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ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS - NORMAS ABNT

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  • APRESENTAÇÃO
  • 1 INTRODUÇÃO
  • 2 FICHAMENTO
  • 2.3 Procedimentos
  • 2.3.1 Ficha bibliográfica
  • 2.3.2 Ficha de leitura
  • 3 RESENHA CRÍTICA
  • 4.3 Procedimentos
  • 4.4 Avaliação
  • 5 ARTIGO CIENTÍFICO
  • 5.1 Conceito
  • 5.3 Procedimentos quanto à elaboração
  • 5.4 Procedimentos quanto à forma de apresentação
  • 5.4.1 Elementos pré-textuais
  • 5.4.2 Elementos textuais
  • 5.4.3 Elementos pós-textuais
  • 5.4.4 Indicativo dos tópicos (seções) do artigo científico
  • 5.5 Avaliação
  • 6 RELATÓRIO
  • 6.1 Conceito
  • 6.3 Tipos de relatórios
  • 7 MEMORIAL
  • 7.1 Conceito
  • 1 CITAÇÕES
  • 1.2 Tipos de citação
  • 1.3 Alterações na citação
  • 1.4 Normas complementares para citação
  • 1.5 Considerações finais sobre as normas de citação
  • 2 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS
  • 3 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS
  • 3.2 Aspectos gráficos das referências
  • 3.3 Regras gerais para elaboração de referências
  • 3.3.1 Regras quanto à autoria
  • 3.3.2 Regras quanto ao título e subtítulo
  • 3.3.3 Regras quanto à edição e editora
  • 3.3.4 Regras quanto ao local
  • 3.3.6 Regra quanto à paginação
  • 3.3.5 Regras quanto à data
  • 3.4 Modelos de elaboração de referências
  • 3.4.1 Monografias
  • 3.4.1.1 Monografias consideradas no todo5
  • 3.4.1.2 Monografias no todo em meio eletrônico
  • 3.4.1.3 Partes de monografia
  • 3.4.2 Publicações periódicas
  • 3.4.1.4 Parte de monografia em meio eletrônico
  • 3.4.2.1 Publicação periódica como um todo
  • 3.4.2.2 Partes de publicações periódicas
  • 3.4.2.3 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas
  • 3.4.2.5 Artigo e/ou matéria de jornal
  • 3.4.2.6 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico
  • 3.4.3 Publicações em eventos
  • 3.4.3.1 Eventos como um todo
  • 3.4.3.2 Eventos como um todo em meio eletrônico
  • 3.4.3.4 Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico
  • 3.4.3.3 Trabalho apresentado em evento
  • 3.4.4 Documentos jurídicos
  • 3.4.6.1 Documento cartográfico em
  • 3.4.6 Documento cartográfico
  • 3.4.7.1 Documento iconográfico em
  • 3.4.7 Documento iconográfico
  • 3.4.8 Imagem em movimento
  • 3.4.10 Documento tridimensional
  • 3.4.12 Bula de remédio
  • 3.4.13 Séries e coleções
  • 4 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS
  • 4.1 Elementos pré-textuais
  • 4.2 Elementos textuais
  • 4.3 Elementos pós-textuais
  • 5 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICO- CIENTÍFICOS
  • 5.2 Margens e espacejamento
  • 5.4 Títulos e indicativos numéricos
  • 5.5 Parágrafo
  • 5.8 Equações e fórmulas
  • REFERÊNCIAS
  • APÊNDICES

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

Universidade do Vale do Itajaí

Cadernos
Universidade do Vale do Itaj aí

de Ensino
... 1

Pró-Reitoria de Ensino

FICHA CATALOGRÁFICA

2...

Ficha catalográfica elaborada pela Biblioteca Central Comunitária - UNIVALI
Cássia Ferri Regina Célia Linhares Hostins Coordenação

Projeto
Josiane da Silva Delvan Lucian o Dalla Giacomassa Colaboração

E lisabeth Juchem Machado Leal Simone Gh is i Feuersch ütte E laboração

Hildo Rocha Neto Nilton Córdova Fotografia José Roberto Azevedo Júnior Capa Camila Morgana Lourenço Projeto Gráfico Ch arlles Giovany Faqueti Fábio Zella de Souza José Roberto Azevedo Júnior Editoração E letrônica E xemplares: 1500

Pedagogico

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Cadernos
Universidade do Vale do Itaj aí

ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS

ITAJAÍ (SC Julho/2006 Ano 2 - nº 4

de Ensino
... 3

Pró-Reitoria de Ensino

4. 58. 81.. 87. Em julho de 2006 o texto deste documento (páginas 56. .724. de dezembro de 2005. 90.. 91 e 92) foi atualizado para in corporação das alterações referentes à apres entação de trabalhos acadêmicos contidas na segunda edição da NBR 14. 89.

......................3 2......2 2......................................5 INTRODUÇÃO ........................................... 21 Propósitos .........3 5..........................................................4........................................ 18 Avaliação ........5 4 4...............................................................................................................................................................................................4 3..........Elaboração de trabalhos acadêmico-científicos .....1 2.......................... 17 Ficha de leitura .......4.................... POSITION PAPER OU POSICIONAMENTO PESSOAL ............................................ 30 Elementos pós-textuais .....................................2 6............... 21 Conceito ..................................................... 28 Procedimentos quanto à forma de apresentação ....3 5...................................... 25 Propósitos ............................................. 31 Avaliação ............................................................................4 3 3............................................................................................................................. 10 1 2 2............. 33 Propósitos ............................................................. 37 .......................................1 2.................. 31 RELATÓRIO .......................4 5.......................................2 4........................................................3 4................................................................................ 23 Avaliação ....................................................4................ 35 Avaliação ................................................................................ 24 PAPER......3..................1 5............................................... 15 Os propósitos do fichamento ............................................................ 25 Procedimentos .........1 3............................... 15 Conceito ....UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ SUMÁRIO APRESENTAÇÃO ......................................................................................................................... 09 PARTE I .............1 5......................................3 6................................................................................................................. 13 FICHAMENTO ...................................................................1 4.......................4 5....................................................................................................................4 5 5.......... 26 Avaliação ............................... 25 Conceito ............................................... 30 Indicativos dos tópicos (seções) do artigo científico ........................................2 5.. 33 Conceito ........................4............................................................... 20 RESENHA CRÍTICA ...................................................................... 34 Tipos de relatórios ........................................... 30 Elementos textuais ........................................................................... 21 Procedimentos ................................. 29 Elementos pré-textuais . 27 Procedimentos quanto à elaboração .............................................................................................................................. 22 A apresentação da resenha .....................................2 2. 5 .............................................................. 16 Procedimentos ..........3...................................... 27 Propósitos .... 26 ARTIGO CIENTÍFICO ...................................................2 5.............. 17 Ficha bibliográfica ...............................................................................................................1 6........... 34 Procedimentos ..................................................................... 27 Conceito ....................................................................................................2 3..................................4 6.......................3 3.....................5 6 6.........................................................................................................................

.................... 7 7......................................1 Regras gerais para citação .........3 Citação da citação ........ 71 Publicações em eventos ................................................3.............................................................................4...3 3..........................................................1 7....................6 3...................... 71 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico .................................................. 72 .......................................4........................4..............4............................................................................................ 70 Artigo e/ou matéria de jornal ................. 67 Parte de monografia em meio eletrônico .....5 3...................3...................3 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS .........................................................................................2 7........3 7....................................................... 59 Regras quanto ao título e subtítulo ...................................3 3.......4 Normas complementares para citação ............. 69 Partes de publicações périódicas ....................................................4 MEMORIAL ...................... 61 Regras quanto à edição e editora .................................... 65 Monografias no todo em meio eletrônico ............................2..........3.................2 3............... 47 1...............................................6...................................2 3..... 50 1.......................1............ 39 Conceito .... 68 Publicações periódicas ............................................2 3.. 40 Avaliação .4........................................................ 56 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS ........................ boletim....................4......................... 39 Procedimentos ......................2...........................4....1 3..... 58 Regras gerais para elaboração de referências . 67 Partes de monografia ................2........................................................................ em meio eletrônico ...................................................2.......... textual ou literal ............................................................................... 45 1.........................................................................4...4 3............................Orientações e normas para apresentação de trabalhos acadêmico-científicos .............2 Tipos de citação ..............................5 Considerações finais sobre as normas de citação ........................4 3............................................ 59 Regras quanto à autoria.. 64 Modelos de elaboração de referências ...............3 Alterações na citação ................2 Citação indireta: paráfrase e condensação ....................... 41 PARTE II ...........................1 3 3.......................................................................................................4 3................................ 57 Localização das referências .......................................................................................................................................................................................................................................................................1 3.......4....... 55 Exemplos de resumos ....................... 39 Propósitos ..................................... 68 Publicação periódica como um todo . 57 Aspectos gráficos das referências ............1 3.....4...............3.....................................2.. 46 1.........................1.4.................6 3................ 48 1.................................... 64 Regra quanto à paginação ................................................. 43 1 CITAÇÕES .......................... 45 1..................1..........2.3......... 69 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas ..........1 Citação direta........................ dentre outros..........................................2.......................................4...............................3........ 65 Monografias consideradas no todo ...................2 3........................5 3. 63 Regras quanto à data ................................... 46 1......1 3...2........................3 3...1 3........... 65 Monografias . 53 2 2....3 3....2............ 52 1.....................................4. 70 Artigo e/ou matéria de revista...1............................................2 3.................................................................. 62 Regras quanto ao local ..4 3...............................................................................................

...5 3......................... 81 Elementos textuais ...................3....4................................................................................................4.4... 95 Apêndice A . Imagem em movimento ............................ 72 72 73 73 74 74 74 75 75 75 76 76 77 77 78 78 79 79 80 80 80 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS ...4.......................Folha de rosto de trabalhos acadêmico-científicos ............................................... Eventos como um todo em meio eletrônico .........4.................4...4....4....................................7.............................................4 3................. 81 Elementos pré-textuais ...... 7 ................................................................. Notas ....Exemplo de sumário ................................... 96 Apêndice B .....................4 5.......................................11 3............6............................4 3....................... Doutrina ................................................................................................................................................... 84 Elementos pós-textuais ............Modelo de página de abertura (artigo científico) .......... Documento tridimensional ...................................... Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico .............7 5.................................................................................. Documento sonoro ........................1 4.........4....................... Documento iconográfico .....................3 3.......................................................Folha de aprovação de trabalhos acadêmico-científicos .....................................2 5......................................................................................... 103 ...............7 3. 102 Apêndice E ..........................................................................................4....................................................6 3............4..............4........................................ Patente ..... 87 Formato .............................................. Jurisprudência ...................................................................4..................................................................................................................................................................................................................... Documentos jurídicos ................................. Séries e coleções ........................ Documento de acesso exclusivo em meio eletrônico .....3........................4..............................4.................1 3........................................4...........1 3..................................................................................................... 87 Margens e espacejamento ....................9 3...3 5 5.5 5.6 5...................................................................................3..........................14 4 4....................................................................2 3................4......................2 4...4...... Documento iconográficoem meio eletrônico .................................................................... Documento cartográfico em meio eletrônico ......................4......... Bula de remédio .............................................. 98 Apêndice C ................................. 91 REFERÊNCIAS ..13 3.........12 3............1 3......................................... 100 Apêndice D ...............................................................................................4...............................1 3.........8 3............ Legislação .....2 3.......... 89 Ilustrações ..... Documento jurídico em meio eletrônico ............ 92 APÊNDICES ........................4.............................. 87 Paginação .......................1 5...................... 88 Parágrafo ................................................................ 85 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS ..4....................................... Trabalho apresentado em evento ..........................3 3..8 Eventos como um todo ..... Documento cartográfico ...................................................................4.......... 88 Títulos e indicavos numéricos ..................UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3....................................Capa de trabalhos acadêmico-científicos .................................4 3......3................4..........10 3...................................4............ 89 Tabelas ....................3 5......... 90 Equações e fórmulas ...................................................

8... .

para quê. É neste contexto que se insere a metodologia de trabalhos científicos como instrumento útil e per tin en te para a produ ção do conhecimento.do fich amen to. (SEVERINO. 9 . o mais elementar deles. ao focalizar os tipos de trabalhos acadêmicos mais presentes no cotidiano do ensino superior e os procedimentos básicos para sua elaboração.. E viden te men te . A elaboração de trabalhos acadêm icos . pois u m pensamento ou argumento apresentado pelo aluno ou pesquisador sem apoio em processos lógicos pode não passar de uma idéi a superficial. o regi st ro e o uso do sabe r já acumulado e disponível para propósitos próprios de construção do conhecimento.permite ao estudante universitário se exercitar em práticas essenciais à atividade científica: a bu sca. Estas três dimensões estão in ti mame nt e r elacionadas. dos métodos e das técnicas de áreas específicas do conhecimento é uma exigência do ensino superior para vencer o superficialismo e a falta de rigor científico na produção e socialização do conhecimento. Certamente. esta publicação traz subsídios à elaboração de textos didático-científicos de forma lógica. desde os primeiros períodos. para quem estudamos e produzimos conhecimentos? Para buscar possíveis respostas às questões acima. a pr odu zir conhecimentos. Parece-nos ser esta u ma con di ção in di spe nsáve l ao desen vol vim en to da vi da in te lect ual disciplin ada e produ tiva. pois todo o conjunto de recursos que está na base do ensino superior não pode ir além de sua função de fornecer instrumentos para uma atividade criadora. 2000). é fator determinante para o al can ce dos obj eti vos da for mação u niv ersi tári a: apre nder a pen sar e. não sem antes termos clareza do sentido político da formação no ensino superior: por quê. conceitual e lógica.cien tí fi cos. o domínio da ciência e dos seus métodos para atingir novos patamares de qualidade. característica da formação superior. o domínio da teoria é condição imprescindível par a o propósito de produção do conhecimento. o domínio de conceitos reelaborados. da teoria com a empiria. ou da articu lação.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ APRESENTAÇÃO Este conjunto de diretrizes metodológicas é apresentado aos professores e estudantes universitários para o desenvolvimento de t rabalh os didáti co. visando criar novos hábitos e um novo olhar para a produção universitária. Profª Amândia Maria de Borba Pró-Reitora de Ensino . têm como objetivo favorecer e estimular a produção escrita de nossos alunos. em todas as disciplinas. nort eada por posturas e práticas de pesquisa. entre suas finalidades. Se a ciência é o resultado do confronto. Est as orientações. a apr endizagem e o desenvolvimen to do trabalho in telectu al exigem conhecimentos de ordem técnica. o domínio do saber e da cultura. ao artigo científico . conse qü en tem en te. sob critérios lógicos e com o auxílio da técnica. A UNIVALI destaca.. Assim.

.10.. .

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Parte 1 Elaboração de trabalhos acadêmicocientíficos ... 11 .

.. .12.

Por outro lado. p. surge o desafio da elaboração própria.. Esse processo contribui decisivamente para a for mação de prof ission ais cu jo pe rfi l compreende as competências necessárias à busca do conhecimento. de modo a se tornarem não apenas consumidores como também produtores de conhecimento... Essa iniciação compreende a aquisição gradativa de um conjunto de competências.se con siderar qu e a bu sca. pela qual o sujeito que desperta começa a ganhar forma. a apropriação e o uso do conhecimento técnicocientífico são atividades permanentes na carreira do profissional de nível superior. expressão. desde os primeiros dias de sua trajetória acadêmica.compettên ci as r efer enttes ao ttrato da com pet ências refe rent es pe ref eren rato in f i nf orm ação ação: . requer que as atividades referentes à investigação. se faz. Deixa-se para trás a condição de objeto. passando a participar como sujeito capaz de propor e contrapor[.. sobretudo alcancem a capacidade de formular. portanto. registrar a informação e as . buscar e adquirir a informação nece ssári a para a re al ização de trabalhos. Para tanto parece ser indispensável que os acadêmicos se exercitem. a competência de maior importância e suas competências subsidiárias: identificar as fontes bibliográficas mais relevantes da área.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1 INTRODUÇÃO A ê nfase qu e vem sen do col ocada nas atividades de pesquisa articuladas ao ensino e à extensão. 13 . assim identificadas: .] escrevam.28-29) diz ser fundamental que os acadêmicos: [. sist em at ização e soci al ização do conhecimento deixem de ter no professor seu prin ci pal prot agoni st a e passem a ser compartilhadas por professores e alunos. elaborar são termos essenciais da formação do sujeito. perfil. à medida que se supera a recepção passiva do conhecimento. porque significam propriamente a competência.] Aprende a duvidar. contorno. de complexidade e sofisticação crescentes.. Demo (1996. atividade central na vida acadêmica. com vistas à elevação do nivel de qualidade dos cursos superiores. no uso de um instrumental teórico-metodológico que lhes possibilite o progressivo domínio das práticas do trabalho intelectual. A formação universitária. Formular. dada a necessidade de atualização em face aos rápidos avanços da ciência. deve . a perguntar..ler e compreender textos teóricos. A partir daí. em todas as áreas do conhecimento. um dos desafios que hoje se colocam para a universidade consiste na formação de um profissional capaz de pensar e agir num contexto de alta complexidade – decorrente da natureza dos problemas com os quais nos defrontamos – valendo-se para tanto da capacidade de analisar criticamente a realidade à luz de conhecimentos teóricos e de atu ar com competência de modo autônomo e conseqüente. Ao lado desse fato. a querer saber sempre mais e melhor. coloquem no papel o que querem dizer e fazer. à sua adequada utilização para a solução dos problemas e à elaboração de novos conhecimentos. mediante a progressiva iniciação do aluno às práticas do trabalho intelectual. redijam.

inferir. optou-se pelo fichamento. artigos. .cor rigir. por se considerar que são os tipos de uso mais freqüente nas várias disciplinas dos cursos de graduação. de re su m os de ar ti gos e de referências. ou de Metodologia Científica – a criação dessas oportunidades em todas as disciplinas. até ch egar à elaboração de texto próprio (resenhas. . dominar as praxes de citação e de referência. sistemático e intensivo. A primeira parte do documento trata dos tipos acima mencionados de trabalhos acadêmicocient íf icos: seu conceito e propósitos.. somente será desenvolvido pelos acadêmicos se estes tiverem oportunidades efetivas de exercitá-las de modo gradativo.se (ou ref orm ular o anteriormente formulado).apresentar e discutir temas.ligadas à formação de conceitos: fazer distinções e conexões. O texto ora apresentado pretende oferecer. E compete ao professor – a todos os professores e não apenas aos professores responsáveis pelas disciplinas de Língua Portuguesa.redigir: progredir do exercício inicial sob a for ma de re sum o. relat ór io e mem orial. Na segun da part e são apresen t adas orientações para elaboração e u so de ci tações. aut o. . . projeto e relatório de pesquisa. ou mesmo o ensaio. bem como de apresentação de trabalhos acadêmicocientíficos. embora t ambém sejam trabalhos acadê micocientíficos.analisar e apreciar criticamente textos teóricos.14. documentais ou outras (fazer resumos. referências). demonstrar (ou provar) por argumentação. parafrasear. interpretar criticamente. . definir. . Dessa forma. . estabelecer relações. os procedimen tos para sua e laboração e organização e sugestões para sua avaliação. bem como normas relativas à estrutura e apresentação gráfica de trabalhos acadêmico-científicos. respect ivas f on tes bi bl iográfi cas.ref er ent es ao raciocín io: iden tif icar proposições. São muitos os tipos de trabalhos acadêmico-científicos qu e pode riam se r in cl uí dos em um documento como este.. papers.referentes à capacidade de interpretação: perceber implicações. No entanto. explicar. artigo cien tífico.competências cognitivas: . no entanto. paper. orientações básicas para a elaboração de trabalhos acadêmico-científicos. não são aqui tratados.referentes às práticas de investigação: formular questões e hipóteses. t anto a professores como a acadêmicos. resenha crítica. fichamentos. projetos de pesquisa). subsidiariamente. extrair significados. . Esse conjunto de competências. observar. dissertação de mestrado e tese de doutorado.competências necessárias à capacidade de elaboração própria: .

