UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

Universidade do Vale do Itajaí

Cadernos
Universidade do Vale do Itaj aí

de Ensino
... 1

Pró-Reitoria de Ensino

FICHA CATALOGRÁFICA

2...

Ficha catalográfica elaborada pela Biblioteca Central Comunitária - UNIVALI
Cássia Ferri Regina Célia Linhares Hostins Coordenação

Projeto
Josiane da Silva Delvan Lucian o Dalla Giacomassa Colaboração

E lisabeth Juchem Machado Leal Simone Gh is i Feuersch ütte E laboração

Hildo Rocha Neto Nilton Córdova Fotografia José Roberto Azevedo Júnior Capa Camila Morgana Lourenço Projeto Gráfico Ch arlles Giovany Faqueti Fábio Zella de Souza José Roberto Azevedo Júnior Editoração E letrônica E xemplares: 1500

Pedagogico

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

Universidade do Vale do Itajaí

Cadernos
Universidade do Vale do Itaj aí

ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS

ITAJAÍ (SC Julho/2006 Ano 2 - nº 4

de Ensino
... 3

Pró-Reitoria de Ensino

87. . de dezembro de 2005... 81. 58. Em julho de 2006 o texto deste documento (páginas 56.724. 91 e 92) foi atualizado para in corporação das alterações referentes à apres entação de trabalhos acadêmicos contidas na segunda edição da NBR 14. 89. 90.4.

..............................................................................................................................1 2................................................................................3 5............................................................2 2........................................................................................ 30 Elementos pós-textuais .......................................................................4...................................................1 3.................. 22 A apresentação da resenha .........................................Elaboração de trabalhos acadêmico-científicos .............................................................................................. 15 Os propósitos do fichamento ..... 17 Ficha bibliográfica .......................1 5.......................................................................................................................... 35 Avaliação ...................................................... 28 Procedimentos quanto à forma de apresentação ................................................................................................... 30 Indicativos dos tópicos (seções) do artigo científico ...... 31 RELATÓRIO ...................................2 6.. 21 Procedimentos .............................. 33 Conceito ............................................................................................UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ SUMÁRIO APRESENTAÇÃO .......... 23 Avaliação ..............................................3 3..................3. 30 Elementos textuais ..........................................................................................5 INTRODUÇÃO .......................................................... 13 FICHAMENTO ...1 4.................. 26 ARTIGO CIENTÍFICO ......................................................................4 5 5.....2 3.................................................................................4..................................................................................................................................1 2........ 34 Tipos de relatórios ......... 25 Conceito ...................................................... 31 Avaliação ................................. 25 Propósitos ....................................................3 6.........5 6 6.........................4 3 3............. 10 1 2 2......................4.. 21 Propósitos ................4 3........ 17 Ficha de leitura ...................... 25 Procedimentos ............2 5..................................................................................... 18 Avaliação .................................... 27 Procedimentos quanto à elaboração ................................................................ 34 Procedimentos ......... 27 Conceito ......................... 21 Conceito ................................................................ 16 Procedimentos ............................................................................................................ 26 Avaliação ................................................................................. 09 PARTE I .................2 5..3 5.................1 6................................................................4 6................... POSITION PAPER OU POSICIONAMENTO PESSOAL ..................................... 15 Conceito .................................................................3 4............................................................. 37 ..4 5...1 5.....................................................................................4............................................................................................3 2........... 5 .............................................. 20 RESENHA CRÍTICA ........... 29 Elementos pré-textuais ...........4 5............2 2............. 27 Propósitos ..................................................... 33 Propósitos ...............................................................................................3...................................................................................................................................................... 24 PAPER.......5 4 4.........................2 4.....................................................

............................2............................................... 64 Modelos de elaboração de referências .......................4 3..4 MEMORIAL ...4....................................4 3............... 59 Regras quanto ao título e subtítulo ...........6 3.............4. 70 Artigo e/ou matéria de revista......................... 68 Publicação periódica como um todo ...............................3 3... 7 7......2 Citação indireta: paráfrase e condensação ........3 Citação da citação ................................................. textual ou literal ....................................................... 67 Partes de monografia ............................................. 50 1.4 Normas complementares para citação .....3.......... 69 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas ...............2 3........... 63 Regras quanto à data ....................................3 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS ........................................................................................................................ 65 Monografias consideradas no todo ...4............................................. 71 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico ....................2......2 3........................................3 Alterações na citação ................................4....................6 3....4 3............ 45 1..................... 39 Procedimentos ..2 7............................1............2.......................1 3....................................3.1 3...2 3.............................. 46 1.................................2...................................................... em meio eletrônico ............................. 56 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS .. 47 1.....1 Regras gerais para citação ...........................1 3............................................2............................ 55 Exemplos de resumos ..............1 3....................................................3................................................................................................. 71 Publicações em eventos ............................1 7........................................................... 41 PARTE II ....................4........3.......................... 70 Artigo e/ou matéria de jornal ...................................4....................................................................................................2 3...............................................................................................4...............................5 3.Orientações e normas para apresentação de trabalhos acadêmico-científicos .. 40 Avaliação .......................... 59 Regras quanto à autoria................... 68 Publicações periódicas ..............3.........................................................................4..............3 3................ 39 Propósitos .... 65 Monografias no todo em meio eletrônico ............2............................................................................................................................... 43 1 CITAÇÕES ..............6..............................................................................2 3....................... boletim........... 58 Regras gerais para elaboração de referências ......4 3.................................................2......2..........1..................................................................................................................1 3 3....... 62 Regras quanto ao local ...................1......... 46 1................ 57 Aspectos gráficos das referências .......3 3...3 7.1 Citação direta........................ 72 .................. 52 1............ 64 Regra quanto à paginação ....................... dentre outros........................................4.. 39 Conceito ................................ 48 1.......................1 3...............................4....4......................3................................... 57 Localização das referências ....................... 67 Parte de monografia em meio eletrônico ..............5 Considerações finais sobre as normas de citação .......................2..............................3 3............... 61 Regras quanto à edição e editora ............... 69 Partes de publicações périódicas .............................. 45 1................................................................... 65 Monografias ...................... 53 2 2...........................................................5 3....4..1..................................................................2 Tipos de citação .........................................................................................4.......................

...4............................................................................................................................. 91 REFERÊNCIAS ...................................................................... 81 Elementos textuais ............3 3............. Documento iconográfico ....................................................................................4............... 87 Formato ....... Jurisprudência ...............................Exemplo de sumário ........ Documento tridimensional ............... Séries e coleções ................................................................4 5......................4...1 3...13 3................6 5....................... 92 APÊNDICES ...............4........................................... 100 Apêndice D .........7 5.............. Documento sonoro ............................................3.............................4.........14 4 4........................................... 87 Margens e espacejamento ................................1 3............................... 98 Apêndice C .........................2 4............................................................................... 81 Elementos pré-textuais ...........4.........4....... 88 Títulos e indicavos numéricos ..........................................................................12 3......................4................... Bula de remédio ....................9 3..................................... Documento cartográfico em meio eletrônico ................................................ 102 Apêndice E ...................................................4......................... Documentos jurídicos .......................4..................................................Folha de aprovação de trabalhos acadêmico-científicos ...................................................6 3.....................................................................4.................................4.........................4 3....................3 5. 103 ..........................3.....................Capa de trabalhos acadêmico-científicos ...................4......................................................5 5......................6........................4............................... Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico ................. 84 Elementos pós-textuais ............ 72 72 73 73 74 74 74 75 75 75 76 76 77 77 78 78 79 79 80 80 80 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS ........................................................11 3...............................................8 Eventos como um todo .......4....4....................1 4...4....... 90 Equações e fórmulas ...1 5....... 89 Ilustrações ............................................2 3............................Modelo de página de abertura (artigo científico) ..........................................4.................4 3.............................. Patente ...10 3... 85 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS ......8 3. 89 Tabelas ................ 95 Apêndice A ...7 3............................................................... Documento de acesso exclusivo em meio eletrônico ....................................... Documento cartográfico ....................................................................................................... 88 Parágrafo .................................................. Trabalho apresentado em evento ................ Doutrina ....2 5......................................................... Notas ....... Documento iconográficoem meio eletrônico ................................4........4.........................3 5 5...........................................4....... Eventos como um todo em meio eletrônico ...............................................4........................................................................................................... Documento jurídico em meio eletrônico .................................................7....................................3...1 3..................................... 7 ....3................................... Imagem em movimento ....4.................. Legislação ...............4 3...................................................3 3..2 3...........4............Folha de rosto de trabalhos acadêmico-científicos .......................................................UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3............................................. 87 Paginação .........................5 3............. 96 Apêndice B ..................4............1 3...........................................................................................................................................

.8.. .

A UNIVALI destaca. característica da formação superior. pois todo o conjunto de recursos que está na base do ensino superior não pode ir além de sua função de fornecer instrumentos para uma atividade criadora. para quê. ao focalizar os tipos de trabalhos acadêmicos mais presentes no cotidiano do ensino superior e os procedimentos básicos para sua elaboração.. Assim. o domínio da teoria é condição imprescindível par a o propósito de produção do conhecimento. entre suas finalidades. sob critérios lógicos e com o auxílio da técnica. o mais elementar deles. nort eada por posturas e práticas de pesquisa. Parece-nos ser esta u ma con di ção in di spe nsáve l ao desen vol vim en to da vi da in te lect ual disciplin ada e produ tiva. é fator determinante para o al can ce dos obj eti vos da for mação u niv ersi tári a: apre nder a pen sar e. esta publicação traz subsídios à elaboração de textos didático-científicos de forma lógica. 9 . Est as orientações.do fich amen to. o domínio do saber e da cultura. Certamente. para quem estudamos e produzimos conhecimentos? Para buscar possíveis respostas às questões acima. o domínio de conceitos reelaborados. 2000). visando criar novos hábitos e um novo olhar para a produção universitária. ao artigo científico . não sem antes termos clareza do sentido político da formação no ensino superior: por quê. da teoria com a empiria.permite ao estudante universitário se exercitar em práticas essenciais à atividade científica: a bu sca. A elaboração de trabalhos acadêm icos . pois u m pensamento ou argumento apresentado pelo aluno ou pesquisador sem apoio em processos lógicos pode não passar de uma idéi a superficial. ou da articu lação. Profª Amândia Maria de Borba Pró-Reitora de Ensino . (SEVERINO. têm como objetivo favorecer e estimular a produção escrita de nossos alunos. o domínio da ciência e dos seus métodos para atingir novos patamares de qualidade. É neste contexto que se insere a metodologia de trabalhos científicos como instrumento útil e per tin en te para a produ ção do conhecimento.. a pr odu zir conhecimentos. conse qü en tem en te. dos métodos e das técnicas de áreas específicas do conhecimento é uma exigência do ensino superior para vencer o superficialismo e a falta de rigor científico na produção e socialização do conhecimento. desde os primeiros períodos. E viden te men te . conceitual e lógica.cien tí fi cos. em todas as disciplinas.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ APRESENTAÇÃO Este conjunto de diretrizes metodológicas é apresentado aos professores e estudantes universitários para o desenvolvimento de t rabalh os didáti co. a apr endizagem e o desenvolvimen to do trabalho in telectu al exigem conhecimentos de ordem técnica. Estas três dimensões estão in ti mame nt e r elacionadas. o regi st ro e o uso do sabe r já acumulado e disponível para propósitos próprios de construção do conhecimento. Se a ciência é o resultado do confronto.

.. .10.

.. 11 .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Parte 1 Elaboração de trabalhos acadêmicocientíficos .

.. .12.

Deixa-se para trás a condição de objeto. deve . perfil.compettên ci as r efer enttes ao ttrato da com pet ências refe rent es pe ref eren rato in f i nf orm ação ação: .se con siderar qu e a bu sca. Por outro lado.. com vistas à elevação do nivel de qualidade dos cursos superiores. a apropriação e o uso do conhecimento técnicocientífico são atividades permanentes na carreira do profissional de nível superior. Demo (1996.. registrar a informação e as . porque significam propriamente a competência. a competência de maior importância e suas competências subsidiárias: identificar as fontes bibliográficas mais relevantes da área. p. dada a necessidade de atualização em face aos rápidos avanços da ciência. Essa iniciação compreende a aquisição gradativa de um conjunto de competências. requer que as atividades referentes à investigação. A partir daí. 13 . expressão.. de complexidade e sofisticação crescentes. pela qual o sujeito que desperta começa a ganhar forma. assim identificadas: . a perguntar. Para tanto parece ser indispensável que os acadêmicos se exercitem. mediante a progressiva iniciação do aluno às práticas do trabalho intelectual. sobretudo alcancem a capacidade de formular. de modo a se tornarem não apenas consumidores como também produtores de conhecimento. Ao lado desse fato. se faz. em todas as áreas do conhecimento. desde os primeiros dias de sua trajetória acadêmica. elaborar são termos essenciais da formação do sujeito. redijam..28-29) diz ser fundamental que os acadêmicos: [. surge o desafio da elaboração própria.] escrevam. A formação universitária. Esse processo contribui decisivamente para a for mação de prof ission ais cu jo pe rfi l compreende as competências necessárias à busca do conhecimento.ler e compreender textos teóricos. atividade central na vida acadêmica. à medida que se supera a recepção passiva do conhecimento. coloquem no papel o que querem dizer e fazer. Formular. um dos desafios que hoje se colocam para a universidade consiste na formação de um profissional capaz de pensar e agir num contexto de alta complexidade – decorrente da natureza dos problemas com os quais nos defrontamos – valendo-se para tanto da capacidade de analisar criticamente a realidade à luz de conhecimentos teóricos e de atu ar com competência de modo autônomo e conseqüente.] Aprende a duvidar. contorno.. no uso de um instrumental teórico-metodológico que lhes possibilite o progressivo domínio das práticas do trabalho intelectual. a querer saber sempre mais e melhor. à sua adequada utilização para a solução dos problemas e à elaboração de novos conhecimentos. sist em at ização e soci al ização do conhecimento deixem de ter no professor seu prin ci pal prot agoni st a e passem a ser compartilhadas por professores e alunos.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1 INTRODUÇÃO A ê nfase qu e vem sen do col ocada nas atividades de pesquisa articuladas ao ensino e à extensão. portanto. passando a participar como sujeito capaz de propor e contrapor[.. buscar e adquirir a informação nece ssári a para a re al ização de trabalhos.

no entanto. embora t ambém sejam trabalhos acadê micocientíficos. sistemático e intensivo. Esse conjunto de competências. aut o.analisar e apreciar criticamente textos teóricos. artigos. somente será desenvolvido pelos acadêmicos se estes tiverem oportunidades efetivas de exercitá-las de modo gradativo. os procedimen tos para sua e laboração e organização e sugestões para sua avaliação. respect ivas f on tes bi bl iográfi cas. t anto a professores como a acadêmicos.redigir: progredir do exercício inicial sob a for ma de re sum o. subsidiariamente. artigo cien tífico.. papers. projetos de pesquisa).ligadas à formação de conceitos: fazer distinções e conexões. . referências). . inferir. Dessa forma. . bem como normas relativas à estrutura e apresentação gráfica de trabalhos acadêmico-científicos. por se considerar que são os tipos de uso mais freqüente nas várias disciplinas dos cursos de graduação. bem como de apresentação de trabalhos acadêmicocientíficos.cor rigir. A primeira parte do documento trata dos tipos acima mencionados de trabalhos acadêmicocient íf icos: seu conceito e propósitos.competências cognitivas: .ref er ent es ao raciocín io: iden tif icar proposições. resenha crítica. ou mesmo o ensaio. não são aqui tratados. demonstrar (ou provar) por argumentação. de re su m os de ar ti gos e de referências. estabelecer relações. projeto e relatório de pesquisa.referentes à capacidade de interpretação: perceber implicações. documentais ou outras (fazer resumos. ou de Metodologia Científica – a criação dessas oportunidades em todas as disciplinas. . parafrasear. interpretar criticamente. . fichamentos.se (ou ref orm ular o anteriormente formulado). São muitos os tipos de trabalhos acadêmico-científicos qu e pode riam se r in cl uí dos em um documento como este. .apresentar e discutir temas.referentes às práticas de investigação: formular questões e hipóteses. extrair significados. No entanto. Na segun da part e são apresen t adas orientações para elaboração e u so de ci tações. orientações básicas para a elaboração de trabalhos acadêmico-científicos. definir.. observar. O texto ora apresentado pretende oferecer. . dissertação de mestrado e tese de doutorado. .competências necessárias à capacidade de elaboração própria: . optou-se pelo fichamento. E compete ao professor – a todos os professores e não apenas aos professores responsáveis pelas disciplinas de Língua Portuguesa. relat ór io e mem orial. dominar as praxes de citação e de referência.14. explicar. até ch egar à elaboração de texto próprio (resenhas. paper.

palest ras ou confe rências.. seja na pesquisa científica – como enfatiza Pasold (1999) –. o que re qu er a l eit ur a at ent a do text o. c) regist rar as re fl exões proporcionadas pelo material de leitura. Assim sendo. cuja informação teórica ou factual mais significativa deve ser não apenas assimilada. b) registrar o conteúdo das obras. além de possibilitar a organização dos textos pesquisados e a seleção dos dados mais importantes desses textos. 15 . Fichar um texto significa sintetizá-lo. assim. constituindo-se em instrumento básico para a redação de trabalhos científicos. de textos para aulas.. pa pers. p. . funcionam como método de aprendizagem e memorização dos conteúdos. monografias de conclusão de curso. sejam elas de iniciação à redação científica (tais como os primeiros trabalhos escritos que o estudante é solicitado a produzir). de elaboração da monograf ia de conclusão de curso do graduando. essen ci al par a a elaboração de resenhas. na Universidade.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2 FICHAMENTO 2. etc. seja ele aluno ou professor. a iden tificação das idéias principais e seu registro escrito de modo conciso. portanto. coerente e objetivo. De acordo com Henriques e Medeiros (1999. A principal utilidade da técnica de fichamento. art igos. A im por tância do fi ch amen to para a assimilação e produção do conhecimento é dada pela necessidade que tanto o estudante. um importante meio para exe rcit ar a escrit a.100). ou. filosófica. para utilização posterior em suas produ ções escri tas. preferem substituir esse nome pela expressão “relatório de leitura”. A prática do fichamento representa. Como o fichamento consiste no resultado do trabalho de leitura. os fichamentos ou relatórios de leitura. como também registrada e documentada. no caso do professor. su a compreensão. seja na aprendizagem dos conteúdos das diversas disciplinas que integram o currículo acadêmico. d) organizar as informações colhidas”. o fichamento objetiva: “a) identificar as obras consultadas. Pode-se dizer que esse registro escrito – o fichamento – é um novo texto.1 Conceito O fichamento é uma técnica de trabalho intelectual que consiste no registro sintético e documentado das idéias e/ou informações mais relevantes (para o leitor) de uma obra científica. literária ou mesmo de uma mat éria jornalística. como o docente e o pesquisador têm de manipular uma considerável quantidade de material bibliográfico. a exemplo de Nunes (1997). ent ão. é otimizar a leitura. alguns autores. da dissertação de mestrado ou do relatório de pesquisa do pesquisador. cujo autor é o “fichador”.

como toda e qualquer pesquisa está centrada num tema. 2. e m qualquer caso.16. qu e pode ser nu ma ficha manuscrita ou numa folha digitada. mas que. que tanto pode ser uma resenha.2 Seja como técn ica au xiliar da pesqu isa bibliográfica. no contexto de um a pesquisa ou de u ma re visão bibliográfica. o critério organizador do fichamento será dado pela própria lógica do texto. dos quais se falará mais adiante. Ora. o simples propósito de resumir o texto é o propósito dominante. um seminário ou um relatório de pesquisa. Dessa forma. deve apresen tar os indispensáveis elementos de identificação. nesse caso o fichamento consiste. com o propósito de desenvolver as habilidades exigidas para o estudo e assimilação de textos teóricos. seja como técnica auxiliar de estudo de obras. No segundo caso – fichamento no contexto da pesquisa ou da revisão bibliográfica –. em geral. Assim. ou assimilar o conteúdo ou parte do conteúdo de uma disciplina. elementos teóricos ou factuais que integrarão o resumo.. a decisão sobre o que retirar de um texto ou de uma obra e registrar sob a forma de resumo ou de citação. nesse caso. São esses propósit os tem áticos que ori ent am o “fichador” quando seleciona idéias. conceitos. a argumentação do autor a da obra ou do texto que “comanda” o trabalho de resumo do fichador. o docente ou o pesquisador se propôs. No primeiro caso – fichamento como exercício acadêmico –. um artigo. com o propósito de registrar sist emat icam en te e docu me nt ar as informações teóricas e factuais necessárias à elaboração do seu trabalho. terá como critério selecionador os “propósitos t emáticos” dados pelo próprio tema da pesquisa e suas ramif icações. o fichamento está “a serviço” da pesquisa que o estudante. no primeiro tipo de fichamento (a) é o raciocínio. podem ser considerados dois tipos de fichamento: a) o fichamento que é solicitado ao estudante universitário como exercício acadêmico. b) o fichamento que é feito pelo estudante. No segundo tipo (b). Dependendo dos seus propósitos. no registro documentado do resumo do texto indicado pelo professor. o fichamento será tanto mais eficiente quanto mais claros forem para o estudante ou para o pesquisador os propósitos desse trabalho. . conceitos ou fatos que interessam resumir ou registrar n os f ichame nt os qu e f ará das obras selecionadas. di fer enci a.se apen as na su a apresen tação. o fichamento praticamente se identifica com o Os propósitos do fichamento r esu mo. pelo docente ou pelo pesquisador.. artigos e textos teóricos. uma monografia. são os propósitos temáticos de quem estuda as obras consultadas que “comandam” a seleção das idéias.

