das considerações finais. desenvolvimento e conclusão. discussão e análise (confronto entre os resultados obtidos na pesquisa e o conteúdo abordado nos referenciais teóricos). contribuindo para que o aluno aprenda a sintetizar conceitos.3 Procedimentos quanto à elaboração Em termos de procedimentos para a escrita de um artigo científico. formular críticas sobre um determinado tema à luz de pressupostos t eór icos ou de evidências empíricas já sistematizadas. para sistematizar a comunicação a ser feita. Por out ro l ado. por fim. de fichamentos. e descrição dos métodos. destacando os aspectos a serem enfatizados no trabalho. dest acam.28. conceitos. se for o caso. a justificativa do trabalho e suas limitações. A elaboração de artigos estimula. uma síntese da metodologia utilizada na pesquisa. a análise e a crítica de conteúdos teóricos e de idéias de diferentes autores. é preciso que o autor: .se os seu s re sul tados. deve ser estruturado da forma a seguir descrita. relacionando-os aos objetivos propostos na introdução.. mater iais. fatos ou outros estudos.102). Já no caso do artigo constituir-se como uma produção ou comunicação escrita sobre idéias. são apresentados os dados do estudo. De acordo com Leal (2001.. explicando e avaliando os resultados. teorias. que se constitui como dedução lógica do estudo. o artigo científico deve apresentar a estrutura básica que caracteriza todos os tipos de trabalhos científicos ou acadêmicos: introdução. podendose utilizar tabelas e ilustrações). Todavia. registros de observações ou evidências factuais. evitando que o autor se perca durante a elaboração. técn icas e equi pam ent os uti lizados). . resul tados (apre se ntação e avaliação dos dados encontrados. Quando o artigo se refere à comunicação de resultados de pesquisa. Podem ser incluídas sugestões ou recomendações para outras pesquisas. é necessário observar os propósitos do trabalho a ser elaborado (vide item 5.2). ainda. A introdução apresenta o assunto do artigo – tema da pesquisa – e seus objetivos. seguidos da indicação das partes principais do tema e suas subdivisões e. independente de ter propósitos distintos.reún a as inf ormações e conhecimentos necessários por meio de leituras (textos e documentos). 5. a elaboração deste plano é útil. fazer comparações.

2001. Também é preciso evitar explicações repetitiv as ou supérfluas. expressões coloquiais e que contenham juízos de valor ou adjetiv os desn ecessários. as expectativas em relação a ele. a forma como o artigo está organizado. precisão. o e xce sso de subdivisões. 2001. para uma maior clareza e compreensão por parte do leitor.4 Procedimentos quanto à forma de apresentação A apresentação do artigo científico para publicação científica impressa deve seguir as orientações da NBR 6022:2003. de forma adequada. ainda. Pode.). sugerindo a continuidade das discussões a respeito. É pre ci so ev it ar. é conveniente que o autor contextualize o tema.no desenvolvimento do artigo. O artigo científ ico deve ser redigido com objetividade. destacando sua importância teórica ou prática. A estrutu ra de artigos cien tíficos compreende elementos pré-textuais. . correse o risco de comprometer a aprovação do artigo. relacionando-as com os objetivos previamente estabelecidos. 5. ao mesmo tempo em que se deve cuidar para que o texto não seja compacto em demasia. Vale ressaltar que as divisões. p. bem como os limites do artigo quanto à extensão e à profundidade (LEAL. se min ários. pois. subdivisões e títulos do artigo não garantem a sua consistência ou i mportância. p. Ao f in al da int rodu ção dev e apresentar..” (LEAL. convém observar também os critérios e modelos estabelecidos por seus organizadores e/ou editores.ao apresentar o artigo – na introdução –. . mencionar eventuais implicações ou efeitos a partir do conteúdo apresentado. caso isso não aconteça.. É n ecessário qu e as referidas partes e respectivas idéias estejam articuladas de forma lógica. . A definição do título do artigo deve corresponder. cujos títulos devem ser curtos e adequados aos aspectos mais relevantes do conteúdo.103). o que pode prejudicar a sua compreensão. além de descre ver os objet ivos e os fundamentos que orientam o trabalho. 29 .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ também auxilia como recurso pedagógico para reflexão e organização lógica das idéias a serem abordadas. . também. coerência e estrita observân cia das regras da norm a cu lta. o autor apresenta uma síntese das principais idéias trabalhadas no corpo do artigo. textuais e pós-textuais. porém .na conclusão. motivando para a leitura. et c. Caso se trate de artigo a ser apresentado em eventos (congressos. ao conteúdo desenvolvido. deve o autor dividir o tema em discussão. Devem ser evitadas as gírias.106). conferindo “ao con ju nt o a in di spensáv el u nidade e homogeneidade.

. elaborado de acordo com a NBR 6028:2003 (seção 2 da Parte II deste documento).Glossário (opcional): deve ser organizado em ordem alfabética.Título e subtítulo (se houver) figuram na página de abertura do artigo.. cuja apresentação também deve observar a NBR 6028:2003 (seção 2 da Parte II deste documento). o desenvolvimento e a conclusão. onde também são colocados os agradecimentos do(s) autor(es) (caso sejam necessários) e a data de entrega dos originais. . .Título e subtítulo (se houver) em língua estrangeira.2 Elementos textuais Os el ement os textu ais compreendem a introdução. . ou..30. . já detalhados na seção 5. .Referências (obrigatório): elaboradas de acordo com a NBR 6023:2002 (vide seção 3 da Parte II deste documento). então.1 Elementos pré-textuais . diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos. 5.Resumo em língua estrangeira (obrigatório): consiste na versão do resumo na língua do t ext o para idi om a de di vu lgação internacional (vide seção 2 da Parte II deste documento). 5.4.Palavras-chave na língua do texto.4. Segundo a NBR 6022:2003.Resumo na língua do texto. . assim como os endereços postal e eletrônico. podem ser dispostos em rodapé indicado por asterisco na página de abertura (vide modelo do Apêndice E). após os elementos pós-textuais. .Palavras-chave em língua estran geira (obri gatório): consist e n a versão das palavras-chave na língua do texto para a m esma lín gu a do re sum o em lí ngua estrangeira (vide seção 2 da Parte II deste documento). são apresentadas em relação única e consecutiva e numeradas com algarismos arábicos. o currículo. precedendo o resumo em língua estrangeira. 5.3 Elementos pós-textuais . diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos e na língua do texto.4. .Nome do(s) autor(es) acompanhado(s) por breve currículo qualificando-o(s) na área de conhecimento do artigo.3.Nota(s) explicativa(s) (elemento opcional): caso existam.

. os artigos científicos são elaborados por alunos que se encontram em fase final do curso de graduação. FEITOSA. 2001. comprova ou ilustra seu con teúdo. Normalmente.Anexo(s) (opcional): texto ou documento não elaborado pelo autor do trabalho..apresentação de suposições (hipóteses) su ste nt adas em t eori as e cr enças consideradas verdadeiras a part ir do paradi gm a do qual se ori gi nam. então.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . . tais como: a) Quanto ao conteúdo: .ausência de dispersão ou de redundância das informações/conteúdos. . 5.clareza na apresentação dos objetivos. podem ser descritos vários critérios (AMR1 .Apêndice(s) (opcional): texto ou documento elaborado pelo autor.Estrutura organizacional da Empresa Alfa).ausên cia de salt os de raci ocí nio na 1 American Management Review (periódico americano que apresenta diretrizes básicas para revisão de artigo s científicos). são identificados por let ras maiúsculas consecut ivas.: APÊNDICE A . siglas.identificação dos limites do artigo (definição do foco do artigo e dos aspectos que não serão abordados). Para a avaliação de artigos científicos. . SEVERINO.referencial teórico claramente identificado. sociedade).. justificativa e importância do artigo. organização. . . 2000). precedi dos por numeração progressiva. 1999. adequando-o às possibilidades e recursos já desenvolvidos por seus alunos. . . coerente e adequado aos propósitos do artigo. .clareza na especificação das unidades de análise (como por exemplo: indivídu o.4 da Parte II deste documento). seguidas de trav essão e respectiv o t ítu lo (Ex.4.: ANEXO B .demonstração de conhecimento suficiente sobre o assunto.4 Indicativo dos tópicos (seções) do artigo científico Os títulos das partes ou seções que dividem o texto de um artigo cient ífico devem ser alin hados à esqu erda. que complementa. decorrentes dos objetivos propostos pelo professor.5 Avaliação O artigo científico pode ser avaliado segundo inúmeros critérios. o lei tor encon trará ori ent açõe s sobre elaboração/emprego de citações (seção 1). complementar ao seu trabalho. Observação: na Parte II deste documento. as suposições devem ser claras e justificadas. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas. 5. conforme a NBR 6024:2003 (vide seção 5. . muito embora nada impeça que o professor os solicite em etapas anteriores.Questionário). seguidas de travessão e respectivo título (Ex. ilustrações e tabelas (seção 5). equações e f órmulas. 31 .coerên cia en tre as in formações e no encadeamento do raciocínio lógico.

u so corret o de ci tações devidam ente referenciadas. ..uso/seleção de literatura pertinente à análise. un idade e art icu lação (encadeamento lógico).atendimento aos objetivos propostos.resumo claro e informativo. .elaboração de análise e síntese diante de concei tos teór icos sem elh an te s e/ ou divergentes.linguagem acessível. . -\ ar ticu lação e nt re su gestõe s ou r ecomen dações e as di scu ssões apresentadas no texto.afirmativas unívocas.uso fiel das fontes mencionadas no artigo. b) Quanto à forma: . . .. . . .objetividade. . . .post u ra ét ica n o tr at o do t em a e desenvolvimento da análise (imparcialidade e equilíbrio).ori gin ali dade e i novação do assun to abordado.demonstração de argumentos ou provas suficientes para apoiar as conclusões. passagem de um parágrafo para outro.32. com a corr eta r elação com os f atos analisados. .adequação do título ao conteúdo.observância das normas de apresentação de um artigo. . ou de um conceito para outro.uso adequado de exemplos complementares para clarificar o significado do texto.elementos de transição entre parágrafos adequ ados ao sentido e à lógica dos conteúdos. . . sem duplo sentido. . precisão e coerência na escrita do texto.coerência e padronização dos termos técnicos. do t ext o .observância das regras da norma culta. .

são complementadas ou concluídas pelo relato de sua realização. então. observação de eventos. Embora seja utilizado com fr eqü ência. em diversas disciplinas.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 6 RELATÓRIO Incluiu -se o rel atório en tre os t ipos de trabalhos acadêmico-científicos por ser uma modalidade de trabalho escrito solicitada com alguma regularidade ao aluno de graduação.] Relatório é. seja no seu conteúdo. de uma prática ou de um conjunto de práticas. 4 Parece r ou exposição de um voto ou apreciação. até mesmo de um objeto. 3 Exposição por escrito sobre as circunstâncias em que está re digido um docume nto ou proje to. talvez por ser con siderado um t rabalho “ pequen o” ou “rápido”. relação. com vistas a um conjunto bastante v ariado de propósitos pedagógicos.. fatos ou objetos [. pois os termos minuciosa e circunstanciada são usados para qualificar a descrição. ..] 6 Qualquer exposição pormenorizada de circunstâncias. ordinariamente por e scrito . após terem sido desenvolvidas. o qual. viagens de estudo. ou mesmo por não serem muito difundidas orientações para sua elaboração. etc.. de menor importância. descrição ou exposição de um evento qualquer (algo que ocorreu e foi obse rvado.1808) encontram-se as seguintes: 1 Exposição. na sua organização ou apresentação. uma narração. Em Michaelis (1998. embora seja um dos principais trabalhos acadêmico-científicos comumente realizados n a un iversidade. geralmente relacionados a atividades práticas – visitas. [.1 Conceito A compreensão do que é um relatório pode começar pelo exame das definições que os léxicos of erecem . Vale sali en tar o det alham ent o com o u ma característica do relatório. aplicação de uma determinada técnica. exper imen tos ou testes de laboratório. – as quais. 33 . em pelo menos uma das definições. acompanhado dos argume nto s que militam a favor ou contra a sua adoção. 6... al go qu e f oi realizado).. p. O relat ório de que se trata aqu i é uma modalidade de trabalho escrito que não se confunde com o relatório de pesquisa – esse destinado exclusivamente à comunicação dos resultados de uma pesquisa científica –. n ão é abordado n este documento. s obre a s eqüê ncia d e um acontecimento qualquer. esse t ipo de tr abal ho acadêmico por vezes tem sua elaboração negligenciada. 2 De scrição minuciosa e circunstanciada dos fatos ocorridos na gerência de administração pública ou de sociedade. realização de uma intervenção ou procedimento especializado.

relatórios s emi-informais de alguma relatórios semi-informa is extensão (5 a 15 páginas ou pouco mais). LAKATOS. 2000). avaliações.. auditorias.. sobre áreas promissoras do mercado e tecnologias emergentes. tratam de assunto de certa complexidade e apresentam conclusões ou recomendações fundamentadas em dados. observações de campo. etc..3 Tipos de relatórios Flôres. por exemplo. tais como. a elaborá-los. . vistorias. expor conhecimentos aprofu ndados sobre uma determinada instituição. SEVERINO. Olímpio e Cancelier (1992. apresenta-se a seguir. visitas. viagens. de um único assunto. Inicialmente. cuja síntese. O relatório é. procedimentos técnicos. o relatório de uma Secretaria de Estado – até o relatório informal que trata informal. é preciso também sermos capazes de fazer com que outras pessoas entendam o que estamos f azendo.20) aconselha: “ Não bast a term os u ma boa idéia ou executarmos um bom trabalho. Considerando o largo uso de relatórios nos diversos campos de atividades profissionais. têm poucas páginas (às vezes uma única) e uma apresentação breve. durante a sua formação. 1999. Barrass (1986. tem forma de apresentação rigorosa. inspeções. 6. pois como profissional certamente será solicitado a fazê-lo. produtos ou tecnologias. em campo. podem apre sent ar difer ent es n ívei s de formalidade. como. of erecer informações e análises sobre empresas. A esse respeito. informar sobre o andamento de um projeto. de uma obr a ou sobre as ativ idade s de u ma administração. O obje tivo é comunicar ao leitor a experiência acumulada pelo autor (ou pelo grupo) na realização do trabalho e os resultados obtidos. entre esses dois extremos estariam os emi-informais. porqu e o fazemos e com que resultados”. a preocupação maior deve estar voltada para a eficiência da comunicação. mercados. trata de assunto complexo e se destina a grandes audiências. 6. verificações. elaborada segundo os propósitos deste documento. em diferentes situações.168193) apresent am uma ú til t ipologia de relatório.2 Propósitos Rel at ór ios podem te r os m ais di versos propósitos: descrever ampla variedade de atividades realizadas. qualquer que seja seu tipo. medições. na elaboração de um relatório. Dessa forma. que já requerem uma apresentação técnica. ou ainda descrever atividades realizadas em laboratório. p. um documento através do qual um profissional ou acadêmico faz o relato de sua própria atividade ou do gr upo ao qu al perte nce. desde o relatório formal – formal aquele que segue todas as normas de um trabalho técnico.34. é importante que o acadêmico aprenda. Quanto à estrutura (partes componentes). por conseguinte. as autoras classificam os relatórios quanto à estrutura e à função. (MARCONI. p. etc.