cujo autor é o “fichador”. filosófica. A prática do fichamento representa. Pode-se dizer que esse registro escrito – o fichamento – é um novo texto. preferem substituir esse nome pela expressão “relatório de leitura”.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2 FICHAMENTO 2. assim. seja na aprendizagem dos conteúdos das diversas disciplinas que integram o currículo acadêmico. no caso do professor. alguns autores. su a compreensão. o fichamento objetiva: “a) identificar as obras consultadas. A principal utilidade da técnica de fichamento. coerente e objetivo.1 Conceito O fichamento é uma técnica de trabalho intelectual que consiste no registro sintético e documentado das idéias e/ou informações mais relevantes (para o leitor) de uma obra científica. palest ras ou confe rências. . de textos para aulas. Assim sendo. art igos. essen ci al par a a elaboração de resenhas. Como o fichamento consiste no resultado do trabalho de leitura. p. De acordo com Henriques e Medeiros (1999. cuja informação teórica ou factual mais significativa deve ser não apenas assimilada. A im por tância do fi ch amen to para a assimilação e produção do conhecimento é dada pela necessidade que tanto o estudante. b) registrar o conteúdo das obras. o que re qu er a l eit ur a at ent a do text o. monografias de conclusão de curso. seja na pesquisa científica – como enfatiza Pasold (1999) –. um importante meio para exe rcit ar a escrit a. d) organizar as informações colhidas”. Fichar um texto significa sintetizá-lo. constituindo-se em instrumento básico para a redação de trabalhos científicos.. para utilização posterior em suas produ ções escri tas. a iden tificação das idéias principais e seu registro escrito de modo conciso. como o docente e o pesquisador têm de manipular uma considerável quantidade de material bibliográfico. a exemplo de Nunes (1997). da dissertação de mestrado ou do relatório de pesquisa do pesquisador. na Universidade. sejam elas de iniciação à redação científica (tais como os primeiros trabalhos escritos que o estudante é solicitado a produzir). como também registrada e documentada. de elaboração da monograf ia de conclusão de curso do graduando. pa pers. é otimizar a leitura. funcionam como método de aprendizagem e memorização dos conteúdos. portanto. 15 . além de possibilitar a organização dos textos pesquisados e a seleção dos dados mais importantes desses textos. etc. literária ou mesmo de uma mat éria jornalística. ent ão.. os fichamentos ou relatórios de leitura.100). ou. c) regist rar as re fl exões proporcionadas pelo material de leitura. seja ele aluno ou professor.

com o propósito de desenvolver as habilidades exigidas para o estudo e assimilação de textos teóricos. a decisão sobre o que retirar de um texto ou de uma obra e registrar sob a forma de resumo ou de citação.. nesse caso. Dessa forma.16. nesse caso o fichamento consiste. Dependendo dos seus propósitos. dos quais se falará mais adiante. No segundo caso – fichamento no contexto da pesquisa ou da revisão bibliográfica –. o fichamento será tanto mais eficiente quanto mais claros forem para o estudante ou para o pesquisador os propósitos desse trabalho. Ora. deve apresen tar os indispensáveis elementos de identificação. uma monografia. que tanto pode ser uma resenha. Assim. 2.2 Seja como técn ica au xiliar da pesqu isa bibliográfica.se apen as na su a apresen tação. artigos e textos teóricos. o fichamento praticamente se identifica com o Os propósitos do fichamento r esu mo. em geral. o docente ou o pesquisador se propôs. No segundo tipo (b). conceitos. b) o fichamento que é feito pelo estudante. o fichamento está “a serviço” da pesquisa que o estudante. seja como técnica auxiliar de estudo de obras. São esses propósit os tem áticos que ori ent am o “fichador” quando seleciona idéias. a argumentação do autor a da obra ou do texto que “comanda” o trabalho de resumo do fichador. no registro documentado do resumo do texto indicado pelo professor. pelo docente ou pelo pesquisador. di fer enci a. o simples propósito de resumir o texto é o propósito dominante. são os propósitos temáticos de quem estuda as obras consultadas que “comandam” a seleção das idéias. mas que.. o critério organizador do fichamento será dado pela própria lógica do texto. no primeiro tipo de fichamento (a) é o raciocínio. um seminário ou um relatório de pesquisa. elementos teóricos ou factuais que integrarão o resumo. qu e pode ser nu ma ficha manuscrita ou numa folha digitada. . como toda e qualquer pesquisa está centrada num tema. com o propósito de registrar sist emat icam en te e docu me nt ar as informações teóricas e factuais necessárias à elaboração do seu trabalho. terá como critério selecionador os “propósitos t emáticos” dados pelo próprio tema da pesquisa e suas ramif icações. e m qualquer caso. um artigo. ou assimilar o conteúdo ou parte do conteúdo de uma disciplina. No primeiro caso – fichamento como exercício acadêmico –. conceitos ou fatos que interessam resumir ou registrar n os f ichame nt os qu e f ará das obras selecionadas. podem ser considerados dois tipos de fichamento: a) o fichamento que é solicitado ao estudante universitário como exercício acadêmico. no contexto de um a pesquisa ou de u ma re visão bibliográfica.

de um subtítulo. sejam elas de cartolina ou de papel A-4 (que substituíram as de cartolina pelas facilidades oferecidas pelos micros). 42-55) e Pasold (1999. O seu corpo pode ser constituído de poucas informações. . da UNIVALI Exemplo de ficha bibliográfica . elaborada de acordo com a (NBR 6023:2002) da ABNT. p. como já foi dito. Metodologia da pesquisa / Pesquisa bibliográfica NUNES. Leite (1985. Eco (1988.corpo da f ich a. dependendo das necessidades de quem estuda ou pesquisa. A 1a parte da obra contém orientações metodológicas para a elaboração e a apresentação da monografia no curso de graduação de Direito.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2. um título que indica o assunto ao qual a ficha se refere. p. por exemplo.referência: o segundo elemento da ficha será a referência completa da obra ou do texto ao qual a ficha se refere. a 2a parte trata da elaboração de dissertação de Mestrado e tese de Doutorado. etc. arquivo público. 17 . após o título geral. como. Manual da monografia jurídica. Bibl.112). Luiz Antonio Rizzatto. o con teú do propriamente dito. pode ser adotado o uso. 105121) of erecem importan tes orientações práticas sobre diferentes tipos de fichas e sua organização. Severino (2000. à direita. 87. Embora muitos tipos de fichas possam ser elaborados no contexto de uma pesquisa ou de uma revisão bibliográfica. . p.cabeçalho: no alto da ficha ou da folha. 207 p. apenas dois tipos de fichas serão a seguir apresentados. ou seja.). é importante ainda que conste a localização da obra (biblioteca. que variará conforme o tipo de fichamento que o estudante ou pesquisador pretenda fazer. As fichas.3. 1997. breve indicação do conteúdo da obra ou de sua importância para algum aspecto do trabalho que o estudante ou o pesquisador tem em andamento... para que a ela se possa retornar caso haja necessidade. 35-45). por serem considerados os mais essenciais. devem conter três elementos: . 2.3 Procedimentos São variados os tipos de fichas que podem ser criados. São Paulo: Saraiva. p.1 Ficha bibliográfica Destina-se a documentar a bibliografia relativa a um determinado assunto.

deverão ser seguidos os passos recomendados por Severino (2000. pode ser útil a inclusão no texto das novas idéias que foram surgindo durante a leitura. A seguir se encontra um exemplo de ficha de leitura. Atenção: o exemplo ilustra uma “ficha” de leitura em folha A-4). dev e o professor ter claro que. a decisão de incluir. um comentário sobre o te xto f ichado. deverá apresentar as características de um resumo de qualidade. Para sua elaboração. as citações. idéia ou argumento. dir etas e interligadas. transcrições as citações. ou então pode apresentar o resumo que sintetiza o resumo. ao seu final. juízo de valor destituído de fundamento. – apresentar uma seqüência corrente de f rases con cisas. seletivo e objetivo. 6465). contendo apenas resumo e citação (no exemplo. . apenas o resumo das idéi as do au tor e n enhu ma citação ou comentário pessoal do fichador.2 Ficha de leitura Esse tipo de fich a destina-se ao registro sinté tico do cont eúdo (ou de parte do con t eúdo) das obras lidas. objetiva e econômica. Pode conter. qu e e xpre sse a interpretação crítica do aluno sobre o conteúdo do texto. ou não.. O corpo da ficha consistirá no resumo da resumo obra ou da parte da obra que interessa ao fichador. p. que deverão estar sempre entre aspas – das expressões ou palavras próprias do fichador. Assim sendo. É importante salien tar que a inclusão de citações no fichamento não significa que este se confunda com um mero exercício de “recorte e colagem” de trechos da obra. bem como distinguir as expressões ou palavras do autor da obra – isto é. Para o estudante ou docente que faz um f ich amen to no con tex to da pesqu isa bibliográfica. 47-61) para a leitura e resumo de textos teóricos que o leitor encontrará sintetizados à página 21 deste documento. A organização da ficha deve ser feita de tal modo que permita identificar posteriormente a página da obra onde se localiza esse ou aquele conceito.. ou seja: – ser sucinto. – utilizar linguagem clara. e as citações ou seja. resumo conteúdo. por exemplo. – respeitar a ordem das idéias e fatos apresentados. citações mais significativas de trechos do conteúdo.3. optou-se por colocar na margem esqu erda da folha o núm ero da página correspondente ao trecho resumido para i dent ificar su a localização na obra.18. no entanto. O corpo da f icha de leit ur a pode ser organ izado de diferentes maneiras. sem o que essa crítica não passará de mera opinião. como sugere Hühne (1992. Pode ficar a critério do professor. ao solicitar dos alu nos um fichamento. Nesse caso. sempre entre aspas e com indicação da respectiva página. para fazer a crítica de um texto – ainda mais quando se trata de um texto teórico – é necessário que o aluno já disponha de um certo repertório. p. o que tornaria a ficha mais completa. 2. outras formas podem ser adotadas.

199 7. ) Exem pl o de fic ha de l ei tu ra 17 18 19 Exemplo de ficha de leitura . 19 . bas eado e m proce ssos quantificáve is que se transform am e m le is e explicações ge rais. A socio logia com pree nsiva. que busca de scobrir regularidades ou le is . o m étodo das C iências Naturais– e rklär en – "busca generalizaçõe s e a descobe rta de re gularidade s" e o das C iê ncias Sociais – ve rsteh e n – "vis a à com pre ensão inte rpretativa das e xpe riências dos indivíduos dentro do conte xto em que foram vive nciadas". ex te rno ao indivíduo. cujas raízes estão no historicism o ale mão. Ass im . que pre ssupõe um a m etodologia própria... ne cessitando ser com pre endido e m s ua singularidade . em que o pes quisador não pode faze r julgam e ntos ne m permitir que se us preconce itos e crenças co ntam inem a pesquisa". O s adeptos da abordage m qualitativa e nte ndem que o m ode lo de e studos das C iê ncias N aturais. o fato social. suje ito e objeto do conhe cime nto es tão radicalm e nte separados. a pesquis a nas Ciências Sociais "é um a atividade ne utra e o bje tiva.. para e le . distingue natureza e cultura e de fende proce dim entos m e todo lógicos dis tinto s para se us e studos .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ M e tod ol ogi a ci e ntífica Pe s quis a q ualitativ a G O LD E NBE RG . Para D urkheim. M. Dilthey . po is cada qual tem um sentido próprio. Via a ciência social com o ne utra e obje tiva. (. Rio de Janeiro: Re co rd. S egundo ele.. não são ade quados à e specificidade das C iências S ociais. um de se us repres entantes . Com te defe ndia a unidade de todas as ciê ncias. A arte de p e squisar: como fazer pe squisa qualitativa e m C iê ncias S ociais. 16 Esclare cer o debate e ntre a sociolo gia pos itivista e a sociolo gia co mpree nsiva é útil para s ituar a que stão da utilização de mé todos e té cnicas qualitativos nas C iências Sociais. se gundo ele. entende que os fatos so ciais não são quantificáveis. inde pende da consciência hum ana e deve s er tom ado com o c oisa. pois.

O resumo evidencia uma redação própria do alu no? (ou con sist e apenas na ju staposição de u ma sér ie de f rases recortadas do texto?) .A obra fich ada ou re sum ida est á corretamente referenciada? .O resumo respeita a ordem das idéias apresentadas pelo autor do texto? .20. ou seja.O conteúdo do resumo mantém fidelidade ao texto? (ou há deturpação das idéias?) .A interpretação crítica (no caso de ter sido solicitada) é pertinente e fundamentada ou justificada? . aquele que é solicitado como exercício acadêmico.As idéias principais do texto estão contidas no resumo? ..4 Avaliação As orientações para avaliação do fichamento referem-se ao primeiro tipo de fichamento mencionado no item 2.O resumo é sucinto e objetivo? . As seguintes perguntas poderão orientar o professor na avaliação do resumo: .A linguagem utilizada obedece a norma culta? .As normas técnicas de apresentação de trabalhos acadêm ico-científ icos foram observadas? .2.. 2.

. para as pessoas cuja atividade profissional ou de est udo requer inf ormações sobre a produção científica. da explosão de conhecimentos característica da sociedade contemporânea. em geral. A resenha deve levar ao leitor informações objetivas sobre o assunto de que trata a obra. de um modo geral. compreende o resumo e o comen tário de u ma obra científ ica ou literária. têm condições de emitir um juízo crítico. em decorrência. que a resenha possibilita. a resenha deve conter: – o resumo das idéias principais da obra. além do conhecimento especializado do tema.. . 21 . A resenha crítica tornou-se importante recurso para os pesquisadores e.1 Conceito A resenha crítica consiste na apresentação sucinta e apreciação crítica do conteúdo de uma obra. t em o propósito de exercitar a capacidade de compreensão e de crítica do estudante. 3. novos conhecimentos. ou seja. feita por cientistas que. prin cipal me nt e. – uma apreciação crítica das informações apresentadas e da forma como foram expostas e de sua avaliação. – uma justificativa da apreciação realizada.2 Propósitos Mediante a leitura do resumo da obra e de sua avaliação. o profissional ou o estudante pode decidir sobre a conveniência ou não de ler (ou adquirir) a obra. novas teorias. dest acando a cont ribu ição do aut or: abordagem inovadora do tema ou problema. A resenha de obras científicas é.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3 RESENHA CRÍTICA 3. Portanto. Quando realizada como um trabalho acadêm ico. artística ou cultural em seu campo de interesse.

coere nt e. exemplos. Referência: editora e data de publicação. local. descrição breve do conteúdo dos capítulos ou partes da obra. profissional ou especializada.: O resenhista poderá (ou não) dar um título a sua resenha. – Credenciais do autor informações gerais do autor: sobre o autor e sua qualificação acadêmica.o resumo da obra. criativas? A abordagem dos conhecimentos . Obs.. . objetivo. edição. A elaboração de uma resenha crítica requer a aquisição gradativa. estudantes? Nem sempre é possível ou necessário dar resposta a todas as pergu ntas ou iten s relacionados acima.a referência (aqui pode ser dispensado o item sobre preço da obra).a crítica do resenhista. preço. especialistas. quais são elas? Onde se encontram (no final da obra ou no final dos capítulos)? – Quadro de referências do autor a que Quadro referências do autor: corrente de pensamento o autor se filia? Que teoria ou modelo teórico apóia seu estudo? – Crítica do resenhista (apreciação) (apreciação): a) como se situa o autor da obra em relação é inovadora? c) quanto ao estilo: é conciso. . econômico. baseadas em Severino (2000. (As perguntas seguintes são orientadoras: de que trata a obra? O que diz? Qual sua característica principal? Requer conhecimentos prévios para entendê-la?). histórico. cargos exercidos.)? e) a quem se destina a obra: grande público. análise e interpretação de textos científicos. etc.3 Procedimentos A resenha crítica deve abranger um conjunto determinado de informações. sistematizada? Utiliza recursos explicativos (ilustrações. o título deverá guardar estreita relação com algum atributo ou idéia mais destacada da obra. bem como da finalidade ou destino da resenha. gráficos.seu quadro de referências. de com pe tên cias de l eit ura. no ent an to. – Conclusão do autor o autor apresenta (ou do autor: não) conclusões? Caso apresente. . claro. título. p. etc. figuras. 245-246): – Referência autor(es). sistematizar a abordagem de às escolas ou correntes científicas ou filosóficas. p. . O roteiro a seguir baseia-se no modelo apresentado por Lakatos e Marconi (1991. 51-57).as conclusões do autor. – Res umo da obra resumo das idéias Resumo obra: principais. são indispensáveis os seguintes tópicos: . se optar por intitular. desenhos. número de páginas. Para fins de t rabalh os acadê micos. segundo a percepção do resenhista. pelo estudante. em relação ao contexto social.? b) quan to ao mérito da obra: qu al a con tr ibui ção dada? As idéi as são originais. o que muitas vezes depende da obra resenhada. de modo a cumprir sua finalidade. pr eciso? A li ngu agem é correta? d) quanto à forma: é lógica. títulos.22. têm o propósito de organizar. político.. 3. As diretrizes metodológicas que seguem. obras publicadas.

obrigatoriamente. o resumo do conteúdo. A análise crítica o estudante formula um análise crítica: análise crítica A análise temática procura interrogar e análise temática: temática identificar do que fala o texto e qual o tema de que se trata: como o autor problematiza o tema? Que posição assume? Como expõe passo a passo seu pensamento. constitui uma etapa do trabalho de elaboração da resenha. com vistas a obter o melhor proveito de seu estudo. sobre o vocabulário (conceitos. alcance. Procura estabelecer uma aproximação. em geral. os aut ores cit ados. do texto para identificar seu plano geral. compondo um texto harmonioso. nas resenhas de boa qualidade. como se pr oce ssa seu raci ocí ni o e argumentação? Qual é a idéia central? Quais as idéias secundárias? As análises textual e temática servem de base para a elaboração do resumo. tanto como preparo para a elaboração de resenhas. termos fundamentais à compreensão do t exto). A análise textual etapa em que o estudante análise textual: textual A análise interpretativ a: o estudan te anális e interpretativa: faz uma leitura atenta. associação e/ ou comparação com as idéias temáticas afins e com os autores que tenham desenvolvido a mesma ou outra abordagem do tema.. porém corrida. ou seja. m arcar e esquematizar as idéias relevantes. de um modo geral. aparecem. procura tomar uma posição a respeito das idéias enunciadas. sucinto e de fácil leitura. 23 . como de outros trabalhos acadêmicos. Avalia também sua originalidade. no entanto. os dados sobre a obra. os aspectos teóricos.3 acima.Texto a referência bibliográfica da obra Te Texto: resenhada deverá ser apresentada no início do texto. avaliando o texto pela sua coerência interna. a seqü ência dos elementos relacionados no item 3. . A redação da resenha obedecerá. explora sua fecundidade e mantém um diálogo com o autor.Folha de rosto: é a folha que apresenta os Folha rosto: elementos essenciais à identificação do trabalho. I sso n ão si gn if ica qu e o t ext o dev a. 3. buscar dados sobre o autor. . validade e con tribui ção à discussão do problema. a resenha deve apresentar a seguinte estrutura: . seu autor. quer dizer. subdividir-se mediante o uso de subtítulos de acordo com aqueles elementos. trabalho acadêmico distinto da resenha.. n um a seqüên cia adequ ada. pela maneira como o autor desenvolve e aprofunda o tema.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ textos teóricos. bem como a avaliação crítica do resenhista.4 A apresentação da resenha Como trabalho acadêmico. Deve ser elaborada segundo o modelo constante do Apêndice B. juízo crít ico. o qual.