Eco (1988. de um subtítulo.referência: o segundo elemento da ficha será a referência completa da obra ou do texto ao qual a ficha se refere.112). 87. um título que indica o assunto ao qual a ficha se refere.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2. p. arquivo público. Luiz Antonio Rizzatto. como já foi dito. 42-55) e Pasold (1999. 35-45). 207 p. 17 .1 Ficha bibliográfica Destina-se a documentar a bibliografia relativa a um determinado assunto. Leite (1985. São Paulo: Saraiva. . a 2a parte trata da elaboração de dissertação de Mestrado e tese de Doutorado. da UNIVALI Exemplo de ficha bibliográfica . elaborada de acordo com a (NBR 6023:2002) da ABNT. etc. breve indicação do conteúdo da obra ou de sua importância para algum aspecto do trabalho que o estudante ou o pesquisador tem em andamento. o con teú do propriamente dito. Embora muitos tipos de fichas possam ser elaborados no contexto de uma pesquisa ou de uma revisão bibliográfica. Bibl. apenas dois tipos de fichas serão a seguir apresentados. dependendo das necessidades de quem estuda ou pesquisa. por exemplo.3 Procedimentos São variados os tipos de fichas que podem ser criados.. sejam elas de cartolina ou de papel A-4 (que substituíram as de cartolina pelas facilidades oferecidas pelos micros). Severino (2000. é importante ainda que conste a localização da obra (biblioteca.corpo da f ich a. para que a ela se possa retornar caso haja necessidade. por serem considerados os mais essenciais.. após o título geral.cabeçalho: no alto da ficha ou da folha. Manual da monografia jurídica. pode ser adotado o uso. p.). à direita. Metodologia da pesquisa / Pesquisa bibliográfica NUNES. O seu corpo pode ser constituído de poucas informações. As fichas. 105121) of erecem importan tes orientações práticas sobre diferentes tipos de fichas e sua organização. p. que variará conforme o tipo de fichamento que o estudante ou pesquisador pretenda fazer. 2. A 1a parte da obra contém orientações metodológicas para a elaboração e a apresentação da monografia no curso de graduação de Direito. p. devem conter três elementos: . como.3. . 1997. ou seja.

Pode ficar a critério do professor. um comentário sobre o te xto f ichado. Pode conter. sem o que essa crítica não passará de mera opinião.18. por exemplo.2 Ficha de leitura Esse tipo de fich a destina-se ao registro sinté tico do cont eúdo (ou de parte do con t eúdo) das obras lidas. as citações. pode ser útil a inclusão no texto das novas idéias que foram surgindo durante a leitura. Nesse caso. citações mais significativas de trechos do conteúdo. – utilizar linguagem clara. O corpo da ficha consistirá no resumo da resumo obra ou da parte da obra que interessa ao fichador. É importante salien tar que a inclusão de citações no fichamento não significa que este se confunda com um mero exercício de “recorte e colagem” de trechos da obra. A organização da ficha deve ser feita de tal modo que permita identificar posteriormente a página da obra onde se localiza esse ou aquele conceito. apenas o resumo das idéi as do au tor e n enhu ma citação ou comentário pessoal do fichador. optou-se por colocar na margem esqu erda da folha o núm ero da página correspondente ao trecho resumido para i dent ificar su a localização na obra. A seguir se encontra um exemplo de ficha de leitura. p. p. ao seu final. seletivo e objetivo. dir etas e interligadas. contendo apenas resumo e citação (no exemplo. Para sua elaboração. bem como distinguir as expressões ou palavras do autor da obra – isto é. sempre entre aspas e com indicação da respectiva página. objetiva e econômica. Para o estudante ou docente que faz um f ich amen to no con tex to da pesqu isa bibliográfica. O corpo da f icha de leit ur a pode ser organ izado de diferentes maneiras. 2. – apresentar uma seqüência corrente de f rases con cisas. o que tornaria a ficha mais completa. qu e e xpre sse a interpretação crítica do aluno sobre o conteúdo do texto. para fazer a crítica de um texto – ainda mais quando se trata de um texto teórico – é necessário que o aluno já disponha de um certo repertório. Assim sendo. deverá apresentar as características de um resumo de qualidade. ao solicitar dos alu nos um fichamento. no entanto. ou então pode apresentar o resumo que sintetiza o resumo. resumo conteúdo. idéia ou argumento. dev e o professor ter claro que. 47-61) para a leitura e resumo de textos teóricos que o leitor encontrará sintetizados à página 21 deste documento. ou seja: – ser sucinto. juízo de valor destituído de fundamento. e as citações ou seja.. transcrições as citações.3. outras formas podem ser adotadas. que deverão estar sempre entre aspas – das expressões ou palavras próprias do fichador. a decisão de incluir.. – respeitar a ordem das idéias e fatos apresentados. como sugere Hühne (1992. Atenção: o exemplo ilustra uma “ficha” de leitura em folha A-4). ou não. 6465). . deverão ser seguidos os passos recomendados por Severino (2000.

Via a ciência social com o ne utra e obje tiva. distingue natureza e cultura e de fende proce dim entos m e todo lógicos dis tinto s para se us e studos . cujas raízes estão no historicism o ale mão. A arte de p e squisar: como fazer pe squisa qualitativa e m C iê ncias S ociais. suje ito e objeto do conhe cime nto es tão radicalm e nte separados.. ex te rno ao indivíduo. S egundo ele. po is cada qual tem um sentido próprio. para e le . Dilthey . 16 Esclare cer o debate e ntre a sociolo gia pos itivista e a sociolo gia co mpree nsiva é útil para s ituar a que stão da utilização de mé todos e té cnicas qualitativos nas C iências Sociais. Com te defe ndia a unidade de todas as ciê ncias. entende que os fatos so ciais não são quantificáveis.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ M e tod ol ogi a ci e ntífica Pe s quis a q ualitativ a G O LD E NBE RG . 19 . ) Exem pl o de fic ha de l ei tu ra 17 18 19 Exemplo de ficha de leitura . ne cessitando ser com pre endido e m s ua singularidade . inde pende da consciência hum ana e deve s er tom ado com o c oisa. (. M. Ass im . pois.. em que o pes quisador não pode faze r julgam e ntos ne m permitir que se us preconce itos e crenças co ntam inem a pesquisa". o m étodo das C iências Naturais– e rklär en – "busca generalizaçõe s e a descobe rta de re gularidade s" e o das C iê ncias Sociais – ve rsteh e n – "vis a à com pre ensão inte rpretativa das e xpe riências dos indivíduos dentro do conte xto em que foram vive nciadas". Para D urkheim. A socio logia com pree nsiva. que pre ssupõe um a m etodologia própria. o fato social.. bas eado e m proce ssos quantificáve is que se transform am e m le is e explicações ge rais. 199 7. a pesquis a nas Ciências Sociais "é um a atividade ne utra e o bje tiva. um de se us repres entantes . que busca de scobrir regularidades ou le is . não são ade quados à e specificidade das C iências S ociais. Rio de Janeiro: Re co rd. se gundo ele. O s adeptos da abordage m qualitativa e nte ndem que o m ode lo de e studos das C iê ncias N aturais..

As normas técnicas de apresentação de trabalhos acadêm ico-científ icos foram observadas? . aquele que é solicitado como exercício acadêmico.4 Avaliação As orientações para avaliação do fichamento referem-se ao primeiro tipo de fichamento mencionado no item 2. 2.A linguagem utilizada obedece a norma culta? .2.A obra fich ada ou re sum ida est á corretamente referenciada? .A interpretação crítica (no caso de ter sido solicitada) é pertinente e fundamentada ou justificada? .20.O resumo evidencia uma redação própria do alu no? (ou con sist e apenas na ju staposição de u ma sér ie de f rases recortadas do texto?) ..As idéias principais do texto estão contidas no resumo? . As seguintes perguntas poderão orientar o professor na avaliação do resumo: .O resumo respeita a ordem das idéias apresentadas pelo autor do texto? . ou seja.O resumo é sucinto e objetivo? ..O conteúdo do resumo mantém fidelidade ao texto? (ou há deturpação das idéias?) .

A resenha de obras científicas é.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3 RESENHA CRÍTICA 3. de um modo geral. feita por cientistas que. – uma apreciação crítica das informações apresentadas e da forma como foram expostas e de sua avaliação. têm condições de emitir um juízo crítico. a resenha deve conter: – o resumo das idéias principais da obra.. 21 . novas teorias. em geral. – uma justificativa da apreciação realizada.2 Propósitos Mediante a leitura do resumo da obra e de sua avaliação. novos conhecimentos. em decorrência. 3. t em o propósito de exercitar a capacidade de compreensão e de crítica do estudante. prin cipal me nt e. Portanto. Quando realizada como um trabalho acadêm ico. que a resenha possibilita. para as pessoas cuja atividade profissional ou de est udo requer inf ormações sobre a produção científica. A resenha crítica tornou-se importante recurso para os pesquisadores e. artística ou cultural em seu campo de interesse. ou seja. da explosão de conhecimentos característica da sociedade contemporânea. .1 Conceito A resenha crítica consiste na apresentação sucinta e apreciação crítica do conteúdo de uma obra.. além do conhecimento especializado do tema. o profissional ou o estudante pode decidir sobre a conveniência ou não de ler (ou adquirir) a obra. A resenha deve levar ao leitor informações objetivas sobre o assunto de que trata a obra. dest acando a cont ribu ição do aut or: abordagem inovadora do tema ou problema. compreende o resumo e o comen tário de u ma obra científ ica ou literária.

as conclusões do autor. de modo a cumprir sua finalidade. Para fins de t rabalh os acadê micos. p. cargos exercidos. preço. criativas? A abordagem dos conhecimentos . A elaboração de uma resenha crítica requer a aquisição gradativa.o resumo da obra. segundo a percepção do resenhista.3 Procedimentos A resenha crítica deve abranger um conjunto determinado de informações. – Res umo da obra resumo das idéias Resumo obra: principais. coere nt e. em relação ao contexto social.a crítica do resenhista. local. 3. obras publicadas. histórico. quais são elas? Onde se encontram (no final da obra ou no final dos capítulos)? – Quadro de referências do autor a que Quadro referências do autor: corrente de pensamento o autor se filia? Que teoria ou modelo teórico apóia seu estudo? – Crítica do resenhista (apreciação) (apreciação): a) como se situa o autor da obra em relação é inovadora? c) quanto ao estilo: é conciso. 51-57). etc. estudantes? Nem sempre é possível ou necessário dar resposta a todas as pergu ntas ou iten s relacionados acima. econômico. exemplos. título. no ent an to. de com pe tên cias de l eit ura. o título deverá guardar estreita relação com algum atributo ou idéia mais destacada da obra. baseadas em Severino (2000.. especialistas. são indispensáveis os seguintes tópicos: . análise e interpretação de textos científicos. pr eciso? A li ngu agem é correta? d) quanto à forma: é lógica. .22. pelo estudante. O roteiro a seguir baseia-se no modelo apresentado por Lakatos e Marconi (1991. . sistematizada? Utiliza recursos explicativos (ilustrações. etc. figuras.: O resenhista poderá (ou não) dar um título a sua resenha.)? e) a quem se destina a obra: grande público. edição. Referência: editora e data de publicação.a referência (aqui pode ser dispensado o item sobre preço da obra). . o que muitas vezes depende da obra resenhada. – Conclusão do autor o autor apresenta (ou do autor: não) conclusões? Caso apresente. Obs. político.. têm o propósito de organizar.seu quadro de referências. profissional ou especializada. . descrição breve do conteúdo dos capítulos ou partes da obra. sistematizar a abordagem de às escolas ou correntes científicas ou filosóficas. claro. 245-246): – Referência autor(es). desenhos. se optar por intitular. (As perguntas seguintes são orientadoras: de que trata a obra? O que diz? Qual sua característica principal? Requer conhecimentos prévios para entendê-la?). – Credenciais do autor informações gerais do autor: sobre o autor e sua qualificação acadêmica.? b) quan to ao mérito da obra: qu al a con tr ibui ção dada? As idéi as são originais. número de páginas. objetivo. gráficos. As diretrizes metodológicas que seguem. p. títulos. bem como da finalidade ou destino da resenha.

validade e con tribui ção à discussão do problema. como se pr oce ssa seu raci ocí ni o e argumentação? Qual é a idéia central? Quais as idéias secundárias? As análises textual e temática servem de base para a elaboração do resumo. do texto para identificar seu plano geral.3 acima. m arcar e esquematizar as idéias relevantes. buscar dados sobre o autor. trabalho acadêmico distinto da resenha. 3.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ textos teóricos.Texto a referência bibliográfica da obra Te Texto: resenhada deverá ser apresentada no início do texto. avaliando o texto pela sua coerência interna.. . juízo crít ico. 23 . n um a seqüên cia adequ ada. sobre o vocabulário (conceitos.4 A apresentação da resenha Como trabalho acadêmico. de um modo geral. compondo um texto harmonioso.Folha de rosto: é a folha que apresenta os Folha rosto: elementos essenciais à identificação do trabalho. A análise crítica o estudante formula um análise crítica: análise crítica A análise temática procura interrogar e análise temática: temática identificar do que fala o texto e qual o tema de que se trata: como o autor problematiza o tema? Que posição assume? Como expõe passo a passo seu pensamento. procura tomar uma posição a respeito das idéias enunciadas. . tanto como preparo para a elaboração de resenhas. os aspectos teóricos. os aut ores cit ados. subdividir-se mediante o uso de subtítulos de acordo com aqueles elementos. pela maneira como o autor desenvolve e aprofunda o tema. A redação da resenha obedecerá. o resumo do conteúdo. Procura estabelecer uma aproximação. o qual. alcance. associação e/ ou comparação com as idéias temáticas afins e com os autores que tenham desenvolvido a mesma ou outra abordagem do tema. constitui uma etapa do trabalho de elaboração da resenha. a seqü ência dos elementos relacionados no item 3. quer dizer. porém corrida. em geral. Deve ser elaborada segundo o modelo constante do Apêndice B. aparecem. I sso n ão si gn if ica qu e o t ext o dev a. obrigatoriamente. os dados sobre a obra. seu autor. sucinto e de fácil leitura. Avalia também sua originalidade. explora sua fecundidade e mantém um diálogo com o autor. A análise textual etapa em que o estudante análise textual: textual A análise interpretativ a: o estudan te anális e interpretativa: faz uma leitura atenta.. bem como a avaliação crítica do resenhista. nas resenhas de boa qualidade. com vistas a obter o melhor proveito de seu estudo. ou seja. no entanto. como de outros trabalhos acadêmicos. a resenha deve apresentar a seguinte estrutura: . termos fundamentais à compreensão do t exto).

devem ser seguidas as orientações comuns aos demais trabalhos acadêmicos. social) do autor é discutido? . 3.A crítica do resenh ist a é pertin ente e fundamentada ou justificada? ..A obra está corretamente referenciada? . econômico.A apresentação das idéias prin cipais é sucinta e objetiva? . esse item é obrigatório.. Quanto à apresentação gráfica. .24.As informações sobre o autor são suficientes para sua identificação? .5 Avaliação As seguintes perguntas poderão orientar o professor na avaliação da resenha: .Aponta as características mais relevantes da obra? . o su mári o é e lem en to dispensável. polí tico.ci entíf icos f oram observadas? .Referências caso o resenhista tenha se Referências: Referências valido de outras obras para fundamentar a análise da obra resenhada.A linguagem utilizada na resenha respeita a norma culta? .O posici onamen to (te ór ico.As normas técnicas de apresentação de trabalh os acadêmico. dev endo ser organ izado segundo a NBR 6023:2002.a resenha apresenta as idéias principais da obra? . Sendo a resenha um trabalho acadêmico geralmente pouco extenso e pouco ou nada subdiv idido.As conclusões do autor são comentadas/ discutidas? .

. Esse tipo de trabalho também auxilia o desenvolvimento da capaci dade crít ico. júri simulado. com base na análise de pontos e contrapontos de diferentes autores ou obras estudadas pelos alunos. pois requer que este expresse sua interpretação e compreensão do assunto apresentado. dentre outros tipos de publicações. a el aboração do posicion am en to pessoal gera ou tr as produções acadêmicas. 4. podendo considerar. Além disso. O p aper pode ser usado para consolidar conteúdos trabalhados nas unidades de uma disciplina (atividade curricular)..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 4 P APER . Sua elaboração consiste na discussão. o objet iv o do p a pe r é e stim ul ar o aprofu ndame nt o de um de ter min ado assunto. como os artigos científicos. também.2 Propósitos No contexto da f ormação acadêmica. com objet ivi dade e clare za.1 Conceito O paper. o autor desenvolve análises e argumentações.an alít ica e da criatividade do aluno. POSITION PAPER OU POSICIONAMENTO PESSOAL 4. 25 . de resultados de estudos ou pesquisas cient íficas. Na elaboração de um paper. . artigos especializados ou de informação geral. o professor pode solicitar ao aluno a elaboração de um posicionamento pessoal com o for ma de av aliar a aprendizagem individual. E m algu ns casos. pode ser articulado a outras estratégias de ensino utilizadas na disciplina: após a realização de seminários. fatos ou situações relacionados a assuntos pertinentes a uma área de estudo. promover o debate em torno de um assunto. exercitando a linguagem científica na elaboração de um texto. estudos de caso ou participação em palestras. position paper ou posicionamento pessoal é um pequeno texto sobre tema prédeterminado. pelo au tor. opiniões de especialistas.