dos semi-informais) obedecerá às orientações constantes do t ópico 4 Estrutura de trabalhos acadêmico-científicos e sua apresentação gráfica obedecerá. 35 . são pouco extensos e. seja qual for o tipo de relatório. anual) ou abranger um período de tempo maior.relatório informativo narrativo faz o relatório relatório informativo narrativo: registro de ocorrências ou eventos. . portant o. Subdividem-se em: . nessa modalidade encontram-se os relatórios de v iagem.relatório informativo de progresso trata informativo de progresso: progresso do andamento de uma atividade ou ação. as normas contidas no t ópico 5 . nível de complexidade e aprofundamento do conteúdo..Aprese nta çã o g ráfica d e trabalhos acadêmico-científicos. da Parte II deste documento. . A elaboração de um relatório se inicia por uma reflexão sobre sua finalidade. os relatórios podem ser informativos e analíticos. semestral. inf ormais ou semi -in form ais. de v isit a e os relat órios administrativos. demarcado. . A seguir apresentam-se dois roteiros possíveis para o corpo do relatório com a ressalva relatório. pode ser periódico (mensal.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Quanto à função.para quem deve ser relatado? Esta pergunta pode ajudar a decidir quanto ao tipo de relatório (formal. ou em data previamente estabelecida (ex.o que deve ser relatado? Da resposta a esta pergun ta resu lt a u m rot eiro ou esquema do conteúdo do relatório. . para isso são úteis três perguntas: . em decorrência de seus objetivos e destinação.: relatório sobre a situação dos estoques de uma empresa).por que deve ser relatado? Esta pergunta au xil ia a de ci dir se o re latóri o ser á informativo ou analítico e a esclarecer aspect os rel at iv os à abordagem e t ratame nt o das i nf orm ações e/ ou con clusões e recomendações a serem apresentadas. etc. informal ou semi-informal). 6. por exemplo. Os relatórios informativ os transmitem relatórios informativos in f or mações sem an al isá-l as ou f azer recomen dações.. Os relatórios analíticos são aqueles cujo analíticos propósito consiste em an alisar f atos ou inf orm açõe s e apresent ar conclusões e recomendações como dedução da análise realizada. pelo início e término de uma determinada ação ou projeto. de que a estrutura dos relatórios formais (e.4 Procedimentos A estrutura e a organização de um relatório serão variáveis assim como são variáveis os tipos de relatórios..relatório informativo de posição ou de ou de relatório informativo de ou status: status descreve ocorrências ou fatos relativos a um determinado momento. 1º Roteiro A – Elementos pré-textuais (conforme tópico 4 da Parte II) . se for o caso. estilo da redação.

pela correção da linguagem. deve conter um sumário.o quê: identifica a atividade realizada.36. aparel hos ou si stem as.. adjetivação excessiva. conforme a extensão do relatório. 2° Roteiro 1 Dados de identificação 2 Descrição do problema 3 Aparelhagem ou equipamento 4 Procedimento(s) 5 Resultado dos testes 6 Análise dos resultados 7 Conclusões Referências Apêndices / Anexos É importante lembrar que o roteiro do relatório deve ser adaptado às necessidades da disciplina ou aos propósitos da atividade realizada. o estilo simples. além da folha de rosto. Nota-se que. . criar o modelo de relatóri o que mel hor con tem ple as necessidades de formação do seu aluno. Os roteiros aqui apresentados acima são sugestões para que o professor possa. preciso e objetivo. com maior número de páginas. construção/teste ou verificação de máquinas. sugere-se a estrutura a seguir. A melhor maneira de relatar a seqüência de desenvolvimento de uma atividade é cuidar para que a exposição seja clara. detalhes desnecessários. qu e pode se r caracterizado como um relatório do tipo informal ou semi -inf orm al.quando e onde: identificam o local e a data em que a atividade relatada foi realizada. basta a folha de rosto. marcado pelo uso de termos técnicos adequados. 2 Finalidade da atividade 3 Descrição da atividade 4 Conclusões/recomendações 5 Assinatura do(s) autor(es) C – Elementos pós-textuais Referências (caso existam) Apêndices / Anexos Qu an do se t rat ar de u m rel at ório de experiências realizadas em laborat órios. sendo o sumário dispensável. .. a partir dessas idéias. B – Elementos textuais: 1 Dados de identificação . pela ausência de períodos longos. os elementos prétextuais poderão ser limitados ao mínimo indispensável: se o relatório tiver 2 ou 3 páginas.

5 Avaliação Para assegurar que nada tenha sido esquecido na versão final do relatório. . que tanto pode ser usada pelo acadêmico para verificar se seu trabalho está bem feito. afastando o supérfluo ou não-pertinente? .É escrito em um estilo simples e preciso? . como pode ser um roteiro adequado para que este avalie os relatórios elaborados por seus alunos. Laville e Dionne (1999) sugerem a seguinte verificação.. 37 . notas e referências.As t abel as e f iguras. se hou ver.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 6. etc. e seu sumário reflete isso? . com seus títulos e legendas? .O leitor encontra nele todas as informações e referências de que precisa para assegurarse da boa condução da testagem ou da atividade realizada? . antes de entregá-lo ao professor.O título do relatório diz explicitamente do que ele trata? . são apresentadas de maneira uniforme.As regras de apresentação (citações..O relatório se limita ao essencial.O plano do relatório permite conduzir o leitor por meio de uma demonstração eficaz.) são aplicadas de forma metódica e homogênea? .

. .38..

como também para o ingresso ou para o exame de qualificação de cursos de pósgraduação – notadamente os de doutorado – de muitas universidades. pelo desejo de oferecer ori ent ações sobr e sua elaboração aos acadêmicos. Nesse sentido. ou se habilitar a promoções na empresa ou instituição a cujos quadros pertençam. de caráter avaliativo – autoavaliativo – um pouco confessional. Consiste. portanto. O memorial tem sido uma exigência em determinados concursos para o magistério superior de diversas instituições universitárias. o que não significa dizer que de sua elaboração esteja ausente a necessária dose de objetividade. ainda. em um relato circu nstanciado. o memorial tem o propósito de fornecer informações para o julgamento qualitativo do candidato. uma vez formados... as motivações e as escolhas que o lev aram a construir um a det ermin ada história profissional. . principalment e. podendo esboçar. conforme as circunstâncias. as perspect ivas futu ras que o autor tem planejado quanto ao seu percurso profissional – um plano de trabalho –. 7. os resu ltados qu e espera alcançar. marca de todo trabalho acadêmico.1 Conceito Para Severino (2000).2 Propósitos Quando elaborado para fins de concurso de ingresso ou de promoção na carreira.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 7 MEMORIAL 7. ensino e extensão realizados – bem como de sua vida profissional como um todo e das perspectivas que percebe ou planeja para a continuidade de seu trabalho no futuro. elaborar e apresentar o registro analítico de sua formação e trajetória profissional. ou ai nda para f in s de concorr er a u ma premiação. precisarão. con figurando um a narrativa histórica e reflexiva sobre a trajetória acadêmico-profissional do autor. O memorial compreende a explicitação da intencionalidade do autor. pode ser definido como um texto que relata eventos notáveis da trajetória do autor. Apresenta. e constitui um relato crítico. ret ratando a subjetividade. m inu cioso e analí tico das at iv idades profissionais desenvolvidas pelo autor – no caso daqu eles qu e se dedicam à v ida acadêmica. o memorial é uma autobiografia em que se articulam os dados do curric ulum vita e. É elaborado com base numa percepção qualitativa e significativ a do caminh o percorrido que caracteriza a história do autor. A decisão das Autoras deste documento de apresentar o memorial entre os tipos de trabalhos acadêmico-científicos foi motivada. o relato destaca os trabalhos de pesquisa. para concorrer a postos no mercado de trabalho. os quais. portanto. 39 . complemen tar mente. Parte de uma reflexão introspectiva. bem como realizações pessoais dignas de permanecerem na memória da sociedade ou da instituição a que pertence.

caracterizando a história particular do autor. É com vistas a atender a esse duplo propósito que as orientações a seguir foram elaboradas. É relevante na elaboração do memorial deixar claro.utilizam-se subdivisões com tópicos/títulos par a marcar as et apas da t rajet ória percorrida. estadual. o memorial pode con stitu ir uma v aliosa pr odu ção acadê mica como t rabalh o conclusivo de curso. . as circunstân cias t eóricas e sociais que predominaram no momento da execução do projeto de dissertação ou tese. estruturando dessa forma o memorial. seminários e outros eventos. orientação de monografias.. particularmente quando este se destina a finalidades acadêmicas. A característica crítica do memorial conduz seu autor à avaliação dos resultados obtidos . aperfeiçoamento e atualização: cursos. 7. de forma a evidenciar sua articulação com a história pré-relatada.3 Procedimentos Para a elaboração do memorial é preciso considerar as seguintes sugestões: . resultados de pesquisas. dissertações. é indispensável que esse relato contenha informações referentes a: .. ou para destacar os aspectos ou fatos mais significativos. analítico e crítico. Embora o memorial seja caracterizado como um relato reflexivo e avaliativo de um caminho percorrido pelo autor. participação em congressos. além de servir a tais finalidades. pelo seu caráter reflexivo. comitês executivos. municipal ou privado.finaliza-se o memorial com a indicação dos rumos que o autor pretende assumir.formação. científ icos ou t ecn ológicos no âmbito federal. -ensino: desempenho didático.deve-se sintetizar a narrativa dos eventos menos marcantes e dar ênfase aos mais significativos a critério do autor e à luz das finalidades do próprio memorial. artísticocul tu rais e de pre stação de serv iços especializados: produção científica. coordenação e/ou assessoramento.40.atividades de administração: participação em órgãos colegiados. tanto em sua formação como em sua profissão.se qu e o me mori al se ja elaborado na primeira pessoa do singular.dev e-se adot ar a forma de u m relato cronológico. exe rcício de f un ções de direção. estágios de aperf eiçoamen to. em quais condições for am obt idos os tí tu los da form ação acadêm ica. . o que permite ao autor enfatizar o mérito de suas realizações. . No entanto.atividades técnico-cient íficas. cursos e atividades de extensão. . . prest ação de consultoria especializada.re com enda. t eses e pesqui sas de in iciação ci ent íf ica. . analítico e autocrítico. técnica ou artística. especialização e atualização. participação em ban cas e xamin adoras. situando os fatos e acontecimentos no contexto sóciocultural mais amplo. simpósios.

atribuindo diferentes pesos aos distintos eventos do passado. apesar de sua crescente utilização. convém salientar que.. o qu e requer.. deve-se cuidar que o memorial tenha uma apresentação esmerada. econômicos e/ou sociais? . com maior segurança possível. pois ele é a justificativa documental do seu desempenho profissional e acadêmico. .176). quant o aos seus aspectos físicos. 2000. a trajetória real que foi seguida (. O autor precisa estar atento para retratar. a parti r da qu al elabora u m rel ato contextualizado.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ em sua trajetória profissional e acadêmica. principalmente. o memorial é um relato da trajetória de uma pessoa.). No entanto. atraente. que deve se destacar por uma auto-avaliação equilibrada.4 Avaliação A seguir relaciona-se uma série de perguntas que poderão orientar o professor na avaliação do memorial (caso este tenha sido solicitado aos alunos como trabalho acadêmico). o autor precisa se mant er at en to par a o t om do rel ato. nossa história de vida é nossa melhor referência.O autor descreve sua trajetória de modo aprofu ndado. políticos. 7.O relato destaca os aspectos mais relevantes da t rajet ór ia do aut or? A r elev ân ci a atribuída a esses aspectos é justificada/ fundamentada? . A boa organização de um mem ori al é essencial para o julgamento das atividades do autor. Enquanto este consiste em um conjunto de informações sobre as habilitações do autor. pelo esmero na redação do texto. encadernação sóbria.O t exto evidencia o equilíbrio entre o adequado destaque aos êxitos obtidos e a menção aos eventuais insucessos? . expressando as contribuições e perdas de cada momento.O conjunto das informações sobre o autor e sua apreciação crítica oferecem elementos suf icientes para a apreciação de sua trajetória? . apresentado de f orma seqü encial e sem comentários. Por outro lado. (SEVERINO. o memorial pode se destacar. Por fim. com textos tão ricamente elaborados que os trans formam em verdadeiras o bras literárias. como observa França (1999. cont extu alizando-a e m relação a aspectos teóricos. nota-se ainda uma certa confusão entre memorial e curriculum vitae. um projeto gráfico de bom gost o. Além dos aspectos referentes ao conteúdo que já foram apontados. apresentado de forma crítica. etc. p.. p. Relatada com autenticidade e criticamente assumida. um a im pressão cu idadosa. lembrando que tanto a falsa modéstia como o excessivo elogio comprometem a qualidade do memorial. 41 . abrangendo sua formação e atuação profissional. A avaliação deve ser feita em cada etapa do relato.. que reflita as condições e situações em que se desenrolou sua história profissional.34): Alguns memoriais vão muito além da simples apresentação das habilitações pessoais e profissionais do candidato. com fidelidade e tranqüilidade. como também auxiliar o próprio autor do memorial na avaliação do seu relato.

A redação do texto é precisa e coerente? .Apresenta adequadamente as perspectivas futuras para sua atuação.A organização do texto obedece tanto a seqüência cronológica dos eventos como o e ncade am en to lógico de fatos e argumentos? .As normas técnicas de apresentação de trabalhos acadêm ico-científ icos foram observadas? ..42.Os elementos de transição entre parágrafos são adequados ao sentido e à lógica do conteúdo? .A linguagem utilizada respeita a norma culta? . .O con teú do ev idencia um a ref lexão criteriosa realizada pelo autor sobre sua trajetória? ..A narrativa é feita na primeira pessoa do singular? . relacionando-as com a trajetória pregressa? .

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Parte 2 Orientações e normas para apresentação de trabalhos acadêmico-científicos . 43 ...

.44...