. 3.Referências caso o resenhista tenha se Referências: Referências valido de outras obras para fundamentar a análise da obra resenhada. social) do autor é discutido? . esse item é obrigatório.O posici onamen to (te ór ico.ci entíf icos f oram observadas? . polí tico.a resenha apresenta as idéias principais da obra? .A crítica do resenh ist a é pertin ente e fundamentada ou justificada? ..As conclusões do autor são comentadas/ discutidas? . o su mári o é e lem en to dispensável. Sendo a resenha um trabalho acadêmico geralmente pouco extenso e pouco ou nada subdiv idido. econômico.A linguagem utilizada na resenha respeita a norma culta? ..As normas técnicas de apresentação de trabalh os acadêmico.A apresentação das idéias prin cipais é sucinta e objetiva? .Aponta as características mais relevantes da obra? . dev endo ser organ izado segundo a NBR 6023:2002.A obra está corretamente referenciada? . Quanto à apresentação gráfica.As informações sobre o autor são suficientes para sua identificação? .5 Avaliação As seguintes perguntas poderão orientar o professor na avaliação da resenha: .24. devem ser seguidas as orientações comuns aos demais trabalhos acadêmicos.

exercitando a linguagem científica na elaboração de um texto. também. . 25 .. artigos especializados ou de informação geral. júri simulado. opiniões de especialistas.2 Propósitos No contexto da f ormação acadêmica. pelo au tor. dentre outros tipos de publicações. de resultados de estudos ou pesquisas cient íficas. Na elaboração de um paper. a el aboração do posicion am en to pessoal gera ou tr as produções acadêmicas. 4. podendo considerar. fatos ou situações relacionados a assuntos pertinentes a uma área de estudo. Esse tipo de trabalho também auxilia o desenvolvimento da capaci dade crít ico. o objet iv o do p a pe r é e stim ul ar o aprofu ndame nt o de um de ter min ado assunto.. com base na análise de pontos e contrapontos de diferentes autores ou obras estudadas pelos alunos.1 Conceito O paper. O p aper pode ser usado para consolidar conteúdos trabalhados nas unidades de uma disciplina (atividade curricular). com objet ivi dade e clare za. o autor desenvolve análises e argumentações.an alít ica e da criatividade do aluno. estudos de caso ou participação em palestras. Além disso.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 4 P APER . POSITION PAPER OU POSICIONAMENTO PESSOAL 4. promover o debate em torno de um assunto. pois requer que este expresse sua interpretação e compreensão do assunto apresentado. position paper ou posicionamento pessoal é um pequeno texto sobre tema prédeterminado. o professor pode solicitar ao aluno a elaboração de um posicionamento pessoal com o for ma de av aliar a aprendizagem individual. como os artigos científicos. E m algu ns casos. pode ser articulado a outras estratégias de ensino utilizadas na disciplina: após a realização de seminários. Sua elaboração consiste na discussão.

pode (ou mesmo deve) conter citações diretas e/ou indiretas que sustentem os argumentos do autor em relação ao tema em discussão. Os aspectos a serem considerados quanto ao conteúdo abrangem: .3 Procedimentos Para a elaboração do p ap er é pr eciso considerar critérios relacionados ao conteúdo e à forma. c) discu ssão dos pon tos r elev ant es. desenvolvimento e conclusão. o pa per deve apresentar em sua estrutura. lev an tan do argum en tos. segue os padrões descr itos no t ópico 5 da Part e II dest e docu men to r ef eren te às norm as de apresent ação de trabalhos cient íficos e acadêmicos. exemplos ilustrativos e mencionando idéias comuns ou contrárias de outros autores. ao final do texto. registros ou anotações de palestras. Como todo trabalho acadêmico. a part ir dos qu ais será desenvolvido o paper. as etapas de introdução.As normas técnicas de apresentação de t rabalh os acadêmi co.. Isso significa que o texto é redigido sem divisões em subtítulos. A apresentação gráfica do paper.Planejamento do pa per: compreende a elaboração de um roteiro ou esquema com as prin cipai s i déias ref ere nt es a: a) apresentação do assunto e propósitos do p ap er . 4. deixando-se claro. d) sí nt ese con cl usi va.O assunto/tema em discussão é analisado com profundidade? .26.4 Avaliação Para avaliar um trabalho do tipo paper podese buscar respostas para questões como: .cien tí fi cos são respeitadas? . tais como: textos. f il mes.As críticas e os argumentos apresentados são fundamentados ou justificados de modo consistente? .A análise das idéias é coerente/consistente? .. Além disso. sistematizando-se determinadas etapas.. As referências utilizadas no trabalho devem ser apresentadas separadamente. b) destaque dos pontos mais r elev ant es. o encadeamento entre as idéias iniciais. 4. .As conclusões são apresentadas de forma clara e objetiva? . entretanto. de forma articulada. et c.as principais idéias dos autores que serviram de base para o paper (quando for o caso) são apresentadas no texto? . artigos.A linguagem utilizada obedece a norma culta? .Leitura: exploração e leitura de materiais relacionados ao tema. como todo t rabalh o acadêmico. a análise do assunto e as conclusões do seu autor.Há lógica na organização geral do texto? . re met en do aos propósitos expressos na apresentação.

ou repitam a experiência – confirmando ou não seus resultados –. o artigo científico tende a ser usado como estratégia de en sin o para o desenv olvi men to da capacidade de síntese das experiências de pesquisa realizadas pelo aluno. Isso permite que outros pesquisadores. 88): . métodos e técnicas. o artigo é produzido para divulgar resultados de pesquisas científicas. docu men tal.los ou pormenorizar aspectos. .2 Propósitos De um modo geral. a metodologia empregada por seu autor e os resultados obtidos. discute e divulga idéias. teorias ou mesmo hi pót eses de form a a di scut i. ao apresentar de forma completa.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 5 ARTIGO CIENTÍFICO 5. Sua publicação em periódicos especializados é uma forma de divulgação do conhecimento produzido no meio científico e acadêmico.. de acordo com Marconi e Lakatos (2001. .. ou nela se baseiem.1 Conceito O artigo científico consiste em um texto que apresenta. embora sucinta.estudar temáticas clássicas sob enfoques contemporâneos. os procedi me nt os de u ma pesqui sa. 5. O artigo científico. o artigo científico pode abordar conceitos. 27 .resgatar ou refutar resultados controversos ou que caracterizaram erros em processos de pesqu isa.discutir aspectos de assuntos ainda pouco estudados ou não estudados (inovadores). . a partir de novos enfoques ou perspectivas.aprofundar ou dar continuidade à análise dos resultados de pesquisas. experimental ou de campo). processos e resultados de pesquisa cien tí fi ca (bi bl iográfi ca. Por sua reduzida dimensão e conteúdo. ampliando as discussões e o conhecimento sobre o assunto e inspirando novas pesquisas. como monografias. possibilita ao leitor avaliar a pesquisa realizada.aprofundar discussões sobre assuntos já estudados e que pressupõem o alcance de novos resultados. difere de trabalhos científicos. dissertações ou teses. . Ao produzir o artigo. esse tipo de trabalho também pode ser elaborado com os seguintes propósitos. Entretanto. idéias. No contexto da formação acadêmica. . os propósitos. p. o aluno inicia uma aproximação aos conceitos e à l ingu agem cien tífica qu e necessitará desenvolver no momento da elaboração do trabalho de conclu são de curso. buscando a r esolu ção satisfatória ou a explicação à controvérsia gerada. Além desses objetivos.

seguidos da indicação das partes principais do tema e suas subdivisões e. uma síntese da metodologia utilizada na pesquisa. iniciando com a apresentação geral do assunto e dos propósitos do artigo. conceitos. discussão e análise (confronto entre os resultados obtidos na pesquisa e o conteúdo abordado nos referenciais teóricos). Quando o artigo se refere à comunicação de resultados de pesquisa. a análise e a crítica de conteúdos teóricos e de idéias de diferentes autores. fatos ou outros estudos. explicando e avaliando os resultados. p. Por out ro l ado. No tópico das considerações finais. de fichamentos. Podem ser incluídas sugestões ou recomendações para outras pesquisas. comparando-se com outros estudos já realizados. A elaboração de artigos estimula. deve ser estruturado da forma a seguir descrita.2). porém de forma breve e sintética. aspe ct os me todológicos (caracterização da pesquisa e da população. desenvolvimento e conclusão. O texto contém a exposição e a explicação das idéias e do mat erial pesqui sado e pode ser subdividido da seguinte forma: referenciais teóricos da pesqu isa (apresen tação de con cei tos si st emat izados com base na lit eratu ra). No desenvolvimento (corpo do artigo). e descrição dos métodos. fazer comparações. a justificativa do trabalho e suas limitações. Todavia. por fim. resul tados (apre se ntação e avaliação dos dados encontrados. podendose utilizar tabelas e ilustrações). que se constitui como dedução lógica do estudo. relacionando-os aos objetivos propostos na introdução. se for o caso. teorias.3 Procedimentos quanto à elaboração Em termos de procedimentos para a escrita de um artigo científico. De acordo com Leal (2001. técn icas e equi pam ent os uti lizados). formular críticas sobre um determinado tema à luz de pressupostos t eór icos ou de evidências empíricas já sistematizadas.reún a as inf ormações e conhecimentos necessários por meio de leituras (textos e documentos).. para sistematizar a comunicação a ser feita. . em primeiro lugar. são apresentados os dados do estudo. mater iais.se os seu s re sul tados.. é preciso que o autor: . registros de observações ou evidências factuais.28. ainda. contribuindo para que o aluno aprenda a sintetizar conceitos. dest acam. 5. é necessário observar os propósitos do trabalho a ser elaborado (vide item 5. a elaboração deste plano é útil. .102). independente de ter propósitos distintos. Já no caso do artigo constituir-se como uma produção ou comunicação escrita sobre idéias. destacando os aspectos a serem enfatizados no trabalho. o artigo científico deve apresentar a estrutura básica que caracteriza todos os tipos de trabalhos científicos ou acadêmicos: introdução. A introdução apresenta o assunto do artigo – tema da pesquisa – e seus objetivos.sistematize um roteiro básico das idéias. evitando que o autor se perca durante a elaboração.

4 Procedimentos quanto à forma de apresentação A apresentação do artigo científico para publicação científica impressa deve seguir as orientações da NBR 6022:2003. para uma maior clareza e compreensão por parte do leitor. 29 . O artigo científ ico deve ser redigido com objetividade. relacionando-as com os objetivos previamente estabelecidos. A definição do título do artigo deve corresponder. bem como os limites do artigo quanto à extensão e à profundidade (LEAL. Vale ressaltar que as divisões. porém . correse o risco de comprometer a aprovação do artigo. as expectativas em relação a ele. 2001. a forma como o artigo está organizado. 5. ao conteúdo desenvolvido. coerência e estrita observân cia das regras da norm a cu lta. .” (LEAL. precisão.). pois.. Pode.. Também é preciso evitar explicações repetitiv as ou supérfluas. Devem ser evitadas as gírias.na conclusão. também. . o e xce sso de subdivisões. é conveniente que o autor contextualize o tema. de forma adequada. textuais e pós-textuais. cujos títulos devem ser curtos e adequados aos aspectos mais relevantes do conteúdo. . sugerindo a continuidade das discussões a respeito. É n ecessário qu e as referidas partes e respectivas idéias estejam articuladas de forma lógica. et c. p. convém observar também os critérios e modelos estabelecidos por seus organizadores e/ou editores. motivando para a leitura. ainda.103). A estrutu ra de artigos cien tíficos compreende elementos pré-textuais. p. Ao f in al da int rodu ção dev e apresentar. destacando sua importância teórica ou prática.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ também auxilia como recurso pedagógico para reflexão e organização lógica das idéias a serem abordadas. subdivisões e títulos do artigo não garantem a sua consistência ou i mportância. É pre ci so ev it ar.106). 2001.ao apresentar o artigo – na introdução –. caso isso não aconteça. o que pode prejudicar a sua compreensão. ao mesmo tempo em que se deve cuidar para que o texto não seja compacto em demasia. conferindo “ao con ju nt o a in di spensáv el u nidade e homogeneidade. além de descre ver os objet ivos e os fundamentos que orientam o trabalho. se min ários. o autor apresenta uma síntese das principais idéias trabalhadas no corpo do artigo. mencionar eventuais implicações ou efeitos a partir do conteúdo apresentado. Caso se trate de artigo a ser apresentado em eventos (congressos. deve o autor dividir o tema em discussão. expressões coloquiais e que contenham juízos de valor ou adjetiv os desn ecessários.no desenvolvimento do artigo. .

elaborado de acordo com a NBR 6028:2003 (seção 2 da Parte II deste documento). precedendo o resumo em língua estrangeira. .3.3 Elementos pós-textuais . onde também são colocados os agradecimentos do(s) autor(es) (caso sejam necessários) e a data de entrega dos originais. .Título e subtítulo (se houver) em língua estrangeira.Nome do(s) autor(es) acompanhado(s) por breve currículo qualificando-o(s) na área de conhecimento do artigo. Segundo a NBR 6022:2003. 5. então.. assim como os endereços postal e eletrônico.1 Elementos pré-textuais . .Título e subtítulo (se houver) figuram na página de abertura do artigo. o currículo. o desenvolvimento e a conclusão. 5. . cuja apresentação também deve observar a NBR 6028:2003 (seção 2 da Parte II deste documento).4. .Glossário (opcional): deve ser organizado em ordem alfabética.2 Elementos textuais Os el ement os textu ais compreendem a introdução.30. já detalhados na seção 5.4. diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos e na língua do texto. diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos.Palavras-chave na língua do texto. após os elementos pós-textuais..Resumo em língua estrangeira (obrigatório): consiste na versão do resumo na língua do t ext o para idi om a de di vu lgação internacional (vide seção 2 da Parte II deste documento).Nota(s) explicativa(s) (elemento opcional): caso existam. ou.Referências (obrigatório): elaboradas de acordo com a NBR 6023:2002 (vide seção 3 da Parte II deste documento).Palavras-chave em língua estran geira (obri gatório): consist e n a versão das palavras-chave na língua do texto para a m esma lín gu a do re sum o em lí ngua estrangeira (vide seção 2 da Parte II deste documento). podem ser dispostos em rodapé indicado por asterisco na página de abertura (vide modelo do Apêndice E).Resumo na língua do texto. são apresentadas em relação única e consecutiva e numeradas com algarismos arábicos. 5. .4. . . .

tais como: a) Quanto ao conteúdo: . precedi dos por numeração progressiva. os artigos científicos são elaborados por alunos que se encontram em fase final do curso de graduação. . 2000). FEITOSA..clareza na especificação das unidades de análise (como por exemplo: indivídu o.4.Questionário).ausência de dispersão ou de redundância das informações/conteúdos. seguidas de travessão e respectivo título (Ex.: APÊNDICE A . justificativa e importância do artigo. . .apresentação de suposições (hipóteses) su ste nt adas em t eori as e cr enças consideradas verdadeiras a part ir do paradi gm a do qual se ori gi nam. . equações e f órmulas. SEVERINO.4 da Parte II deste documento). são identificados por let ras maiúsculas consecut ivas. 5. organização. podem ser descritos vários critérios (AMR1 .Apêndice(s) (opcional): texto ou documento elaborado pelo autor. coerente e adequado aos propósitos do artigo.. adequando-o às possibilidades e recursos já desenvolvidos por seus alunos. muito embora nada impeça que o professor os solicite em etapas anteriores. . então. que complementa. seguidas de trav essão e respectiv o t ítu lo (Ex.ausên cia de salt os de raci ocí nio na 1 American Management Review (periódico americano que apresenta diretrizes básicas para revisão de artigo s científicos).referencial teórico claramente identificado. as suposições devem ser claras e justificadas. siglas. decorrentes dos objetivos propostos pelo professor.Estrutura organizacional da Empresa Alfa). 2001. Para a avaliação de artigos científicos. 31 . Normalmente.coerên cia en tre as in formações e no encadeamento do raciocínio lógico. sociedade). .: ANEXO B . 5. comprova ou ilustra seu con teúdo.5 Avaliação O artigo científico pode ser avaliado segundo inúmeros critérios. Observação: na Parte II deste documento. . ilustrações e tabelas (seção 5).UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ .Anexo(s) (opcional): texto ou documento não elaborado pelo autor do trabalho. conforme a NBR 6024:2003 (vide seção 5.clareza na apresentação dos objetivos. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas. .demonstração de conhecimento suficiente sobre o assunto. complementar ao seu trabalho. o lei tor encon trará ori ent açõe s sobre elaboração/emprego de citações (seção 1). . 1999.4 Indicativo dos tópicos (seções) do artigo científico Os títulos das partes ou seções que dividem o texto de um artigo cient ífico devem ser alin hados à esqu erda. .identificação dos limites do artigo (definição do foco do artigo e dos aspectos que não serão abordados).

. .32.observância das normas de apresentação de um artigo. .post u ra ét ica n o tr at o do t em a e desenvolvimento da análise (imparcialidade e equilíbrio).ori gin ali dade e i novação do assun to abordado. un idade e art icu lação (encadeamento lógico). . . sem duplo sentido. . .adequação do título ao conteúdo.atendimento aos objetivos propostos..uso/seleção de literatura pertinente à análise.resumo claro e informativo. ou de um conceito para outro.elementos de transição entre parágrafos adequ ados ao sentido e à lógica dos conteúdos. com a corr eta r elação com os f atos analisados.coerência e padronização dos termos técnicos.u so corret o de ci tações devidam ente referenciadas. do t ext o .elaboração de análise e síntese diante de concei tos teór icos sem elh an te s e/ ou divergentes.uso adequado de exemplos complementares para clarificar o significado do texto. passagem de um parágrafo para outro.objetividade.afirmativas unívocas. . . . . . .. b) Quanto à forma: . . . . precisão e coerência na escrita do texto.observância das regras da norma culta.uso fiel das fontes mencionadas no artigo.demonstração de argumentos ou provas suficientes para apoiar as conclusões. .linguagem acessível. -\ ar ticu lação e nt re su gestõe s ou r ecomen dações e as di scu ssões apresentadas no texto.

até mesmo de um objeto.. 2 De scrição minuciosa e circunstanciada dos fatos ocorridos na gerência de administração pública ou de sociedade. após terem sido desenvolvidas. esse t ipo de tr abal ho acadêmico por vezes tem sua elaboração negligenciada. fatos ou objetos [. embora seja um dos principais trabalhos acadêmico-científicos comumente realizados n a un iversidade. ou mesmo por não serem muito difundidas orientações para sua elaboração. descrição ou exposição de um evento qualquer (algo que ocorreu e foi obse rvado. aplicação de uma determinada técnica. pois os termos minuciosa e circunstanciada são usados para qualificar a descrição. o qual. etc.. ordinariamente por e scrito . n ão é abordado n este documento. na sua organização ou apresentação. seja no seu conteúdo. Embora seja utilizado com fr eqü ência. uma narração. observação de eventos. O relat ório de que se trata aqu i é uma modalidade de trabalho escrito que não se confunde com o relatório de pesquisa – esse destinado exclusivamente à comunicação dos resultados de uma pesquisa científica –. geralmente relacionados a atividades práticas – visitas. em diversas disciplinas. 3 Exposição por escrito sobre as circunstâncias em que está re digido um docume nto ou proje to. de menor importância.. Em Michaelis (1998.1808) encontram-se as seguintes: 1 Exposição.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 6 RELATÓRIO Incluiu -se o rel atório en tre os t ipos de trabalhos acadêmico-científicos por ser uma modalidade de trabalho escrito solicitada com alguma regularidade ao aluno de graduação. p. 6. em pelo menos uma das definições. são complementadas ou concluídas pelo relato de sua realização. s obre a s eqüê ncia d e um acontecimento qualquer. realização de uma intervenção ou procedimento especializado. . acompanhado dos argume nto s que militam a favor ou contra a sua adoção. – as quais. com vistas a um conjunto bastante v ariado de propósitos pedagógicos. talvez por ser con siderado um t rabalho “ pequen o” ou “rápido”..1 Conceito A compreensão do que é um relatório pode começar pelo exame das definições que os léxicos of erecem . 4 Parece r ou exposição de um voto ou apreciação.. [. então. Vale sali en tar o det alham ent o com o u ma característica do relatório. de uma prática ou de um conjunto de práticas. exper imen tos ou testes de laboratório. relação.] 6 Qualquer exposição pormenorizada de circunstâncias. viagens de estudo. 33 . al go qu e f oi realizado)..] Relatório é.

etc. visitas.2 Propósitos Rel at ór ios podem te r os m ais di versos propósitos: descrever ampla variedade de atividades realizadas. . p. apresenta-se a seguir. a elaborá-los. entre esses dois extremos estariam os emi-informais. 6. expor conhecimentos aprofu ndados sobre uma determinada instituição. é importante que o acadêmico aprenda. de uma obr a ou sobre as ativ idade s de u ma administração. of erecer informações e análises sobre empresas. Considerando o largo uso de relatórios nos diversos campos de atividades profissionais. têm poucas páginas (às vezes uma única) e uma apresentação breve. relatórios s emi-informais de alguma relatórios semi-informa is extensão (5 a 15 páginas ou pouco mais).34. verificações. procedimentos técnicos. desde o relatório formal – formal aquele que segue todas as normas de um trabalho técnico. qualquer que seja seu tipo. Dessa forma. observações de campo. o relatório de uma Secretaria de Estado – até o relatório informal que trata informal. medições. podem apre sent ar difer ent es n ívei s de formalidade. ou ainda descrever atividades realizadas em laboratório. mercados. a preocupação maior deve estar voltada para a eficiência da comunicação. p. viagens. tratam de assunto de certa complexidade e apresentam conclusões ou recomendações fundamentadas em dados. avaliações. O relatório é. de um único assunto. por conseguinte. SEVERINO. etc. elaborada segundo os propósitos deste documento.20) aconselha: “ Não bast a term os u ma boa idéia ou executarmos um bom trabalho.. um documento através do qual um profissional ou acadêmico faz o relato de sua própria atividade ou do gr upo ao qu al perte nce. que já requerem uma apresentação técnica. 1999. porqu e o fazemos e com que resultados”. O obje tivo é comunicar ao leitor a experiência acumulada pelo autor (ou pelo grupo) na realização do trabalho e os resultados obtidos.. (MARCONI. 6.168193) apresent am uma ú til t ipologia de relatório. A esse respeito. informar sobre o andamento de um projeto. tem forma de apresentação rigorosa. em diferentes situações.. inspeções. LAKATOS. em campo. durante a sua formação. cuja síntese. na elaboração de um relatório. trata de assunto complexo e se destina a grandes audiências. sobre áreas promissoras do mercado e tecnologias emergentes. 2000). é preciso também sermos capazes de fazer com que outras pessoas entendam o que estamos f azendo. vistorias. Olímpio e Cancelier (1992. auditorias. produtos ou tecnologias. como.3 Tipos de relatórios Flôres. por exemplo. as autoras classificam os relatórios quanto à estrutura e à função. pois como profissional certamente será solicitado a fazê-lo. Inicialmente. Quanto à estrutura (partes componentes). tais como. Barrass (1986.

