UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

Universidade do Vale do Itajaí

Cadernos
Universidade do Vale do Itaj aí

de Ensino
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Pró-Reitoria de Ensino

FICHA CATALOGRÁFICA

2...

Ficha catalográfica elaborada pela Biblioteca Central Comunitária - UNIVALI
Cássia Ferri Regina Célia Linhares Hostins Coordenação

Projeto
Josiane da Silva Delvan Lucian o Dalla Giacomassa Colaboração

E lisabeth Juchem Machado Leal Simone Gh is i Feuersch ütte E laboração

Hildo Rocha Neto Nilton Córdova Fotografia José Roberto Azevedo Júnior Capa Camila Morgana Lourenço Projeto Gráfico Ch arlles Giovany Faqueti Fábio Zella de Souza José Roberto Azevedo Júnior Editoração E letrônica E xemplares: 1500

Pedagogico

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ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS

ITAJAÍ (SC Julho/2006 Ano 2 - nº 4

de Ensino
... 3

Pró-Reitoria de Ensino

91 e 92) foi atualizado para in corporação das alterações referentes à apres entação de trabalhos acadêmicos contidas na segunda edição da NBR 14. de dezembro de 2005. ...4.724. 81. 87. 58. Em julho de 2006 o texto deste documento (páginas 56. 89. 90.

.............2 2.....................5 INTRODUÇÃO ............................3 5...................................................................................................1 4................3 3..............3 6............................Elaboração de trabalhos acadêmico-científicos ...... 10 1 2 2............. 21 Conceito ...................................3 2.... 26 ARTIGO CIENTÍFICO ................................................................2 5................ 17 Ficha bibliográfica .....................5 4 4..................... 37 ............................................................................................3 4..3 5.................................................................................UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ SUMÁRIO APRESENTAÇÃO ....................................................................................................................................... 31 Avaliação ...................................................................................................................................................................................................................................................................1 2... 22 A apresentação da resenha ............................................................... 5 ..................4 5...........................................................................4.............. 33 Conceito ........................................................................................................................................ 25 Propósitos .................... 15 Os propósitos do fichamento .................................................... 17 Ficha de leitura ...............................................................................................4 5................................................................1 5..............................................................................4..... 20 RESENHA CRÍTICA .................................................... 15 Conceito .... 28 Procedimentos quanto à forma de apresentação ............... 27 Procedimentos quanto à elaboração ... 21 Procedimentos ................................................... 24 PAPER.............................. 27 Conceito ........... 29 Elementos pré-textuais ...........4 3 3.............................................................................................. 30 Indicativos dos tópicos (seções) do artigo científico ............................................................................................................................................................................................................................. 27 Propósitos ..5 6 6.......................................1 5.......................................4 6......2 2. 26 Avaliação .................................2 3........................................................................... POSITION PAPER OU POSICIONAMENTO PESSOAL ....1 3...................... 30 Elementos textuais ............................................................................................. 35 Avaliação ............... 30 Elementos pós-textuais ..................................2 6................................1 2......... 21 Propósitos ............................................................................................................................................................................ 09 PARTE I ................ 23 Avaliação ...................................................... 16 Procedimentos ............. 25 Procedimentos ........................4.......................2 5...................................................................................................................................4 3.................... 18 Avaliação ......................................................................1 6....................................... 31 RELATÓRIO ....3......... 13 FICHAMENTO ................. 33 Propósitos ...4 5 5.........4.... 34 Procedimentos .............................................................................................. 25 Conceito .........3........................................................................................................... 34 Tipos de relatórios ...............2 4...............

..3 3...............3............................4 3............... 40 Avaliação ..........................4 3..2 7......2 3.....................2..2 3..3......................4......... 69 Partes de publicações périódicas ................................................................ 63 Regras quanto à data .......... 70 Artigo e/ou matéria de jornal .......................1 3................. 65 Monografias no todo em meio eletrônico .1....................4........................ 53 2 2....................................6 3.......................4................ 57 Aspectos gráficos das referências ...4 MEMORIAL .............................. 58 Regras gerais para elaboração de referências ..........4............................................ 62 Regras quanto ao local ..................3.........................................................................................................................2................................................................. 71 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico ..........3 7................................2 Citação indireta: paráfrase e condensação .................. 50 1......2..................... 39 Propósitos ......................................................3 3................3...... dentre outros..... 7 7...........................1........ 57 Localização das referências ............ 39 Conceito . 45 1.......5 Considerações finais sobre as normas de citação .........................3 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS ............. 56 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS ..... 59 Regras quanto ao título e subtítulo ..........2.....................1.......................... 47 1..............................................2........................ 67 Parte de monografia em meio eletrônico ...................................2 3..................................6 3.............................................................................2....4............................................2................................................................................. 39 Procedimentos .... textual ou literal ............................ 48 1.........................................................................Orientações e normas para apresentação de trabalhos acadêmico-científicos ..4.................. 71 Publicações em eventos ............5 3.............................................................................................................. 46 1......................3 3............4 3.................................................. 43 1 CITAÇÕES ....................................................2.....................................2 3........................................................ 65 Monografias .....1 Regras gerais para citação ........................................2 3............ boletim............................................................................................2...1 3.................................................. 61 Regras quanto à edição e editora .............................................. em meio eletrônico ... 72 ............................2 Tipos de citação .......................................................................... 52 1...........3 3..4................................1 7..................................4.....6................................................3................................................................................................................1 3.4...................................4.....4.. 46 1..........4.... 59 Regras quanto à autoria.....................................................1 3 3............ 68 Publicação periódica como um todo ............. 64 Regra quanto à paginação .................................................. 45 1.....1 Citação direta............................................................. 68 Publicações periódicas ...................................................................... 55 Exemplos de resumos ....5 3.......4............................4 Normas complementares para citação ...............1 3............................................................................................3 Alterações na citação ................... 70 Artigo e/ou matéria de revista.1.............. 67 Partes de monografia . 69 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas ................ 65 Monografias consideradas no todo ....................3 Citação da citação .............4 3....................................................................... 64 Modelos de elaboração de referências ................................................................................3......... 41 PARTE II ..1 3........................

.............................................................................................7 3................ 85 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS ......4......................................................3 5 5.............................................5 5..............................................................................2 5...................4...........................1 4...........8 Eventos como um todo .................................................Folha de aprovação de trabalhos acadêmico-científicos .....4 3.. Bula de remédio ...4.......................................................... Doutrina ....... 95 Apêndice A ...........................................4...........................3............................................................................................. 7 .............................................4 5...14 4 4................4............................................................................... 84 Elementos pós-textuais ................................. 103 ......................Folha de rosto de trabalhos acadêmico-científicos ...... 81 Elementos pré-textuais .....8 3........................................ 91 REFERÊNCIAS ...........1 3..........................1 5................................................4...............Modelo de página de abertura (artigo científico) .................................................. 87 Formato .........................................................4.................................................................4.............................................................. Documento iconográficoem meio eletrônico .................................................................13 3......................................... 89 Tabelas .... Eventos como um todo em meio eletrônico ...6 3...........................3 3................................................10 3......5 3.............. Documento sonoro ............. Jurisprudência ....UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3.......... Séries e coleções ....4.........4........ Documentos jurídicos ...............................................4................. 98 Apêndice C ...............Exemplo de sumário ............6.................................... Documento tridimensional ..........................4....................... 87 Paginação .......................................... 88 Parágrafo .........2 3............4...............1 3............. 87 Margens e espacejamento .3..........1 3.......... 90 Equações e fórmulas ....................................4.............................................................. Notas ................................................................Capa de trabalhos acadêmico-científicos ............................................... Imagem em movimento ..1 3.............................. 89 Ilustrações ......................... 96 Apêndice B ...........4.....7............................................................................ Documento cartográfico em meio eletrônico .........4....................................4........ 88 Títulos e indicavos numéricos ....................................... 92 APÊNDICES ...........................................................................................4...............11 3....................4..............................2 3......................... 102 Apêndice E .... 100 Apêndice D ............... Documento jurídico em meio eletrônico ..... Documento iconográfico ..........................................3 3..........................................................6 5..............................................4 3........................................3 5.....................................................................4................................................. Trabalho apresentado em evento .......................................4..............................12 3..........................4.....................3............ Documento de acesso exclusivo em meio eletrônico ............................................... Legislação ....................................... 72 72 73 73 74 74 74 75 75 75 76 76 77 77 78 78 79 79 80 80 80 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS ...........................................4....................................................................................4 3............................................9 3............4.......7 5.................. 81 Elementos textuais ................................................4. Patente .......3.............2 4.. Documento cartográfico ............................... Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico .

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para quem estudamos e produzimos conhecimentos? Para buscar possíveis respostas às questões acima. a pr odu zir conhecimentos. Se a ciência é o resultado do confronto. da teoria com a empiria. esta publicação traz subsídios à elaboração de textos didático-científicos de forma lógica. Assim. sob critérios lógicos e com o auxílio da técnica. 9 . o domínio da ciência e dos seus métodos para atingir novos patamares de qualidade. Profª Amândia Maria de Borba Pró-Reitora de Ensino . o regi st ro e o uso do sabe r já acumulado e disponível para propósitos próprios de construção do conhecimento. pois todo o conjunto de recursos que está na base do ensino superior não pode ir além de sua função de fornecer instrumentos para uma atividade criadora. (SEVERINO. Est as orientações. dos métodos e das técnicas de áreas específicas do conhecimento é uma exigência do ensino superior para vencer o superficialismo e a falta de rigor científico na produção e socialização do conhecimento. em todas as disciplinas. ou da articu lação. Parece-nos ser esta u ma con di ção in di spe nsáve l ao desen vol vim en to da vi da in te lect ual disciplin ada e produ tiva. conse qü en tem en te. o domínio de conceitos reelaborados.. não sem antes termos clareza do sentido político da formação no ensino superior: por quê. E viden te men te . a apr endizagem e o desenvolvimen to do trabalho in telectu al exigem conhecimentos de ordem técnica. é fator determinante para o al can ce dos obj eti vos da for mação u niv ersi tári a: apre nder a pen sar e. entre suas finalidades. característica da formação superior. têm como objetivo favorecer e estimular a produção escrita de nossos alunos. Certamente. para quê. Estas três dimensões estão in ti mame nt e r elacionadas. 2000). A UNIVALI destaca. o mais elementar deles. o domínio da teoria é condição imprescindível par a o propósito de produção do conhecimento. o domínio do saber e da cultura. pois u m pensamento ou argumento apresentado pelo aluno ou pesquisador sem apoio em processos lógicos pode não passar de uma idéi a superficial..permite ao estudante universitário se exercitar em práticas essenciais à atividade científica: a bu sca. desde os primeiros períodos.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ APRESENTAÇÃO Este conjunto de diretrizes metodológicas é apresentado aos professores e estudantes universitários para o desenvolvimento de t rabalh os didáti co. A elaboração de trabalhos acadêm icos .do fich amen to. É neste contexto que se insere a metodologia de trabalhos científicos como instrumento útil e per tin en te para a produ ção do conhecimento. nort eada por posturas e práticas de pesquisa.cien tí fi cos. visando criar novos hábitos e um novo olhar para a produção universitária. ao focalizar os tipos de trabalhos acadêmicos mais presentes no cotidiano do ensino superior e os procedimentos básicos para sua elaboração. conceitual e lógica. ao artigo científico .

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.. 11 .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Parte 1 Elaboração de trabalhos acadêmicocientíficos .

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A formação universitária. A partir daí.compettên ci as r efer enttes ao ttrato da com pet ências refe rent es pe ref eren rato in f i nf orm ação ação: .] escrevam. Formular. Essa iniciação compreende a aquisição gradativa de um conjunto de competências. coloquem no papel o que querem dizer e fazer. atividade central na vida acadêmica. um dos desafios que hoje se colocam para a universidade consiste na formação de um profissional capaz de pensar e agir num contexto de alta complexidade – decorrente da natureza dos problemas com os quais nos defrontamos – valendo-se para tanto da capacidade de analisar criticamente a realidade à luz de conhecimentos teóricos e de atu ar com competência de modo autônomo e conseqüente. porque significam propriamente a competência. à sua adequada utilização para a solução dos problemas e à elaboração de novos conhecimentos. p. sist em at ização e soci al ização do conhecimento deixem de ter no professor seu prin ci pal prot agoni st a e passem a ser compartilhadas por professores e alunos. com vistas à elevação do nivel de qualidade dos cursos superiores. perfil. desde os primeiros dias de sua trajetória acadêmica. 13 . a perguntar. à medida que se supera a recepção passiva do conhecimento.. Para tanto parece ser indispensável que os acadêmicos se exercitem.se con siderar qu e a bu sca. em todas as áreas do conhecimento. se faz... redijam. passando a participar como sujeito capaz de propor e contrapor[. buscar e adquirir a informação nece ssári a para a re al ização de trabalhos. sobretudo alcancem a capacidade de formular. Demo (1996. registrar a informação e as . de complexidade e sofisticação crescentes. Esse processo contribui decisivamente para a for mação de prof ission ais cu jo pe rfi l compreende as competências necessárias à busca do conhecimento.. a querer saber sempre mais e melhor. elaborar são termos essenciais da formação do sujeito.28-29) diz ser fundamental que os acadêmicos: [. dada a necessidade de atualização em face aos rápidos avanços da ciência. assim identificadas: . Por outro lado. a apropriação e o uso do conhecimento técnicocientífico são atividades permanentes na carreira do profissional de nível superior. portanto. no uso de um instrumental teórico-metodológico que lhes possibilite o progressivo domínio das práticas do trabalho intelectual. a competência de maior importância e suas competências subsidiárias: identificar as fontes bibliográficas mais relevantes da área. Ao lado desse fato. mediante a progressiva iniciação do aluno às práticas do trabalho intelectual.ler e compreender textos teóricos. surge o desafio da elaboração própria. pela qual o sujeito que desperta começa a ganhar forma. deve .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1 INTRODUÇÃO A ê nfase qu e vem sen do col ocada nas atividades de pesquisa articuladas ao ensino e à extensão.] Aprende a duvidar. contorno. requer que as atividades referentes à investigação. expressão.. Deixa-se para trás a condição de objeto.. de modo a se tornarem não apenas consumidores como também produtores de conhecimento.

Na segun da part e são apresen t adas orientações para elaboração e u so de ci tações. . definir. . inferir. bem como normas relativas à estrutura e apresentação gráfica de trabalhos acadêmico-científicos. São muitos os tipos de trabalhos acadêmico-científicos qu e pode riam se r in cl uí dos em um documento como este. interpretar criticamente.ligadas à formação de conceitos: fazer distinções e conexões.. por se considerar que são os tipos de uso mais freqüente nas várias disciplinas dos cursos de graduação.redigir: progredir do exercício inicial sob a for ma de re sum o.analisar e apreciar criticamente textos teóricos.competências necessárias à capacidade de elaboração própria: . estabelecer relações. relat ór io e mem orial. papers. no entanto. os procedimen tos para sua e laboração e organização e sugestões para sua avaliação. No entanto. . dominar as praxes de citação e de referência. referências). paper. aut o. não são aqui tratados.referentes à capacidade de interpretação: perceber implicações. . . fichamentos. ou de Metodologia Científica – a criação dessas oportunidades em todas as disciplinas. Esse conjunto de competências. embora t ambém sejam trabalhos acadê micocientíficos. demonstrar (ou provar) por argumentação. . Dessa forma.14. de re su m os de ar ti gos e de referências.competências cognitivas: .. . t anto a professores como a acadêmicos. artigo cien tífico. E compete ao professor – a todos os professores e não apenas aos professores responsáveis pelas disciplinas de Língua Portuguesa. somente será desenvolvido pelos acadêmicos se estes tiverem oportunidades efetivas de exercitá-las de modo gradativo.apresentar e discutir temas. optou-se pelo fichamento. A primeira parte do documento trata dos tipos acima mencionados de trabalhos acadêmicocient íf icos: seu conceito e propósitos. parafrasear. O texto ora apresentado pretende oferecer. observar. até ch egar à elaboração de texto próprio (resenhas. subsidiariamente. documentais ou outras (fazer resumos. . sistemático e intensivo. projetos de pesquisa). ou mesmo o ensaio.se (ou ref orm ular o anteriormente formulado). explicar. projeto e relatório de pesquisa. artigos. bem como de apresentação de trabalhos acadêmicocientíficos. resenha crítica. extrair significados. respect ivas f on tes bi bl iográfi cas. orientações básicas para a elaboração de trabalhos acadêmico-científicos.ref er ent es ao raciocín io: iden tif icar proposições.referentes às práticas de investigação: formular questões e hipóteses.cor rigir. dissertação de mestrado e tese de doutorado.

. na Universidade.1 Conceito O fichamento é uma técnica de trabalho intelectual que consiste no registro sintético e documentado das idéias e/ou informações mais relevantes (para o leitor) de uma obra científica. Como o fichamento consiste no resultado do trabalho de leitura. 15 . su a compreensão. os fichamentos ou relatórios de leitura. seja ele aluno ou professor. de elaboração da monograf ia de conclusão de curso do graduando. Assim sendo. a exemplo de Nunes (1997). De acordo com Henriques e Medeiros (1999. A principal utilidade da técnica de fichamento. da dissertação de mestrado ou do relatório de pesquisa do pesquisador. constituindo-se em instrumento básico para a redação de trabalhos científicos. essen ci al par a a elaboração de resenhas. . funcionam como método de aprendizagem e memorização dos conteúdos.100). c) regist rar as re fl exões proporcionadas pelo material de leitura. sejam elas de iniciação à redação científica (tais como os primeiros trabalhos escritos que o estudante é solicitado a produzir).UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2 FICHAMENTO 2. etc. ou. Fichar um texto significa sintetizá-lo. literária ou mesmo de uma mat éria jornalística. cuja informação teórica ou factual mais significativa deve ser não apenas assimilada. ent ão. um importante meio para exe rcit ar a escrit a. cujo autor é o “fichador”.. seja na pesquisa científica – como enfatiza Pasold (1999) –. A im por tância do fi ch amen to para a assimilação e produção do conhecimento é dada pela necessidade que tanto o estudante. pa pers. palest ras ou confe rências. d) organizar as informações colhidas”. é otimizar a leitura. o que re qu er a l eit ur a at ent a do text o. Pode-se dizer que esse registro escrito – o fichamento – é um novo texto. no caso do professor. como também registrada e documentada. filosófica. a iden tificação das idéias principais e seu registro escrito de modo conciso. assim. coerente e objetivo. para utilização posterior em suas produ ções escri tas. p. A prática do fichamento representa. alguns autores. além de possibilitar a organização dos textos pesquisados e a seleção dos dados mais importantes desses textos. seja na aprendizagem dos conteúdos das diversas disciplinas que integram o currículo acadêmico. b) registrar o conteúdo das obras. como o docente e o pesquisador têm de manipular uma considerável quantidade de material bibliográfico. de textos para aulas. monografias de conclusão de curso. portanto. o fichamento objetiva: “a) identificar as obras consultadas. art igos. preferem substituir esse nome pela expressão “relatório de leitura”.

uma monografia. o fichamento está “a serviço” da pesquisa que o estudante. Ora. podem ser considerados dois tipos de fichamento: a) o fichamento que é solicitado ao estudante universitário como exercício acadêmico. um seminário ou um relatório de pesquisa. deve apresen tar os indispensáveis elementos de identificação. artigos e textos teóricos. com o propósito de desenvolver as habilidades exigidas para o estudo e assimilação de textos teóricos. como toda e qualquer pesquisa está centrada num tema. ou assimilar o conteúdo ou parte do conteúdo de uma disciplina. e m qualquer caso. a argumentação do autor a da obra ou do texto que “comanda” o trabalho de resumo do fichador. nesse caso o fichamento consiste.. que tanto pode ser uma resenha. o fichamento praticamente se identifica com o Os propósitos do fichamento r esu mo. São esses propósit os tem áticos que ori ent am o “fichador” quando seleciona idéias. qu e pode ser nu ma ficha manuscrita ou numa folha digitada. em geral.16. o docente ou o pesquisador se propôs. dos quais se falará mais adiante. mas que. No segundo caso – fichamento no contexto da pesquisa ou da revisão bibliográfica –. 2. Assim. o fichamento será tanto mais eficiente quanto mais claros forem para o estudante ou para o pesquisador os propósitos desse trabalho. são os propósitos temáticos de quem estuda as obras consultadas que “comandam” a seleção das idéias. b) o fichamento que é feito pelo estudante. .. no primeiro tipo de fichamento (a) é o raciocínio. seja como técnica auxiliar de estudo de obras. No segundo tipo (b). o critério organizador do fichamento será dado pela própria lógica do texto. Dessa forma. elementos teóricos ou factuais que integrarão o resumo. di fer enci a.2 Seja como técn ica au xiliar da pesqu isa bibliográfica. pelo docente ou pelo pesquisador. a decisão sobre o que retirar de um texto ou de uma obra e registrar sob a forma de resumo ou de citação. Dependendo dos seus propósitos. no contexto de um a pesquisa ou de u ma re visão bibliográfica. o simples propósito de resumir o texto é o propósito dominante. conceitos. No primeiro caso – fichamento como exercício acadêmico –. com o propósito de registrar sist emat icam en te e docu me nt ar as informações teóricas e factuais necessárias à elaboração do seu trabalho.se apen as na su a apresen tação. conceitos ou fatos que interessam resumir ou registrar n os f ichame nt os qu e f ará das obras selecionadas. terá como critério selecionador os “propósitos t emáticos” dados pelo próprio tema da pesquisa e suas ramif icações. um artigo. nesse caso. no registro documentado do resumo do texto indicado pelo professor.