. é da própria natureza da pesquisa situar-se em relação a outras.se a correlação com a lista de referências (sistema autor-data) ou notas de rodapé (sistema numérico). deve ser seguido em todo o trabalho. “De fato.. DIONNE. da ABNT. Importante! Qualquer que seja o sistema adotado. inspirandose nelas.” (LAVILLE. nos quais é permitida uma apresentação mais livre.121) considera difícil determinar “[. Em todo o caso. significado de expressões típicas.] se se deve citar com profusão ou com parcimônia. deixan do para o rodapé out ras informações.1 Regras gerais para citação As informações sobre a obra mencionada podem aparecer no corpo do texto ou em nota de rodapé (sistema numérico).. Pode-se afirmar que todo trabalho acadêmico ou t écnico de caráter cient ífico sem pre apresenta citações. Quanto à quantidade de citações a serem usadas em um trabalho. 1999. ne las encontrando ilustrações. Citações em Documentos. 45 . tais como: esclarecimentos pontuais do t exto. fazendo. su a elaboração deve seguir as orientações da norma NBR 10520:2002 – Informação e Documentação. in diret as ou citação de cit ação. t radução de palavras estrangeiras. . teórica e empiricamente. p.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1 CITAÇÕES São as descrições ou menções (conteúdos ou informações) contidas em um texto extraídas de um a ou tra fonte. seguido pela data de publicação da obra e número da página. exemplos e modelos. etc. observa que a citação não pode ser uma “manifestação de preguiça” de quem está elaborando uma dissertação ou uma tese. Usam-se citações quando se transcrevem trechos de alguma obr a ou se util izam informações já publicadas. mesmo Umberto Eco (1988. diferentemente de textos literários. Recomendase o uso no corpo do texto (sistema autordat a). com o propósito de esclarecer ou complementar as idéias que 1. 259). Apresentação. nelas buscando apoio para seus pontos de vista. Depende do tipo de tese”. Para ident ificação de f on te da citação apresenta-se o nome do autor. que deixa para os outros a apresentação de idéias ou de informações. o trabalho apresentado. as citações tanto podem ser usadas com o objetivo de reforçar argum entos com o para expor posições cont rárias àqu el as qu e est ão sendo defendidas. Em trabalhos técnico-científicos exige-se rigor na apli cação das praxes de cit ação. estão sendo expostas. São utilizadas para sustentar.. p. Assim. As citações podem ser diretas.

são inseridas no texto. como nos exemplos seguintes: Ao escolher e delimitar o tema de pesquisa o mestrando deve ter presente que “quanto mais se restringe o campo.” (ECO. com recuo de 4cm da margem esquerda. 1988. Quando se trata de citações curtas (até três linhas). o nome do autor faz parte da frase. 1. a entrada – no caso. melhor e com mais segurança se trabalha. que o uso do ponto final após as citações deve atender às regras gramaticais. sendo grafado com maiúscula e minúsculas (NBR 10520:2002). 2: no primeiro exemplo. melhor e com mais segurança se trabalha. Obs.. a indicação da página é obrigatória para citação direta.2.10): “quanto mais se restringe o campo.10).1 Citação direta.46. sem emprego de aspas. também.2 Tipos de citação 1. textual ou literal É aquela em que se reproduz no texto a idéia original da obra que está sendo consultada. no segundo exemplo. p.. As citações diretas longas (aquelas com mais de três linhas) devem constituir um parágrafo independente. p. Vale ressaltar. ou Ao escolher e delimitar o tema de pesquisa o mestrando deve atentar para o que diz Eco (1988.” Obs. o nome do autor – deve ser grafado com letras maiúsculas. 1: de acordo com a NBR 10520:2002. fonte e espaçamento interlinear menores. como nos exemplos que seguem: .

p. 1978. O assunto não deve estar solto no espaço. Como se trata de idéias alheias. de desafios encontrados na leitura de outros trabalhos ou da própria teoria. não altera. ou seja. restaura-se total ou parcialmente o t exto font e. a escrit a do t ext o origi nal.]”. Ao parafrasear. Nas citações in diret as.. (CASTRO.. o que não lhe tira o caráter científico. normalmente. o “trabalho da citação [. p. portanto) utilizando-se de pal av ras própri as. 1. da sua curiosidade científica. destaca-se a identificação do tema a ser estudado. Pode surgir de uma dificuldade prática enfrentada pelo coordenador.] o assunto que se deseja provar ou desenvolver. p.. 319). portanto. distribuindo a verba de que dispõe entre os que apresentam os melhores projetos. de modo reduzido ou abreviado. conforme a NBR 10520:2002.2 Citação indireta: paráfrase e condensação Consiste em se reproduzir o pensamento do autor (idéias alheias. Uma tese deve revelar o domínio dos conceitos utilizados e um certo conhecimento da literatura técnica. tem-se u m caso de plágio. a referência à fonte é obrigatória pois.2. o domínio dos conceitos se revela no seu uso ao longo da análise e não na infindável seqüência de definições de diferentes autores. Todavia. que é reconhecido como [. . a in di cação da(s) págin a(s) consultada(s) é opcional. em tamanho e cont eúdo. ‘encomendado’. se ‘encaixar` em temas muito amplos. processo que exi ge sua interpretação para reconstrução de um novo texto. as idéias de um autor sem recorrer à citação direta.. Nesse sentido.. Pode ter sido sugerido pela entidade responsável pela parte financeira. A paráfrase é a forma de citação indireta que. mas colocado no seu contexto. 47 . desde que não interfira no desenrolar da pesquisa. caso ela não seja feita. Dentre elas... portan to.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Marconi e Lakatos (2001.34).. determinados por uma entidade que se dispõe a financiar pesquisas e que promove uma concorrência entre pesquisadores. segu ndo Compagnon (1996. É geralm en te empregada quando se pretende apresentar. caracteri zando-se pela substit ui ção de algumas de suas palavras ou expressões.] é uma produção de texto [.102) apresentam algumas orientações relativas à elaboração do projeto de pesquisa.

. DIONNE.48.85). 1999. (LAVILLE. sem alterar o seu significado. Esta forma de uso de citação é interessante.. já qu e. 1999). uma vez que tenha sido bem planejada. É ela que serve para definir e guiar as operações posteriores. pois é ela que servirá de guia para as etapas posteriores (LAVILLE. para qu e con siga sintetizar as idéias do texto original. 1999). deverá dese nv olve r um a l eit ur a si gn if icativ a (compreensiva/ interpretativa). p. Texto original: A fase de estabelecimento e de clarificação da problemática e do próprio problema é freqüentemente considerada como a fase crucial da pesquisa. Isso porque é a partir da conscientização do problema e de suas implicações que o pesquisador será capaz de planejar e desenvolver adequadamente as etapas subseqüentes da pesquisa. (LAVILLE. porém apresentando apenas as principais idéias do autor. Citação indireta (paráfrase): Considera-se que a determinação e a explicitação do problema constituem operações decisivas no processo de pesquisa. DIONNE. em que se faz uma síntese do texto que se quer citar. DIONNE. Um outro modo de escrever a citação indireta é a condensação.. pois pressupõe maior articulação de leitura por parte do autor do trabalho. como uma espécie de piloto automático. Citação indireta (condensação): A definição do problema de pesquisa é crucial no processo de pesquisa.

Obs. A indicação da f onte de uma citação de citação pode ser apresentada na form a textual ou após a descrição da idéia. Obs. pode ser expressa como citação direta ou indireta. GEWANDSZNAJDER. e AlvesMazzotti e Gewandsznajder são os autores da obra consultada.. Para Patton (1986 apud ALVES-MAZZOTTI. Esta idéia. Quando se discutem métodos para o ensino da pesquisa.” 2 Por se tratar de palavra de outr a língua (latim). mas de fazer brotar idéias.: no exemplo acima. p..” (WERNER..2. p. p.. BOWER. 1994.: no exemplo acima. Patton é o autor da idéia original a que não se teve acesso. deve-se lembrar as palavras de Abramo (1979 apud TOMANIK.173) “a triangulação de métodos geralmente se refere à comparação de dados coletados por métodos qualitativos e quantitativos [. usa-se o itálic o. 1997. Werner e Bower são os autores da idéia original a que não se teve acesso e Gil é o autor da obra consultada. 2001.123): “a melhor maneira de se aprender a fazer pesquisa é fazê-la: nada substitu i a prática da realização.]”. . por sua vez. 1987 apud GIL. 49 . Nota: nas referências apenas o autor da obra consultada deve ser mencionado. Para explicar que o autor da idéia original é citado por um outro citado autor/obra que se está consultando. usa-se a expressão latina apud2 .3 Citação da citação Consiste na reprodução de informação já citada por outro autor.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1.31). “Educar não é uma arte de introduzir idéias na cabeça das pessoas.

só vale pelo lugar que ocupa. cru ci al para o bom desenvolvimento da pesquisa: E é preciso ler os livros mais importantes. usam-se reticências entre colchetes: Sobre o emprego de citações.. seja para torná-la mais curta pela supressão de alguma parte que não interessa ao que se está expondo. a) Em citação com supressão de uma parte inicial ou final. então.. pela dinâmica que imprime à totalidade de seu raciocínio central. No entanto. no entanto. p. b) Em citação com supressão de parte intermediária. seja para destacar algum de seus termos ou expressões. em que terrenos irá concentrar seus esforços.] é preciso fazer escolhas. em que materiais irá se aprofundar.3 Alterações na citação Muitas vezes é necessário fazer alterações na citação... pois preferencialmente se deve consultar a obra ou documento original. 1997. 125). usam-se também as reticências entre colchetes: Beaud (1997. é obrigatório indicar a alteração feita. igualmente. . dev e ser usada de modo bastante restrito.. somente disponível em língua que se desconhece. Nesses casos.]” (BEAUD. [.. Em qualquer desses casos. Beaud (1997. triagens. decidir sobre os eixos em que irá concentrar sua pesquisa.” “Evite. citações longas demais. p. tomando notas..45) faz um alerta para o mestrando levar a bom termo a f orm ulação da qu estão principal da pesqu isa. também chamada de segunda mão. 1. por se tratar de obra rara ou.50. ou ainda para adaptá-la às exigências da sintaxe do período ou da oração em que será inserida.. é admissível o uso da citação da citação. A citação de citação. p. 125) aconselha: “[. que correm o risco de quebrar o ritmo de sua demonstração [. muitas vezes determinados textos não estão acessíveis (o que não é o caso dos exemplos acima). como qualquer outro material.] evite fazê-lo em excesso ou desorganizadamente: uma citação.

os acréscimos devem ser colocados entre colchetes: “Dois passos são necessários para o início da tarefa [de realizar um pesquisa]: a formulação do problema e a elaboração do projeto de pesquisa. negrito ou itálico) de termos ou expressões..21. d) Quando são feitas adaptações na citação para adequá-la à sintaxe do período. 2000. quando algo é acrescentado para esclarecer o leitor. 1997. 51 .. 1997. torna o trabalho experiência profissional de desenvolvimento monográfico muito mais interessante e eficiente. de ou que faça parte da experiência profissional do estudante. deve-se indicar a autoria do mesmo: “O trabalho de pesquisa deve ser instigante.” (GOLDENBERG. ou então.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ c) Na citação com destaque (grifo. O que o verdadeiro pesquisador busca é o jogo criativo de aprender como pensar e olhar cientificamente. ou quando o destaque já faz parte da obra consultada.” (MARTINS. LINTZ.” (GOLDENBERG. grifo nosso). p. p. “A escolha de um tema que esteja ligado à área de atuação profissional. mesmo que o objeto não pareça ser tão interessante. grifo dos autores). .68. p. 70).

Instrumental – when the case is used to understand more than what is obvious to the observer.4 Normas complementares para citação a) Quando os dados a serem citados são obtidos por informação verbal. Explanatory. em palestras e debates. p.1).. 1 b) Quando a citação for um trecho traduzido pelo autor do trabalho. coletivo –quando um grupo de casos é estudado. Yin (1993) identificou alguns tipos específicos de estudos de caso: exploratório. No rodapé da página: Informação fornecida pelo Gerente de Desenvolvimento Organizacional da Empresa Época. explanatório e descritivo.52.. p. 1997. . deve-se indicar a expressão ‘informação verbal’ entre parênteses. instrumental . Stake (1995) incluiu três outros: intrínseco – quando o pesquisador tem um interesse no caso. Collective – when a group of cases is studied. and Descriptive. 1997.quando o caso é usado para entender mais do que aquilo que é óbvio para o observador. (TELLIS.1. após a chamada da citação deve-se incluir a expressão ‘tradução livre’. entre parênteses: Yin (1993) has identified some specific types of cases studies: Exploratory. 1. (TELLIS. Stake (1995) included three others: Intrinsic – when the researcher has an interest in the case. em 25 de julho de 2002. apresentando as explicações disponíveis em nota de rodapé: No texto: A nova estrutura organizacional será implantada no próximo ano (informação verbal)1. tradução nossa).

1999. O autor e a fonte de todas as citações devem ser claramente reconhecíveis. (MARCONI. publicados em um mesmo ano. 1972. 2001) 1. após apresentar a citação. 1999. 1976. LAKATOS. mencionados simultaneamente. Quando não for este o caso. 1974.126) diz claramente: “Citar é como testemunhar num processo”. esses são separados por ponto-e-vírgula. RICHARDSON. assim como as citações devem ser fiéis ao texto. YIN. .. bem como averiguável por todos. 1999b) d) Em caso de citações indiretas de vários documentos de um mesmo autor. deve-se confrontá-la com o original para ev itar erros ou omi ssões. 2000. p.. apresentam-se as datas separadas por vírgula: Chiavenato (1997. o trecho citado deverá ser precedido ou seguido de alguma crítica ou contestação (ECO. em ordem alfabética. isto é. faz-se o acréscimo de letras minúsculas. conforme a lista de referências. Por isso. que se concorde com ela.5 Considerações finais sobre as normas de citação A citação pressupõe que a idéia do autor citado seja compartilhada. em ordem alfabética. publicados em anos diferentes e mencionados simultaneamente. 2001) (BUNGE.1988). assinalando-o ao leitor e usando a expressão sic entre colchetes. 53 . 2001. a referência deve ser exata e precisa. 1980) e) Quando houver citações indiretas de documentos diferentes de vários autores. Umberto Eco (1988.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ c) Quando houver citações de diversos documentos de um mesmo autor. D ev e-se respeitar even tual erro do autor cit ado. SEVERINO. Nesse sentido. após a data e sem espacejamento. como nos exemplos: De acordo com Chiavenato (1999a) (CHIAVENATO.

.54.. .