se for o caso.por que deve ser relatado? Esta pergunta au xil ia a de ci dir se o re latóri o ser á informativo ou analítico e a esclarecer aspect os rel at iv os à abordagem e t ratame nt o das i nf orm ações e/ ou con clusões e recomendações a serem apresentadas. dos semi-informais) obedecerá às orientações constantes do t ópico 4 Estrutura de trabalhos acadêmico-científicos e sua apresentação gráfica obedecerá. . pelo início e término de uma determinada ação ou projeto. em decorrência de seus objetivos e destinação. demarcado. estilo da redação.. anual) ou abranger um período de tempo maior. nível de complexidade e aprofundamento do conteúdo. .o que deve ser relatado? Da resposta a esta pergun ta resu lt a u m rot eiro ou esquema do conteúdo do relatório.Aprese nta çã o g ráfica d e trabalhos acadêmico-científicos.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Quanto à função.. de v isit a e os relat órios administrativos. inf ormais ou semi -in form ais. pode ser periódico (mensal. portant o. A elaboração de um relatório se inicia por uma reflexão sobre sua finalidade. etc. os relatórios podem ser informativos e analíticos. Subdividem-se em: . seja qual for o tipo de relatório. . . 6. por exemplo. A seguir apresentam-se dois roteiros possíveis para o corpo do relatório com a ressalva relatório.para quem deve ser relatado? Esta pergunta pode ajudar a decidir quanto ao tipo de relatório (formal. informal ou semi-informal). são pouco extensos e.relatório informativo de posição ou de ou de relatório informativo de ou status: status descreve ocorrências ou fatos relativos a um determinado momento. 35 . nessa modalidade encontram-se os relatórios de v iagem. Os relatórios informativ os transmitem relatórios informativos in f or mações sem an al isá-l as ou f azer recomen dações. da Parte II deste documento. 1º Roteiro A – Elementos pré-textuais (conforme tópico 4 da Parte II) . as normas contidas no t ópico 5 .relatório informativo de progresso trata informativo de progresso: progresso do andamento de uma atividade ou ação.relatório informativo narrativo faz o relatório relatório informativo narrativo: registro de ocorrências ou eventos. ou em data previamente estabelecida (ex. de que a estrutura dos relatórios formais (e. Os relatórios analíticos são aqueles cujo analíticos propósito consiste em an alisar f atos ou inf orm açõe s e apresent ar conclusões e recomendações como dedução da análise realizada. semestral.. para isso são úteis três perguntas: .4 Procedimentos A estrutura e a organização de um relatório serão variáveis assim como são variáveis os tipos de relatórios.: relatório sobre a situação dos estoques de uma empresa).

criar o modelo de relatóri o que mel hor con tem ple as necessidades de formação do seu aluno. os elementos prétextuais poderão ser limitados ao mínimo indispensável: se o relatório tiver 2 ou 3 páginas. o estilo simples. B – Elementos textuais: 1 Dados de identificação .o quê: identifica a atividade realizada. construção/teste ou verificação de máquinas. 2° Roteiro 1 Dados de identificação 2 Descrição do problema 3 Aparelhagem ou equipamento 4 Procedimento(s) 5 Resultado dos testes 6 Análise dos resultados 7 Conclusões Referências Apêndices / Anexos É importante lembrar que o roteiro do relatório deve ser adaptado às necessidades da disciplina ou aos propósitos da atividade realizada. preciso e objetivo. Os roteiros aqui apresentados acima são sugestões para que o professor possa. além da folha de rosto.. basta a folha de rosto. adjetivação excessiva. Nota-se que. conforme a extensão do relatório.. marcado pelo uso de termos técnicos adequados.36. com maior número de páginas. A melhor maneira de relatar a seqüência de desenvolvimento de uma atividade é cuidar para que a exposição seja clara. sugere-se a estrutura a seguir.quando e onde: identificam o local e a data em que a atividade relatada foi realizada. qu e pode se r caracterizado como um relatório do tipo informal ou semi -inf orm al. 2 Finalidade da atividade 3 Descrição da atividade 4 Conclusões/recomendações 5 Assinatura do(s) autor(es) C – Elementos pós-textuais Referências (caso existam) Apêndices / Anexos Qu an do se t rat ar de u m rel at ório de experiências realizadas em laborat órios. a partir dessas idéias. . aparel hos ou si stem as. detalhes desnecessários. sendo o sumário dispensável. pela correção da linguagem. . deve conter um sumário. pela ausência de períodos longos.

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 6. se hou ver..5 Avaliação Para assegurar que nada tenha sido esquecido na versão final do relatório.. antes de entregá-lo ao professor. com seus títulos e legendas? . e seu sumário reflete isso? .O relatório se limita ao essencial. 37 .) são aplicadas de forma metódica e homogênea? . são apresentadas de maneira uniforme. . notas e referências.O título do relatório diz explicitamente do que ele trata? . Laville e Dionne (1999) sugerem a seguinte verificação.As t abel as e f iguras.O leitor encontra nele todas as informações e referências de que precisa para assegurarse da boa condução da testagem ou da atividade realizada? .O plano do relatório permite conduzir o leitor por meio de uma demonstração eficaz. que tanto pode ser usada pelo acadêmico para verificar se seu trabalho está bem feito. afastando o supérfluo ou não-pertinente? .É escrito em um estilo simples e preciso? .As regras de apresentação (citações. como pode ser um roteiro adequado para que este avalie os relatórios elaborados por seus alunos. etc.

..38..

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 7 MEMORIAL 7. ret ratando a subjetividade. O memorial compreende a explicitação da intencionalidade do autor. . Parte de uma reflexão introspectiva. pelo desejo de oferecer ori ent ações sobr e sua elaboração aos acadêmicos. portanto. como também para o ingresso ou para o exame de qualificação de cursos de pósgraduação – notadamente os de doutorado – de muitas universidades. uma vez formados. m inu cioso e analí tico das at iv idades profissionais desenvolvidas pelo autor – no caso daqu eles qu e se dedicam à v ida acadêmica. ou se habilitar a promoções na empresa ou instituição a cujos quadros pertençam. elaborar e apresentar o registro analítico de sua formação e trajetória profissional. pode ser definido como um texto que relata eventos notáveis da trajetória do autor. ainda. Consiste. A decisão das Autoras deste documento de apresentar o memorial entre os tipos de trabalhos acadêmico-científicos foi motivada. principalment e. portanto. as perspect ivas futu ras que o autor tem planejado quanto ao seu percurso profissional – um plano de trabalho –. podendo esboçar. conforme as circunstâncias.. bem como realizações pessoais dignas de permanecerem na memória da sociedade ou da instituição a que pertence. o relato destaca os trabalhos de pesquisa.. marca de todo trabalho acadêmico.2 Propósitos Quando elaborado para fins de concurso de ingresso ou de promoção na carreira. em um relato circu nstanciado. as motivações e as escolhas que o lev aram a construir um a det ermin ada história profissional. 7. Apresenta. o memorial tem o propósito de fornecer informações para o julgamento qualitativo do candidato. o que não significa dizer que de sua elaboração esteja ausente a necessária dose de objetividade. e constitui um relato crítico. os quais. complemen tar mente. de caráter avaliativo – autoavaliativo – um pouco confessional. 39 . É elaborado com base numa percepção qualitativa e significativ a do caminh o percorrido que caracteriza a história do autor. ensino e extensão realizados – bem como de sua vida profissional como um todo e das perspectivas que percebe ou planeja para a continuidade de seu trabalho no futuro. os resu ltados qu e espera alcançar. o memorial é uma autobiografia em que se articulam os dados do curric ulum vita e. con figurando um a narrativa histórica e reflexiva sobre a trajetória acadêmico-profissional do autor. para concorrer a postos no mercado de trabalho. precisarão. Nesse sentido.1 Conceito Para Severino (2000). ou ai nda para f in s de concorr er a u ma premiação. O memorial tem sido uma exigência em determinados concursos para o magistério superior de diversas instituições universitárias.

resultados de pesquisas. .atividades técnico-cient íficas. estruturando dessa forma o memorial. caracterizando a história particular do autor. pelo seu caráter reflexivo. científ icos ou t ecn ológicos no âmbito federal.deve-se sintetizar a narrativa dos eventos menos marcantes e dar ênfase aos mais significativos a critério do autor e à luz das finalidades do próprio memorial. municipal ou privado.dev e-se adot ar a forma de u m relato cronológico. analítico e autocrítico. exe rcício de f un ções de direção. além de servir a tais finalidades.. orientação de monografias. . No entanto. ou para destacar os aspectos ou fatos mais significativos. as circunstân cias t eóricas e sociais que predominaram no momento da execução do projeto de dissertação ou tese. participação em congressos. tanto em sua formação como em sua profissão.. o que permite ao autor enfatizar o mérito de suas realizações. de forma a evidenciar sua articulação com a história pré-relatada. em quais condições for am obt idos os tí tu los da form ação acadêm ica. . 7. . participação em ban cas e xamin adoras. prest ação de consultoria especializada. situando os fatos e acontecimentos no contexto sóciocultural mais amplo.utilizam-se subdivisões com tópicos/títulos par a marcar as et apas da t rajet ória percorrida. aperfeiçoamento e atualização: cursos. Embora o memorial seja caracterizado como um relato reflexivo e avaliativo de um caminho percorrido pelo autor. simpósios.3 Procedimentos Para a elaboração do memorial é preciso considerar as seguintes sugestões: . analítico e crítico. coordenação e/ou assessoramento. . A característica crítica do memorial conduz seu autor à avaliação dos resultados obtidos . comitês executivos. cursos e atividades de extensão. -ensino: desempenho didático. particularmente quando este se destina a finalidades acadêmicas.se qu e o me mori al se ja elaborado na primeira pessoa do singular. . É relevante na elaboração do memorial deixar claro. o memorial pode con stitu ir uma v aliosa pr odu ção acadê mica como t rabalh o conclusivo de curso. É com vistas a atender a esse duplo propósito que as orientações a seguir foram elaboradas.40. técnica ou artística. estadual.re com enda.finaliza-se o memorial com a indicação dos rumos que o autor pretende assumir.atividades de administração: participação em órgãos colegiados. especialização e atualização. é indispensável que esse relato contenha informações referentes a: . estágios de aperf eiçoamen to. t eses e pesqui sas de in iciação ci ent íf ica. seminários e outros eventos. dissertações. artísticocul tu rais e de pre stação de serv iços especializados: produção científica.formação.

(SEVERINO. como também auxiliar o próprio autor do memorial na avaliação do seu relato. lembrando que tanto a falsa modéstia como o excessivo elogio comprometem a qualidade do memorial. etc. pelo esmero na redação do texto. nossa história de vida é nossa melhor referência. encadernação sóbria. A avaliação deve ser feita em cada etapa do relato. apresentado de f orma seqü encial e sem comentários. apresentado de forma crítica. que reflita as condições e situações em que se desenrolou sua história profissional. que deve se destacar por uma auto-avaliação equilibrada. expressando as contribuições e perdas de cada momento.4 Avaliação A seguir relaciona-se uma série de perguntas que poderão orientar o professor na avaliação do memorial (caso este tenha sido solicitado aos alunos como trabalho acadêmico). principalmente.O relato destaca os aspectos mais relevantes da t rajet ór ia do aut or? A r elev ân ci a atribuída a esses aspectos é justificada/ fundamentada? . Enquanto este consiste em um conjunto de informações sobre as habilitações do autor. Além dos aspectos referentes ao conteúdo que já foram apontados. nota-se ainda uma certa confusão entre memorial e curriculum vitae. com fidelidade e tranqüilidade. a parti r da qu al elabora u m rel ato contextualizado. convém salientar que. o qu e requer. atraente. p. apesar de sua crescente utilização. Por outro lado. com textos tão ricamente elaborados que os trans formam em verdadeiras o bras literárias..O conjunto das informações sobre o autor e sua apreciação crítica oferecem elementos suf icientes para a apreciação de sua trajetória? . o memorial pode se destacar. 2000.. deve-se cuidar que o memorial tenha uma apresentação esmerada.. o autor precisa se mant er at en to par a o t om do rel ato.. com maior segurança possível. A boa organização de um mem ori al é essencial para o julgamento das atividades do autor. O autor precisa estar atento para retratar. um projeto gráfico de bom gost o. .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ em sua trajetória profissional e acadêmica. um a im pressão cu idadosa. cont extu alizando-a e m relação a aspectos teóricos.).O t exto evidencia o equilíbrio entre o adequado destaque aos êxitos obtidos e a menção aos eventuais insucessos? . o memorial é um relato da trajetória de uma pessoa. políticos.34): Alguns memoriais vão muito além da simples apresentação das habilitações pessoais e profissionais do candidato.O autor descreve sua trajetória de modo aprofu ndado. pois ele é a justificativa documental do seu desempenho profissional e acadêmico. Relatada com autenticidade e criticamente assumida. econômicos e/ou sociais? . como observa França (1999. 41 . p. Por fim. No entanto.176). quant o aos seus aspectos físicos. a trajetória real que foi seguida (. atribuindo diferentes pesos aos distintos eventos do passado. abrangendo sua formação e atuação profissional. 7.

.42.A organização do texto obedece tanto a seqüência cronológica dos eventos como o e ncade am en to lógico de fatos e argumentos? .A redação do texto é precisa e coerente? .O con teú do ev idencia um a ref lexão criteriosa realizada pelo autor sobre sua trajetória? .Os elementos de transição entre parágrafos são adequados ao sentido e à lógica do conteúdo? .A linguagem utilizada respeita a norma culta? .As normas técnicas de apresentação de trabalhos acadêm ico-científ icos foram observadas? .Apresenta adequadamente as perspectivas futuras para sua atuação. .. relacionando-as com a trajetória pregressa? .A narrativa é feita na primeira pessoa do singular? .

.. 43 .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Parte 2 Orientações e normas para apresentação de trabalhos acadêmico-científicos .

.44...

nelas buscando apoio para seus pontos de vista. estão sendo expostas.. Importante! Qualquer que seja o sistema adotado.se a correlação com a lista de referências (sistema autor-data) ou notas de rodapé (sistema numérico). su a elaboração deve seguir as orientações da norma NBR 10520:2002 – Informação e Documentação. “De fato. Depende do tipo de tese”.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1 CITAÇÕES São as descrições ou menções (conteúdos ou informações) contidas em um texto extraídas de um a ou tra fonte. Em todo o caso. p. ne las encontrando ilustrações. teórica e empiricamente.. o trabalho apresentado.. da ABNT.1 Regras gerais para citação As informações sobre a obra mencionada podem aparecer no corpo do texto ou em nota de rodapé (sistema numérico). Assim. 259). tais como: esclarecimentos pontuais do t exto. que deixa para os outros a apresentação de idéias ou de informações. Citações em Documentos. Usam-se citações quando se transcrevem trechos de alguma obr a ou se util izam informações já publicadas.121) considera difícil determinar “[. . observa que a citação não pode ser uma “manifestação de preguiça” de quem está elaborando uma dissertação ou uma tese. Recomendase o uso no corpo do texto (sistema autordat a). mesmo Umberto Eco (1988. Quanto à quantidade de citações a serem usadas em um trabalho. fazendo. in diret as ou citação de cit ação. t radução de palavras estrangeiras. 45 . São utilizadas para sustentar. é da própria natureza da pesquisa situar-se em relação a outras. deixan do para o rodapé out ras informações. exemplos e modelos. DIONNE. Em trabalhos técnico-científicos exige-se rigor na apli cação das praxes de cit ação. Para ident ificação de f on te da citação apresenta-se o nome do autor. etc. deve ser seguido em todo o trabalho. seguido pela data de publicação da obra e número da página.] se se deve citar com profusão ou com parcimônia. As citações podem ser diretas. com o propósito de esclarecer ou complementar as idéias que 1. Apresentação. diferentemente de textos literários. as citações tanto podem ser usadas com o objetivo de reforçar argum entos com o para expor posições cont rárias àqu el as qu e est ão sendo defendidas. nos quais é permitida uma apresentação mais livre. inspirandose nelas. significado de expressões típicas. 1999. p.” (LAVILLE. Pode-se afirmar que todo trabalho acadêmico ou t écnico de caráter cient ífico sem pre apresenta citações..

sem emprego de aspas. o nome do autor faz parte da frase. como nos exemplos seguintes: Ao escolher e delimitar o tema de pesquisa o mestrando deve ter presente que “quanto mais se restringe o campo. 2: no primeiro exemplo.. a entrada – no caso. Obs. a indicação da página é obrigatória para citação direta. textual ou literal É aquela em que se reproduz no texto a idéia original da obra que está sendo consultada.10): “quanto mais se restringe o campo. Vale ressaltar.2.10). o nome do autor – deve ser grafado com letras maiúsculas. p. ou Ao escolher e delimitar o tema de pesquisa o mestrando deve atentar para o que diz Eco (1988. que o uso do ponto final após as citações deve atender às regras gramaticais. As citações diretas longas (aquelas com mais de três linhas) devem constituir um parágrafo independente. 1: de acordo com a NBR 10520:2002. com recuo de 4cm da margem esquerda. melhor e com mais segurança se trabalha. fonte e espaçamento interlinear menores..” (ECO. como nos exemplos que seguem: . p. no segundo exemplo. Quando se trata de citações curtas (até três linhas). também. 1988. sendo grafado com maiúscula e minúsculas (NBR 10520:2002).1 Citação direta. 1. são inseridas no texto.2 Tipos de citação 1.” Obs. melhor e com mais segurança se trabalha.46.

o “trabalho da citação [. destaca-se a identificação do tema a ser estudado. Nesse sentido. . de modo reduzido ou abreviado. (CASTRO. distribuindo a verba de que dispõe entre os que apresentam os melhores projetos. a referência à fonte é obrigatória pois. determinados por uma entidade que se dispõe a financiar pesquisas e que promove uma concorrência entre pesquisadores. 1978. É geralm en te empregada quando se pretende apresentar. se ‘encaixar` em temas muito amplos. caracteri zando-se pela substit ui ção de algumas de suas palavras ou expressões. Ao parafrasear. o que não lhe tira o caráter científico. Como se trata de idéias alheias.. Nas citações in diret as. 47 . Dentre elas.]”. portan to. Uma tese deve revelar o domínio dos conceitos utilizados e um certo conhecimento da literatura técnica.. a escrit a do t ext o origi nal. em tamanho e cont eúdo.2. portanto) utilizando-se de pal av ras própri as. A paráfrase é a forma de citação indireta que. 319). ou seja. 1.] é uma produção de texto [. desde que não interfira no desenrolar da pesquisa. Pode surgir de uma dificuldade prática enfrentada pelo coordenador. mas colocado no seu contexto..102) apresentam algumas orientações relativas à elaboração do projeto de pesquisa. o domínio dos conceitos se revela no seu uso ao longo da análise e não na infindável seqüência de definições de diferentes autores. segu ndo Compagnon (1996. p. Pode ter sido sugerido pela entidade responsável pela parte financeira.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Marconi e Lakatos (2001. tem-se u m caso de plágio. as idéias de um autor sem recorrer à citação direta.. portanto. não altera. de desafios encontrados na leitura de outros trabalhos ou da própria teoria. ‘encomendado’.. a in di cação da(s) págin a(s) consultada(s) é opcional. da sua curiosidade científica. processo que exi ge sua interpretação para reconstrução de um novo texto. conforme a NBR 10520:2002. que é reconhecido como [.2 Citação indireta: paráfrase e condensação Consiste em se reproduzir o pensamento do autor (idéias alheias. O assunto não deve estar solto no espaço.. Todavia. caso ela não seja feita. p. p.. restaura-se total ou parcialmente o t exto font e..34).] o assunto que se deseja provar ou desenvolver. normalmente.