.Planejamento do pa per: compreende a elaboração de um roteiro ou esquema com as prin cipai s i déias ref ere nt es a: a) apresentação do assunto e propósitos do p ap er .As normas técnicas de apresentação de t rabalh os acadêmi co. pode (ou mesmo deve) conter citações diretas e/ou indiretas que sustentem os argumentos do autor em relação ao tema em discussão.As conclusões são apresentadas de forma clara e objetiva? .A linguagem utilizada obedece a norma culta? . o encadeamento entre as idéias iniciais. tais como: textos. A apresentação gráfica do paper.as principais idéias dos autores que serviram de base para o paper (quando for o caso) são apresentadas no texto? . d) sí nt ese con cl usi va. Os aspectos a serem considerados quanto ao conteúdo abrangem: . f il mes. registros ou anotações de palestras.4 Avaliação Para avaliar um trabalho do tipo paper podese buscar respostas para questões como: . sistematizando-se determinadas etapas.Leitura: exploração e leitura de materiais relacionados ao tema. 4. 4. deixando-se claro. Isso significa que o texto é redigido sem divisões em subtítulos. artigos. ao final do texto.. a análise do assunto e as conclusões do seu autor. lev an tan do argum en tos. o pa per deve apresentar em sua estrutura. re met en do aos propósitos expressos na apresentação. et c. exemplos ilustrativos e mencionando idéias comuns ou contrárias de outros autores. . b) destaque dos pontos mais r elev ant es. a part ir dos qu ais será desenvolvido o paper.As críticas e os argumentos apresentados são fundamentados ou justificados de modo consistente? . como todo t rabalh o acadêmico.A análise das idéias é coerente/consistente? . as etapas de introdução. de forma articulada.26.O assunto/tema em discussão é analisado com profundidade? . c) discu ssão dos pon tos r elev ant es. segue os padrões descr itos no t ópico 5 da Part e II dest e docu men to r ef eren te às norm as de apresent ação de trabalhos cient íficos e acadêmicos.cien tí fi cos são respeitadas? .3 Procedimentos Para a elaboração do p ap er é pr eciso considerar critérios relacionados ao conteúdo e à forma. As referências utilizadas no trabalho devem ser apresentadas separadamente. entretanto.. desenvolvimento e conclusão. Além disso. Como todo trabalho acadêmico.Há lógica na organização geral do texto? .

o artigo é produzido para divulgar resultados de pesquisas científicas. difere de trabalhos científicos. experimental ou de campo). No contexto da formação acadêmica. esse tipo de trabalho também pode ser elaborado com os seguintes propósitos. o artigo científico tende a ser usado como estratégia de en sin o para o desenv olvi men to da capacidade de síntese das experiências de pesquisa realizadas pelo aluno. . possibilita ao leitor avaliar a pesquisa realizada.. métodos e técnicas. teorias ou mesmo hi pót eses de form a a di scut i. processos e resultados de pesquisa cien tí fi ca (bi bl iográfi ca. Entretanto. os procedi me nt os de u ma pesqui sa.aprofundar ou dar continuidade à análise dos resultados de pesquisas. a partir de novos enfoques ou perspectivas.los ou pormenorizar aspectos. Ao produzir o artigo.estudar temáticas clássicas sob enfoques contemporâneos. como monografias. Isso permite que outros pesquisadores. Por sua reduzida dimensão e conteúdo. ou repitam a experiência – confirmando ou não seus resultados –. dissertações ou teses. o aluno inicia uma aproximação aos conceitos e à l ingu agem cien tífica qu e necessitará desenvolver no momento da elaboração do trabalho de conclu são de curso. buscando a r esolu ção satisfatória ou a explicação à controvérsia gerada. . ou nela se baseiem.aprofundar discussões sobre assuntos já estudados e que pressupõem o alcance de novos resultados. ampliando as discussões e o conhecimento sobre o assunto e inspirando novas pesquisas. 88): . embora sucinta. . 5. 27 .1 Conceito O artigo científico consiste em um texto que apresenta. docu men tal. . discute e divulga idéias.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 5 ARTIGO CIENTÍFICO 5. idéias..discutir aspectos de assuntos ainda pouco estudados ou não estudados (inovadores). Sua publicação em periódicos especializados é uma forma de divulgação do conhecimento produzido no meio científico e acadêmico. os propósitos. Além desses objetivos. a metodologia empregada por seu autor e os resultados obtidos. ao apresentar de forma completa.resgatar ou refutar resultados controversos ou que caracterizaram erros em processos de pesqu isa.2 Propósitos De um modo geral. . p. de acordo com Marconi e Lakatos (2001. O artigo científico. o artigo científico pode abordar conceitos.

Podem ser incluídas sugestões ou recomendações para outras pesquisas. e descrição dos métodos. a elaboração deste plano é útil.3 Procedimentos quanto à elaboração Em termos de procedimentos para a escrita de um artigo científico. Todavia. seguidos da indicação das partes principais do tema e suas subdivisões e. O texto contém a exposição e a explicação das idéias e do mat erial pesqui sado e pode ser subdividido da seguinte forma: referenciais teóricos da pesqu isa (apresen tação de con cei tos si st emat izados com base na lit eratu ra). p. em primeiro lugar. formular críticas sobre um determinado tema à luz de pressupostos t eór icos ou de evidências empíricas já sistematizadas.se os seu s re sul tados. técn icas e equi pam ent os uti lizados). de fichamentos. Por out ro l ado. fatos ou outros estudos.28. resul tados (apre se ntação e avaliação dos dados encontrados. deve ser estruturado da forma a seguir descrita. Já no caso do artigo constituir-se como uma produção ou comunicação escrita sobre idéias. evitando que o autor se perca durante a elaboração. conceitos. relacionando-os aos objetivos propostos na introdução. A elaboração de artigos estimula. registros de observações ou evidências factuais. mater iais. se for o caso. a justificativa do trabalho e suas limitações. uma síntese da metodologia utilizada na pesquisa. teorias. para sistematizar a comunicação a ser feita. desenvolvimento e conclusão. ainda. A introdução apresenta o assunto do artigo – tema da pesquisa – e seus objetivos. comparando-se com outros estudos já realizados. são apresentados os dados do estudo. discussão e análise (confronto entre os resultados obtidos na pesquisa e o conteúdo abordado nos referenciais teóricos)..sistematize um roteiro básico das idéias. o artigo científico deve apresentar a estrutura básica que caracteriza todos os tipos de trabalhos científicos ou acadêmicos: introdução. destacando os aspectos a serem enfatizados no trabalho. 5.. De acordo com Leal (2001. que se constitui como dedução lógica do estudo.102). Quando o artigo se refere à comunicação de resultados de pesquisa. é preciso que o autor: . aspe ct os me todológicos (caracterização da pesquisa e da população. iniciando com a apresentação geral do assunto e dos propósitos do artigo. por fim.2). contribuindo para que o aluno aprenda a sintetizar conceitos. podendose utilizar tabelas e ilustrações). dest acam. No desenvolvimento (corpo do artigo). é necessário observar os propósitos do trabalho a ser elaborado (vide item 5.reún a as inf ormações e conhecimentos necessários por meio de leituras (textos e documentos). explicando e avaliando os resultados. . fazer comparações. porém de forma breve e sintética. a análise e a crítica de conteúdos teóricos e de idéias de diferentes autores. independente de ter propósitos distintos. . No tópico das considerações finais.

destacando sua importância teórica ou prática. A estrutu ra de artigos cien tíficos compreende elementos pré-textuais. mencionar eventuais implicações ou efeitos a partir do conteúdo apresentado.” (LEAL. Vale ressaltar que as divisões. cujos títulos devem ser curtos e adequados aos aspectos mais relevantes do conteúdo. 29 . . ainda. ao conteúdo desenvolvido. É pre ci so ev it ar. . bem como os limites do artigo quanto à extensão e à profundidade (LEAL. a forma como o artigo está organizado. Devem ser evitadas as gírias. pois.. Também é preciso evitar explicações repetitiv as ou supérfluas.103).). Ao f in al da int rodu ção dev e apresentar. coerência e estrita observân cia das regras da norm a cu lta. conferindo “ao con ju nt o a in di spensáv el u nidade e homogeneidade. caso isso não aconteça. 2001.4 Procedimentos quanto à forma de apresentação A apresentação do artigo científico para publicação científica impressa deve seguir as orientações da NBR 6022:2003. 5. et c. . ao mesmo tempo em que se deve cuidar para que o texto não seja compacto em demasia. é conveniente que o autor contextualize o tema. textuais e pós-textuais. porém . as expectativas em relação a ele. 2001. relacionando-as com os objetivos previamente estabelecidos. de forma adequada. sugerindo a continuidade das discussões a respeito. motivando para a leitura. para uma maior clareza e compreensão por parte do leitor. além de descre ver os objet ivos e os fundamentos que orientam o trabalho. o autor apresenta uma síntese das principais idéias trabalhadas no corpo do artigo. correse o risco de comprometer a aprovação do artigo. subdivisões e títulos do artigo não garantem a sua consistência ou i mportância. precisão. convém observar também os critérios e modelos estabelecidos por seus organizadores e/ou editores. deve o autor dividir o tema em discussão. se min ários. p.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ também auxilia como recurso pedagógico para reflexão e organização lógica das idéias a serem abordadas. É n ecessário qu e as referidas partes e respectivas idéias estejam articuladas de forma lógica. O artigo científ ico deve ser redigido com objetividade.106). o que pode prejudicar a sua compreensão.no desenvolvimento do artigo. também. p. expressões coloquiais e que contenham juízos de valor ou adjetiv os desn ecessários. o e xce sso de subdivisões. A definição do título do artigo deve corresponder.. Caso se trate de artigo a ser apresentado em eventos (congressos.na conclusão. . Pode.ao apresentar o artigo – na introdução –.

Resumo na língua do texto.4. já detalhados na seção 5.Resumo em língua estrangeira (obrigatório): consiste na versão do resumo na língua do t ext o para idi om a de di vu lgação internacional (vide seção 2 da Parte II deste documento). . ou. diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos e na língua do texto. onde também são colocados os agradecimentos do(s) autor(es) (caso sejam necessários) e a data de entrega dos originais. . precedendo o resumo em língua estrangeira. . podem ser dispostos em rodapé indicado por asterisco na página de abertura (vide modelo do Apêndice E). elaborado de acordo com a NBR 6028:2003 (seção 2 da Parte II deste documento). diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos. cuja apresentação também deve observar a NBR 6028:2003 (seção 2 da Parte II deste documento). 5.2 Elementos textuais Os el ement os textu ais compreendem a introdução. então.Palavras-chave em língua estran geira (obri gatório): consist e n a versão das palavras-chave na língua do texto para a m esma lín gu a do re sum o em lí ngua estrangeira (vide seção 2 da Parte II deste documento).Nota(s) explicativa(s) (elemento opcional): caso existam.Título e subtítulo (se houver) figuram na página de abertura do artigo. o currículo.4. 5.1 Elementos pré-textuais . .4. .30.Referências (obrigatório): elaboradas de acordo com a NBR 6023:2002 (vide seção 3 da Parte II deste documento).Palavras-chave na língua do texto. . . após os elementos pós-textuais.3.Título e subtítulo (se houver) em língua estrangeira.Glossário (opcional): deve ser organizado em ordem alfabética. .Nome do(s) autor(es) acompanhado(s) por breve currículo qualificando-o(s) na área de conhecimento do artigo. Segundo a NBR 6022:2003. . o desenvolvimento e a conclusão. são apresentadas em relação única e consecutiva e numeradas com algarismos arábicos. assim como os endereços postal e eletrônico... 5.3 Elementos pós-textuais .

que complementa.4 da Parte II deste documento). coerente e adequado aos propósitos do artigo.ausência de dispersão ou de redundância das informações/conteúdos.Questionário).5 Avaliação O artigo científico pode ser avaliado segundo inúmeros critérios..coerên cia en tre as in formações e no encadeamento do raciocínio lógico. SEVERINO. . . 5. ilustrações e tabelas (seção 5). então. o lei tor encon trará ori ent açõe s sobre elaboração/emprego de citações (seção 1). Normalmente.clareza na especificação das unidades de análise (como por exemplo: indivídu o. .clareza na apresentação dos objetivos.identificação dos limites do artigo (definição do foco do artigo e dos aspectos que não serão abordados). 2001..apresentação de suposições (hipóteses) su ste nt adas em t eori as e cr enças consideradas verdadeiras a part ir do paradi gm a do qual se ori gi nam.4 Indicativo dos tópicos (seções) do artigo científico Os títulos das partes ou seções que dividem o texto de um artigo cient ífico devem ser alin hados à esqu erda. precedi dos por numeração progressiva. podem ser descritos vários critérios (AMR1 . 5. seguidas de trav essão e respectiv o t ítu lo (Ex. .Estrutura organizacional da Empresa Alfa).Apêndice(s) (opcional): texto ou documento elaborado pelo autor. 2000).ausên cia de salt os de raci ocí nio na 1 American Management Review (periódico americano que apresenta diretrizes básicas para revisão de artigo s científicos). são identificados por let ras maiúsculas consecut ivas. justificativa e importância do artigo.: APÊNDICE A . . decorrentes dos objetivos propostos pelo professor. organização.4. as suposições devem ser claras e justificadas.referencial teórico claramente identificado. adequando-o às possibilidades e recursos já desenvolvidos por seus alunos.: ANEXO B . FEITOSA. muito embora nada impeça que o professor os solicite em etapas anteriores.demonstração de conhecimento suficiente sobre o assunto. Para a avaliação de artigos científicos. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas. seguidas de travessão e respectivo título (Ex.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . siglas. . . 1999. equações e f órmulas.Anexo(s) (opcional): texto ou documento não elaborado pelo autor do trabalho. . conforme a NBR 6024:2003 (vide seção 5. . sociedade). complementar ao seu trabalho. tais como: a) Quanto ao conteúdo: . 31 . Observação: na Parte II deste documento. os artigos científicos são elaborados por alunos que se encontram em fase final do curso de graduação. comprova ou ilustra seu con teúdo. .

elaboração de análise e síntese diante de concei tos teór icos sem elh an te s e/ ou divergentes.demonstração de argumentos ou provas suficientes para apoiar as conclusões.afirmativas unívocas.elementos de transição entre parágrafos adequ ados ao sentido e à lógica dos conteúdos. . .post u ra ét ica n o tr at o do t em a e desenvolvimento da análise (imparcialidade e equilíbrio). . . . ...ori gin ali dade e i novação do assun to abordado.uso adequado de exemplos complementares para clarificar o significado do texto. .u so corret o de ci tações devidam ente referenciadas. passagem de um parágrafo para outro. .objetividade. .resumo claro e informativo. b) Quanto à forma: . com a corr eta r elação com os f atos analisados. un idade e art icu lação (encadeamento lógico).adequação do título ao conteúdo.observância das regras da norma culta. . .linguagem acessível.observância das normas de apresentação de um artigo.32.coerência e padronização dos termos técnicos.uso fiel das fontes mencionadas no artigo. . ou de um conceito para outro.atendimento aos objetivos propostos.uso/seleção de literatura pertinente à análise. . . -\ ar ticu lação e nt re su gestõe s ou r ecomen dações e as di scu ssões apresentadas no texto. . precisão e coerência na escrita do texto. . . sem duplo sentido. do t ext o .

descrição ou exposição de um evento qualquer (algo que ocorreu e foi obse rvado. Embora seja utilizado com fr eqü ência. com vistas a um conjunto bastante v ariado de propósitos pedagógicos. até mesmo de um objeto. etc. – as quais.. 2 De scrição minuciosa e circunstanciada dos fatos ocorridos na gerência de administração pública ou de sociedade. acompanhado dos argume nto s que militam a favor ou contra a sua adoção. . al go qu e f oi realizado). então. embora seja um dos principais trabalhos acadêmico-científicos comumente realizados n a un iversidade.] Relatório é. s obre a s eqüê ncia d e um acontecimento qualquer.. uma narração. de uma prática ou de um conjunto de práticas. esse t ipo de tr abal ho acadêmico por vezes tem sua elaboração negligenciada. 6.1 Conceito A compreensão do que é um relatório pode começar pelo exame das definições que os léxicos of erecem . seja no seu conteúdo.. O relat ório de que se trata aqu i é uma modalidade de trabalho escrito que não se confunde com o relatório de pesquisa – esse destinado exclusivamente à comunicação dos resultados de uma pesquisa científica –. em diversas disciplinas.1808) encontram-se as seguintes: 1 Exposição. o qual. na sua organização ou apresentação. viagens de estudo. pois os termos minuciosa e circunstanciada são usados para qualificar a descrição. Vale sali en tar o det alham ent o com o u ma característica do relatório. talvez por ser con siderado um t rabalho “ pequen o” ou “rápido”. relação.. observação de eventos. fatos ou objetos [.] 6 Qualquer exposição pormenorizada de circunstâncias. ou mesmo por não serem muito difundidas orientações para sua elaboração. ordinariamente por e scrito . realização de uma intervenção ou procedimento especializado. 3 Exposição por escrito sobre as circunstâncias em que está re digido um docume nto ou proje to. n ão é abordado n este documento. 33 . p. de menor importância. após terem sido desenvolvidas.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 6 RELATÓRIO Incluiu -se o rel atório en tre os t ipos de trabalhos acadêmico-científicos por ser uma modalidade de trabalho escrito solicitada com alguma regularidade ao aluno de graduação. aplicação de uma determinada técnica. Em Michaelis (1998. exper imen tos ou testes de laboratório. 4 Parece r ou exposição de um voto ou apreciação. geralmente relacionados a atividades práticas – visitas. em pelo menos uma das definições... [. são complementadas ou concluídas pelo relato de sua realização.

p. visitas. auditorias. é importante que o acadêmico aprenda. desde o relatório formal – formal aquele que segue todas as normas de um trabalho técnico. na elaboração de um relatório. de uma obr a ou sobre as ativ idade s de u ma administração. elaborada segundo os propósitos deste documento. inspeções. 6. 6. trata de assunto complexo e se destina a grandes audiências. por conseguinte..168193) apresent am uma ú til t ipologia de relatório. verificações. apresenta-se a seguir. observações de campo. O obje tivo é comunicar ao leitor a experiência acumulada pelo autor (ou pelo grupo) na realização do trabalho e os resultados obtidos. um documento através do qual um profissional ou acadêmico faz o relato de sua própria atividade ou do gr upo ao qu al perte nce. SEVERINO. p. ou ainda descrever atividades realizadas em laboratório. 1999. as autoras classificam os relatórios quanto à estrutura e à função.. cuja síntese. (MARCONI. é preciso também sermos capazes de fazer com que outras pessoas entendam o que estamos f azendo. a elaborá-los. sobre áreas promissoras do mercado e tecnologias emergentes.3 Tipos de relatórios Flôres.2 Propósitos Rel at ór ios podem te r os m ais di versos propósitos: descrever ampla variedade de atividades realizadas. etc. que já requerem uma apresentação técnica. pois como profissional certamente será solicitado a fazê-lo. em diferentes situações.. O relatório é.34. medições. expor conhecimentos aprofu ndados sobre uma determinada instituição. qualquer que seja seu tipo. em campo. A esse respeito. procedimentos técnicos. durante a sua formação. relatórios s emi-informais de alguma relatórios semi-informa is extensão (5 a 15 páginas ou pouco mais). a preocupação maior deve estar voltada para a eficiência da comunicação. vistorias. 2000). Quanto à estrutura (partes componentes). porqu e o fazemos e com que resultados”. podem apre sent ar difer ent es n ívei s de formalidade. LAKATOS. informar sobre o andamento de um projeto. tais como. como. produtos ou tecnologias. Olímpio e Cancelier (1992. de um único assunto.20) aconselha: “ Não bast a term os u ma boa idéia ou executarmos um bom trabalho. Considerando o largo uso de relatórios nos diversos campos de atividades profissionais. entre esses dois extremos estariam os emi-informais. tem forma de apresentação rigorosa. Inicialmente. . etc. têm poucas páginas (às vezes uma única) e uma apresentação breve. avaliações. tratam de assunto de certa complexidade e apresentam conclusões ou recomendações fundamentadas em dados. por exemplo. viagens. o relatório de uma Secretaria de Estado – até o relatório informal que trata informal. mercados. of erecer informações e análises sobre empresas. Barrass (1986. Dessa forma.

se for o caso. pelo início e término de uma determinada ação ou projeto. . 35 . os relatórios podem ser informativos e analíticos. 1º Roteiro A – Elementos pré-textuais (conforme tópico 4 da Parte II) .: relatório sobre a situação dos estoques de uma empresa). A seguir apresentam-se dois roteiros possíveis para o corpo do relatório com a ressalva relatório. semestral.relatório informativo de progresso trata informativo de progresso: progresso do andamento de uma atividade ou ação. dos semi-informais) obedecerá às orientações constantes do t ópico 4 Estrutura de trabalhos acadêmico-científicos e sua apresentação gráfica obedecerá. seja qual for o tipo de relatório.por que deve ser relatado? Esta pergunta au xil ia a de ci dir se o re latóri o ser á informativo ou analítico e a esclarecer aspect os rel at iv os à abordagem e t ratame nt o das i nf orm ações e/ ou con clusões e recomendações a serem apresentadas. estilo da redação. ou em data previamente estabelecida (ex. pode ser periódico (mensal.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Quanto à função. em decorrência de seus objetivos e destinação.. por exemplo. de que a estrutura dos relatórios formais (e.. portant o. . demarcado.4 Procedimentos A estrutura e a organização de um relatório serão variáveis assim como são variáveis os tipos de relatórios.relatório informativo narrativo faz o relatório relatório informativo narrativo: registro de ocorrências ou eventos. A elaboração de um relatório se inicia por uma reflexão sobre sua finalidade. inf ormais ou semi -in form ais. 6. etc.o que deve ser relatado? Da resposta a esta pergun ta resu lt a u m rot eiro ou esquema do conteúdo do relatório. para isso são úteis três perguntas: . informal ou semi-informal).Aprese nta çã o g ráfica d e trabalhos acadêmico-científicos. Subdividem-se em: . Os relatórios analíticos são aqueles cujo analíticos propósito consiste em an alisar f atos ou inf orm açõe s e apresent ar conclusões e recomendações como dedução da análise realizada. .. . as normas contidas no t ópico 5 .para quem deve ser relatado? Esta pergunta pode ajudar a decidir quanto ao tipo de relatório (formal. são pouco extensos e.relatório informativo de posição ou de ou de relatório informativo de ou status: status descreve ocorrências ou fatos relativos a um determinado momento. Os relatórios informativ os transmitem relatórios informativos in f or mações sem an al isá-l as ou f azer recomen dações. nessa modalidade encontram-se os relatórios de v iagem. de v isit a e os relat órios administrativos. anual) ou abranger um período de tempo maior. nível de complexidade e aprofundamento do conteúdo. da Parte II deste documento.

criar o modelo de relatóri o que mel hor con tem ple as necessidades de formação do seu aluno. com maior número de páginas. Os roteiros aqui apresentados acima são sugestões para que o professor possa. pela ausência de períodos longos. basta a folha de rosto. . preciso e objetivo. detalhes desnecessários. adjetivação excessiva.36. A melhor maneira de relatar a seqüência de desenvolvimento de uma atividade é cuidar para que a exposição seja clara. a partir dessas idéias. os elementos prétextuais poderão ser limitados ao mínimo indispensável: se o relatório tiver 2 ou 3 páginas.quando e onde: identificam o local e a data em que a atividade relatada foi realizada. deve conter um sumário. qu e pode se r caracterizado como um relatório do tipo informal ou semi -inf orm al. B – Elementos textuais: 1 Dados de identificação . sendo o sumário dispensável. .o quê: identifica a atividade realizada. pela correção da linguagem. o estilo simples. 2° Roteiro 1 Dados de identificação 2 Descrição do problema 3 Aparelhagem ou equipamento 4 Procedimento(s) 5 Resultado dos testes 6 Análise dos resultados 7 Conclusões Referências Apêndices / Anexos É importante lembrar que o roteiro do relatório deve ser adaptado às necessidades da disciplina ou aos propósitos da atividade realizada. Nota-se que. aparel hos ou si stem as. construção/teste ou verificação de máquinas. marcado pelo uso de termos técnicos adequados. conforme a extensão do relatório. sugere-se a estrutura a seguir. além da folha de rosto. 2 Finalidade da atividade 3 Descrição da atividade 4 Conclusões/recomendações 5 Assinatura do(s) autor(es) C – Elementos pós-textuais Referências (caso existam) Apêndices / Anexos Qu an do se t rat ar de u m rel at ório de experiências realizadas em laborat órios...