. dissertações e outros) e relatórios técnicocientíficos: de 150 a 500 palavras. Leitura. projetos de pesquisa e artigos destinados à publicação em revistas acadêmicas exigem a inclusão de um resumo de seu conteúdo. técnicas de abordage m. expressões como: ‘O presente trabalho trata de. Como a redação deve se caracterizar pela máxima concisão. o método. 55 .] é a apresentação concisa e seletiva de um texto.. símbolos. comentários. (FRA NÇA . 69-70). com o uma das condições exigíveis.: Palavras.” Estabelece ainda que seja “composto de uma seqüência corrente de frases concisas. fórmulas. O uso de abreviaturas. 69). que o “resumo deve ressaltar o objetivo. Quanto à redação e estilo de resumos. como: objetivos . Resumo. a NBR 6028:2003 estabelece. ressaltando de forma clara e sintética a natureza do trabalho. Também não cabem num resumo citações. devendo incluir palavras represe ntativas do assunto. [. As palavras-chave devem figurar logo abaixo do resu mo.. 69). . p.. Limita-se a um parágrafo.para notas e comunicações breves: de 50 a 100 palavras. equações e diagramas devem ser evitados. seu valor e originalidade. Ex . concisa e objetiva. respeitando a estrutura do original e reproduzindo apenas as informações mais significativas . Sobre a extensão do resumo. valores numéricos e conclusões. . an tecedidas da expre ssão Palavras... Quanto ao estilo da redação e conteúdo.ch ave. As palavras-chave são separadas entre si por ponto e finalizadas por ponto. de acordo com França (2000.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS Trabalhos acadêmico-científicos tais como teses. essa norma define: .. os resultados e as conclusões do documento.’. ‘O autor do trabalho descreve. . p..para artigos de periódicos: de 100 a 250 palavras. seus resultados e conclusões mais importantes. descobertas. dando-se preferência ao uso da terceira pessoa do singular e do verbo na voz ativa e evitando-se o uso de parágrafos. 2000. p. críticas e julgamento pessoal do autor. afirmativas e não de uma enumeração de tópicos”. a menos que sejam absolutamente necessários à compreensão do conteúdo.’ são supérfluas (FRANÇA. dissertações. Produção textual. diz: O resumo deve constituir-se num texto re digido de forma cursiva.para t rabal hos acadêm icos (t eses. 2000.chave : Narrativa.

enquanto que o resumo (e correspondentes palavras-chaves) em língua estrangeira deve ser colocado após o texto. além do resumo na língua do público a que este se destina. os resumos (acom pan hados das palavras-ch ave) na língua original e em língua estrangeira fazem parte dos elementos pré-textuais. em suas dimensões políticas.69. o resumo (acompanhado das palavras-chave) na língua original faz parte dos elementos pré-textuais. de acordo com a NBR 14724:2005. Expõe a teoria da reação estética e o conceito de catarsis vigotskyanos. dissertações. Res ume n (espan h ol ). o trabalho procura analisar o papel dos principais atores – a ascensão de poderosas organizações que operam em escala transnacional e o Estado-nação cujo poder e influência estão definhando. Zusa mmen fa ssun g (alem ão). Globalizaç ão: em direç ão a um mundo só? n. Identifica nele as origens do pensamento psicológico de L.. resumo em pelo menos uma outra língu a. v. aperfeiçoamento e/ou especialização). H. R ia ssunt o (italiano). Em trabalhos acadêmicos (teses.20. O resumo em língua estrangeira é digitado em folha separada (NBR 14724:2005). Contrariamente à visão idealizada de uma progressão linear de mercados regionais integrados para uma sociedade una e global. Usam-se.V A s artes e . Em artigos científicos.. 1999. 65-76 .56. 4 RATTNER.3 O processo de globalização. a realidade apresenta uma fragmentação do espaço político com novas barreiras e mercados protegidos. Estudos Est udos E studos Av ançados A vançados.1 Exemplos de resumos O artigo situa historicamente a produção e a publicação do estudo vigotskiano sobre a psicologia das artes. Rés umé (fran cê s). Dentre este cenário de tendências contraditórias. os seguintes cabeçalhos: Abst rac t ou S umm ary (inglê s). Palabras clave (espanhol). Educação e Sociedade Sociedade. As palavras-chave em língua estrangeira acompanham obrigatoriamente o resumo em língua estrangeira: Keywords (inglês). também.S. set. Vigotsky sobre o qual se estrutura a elaboração da teoria histórico-cultural do funcionamento mental superior.25. Parole c hia vi (italiano). Sch lüsselwörter (al emão). TC Cs e TGIs de cu rsos de graduação. Motsclés (francês). 2. de acordo com a NBR 6022:2003.4 ./dez. n. v. A maioria dos periódicos acadêm icocientíficos exige. deve ser apreendido. p.9. conforme o caso. R. histórico-culturais e espaciaisecológicas. 19 95.O. dez. p. 3 JAPIASSU. embora conduzido pela economia. o desenvolvimento cultural do ser humano. 34-59.

Independentement e do tipo de fon te ou autoria mencionada no trabalho. também chamado de ‘autor-data’ quando relacionado à citação) e o numérico (ordem de citação no texto).científicos como con gr essos. ibidem (ou id.1 Localização das referências Os si stem as m ais ut ili zados par a apresentação das referências são o alfabético (or dem al fabét ica de en trada. dissertações ou monograf ias. destinadas às informações adicionais e não essenciais para a compreensão do texto. homepage. Além disso. desta forma. capítulo ou artigo. As fontes das informações contidas em um texto são diversificadas.se a ordem numérica crescente para apresentação das listas. que também podem estar localizadas ao final do texto. as referências são apresentadas antecedendo tais textos. relatórios técnicos e legislação. eliminando as inúmeras referências completas e as expressões idem. 57 .) e op. é obrigatória a sua identificação na lista das referências. as listas são apresentadas em ordem alfabética única. os trabalhos também podem apresentar informações cuja fonte são documentos eletrônicos (disquetes. as referências podem aparecer: em listas após o texto. e-mail. A ABNT estabelece que este sistema não pode ser usado concomitantemente para notas de rodapé ou explicativas. Nestas situações. segu e.. etc. enciclopédias. documentos oficiais. As notas de rodapé ficam. dentre outros. semin ár ios. antecedendo apêndices e anexos. No sistema numérico. art igos de publi cações cien tí fi cas ou especiali zadas (peri ódi cos).cit. Vale destacar qu e a adoção do primeiro sistema (alfabético) tem a vantagem de despoluir visualmente o rodapé da página. manuais. consistem em obras como livros. publicações periódicas on line) ou eventos técnico.. jorn adas. No primeiro caso. são obrigatórias nesse tipo de trabalho e sua elaboração deve seguir as orientações da NBR 6023:2002. da ABNT. cd-rom.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS As referências de um trabalho acadêmicocien tífico consistem na list agem com as informações sobre todas as fontes/autores mencionados no texto. ao fim de cada capítulo. conforme a natureza do trabalho. 3. . teses. j ornais. dicionário. Já em resumos e resenhas. ao fim do artigo.. ibid.

1997). Humberto).10-15) e entre datas de fascículos seqüenciais (19981999). p.. após a cidade onde o periódico é publicado. M.a vírgula é usada após o sobrenome do autor (ECO. . . antes Pesquisa da editora (São Paulo: Atlas). de forma abreviada (Coord. Ao negrito ser definido um tipo de destaque.os parênteses são usados para indicar série.). Esta regra não se aplica às obras sem indicação de autoria ou de responsabilidade. após a editora. que caract eriza fu nção na elaboração e/ou responsabilidade sobre a obra (BOSI. quando este for apresentado na referência (Pesquisa social: métodos e técnicas). n.2. M. edição (7.usa-se ponto após o nome do autor/autores (AGUIAR.. conforme os modelos prescritos na norma (NBR 6023:2002). v.).o hífen é utilizado entre páginas (p. Em caso de referência de periódicos. teses e di ssert ações (Mestrado em Educação). para o título. João. T. e depois do termo In:. usa-se vírgula: após o título da revista/periódico.. 3.as reticên cias são usadas para in dicar supressão de parte de títulos (Anais.. . este deve ser mantido em todas as referências de um mesmo documento. já destacado em letras maiúsculas na primeira palavra (com exclusão de artigos ou monossílabos). pois neste caso o elemento de entrada é o próprio título. isto deve ser adotado em todas as referências daquela lista. após o título. seguido de espaço.. O título da obra ou do periódico é sempre grifado com destaque (itálico ou negrito). Rio de Janeiro. e no final da referência. porém são conhecidos [1991]. L. ed. . após o número do periódico e após as págin as da r evist a/periódico (Política e Administração. é usado para separar os autores (FLEURY. FISCHER. set. Comp..58.o colchete é usado para indicar os elementos de referência que não aparecem na obra referen ciada. As referências são alinhadas à margem esquerda do texto..15-21. t ambém deve ser un if orme em todas as ref erê ncias. respeitando-se os seguintes padrões: . Quan to à pontu ação. Por exemplo: ao optar pel a uti lização abre viada do prenome do autor.os dois pontos são usados antes do subtítulo.2 Aspectos gráficos das referências A elaboração das referências deve seguir a seqüência dos elementos do documento a ser referenciado.)). digitadas em espaço simples e separadas entre si por dois espaços simpl es (NBR 14724:2005).). . As referências de uma lista devem seguir sempre os mesmos princípios. grau nas monografias de conclusão de curso e especial ização. Org. R. entre o número do ano/volume e o número do periódico. -o ponto-e-vírgula.3.). .). Alfredo (Org. .

1 Regras quanto à autoria . Cultura e poder nas organizações São Paulo: poder organizações. 1986. FISCHER. M. Félix. Perspectivas e dilemas da educação popular Rio de Janeiro: educação popular.quando houv er indicação explícita de responsabilidade pelo conjunto da obra (Organizador. Sueli. 1986. seguido de espaço. R. mencionam-se todos eles na ordem em que aparecem na obra. do tipo de participação. Editor. acrescentandose a expressão latina et al. FLEURY.3. no singular. São Paulo: Brasiliense. se for o caso). Vanilda (Org. 2. de indicação de produção científica em curriculum vitae ou e m r elatór ios para órgãos de financiamento. entre parênteses. Micropolíticas : cartografias do desejo. . Atlas.). ed. . Vivendo e aprendendo.3 Regras gerais para elaboração de referências 3. é facultado indicar todos os autores.. T. separados por ponto-e-vírgula. ROLNIK. seguido da abreviação. L. GUATTARI.) em coletâneas de vários autores. (e outros).. PAIVA.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. Paulo et al.. Coordenador. 1989.quando há dois ou três autores. . ed.). Graal.quando há mais de três autores mencionase apenas o primeiro autor. a entrada da referência é feita pelo nome do responsável (ou dos responsáveis. Petrópolis: Vozes. M. 10. 59 . FREIRE. 1986. Em caso de projetos de pesquisa. etc. (Coord.

Rio de Janeiro: Schmidt. 3. este deve constar na referência. ATHAYDE. 1993. O termo anônimo não deve ser usado para substituir o nome do autor desconhecido. Anais. Anais. Debates pedagógicos. Rio de Janeiro: Record. 1931. Florianópolis. Curitiba. p.. c) quando um dos nomes é adjetivo: CASTELO BRANCO. seu nome é precedido pelo órgão superior ou pelo nome da jurisdição geográfica à qual pertence. editoriais. e) o nome é espanhol: GARCÍA MARQUES.. Secretaria da Saúde. a entrada é feita pelo título. Brasília: SEF 1997.quando o autor for conhecido pelo pseudônimo. associações.. Caio. CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO. . Tristão de. elatório 2001. 212-213.. congressos. . Lenilson Naveira. Quando a entidade tem uma denominação genérica. . em pr esas.60. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro. SANTA CATARINA. Gabriel.. 1979. estes devem ser escritos na ordem em que aparecem. d) o nome do autor é conhecido de forma composta: MACHADO DE ASSIS. b) quando o segundo nome indica parentesco: PRADO JR. instituições). Gerência da vida: reflexões filosóficas. em letras maiúsculas. In: SILVA. 10.em caso de pu blicação assinada por e nt idade (órgãos gov ern am en tais. esta deve ser indicada como autor. . etc. 3 v. . desde que seja a forma adotada pelo autor.. Curitiba: Associação Bibliotecária do Estado do Paraná. Carlos... ed.quando os aut ores tê m sobr enom es compostos. Ilse. DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro. Relatório de atividades.quando a autoria for desconhecida (por exemplo: artigos de jornal sem autoria explícita. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO. . Guia dos livros didáticos: 1ª à 4ª dos livros séries. 1990. como segue: a) quando ligados por hífen: SCHERER-WARREN. 1979. PROCURA-SE um amigo.).

______. separados por dois pontos. São Paulo: Hucitec. RODRIGUES.3.2 Regras quanto ao título e subtítulo . modernidade e globalização . entre colchetes. Brasília: Ministério da Educação. RODRIGUES. 1997a.o título e subtítulo (se for usado) devem ser apre sent ados tal com o f iguram no documento. apenas o título principal é grifado (negrito ou itálico). seguido de ponto. acrescentam-se letras minúsculas ao ano.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . Turismo e espaço : rumo a um conhecimento interdisciplinar. [Trabalhos apresentados]. Em caso do uso do subtítulo... I. Turismo.. 2. 1997b. SIMPÓSIO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO. São Paulo: Saraiva. . . sem chegar aos dois pontos. 1997a. RODRIGUES. 2002. na seqüência alfabética ascendente. substitui-se o nome do autor das referências subseqüen tes por u m t raço su bli near equivalente a seis espaços. 61 . 1997b 3. Carreira e competência: gerenciando o seu maior capital.quando não existir título. 1989. São Paulo: Hucitec. Adyr Balastreri. 1989.em casos de obras do mesmo autor publicadas no mesmo ano. deve-se atribuir uma palavra ou frase que identifique o conteúdo do documento. CHIAVENATO. . Salvador.quando se referenciam várias obras do mesmo au tor em uma mesma página.

em caso de haver duas editoras. Das mulheres e das flores.3 Regras quanto à edição e editora . abreviando-se os pre nom es e su prim in do. Ana Maria. 2000. Belo Horizonte: [s.n. os acréscimos devem ser indicados de forma abreviada. SEVERINO.62. P Objetivo competência: por uma nova lógica. . . VALENCIA. Robert K.]. rev. . ALFONSO-GOLDFARB.o nome da editora é indicado da forma como se apresenta no documento. Estudo de caso : planejamento e métodos. Já se forem três ou mais. Carlos A. 21. (Coord.3. Metodologia do trabalho científico. abreviando-se os números ordinais e a palavra edição. indica-se a expressão sine nomine abreviada e entre colchetes [s. indicam-se ambas com os respectivos locais (cidades).História da ciência: o mapa do conhecimento. Obs.se as design ações da n at u reza j ur ídica ou comercial.). São Paulo: EDUSP. ed. ambos na língu a do document o. 2. 1995..) . São Paulo: Atlas. Porto Alegre: Bookman. ZARIFIAN.: (No livro: Editora Atlas S.. I. Em caso de informações complementares à edição. indica-se a primeira ou a que estiver em destaque. YIN.A.a partir da segunda edição. e ampl. esta deve ser identificada na referência. ed.quando não se tem o nome da editora. . 1974. Antonio Joaquim. 2001. desde que sejam dispensáveis para a identificação. 2001. Rio de Janeiro: Expressão e Cultura. São Paulo: Cortez.]. MAIA.n. 3.