Esta forma de uso de citação é interessante. Texto original: A fase de estabelecimento e de clarificação da problemática e do próprio problema é freqüentemente considerada como a fase crucial da pesquisa. em que se faz uma síntese do texto que se quer citar. porém apresentando apenas as principais idéias do autor. pois pressupõe maior articulação de leitura por parte do autor do trabalho. . 1999. pois é ela que servirá de guia para as etapas posteriores (LAVILLE. (LAVILLE. p. É ela que serve para definir e guiar as operações posteriores.. DIONNE. como uma espécie de piloto automático. para qu e con siga sintetizar as idéias do texto original. (LAVILLE.48. Um outro modo de escrever a citação indireta é a condensação. sem alterar o seu significado. Citação indireta (paráfrase): Considera-se que a determinação e a explicitação do problema constituem operações decisivas no processo de pesquisa. Citação indireta (condensação): A definição do problema de pesquisa é crucial no processo de pesquisa. DIONNE. 1999). uma vez que tenha sido bem planejada.85). 1999). Isso porque é a partir da conscientização do problema e de suas implicações que o pesquisador será capaz de planejar e desenvolver adequadamente as etapas subseqüentes da pesquisa. já qu e. DIONNE.. deverá dese nv olve r um a l eit ur a si gn if icativ a (compreensiva/ interpretativa).

GEWANDSZNAJDER.. Obs.173) “a triangulação de métodos geralmente se refere à comparação de dados coletados por métodos qualitativos e quantitativos [.]”.” 2 Por se tratar de palavra de outr a língua (latim). Obs. Quando se discutem métodos para o ensino da pesquisa. Para Patton (1986 apud ALVES-MAZZOTTI. por sua vez. “Educar não é uma arte de introduzir idéias na cabeça das pessoas. 1987 apud GIL.. usa-se o itálic o. p.: no exemplo acima. Para explicar que o autor da idéia original é citado por um outro citado autor/obra que se está consultando. Patton é o autor da idéia original a que não se teve acesso.” (WERNER.2.3 Citação da citação Consiste na reprodução de informação já citada por outro autor. Nota: nas referências apenas o autor da obra consultada deve ser mencionado.31).123): “a melhor maneira de se aprender a fazer pesquisa é fazê-la: nada substitu i a prática da realização. pode ser expressa como citação direta ou indireta. .. Werner e Bower são os autores da idéia original a que não se teve acesso e Gil é o autor da obra consultada. p..: no exemplo acima. usa-se a expressão latina apud2 . 2001. e AlvesMazzotti e Gewandsznajder são os autores da obra consultada. 49 . BOWER.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1. mas de fazer brotar idéias. Esta idéia. 1997. 1994. p. A indicação da f onte de uma citação de citação pode ser apresentada na form a textual ou após a descrição da idéia. deve-se lembrar as palavras de Abramo (1979 apud TOMANIK.

. é admissível o uso da citação da citação. 125). igualmente. Em qualquer desses casos. seja para torná-la mais curta pela supressão de alguma parte que não interessa ao que se está expondo. [.. muitas vezes determinados textos não estão acessíveis (o que não é o caso dos exemplos acima). em que materiais irá se aprofundar.45) faz um alerta para o mestrando levar a bom termo a f orm ulação da qu estão principal da pesqu isa.] é preciso fazer escolhas.. 1. pela dinâmica que imprime à totalidade de seu raciocínio central. ..50.. só vale pelo lugar que ocupa.” “Evite.] evite fazê-lo em excesso ou desorganizadamente: uma citação. como qualquer outro material. b) Em citação com supressão de parte intermediária. p.. também chamada de segunda mão. então. p. 1997. tomando notas. pois preferencialmente se deve consultar a obra ou documento original.3 Alterações na citação Muitas vezes é necessário fazer alterações na citação. em que terrenos irá concentrar seus esforços. dev e ser usada de modo bastante restrito.. Nesses casos. ou ainda para adaptá-la às exigências da sintaxe do período ou da oração em que será inserida. no entanto. 125) aconselha: “[. No entanto. p. triagens. é obrigatório indicar a alteração feita. usam-se reticências entre colchetes: Sobre o emprego de citações. Beaud (1997. decidir sobre os eixos em que irá concentrar sua pesquisa.]” (BEAUD. que correm o risco de quebrar o ritmo de sua demonstração [. A citação de citação. citações longas demais. cru ci al para o bom desenvolvimento da pesquisa: E é preciso ler os livros mais importantes. somente disponível em língua que se desconhece.. seja para destacar algum de seus termos ou expressões. a) Em citação com supressão de uma parte inicial ou final. usam-se também as reticências entre colchetes: Beaud (1997. por se tratar de obra rara ou.

68. 2000. de ou que faça parte da experiência profissional do estudante. ou quando o destaque já faz parte da obra consultada.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ c) Na citação com destaque (grifo. O que o verdadeiro pesquisador busca é o jogo criativo de aprender como pensar e olhar cientificamente. deve-se indicar a autoria do mesmo: “O trabalho de pesquisa deve ser instigante. ou então. d) Quando são feitas adaptações na citação para adequá-la à sintaxe do período. . negrito ou itálico) de termos ou expressões.” (MARTINS. 70).” (GOLDENBERG. “A escolha de um tema que esteja ligado à área de atuação profissional. p.” (GOLDENBERG. grifo nosso)..21. mesmo que o objeto não pareça ser tão interessante. 1997. LINTZ. quando algo é acrescentado para esclarecer o leitor.. os acréscimos devem ser colocados entre colchetes: “Dois passos são necessários para o início da tarefa [de realizar um pesquisa]: a formulação do problema e a elaboração do projeto de pesquisa. p. 1997. grifo dos autores). 51 . p. torna o trabalho experiência profissional de desenvolvimento monográfico muito mais interessante e eficiente.

em palestras e debates.. 1997.1). (TELLIS. p. p. Collective – when a group of cases is studied. Instrumental – when the case is used to understand more than what is obvious to the observer. tradução nossa). explanatório e descritivo. Stake (1995) incluiu três outros: intrínseco – quando o pesquisador tem um interesse no caso.quando o caso é usado para entender mais do que aquilo que é óbvio para o observador. Yin (1993) identificou alguns tipos específicos de estudos de caso: exploratório. entre parênteses: Yin (1993) has identified some specific types of cases studies: Exploratory. 1. 1 b) Quando a citação for um trecho traduzido pelo autor do trabalho.1. No rodapé da página: Informação fornecida pelo Gerente de Desenvolvimento Organizacional da Empresa Época. instrumental .52. 1997. Stake (1995) included three others: Intrinsic – when the researcher has an interest in the case. após a chamada da citação deve-se incluir a expressão ‘tradução livre’. em 25 de julho de 2002. apresentando as explicações disponíveis em nota de rodapé: No texto: A nova estrutura organizacional será implantada no próximo ano (informação verbal)1.4 Normas complementares para citação a) Quando os dados a serem citados são obtidos por informação verbal. . coletivo –quando um grupo de casos é estudado. and Descriptive. deve-se indicar a expressão ‘informação verbal’ entre parênteses. (TELLIS. Explanatory..

126) diz claramente: “Citar é como testemunhar num processo”. 1999. Quando não for este o caso. 2001) 1. assinalando-o ao leitor e usando a expressão sic entre colchetes. 1980) e) Quando houver citações indiretas de documentos diferentes de vários autores. 2001. 1999b) d) Em caso de citações indiretas de vários documentos de um mesmo autor. em ordem alfabética. Umberto Eco (1988. isto é. 1972. (MARCONI. assim como as citações devem ser fiéis ao texto. após a data e sem espacejamento.. 1999. SEVERINO. deve-se confrontá-la com o original para ev itar erros ou omi ssões.. publicados em um mesmo ano. 1976. . esses são separados por ponto-e-vírgula. 2001) (BUNGE.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ c) Quando houver citações de diversos documentos de um mesmo autor. bem como averiguável por todos. 2000.5 Considerações finais sobre as normas de citação A citação pressupõe que a idéia do autor citado seja compartilhada. LAKATOS. em ordem alfabética. 1974. faz-se o acréscimo de letras minúsculas. O autor e a fonte de todas as citações devem ser claramente reconhecíveis. após apresentar a citação. o trecho citado deverá ser precedido ou seguido de alguma crítica ou contestação (ECO. como nos exemplos: De acordo com Chiavenato (1999a) (CHIAVENATO. RICHARDSON. Nesse sentido.1988). D ev e-se respeitar even tual erro do autor cit ado. mencionados simultaneamente. YIN. que se concorde com ela. p. publicados em anos diferentes e mencionados simultaneamente. a referência deve ser exata e precisa. 53 . conforme a lista de referências. Por isso. apresentam-se as datas separadas por vírgula: Chiavenato (1997.

..54..

’ são supérfluas (FRANÇA. 69-70). técnicas de abordage m. críticas e julgamento pessoal do autor. dissertações e outros) e relatórios técnicocientíficos: de 150 a 500 palavras. 69). a NBR 6028:2003 estabelece. 2000. dando-se preferência ao uso da terceira pessoa do singular e do verbo na voz ativa e evitando-se o uso de parágrafos. expressões como: ‘O presente trabalho trata de.. an tecedidas da expre ssão Palavras. . afirmativas e não de uma enumeração de tópicos”.. concisa e objetiva. equações e diagramas devem ser evitados. de acordo com França (2000. p. devendo incluir palavras represe ntativas do assunto. Também não cabem num resumo citações.. o método. As palavras-chave são separadas entre si por ponto e finalizadas por ponto. com o uma das condições exigíveis.” Estabelece ainda que seja “composto de uma seqüência corrente de frases concisas. Ex . descobertas. respeitando a estrutura do original e reproduzindo apenas as informações mais significativas .. . dissertações. ressaltando de forma clara e sintética a natureza do trabalho.] é a apresentação concisa e seletiva de um texto. As palavras-chave devem figurar logo abaixo do resu mo. seu valor e originalidade. Como a redação deve se caracterizar pela máxima concisão. símbolos. p. (FRA NÇA .chave : Narrativa. Limita-se a um parágrafo. Produção textual. diz: O resumo deve constituir-se num texto re digido de forma cursiva.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS Trabalhos acadêmico-científicos tais como teses. fórmulas.. 2000. Resumo. 69).para notas e comunicações breves: de 50 a 100 palavras. 55 .. p.para t rabal hos acadêm icos (t eses. seus resultados e conclusões mais importantes. Quanto ao estilo da redação e conteúdo.. ‘O autor do trabalho descreve. [. Quanto à redação e estilo de resumos. essa norma define: ..ch ave. que o “resumo deve ressaltar o objetivo. Leitura. Sobre a extensão do resumo. projetos de pesquisa e artigos destinados à publicação em revistas acadêmicas exigem a inclusão de um resumo de seu conteúdo. . a menos que sejam absolutamente necessários à compreensão do conteúdo. os resultados e as conclusões do documento. como: objetivos .para artigos de periódicos: de 100 a 250 palavras. O uso de abreviaturas.’. valores numéricos e conclusões. comentários.: Palavras.

dissertações. v. o desenvolvimento cultural do ser humano.. 3 JAPIASSU. Educação e Sociedade Sociedade. As palavras-chave em língua estrangeira acompanham obrigatoriamente o resumo em língua estrangeira: Keywords (inglês). 65-76 . Usam-se./dez. em suas dimensões políticas. Em trabalhos acadêmicos (teses. Estudos Est udos E studos Av ançados A vançados. Dentre este cenário de tendências contraditórias. R.56. Res ume n (espan h ol ).V A s artes e .3 O processo de globalização. p. Identifica nele as origens do pensamento psicológico de L. resumo em pelo menos uma outra língu a. Globalizaç ão: em direç ão a um mundo só? n. Palabras clave (espanhol). Zusa mmen fa ssun g (alem ão). de acordo com a NBR 14724:2005. deve ser apreendido. v. Vigotsky sobre o qual se estrutura a elaboração da teoria histórico-cultural do funcionamento mental superior. 1999. TC Cs e TGIs de cu rsos de graduação. conforme o caso. Rés umé (fran cê s). 4 RATTNER. Motsclés (francês).1 Exemplos de resumos O artigo situa historicamente a produção e a publicação do estudo vigotskiano sobre a psicologia das artes. também.20. enquanto que o resumo (e correspondentes palavras-chaves) em língua estrangeira deve ser colocado após o texto.S.. set. Em artigos científicos. 19 95. H. os seguintes cabeçalhos: Abst rac t ou S umm ary (inglê s). Sch lüsselwörter (al emão). embora conduzido pela economia. Parole c hia vi (italiano). R ia ssunt o (italiano). o resumo (acompanhado das palavras-chave) na língua original faz parte dos elementos pré-textuais. Contrariamente à visão idealizada de uma progressão linear de mercados regionais integrados para uma sociedade una e global. 2. os resumos (acom pan hados das palavras-ch ave) na língua original e em língua estrangeira fazem parte dos elementos pré-textuais. p.O. histórico-culturais e espaciaisecológicas. A maioria dos periódicos acadêm icocientíficos exige. Expõe a teoria da reação estética e o conceito de catarsis vigotskyanos.9. o trabalho procura analisar o papel dos principais atores – a ascensão de poderosas organizações que operam em escala transnacional e o Estado-nação cujo poder e influência estão definhando. 34-59.4 . a realidade apresenta uma fragmentação do espaço político com novas barreiras e mercados protegidos. aperfeiçoamento e/ou especialização). além do resumo na língua do público a que este se destina. dez. n. O resumo em língua estrangeira é digitado em folha separada (NBR 14724:2005).25. de acordo com a NBR 6022:2003.69.

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS As referências de um trabalho acadêmicocien tífico consistem na list agem com as informações sobre todas as fontes/autores mencionados no texto. conforme a natureza do trabalho. teses. ibidem (ou id. publicações periódicas on line) ou eventos técnico. semin ár ios. é obrigatória a sua identificação na lista das referências. documentos oficiais. dissertações ou monograf ias. Vale destacar qu e a adoção do primeiro sistema (alfabético) tem a vantagem de despoluir visualmente o rodapé da página. capítulo ou artigo. dentre outros. No primeiro caso. 57 . que também podem estar localizadas ao final do texto. j ornais. homepage. Nestas situações. etc. Já em resumos e resenhas. art igos de publi cações cien tí fi cas ou especiali zadas (peri ódi cos)... 3. ao fim do artigo. As fontes das informações contidas em um texto são diversificadas. Independentement e do tipo de fon te ou autoria mencionada no trabalho. ao fim de cada capítulo. são obrigatórias nesse tipo de trabalho e sua elaboração deve seguir as orientações da NBR 6023:2002.1 Localização das referências Os si stem as m ais ut ili zados par a apresentação das referências são o alfabético (or dem al fabét ica de en trada.. jorn adas. relatórios técnicos e legislação.cit. A ABNT estabelece que este sistema não pode ser usado concomitantemente para notas de rodapé ou explicativas. No sistema numérico.se a ordem numérica crescente para apresentação das listas. manuais. destinadas às informações adicionais e não essenciais para a compreensão do texto. eliminando as inúmeras referências completas e as expressões idem. e-mail. consistem em obras como livros. os trabalhos também podem apresentar informações cuja fonte são documentos eletrônicos (disquetes. as listas são apresentadas em ordem alfabética única. ibid. As notas de rodapé ficam. as referências são apresentadas antecedendo tais textos. antecedendo apêndices e anexos. da ABNT.) e op. cd-rom. desta forma. também chamado de ‘autor-data’ quando relacionado à citação) e o numérico (ordem de citação no texto). segu e.científicos como con gr essos. Além disso. . enciclopédias. dicionário. as referências podem aparecer: em listas após o texto.

1997). .58..o hífen é utilizado entre páginas (p.. entre o número do ano/volume e o número do periódico. n.usa-se ponto após o nome do autor/autores (AGUIAR.os parênteses são usados para indicar série. R. após a editora. após a cidade onde o periódico é publicado. e no final da referência.15-21. teses e di ssert ações (Mestrado em Educação).). quando este for apresentado na referência (Pesquisa social: métodos e técnicas).)). Ao negrito ser definido um tipo de destaque. após o título. Esta regra não se aplica às obras sem indicação de autoria ou de responsabilidade.2 Aspectos gráficos das referências A elaboração das referências deve seguir a seqüência dos elementos do documento a ser referenciado. set. M.10-15) e entre datas de fascículos seqüenciais (19981999). para o título. Em caso de referência de periódicos. este deve ser mantido em todas as referências de um mesmo documento. antes Pesquisa da editora (São Paulo: Atlas). FISCHER. seguido de espaço. Humberto). M.os dois pontos são usados antes do subtítulo.2.). -o ponto-e-vírgula.3.. após o número do periódico e após as págin as da r evist a/periódico (Política e Administração. de forma abreviada (Coord.).. respeitando-se os seguintes padrões: . . já destacado em letras maiúsculas na primeira palavra (com exclusão de artigos ou monossílabos). grau nas monografias de conclusão de curso e especial ização. e depois do termo In:. .a vírgula é usada após o sobrenome do autor (ECO. digitadas em espaço simples e separadas entre si por dois espaços simpl es (NBR 14724:2005).). edição (7. 3. . . . pois neste caso o elemento de entrada é o próprio título. O título da obra ou do periódico é sempre grifado com destaque (itálico ou negrito).. é usado para separar os autores (FLEURY. usa-se vírgula: após o título da revista/periódico. v. Alfredo (Org. Comp. Por exemplo: ao optar pel a uti lização abre viada do prenome do autor.. que caract eriza fu nção na elaboração e/ou responsabilidade sobre a obra (BOSI. Org.o colchete é usado para indicar os elementos de referência que não aparecem na obra referen ciada. João. L. As referências são alinhadas à margem esquerda do texto. Quan to à pontu ação. porém são conhecidos [1991]. t ambém deve ser un if orme em todas as ref erê ncias. As referências de uma lista devem seguir sempre os mesmos princípios.).. isto deve ser adotado em todas as referências daquela lista. T. ed.as reticên cias são usadas para in dicar supressão de parte de títulos (Anais. . conforme os modelos prescritos na norma (NBR 6023:2002). Rio de Janeiro. p.

mencionam-se todos eles na ordem em que aparecem na obra. . Coordenador. M. 2.. é facultado indicar todos os autores. Paulo et al. acrescentandose a expressão latina et al. seguido de espaço. seguido da abreviação. (e outros). Perspectivas e dilemas da educação popular Rio de Janeiro: educação popular.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. São Paulo: Brasiliense. Sueli.. Vivendo e aprendendo. se for o caso). separados por ponto-e-vírgula.). Micropolíticas : cartografias do desejo..quando há dois ou três autores. 1986. 1989.quando houv er indicação explícita de responsabilidade pelo conjunto da obra (Organizador. do tipo de participação. Cultura e poder nas organizações São Paulo: poder organizações. PAIVA.1 Regras quanto à autoria . Em caso de projetos de pesquisa. FREIRE.3 Regras gerais para elaboração de referências 3. no singular. 1986. 59 . M. ed. etc. Atlas. Félix. 10. GUATTARI. T. entre parênteses. FLEURY. Petrópolis: Vozes. Vanilda (Org. R. FISCHER. L.3. Graal.quando há mais de três autores mencionase apenas o primeiro autor. . (Coord. Editor. a entrada da referência é feita pelo nome do responsável (ou dos responsáveis. de indicação de produção científica em curriculum vitae ou e m r elatór ios para órgãos de financiamento.).) em coletâneas de vários autores. . ROLNIK. 1986. ed.

d) o nome do autor é conhecido de forma composta: MACHADO DE ASSIS. Anais. Tristão de. 10. estes devem ser escritos na ordem em que aparecem. Gabriel. Florianópolis...). seu nome é precedido pelo órgão superior ou pelo nome da jurisdição geográfica à qual pertence. Curitiba: Associação Bibliotecária do Estado do Paraná. Lenilson Naveira. Gerência da vida: reflexões filosóficas. elatório 2001. Carlos. In: SILVA. . 3 v. . 1931. Curitiba. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO. etc. 3.em caso de pu blicação assinada por e nt idade (órgãos gov ern am en tais. Ilse. 212-213. 1993. c) quando um dos nomes é adjetivo: CASTELO BRANCO. em pr esas. CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO. .. congressos. Caio. desde que seja a forma adotada pelo autor. associações.. O termo anônimo não deve ser usado para substituir o nome do autor desconhecido. DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro. . editoriais. Relatório de atividades. Rio de Janeiro: Record. Secretaria da Saúde. 1979.. Brasília: SEF 1997.. como segue: a) quando ligados por hífen: SCHERER-WARREN. em letras maiúsculas. Anais. Guia dos livros didáticos: 1ª à 4ª dos livros séries. este deve constar na referência. . Debates pedagógicos. ATHAYDE. instituições).. PROCURA-SE um amigo.quando o autor for conhecido pelo pseudônimo. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro. b) quando o segundo nome indica parentesco: PRADO JR.60. ed.quando a autoria for desconhecida (por exemplo: artigos de jornal sem autoria explícita. 1979. e) o nome é espanhol: GARCÍA MARQUES.. Rio de Janeiro: Schmidt. a entrada é feita pelo título. p. esta deve ser indicada como autor. .quando os aut ores tê m sobr enom es compostos. SANTA CATARINA. Quando a entidade tem uma denominação genérica. 1990.

na seqüência alfabética ascendente. 1997a.o título e subtítulo (se for usado) devem ser apre sent ados tal com o f iguram no documento. RODRIGUES. São Paulo: Hucitec. . Brasília: Ministério da Educação. substitui-se o nome do autor das referências subseqüen tes por u m t raço su bli near equivalente a seis espaços. 2002..quando não existir título. 1989. seguido de ponto. Turismo. Adyr Balastreri. São Paulo: Hucitec. 61 . Em caso do uso do subtítulo. RODRIGUES. 1997b 3. 1997a. São Paulo: Saraiva.. SIMPÓSIO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO. 1989. entre colchetes. acrescentam-se letras minúsculas ao ano.. separados por dois pontos.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . apenas o título principal é grifado (negrito ou itálico). modernidade e globalização . CHIAVENATO.2 Regras quanto ao título e subtítulo .quando se referenciam várias obras do mesmo au tor em uma mesma página. sem chegar aos dois pontos. I.3. 2.em casos de obras do mesmo autor publicadas no mesmo ano. [Trabalhos apresentados]. . Carreira e competência: gerenciando o seu maior capital. Salvador. . RODRIGUES. ______. deve-se atribuir uma palavra ou frase que identifique o conteúdo do documento. Turismo e espaço : rumo a um conhecimento interdisciplinar. 1997b.