As t abel as e f iguras.5 Avaliação Para assegurar que nada tenha sido esquecido na versão final do relatório. afastando o supérfluo ou não-pertinente? .O plano do relatório permite conduzir o leitor por meio de uma demonstração eficaz.É escrito em um estilo simples e preciso? . Laville e Dionne (1999) sugerem a seguinte verificação.As regras de apresentação (citações. se hou ver. e seu sumário reflete isso? .. que tanto pode ser usada pelo acadêmico para verificar se seu trabalho está bem feito. notas e referências.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 6. com seus títulos e legendas? . são apresentadas de maneira uniforme. como pode ser um roteiro adequado para que este avalie os relatórios elaborados por seus alunos. antes de entregá-lo ao professor.O leitor encontra nele todas as informações e referências de que precisa para assegurarse da boa condução da testagem ou da atividade realizada? . etc.. 37 . .) são aplicadas de forma metódica e homogênea? .O relatório se limita ao essencial.O título do relatório diz explicitamente do que ele trata? .

.38. ..

os resu ltados qu e espera alcançar. . complemen tar mente. de caráter avaliativo – autoavaliativo – um pouco confessional. principalment e. como também para o ingresso ou para o exame de qualificação de cursos de pósgraduação – notadamente os de doutorado – de muitas universidades. podendo esboçar. O memorial tem sido uma exigência em determinados concursos para o magistério superior de diversas instituições universitárias. O memorial compreende a explicitação da intencionalidade do autor. uma vez formados. elaborar e apresentar o registro analítico de sua formação e trajetória profissional. o memorial é uma autobiografia em que se articulam os dados do curric ulum vita e. m inu cioso e analí tico das at iv idades profissionais desenvolvidas pelo autor – no caso daqu eles qu e se dedicam à v ida acadêmica. Parte de uma reflexão introspectiva. o relato destaca os trabalhos de pesquisa. as motivações e as escolhas que o lev aram a construir um a det ermin ada história profissional. ou ai nda para f in s de concorr er a u ma premiação. precisarão.. É elaborado com base numa percepção qualitativa e significativ a do caminh o percorrido que caracteriza a história do autor. pode ser definido como um texto que relata eventos notáveis da trajetória do autor. os quais.2 Propósitos Quando elaborado para fins de concurso de ingresso ou de promoção na carreira. marca de todo trabalho acadêmico. portanto.. e constitui um relato crítico. Nesse sentido. o que não significa dizer que de sua elaboração esteja ausente a necessária dose de objetividade. as perspect ivas futu ras que o autor tem planejado quanto ao seu percurso profissional – um plano de trabalho –. con figurando um a narrativa histórica e reflexiva sobre a trajetória acadêmico-profissional do autor. em um relato circu nstanciado.1 Conceito Para Severino (2000). 7. pelo desejo de oferecer ori ent ações sobr e sua elaboração aos acadêmicos. A decisão das Autoras deste documento de apresentar o memorial entre os tipos de trabalhos acadêmico-científicos foi motivada. Consiste. portanto. ainda. 39 . Apresenta. bem como realizações pessoais dignas de permanecerem na memória da sociedade ou da instituição a que pertence. conforme as circunstâncias. o memorial tem o propósito de fornecer informações para o julgamento qualitativo do candidato.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 7 MEMORIAL 7. ou se habilitar a promoções na empresa ou instituição a cujos quadros pertençam. ensino e extensão realizados – bem como de sua vida profissional como um todo e das perspectivas que percebe ou planeja para a continuidade de seu trabalho no futuro. para concorrer a postos no mercado de trabalho. ret ratando a subjetividade.

Embora o memorial seja caracterizado como um relato reflexivo e avaliativo de um caminho percorrido pelo autor.se qu e o me mori al se ja elaborado na primeira pessoa do singular. . especialização e atualização. analítico e crítico.dev e-se adot ar a forma de u m relato cronológico. dissertações. . t eses e pesqui sas de in iciação ci ent íf ica. estruturando dessa forma o memorial. . . coordenação e/ou assessoramento. orientação de monografias. aperfeiçoamento e atualização: cursos. exe rcício de f un ções de direção.atividades de administração: participação em órgãos colegiados. estadual. prest ação de consultoria especializada. as circunstân cias t eóricas e sociais que predominaram no momento da execução do projeto de dissertação ou tese.utilizam-se subdivisões com tópicos/títulos par a marcar as et apas da t rajet ória percorrida. particularmente quando este se destina a finalidades acadêmicas.re com enda. o memorial pode con stitu ir uma v aliosa pr odu ção acadê mica como t rabalh o conclusivo de curso.formação. de forma a evidenciar sua articulação com a história pré-relatada. municipal ou privado. ou para destacar os aspectos ou fatos mais significativos. situando os fatos e acontecimentos no contexto sóciocultural mais amplo. analítico e autocrítico. resultados de pesquisas. comitês executivos. .. em quais condições for am obt idos os tí tu los da form ação acadêm ica. A característica crítica do memorial conduz seu autor à avaliação dos resultados obtidos . participação em ban cas e xamin adoras. -ensino: desempenho didático. artísticocul tu rais e de pre stação de serv iços especializados: produção científica. caracterizando a história particular do autor. No entanto. técnica ou artística. cursos e atividades de extensão. participação em congressos. É relevante na elaboração do memorial deixar claro. além de servir a tais finalidades.atividades técnico-cient íficas. 7. seminários e outros eventos. estágios de aperf eiçoamen to.40.. tanto em sua formação como em sua profissão. pelo seu caráter reflexivo. . É com vistas a atender a esse duplo propósito que as orientações a seguir foram elaboradas.deve-se sintetizar a narrativa dos eventos menos marcantes e dar ênfase aos mais significativos a critério do autor e à luz das finalidades do próprio memorial. simpósios. científ icos ou t ecn ológicos no âmbito federal.finaliza-se o memorial com a indicação dos rumos que o autor pretende assumir.3 Procedimentos Para a elaboração do memorial é preciso considerar as seguintes sugestões: . o que permite ao autor enfatizar o mérito de suas realizações. é indispensável que esse relato contenha informações referentes a: .

. a trajetória real que foi seguida (. como também auxiliar o próprio autor do memorial na avaliação do seu relato. Relatada com autenticidade e criticamente assumida. atribuindo diferentes pesos aos distintos eventos do passado. o memorial é um relato da trajetória de uma pessoa. cont extu alizando-a e m relação a aspectos teóricos. com textos tão ricamente elaborados que os trans formam em verdadeiras o bras literárias. expressando as contribuições e perdas de cada momento. Por outro lado. lembrando que tanto a falsa modéstia como o excessivo elogio comprometem a qualidade do memorial. A boa organização de um mem ori al é essencial para o julgamento das atividades do autor.176). a parti r da qu al elabora u m rel ato contextualizado. nota-se ainda uma certa confusão entre memorial e curriculum vitae. um projeto gráfico de bom gost o. atraente... apresentado de forma crítica.O autor descreve sua trajetória de modo aprofu ndado.34): Alguns memoriais vão muito além da simples apresentação das habilitações pessoais e profissionais do candidato. Por fim. econômicos e/ou sociais? .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ em sua trajetória profissional e acadêmica.. pois ele é a justificativa documental do seu desempenho profissional e acadêmico. O autor precisa estar atento para retratar. o memorial pode se destacar.O t exto evidencia o equilíbrio entre o adequado destaque aos êxitos obtidos e a menção aos eventuais insucessos? . Enquanto este consiste em um conjunto de informações sobre as habilitações do autor. nossa história de vida é nossa melhor referência. quant o aos seus aspectos físicos.O conjunto das informações sobre o autor e sua apreciação crítica oferecem elementos suf icientes para a apreciação de sua trajetória? . que deve se destacar por uma auto-avaliação equilibrada. com fidelidade e tranqüilidade. principalmente. como observa França (1999. o qu e requer. apresentado de f orma seqü encial e sem comentários. encadernação sóbria. 2000. abrangendo sua formação e atuação profissional. o autor precisa se mant er at en to par a o t om do rel ato. p. apesar de sua crescente utilização. etc. No entanto.O relato destaca os aspectos mais relevantes da t rajet ór ia do aut or? A r elev ân ci a atribuída a esses aspectos é justificada/ fundamentada? . que reflita as condições e situações em que se desenrolou sua história profissional. deve-se cuidar que o memorial tenha uma apresentação esmerada.). convém salientar que. 41 . com maior segurança possível. 7. um a im pressão cu idadosa. Além dos aspectos referentes ao conteúdo que já foram apontados. A avaliação deve ser feita em cada etapa do relato. p. . (SEVERINO.4 Avaliação A seguir relaciona-se uma série de perguntas que poderão orientar o professor na avaliação do memorial (caso este tenha sido solicitado aos alunos como trabalho acadêmico). políticos. pelo esmero na redação do texto.

A redação do texto é precisa e coerente? .As normas técnicas de apresentação de trabalhos acadêm ico-científ icos foram observadas? .A narrativa é feita na primeira pessoa do singular? . . relacionando-as com a trajetória pregressa? .42.O con teú do ev idencia um a ref lexão criteriosa realizada pelo autor sobre sua trajetória? ..Os elementos de transição entre parágrafos são adequados ao sentido e à lógica do conteúdo? .Apresenta adequadamente as perspectivas futuras para sua atuação.A linguagem utilizada respeita a norma culta? .A organização do texto obedece tanto a seqüência cronológica dos eventos como o e ncade am en to lógico de fatos e argumentos? ..

.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Parte 2 Orientações e normas para apresentação de trabalhos acadêmico-científicos .. 43 .

44... .

. diferentemente de textos literários. Em trabalhos técnico-científicos exige-se rigor na apli cação das praxes de cit ação. significado de expressões típicas. Depende do tipo de tese”. fazendo. mesmo Umberto Eco (1988.] se se deve citar com profusão ou com parcimônia. o trabalho apresentado. tais como: esclarecimentos pontuais do t exto. com o propósito de esclarecer ou complementar as idéias que 1.. 1999. Recomendase o uso no corpo do texto (sistema autordat a). Usam-se citações quando se transcrevem trechos de alguma obr a ou se util izam informações já publicadas. estão sendo expostas. Em todo o caso. . nelas buscando apoio para seus pontos de vista. teórica e empiricamente. Citações em Documentos.. deixan do para o rodapé out ras informações. su a elaboração deve seguir as orientações da norma NBR 10520:2002 – Informação e Documentação. São utilizadas para sustentar. exemplos e modelos. as citações tanto podem ser usadas com o objetivo de reforçar argum entos com o para expor posições cont rárias àqu el as qu e est ão sendo defendidas. que deixa para os outros a apresentação de idéias ou de informações. Assim. observa que a citação não pode ser uma “manifestação de preguiça” de quem está elaborando uma dissertação ou uma tese. deve ser seguido em todo o trabalho. seguido pela data de publicação da obra e número da página. etc.” (LAVILLE. ne las encontrando ilustrações. As citações podem ser diretas.. da ABNT.121) considera difícil determinar “[. 45 . é da própria natureza da pesquisa situar-se em relação a outras.se a correlação com a lista de referências (sistema autor-data) ou notas de rodapé (sistema numérico). Apresentação.1 Regras gerais para citação As informações sobre a obra mencionada podem aparecer no corpo do texto ou em nota de rodapé (sistema numérico). Importante! Qualquer que seja o sistema adotado. Pode-se afirmar que todo trabalho acadêmico ou t écnico de caráter cient ífico sem pre apresenta citações.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1 CITAÇÕES São as descrições ou menções (conteúdos ou informações) contidas em um texto extraídas de um a ou tra fonte. “De fato. p. nos quais é permitida uma apresentação mais livre. inspirandose nelas. Quanto à quantidade de citações a serem usadas em um trabalho. 259). t radução de palavras estrangeiras. p. Para ident ificação de f on te da citação apresenta-se o nome do autor. in diret as ou citação de cit ação. DIONNE.

1: de acordo com a NBR 10520:2002. a indicação da página é obrigatória para citação direta. o nome do autor faz parte da frase.1 Citação direta. textual ou literal É aquela em que se reproduz no texto a idéia original da obra que está sendo consultada. também.2.” Obs. que o uso do ponto final após as citações deve atender às regras gramaticais. Vale ressaltar. melhor e com mais segurança se trabalha. 1988.” (ECO. a entrada – no caso. melhor e com mais segurança se trabalha. 1.2 Tipos de citação 1. p. Obs.46. no segundo exemplo. como nos exemplos seguintes: Ao escolher e delimitar o tema de pesquisa o mestrando deve ter presente que “quanto mais se restringe o campo.10): “quanto mais se restringe o campo. com recuo de 4cm da margem esquerda. sem emprego de aspas. ou Ao escolher e delimitar o tema de pesquisa o mestrando deve atentar para o que diz Eco (1988. As citações diretas longas (aquelas com mais de três linhas) devem constituir um parágrafo independente. o nome do autor – deve ser grafado com letras maiúsculas. sendo grafado com maiúscula e minúsculas (NBR 10520:2002). 2: no primeiro exemplo... p. fonte e espaçamento interlinear menores. como nos exemplos que seguem: .10). Quando se trata de citações curtas (até três linhas). são inseridas no texto.

distribuindo a verba de que dispõe entre os que apresentam os melhores projetos. não altera. Como se trata de idéias alheias. conforme a NBR 10520:2002. caracteri zando-se pela substit ui ção de algumas de suas palavras ou expressões.. a in di cação da(s) págin a(s) consultada(s) é opcional. Nesse sentido. caso ela não seja feita. ou seja. O assunto não deve estar solto no espaço.. A paráfrase é a forma de citação indireta que. Nas citações in diret as. a referência à fonte é obrigatória pois. o domínio dos conceitos se revela no seu uso ao longo da análise e não na infindável seqüência de definições de diferentes autores.. se ‘encaixar` em temas muito amplos. a escrit a do t ext o origi nal.. mas colocado no seu contexto. 1. Todavia. p. que é reconhecido como [. Uma tese deve revelar o domínio dos conceitos utilizados e um certo conhecimento da literatura técnica. da sua curiosidade científica. portan to. desde que não interfira no desenrolar da pesquisa. . em tamanho e cont eúdo. tem-se u m caso de plágio. p. 47 . destaca-se a identificação do tema a ser estudado.. (CASTRO. Dentre elas. Pode surgir de uma dificuldade prática enfrentada pelo coordenador. o “trabalho da citação [. Pode ter sido sugerido pela entidade responsável pela parte financeira. 319).] é uma produção de texto [. de modo reduzido ou abreviado. o que não lhe tira o caráter científico. portanto) utilizando-se de pal av ras própri as. determinados por uma entidade que se dispõe a financiar pesquisas e que promove uma concorrência entre pesquisadores. 1978.]”. p. processo que exi ge sua interpretação para reconstrução de um novo texto.] o assunto que se deseja provar ou desenvolver. normalmente. de desafios encontrados na leitura de outros trabalhos ou da própria teoria. segu ndo Compagnon (1996. É geralm en te empregada quando se pretende apresentar.102) apresentam algumas orientações relativas à elaboração do projeto de pesquisa.. restaura-se total ou parcialmente o t exto font e. ‘encomendado’. as idéias de um autor sem recorrer à citação direta.2.34).UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Marconi e Lakatos (2001..2 Citação indireta: paráfrase e condensação Consiste em se reproduzir o pensamento do autor (idéias alheias. portanto. Ao parafrasear..

porém apresentando apenas as principais idéias do autor. (LAVILLE. p. DIONNE. em que se faz uma síntese do texto que se quer citar. pois pressupõe maior articulação de leitura por parte do autor do trabalho. 1999. DIONNE.. Citação indireta (paráfrase): Considera-se que a determinação e a explicitação do problema constituem operações decisivas no processo de pesquisa. 1999).85). já qu e. sem alterar o seu significado. É ela que serve para definir e guiar as operações posteriores. Texto original: A fase de estabelecimento e de clarificação da problemática e do próprio problema é freqüentemente considerada como a fase crucial da pesquisa. . para qu e con siga sintetizar as idéias do texto original. Citação indireta (condensação): A definição do problema de pesquisa é crucial no processo de pesquisa. Isso porque é a partir da conscientização do problema e de suas implicações que o pesquisador será capaz de planejar e desenvolver adequadamente as etapas subseqüentes da pesquisa. 1999).48.. DIONNE. pois é ela que servirá de guia para as etapas posteriores (LAVILLE. (LAVILLE. como uma espécie de piloto automático. deverá dese nv olve r um a l eit ur a si gn if icativ a (compreensiva/ interpretativa). Um outro modo de escrever a citação indireta é a condensação. uma vez que tenha sido bem planejada. Esta forma de uso de citação é interessante.