Viçosa. são indicados como locais: São Paulo – Rio de Janeiro – Lisboa – Bogotá – Porto – Buenos Aires – Guatemala – Madrid. Obs. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil.]: Ex Libris.quando houver mais de um local para uma só editora. Viçosa. de M.quando a cidade não aparece no documento.l.o local (cidade) deve ser mencionado na referência tal como indicado no documento.n. entre colchetes. [São Paulo]: SDF Editores. 1994. acrescenta-se a abreviatura do Estado ou do país.quando o local é desconhecido.]. deve-se utilizar a expressão sine loco. . BELTRÃO III.3.: s. Viçosa. OS GRANDES clássicos das poesias líricas. 63 .]. dentre outros. 1930.4 Regras quanto ao local . . Discursos do pregador. Em caso de haver cidades com o mesmo nome. A prática da pesquisa. CASTRO.. 1981. . Cria e recria.l.l. abreviadas. abreviada e entre colchetes [S. [S. 1977. Sylvio. C. [S.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. AL. utilizam-se as expressões sine loco e sine nomine.quando o local e a editora não puderem ser identificados no documento. RJ . MG..: No documento de que trata a referência acima. LAZZARINI NETO. deve ser indicada entre colchetes. . indica-se o primeiro ou o mais destacado. J. mas pode ser identificada.

maio/dez. (publicação com paginação irregular) . primavera 2000. estas informações devem ser transcritas da seguinte forma: os bimestres. 3. 2. distribuição. 2002. mar. Autumm 1970. conforme as seguintes indicações: Um ano ou outro – [1996 ou 1997] Data provável – [2001?] Data correta. . Quando nenhuma dessas datas puder ser determinada.quando a publicação indicar. registra-se uma data aproximada. por isso.1995. ao final da referência devem ser indicadas.6 Regra quanto à paginação .3..3.. trimestre e semestres abreviados. 3. mas não indicada no documento – [1976] Uso de intervalos menores de 20 anos – [entre 1970 e 1985] Data aproximada – [ca. 1950] Década certa – [196-] Década provável – [196-?] Século certo – [18-] Século provável – [18-?] . as estações do ano tal como figuram na publicação. (publicação sem número de páginas) Paginação irregular. bim. sem.64. 1996. seja ela de publicação. trimestres. divisões por bimestres. sempre deve ser indicada.quando a publicação não apresentar número de páginas ou se a numeração for irregular. entre colchetes. semestres ou estações do ano. 1995.5 Regras quanto à data A data é um elemento essencial à referência e. após o ponto final. no lugar dos meses.quando em indicações de meses. 3. Aug. as expressões: Não paginado. impressão ou apresentação (depósito) de um trabalho acadêmico./Sept. estes devem aparecer de forma abreviada. no idioma original da publicação. 2001.

ao final da referência. o subtítulo não é grafado em negrito ou itálico. dicionário. Observações: a) os elementos essenciais são os de descrição obrigatória na elaboração da referência.. indicação de coedit ores. B. Maquiavel. Luiz Mário Gazzaneo. IS BN. Local (nome da cidade): Editora.1 Monografias consideradas no todo5 Elementos essenciais – regra geral SOBRENOME do autor. Prenome e outros Sobrenomes (se houver. Número da edição (a partir da segunda edição. LAKATOS. Livros GRAMSCI. menção à edição exclusiva para assinante. ano de publicação. catálogo. interdisciplinar. .4 Modelos de elaboração de referências 3. 1997.. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.1 Monografias 3. Antônio. Eva Maria. trabalhos acadêmicos (teses. Metodologia científica 3. poden do variar conf orme o ti po de documento. MARCONI. monografia como o doc umento constituído de uma só parte ou de um número pré-estabelecido de partes que se complementam. a não ser em casos de nomes próprios). a NBR 6023: 2002 da A BN T define . i nf ormações descr iti vas sobre o docu men to (por exemplo: a) em caso de jornal. enciclopédias. a política e o Estado moderno Tradutor: Maquiavel. RODRIGUES. Assim.1. Turismo e espaço: rumo a um conhecimento . São Paulo: Hucitec. tr adu tore s. A. 65 .. 2000. científica ed. são acrescentados elementos complementares para melhor identificá-lo.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. manuais. política Estado moderno. b) alguns dos elementos complementares considerados na NBR 6023:2002 da A BNT são: n úm ero de págin as do docu men to. como livros. c) o elemento ‘tradução’ e a indicação de subtítulo da obra são opcionais. científica. b) indicação de apoio de entidade governamental à publicação referenciada. dissertações. São Paulo: Atlas.4. Título da obra em negrito ou itálico (apenas a primeira letra em maiúscula. Marina de A.4. 1988. quando necessário e de acordo com o docu me nto a ser referenciado. monografias). ao final da referência). 5 Para fins de elaboração de referências. se houver). Caso seja indicado. abreviado(s) ou não). etc.

Rio de Janeiro. Tradução de Padre Antônio Pereira de Figueiredo. 2002. Ano de apresentação. Edição Ecumênica. 1989. Instituição.66. Chicago: Encyclopaedia Britannica. Tipo de documento [tese. Bíblia BÍBLIA. dissertação. . Enciclopédia THE NEW Encyclopaedia Britannica: micropaedia. trabalho de conclusão de curso. 5 v.Faculdade de Ciências Econômicas. NBR 6023 : informação e documentação: referências: elaboração. Caldas. Belo Horizonte. Dissertação (Mestrado em Administração) . Normas Técnicas ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Título : subtítulo. RODRIGUES. Prenome e outros Sobrenomes (se houver. 180 f. Número de folhas ou volumes. Dicionário AULETE. ano da defesa.. local. Qualidade de vida no trabalho . ed. Dissertações e Teses SOBRENOME do autor. 1986. Rio de Janeiro: Delta. 1980. Dicionário contemporâneo da Língua Portuguesa. etc. V.. Universidade Federal de Minas Gerais. abreviados ou não). Rio de Janeiro: Encyclopaedia Britannica. Português. 3. 1989. M.] (o grau) – vinculação acadêmica. Bíblia Sagrada . 1980. 30 v.

. 105 f. São Paulo.L. Título da parte (apenas a primeira letra maiúscula. Universidade de São Paulo. Documentos online 6 Deve-se apresentar o endereço eletrônico entre os sinais < >. A. Tese (Livre Docência) .: Nos casos em que o autor do capítulo ou do artigo é o mesmo da obra. Obs. N BR 6023:2002).3 Partes de monografia Inclui as referências de capítulos. acrescidas de descrições físicas do meio eletrônico. Título da obra: subtítulo (se for o caso).. precedida da expressão Acesso em:.4. São Paulo: Delta: Estadão. HOUASSIS.4.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ CAMPOS. Para referenciá-las. precedido da expressão Disponível em: e a data do acesso ao documento. capítulo ou outra forma de individualizar a parte referenciada. 1990. 1997. M.1. 1998. Disponível em: <http://www1.estado. In: SOBRENOME.br/redac/manual. o nome após a expressão In: é substituído por 6 traços sublineares. A. Prenome do autor da obra como um todo.Escola Politécnica. Edição (a partir da segunda..1. G. volumes. O ESTADO DE SÃO PAULO. seguidos de ponto. Prenome(s) e outro(s) Sobrenome(s) do(s) autor(es) da parte. 1990.L. São Paulo. Universidade Camilo Castelo Branco. cd-rom. MORGADO. Documentos em CD-ROM KOOGAN. 3. online. (Ed). 1990. sem negrito ou itálico). 3. (ABNT . . 6 Não se recomenda referenciar material eletr ônico de curta dur aç ão nas redes.html>. O padrão da referência é: SOBRENOME. artigos de coletâneas com autor e/ou título próprios. Local: Editora. se houver).C. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização) – Faculdade de Odontologia. Acesso em: 19 maio 1998. 51 f. ano.com. São Paulo. 5 CD-ROM. excetuando-se nome próprio. Processamento de linguagens naturais através de funções recursivas de expressões regulares condicionais . Enciclopédia e dicionário digital 98. Manual de redação e estilo . etc. 67 .2 Monografias no todo em meio eletrônico São as monografias apresentadas em meio eletrônico como disquetes. segue-se as normas dos document os monográf icos n o t odo. 1990. Reimplante dentário .

68. 5.com. SOUZA. número de jornal ou caderno de jornal completo.2 Publicações periódicas Publicações periódicas abrangem os seguintes documentos: coleções completas. Cultura e poder organizacional e novas formas de gestão empresarial. cap.4 Parte de monografia em meio eletrônico Segue m. In: TOLEDO.4. 1987.1990. G. Da m esm a f orma que nas ref erê ncias de m onograf ias (completas ou partes). fascículo ou número de revistas. Curitiba. 1988. volume ou fascículo de periódicos (artigos científicos de revistas. matérias jornalísticas..se as n ormas an ter iores para ref ere nciar part es de mon ogr af ias. etc. São Paulo: Atlas. 122-143.1. 7 Coletâneas são publicações compostas por artigos ou textos de vários autores em uma única obra. acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado.br/ livrosonline/leitura_32>.. Parte de uma obra MOSCA. S. Fernando C. Viagem astral aos domingos. Vida psíquica e organização. 3. Editor. Acesso em: 25 jul.4. ed. In: ______. Capítulo de livro LAKATOS. as pu blicaçõe s pe riódicas tam bé m são referenciadas segu ndo as caract erísticas específicas de cada tipo. p.). 3. Gilles. p. Prestes.refletindo.. Coesão organizacional e ilusão coletiva.). editoriais.). (Org. Os primeiros agregados humanos. B. Maria Ester de (Org. Rio de Janeiro: Guanabara. Eva Maria. Rio de Janeiro: FGV. Disponível em: <http://www. FREITAS. BOUTHOUL. 2000. 7. Sociologia da administração . etc. bem como matérias apresentadas em u m n úmero. A. Artigo de coletânea7 AMADO. In: MOTTA. . N as coletâneas. seções. reportagens.. 1997. Organizador. p. 103-115. In: ______.14-16. MACEDO. G. geralmente há a indicação de um ou mais autores como responsáveis pela obra (Coordenador.). Reflexões para o silêncio. História das doutrinas políticas.

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3.4.2.1 Publicação periódica como um todo

Usa-se referenciar toda a coleção de um título de periódico em listas de referências e catálogos de obras preparados por bibliotecas, editoras ou livreiros. O padrão de referência é:
TITULO DO PERIÓDICO. Local de publicação (cidade): Editora, datas de início e encerramento da publicação, quando houver.

TRANSINFORMAÇÃO. Campinas: PUCCAMP 1989-1997. ,

CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO. Brasília: Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, 1972-

Obs.: quando a publicação está em vigor, apresenta-se o ano de início, acrescido de hífen e sem ponto final.

3.4.2.2 Partes de publicações periódicas Abrange volume, fascículo, números especiais e suplementos, sem título próprio. A referência padrão é:

TÍTULO DA PUBLICAÇÃO. Local: Editora, numeração do ano e/ou volume, numeração do fascículo, informações de períodos, datas de publicação.

VEJA. São Paulo: Abril, v.31, n.1, 15 jan. 1998.

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70...

3.4.2.3 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas Inclui fascículos, volumes, números especiais e suplementos (com título próprio); além dos artigos, editoriais, comunicações, entrevistas, resenhas, reportagens e outros.

SOBRENOME, Prenome do Autor. Título da parte, artigo ou matéria. Título da Publicação , Local, numeração correspondente ao volume e/ou ano, fascículo ou número (conforme o caso), página inicial-final (quando se tratar de artigo ou matéria), data ou intervalo de publicação.

Obs.: se necessário, podem ser acrescentadas informações complementares que melhor identifiquem o documento.

GUIA Exame 2002: as 100 melhores empresas para você trabalhar. Exame, São Paulo, set. 2002. Edição especial. NUNES, Clarice. História da educação brasileira: novas abordagens de velhos objetos. Teoria
& Educação , Porto Alegre, n.6, p.151-182, 1992.

LEAL, Elisabeth J. M. Pesquisa e produção escrita. Turismo: visão e ação, Itajaí, v. 4, n.8, p.99109, abr./set. 2001. GURGEL, C. Reforma do Estado e segurança pública. Política e Administração, Rio de Janeiro, v.3, n.2, p.15-21, set. 1997.

3.4.2.4 Artigo e/ou matéria de revista, boletim, dentre outros, em meio eletrônico As referências seguem as normas indicadas para artigos e/ou matérias de publicações periódicas, conforme os tópicos anteriores, acrescentando-se a descrição física do meio eletrônico.

MALOFF Joel. A internet e o valor da “internetização”. Ciência da Informação , Brasília, v. , 26, n. 3, 1997. Disponível em: <http://www.ibict.br/cionline/>. Acesso em: 18 maio 1998. VIEIRA, Cássio Leite; LOPES, Marcelo. A queda do cometa. Neo Interativa, Rio de Janeiro, n.2, inverno 1994. 1 CD-ROM.

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3.4.2.5 Artigo e/ou matéria de jornal Inclui editoriais, entrevistas, comunicações, reportagens, resenhas e outros. A referência padrão é:

SOBRENOME, Prenome do Autor (se houver). Título da matéria. Título do Jornal, Local de publicação, data de publicação. Seção, caderno ou parte do jornal, página da matéria.

Obs.: quando não houver caderno, seção ou parte, a página da matéria ou do artigo precede a data.

BEVILACQUA, Viviane. A fome dói, diz José, um brasileiro. Diário Catarinense , Florianópolis, 3 nov. 2002. Página Quatro, p.4. LEAL, L. N. MP fiscaliza com autonomia total. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, p. 3, 25 abr. 1999.

3.4.2.6 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico A referência segue a norma indicada no item anterior, acrescentando-se as informações sobre a descrição física do meio eletrônico.