breve indicação do conteúdo da obra ou de sua importância para algum aspecto do trabalho que o estudante ou o pesquisador tem em andamento. para que a ela se possa retornar caso haja necessidade. ou seja.3. 2. a 2a parte trata da elaboração de dissertação de Mestrado e tese de Doutorado. 17 . apenas dois tipos de fichas serão a seguir apresentados.1 Ficha bibliográfica Destina-se a documentar a bibliografia relativa a um determinado assunto. .). pode ser adotado o uso. etc. Manual da monografia jurídica. 105121) of erecem importan tes orientações práticas sobre diferentes tipos de fichas e sua organização. O seu corpo pode ser constituído de poucas informações. 42-55) e Pasold (1999. o con teú do propriamente dito. p. que variará conforme o tipo de fichamento que o estudante ou pesquisador pretenda fazer.referência: o segundo elemento da ficha será a referência completa da obra ou do texto ao qual a ficha se refere. . p. 1997. dependendo das necessidades de quem estuda ou pesquisa.3 Procedimentos São variados os tipos de fichas que podem ser criados. Luiz Antonio Rizzatto. Leite (1985. como já foi dito. Embora muitos tipos de fichas possam ser elaborados no contexto de uma pesquisa ou de uma revisão bibliográfica. p. após o título geral.corpo da f ich a. São Paulo: Saraiva. 35-45). p. 87.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2.. sejam elas de cartolina ou de papel A-4 (que substituíram as de cartolina pelas facilidades oferecidas pelos micros). é importante ainda que conste a localização da obra (biblioteca. por exemplo. à direita. A 1a parte da obra contém orientações metodológicas para a elaboração e a apresentação da monografia no curso de graduação de Direito. arquivo público.112). 207 p. por serem considerados os mais essenciais. As fichas. devem conter três elementos: . da UNIVALI Exemplo de ficha bibliográfica . Bibl. Severino (2000. de um subtítulo. Metodologia da pesquisa / Pesquisa bibliográfica NUNES.cabeçalho: no alto da ficha ou da folha. Eco (1988. elaborada de acordo com a (NBR 6023:2002) da ABNT.. como. um título que indica o assunto ao qual a ficha se refere.

47-61) para a leitura e resumo de textos teóricos que o leitor encontrará sintetizados à página 21 deste documento. ao solicitar dos alu nos um fichamento. optou-se por colocar na margem esqu erda da folha o núm ero da página correspondente ao trecho resumido para i dent ificar su a localização na obra. como sugere Hühne (1992. bem como distinguir as expressões ou palavras do autor da obra – isto é. Para o estudante ou docente que faz um f ich amen to no con tex to da pesqu isa bibliográfica. A organização da ficha deve ser feita de tal modo que permita identificar posteriormente a página da obra onde se localiza esse ou aquele conceito.3. p. um comentário sobre o te xto f ichado.2 Ficha de leitura Esse tipo de fich a destina-se ao registro sinté tico do cont eúdo (ou de parte do con t eúdo) das obras lidas. . ou então pode apresentar o resumo que sintetiza o resumo. dev e o professor ter claro que. deverão ser seguidos os passos recomendados por Severino (2000. contendo apenas resumo e citação (no exemplo.. o que tornaria a ficha mais completa. no entanto. Pode conter. idéia ou argumento. sempre entre aspas e com indicação da respectiva página. resumo conteúdo. juízo de valor destituído de fundamento. pode ser útil a inclusão no texto das novas idéias que foram surgindo durante a leitura. a decisão de incluir. transcrições as citações. Para sua elaboração. sem o que essa crítica não passará de mera opinião. apenas o resumo das idéi as do au tor e n enhu ma citação ou comentário pessoal do fichador. qu e e xpre sse a interpretação crítica do aluno sobre o conteúdo do texto.. O corpo da f icha de leit ur a pode ser organ izado de diferentes maneiras.18. por exemplo. e as citações ou seja. ou não. ao seu final. objetiva e econômica. para fazer a crítica de um texto – ainda mais quando se trata de um texto teórico – é necessário que o aluno já disponha de um certo repertório. 2. É importante salien tar que a inclusão de citações no fichamento não significa que este se confunda com um mero exercício de “recorte e colagem” de trechos da obra. Nesse caso. p. – utilizar linguagem clara. deverá apresentar as características de um resumo de qualidade. as citações. – apresentar uma seqüência corrente de f rases con cisas. que deverão estar sempre entre aspas – das expressões ou palavras próprias do fichador. dir etas e interligadas. O corpo da ficha consistirá no resumo da resumo obra ou da parte da obra que interessa ao fichador. citações mais significativas de trechos do conteúdo. outras formas podem ser adotadas. – respeitar a ordem das idéias e fatos apresentados. seletivo e objetivo. Pode ficar a critério do professor. 6465). ou seja: – ser sucinto. Atenção: o exemplo ilustra uma “ficha” de leitura em folha A-4). Assim sendo. A seguir se encontra um exemplo de ficha de leitura.

um de se us repres entantes .. entende que os fatos so ciais não são quantificáveis. ) Exem pl o de fic ha de l ei tu ra 17 18 19 Exemplo de ficha de leitura . M. Ass im . que busca de scobrir regularidades ou le is . 19 . Via a ciência social com o ne utra e obje tiva. o fato social. para e le . 16 Esclare cer o debate e ntre a sociolo gia pos itivista e a sociolo gia co mpree nsiva é útil para s ituar a que stão da utilização de mé todos e té cnicas qualitativos nas C iências Sociais. ex te rno ao indivíduo. (. Com te defe ndia a unidade de todas as ciê ncias. suje ito e objeto do conhe cime nto es tão radicalm e nte separados. Rio de Janeiro: Re co rd. 199 7. distingue natureza e cultura e de fende proce dim entos m e todo lógicos dis tinto s para se us e studos .. Para D urkheim. não são ade quados à e specificidade das C iências S ociais. em que o pes quisador não pode faze r julgam e ntos ne m permitir que se us preconce itos e crenças co ntam inem a pesquisa". que pre ssupõe um a m etodologia própria.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ M e tod ol ogi a ci e ntífica Pe s quis a q ualitativ a G O LD E NBE RG . bas eado e m proce ssos quantificáve is que se transform am e m le is e explicações ge rais. ne cessitando ser com pre endido e m s ua singularidade .. a pesquis a nas Ciências Sociais "é um a atividade ne utra e o bje tiva. se gundo ele.. A arte de p e squisar: como fazer pe squisa qualitativa e m C iê ncias S ociais. O s adeptos da abordage m qualitativa e nte ndem que o m ode lo de e studos das C iê ncias N aturais. cujas raízes estão no historicism o ale mão. pois. S egundo ele. Dilthey . A socio logia com pree nsiva. o m étodo das C iências Naturais– e rklär en – "busca generalizaçõe s e a descobe rta de re gularidade s" e o das C iê ncias Sociais – ve rsteh e n – "vis a à com pre ensão inte rpretativa das e xpe riências dos indivíduos dentro do conte xto em que foram vive nciadas". inde pende da consciência hum ana e deve s er tom ado com o c oisa. po is cada qual tem um sentido próprio.

ou seja.4 Avaliação As orientações para avaliação do fichamento referem-se ao primeiro tipo de fichamento mencionado no item 2.As idéias principais do texto estão contidas no resumo? .A obra fich ada ou re sum ida est á corretamente referenciada? . As seguintes perguntas poderão orientar o professor na avaliação do resumo: .2..O conteúdo do resumo mantém fidelidade ao texto? (ou há deturpação das idéias?) .20.O resumo é sucinto e objetivo? .A linguagem utilizada obedece a norma culta? . aquele que é solicitado como exercício acadêmico..As normas técnicas de apresentação de trabalhos acadêm ico-científ icos foram observadas? .A interpretação crítica (no caso de ter sido solicitada) é pertinente e fundamentada ou justificada? .O resumo respeita a ordem das idéias apresentadas pelo autor do texto? . 2.O resumo evidencia uma redação própria do alu no? (ou con sist e apenas na ju staposição de u ma sér ie de f rases recortadas do texto?) .

em geral.1 Conceito A resenha crítica consiste na apresentação sucinta e apreciação crítica do conteúdo de uma obra. – uma justificativa da apreciação realizada. feita por cientistas que. Quando realizada como um trabalho acadêm ico. prin cipal me nt e. de um modo geral.. A resenha deve levar ao leitor informações objetivas sobre o assunto de que trata a obra. dest acando a cont ribu ição do aut or: abordagem inovadora do tema ou problema. o profissional ou o estudante pode decidir sobre a conveniência ou não de ler (ou adquirir) a obra.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3 RESENHA CRÍTICA 3. Portanto. novas teorias. A resenha de obras científicas é. novos conhecimentos. em decorrência.. artística ou cultural em seu campo de interesse. 3. compreende o resumo e o comen tário de u ma obra científ ica ou literária. que a resenha possibilita. a resenha deve conter: – o resumo das idéias principais da obra. para as pessoas cuja atividade profissional ou de est udo requer inf ormações sobre a produção científica. além do conhecimento especializado do tema. 21 .2 Propósitos Mediante a leitura do resumo da obra e de sua avaliação. da explosão de conhecimentos característica da sociedade contemporânea. ou seja. A resenha crítica tornou-se importante recurso para os pesquisadores e. – uma apreciação crítica das informações apresentadas e da forma como foram expostas e de sua avaliação. . t em o propósito de exercitar a capacidade de compreensão e de crítica do estudante. têm condições de emitir um juízo crítico.

. p. preço. coere nt e. têm o propósito de organizar. no ent an to.? b) quan to ao mérito da obra: qu al a con tr ibui ção dada? As idéi as são originais. descrição breve do conteúdo dos capítulos ou partes da obra. profissional ou especializada. especialistas. segundo a percepção do resenhista. número de páginas. etc. pr eciso? A li ngu agem é correta? d) quanto à forma: é lógica.o resumo da obra. baseadas em Severino (2000. em relação ao contexto social. Referência: editora e data de publicação. . quais são elas? Onde se encontram (no final da obra ou no final dos capítulos)? – Quadro de referências do autor a que Quadro referências do autor: corrente de pensamento o autor se filia? Que teoria ou modelo teórico apóia seu estudo? – Crítica do resenhista (apreciação) (apreciação): a) como se situa o autor da obra em relação é inovadora? c) quanto ao estilo: é conciso. etc.. criativas? A abordagem dos conhecimentos . pelo estudante.a referência (aqui pode ser dispensado o item sobre preço da obra). p. – Conclusão do autor o autor apresenta (ou do autor: não) conclusões? Caso apresente. sistematizar a abordagem de às escolas ou correntes científicas ou filosóficas. obras publicadas. . o título deverá guardar estreita relação com algum atributo ou idéia mais destacada da obra. gráficos.: O resenhista poderá (ou não) dar um título a sua resenha. – Credenciais do autor informações gerais do autor: sobre o autor e sua qualificação acadêmica. exemplos. bem como da finalidade ou destino da resenha.a crítica do resenhista.as conclusões do autor.22. de modo a cumprir sua finalidade. o que muitas vezes depende da obra resenhada. As diretrizes metodológicas que seguem. objetivo. 245-246): – Referência autor(es). claro. econômico. Obs. – Res umo da obra resumo das idéias Resumo obra: principais. se optar por intitular. são indispensáveis os seguintes tópicos: . edição. sistematizada? Utiliza recursos explicativos (ilustrações. de com pe tên cias de l eit ura. O roteiro a seguir baseia-se no modelo apresentado por Lakatos e Marconi (1991.seu quadro de referências. desenhos. análise e interpretação de textos científicos. (As perguntas seguintes são orientadoras: de que trata a obra? O que diz? Qual sua característica principal? Requer conhecimentos prévios para entendê-la?).. Para fins de t rabalh os acadê micos. político. histórico. 3. título. 51-57). figuras.3 Procedimentos A resenha crítica deve abranger um conjunto determinado de informações. . cargos exercidos. A elaboração de uma resenha crítica requer a aquisição gradativa. estudantes? Nem sempre é possível ou necessário dar resposta a todas as pergu ntas ou iten s relacionados acima.)? e) a quem se destina a obra: grande público. títulos. local.

os dados sobre a obra. os aspectos teóricos. explora sua fecundidade e mantém um diálogo com o autor. . como se pr oce ssa seu raci ocí ni o e argumentação? Qual é a idéia central? Quais as idéias secundárias? As análises textual e temática servem de base para a elaboração do resumo. porém corrida. buscar dados sobre o autor. A análise crítica o estudante formula um análise crítica: análise crítica A análise temática procura interrogar e análise temática: temática identificar do que fala o texto e qual o tema de que se trata: como o autor problematiza o tema? Que posição assume? Como expõe passo a passo seu pensamento. juízo crít ico. constitui uma etapa do trabalho de elaboração da resenha. . Avalia também sua originalidade. alcance. no entanto. bem como a avaliação crítica do resenhista. sucinto e de fácil leitura. com vistas a obter o melhor proveito de seu estudo... termos fundamentais à compreensão do t exto). nas resenhas de boa qualidade. tanto como preparo para a elaboração de resenhas. associação e/ ou comparação com as idéias temáticas afins e com os autores que tenham desenvolvido a mesma ou outra abordagem do tema.Texto a referência bibliográfica da obra Te Texto: resenhada deverá ser apresentada no início do texto. Procura estabelecer uma aproximação.3 acima. aparecem. em geral. do texto para identificar seu plano geral.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ textos teóricos. compondo um texto harmonioso. pela maneira como o autor desenvolve e aprofunda o tema. avaliando o texto pela sua coerência interna. obrigatoriamente. procura tomar uma posição a respeito das idéias enunciadas. como de outros trabalhos acadêmicos. validade e con tribui ção à discussão do problema. quer dizer. trabalho acadêmico distinto da resenha. a seqü ência dos elementos relacionados no item 3.4 A apresentação da resenha Como trabalho acadêmico. A redação da resenha obedecerá. ou seja. de um modo geral. sobre o vocabulário (conceitos.Folha de rosto: é a folha que apresenta os Folha rosto: elementos essenciais à identificação do trabalho. I sso n ão si gn if ica qu e o t ext o dev a. m arcar e esquematizar as idéias relevantes. a resenha deve apresentar a seguinte estrutura: . seu autor. n um a seqüên cia adequ ada. Deve ser elaborada segundo o modelo constante do Apêndice B. 23 . o resumo do conteúdo. A análise textual etapa em que o estudante análise textual: textual A análise interpretativ a: o estudan te anális e interpretativa: faz uma leitura atenta. subdividir-se mediante o uso de subtítulos de acordo com aqueles elementos. os aut ores cit ados. o qual. 3.

A obra está corretamente referenciada? .A crítica do resenh ist a é pertin ente e fundamentada ou justificada? .a resenha apresenta as idéias principais da obra? . dev endo ser organ izado segundo a NBR 6023:2002.O posici onamen to (te ór ico. econômico.As normas técnicas de apresentação de trabalh os acadêmico. . 3.Aponta as características mais relevantes da obra? . devem ser seguidas as orientações comuns aos demais trabalhos acadêmicos.Referências caso o resenhista tenha se Referências: Referências valido de outras obras para fundamentar a análise da obra resenhada.5 Avaliação As seguintes perguntas poderão orientar o professor na avaliação da resenha: . polí tico.A apresentação das idéias prin cipais é sucinta e objetiva? .24.. Sendo a resenha um trabalho acadêmico geralmente pouco extenso e pouco ou nada subdiv idido.. o su mári o é e lem en to dispensável.A linguagem utilizada na resenha respeita a norma culta? . Quanto à apresentação gráfica. esse item é obrigatório. social) do autor é discutido? .As informações sobre o autor são suficientes para sua identificação? .As conclusões do autor são comentadas/ discutidas? .ci entíf icos f oram observadas? .

o objet iv o do p a pe r é e stim ul ar o aprofu ndame nt o de um de ter min ado assunto. opiniões de especialistas.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 4 P APER . pode ser articulado a outras estratégias de ensino utilizadas na disciplina: após a realização de seminários. o autor desenvolve análises e argumentações. pois requer que este expresse sua interpretação e compreensão do assunto apresentado. com base na análise de pontos e contrapontos de diferentes autores ou obras estudadas pelos alunos. position paper ou posicionamento pessoal é um pequeno texto sobre tema prédeterminado. O p aper pode ser usado para consolidar conteúdos trabalhados nas unidades de uma disciplina (atividade curricular). promover o debate em torno de um assunto. também. Esse tipo de trabalho também auxilia o desenvolvimento da capaci dade crít ico. 4.. júri simulado.2 Propósitos No contexto da f ormação acadêmica. como os artigos científicos. Na elaboração de um paper.1 Conceito O paper. com objet ivi dade e clare za.. Além disso. dentre outros tipos de publicações. . exercitando a linguagem científica na elaboração de um texto. artigos especializados ou de informação geral. podendo considerar. a el aboração do posicion am en to pessoal gera ou tr as produções acadêmicas. estudos de caso ou participação em palestras. de resultados de estudos ou pesquisas cient íficas. o professor pode solicitar ao aluno a elaboração de um posicionamento pessoal com o for ma de av aliar a aprendizagem individual. pelo au tor. POSITION PAPER OU POSICIONAMENTO PESSOAL 4. 25 . E m algu ns casos. fatos ou situações relacionados a assuntos pertinentes a uma área de estudo.an alít ica e da criatividade do aluno. Sua elaboração consiste na discussão.

d) sí nt ese con cl usi va. deixando-se claro..cien tí fi cos são respeitadas? . ao final do texto. Além disso. et c. desenvolvimento e conclusão.26. Como todo trabalho acadêmico.As normas técnicas de apresentação de t rabalh os acadêmi co. 4. entretanto. as etapas de introdução.A linguagem utilizada obedece a norma culta? . f il mes. As referências utilizadas no trabalho devem ser apresentadas separadamente.Há lógica na organização geral do texto? .As conclusões são apresentadas de forma clara e objetiva? . registros ou anotações de palestras.Planejamento do pa per: compreende a elaboração de um roteiro ou esquema com as prin cipai s i déias ref ere nt es a: a) apresentação do assunto e propósitos do p ap er .A análise das idéias é coerente/consistente? . a análise do assunto e as conclusões do seu autor. c) discu ssão dos pon tos r elev ant es.As críticas e os argumentos apresentados são fundamentados ou justificados de modo consistente? . pode (ou mesmo deve) conter citações diretas e/ou indiretas que sustentem os argumentos do autor em relação ao tema em discussão. re met en do aos propósitos expressos na apresentação. o pa per deve apresentar em sua estrutura. segue os padrões descr itos no t ópico 5 da Part e II dest e docu men to r ef eren te às norm as de apresent ação de trabalhos cient íficos e acadêmicos. o encadeamento entre as idéias iniciais. como todo t rabalh o acadêmico. de forma articulada.O assunto/tema em discussão é analisado com profundidade? .as principais idéias dos autores que serviram de base para o paper (quando for o caso) são apresentadas no texto? . exemplos ilustrativos e mencionando idéias comuns ou contrárias de outros autores.. A apresentação gráfica do paper. .4 Avaliação Para avaliar um trabalho do tipo paper podese buscar respostas para questões como: . lev an tan do argum en tos. Os aspectos a serem considerados quanto ao conteúdo abrangem: .Leitura: exploração e leitura de materiais relacionados ao tema. a part ir dos qu ais será desenvolvido o paper. 4. sistematizando-se determinadas etapas. b) destaque dos pontos mais r elev ant es.. tais como: textos.3 Procedimentos Para a elaboração do p ap er é pr eciso considerar critérios relacionados ao conteúdo e à forma. Isso significa que o texto é redigido sem divisões em subtítulos. artigos.