Esta idéia. mas de fazer brotar idéias. por sua vez. BOWER. GEWANDSZNAJDER.31). “Educar não é uma arte de introduzir idéias na cabeça das pessoas.: no exemplo acima. . 2001. pode ser expressa como citação direta ou indireta.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1. 49 .2.. Para Patton (1986 apud ALVES-MAZZOTTI. usa-se o itálic o.3 Citação da citação Consiste na reprodução de informação já citada por outro autor. A indicação da f onte de uma citação de citação pode ser apresentada na form a textual ou após a descrição da idéia.]”. Obs. Obs.” (WERNER. 1997. 1987 apud GIL. e AlvesMazzotti e Gewandsznajder são os autores da obra consultada. usa-se a expressão latina apud2 . Werner e Bower são os autores da idéia original a que não se teve acesso e Gil é o autor da obra consultada. Patton é o autor da idéia original a que não se teve acesso. p. Para explicar que o autor da idéia original é citado por um outro citado autor/obra que se está consultando. Nota: nas referências apenas o autor da obra consultada deve ser mencionado.173) “a triangulação de métodos geralmente se refere à comparação de dados coletados por métodos qualitativos e quantitativos [... deve-se lembrar as palavras de Abramo (1979 apud TOMANIK.: no exemplo acima. 1994. p..123): “a melhor maneira de se aprender a fazer pesquisa é fazê-la: nada substitu i a prática da realização. Quando se discutem métodos para o ensino da pesquisa.” 2 Por se tratar de palavra de outr a língua (latim). p.

p. como qualquer outro material. no entanto.. é obrigatório indicar a alteração feita. pois preferencialmente se deve consultar a obra ou documento original. [. cru ci al para o bom desenvolvimento da pesquisa: E é preciso ler os livros mais importantes.” “Evite. seja para torná-la mais curta pela supressão de alguma parte que não interessa ao que se está expondo. tomando notas. igualmente.. Em qualquer desses casos. Beaud (1997.3 Alterações na citação Muitas vezes é necessário fazer alterações na citação. triagens. também chamada de segunda mão. em que terrenos irá concentrar seus esforços. em que materiais irá se aprofundar. p. então. citações longas demais.45) faz um alerta para o mestrando levar a bom termo a f orm ulação da qu estão principal da pesqu isa. pela dinâmica que imprime à totalidade de seu raciocínio central. usam-se reticências entre colchetes: Sobre o emprego de citações. muitas vezes determinados textos não estão acessíveis (o que não é o caso dos exemplos acima). 1997... p. .. que correm o risco de quebrar o ritmo de sua demonstração [. 125) aconselha: “[.] é preciso fazer escolhas. 125).] evite fazê-lo em excesso ou desorganizadamente: uma citação. No entanto. decidir sobre os eixos em que irá concentrar sua pesquisa. usam-se também as reticências entre colchetes: Beaud (1997.]” (BEAUD. b) Em citação com supressão de parte intermediária. somente disponível em língua que se desconhece.. só vale pelo lugar que ocupa.50. Nesses casos. seja para destacar algum de seus termos ou expressões. A citação de citação. ou ainda para adaptá-la às exigências da sintaxe do período ou da oração em que será inserida. é admissível o uso da citação da citação. a) Em citação com supressão de uma parte inicial ou final. 1.. dev e ser usada de modo bastante restrito.. por se tratar de obra rara ou.

grifo dos autores). “A escolha de um tema que esteja ligado à área de atuação profissional.” (GOLDENBERG. 70).” (MARTINS. deve-se indicar a autoria do mesmo: “O trabalho de pesquisa deve ser instigante. 1997. p..” (GOLDENBERG. grifo nosso). 1997. ou então. LINTZ. ou quando o destaque já faz parte da obra consultada.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ c) Na citação com destaque (grifo. negrito ou itálico) de termos ou expressões. p. O que o verdadeiro pesquisador busca é o jogo criativo de aprender como pensar e olhar cientificamente. quando algo é acrescentado para esclarecer o leitor. . 2000. torna o trabalho experiência profissional de desenvolvimento monográfico muito mais interessante e eficiente. mesmo que o objeto não pareça ser tão interessante. p. 51 .68.21. d) Quando são feitas adaptações na citação para adequá-la à sintaxe do período.. de ou que faça parte da experiência profissional do estudante. os acréscimos devem ser colocados entre colchetes: “Dois passos são necessários para o início da tarefa [de realizar um pesquisa]: a formulação do problema e a elaboração do projeto de pesquisa.

após a chamada da citação deve-se incluir a expressão ‘tradução livre’.4 Normas complementares para citação a) Quando os dados a serem citados são obtidos por informação verbal. 1997. apresentando as explicações disponíveis em nota de rodapé: No texto: A nova estrutura organizacional será implantada no próximo ano (informação verbal)1. 1997. p. Yin (1993) identificou alguns tipos específicos de estudos de caso: exploratório.52. .quando o caso é usado para entender mais do que aquilo que é óbvio para o observador. explanatório e descritivo. tradução nossa). p. and Descriptive. instrumental . em palestras e debates. entre parênteses: Yin (1993) has identified some specific types of cases studies: Exploratory.1). Instrumental – when the case is used to understand more than what is obvious to the observer. Explanatory. No rodapé da página: Informação fornecida pelo Gerente de Desenvolvimento Organizacional da Empresa Época. deve-se indicar a expressão ‘informação verbal’ entre parênteses.. Stake (1995) incluiu três outros: intrínseco – quando o pesquisador tem um interesse no caso. em 25 de julho de 2002. Collective – when a group of cases is studied. (TELLIS.. Stake (1995) included three others: Intrinsic – when the researcher has an interest in the case. 1 b) Quando a citação for um trecho traduzido pelo autor do trabalho. 1.1. coletivo –quando um grupo de casos é estudado. (TELLIS.

mencionados simultaneamente. faz-se o acréscimo de letras minúsculas. p. 2001. deve-se confrontá-la com o original para ev itar erros ou omi ssões.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ c) Quando houver citações de diversos documentos de um mesmo autor.126) diz claramente: “Citar é como testemunhar num processo”. publicados em anos diferentes e mencionados simultaneamente. 1976. em ordem alfabética. 2001) (BUNGE. LAKATOS. (MARCONI. O autor e a fonte de todas as citações devem ser claramente reconhecíveis. 1980) e) Quando houver citações indiretas de documentos diferentes de vários autores. 2001) 1. 53 . 1974.. a referência deve ser exata e precisa. SEVERINO. após a data e sem espacejamento.1988). bem como averiguável por todos. como nos exemplos: De acordo com Chiavenato (1999a) (CHIAVENATO. esses são separados por ponto-e-vírgula. isto é. 1999. D ev e-se respeitar even tual erro do autor cit ado. . Umberto Eco (1988. 2000. Por isso. conforme a lista de referências. assinalando-o ao leitor e usando a expressão sic entre colchetes. em ordem alfabética. apresentam-se as datas separadas por vírgula: Chiavenato (1997. 1999. Quando não for este o caso. publicados em um mesmo ano. Nesse sentido. o trecho citado deverá ser precedido ou seguido de alguma crítica ou contestação (ECO. assim como as citações devem ser fiéis ao texto. RICHARDSON. 1999b) d) Em caso de citações indiretas de vários documentos de um mesmo autor. que se concorde com ela.5 Considerações finais sobre as normas de citação A citação pressupõe que a idéia do autor citado seja compartilhada. 1972. após apresentar a citação.. YIN.

..54. .

projetos de pesquisa e artigos destinados à publicação em revistas acadêmicas exigem a inclusão de um resumo de seu conteúdo.para artigos de periódicos: de 100 a 250 palavras.. O uso de abreviaturas. de acordo com França (2000.] é a apresentação concisa e seletiva de um texto. respeitando a estrutura do original e reproduzindo apenas as informações mais significativas .ch ave. com o uma das condições exigíveis.para notas e comunicações breves: de 50 a 100 palavras. . a NBR 6028:2003 estabelece. Quanto ao estilo da redação e conteúdo. 55 .’ são supérfluas (FRANÇA. a menos que sejam absolutamente necessários à compreensão do conteúdo. comentários. 69). concisa e objetiva.. [. dando-se preferência ao uso da terceira pessoa do singular e do verbo na voz ativa e evitando-se o uso de parágrafos.. devendo incluir palavras represe ntativas do assunto.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS Trabalhos acadêmico-científicos tais como teses. Sobre a extensão do resumo. o método. p. 69).. Como a redação deve se caracterizar pela máxima concisão. dissertações e outros) e relatórios técnicocientíficos: de 150 a 500 palavras.” Estabelece ainda que seja “composto de uma seqüência corrente de frases concisas.: Palavras. afirmativas e não de uma enumeração de tópicos”. an tecedidas da expre ssão Palavras. p. Resumo. símbolos. expressões como: ‘O presente trabalho trata de. ressaltando de forma clara e sintética a natureza do trabalho. técnicas de abordage m.. 2000. equações e diagramas devem ser evitados. diz: O resumo deve constituir-se num texto re digido de forma cursiva. descobertas.. os resultados e as conclusões do documento. p. seu valor e originalidade. Também não cabem num resumo citações. . As palavras-chave devem figurar logo abaixo do resu mo.para t rabal hos acadêm icos (t eses. que o “resumo deve ressaltar o objetivo. como: objetivos . críticas e julgamento pessoal do autor.. Ex . 2000. essa norma define: . fórmulas. Limita-se a um parágrafo. As palavras-chave são separadas entre si por ponto e finalizadas por ponto. ‘O autor do trabalho descreve.. . Produção textual.chave : Narrativa. (FRA NÇA . Quanto à redação e estilo de resumos. 69-70). seus resultados e conclusões mais importantes. valores numéricos e conclusões.’. dissertações. Leitura.

O resumo em língua estrangeira é digitado em folha separada (NBR 14724:2005). p. deve ser apreendido. 4 RATTNER. 2. 34-59. Em trabalhos acadêmicos (teses. Expõe a teoria da reação estética e o conceito de catarsis vigotskyanos.1 Exemplos de resumos O artigo situa historicamente a produção e a publicação do estudo vigotskiano sobre a psicologia das artes. n. Vigotsky sobre o qual se estrutura a elaboração da teoria histórico-cultural do funcionamento mental superior. As palavras-chave em língua estrangeira acompanham obrigatoriamente o resumo em língua estrangeira: Keywords (inglês). a realidade apresenta uma fragmentação do espaço político com novas barreiras e mercados protegidos. em suas dimensões políticas. conforme o caso. Usam-se. v. embora conduzido pela economia. Parole c hia vi (italiano). de acordo com a NBR 14724:2005. também. dissertações. além do resumo na língua do público a que este se destina. 19 95.56. set.S. Dentre este cenário de tendências contraditórias. Res ume n (espan h ol ). resumo em pelo menos uma outra língu a. de acordo com a NBR 6022:2003. Palabras clave (espanhol). Contrariamente à visão idealizada de uma progressão linear de mercados regionais integrados para uma sociedade una e global. A maioria dos periódicos acadêm icocientíficos exige. Globalizaç ão: em direç ão a um mundo só? n. R. o trabalho procura analisar o papel dos principais atores – a ascensão de poderosas organizações que operam em escala transnacional e o Estado-nação cujo poder e influência estão definhando. TC Cs e TGIs de cu rsos de graduação.9.20. o desenvolvimento cultural do ser humano.. H.O.V A s artes e . aperfeiçoamento e/ou especialização).69. o resumo (acompanhado das palavras-chave) na língua original faz parte dos elementos pré-textuais. Sch lüsselwörter (al emão).3 O processo de globalização. os seguintes cabeçalhos: Abst rac t ou S umm ary (inglê s). Identifica nele as origens do pensamento psicológico de L. Estudos Est udos E studos Av ançados A vançados. Em artigos científicos. 65-76 . 1999. Motsclés (francês). R ia ssunt o (italiano). os resumos (acom pan hados das palavras-ch ave) na língua original e em língua estrangeira fazem parte dos elementos pré-textuais. p./dez. histórico-culturais e espaciaisecológicas. Educação e Sociedade Sociedade.25. Zusa mmen fa ssun g (alem ão).. v.4 . Rés umé (fran cê s). enquanto que o resumo (e correspondentes palavras-chaves) em língua estrangeira deve ser colocado após o texto. 3 JAPIASSU. dez.

capítulo ou artigo. ao fim do artigo. semin ár ios. e-mail. que também podem estar localizadas ao final do texto. desta forma. dissertações ou monograf ias. dicionário.. as referências são apresentadas antecedendo tais textos.cit. destinadas às informações adicionais e não essenciais para a compreensão do texto. No primeiro caso. Independentement e do tipo de fon te ou autoria mencionada no trabalho. relatórios técnicos e legislação. conforme a natureza do trabalho. As notas de rodapé ficam. cd-rom.. publicações periódicas on line) ou eventos técnico. ibidem (ou id. são obrigatórias nesse tipo de trabalho e sua elaboração deve seguir as orientações da NBR 6023:2002.científicos como con gr essos. segu e. eliminando as inúmeras referências completas e as expressões idem. as referências podem aparecer: em listas após o texto. também chamado de ‘autor-data’ quando relacionado à citação) e o numérico (ordem de citação no texto).) e op. 3.se a ordem numérica crescente para apresentação das listas. ao fim de cada capítulo. homepage. No sistema numérico. da ABNT. 57 . j ornais. Vale destacar qu e a adoção do primeiro sistema (alfabético) tem a vantagem de despoluir visualmente o rodapé da página. Nestas situações. ibid. . as listas são apresentadas em ordem alfabética única. consistem em obras como livros. teses. As fontes das informações contidas em um texto são diversificadas. antecedendo apêndices e anexos. dentre outros. é obrigatória a sua identificação na lista das referências. enciclopédias. A ABNT estabelece que este sistema não pode ser usado concomitantemente para notas de rodapé ou explicativas. manuais. etc..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS As referências de um trabalho acadêmicocien tífico consistem na list agem com as informações sobre todas as fontes/autores mencionados no texto.1 Localização das referências Os si stem as m ais ut ili zados par a apresentação das referências são o alfabético (or dem al fabét ica de en trada. Já em resumos e resenhas. documentos oficiais. jorn adas. os trabalhos também podem apresentar informações cuja fonte são documentos eletrônicos (disquetes. art igos de publi cações cien tí fi cas ou especiali zadas (peri ódi cos). Além disso.

).10-15) e entre datas de fascículos seqüenciais (19981999). já destacado em letras maiúsculas na primeira palavra (com exclusão de artigos ou monossílabos). após o título.as reticên cias são usadas para in dicar supressão de parte de títulos (Anais. Humberto). . FISCHER. Quan to à pontu ação. Comp. O título da obra ou do periódico é sempre grifado com destaque (itálico ou negrito). 3. v. . que caract eriza fu nção na elaboração e/ou responsabilidade sobre a obra (BOSI.. Alfredo (Org. t ambém deve ser un if orme em todas as ref erê ncias. edição (7.. teses e di ssert ações (Mestrado em Educação). e no final da referência.). antes Pesquisa da editora (São Paulo: Atlas).os dois pontos são usados antes do subtítulo. é usado para separar os autores (FLEURY.a vírgula é usada após o sobrenome do autor (ECO.usa-se ponto após o nome do autor/autores (AGUIAR. este deve ser mantido em todas as referências de um mesmo documento. digitadas em espaço simples e separadas entre si por dois espaços simpl es (NBR 14724:2005).). grau nas monografias de conclusão de curso e especial ização. set. Rio de Janeiro. . As referências de uma lista devem seguir sempre os mesmos princípios.2.os parênteses são usados para indicar série.2 Aspectos gráficos das referências A elaboração das referências deve seguir a seqüência dos elementos do documento a ser referenciado. . João. conforme os modelos prescritos na norma (NBR 6023:2002).. Esta regra não se aplica às obras sem indicação de autoria ou de responsabilidade. As referências são alinhadas à margem esquerda do texto. para o título... M.58. usa-se vírgula: após o título da revista/periódico. quando este for apresentado na referência (Pesquisa social: métodos e técnicas).).o hífen é utilizado entre páginas (p.15-21. e depois do termo In:. após a cidade onde o periódico é publicado. p. .3. .)).. Ao negrito ser definido um tipo de destaque.o colchete é usado para indicar os elementos de referência que não aparecem na obra referen ciada. T. Em caso de referência de periódicos. pois neste caso o elemento de entrada é o próprio título. . porém são conhecidos [1991]. Org. respeitando-se os seguintes padrões: . seguido de espaço. Por exemplo: ao optar pel a uti lização abre viada do prenome do autor. após o número do periódico e após as págin as da r evist a/periódico (Política e Administração. L. 1997).. após a editora. M. de forma abreviada (Coord. n. isto deve ser adotado em todas as referências daquela lista. R. -o ponto-e-vírgula.). ed. entre o número do ano/volume e o número do periódico.

3. separados por ponto-e-vírgula. (e outros). FLEURY. . Sueli. FREIRE. de indicação de produção científica em curriculum vitae ou e m r elatór ios para órgãos de financiamento.. R.). Cultura e poder nas organizações São Paulo: poder organizações. no singular. Micropolíticas : cartografias do desejo. a entrada da referência é feita pelo nome do responsável (ou dos responsáveis. se for o caso). . 1986. etc. Atlas. ed. 10. entre parênteses.). Perspectivas e dilemas da educação popular Rio de Janeiro: educação popular. do tipo de participação. acrescentandose a expressão latina et al. é facultado indicar todos os autores. Em caso de projetos de pesquisa. Vivendo e aprendendo. L. FISCHER. (Coord. . ROLNIK.3 Regras gerais para elaboração de referências 3. 1986. Editor. Graal.quando há dois ou três autores. Paulo et al. T. mencionam-se todos eles na ordem em que aparecem na obra.quando houv er indicação explícita de responsabilidade pelo conjunto da obra (Organizador. Coordenador. 1989.) em coletâneas de vários autores. ed. Petrópolis: Vozes. Vanilda (Org.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. 2. GUATTARI. PAIVA.quando há mais de três autores mencionase apenas o primeiro autor.. 1986. M. Félix. 59 .1 Regras quanto à autoria . seguido da abreviação. M. seguido de espaço.. São Paulo: Brasiliense.

SANTA CATARINA. Carlos. Quando a entidade tem uma denominação genérica. como segue: a) quando ligados por hífen: SCHERER-WARREN. ed. Lenilson Naveira. Relatório de atividades. 1993.... em letras maiúsculas. Tristão de. .. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro. ATHAYDE.quando a autoria for desconhecida (por exemplo: artigos de jornal sem autoria explícita.. Rio de Janeiro: Record. elatório 2001. estes devem ser escritos na ordem em que aparecem. Gerência da vida: reflexões filosóficas. Rio de Janeiro: Schmidt.em caso de pu blicação assinada por e nt idade (órgãos gov ern am en tais. O termo anônimo não deve ser usado para substituir o nome do autor desconhecido. 10. PROCURA-SE um amigo. 1990. 212-213. 3. desde que seja a forma adotada pelo autor.. em pr esas.). 3 v. Anais. Secretaria da Saúde. Brasília: SEF 1997. Florianópolis. Caio. p.quando o autor for conhecido pelo pseudônimo. Debates pedagógicos. 1931. d) o nome do autor é conhecido de forma composta: MACHADO DE ASSIS. . etc. b) quando o segundo nome indica parentesco: PRADO JR. Ilse. e) o nome é espanhol: GARCÍA MARQUES.60. 1979. 1979.. Guia dos livros didáticos: 1ª à 4ª dos livros séries. Curitiba: Associação Bibliotecária do Estado do Paraná. CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO. DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro. . editoriais. esta deve ser indicada como autor. a entrada é feita pelo título.quando os aut ores tê m sobr enom es compostos. .. Anais. associações. . c) quando um dos nomes é adjetivo: CASTELO BRANCO. seu nome é precedido pelo órgão superior ou pelo nome da jurisdição geográfica à qual pertence. . MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO. este deve constar na referência. Curitiba. congressos. Gabriel. instituições). In: SILVA.

2 Regras quanto ao título e subtítulo . SIMPÓSIO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . [Trabalhos apresentados].quando se referenciam várias obras do mesmo au tor em uma mesma página. Turismo e espaço : rumo a um conhecimento interdisciplinar. acrescentam-se letras minúsculas ao ano. Adyr Balastreri. entre colchetes. sem chegar aos dois pontos. . . deve-se atribuir uma palavra ou frase que identifique o conteúdo do documento. Carreira e competência: gerenciando o seu maior capital. CHIAVENATO. modernidade e globalização . seguido de ponto. 1989. apenas o título principal é grifado (negrito ou itálico). 2002. I. RODRIGUES.. 1997b. RODRIGUES. na seqüência alfabética ascendente. São Paulo: Hucitec. 1997b 3. 1989. 2.3.. São Paulo: Hucitec. 61 . 1997a. Salvador. São Paulo: Saraiva. Em caso do uso do subtítulo.o título e subtítulo (se for usado) devem ser apre sent ados tal com o f iguram no documento. substitui-se o nome do autor das referências subseqüen tes por u m t raço su bli near equivalente a seis espaços.em casos de obras do mesmo autor publicadas no mesmo ano.. ______. separados por dois pontos. Turismo. Brasília: Ministério da Educação. 1997a. .quando não existir título. RODRIGUES.