HISTÓRIA, razão e fé. Folha de S. Paulo Online , São Paulo, 3 nov. 2002. Folha Opinião. Disponível em: <http://www.uol.com.br/fsp/opiniao/inde03112002.htm>. Acesso em: 3 nov. 2002.

... 71

Recife: UFPe. 1996. 4.. Disponível em: <http://www. acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado. como atas. 3. proceedings.. atas.. etc. local (cidade) de realização. 2...2 Eventos como um todo em meio eletrônico A referência segue a norma anterior para publicação de documento de evento como um todo..3.propesq. Acesso em: 21 jan.) Local de publicação: editora. proceedings. resultados..htm>.3 Publicações em eventos 3. 1997. Recife. anais. 4. 3.4. … 2000. 1996.1 Eventos como um todo Constitui u m tipo de pu blicação com o con ju nt o de docum en tos/t rabal hos apresentados ou reunidos em um evento. O padrão de referência para esses tipos de documentos é: NOME DO EVENTO. 1996..br/anais/anais. ano.. Título. Proceedings… Boston: Kluwer Academic Publishers. . WORKING CONFERENCE ON INFRASTRUCTURES FOR VIRTUAL ORGANIZATIONS: managing cooperation in virtual organizations and electronic business towards smart organizations. Recife. 1996. dentre outros. CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe.ufpe. do documento (anais. Florianópolis. Anais.3.. CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe.4.72. numeração (se houver).. Recife: UFPe.4. data da publicação. Anais eletrônicos. 2000.

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3.4.3.3 Trabalho apresentado em evento té cn ico- ci ent íf icos. A re fer ênci a dev e apresentar os seguintes elementos e forma:

São os artigos, comunicações, projetos, dentre outros trabalhos apresentados em eventos

SOBRENOME DO AUTOR, Prenome e outros Sobrenomes do Autor (se houver, abreviados ou não). Título do trabalho apresentado. In: NOME DO EVENTO, numeração do evento (se houver)., ano, local de realização do evento. Título... (Anais, Proceedings, Resumos, etc.) Local de publicação: Editora, data de publicação. página inicial-página final do trabalho referenciado.

RODRIGUES, M. V. Uma investigação na qualidade de vida no trabalho. In: ENCONTRO ANUAL DA ANPAD, 13., 1989, Belo Horizonte. Anais… Belo Horizonte: ANPAD, 1989. p. … 455-468.

3.4.3.4 Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico

Segue a norma de referência indicada no item anterior, acrescida das informações do meio eletrônico utilizado.

SILVA, R. N.; OLIVEIRA, R. Os limites pedagógicos do paradigma da qualidade total em educação. In: CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe, 4., 1996, Recife. Anais eletrônicos... Recife: UFPe, 1996. Disponível em: <http://www.propesq.ufpe.br/anais/anais/ educ/ce04..htm>. Acesso em: 21 jan. 1997. GUNCHO, M. R. A educação à distância e a biblioteca universitária. In: SEMINÁRIO DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 10., 1998, Fortaleza. Anais... Fortaleza: Tec Treina, 1998. 1 CD-ROM.

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3.4.4 Documentos jurídicos 3.4.4.1 Legislação Estão incluídos nesse tipo de documento: a Constituição, emendas constitucionais, textos legais (leis ordinárias, medidas provisórias, decretos, resoluções do Senado Federal); normas de instituições públicas e privadas (resolu ções, portarias, ordem de serviço, comunicado, instrução normativa, circular, dentre outros). A referência é elaborada com base n a n orma padr ão, podendo ser acrescentados elementos complementares, caso sejam necessários.

JURISDIÇÃO (ou cabeçalho da entidade, caso tratar-se de normas). Título do documento. Especificação do documento (ex.: Diário Oficial, Código civil, Lex), Local (cidade), numeração (volume, número e páginas, conforme o caso), data.

Obs.: quando a referência for de Constituições e suas emendas, entre o nome da jurisdição e o título acrescenta-se a palavra Constituição, seguida do ano de promulgação, entre parênteses.
BRASIL. Constituição (1988). Emenda constitucional nº 9, de 9 de novembro de 1995. Lex: legislação federal e marginália, São Paulo, v.59, p.1966, out./dez. 1995.

SÃO PAULO (Estado). Decreto nº 42.822, de 20 de janeiro de 1998. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência, São Paulo, v. 62, n. 3, p.217-220, 1998.

BRASIL. Decreto-lei nº5.452, de 1 de maio de 1943. Aprova a consolidação das leis do trabalho. Lex: coletânea de legislação: edição federal, São Paulo, v. 7, 1943. Suplemento.

BRASIL. Código civil. 46. ed. São Paulo: Saraiva, 1995.

3.4.4.2 Jurisprudência

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. In: ______. Súmulas. São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil, 1994. p.16.

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BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Hábeas-corpus nº 181.636-1, da 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Brasília, DF 6 de dezembro de 1994. Lex: jurisprudência do , STJ e Tribunais Regionais Federais, São Paulo, v. 10, n. 103, p. 236-240, mar.1998.

3.4.4.3 Doutrina Refere-se a qualquer discussão técnica sobre questões legais publicadas na forma de monografias, artigos de periódicos, papers, etc. A doutrina é referenciada conforme o tipo de publicação.
BARROS, Raimundo Gomes de. Ministério Público: sua legitimação frente ao Código do Consumidor. Revista Trimestral de Jurisprudência dos Estados, São Paulo, v. 19, n. 139, p. 53-72, ago. 1995.

3.4.4.4 Documento jurídico em meio eletrônico Para este tipo de documento, o padrão de referência segue a norma indicada para documentos jurídicos (itens anteriores), acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado.
BRASIL. Regulamento dos benefícios da previdência social. In: Sislex: Sistema de Legislação, Jurisprudência e Pareceres da Previdência e Assistência Social. [S.l.]: DATAPREV 1999. 1 CD-ROM. ,

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. Não é admissível, por ato administrativo, restringir, em razão de idade, inscrição em concurso para cargo público. Disponível em: <http:// www.truenetm.com.br/jurisnet/sumusSTF .html>. Acesso em: 29 nov.1998.

3.4.5 Patente
ENTIDADE RESPONSÁVEL e/ou autor. Título. Número da patente, datas do período de registro.

EMBRAPA. Unidade de Apoio, Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação Agropecuária (São Carlos, SP). Paulo Estevão Cruvinel. Medidor digital multissensor de temperatura para solos. BR n. PI 8903105-9, 26 jun. 1989, 30 maio 1995.

... 75

IR04 (banda).flmnh. globo e fotografia aérea.4. UNIVALI (instituição geradora). SE (localização geográfica). 1981. mapa. 8 ABNT. 3.000..1 Documento cartográfico em meio eletrônico O documento cartográfico segue os padrões indicados anteriormente. FLORIDA MUSEUM OF NATURAL HISTORY. Regiões de governo do Estado de São Paulo. . 1 atlas. 1999 (data da captação).jpg>. Gainesville. National Oceanic and Atmospheric Administration. ESTADOS UNIDOS. Rio de Janeiro: Enciclopédia Britânica do Brasil. 17:45Z. 1999071318.000. 1994. 1931-2000 Brazil’s confirmed unprovoked shark attacks.GIF (título do arquivo). color. 13 jul. São Paulo. Escala. Disponível em: <http://www. IR04. 13 jul. Itajaí: UNIVALI. p. INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo.4. porém com as devidas informações referentes ao meio eletrônico em que é apresentado.6 Documento cartográfico Abrange: atlas.: Nota sobre a referência/arquivo digital 8 : 1999071318. [2000?]. Obs. 2002. GIF. 1999.ufl. 557 Kb. GOES-08: SE. NBR 6023:2002. data de publicação. Título. 08 (número do satélite na série).. ATLAS Mirador Internacional. 1 disquete.edu/fish/Sharks/statistics/Gattack/map/Brazil. 1 atlas. SP). 1 mapa. GOES (denominação do satélite). O padrão de referência é: AUTOR.76. Itajaí (local). Escala 1:2. Acesso em: 15 jan.11. Local: Editora. 1 imagem de satélite. Especificação do documento. Escalas variam.000.6. 3 ½ pol. 1999. 557 Kb (tamanho do arquivo). 17:45Z (horário zulu). Escala 1:40. 3.

Quando não existir título para o documento. 5 ¼ pol. caso seja necessário. Doença dos xavantes. 51 Kb. Data.. Geddes 135. 25 cm x 25 cm. O padrão para referenciar esses tipos de documentos é: AUTOR. diapositivo. desenho técnico. [Sem título]. Título. Formato JPEG.4. 1 gravura. 1 disquete. 19 transparências.7 Documento iconográfico Refere-se a gravuras. 1 fotografia. deve-se atribuir uma denominação ou indicar [Sem título] entre colchetes. NOVAS descobertas para o terceiro milênio. 1980. transparências. 25 cm x 20 cm. pinturas. Também podem ser acrescentados elementos complementares do documento à referência. Especificação do documento. K. BRITTO. dentre outros. color.jpg. 1999.7. São Paulo: UMIBO.4.. . Largura: 376 pixels. 2000. cartazes.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3.. 3.. KOBAYASHI. 1982. color. Altura: 432 pixels.1 Documento iconográfico em meio eletrônico GEDDES. 77 . Anne. Romero. diafilme. fotografias.

SILVA. entrevistado. fitas cassete. São Paulo: SENAI-SP. Produção do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial. também deve ser seguido o seguinte padrão: COMPOSITOR (ou intérprete.4. Especificação do documento. conforme o caso). 1991. Garcia.. . 1992.. videocassetes. PORTADOR de necessidades especiais no trabalho: depoimentos. 1991]..78. 1 CD. Luiz Inácio Lula da. CENTRAL do Brasil.8 Imagem em movimento Envolvem as referências de filmes. Diretor. Caetano. Local: Produtora.4. etc. No caso de entrevistas gravadas que necessitam ser referenciadas. data. Local: Gravadora (ou equivalente). dentre outros. 3.. Produção: Martire de Clermont-Tonnerre e Arthur Cohn. Entrevistadores: V Tremel e M. . data e especificação do suporte em unidades físicas. color. VELOSO. 1998. São Paulo: Polygram. son. DVD. Brasília: SENAI/DN. Rio de Janeiro: Riofilme. 35 mm. 2001. CDs (compact disc). 3. Departamento Nacional.9 Documento sonoro Compreende discos. 2 cassetes sonoros. Circuladô vivo. 1 bobina cinematográfica (106 min). Título. Direção: Walter Salles Júnior. 1 video sonoro. Luiz Inácio Lula da Silva: depoimento [abr. Deve-se seguir o seguinte padrão: TÍTULO. Produtor (conforme as informações disponíveis).

Version 4. Biblioteca Central. objetos de museu..1.4. Título (do serviço ou produto). não sendo recomendável seu uso como UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. maquetes. Especificação do objeto. 1 bule. AUTOR(es)se for o caso. DUCHAMP. 1 CD-ROM. animais empalhados. 9 3. p. 18-]. A referência desses documentos deve apresentar o seguinte padrão: AUTOR (criador artístico do objeto. [China: Companhia das Índias. BULE de porcelana.. e meio eletrônico. atribuir denominação ou indicar [Sem título] entre colchetes). Data. quando identificado).l. listas de discussão. Escultura para viajar.4. esqueletos. etc. Versão (se houver). Descrição física do in terpes soal e efêmero. 1995. Normas. monumentos. pesquisa. desaparecem rapidamen te. Título (caso não exista. dentre outros).doc. [S. assunto em discussão. 79 .” (ABNT.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. 13). Curitiba. NBR 6023:2002. As mensagens de correio e le trônico “devem ser 9 referen ciadas meio eletrônico s omen te quando não se dispuser de nenhuma outra fonte para abordar o Abrange os documentos do tipo base de dados. O padrão para referência é: Mensagens trocadas por email têm caráter informal. 1998. arquivos em disco rígido.10 Documento tridimensional Abrange as esculturas. 1 escultura variável. 1918. objetos e suas representações (fósseis.11 Documento de acesso exclusivo em MICROSOFT Project for Windows 95. mensagens eletrônicas. Marcel.]: Microsoft Corporation. 5 fonte científica ou técnica de disquetes. programas de computador. .

Tubarão. Tim. Carlos B. Base de Dados Tropical.4. Memorial [mensagem pessoal]. 2. sem destaque. São Paulo: Publifolha. (Série Sucesso Profissional: seu guia de estratégia pessoal).. 1990.14 Notas Como notas podem ser incluídos os seguintes documentos: publicações no prelo. SC. In: FUNDAÇÃO TROPICAL DE PESQUISAS E TECNOLOGIA “ ANDRÉ TOSELLO”. Digitado. RUBIROSA. O que é sociologia? 7.univali.. 57). Os princípios da gestão moderna. MARQUES. MARINS. M. (Primeiros Passos. documentos mimeografados e digitados. . podem ser acrescentados. No prelo. Apostila. 3. Bastos. 1999. J. LEAL. C. MARTINS. L. Modelos matemáticos: exercícios didáticos. HINDLE. apostilas.4. Acesso em: 30 maio 2002.ed. Responsável técnico Delosmar R.23. Estas informações devem ser apresentadas ao final da referência.ed. Radiologia Brasileira. 3. Bula de remédio. entre parênteses.org.13 Séries e coleções Nesses tipos de publicações. J.fat. ÁCAROS no Estado de São Paulo. 1985. M. ao final da referência. Mensagem recebida por <simonegf@sj. n. 2002. 1978. E. 1991. 3.bdt. os títulos das séries e/ou coleções e a respectiva numeração.12 Bula de remédio RESPRIN: comprimidos. textos não publicados. Niterói.4. Massa calcificada da naso-faringe. 1997.br/ acaro/sp/>. Disponível em: <http://www. São José dos Campos: Johnson & Johnson. São Paulo. Como fazer apresentações. Italvino. 1984. São Paulo: Brasiliense. se houver.br> em 11 nov.80.