: (No livro: Editora Atlas S. I. MAIA. 3. 2001. 2000.]. abreviando-se os pre nom es e su prim in do. Belo Horizonte: [s. 21. Robert K. e ampl. indica-se a primeira ou a que estiver em destaque. ed. ed. Antonio Joaquim.. Porto Alegre: Bookman. Já se forem três ou mais. 1995.A. 1974. desde que sejam dispensáveis para a identificação.a partir da segunda edição.quando não se tem o nome da editora. os acréscimos devem ser indicados de forma abreviada. esta deve ser identificada na referência.). São Paulo: Atlas. . indica-se a expressão sine nomine abreviada e entre colchetes [s. indicam-se ambas com os respectivos locais (cidades). ZARIFIAN.62. São Paulo: EDUSP. Rio de Janeiro: Expressão e Cultura. (Coord. ambos na língu a do document o. Carlos A.se as design ações da n at u reza j ur ídica ou comercial.]. YIN. Em caso de informações complementares à edição.n.. VALENCIA.3 Regras quanto à edição e editora . Metodologia do trabalho científico. Estudo de caso : planejamento e métodos. Das mulheres e das flores. Ana Maria. . abreviando-se os números ordinais e a palavra edição. P Objetivo competência: por uma nova lógica. . rev.o nome da editora é indicado da forma como se apresenta no documento.) . ALFONSO-GOLDFARB.3. Obs. SEVERINO.História da ciência: o mapa do conhecimento. São Paulo: Cortez.em caso de haver duas editoras. 2001.n. 2. .

indica-se o primeiro ou o mais destacado.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3.o local (cidade) deve ser mencionado na referência tal como indicado no documento.quando o local e a editora não puderem ser identificados no documento. [São Paulo]: SDF Editores. são indicados como locais: São Paulo – Rio de Janeiro – Lisboa – Bogotá – Porto – Buenos Aires – Guatemala – Madrid.].. . Cria e recria. LAZZARINI NETO.: s. 1977. . [S. Viçosa.quando o local é desconhecido. J. Discursos do pregador. mas pode ser identificada. A prática da pesquisa. utilizam-se as expressões sine loco e sine nomine.]: Ex Libris. deve ser indicada entre colchetes. abreviadas. RJ . CASTRO. de M. deve-se utilizar a expressão sine loco. Obs.quando a cidade não aparece no documento. entre colchetes.l. BELTRÃO III. 63 .l.3. acrescenta-se a abreviatura do Estado ou do país. AL. 1930.n.l. MG. Sylvio. dentre outros. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil.: No documento de que trata a referência acima. C.].quando houver mais de um local para uma só editora. . 1981.. abreviada e entre colchetes [S. Viçosa. OS GRANDES clássicos das poesias líricas. Em caso de haver cidades com o mesmo nome. Viçosa. 1994. [S.4 Regras quanto ao local . .

3./Sept.. 1996.5 Regras quanto à data A data é um elemento essencial à referência e. mar.1995. 2002. distribuição. 2. semestres ou estações do ano. divisões por bimestres.3. trimestre e semestres abreviados. estes devem aparecer de forma abreviada. impressão ou apresentação (depósito) de um trabalho acadêmico. entre colchetes. ao final da referência devem ser indicadas. as estações do ano tal como figuram na publicação. conforme as seguintes indicações: Um ano ou outro – [1996 ou 1997] Data provável – [2001?] Data correta.quando em indicações de meses. Autumm 1970. sempre deve ser indicada. após o ponto final. no lugar dos meses. 3. estas informações devem ser transcritas da seguinte forma: os bimestres. 1995. bim. maio/dez. 2001. (publicação sem número de páginas) Paginação irregular. no idioma original da publicação. . 1950] Década certa – [196-] Década provável – [196-?] Século certo – [18-] Século provável – [18-?] . seja ela de publicação.3. Quando nenhuma dessas datas puder ser determinada. Aug. trimestres..quando a publicação não apresentar número de páginas ou se a numeração for irregular.6 Regra quanto à paginação . (publicação com paginação irregular) . registra-se uma data aproximada. as expressões: Não paginado. 3. sem.quando a publicação indicar. mas não indicada no documento – [1976] Uso de intervalos menores de 20 anos – [entre 1970 e 1985] Data aproximada – [ca.64. por isso. primavera 2000.

poden do variar conf orme o ti po de documento.1. interdisciplinar. Caso seja indicado. ao final da referência). como livros.4 Modelos de elaboração de referências 3. quando necessário e de acordo com o docu me nto a ser referenciado. política Estado moderno. científica. b) alguns dos elementos complementares considerados na NBR 6023:2002 da A BNT são: n úm ero de págin as do docu men to. catálogo. B. são acrescentados elementos complementares para melhor identificá-lo. Luiz Mário Gazzaneo. IS BN. Marina de A. a política e o Estado moderno Tradutor: Maquiavel. i nf ormações descr iti vas sobre o docu men to (por exemplo: a) em caso de jornal. 65 . ano de publicação. se houver). monografias). Prenome e outros Sobrenomes (se houver. o subtítulo não é grafado em negrito ou itálico. MARCONI.1 Monografias 3. tr adu tore s. trabalhos acadêmicos (teses. indicação de coedit ores. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. dissertações. dicionário. RODRIGUES. menção à edição exclusiva para assinante. 5 Para fins de elaboração de referências. c) o elemento ‘tradução’ e a indicação de subtítulo da obra são opcionais. a NBR 6023: 2002 da A BN T define . abreviado(s) ou não).. b) indicação de apoio de entidade governamental à publicação referenciada. 1988. 1997. a não ser em casos de nomes próprios). Assim.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. São Paulo: Hucitec. LAKATOS. Observações: a) os elementos essenciais são os de descrição obrigatória na elaboração da referência.1 Monografias consideradas no todo5 Elementos essenciais – regra geral SOBRENOME do autor.4. científica ed. etc.. Turismo e espaço: rumo a um conhecimento . monografia como o doc umento constituído de uma só parte ou de um número pré-estabelecido de partes que se complementam. Local (nome da cidade): Editora. Maquiavel. Antônio. A.4. Eva Maria. ao final da referência. 2000. Título da obra em negrito ou itálico (apenas a primeira letra em maiúscula. . Metodologia científica 3. São Paulo: Atlas. manuais. Livros GRAMSCI.. enciclopédias. Número da edição (a partir da segunda edição.

Belo Horizonte. Normas Técnicas ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Ano de apresentação. Dicionário AULETE. Tipo de documento [tese. ed. Rio de Janeiro. Qualidade de vida no trabalho . 1989. . 1980.] (o grau) – vinculação acadêmica. 180 f. Tradução de Padre Antônio Pereira de Figueiredo. 5 v. 2002.. 1980. trabalho de conclusão de curso. NBR 6023 : informação e documentação: referências: elaboração. Chicago: Encyclopaedia Britannica.. 3. Dissertação (Mestrado em Administração) . Universidade Federal de Minas Gerais. 1989. Enciclopédia THE NEW Encyclopaedia Britannica: micropaedia. etc. Rio de Janeiro: Delta. 1986.66. Título : subtítulo. Edição Ecumênica. 30 v. Dissertações e Teses SOBRENOME do autor. abreviados ou não). Bíblia BÍBLIA. Número de folhas ou volumes. Caldas. Português. Bíblia Sagrada .Faculdade de Ciências Econômicas. M. dissertação. Rio de Janeiro: Encyclopaedia Britannica. ano da defesa. V. RODRIGUES. Dicionário contemporâneo da Língua Portuguesa. Prenome e outros Sobrenomes (se houver. local. Instituição.

online. excetuando-se nome próprio. Disponível em: <http://www1. etc. Local: Editora. 67 . Prenome do autor da obra como um todo. 1997.2 Monografias no todo em meio eletrônico São as monografias apresentadas em meio eletrônico como disquetes. Título da obra: subtítulo (se for o caso). sem negrito ou itálico).com. O ESTADO DE SÃO PAULO. o nome após a expressão In: é substituído por 6 traços sublineares.. . São Paulo.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ CAMPOS. artigos de coletâneas com autor e/ou título próprios. (Ed). In: SOBRENOME. São Paulo: Delta: Estadão.. São Paulo. se houver). 1990. 1990. Enciclopédia e dicionário digital 98. Título da parte (apenas a primeira letra maiúscula. 3. Manual de redação e estilo .3 Partes de monografia Inclui as referências de capítulos. Universidade Camilo Castelo Branco. Para referenciá-las.4.: Nos casos em que o autor do capítulo ou do artigo é o mesmo da obra. cd-rom. seguidos de ponto. 3. N BR 6023:2002). Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização) – Faculdade de Odontologia. Acesso em: 19 maio 1998. São Paulo. 51 f. O padrão da referência é: SOBRENOME. Tese (Livre Docência) .L. acrescidas de descrições físicas do meio eletrônico. precedido da expressão Disponível em: e a data do acesso ao documento. Reimplante dentário .html>.estado. precedida da expressão Acesso em:. Processamento de linguagens naturais através de funções recursivas de expressões regulares condicionais . capítulo ou outra forma de individualizar a parte referenciada. 1990.br/redac/manual. ano. A. M. Edição (a partir da segunda. 6 Não se recomenda referenciar material eletr ônico de curta dur aç ão nas redes. 105 f.L.1.1. MORGADO. Documentos em CD-ROM KOOGAN. HOUASSIS. 5 CD-ROM. segue-se as normas dos document os monográf icos n o t odo. Prenome(s) e outro(s) Sobrenome(s) do(s) autor(es) da parte. 1998.. A.Escola Politécnica. Documentos online 6 Deve-se apresentar o endereço eletrônico entre os sinais < >. (ABNT . Obs. 1990.4. volumes.C. G. Universidade de São Paulo.

4. In: MOTTA.4 Parte de monografia em meio eletrônico Segue m. A.). Acesso em: 25 jul. Maria Ester de (Org.com. número de jornal ou caderno de jornal completo. 1988. In: TOLEDO..2 Publicações periódicas Publicações periódicas abrangem os seguintes documentos: coleções completas. B. fascículo ou número de revistas. S. Artigo de coletânea7 AMADO.4. Cultura e poder organizacional e novas formas de gestão empresarial. Viagem astral aos domingos. MACEDO. acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado. História das doutrinas políticas. etc.refletindo.68. as pu blicaçõe s pe riódicas tam bé m são referenciadas segu ndo as caract erísticas específicas de cada tipo. SOUZA. Rio de Janeiro: Guanabara. reportagens. G. 2000. 3. 1987.).. Capítulo de livro LAKATOS.se as n ormas an ter iores para ref ere nciar part es de mon ogr af ias.14-16. ed. Organizador. 1997. Coesão organizacional e ilusão coletiva. 7 Coletâneas são publicações compostas por artigos ou textos de vários autores em uma única obra. 7. Fernando C..). Curitiba. Sociologia da administração . volume ou fascículo de periódicos (artigos científicos de revistas. 3. p. São Paulo: Atlas. Vida psíquica e organização. In: ______. etc. Da m esm a f orma que nas ref erê ncias de m onograf ias (completas ou partes). (Org. editoriais. 122-143. In: ______.br/ livrosonline/leitura_32>. Gilles. Prestes. Eva Maria. BOUTHOUL. FREITAS. geralmente há a indicação de um ou mais autores como responsáveis pela obra (Coordenador. N as coletâneas. Parte de uma obra MOSCA. . 5. Reflexões para o silêncio.). Rio de Janeiro: FGV. bem como matérias apresentadas em u m n úmero.1. seções.1990.. p. Os primeiros agregados humanos. cap. Editor. 103-115. p. Disponível em: <http://www. G. matérias jornalísticas.

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3.4.2.1 Publicação periódica como um todo

Usa-se referenciar toda a coleção de um título de periódico em listas de referências e catálogos de obras preparados por bibliotecas, editoras ou livreiros. O padrão de referência é:
TITULO DO PERIÓDICO. Local de publicação (cidade): Editora, datas de início e encerramento da publicação, quando houver.

TRANSINFORMAÇÃO. Campinas: PUCCAMP 1989-1997. ,

CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO. Brasília: Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, 1972-

Obs.: quando a publicação está em vigor, apresenta-se o ano de início, acrescido de hífen e sem ponto final.

3.4.2.2 Partes de publicações periódicas Abrange volume, fascículo, números especiais e suplementos, sem título próprio. A referência padrão é:

TÍTULO DA PUBLICAÇÃO. Local: Editora, numeração do ano e/ou volume, numeração do fascículo, informações de períodos, datas de publicação.

VEJA. São Paulo: Abril, v.31, n.1, 15 jan. 1998.

... 69

70...

3.4.2.3 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas Inclui fascículos, volumes, números especiais e suplementos (com título próprio); além dos artigos, editoriais, comunicações, entrevistas, resenhas, reportagens e outros.

SOBRENOME, Prenome do Autor. Título da parte, artigo ou matéria. Título da Publicação , Local, numeração correspondente ao volume e/ou ano, fascículo ou número (conforme o caso), página inicial-final (quando se tratar de artigo ou matéria), data ou intervalo de publicação.

Obs.: se necessário, podem ser acrescentadas informações complementares que melhor identifiquem o documento.

GUIA Exame 2002: as 100 melhores empresas para você trabalhar. Exame, São Paulo, set. 2002. Edição especial. NUNES, Clarice. História da educação brasileira: novas abordagens de velhos objetos. Teoria
& Educação , Porto Alegre, n.6, p.151-182, 1992.

LEAL, Elisabeth J. M. Pesquisa e produção escrita. Turismo: visão e ação, Itajaí, v. 4, n.8, p.99109, abr./set. 2001. GURGEL, C. Reforma do Estado e segurança pública. Política e Administração, Rio de Janeiro, v.3, n.2, p.15-21, set. 1997.

3.4.2.4 Artigo e/ou matéria de revista, boletim, dentre outros, em meio eletrônico As referências seguem as normas indicadas para artigos e/ou matérias de publicações periódicas, conforme os tópicos anteriores, acrescentando-se a descrição física do meio eletrônico.

MALOFF Joel. A internet e o valor da “internetização”. Ciência da Informação , Brasília, v. , 26, n. 3, 1997. Disponível em: <http://www.ibict.br/cionline/>. Acesso em: 18 maio 1998. VIEIRA, Cássio Leite; LOPES, Marcelo. A queda do cometa. Neo Interativa, Rio de Janeiro, n.2, inverno 1994. 1 CD-ROM.

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3.4.2.5 Artigo e/ou matéria de jornal Inclui editoriais, entrevistas, comunicações, reportagens, resenhas e outros. A referência padrão é:

SOBRENOME, Prenome do Autor (se houver). Título da matéria. Título do Jornal, Local de publicação, data de publicação. Seção, caderno ou parte do jornal, página da matéria.

Obs.: quando não houver caderno, seção ou parte, a página da matéria ou do artigo precede a data.

BEVILACQUA, Viviane. A fome dói, diz José, um brasileiro. Diário Catarinense , Florianópolis, 3 nov. 2002. Página Quatro, p.4. LEAL, L. N. MP fiscaliza com autonomia total. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, p. 3, 25 abr. 1999.

3.4.2.6 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico A referência segue a norma indicada no item anterior, acrescentando-se as informações sobre a descrição física do meio eletrônico.

HISTÓRIA, razão e fé. Folha de S. Paulo Online , São Paulo, 3 nov. 2002. Folha Opinião. Disponível em: <http://www.uol.com.br/fsp/opiniao/inde03112002.htm>. Acesso em: 3 nov. 2002.

... 71

etc.4. Título...2 Eventos como um todo em meio eletrônico A referência segue a norma anterior para publicação de documento de evento como um todo. 3. Acesso em: 21 jan... CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe. 1997. resultados. CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe. .3.propesq... Recife: UFPe..3. Anais eletrônicos. atas. proceedings.1 Eventos como um todo Constitui u m tipo de pu blicação com o con ju nt o de docum en tos/t rabal hos apresentados ou reunidos em um evento.. 1996. 1996. data da publicação. numeração (se houver). Recife: UFPe. acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado. dentre outros. Recife. Anais.3 Publicações em eventos 3.72. Proceedings… Boston: Kluwer Academic Publishers. … 2000.htm>. como atas. 3. 4. ano.br/anais/anais. WORKING CONFERENCE ON INFRASTRUCTURES FOR VIRTUAL ORGANIZATIONS: managing cooperation in virtual organizations and electronic business towards smart organizations.. 1996.) Local de publicação: editora. Recife. Florianópolis. 2.4. do documento (anais. anais. Disponível em: <http://www. 2000.. proceedings.. 1996. O padrão de referência para esses tipos de documentos é: NOME DO EVENTO.ufpe. 4.4. local (cidade) de realização.

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3.4.3.3 Trabalho apresentado em evento té cn ico- ci ent íf icos. A re fer ênci a dev e apresentar os seguintes elementos e forma:

São os artigos, comunicações, projetos, dentre outros trabalhos apresentados em eventos

SOBRENOME DO AUTOR, Prenome e outros Sobrenomes do Autor (se houver, abreviados ou não). Título do trabalho apresentado. In: NOME DO EVENTO, numeração do evento (se houver)., ano, local de realização do evento. Título... (Anais, Proceedings, Resumos, etc.) Local de publicação: Editora, data de publicação. página inicial-página final do trabalho referenciado.

RODRIGUES, M. V. Uma investigação na qualidade de vida no trabalho. In: ENCONTRO ANUAL DA ANPAD, 13., 1989, Belo Horizonte. Anais… Belo Horizonte: ANPAD, 1989. p. … 455-468.

3.4.3.4 Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico

Segue a norma de referência indicada no item anterior, acrescida das informações do meio eletrônico utilizado.