. VALENCIA. Das mulheres e das flores.].62. MAIA. abreviando-se os pre nom es e su prim in do.em caso de haver duas editoras. e ampl. indica-se a primeira ou a que estiver em destaque. 2.]. Em caso de informações complementares à edição. São Paulo: EDUSP.3. Belo Horizonte: [s. 2001.). indica-se a expressão sine nomine abreviada e entre colchetes [s. ed. 3. . Ana Maria. (Coord. 1974.A. Robert K.: (No livro: Editora Atlas S. ed. indicam-se ambas com os respectivos locais (cidades).quando não se tem o nome da editora. ambos na língu a do document o. rev. 2000.. São Paulo: Cortez. esta deve ser identificada na referência.3 Regras quanto à edição e editora . I. ZARIFIAN. . Carlos A. Já se forem três ou mais. abreviando-se os números ordinais e a palavra edição. ALFONSO-GOLDFARB. 2001. Rio de Janeiro: Expressão e Cultura.) .. Estudo de caso : planejamento e métodos. Antonio Joaquim. 1995. YIN. 21. desde que sejam dispensáveis para a identificação.n. .História da ciência: o mapa do conhecimento.o nome da editora é indicado da forma como se apresenta no documento. P Objetivo competência: por uma nova lógica. os acréscimos devem ser indicados de forma abreviada.a partir da segunda edição.n. Obs. SEVERINO. Metodologia do trabalho científico.se as design ações da n at u reza j ur ídica ou comercial. Porto Alegre: Bookman. São Paulo: Atlas.

quando houver mais de um local para uma só editora. Discursos do pregador. Viçosa. . OS GRANDES clássicos das poesias líricas. A prática da pesquisa. 63 .].: s. Sylvio. utilizam-se as expressões sine loco e sine nomine. Viçosa.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3.3. Viçosa. MG.]: Ex Libris. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil.n.quando a cidade não aparece no documento.: No documento de que trata a referência acima. BELTRÃO III. Em caso de haver cidades com o mesmo nome. Obs. dentre outros.quando o local é desconhecido.l. abreviadas. [S. . abreviada e entre colchetes [S. mas pode ser identificada. de M.quando o local e a editora não puderem ser identificados no documento.. AL.o local (cidade) deve ser mencionado na referência tal como indicado no documento. 1977. são indicados como locais: São Paulo – Rio de Janeiro – Lisboa – Bogotá – Porto – Buenos Aires – Guatemala – Madrid. C. [São Paulo]: SDF Editores.].l. deve-se utilizar a expressão sine loco.l. . deve ser indicada entre colchetes. .. 1994. RJ . indica-se o primeiro ou o mais destacado. acrescenta-se a abreviatura do Estado ou do país. [S. 1930. entre colchetes. CASTRO. LAZZARINI NETO. Cria e recria. 1981.4 Regras quanto ao local . J.

1995. mar. semestres ou estações do ano. 2.6 Regra quanto à paginação . após o ponto final. . 2002. por isso. Quando nenhuma dessas datas puder ser determinada.3. (publicação sem número de páginas) Paginação irregular.. 3.quando a publicação não apresentar número de páginas ou se a numeração for irregular.1995.quando a publicação indicar.. entre colchetes. Aug. impressão ou apresentação (depósito) de um trabalho acadêmico.64. estas informações devem ser transcritas da seguinte forma: os bimestres. 2001. distribuição. (publicação com paginação irregular) . maio/dez. 1950] Década certa – [196-] Década provável – [196-?] Século certo – [18-] Século provável – [18-?] . trimestres. 1996. bim. sem. no lugar dos meses. 3. mas não indicada no documento – [1976] Uso de intervalos menores de 20 anos – [entre 1970 e 1985] Data aproximada – [ca. conforme as seguintes indicações: Um ano ou outro – [1996 ou 1997] Data provável – [2001?] Data correta./Sept. primavera 2000. seja ela de publicação.5 Regras quanto à data A data é um elemento essencial à referência e. divisões por bimestres.3.quando em indicações de meses. 3. as expressões: Não paginado. ao final da referência devem ser indicadas. registra-se uma data aproximada. estes devem aparecer de forma abreviada. as estações do ano tal como figuram na publicação. trimestre e semestres abreviados. sempre deve ser indicada. Autumm 1970. no idioma original da publicação.

ao final da referência). Observações: a) os elementos essenciais são os de descrição obrigatória na elaboração da referência. Livros GRAMSCI. etc. indicação de coedit ores. 1988. enciclopédias. menção à edição exclusiva para assinante. i nf ormações descr iti vas sobre o docu men to (por exemplo: a) em caso de jornal.4. c) o elemento ‘tradução’ e a indicação de subtítulo da obra são opcionais. o subtítulo não é grafado em negrito ou itálico. tr adu tore s. Antônio. Caso seja indicado. política Estado moderno. monografias). Metodologia científica 3. Título da obra em negrito ou itálico (apenas a primeira letra em maiúscula. MARCONI. Turismo e espaço: rumo a um conhecimento . b) alguns dos elementos complementares considerados na NBR 6023:2002 da A BNT são: n úm ero de págin as do docu men to. interdisciplinar. ano de publicação. São Paulo: Atlas. São Paulo: Hucitec. catálogo. Maquiavel. científica ed. abreviado(s) ou não). dissertações. 65 . 5 Para fins de elaboração de referências. Prenome e outros Sobrenomes (se houver. A. se houver). b) indicação de apoio de entidade governamental à publicação referenciada. manuais. IS BN. 2000. dicionário.4. científica. são acrescentados elementos complementares para melhor identificá-lo. ao final da referência. Eva Maria.1 Monografias 3. monografia como o doc umento constituído de uma só parte ou de um número pré-estabelecido de partes que se complementam. Número da edição (a partir da segunda edição. trabalhos acadêmicos (teses.1. como livros.4 Modelos de elaboração de referências 3. Marina de A. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. quando necessário e de acordo com o docu me nto a ser referenciado. B. RODRIGUES. Luiz Mário Gazzaneo.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. ..1 Monografias consideradas no todo5 Elementos essenciais – regra geral SOBRENOME do autor. poden do variar conf orme o ti po de documento. a política e o Estado moderno Tradutor: Maquiavel. Assim. a não ser em casos de nomes próprios). LAKATOS. 1997. a NBR 6023: 2002 da A BN T define .. Local (nome da cidade): Editora..

Português. . etc. Universidade Federal de Minas Gerais. Qualidade de vida no trabalho . M.66. Bíblia BÍBLIA. local. Ano de apresentação. Dissertação (Mestrado em Administração) . dissertação.] (o grau) – vinculação acadêmica. ed. ano da defesa. Enciclopédia THE NEW Encyclopaedia Britannica: micropaedia.Faculdade de Ciências Econômicas. 1986. Título : subtítulo. 1980. 2002. Tipo de documento [tese. 5 v. Rio de Janeiro. 1989. 1989. Edição Ecumênica. Normas Técnicas ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023 : informação e documentação: referências: elaboração. Tradução de Padre Antônio Pereira de Figueiredo. trabalho de conclusão de curso.. Prenome e outros Sobrenomes (se houver. abreviados ou não). RODRIGUES. Bíblia Sagrada . 180 f. Rio de Janeiro: Delta. Dicionário contemporâneo da Língua Portuguesa. 1980. Chicago: Encyclopaedia Britannica. Instituição. Caldas. Dissertações e Teses SOBRENOME do autor. V. Dicionário AULETE. Belo Horizonte.. Número de folhas ou volumes. 3. 30 v. Rio de Janeiro: Encyclopaedia Britannica.

ano.4. 1990. Título da obra: subtítulo (se for o caso). Manual de redação e estilo . Tese (Livre Docência) .br/redac/manual. (ABNT . 51 f. Local: Editora. Processamento de linguagens naturais através de funções recursivas de expressões regulares condicionais .1. In: SOBRENOME.estado. G. 3. 1997. A.. artigos de coletâneas com autor e/ou título próprios. Edição (a partir da segunda. M. 1990. 5 CD-ROM. Documentos em CD-ROM KOOGAN. 1998.2 Monografias no todo em meio eletrônico São as monografias apresentadas em meio eletrônico como disquetes. capítulo ou outra forma de individualizar a parte referenciada. (Ed). volumes. 6 Não se recomenda referenciar material eletr ônico de curta dur aç ão nas redes. Para referenciá-las. Universidade de São Paulo. MORGADO. O ESTADO DE SÃO PAULO.C. sem negrito ou itálico). 1990. O padrão da referência é: SOBRENOME. São Paulo: Delta: Estadão. segue-se as normas dos document os monográf icos n o t odo. Prenome(s) e outro(s) Sobrenome(s) do(s) autor(es) da parte.com. Enciclopédia e dicionário digital 98.1.4. Universidade Camilo Castelo Branco.3 Partes de monografia Inclui as referências de capítulos. Obs. etc.: Nos casos em que o autor do capítulo ou do artigo é o mesmo da obra. cd-rom. o nome após a expressão In: é substituído por 6 traços sublineares.L.L. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização) – Faculdade de Odontologia. seguidos de ponto. . São Paulo.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ CAMPOS. precedido da expressão Disponível em: e a data do acesso ao documento. 1990.html>. Prenome do autor da obra como um todo.. N BR 6023:2002). 3.Escola Politécnica. acrescidas de descrições físicas do meio eletrônico. Documentos online 6 Deve-se apresentar o endereço eletrônico entre os sinais < >. 67 . São Paulo. 105 f. Título da parte (apenas a primeira letra maiúscula. Disponível em: <http://www1. se houver). precedida da expressão Acesso em:. A. Reimplante dentário .. excetuando-se nome próprio. Acesso em: 19 maio 1998. HOUASSIS. online. São Paulo.

5. 3.). Os primeiros agregados humanos.). número de jornal ou caderno de jornal completo. Gilles.68. Vida psíquica e organização. geralmente há a indicação de um ou mais autores como responsáveis pela obra (Coordenador. Curitiba. cap.. .. 1997. Viagem astral aos domingos.4 Parte de monografia em meio eletrônico Segue m. 7 Coletâneas são publicações compostas por artigos ou textos de vários autores em uma única obra. Disponível em: <http://www.. Artigo de coletânea7 AMADO.4. SOUZA. reportagens. acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado.se as n ormas an ter iores para ref ere nciar part es de mon ogr af ias. BOUTHOUL. 1987. seções. Capítulo de livro LAKATOS.14-16. matérias jornalísticas. 7.2 Publicações periódicas Publicações periódicas abrangem os seguintes documentos: coleções completas. In: ______. 2000. In: ______. Parte de uma obra MOSCA. p. editoriais. FREITAS. Reflexões para o silêncio. as pu blicaçõe s pe riódicas tam bé m são referenciadas segu ndo as caract erísticas específicas de cada tipo.1990.). (Org. Sociologia da administração . Acesso em: 25 jul.1. ed.).. 1988.refletindo. bem como matérias apresentadas em u m n úmero. Prestes. volume ou fascículo de periódicos (artigos científicos de revistas. 122-143. G.br/ livrosonline/leitura_32>. In: TOLEDO. Da m esm a f orma que nas ref erê ncias de m onograf ias (completas ou partes). Editor. Cultura e poder organizacional e novas formas de gestão empresarial. Rio de Janeiro: FGV. etc. p. p. Maria Ester de (Org. São Paulo: Atlas. G. S. Organizador. N as coletâneas. Eva Maria. 3. fascículo ou número de revistas.com. B. In: MOTTA. Coesão organizacional e ilusão coletiva. História das doutrinas políticas. MACEDO. A. Fernando C. Rio de Janeiro: Guanabara. 103-115. etc.4.

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

3.4.2.1 Publicação periódica como um todo

Usa-se referenciar toda a coleção de um título de periódico em listas de referências e catálogos de obras preparados por bibliotecas, editoras ou livreiros. O padrão de referência é:
TITULO DO PERIÓDICO. Local de publicação (cidade): Editora, datas de início e encerramento da publicação, quando houver.

TRANSINFORMAÇÃO. Campinas: PUCCAMP 1989-1997. ,

CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO. Brasília: Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, 1972-

Obs.: quando a publicação está em vigor, apresenta-se o ano de início, acrescido de hífen e sem ponto final.

3.4.2.2 Partes de publicações periódicas Abrange volume, fascículo, números especiais e suplementos, sem título próprio. A referência padrão é:

TÍTULO DA PUBLICAÇÃO. Local: Editora, numeração do ano e/ou volume, numeração do fascículo, informações de períodos, datas de publicação.

VEJA. São Paulo: Abril, v.31, n.1, 15 jan. 1998.

... 69

70...

3.4.2.3 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas Inclui fascículos, volumes, números especiais e suplementos (com título próprio); além dos artigos, editoriais, comunicações, entrevistas, resenhas, reportagens e outros.

SOBRENOME, Prenome do Autor. Título da parte, artigo ou matéria. Título da Publicação , Local, numeração correspondente ao volume e/ou ano, fascículo ou número (conforme o caso), página inicial-final (quando se tratar de artigo ou matéria), data ou intervalo de publicação.

Obs.: se necessário, podem ser acrescentadas informações complementares que melhor identifiquem o documento.

GUIA Exame 2002: as 100 melhores empresas para você trabalhar. Exame, São Paulo, set. 2002. Edição especial. NUNES, Clarice. História da educação brasileira: novas abordagens de velhos objetos. Teoria
& Educação , Porto Alegre, n.6, p.151-182, 1992.

LEAL, Elisabeth J. M. Pesquisa e produção escrita. Turismo: visão e ação, Itajaí, v. 4, n.8, p.99109, abr./set. 2001. GURGEL, C. Reforma do Estado e segurança pública. Política e Administração, Rio de Janeiro, v.3, n.2, p.15-21, set. 1997.

3.4.2.4 Artigo e/ou matéria de revista, boletim, dentre outros, em meio eletrônico As referências seguem as normas indicadas para artigos e/ou matérias de publicações periódicas, conforme os tópicos anteriores, acrescentando-se a descrição física do meio eletrônico.

MALOFF Joel. A internet e o valor da “internetização”. Ciência da Informação , Brasília, v. , 26, n. 3, 1997. Disponível em: <http://www.ibict.br/cionline/>. Acesso em: 18 maio 1998. VIEIRA, Cássio Leite; LOPES, Marcelo. A queda do cometa. Neo Interativa, Rio de Janeiro, n.2, inverno 1994. 1 CD-ROM.

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

3.4.2.5 Artigo e/ou matéria de jornal Inclui editoriais, entrevistas, comunicações, reportagens, resenhas e outros. A referência padrão é:

SOBRENOME, Prenome do Autor (se houver). Título da matéria. Título do Jornal, Local de publicação, data de publicação. Seção, caderno ou parte do jornal, página da matéria.

Obs.: quando não houver caderno, seção ou parte, a página da matéria ou do artigo precede a data.

BEVILACQUA, Viviane. A fome dói, diz José, um brasileiro. Diário Catarinense , Florianópolis, 3 nov. 2002. Página Quatro, p.4. LEAL, L. N. MP fiscaliza com autonomia total. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, p. 3, 25 abr. 1999.

3.4.2.6 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico A referência segue a norma indicada no item anterior, acrescentando-se as informações sobre a descrição física do meio eletrônico.

HISTÓRIA, razão e fé. Folha de S. Paulo Online , São Paulo, 3 nov. 2002. Folha Opinião. Disponível em: <http://www.uol.com.br/fsp/opiniao/inde03112002.htm>. Acesso em: 3 nov. 2002.

... 71

3.. ano. local (cidade) de realização. O padrão de referência para esses tipos de documentos é: NOME DO EVENTO. proceedings. 4. atas. 1997..4. do documento (anais. proceedings. resultados.3 Publicações em eventos 3.3.. WORKING CONFERENCE ON INFRASTRUCTURES FOR VIRTUAL ORGANIZATIONS: managing cooperation in virtual organizations and electronic business towards smart organizations. 1996.. anais. 1996. Anais.htm>. 4. Recife. Proceedings… Boston: Kluwer Academic Publishers. Anais eletrônicos.ufpe. Acesso em: 21 jan. data da publicação.4..1 Eventos como um todo Constitui u m tipo de pu blicação com o con ju nt o de docum en tos/t rabal hos apresentados ou reunidos em um evento. Recife. Florianópolis. Título.) Local de publicação: editora.. 2000. .4.. numeração (se houver). Recife: UFPe.3. Disponível em: <http://www.propesq.. CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe... 3.2 Eventos como um todo em meio eletrônico A referência segue a norma anterior para publicação de documento de evento como um todo. acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado. 1996. Recife: UFPe.72. 1996. CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe. dentre outros. como atas. 2..br/anais/anais. etc. … 2000.

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

3.4.3.3 Trabalho apresentado em evento té cn ico- ci ent íf icos. A re fer ênci a dev e apresentar os seguintes elementos e forma:

São os artigos, comunicações, projetos, dentre outros trabalhos apresentados em eventos

SOBRENOME DO AUTOR, Prenome e outros Sobrenomes do Autor (se houver, abreviados ou não). Título do trabalho apresentado. In: NOME DO EVENTO, numeração do evento (se houver)., ano, local de realização do evento. Título... (Anais, Proceedings, Resumos, etc.) Local de publicação: Editora, data de publicação. página inicial-página final do trabalho referenciado.

RODRIGUES, M. V. Uma investigação na qualidade de vida no trabalho. In: ENCONTRO ANUAL DA ANPAD, 13., 1989, Belo Horizonte. Anais… Belo Horizonte: ANPAD, 1989. p. … 455-468.

3.4.3.4 Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico

Segue a norma de referência indicada no item anterior, acrescida das informações do meio eletrônico utilizado.

SILVA, R. N.; OLIVEIRA, R. Os limites pedagógicos do paradigma da qualidade total em educação. In: CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe, 4., 1996, Recife. Anais eletrônicos... Recife: UFPe, 1996. Disponível em: <http://www.propesq.ufpe.br/anais/anais/ educ/ce04..htm>. Acesso em: 21 jan. 1997. GUNCHO, M. R. A educação à distância e a biblioteca universitária. In: SEMINÁRIO DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 10., 1998, Fortaleza. Anais... Fortaleza: Tec Treina, 1998. 1 CD-ROM.

... 73

74...

3.4.4 Documentos jurídicos 3.4.4.1 Legislação Estão incluídos nesse tipo de documento: a Constituição, emendas constitucionais, textos legais (leis ordinárias, medidas provisórias, decretos, resoluções do Senado Federal); normas de instituições públicas e privadas (resolu ções, portarias, ordem de serviço, comunicado, instrução normativa, circular, dentre outros). A referência é elaborada com base n a n orma padr ão, podendo ser acrescentados elementos complementares, caso sejam necessários.

JURISDIÇÃO (ou cabeçalho da entidade, caso tratar-se de normas). Título do documento. Especificação do documento (ex.: Diário Oficial, Código civil, Lex), Local (cidade), numeração (volume, número e páginas, conforme o caso), data.

Obs.: quando a referência for de Constituições e suas emendas, entre o nome da jurisdição e o título acrescenta-se a palavra Constituição, seguida do ano de promulgação, entre parênteses.
BRASIL. Constituição (1988). Emenda constitucional nº 9, de 9 de novembro de 1995. Lex: legislação federal e marginália, São Paulo, v.59, p.1966, out./dez. 1995.

SÃO PAULO (Estado). Decreto nº 42.822, de 20 de janeiro de 1998. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência, São Paulo, v. 62, n. 3, p.217-220, 1998.

BRASIL. Decreto-lei nº5.452, de 1 de maio de 1943. Aprova a consolidação das leis do trabalho. Lex: coletânea de legislação: edição federal, São Paulo, v. 7, 1943. Suplemento.

BRASIL. Código civil. 46. ed. São Paulo: Saraiva, 1995.

3.4.4.2 Jurisprudência

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. In: ______. Súmulas. São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil, 1994. p.16.

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Hábeas-corpus nº 181.636-1, da 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Brasília, DF 6 de dezembro de 1994. Lex: jurisprudência do , STJ e Tribunais Regionais Federais, São Paulo, v. 10, n. 103, p. 236-240, mar.1998.

3.4.4.3 Doutrina Refere-se a qualquer discussão técnica sobre questões legais publicadas na forma de monografias, artigos de periódicos, papers, etc. A doutrina é referenciada conforme o tipo de publicação.
BARROS, Raimundo Gomes de. Ministério Público: sua legitimação frente ao Código do Consumidor. Revista Trimestral de Jurisprudência dos Estados, São Paulo, v. 19, n. 139, p. 53-72, ago. 1995.

3.4.4.4 Documento jurídico em meio eletrônico Para este tipo de documento, o padrão de referência segue a norma indicada para documentos jurídicos (itens anteriores), acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado.
BRASIL. Regulamento dos benefícios da previdência social. In: Sislex: Sistema de Legislação, Jurisprudência e Pareceres da Previdência e Assistência Social. [S.l.]: DATAPREV 1999. 1 CD-ROM. ,

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. Não é admissível, por ato administrativo, restringir, em razão de idade, inscrição em concurso para cargo público. Disponível em: <http:// www.truenetm.com.br/jurisnet/sumusSTF .html>. Acesso em: 29 nov.1998.