4. dissertações e trabalhos de conclusão de curso é obrigatório seguir a orientação da norma. a trabalhos de graduação intra e extra-classe. se houver.que abrange as folhas que constituem o trabalho (Apêndice A). b) nome do autor.1 Elementos pré-textuais . papers e relatórios. se for o caso: v. im presso longitu dinalmente. A estrutura de trabalhos acadêmicos compreende elementos prétextuais. e) número de volumes (se houver mais de um. esses elementos podem ser adapt ados ou at é me smo desconsiderados. c) título. dissertações.Capa (obrigatório): é a cobertura externa capa dura . textuais e pós-textuais. g) ano da entrega (4 dígitos). tais como fichamentos.Lombada (opcional): é a parte lateral da capa que reúne as folhas do trabalho. Em caso de trabalhos relacionados às disciplinas de graduação.. trabalhos de graduação interdisciplinares TGI.2) . trabalhos de conclusão de cursos de graduação . b) título do trabalho. d) subtítulo. Deve conter. 81 . que def in e os pri ncípios gerais par a elaboração de teses. deve ser especificado o respectivo volume em cada capa). Por outro lado. impresso da mesma forma que o do autor. onde devem ser impressos: a)n om e do au tor. resenhas.TCC. uma vez que tais trabalhos têm estrutura própria.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 4 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS A estrutura de trabalhos acadêmico-científicos é orientada pela NBR 14724:2005 da ABNT. . no que couber. Suas orientações também se aplicam. para elaboração de teses. trabalhos de conclusão de curso de aperfei çoamen to e/ou especialização e outros. do alto ao pé da lombada. seqü encialmen te. c) identificação de números (volume.. as seguint es informações: a) nome da instituição (opcional). f) local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado.

após a dedicatória e devem se limitar ao estritamente necessário. No verso da folha de rosto. As informações são apresentadas em colunas como no exemplo abaixo: Folha Linha Onde se lê Leia-se .Dedicatória (opcional): o autor dedica sua obra ou presta homenagens a pessoa(s). . objetivo e nome da instituição a que é submetido. c) subtítulo (se houver. preciso. c) texto contendo a natureza. d) área de concentração. d) número de volumes. f) nom e. . em seqüência. .Agradecimentos (opcional): menção a pessoas e/ou instituições que contribuíram de forma relevante para o desenvolvimento do trabalho.) e o seu objetivo (por exemplo: para aprovação em disciplina. . b) título principal do trabalho (claro.Errata (opcional): consiste em lista das folhas e linhas onde há erros. sua subordinação ao título principal é demonstrada pelos dois pontos que o precedem). apresenta-se a ficha catalográfica. Aparecem em folha separada. centralizadas na página (Apêndice C): a) nome do autor trabalho. e m caso de t rabalh os qu e dev am ser depositados em biblioteca. como as teses.82. g) local (cidade) da instituição. Essa f ich a de ver á ser con feccion ada por profissional bibliotecário. conforme o Código de Catalogação Anglo-Americano vigente. dissertação..).Folh a de aprovação (obrigatório): é apresentada logo após a folha de rosto e deve conter as segu intes informações. obtenção de determinado grau. com a identificação do conteúdo que permita a indexação). nome da instituição a que é submetido. parte inferior da página.Folha de rosto (obrigatório): no anverso (página da frente da folha). etc. e) data de aprovação. trabalho de conclusão de curso.. área de concentração. devem ser apresentados. a dedicatória deve ser localizada na parte inferior direita da folha. dissertações ou trabalhos de conclusão de curso de graduação ou especialização. os seguintes elementos (Apêndice B): a) nome do autor do trabalho. com as respectivas correções. se houver mais de um. b) título do trabalho e subtítulo (se houver). etc. f) nome do orientador e do co-orientador (se houver). .A data de aprovação e as assinat ur as são colocadas após a apr ov ação do trabalho. ti tu lação e assin at ur a dos componentes da banca examinadora e instituições a que pertencem. e) nota contendo a natureza do trabalho (tese. h) ano de entrega (4 dígitos).

Lista de tabelas (opcional): identifica as tabelas. . etc. b) a subordinação dos itens do sumário é destacada usando-se os mesmos tipos de fonte utilizados no texto. (Atenção! Em artigos científicos o resumo em língua estrangeira faz parte dos elementos pós-textuais . . A autoria da mensagem deve ser apresentada do lado direito. com respectivos nomes e números de página. se houver.4. Também é recomendada a elaboração de lista própria para cada u m dos t ipos (abreviatura ou sigla). grafado com o mesmo tipo de fonte utilizado para os capítulos (ou divisões principais do texto.ver seção 5. mapas.. qu e localiza e re mete para as in form açõe s con ti das n o tex to. Na elaboração do sumário deve-se observar os seguintes aspectos: a) o sumário tem o título centralizado. da Parte II deste documento). escrit o por ext enso.ordenadas segun do determ inado cri tério. Sua elaboração é detalhada no t ópico 2 (R esu mos de trabalhos acadêm icocientíficos). d) os indicativos das seções que compõem o sumário. ditado ou parte de um texto que o autor deseja destacar. seções (ou tópicos) e outras partes de uma publicação (ou trabalho). Atenção! O sumário não deve ser confundido com o índice. fluxogramas. que é uma lista "de palavras ou frases. na ordem em que se apresentam no texto. . fora de parênteses. Epígrafes tam bém podem ser colocadas na abertura das divisões do texto (capítulos). pensamento." (NBR 6027:2003.Resumo em língua estrangeira (obrigatório): deve ser apresentado em folha separada do resumo anterior (ver o tópico 2 . gráficos.) na ordem em que aparecem no texto. Apesar de ser escrita por outra pessoa. também denominadas seções primárias). devem ser alinhados à esquerda. não deve vir entre aspas. 83 .Su mári o (obrigatór io): é a re lação enumerada das divisões.Epí grafe (opcional): aparece após os agradecimentos. . Indica a página inicial em que se localiza a parte correspondente (Apêndice D).. . c) os elementos pré-t extu ais não devem aparecer no sumário. segui das do seu signi ficado (expre ssõe s ou palavras correspon dentes). na mesma ordem e grafia em que se sucedem no texto. . na ordem em que aparecem. Consiste na transcrição de uma frase.Lista de ilustrações (opcional): identifica as ilustrações (quadros. abaixo do texto. esque mas.3 da Parte II deste documento). por considerar significativo e inspirador em relação ao seu trabalho. desen hos. . .Lista de símbolos (opcional): apresenta o conjunto de símbolos utilizados no texto. com o respectivo significado. com respectivos nomes e números de página. 2).Resumos de trabalhos acadêmico-científicos.Resumo na língua vernácula (obrigatório): consiste na apresentação concisa do texto por meio de uma seqüência de f rases objetivas e seguidas de palavras-chave. recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo de ilustração. or ganogram as. da Parte I deste documento. p.Lista de abreviaturas e siglas (opcional): é a relação alfabética de abreviaturas e siglas con ti das n o t ext o. Se necessário.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ .

.se com base no ti po e nos objetivos do trabalho acadêmico-científico.84. ou os n úme ros das págin as ini cial e f inal. e)os títu los e su btítulos (se h ouver). fornece uma visão global do assunto tratado (contextualização). que seguem os indicativos das seções. de modo que a consulta a qualquer dos volumes permita o conhecimento do conteúdo todo. destaca sua importância e seus limites quanto à extensão e à profundidade. concisa e objetiva do tema e a delimitação precisa das fronteiras do estudo em relação ao campo selecionado e ao problema a ser estudado. área de conhecimento ou metodologia adotada.Desenvolvimento É a parte mais extensa e consistente do trabalho. Isso não significa dizer que essas part es sejam n ecessariame nt e assi m intituladas ou subdivididas. o sumário de toda a obra deve ser incluído em todos os volumes. à qual se segu e o desen volvim ento.2 Elementos textuais Os elementos textuais. os elementos essenciais que integram esta parte do trabalho são: fundamentação teórica (r evi são bibl iogr áf ica). análise e interpretação dos resultados. contextualiza-o.: 32). con st itu em. O sumário é o último dos elementos prét extu ais.Introdução Consiste na apresentação geral do trabalho. apenas que esta é a seqü ência usual de qualquer t exto acadêmico. f) para a paginação pode-se utilizar o número da pr imei ra página (ex. excetuados os elementos obrigatórios. além de aspectos metodológicos. resultados e interpretação do estudo quando se tratar de um relatório de pesquisa. t eorias e principais idéias sobre o tema focalizado. 4. os elementos que integram o desenvolvimento do trabalho poderão variar nas suas divisões e subdivisões. Conf orme o tipo de trabalh o. . f inalizan do com uma conclusão. são ali nh ados pela m ar ge m do tí tu lo correspondente ao indicativo mais extenso. Se o trabalho compreender mais de um volume. com uma definição clara.. me todologia. Nela são descritos os conceitos. n a(s) página(s) que antecede(m) imediatamente o texto. Da mesma forma que na introdu ção. apresentação. Em caso de relatórios de pesquisa científica. portanto. assim como os prétextuais. o tex to acadêm ico-cien tífico se inicia com uma in trodu ção. há distintos modos de organizar o texto. No en tant o. em função da sua natureza e da área de conhecimento a que pertencem. . Trata-se da parte inicial do texto em que o autor aponta os seus propósitos e as linhas gerais que orientaram seu pensamento. está localizado. apresenta o problema ou tema central do estudo ou da pesquisa. ou seja. separados por hífen (ex. de u m modo geral .: 32-49). .

Pode também indicar questões dignas de novos estudos. da Parte II deste documento.Índice (opcional): listagem detalhada de palavras ou expressões ordenadas a partir de critérios específicos (nomes de pessoas.: ANEXO B – Estrutura organizacional da Empresa Alfa).UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ .3 Elementos pós-textuais . segun do a NBR 6023:2002 da ABNT.Referências (obrigatório): constitui o conjunto padronizado de element os descrit ivos. além de sugestões para outros trabalhos. possibilitando sua identificação individual. nomes geográficos. com a indicação de sua localização no texto. Nos trabalhos acadêmi co-cien t ífi cos a li stagem de referê ncias deve ide ntif icar as f ontes/ documentos mencionados (referidos) no texto. encontram-se no tópico 3 – Elaboração de Ref erências de Tr abal hos Acadêm icoCientíficos. Os anexos são identificados por letras maiúsculas consecutivas. Tem como objetivo destacar as principais questões tratadas no trabalho acerca do estudo desenvolvido. A con clu são deve apresent ar dedu ções lógicas correspon dent es aos propósitos prev iamen te estabelecidos do t rabalho. complementar ao seu trabalho. assuntos. utilizados no trabalho. . apontando-se o alcance e o significado de suas contribuições. dentre outros). consiste na revisão sintética dos resultados e da discussão do estudo realizado.: APÊNDICE A – Roteiro de entrevista). que complementa. seguidas de travessão e respectivo título (Ex.Anexo(s) (opcional): texto ou documento não elaborado pelo au tor do trabalho. .. . extraídos de um documento.Apêndice(s) (opcional): texto ou documento elaborado pelo autor. . 4.Conclusão Como parte final do texto. comprova ou ilustra o seu conteúdo. 85 ..Glossár io (opci onal): lista em ordem alfabética de expressões ou termos técnicos específ icos de uma determ inada área. seguidos de suas respectivas definições. seguidas de travessão e respectivo título (Ex. As orientações para sua elaboração. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas. .

...86.

5. O texto deve ser digitado com espaço 1. a nota de identificação do trabalho deve ser alinhada do meio da página para a margem direita (Apêndice B).2 Margens e espacejamento As páginas devem ser configuradas nas seguintes dimensões: margens esquerda e superior: 3 cm. sem brilho. .1 Formato Os trabalhos acadêmico-científicos devem ser apresentados em papel branco.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 5 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICOCIENTÍFICOS O projeto gráfico de um trabalho acadêmico é de responsabilidade do seu autor.4 (21 cm x 29. legendas de ilu strações e de t abelas.7 cm ). notas de rodapé. Entretanto. recomendam-se Times New Roman ou Arial. As ref erên cias apresent adas ao final do trabalho devem ser separadas entre si por dois espaço simples. digitados n a cor preta (excetuando-se as ilustrações). f icha catalogr áf ica e nota de identificação do trabalho apresentada na folha de rosto (indicando a natureza do trabalho. referências. as informações sobre o trabalho. Para digitação recomenda-se a utilização de font e tamanho 12 para t odo o text o e tamanho menor (11 ou 10) e uniforme para citações longas (mais de três linhas).5 entre linhas. 87 ..5.5. objetivo. como prescreve a NBR 14724:2005 da ABNT. Já na folha de aprovação. 5. Quanto ao tipo da fonte. margens direita e inferior: 2 cm. pagin ação e legen das de ilustrações e tabelas. notas de rodapé. Também os títulos das subseções são separados do texto que os precede e que os sucede por dois espaços de 1. com exceção da folha de rosto. em cuj o verso é im pr essa a f ich a catalográfica. no caso de dissertações e teses.. Os títulos das seções devem começar na parte superior da folha e ser separados do texto que os sucede por dois espaços de 1. data de aprovação e identificação da ban ca exami nador a deve m ser centralizadas (Apêndice C). algumas normas gerais devem ser seguidas. O texto é digitado no anverso da folha (frente). com form at o A. nome da instituição a que é submetido e área de concentração) que devem ser digitadas em espaço simples. Na folha de rosto. com exceção das citações longas (com mais de três linhas).

contendo a exposição ordenada do assunto. por sua vez.1 2.4 Títulos e indicativos numéricos São denominadas seções as partes em que é dividido o texto de um documento.1.2. seguido do número que lhe f or atribu ído na seqüência do assunto e separado por ponto. a 2 cm da borda superior.3 Seção quaternária 1. no canto superior direito da folha. Havendo apêndice(s) e anexo(s).1 2. suas folhas são numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento à do texto principal.1. Esse indicativo numérico. em algarismos arábicos.2..2 . pre cede o títu lo da seção. quaternária. Repete-se o mesmo processo em relação às demais seções.1 2. etc.1.3 Paginação Todas as folhas do trabalho são contadas seqüencialmente.1. terciária.2 2.1.88. a qual. Exemplo: Seção primária Seção secundária 1 2 1.1 2.2 3 3.1.1. alinhado à margem esquerda. a partir da folha de rosto. sendo de le separado por um espaço.1.1 2. pode se dividir em seção secundária. embora as páginas preliminares (pré-texto) não sejam n umeradas. A nu meração é colocada a partir da primeira folha da parte textual. A principal di vi são do te xto de u m docum ent o é denominada seção primária. Empregam -se algarismos arábicos para numerar as seções de um texto. Seção terciária 1.1. 5.1 "O indicativo de uma seção secundária é constituído pelo indicativo da seção primária a que pertence.1 3.1 2." (NBR 6024:2003).1.. 5.

usando-se de forma racional os seguintes recursos: negrito.. hífen ou travessão não são usados após o indicativo da seção ou de seu título.... c) o texto de cada alínea inicia com letra minúscula e termina com ponto e vírgula. Quando for necessário dividir a alínea em subalíneas.1 Os títulos de errata.5 Parágrafo Modernamente a forma de parágrafo recuado está sendo abolida. precedida da palavra designativa seguida de seu número de ordem . qu e obri gatoriamen te corresponde ao título da seção. porém. anexo(s) e índices não recebem in di cat iv os n um éri cos e dev em ser centralizados (NBR 14724:2005). com exceção da última. dentre outros. b) as letras indicativas das alín eas são re en tradas em r elação à margem esquerda. fluxogramas. o espaçamento duplo entre os parágrafos. se inicia em ou tra li nh a. porém devem estar diretamente relacionadas com o conteúdo da informação. referências. colocado sob a primeira letra do texto da alínea e dele separadas por um espaço. terminam em ponto-e-vírgula. O texto. deve ser mantida em todo o trabalho. sumário.. apêndice(s).1. gráficos..2.. fotos. A identificação de ilustrações deve aparecer na parte in ferior. Muitos autores.. dele separado por um espaço. ressalta-se que este recurso deve ser usado para grafar palavras estrangeiras.6 Ilustrações As ilustrações abrangem: desenhos. Dispõem-se as alíneas na seqüência de um texto (que termina em dois pontos) do seguinte modo: a) ordenam-se as alíneas alfabeticamente.. agradecimentos. exceto a última que termina em ponto. . qu adros. glossário. no in te rior de um a seção. itálico ou grifo. 5. ver 1. qualquer que seja a forma adotada. O título das seções é colocado após seu indicativo numérico. adotando-se. Atenção! Em relação ao itálico. pois do contrário não contribuirão para a análise. nesse caso.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Ponto.. . esqu emas. mapas... se m que h aj a necessidade de intitulá-los. em 2. usam-se alíneas. Os tí tu los das se ções são destacados gradativamente. As alíneas. or gan ogram as. resumos. A citação de indicativos de seções no texto é feita conforme os exemplos seguintes: . estas devem começar com um hífen. na seção 3 relatou-se. listas. No entanto. 5.27 cm). caixa alta ou versal. Hav endo ne cessidade de enumerar diversos assuntos ou itens.. 89 . Têm por objetivo possibilitar a transmissão de dados e informações de modo mais atraente. as dem ais linh as da subalínea i niciam igualmente abaixo da primeira letra. d) a segunda e demais linhas do texto da alínea começam abaixo da primeira letra da primeira linha. preferem adotar o parágrafo tradicional e formal nos textos técnicos (com recuo de 1.. e redondo.

As ilustrações devem ser inseridas o mais próximo possível do trecho do texto a que se referem. . por extenso. após o fio de fechamento.o traço horizontal da moldura que separa o rodapé deve ser apresentado somente na página que contenha a última linha da tabela. pode se r apresentada em duas partes.se ultrapassar o tamanho da página em número de colunas e tiver poucas linhas. pode ser apresentada em duas ou mais partes. repetindo-se o cabeçalho das colunas indicadoras e os indicadores de linha. conclusão para a última e continuação para as demais. breve e clara que dispense consulta ao texto. 28): .o con te údo do rodapé deve se r apresentado na página de conclusão. b) ter moldu ra para est ru turar os dados nu méricos e termos necessários a sua compreensão. A t abe la não de ve t er t raços v ert icais delimitadores à direita e à esquerda. preferencialm ent e. uma única página.. O cabeçalho da tabela indica o conteúdo das colunas com palavras ou notações claras e concisas. t ais indicações devem ser feitas sem abreviações. de forma clara e concisa. c) ocupar.cada página deve ter o contéudo do topo e o cabeçalho da tabela ou o cabeçalho da parte. uma abaixo da outra. A moldura compreende. de ocor rência n o te xto e m algarismos arábicos (Exemplo: Gráfico 1. . a tabela deve ser apresentada em duas ou mais partes (IBGE. A indicação da(s) fonte(s) das informações contidas em uma tabela e notas eventuais aparecem em seu rodapé. o segundo. Q uanto à disposição das in formações. . As tabelas têm numeração independente e consecutiva e a sua identificação (título) é colocada na parte superior (topo). . sintetizadas a seguir. 1993.7 Tabelas As tabelas servem para descrever dados e informações relevantes para o estudo ou ilustrar o conteúdo em desenvolvimento. três traços horizontais paralelos: o primeiro separa o topo. p. Figura 3.se t iv er poucas colu n as.cada página deve ter uma das seguintes indicações: continua para a primeira. o rodapé. O título indica a natureza e as abrangências geográfica e te mporal dos dados n um éri cos. . qu an to à su a local ização e apresentação gráfica. 5. também é preciso seguir alguns critérios: . preferencialmente sem abreviações. As tabelas apresentam inf ormações tratadas estatisticamente e seguem as orientações da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . na mesma página. com um traço vertical duplo separando as partes e repetindo-se o cabeçalho. precedida da palavra Tabela e de seu número de ordem em algarismos arábicos. . A tabela. do respectivo título e/ou legenda explicativa. e da fonte. no mínimo. lado a lado. o espaço do cabeçalho e o terceiro.90.cada página deve ter colunas indicadoras e seus respectivos cabeçalhos. deve: a) estar inserida o mais próximo possível do trecho do texto a que se refere.IBGE (1993).. Quando não couber em uma folha. Quadro 5).

devem ser interrompidas antes do sinal de igualdade ou depois dos sinais de adição. c) em caso da fonte tratar-se de pessoa física. alinhados à direita.se à margem esqu erda da primeira coluna. o dado não existir -quan do o dado for rigor osamente zero -quan do não se dispu ser do dado -quan do os dados anterior es ao símbolo não forem comparáv eis aos posteriores -quan do o dado for omitido para evitar a in dividualização da infor mação siglas são separados por vírgula. alinh ando. Qu ando as equações ou f órmu las ultrapassarem uma linha por falta de espaço. 91 . subtração. os nomes ou 5... ‘formulários preenchidos’. ‘questionários aplicados’. pela natureza do fen ômeno.8 Equações e fórmulas Devem aparecer destacadas no texto para facilitar a leitura e. para tant o exi stem sím bolos estabelecidos por convenção internacional: Símbolo Z .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ a) não se deve deixar “casas” vazias em uma t abel a.. ‘observação direta’. a palavra ‘fonte’ deve ser colocada após o traço inferior da tabela. podem ser u til izadas como f ont e as seguintes expressões: ‘pesquisa de campo’.quan do. As tabelas de um a publi cação deve m apresentar uniformidade gráfica nos corpos e tipos de let ras e nú meros. quan do os dados se originarem de diversas fontes. a partir de pesqui sa de campo (com o uso de questionários. caso seja necessário. por exemplo). Significado correspondente b) a fonte da tabela indica a origem ou a instituição responsável pelo fornecimento ou elaboração dos dados e informações nela contidos. responsáv el pelos dados levantados e apresentados. no uso de maiúsculas e nos sinais gráficos utilizados. ín di ces e ou tros)” (NBR 14724:2005. quando as tabelas são elaboradas com base em fontes que constituem documentos do próprio autor do trabalho (apresentação dos dados. multiplicação e divisão. utiliza-se como fonte o autor. Exemplo: x 2 + y2 = z2 (x + y )/5 = n 2 2 (1) (2) . conforme o caso.. “Na seqüência normal do texto é permitido o uso de uma entrelinha maior que comporte seus elementos (expoen tes. numeradas com algarismos arábicos entre parênteses. 9). ‘en trevist as realizadas’. p. entrevistas ou observação). / ou – X .

engenheiros e estudantes. 1998. 1988.ed. Redação de textos científicos. FRANÇA.92. CANCELIER. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. R. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. resumo. . narração. Rio de Janeiro: Zahar. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Belo Horizonte: Ed. 1997. Florianópolis. 1996. 1997. Os cientistas precisam escrever: guia de redação para cientistas. ______. J. A aventura sociológica: objetividade. FEITOSA. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. NBR 6028: informação e documentação: resumo: apresentação. 2003.A. L.C. Rio de Janeiro. NBR 10719: apresentação de relatórios técnico-científicos.). 2002. Queiroz. 2005. paixão. p. Rio de Janeiro. NBR 6024: informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento escrito: apresentação. Campinas: Papirus. da UFSC.. Rio de Janeiro. São Paulo: Perspectiva. 1992. rev. Rio de Janeiro: Record. ______. pesquisa quantitativa e qualitativa. São Paulo: Atlas. da UFMG. 2002. 5. DEMO. ______. F O método nas Ciências Naturais e Sociais: . P Educar pela pesquisa. BEAUD. Belo Horizonte: Editora UFMG. M. ______. U. Rio de Janeiro.L. Rio de Janeiro. Campinas: . O trabalho da citação. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos: apresentação.C.. São Paulo: Pioneira. uma monografia ou qualquer outro trabalho universitário. 1986. Memórias de um orientador de tese. ECO. 2003. e aum. GOLDENBERG.ed.307-326. improviso e método na pesquisa social. A. Rio de Janeiro.M. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. ______.. NBR 6027: informação e documentação: sumário: apresentação. (Org.ed. ______. São Paulo: T. A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em Ciências Sociais. E. N. In: NUNES. FLÔRES.. BARRASS. Autores Associados.ed. GIL. Rio de Janeiro. 3. Redação: o texto técnico/ científico e o texto literário. descrição. GEWANDSZNAJDER. OLÍMPIO. M. 4. relatório.L. NBR 6022: informação e documentação: artigo em publicação periódica científica impressa: apresentação. COMPAGNON. Rio de Janeiro. de O. A. Ed. C.L. 1978. 2003. L. Arte da tese: como preparar e redigir uma tese de mestrado. A. 2000. 1996. V.M. REFERÊNCIAS ALVES-MAZZOTTI. 2003. CASTRO. dissertação. 1989. 2001.. Metodologia do ensino superior.J. Como se faz uma tese.ed. 2. ______. 2.N. 1997.

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..94. .

. 95 ..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ APÊNDICES .

título em maiúsculas e sub-título em minúsculas] Local Ano 2 cm [Letras minúsculas. excetuando-se a 1ª letra] .96... Apêndice A Capa de trabalhos acadêmicocientíficos Modelo 3 cm NOME DA INSTITUIÇÃO AUTO R(A) NOME COMPLE TO DO (A) A UTOR (A) CO MPLET CO MPL ETO AUTO R(A) [Extremidade do papel A4] [Identificação centrada em letras maiúsculas] 3cm TÍ TUL T ÍTUL O : subtítul o subtítulo (se houver) 2 cm [No centro da folha.

..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvolvimento sustentável em Santa Catarina Balneário Camboriú 2003 . 97 .

Centro de Educação Zzzzz.98. Apêndice B Folha de rosto de trabalhos acadêmico-científicos Modelo 3cm NOME COMPLETO DO(A) AUTOR(A) [Identificação centrada em letras maiúsculas] 3 cm TÍT UL O TÍ TUL O:: subtítulo subtí tul o (se houver) tulo 2 cm [No centro da folha.. excetuando-se a 1ª letra] . título em maiúsculas e subtítulo em minúsculas] Monografia apresentada como requisito parcial para a o btenção do título de Xxxx. Wwww Yyyyyy Local Ano 2cm [Letras minúsculas. Orientador: Prof(a).. na Universidade do Vale de Itajaí.

99 .. Ce n tro de E ducação Balne ário Camboriú.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvolvimento sustentável em Santa Catarina Mo nogr afi a apres e n tada como requisito parcial para a obtenção do título de Bachare l em Turismo e Hotelaria pela Un iversidade do Vale de I taj aí. Pedro Alves Balneário Camboriú 2003 .. Dr. Orientador: Prof.

.... ..... Apêndice C Folha de aprovação de trabalhos acadêmico-científicos Modelo 3 cm NOME COMPLETO DO(A) AUTOR(A) TÍ TUL TÍT UL O T ÍTUL O:: subtítulo subtítul o (se houver) Esta Monografia foi julgada adequada para a obtenção do título de .............. ............ da Universidade do Vale do Itajaí............ MSc.. e aprovada pelo Curso de .. ...... Dr.. .... 3 cm Área de Concentração: . ......... [Local].. [dia] de [mês] de [ano]. UNIVALI – CE de Balneári o Camboriú Orientador Profa.. sub-título em minúsculas] .... ......................... Centro de Educação de . ........... UNIVALI – CE de São José Prof...100... .......... ... Dra.. Prof. UNIVALI – CE de São José 2 cm 2 cm [Identificação centrada em letras maiúsculas] [Título em maiúsculas. .....

Dra. Pedro Alves UNIVALI – CE de Balneário Cambori ú Orientador Profa. Maríl ia Mendonça Farias UNIVALI – CE de São José Membro Prof.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvol vimento sustentável em Santa Catarina Esta Monografia foi julgada adequada para obtenção do título de Bacharel em Turismo e Hotelaria e aprovada pelo Curso de Turismo e Hotelaria da Universidade do Vale de Itajaí. Msc. Prof. Emílio Vieira UNIVALI – CE de São José Membro . 101 .. 14 de fevereiro de 2003. Dr. Área de Concentração: Turismo e Ambiente Balneário Camboriú. Centro de Educação de Balneário Camboriú..

...................................................................................................................................................................................................................................... 49 4.................... 16 2............................................ Apêndice D Exemplo de Sumário SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO ....................................................................................... 46 4 RESULTADOS ........................................ 57 4....................... 18 2.......................................................2 Fontes documentais ........3 Resistência.......................... 43 3....................2 As principais correntes teóricas da atualidade ..................................................102................................................................................................................................................................................................ 27 3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS ... 50 4..1 Contexto e sujeitos da pesquisa .............. 11 1..... 40 3..........................................................................................................3 Estratégias e instrumentos .............1 Justificativa .........................................................................................2 Expectativas e aspirações .............................. aceitação e cooperação ............................................. 39 3................................ 71 REFERÊNCIAS ...............................1.........1 Breve história das principais concepções do passado ............................................................. 80 .......................................1.... 77 APÊNDICES ..1 Concepções teóricas ............ 14 2...... 10 1.......................................................................................................................................................................................................................2 Objetivos da pesquisa ................................................... 64 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS .................................1 Percepção do problema pelos sujeitos da pesquisa ......................................................................................... 13 2 O PROBLEMA DA PESQUISA ......................................................

. é digitado com espaçamento simples e alinhamento justificado.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Apêndice E Modelo de página de abertura (artigo científico) TÍTULO subtítulo su btítu lo (se houver) Nome completo do autor 1* Nome completo do autor 2** Resumo (na língua do texto) (O resumo.) Palavras-chave: (na língua do texto) * Currículo (e endereços postal e eletrônico) ** Currículo (e endereços postal e eletrônico) . contendo de 100 a 250 palavras. 103 .. elaborado segundo as orientações da NBR 6028:2003.

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