SILVA, R. N.; OLIVEIRA, R. Os limites pedagógicos do paradigma da qualidade total em educação. In: CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe, 4., 1996, Recife. Anais eletrônicos... Recife: UFPe, 1996. Disponível em: <http://www.propesq.ufpe.br/anais/anais/ educ/ce04..htm>. Acesso em: 21 jan. 1997. GUNCHO, M. R. A educação à distância e a biblioteca universitária. In: SEMINÁRIO DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 10., 1998, Fortaleza. Anais... Fortaleza: Tec Treina, 1998. 1 CD-ROM.

... 73

74...

3.4.4 Documentos jurídicos 3.4.4.1 Legislação Estão incluídos nesse tipo de documento: a Constituição, emendas constitucionais, textos legais (leis ordinárias, medidas provisórias, decretos, resoluções do Senado Federal); normas de instituições públicas e privadas (resolu ções, portarias, ordem de serviço, comunicado, instrução normativa, circular, dentre outros). A referência é elaborada com base n a n orma padr ão, podendo ser acrescentados elementos complementares, caso sejam necessários.

JURISDIÇÃO (ou cabeçalho da entidade, caso tratar-se de normas). Título do documento. Especificação do documento (ex.: Diário Oficial, Código civil, Lex), Local (cidade), numeração (volume, número e páginas, conforme o caso), data.

Obs.: quando a referência for de Constituições e suas emendas, entre o nome da jurisdição e o título acrescenta-se a palavra Constituição, seguida do ano de promulgação, entre parênteses.
BRASIL. Constituição (1988). Emenda constitucional nº 9, de 9 de novembro de 1995. Lex: legislação federal e marginália, São Paulo, v.59, p.1966, out./dez. 1995.

SÃO PAULO (Estado). Decreto nº 42.822, de 20 de janeiro de 1998. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência, São Paulo, v. 62, n. 3, p.217-220, 1998.

BRASIL. Decreto-lei nº5.452, de 1 de maio de 1943. Aprova a consolidação das leis do trabalho. Lex: coletânea de legislação: edição federal, São Paulo, v. 7, 1943. Suplemento.

BRASIL. Código civil. 46. ed. São Paulo: Saraiva, 1995.

3.4.4.2 Jurisprudência

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. In: ______. Súmulas. São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil, 1994. p.16.

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BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Hábeas-corpus nº 181.636-1, da 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Brasília, DF 6 de dezembro de 1994. Lex: jurisprudência do , STJ e Tribunais Regionais Federais, São Paulo, v. 10, n. 103, p. 236-240, mar.1998.

3.4.4.3 Doutrina Refere-se a qualquer discussão técnica sobre questões legais publicadas na forma de monografias, artigos de periódicos, papers, etc. A doutrina é referenciada conforme o tipo de publicação.
BARROS, Raimundo Gomes de. Ministério Público: sua legitimação frente ao Código do Consumidor. Revista Trimestral de Jurisprudência dos Estados, São Paulo, v. 19, n. 139, p. 53-72, ago. 1995.

3.4.4.4 Documento jurídico em meio eletrônico Para este tipo de documento, o padrão de referência segue a norma indicada para documentos jurídicos (itens anteriores), acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado.
BRASIL. Regulamento dos benefícios da previdência social. In: Sislex: Sistema de Legislação, Jurisprudência e Pareceres da Previdência e Assistência Social. [S.l.]: DATAPREV 1999. 1 CD-ROM. ,

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. Não é admissível, por ato administrativo, restringir, em razão de idade, inscrição em concurso para cargo público. Disponível em: <http:// www.truenetm.com.br/jurisnet/sumusSTF .html>. Acesso em: 29 nov.1998.

3.4.5 Patente
ENTIDADE RESPONSÁVEL e/ou autor. Título. Número da patente, datas do período de registro.

EMBRAPA. Unidade de Apoio, Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação Agropecuária (São Carlos, SP). Paulo Estevão Cruvinel. Medidor digital multissensor de temperatura para solos. BR n. PI 8903105-9, 26 jun. 1989, 30 maio 1995.

... 75

INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo. 1931-2000 Brazil’s confirmed unprovoked shark attacks. National Oceanic and Atmospheric Administration. SP).4. Escala 1:2. . 1994. 3. color. GIF. 1 imagem de satélite.: Nota sobre a referência/arquivo digital 8 : 1999071318. Disponível em: <http://www. Escala 1:40. O padrão de referência é: AUTOR. FLORIDA MUSEUM OF NATURAL HISTORY..jpg>. 8 ABNT. p. porém com as devidas informações referentes ao meio eletrônico em que é apresentado. Itajaí: UNIVALI. Especificação do documento. Regiões de governo do Estado de São Paulo. [2000?].11. GOES (denominação do satélite). Escalas variam. globo e fotografia aérea.flmnh.ufl. Obs.. IR04 (banda). UNIVALI (instituição geradora).76. 1999. 1 mapa. 13 jul. ATLAS Mirador Internacional. ESTADOS UNIDOS. 1981. 17:45Z. 1999 (data da captação). 2002. 1999071318. São Paulo. 1999.GIF (título do arquivo). Acesso em: 15 jan. 557 Kb (tamanho do arquivo). Itajaí (local). 08 (número do satélite na série). mapa.6. Escala. GOES-08: SE.edu/fish/Sharks/statistics/Gattack/map/Brazil. IR04. Gainesville. data de publicação. 1 atlas.6 Documento cartográfico Abrange: atlas. 3. 1 atlas. Local: Editora. Título.1 Documento cartográfico em meio eletrônico O documento cartográfico segue os padrões indicados anteriormente. 3 ½ pol. Rio de Janeiro: Enciclopédia Britânica do Brasil. 13 jul. 557 Kb. NBR 6023:2002.000. 17:45Z (horário zulu). 1 disquete.4. SE (localização geográfica).000.000.

.. Também podem ser acrescentados elementos complementares do documento à referência. 77 .4. Doença dos xavantes. 1 gravura. Quando não existir título para o documento. 19 transparências. cartazes. 51 Kb. caso seja necessário.jpg.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. São Paulo: UMIBO. 1980. deve-se atribuir uma denominação ou indicar [Sem título] entre colchetes. 1999. 5 ¼ pol. Largura: 376 pixels. 1 fotografia. fotografias.7.7 Documento iconográfico Refere-se a gravuras. Data. . diapositivo. Geddes 135.4. color. 2000. [Sem título]. diafilme. NOVAS descobertas para o terceiro milênio. Título. Romero. transparências. KOBAYASHI. O padrão para referenciar esses tipos de documentos é: AUTOR. Especificação do documento. 1982..1 Documento iconográfico em meio eletrônico GEDDES. desenho técnico. Formato JPEG. 25 cm x 20 cm.. Anne. color. 25 cm x 25 cm. K. BRITTO. pinturas. dentre outros. Altura: 432 pixels. 3. 1 disquete.

1991. . VELOSO. Produtor (conforme as informações disponíveis). Rio de Janeiro: Riofilme. São Paulo: SENAI-SP. Diretor. Especificação do documento. Garcia.. PORTADOR de necessidades especiais no trabalho: depoimentos. CDs (compact disc).9 Documento sonoro Compreende discos. 3. data. DVD. 35 mm. Brasília: SENAI/DN. 1998. data e especificação do suporte em unidades físicas. também deve ser seguido o seguinte padrão: COMPOSITOR (ou intérprete. Entrevistadores: V Tremel e M. Produção do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial. Deve-se seguir o seguinte padrão: TÍTULO. Departamento Nacional. son. Luiz Inácio Lula da Silva: depoimento [abr. conforme o caso). Título. Local: Gravadora (ou equivalente). 2 cassetes sonoros.4. fitas cassete. color. No caso de entrevistas gravadas que necessitam ser referenciadas.4. 1 video sonoro. CENTRAL do Brasil. SILVA. 1 bobina cinematográfica (106 min). 3. 1 CD. Circuladô vivo. Produção: Martire de Clermont-Tonnerre e Arthur Cohn. dentre outros.78. Local: Produtora. 1992.. Luiz Inácio Lula da. São Paulo: Polygram. entrevistado.. Caetano. . etc.. Direção: Walter Salles Júnior. 1991].8 Imagem em movimento Envolvem as referências de filmes. videocassetes. 2001.

. Versão (se houver). Título (caso não exista. Normas.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. quando identificado). Título (do serviço ou produto). 1 CD-ROM. objetos de museu. mensagens eletrônicas. As mensagens de correio e le trônico “devem ser 9 referen ciadas meio eletrônico s omen te quando não se dispuser de nenhuma outra fonte para abordar o Abrange os documentos do tipo base de dados.10 Documento tridimensional Abrange as esculturas. Data. DUCHAMP. 1 bule. etc.4.1. p.. 79 .l. assunto em discussão. não sendo recomendável seu uso como UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. [S.. arquivos em disco rígido. 18-]. Descrição física do in terpes soal e efêmero. 13). 1998. desaparecem rapidamen te. animais empalhados.4. objetos e suas representações (fósseis. listas de discussão. maquetes. [China: Companhia das Índias. NBR 6023:2002. AUTOR(es)se for o caso. e meio eletrônico. BULE de porcelana. 1918. pesquisa.doc. atribuir denominação ou indicar [Sem título] entre colchetes). O padrão para referência é: Mensagens trocadas por email têm caráter informal. programas de computador. Version 4. esqueletos. 1995.]: Microsoft Corporation. Curitiba. 9 3. monumentos. A referência desses documentos deve apresentar o seguinte padrão: AUTOR (criador artístico do objeto. 1 escultura variável.” (ABNT. Escultura para viajar. Especificação do objeto. 5 fonte científica ou técnica de disquetes. dentre outros). Biblioteca Central. Marcel.11 Documento de acesso exclusivo em MICROSOFT Project for Windows 95.

Acesso em: 30 maio 2002.4. E. LEAL. documentos mimeografados e digitados. MARTINS. 1985. MARQUES.13 Séries e coleções Nesses tipos de publicações. 1997. Memorial [mensagem pessoal]. Estas informações devem ser apresentadas ao final da referência. Carlos B. O que é sociologia? 7.. 3. Como fazer apresentações. textos não publicados. Tubarão. ÁCAROS no Estado de São Paulo. 1990. 1991. J. Base de Dados Tropical. Bula de remédio. No prelo.23.12 Bula de remédio RESPRIN: comprimidos.4. Radiologia Brasileira. São Paulo: Brasiliense. 1999.ed.br/ acaro/sp/>. São Paulo. J.. entre parênteses. 2. C.br> em 11 nov. Responsável técnico Delosmar R. RUBIROSA.fat. In: FUNDAÇÃO TROPICAL DE PESQUISAS E TECNOLOGIA “ ANDRÉ TOSELLO”. Tim.univali. MARINS. São Paulo: Publifolha. Disponível em: <http://www. ao final da referência. (Série Sucesso Profissional: seu guia de estratégia pessoal). 2002. SC. os títulos das séries e/ou coleções e a respectiva numeração. 1984. (Primeiros Passos. 1978. M. L. Mensagem recebida por <simonegf@sj. Apostila. Bastos. Italvino. Os princípios da gestão moderna.80. São José dos Campos: Johnson & Johnson. M. 3. se houver. n. Digitado. Massa calcificada da naso-faringe. Modelos matemáticos: exercícios didáticos. Niterói.bdt. 57).org.4. .14 Notas Como notas podem ser incluídos os seguintes documentos: publicações no prelo. podem ser acrescentados. HINDLE.ed. apostilas. 3. sem destaque.

onde devem ser impressos: a)n om e do au tor. Suas orientações também se aplicam.2) . para elaboração de teses. dissertações. se for o caso: v. dissertações e trabalhos de conclusão de curso é obrigatório seguir a orientação da norma. d) subtítulo. trabalhos de conclusão de curso de aperfei çoamen to e/ou especialização e outros. . 4. Por outro lado. c) título.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 4 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS A estrutura de trabalhos acadêmico-científicos é orientada pela NBR 14724:2005 da ABNT. impresso da mesma forma que o do autor. seqü encialmen te. deve ser especificado o respectivo volume em cada capa).1 Elementos pré-textuais . b) nome do autor. que def in e os pri ncípios gerais par a elaboração de teses..TCC. g) ano da entrega (4 dígitos).Capa (obrigatório): é a cobertura externa capa dura . Deve conter. trabalhos de graduação interdisciplinares TGI.Lombada (opcional): é a parte lateral da capa que reúne as folhas do trabalho. uma vez que tais trabalhos têm estrutura própria. do alto ao pé da lombada. e) número de volumes (se houver mais de um. no que couber. 81 . b) título do trabalho. resenhas. se houver.que abrange as folhas que constituem o trabalho (Apêndice A). a trabalhos de graduação intra e extra-classe. im presso longitu dinalmente. trabalhos de conclusão de cursos de graduação . Em caso de trabalhos relacionados às disciplinas de graduação. papers e relatórios.. textuais e pós-textuais. esses elementos podem ser adapt ados ou at é me smo desconsiderados. f) local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado. as seguint es informações: a) nome da instituição (opcional). A estrutura de trabalhos acadêmicos compreende elementos prétextuais. tais como fichamentos. c) identificação de números (volume.

com as respectivas correções. após a dedicatória e devem se limitar ao estritamente necessário. trabalho de conclusão de curso. etc.. h) ano de entrega (4 dígitos). . apresenta-se a ficha catalográfica. g) local (cidade) da instituição. conforme o Código de Catalogação Anglo-Americano vigente. c) texto contendo a natureza. nome da instituição a que é submetido.) e o seu objetivo (por exemplo: para aprovação em disciplina. devem ser apresentados. Aparecem em folha separada. No verso da folha de rosto. b) título do trabalho e subtítulo (se houver). sua subordinação ao título principal é demonstrada pelos dois pontos que o precedem). .Agradecimentos (opcional): menção a pessoas e/ou instituições que contribuíram de forma relevante para o desenvolvimento do trabalho.Dedicatória (opcional): o autor dedica sua obra ou presta homenagens a pessoa(s). e) nota contendo a natureza do trabalho (tese. a dedicatória deve ser localizada na parte inferior direita da folha. d) área de concentração. se houver mais de um. obtenção de determinado grau. e m caso de t rabalh os qu e dev am ser depositados em biblioteca. . b) título principal do trabalho (claro. como as teses. . com a identificação do conteúdo que permita a indexação). etc.). dissertação. os seguintes elementos (Apêndice B): a) nome do autor do trabalho.A data de aprovação e as assinat ur as são colocadas após a apr ov ação do trabalho. centralizadas na página (Apêndice C): a) nome do autor trabalho. ..Folh a de aprovação (obrigatório): é apresentada logo após a folha de rosto e deve conter as segu intes informações. ti tu lação e assin at ur a dos componentes da banca examinadora e instituições a que pertencem. preciso.Folha de rosto (obrigatório): no anverso (página da frente da folha). e) data de aprovação. f) nome do orientador e do co-orientador (se houver).Errata (opcional): consiste em lista das folhas e linhas onde há erros. As informações são apresentadas em colunas como no exemplo abaixo: Folha Linha Onde se lê Leia-se . área de concentração.82. c) subtítulo (se houver. d) número de volumes. dissertações ou trabalhos de conclusão de curso de graduação ou especialização. parte inferior da página. f) nom e. objetivo e nome da instituição a que é submetido. Essa f ich a de ver á ser con feccion ada por profissional bibliotecário. em seqüência.

etc. A autoria da mensagem deve ser apresentada do lado direito.Lista de tabelas (opcional): identifica as tabelas. 2).Su mári o (obrigatór io): é a re lação enumerada das divisões. 83 . b) a subordinação dos itens do sumário é destacada usando-se os mesmos tipos de fonte utilizados no texto. . com respectivos nomes e números de página.ordenadas segun do determ inado cri tério. . or ganogram as.ver seção 5.. recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo de ilustração. . grafado com o mesmo tipo de fonte utilizado para os capítulos (ou divisões principais do texto. com o respectivo significado.Resumos de trabalhos acadêmico-científicos. Indica a página inicial em que se localiza a parte correspondente (Apêndice D).. na ordem em que se apresentam no texto. da Parte I deste documento. fora de parênteses. Epígrafes tam bém podem ser colocadas na abertura das divisões do texto (capítulos). gráficos. ditado ou parte de um texto que o autor deseja destacar. desen hos. esque mas. Apesar de ser escrita por outra pessoa. Sua elaboração é detalhada no t ópico 2 (R esu mos de trabalhos acadêm icocientíficos). c) os elementos pré-t extu ais não devem aparecer no sumário. segui das do seu signi ficado (expre ssõe s ou palavras correspon dentes).) na ordem em que aparecem no texto. . também denominadas seções primárias). escrit o por ext enso. Na elaboração do sumário deve-se observar os seguintes aspectos: a) o sumário tem o título centralizado. devem ser alinhados à esquerda. Também é recomendada a elaboração de lista própria para cada u m dos t ipos (abreviatura ou sigla). . Consiste na transcrição de uma frase. (Atenção! Em artigos científicos o resumo em língua estrangeira faz parte dos elementos pós-textuais . Se necessário. . abaixo do texto.Lista de ilustrações (opcional): identifica as ilustrações (quadros. da Parte II deste documento). na mesma ordem e grafia em que se sucedem no texto. pensamento.Lista de abreviaturas e siglas (opcional): é a relação alfabética de abreviaturas e siglas con ti das n o t ext o.Lista de símbolos (opcional): apresenta o conjunto de símbolos utilizados no texto.Epí grafe (opcional): aparece após os agradecimentos. por considerar significativo e inspirador em relação ao seu trabalho.4. p. com respectivos nomes e números de página.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ ." (NBR 6027:2003. que é uma lista "de palavras ou frases. . mapas. .Resumo em língua estrangeira (obrigatório): deve ser apresentado em folha separada do resumo anterior (ver o tópico 2 . se houver. na ordem em que aparecem.3 da Parte II deste documento). Atenção! O sumário não deve ser confundido com o índice. não deve vir entre aspas. seções (ou tópicos) e outras partes de uma publicação (ou trabalho). fluxogramas. qu e localiza e re mete para as in form açõe s con ti das n o tex to.Resumo na língua vernácula (obrigatório): consiste na apresentação concisa do texto por meio de uma seqüência de f rases objetivas e seguidas de palavras-chave. d) os indicativos das seções que compõem o sumário.

e)os títu los e su btítulos (se h ouver). 4. . análise e interpretação dos resultados. em função da sua natureza e da área de conhecimento a que pertencem. Em caso de relatórios de pesquisa científica. Isso não significa dizer que essas part es sejam n ecessariame nt e assi m intituladas ou subdivididas.2 Elementos textuais Os elementos textuais. O sumário é o último dos elementos prét extu ais. destaca sua importância e seus limites quanto à extensão e à profundidade.: 32).84. além de aspectos metodológicos. o tex to acadêm ico-cien tífico se inicia com uma in trodu ção. No en tant o. ou seja. são ali nh ados pela m ar ge m do tí tu lo correspondente ao indicativo mais extenso. os elementos essenciais que integram esta parte do trabalho são: fundamentação teórica (r evi são bibl iogr áf ica). apresenta o problema ou tema central do estudo ou da pesquisa. resultados e interpretação do estudo quando se tratar de um relatório de pesquisa. está localizado. de u m modo geral . Nela são descritos os conceitos. de modo que a consulta a qualquer dos volumes permita o conhecimento do conteúdo todo. que seguem os indicativos das seções. separados por hífen (ex. os elementos que integram o desenvolvimento do trabalho poderão variar nas suas divisões e subdivisões. Da mesma forma que na introdu ção. apenas que esta é a seqü ência usual de qualquer t exto acadêmico. fornece uma visão global do assunto tratado (contextualização).: 32-49). t eorias e principais idéias sobre o tema focalizado. assim como os prétextuais. contextualiza-o. excetuados os elementos obrigatórios.. f) para a paginação pode-se utilizar o número da pr imei ra página (ex. f inalizan do com uma conclusão. área de conhecimento ou metodologia adotada.Introdução Consiste na apresentação geral do trabalho.Desenvolvimento É a parte mais extensa e consistente do trabalho. Trata-se da parte inicial do texto em que o autor aponta os seus propósitos e as linhas gerais que orientaram seu pensamento. à qual se segu e o desen volvim ento. há distintos modos de organizar o texto. Se o trabalho compreender mais de um volume.se com base no ti po e nos objetivos do trabalho acadêmico-científico. Conf orme o tipo de trabalh o. . concisa e objetiva do tema e a delimitação precisa das fronteiras do estudo em relação ao campo selecionado e ao problema a ser estudado. com uma definição clara. con st itu em.. portanto. ou os n úme ros das págin as ini cial e f inal. me todologia. n a(s) página(s) que antecede(m) imediatamente o texto. o sumário de toda a obra deve ser incluído em todos os volumes. apresentação. .

com a indicação de sua localização no texto. 4. . que complementa. .Anexo(s) (opcional): texto ou documento não elaborado pelo au tor do trabalho. encontram-se no tópico 3 – Elaboração de Ref erências de Tr abal hos Acadêm icoCientíficos. seguidas de travessão e respectivo título (Ex. consiste na revisão sintética dos resultados e da discussão do estudo realizado. seguidos de suas respectivas definições. A con clu são deve apresent ar dedu ções lógicas correspon dent es aos propósitos prev iamen te estabelecidos do t rabalho. comprova ou ilustra o seu conteúdo. . além de sugestões para outros trabalhos.Referências (obrigatório): constitui o conjunto padronizado de element os descrit ivos... Nos trabalhos acadêmi co-cien t ífi cos a li stagem de referê ncias deve ide ntif icar as f ontes/ documentos mencionados (referidos) no texto. apontando-se o alcance e o significado de suas contribuições. possibilitando sua identificação individual.: APÊNDICE A – Roteiro de entrevista). . assuntos. Os anexos são identificados por letras maiúsculas consecutivas. Tem como objetivo destacar as principais questões tratadas no trabalho acerca do estudo desenvolvido. utilizados no trabalho. dentre outros).Apêndice(s) (opcional): texto ou documento elaborado pelo autor. Pode também indicar questões dignas de novos estudos. segun do a NBR 6023:2002 da ABNT.Índice (opcional): listagem detalhada de palavras ou expressões ordenadas a partir de critérios específicos (nomes de pessoas.: ANEXO B – Estrutura organizacional da Empresa Alfa). da Parte II deste documento.3 Elementos pós-textuais . . 85 . extraídos de um documento.Glossár io (opci onal): lista em ordem alfabética de expressões ou termos técnicos específ icos de uma determ inada área.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas.Conclusão Como parte final do texto. complementar ao seu trabalho. As orientações para sua elaboração. nomes geográficos. seguidas de travessão e respectivo título (Ex.

86. ...

com form at o A. sem brilho. notas de rodapé. O texto deve ser digitado com espaço 1. 87 . recomendam-se Times New Roman ou Arial. pagin ação e legen das de ilustrações e tabelas.. Para digitação recomenda-se a utilização de font e tamanho 12 para t odo o text o e tamanho menor (11 ou 10) e uniforme para citações longas (mais de três linhas). Os títulos das seções devem começar na parte superior da folha e ser separados do texto que os sucede por dois espaços de 1.. 5. O texto é digitado no anverso da folha (frente). Entretanto. f icha catalogr áf ica e nota de identificação do trabalho apresentada na folha de rosto (indicando a natureza do trabalho. legendas de ilu strações e de t abelas. Na folha de rosto. Já na folha de aprovação.7 cm ). data de aprovação e identificação da ban ca exami nador a deve m ser centralizadas (Apêndice C). Quanto ao tipo da fonte. em cuj o verso é im pr essa a f ich a catalográfica. . Também os títulos das subseções são separados do texto que os precede e que os sucede por dois espaços de 1. margens direita e inferior: 2 cm. As ref erên cias apresent adas ao final do trabalho devem ser separadas entre si por dois espaço simples.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 5 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICOCIENTÍFICOS O projeto gráfico de um trabalho acadêmico é de responsabilidade do seu autor.4 (21 cm x 29. algumas normas gerais devem ser seguidas. com exceção das citações longas (com mais de três linhas). digitados n a cor preta (excetuando-se as ilustrações). as informações sobre o trabalho.1 Formato Os trabalhos acadêmico-científicos devem ser apresentados em papel branco. nome da instituição a que é submetido e área de concentração) que devem ser digitadas em espaço simples. no caso de dissertações e teses. com exceção da folha de rosto. 5.2 Margens e espacejamento As páginas devem ser configuradas nas seguintes dimensões: margens esquerda e superior: 3 cm.5.5 entre linhas. como prescreve a NBR 14724:2005 da ABNT. referências. notas de rodapé.5. objetivo. a nota de identificação do trabalho deve ser alinhada do meio da página para a margem direita (Apêndice B).

2.1 2.1.1.2.. embora as páginas preliminares (pré-texto) não sejam n umeradas. Empregam -se algarismos arábicos para numerar as seções de um texto. contendo a exposição ordenada do assunto. no canto superior direito da folha.1.1 2.2 2. terciária. seguido do número que lhe f or atribu ído na seqüência do assunto e separado por ponto.1.2 .3 Paginação Todas as folhas do trabalho são contadas seqüencialmente.1 "O indicativo de uma seção secundária é constituído pelo indicativo da seção primária a que pertence." (NBR 6024:2003). A principal di vi são do te xto de u m docum ent o é denominada seção primária.1. Esse indicativo numérico. pode se dividir em seção secundária.1.1.1.3 Seção quaternária 1. Exemplo: Seção primária Seção secundária 1 2 1. etc.4 Títulos e indicativos numéricos São denominadas seções as partes em que é dividido o texto de um documento.1 3.1.1 2. sendo de le separado por um espaço.1 2. suas folhas são numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento à do texto principal. em algarismos arábicos. Havendo apêndice(s) e anexo(s).. por sua vez. pre cede o títu lo da seção. Seção terciária 1.88.1. alinhado à margem esquerda.1 2. a 2 cm da borda superior. Repete-se o mesmo processo em relação às demais seções. A nu meração é colocada a partir da primeira folha da parte textual. a partir da folha de rosto. a qual. 5.1 2. quaternária. 5.2 3 3.

fotos.. . usam-se alíneas.. No entanto.. o espaçamento duplo entre os parágrafos..6 Ilustrações As ilustrações abrangem: desenhos. 89 . pois do contrário não contribuirão para a análise. mapas. b) as letras indicativas das alín eas são re en tradas em r elação à margem esquerda. na seção 3 relatou-se. com exceção da última.2. d) a segunda e demais linhas do texto da alínea começam abaixo da primeira letra da primeira linha.1 Os títulos de errata.. em 2. e redondo. porém.5 Parágrafo Modernamente a forma de parágrafo recuado está sendo abolida. esqu emas. porém devem estar diretamente relacionadas com o conteúdo da informação. apêndice(s). c) o texto de cada alínea inicia com letra minúscula e termina com ponto e vírgula. glossário. Muitos autores. Têm por objetivo possibilitar a transmissão de dados e informações de modo mais atraente. or gan ogram as. estas devem começar com um hífen. referências. usando-se de forma racional os seguintes recursos: negrito. hífen ou travessão não são usados após o indicativo da seção ou de seu título.. exceto a última que termina em ponto.. nesse caso. as dem ais linh as da subalínea i niciam igualmente abaixo da primeira letra. gráficos. O texto. precedida da palavra designativa seguida de seu número de ordem . se m que h aj a necessidade de intitulá-los. adotando-se.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Ponto. anexo(s) e índices não recebem in di cat iv os n um éri cos e dev em ser centralizados (NBR 14724:2005).. resumos. ressalta-se que este recurso deve ser usado para grafar palavras estrangeiras. 5. fluxogramas. . O título das seções é colocado após seu indicativo numérico. 5. A citação de indicativos de seções no texto é feita conforme os exemplos seguintes: . A identificação de ilustrações deve aparecer na parte in ferior. itálico ou grifo.. agradecimentos. Quando for necessário dividir a alínea em subalíneas. Atenção! Em relação ao itálico. caixa alta ou versal. terminam em ponto-e-vírgula.. no in te rior de um a seção. deve ser mantida em todo o trabalho. ver 1. qualquer que seja a forma adotada. preferem adotar o parágrafo tradicional e formal nos textos técnicos (com recuo de 1. dele separado por um espaço.1. listas. As alíneas. qu adros. dentre outros. se inicia em ou tra li nh a. Hav endo ne cessidade de enumerar diversos assuntos ou itens. colocado sob a primeira letra do texto da alínea e dele separadas por um espaço. sumário. Dispõem-se as alíneas na seqüência de um texto (que termina em dois pontos) do seguinte modo: a) ordenam-se as alíneas alfabeticamente.. Os tí tu los das se ções são destacados gradativamente..27 cm)... qu e obri gatoriamen te corresponde ao título da seção.

preferencialm ent e. 5.o traço horizontal da moldura que separa o rodapé deve ser apresentado somente na página que contenha a última linha da tabela. A t abe la não de ve t er t raços v ert icais delimitadores à direita e à esquerda. o espaço do cabeçalho e o terceiro.7 Tabelas As tabelas servem para descrever dados e informações relevantes para o estudo ou ilustrar o conteúdo em desenvolvimento.90. As tabelas têm numeração independente e consecutiva e a sua identificação (título) é colocada na parte superior (topo). com um traço vertical duplo separando as partes e repetindo-se o cabeçalho. pode ser apresentada em duas ou mais partes. p. A indicação da(s) fonte(s) das informações contidas em uma tabela e notas eventuais aparecem em seu rodapé. qu an to à su a local ização e apresentação gráfica. preferencialmente sem abreviações. a tabela deve ser apresentada em duas ou mais partes (IBGE. b) ter moldu ra para est ru turar os dados nu méricos e termos necessários a sua compreensão. A moldura compreende. uma única página. no mínimo. 1993. uma abaixo da outra. o segundo. repetindo-se o cabeçalho das colunas indicadoras e os indicadores de linha. t ais indicações devem ser feitas sem abreviações. Quadro 5).o con te údo do rodapé deve se r apresentado na página de conclusão. Quando não couber em uma folha. O cabeçalho da tabela indica o conteúdo das colunas com palavras ou notações claras e concisas. do respectivo título e/ou legenda explicativa. 28): . c) ocupar. também é preciso seguir alguns critérios: .cada página deve ter o contéudo do topo e o cabeçalho da tabela ou o cabeçalho da parte.cada página deve ter uma das seguintes indicações: continua para a primeira. deve: a) estar inserida o mais próximo possível do trecho do texto a que se refere. As tabelas apresentam inf ormações tratadas estatisticamente e seguem as orientações da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . Figura 3. pode se r apresentada em duas partes. . .. o rodapé. de forma clara e concisa. As ilustrações devem ser inseridas o mais próximo possível do trecho do texto a que se referem. lado a lado.IBGE (1993). conclusão para a última e continuação para as demais. sintetizadas a seguir. breve e clara que dispense consulta ao texto.se ultrapassar o tamanho da página em número de colunas e tiver poucas linhas. A tabela. três traços horizontais paralelos: o primeiro separa o topo. . e da fonte.. precedida da palavra Tabela e de seu número de ordem em algarismos arábicos. O título indica a natureza e as abrangências geográfica e te mporal dos dados n um éri cos.cada página deve ter colunas indicadoras e seus respectivos cabeçalhos. por extenso. na mesma página. Q uanto à disposição das in formações. . . de ocor rência n o te xto e m algarismos arábicos (Exemplo: Gráfico 1. .se t iv er poucas colu n as. após o fio de fechamento.

‘questionários aplicados’. p. devem ser interrompidas antes do sinal de igualdade ou depois dos sinais de adição.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ a) não se deve deixar “casas” vazias em uma t abel a.. utiliza-se como fonte o autor. alinhados à direita. ín di ces e ou tros)” (NBR 14724:2005. c) em caso da fonte tratar-se de pessoa física. entrevistas ou observação). por exemplo). responsáv el pelos dados levantados e apresentados. / ou – X . ‘formulários preenchidos’. a palavra ‘fonte’ deve ser colocada após o traço inferior da tabela. Significado correspondente b) a fonte da tabela indica a origem ou a instituição responsável pelo fornecimento ou elaboração dos dados e informações nela contidos. multiplicação e divisão. no uso de maiúsculas e nos sinais gráficos utilizados. Exemplo: x 2 + y2 = z2 (x + y )/5 = n 2 2 (1) (2) . 91 .. alinh ando. numeradas com algarismos arábicos entre parênteses. para tant o exi stem sím bolos estabelecidos por convenção internacional: Símbolo Z . pela natureza do fen ômeno.. “Na seqüência normal do texto é permitido o uso de uma entrelinha maior que comporte seus elementos (expoen tes.quan do. caso seja necessário. ‘observação direta’.. Qu ando as equações ou f órmu las ultrapassarem uma linha por falta de espaço. conforme o caso. 9). As tabelas de um a publi cação deve m apresentar uniformidade gráfica nos corpos e tipos de let ras e nú meros. ‘en trevist as realizadas’.8 Equações e fórmulas Devem aparecer destacadas no texto para facilitar a leitura e. o dado não existir -quan do o dado for rigor osamente zero -quan do não se dispu ser do dado -quan do os dados anterior es ao símbolo não forem comparáv eis aos posteriores -quan do o dado for omitido para evitar a in dividualização da infor mação siglas são separados por vírgula. subtração. quan do os dados se originarem de diversas fontes.se à margem esqu erda da primeira coluna. podem ser u til izadas como f ont e as seguintes expressões: ‘pesquisa de campo’. a partir de pesqui sa de campo (com o uso de questionários. os nomes ou 5. quando as tabelas são elaboradas com base em fontes que constituem documentos do próprio autor do trabalho (apresentação dos dados.

Memórias de um orientador de tese. 1997. ______. de O. F O método nas Ciências Naturais e Sociais: . FRANÇA. E.L. 1997. Queiroz. Rio de Janeiro. ______. ECO. FEITOSA.307-326. dissertação. NBR 6024: informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento escrito: apresentação. da UFMG.. NBR 6028: informação e documentação: resumo: apresentação. NBR 10719: apresentação de relatórios técnico-científicos. São Paulo: T. Rio de Janeiro. Campinas: Papirus. São Paulo: Pioneira. A aventura sociológica: objetividade. 1997. Como se faz uma tese. GOLDENBERG. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. Belo Horizonte: Ed.. CASTRO. rev. NBR 6027: informação e documentação: sumário: apresentação.C. 1978. (Org.ed. 2003. resumo. FLÔRES. ______. 3.J. ______. 2003. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. C. CANCELIER. 5.M..C. M. 2003. engenheiros e estudantes. 2003. OLÍMPIO. Rio de Janeiro. 2001. COMPAGNON. Arte da tese: como preparar e redigir uma tese de mestrado. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. Metodologia do ensino superior. 2005. paixão.. 1988. ______. Rio de Janeiro.ed. GIL. L.L. 2. p.ed. NBR 6022: informação e documentação: artigo em publicação periódica científica impressa: apresentação.. Rio de Janeiro: Zahar. ______. 2. improviso e método na pesquisa social. Ed.N. ______. Rio de Janeiro. uma monografia ou qualquer outro trabalho universitário. J. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Record. U. REFERÊNCIAS ALVES-MAZZOTTI. R. A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em Ciências Sociais. A. Redação de textos científicos. BARRASS.92. Rio de Janeiro. Redação: o texto técnico/ científico e o texto literário. V.ed. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. pesquisa quantitativa e qualitativa. P Educar pela pesquisa. DEMO. relatório.A.ed. N. Rio de Janeiro. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Florianópolis. 2000.). 2002. 1989. 2002. Campinas: . da UFSC.L. Belo Horizonte: Editora UFMG. Autores Associados. São Paulo: Atlas. narração. O trabalho da citação. BEAUD. 1998. Os cientistas precisam escrever: guia de redação para cientistas. M. 1992. L. 1996. e aum. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos: apresentação. A. 4. In: NUNES. GEWANDSZNAJDER. 1986. descrição.M. . A. São Paulo: Perspectiva. 1996.

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..94. .

. 95 ..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ APÊNDICES .

. título em maiúsculas e sub-título em minúsculas] Local Ano 2 cm [Letras minúsculas..96. excetuando-se a 1ª letra] . Apêndice A Capa de trabalhos acadêmicocientíficos Modelo 3 cm NOME DA INSTITUIÇÃO AUTO R(A) NOME COMPLE TO DO (A) A UTOR (A) CO MPLET CO MPL ETO AUTO R(A) [Extremidade do papel A4] [Identificação centrada em letras maiúsculas] 3cm TÍ TUL T ÍTUL O : subtítul o subtítulo (se houver) 2 cm [No centro da folha.

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvolvimento sustentável em Santa Catarina Balneário Camboriú 2003 .. 97 ..

Centro de Educação Zzzzz. Wwww Yyyyyy Local Ano 2cm [Letras minúsculas. título em maiúsculas e subtítulo em minúsculas] Monografia apresentada como requisito parcial para a o btenção do título de Xxxx...98. na Universidade do Vale de Itajaí. Orientador: Prof(a). excetuando-se a 1ª letra] . Apêndice B Folha de rosto de trabalhos acadêmico-científicos Modelo 3cm NOME COMPLETO DO(A) AUTOR(A) [Identificação centrada em letras maiúsculas] 3 cm TÍT UL O TÍ TUL O:: subtítulo subtí tul o (se houver) tulo 2 cm [No centro da folha.

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvolvimento sustentável em Santa Catarina Mo nogr afi a apres e n tada como requisito parcial para a obtenção do título de Bachare l em Turismo e Hotelaria pela Un iversidade do Vale de I taj aí. Orientador: Prof. Ce n tro de E ducação Balne ário Camboriú.. 99 .. Dr. Pedro Alves Balneário Camboriú 2003 .

.. [Local]... Apêndice C Folha de aprovação de trabalhos acadêmico-científicos Modelo 3 cm NOME COMPLETO DO(A) AUTOR(A) TÍ TUL TÍT UL O T ÍTUL O:: subtítulo subtítul o (se houver) Esta Monografia foi julgada adequada para a obtenção do título de ...... UNIVALI – CE de São José 2 cm 2 cm [Identificação centrada em letras maiúsculas] [Título em maiúsculas...... .. .... sub-título em minúsculas] ..... da Universidade do Vale do Itajaí..................... .. ................ [dia] de [mês] de [ano]... .... Dra.......... ....... ...100. MSc... Dr.. 3 cm Área de Concentração: ... e aprovada pelo Curso de . .......... .. UNIVALI – CE de São José Prof....... UNIVALI – CE de Balneári o Camboriú Orientador Profa........ Prof....... Centro de Educação de ...... ...

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvol vimento sustentável em Santa Catarina Esta Monografia foi julgada adequada para obtenção do título de Bacharel em Turismo e Hotelaria e aprovada pelo Curso de Turismo e Hotelaria da Universidade do Vale de Itajaí. Centro de Educação de Balneário Camboriú. Dr.. 14 de fevereiro de 2003. Pedro Alves UNIVALI – CE de Balneário Cambori ú Orientador Profa. 101 . Maríl ia Mendonça Farias UNIVALI – CE de São José Membro Prof. Dra. Prof. Msc.. Emílio Vieira UNIVALI – CE de São José Membro . Área de Concentração: Turismo e Ambiente Balneário Camboriú.

............ 16 2..................................3 Estratégias e instrumentos ..................... 39 3....................................................................................... 13 2 O PROBLEMA DA PESQUISA .............3 Resistência.........1 Percepção do problema pelos sujeitos da pesquisa .................................. 18 2............................................................................................................................................... 40 3.................................... 57 4.................................................................................1.................2 Fontes documentais ..........................................................................1 Concepções teóricas .....2 Expectativas e aspirações .......2 Objetivos da pesquisa .................................................... 64 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS ............................ 49 4.................................................................. 50 4............................................................................................. 71 REFERÊNCIAS .......... 10 1... Apêndice D Exemplo de Sumário SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO ..................................... aceitação e cooperação .. 43 3....................................1 Breve história das principais concepções do passado ....................................................................................................... 80 ................................... 11 1...................................................................................... 77 APÊNDICES ....................................................................................................................................................................................................................1 Justificativa .................................................................................................2 As principais correntes teóricas da atualidade ...................1 Contexto e sujeitos da pesquisa .......................................................................................................... 14 2.........................................................1.............. 27 3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS ...........................................................102................................................. 46 4 RESULTADOS ...

. contendo de 100 a 250 palavras.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Apêndice E Modelo de página de abertura (artigo científico) TÍTULO subtítulo su btítu lo (se houver) Nome completo do autor 1* Nome completo do autor 2** Resumo (na língua do texto) (O resumo. é digitado com espaçamento simples e alinhamento justificado. 103 . elaborado segundo as orientações da NBR 6028:2003.) Palavras-chave: (na língua do texto) * Currículo (e endereços postal e eletrônico) ** Currículo (e endereços postal e eletrônico) ..

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