ao apresentar de forma completa. Ao produzir o artigo. de acordo com Marconi e Lakatos (2001. teorias ou mesmo hi pót eses de form a a di scut i. o aluno inicia uma aproximação aos conceitos e à l ingu agem cien tífica qu e necessitará desenvolver no momento da elaboração do trabalho de conclu são de curso. processos e resultados de pesquisa cien tí fi ca (bi bl iográfi ca. .1 Conceito O artigo científico consiste em um texto que apresenta. a metodologia empregada por seu autor e os resultados obtidos. 5. p.estudar temáticas clássicas sob enfoques contemporâneos. métodos e técnicas. idéias.. . o artigo científico tende a ser usado como estratégia de en sin o para o desenv olvi men to da capacidade de síntese das experiências de pesquisa realizadas pelo aluno. esse tipo de trabalho também pode ser elaborado com os seguintes propósitos. Por sua reduzida dimensão e conteúdo. ampliando as discussões e o conhecimento sobre o assunto e inspirando novas pesquisas. como monografias. buscando a r esolu ção satisfatória ou a explicação à controvérsia gerada. docu men tal.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 5 ARTIGO CIENTÍFICO 5. Além desses objetivos. 88): . Isso permite que outros pesquisadores. o artigo é produzido para divulgar resultados de pesquisas científicas.2 Propósitos De um modo geral. possibilita ao leitor avaliar a pesquisa realizada. Sua publicação em periódicos especializados é uma forma de divulgação do conhecimento produzido no meio científico e acadêmico. Entretanto. o artigo científico pode abordar conceitos. os propósitos. No contexto da formação acadêmica. . 27 .resgatar ou refutar resultados controversos ou que caracterizaram erros em processos de pesqu isa. discute e divulga idéias. embora sucinta.los ou pormenorizar aspectos. difere de trabalhos científicos. dissertações ou teses. O artigo científico.discutir aspectos de assuntos ainda pouco estudados ou não estudados (inovadores). experimental ou de campo). ou repitam a experiência – confirmando ou não seus resultados –.aprofundar ou dar continuidade à análise dos resultados de pesquisas.aprofundar discussões sobre assuntos já estudados e que pressupõem o alcance de novos resultados. . . os procedi me nt os de u ma pesqui sa.. ou nela se baseiem. a partir de novos enfoques ou perspectivas.

conceitos. se for o caso. No desenvolvimento (corpo do artigo). fazer comparações. seguidos da indicação das partes principais do tema e suas subdivisões e.3 Procedimentos quanto à elaboração Em termos de procedimentos para a escrita de um artigo científico. a elaboração deste plano é útil. De acordo com Leal (2001. e descrição dos métodos. é necessário observar os propósitos do trabalho a ser elaborado (vide item 5.se os seu s re sul tados. independente de ter propósitos distintos. Quando o artigo se refere à comunicação de resultados de pesquisa. destacando os aspectos a serem enfatizados no trabalho. Todavia. explicando e avaliando os resultados. ainda. são apresentados os dados do estudo. desenvolvimento e conclusão. por fim. a justificativa do trabalho e suas limitações. registros de observações ou evidências factuais. deve ser estruturado da forma a seguir descrita. podendose utilizar tabelas e ilustrações). A introdução apresenta o assunto do artigo – tema da pesquisa – e seus objetivos.sistematize um roteiro básico das idéias. iniciando com a apresentação geral do assunto e dos propósitos do artigo. mater iais. contribuindo para que o aluno aprenda a sintetizar conceitos. O texto contém a exposição e a explicação das idéias e do mat erial pesqui sado e pode ser subdividido da seguinte forma: referenciais teóricos da pesqu isa (apresen tação de con cei tos si st emat izados com base na lit eratu ra). técn icas e equi pam ent os uti lizados)... .2). dest acam. comparando-se com outros estudos já realizados. Já no caso do artigo constituir-se como uma produção ou comunicação escrita sobre idéias. é preciso que o autor: . Por out ro l ado. aspe ct os me todológicos (caracterização da pesquisa e da população. de fichamentos. uma síntese da metodologia utilizada na pesquisa.28. a análise e a crítica de conteúdos teóricos e de idéias de diferentes autores. relacionando-os aos objetivos propostos na introdução. porém de forma breve e sintética. que se constitui como dedução lógica do estudo. p. 5. No tópico das considerações finais. fatos ou outros estudos. . formular críticas sobre um determinado tema à luz de pressupostos t eór icos ou de evidências empíricas já sistematizadas. Podem ser incluídas sugestões ou recomendações para outras pesquisas.102). evitando que o autor se perca durante a elaboração. discussão e análise (confronto entre os resultados obtidos na pesquisa e o conteúdo abordado nos referenciais teóricos). resul tados (apre se ntação e avaliação dos dados encontrados.reún a as inf ormações e conhecimentos necessários por meio de leituras (textos e documentos). teorias. em primeiro lugar. o artigo científico deve apresentar a estrutura básica que caracteriza todos os tipos de trabalhos científicos ou acadêmicos: introdução. para sistematizar a comunicação a ser feita. A elaboração de artigos estimula.

além de descre ver os objet ivos e os fundamentos que orientam o trabalho. conferindo “ao con ju nt o a in di spensáv el u nidade e homogeneidade. É pre ci so ev it ar. Pode. . se min ários. o autor apresenta uma síntese das principais idéias trabalhadas no corpo do artigo. é conveniente que o autor contextualize o tema. pois. expressões coloquiais e que contenham juízos de valor ou adjetiv os desn ecessários. p. bem como os limites do artigo quanto à extensão e à profundidade (LEAL. relacionando-as com os objetivos previamente estabelecidos. ao conteúdo desenvolvido. 5. Caso se trate de artigo a ser apresentado em eventos (congressos. A estrutu ra de artigos cien tíficos compreende elementos pré-textuais.106). cujos títulos devem ser curtos e adequados aos aspectos mais relevantes do conteúdo.no desenvolvimento do artigo. 2001. para uma maior clareza e compreensão por parte do leitor. Vale ressaltar que as divisões. et c. precisão. convém observar também os critérios e modelos estabelecidos por seus organizadores e/ou editores. Devem ser evitadas as gírias. caso isso não aconteça.).103)..na conclusão. o e xce sso de subdivisões. as expectativas em relação a ele.4 Procedimentos quanto à forma de apresentação A apresentação do artigo científico para publicação científica impressa deve seguir as orientações da NBR 6022:2003. . ao mesmo tempo em que se deve cuidar para que o texto não seja compacto em demasia. mencionar eventuais implicações ou efeitos a partir do conteúdo apresentado. ainda. Também é preciso evitar explicações repetitiv as ou supérfluas. 29 . . . porém . correse o risco de comprometer a aprovação do artigo.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ também auxilia como recurso pedagógico para reflexão e organização lógica das idéias a serem abordadas.ao apresentar o artigo – na introdução –. A definição do título do artigo deve corresponder. 2001. É n ecessário qu e as referidas partes e respectivas idéias estejam articuladas de forma lógica. destacando sua importância teórica ou prática. coerência e estrita observân cia das regras da norm a cu lta. subdivisões e títulos do artigo não garantem a sua consistência ou i mportância. p. Ao f in al da int rodu ção dev e apresentar. de forma adequada. deve o autor dividir o tema em discussão. sugerindo a continuidade das discussões a respeito. a forma como o artigo está organizado. textuais e pós-textuais.. motivando para a leitura.” (LEAL. o que pode prejudicar a sua compreensão. O artigo científ ico deve ser redigido com objetividade. também.

. diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos e na língua do texto. onde também são colocados os agradecimentos do(s) autor(es) (caso sejam necessários) e a data de entrega dos originais.Referências (obrigatório): elaboradas de acordo com a NBR 6023:2002 (vide seção 3 da Parte II deste documento).Palavras-chave na língua do texto. .4. após os elementos pós-textuais.3. precedendo o resumo em língua estrangeira.1 Elementos pré-textuais . cuja apresentação também deve observar a NBR 6028:2003 (seção 2 da Parte II deste documento). o currículo.2 Elementos textuais Os el ement os textu ais compreendem a introdução. 5.Nota(s) explicativa(s) (elemento opcional): caso existam. 5. . . .Palavras-chave em língua estran geira (obri gatório): consist e n a versão das palavras-chave na língua do texto para a m esma lín gu a do re sum o em lí ngua estrangeira (vide seção 2 da Parte II deste documento). ou. então.4. diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos.3 Elementos pós-textuais .Nome do(s) autor(es) acompanhado(s) por breve currículo qualificando-o(s) na área de conhecimento do artigo.Título e subtítulo (se houver) figuram na página de abertura do artigo.30.Título e subtítulo (se houver) em língua estrangeira.Resumo em língua estrangeira (obrigatório): consiste na versão do resumo na língua do t ext o para idi om a de di vu lgação internacional (vide seção 2 da Parte II deste documento).Glossário (opcional): deve ser organizado em ordem alfabética. . .. 5.Resumo na língua do texto..4. elaborado de acordo com a NBR 6028:2003 (seção 2 da Parte II deste documento). assim como os endereços postal e eletrônico. . . Segundo a NBR 6022:2003. o desenvolvimento e a conclusão. já detalhados na seção 5. podem ser dispostos em rodapé indicado por asterisco na página de abertura (vide modelo do Apêndice E). são apresentadas em relação única e consecutiva e numeradas com algarismos arábicos.

Questionário).5 Avaliação O artigo científico pode ser avaliado segundo inúmeros critérios. . . ilustrações e tabelas (seção 5). .ausên cia de salt os de raci ocí nio na 1 American Management Review (periódico americano que apresenta diretrizes básicas para revisão de artigo s científicos). então.. que complementa. . . Normalmente. 1999. muito embora nada impeça que o professor os solicite em etapas anteriores. podem ser descritos vários critérios (AMR1 . .: ANEXO B . Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas. o lei tor encon trará ori ent açõe s sobre elaboração/emprego de citações (seção 1). 31 . siglas. . conforme a NBR 6024:2003 (vide seção 5.4 da Parte II deste documento). as suposições devem ser claras e justificadas.Anexo(s) (opcional): texto ou documento não elaborado pelo autor do trabalho.demonstração de conhecimento suficiente sobre o assunto. seguidas de trav essão e respectiv o t ítu lo (Ex. sociedade).referencial teórico claramente identificado. justificativa e importância do artigo.identificação dos limites do artigo (definição do foco do artigo e dos aspectos que não serão abordados). comprova ou ilustra seu con teúdo. . tais como: a) Quanto ao conteúdo: .4 Indicativo dos tópicos (seções) do artigo científico Os títulos das partes ou seções que dividem o texto de um artigo cient ífico devem ser alin hados à esqu erda. decorrentes dos objetivos propostos pelo professor.4. SEVERINO. equações e f órmulas. são identificados por let ras maiúsculas consecut ivas. 5. FEITOSA. Para a avaliação de artigos científicos.coerên cia en tre as in formações e no encadeamento do raciocínio lógico.clareza na apresentação dos objetivos. complementar ao seu trabalho. 5.apresentação de suposições (hipóteses) su ste nt adas em t eori as e cr enças consideradas verdadeiras a part ir do paradi gm a do qual se ori gi nam. Observação: na Parte II deste documento. coerente e adequado aos propósitos do artigo. os artigos científicos são elaborados por alunos que se encontram em fase final do curso de graduação. . precedi dos por numeração progressiva.Apêndice(s) (opcional): texto ou documento elaborado pelo autor. .Estrutura organizacional da Empresa Alfa). seguidas de travessão e respectivo título (Ex.: APÊNDICE A . adequando-o às possibilidades e recursos já desenvolvidos por seus alunos. 2000). 2001.. organização.ausência de dispersão ou de redundância das informações/conteúdos.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ .clareza na especificação das unidades de análise (como por exemplo: indivídu o.

uso/seleção de literatura pertinente à análise. .post u ra ét ica n o tr at o do t em a e desenvolvimento da análise (imparcialidade e equilíbrio). ..resumo claro e informativo. com a corr eta r elação com os f atos analisados. . . .atendimento aos objetivos propostos. . do t ext o . passagem de um parágrafo para outro. ou de um conceito para outro.observância das normas de apresentação de um artigo. . .. . . precisão e coerência na escrita do texto. sem duplo sentido. .afirmativas unívocas. .ori gin ali dade e i novação do assun to abordado. b) Quanto à forma: . . . . . .32.elaboração de análise e síntese diante de concei tos teór icos sem elh an te s e/ ou divergentes.objetividade.observância das regras da norma culta. -\ ar ticu lação e nt re su gestõe s ou r ecomen dações e as di scu ssões apresentadas no texto.linguagem acessível.elementos de transição entre parágrafos adequ ados ao sentido e à lógica dos conteúdos.uso adequado de exemplos complementares para clarificar o significado do texto.coerência e padronização dos termos técnicos. un idade e art icu lação (encadeamento lógico).u so corret o de ci tações devidam ente referenciadas.adequação do título ao conteúdo.demonstração de argumentos ou provas suficientes para apoiar as conclusões.uso fiel das fontes mencionadas no artigo.

. n ão é abordado n este documento. 2 De scrição minuciosa e circunstanciada dos fatos ocorridos na gerência de administração pública ou de sociedade. em diversas disciplinas. 6. uma narração. [. após terem sido desenvolvidas. com vistas a um conjunto bastante v ariado de propósitos pedagógicos. aplicação de uma determinada técnica. observação de eventos.. al go qu e f oi realizado). – as quais. até mesmo de um objeto. seja no seu conteúdo. 4 Parece r ou exposição de um voto ou apreciação. Embora seja utilizado com fr eqü ência.] Relatório é.. em pelo menos uma das definições. acompanhado dos argume nto s que militam a favor ou contra a sua adoção.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 6 RELATÓRIO Incluiu -se o rel atório en tre os t ipos de trabalhos acadêmico-científicos por ser uma modalidade de trabalho escrito solicitada com alguma regularidade ao aluno de graduação. s obre a s eqüê ncia d e um acontecimento qualquer. ou mesmo por não serem muito difundidas orientações para sua elaboração. talvez por ser con siderado um t rabalho “ pequen o” ou “rápido”. etc. fatos ou objetos [. exper imen tos ou testes de laboratório. ordinariamente por e scrito . geralmente relacionados a atividades práticas – visitas. descrição ou exposição de um evento qualquer (algo que ocorreu e foi obse rvado. O relat ório de que se trata aqu i é uma modalidade de trabalho escrito que não se confunde com o relatório de pesquisa – esse destinado exclusivamente à comunicação dos resultados de uma pesquisa científica –. pois os termos minuciosa e circunstanciada são usados para qualificar a descrição.1 Conceito A compreensão do que é um relatório pode começar pelo exame das definições que os léxicos of erecem .1808) encontram-se as seguintes: 1 Exposição.] 6 Qualquer exposição pormenorizada de circunstâncias. p. relação. o qual. embora seja um dos principais trabalhos acadêmico-científicos comumente realizados n a un iversidade. Em Michaelis (1998. 33 . 3 Exposição por escrito sobre as circunstâncias em que está re digido um docume nto ou proje to. .. realização de uma intervenção ou procedimento especializado. de uma prática ou de um conjunto de práticas.. então. esse t ipo de tr abal ho acadêmico por vezes tem sua elaboração negligenciada. Vale sali en tar o det alham ent o com o u ma característica do relatório. são complementadas ou concluídas pelo relato de sua realização. de menor importância. na sua organização ou apresentação.. viagens de estudo.

apresenta-se a seguir. 6.20) aconselha: “ Não bast a term os u ma boa idéia ou executarmos um bom trabalho. (MARCONI. Quanto à estrutura (partes componentes). têm poucas páginas (às vezes uma única) e uma apresentação breve. viagens. porqu e o fazemos e com que resultados”. sobre áreas promissoras do mercado e tecnologias emergentes. inspeções. mercados.3 Tipos de relatórios Flôres. cuja síntese. auditorias... vistorias. tais como. podem apre sent ar difer ent es n ívei s de formalidade. 1999. avaliações. verificações. tratam de assunto de certa complexidade e apresentam conclusões ou recomendações fundamentadas em dados. na elaboração de um relatório. Considerando o largo uso de relatórios nos diversos campos de atividades profissionais. que já requerem uma apresentação técnica. etc. Olímpio e Cancelier (1992. em diferentes situações. por exemplo. entre esses dois extremos estariam os emi-informais. produtos ou tecnologias. de um único assunto. durante a sua formação.. pois como profissional certamente será solicitado a fazê-lo. observações de campo. p.34. O obje tivo é comunicar ao leitor a experiência acumulada pelo autor (ou pelo grupo) na realização do trabalho e os resultados obtidos. tem forma de apresentação rigorosa. ou ainda descrever atividades realizadas em laboratório. O relatório é. 2000). of erecer informações e análises sobre empresas. qualquer que seja seu tipo. como. . é importante que o acadêmico aprenda. SEVERINO. etc. um documento através do qual um profissional ou acadêmico faz o relato de sua própria atividade ou do gr upo ao qu al perte nce. as autoras classificam os relatórios quanto à estrutura e à função. procedimentos técnicos. o relatório de uma Secretaria de Estado – até o relatório informal que trata informal. relatórios s emi-informais de alguma relatórios semi-informa is extensão (5 a 15 páginas ou pouco mais). de uma obr a ou sobre as ativ idade s de u ma administração. desde o relatório formal – formal aquele que segue todas as normas de um trabalho técnico. informar sobre o andamento de um projeto. trata de assunto complexo e se destina a grandes audiências. expor conhecimentos aprofu ndados sobre uma determinada instituição. a preocupação maior deve estar voltada para a eficiência da comunicação. elaborada segundo os propósitos deste documento. a elaborá-los. Dessa forma. LAKATOS. é preciso também sermos capazes de fazer com que outras pessoas entendam o que estamos f azendo. 6. Barrass (1986. A esse respeito. visitas. em campo.2 Propósitos Rel at ór ios podem te r os m ais di versos propósitos: descrever ampla variedade de atividades realizadas.168193) apresent am uma ú til t ipologia de relatório. por conseguinte. Inicialmente. medições. p.