3.4.5 Patente
ENTIDADE RESPONSÁVEL e/ou autor. Título. Número da patente, datas do período de registro.

EMBRAPA. Unidade de Apoio, Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação Agropecuária (São Carlos, SP). Paulo Estevão Cruvinel. Medidor digital multissensor de temperatura para solos. BR n. PI 8903105-9, 26 jun. 1989, 30 maio 1995.

... 75

São Paulo. Rio de Janeiro: Enciclopédia Britânica do Brasil.ufl. 3 ½ pol. 1 mapa.jpg>. Especificação do documento. 13 jul. ATLAS Mirador Internacional. Disponível em: <http://www. 557 Kb (tamanho do arquivo). 2002. Local: Editora. 1 imagem de satélite. SP). 1994.4.4. 8 ABNT. Acesso em: 15 jan. [2000?]. GOES (denominação do satélite). Escala 1:2. globo e fotografia aérea. 1 disquete.GIF (título do arquivo).: Nota sobre a referência/arquivo digital 8 : 1999071318. mapa.000. IR04 (banda). 3. 1931-2000 Brazil’s confirmed unprovoked shark attacks. National Oceanic and Atmospheric Administration. 08 (número do satélite na série). INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo. Escala. GOES-08: SE. 13 jul.11. ESTADOS UNIDOS. porém com as devidas informações referentes ao meio eletrônico em que é apresentado. UNIVALI (instituição geradora). 17:45Z (horário zulu).. 1999071318. Gainesville. . SE (localização geográfica). Itajaí (local). O padrão de referência é: AUTOR. Escalas variam.000. Escala 1:40. 1999. 1 atlas.6 Documento cartográfico Abrange: atlas.6. p. color. Título. 17:45Z. 1981. 1999 (data da captação). FLORIDA MUSEUM OF NATURAL HISTORY. 1 atlas. GIF.1 Documento cartográfico em meio eletrônico O documento cartográfico segue os padrões indicados anteriormente. 3.000. Itajaí: UNIVALI.. Obs. IR04. Regiões de governo do Estado de São Paulo. 557 Kb. NBR 6023:2002. data de publicação.76. 1999.flmnh.edu/fish/Sharks/statistics/Gattack/map/Brazil.

color. São Paulo: UMIBO. fotografias.jpg.7 Documento iconográfico Refere-se a gravuras. 1980. dentre outros... 1 disquete. Geddes 135. Quando não existir título para o documento. Doença dos xavantes. 51 Kb.7. Anne. 2000.1 Documento iconográfico em meio eletrônico GEDDES. Título. deve-se atribuir uma denominação ou indicar [Sem título] entre colchetes. 1999. 1 fotografia.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. 5 ¼ pol. Altura: 432 pixels.. BRITTO. 25 cm x 25 cm. Largura: 376 pixels. caso seja necessário.4.. 19 transparências. 77 . Especificação do documento. Romero. Formato JPEG. diapositivo. diafilme. . KOBAYASHI. NOVAS descobertas para o terceiro milênio. Data. desenho técnico. 25 cm x 20 cm. [Sem título]. color. transparências. cartazes. K. pinturas. O padrão para referenciar esses tipos de documentos é: AUTOR. Também podem ser acrescentados elementos complementares do documento à referência. 1 gravura. 3. 1982.4.

35 mm. CDs (compact disc). videocassetes. DVD. data e especificação do suporte em unidades físicas. data. conforme o caso). Local: Produtora. 2 cassetes sonoros. dentre outros. entrevistado. Rio de Janeiro: Riofilme..78. color. Caetano. Diretor. 1 video sonoro. Produtor (conforme as informações disponíveis). Departamento Nacional. Título. 1998. Circuladô vivo. 3. Produção: Martire de Clermont-Tonnerre e Arthur Cohn.9 Documento sonoro Compreende discos. 1 bobina cinematográfica (106 min). 3. Entrevistadores: V Tremel e M. também deve ser seguido o seguinte padrão: COMPOSITOR (ou intérprete.4.. Produção do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial. Deve-se seguir o seguinte padrão: TÍTULO.4. . No caso de entrevistas gravadas que necessitam ser referenciadas. Garcia. Brasília: SENAI/DN. Local: Gravadora (ou equivalente). São Paulo: Polygram. 1991]. son. fitas cassete. Especificação do documento. etc. VELOSO. SILVA. CENTRAL do Brasil. São Paulo: SENAI-SP.. Luiz Inácio Lula da Silva: depoimento [abr. .. PORTADOR de necessidades especiais no trabalho: depoimentos. 1992. Direção: Walter Salles Júnior. 2001. 1 CD. Luiz Inácio Lula da.8 Imagem em movimento Envolvem as referências de filmes. 1991.

Version 4. p. 5 fonte científica ou técnica de disquetes. maquetes. 18-]. 1918. O padrão para referência é: Mensagens trocadas por email têm caráter informal. As mensagens de correio e le trônico “devem ser 9 referen ciadas meio eletrônico s omen te quando não se dispuser de nenhuma outra fonte para abordar o Abrange os documentos do tipo base de dados. assunto em discussão.10 Documento tridimensional Abrange as esculturas. 1 bule.4.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. 1995. A referência desses documentos deve apresentar o seguinte padrão: AUTOR (criador artístico do objeto. 79 . objetos e suas representações (fósseis. animais empalhados. BULE de porcelana. listas de discussão. e meio eletrônico. Versão (se houver). NBR 6023:2002.. arquivos em disco rígido. 13). monumentos. [China: Companhia das Índias.]: Microsoft Corporation. não sendo recomendável seu uso como UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ.1. DUCHAMP.l. Escultura para viajar. 1998. pesquisa. Marcel. esqueletos. programas de computador. Curitiba.11 Documento de acesso exclusivo em MICROSOFT Project for Windows 95. mensagens eletrônicas. dentre outros). quando identificado). Data. AUTOR(es)se for o caso. desaparecem rapidamen te.doc. Biblioteca Central. Descrição física do in terpes soal e efêmero. 1 escultura variável. Normas. Título (caso não exista.. Especificação do objeto.” (ABNT. 1 CD-ROM.4. Título (do serviço ou produto). atribuir denominação ou indicar [Sem título] entre colchetes). objetos de museu. [S. 9 3. etc. .

ed. 2. São Paulo. 1997. ao final da referência. J. 1991.4. Responsável técnico Delosmar R.org. M. L. O que é sociologia? 7. MARINS. 1984. apostilas. Radiologia Brasileira. São Paulo: Brasiliense. podem ser acrescentados. Digitado. 1990. 1978.br/ acaro/sp/>. Bastos.23. textos não publicados. (Primeiros Passos. Memorial [mensagem pessoal]. entre parênteses. LEAL.br> em 11 nov. . sem destaque. Bula de remédio.4. Niterói. M. Acesso em: 30 maio 2002. 1999. MARQUES.13 Séries e coleções Nesses tipos de publicações. Como fazer apresentações. os títulos das séries e/ou coleções e a respectiva numeração.80. In: FUNDAÇÃO TROPICAL DE PESQUISAS E TECNOLOGIA “ ANDRÉ TOSELLO”. documentos mimeografados e digitados. ÁCAROS no Estado de São Paulo.ed. Estas informações devem ser apresentadas ao final da referência.fat. HINDLE. 1985. (Série Sucesso Profissional: seu guia de estratégia pessoal). C.4.univali. 57).. E. Tim.12 Bula de remédio RESPRIN: comprimidos.bdt. Tubarão. 2002. MARTINS. Disponível em: <http://www. 3. São Paulo: Publifolha. Italvino. No prelo. Massa calcificada da naso-faringe. J. RUBIROSA. se houver. Apostila. 3. SC.. Mensagem recebida por <simonegf@sj. 3. São José dos Campos: Johnson & Johnson. Base de Dados Tropical. Carlos B.14 Notas Como notas podem ser incluídos os seguintes documentos: publicações no prelo. Modelos matemáticos: exercícios didáticos. n. Os princípios da gestão moderna.

g) ano da entrega (4 dígitos).1 Elementos pré-textuais . Suas orientações também se aplicam.Capa (obrigatório): é a cobertura externa capa dura . Em caso de trabalhos relacionados às disciplinas de graduação. trabalhos de graduação interdisciplinares TGI. onde devem ser impressos: a)n om e do au tor. trabalhos de conclusão de curso de aperfei çoamen to e/ou especialização e outros. textuais e pós-textuais. Por outro lado. f) local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado. a trabalhos de graduação intra e extra-classe. as seguint es informações: a) nome da instituição (opcional). no que couber. . para elaboração de teses. resenhas. esses elementos podem ser adapt ados ou at é me smo desconsiderados. impresso da mesma forma que o do autor. A estrutura de trabalhos acadêmicos compreende elementos prétextuais. b) título do trabalho.. dissertações e trabalhos de conclusão de curso é obrigatório seguir a orientação da norma. papers e relatórios. b) nome do autor. deve ser especificado o respectivo volume em cada capa).UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 4 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS A estrutura de trabalhos acadêmico-científicos é orientada pela NBR 14724:2005 da ABNT. seqü encialmen te. se for o caso: v. c) identificação de números (volume. im presso longitu dinalmente.2) . d) subtítulo. dissertações. Deve conter. se houver.. e) número de volumes (se houver mais de um. uma vez que tais trabalhos têm estrutura própria. trabalhos de conclusão de cursos de graduação .TCC. do alto ao pé da lombada.Lombada (opcional): é a parte lateral da capa que reúne as folhas do trabalho. 81 . tais como fichamentos. que def in e os pri ncípios gerais par a elaboração de teses. c) título.que abrange as folhas que constituem o trabalho (Apêndice A). 4.

f) nome do orientador e do co-orientador (se houver). nome da instituição a que é submetido.Dedicatória (opcional): o autor dedica sua obra ou presta homenagens a pessoa(s). com as respectivas correções. com a identificação do conteúdo que permita a indexação). Essa f ich a de ver á ser con feccion ada por profissional bibliotecário. conforme o Código de Catalogação Anglo-Americano vigente. c) texto contendo a natureza.82. .Errata (opcional): consiste em lista das folhas e linhas onde há erros.A data de aprovação e as assinat ur as são colocadas após a apr ov ação do trabalho.) e o seu objetivo (por exemplo: para aprovação em disciplina.Agradecimentos (opcional): menção a pessoas e/ou instituições que contribuíram de forma relevante para o desenvolvimento do trabalho.). trabalho de conclusão de curso. g) local (cidade) da instituição. Aparecem em folha separada. devem ser apresentados. em seqüência.. a dedicatória deve ser localizada na parte inferior direita da folha. h) ano de entrega (4 dígitos). como as teses. se houver mais de um. . os seguintes elementos (Apêndice B): a) nome do autor do trabalho. área de concentração. e) nota contendo a natureza do trabalho (tese. obtenção de determinado grau.Folh a de aprovação (obrigatório): é apresentada logo após a folha de rosto e deve conter as segu intes informações. apresenta-se a ficha catalográfica.Folha de rosto (obrigatório): no anverso (página da frente da folha). sua subordinação ao título principal é demonstrada pelos dois pontos que o precedem). preciso. c) subtítulo (se houver. As informações são apresentadas em colunas como no exemplo abaixo: Folha Linha Onde se lê Leia-se . b) título principal do trabalho (claro. dissertação. f) nom e. ti tu lação e assin at ur a dos componentes da banca examinadora e instituições a que pertencem. No verso da folha de rosto. dissertações ou trabalhos de conclusão de curso de graduação ou especialização. e m caso de t rabalh os qu e dev am ser depositados em biblioteca. d) número de volumes. d) área de concentração. após a dedicatória e devem se limitar ao estritamente necessário. . . centralizadas na página (Apêndice C): a) nome do autor trabalho. parte inferior da página. objetivo e nome da instituição a que é submetido.. b) título do trabalho e subtítulo (se houver). e) data de aprovação. . etc. etc.

Epí grafe (opcional): aparece após os agradecimentos.Resumo em língua estrangeira (obrigatório): deve ser apresentado em folha separada do resumo anterior (ver o tópico 2 .Lista de abreviaturas e siglas (opcional): é a relação alfabética de abreviaturas e siglas con ti das n o t ext o. não deve vir entre aspas. Atenção! O sumário não deve ser confundido com o índice. também denominadas seções primárias).. por considerar significativo e inspirador em relação ao seu trabalho. b) a subordinação dos itens do sumário é destacada usando-se os mesmos tipos de fonte utilizados no texto. da Parte I deste documento. Apesar de ser escrita por outra pessoa. seções (ou tópicos) e outras partes de uma publicação (ou trabalho). Consiste na transcrição de uma frase. . da Parte II deste documento). na mesma ordem e grafia em que se sucedem no texto. qu e localiza e re mete para as in form açõe s con ti das n o tex to. gráficos. que é uma lista "de palavras ou frases. . devem ser alinhados à esquerda. or ganogram as.3 da Parte II deste documento). fluxogramas. Também é recomendada a elaboração de lista própria para cada u m dos t ipos (abreviatura ou sigla). A autoria da mensagem deve ser apresentada do lado direito. etc. . 83 .) na ordem em que aparecem no texto.4. (Atenção! Em artigos científicos o resumo em língua estrangeira faz parte dos elementos pós-textuais . . desen hos. . . escrit o por ext enso. 2). se houver. Sua elaboração é detalhada no t ópico 2 (R esu mos de trabalhos acadêm icocientíficos). Indica a página inicial em que se localiza a parte correspondente (Apêndice D).Resumo na língua vernácula (obrigatório): consiste na apresentação concisa do texto por meio de uma seqüência de f rases objetivas e seguidas de palavras-chave. Na elaboração do sumário deve-se observar os seguintes aspectos: a) o sumário tem o título centralizado. esque mas.Lista de tabelas (opcional): identifica as tabelas.Lista de símbolos (opcional): apresenta o conjunto de símbolos utilizados no texto. . ditado ou parte de um texto que o autor deseja destacar. recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo de ilustração.Resumos de trabalhos acadêmico-científicos. com respectivos nomes e números de página. d) os indicativos das seções que compõem o sumário. com respectivos nomes e números de página. fora de parênteses.Lista de ilustrações (opcional): identifica as ilustrações (quadros. c) os elementos pré-t extu ais não devem aparecer no sumário.. pensamento. na ordem em que aparecem.ordenadas segun do determ inado cri tério.Su mári o (obrigatór io): é a re lação enumerada das divisões. abaixo do texto. grafado com o mesmo tipo de fonte utilizado para os capítulos (ou divisões principais do texto." (NBR 6027:2003. . segui das do seu signi ficado (expre ssõe s ou palavras correspon dentes). com o respectivo significado.ver seção 5. Se necessário.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . na ordem em que se apresentam no texto. Epígrafes tam bém podem ser colocadas na abertura das divisões do texto (capítulos). mapas. p.

à qual se segu e o desen volvim ento. f inalizan do com uma conclusão.: 32). ou seja. Em caso de relatórios de pesquisa científica. portanto. 4. de modo que a consulta a qualquer dos volumes permita o conhecimento do conteúdo todo. os elementos essenciais que integram esta parte do trabalho são: fundamentação teórica (r evi são bibl iogr áf ica).84. Conf orme o tipo de trabalh o. análise e interpretação dos resultados. apenas que esta é a seqü ência usual de qualquer t exto acadêmico. excetuados os elementos obrigatórios. . que seguem os indicativos das seções. fornece uma visão global do assunto tratado (contextualização). n a(s) página(s) que antecede(m) imediatamente o texto. são ali nh ados pela m ar ge m do tí tu lo correspondente ao indicativo mais extenso.Desenvolvimento É a parte mais extensa e consistente do trabalho. e)os títu los e su btítulos (se h ouver). t eorias e principais idéias sobre o tema focalizado. apresenta o problema ou tema central do estudo ou da pesquisa. além de aspectos metodológicos. assim como os prétextuais. Se o trabalho compreender mais de um volume. de u m modo geral .Introdução Consiste na apresentação geral do trabalho. concisa e objetiva do tema e a delimitação precisa das fronteiras do estudo em relação ao campo selecionado e ao problema a ser estudado. os elementos que integram o desenvolvimento do trabalho poderão variar nas suas divisões e subdivisões.se com base no ti po e nos objetivos do trabalho acadêmico-científico. contextualiza-o. em função da sua natureza e da área de conhecimento a que pertencem. ou os n úme ros das págin as ini cial e f inal. O sumário é o último dos elementos prét extu ais. Nela são descritos os conceitos. destaca sua importância e seus limites quanto à extensão e à profundidade.: 32-49).. com uma definição clara. separados por hífen (ex. f) para a paginação pode-se utilizar o número da pr imei ra página (ex. resultados e interpretação do estudo quando se tratar de um relatório de pesquisa. Da mesma forma que na introdu ção. área de conhecimento ou metodologia adotada.2 Elementos textuais Os elementos textuais. Trata-se da parte inicial do texto em que o autor aponta os seus propósitos e as linhas gerais que orientaram seu pensamento. o tex to acadêm ico-cien tífico se inicia com uma in trodu ção. há distintos modos de organizar o texto. con st itu em. está localizado. . o sumário de toda a obra deve ser incluído em todos os volumes. me todologia.. No en tant o. . apresentação. Isso não significa dizer que essas part es sejam n ecessariame nt e assi m intituladas ou subdivididas.

Referências (obrigatório): constitui o conjunto padronizado de element os descrit ivos. além de sugestões para outros trabalhos. com a indicação de sua localização no texto. que complementa. encontram-se no tópico 3 – Elaboração de Ref erências de Tr abal hos Acadêm icoCientíficos. da Parte II deste documento. 85 . . consiste na revisão sintética dos resultados e da discussão do estudo realizado. utilizados no trabalho.. 4. nomes geográficos.Conclusão Como parte final do texto. seguidos de suas respectivas definições. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas.: APÊNDICE A – Roteiro de entrevista)..Índice (opcional): listagem detalhada de palavras ou expressões ordenadas a partir de critérios específicos (nomes de pessoas. comprova ou ilustra o seu conteúdo.Anexo(s) (opcional): texto ou documento não elaborado pelo au tor do trabalho. seguidas de travessão e respectivo título (Ex. .Glossár io (opci onal): lista em ordem alfabética de expressões ou termos técnicos específ icos de uma determ inada área. Os anexos são identificados por letras maiúsculas consecutivas. As orientações para sua elaboração. Nos trabalhos acadêmi co-cien t ífi cos a li stagem de referê ncias deve ide ntif icar as f ontes/ documentos mencionados (referidos) no texto.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . assuntos. A con clu são deve apresent ar dedu ções lógicas correspon dent es aos propósitos prev iamen te estabelecidos do t rabalho. . complementar ao seu trabalho. extraídos de um documento. . Pode também indicar questões dignas de novos estudos. seguidas de travessão e respectivo título (Ex. segun do a NBR 6023:2002 da ABNT.: ANEXO B – Estrutura organizacional da Empresa Alfa). . dentre outros). possibilitando sua identificação individual.3 Elementos pós-textuais .Apêndice(s) (opcional): texto ou documento elaborado pelo autor. apontando-se o alcance e o significado de suas contribuições. Tem como objetivo destacar as principais questões tratadas no trabalho acerca do estudo desenvolvido.

.86. ..