. A seguir apresentam-se dois roteiros possíveis para o corpo do relatório com a ressalva relatório. informal ou semi-informal).relatório informativo de progresso trata informativo de progresso: progresso do andamento de uma atividade ou ação. etc. para isso são úteis três perguntas: . . são pouco extensos e.por que deve ser relatado? Esta pergunta au xil ia a de ci dir se o re latóri o ser á informativo ou analítico e a esclarecer aspect os rel at iv os à abordagem e t ratame nt o das i nf orm ações e/ ou con clusões e recomendações a serem apresentadas. ou em data previamente estabelecida (ex. as normas contidas no t ópico 5 .para quem deve ser relatado? Esta pergunta pode ajudar a decidir quanto ao tipo de relatório (formal. em decorrência de seus objetivos e destinação. 35 .o que deve ser relatado? Da resposta a esta pergun ta resu lt a u m rot eiro ou esquema do conteúdo do relatório. de v isit a e os relat órios administrativos. por exemplo.4 Procedimentos A estrutura e a organização de um relatório serão variáveis assim como são variáveis os tipos de relatórios. pode ser periódico (mensal. A elaboração de um relatório se inicia por uma reflexão sobre sua finalidade.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Quanto à função.relatório informativo de posição ou de ou de relatório informativo de ou status: status descreve ocorrências ou fatos relativos a um determinado momento. anual) ou abranger um período de tempo maior. seja qual for o tipo de relatório. da Parte II deste documento. os relatórios podem ser informativos e analíticos. estilo da redação. nível de complexidade e aprofundamento do conteúdo. de que a estrutura dos relatórios formais (e. semestral.relatório informativo narrativo faz o relatório relatório informativo narrativo: registro de ocorrências ou eventos. demarcado. Os relatórios informativ os transmitem relatórios informativos in f or mações sem an al isá-l as ou f azer recomen dações.Aprese nta çã o g ráfica d e trabalhos acadêmico-científicos. inf ormais ou semi -in form ais. portant o. . nessa modalidade encontram-se os relatórios de v iagem. dos semi-informais) obedecerá às orientações constantes do t ópico 4 Estrutura de trabalhos acadêmico-científicos e sua apresentação gráfica obedecerá. . pelo início e término de uma determinada ação ou projeto.. ..: relatório sobre a situação dos estoques de uma empresa). Subdividem-se em: . Os relatórios analíticos são aqueles cujo analíticos propósito consiste em an alisar f atos ou inf orm açõe s e apresent ar conclusões e recomendações como dedução da análise realizada. 1º Roteiro A – Elementos pré-textuais (conforme tópico 4 da Parte II) . 6. se for o caso.

a partir dessas idéias.. A melhor maneira de relatar a seqüência de desenvolvimento de uma atividade é cuidar para que a exposição seja clara. 2° Roteiro 1 Dados de identificação 2 Descrição do problema 3 Aparelhagem ou equipamento 4 Procedimento(s) 5 Resultado dos testes 6 Análise dos resultados 7 Conclusões Referências Apêndices / Anexos É importante lembrar que o roteiro do relatório deve ser adaptado às necessidades da disciplina ou aos propósitos da atividade realizada. sendo o sumário dispensável. Os roteiros aqui apresentados acima são sugestões para que o professor possa. detalhes desnecessários. os elementos prétextuais poderão ser limitados ao mínimo indispensável: se o relatório tiver 2 ou 3 páginas. qu e pode se r caracterizado como um relatório do tipo informal ou semi -inf orm al.36. basta a folha de rosto. . conforme a extensão do relatório. construção/teste ou verificação de máquinas. pela correção da linguagem.. além da folha de rosto. sugere-se a estrutura a seguir. Nota-se que. 2 Finalidade da atividade 3 Descrição da atividade 4 Conclusões/recomendações 5 Assinatura do(s) autor(es) C – Elementos pós-textuais Referências (caso existam) Apêndices / Anexos Qu an do se t rat ar de u m rel at ório de experiências realizadas em laborat órios. deve conter um sumário. marcado pelo uso de termos técnicos adequados. com maior número de páginas. preciso e objetivo. criar o modelo de relatóri o que mel hor con tem ple as necessidades de formação do seu aluno. o estilo simples. aparel hos ou si stem as.quando e onde: identificam o local e a data em que a atividade relatada foi realizada. B – Elementos textuais: 1 Dados de identificação . adjetivação excessiva.o quê: identifica a atividade realizada. . pela ausência de períodos longos.

O relatório se limita ao essencial.) são aplicadas de forma metódica e homogênea? .As t abel as e f iguras. afastando o supérfluo ou não-pertinente? . etc..O título do relatório diz explicitamente do que ele trata? . .O leitor encontra nele todas as informações e referências de que precisa para assegurarse da boa condução da testagem ou da atividade realizada? . e seu sumário reflete isso? .. Laville e Dionne (1999) sugerem a seguinte verificação. como pode ser um roteiro adequado para que este avalie os relatórios elaborados por seus alunos. que tanto pode ser usada pelo acadêmico para verificar se seu trabalho está bem feito.É escrito em um estilo simples e preciso? .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 6.As regras de apresentação (citações.O plano do relatório permite conduzir o leitor por meio de uma demonstração eficaz. antes de entregá-lo ao professor. 37 . se hou ver.5 Avaliação Para assegurar que nada tenha sido esquecido na versão final do relatório. notas e referências. são apresentadas de maneira uniforme. com seus títulos e legendas? .

.38. ..

Nesse sentido.2 Propósitos Quando elaborado para fins de concurso de ingresso ou de promoção na carreira. portanto. o memorial é uma autobiografia em que se articulam os dados do curric ulum vita e. os quais. as motivações e as escolhas que o lev aram a construir um a det ermin ada história profissional. A decisão das Autoras deste documento de apresentar o memorial entre os tipos de trabalhos acadêmico-científicos foi motivada. o que não significa dizer que de sua elaboração esteja ausente a necessária dose de objetividade.. como também para o ingresso ou para o exame de qualificação de cursos de pósgraduação – notadamente os de doutorado – de muitas universidades. o relato destaca os trabalhos de pesquisa. O memorial tem sido uma exigência em determinados concursos para o magistério superior de diversas instituições universitárias. as perspect ivas futu ras que o autor tem planejado quanto ao seu percurso profissional – um plano de trabalho –. ainda. m inu cioso e analí tico das at iv idades profissionais desenvolvidas pelo autor – no caso daqu eles qu e se dedicam à v ida acadêmica. ou se habilitar a promoções na empresa ou instituição a cujos quadros pertençam. uma vez formados.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 7 MEMORIAL 7.1 Conceito Para Severino (2000). portanto. Parte de uma reflexão introspectiva. marca de todo trabalho acadêmico. bem como realizações pessoais dignas de permanecerem na memória da sociedade ou da instituição a que pertence.. e constitui um relato crítico. O memorial compreende a explicitação da intencionalidade do autor. podendo esboçar. ensino e extensão realizados – bem como de sua vida profissional como um todo e das perspectivas que percebe ou planeja para a continuidade de seu trabalho no futuro. para concorrer a postos no mercado de trabalho. de caráter avaliativo – autoavaliativo – um pouco confessional. precisarão. Apresenta. o memorial tem o propósito de fornecer informações para o julgamento qualitativo do candidato. pode ser definido como um texto que relata eventos notáveis da trajetória do autor. . elaborar e apresentar o registro analítico de sua formação e trajetória profissional. principalment e. em um relato circu nstanciado. ou ai nda para f in s de concorr er a u ma premiação. Consiste. É elaborado com base numa percepção qualitativa e significativ a do caminh o percorrido que caracteriza a história do autor. 7. con figurando um a narrativa histórica e reflexiva sobre a trajetória acadêmico-profissional do autor. pelo desejo de oferecer ori ent ações sobr e sua elaboração aos acadêmicos. complemen tar mente. os resu ltados qu e espera alcançar. 39 . conforme as circunstâncias. ret ratando a subjetividade.

40. estadual. científ icos ou t ecn ológicos no âmbito federal. exe rcício de f un ções de direção.atividades de administração: participação em órgãos colegiados. É relevante na elaboração do memorial deixar claro. cursos e atividades de extensão. É com vistas a atender a esse duplo propósito que as orientações a seguir foram elaboradas. analítico e autocrítico. participação em congressos. . estágios de aperf eiçoamen to.dev e-se adot ar a forma de u m relato cronológico. situando os fatos e acontecimentos no contexto sóciocultural mais amplo. comitês executivos. pelo seu caráter reflexivo. resultados de pesquisas. .atividades técnico-cient íficas. No entanto. A característica crítica do memorial conduz seu autor à avaliação dos resultados obtidos . técnica ou artística. -ensino: desempenho didático. . o que permite ao autor enfatizar o mérito de suas realizações.. estruturando dessa forma o memorial. simpósios.formação. caracterizando a história particular do autor. particularmente quando este se destina a finalidades acadêmicas. o memorial pode con stitu ir uma v aliosa pr odu ção acadê mica como t rabalh o conclusivo de curso. em quais condições for am obt idos os tí tu los da form ação acadêm ica.utilizam-se subdivisões com tópicos/títulos par a marcar as et apas da t rajet ória percorrida. de forma a evidenciar sua articulação com a história pré-relatada. 7. prest ação de consultoria especializada.3 Procedimentos Para a elaboração do memorial é preciso considerar as seguintes sugestões: . aperfeiçoamento e atualização: cursos. coordenação e/ou assessoramento. especialização e atualização.re com enda. é indispensável que esse relato contenha informações referentes a: . seminários e outros eventos. ou para destacar os aspectos ou fatos mais significativos. artísticocul tu rais e de pre stação de serv iços especializados: produção científica. participação em ban cas e xamin adoras. . dissertações.se qu e o me mori al se ja elaborado na primeira pessoa do singular. municipal ou privado.deve-se sintetizar a narrativa dos eventos menos marcantes e dar ênfase aos mais significativos a critério do autor e à luz das finalidades do próprio memorial. Embora o memorial seja caracterizado como um relato reflexivo e avaliativo de um caminho percorrido pelo autor. . . além de servir a tais finalidades. orientação de monografias. t eses e pesqui sas de in iciação ci ent íf ica. analítico e crítico.. as circunstân cias t eóricas e sociais que predominaram no momento da execução do projeto de dissertação ou tese.finaliza-se o memorial com a indicação dos rumos que o autor pretende assumir. tanto em sua formação como em sua profissão.

etc. com textos tão ricamente elaborados que os trans formam em verdadeiras o bras literárias. o memorial pode se destacar. como também auxiliar o próprio autor do memorial na avaliação do seu relato. Por outro lado. apresentado de f orma seqü encial e sem comentários. encadernação sóbria.. (SEVERINO. o memorial é um relato da trajetória de uma pessoa. quant o aos seus aspectos físicos.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ em sua trajetória profissional e acadêmica. Além dos aspectos referentes ao conteúdo que já foram apontados. 41 . apresentado de forma crítica. um a im pressão cu idadosa. nossa história de vida é nossa melhor referência. como observa França (1999. p. A boa organização de um mem ori al é essencial para o julgamento das atividades do autor. expressando as contribuições e perdas de cada momento. a trajetória real que foi seguida (. o autor precisa se mant er at en to par a o t om do rel ato. O autor precisa estar atento para retratar. A avaliação deve ser feita em cada etapa do relato.O conjunto das informações sobre o autor e sua apreciação crítica oferecem elementos suf icientes para a apreciação de sua trajetória? .34): Alguns memoriais vão muito além da simples apresentação das habilitações pessoais e profissionais do candidato. No entanto. políticos.4 Avaliação A seguir relaciona-se uma série de perguntas que poderão orientar o professor na avaliação do memorial (caso este tenha sido solicitado aos alunos como trabalho acadêmico). abrangendo sua formação e atuação profissional. p. pois ele é a justificativa documental do seu desempenho profissional e acadêmico. com maior segurança possível. 2000. 7.176). com fidelidade e tranqüilidade. cont extu alizando-a e m relação a aspectos teóricos. um projeto gráfico de bom gost o. econômicos e/ou sociais? .O t exto evidencia o equilíbrio entre o adequado destaque aos êxitos obtidos e a menção aos eventuais insucessos? .O relato destaca os aspectos mais relevantes da t rajet ór ia do aut or? A r elev ân ci a atribuída a esses aspectos é justificada/ fundamentada? . a parti r da qu al elabora u m rel ato contextualizado. o qu e requer. que deve se destacar por uma auto-avaliação equilibrada. nota-se ainda uma certa confusão entre memorial e curriculum vitae. atribuindo diferentes pesos aos distintos eventos do passado. convém salientar que. . que reflita as condições e situações em que se desenrolou sua história profissional. Enquanto este consiste em um conjunto de informações sobre as habilitações do autor.O autor descreve sua trajetória de modo aprofu ndado.. principalmente. deve-se cuidar que o memorial tenha uma apresentação esmerada. pelo esmero na redação do texto... lembrando que tanto a falsa modéstia como o excessivo elogio comprometem a qualidade do memorial. Relatada com autenticidade e criticamente assumida. Por fim. apesar de sua crescente utilização.). atraente.

relacionando-as com a trajetória pregressa? . .Os elementos de transição entre parágrafos são adequados ao sentido e à lógica do conteúdo? .O con teú do ev idencia um a ref lexão criteriosa realizada pelo autor sobre sua trajetória? .A organização do texto obedece tanto a seqüência cronológica dos eventos como o e ncade am en to lógico de fatos e argumentos? .As normas técnicas de apresentação de trabalhos acadêm ico-científ icos foram observadas? .42.A narrativa é feita na primeira pessoa do singular? .A redação do texto é precisa e coerente? .A linguagem utilizada respeita a norma culta? ..Apresenta adequadamente as perspectivas futuras para sua atuação..

.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Parte 2 Orientações e normas para apresentação de trabalhos acadêmico-científicos .. 43 .

.44...

. 1999. mesmo Umberto Eco (1988. “De fato. teórica e empiricamente. seguido pela data de publicação da obra e número da página. ne las encontrando ilustrações. nelas buscando apoio para seus pontos de vista. nos quais é permitida uma apresentação mais livre. o trabalho apresentado.. tais como: esclarecimentos pontuais do t exto. . p. Recomendase o uso no corpo do texto (sistema autordat a).. As citações podem ser diretas. Depende do tipo de tese”. etc. é da própria natureza da pesquisa situar-se em relação a outras. diferentemente de textos literários. Usam-se citações quando se transcrevem trechos de alguma obr a ou se util izam informações já publicadas. su a elaboração deve seguir as orientações da norma NBR 10520:2002 – Informação e Documentação. 45 . estão sendo expostas. t radução de palavras estrangeiras.” (LAVILLE. deve ser seguido em todo o trabalho. Importante! Qualquer que seja o sistema adotado. as citações tanto podem ser usadas com o objetivo de reforçar argum entos com o para expor posições cont rárias àqu el as qu e est ão sendo defendidas. 259).] se se deve citar com profusão ou com parcimônia. in diret as ou citação de cit ação. que deixa para os outros a apresentação de idéias ou de informações.se a correlação com a lista de referências (sistema autor-data) ou notas de rodapé (sistema numérico). Quanto à quantidade de citações a serem usadas em um trabalho. Citações em Documentos. significado de expressões típicas. Para ident ificação de f on te da citação apresenta-se o nome do autor.. Em trabalhos técnico-científicos exige-se rigor na apli cação das praxes de cit ação. fazendo. da ABNT.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1 CITAÇÕES São as descrições ou menções (conteúdos ou informações) contidas em um texto extraídas de um a ou tra fonte. São utilizadas para sustentar. p. observa que a citação não pode ser uma “manifestação de preguiça” de quem está elaborando uma dissertação ou uma tese. exemplos e modelos.1 Regras gerais para citação As informações sobre a obra mencionada podem aparecer no corpo do texto ou em nota de rodapé (sistema numérico). Apresentação. inspirandose nelas. Em todo o caso. DIONNE. com o propósito de esclarecer ou complementar as idéias que 1. Assim. Pode-se afirmar que todo trabalho acadêmico ou t écnico de caráter cient ífico sem pre apresenta citações. deixan do para o rodapé out ras informações.121) considera difícil determinar “[.

como nos exemplos seguintes: Ao escolher e delimitar o tema de pesquisa o mestrando deve ter presente que “quanto mais se restringe o campo. p. melhor e com mais segurança se trabalha. sem emprego de aspas. como nos exemplos que seguem: . 2: no primeiro exemplo. o nome do autor – deve ser grafado com letras maiúsculas. Quando se trata de citações curtas (até três linhas). textual ou literal É aquela em que se reproduz no texto a idéia original da obra que está sendo consultada. que o uso do ponto final após as citações deve atender às regras gramaticais.2. fonte e espaçamento interlinear menores. melhor e com mais segurança se trabalha. 1988. 1: de acordo com a NBR 10520:2002. As citações diretas longas (aquelas com mais de três linhas) devem constituir um parágrafo independente.10).. 1. p. a entrada – no caso. com recuo de 4cm da margem esquerda.46. sendo grafado com maiúscula e minúsculas (NBR 10520:2002). ou Ao escolher e delimitar o tema de pesquisa o mestrando deve atentar para o que diz Eco (1988. Obs.10): “quanto mais se restringe o campo.” Obs. o nome do autor faz parte da frase.2 Tipos de citação 1. são inseridas no texto. a indicação da página é obrigatória para citação direta. Vale ressaltar. também.1 Citação direta..” (ECO. no segundo exemplo.

A paráfrase é a forma de citação indireta que.34). da sua curiosidade científica.. ‘encomendado’. Nesse sentido.. a in di cação da(s) págin a(s) consultada(s) é opcional. 1978.. p. desde que não interfira no desenrolar da pesquisa. conforme a NBR 10520:2002.] o assunto que se deseja provar ou desenvolver.. distribuindo a verba de que dispõe entre os que apresentam os melhores projetos. as idéias de um autor sem recorrer à citação direta. portan to. Ao parafrasear.102) apresentam algumas orientações relativas à elaboração do projeto de pesquisa. Pode surgir de uma dificuldade prática enfrentada pelo coordenador. de desafios encontrados na leitura de outros trabalhos ou da própria teoria.. p.2.]”. portanto) utilizando-se de pal av ras própri as. É geralm en te empregada quando se pretende apresentar.] é uma produção de texto [.. Uma tese deve revelar o domínio dos conceitos utilizados e um certo conhecimento da literatura técnica.. Como se trata de idéias alheias. a escrit a do t ext o origi nal. O assunto não deve estar solto no espaço. de modo reduzido ou abreviado.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Marconi e Lakatos (2001. mas colocado no seu contexto. não altera. se ‘encaixar` em temas muito amplos. o domínio dos conceitos se revela no seu uso ao longo da análise e não na infindável seqüência de definições de diferentes autores. que é reconhecido como [. 319). caso ela não seja feita. o que não lhe tira o caráter científico. restaura-se total ou parcialmente o t exto font e. ou seja.2 Citação indireta: paráfrase e condensação Consiste em se reproduzir o pensamento do autor (idéias alheias. Todavia. segu ndo Compagnon (1996. normalmente. . 47 . Nas citações in diret as. determinados por uma entidade que se dispõe a financiar pesquisas e que promove uma concorrência entre pesquisadores. o “trabalho da citação [. a referência à fonte é obrigatória pois.. processo que exi ge sua interpretação para reconstrução de um novo texto. tem-se u m caso de plágio. (CASTRO. destaca-se a identificação do tema a ser estudado. 1. Dentre elas. caracteri zando-se pela substit ui ção de algumas de suas palavras ou expressões. Pode ter sido sugerido pela entidade responsável pela parte financeira. p. em tamanho e cont eúdo. portanto.

Citação indireta (paráfrase): Considera-se que a determinação e a explicitação do problema constituem operações decisivas no processo de pesquisa. Citação indireta (condensação): A definição do problema de pesquisa é crucial no processo de pesquisa. É ela que serve para definir e guiar as operações posteriores. Isso porque é a partir da conscientização do problema e de suas implicações que o pesquisador será capaz de planejar e desenvolver adequadamente as etapas subseqüentes da pesquisa. uma vez que tenha sido bem planejada. DIONNE. 1999. . (LAVILLE.85). DIONNE. 1999). como uma espécie de piloto automático. deverá dese nv olve r um a l eit ur a si gn if icativ a (compreensiva/ interpretativa). 1999).. sem alterar o seu significado. pois pressupõe maior articulação de leitura por parte do autor do trabalho. Um outro modo de escrever a citação indireta é a condensação. já qu e. DIONNE.48. Texto original: A fase de estabelecimento e de clarificação da problemática e do próprio problema é freqüentemente considerada como a fase crucial da pesquisa. (LAVILLE.. em que se faz uma síntese do texto que se quer citar. pois é ela que servirá de guia para as etapas posteriores (LAVILLE. p. Esta forma de uso de citação é interessante. porém apresentando apenas as principais idéias do autor. para qu e con siga sintetizar as idéias do texto original.

“Educar não é uma arte de introduzir idéias na cabeça das pessoas.173) “a triangulação de métodos geralmente se refere à comparação de dados coletados por métodos qualitativos e quantitativos [. Obs. Para Patton (1986 apud ALVES-MAZZOTTI. Esta idéia. Patton é o autor da idéia original a que não se teve acesso. 49 . Nota: nas referências apenas o autor da obra consultada deve ser mencionado. mas de fazer brotar idéias. 2001. e AlvesMazzotti e Gewandsznajder são os autores da obra consultada. Para explicar que o autor da idéia original é citado por um outro citado autor/obra que se está consultando. 1987 apud GIL.2.. Obs. p. . 1994..3 Citação da citação Consiste na reprodução de informação já citada por outro autor.” 2 Por se tratar de palavra de outr a língua (latim). deve-se lembrar as palavras de Abramo (1979 apud TOMANIK.: no exemplo acima. por sua vez.123): “a melhor maneira de se aprender a fazer pesquisa é fazê-la: nada substitu i a prática da realização. GEWANDSZNAJDER. usa-se a expressão latina apud2 .” (WERNER.. 1997.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1. A indicação da f onte de uma citação de citação pode ser apresentada na form a textual ou após a descrição da idéia. pode ser expressa como citação direta ou indireta. p.31).: no exemplo acima. Quando se discutem métodos para o ensino da pesquisa.]”. BOWER. p. usa-se o itálic o. Werner e Bower são os autores da idéia original a que não se teve acesso e Gil é o autor da obra consultada..

p. seja para torná-la mais curta pela supressão de alguma parte que não interessa ao que se está expondo.. ou ainda para adaptá-la às exigências da sintaxe do período ou da oração em que será inserida. que correm o risco de quebrar o ritmo de sua demonstração [.. Nesses casos. Beaud (1997. tomando notas.. citações longas demais. decidir sobre os eixos em que irá concentrar sua pesquisa.50. Em qualquer desses casos. pois preferencialmente se deve consultar a obra ou documento original.. em que materiais irá se aprofundar. usam-se também as reticências entre colchetes: Beaud (1997.] é preciso fazer escolhas.” “Evite.45) faz um alerta para o mestrando levar a bom termo a f orm ulação da qu estão principal da pesqu isa. igualmente. só vale pelo lugar que ocupa. em que terrenos irá concentrar seus esforços. A citação de citação. p. 1. seja para destacar algum de seus termos ou expressões. triagens.]” (BEAUD.. muitas vezes determinados textos não estão acessíveis (o que não é o caso dos exemplos acima). a) Em citação com supressão de uma parte inicial ou final. 1997.. é obrigatório indicar a alteração feita. cru ci al para o bom desenvolvimento da pesquisa: E é preciso ler os livros mais importantes. então. também chamada de segunda mão. 125) aconselha: “[. . 125). b) Em citação com supressão de parte intermediária.. é admissível o uso da citação da citação. dev e ser usada de modo bastante restrito. no entanto. No entanto.3 Alterações na citação Muitas vezes é necessário fazer alterações na citação. [. pela dinâmica que imprime à totalidade de seu raciocínio central. por se tratar de obra rara ou. como qualquer outro material. usam-se reticências entre colchetes: Sobre o emprego de citações.] evite fazê-lo em excesso ou desorganizadamente: uma citação. somente disponível em língua que se desconhece.. p.

2000.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ c) Na citação com destaque (grifo.. ou quando o destaque já faz parte da obra consultada.21. LINTZ. os acréscimos devem ser colocados entre colchetes: “Dois passos são necessários para o início da tarefa [de realizar um pesquisa]: a formulação do problema e a elaboração do projeto de pesquisa. .” (MARTINS.” (GOLDENBERG. d) Quando são feitas adaptações na citação para adequá-la à sintaxe do período.68. 1997. de ou que faça parte da experiência profissional do estudante. 51 . p. quando algo é acrescentado para esclarecer o leitor. 70). 1997. grifo dos autores). negrito ou itálico) de termos ou expressões. torna o trabalho experiência profissional de desenvolvimento monográfico muito mais interessante e eficiente. deve-se indicar a autoria do mesmo: “O trabalho de pesquisa deve ser instigante. p. mesmo que o objeto não pareça ser tão interessante. ou então. “A escolha de um tema que esteja ligado à área de atuação profissional. p.. grifo nosso). O que o verdadeiro pesquisador busca é o jogo criativo de aprender como pensar e olhar cientificamente.” (GOLDENBERG.

Collective – when a group of cases is studied. (TELLIS. 1.4 Normas complementares para citação a) Quando os dados a serem citados são obtidos por informação verbal. (TELLIS..1). após a chamada da citação deve-se incluir a expressão ‘tradução livre’. deve-se indicar a expressão ‘informação verbal’ entre parênteses. em 25 de julho de 2002.. p. explanatório e descritivo. Yin (1993) identificou alguns tipos específicos de estudos de caso: exploratório.1. apresentando as explicações disponíveis em nota de rodapé: No texto: A nova estrutura organizacional será implantada no próximo ano (informação verbal)1. coletivo –quando um grupo de casos é estudado. p. Stake (1995) incluiu três outros: intrínseco – quando o pesquisador tem um interesse no caso. . No rodapé da página: Informação fornecida pelo Gerente de Desenvolvimento Organizacional da Empresa Época. 1 b) Quando a citação for um trecho traduzido pelo autor do trabalho. and Descriptive.quando o caso é usado para entender mais do que aquilo que é óbvio para o observador. Instrumental – when the case is used to understand more than what is obvious to the observer. em palestras e debates. 1997.52. tradução nossa). 1997. instrumental . Stake (1995) included three others: Intrinsic – when the researcher has an interest in the case. entre parênteses: Yin (1993) has identified some specific types of cases studies: Exploratory. Explanatory.

o trecho citado deverá ser precedido ou seguido de alguma crítica ou contestação (ECO. após a data e sem espacejamento. SEVERINO. Por isso.126) diz claramente: “Citar é como testemunhar num processo”. que se concorde com ela. faz-se o acréscimo de letras minúsculas. publicados em anos diferentes e mencionados simultaneamente. a referência deve ser exata e precisa. LAKATOS. 1999. 1974.5 Considerações finais sobre as normas de citação A citação pressupõe que a idéia do autor citado seja compartilhada. YIN. Quando não for este o caso.. p. assinalando-o ao leitor e usando a expressão sic entre colchetes. D ev e-se respeitar even tual erro do autor cit ado. como nos exemplos: De acordo com Chiavenato (1999a) (CHIAVENATO. (MARCONI. 1976. mencionados simultaneamente. Nesse sentido. assim como as citações devem ser fiéis ao texto. em ordem alfabética. 1972. O autor e a fonte de todas as citações devem ser claramente reconhecíveis. esses são separados por ponto-e-vírgula. 2000. conforme a lista de referências. Umberto Eco (1988.1988). 1980) e) Quando houver citações indiretas de documentos diferentes de vários autores. publicados em um mesmo ano.. em ordem alfabética. 2001. 1999b) d) Em caso de citações indiretas de vários documentos de um mesmo autor. RICHARDSON. bem como averiguável por todos. 1999. 2001) 1. . isto é. 53 . após apresentar a citação. apresentam-se as datas separadas por vírgula: Chiavenato (1997.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ c) Quando houver citações de diversos documentos de um mesmo autor. 2001) (BUNGE. deve-se confrontá-la com o original para ev itar erros ou omi ssões.

54.. ..

diz: O resumo deve constituir-se num texto re digido de forma cursiva. . a menos que sejam absolutamente necessários à compreensão do conteúdo.” Estabelece ainda que seja “composto de uma seqüência corrente de frases concisas. 69). críticas e julgamento pessoal do autor.. As palavras-chave são separadas entre si por ponto e finalizadas por ponto. [.ch ave. (FRA NÇA .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS Trabalhos acadêmico-científicos tais como teses. a NBR 6028:2003 estabelece. seu valor e originalidade. dissertações e outros) e relatórios técnicocientíficos: de 150 a 500 palavras. valores numéricos e conclusões. p. Quanto à redação e estilo de resumos. . fórmulas. equações e diagramas devem ser evitados..para t rabal hos acadêm icos (t eses. p.’. respeitando a estrutura do original e reproduzindo apenas as informações mais significativas . com o uma das condições exigíveis. Resumo. 69).chave : Narrativa. técnicas de abordage m.. . que o “resumo deve ressaltar o objetivo. 2000. comentários.] é a apresentação concisa e seletiva de um texto. Também não cabem num resumo citações. expressões como: ‘O presente trabalho trata de. p. ‘O autor do trabalho descreve.para notas e comunicações breves: de 50 a 100 palavras. ressaltando de forma clara e sintética a natureza do trabalho. Quanto ao estilo da redação e conteúdo.. de acordo com França (2000.. essa norma define: . o método. projetos de pesquisa e artigos destinados à publicação em revistas acadêmicas exigem a inclusão de um resumo de seu conteúdo. 69-70). Produção textual. Limita-se a um parágrafo. O uso de abreviaturas. Ex . 2000. dissertações. concisa e objetiva.para artigos de periódicos: de 100 a 250 palavras.’ são supérfluas (FRANÇA. os resultados e as conclusões do documento. símbolos. an tecedidas da expre ssão Palavras. como: objetivos . Sobre a extensão do resumo. As palavras-chave devem figurar logo abaixo do resu mo.: Palavras. Como a redação deve se caracterizar pela máxima concisão. devendo incluir palavras represe ntativas do assunto. afirmativas e não de uma enumeração de tópicos”.. dando-se preferência ao uso da terceira pessoa do singular e do verbo na voz ativa e evitando-se o uso de parágrafos. seus resultados e conclusões mais importantes.. Leitura.. 55 . descobertas.

. O resumo em língua estrangeira é digitado em folha separada (NBR 14724:2005).. Estudos Est udos E studos Av ançados A vançados. As palavras-chave em língua estrangeira acompanham obrigatoriamente o resumo em língua estrangeira: Keywords (inglês). Usam-se.20. a realidade apresenta uma fragmentação do espaço político com novas barreiras e mercados protegidos. também. v. Contrariamente à visão idealizada de uma progressão linear de mercados regionais integrados para uma sociedade una e global.O. dissertações.3 O processo de globalização. Em artigos científicos. dez. o resumo (acompanhado das palavras-chave) na língua original faz parte dos elementos pré-textuais. R. 65-76 . o trabalho procura analisar o papel dos principais atores – a ascensão de poderosas organizações que operam em escala transnacional e o Estado-nação cujo poder e influência estão definhando. conforme o caso.S. 1999. 19 95./dez. 34-59. Motsclés (francês). H. resumo em pelo menos uma outra língu a.25.69. Zusa mmen fa ssun g (alem ão).56. deve ser apreendido.V A s artes e . Vigotsky sobre o qual se estrutura a elaboração da teoria histórico-cultural do funcionamento mental superior. Educação e Sociedade Sociedade. p.9. aperfeiçoamento e/ou especialização). R ia ssunt o (italiano). 3 JAPIASSU. embora conduzido pela economia. além do resumo na língua do público a que este se destina. Globalizaç ão: em direç ão a um mundo só? n.4 . Expõe a teoria da reação estética e o conceito de catarsis vigotskyanos. de acordo com a NBR 6022:2003. n. em suas dimensões políticas. de acordo com a NBR 14724:2005. histórico-culturais e espaciaisecológicas. A maioria dos periódicos acadêm icocientíficos exige. Rés umé (fran cê s). Em trabalhos acadêmicos (teses. Palabras clave (espanhol). TC Cs e TGIs de cu rsos de graduação. o desenvolvimento cultural do ser humano. Dentre este cenário de tendências contraditórias. 4 RATTNER. Res ume n (espan h ol ). 2. os resumos (acom pan hados das palavras-ch ave) na língua original e em língua estrangeira fazem parte dos elementos pré-textuais. v. p. os seguintes cabeçalhos: Abst rac t ou S umm ary (inglê s). Sch lüsselwörter (al emão). Identifica nele as origens do pensamento psicológico de L. set.1 Exemplos de resumos O artigo situa historicamente a produção e a publicação do estudo vigotskiano sobre a psicologia das artes. Parole c hia vi (italiano). enquanto que o resumo (e correspondentes palavras-chaves) em língua estrangeira deve ser colocado após o texto.

são obrigatórias nesse tipo de trabalho e sua elaboração deve seguir as orientações da NBR 6023:2002.científicos como con gr essos.cit. No primeiro caso.. Independentement e do tipo de fon te ou autoria mencionada no trabalho. Vale destacar qu e a adoção do primeiro sistema (alfabético) tem a vantagem de despoluir visualmente o rodapé da página. jorn adas. as referências podem aparecer: em listas após o texto. manuais. dicionário. ao fim do artigo. dissertações ou monograf ias. ibidem (ou id. ao fim de cada capítulo. 57 . consistem em obras como livros. também chamado de ‘autor-data’ quando relacionado à citação) e o numérico (ordem de citação no texto). da ABNT. é obrigatória a sua identificação na lista das referências. A ABNT estabelece que este sistema não pode ser usado concomitantemente para notas de rodapé ou explicativas. os trabalhos também podem apresentar informações cuja fonte são documentos eletrônicos (disquetes. destinadas às informações adicionais e não essenciais para a compreensão do texto. As fontes das informações contidas em um texto são diversificadas. Além disso. j ornais. as referências são apresentadas antecedendo tais textos. conforme a natureza do trabalho. semin ár ios. relatórios técnicos e legislação. Nestas situações. etc. art igos de publi cações cien tí fi cas ou especiali zadas (peri ódi cos).1 Localização das referências Os si stem as m ais ut ili zados par a apresentação das referências são o alfabético (or dem al fabét ica de en trada. As notas de rodapé ficam. enciclopédias. antecedendo apêndices e anexos.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS As referências de um trabalho acadêmicocien tífico consistem na list agem com as informações sobre todas as fontes/autores mencionados no texto. documentos oficiais. eliminando as inúmeras referências completas e as expressões idem. as listas são apresentadas em ordem alfabética única.se a ordem numérica crescente para apresentação das listas. No sistema numérico. publicações periódicas on line) ou eventos técnico. e-mail. Já em resumos e resenhas.) e op. cd-rom. 3. desta forma. capítulo ou artigo. ibid... homepage. que também podem estar localizadas ao final do texto. teses. segu e. . dentre outros.

. O título da obra ou do periódico é sempre grifado com destaque (itálico ou negrito). após o número do periódico e após as págin as da r evist a/periódico (Política e Administração. p.)).). usa-se vírgula: após o título da revista/periódico. 1997).2 Aspectos gráficos das referências A elaboração das referências deve seguir a seqüência dos elementos do documento a ser referenciado. já destacado em letras maiúsculas na primeira palavra (com exclusão de artigos ou monossílabos).o hífen é utilizado entre páginas (p... após a editora.. v. M. e depois do termo In:.. seguido de espaço.as reticên cias são usadas para in dicar supressão de parte de títulos (Anais. e no final da referência. respeitando-se os seguintes padrões: . L.58. R. ed. é usado para separar os autores (FLEURY. Em caso de referência de periódicos.). de forma abreviada (Coord. Org. após a cidade onde o periódico é publicado. Rio de Janeiro. n. . João. pois neste caso o elemento de entrada é o próprio título.a vírgula é usada após o sobrenome do autor (ECO. teses e di ssert ações (Mestrado em Educação).o colchete é usado para indicar os elementos de referência que não aparecem na obra referen ciada. para o título.3. Esta regra não se aplica às obras sem indicação de autoria ou de responsabilidade. este deve ser mantido em todas as referências de um mesmo documento. . grau nas monografias de conclusão de curso e especial ização. antes Pesquisa da editora (São Paulo: Atlas). t ambém deve ser un if orme em todas as ref erê ncias. Por exemplo: ao optar pel a uti lização abre viada do prenome do autor. após o título.os dois pontos são usados antes do subtítulo. -o ponto-e-vírgula. As referências são alinhadas à margem esquerda do texto. . digitadas em espaço simples e separadas entre si por dois espaços simpl es (NBR 14724:2005)..2. set.. quando este for apresentado na referência (Pesquisa social: métodos e técnicas). Ao negrito ser definido um tipo de destaque. Humberto). . T. edição (7. As referências de uma lista devem seguir sempre os mesmos princípios. . porém são conhecidos [1991].15-21. . .). entre o número do ano/volume e o número do periódico. isto deve ser adotado em todas as referências daquela lista.). que caract eriza fu nção na elaboração e/ou responsabilidade sobre a obra (BOSI. M.10-15) e entre datas de fascículos seqüenciais (19981999). 3. Quan to à pontu ação. Alfredo (Org.).usa-se ponto após o nome do autor/autores (AGUIAR.os parênteses são usados para indicar série. conforme os modelos prescritos na norma (NBR 6023:2002). FISCHER. Comp.

3. (e outros). 1986. Graal.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. ROLNIK. no singular. Petrópolis: Vozes.. acrescentandose a expressão latina et al. Vivendo e aprendendo. mencionam-se todos eles na ordem em que aparecem na obra. ed. L. M.quando houv er indicação explícita de responsabilidade pelo conjunto da obra (Organizador. PAIVA. etc. 2. 59 . . 1986. FISCHER. FLEURY. separados por ponto-e-vírgula.quando há mais de três autores mencionase apenas o primeiro autor. de indicação de produção científica em curriculum vitae ou e m r elatór ios para órgãos de financiamento.. Vanilda (Org. (Coord. São Paulo: Brasiliense. do tipo de participação. Perspectivas e dilemas da educação popular Rio de Janeiro: educação popular.3 Regras gerais para elaboração de referências 3. FREIRE. Atlas. GUATTARI.). T. é facultado indicar todos os autores. M. se for o caso). Editor. Micropolíticas : cartografias do desejo.quando há dois ou três autores. seguido da abreviação.1 Regras quanto à autoria . Coordenador. Félix. Paulo et al. entre parênteses. Sueli. . seguido de espaço. 1986. . 10. ed. 1989.) em coletâneas de vários autores.). Em caso de projetos de pesquisa. R.. Cultura e poder nas organizações São Paulo: poder organizações. a entrada da referência é feita pelo nome do responsável (ou dos responsáveis.

Lenilson Naveira.em caso de pu blicação assinada por e nt idade (órgãos gov ern am en tais. e) o nome é espanhol: GARCÍA MARQUES. Florianópolis. O termo anônimo não deve ser usado para substituir o nome do autor desconhecido. Caio. Quando a entidade tem uma denominação genérica. . ATHAYDE. associações. 3 v. . Brasília: SEF 1997. Debates pedagógicos. In: SILVA. Gabriel. Gerência da vida: reflexões filosóficas.. PROCURA-SE um amigo. 212-213.quando os aut ores tê m sobr enom es compostos. Rio de Janeiro: Schmidt. esta deve ser indicada como autor. 1931. Anais. CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO. b) quando o segundo nome indica parentesco: PRADO JR.quando a autoria for desconhecida (por exemplo: artigos de jornal sem autoria explícita. Anais.quando o autor for conhecido pelo pseudônimo. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro. estes devem ser escritos na ordem em que aparecem. d) o nome do autor é conhecido de forma composta: MACHADO DE ASSIS. como segue: a) quando ligados por hífen: SCHERER-WARREN. Guia dos livros didáticos: 1ª à 4ª dos livros séries. 1993. desde que seja a forma adotada pelo autor. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO. editoriais. Curitiba. c) quando um dos nomes é adjetivo: CASTELO BRANCO. p. a entrada é feita pelo título.. Rio de Janeiro: Record.. Tristão de. .. 1979. Ilse. Curitiba: Associação Bibliotecária do Estado do Paraná. Secretaria da Saúde. em pr esas.. ed.. 10. .. . SANTA CATARINA. Carlos. elatório 2001.60. 3. Relatório de atividades. 1990.. em letras maiúsculas.). instituições). seu nome é precedido pelo órgão superior ou pelo nome da jurisdição geográfica à qual pertence. DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro. este deve constar na referência. etc. . 1979. congressos.

Turismo.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . Turismo e espaço : rumo a um conhecimento interdisciplinar. RODRIGUES.. ______. [Trabalhos apresentados]. SIMPÓSIO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO. na seqüência alfabética ascendente.em casos de obras do mesmo autor publicadas no mesmo ano.3. 2002. 1997b 3. seguido de ponto. 61 . CHIAVENATO. São Paulo: Hucitec.quando não existir título. entre colchetes. deve-se atribuir uma palavra ou frase que identifique o conteúdo do documento. . apenas o título principal é grifado (negrito ou itálico). modernidade e globalização . substitui-se o nome do autor das referências subseqüen tes por u m t raço su bli near equivalente a seis espaços. Adyr Balastreri. 1997a. 1997a. 2. separados por dois pontos.2 Regras quanto ao título e subtítulo . . São Paulo: Hucitec.quando se referenciam várias obras do mesmo au tor em uma mesma página. RODRIGUES. Em caso do uso do subtítulo. RODRIGUES.. Carreira e competência: gerenciando o seu maior capital. acrescentam-se letras minúsculas ao ano.. I. sem chegar aos dois pontos. 1989. São Paulo: Saraiva. . 1989. 1997b. Brasília: Ministério da Educação.o título e subtítulo (se for usado) devem ser apre sent ados tal com o f iguram no documento. Salvador.

em caso de haver duas editoras.quando não se tem o nome da editora. ed. 2. MAIA.) . ambos na língu a do document o. 1974. P Objetivo competência: por uma nova lógica. Belo Horizonte: [s.se as design ações da n at u reza j ur ídica ou comercial.o nome da editora é indicado da forma como se apresenta no documento.. indicam-se ambas com os respectivos locais (cidades). I. 1995.3.n. . VALENCIA. desde que sejam dispensáveis para a identificação. Rio de Janeiro: Expressão e Cultura. Das mulheres e das flores. Em caso de informações complementares à edição. esta deve ser identificada na referência. 3. os acréscimos devem ser indicados de forma abreviada. abreviando-se os pre nom es e su prim in do. ZARIFIAN.. ALFONSO-GOLDFARB. ed. São Paulo: EDUSP. São Paulo: Cortez. e ampl. SEVERINO.]. Carlos A. Antonio Joaquim.História da ciência: o mapa do conhecimento.: (No livro: Editora Atlas S. Metodologia do trabalho científico. Robert K. São Paulo: Atlas.].a partir da segunda edição. abreviando-se os números ordinais e a palavra edição. 2000. Porto Alegre: Bookman.3 Regras quanto à edição e editora . Ana Maria. indica-se a expressão sine nomine abreviada e entre colchetes [s. . Obs. Já se forem três ou mais. rev. Estudo de caso : planejamento e métodos. . indica-se a primeira ou a que estiver em destaque. YIN.A.). 2001.n.62. 21. (Coord. . 2001.

: No documento de que trata a referência acima. AL.]. . [S.l.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. 1977.3. deve ser indicada entre colchetes.quando o local é desconhecido. C..n. dentre outros. RJ . 1994. A prática da pesquisa. Cria e recria.o local (cidade) deve ser mencionado na referência tal como indicado no documento. BELTRÃO III. 1981. OS GRANDES clássicos das poesias líricas. . de M. LAZZARINI NETO. Discursos do pregador. 1930. mas pode ser identificada. abreviadas. abreviada e entre colchetes [S. são indicados como locais: São Paulo – Rio de Janeiro – Lisboa – Bogotá – Porto – Buenos Aires – Guatemala – Madrid. [S. Viçosa. Viçosa. . CASTRO.4 Regras quanto ao local . São Paulo: McGraw-Hill do Brasil.]. [São Paulo]: SDF Editores. MG. 63 . .l. entre colchetes.quando o local e a editora não puderem ser identificados no documento. Em caso de haver cidades com o mesmo nome. Obs.quando a cidade não aparece no documento. J. indica-se o primeiro ou o mais destacado. utilizam-se as expressões sine loco e sine nomine.l.quando houver mais de um local para uma só editora.: s. Viçosa.]: Ex Libris. deve-se utilizar a expressão sine loco. Sylvio.. acrescenta-se a abreviatura do Estado ou do país.

quando a publicação não apresentar número de páginas ou se a numeração for irregular. seja ela de publicação../Sept. (publicação sem número de páginas) Paginação irregular. estas informações devem ser transcritas da seguinte forma: os bimestres. mas não indicada no documento – [1976] Uso de intervalos menores de 20 anos – [entre 1970 e 1985] Data aproximada – [ca.3. trimestres. 3. . semestres ou estações do ano. 2001. estes devem aparecer de forma abreviada.. bim. sem. Quando nenhuma dessas datas puder ser determinada. (publicação com paginação irregular) . 1950] Década certa – [196-] Década provável – [196-?] Século certo – [18-] Século provável – [18-?] . sempre deve ser indicada. primavera 2000. trimestre e semestres abreviados. ao final da referência devem ser indicadas.64. conforme as seguintes indicações: Um ano ou outro – [1996 ou 1997] Data provável – [2001?] Data correta. por isso. maio/dez. 1995. 3. as expressões: Não paginado.1995.quando em indicações de meses.6 Regra quanto à paginação . distribuição. 3. após o ponto final. no lugar dos meses.quando a publicação indicar.5 Regras quanto à data A data é um elemento essencial à referência e. Aug. entre colchetes. registra-se uma data aproximada. 2002. divisões por bimestres. mar. Autumm 1970. 2. 1996. impressão ou apresentação (depósito) de um trabalho acadêmico.3. as estações do ano tal como figuram na publicação. no idioma original da publicação.

IS BN. A. Assim. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.. científica ed. LAKATOS. a NBR 6023: 2002 da A BN T define . Antônio. Título da obra em negrito ou itálico (apenas a primeira letra em maiúscula. Prenome e outros Sobrenomes (se houver. b) indicação de apoio de entidade governamental à publicação referenciada. poden do variar conf orme o ti po de documento. 65 . Caso seja indicado. etc. se houver). como livros. interdisciplinar. Livros GRAMSCI. catálogo. o subtítulo não é grafado em negrito ou itálico. ao final da referência). RODRIGUES. a não ser em casos de nomes próprios). MARCONI. b) alguns dos elementos complementares considerados na NBR 6023:2002 da A BNT são: n úm ero de págin as do docu men to. i nf ormações descr iti vas sobre o docu men to (por exemplo: a) em caso de jornal. política Estado moderno. Número da edição (a partir da segunda edição.. menção à edição exclusiva para assinante. trabalhos acadêmicos (teses.1. dicionário. dissertações. tr adu tore s. ao final da referência. 1997. enciclopédias. São Paulo: Hucitec. científica. abreviado(s) ou não). indicação de coedit ores. quando necessário e de acordo com o docu me nto a ser referenciado. Maquiavel. 5 Para fins de elaboração de referências.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. Observações: a) os elementos essenciais são os de descrição obrigatória na elaboração da referência. São Paulo: Atlas.4. manuais.1 Monografias consideradas no todo5 Elementos essenciais – regra geral SOBRENOME do autor. c) o elemento ‘tradução’ e a indicação de subtítulo da obra são opcionais. monografias). Turismo e espaço: rumo a um conhecimento . são acrescentados elementos complementares para melhor identificá-lo. Marina de A. monografia como o doc umento constituído de uma só parte ou de um número pré-estabelecido de partes que se complementam. ano de publicação. 1988. Luiz Mário Gazzaneo. a política e o Estado moderno Tradutor: Maquiavel. Eva Maria. B. .1 Monografias 3. Metodologia científica 3. 2000.4 Modelos de elaboração de referências 3..4. Local (nome da cidade): Editora.

Caldas. Dicionário AULETE. Rio de Janeiro. Dicionário contemporâneo da Língua Portuguesa. Tipo de documento [tese.. Rio de Janeiro: Encyclopaedia Britannica.66. local. 30 v. Enciclopédia THE NEW Encyclopaedia Britannica: micropaedia. Bíblia BÍBLIA. Prenome e outros Sobrenomes (se houver. Universidade Federal de Minas Gerais. Dissertação (Mestrado em Administração) . 3. Normas Técnicas ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 2002.] (o grau) – vinculação acadêmica. NBR 6023 : informação e documentação: referências: elaboração. etc. 180 f. Belo Horizonte. trabalho de conclusão de curso. Chicago: Encyclopaedia Britannica. 1980. 5 v. Rio de Janeiro: Delta. V.. Dissertações e Teses SOBRENOME do autor. ano da defesa. Qualidade de vida no trabalho . dissertação. Tradução de Padre Antônio Pereira de Figueiredo. Número de folhas ou volumes. ed. 1980. 1989. 1989.Faculdade de Ciências Econômicas. Ano de apresentação. Instituição. Bíblia Sagrada . Português. . M. RODRIGUES. 1986. abreviados ou não). Título : subtítulo. Edição Ecumênica.

1990. Prenome do autor da obra como um todo. A. Manual de redação e estilo .2 Monografias no todo em meio eletrônico São as monografias apresentadas em meio eletrônico como disquetes.br/redac/manual.L. Disponível em: <http://www1. seguidos de ponto. Obs.. 1990. São Paulo: Delta: Estadão.4. São Paulo. acrescidas de descrições físicas do meio eletrônico. volumes. Processamento de linguagens naturais através de funções recursivas de expressões regulares condicionais . O padrão da referência é: SOBRENOME. Documentos em CD-ROM KOOGAN. Acesso em: 19 maio 1998. artigos de coletâneas com autor e/ou título próprios. capítulo ou outra forma de individualizar a parte referenciada. Universidade Camilo Castelo Branco. Tese (Livre Docência) . 1990.4.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ CAMPOS. Título da obra: subtítulo (se for o caso). Para referenciá-las. Enciclopédia e dicionário digital 98.L. 3. 5 CD-ROM.1. 1990. ano. cd-rom. Título da parte (apenas a primeira letra maiúscula. Local: Editora. G. Reimplante dentário . 105 f. 1998. O ESTADO DE SÃO PAULO..html>. N BR 6023:2002). (Ed). 1997. excetuando-se nome próprio. 6 Não se recomenda referenciar material eletr ônico de curta dur aç ão nas redes. M. online. segue-se as normas dos document os monográf icos n o t odo. Universidade de São Paulo. MORGADO. São Paulo. 3.Escola Politécnica. São Paulo.C.. A. . Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização) – Faculdade de Odontologia. sem negrito ou itálico). 51 f. Documentos online 6 Deve-se apresentar o endereço eletrônico entre os sinais < >. precedida da expressão Acesso em:. precedido da expressão Disponível em: e a data do acesso ao documento. In: SOBRENOME.estado. Edição (a partir da segunda. Prenome(s) e outro(s) Sobrenome(s) do(s) autor(es) da parte. o nome após a expressão In: é substituído por 6 traços sublineares. 67 . se houver).: Nos casos em que o autor do capítulo ou do artigo é o mesmo da obra. (ABNT . etc. HOUASSIS.1.com.3 Partes de monografia Inclui as referências de capítulos.

ed. Disponível em: <http://www.2 Publicações periódicas Publicações periódicas abrangem os seguintes documentos: coleções completas.). Curitiba.1990. editoriais. reportagens. Vida psíquica e organização..4.4 Parte de monografia em meio eletrônico Segue m. A. 1997.4. (Org.. 3. BOUTHOUL. 103-115. Os primeiros agregados humanos. B. 1987. 1988. Editor. as pu blicaçõe s pe riódicas tam bé m são referenciadas segu ndo as caract erísticas específicas de cada tipo. G. Organizador. Gilles. Reflexões para o silêncio. número de jornal ou caderno de jornal completo.se as n ormas an ter iores para ref ere nciar part es de mon ogr af ias. 3. Fernando C. Maria Ester de (Org. etc. 7 Coletâneas são publicações compostas por artigos ou textos de vários autores em uma única obra. cap. História das doutrinas políticas.). Artigo de coletânea7 AMADO.com.. seções. p. Eva Maria. p. Capítulo de livro LAKATOS. In: TOLEDO. matérias jornalísticas. Rio de Janeiro: Guanabara. G. Sociologia da administração . 7. geralmente há a indicação de um ou mais autores como responsáveis pela obra (Coordenador. In: ______. SOUZA. Prestes. Viagem astral aos domingos. Acesso em: 25 jul. .1.. acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado.68. 2000. Parte de uma obra MOSCA. 5. volume ou fascículo de periódicos (artigos científicos de revistas. FREITAS. In: MOTTA. bem como matérias apresentadas em u m n úmero.br/ livrosonline/leitura_32>. São Paulo: Atlas. N as coletâneas. MACEDO. p. Cultura e poder organizacional e novas formas de gestão empresarial.refletindo. In: ______. 122-143. Coesão organizacional e ilusão coletiva. Rio de Janeiro: FGV. Da m esm a f orma que nas ref erê ncias de m onograf ias (completas ou partes). etc.). S.). fascículo ou número de revistas.14-16.

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3.4.2.1 Publicação periódica como um todo

Usa-se referenciar toda a coleção de um título de periódico em listas de referências e catálogos de obras preparados por bibliotecas, editoras ou livreiros. O padrão de referência é:
TITULO DO PERIÓDICO. Local de publicação (cidade): Editora, datas de início e encerramento da publicação, quando houver.

TRANSINFORMAÇÃO. Campinas: PUCCAMP 1989-1997. ,

CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO. Brasília: Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, 1972-

Obs.: quando a publicação está em vigor, apresenta-se o ano de início, acrescido de hífen e sem ponto final.

3.4.2.2 Partes de publicações periódicas Abrange volume, fascículo, números especiais e suplementos, sem título próprio. A referência padrão é:

TÍTULO DA PUBLICAÇÃO. Local: Editora, numeração do ano e/ou volume, numeração do fascículo, informações de períodos, datas de publicação.

VEJA. São Paulo: Abril, v.31, n.1, 15 jan. 1998.

... 69

70...

3.4.2.3 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas Inclui fascículos, volumes, números especiais e suplementos (com título próprio); além dos artigos, editoriais, comunicações, entrevistas, resenhas, reportagens e outros.

SOBRENOME, Prenome do Autor. Título da parte, artigo ou matéria. Título da Publicação , Local, numeração correspondente ao volume e/ou ano, fascículo ou número (conforme o caso), página inicial-final (quando se tratar de artigo ou matéria), data ou intervalo de publicação.

Obs.: se necessário, podem ser acrescentadas informações complementares que melhor identifiquem o documento.

GUIA Exame 2002: as 100 melhores empresas para você trabalhar. Exame, São Paulo, set. 2002. Edição especial. NUNES, Clarice. História da educação brasileira: novas abordagens de velhos objetos. Teoria
& Educação , Porto Alegre, n.6, p.151-182, 1992.

LEAL, Elisabeth J. M. Pesquisa e produção escrita. Turismo: visão e ação, Itajaí, v. 4, n.8, p.99109, abr./set. 2001. GURGEL, C. Reforma do Estado e segurança pública. Política e Administração, Rio de Janeiro, v.3, n.2, p.15-21, set. 1997.

3.4.2.4 Artigo e/ou matéria de revista, boletim, dentre outros, em meio eletrônico As referências seguem as normas indicadas para artigos e/ou matérias de publicações periódicas, conforme os tópicos anteriores, acrescentando-se a descrição física do meio eletrônico.

MALOFF Joel. A internet e o valor da “internetização”. Ciência da Informação , Brasília, v. , 26, n. 3, 1997. Disponível em: <http://www.ibict.br/cionline/>. Acesso em: 18 maio 1998. VIEIRA, Cássio Leite; LOPES, Marcelo. A queda do cometa. Neo Interativa, Rio de Janeiro, n.2, inverno 1994. 1 CD-ROM.

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3.4.2.5 Artigo e/ou matéria de jornal Inclui editoriais, entrevistas, comunicações, reportagens, resenhas e outros. A referência padrão é:

SOBRENOME, Prenome do Autor (se houver). Título da matéria. Título do Jornal, Local de publicação, data de publicação. Seção, caderno ou parte do jornal, página da matéria.

Obs.: quando não houver caderno, seção ou parte, a página da matéria ou do artigo precede a data.

BEVILACQUA, Viviane. A fome dói, diz José, um brasileiro. Diário Catarinense , Florianópolis, 3 nov. 2002. Página Quatro, p.4. LEAL, L. N. MP fiscaliza com autonomia total. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, p. 3, 25 abr. 1999.

3.4.2.6 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico A referência segue a norma indicada no item anterior, acrescentando-se as informações sobre a descrição física do meio eletrônico.

HISTÓRIA, razão e fé. Folha de S. Paulo Online , São Paulo, 3 nov. 2002. Folha Opinião. Disponível em: <http://www.uol.com.br/fsp/opiniao/inde03112002.htm>. Acesso em: 3 nov. 2002.

... 71

Recife.propesq. proceedings.4. 3. etc. 2000... Proceedings… Boston: Kluwer Academic Publishers.. . CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe.. 4..htm>. O padrão de referência para esses tipos de documentos é: NOME DO EVENTO. 4.4.. Título. Florianópolis. Recife: UFPe.72. 1996. atas..br/anais/anais. Anais eletrônicos. proceedings. Anais. Recife. acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado. CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe. 1996.. WORKING CONFERENCE ON INFRASTRUCTURES FOR VIRTUAL ORGANIZATIONS: managing cooperation in virtual organizations and electronic business towards smart organizations.4. 2. 1996. dentre outros. do documento (anais. 1996..3. numeração (se houver).2 Eventos como um todo em meio eletrônico A referência segue a norma anterior para publicação de documento de evento como um todo. ano. Acesso em: 21 jan.3 Publicações em eventos 3. Recife: UFPe. Disponível em: <http://www..1 Eventos como um todo Constitui u m tipo de pu blicação com o con ju nt o de docum en tos/t rabal hos apresentados ou reunidos em um evento. anais..ufpe. local (cidade) de realização. 1997. … 2000. 3. como atas. data da publicação.3. resultados.) Local de publicação: editora.

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3.4.3.3 Trabalho apresentado em evento té cn ico- ci ent íf icos. A re fer ênci a dev e apresentar os seguintes elementos e forma:

São os artigos, comunicações, projetos, dentre outros trabalhos apresentados em eventos

SOBRENOME DO AUTOR, Prenome e outros Sobrenomes do Autor (se houver, abreviados ou não). Título do trabalho apresentado. In: NOME DO EVENTO, numeração do evento (se houver)., ano, local de realização do evento. Título... (Anais, Proceedings, Resumos, etc.) Local de publicação: Editora, data de publicação. página inicial-página final do trabalho referenciado.

RODRIGUES, M. V. Uma investigação na qualidade de vida no trabalho. In: ENCONTRO ANUAL DA ANPAD, 13., 1989, Belo Horizonte. Anais… Belo Horizonte: ANPAD, 1989. p. … 455-468.

3.4.3.4 Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico

Segue a norma de referência indicada no item anterior, acrescida das informações do meio eletrônico utilizado.

SILVA, R. N.; OLIVEIRA, R. Os limites pedagógicos do paradigma da qualidade total em educação. In: CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe, 4., 1996, Recife. Anais eletrônicos... Recife: UFPe, 1996. Disponível em: <http://www.propesq.ufpe.br/anais/anais/ educ/ce04..htm>. Acesso em: 21 jan. 1997. GUNCHO, M. R. A educação à distância e a biblioteca universitária. In: SEMINÁRIO DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 10., 1998, Fortaleza. Anais... Fortaleza: Tec Treina, 1998. 1 CD-ROM.

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74...

3.4.4 Documentos jurídicos 3.4.4.1 Legislação Estão incluídos nesse tipo de documento: a Constituição, emendas constitucionais, textos legais (leis ordinárias, medidas provisórias, decretos, resoluções do Senado Federal); normas de instituições públicas e privadas (resolu ções, portarias, ordem de serviço, comunicado, instrução normativa, circular, dentre outros). A referência é elaborada com base n a n orma padr ão, podendo ser acrescentados elementos complementares, caso sejam necessários.

JURISDIÇÃO (ou cabeçalho da entidade, caso tratar-se de normas). Título do documento. Especificação do documento (ex.: Diário Oficial, Código civil, Lex), Local (cidade), numeração (volume, número e páginas, conforme o caso), data.

Obs.: quando a referência for de Constituições e suas emendas, entre o nome da jurisdição e o título acrescenta-se a palavra Constituição, seguida do ano de promulgação, entre parênteses.
BRASIL. Constituição (1988). Emenda constitucional nº 9, de 9 de novembro de 1995. Lex: legislação federal e marginália, São Paulo, v.59, p.1966, out./dez. 1995.

SÃO PAULO (Estado). Decreto nº 42.822, de 20 de janeiro de 1998. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência, São Paulo, v. 62, n. 3, p.217-220, 1998.

BRASIL. Decreto-lei nº5.452, de 1 de maio de 1943. Aprova a consolidação das leis do trabalho. Lex: coletânea de legislação: edição federal, São Paulo, v. 7, 1943. Suplemento.

BRASIL. Código civil. 46. ed. São Paulo: Saraiva, 1995.

3.4.4.2 Jurisprudência

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. In: ______. Súmulas. São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil, 1994. p.16.

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BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Hábeas-corpus nº 181.636-1, da 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Brasília, DF 6 de dezembro de 1994. Lex: jurisprudência do , STJ e Tribunais Regionais Federais, São Paulo, v. 10, n. 103, p. 236-240, mar.1998.

3.4.4.3 Doutrina Refere-se a qualquer discussão técnica sobre questões legais publicadas na forma de monografias, artigos de periódicos, papers, etc. A doutrina é referenciada conforme o tipo de publicação.
BARROS, Raimundo Gomes de. Ministério Público: sua legitimação frente ao Código do Consumidor. Revista Trimestral de Jurisprudência dos Estados, São Paulo, v. 19, n. 139, p. 53-72, ago. 1995.

3.4.4.4 Documento jurídico em meio eletrônico Para este tipo de documento, o padrão de referência segue a norma indicada para documentos jurídicos (itens anteriores), acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado.
BRASIL. Regulamento dos benefícios da previdência social. In: Sislex: Sistema de Legislação, Jurisprudência e Pareceres da Previdência e Assistência Social. [S.l.]: DATAPREV 1999. 1 CD-ROM. ,

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. Não é admissível, por ato administrativo, restringir, em razão de idade, inscrição em concurso para cargo público. Disponível em: <http:// www.truenetm.com.br/jurisnet/sumusSTF .html>. Acesso em: 29 nov.1998.

3.4.5 Patente
ENTIDADE RESPONSÁVEL e/ou autor. Título. Número da patente, datas do período de registro.

EMBRAPA. Unidade de Apoio, Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação Agropecuária (São Carlos, SP). Paulo Estevão Cruvinel. Medidor digital multissensor de temperatura para solos. BR n. PI 8903105-9, 26 jun. 1989, 30 maio 1995.

... 75

São Paulo.jpg>. GIF.: Nota sobre a referência/arquivo digital 8 : 1999071318.000. NBR 6023:2002.4. 1 disquete. O padrão de referência é: AUTOR. GOES (denominação do satélite). Disponível em: <http://www.11. color. 13 jul. National Oceanic and Atmospheric Administration. Escala 1:40. 1999. IR04 (banda). 2002.flmnh. ATLAS Mirador Internacional. Obs... ESTADOS UNIDOS. 17:45Z. 1994. Especificação do documento. 8 ABNT. p. 1999071318.6. Regiões de governo do Estado de São Paulo. 3. SE (localização geográfica). 557 Kb (tamanho do arquivo). Escala.76. Escalas variam. 13 jul. . globo e fotografia aérea. Itajaí: UNIVALI.ufl. UNIVALI (instituição geradora). 1999 (data da captação). Acesso em: 15 jan. 557 Kb. data de publicação. 1999. FLORIDA MUSEUM OF NATURAL HISTORY. 1 atlas. 3 ½ pol.edu/fish/Sharks/statistics/Gattack/map/Brazil. 1 mapa. Gainesville.4.GIF (título do arquivo).000. [2000?]. SP). mapa. 1981. GOES-08: SE. INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo.000. Escala 1:2. Local: Editora.6 Documento cartográfico Abrange: atlas. 08 (número do satélite na série). 1931-2000 Brazil’s confirmed unprovoked shark attacks. 3.1 Documento cartográfico em meio eletrônico O documento cartográfico segue os padrões indicados anteriormente. 1 imagem de satélite. IR04. 1 atlas. 17:45Z (horário zulu). Itajaí (local). porém com as devidas informações referentes ao meio eletrônico em que é apresentado. Título. Rio de Janeiro: Enciclopédia Britânica do Brasil.

Data. dentre outros.. Quando não existir título para o documento. cartazes. Também podem ser acrescentados elementos complementares do documento à referência. KOBAYASHI. 19 transparências. 5 ¼ pol.jpg. BRITTO. 1999. 51 Kb. Formato JPEG. Anne.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3.1 Documento iconográfico em meio eletrônico GEDDES.. color. 25 cm x 25 cm. 77 . 1 fotografia.4. Romero. Especificação do documento.4.. Geddes 135. Altura: 432 pixels. desenho técnico. diafilme. Título.7. São Paulo: UMIBO. 2000. deve-se atribuir uma denominação ou indicar [Sem título] entre colchetes. 1980. transparências. Largura: 376 pixels. fotografias. . 1 disquete. diapositivo. caso seja necessário.. NOVAS descobertas para o terceiro milênio.7 Documento iconográfico Refere-se a gravuras. pinturas. K. O padrão para referenciar esses tipos de documentos é: AUTOR. 3. 1 gravura. color. [Sem título]. 25 cm x 20 cm. 1982. Doença dos xavantes.

conforme o caso). entrevistado. 3. No caso de entrevistas gravadas que necessitam ser referenciadas. 2 cassetes sonoros. 1 CD.4. CDs (compact disc). 1991]. Direção: Walter Salles Júnior. Departamento Nacional. Circuladô vivo. 2001. DVD. São Paulo: Polygram. Garcia. Rio de Janeiro: Riofilme. . Local: Produtora. Entrevistadores: V Tremel e M. Deve-se seguir o seguinte padrão: TÍTULO. 35 mm. também deve ser seguido o seguinte padrão: COMPOSITOR (ou intérprete. Luiz Inácio Lula da Silva: depoimento [abr.. Produtor (conforme as informações disponíveis). 1991. 1 video sonoro. CENTRAL do Brasil. color. Diretor. Luiz Inácio Lula da. Produção: Martire de Clermont-Tonnerre e Arthur Cohn. fitas cassete. São Paulo: SENAI-SP. Produção do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial. data e especificação do suporte em unidades físicas.. videocassetes. Local: Gravadora (ou equivalente).78. 1998. dentre outros. PORTADOR de necessidades especiais no trabalho: depoimentos. etc.9 Documento sonoro Compreende discos. data. Brasília: SENAI/DN. .. Especificação do documento. Caetano.8 Imagem em movimento Envolvem as referências de filmes. VELOSO.. son. 3. SILVA. 1 bobina cinematográfica (106 min).4. Título. 1992.

5 fonte científica ou técnica de disquetes. NBR 6023:2002. programas de computador. Descrição física do in terpes soal e efêmero. Especificação do objeto. monumentos. 1 CD-ROM. Título (caso não exista. desaparecem rapidamen te. [China: Companhia das Índias. Marcel. Version 4. 1 escultura variável. 13).” (ABNT. 18-]. Normas. DUCHAMP. BULE de porcelana. O padrão para referência é: Mensagens trocadas por email têm caráter informal. maquetes.4. AUTOR(es)se for o caso. arquivos em disco rígido.]: Microsoft Corporation.10 Documento tridimensional Abrange as esculturas. animais empalhados. Título (do serviço ou produto). [S.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. assunto em discussão. pesquisa. 1 bule. dentre outros). mensagens eletrônicas. Biblioteca Central. . etc. Escultura para viajar..l.doc. objetos e suas representações (fósseis. Versão (se houver). e meio eletrônico. 1995. esqueletos.. listas de discussão.1. não sendo recomendável seu uso como UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. objetos de museu.11 Documento de acesso exclusivo em MICROSOFT Project for Windows 95. As mensagens de correio e le trônico “devem ser 9 referen ciadas meio eletrônico s omen te quando não se dispuser de nenhuma outra fonte para abordar o Abrange os documentos do tipo base de dados. 1918. atribuir denominação ou indicar [Sem título] entre colchetes). Data. 1998. A referência desses documentos deve apresentar o seguinte padrão: AUTOR (criador artístico do objeto. 9 3. Curitiba. quando identificado).4. 79 . p.

(Série Sucesso Profissional: seu guia de estratégia pessoal). Carlos B. Memorial [mensagem pessoal]. os títulos das séries e/ou coleções e a respectiva numeração.4. documentos mimeografados e digitados. entre parênteses. 2002. 1991. Niterói. 3.org. 1990. No prelo. MARTINS. ao final da referência. Bula de remédio.ed.br/ acaro/sp/>. M. São Paulo: Brasiliense.univali. J. LEAL. São José dos Campos: Johnson & Johnson. São Paulo.4. Modelos matemáticos: exercícios didáticos.ed. Acesso em: 30 maio 2002. 3. SC.. apostilas.80. se houver.14 Notas Como notas podem ser incluídos os seguintes documentos: publicações no prelo. Mensagem recebida por <simonegf@sj. n. 2. Os princípios da gestão moderna. L. Massa calcificada da naso-faringe.bdt. M.23. Como fazer apresentações. sem destaque.12 Bula de remédio RESPRIN: comprimidos. Digitado.13 Séries e coleções Nesses tipos de publicações. Radiologia Brasileira. 1984. Disponível em: <http://www. Base de Dados Tropical. In: FUNDAÇÃO TROPICAL DE PESQUISAS E TECNOLOGIA “ ANDRÉ TOSELLO”.4. Tim. E. Tubarão. 57). RUBIROSA. .fat. HINDLE. 1985. podem ser acrescentados. 1997. Bastos. Apostila.. textos não publicados. 1978. São Paulo: Publifolha.br> em 11 nov. 1999. Responsável técnico Delosmar R. MARQUES. MARINS. ÁCAROS no Estado de São Paulo. C. Italvino. (Primeiros Passos. O que é sociologia? 7. 3. Estas informações devem ser apresentadas ao final da referência. J.

Por outro lado. impresso da mesma forma que o do autor.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 4 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS A estrutura de trabalhos acadêmico-científicos é orientada pela NBR 14724:2005 da ABNT.. f) local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado.. e) número de volumes (se houver mais de um. textuais e pós-textuais. papers e relatórios. seqü encialmen te.que abrange as folhas que constituem o trabalho (Apêndice A). trabalhos de graduação interdisciplinares TGI. Suas orientações também se aplicam. 4. Em caso de trabalhos relacionados às disciplinas de graduação. b) título do trabalho. 81 . d) subtítulo. resenhas. que def in e os pri ncípios gerais par a elaboração de teses. no que couber. se houver. dissertações. A estrutura de trabalhos acadêmicos compreende elementos prétextuais. trabalhos de conclusão de curso de aperfei çoamen to e/ou especialização e outros. trabalhos de conclusão de cursos de graduação . deve ser especificado o respectivo volume em cada capa). . as seguint es informações: a) nome da instituição (opcional). onde devem ser impressos: a)n om e do au tor. do alto ao pé da lombada.TCC. Deve conter. esses elementos podem ser adapt ados ou at é me smo desconsiderados. c) identificação de números (volume. para elaboração de teses. g) ano da entrega (4 dígitos). se for o caso: v. dissertações e trabalhos de conclusão de curso é obrigatório seguir a orientação da norma.Lombada (opcional): é a parte lateral da capa que reúne as folhas do trabalho. c) título.1 Elementos pré-textuais .Capa (obrigatório): é a cobertura externa capa dura . im presso longitu dinalmente.2) . a trabalhos de graduação intra e extra-classe. uma vez que tais trabalhos têm estrutura própria. b) nome do autor. tais como fichamentos.

a dedicatória deve ser localizada na parte inferior direita da folha. e) data de aprovação. f) nome do orientador e do co-orientador (se houver). As informações são apresentadas em colunas como no exemplo abaixo: Folha Linha Onde se lê Leia-se . d) área de concentração. d) número de volumes. conforme o Código de Catalogação Anglo-Americano vigente..Folh a de aprovação (obrigatório): é apresentada logo após a folha de rosto e deve conter as segu intes informações. c) subtítulo (se houver.82. No verso da folha de rosto. c) texto contendo a natureza.Agradecimentos (opcional): menção a pessoas e/ou instituições que contribuíram de forma relevante para o desenvolvimento do trabalho. parte inferior da página. etc. como as teses. Essa f ich a de ver á ser con feccion ada por profissional bibliotecário. f) nom e. objetivo e nome da instituição a que é submetido.). centralizadas na página (Apêndice C): a) nome do autor trabalho. dissertações ou trabalhos de conclusão de curso de graduação ou especialização. com as respectivas correções. e) nota contendo a natureza do trabalho (tese. etc. g) local (cidade) da instituição. em seqüência. preciso.) e o seu objetivo (por exemplo: para aprovação em disciplina. se houver mais de um. . sua subordinação ao título principal é demonstrada pelos dois pontos que o precedem). área de concentração. ti tu lação e assin at ur a dos componentes da banca examinadora e instituições a que pertencem. com a identificação do conteúdo que permita a indexação). os seguintes elementos (Apêndice B): a) nome do autor do trabalho. obtenção de determinado grau. . . e m caso de t rabalh os qu e dev am ser depositados em biblioteca. após a dedicatória e devem se limitar ao estritamente necessário.Folha de rosto (obrigatório): no anverso (página da frente da folha). nome da instituição a que é submetido. . apresenta-se a ficha catalográfica. . b) título do trabalho e subtítulo (se houver).A data de aprovação e as assinat ur as são colocadas após a apr ov ação do trabalho. dissertação. Aparecem em folha separada.. devem ser apresentados. b) título principal do trabalho (claro.Errata (opcional): consiste em lista das folhas e linhas onde há erros.Dedicatória (opcional): o autor dedica sua obra ou presta homenagens a pessoa(s). trabalho de conclusão de curso. h) ano de entrega (4 dígitos).

na ordem em que aparecem. Indica a página inicial em que se localiza a parte correspondente (Apêndice D). c) os elementos pré-t extu ais não devem aparecer no sumário. 83 .Epí grafe (opcional): aparece após os agradecimentos.. .ordenadas segun do determ inado cri tério. or ganogram as. fora de parênteses.Lista de abreviaturas e siglas (opcional): é a relação alfabética de abreviaturas e siglas con ti das n o t ext o. escrit o por ext enso. .Resumo em língua estrangeira (obrigatório): deve ser apresentado em folha separada do resumo anterior (ver o tópico 2 . . Epígrafes tam bém podem ser colocadas na abertura das divisões do texto (capítulos). com respectivos nomes e números de página. . Apesar de ser escrita por outra pessoa.Su mári o (obrigatór io): é a re lação enumerada das divisões. Atenção! O sumário não deve ser confundido com o índice. segui das do seu signi ficado (expre ssõe s ou palavras correspon dentes). p. . A autoria da mensagem deve ser apresentada do lado direito.Resumos de trabalhos acadêmico-científicos. Consiste na transcrição de uma frase. com respectivos nomes e números de página. Na elaboração do sumário deve-se observar os seguintes aspectos: a) o sumário tem o título centralizado. recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo de ilustração. mapas. Sua elaboração é detalhada no t ópico 2 (R esu mos de trabalhos acadêm icocientíficos). seções (ou tópicos) e outras partes de uma publicação (ou trabalho).) na ordem em que aparecem no texto.ver seção 5. 2). qu e localiza e re mete para as in form açõe s con ti das n o tex to. devem ser alinhados à esquerda. abaixo do texto. fluxogramas. da Parte I deste documento. na ordem em que se apresentam no texto. se houver. esque mas. d) os indicativos das seções que compõem o sumário. pensamento.Lista de tabelas (opcional): identifica as tabelas. ditado ou parte de um texto que o autor deseja destacar. que é uma lista "de palavras ou frases. por considerar significativo e inspirador em relação ao seu trabalho.Resumo na língua vernácula (obrigatório): consiste na apresentação concisa do texto por meio de uma seqüência de f rases objetivas e seguidas de palavras-chave.Lista de símbolos (opcional): apresenta o conjunto de símbolos utilizados no texto. também denominadas seções primárias). . com o respectivo significado..4. na mesma ordem e grafia em que se sucedem no texto. Se necessário. Também é recomendada a elaboração de lista própria para cada u m dos t ipos (abreviatura ou sigla). b) a subordinação dos itens do sumário é destacada usando-se os mesmos tipos de fonte utilizados no texto." (NBR 6027:2003. grafado com o mesmo tipo de fonte utilizado para os capítulos (ou divisões principais do texto. .3 da Parte II deste documento). etc. não deve vir entre aspas. desen hos.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . (Atenção! Em artigos científicos o resumo em língua estrangeira faz parte dos elementos pós-textuais . . gráficos.Lista de ilustrações (opcional): identifica as ilustrações (quadros. da Parte II deste documento).

Introdução Consiste na apresentação geral do trabalho. de u m modo geral . ou os n úme ros das págin as ini cial e f inal. assim como os prétextuais. em função da sua natureza e da área de conhecimento a que pertencem. f inalizan do com uma conclusão. Isso não significa dizer que essas part es sejam n ecessariame nt e assi m intituladas ou subdivididas. resultados e interpretação do estudo quando se tratar de um relatório de pesquisa. área de conhecimento ou metodologia adotada. destaca sua importância e seus limites quanto à extensão e à profundidade. n a(s) página(s) que antecede(m) imediatamente o texto. Se o trabalho compreender mais de um volume. . o sumário de toda a obra deve ser incluído em todos os volumes. há distintos modos de organizar o texto. Da mesma forma que na introdu ção. me todologia.. f) para a paginação pode-se utilizar o número da pr imei ra página (ex. está localizado. apenas que esta é a seqü ência usual de qualquer t exto acadêmico. portanto. fornece uma visão global do assunto tratado (contextualização). além de aspectos metodológicos. contextualiza-o. Trata-se da parte inicial do texto em que o autor aponta os seus propósitos e as linhas gerais que orientaram seu pensamento. de modo que a consulta a qualquer dos volumes permita o conhecimento do conteúdo todo. con st itu em. são ali nh ados pela m ar ge m do tí tu lo correspondente ao indicativo mais extenso.Desenvolvimento É a parte mais extensa e consistente do trabalho.: 32). o tex to acadêm ico-cien tífico se inicia com uma in trodu ção. análise e interpretação dos resultados. ou seja. 4. . excetuados os elementos obrigatórios. concisa e objetiva do tema e a delimitação precisa das fronteiras do estudo em relação ao campo selecionado e ao problema a ser estudado. que seguem os indicativos das seções. Nela são descritos os conceitos.se com base no ti po e nos objetivos do trabalho acadêmico-científico. os elementos essenciais que integram esta parte do trabalho são: fundamentação teórica (r evi são bibl iogr áf ica). apresenta o problema ou tema central do estudo ou da pesquisa.84..2 Elementos textuais Os elementos textuais. à qual se segu e o desen volvim ento. separados por hífen (ex. Em caso de relatórios de pesquisa científica. com uma definição clara. apresentação. No en tant o. t eorias e principais idéias sobre o tema focalizado. . e)os títu los e su btítulos (se h ouver). Conf orme o tipo de trabalh o. O sumário é o último dos elementos prét extu ais.: 32-49). os elementos que integram o desenvolvimento do trabalho poderão variar nas suas divisões e subdivisões.

assuntos. .: ANEXO B – Estrutura organizacional da Empresa Alfa).Referências (obrigatório): constitui o conjunto padronizado de element os descrit ivos. nomes geográficos.3 Elementos pós-textuais . além de sugestões para outros trabalhos. . 4. . .. Pode também indicar questões dignas de novos estudos. As orientações para sua elaboração. . que complementa.. utilizados no trabalho. consiste na revisão sintética dos resultados e da discussão do estudo realizado. A con clu são deve apresent ar dedu ções lógicas correspon dent es aos propósitos prev iamen te estabelecidos do t rabalho. Os anexos são identificados por letras maiúsculas consecutivas. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas. com a indicação de sua localização no texto. possibilitando sua identificação individual. Nos trabalhos acadêmi co-cien t ífi cos a li stagem de referê ncias deve ide ntif icar as f ontes/ documentos mencionados (referidos) no texto. encontram-se no tópico 3 – Elaboração de Ref erências de Tr abal hos Acadêm icoCientíficos. apontando-se o alcance e o significado de suas contribuições.Glossár io (opci onal): lista em ordem alfabética de expressões ou termos técnicos específ icos de uma determ inada área. comprova ou ilustra o seu conteúdo.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ .: APÊNDICE A – Roteiro de entrevista). seguidas de travessão e respectivo título (Ex. seguidas de travessão e respectivo título (Ex. 85 . Tem como objetivo destacar as principais questões tratadas no trabalho acerca do estudo desenvolvido. dentre outros).Apêndice(s) (opcional): texto ou documento elaborado pelo autor. segun do a NBR 6023:2002 da ABNT. da Parte II deste documento. seguidos de suas respectivas definições. complementar ao seu trabalho.Índice (opcional): listagem detalhada de palavras ou expressões ordenadas a partir de critérios específicos (nomes de pessoas.Conclusão Como parte final do texto. extraídos de um documento.Anexo(s) (opcional): texto ou documento não elaborado pelo au tor do trabalho.

86.. ..

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 5 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICOCIENTÍFICOS O projeto gráfico de um trabalho acadêmico é de responsabilidade do seu autor. Para digitação recomenda-se a utilização de font e tamanho 12 para t odo o text o e tamanho menor (11 ou 10) e uniforme para citações longas (mais de três linhas).5. digitados n a cor preta (excetuando-se as ilustrações). Quanto ao tipo da fonte. no caso de dissertações e teses.5. O texto é digitado no anverso da folha (frente). 87 .4 (21 cm x 29. notas de rodapé. Os títulos das seções devem começar na parte superior da folha e ser separados do texto que os sucede por dois espaços de 1. com exceção da folha de rosto.2 Margens e espacejamento As páginas devem ser configuradas nas seguintes dimensões: margens esquerda e superior: 3 cm. margens direita e inferior: 2 cm. objetivo. com exceção das citações longas (com mais de três linhas). data de aprovação e identificação da ban ca exami nador a deve m ser centralizadas (Apêndice C). legendas de ilu strações e de t abelas.5 entre linhas. Na folha de rosto. Entretanto. 5. algumas normas gerais devem ser seguidas. 5.. Também os títulos das subseções são separados do texto que os precede e que os sucede por dois espaços de 1. notas de rodapé. com form at o A. Já na folha de aprovação. . As ref erên cias apresent adas ao final do trabalho devem ser separadas entre si por dois espaço simples. nome da instituição a que é submetido e área de concentração) que devem ser digitadas em espaço simples. recomendam-se Times New Roman ou Arial. como prescreve a NBR 14724:2005 da ABNT. as informações sobre o trabalho.. referências. em cuj o verso é im pr essa a f ich a catalográfica. O texto deve ser digitado com espaço 1. sem brilho.1 Formato Os trabalhos acadêmico-científicos devem ser apresentados em papel branco. f icha catalogr áf ica e nota de identificação do trabalho apresentada na folha de rosto (indicando a natureza do trabalho. pagin ação e legen das de ilustrações e tabelas. a nota de identificação do trabalho deve ser alinhada do meio da página para a margem direita (Apêndice B).7 cm ).

sendo de le separado por um espaço.1.2. Esse indicativo numérico.3 Seção quaternária 1.4 Títulos e indicativos numéricos São denominadas seções as partes em que é dividido o texto de um documento.88.1.2 2. quaternária.1. seguido do número que lhe f or atribu ído na seqüência do assunto e separado por ponto. A nu meração é colocada a partir da primeira folha da parte textual.1 2. a qual. A principal di vi são do te xto de u m docum ent o é denominada seção primária. suas folhas são numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento à do texto principal.1 2. alinhado à margem esquerda.. a 2 cm da borda superior. embora as páginas preliminares (pré-texto) não sejam n umeradas.1. 5. pre cede o títu lo da seção.1. etc.1.1. terciária. 5.1 2.1 2. em algarismos arábicos. Repete-se o mesmo processo em relação às demais seções. contendo a exposição ordenada do assunto. Exemplo: Seção primária Seção secundária 1 2 1.1. a partir da folha de rosto.2." (NBR 6024:2003). Seção terciária 1.1 "O indicativo de uma seção secundária é constituído pelo indicativo da seção primária a que pertence. no canto superior direito da folha.1 2.1 2.1. Empregam -se algarismos arábicos para numerar as seções de um texto.1.1 3. pode se dividir em seção secundária. Havendo apêndice(s) e anexo(s).2 3 3.2 .. por sua vez.3 Paginação Todas as folhas do trabalho são contadas seqüencialmente.

e redondo. as dem ais linh as da subalínea i niciam igualmente abaixo da primeira letra. A identificação de ilustrações deve aparecer na parte in ferior. caixa alta ou versal. Hav endo ne cessidade de enumerar diversos assuntos ou itens. qu adros.. Quando for necessário dividir a alínea em subalíneas. com exceção da última. 5. No entanto.. colocado sob a primeira letra do texto da alínea e dele separadas por um espaço.. ressalta-se que este recurso deve ser usado para grafar palavras estrangeiras.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Ponto. precedida da palavra designativa seguida de seu número de ordem . estas devem começar com um hífen. qu e obri gatoriamen te corresponde ao título da seção.. . fluxogramas. usam-se alíneas. resumos. d) a segunda e demais linhas do texto da alínea começam abaixo da primeira letra da primeira linha. esqu emas.. gráficos. nesse caso. referências... c) o texto de cada alínea inicia com letra minúscula e termina com ponto e vírgula.5 Parágrafo Modernamente a forma de parágrafo recuado está sendo abolida. em 2.. anexo(s) e índices não recebem in di cat iv os n um éri cos e dev em ser centralizados (NBR 14724:2005).27 cm). fotos. Têm por objetivo possibilitar a transmissão de dados e informações de modo mais atraente. or gan ogram as. se inicia em ou tra li nh a. Os tí tu los das se ções são destacados gradativamente.2. adotando-se. no in te rior de um a seção.. preferem adotar o parágrafo tradicional e formal nos textos técnicos (com recuo de 1. Muitos autores. mapas.. b) as letras indicativas das alín eas são re en tradas em r elação à margem esquerda. itálico ou grifo. usando-se de forma racional os seguintes recursos: negrito.. 89 . exceto a última que termina em ponto. A citação de indicativos de seções no texto é feita conforme os exemplos seguintes: . 5. sumário. terminam em ponto-e-vírgula. deve ser mantida em todo o trabalho. listas.. o espaçamento duplo entre os parágrafos. dele separado por um espaço. ver 1. se m que h aj a necessidade de intitulá-los. O título das seções é colocado após seu indicativo numérico. Dispõem-se as alíneas na seqüência de um texto (que termina em dois pontos) do seguinte modo: a) ordenam-se as alíneas alfabeticamente.1 Os títulos de errata... agradecimentos.6 Ilustrações As ilustrações abrangem: desenhos. hífen ou travessão não são usados após o indicativo da seção ou de seu título. dentre outros. pois do contrário não contribuirão para a análise. apêndice(s). Atenção! Em relação ao itálico. O texto. glossário.1. . porém. na seção 3 relatou-se. porém devem estar diretamente relacionadas com o conteúdo da informação. As alíneas. qualquer que seja a forma adotada.

e da fonte. t ais indicações devem ser feitas sem abreviações. As tabelas têm numeração independente e consecutiva e a sua identificação (título) é colocada na parte superior (topo). A t abe la não de ve t er t raços v ert icais delimitadores à direita e à esquerda. de ocor rência n o te xto e m algarismos arábicos (Exemplo: Gráfico 1. Quadro 5). após o fio de fechamento. repetindo-se o cabeçalho das colunas indicadoras e os indicadores de linha. preferencialmente sem abreviações. no mínimo. . As ilustrações devem ser inseridas o mais próximo possível do trecho do texto a que se referem.se t iv er poucas colu n as. A indicação da(s) fonte(s) das informações contidas em uma tabela e notas eventuais aparecem em seu rodapé. na mesma página.. As tabelas apresentam inf ormações tratadas estatisticamente e seguem as orientações da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . o espaço do cabeçalho e o terceiro. lado a lado. o rodapé. A moldura compreende.cada página deve ter o contéudo do topo e o cabeçalho da tabela ou o cabeçalho da parte. 5. três traços horizontais paralelos: o primeiro separa o topo. A tabela.IBGE (1993). o segundo. pode ser apresentada em duas ou mais partes. a tabela deve ser apresentada em duas ou mais partes (IBGE. Q uanto à disposição das in formações. conclusão para a última e continuação para as demais.se ultrapassar o tamanho da página em número de colunas e tiver poucas linhas. de forma clara e concisa. b) ter moldu ra para est ru turar os dados nu méricos e termos necessários a sua compreensão. . . O título indica a natureza e as abrangências geográfica e te mporal dos dados n um éri cos.o traço horizontal da moldura que separa o rodapé deve ser apresentado somente na página que contenha a última linha da tabela. deve: a) estar inserida o mais próximo possível do trecho do texto a que se refere. com um traço vertical duplo separando as partes e repetindo-se o cabeçalho. O cabeçalho da tabela indica o conteúdo das colunas com palavras ou notações claras e concisas. preferencialm ent e.. .90. c) ocupar. precedida da palavra Tabela e de seu número de ordem em algarismos arábicos. breve e clara que dispense consulta ao texto. 1993.cada página deve ter colunas indicadoras e seus respectivos cabeçalhos. . uma única página.cada página deve ter uma das seguintes indicações: continua para a primeira. pode se r apresentada em duas partes. qu an to à su a local ização e apresentação gráfica. Figura 3. por extenso.7 Tabelas As tabelas servem para descrever dados e informações relevantes para o estudo ou ilustrar o conteúdo em desenvolvimento. sintetizadas a seguir. do respectivo título e/ou legenda explicativa. 28): . p. uma abaixo da outra. Quando não couber em uma folha. também é preciso seguir alguns critérios: .o con te údo do rodapé deve se r apresentado na página de conclusão. .

entrevistas ou observação). numeradas com algarismos arábicos entre parênteses. podem ser u til izadas como f ont e as seguintes expressões: ‘pesquisa de campo’. “Na seqüência normal do texto é permitido o uso de uma entrelinha maior que comporte seus elementos (expoen tes.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ a) não se deve deixar “casas” vazias em uma t abel a. Significado correspondente b) a fonte da tabela indica a origem ou a instituição responsável pelo fornecimento ou elaboração dos dados e informações nela contidos. Exemplo: x 2 + y2 = z2 (x + y )/5 = n 2 2 (1) (2) . 91 .quan do. responsáv el pelos dados levantados e apresentados. quando as tabelas são elaboradas com base em fontes que constituem documentos do próprio autor do trabalho (apresentação dos dados. caso seja necessário.. subtração. ín di ces e ou tros)” (NBR 14724:2005. os nomes ou 5. alinh ando. 9). a palavra ‘fonte’ deve ser colocada após o traço inferior da tabela. c) em caso da fonte tratar-se de pessoa física.. o dado não existir -quan do o dado for rigor osamente zero -quan do não se dispu ser do dado -quan do os dados anterior es ao símbolo não forem comparáv eis aos posteriores -quan do o dado for omitido para evitar a in dividualização da infor mação siglas são separados por vírgula. no uso de maiúsculas e nos sinais gráficos utilizados. p. ‘observação direta’. ‘formulários preenchidos’. utiliza-se como fonte o autor. quan do os dados se originarem de diversas fontes. devem ser interrompidas antes do sinal de igualdade ou depois dos sinais de adição... / ou – X . para tant o exi stem sím bolos estabelecidos por convenção internacional: Símbolo Z . As tabelas de um a publi cação deve m apresentar uniformidade gráfica nos corpos e tipos de let ras e nú meros. alinhados à direita. ‘questionários aplicados’. multiplicação e divisão. conforme o caso. por exemplo).se à margem esqu erda da primeira coluna. a partir de pesqui sa de campo (com o uso de questionários. Qu ando as equações ou f órmu las ultrapassarem uma linha por falta de espaço. ‘en trevist as realizadas’.8 Equações e fórmulas Devem aparecer destacadas no texto para facilitar a leitura e. pela natureza do fen ômeno.

São Paulo: Perspectiva. 1996.. COMPAGNON.C. NBR 6024: informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento escrito: apresentação. P Educar pela pesquisa. BEAUD. R. Rio de Janeiro. de O. Arte da tese: como preparar e redigir uma tese de mestrado. Memórias de um orientador de tese. pesquisa quantitativa e qualitativa. A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em Ciências Sociais. ______. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração.N. (Org. São Paulo: T. Campinas: . NBR 10719: apresentação de relatórios técnico-científicos.L. FRANÇA. M. Queiroz. GOLDENBERG. A. 2003. Campinas: Papirus. ______. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro.ed. ECO. 2005.M. 1986. Belo Horizonte: Ed. L. GEWANDSZNAJDER. Como se faz uma tese. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. 2003. 2001.L. .).ed. ______. ______. Metodologia do ensino superior. 2003. ______. Ed. ______. Rio de Janeiro. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. O trabalho da citação. OLÍMPIO. resumo. BARRASS. p. paixão.92. 2002. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos: apresentação. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. 1978. Redação: o texto técnico/ científico e o texto literário. 2. Florianópolis. 1989. 2002. N. E. FEITOSA. Rio de Janeiro. improviso e método na pesquisa social. narração... Redação de textos científicos. 2003. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. relatório.. Os cientistas precisam escrever: guia de redação para cientistas.. FLÔRES. A aventura sociológica: objetividade.J. 2000. 4. Rio de Janeiro. rev.C.ed. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Zahar. U. engenheiros e estudantes.L. São Paulo: Atlas. São Paulo: Pioneira. 1997. A. CASTRO. Rio de Janeiro. GIL. dissertação. e aum. A.A. 1998. da UFMG. V. NBR 6022: informação e documentação: artigo em publicação periódica científica impressa: apresentação. 2.ed. 1988. 1992. DEMO. 3. uma monografia ou qualquer outro trabalho universitário. J.M. ______. Autores Associados. REFERÊNCIAS ALVES-MAZZOTTI. Belo Horizonte: Editora UFMG. F O método nas Ciências Naturais e Sociais: . L.307-326. 1997. 1996. descrição. 1997. da UFSC. M. Rio de Janeiro: Record. NBR 6027: informação e documentação: sumário: apresentação. NBR 6028: informação e documentação: resumo: apresentação.ed. CANCELIER. C. 5. In: NUNES.

n.ed. H. L. 2000. A . São Paulo: Atlas. 1997. São Paulo: EPU. Porto Alegre: Artmed. p. 3. M. de A.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ HENRIQUES. NUNES.. Projetos de estágio e de pesquisa em Administração: guia para estágios. 1997. F das C. da escolha do assunto à apresentação gráfica. 2001. trabalhos de conclusão. 1999. J. 1993.A. MARCONI. SEVERINO. São Paulo: Cortez. Porto Alegre: Sergio Antonio Fabris Editor. Rio de Janeiro: IBGE.. 1992. 3. E. abr. 3. A construção do saber: manual de metodologia da pesquisa em Ciências Humanas. SOUZA. J. . São Paulo: Atlas. R. DIONNE. C. Guia para elaboração de monografias e trabalhos de conclusão de curso. ed. de A. LAKATOS. S. Maringá: EDUEM. 2. e ampl. J. 5. E. A. Disponível em: http:// www.M.L (Org. 1994.99109. IBGE. 1975.A. LEAL. MARCONI.ed.html Acesso em 26/02/02. 93 . Turismo: visão e ação. MICHAELIS: moderno dicionário da Língua Portuguesa. KIDDER.W. 1991. v.ed. 1999. HÜHNE. LEITE. E. Florianópolis: Ed. 104. J. Métodos de pesquisa nas relações sociais. TELLIS. 1999. 2. Application of a Case Study Methodology. 1993. Rio de Janeiro: Agir. Escrevendo e . LINTZ.A. Belo Horizonte: Editora UFMG. A. 2. 1997. normalizando trabalhos acadêmicos: um guia metodológico.).. G.8.ed.ed. da UFSC. Manual da monografia jurídica.M. São Paulo: Atlas. S. M. A monografia jurídica. rev. Metodologia do trabalho científico. 1998. O olhar no espelho: «conversas» sobre a pesquisa em Ciências Sociais. LAVILLE. Monografia no curso de Direito: trabalho de conclusão de curso: metodologia e técnicas de pesquisa. COOK./set. de O.M.ed. YIN. 2000. São Paulo: Atlas. ROESCH. PASOLD.B. M.K. Metodologia científica: caderno de textos e técnicas.. Fundamentos de metodologia científica.. de A.L. Porto Alegre: Bookman.nova. 2001.R. São Paulo: Cortez. sept. Prática da pesquisa jurídica: idéias e ferramentas úteis para o pesquisador do Direito. 21. L. L. 3..edu/ssss/QR/QR3-3/tellis2. 1999. 5. Pesquisa e produção escrita. W. Centro de Documentação e Disseminação de Informações.. Normas de apresentação tabular. . C.. 1985.ed. SELLTIZ..S. 19. MEDEIROS. TOMANIK. São Paulo: Saraiva. 2001. Metodologia do trabalho científico. dissertações e estudos de caso. n.ed. Florianópolis: OAB/ SC. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Companhia Melhoramentos. São Paulo: Atlas. Estudo de caso: planejamento e métodos. MARTINS. LAKATOS. M. p. C. ano 4. In: The Qualitative Report.. E. WRIGHTSMAN. E.

...94.

..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ APÊNDICES . 95 .

. Apêndice A Capa de trabalhos acadêmicocientíficos Modelo 3 cm NOME DA INSTITUIÇÃO AUTO R(A) NOME COMPLE TO DO (A) A UTOR (A) CO MPLET CO MPL ETO AUTO R(A) [Extremidade do papel A4] [Identificação centrada em letras maiúsculas] 3cm TÍ TUL T ÍTUL O : subtítul o subtítulo (se houver) 2 cm [No centro da folha.96. título em maiúsculas e sub-título em minúsculas] Local Ano 2 cm [Letras minúsculas.. excetuando-se a 1ª letra] .

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvolvimento sustentável em Santa Catarina Balneário Camboriú 2003 . 97 ...

Orientador: Prof(a). na Universidade do Vale de Itajaí. título em maiúsculas e subtítulo em minúsculas] Monografia apresentada como requisito parcial para a o btenção do título de Xxxx.. excetuando-se a 1ª letra] .. Apêndice B Folha de rosto de trabalhos acadêmico-científicos Modelo 3cm NOME COMPLETO DO(A) AUTOR(A) [Identificação centrada em letras maiúsculas] 3 cm TÍT UL O TÍ TUL O:: subtítulo subtí tul o (se houver) tulo 2 cm [No centro da folha. Centro de Educação Zzzzz.98. Wwww Yyyyyy Local Ano 2cm [Letras minúsculas.

. 99 . Orientador: Prof. Ce n tro de E ducação Balne ário Camboriú. Pedro Alves Balneário Camboriú 2003 ..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvolvimento sustentável em Santa Catarina Mo nogr afi a apres e n tada como requisito parcial para a obtenção do título de Bachare l em Turismo e Hotelaria pela Un iversidade do Vale de I taj aí. Dr.

. [Local]. Dr... .......... e aprovada pelo Curso de ............. .. ... . UNIVALI – CE de São José Prof. Centro de Educação de ............ 3 cm Área de Concentração: . . sub-título em minúsculas] .... ... MSc.. .......100.................. UNIVALI – CE de Balneári o Camboriú Orientador Profa........ UNIVALI – CE de São José 2 cm 2 cm [Identificação centrada em letras maiúsculas] [Título em maiúsculas.... [dia] de [mês] de [ano]...................... ..... Dra... Apêndice C Folha de aprovação de trabalhos acadêmico-científicos Modelo 3 cm NOME COMPLETO DO(A) AUTOR(A) TÍ TUL TÍT UL O T ÍTUL O:: subtítulo subtítul o (se houver) Esta Monografia foi julgada adequada para a obtenção do título de .... Prof.. ..... da Universidade do Vale do Itajaí....... ....

. Centro de Educação de Balneário Camboriú. Dra. 101 .. Prof. Pedro Alves UNIVALI – CE de Balneário Cambori ú Orientador Profa. Emílio Vieira UNIVALI – CE de São José Membro . Área de Concentração: Turismo e Ambiente Balneário Camboriú. Msc. Dr. 14 de fevereiro de 2003. Maríl ia Mendonça Farias UNIVALI – CE de São José Membro Prof.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvol vimento sustentável em Santa Catarina Esta Monografia foi julgada adequada para obtenção do título de Bacharel em Turismo e Hotelaria e aprovada pelo Curso de Turismo e Hotelaria da Universidade do Vale de Itajaí.

..........................................................1 Contexto e sujeitos da pesquisa .....1 Breve história das principais concepções do passado ........................................ 71 REFERÊNCIAS ............................................................... 14 2............................... aceitação e cooperação .................................................... 64 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS .................................................... 18 2...................1...................................................102.................. 43 3......................................................................................................................... 77 APÊNDICES ..................................................................................3 Estratégias e instrumentos ..2 As principais correntes teóricas da atualidade ...................................... 27 3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS ..................... 46 4 RESULTADOS ................. 49 4...................................................................................................................... 16 2.......1 Justificativa ............................................................................................................................................................................. 40 3.............................................................................................................. Apêndice D Exemplo de Sumário SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO ..........................................................................................................................................................................1... 50 4...........1 Concepções teóricas .............2 Objetivos da pesquisa .2 Fontes documentais ..........................................1 Percepção do problema pelos sujeitos da pesquisa ......................... 11 1.................... 57 4................ 10 1.................................................................................................................................3 Resistência....................................................... 39 3.......................................2 Expectativas e aspirações ..................... 80 ..... 13 2 O PROBLEMA DA PESQUISA ................................................................................................................

.) Palavras-chave: (na língua do texto) * Currículo (e endereços postal e eletrônico) ** Currículo (e endereços postal e eletrônico) . elaborado segundo as orientações da NBR 6028:2003.. é digitado com espaçamento simples e alinhamento justificado. contendo de 100 a 250 palavras.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Apêndice E Modelo de página de abertura (artigo científico) TÍTULO subtítulo su btítu lo (se houver) Nome completo do autor 1* Nome completo do autor 2** Resumo (na língua do texto) (O resumo. 103 .