Já na folha de aprovação. no caso de dissertações e teses. pagin ação e legen das de ilustrações e tabelas.1 Formato Os trabalhos acadêmico-científicos devem ser apresentados em papel branco. 5.. com exceção das citações longas (com mais de três linhas). Os títulos das seções devem começar na parte superior da folha e ser separados do texto que os sucede por dois espaços de 1. recomendam-se Times New Roman ou Arial. margens direita e inferior: 2 cm. Para digitação recomenda-se a utilização de font e tamanho 12 para t odo o text o e tamanho menor (11 ou 10) e uniforme para citações longas (mais de três linhas). objetivo. sem brilho. O texto é digitado no anverso da folha (frente). Na folha de rosto. algumas normas gerais devem ser seguidas. notas de rodapé. digitados n a cor preta (excetuando-se as ilustrações). a nota de identificação do trabalho deve ser alinhada do meio da página para a margem direita (Apêndice B). Quanto ao tipo da fonte.4 (21 cm x 29. O texto deve ser digitado com espaço 1.5 entre linhas.5. com exceção da folha de rosto.. com form at o A. .2 Margens e espacejamento As páginas devem ser configuradas nas seguintes dimensões: margens esquerda e superior: 3 cm. Entretanto. legendas de ilu strações e de t abelas.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 5 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICOCIENTÍFICOS O projeto gráfico de um trabalho acadêmico é de responsabilidade do seu autor. 87 . notas de rodapé. 5. como prescreve a NBR 14724:2005 da ABNT. data de aprovação e identificação da ban ca exami nador a deve m ser centralizadas (Apêndice C). as informações sobre o trabalho. f icha catalogr áf ica e nota de identificação do trabalho apresentada na folha de rosto (indicando a natureza do trabalho. referências.7 cm ). As ref erên cias apresent adas ao final do trabalho devem ser separadas entre si por dois espaço simples. em cuj o verso é im pr essa a f ich a catalográfica. Também os títulos das subseções são separados do texto que os precede e que os sucede por dois espaços de 1.5. nome da instituição a que é submetido e área de concentração) que devem ser digitadas em espaço simples.

no canto superior direito da folha. em algarismos arábicos.1 2.1 2.1.1 2.1 "O indicativo de uma seção secundária é constituído pelo indicativo da seção primária a que pertence. A principal di vi são do te xto de u m docum ent o é denominada seção primária. Seção terciária 1.4 Títulos e indicativos numéricos São denominadas seções as partes em que é dividido o texto de um documento. suas folhas são numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento à do texto principal. terciária.1. Havendo apêndice(s) e anexo(s).1 2. alinhado à margem esquerda. a qual. a 2 cm da borda superior. pode se dividir em seção secundária. sendo de le separado por um espaço.. Repete-se o mesmo processo em relação às demais seções.1..2 2. Empregam -se algarismos arábicos para numerar as seções de um texto. pre cede o títu lo da seção. 5.1.3 Paginação Todas as folhas do trabalho são contadas seqüencialmente. etc.1. Exemplo: Seção primária Seção secundária 1 2 1.1 3. A nu meração é colocada a partir da primeira folha da parte textual.3 Seção quaternária 1. Esse indicativo numérico.1.1.88.1. seguido do número que lhe f or atribu ído na seqüência do assunto e separado por ponto.1 2.2.2 .1 2. 5. por sua vez. embora as páginas preliminares (pré-texto) não sejam n umeradas.1." (NBR 6024:2003). quaternária.2 3 3.2. a partir da folha de rosto. contendo a exposição ordenada do assunto.1.

o espaçamento duplo entre os parágrafos. usam-se alíneas.. d) a segunda e demais linhas do texto da alínea começam abaixo da primeira letra da primeira linha. em 2.. glossário... ver 1. 5. qu adros.. dele separado por um espaço. apêndice(s).. anexo(s) e índices não recebem in di cat iv os n um éri cos e dev em ser centralizados (NBR 14724:2005). qualquer que seja a forma adotada. usando-se de forma racional os seguintes recursos: negrito. c) o texto de cada alínea inicia com letra minúscula e termina com ponto e vírgula. A identificação de ilustrações deve aparecer na parte in ferior.2. nesse caso. caixa alta ou versal. Atenção! Em relação ao itálico. Têm por objetivo possibilitar a transmissão de dados e informações de modo mais atraente. se inicia em ou tra li nh a. .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Ponto. pois do contrário não contribuirão para a análise..6 Ilustrações As ilustrações abrangem: desenhos. qu e obri gatoriamen te corresponde ao título da seção. as dem ais linh as da subalínea i niciam igualmente abaixo da primeira letra.. fluxogramas. mapas. or gan ogram as.. exceto a última que termina em ponto. esqu emas.1.. deve ser mantida em todo o trabalho.1 Os títulos de errata. listas. itálico ou grifo. na seção 3 relatou-se. dentre outros. hífen ou travessão não são usados após o indicativo da seção ou de seu título. sumário. se m que h aj a necessidade de intitulá-los. com exceção da última.5 Parágrafo Modernamente a forma de parágrafo recuado está sendo abolida. e redondo. Muitos autores. As alíneas. A citação de indicativos de seções no texto é feita conforme os exemplos seguintes: . Hav endo ne cessidade de enumerar diversos assuntos ou itens. Os tí tu los das se ções são destacados gradativamente. no in te rior de um a seção. fotos. resumos. porém devem estar diretamente relacionadas com o conteúdo da informação.. porém. O texto. gráficos. Quando for necessário dividir a alínea em subalíneas. O título das seções é colocado após seu indicativo numérico. referências.. 89 . adotando-se.. 5. precedida da palavra designativa seguida de seu número de ordem . terminam em ponto-e-vírgula.. . estas devem começar com um hífen. b) as letras indicativas das alín eas são re en tradas em r elação à margem esquerda. No entanto. ressalta-se que este recurso deve ser usado para grafar palavras estrangeiras. Dispõem-se as alíneas na seqüência de um texto (que termina em dois pontos) do seguinte modo: a) ordenam-se as alíneas alfabeticamente. colocado sob a primeira letra do texto da alínea e dele separadas por um espaço. agradecimentos. preferem adotar o parágrafo tradicional e formal nos textos técnicos (com recuo de 1.27 cm).

precedida da palavra Tabela e de seu número de ordem em algarismos arábicos. no mínimo. A moldura compreende. após o fio de fechamento. . pode se r apresentada em duas partes.se t iv er poucas colu n as. do respectivo título e/ou legenda explicativa.90.cada página deve ter uma das seguintes indicações: continua para a primeira. Figura 3. também é preciso seguir alguns critérios: .o traço horizontal da moldura que separa o rodapé deve ser apresentado somente na página que contenha a última linha da tabela. o segundo. 1993. Quadro 5). 5. Q uanto à disposição das in formações. c) ocupar.7 Tabelas As tabelas servem para descrever dados e informações relevantes para o estudo ou ilustrar o conteúdo em desenvolvimento. deve: a) estar inserida o mais próximo possível do trecho do texto a que se refere. O cabeçalho da tabela indica o conteúdo das colunas com palavras ou notações claras e concisas. o rodapé.o con te údo do rodapé deve se r apresentado na página de conclusão. . pode ser apresentada em duas ou mais partes. e da fonte. . sintetizadas a seguir. qu an to à su a local ização e apresentação gráfica. repetindo-se o cabeçalho das colunas indicadoras e os indicadores de linha. As tabelas apresentam inf ormações tratadas estatisticamente e seguem as orientações da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . . As tabelas têm numeração independente e consecutiva e a sua identificação (título) é colocada na parte superior (topo). a tabela deve ser apresentada em duas ou mais partes (IBGE. com um traço vertical duplo separando as partes e repetindo-se o cabeçalho. t ais indicações devem ser feitas sem abreviações. de ocor rência n o te xto e m algarismos arábicos (Exemplo: Gráfico 1. de forma clara e concisa..cada página deve ter colunas indicadoras e seus respectivos cabeçalhos. preferencialm ent e. As ilustrações devem ser inseridas o mais próximo possível do trecho do texto a que se referem. na mesma página. . o espaço do cabeçalho e o terceiro. p. preferencialmente sem abreviações. três traços horizontais paralelos: o primeiro separa o topo. por extenso. A indicação da(s) fonte(s) das informações contidas em uma tabela e notas eventuais aparecem em seu rodapé. breve e clara que dispense consulta ao texto. 28): . uma única página. b) ter moldu ra para est ru turar os dados nu méricos e termos necessários a sua compreensão. Quando não couber em uma folha.cada página deve ter o contéudo do topo e o cabeçalho da tabela ou o cabeçalho da parte. uma abaixo da outra. A t abe la não de ve t er t raços v ert icais delimitadores à direita e à esquerda. O título indica a natureza e as abrangências geográfica e te mporal dos dados n um éri cos. . conclusão para a última e continuação para as demais. A tabela.IBGE (1993).se ultrapassar o tamanho da página em número de colunas e tiver poucas linhas.. lado a lado.

.. p. As tabelas de um a publi cação deve m apresentar uniformidade gráfica nos corpos e tipos de let ras e nú meros.. multiplicação e divisão. Significado correspondente b) a fonte da tabela indica a origem ou a instituição responsável pelo fornecimento ou elaboração dos dados e informações nela contidos. entrevistas ou observação). 91 . ‘en trevist as realizadas’. no uso de maiúsculas e nos sinais gráficos utilizados. pela natureza do fen ômeno.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ a) não se deve deixar “casas” vazias em uma t abel a.se à margem esqu erda da primeira coluna. alinh ando. quan do os dados se originarem de diversas fontes. “Na seqüência normal do texto é permitido o uso de uma entrelinha maior que comporte seus elementos (expoen tes. ‘observação direta’.quan do. os nomes ou 5. / ou – X . Qu ando as equações ou f órmu las ultrapassarem uma linha por falta de espaço. caso seja necessário. o dado não existir -quan do o dado for rigor osamente zero -quan do não se dispu ser do dado -quan do os dados anterior es ao símbolo não forem comparáv eis aos posteriores -quan do o dado for omitido para evitar a in dividualização da infor mação siglas são separados por vírgula. ín di ces e ou tros)” (NBR 14724:2005. conforme o caso. a palavra ‘fonte’ deve ser colocada após o traço inferior da tabela. numeradas com algarismos arábicos entre parênteses. Exemplo: x 2 + y2 = z2 (x + y )/5 = n 2 2 (1) (2) . a partir de pesqui sa de campo (com o uso de questionários. alinhados à direita. 9).. subtração. para tant o exi stem sím bolos estabelecidos por convenção internacional: Símbolo Z . quando as tabelas são elaboradas com base em fontes que constituem documentos do próprio autor do trabalho (apresentação dos dados. c) em caso da fonte tratar-se de pessoa física. ‘formulários preenchidos’. ‘questionários aplicados’. devem ser interrompidas antes do sinal de igualdade ou depois dos sinais de adição. por exemplo). utiliza-se como fonte o autor. podem ser u til izadas como f ont e as seguintes expressões: ‘pesquisa de campo’.8 Equações e fórmulas Devem aparecer destacadas no texto para facilitar a leitura e. responsáv el pelos dados levantados e apresentados.

C. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. descrição. uma monografia ou qualquer outro trabalho universitário. 2000. 1989.). p. NBR 6022: informação e documentação: artigo em publicação periódica científica impressa: apresentação. NBR 6024: informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento escrito: apresentação. Rio de Janeiro: Zahar. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos: apresentação. L. Campinas: . Autores Associados. Rio de Janeiro.ed. ECO.. Memórias de um orientador de tese. Rio de Janeiro. Belo Horizonte: Ed. BEAUD. ______. V. E. 2003. FLÔRES. In: NUNES. Rio de Janeiro. resumo. 2002.ed.. F O método nas Ciências Naturais e Sociais: . NBR 6028: informação e documentação: resumo: apresentação. 1997. Rio de Janeiro. 1998. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. NBR 10719: apresentação de relatórios técnico-científicos. Os cientistas precisam escrever: guia de redação para cientistas. narração. DEMO. J. Arte da tese: como preparar e redigir uma tese de mestrado.L. dissertação.92. 1997. CANCELIER. FEITOSA.. O trabalho da citação. Florianópolis. Redação de textos científicos. P Educar pela pesquisa. Ed..ed.A. A. 2001. de O. 1992. A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em Ciências Sociais. OLÍMPIO. Como se faz uma tese. M. FRANÇA. GEWANDSZNAJDER. R. 1997. L. A.ed. Rio de Janeiro. São Paulo: Pioneira.ed. 1988. GIL. 2002. Rio de Janeiro.N.. ______. C. relatório. CASTRO. São Paulo: Perspectiva. 2003. ______.J. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro: Record. e aum. (Org. rev. NBR 6027: informação e documentação: sumário: apresentação. GOLDENBERG. M. . Rio de Janeiro. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ______. pesquisa quantitativa e qualitativa. improviso e método na pesquisa social. paixão.L.M. N. Campinas: Papirus. da UFMG. A. 1986. 1996. 4. São Paulo: T.C. 2. 3. Redação: o texto técnico/ científico e o texto literário. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. A aventura sociológica: objetividade. 2. ______. ______. Queiroz.307-326. Rio de Janeiro.M. 2005. ______. 2003. 2003. engenheiros e estudantes. Metodologia do ensino superior. BARRASS. COMPAGNON. Belo Horizonte: Editora UFMG. 1996.L. U. 1978. 5. da UFSC. São Paulo: Atlas. REFERÊNCIAS ALVES-MAZZOTTI.

Prática da pesquisa jurídica: idéias e ferramentas úteis para o pesquisador do Direito. LEAL.ed. Manual da monografia jurídica. n. São Paulo: Cortez. . 104. M. E. MARCONI. Fundamentos de metodologia científica. Centro de Documentação e Disseminação de Informações. ano 4. YIN.S.B..M. LEITE. 2.8..). J. 2001. Disponível em: http:// www. S. A construção do saber: manual de metodologia da pesquisa em Ciências Humanas. H. PASOLD. A. 1999. Normas de apresentação tabular. 5. São Paulo: Saraiva. de A. de A. 1997. 21. LAKATOS. C. 1994. F das C.. Escrevendo e .ed. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Atlas. G.nova. 3. C. São Paulo: Atlas. E. 1999. E. M. da escolha do assunto à apresentação gráfica. 2000. R. rev. M.ed.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ HENRIQUES. S. ed. L.A. 1997..99109. 3.. Rio de Janeiro: IBGE. SOUZA. sept. 1992.A. de O.ed. 2001. Belo Horizonte: Editora UFMG.. SELLTIZ. 3.W.L. São Paulo: Atlas. v. 93 ./set. HÜHNE. NUNES.. dissertações e estudos de caso. DIONNE. Monografia no curso de Direito: trabalho de conclusão de curso: metodologia e técnicas de pesquisa. Metodologia do trabalho científico. p. Florianópolis: OAB/ SC. M. 1993. Maringá: EDUEM. normalizando trabalhos acadêmicos: um guia metodológico. São Paulo: Atlas. abr.. A monografia jurídica. São Paulo: Atlas. Florianópolis: Ed. TOMANIK. COOK. São Paulo: EPU. LINTZ. Projetos de estágio e de pesquisa em Administração: guia para estágios. O olhar no espelho: «conversas» sobre a pesquisa em Ciências Sociais.. 2001. IBGE. MARCONI.M. 1997. WRIGHTSMAN. ROESCH. 1985. MARTINS.html Acesso em 26/02/02. .M. 2.edu/ssss/QR/QR3-3/tellis2.ed. São Paulo: Cortez. E. Estudo de caso: planejamento e métodos. Guia para elaboração de monografias e trabalhos de conclusão de curso. KIDDER. C. 1975. 2. J. Metodologia científica: caderno de textos e técnicas. 1991.R. 1999. Turismo: visão e ação. 1998. W. 1993. e ampl. Porto Alegre: Sergio Antonio Fabris Editor. SEVERINO. J. 3. n. 19.A. da UFSC. MEDEIROS. Porto Alegre: Artmed. In: The Qualitative Report. TELLIS. J.L (Org. 2000. São Paulo: Companhia Melhoramentos. L.. Application of a Case Study Methodology. E. Pesquisa e produção escrita. de A. A . MICHAELIS: moderno dicionário da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Agir. Porto Alegre: Bookman. LAVILLE. 5.K. p. trabalhos de conclusão. LAKATOS.ed. L. A. 1999. Métodos de pesquisa nas relações sociais. Metodologia do trabalho científico.ed.ed.

.94...

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ APÊNDICES . 95 ...

Apêndice A Capa de trabalhos acadêmicocientíficos Modelo 3 cm NOME DA INSTITUIÇÃO AUTO R(A) NOME COMPLE TO DO (A) A UTOR (A) CO MPLET CO MPL ETO AUTO R(A) [Extremidade do papel A4] [Identificação centrada em letras maiúsculas] 3cm TÍ TUL T ÍTUL O : subtítul o subtítulo (se houver) 2 cm [No centro da folha. excetuando-se a 1ª letra] ..96. título em maiúsculas e sub-título em minúsculas] Local Ano 2 cm [Letras minúsculas..

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvolvimento sustentável em Santa Catarina Balneário Camboriú 2003 ... 97 .

excetuando-se a 1ª letra] .. na Universidade do Vale de Itajaí. Orientador: Prof(a). título em maiúsculas e subtítulo em minúsculas] Monografia apresentada como requisito parcial para a o btenção do título de Xxxx.. Centro de Educação Zzzzz. Apêndice B Folha de rosto de trabalhos acadêmico-científicos Modelo 3cm NOME COMPLETO DO(A) AUTOR(A) [Identificação centrada em letras maiúsculas] 3 cm TÍT UL O TÍ TUL O:: subtítulo subtí tul o (se houver) tulo 2 cm [No centro da folha.98. Wwww Yyyyyy Local Ano 2cm [Letras minúsculas.

. Dr.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvolvimento sustentável em Santa Catarina Mo nogr afi a apres e n tada como requisito parcial para a obtenção do título de Bachare l em Turismo e Hotelaria pela Un iversidade do Vale de I taj aí. Ce n tro de E ducação Balne ário Camboriú. 99 . Pedro Alves Balneário Camboriú 2003 .. Orientador: Prof.

. .... .. UNIVALI – CE de Balneári o Camboriú Orientador Profa.......... 3 cm Área de Concentração: .... .... Dr.. da Universidade do Vale do Itajaí....... [Local]. Dra........ [dia] de [mês] de [ano].. e aprovada pelo Curso de .......100......... ....... ... ....... MSc..... Apêndice C Folha de aprovação de trabalhos acadêmico-científicos Modelo 3 cm NOME COMPLETO DO(A) AUTOR(A) TÍ TUL TÍT UL O T ÍTUL O:: subtítulo subtítul o (se houver) Esta Monografia foi julgada adequada para a obtenção do título de ........ ..... ....... Centro de Educação de . UNIVALI – CE de São José Prof..................... .. Prof...... UNIVALI – CE de São José 2 cm 2 cm [Identificação centrada em letras maiúsculas] [Título em maiúsculas... sub-título em minúsculas] ........ ...

14 de fevereiro de 2003. Prof. Dra. Área de Concentração: Turismo e Ambiente Balneário Camboriú. Centro de Educação de Balneário Camboriú. Pedro Alves UNIVALI – CE de Balneário Cambori ú Orientador Profa.. Emílio Vieira UNIVALI – CE de São José Membro .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvol vimento sustentável em Santa Catarina Esta Monografia foi julgada adequada para obtenção do título de Bacharel em Turismo e Hotelaria e aprovada pelo Curso de Turismo e Hotelaria da Universidade do Vale de Itajaí. 101 . Dr. Msc. Maríl ia Mendonça Farias UNIVALI – CE de São José Membro Prof..

. 50 4..................2 Fontes documentais ..................................................................... 14 2................................................................................................................................1 Percepção do problema pelos sujeitos da pesquisa .............................. 77 APÊNDICES ..............................................................2 Expectativas e aspirações ....................................................................................... 27 3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS ............................1 Concepções teóricas ................ aceitação e cooperação ...............................1....................................... 40 3..................1.. 80 ............................................................................................................ 46 4 RESULTADOS .................... 57 4.......................................................................... 10 1................. 11 1............................................................................. 43 3..... 16 2.....................................................................................3 Resistência.......................................... Apêndice D Exemplo de Sumário SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO .......................................................................................................................1 Contexto e sujeitos da pesquisa ...................................................................... 13 2 O PROBLEMA DA PESQUISA ........................ 18 2...........................................................102....................................................2 Objetivos da pesquisa ....... 39 3.........................1 Breve história das principais concepções do passado ..............................1 Justificativa ....................2 As principais correntes teóricas da atualidade ......... 64 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS ..................................... 49 4........................................................................................................... 71 REFERÊNCIAS ..................................................................................................................................................................................................3 Estratégias e instrumentos ..............................

elaborado segundo as orientações da NBR 6028:2003.) Palavras-chave: (na língua do texto) * Currículo (e endereços postal e eletrônico) ** Currículo (e endereços postal e eletrônico) ..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Apêndice E Modelo de página de abertura (artigo científico) TÍTULO subtítulo su btítu lo (se houver) Nome completo do autor 1* Nome completo do autor 2** Resumo (na língua do texto) (O resumo. é digitado com espaçamento simples e alinhamento justificado. 103 . contendo de 100 a 250 palavras..

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful