UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

Universidade do Vale do Itajaí

Cadernos
Universidade do Vale do Itaj aí

de Ensino
... 1

Pró-Reitoria de Ensino

FICHA CATALOGRÁFICA

2...

Ficha catalográfica elaborada pela Biblioteca Central Comunitária - UNIVALI
Cássia Ferri Regina Célia Linhares Hostins Coordenação

Projeto
Josiane da Silva Delvan Lucian o Dalla Giacomassa Colaboração

E lisabeth Juchem Machado Leal Simone Gh is i Feuersch ütte E laboração

Hildo Rocha Neto Nilton Córdova Fotografia José Roberto Azevedo Júnior Capa Camila Morgana Lourenço Projeto Gráfico Ch arlles Giovany Faqueti Fábio Zella de Souza José Roberto Azevedo Júnior Editoração E letrônica E xemplares: 1500

Pedagogico

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

Universidade do Vale do Itajaí

Cadernos
Universidade do Vale do Itaj aí

ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS

ITAJAÍ (SC Julho/2006 Ano 2 - nº 4

de Ensino
... 3

Pró-Reitoria de Ensino

Em julho de 2006 o texto deste documento (páginas 56. 89. 90. 58. de dezembro de 2005. .724. 81. 87. 91 e 92) foi atualizado para in corporação das alterações referentes à apres entação de trabalhos acadêmicos contidas na segunda edição da NBR 14..4..

...........................................................2 5...................................4 5 5........... 09 PARTE I ...............................................................................................................2 5............ 37 ....................................................................................................................... 31 RELATÓRIO ............................................. 13 FICHAMENTO ....1 2.................................................................................................... 30 Elementos textuais ....................................................3......................... 16 Procedimentos ...................... 34 Tipos de relatórios ................... 34 Procedimentos ............................. 26 ARTIGO CIENTÍFICO .................................... 26 Avaliação ................................................. 18 Avaliação ................................................................................. 27 Procedimentos quanto à elaboração .......... 5 ...................................................2 4........ 10 1 2 2.........................................................3 2..................3 5.. 17 Ficha de leitura .........3 5.......................................................... 31 Avaliação ............................................................................................................................................... 35 Avaliação ...........................................................................................................................................................3 4....5 4 4........................................................................................................................4 5..........4 5.................................................................................... 24 PAPER.................................................................................................................................................... 28 Procedimentos quanto à forma de apresentação .......................1 6.................... 21 Propósitos ...............................................................4 6.....4....................................................... 15 Os propósitos do fichamento ......................................... 29 Elementos pré-textuais .......................................................................................................................................................................... 27 Conceito .............................................UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ SUMÁRIO APRESENTAÇÃO .... POSITION PAPER OU POSICIONAMENTO PESSOAL ...... 22 A apresentação da resenha . 21 Procedimentos ......................................................5 INTRODUÇÃO ...............................................................Elaboração de trabalhos acadêmico-científicos ....4 3..1 3..................2 2...................................3 6................... 25 Procedimentos .........................1 5............................5 6 6.................1 5......................................................................................... 33 Propósitos ..............................................1 4........................................................... 30 Elementos pós-textuais ......................... 25 Conceito ................................................2 3................. 33 Conceito ........................................3 3.1 2................................................................................................. 20 RESENHA CRÍTICA ........................ 27 Propósitos ......................................................................................... 21 Conceito ........4 3 3...............................................2 2...4..............................................................................3................................. 15 Conceito ...4.......................4................................................ 25 Propósitos ................................. 30 Indicativos dos tópicos (seções) do artigo científico ..... 23 Avaliação .......................................................................................2 6.......................................... 17 Ficha bibliográfica ......

...........................................6 3.. 58 Regras gerais para elaboração de referências ......................................1 Citação direta.....................................................................................1............ 46 1..4......3 3.............. 45 1...................2...... dentre outros....................................... 53 2 2...........................................................5 3................ 41 PARTE II .... 40 Avaliação ....2 3.............................................1 3....4.......................................3 Alterações na citação ...1 3................................ 70 Artigo e/ou matéria de jornal ...................... 59 Regras quanto ao título e subtítulo ...............................................................4....................................1 3 3................................................................................................................................................................2 Tipos de citação ... 64 Modelos de elaboração de referências .1 3............................................................................................. 55 Exemplos de resumos ........2 3.........3 3............. 68 Publicações periódicas ............................................ 45 1...............................4 3..................4 3..............................................2....3.........Orientações e normas para apresentação de trabalhos acadêmico-científicos .................4.................................................. 48 1..............................3.....................2.1 7......................................................2 Citação indireta: paráfrase e condensação .....................................2 3................................... 62 Regras quanto ao local .....................4....4............3 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS ........... 68 Publicação periódica como um todo .............................. 71 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico .2.................................................... 65 Monografias consideradas no todo ......................................... 46 1................ textual ou literal . 57 Aspectos gráficos das referências ..........................5 Considerações finais sobre as normas de citação ..................4............ 59 Regras quanto à autoria.3.........4... 65 Monografias no todo em meio eletrônico .........1 Regras gerais para citação ..............................4 3..........................1 3.... boletim...........2 3....... 67 Parte de monografia em meio eletrônico ....................4 3. 50 1.......................4............................................... 69 Partes de publicações périódicas ......4 MEMORIAL ................. 47 1.............................................................................................................................................................2..1........................... 56 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS ................2 7................... 72 ........ 61 Regras quanto à edição e editora ..............5 3.............................. 71 Publicações em eventos .......... 39 Conceito ..................... 67 Partes de monografia ........................................................ 43 1 CITAÇÕES ..................2............................................................................... 7 7.....................3.................................2 3......2.................................... 70 Artigo e/ou matéria de revista............ em meio eletrônico ..............................................................................................................3 7...............................................1......................6 3.................................4.......... 57 Localização das referências ....................................1.............................................................................3 Citação da citação ...........1 3...................... 69 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas ..................................................................6............... 64 Regra quanto à paginação .........3............................... 39 Procedimentos .............................4................ 39 Propósitos .......................... 63 Regras quanto à data ....................................................4..............3 3.................4 Normas complementares para citação .................3.............................................................................................................................. 65 Monografias .................2..........2................... 52 1.........4.......3 3....

...........1 4.........................4..............................................4................4......3............................................................ Imagem em movimento ..........................................................................................................................................4.3..........................4.......................... 92 APÊNDICES ........................ 87 Margens e espacejamento ..... Documento iconográficoem meio eletrônico .................... Jurisprudência ............................5 3..........8 3..................................... Trabalho apresentado em evento .......... 87 Paginação .. 100 Apêndice D .4.......... Documentos jurídicos .................................... Documento jurídico em meio eletrônico ...............6 5...........2 3....................................3 3.... Doutrina ..................................................................................................6 3...............................................................................................................................5 5.12 3..........................................................................................7 5..........7................... Eventos como um todo em meio eletrônico ............................................................ Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico ............................3 3........4 5........................14 4 4...........4..........4.3 5............. Documento cartográfico .....................................................................................4............................. 81 Elementos textuais .............4....... Patente .......................................................................................... 85 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS .......... Documento cartográfico em meio eletrônico .....2 4................................................. 90 Equações e fórmulas .......................7 3. 96 Apêndice B ......4........................................4..........4.....................................4............................................... 98 Apêndice C ....................................... 103 ................................................................................................................. 81 Elementos pré-textuais ....4......Folha de aprovação de trabalhos acadêmico-científicos ... Notas ...... Documento de acesso exclusivo em meio eletrônico ...................2 5......................... 72 72 73 73 74 74 74 75 75 75 76 76 77 77 78 78 79 79 80 80 80 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS ............ 7 ..................................4............. 91 REFERÊNCIAS ... Séries e coleções ............................................................................................................................ Bula de remédio ..................................1 5..................3.......Capa de trabalhos acadêmico-científicos ....................................................................................11 3...............1 3................................ Documento sonoro ........ 87 Formato ......................................UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3......1 3........................................Folha de rosto de trabalhos acadêmico-científicos .................... Documento tridimensional .............4..............................................................................................4...... Legislação ...................................................4.......................................... 95 Apêndice A ..................3 5 5..................................................1 3..............6................................................................4 3................... 88 Títulos e indicavos numéricos ..........................1 3.......13 3..........................................2 3.............................4 3....4 3................. 89 Tabelas ........4........................... 88 Parágrafo ..........................3.......... 89 Ilustrações ........Exemplo de sumário ................................................................................4........10 3...................................... 102 Apêndice E ............................ 84 Elementos pós-textuais .................................................................................4...............Modelo de página de abertura (artigo científico) ................4.......................................8 Eventos como um todo . Documento iconográfico ....................................4...........9 3...........................................................4.

...8.

não sem antes termos clareza do sentido político da formação no ensino superior: por quê.cien tí fi cos. Certamente. para quê. Estas três dimensões estão in ti mame nt e r elacionadas. desde os primeiros períodos. para quem estudamos e produzimos conhecimentos? Para buscar possíveis respostas às questões acima. o mais elementar deles. o domínio da teoria é condição imprescindível par a o propósito de produção do conhecimento. característica da formação superior. da teoria com a empiria. é fator determinante para o al can ce dos obj eti vos da for mação u niv ersi tári a: apre nder a pen sar e. a pr odu zir conhecimentos. têm como objetivo favorecer e estimular a produção escrita de nossos alunos. ao focalizar os tipos de trabalhos acadêmicos mais presentes no cotidiano do ensino superior e os procedimentos básicos para sua elaboração. nort eada por posturas e práticas de pesquisa. Se a ciência é o resultado do confronto. visando criar novos hábitos e um novo olhar para a produção universitária. conse qü en tem en te. A elaboração de trabalhos acadêm icos .. Est as orientações. sob critérios lógicos e com o auxílio da técnica. É neste contexto que se insere a metodologia de trabalhos científicos como instrumento útil e per tin en te para a produ ção do conhecimento. o domínio de conceitos reelaborados. 9 . o domínio da ciência e dos seus métodos para atingir novos patamares de qualidade. (SEVERINO. ou da articu lação. esta publicação traz subsídios à elaboração de textos didático-científicos de forma lógica.do fich amen to. Parece-nos ser esta u ma con di ção in di spe nsáve l ao desen vol vim en to da vi da in te lect ual disciplin ada e produ tiva. A UNIVALI destaca. em todas as disciplinas.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ APRESENTAÇÃO Este conjunto de diretrizes metodológicas é apresentado aos professores e estudantes universitários para o desenvolvimento de t rabalh os didáti co. 2000). Profª Amândia Maria de Borba Pró-Reitora de Ensino . o domínio do saber e da cultura.. Assim.permite ao estudante universitário se exercitar em práticas essenciais à atividade científica: a bu sca. E viden te men te . dos métodos e das técnicas de áreas específicas do conhecimento é uma exigência do ensino superior para vencer o superficialismo e a falta de rigor científico na produção e socialização do conhecimento. conceitual e lógica. a apr endizagem e o desenvolvimen to do trabalho in telectu al exigem conhecimentos de ordem técnica. entre suas finalidades. ao artigo científico . pois todo o conjunto de recursos que está na base do ensino superior não pode ir além de sua função de fornecer instrumentos para uma atividade criadora. o regi st ro e o uso do sabe r já acumulado e disponível para propósitos próprios de construção do conhecimento. pois u m pensamento ou argumento apresentado pelo aluno ou pesquisador sem apoio em processos lógicos pode não passar de uma idéi a superficial.

...10.

11 ..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Parte 1 Elaboração de trabalhos acadêmicocientíficos ..

..12. .

em todas as áreas do conhecimento. de complexidade e sofisticação crescentes. registrar a informação e as . Formular. a competência de maior importância e suas competências subsidiárias: identificar as fontes bibliográficas mais relevantes da área.ler e compreender textos teóricos. mediante a progressiva iniciação do aluno às práticas do trabalho intelectual. a apropriação e o uso do conhecimento técnicocientífico são atividades permanentes na carreira do profissional de nível superior. pela qual o sujeito que desperta começa a ganhar forma. Demo (1996.. redijam. 13 . Ao lado desse fato. sobretudo alcancem a capacidade de formular.compettên ci as r efer enttes ao ttrato da com pet ências refe rent es pe ref eren rato in f i nf orm ação ação: .. A partir daí. Essa iniciação compreende a aquisição gradativa de um conjunto de competências. surge o desafio da elaboração própria. Para tanto parece ser indispensável que os acadêmicos se exercitem..28-29) diz ser fundamental que os acadêmicos: [. contorno. A formação universitária..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1 INTRODUÇÃO A ê nfase qu e vem sen do col ocada nas atividades de pesquisa articuladas ao ensino e à extensão. Por outro lado. um dos desafios que hoje se colocam para a universidade consiste na formação de um profissional capaz de pensar e agir num contexto de alta complexidade – decorrente da natureza dos problemas com os quais nos defrontamos – valendo-se para tanto da capacidade de analisar criticamente a realidade à luz de conhecimentos teóricos e de atu ar com competência de modo autônomo e conseqüente. à sua adequada utilização para a solução dos problemas e à elaboração de novos conhecimentos. de modo a se tornarem não apenas consumidores como também produtores de conhecimento. p. desde os primeiros dias de sua trajetória acadêmica. buscar e adquirir a informação nece ssári a para a re al ização de trabalhos. a perguntar. deve . assim identificadas: . atividade central na vida acadêmica. expressão. no uso de um instrumental teórico-metodológico que lhes possibilite o progressivo domínio das práticas do trabalho intelectual.] escrevam. perfil. a querer saber sempre mais e melhor. sist em at ização e soci al ização do conhecimento deixem de ter no professor seu prin ci pal prot agoni st a e passem a ser compartilhadas por professores e alunos. à medida que se supera a recepção passiva do conhecimento. se faz.. coloquem no papel o que querem dizer e fazer. passando a participar como sujeito capaz de propor e contrapor[. com vistas à elevação do nivel de qualidade dos cursos superiores.se con siderar qu e a bu sca. porque significam propriamente a competência.] Aprende a duvidar. portanto. Esse processo contribui decisivamente para a for mação de prof ission ais cu jo pe rfi l compreende as competências necessárias à busca do conhecimento. Deixa-se para trás a condição de objeto. requer que as atividades referentes à investigação. elaborar são termos essenciais da formação do sujeito.. dada a necessidade de atualização em face aos rápidos avanços da ciência.

São muitos os tipos de trabalhos acadêmico-científicos qu e pode riam se r in cl uí dos em um documento como este. .referentes às práticas de investigação: formular questões e hipóteses. inferir. interpretar criticamente.ligadas à formação de conceitos: fazer distinções e conexões. subsidiariamente.ref er ent es ao raciocín io: iden tif icar proposições. documentais ou outras (fazer resumos. somente será desenvolvido pelos acadêmicos se estes tiverem oportunidades efetivas de exercitá-las de modo gradativo. explicar. definir. Esse conjunto de competências. resenha crítica.competências necessárias à capacidade de elaboração própria: .referentes à capacidade de interpretação: perceber implicações.competências cognitivas: .. . projetos de pesquisa). aut o. respect ivas f on tes bi bl iográfi cas. . ou mesmo o ensaio. projeto e relatório de pesquisa. optou-se pelo fichamento. ou de Metodologia Científica – a criação dessas oportunidades em todas as disciplinas. . demonstrar (ou provar) por argumentação.cor rigir. O texto ora apresentado pretende oferecer. bem como de apresentação de trabalhos acadêmicocientíficos. no entanto. paper. Dessa forma.redigir: progredir do exercício inicial sob a for ma de re sum o. estabelecer relações. artigo cien tífico. . fichamentos. observar.. sistemático e intensivo. relat ór io e mem orial. bem como normas relativas à estrutura e apresentação gráfica de trabalhos acadêmico-científicos. dissertação de mestrado e tese de doutorado.se (ou ref orm ular o anteriormente formulado). extrair significados. papers. . artigos. . E compete ao professor – a todos os professores e não apenas aos professores responsáveis pelas disciplinas de Língua Portuguesa. até ch egar à elaboração de texto próprio (resenhas. No entanto. Na segun da part e são apresen t adas orientações para elaboração e u so de ci tações. de re su m os de ar ti gos e de referências.14.analisar e apreciar criticamente textos teóricos. por se considerar que são os tipos de uso mais freqüente nas várias disciplinas dos cursos de graduação. orientações básicas para a elaboração de trabalhos acadêmico-científicos. os procedimen tos para sua e laboração e organização e sugestões para sua avaliação. A primeira parte do documento trata dos tipos acima mencionados de trabalhos acadêmicocient íf icos: seu conceito e propósitos. parafrasear. . embora t ambém sejam trabalhos acadê micocientíficos. dominar as praxes de citação e de referência. não são aqui tratados.apresentar e discutir temas. t anto a professores como a acadêmicos. referências).

. filosófica. su a compreensão. c) regist rar as re fl exões proporcionadas pelo material de leitura. de textos para aulas. ent ão. da dissertação de mestrado ou do relatório de pesquisa do pesquisador. como o docente e o pesquisador têm de manipular uma considerável quantidade de material bibliográfico. ou. seja ele aluno ou professor. alguns autores.100). para utilização posterior em suas produ ções escri tas. d) organizar as informações colhidas”. A prática do fichamento representa. Assim sendo.. essen ci al par a a elaboração de resenhas. cujo autor é o “fichador”.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2 FICHAMENTO 2. seja na pesquisa científica – como enfatiza Pasold (1999) –. os fichamentos ou relatórios de leitura. a exemplo de Nunes (1997). preferem substituir esse nome pela expressão “relatório de leitura”. a iden tificação das idéias principais e seu registro escrito de modo conciso. palest ras ou confe rências. literária ou mesmo de uma mat éria jornalística. etc. assim. é otimizar a leitura. portanto. além de possibilitar a organização dos textos pesquisados e a seleção dos dados mais importantes desses textos. um importante meio para exe rcit ar a escrit a.. funcionam como método de aprendizagem e memorização dos conteúdos. art igos. de elaboração da monograf ia de conclusão de curso do graduando. Fichar um texto significa sintetizá-lo. coerente e objetivo. A principal utilidade da técnica de fichamento. sejam elas de iniciação à redação científica (tais como os primeiros trabalhos escritos que o estudante é solicitado a produzir). pa pers. p. como também registrada e documentada. o que re qu er a l eit ur a at ent a do text o. monografias de conclusão de curso. o fichamento objetiva: “a) identificar as obras consultadas. na Universidade. cuja informação teórica ou factual mais significativa deve ser não apenas assimilada. Pode-se dizer que esse registro escrito – o fichamento – é um novo texto. De acordo com Henriques e Medeiros (1999. b) registrar o conteúdo das obras. constituindo-se em instrumento básico para a redação de trabalhos científicos. 15 . no caso do professor. A im por tância do fi ch amen to para a assimilação e produção do conhecimento é dada pela necessidade que tanto o estudante. seja na aprendizagem dos conteúdos das diversas disciplinas que integram o currículo acadêmico. Como o fichamento consiste no resultado do trabalho de leitura.1 Conceito O fichamento é uma técnica de trabalho intelectual que consiste no registro sintético e documentado das idéias e/ou informações mais relevantes (para o leitor) de uma obra científica.

no registro documentado do resumo do texto indicado pelo professor. e m qualquer caso. No segundo tipo (b). deve apresen tar os indispensáveis elementos de identificação. que tanto pode ser uma resenha. são os propósitos temáticos de quem estuda as obras consultadas que “comandam” a seleção das idéias. no primeiro tipo de fichamento (a) é o raciocínio. o critério organizador do fichamento será dado pela própria lógica do texto. a argumentação do autor a da obra ou do texto que “comanda” o trabalho de resumo do fichador. um seminário ou um relatório de pesquisa. um artigo. nesse caso o fichamento consiste. a decisão sobre o que retirar de um texto ou de uma obra e registrar sob a forma de resumo ou de citação..2 Seja como técn ica au xiliar da pesqu isa bibliográfica. b) o fichamento que é feito pelo estudante. terá como critério selecionador os “propósitos t emáticos” dados pelo próprio tema da pesquisa e suas ramif icações. São esses propósit os tem áticos que ori ent am o “fichador” quando seleciona idéias. . 2. No segundo caso – fichamento no contexto da pesquisa ou da revisão bibliográfica –. artigos e textos teóricos. No primeiro caso – fichamento como exercício acadêmico –. pelo docente ou pelo pesquisador. Ora. di fer enci a. ou assimilar o conteúdo ou parte do conteúdo de uma disciplina. conceitos..se apen as na su a apresen tação. conceitos ou fatos que interessam resumir ou registrar n os f ichame nt os qu e f ará das obras selecionadas. o simples propósito de resumir o texto é o propósito dominante. nesse caso. mas que. como toda e qualquer pesquisa está centrada num tema. com o propósito de desenvolver as habilidades exigidas para o estudo e assimilação de textos teóricos. no contexto de um a pesquisa ou de u ma re visão bibliográfica. o fichamento praticamente se identifica com o Os propósitos do fichamento r esu mo. Dessa forma. podem ser considerados dois tipos de fichamento: a) o fichamento que é solicitado ao estudante universitário como exercício acadêmico. o fichamento será tanto mais eficiente quanto mais claros forem para o estudante ou para o pesquisador os propósitos desse trabalho. Dependendo dos seus propósitos. o docente ou o pesquisador se propôs. em geral. Assim. com o propósito de registrar sist emat icam en te e docu me nt ar as informações teóricas e factuais necessárias à elaboração do seu trabalho. elementos teóricos ou factuais que integrarão o resumo. qu e pode ser nu ma ficha manuscrita ou numa folha digitada. uma monografia.16. dos quais se falará mais adiante. o fichamento está “a serviço” da pesquisa que o estudante. seja como técnica auxiliar de estudo de obras.

como. 87. pode ser adotado o uso. dependendo das necessidades de quem estuda ou pesquisa. a 2a parte trata da elaboração de dissertação de Mestrado e tese de Doutorado. p. Embora muitos tipos de fichas possam ser elaborados no contexto de uma pesquisa ou de uma revisão bibliográfica. para que a ela se possa retornar caso haja necessidade.cabeçalho: no alto da ficha ou da folha. da UNIVALI Exemplo de ficha bibliográfica . p. após o título geral.. Bibl. 105121) of erecem importan tes orientações práticas sobre diferentes tipos de fichas e sua organização. Leite (1985. .1 Ficha bibliográfica Destina-se a documentar a bibliografia relativa a um determinado assunto.112).. elaborada de acordo com a (NBR 6023:2002) da ABNT. ou seja. etc. A 1a parte da obra contém orientações metodológicas para a elaboração e a apresentação da monografia no curso de graduação de Direito. 42-55) e Pasold (1999.).corpo da f ich a. por exemplo. sejam elas de cartolina ou de papel A-4 (que substituíram as de cartolina pelas facilidades oferecidas pelos micros). p. um título que indica o assunto ao qual a ficha se refere. As fichas. 17 . o con teú do propriamente dito. 207 p. . 1997.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2.referência: o segundo elemento da ficha será a referência completa da obra ou do texto ao qual a ficha se refere. Severino (2000. O seu corpo pode ser constituído de poucas informações. p. Luiz Antonio Rizzatto. 2. como já foi dito. de um subtítulo. breve indicação do conteúdo da obra ou de sua importância para algum aspecto do trabalho que o estudante ou o pesquisador tem em andamento. Manual da monografia jurídica. 35-45). devem conter três elementos: . que variará conforme o tipo de fichamento que o estudante ou pesquisador pretenda fazer.3 Procedimentos São variados os tipos de fichas que podem ser criados. arquivo público.3. Eco (1988. à direita. é importante ainda que conste a localização da obra (biblioteca. São Paulo: Saraiva. Metodologia da pesquisa / Pesquisa bibliográfica NUNES. por serem considerados os mais essenciais. apenas dois tipos de fichas serão a seguir apresentados.

Pode ficar a critério do professor. É importante salien tar que a inclusão de citações no fichamento não significa que este se confunda com um mero exercício de “recorte e colagem” de trechos da obra. citações mais significativas de trechos do conteúdo. 2. dir etas e interligadas. apenas o resumo das idéi as do au tor e n enhu ma citação ou comentário pessoal do fichador. a decisão de incluir. ou seja: – ser sucinto. .18. ao seu final. ou não. O corpo da ficha consistirá no resumo da resumo obra ou da parte da obra que interessa ao fichador. ao solicitar dos alu nos um fichamento. Para sua elaboração. 47-61) para a leitura e resumo de textos teóricos que o leitor encontrará sintetizados à página 21 deste documento.3. juízo de valor destituído de fundamento. bem como distinguir as expressões ou palavras do autor da obra – isto é. – utilizar linguagem clara. resumo conteúdo. dev e o professor ter claro que. e as citações ou seja. para fazer a crítica de um texto – ainda mais quando se trata de um texto teórico – é necessário que o aluno já disponha de um certo repertório. p. Atenção: o exemplo ilustra uma “ficha” de leitura em folha A-4). por exemplo. deverão ser seguidos os passos recomendados por Severino (2000. p. sem o que essa crítica não passará de mera opinião. Pode conter. Assim sendo. sempre entre aspas e com indicação da respectiva página. qu e e xpre sse a interpretação crítica do aluno sobre o conteúdo do texto. Nesse caso.. que deverão estar sempre entre aspas – das expressões ou palavras próprias do fichador. – apresentar uma seqüência corrente de f rases con cisas. A seguir se encontra um exemplo de ficha de leitura. as citações. ou então pode apresentar o resumo que sintetiza o resumo. A organização da ficha deve ser feita de tal modo que permita identificar posteriormente a página da obra onde se localiza esse ou aquele conceito.. contendo apenas resumo e citação (no exemplo. outras formas podem ser adotadas. no entanto. como sugere Hühne (1992. deverá apresentar as características de um resumo de qualidade. Para o estudante ou docente que faz um f ich amen to no con tex to da pesqu isa bibliográfica. – respeitar a ordem das idéias e fatos apresentados. seletivo e objetivo. idéia ou argumento. um comentário sobre o te xto f ichado. O corpo da f icha de leit ur a pode ser organ izado de diferentes maneiras. 6465). transcrições as citações. o que tornaria a ficha mais completa. optou-se por colocar na margem esqu erda da folha o núm ero da página correspondente ao trecho resumido para i dent ificar su a localização na obra. pode ser útil a inclusão no texto das novas idéias que foram surgindo durante a leitura.2 Ficha de leitura Esse tipo de fich a destina-se ao registro sinté tico do cont eúdo (ou de parte do con t eúdo) das obras lidas. objetiva e econômica.

bas eado e m proce ssos quantificáve is que se transform am e m le is e explicações ge rais. (. 199 7.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ M e tod ol ogi a ci e ntífica Pe s quis a q ualitativ a G O LD E NBE RG . o fato social. a pesquis a nas Ciências Sociais "é um a atividade ne utra e o bje tiva. distingue natureza e cultura e de fende proce dim entos m e todo lógicos dis tinto s para se us e studos . S egundo ele. M. Para D urkheim. ex te rno ao indivíduo. Ass im . Via a ciência social com o ne utra e obje tiva. o m étodo das C iências Naturais– e rklär en – "busca generalizaçõe s e a descobe rta de re gularidade s" e o das C iê ncias Sociais – ve rsteh e n – "vis a à com pre ensão inte rpretativa das e xpe riências dos indivíduos dentro do conte xto em que foram vive nciadas". entende que os fatos so ciais não são quantificáveis. se gundo ele.. inde pende da consciência hum ana e deve s er tom ado com o c oisa. A arte de p e squisar: como fazer pe squisa qualitativa e m C iê ncias S ociais. um de se us repres entantes . que busca de scobrir regularidades ou le is . Com te defe ndia a unidade de todas as ciê ncias... pois. que pre ssupõe um a m etodologia própria. O s adeptos da abordage m qualitativa e nte ndem que o m ode lo de e studos das C iê ncias N aturais. não são ade quados à e specificidade das C iências S ociais. ne cessitando ser com pre endido e m s ua singularidade . para e le . po is cada qual tem um sentido próprio.. Dilthey . A socio logia com pree nsiva. suje ito e objeto do conhe cime nto es tão radicalm e nte separados. Rio de Janeiro: Re co rd. 16 Esclare cer o debate e ntre a sociolo gia pos itivista e a sociolo gia co mpree nsiva é útil para s ituar a que stão da utilização de mé todos e té cnicas qualitativos nas C iências Sociais. ) Exem pl o de fic ha de l ei tu ra 17 18 19 Exemplo de ficha de leitura . cujas raízes estão no historicism o ale mão. 19 . em que o pes quisador não pode faze r julgam e ntos ne m permitir que se us preconce itos e crenças co ntam inem a pesquisa".

A obra fich ada ou re sum ida est á corretamente referenciada? . aquele que é solicitado como exercício acadêmico.As idéias principais do texto estão contidas no resumo? .A interpretação crítica (no caso de ter sido solicitada) é pertinente e fundamentada ou justificada? . ou seja.O resumo é sucinto e objetivo? .. 2.O conteúdo do resumo mantém fidelidade ao texto? (ou há deturpação das idéias?) . As seguintes perguntas poderão orientar o professor na avaliação do resumo: .As normas técnicas de apresentação de trabalhos acadêm ico-científ icos foram observadas? .4 Avaliação As orientações para avaliação do fichamento referem-se ao primeiro tipo de fichamento mencionado no item 2.20.O resumo evidencia uma redação própria do alu no? (ou con sist e apenas na ju staposição de u ma sér ie de f rases recortadas do texto?) .O resumo respeita a ordem das idéias apresentadas pelo autor do texto? .A linguagem utilizada obedece a norma culta? .2..

Quando realizada como um trabalho acadêm ico. A resenha de obras científicas é. de um modo geral. além do conhecimento especializado do tema. a resenha deve conter: – o resumo das idéias principais da obra. ou seja. novos conhecimentos. Portanto. feita por cientistas que. que a resenha possibilita. t em o propósito de exercitar a capacidade de compreensão e de crítica do estudante. dest acando a cont ribu ição do aut or: abordagem inovadora do tema ou problema.1 Conceito A resenha crítica consiste na apresentação sucinta e apreciação crítica do conteúdo de uma obra. o profissional ou o estudante pode decidir sobre a conveniência ou não de ler (ou adquirir) a obra. A resenha crítica tornou-se importante recurso para os pesquisadores e.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3 RESENHA CRÍTICA 3. compreende o resumo e o comen tário de u ma obra científ ica ou literária. 21 . 3. artística ou cultural em seu campo de interesse. . têm condições de emitir um juízo crítico. – uma apreciação crítica das informações apresentadas e da forma como foram expostas e de sua avaliação.. em geral. prin cipal me nt e. – uma justificativa da apreciação realizada. para as pessoas cuja atividade profissional ou de est udo requer inf ormações sobre a produção científica.. novas teorias. da explosão de conhecimentos característica da sociedade contemporânea. A resenha deve levar ao leitor informações objetivas sobre o assunto de que trata a obra. em decorrência.2 Propósitos Mediante a leitura do resumo da obra e de sua avaliação.

– Conclusão do autor o autor apresenta (ou do autor: não) conclusões? Caso apresente. local.22.a crítica do resenhista. títulos. . estudantes? Nem sempre é possível ou necessário dar resposta a todas as pergu ntas ou iten s relacionados acima. figuras. As diretrizes metodológicas que seguem. (As perguntas seguintes são orientadoras: de que trata a obra? O que diz? Qual sua característica principal? Requer conhecimentos prévios para entendê-la?).)? e) a quem se destina a obra: grande público. exemplos. p. de com pe tên cias de l eit ura. análise e interpretação de textos científicos. 3. coere nt e. gráficos.3 Procedimentos A resenha crítica deve abranger um conjunto determinado de informações. 51-57). político. 245-246): – Referência autor(es).. Para fins de t rabalh os acadê micos. o título deverá guardar estreita relação com algum atributo ou idéia mais destacada da obra. – Res umo da obra resumo das idéias Resumo obra: principais. especialistas. têm o propósito de organizar. desenhos. de modo a cumprir sua finalidade. quais são elas? Onde se encontram (no final da obra ou no final dos capítulos)? – Quadro de referências do autor a que Quadro referências do autor: corrente de pensamento o autor se filia? Que teoria ou modelo teórico apóia seu estudo? – Crítica do resenhista (apreciação) (apreciação): a) como se situa o autor da obra em relação é inovadora? c) quanto ao estilo: é conciso.o resumo da obra. objetivo. número de páginas. econômico.: O resenhista poderá (ou não) dar um título a sua resenha. A elaboração de uma resenha crítica requer a aquisição gradativa. edição. etc. criativas? A abordagem dos conhecimentos . sistematizar a abordagem de às escolas ou correntes científicas ou filosóficas. baseadas em Severino (2000. Referência: editora e data de publicação. título. . p. bem como da finalidade ou destino da resenha. pr eciso? A li ngu agem é correta? d) quanto à forma: é lógica. cargos exercidos. segundo a percepção do resenhista. descrição breve do conteúdo dos capítulos ou partes da obra. profissional ou especializada. .. Obs. – Credenciais do autor informações gerais do autor: sobre o autor e sua qualificação acadêmica.a referência (aqui pode ser dispensado o item sobre preço da obra). no ent an to. preço. obras publicadas. o que muitas vezes depende da obra resenhada. sistematizada? Utiliza recursos explicativos (ilustrações. histórico. etc.? b) quan to ao mérito da obra: qu al a con tr ibui ção dada? As idéi as são originais.as conclusões do autor. em relação ao contexto social. se optar por intitular. O roteiro a seguir baseia-se no modelo apresentado por Lakatos e Marconi (1991. .seu quadro de referências. claro. são indispensáveis os seguintes tópicos: . pelo estudante.

os dados sobre a obra. do texto para identificar seu plano geral. de um modo geral. seu autor. validade e con tribui ção à discussão do problema. constitui uma etapa do trabalho de elaboração da resenha.Texto a referência bibliográfica da obra Te Texto: resenhada deverá ser apresentada no início do texto. A análise crítica o estudante formula um análise crítica: análise crítica A análise temática procura interrogar e análise temática: temática identificar do que fala o texto e qual o tema de que se trata: como o autor problematiza o tema? Que posição assume? Como expõe passo a passo seu pensamento. buscar dados sobre o autor. o qual.. pela maneira como o autor desenvolve e aprofunda o tema. obrigatoriamente. . os aspectos teóricos. A redação da resenha obedecerá. quer dizer. em geral. avaliando o texto pela sua coerência interna. a seqü ência dos elementos relacionados no item 3. como se pr oce ssa seu raci ocí ni o e argumentação? Qual é a idéia central? Quais as idéias secundárias? As análises textual e temática servem de base para a elaboração do resumo. associação e/ ou comparação com as idéias temáticas afins e com os autores que tenham desenvolvido a mesma ou outra abordagem do tema. explora sua fecundidade e mantém um diálogo com o autor. como de outros trabalhos acadêmicos. . procura tomar uma posição a respeito das idéias enunciadas. Procura estabelecer uma aproximação. Deve ser elaborada segundo o modelo constante do Apêndice B.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ textos teóricos. sucinto e de fácil leitura..3 acima. a resenha deve apresentar a seguinte estrutura: . 3. bem como a avaliação crítica do resenhista. sobre o vocabulário (conceitos. 23 .Folha de rosto: é a folha que apresenta os Folha rosto: elementos essenciais à identificação do trabalho. o resumo do conteúdo. I sso n ão si gn if ica qu e o t ext o dev a. m arcar e esquematizar as idéias relevantes. A análise textual etapa em que o estudante análise textual: textual A análise interpretativ a: o estudan te anális e interpretativa: faz uma leitura atenta. no entanto. tanto como preparo para a elaboração de resenhas. alcance. trabalho acadêmico distinto da resenha. juízo crít ico. termos fundamentais à compreensão do t exto). porém corrida. os aut ores cit ados. Avalia também sua originalidade. ou seja. n um a seqüên cia adequ ada.4 A apresentação da resenha Como trabalho acadêmico. com vistas a obter o melhor proveito de seu estudo. compondo um texto harmonioso. subdividir-se mediante o uso de subtítulos de acordo com aqueles elementos. aparecem. nas resenhas de boa qualidade.

o su mári o é e lem en to dispensável. Quanto à apresentação gráfica.O posici onamen to (te ór ico. devem ser seguidas as orientações comuns aos demais trabalhos acadêmicos.Aponta as características mais relevantes da obra? ..ci entíf icos f oram observadas? . social) do autor é discutido? .As conclusões do autor são comentadas/ discutidas? . polí tico.A apresentação das idéias prin cipais é sucinta e objetiva? .5 Avaliação As seguintes perguntas poderão orientar o professor na avaliação da resenha: .Referências caso o resenhista tenha se Referências: Referências valido de outras obras para fundamentar a análise da obra resenhada..a resenha apresenta as idéias principais da obra? .A linguagem utilizada na resenha respeita a norma culta? . esse item é obrigatório.As informações sobre o autor são suficientes para sua identificação? . .As normas técnicas de apresentação de trabalh os acadêmico.A obra está corretamente referenciada? . Sendo a resenha um trabalho acadêmico geralmente pouco extenso e pouco ou nada subdiv idido. dev endo ser organ izado segundo a NBR 6023:2002. econômico. 3.24.A crítica do resenh ist a é pertin ente e fundamentada ou justificada? .

Na elaboração de um paper.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 4 P APER . Esse tipo de trabalho também auxilia o desenvolvimento da capaci dade crít ico. como os artigos científicos.an alít ica e da criatividade do aluno. promover o debate em torno de um assunto. 4. estudos de caso ou participação em palestras. O p aper pode ser usado para consolidar conteúdos trabalhados nas unidades de uma disciplina (atividade curricular). o professor pode solicitar ao aluno a elaboração de um posicionamento pessoal com o for ma de av aliar a aprendizagem individual. o autor desenvolve análises e argumentações. pois requer que este expresse sua interpretação e compreensão do assunto apresentado. de resultados de estudos ou pesquisas cient íficas.2 Propósitos No contexto da f ormação acadêmica. position paper ou posicionamento pessoal é um pequeno texto sobre tema prédeterminado. opiniões de especialistas. júri simulado. pelo au tor. fatos ou situações relacionados a assuntos pertinentes a uma área de estudo. E m algu ns casos. com base na análise de pontos e contrapontos de diferentes autores ou obras estudadas pelos alunos. Sua elaboração consiste na discussão. a el aboração do posicion am en to pessoal gera ou tr as produções acadêmicas. o objet iv o do p a pe r é e stim ul ar o aprofu ndame nt o de um de ter min ado assunto. artigos especializados ou de informação geral. exercitando a linguagem científica na elaboração de um texto.1 Conceito O paper. Além disso. . podendo considerar.. POSITION PAPER OU POSICIONAMENTO PESSOAL 4. também. dentre outros tipos de publicações. 25 . pode ser articulado a outras estratégias de ensino utilizadas na disciplina: após a realização de seminários.. com objet ivi dade e clare za.

d) sí nt ese con cl usi va. A apresentação gráfica do paper. a part ir dos qu ais será desenvolvido o paper. 4. . lev an tan do argum en tos. f il mes. o pa per deve apresentar em sua estrutura. entretanto.As conclusões são apresentadas de forma clara e objetiva? . deixando-se claro. sistematizando-se determinadas etapas. Isso significa que o texto é redigido sem divisões em subtítulos. o encadeamento entre as idéias iniciais. re met en do aos propósitos expressos na apresentação. As referências utilizadas no trabalho devem ser apresentadas separadamente.A análise das idéias é coerente/consistente? .A linguagem utilizada obedece a norma culta? . segue os padrões descr itos no t ópico 5 da Part e II dest e docu men to r ef eren te às norm as de apresent ação de trabalhos cient íficos e acadêmicos. pode (ou mesmo deve) conter citações diretas e/ou indiretas que sustentem os argumentos do autor em relação ao tema em discussão.. a análise do assunto e as conclusões do seu autor. c) discu ssão dos pon tos r elev ant es. Além disso..Há lógica na organização geral do texto? .As críticas e os argumentos apresentados são fundamentados ou justificados de modo consistente? . as etapas de introdução.Leitura: exploração e leitura de materiais relacionados ao tema.. artigos. desenvolvimento e conclusão. tais como: textos.Planejamento do pa per: compreende a elaboração de um roteiro ou esquema com as prin cipai s i déias ref ere nt es a: a) apresentação do assunto e propósitos do p ap er . Os aspectos a serem considerados quanto ao conteúdo abrangem: . b) destaque dos pontos mais r elev ant es. 4.26. de forma articulada. et c. exemplos ilustrativos e mencionando idéias comuns ou contrárias de outros autores. ao final do texto. como todo t rabalh o acadêmico.O assunto/tema em discussão é analisado com profundidade? . registros ou anotações de palestras. Como todo trabalho acadêmico.As normas técnicas de apresentação de t rabalh os acadêmi co.cien tí fi cos são respeitadas? .4 Avaliação Para avaliar um trabalho do tipo paper podese buscar respostas para questões como: .as principais idéias dos autores que serviram de base para o paper (quando for o caso) são apresentadas no texto? .3 Procedimentos Para a elaboração do p ap er é pr eciso considerar critérios relacionados ao conteúdo e à forma.

dissertações ou teses.aprofundar ou dar continuidade à análise dos resultados de pesquisas. ao apresentar de forma completa.1 Conceito O artigo científico consiste em um texto que apresenta. .. discute e divulga idéias. os procedi me nt os de u ma pesqui sa. processos e resultados de pesquisa cien tí fi ca (bi bl iográfi ca. . ou repitam a experiência – confirmando ou não seus resultados –. buscando a r esolu ção satisfatória ou a explicação à controvérsia gerada. Sua publicação em periódicos especializados é uma forma de divulgação do conhecimento produzido no meio científico e acadêmico.resgatar ou refutar resultados controversos ou que caracterizaram erros em processos de pesqu isa. .aprofundar discussões sobre assuntos já estudados e que pressupõem o alcance de novos resultados. esse tipo de trabalho também pode ser elaborado com os seguintes propósitos. No contexto da formação acadêmica. o aluno inicia uma aproximação aos conceitos e à l ingu agem cien tífica qu e necessitará desenvolver no momento da elaboração do trabalho de conclu são de curso. como monografias. difere de trabalhos científicos. ou nela se baseiem.estudar temáticas clássicas sob enfoques contemporâneos. o artigo científico pode abordar conceitos.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 5 ARTIGO CIENTÍFICO 5. o artigo científico tende a ser usado como estratégia de en sin o para o desenv olvi men to da capacidade de síntese das experiências de pesquisa realizadas pelo aluno. . p. Isso permite que outros pesquisadores. teorias ou mesmo hi pót eses de form a a di scut i. ampliando as discussões e o conhecimento sobre o assunto e inspirando novas pesquisas. 5. experimental ou de campo). O artigo científico. os propósitos. docu men tal. 88): . o artigo é produzido para divulgar resultados de pesquisas científicas. possibilita ao leitor avaliar a pesquisa realizada.discutir aspectos de assuntos ainda pouco estudados ou não estudados (inovadores). .. métodos e técnicas. Além desses objetivos. de acordo com Marconi e Lakatos (2001.2 Propósitos De um modo geral. Entretanto. Ao produzir o artigo.los ou pormenorizar aspectos. 27 . idéias. a partir de novos enfoques ou perspectivas. a metodologia empregada por seu autor e os resultados obtidos. Por sua reduzida dimensão e conteúdo. embora sucinta.

No desenvolvimento (corpo do artigo). e descrição dos métodos. conceitos.. No tópico das considerações finais. mater iais. relacionando-os aos objetivos propostos na introdução. em primeiro lugar. que se constitui como dedução lógica do estudo.. ainda. se for o caso. a elaboração deste plano é útil. de fichamentos. resul tados (apre se ntação e avaliação dos dados encontrados. De acordo com Leal (2001. o artigo científico deve apresentar a estrutura básica que caracteriza todos os tipos de trabalhos científicos ou acadêmicos: introdução. para sistematizar a comunicação a ser feita. independente de ter propósitos distintos. .102).sistematize um roteiro básico das idéias. deve ser estruturado da forma a seguir descrita. a análise e a crítica de conteúdos teóricos e de idéias de diferentes autores. por fim.reún a as inf ormações e conhecimentos necessários por meio de leituras (textos e documentos). dest acam. formular críticas sobre um determinado tema à luz de pressupostos t eór icos ou de evidências empíricas já sistematizadas. comparando-se com outros estudos já realizados. teorias. uma síntese da metodologia utilizada na pesquisa. discussão e análise (confronto entre os resultados obtidos na pesquisa e o conteúdo abordado nos referenciais teóricos). desenvolvimento e conclusão. porém de forma breve e sintética. 5. Todavia. O texto contém a exposição e a explicação das idéias e do mat erial pesqui sado e pode ser subdividido da seguinte forma: referenciais teóricos da pesqu isa (apresen tação de con cei tos si st emat izados com base na lit eratu ra). é necessário observar os propósitos do trabalho a ser elaborado (vide item 5. A elaboração de artigos estimula.2). a justificativa do trabalho e suas limitações. destacando os aspectos a serem enfatizados no trabalho. p. podendose utilizar tabelas e ilustrações). fazer comparações. fatos ou outros estudos. . contribuindo para que o aluno aprenda a sintetizar conceitos. Por out ro l ado. Podem ser incluídas sugestões ou recomendações para outras pesquisas. A introdução apresenta o assunto do artigo – tema da pesquisa – e seus objetivos. seguidos da indicação das partes principais do tema e suas subdivisões e.se os seu s re sul tados. Já no caso do artigo constituir-se como uma produção ou comunicação escrita sobre idéias.28. são apresentados os dados do estudo. técn icas e equi pam ent os uti lizados). aspe ct os me todológicos (caracterização da pesquisa e da população. iniciando com a apresentação geral do assunto e dos propósitos do artigo. explicando e avaliando os resultados. registros de observações ou evidências factuais.3 Procedimentos quanto à elaboração Em termos de procedimentos para a escrita de um artigo científico. é preciso que o autor: . Quando o artigo se refere à comunicação de resultados de pesquisa. evitando que o autor se perca durante a elaboração.

2001. se min ários. também.ao apresentar o artigo – na introdução –.4 Procedimentos quanto à forma de apresentação A apresentação do artigo científico para publicação científica impressa deve seguir as orientações da NBR 6022:2003. et c. além de descre ver os objet ivos e os fundamentos que orientam o trabalho. Devem ser evitadas as gírias. Ao f in al da int rodu ção dev e apresentar. destacando sua importância teórica ou prática. precisão. pois. deve o autor dividir o tema em discussão.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ também auxilia como recurso pedagógico para reflexão e organização lógica das idéias a serem abordadas. O artigo científ ico deve ser redigido com objetividade. A definição do título do artigo deve corresponder. bem como os limites do artigo quanto à extensão e à profundidade (LEAL. . correse o risco de comprometer a aprovação do artigo. cujos títulos devem ser curtos e adequados aos aspectos mais relevantes do conteúdo. mencionar eventuais implicações ou efeitos a partir do conteúdo apresentado. relacionando-as com os objetivos previamente estabelecidos.no desenvolvimento do artigo. É pre ci so ev it ar. 29 . Caso se trate de artigo a ser apresentado em eventos (congressos. é conveniente que o autor contextualize o tema. ainda.” (LEAL. sugerindo a continuidade das discussões a respeito. o autor apresenta uma síntese das principais idéias trabalhadas no corpo do artigo. É n ecessário qu e as referidas partes e respectivas idéias estejam articuladas de forma lógica. coerência e estrita observân cia das regras da norm a cu lta.106). convém observar também os critérios e modelos estabelecidos por seus organizadores e/ou editores. ao conteúdo desenvolvido. Pode. subdivisões e títulos do artigo não garantem a sua consistência ou i mportância.103). motivando para a leitura. expressões coloquiais e que contenham juízos de valor ou adjetiv os desn ecessários. de forma adequada. porém . conferindo “ao con ju nt o a in di spensáv el u nidade e homogeneidade. textuais e pós-textuais. . caso isso não aconteça. . 2001.). Vale ressaltar que as divisões. para uma maior clareza e compreensão por parte do leitor. p. Também é preciso evitar explicações repetitiv as ou supérfluas. as expectativas em relação a ele. o que pode prejudicar a sua compreensão. o e xce sso de subdivisões. 5. p.na conclusão. ao mesmo tempo em que se deve cuidar para que o texto não seja compacto em demasia. a forma como o artigo está organizado. A estrutu ra de artigos cien tíficos compreende elementos pré-textuais... .

. precedendo o resumo em língua estrangeira. . o desenvolvimento e a conclusão.1 Elementos pré-textuais .4. após os elementos pós-textuais. 5. ou. . . elaborado de acordo com a NBR 6028:2003 (seção 2 da Parte II deste documento). assim como os endereços postal e eletrônico.2 Elementos textuais Os el ement os textu ais compreendem a introdução..Resumo na língua do texto.Palavras-chave na língua do texto.30. o currículo. Segundo a NBR 6022:2003. podem ser dispostos em rodapé indicado por asterisco na página de abertura (vide modelo do Apêndice E). . 5.Nome do(s) autor(es) acompanhado(s) por breve currículo qualificando-o(s) na área de conhecimento do artigo. diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos e na língua do texto. são apresentadas em relação única e consecutiva e numeradas com algarismos arábicos. .3 Elementos pós-textuais . já detalhados na seção 5.Resumo em língua estrangeira (obrigatório): consiste na versão do resumo na língua do t ext o para idi om a de di vu lgação internacional (vide seção 2 da Parte II deste documento). cuja apresentação também deve observar a NBR 6028:2003 (seção 2 da Parte II deste documento). onde também são colocados os agradecimentos do(s) autor(es) (caso sejam necessários) e a data de entrega dos originais. . diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos.Título e subtítulo (se houver) em língua estrangeira. 5. então. .Título e subtítulo (se houver) figuram na página de abertura do artigo.Glossário (opcional): deve ser organizado em ordem alfabética. .Nota(s) explicativa(s) (elemento opcional): caso existam.4.4.3. .Referências (obrigatório): elaboradas de acordo com a NBR 6023:2002 (vide seção 3 da Parte II deste documento).Palavras-chave em língua estran geira (obri gatório): consist e n a versão das palavras-chave na língua do texto para a m esma lín gu a do re sum o em lí ngua estrangeira (vide seção 2 da Parte II deste documento).

que complementa.coerên cia en tre as in formações e no encadeamento do raciocínio lógico. então. siglas. ilustrações e tabelas (seção 5). o lei tor encon trará ori ent açõe s sobre elaboração/emprego de citações (seção 1). equações e f órmulas. 5.: ANEXO B . . justificativa e importância do artigo. os artigos científicos são elaborados por alunos que se encontram em fase final do curso de graduação. .4.identificação dos limites do artigo (definição do foco do artigo e dos aspectos que não serão abordados). Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas..4 Indicativo dos tópicos (seções) do artigo científico Os títulos das partes ou seções que dividem o texto de um artigo cient ífico devem ser alin hados à esqu erda. .4 da Parte II deste documento). as suposições devem ser claras e justificadas. coerente e adequado aos propósitos do artigo. FEITOSA. muito embora nada impeça que o professor os solicite em etapas anteriores. Observação: na Parte II deste documento. . . precedi dos por numeração progressiva.5 Avaliação O artigo científico pode ser avaliado segundo inúmeros critérios.Questionário). complementar ao seu trabalho. decorrentes dos objetivos propostos pelo professor.: APÊNDICE A . . podem ser descritos vários critérios (AMR1 .Apêndice(s) (opcional): texto ou documento elaborado pelo autor.referencial teórico claramente identificado.. seguidas de trav essão e respectiv o t ítu lo (Ex. . 2000). tais como: a) Quanto ao conteúdo: . .ausên cia de salt os de raci ocí nio na 1 American Management Review (periódico americano que apresenta diretrizes básicas para revisão de artigo s científicos).apresentação de suposições (hipóteses) su ste nt adas em t eori as e cr enças consideradas verdadeiras a part ir do paradi gm a do qual se ori gi nam. sociedade). 1999. seguidas de travessão e respectivo título (Ex. Normalmente.Estrutura organizacional da Empresa Alfa). .demonstração de conhecimento suficiente sobre o assunto. 31 . 2001. Para a avaliação de artigos científicos. organização. SEVERINO. conforme a NBR 6024:2003 (vide seção 5. são identificados por let ras maiúsculas consecut ivas.Anexo(s) (opcional): texto ou documento não elaborado pelo autor do trabalho. adequando-o às possibilidades e recursos já desenvolvidos por seus alunos.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . . 5.ausência de dispersão ou de redundância das informações/conteúdos.clareza na especificação das unidades de análise (como por exemplo: indivídu o. comprova ou ilustra seu con teúdo.clareza na apresentação dos objetivos.

uso/seleção de literatura pertinente à análise.demonstração de argumentos ou provas suficientes para apoiar as conclusões. .uso adequado de exemplos complementares para clarificar o significado do texto. .objetividade.linguagem acessível. .ori gin ali dade e i novação do assun to abordado. . ou de um conceito para outro. . . . . -\ ar ticu lação e nt re su gestõe s ou r ecomen dações e as di scu ssões apresentadas no texto.coerência e padronização dos termos técnicos. passagem de um parágrafo para outro. .elementos de transição entre parágrafos adequ ados ao sentido e à lógica dos conteúdos. . b) Quanto à forma: . un idade e art icu lação (encadeamento lógico). do t ext o .adequação do título ao conteúdo. . precisão e coerência na escrita do texto. . sem duplo sentido.resumo claro e informativo.afirmativas unívocas.uso fiel das fontes mencionadas no artigo.atendimento aos objetivos propostos. . . com a corr eta r elação com os f atos analisados.u so corret o de ci tações devidam ente referenciadas. ..post u ra ét ica n o tr at o do t em a e desenvolvimento da análise (imparcialidade e equilíbrio).observância das normas de apresentação de um artigo.32. .elaboração de análise e síntese diante de concei tos teór icos sem elh an te s e/ ou divergentes.. .observância das regras da norma culta.

2 De scrição minuciosa e circunstanciada dos fatos ocorridos na gerência de administração pública ou de sociedade. pois os termos minuciosa e circunstanciada são usados para qualificar a descrição. viagens de estudo.1 Conceito A compreensão do que é um relatório pode começar pelo exame das definições que os léxicos of erecem . com vistas a um conjunto bastante v ariado de propósitos pedagógicos. n ão é abordado n este documento. o qual. 33 . etc. então. embora seja um dos principais trabalhos acadêmico-científicos comumente realizados n a un iversidade. ou mesmo por não serem muito difundidas orientações para sua elaboração. al go qu e f oi realizado). geralmente relacionados a atividades práticas – visitas. após terem sido desenvolvidas. em diversas disciplinas.. esse t ipo de tr abal ho acadêmico por vezes tem sua elaboração negligenciada. seja no seu conteúdo... observação de eventos. Vale sali en tar o det alham ent o com o u ma característica do relatório. s obre a s eqüê ncia d e um acontecimento qualquer. O relat ório de que se trata aqu i é uma modalidade de trabalho escrito que não se confunde com o relatório de pesquisa – esse destinado exclusivamente à comunicação dos resultados de uma pesquisa científica –. 4 Parece r ou exposição de um voto ou apreciação.. na sua organização ou apresentação. até mesmo de um objeto. são complementadas ou concluídas pelo relato de sua realização. talvez por ser con siderado um t rabalho “ pequen o” ou “rápido”. Embora seja utilizado com fr eqü ência. uma narração. de menor importância. – as quais. exper imen tos ou testes de laboratório. 3 Exposição por escrito sobre as circunstâncias em que está re digido um docume nto ou proje to... descrição ou exposição de um evento qualquer (algo que ocorreu e foi obse rvado.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 6 RELATÓRIO Incluiu -se o rel atório en tre os t ipos de trabalhos acadêmico-científicos por ser uma modalidade de trabalho escrito solicitada com alguma regularidade ao aluno de graduação. em pelo menos uma das definições. Em Michaelis (1998. aplicação de uma determinada técnica. ordinariamente por e scrito . [. realização de uma intervenção ou procedimento especializado. . acompanhado dos argume nto s que militam a favor ou contra a sua adoção. p.1808) encontram-se as seguintes: 1 Exposição.] Relatório é. relação. de uma prática ou de um conjunto de práticas. fatos ou objetos [. 6.] 6 Qualquer exposição pormenorizada de circunstâncias.

a preocupação maior deve estar voltada para a eficiência da comunicação. a elaborá-los. produtos ou tecnologias. cuja síntese. é preciso também sermos capazes de fazer com que outras pessoas entendam o que estamos f azendo.2 Propósitos Rel at ór ios podem te r os m ais di versos propósitos: descrever ampla variedade de atividades realizadas. tratam de assunto de certa complexidade e apresentam conclusões ou recomendações fundamentadas em dados. tem forma de apresentação rigorosa. que já requerem uma apresentação técnica. tais como. de uma obr a ou sobre as ativ idade s de u ma administração.20) aconselha: “ Não bast a term os u ma boa idéia ou executarmos um bom trabalho. Dessa forma. SEVERINO. observações de campo. expor conhecimentos aprofu ndados sobre uma determinada instituição. na elaboração de um relatório.. durante a sua formação. relatórios s emi-informais de alguma relatórios semi-informa is extensão (5 a 15 páginas ou pouco mais). vistorias. elaborada segundo os propósitos deste documento. Inicialmente. of erecer informações e análises sobre empresas. podem apre sent ar difer ent es n ívei s de formalidade. porqu e o fazemos e com que resultados”. por conseguinte. é importante que o acadêmico aprenda. avaliações. como. em campo. p. mercados. medições. as autoras classificam os relatórios quanto à estrutura e à função.3 Tipos de relatórios Flôres. um documento através do qual um profissional ou acadêmico faz o relato de sua própria atividade ou do gr upo ao qu al perte nce. LAKATOS. etc. pois como profissional certamente será solicitado a fazê-lo. 6. O relatório é. viagens. 1999. apresenta-se a seguir. auditorias. (MARCONI. Quanto à estrutura (partes componentes). Considerando o largo uso de relatórios nos diversos campos de atividades profissionais. qualquer que seja seu tipo.168193) apresent am uma ú til t ipologia de relatório. de um único assunto. trata de assunto complexo e se destina a grandes audiências.34. . informar sobre o andamento de um projeto. entre esses dois extremos estariam os emi-informais. 6. têm poucas páginas (às vezes uma única) e uma apresentação breve.. A esse respeito.. Barrass (1986. por exemplo. inspeções. Olímpio e Cancelier (1992. O obje tivo é comunicar ao leitor a experiência acumulada pelo autor (ou pelo grupo) na realização do trabalho e os resultados obtidos. procedimentos técnicos. 2000). visitas. em diferentes situações. p. ou ainda descrever atividades realizadas em laboratório. desde o relatório formal – formal aquele que segue todas as normas de um trabalho técnico. o relatório de uma Secretaria de Estado – até o relatório informal que trata informal. verificações. sobre áreas promissoras do mercado e tecnologias emergentes. etc.

Os relatórios informativ os transmitem relatórios informativos in f or mações sem an al isá-l as ou f azer recomen dações. .4 Procedimentos A estrutura e a organização de um relatório serão variáveis assim como são variáveis os tipos de relatórios. portant o. Os relatórios analíticos são aqueles cujo analíticos propósito consiste em an alisar f atos ou inf orm açõe s e apresent ar conclusões e recomendações como dedução da análise realizada. pode ser periódico (mensal.relatório informativo de progresso trata informativo de progresso: progresso do andamento de uma atividade ou ação. dos semi-informais) obedecerá às orientações constantes do t ópico 4 Estrutura de trabalhos acadêmico-científicos e sua apresentação gráfica obedecerá. por exemplo. etc. para isso são úteis três perguntas: . A elaboração de um relatório se inicia por uma reflexão sobre sua finalidade.por que deve ser relatado? Esta pergunta au xil ia a de ci dir se o re latóri o ser á informativo ou analítico e a esclarecer aspect os rel at iv os à abordagem e t ratame nt o das i nf orm ações e/ ou con clusões e recomendações a serem apresentadas. A seguir apresentam-se dois roteiros possíveis para o corpo do relatório com a ressalva relatório. seja qual for o tipo de relatório. de v isit a e os relat órios administrativos.. 35 . da Parte II deste documento. informal ou semi-informal). . semestral.. anual) ou abranger um período de tempo maior. nível de complexidade e aprofundamento do conteúdo. em decorrência de seus objetivos e destinação. ..para quem deve ser relatado? Esta pergunta pode ajudar a decidir quanto ao tipo de relatório (formal. 6. ou em data previamente estabelecida (ex. nessa modalidade encontram-se os relatórios de v iagem.Aprese nta çã o g ráfica d e trabalhos acadêmico-científicos. 1º Roteiro A – Elementos pré-textuais (conforme tópico 4 da Parte II) . são pouco extensos e. de que a estrutura dos relatórios formais (e. os relatórios podem ser informativos e analíticos. .o que deve ser relatado? Da resposta a esta pergun ta resu lt a u m rot eiro ou esquema do conteúdo do relatório. se for o caso. demarcado. estilo da redação. Subdividem-se em: . as normas contidas no t ópico 5 .relatório informativo narrativo faz o relatório relatório informativo narrativo: registro de ocorrências ou eventos.relatório informativo de posição ou de ou de relatório informativo de ou status: status descreve ocorrências ou fatos relativos a um determinado momento. inf ormais ou semi -in form ais. pelo início e término de uma determinada ação ou projeto.: relatório sobre a situação dos estoques de uma empresa).UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Quanto à função.

36. os elementos prétextuais poderão ser limitados ao mínimo indispensável: se o relatório tiver 2 ou 3 páginas.. A melhor maneira de relatar a seqüência de desenvolvimento de uma atividade é cuidar para que a exposição seja clara. B – Elementos textuais: 1 Dados de identificação . deve conter um sumário.o quê: identifica a atividade realizada. 2 Finalidade da atividade 3 Descrição da atividade 4 Conclusões/recomendações 5 Assinatura do(s) autor(es) C – Elementos pós-textuais Referências (caso existam) Apêndices / Anexos Qu an do se t rat ar de u m rel at ório de experiências realizadas em laborat órios. Nota-se que. sugere-se a estrutura a seguir. sendo o sumário dispensável. 2° Roteiro 1 Dados de identificação 2 Descrição do problema 3 Aparelhagem ou equipamento 4 Procedimento(s) 5 Resultado dos testes 6 Análise dos resultados 7 Conclusões Referências Apêndices / Anexos É importante lembrar que o roteiro do relatório deve ser adaptado às necessidades da disciplina ou aos propósitos da atividade realizada. . . o estilo simples. Os roteiros aqui apresentados acima são sugestões para que o professor possa. preciso e objetivo. marcado pelo uso de termos técnicos adequados. além da folha de rosto. criar o modelo de relatóri o que mel hor con tem ple as necessidades de formação do seu aluno. aparel hos ou si stem as. pela correção da linguagem.. construção/teste ou verificação de máquinas. detalhes desnecessários.quando e onde: identificam o local e a data em que a atividade relatada foi realizada. conforme a extensão do relatório. com maior número de páginas. qu e pode se r caracterizado como um relatório do tipo informal ou semi -inf orm al. pela ausência de períodos longos. adjetivação excessiva. basta a folha de rosto. a partir dessas idéias.

que tanto pode ser usada pelo acadêmico para verificar se seu trabalho está bem feito. notas e referências. como pode ser um roteiro adequado para que este avalie os relatórios elaborados por seus alunos.. afastando o supérfluo ou não-pertinente? . e seu sumário reflete isso? . . etc.O relatório se limita ao essencial.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 6. antes de entregá-lo ao professor.O título do relatório diz explicitamente do que ele trata? . 37 .O plano do relatório permite conduzir o leitor por meio de uma demonstração eficaz..5 Avaliação Para assegurar que nada tenha sido esquecido na versão final do relatório.É escrito em um estilo simples e preciso? . Laville e Dionne (1999) sugerem a seguinte verificação. se hou ver.As t abel as e f iguras. com seus títulos e legendas? .) são aplicadas de forma metódica e homogênea? .O leitor encontra nele todas as informações e referências de que precisa para assegurarse da boa condução da testagem ou da atividade realizada? . são apresentadas de maneira uniforme.As regras de apresentação (citações.

...38.

ret ratando a subjetividade. o memorial tem o propósito de fornecer informações para o julgamento qualitativo do candidato. como também para o ingresso ou para o exame de qualificação de cursos de pósgraduação – notadamente os de doutorado – de muitas universidades. e constitui um relato crítico. as motivações e as escolhas que o lev aram a construir um a det ermin ada história profissional.2 Propósitos Quando elaborado para fins de concurso de ingresso ou de promoção na carreira. principalment e. É elaborado com base numa percepção qualitativa e significativ a do caminh o percorrido que caracteriza a história do autor. ainda. o relato destaca os trabalhos de pesquisa. precisarão. de caráter avaliativo – autoavaliativo – um pouco confessional. ou se habilitar a promoções na empresa ou instituição a cujos quadros pertençam. pelo desejo de oferecer ori ent ações sobr e sua elaboração aos acadêmicos. portanto. Consiste. ou ai nda para f in s de concorr er a u ma premiação. ensino e extensão realizados – bem como de sua vida profissional como um todo e das perspectivas que percebe ou planeja para a continuidade de seu trabalho no futuro. podendo esboçar. os resu ltados qu e espera alcançar. O memorial compreende a explicitação da intencionalidade do autor. os quais. em um relato circu nstanciado. conforme as circunstâncias. marca de todo trabalho acadêmico. m inu cioso e analí tico das at iv idades profissionais desenvolvidas pelo autor – no caso daqu eles qu e se dedicam à v ida acadêmica..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 7 MEMORIAL 7. O memorial tem sido uma exigência em determinados concursos para o magistério superior de diversas instituições universitárias. A decisão das Autoras deste documento de apresentar o memorial entre os tipos de trabalhos acadêmico-científicos foi motivada. . uma vez formados. elaborar e apresentar o registro analítico de sua formação e trajetória profissional. Parte de uma reflexão introspectiva. Apresenta. complemen tar mente. o que não significa dizer que de sua elaboração esteja ausente a necessária dose de objetividade. portanto. 39 . o memorial é uma autobiografia em que se articulam os dados do curric ulum vita e.1 Conceito Para Severino (2000). pode ser definido como um texto que relata eventos notáveis da trajetória do autor. Nesse sentido. as perspect ivas futu ras que o autor tem planejado quanto ao seu percurso profissional – um plano de trabalho –. bem como realizações pessoais dignas de permanecerem na memória da sociedade ou da instituição a que pertence.. con figurando um a narrativa histórica e reflexiva sobre a trajetória acadêmico-profissional do autor. para concorrer a postos no mercado de trabalho. 7.

o memorial pode con stitu ir uma v aliosa pr odu ção acadê mica como t rabalh o conclusivo de curso.deve-se sintetizar a narrativa dos eventos menos marcantes e dar ênfase aos mais significativos a critério do autor e à luz das finalidades do próprio memorial.finaliza-se o memorial com a indicação dos rumos que o autor pretende assumir. t eses e pesqui sas de in iciação ci ent íf ica. de forma a evidenciar sua articulação com a história pré-relatada.atividades técnico-cient íficas. . estruturando dessa forma o memorial. resultados de pesquisas. No entanto.re com enda. particularmente quando este se destina a finalidades acadêmicas. A característica crítica do memorial conduz seu autor à avaliação dos resultados obtidos . comitês executivos. . técnica ou artística. as circunstân cias t eóricas e sociais que predominaram no momento da execução do projeto de dissertação ou tese. analítico e crítico.formação. É com vistas a atender a esse duplo propósito que as orientações a seguir foram elaboradas. exe rcício de f un ções de direção. especialização e atualização.atividades de administração: participação em órgãos colegiados. ou para destacar os aspectos ou fatos mais significativos. pelo seu caráter reflexivo. . estadual.40. dissertações. municipal ou privado.se qu e o me mori al se ja elaborado na primeira pessoa do singular.utilizam-se subdivisões com tópicos/títulos par a marcar as et apas da t rajet ória percorrida. o que permite ao autor enfatizar o mérito de suas realizações. aperfeiçoamento e atualização: cursos. é indispensável que esse relato contenha informações referentes a: . coordenação e/ou assessoramento. É relevante na elaboração do memorial deixar claro. estágios de aperf eiçoamen to. participação em congressos. em quais condições for am obt idos os tí tu los da form ação acadêm ica. situando os fatos e acontecimentos no contexto sóciocultural mais amplo. prest ação de consultoria especializada. . 7. -ensino: desempenho didático. artísticocul tu rais e de pre stação de serv iços especializados: produção científica. simpósios.. científ icos ou t ecn ológicos no âmbito federal.. tanto em sua formação como em sua profissão. cursos e atividades de extensão.3 Procedimentos Para a elaboração do memorial é preciso considerar as seguintes sugestões: . . seminários e outros eventos. participação em ban cas e xamin adoras. caracterizando a história particular do autor. orientação de monografias. além de servir a tais finalidades. analítico e autocrítico. Embora o memorial seja caracterizado como um relato reflexivo e avaliativo de um caminho percorrido pelo autor.dev e-se adot ar a forma de u m relato cronológico. .

atribuindo diferentes pesos aos distintos eventos do passado. políticos.. o memorial pode se destacar. Por outro lado. O autor precisa estar atento para retratar. 7. (SEVERINO. apresentado de f orma seqü encial e sem comentários.176). econômicos e/ou sociais? . lembrando que tanto a falsa modéstia como o excessivo elogio comprometem a qualidade do memorial. Relatada com autenticidade e criticamente assumida. . o qu e requer. 41 . pois ele é a justificativa documental do seu desempenho profissional e acadêmico. Por fim. 2000.. com maior segurança possível.. A avaliação deve ser feita em cada etapa do relato.O relato destaca os aspectos mais relevantes da t rajet ór ia do aut or? A r elev ân ci a atribuída a esses aspectos é justificada/ fundamentada? . quant o aos seus aspectos físicos. cont extu alizando-a e m relação a aspectos teóricos. encadernação sóbria.O conjunto das informações sobre o autor e sua apreciação crítica oferecem elementos suf icientes para a apreciação de sua trajetória? . nossa história de vida é nossa melhor referência.). o memorial é um relato da trajetória de uma pessoa. o autor precisa se mant er at en to par a o t om do rel ato. que reflita as condições e situações em que se desenrolou sua história profissional. um projeto gráfico de bom gost o. a trajetória real que foi seguida (. como observa França (1999.34): Alguns memoriais vão muito além da simples apresentação das habilitações pessoais e profissionais do candidato. p.. nota-se ainda uma certa confusão entre memorial e curriculum vitae.O autor descreve sua trajetória de modo aprofu ndado. expressando as contribuições e perdas de cada momento. Além dos aspectos referentes ao conteúdo que já foram apontados. convém salientar que. apesar de sua crescente utilização. apresentado de forma crítica. p.O t exto evidencia o equilíbrio entre o adequado destaque aos êxitos obtidos e a menção aos eventuais insucessos? .4 Avaliação A seguir relaciona-se uma série de perguntas que poderão orientar o professor na avaliação do memorial (caso este tenha sido solicitado aos alunos como trabalho acadêmico). que deve se destacar por uma auto-avaliação equilibrada. um a im pressão cu idadosa. com fidelidade e tranqüilidade. etc. principalmente.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ em sua trajetória profissional e acadêmica. A boa organização de um mem ori al é essencial para o julgamento das atividades do autor. Enquanto este consiste em um conjunto de informações sobre as habilitações do autor. a parti r da qu al elabora u m rel ato contextualizado. atraente. pelo esmero na redação do texto. com textos tão ricamente elaborados que os trans formam em verdadeiras o bras literárias. abrangendo sua formação e atuação profissional. deve-se cuidar que o memorial tenha uma apresentação esmerada. No entanto. como também auxiliar o próprio autor do memorial na avaliação do seu relato.

A organização do texto obedece tanto a seqüência cronológica dos eventos como o e ncade am en to lógico de fatos e argumentos? .. relacionando-as com a trajetória pregressa? .A redação do texto é precisa e coerente? .Apresenta adequadamente as perspectivas futuras para sua atuação. ..A narrativa é feita na primeira pessoa do singular? .A linguagem utilizada respeita a norma culta? .As normas técnicas de apresentação de trabalhos acadêm ico-científ icos foram observadas? .O con teú do ev idencia um a ref lexão criteriosa realizada pelo autor sobre sua trajetória? .Os elementos de transição entre parágrafos são adequados ao sentido e à lógica do conteúdo? .42.

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Parte 2 Orientações e normas para apresentação de trabalhos acadêmico-científicos . 43 ...

..44. .

Em todo o caso. São utilizadas para sustentar.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1 CITAÇÕES São as descrições ou menções (conteúdos ou informações) contidas em um texto extraídas de um a ou tra fonte. mesmo Umberto Eco (1988. p. deve ser seguido em todo o trabalho. Assim. Em trabalhos técnico-científicos exige-se rigor na apli cação das praxes de cit ação. etc. 1999. Depende do tipo de tese”. su a elaboração deve seguir as orientações da norma NBR 10520:2002 – Informação e Documentação. que deixa para os outros a apresentação de idéias ou de informações.. observa que a citação não pode ser uma “manifestação de preguiça” de quem está elaborando uma dissertação ou uma tese. DIONNE. “De fato. Usam-se citações quando se transcrevem trechos de alguma obr a ou se util izam informações já publicadas. t radução de palavras estrangeiras. in diret as ou citação de cit ação. Apresentação. Importante! Qualquer que seja o sistema adotado. Pode-se afirmar que todo trabalho acadêmico ou t écnico de caráter cient ífico sem pre apresenta citações. seguido pela data de publicação da obra e número da página. da ABNT. diferentemente de textos literários. exemplos e modelos. com o propósito de esclarecer ou complementar as idéias que 1. nelas buscando apoio para seus pontos de vista. as citações tanto podem ser usadas com o objetivo de reforçar argum entos com o para expor posições cont rárias àqu el as qu e est ão sendo defendidas. Citações em Documentos. . p. fazendo. ne las encontrando ilustrações.. nos quais é permitida uma apresentação mais livre.121) considera difícil determinar “[. 45 . estão sendo expostas. inspirandose nelas. significado de expressões típicas. As citações podem ser diretas. Para ident ificação de f on te da citação apresenta-se o nome do autor. teórica e empiricamente.se a correlação com a lista de referências (sistema autor-data) ou notas de rodapé (sistema numérico). deixan do para o rodapé out ras informações. Recomendase o uso no corpo do texto (sistema autordat a). Quanto à quantidade de citações a serem usadas em um trabalho..] se se deve citar com profusão ou com parcimônia. 259).1 Regras gerais para citação As informações sobre a obra mencionada podem aparecer no corpo do texto ou em nota de rodapé (sistema numérico). tais como: esclarecimentos pontuais do t exto.” (LAVILLE. o trabalho apresentado.. é da própria natureza da pesquisa situar-se em relação a outras.

Quando se trata de citações curtas (até três linhas). As citações diretas longas (aquelas com mais de três linhas) devem constituir um parágrafo independente.10).46.2. também. 1: de acordo com a NBR 10520:2002.. Vale ressaltar.1 Citação direta. o nome do autor faz parte da frase. melhor e com mais segurança se trabalha. textual ou literal É aquela em que se reproduz no texto a idéia original da obra que está sendo consultada. a indicação da página é obrigatória para citação direta. que o uso do ponto final após as citações deve atender às regras gramaticais. 1988.” (ECO. melhor e com mais segurança se trabalha. no segundo exemplo. 1.. como nos exemplos seguintes: Ao escolher e delimitar o tema de pesquisa o mestrando deve ter presente que “quanto mais se restringe o campo. 2: no primeiro exemplo. com recuo de 4cm da margem esquerda. ou Ao escolher e delimitar o tema de pesquisa o mestrando deve atentar para o que diz Eco (1988. como nos exemplos que seguem: . o nome do autor – deve ser grafado com letras maiúsculas. sendo grafado com maiúscula e minúsculas (NBR 10520:2002). a entrada – no caso. Obs. p.” Obs.2 Tipos de citação 1.10): “quanto mais se restringe o campo. p. sem emprego de aspas. fonte e espaçamento interlinear menores. são inseridas no texto.

restaura-se total ou parcialmente o t exto font e. portanto) utilizando-se de pal av ras própri as. o domínio dos conceitos se revela no seu uso ao longo da análise e não na infindável seqüência de definições de diferentes autores. Ao parafrasear.. normalmente. mas colocado no seu contexto. destaca-se a identificação do tema a ser estudado. a referência à fonte é obrigatória pois. caso ela não seja feita.. ou seja.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Marconi e Lakatos (2001. p. conforme a NBR 10520:2002. a in di cação da(s) págin a(s) consultada(s) é opcional. desde que não interfira no desenrolar da pesquisa. p.2. de desafios encontrados na leitura de outros trabalhos ou da própria teoria. 319). Uma tese deve revelar o domínio dos conceitos utilizados e um certo conhecimento da literatura técnica. que é reconhecido como [. Dentre elas. as idéias de um autor sem recorrer à citação direta. O assunto não deve estar solto no espaço. Como se trata de idéias alheias. A paráfrase é a forma de citação indireta que. não altera. tem-se u m caso de plágio.2 Citação indireta: paráfrase e condensação Consiste em se reproduzir o pensamento do autor (idéias alheias. Nesse sentido.. . processo que exi ge sua interpretação para reconstrução de um novo texto. se ‘encaixar` em temas muito amplos.. portanto. segu ndo Compagnon (1996. Nas citações in diret as.]”. determinados por uma entidade que se dispõe a financiar pesquisas e que promove uma concorrência entre pesquisadores. portan to. em tamanho e cont eúdo.. É geralm en te empregada quando se pretende apresentar.. Pode surgir de uma dificuldade prática enfrentada pelo coordenador.] é uma produção de texto [. Todavia. (CASTRO. 1978. p.] o assunto que se deseja provar ou desenvolver. de modo reduzido ou abreviado. a escrit a do t ext o origi nal.102) apresentam algumas orientações relativas à elaboração do projeto de pesquisa. da sua curiosidade científica. 1.. 47 .34). distribuindo a verba de que dispõe entre os que apresentam os melhores projetos. o “trabalho da citação [. o que não lhe tira o caráter científico. Pode ter sido sugerido pela entidade responsável pela parte financeira. ‘encomendado’.. caracteri zando-se pela substit ui ção de algumas de suas palavras ou expressões.

48. sem alterar o seu significado. Isso porque é a partir da conscientização do problema e de suas implicações que o pesquisador será capaz de planejar e desenvolver adequadamente as etapas subseqüentes da pesquisa. porém apresentando apenas as principais idéias do autor. DIONNE.. para qu e con siga sintetizar as idéias do texto original. em que se faz uma síntese do texto que se quer citar.. como uma espécie de piloto automático. p. Citação indireta (paráfrase): Considera-se que a determinação e a explicitação do problema constituem operações decisivas no processo de pesquisa. DIONNE. pois é ela que servirá de guia para as etapas posteriores (LAVILLE. Texto original: A fase de estabelecimento e de clarificação da problemática e do próprio problema é freqüentemente considerada como a fase crucial da pesquisa. uma vez que tenha sido bem planejada. DIONNE. já qu e. 1999.85). Citação indireta (condensação): A definição do problema de pesquisa é crucial no processo de pesquisa. pois pressupõe maior articulação de leitura por parte do autor do trabalho. . (LAVILLE. (LAVILLE. Um outro modo de escrever a citação indireta é a condensação. Esta forma de uso de citação é interessante. deverá dese nv olve r um a l eit ur a si gn if icativ a (compreensiva/ interpretativa). É ela que serve para definir e guiar as operações posteriores. 1999). 1999).

123): “a melhor maneira de se aprender a fazer pesquisa é fazê-la: nada substitu i a prática da realização.]”. 1994. 1997. Esta idéia. 49 . p... BOWER.. Werner e Bower são os autores da idéia original a que não se teve acesso e Gil é o autor da obra consultada. GEWANDSZNAJDER. usa-se a expressão latina apud2 . Quando se discutem métodos para o ensino da pesquisa. Para Patton (1986 apud ALVES-MAZZOTTI. pode ser expressa como citação direta ou indireta.: no exemplo acima. Obs. Patton é o autor da idéia original a que não se teve acesso. Para explicar que o autor da idéia original é citado por um outro citado autor/obra que se está consultando. “Educar não é uma arte de introduzir idéias na cabeça das pessoas.: no exemplo acima. p. usa-se o itálic o.” 2 Por se tratar de palavra de outr a língua (latim).UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1. Nota: nas referências apenas o autor da obra consultada deve ser mencionado. 2001.. p. .” (WERNER. mas de fazer brotar idéias. 1987 apud GIL.31).173) “a triangulação de métodos geralmente se refere à comparação de dados coletados por métodos qualitativos e quantitativos [. Obs. deve-se lembrar as palavras de Abramo (1979 apud TOMANIK.3 Citação da citação Consiste na reprodução de informação já citada por outro autor. por sua vez.2. e AlvesMazzotti e Gewandsznajder são os autores da obra consultada. A indicação da f onte de uma citação de citação pode ser apresentada na form a textual ou após a descrição da idéia.

. No entanto. Em qualquer desses casos. 125). ou ainda para adaptá-la às exigências da sintaxe do período ou da oração em que será inserida. 1.. igualmente. por se tratar de obra rara ou.. 125) aconselha: “[. que correm o risco de quebrar o ritmo de sua demonstração [. dev e ser usada de modo bastante restrito. p. como qualquer outro material. p. pela dinâmica que imprime à totalidade de seu raciocínio central. cru ci al para o bom desenvolvimento da pesquisa: E é preciso ler os livros mais importantes.. somente disponível em língua que se desconhece. decidir sobre os eixos em que irá concentrar sua pesquisa.. só vale pelo lugar que ocupa. [.. a) Em citação com supressão de uma parte inicial ou final. b) Em citação com supressão de parte intermediária. em que terrenos irá concentrar seus esforços.3 Alterações na citação Muitas vezes é necessário fazer alterações na citação. então. p. 1997. triagens. A citação de citação.. Beaud (1997. é admissível o uso da citação da citação. citações longas demais..]” (BEAUD. usam-se também as reticências entre colchetes: Beaud (1997. seja para destacar algum de seus termos ou expressões. usam-se reticências entre colchetes: Sobre o emprego de citações. no entanto.” “Evite. também chamada de segunda mão. tomando notas.] evite fazê-lo em excesso ou desorganizadamente: uma citação. é obrigatório indicar a alteração feita.50. Nesses casos. seja para torná-la mais curta pela supressão de alguma parte que não interessa ao que se está expondo. muitas vezes determinados textos não estão acessíveis (o que não é o caso dos exemplos acima).45) faz um alerta para o mestrando levar a bom termo a f orm ulação da qu estão principal da pesqu isa.] é preciso fazer escolhas. . em que materiais irá se aprofundar. pois preferencialmente se deve consultar a obra ou documento original.

p. 70).21. 1997.. negrito ou itálico) de termos ou expressões. grifo dos autores). quando algo é acrescentado para esclarecer o leitor. d) Quando são feitas adaptações na citação para adequá-la à sintaxe do período. O que o verdadeiro pesquisador busca é o jogo criativo de aprender como pensar e olhar cientificamente. mesmo que o objeto não pareça ser tão interessante.” (MARTINS.” (GOLDENBERG. LINTZ.. deve-se indicar a autoria do mesmo: “O trabalho de pesquisa deve ser instigante. p. “A escolha de um tema que esteja ligado à área de atuação profissional. . ou então. grifo nosso). torna o trabalho experiência profissional de desenvolvimento monográfico muito mais interessante e eficiente.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ c) Na citação com destaque (grifo. de ou que faça parte da experiência profissional do estudante. 2000. ou quando o destaque já faz parte da obra consultada. p.68. 1997. os acréscimos devem ser colocados entre colchetes: “Dois passos são necessários para o início da tarefa [de realizar um pesquisa]: a formulação do problema e a elaboração do projeto de pesquisa.” (GOLDENBERG. 51 .

1. Stake (1995) included three others: Intrinsic – when the researcher has an interest in the case. No rodapé da página: Informação fornecida pelo Gerente de Desenvolvimento Organizacional da Empresa Época. and Descriptive.4 Normas complementares para citação a) Quando os dados a serem citados são obtidos por informação verbal. p. Collective – when a group of cases is studied. Yin (1993) identificou alguns tipos específicos de estudos de caso: exploratório. em palestras e debates. instrumental .52. (TELLIS..1). após a chamada da citação deve-se incluir a expressão ‘tradução livre’. em 25 de julho de 2002. Explanatory. 1997. explanatório e descritivo. Stake (1995) incluiu três outros: intrínseco – quando o pesquisador tem um interesse no caso.1. 1997. p.. . apresentando as explicações disponíveis em nota de rodapé: No texto: A nova estrutura organizacional será implantada no próximo ano (informação verbal)1. (TELLIS. coletivo –quando um grupo de casos é estudado. Instrumental – when the case is used to understand more than what is obvious to the observer. 1 b) Quando a citação for um trecho traduzido pelo autor do trabalho.quando o caso é usado para entender mais do que aquilo que é óbvio para o observador. tradução nossa). entre parênteses: Yin (1993) has identified some specific types of cases studies: Exploratory. deve-se indicar a expressão ‘informação verbal’ entre parênteses.

1999. que se concorde com ela. mencionados simultaneamente. assinalando-o ao leitor e usando a expressão sic entre colchetes. RICHARDSON. . como nos exemplos: De acordo com Chiavenato (1999a) (CHIAVENATO. conforme a lista de referências. após apresentar a citação. 1974. a referência deve ser exata e precisa. em ordem alfabética. 2001) (BUNGE. Nesse sentido. isto é. SEVERINO.1988). 1976. LAKATOS. assim como as citações devem ser fiéis ao texto.. Umberto Eco (1988. 1980) e) Quando houver citações indiretas de documentos diferentes de vários autores. O autor e a fonte de todas as citações devem ser claramente reconhecíveis. 1999b) d) Em caso de citações indiretas de vários documentos de um mesmo autor.. 2000. 1999. 2001) 1. 53 . bem como averiguável por todos. deve-se confrontá-la com o original para ev itar erros ou omi ssões. apresentam-se as datas separadas por vírgula: Chiavenato (1997. esses são separados por ponto-e-vírgula. em ordem alfabética. publicados em um mesmo ano.126) diz claramente: “Citar é como testemunhar num processo”.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ c) Quando houver citações de diversos documentos de um mesmo autor. publicados em anos diferentes e mencionados simultaneamente. p. (MARCONI.5 Considerações finais sobre as normas de citação A citação pressupõe que a idéia do autor citado seja compartilhada. após a data e sem espacejamento. 1972. D ev e-se respeitar even tual erro do autor cit ado. 2001. Quando não for este o caso. Por isso. o trecho citado deverá ser precedido ou seguido de alguma crítica ou contestação (ECO. faz-se o acréscimo de letras minúsculas. YIN.

54.. ..

Resumo. projetos de pesquisa e artigos destinados à publicação em revistas acadêmicas exigem a inclusão de um resumo de seu conteúdo. Quanto ao estilo da redação e conteúdo.. Ex .. As palavras-chave devem figurar logo abaixo do resu mo.. comentários.: Palavras. O uso de abreviaturas. dissertações e outros) e relatórios técnicocientíficos: de 150 a 500 palavras. Sobre a extensão do resumo.para artigos de periódicos: de 100 a 250 palavras.. p. Também não cabem num resumo citações.’ são supérfluas (FRANÇA. devendo incluir palavras represe ntativas do assunto. As palavras-chave são separadas entre si por ponto e finalizadas por ponto. técnicas de abordage m. dissertações. [..chave : Narrativa. de acordo com França (2000. valores numéricos e conclusões. 69-70). seus resultados e conclusões mais importantes. diz: O resumo deve constituir-se num texto re digido de forma cursiva.para notas e comunicações breves: de 50 a 100 palavras. (FRA NÇA .para t rabal hos acadêm icos (t eses. 2000. fórmulas. . a NBR 6028:2003 estabelece. expressões como: ‘O presente trabalho trata de. .’. afirmativas e não de uma enumeração de tópicos”. equações e diagramas devem ser evitados. p. concisa e objetiva. essa norma define: . Limita-se a um parágrafo. 69).” Estabelece ainda que seja “composto de uma seqüência corrente de frases concisas.. com o uma das condições exigíveis. 69). a menos que sejam absolutamente necessários à compreensão do conteúdo. 2000. que o “resumo deve ressaltar o objetivo. an tecedidas da expre ssão Palavras. o método.ch ave. os resultados e as conclusões do documento.] é a apresentação concisa e seletiva de um texto. ‘O autor do trabalho descreve. símbolos. Quanto à redação e estilo de resumos.. descobertas. como: objetivos .. Produção textual. respeitando a estrutura do original e reproduzindo apenas as informações mais significativas . . 55 . dando-se preferência ao uso da terceira pessoa do singular e do verbo na voz ativa e evitando-se o uso de parágrafos. Leitura. Como a redação deve se caracterizar pela máxima concisão.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS Trabalhos acadêmico-científicos tais como teses. seu valor e originalidade. p. ressaltando de forma clara e sintética a natureza do trabalho. críticas e julgamento pessoal do autor.

Motsclés (francês). n. TC Cs e TGIs de cu rsos de graduação.3 O processo de globalização. 1999. 65-76 . O resumo em língua estrangeira é digitado em folha separada (NBR 14724:2005). histórico-culturais e espaciaisecológicas.1 Exemplos de resumos O artigo situa historicamente a produção e a publicação do estudo vigotskiano sobre a psicologia das artes. p. 2. Zusa mmen fa ssun g (alem ão). H. 4 RATTNER.56. Dentre este cenário de tendências contraditórias./dez..V A s artes e . de acordo com a NBR 14724:2005. Contrariamente à visão idealizada de uma progressão linear de mercados regionais integrados para uma sociedade una e global. v. v.4 . além do resumo na língua do público a que este se destina. As palavras-chave em língua estrangeira acompanham obrigatoriamente o resumo em língua estrangeira: Keywords (inglês). conforme o caso.. em suas dimensões políticas. deve ser apreendido. 19 95.69. o desenvolvimento cultural do ser humano.9.20. Identifica nele as origens do pensamento psicológico de L. a realidade apresenta uma fragmentação do espaço político com novas barreiras e mercados protegidos. A maioria dos periódicos acadêm icocientíficos exige. Vigotsky sobre o qual se estrutura a elaboração da teoria histórico-cultural do funcionamento mental superior. enquanto que o resumo (e correspondentes palavras-chaves) em língua estrangeira deve ser colocado após o texto. Em trabalhos acadêmicos (teses. Educação e Sociedade Sociedade. p. set. R ia ssunt o (italiano). os resumos (acom pan hados das palavras-ch ave) na língua original e em língua estrangeira fazem parte dos elementos pré-textuais. Palabras clave (espanhol). aperfeiçoamento e/ou especialização). 34-59. Globalizaç ão: em direç ão a um mundo só? n. resumo em pelo menos uma outra língu a. dissertações. dez. Sch lüsselwörter (al emão). Parole c hia vi (italiano). o trabalho procura analisar o papel dos principais atores – a ascensão de poderosas organizações que operam em escala transnacional e o Estado-nação cujo poder e influência estão definhando.25. Usam-se. Rés umé (fran cê s). Res ume n (espan h ol ). os seguintes cabeçalhos: Abst rac t ou S umm ary (inglê s). o resumo (acompanhado das palavras-chave) na língua original faz parte dos elementos pré-textuais. de acordo com a NBR 6022:2003. também. Expõe a teoria da reação estética e o conceito de catarsis vigotskyanos. embora conduzido pela economia.S.O. Estudos Est udos E studos Av ançados A vançados. Em artigos científicos. R. 3 JAPIASSU.

1 Localização das referências Os si stem as m ais ut ili zados par a apresentação das referências são o alfabético (or dem al fabét ica de en trada. as referências podem aparecer: em listas após o texto. dentre outros. eliminando as inúmeras referências completas e as expressões idem. as referências são apresentadas antecedendo tais textos. semin ár ios. Independentement e do tipo de fon te ou autoria mencionada no trabalho. enciclopédias. Nestas situações. A ABNT estabelece que este sistema não pode ser usado concomitantemente para notas de rodapé ou explicativas. consistem em obras como livros.cit.. documentos oficiais.científicos como con gr essos. manuais.se a ordem numérica crescente para apresentação das listas. ao fim de cada capítulo. homepage. segu e. conforme a natureza do trabalho. e-mail. relatórios técnicos e legislação. ibidem (ou id.) e op. 3. publicações periódicas on line) ou eventos técnico. da ABNT. Vale destacar qu e a adoção do primeiro sistema (alfabético) tem a vantagem de despoluir visualmente o rodapé da página. No primeiro caso. ao fim do artigo. Já em resumos e resenhas.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS As referências de um trabalho acadêmicocien tífico consistem na list agem com as informações sobre todas as fontes/autores mencionados no texto. 57 . dicionário. é obrigatória a sua identificação na lista das referências. As fontes das informações contidas em um texto são diversificadas. os trabalhos também podem apresentar informações cuja fonte são documentos eletrônicos (disquetes. antecedendo apêndices e anexos. dissertações ou monograf ias. teses. desta forma. também chamado de ‘autor-data’ quando relacionado à citação) e o numérico (ordem de citação no texto). cd-rom. as listas são apresentadas em ordem alfabética única. As notas de rodapé ficam. . etc. art igos de publi cações cien tí fi cas ou especiali zadas (peri ódi cos). No sistema numérico. jorn adas.. j ornais. são obrigatórias nesse tipo de trabalho e sua elaboração deve seguir as orientações da NBR 6023:2002. ibid. destinadas às informações adicionais e não essenciais para a compreensão do texto. que também podem estar localizadas ao final do texto. capítulo ou artigo.. Além disso.

após o título. entre o número do ano/volume e o número do periódico. seguido de espaço. Quan to à pontu ação.). usa-se vírgula: após o título da revista/periódico. quando este for apresentado na referência (Pesquisa social: métodos e técnicas).58. t ambém deve ser un if orme em todas as ref erê ncias. .)).2 Aspectos gráficos das referências A elaboração das referências deve seguir a seqüência dos elementos do documento a ser referenciado. set.15-21. Ao negrito ser definido um tipo de destaque. R.. isto deve ser adotado em todas as referências daquela lista. após a cidade onde o periódico é publicado. .). 3. As referências são alinhadas à margem esquerda do texto. M. Em caso de referência de periódicos. . p.os parênteses são usados para indicar série. grau nas monografias de conclusão de curso e especial ização. após o número do periódico e após as págin as da r evist a/periódico (Política e Administração. que caract eriza fu nção na elaboração e/ou responsabilidade sobre a obra (BOSI..a vírgula é usada após o sobrenome do autor (ECO.3.as reticên cias são usadas para in dicar supressão de parte de títulos (Anais. e depois do termo In:.10-15) e entre datas de fascículos seqüenciais (19981999).). de forma abreviada (Coord. Comp. este deve ser mantido em todas as referências de um mesmo documento. M. conforme os modelos prescritos na norma (NBR 6023:2002). respeitando-se os seguintes padrões: .). digitadas em espaço simples e separadas entre si por dois espaços simpl es (NBR 14724:2005).). Esta regra não se aplica às obras sem indicação de autoria ou de responsabilidade. O título da obra ou do periódico é sempre grifado com destaque (itálico ou negrito).o hífen é utilizado entre páginas (p.. . porém são conhecidos [1991]. João. -o ponto-e-vírgula. para o título. As referências de uma lista devem seguir sempre os mesmos princípios. e no final da referência. edição (7..o colchete é usado para indicar os elementos de referência que não aparecem na obra referen ciada. Alfredo (Org... após a editora. antes Pesquisa da editora (São Paulo: Atlas). . ed. L. . Por exemplo: ao optar pel a uti lização abre viada do prenome do autor. Org. FISCHER. teses e di ssert ações (Mestrado em Educação).usa-se ponto após o nome do autor/autores (AGUIAR. Rio de Janeiro. v. n. pois neste caso o elemento de entrada é o próprio título.. 1997).os dois pontos são usados antes do subtítulo.2. Humberto). T. já destacado em letras maiúsculas na primeira palavra (com exclusão de artigos ou monossílabos). é usado para separar os autores (FLEURY. .

2. L. Atlas.. FLEURY. Sueli.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. (e outros). Perspectivas e dilemas da educação popular Rio de Janeiro: educação popular. Vivendo e aprendendo. etc. a entrada da referência é feita pelo nome do responsável (ou dos responsáveis. GUATTARI.1 Regras quanto à autoria .. M. é facultado indicar todos os autores. separados por ponto-e-vírgula. seguido da abreviação. FISCHER. mencionam-se todos eles na ordem em que aparecem na obra. Em caso de projetos de pesquisa. 1989.3. 59 . M. . Vanilda (Org. no singular. do tipo de participação. Petrópolis: Vozes.). Micropolíticas : cartografias do desejo. Félix. Editor. ed. acrescentandose a expressão latina et al.) em coletâneas de vários autores. 1986. entre parênteses. . Graal. ROLNIK. (Coord. Cultura e poder nas organizações São Paulo: poder organizações.quando há mais de três autores mencionase apenas o primeiro autor. .). Coordenador. PAIVA. Paulo et al. de indicação de produção científica em curriculum vitae ou e m r elatór ios para órgãos de financiamento. FREIRE. T. ed.3 Regras gerais para elaboração de referências 3. 1986. 1986.. seguido de espaço. R.quando há dois ou três autores. se for o caso). São Paulo: Brasiliense.quando houv er indicação explícita de responsabilidade pelo conjunto da obra (Organizador. 10.

. ATHAYDE. 1990. Tristão de.60. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO. 1993. Rio de Janeiro: Schmidt. estes devem ser escritos na ordem em que aparecem. ... 212-213. CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO. Guia dos livros didáticos: 1ª à 4ª dos livros séries. etc. Florianópolis. editoriais. este deve constar na referência. seu nome é precedido pelo órgão superior ou pelo nome da jurisdição geográfica à qual pertence. 1979. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro. instituições). DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro. Secretaria da Saúde.quando a autoria for desconhecida (por exemplo: artigos de jornal sem autoria explícita. .. O termo anônimo não deve ser usado para substituir o nome do autor desconhecido. In: SILVA. em pr esas.). ed. congressos. . Anais. Anais. Rio de Janeiro: Record. 1931. desde que seja a forma adotada pelo autor. Quando a entidade tem uma denominação genérica. em letras maiúsculas. Curitiba. Brasília: SEF 1997. Lenilson Naveira. p.. SANTA CATARINA. 1979. elatório 2001. a entrada é feita pelo título. Carlos.. Gerência da vida: reflexões filosóficas.quando o autor for conhecido pelo pseudônimo. d) o nome do autor é conhecido de forma composta: MACHADO DE ASSIS. b) quando o segundo nome indica parentesco: PRADO JR. . .quando os aut ores tê m sobr enom es compostos. c) quando um dos nomes é adjetivo: CASTELO BRANCO. Curitiba: Associação Bibliotecária do Estado do Paraná. . 10. e) o nome é espanhol: GARCÍA MARQUES. Caio. PROCURA-SE um amigo. 3 v. associações. Relatório de atividades.em caso de pu blicação assinada por e nt idade (órgãos gov ern am en tais. Gabriel. 3.. Ilse.. Debates pedagógicos. esta deve ser indicada como autor. como segue: a) quando ligados por hífen: SCHERER-WARREN.

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ .. Em caso do uso do subtítulo. 2.. Salvador. apenas o título principal é grifado (negrito ou itálico). Carreira e competência: gerenciando o seu maior capital. [Trabalhos apresentados]..2 Regras quanto ao título e subtítulo . Turismo. São Paulo: Saraiva. . Adyr Balastreri. na seqüência alfabética ascendente. seguido de ponto. 2002. separados por dois pontos. 1997a. 1989. Turismo e espaço : rumo a um conhecimento interdisciplinar. 1997a. entre colchetes. deve-se atribuir uma palavra ou frase que identifique o conteúdo do documento. substitui-se o nome do autor das referências subseqüen tes por u m t raço su bli near equivalente a seis espaços. RODRIGUES. RODRIGUES. São Paulo: Hucitec. . acrescentam-se letras minúsculas ao ano. 1997b 3.quando se referenciam várias obras do mesmo au tor em uma mesma página. Brasília: Ministério da Educação. I. CHIAVENATO.quando não existir título.3. modernidade e globalização . ______. 1989.o título e subtítulo (se for usado) devem ser apre sent ados tal com o f iguram no documento. RODRIGUES.em casos de obras do mesmo autor publicadas no mesmo ano. . 61 . São Paulo: Hucitec. SIMPÓSIO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO. sem chegar aos dois pontos. 1997b.

ed. 1974. . abreviando-se os pre nom es e su prim in do.3. 2. abreviando-se os números ordinais e a palavra edição. São Paulo: EDUSP. indica-se a primeira ou a que estiver em destaque.n. Robert K. . indica-se a expressão sine nomine abreviada e entre colchetes [s.).: (No livro: Editora Atlas S. São Paulo: Atlas.se as design ações da n at u reza j ur ídica ou comercial. I.]. ambos na língu a do document o. .n.quando não se tem o nome da editora.) .. os acréscimos devem ser indicados de forma abreviada. YIN. indicam-se ambas com os respectivos locais (cidades).3 Regras quanto à edição e editora . 21. Em caso de informações complementares à edição.A. P Objetivo competência: por uma nova lógica.62. rev. . (Coord. Estudo de caso : planejamento e métodos. desde que sejam dispensáveis para a identificação. 2001. e ampl. Já se forem três ou mais. ZARIFIAN. Obs. 3.História da ciência: o mapa do conhecimento.a partir da segunda edição. 2001. VALENCIA.em caso de haver duas editoras. Belo Horizonte: [s. ALFONSO-GOLDFARB. ed. SEVERINO. Metodologia do trabalho científico.. Das mulheres e das flores. Carlos A. 2000. Rio de Janeiro: Expressão e Cultura. 1995.]. Porto Alegre: Bookman. Ana Maria. São Paulo: Cortez.o nome da editora é indicado da forma como se apresenta no documento. MAIA. esta deve ser identificada na referência. Antonio Joaquim.

Viçosa.quando houver mais de um local para uma só editora.quando a cidade não aparece no documento. AL. [S. entre colchetes. Em caso de haver cidades com o mesmo nome..]. de M.: No documento de que trata a referência acima. dentre outros. RJ . são indicados como locais: São Paulo – Rio de Janeiro – Lisboa – Bogotá – Porto – Buenos Aires – Guatemala – Madrid. OS GRANDES clássicos das poesias líricas.o local (cidade) deve ser mencionado na referência tal como indicado no documento.quando o local é desconhecido. 1930. Sylvio. [São Paulo]: SDF Editores.quando o local e a editora não puderem ser identificados no documento. C. mas pode ser identificada. acrescenta-se a abreviatura do Estado ou do país. 1994. Viçosa. CASTRO. . Discursos do pregador. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil.l. BELTRÃO III. . utilizam-se as expressões sine loco e sine nomine.. A prática da pesquisa.n. 1981. deve ser indicada entre colchetes.3. indica-se o primeiro ou o mais destacado. LAZZARINI NETO.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. . Viçosa. abreviada e entre colchetes [S. J.l. MG.4 Regras quanto ao local . . [S. 1977. Obs.]: Ex Libris. 63 .: s. abreviadas. deve-se utilizar a expressão sine loco.l.]. Cria e recria.

no lugar dos meses. divisões por bimestres.5 Regras quanto à data A data é um elemento essencial à referência e.1995.3. por isso. 2. 2002. bim.64. Aug. registra-se uma data aproximada. trimestres. seja ela de publicação. ao final da referência devem ser indicadas. semestres ou estações do ano. . as estações do ano tal como figuram na publicação. Quando nenhuma dessas datas puder ser determinada. 3.3. 1995. maio/dez. sem. no idioma original da publicação.6 Regra quanto à paginação . mar./Sept. 2001. 1996. conforme as seguintes indicações: Um ano ou outro – [1996 ou 1997] Data provável – [2001?] Data correta. impressão ou apresentação (depósito) de um trabalho acadêmico. 1950] Década certa – [196-] Década provável – [196-?] Século certo – [18-] Século provável – [18-?] . estas informações devem ser transcritas da seguinte forma: os bimestres. trimestre e semestres abreviados. (publicação sem número de páginas) Paginação irregular.quando a publicação não apresentar número de páginas ou se a numeração for irregular.quando em indicações de meses.quando a publicação indicar. Autumm 1970. as expressões: Não paginado. estes devem aparecer de forma abreviada... primavera 2000. após o ponto final. entre colchetes. distribuição. mas não indicada no documento – [1976] Uso de intervalos menores de 20 anos – [entre 1970 e 1985] Data aproximada – [ca. sempre deve ser indicada. 3. 3. (publicação com paginação irregular) .

Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. etc. a não ser em casos de nomes próprios). menção à edição exclusiva para assinante. São Paulo: Hucitec. Local (nome da cidade): Editora. poden do variar conf orme o ti po de documento. b) indicação de apoio de entidade governamental à publicação referenciada. ano de publicação. abreviado(s) ou não). tr adu tore s. Marina de A. b) alguns dos elementos complementares considerados na NBR 6023:2002 da A BNT são: n úm ero de págin as do docu men to. Luiz Mário Gazzaneo. como livros. dicionário. 5 Para fins de elaboração de referências. dissertações. Prenome e outros Sobrenomes (se houver. Livros GRAMSCI. c) o elemento ‘tradução’ e a indicação de subtítulo da obra são opcionais. B.1 Monografias 3. política Estado moderno. enciclopédias. Antônio. científica ed. . monografias). quando necessário e de acordo com o docu me nto a ser referenciado. a política e o Estado moderno Tradutor: Maquiavel. IS BN. i nf ormações descr iti vas sobre o docu men to (por exemplo: a) em caso de jornal. monografia como o doc umento constituído de uma só parte ou de um número pré-estabelecido de partes que se complementam. RODRIGUES. ao final da referência. 1988.4 Modelos de elaboração de referências 3. 2000. catálogo. se houver). MARCONI. interdisciplinar. manuais. científica. Eva Maria. a NBR 6023: 2002 da A BN T define .4. 65 .4.. Caso seja indicado. 1997. Maquiavel. trabalhos acadêmicos (teses. Observações: a) os elementos essenciais são os de descrição obrigatória na elaboração da referência.. A.. LAKATOS. o subtítulo não é grafado em negrito ou itálico. indicação de coedit ores. Assim.1.1 Monografias consideradas no todo5 Elementos essenciais – regra geral SOBRENOME do autor. Turismo e espaço: rumo a um conhecimento . ao final da referência). Metodologia científica 3. são acrescentados elementos complementares para melhor identificá-lo. Número da edição (a partir da segunda edição.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. São Paulo: Atlas. Título da obra em negrito ou itálico (apenas a primeira letra em maiúscula.

Rio de Janeiro: Delta.. Português. Normas Técnicas ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Dicionário AULETE. NBR 6023 : informação e documentação: referências: elaboração. 1986. Dissertação (Mestrado em Administração) . 1980. Edição Ecumênica. Rio de Janeiro. . ano da defesa. Universidade Federal de Minas Gerais. Dicionário contemporâneo da Língua Portuguesa. Dissertações e Teses SOBRENOME do autor. Tipo de documento [tese. abreviados ou não). Enciclopédia THE NEW Encyclopaedia Britannica: micropaedia. 1989. Ano de apresentação. Belo Horizonte. Bíblia BÍBLIA. Caldas. 2002.. V.Faculdade de Ciências Econômicas. trabalho de conclusão de curso. local. dissertação. Título : subtítulo. Prenome e outros Sobrenomes (se houver.66. 30 v.] (o grau) – vinculação acadêmica. etc. Instituição. ed. Qualidade de vida no trabalho . 1980. 1989. 3. 180 f. Bíblia Sagrada . M. Tradução de Padre Antônio Pereira de Figueiredo. 5 v. Rio de Janeiro: Encyclopaedia Britannica. Chicago: Encyclopaedia Britannica. RODRIGUES. Número de folhas ou volumes.

1997. São Paulo.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ CAMPOS. 1990. G. 6 Não se recomenda referenciar material eletr ônico de curta dur aç ão nas redes. O padrão da referência é: SOBRENOME. Local: Editora. São Paulo: Delta: Estadão. Para referenciá-las.L. O ESTADO DE SÃO PAULO. In: SOBRENOME.1. precedido da expressão Disponível em: e a data do acesso ao documento. sem negrito ou itálico).2 Monografias no todo em meio eletrônico São as monografias apresentadas em meio eletrônico como disquetes. cd-rom. precedida da expressão Acesso em:. Disponível em: <http://www1. Processamento de linguagens naturais através de funções recursivas de expressões regulares condicionais . volumes. (Ed). N BR 6023:2002).com. 5 CD-ROM. MORGADO. Título da parte (apenas a primeira letra maiúscula. 3. M. Documentos online 6 Deve-se apresentar o endereço eletrônico entre os sinais < >.1. 1998. (ABNT . etc.: Nos casos em que o autor do capítulo ou do artigo é o mesmo da obra. Manual de redação e estilo . online.C. Enciclopédia e dicionário digital 98. Título da obra: subtítulo (se for o caso). 1990. 1990. excetuando-se nome próprio. se houver). 105 f. Obs. Documentos em CD-ROM KOOGAN.3 Partes de monografia Inclui as referências de capítulos. São Paulo. capítulo ou outra forma de individualizar a parte referenciada. Reimplante dentário . 67 . Prenome do autor da obra como um todo.. . acrescidas de descrições físicas do meio eletrônico. seguidos de ponto. A. HOUASSIS. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização) – Faculdade de Odontologia. A. artigos de coletâneas com autor e/ou título próprios.estado..Escola Politécnica. 51 f.html>. Prenome(s) e outro(s) Sobrenome(s) do(s) autor(es) da parte.4.. o nome após a expressão In: é substituído por 6 traços sublineares. ano. Edição (a partir da segunda. 3.L. Universidade Camilo Castelo Branco.br/redac/manual. Universidade de São Paulo.4. segue-se as normas dos document os monográf icos n o t odo. Acesso em: 19 maio 1998. 1990. São Paulo. Tese (Livre Docência) .

.2 Publicações periódicas Publicações periódicas abrangem os seguintes documentos: coleções completas. Capítulo de livro LAKATOS. seções.1990. Editor. Prestes. In: TOLEDO.se as n ormas an ter iores para ref ere nciar part es de mon ogr af ias.refletindo. A. Parte de uma obra MOSCA. 1997. 2000. BOUTHOUL. 7.1. Sociologia da administração . bem como matérias apresentadas em u m n úmero. MACEDO.4. Rio de Janeiro: FGV.14-16. acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado. Vida psíquica e organização. Da m esm a f orma que nas ref erê ncias de m onograf ias (completas ou partes). 1987. fascículo ou número de revistas. Disponível em: <http://www. 5. São Paulo: Atlas... História das doutrinas políticas. 103-115. Curitiba. Organizador.. Cultura e poder organizacional e novas formas de gestão empresarial. Rio de Janeiro: Guanabara.4 Parte de monografia em meio eletrônico Segue m. Acesso em: 25 jul. 122-143. Eva Maria.4. Os primeiros agregados humanos. cap.68. S. 3. número de jornal ou caderno de jornal completo. p. N as coletâneas. In: ______. Coesão organizacional e ilusão coletiva. Gilles. Fernando C. (Org.). FREITAS. p. G. ed.). volume ou fascículo de periódicos (artigos científicos de revistas. 7 Coletâneas são publicações compostas por artigos ou textos de vários autores em uma única obra. 3. editoriais. reportagens. . Reflexões para o silêncio. as pu blicaçõe s pe riódicas tam bé m são referenciadas segu ndo as caract erísticas específicas de cada tipo. etc. In: ______.).com. B. G. 1988.).br/ livrosonline/leitura_32>. p. Artigo de coletânea7 AMADO. Viagem astral aos domingos. matérias jornalísticas. Maria Ester de (Org. SOUZA. In: MOTTA. geralmente há a indicação de um ou mais autores como responsáveis pela obra (Coordenador. etc.

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

3.4.2.1 Publicação periódica como um todo

Usa-se referenciar toda a coleção de um título de periódico em listas de referências e catálogos de obras preparados por bibliotecas, editoras ou livreiros. O padrão de referência é:
TITULO DO PERIÓDICO. Local de publicação (cidade): Editora, datas de início e encerramento da publicação, quando houver.

TRANSINFORMAÇÃO. Campinas: PUCCAMP 1989-1997. ,

CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO. Brasília: Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, 1972-

Obs.: quando a publicação está em vigor, apresenta-se o ano de início, acrescido de hífen e sem ponto final.

3.4.2.2 Partes de publicações periódicas Abrange volume, fascículo, números especiais e suplementos, sem título próprio. A referência padrão é:

TÍTULO DA PUBLICAÇÃO. Local: Editora, numeração do ano e/ou volume, numeração do fascículo, informações de períodos, datas de publicação.

VEJA. São Paulo: Abril, v.31, n.1, 15 jan. 1998.

... 69

70...

3.4.2.3 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas Inclui fascículos, volumes, números especiais e suplementos (com título próprio); além dos artigos, editoriais, comunicações, entrevistas, resenhas, reportagens e outros.

SOBRENOME, Prenome do Autor. Título da parte, artigo ou matéria. Título da Publicação , Local, numeração correspondente ao volume e/ou ano, fascículo ou número (conforme o caso), página inicial-final (quando se tratar de artigo ou matéria), data ou intervalo de publicação.

Obs.: se necessário, podem ser acrescentadas informações complementares que melhor identifiquem o documento.

GUIA Exame 2002: as 100 melhores empresas para você trabalhar. Exame, São Paulo, set. 2002. Edição especial. NUNES, Clarice. História da educação brasileira: novas abordagens de velhos objetos. Teoria
& Educação , Porto Alegre, n.6, p.151-182, 1992.

LEAL, Elisabeth J. M. Pesquisa e produção escrita. Turismo: visão e ação, Itajaí, v. 4, n.8, p.99109, abr./set. 2001. GURGEL, C. Reforma do Estado e segurança pública. Política e Administração, Rio de Janeiro, v.3, n.2, p.15-21, set. 1997.

3.4.2.4 Artigo e/ou matéria de revista, boletim, dentre outros, em meio eletrônico As referências seguem as normas indicadas para artigos e/ou matérias de publicações periódicas, conforme os tópicos anteriores, acrescentando-se a descrição física do meio eletrônico.

MALOFF Joel. A internet e o valor da “internetização”. Ciência da Informação , Brasília, v. , 26, n. 3, 1997. Disponível em: <http://www.ibict.br/cionline/>. Acesso em: 18 maio 1998. VIEIRA, Cássio Leite; LOPES, Marcelo. A queda do cometa. Neo Interativa, Rio de Janeiro, n.2, inverno 1994. 1 CD-ROM.

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

3.4.2.5 Artigo e/ou matéria de jornal Inclui editoriais, entrevistas, comunicações, reportagens, resenhas e outros. A referência padrão é:

SOBRENOME, Prenome do Autor (se houver). Título da matéria. Título do Jornal, Local de publicação, data de publicação. Seção, caderno ou parte do jornal, página da matéria.

Obs.: quando não houver caderno, seção ou parte, a página da matéria ou do artigo precede a data.

BEVILACQUA, Viviane. A fome dói, diz José, um brasileiro. Diário Catarinense , Florianópolis, 3 nov. 2002. Página Quatro, p.4. LEAL, L. N. MP fiscaliza com autonomia total. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, p. 3, 25 abr. 1999.

3.4.2.6 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico A referência segue a norma indicada no item anterior, acrescentando-se as informações sobre a descrição física do meio eletrônico.

HISTÓRIA, razão e fé. Folha de S. Paulo Online , São Paulo, 3 nov. 2002. Folha Opinião. Disponível em: <http://www.uol.com.br/fsp/opiniao/inde03112002.htm>. Acesso em: 3 nov. 2002.

... 71

WORKING CONFERENCE ON INFRASTRUCTURES FOR VIRTUAL ORGANIZATIONS: managing cooperation in virtual organizations and electronic business towards smart organizations.. proceedings. 1996..2 Eventos como um todo em meio eletrônico A referência segue a norma anterior para publicação de documento de evento como um todo. Recife: UFPe.3.1 Eventos como um todo Constitui u m tipo de pu blicação com o con ju nt o de docum en tos/t rabal hos apresentados ou reunidos em um evento. ano. numeração (se houver). 1996. dentre outros. Florianópolis. 1996.br/anais/anais.4.. 4. Título. atas. 3. 1996.72.4. . Recife. anais. Anais eletrônicos.) Local de publicação: editora. Proceedings… Boston: Kluwer Academic Publishers. acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado. 2.ufpe. Recife. O padrão de referência para esses tipos de documentos é: NOME DO EVENTO.. do documento (anais.3 Publicações em eventos 3. Disponível em: <http://www... … 2000. 2000. etc..3. 1997..propesq.. local (cidade) de realização. Acesso em: 21 jan. CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe.4. proceedings. como atas. data da publicação. resultados. Recife: UFPe. 3. Anais. 4... CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe.htm>.

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

3.4.3.3 Trabalho apresentado em evento té cn ico- ci ent íf icos. A re fer ênci a dev e apresentar os seguintes elementos e forma:

São os artigos, comunicações, projetos, dentre outros trabalhos apresentados em eventos

SOBRENOME DO AUTOR, Prenome e outros Sobrenomes do Autor (se houver, abreviados ou não). Título do trabalho apresentado. In: NOME DO EVENTO, numeração do evento (se houver)., ano, local de realização do evento. Título... (Anais, Proceedings, Resumos, etc.) Local de publicação: Editora, data de publicação. página inicial-página final do trabalho referenciado.

RODRIGUES, M. V. Uma investigação na qualidade de vida no trabalho. In: ENCONTRO ANUAL DA ANPAD, 13., 1989, Belo Horizonte. Anais… Belo Horizonte: ANPAD, 1989. p. … 455-468.

3.4.3.4 Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico

Segue a norma de referência indicada no item anterior, acrescida das informações do meio eletrônico utilizado.

SILVA, R. N.; OLIVEIRA, R. Os limites pedagógicos do paradigma da qualidade total em educação. In: CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe, 4., 1996, Recife. Anais eletrônicos... Recife: UFPe, 1996. Disponível em: <http://www.propesq.ufpe.br/anais/anais/ educ/ce04..htm>. Acesso em: 21 jan. 1997. GUNCHO, M. R. A educação à distância e a biblioteca universitária. In: SEMINÁRIO DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 10., 1998, Fortaleza. Anais... Fortaleza: Tec Treina, 1998. 1 CD-ROM.

... 73

74...

3.4.4 Documentos jurídicos 3.4.4.1 Legislação Estão incluídos nesse tipo de documento: a Constituição, emendas constitucionais, textos legais (leis ordinárias, medidas provisórias, decretos, resoluções do Senado Federal); normas de instituições públicas e privadas (resolu ções, portarias, ordem de serviço, comunicado, instrução normativa, circular, dentre outros). A referência é elaborada com base n a n orma padr ão, podendo ser acrescentados elementos complementares, caso sejam necessários.

JURISDIÇÃO (ou cabeçalho da entidade, caso tratar-se de normas). Título do documento. Especificação do documento (ex.: Diário Oficial, Código civil, Lex), Local (cidade), numeração (volume, número e páginas, conforme o caso), data.

Obs.: quando a referência for de Constituições e suas emendas, entre o nome da jurisdição e o título acrescenta-se a palavra Constituição, seguida do ano de promulgação, entre parênteses.
BRASIL. Constituição (1988). Emenda constitucional nº 9, de 9 de novembro de 1995. Lex: legislação federal e marginália, São Paulo, v.59, p.1966, out./dez. 1995.

SÃO PAULO (Estado). Decreto nº 42.822, de 20 de janeiro de 1998. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência, São Paulo, v. 62, n. 3, p.217-220, 1998.

BRASIL. Decreto-lei nº5.452, de 1 de maio de 1943. Aprova a consolidação das leis do trabalho. Lex: coletânea de legislação: edição federal, São Paulo, v. 7, 1943. Suplemento.

BRASIL. Código civil. 46. ed. São Paulo: Saraiva, 1995.

3.4.4.2 Jurisprudência

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. In: ______. Súmulas. São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil, 1994. p.16.

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Hábeas-corpus nº 181.636-1, da 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Brasília, DF 6 de dezembro de 1994. Lex: jurisprudência do , STJ e Tribunais Regionais Federais, São Paulo, v. 10, n. 103, p. 236-240, mar.1998.

3.4.4.3 Doutrina Refere-se a qualquer discussão técnica sobre questões legais publicadas na forma de monografias, artigos de periódicos, papers, etc. A doutrina é referenciada conforme o tipo de publicação.
BARROS, Raimundo Gomes de. Ministério Público: sua legitimação frente ao Código do Consumidor. Revista Trimestral de Jurisprudência dos Estados, São Paulo, v. 19, n. 139, p. 53-72, ago. 1995.

3.4.4.4 Documento jurídico em meio eletrônico Para este tipo de documento, o padrão de referência segue a norma indicada para documentos jurídicos (itens anteriores), acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado.
BRASIL. Regulamento dos benefícios da previdência social. In: Sislex: Sistema de Legislação, Jurisprudência e Pareceres da Previdência e Assistência Social. [S.l.]: DATAPREV 1999. 1 CD-ROM. ,

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. Não é admissível, por ato administrativo, restringir, em razão de idade, inscrição em concurso para cargo público. Disponível em: <http:// www.truenetm.com.br/jurisnet/sumusSTF .html>. Acesso em: 29 nov.1998.

3.4.5 Patente
ENTIDADE RESPONSÁVEL e/ou autor. Título. Número da patente, datas do período de registro.

EMBRAPA. Unidade de Apoio, Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação Agropecuária (São Carlos, SP). Paulo Estevão Cruvinel. Medidor digital multissensor de temperatura para solos. BR n. PI 8903105-9, 26 jun. 1989, 30 maio 1995.

... 75

. 1999 (data da captação).000.. O padrão de referência é: AUTOR. 557 Kb (tamanho do arquivo).ufl. Itajaí (local). 1931-2000 Brazil’s confirmed unprovoked shark attacks. 557 Kb.edu/fish/Sharks/statistics/Gattack/map/Brazil. 17:45Z (horário zulu). 3.6 Documento cartográfico Abrange: atlas. 1 imagem de satélite. data de publicação. GIF. 1999071318. 1999. 13 jul. Escalas variam. Obs. INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo. 1 atlas. . 3 ½ pol. 1 disquete. [2000?].000.4. 1981. Acesso em: 15 jan. UNIVALI (instituição geradora). 3.: Nota sobre a referência/arquivo digital 8 : 1999071318. Escala 1:2. 1 mapa. 1999. 08 (número do satélite na série). Rio de Janeiro: Enciclopédia Britânica do Brasil. ESTADOS UNIDOS. SP). ATLAS Mirador Internacional. porém com as devidas informações referentes ao meio eletrônico em que é apresentado.1 Documento cartográfico em meio eletrônico O documento cartográfico segue os padrões indicados anteriormente. color. Escala 1:40. National Oceanic and Atmospheric Administration.6.11. Itajaí: UNIVALI. Local: Editora. São Paulo.4. Gainesville. 1994. 2002. GOES-08: SE. 17:45Z. Regiões de governo do Estado de São Paulo.76. globo e fotografia aérea.000. SE (localização geográfica). IR04. 13 jul.GIF (título do arquivo). GOES (denominação do satélite). 8 ABNT. Escala. FLORIDA MUSEUM OF NATURAL HISTORY. p.flmnh. Título. NBR 6023:2002.jpg>. Disponível em: <http://www. Especificação do documento. mapa. 1 atlas. IR04 (banda).

jpg. Romero. Altura: 432 pixels. caso seja necessário. 77 . Formato JPEG.. Também podem ser acrescentados elementos complementares do documento à referência. Data. Largura: 376 pixels. cartazes.4. color. 1 gravura.7 Documento iconográfico Refere-se a gravuras. 25 cm x 20 cm. BRITTO. dentre outros. KOBAYASHI. diafilme. desenho técnico. [Sem título]. 1980. Doença dos xavantes. fotografias. Geddes 135. transparências. 3. 2000. 5 ¼ pol. 1999. .7. 1 disquete. 19 transparências. O padrão para referenciar esses tipos de documentos é: AUTOR. color.. 1 fotografia. Título. 25 cm x 25 cm.1 Documento iconográfico em meio eletrônico GEDDES. pinturas.. 1982. 51 Kb.. K.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. Especificação do documento. deve-se atribuir uma denominação ou indicar [Sem título] entre colchetes. Anne.4. NOVAS descobertas para o terceiro milênio. Quando não existir título para o documento. São Paulo: UMIBO. diapositivo.

3. 1 CD. Produção: Martire de Clermont-Tonnerre e Arthur Cohn. son. 1991]. Caetano..8 Imagem em movimento Envolvem as referências de filmes. CENTRAL do Brasil. Brasília: SENAI/DN. 2 cassetes sonoros. Circuladô vivo. color. Rio de Janeiro: Riofilme. 2001. Luiz Inácio Lula da Silva: depoimento [abr.78. VELOSO. 1 video sonoro. Local: Produtora. . videocassetes. 1991.9 Documento sonoro Compreende discos. Deve-se seguir o seguinte padrão: TÍTULO. 3. DVD. Departamento Nacional. Luiz Inácio Lula da. Garcia. data. PORTADOR de necessidades especiais no trabalho: depoimentos. 35 mm. conforme o caso). CDs (compact disc). Produção do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial. etc.. 1992. Título.. No caso de entrevistas gravadas que necessitam ser referenciadas. 1998. dentre outros. SILVA. Local: Gravadora (ou equivalente). também deve ser seguido o seguinte padrão: COMPOSITOR (ou intérprete. Especificação do documento.4.4. Entrevistadores: V Tremel e M. 1 bobina cinematográfica (106 min). São Paulo: Polygram. Direção: Walter Salles Júnior. Diretor. . São Paulo: SENAI-SP. data e especificação do suporte em unidades físicas. Produtor (conforme as informações disponíveis).. entrevistado. fitas cassete.

As mensagens de correio e le trônico “devem ser 9 referen ciadas meio eletrônico s omen te quando não se dispuser de nenhuma outra fonte para abordar o Abrange os documentos do tipo base de dados. monumentos. Título (do serviço ou produto).]: Microsoft Corporation. esqueletos. mensagens eletrônicas. [S. e meio eletrônico. Curitiba.” (ABNT. listas de discussão. Normas. programas de computador. O padrão para referência é: Mensagens trocadas por email têm caráter informal. . Especificação do objeto. 1995. 1 bule.4. assunto em discussão. 9 3. [China: Companhia das Índias. AUTOR(es)se for o caso. Biblioteca Central. objetos de museu. 1 CD-ROM.l. Versão (se houver). 18-]. desaparecem rapidamen te. 13). Marcel.4.. dentre outros). etc.11 Documento de acesso exclusivo em MICROSOFT Project for Windows 95. p. A referência desses documentos deve apresentar o seguinte padrão: AUTOR (criador artístico do objeto. 1918. animais empalhados. maquetes.1.10 Documento tridimensional Abrange as esculturas. Título (caso não exista.. BULE de porcelana. Data. 5 fonte científica ou técnica de disquetes. DUCHAMP. arquivos em disco rígido. Version 4. 79 . Descrição física do in terpes soal e efêmero. quando identificado). não sendo recomendável seu uso como UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. 1 escultura variável.doc. Escultura para viajar.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. objetos e suas representações (fósseis. pesquisa. atribuir denominação ou indicar [Sem título] entre colchetes). 1998. NBR 6023:2002.

13 Séries e coleções Nesses tipos de publicações. Niterói. Apostila. Tim. SC. (Primeiros Passos.23. E. podem ser acrescentados.. Os princípios da gestão moderna. Modelos matemáticos: exercícios didáticos. In: FUNDAÇÃO TROPICAL DE PESQUISAS E TECNOLOGIA “ ANDRÉ TOSELLO”. Digitado. Acesso em: 30 maio 2002. Disponível em: <http://www.org. Estas informações devem ser apresentadas ao final da referência. 1990. São José dos Campos: Johnson & Johnson. 2.br/ acaro/sp/>. (Série Sucesso Profissional: seu guia de estratégia pessoal). Responsável técnico Delosmar R. n. MARTINS. 3. J. 57). J. . os títulos das séries e/ou coleções e a respectiva numeração. Memorial [mensagem pessoal].4.12 Bula de remédio RESPRIN: comprimidos. se houver. Bula de remédio. Italvino. ÁCAROS no Estado de São Paulo.14 Notas Como notas podem ser incluídos os seguintes documentos: publicações no prelo. Como fazer apresentações. Tubarão. Base de Dados Tropical. M. entre parênteses. 1978. Massa calcificada da naso-faringe.univali.. MARINS. M.br> em 11 nov. textos não publicados. documentos mimeografados e digitados. Radiologia Brasileira.4. C.bdt. No prelo.80. sem destaque. 1991. LEAL.ed. 3. L. MARQUES. apostilas. São Paulo: Publifolha. 1997. 1984. HINDLE. RUBIROSA. Bastos. 2002. Mensagem recebida por <simonegf@sj.fat. São Paulo. Carlos B. São Paulo: Brasiliense. ao final da referência. O que é sociologia? 7.ed. 3.4. 1999. 1985.

impresso da mesma forma que o do autor. no que couber. seqü encialmen te. .Lombada (opcional): é a parte lateral da capa que reúne as folhas do trabalho. A estrutura de trabalhos acadêmicos compreende elementos prétextuais... b) nome do autor.TCC. trabalhos de conclusão de cursos de graduação .Capa (obrigatório): é a cobertura externa capa dura . deve ser especificado o respectivo volume em cada capa). a trabalhos de graduação intra e extra-classe. para elaboração de teses. trabalhos de conclusão de curso de aperfei çoamen to e/ou especialização e outros. im presso longitu dinalmente. dissertações e trabalhos de conclusão de curso é obrigatório seguir a orientação da norma. se houver. g) ano da entrega (4 dígitos). Por outro lado. c) título. 4. uma vez que tais trabalhos têm estrutura própria. Em caso de trabalhos relacionados às disciplinas de graduação. tais como fichamentos. que def in e os pri ncípios gerais par a elaboração de teses. do alto ao pé da lombada. Deve conter. Suas orientações também se aplicam. f) local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado. onde devem ser impressos: a)n om e do au tor.que abrange as folhas que constituem o trabalho (Apêndice A). 81 . as seguint es informações: a) nome da instituição (opcional). papers e relatórios. dissertações.1 Elementos pré-textuais . se for o caso: v.2) . e) número de volumes (se houver mais de um. esses elementos podem ser adapt ados ou at é me smo desconsiderados. textuais e pós-textuais. c) identificação de números (volume. d) subtítulo. b) título do trabalho.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 4 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS A estrutura de trabalhos acadêmico-científicos é orientada pela NBR 14724:2005 da ABNT. trabalhos de graduação interdisciplinares TGI. resenhas.

dissertação.Folh a de aprovação (obrigatório): é apresentada logo após a folha de rosto e deve conter as segu intes informações.Dedicatória (opcional): o autor dedica sua obra ou presta homenagens a pessoa(s). nome da instituição a que é submetido. h) ano de entrega (4 dígitos). dissertações ou trabalhos de conclusão de curso de graduação ou especialização. objetivo e nome da instituição a que é submetido. As informações são apresentadas em colunas como no exemplo abaixo: Folha Linha Onde se lê Leia-se . e) data de aprovação. com as respectivas correções. d) área de concentração. centralizadas na página (Apêndice C): a) nome do autor trabalho. ti tu lação e assin at ur a dos componentes da banca examinadora e instituições a que pertencem. trabalho de conclusão de curso. os seguintes elementos (Apêndice B): a) nome do autor do trabalho. devem ser apresentados.Errata (opcional): consiste em lista das folhas e linhas onde há erros. d) número de volumes. e m caso de t rabalh os qu e dev am ser depositados em biblioteca. apresenta-se a ficha catalográfica.). etc. preciso. com a identificação do conteúdo que permita a indexação). em seqüência. . b) título principal do trabalho (claro. parte inferior da página.Agradecimentos (opcional): menção a pessoas e/ou instituições que contribuíram de forma relevante para o desenvolvimento do trabalho. conforme o Código de Catalogação Anglo-Americano vigente. a dedicatória deve ser localizada na parte inferior direita da folha. e) nota contendo a natureza do trabalho (tese. .A data de aprovação e as assinat ur as são colocadas após a apr ov ação do trabalho. como as teses. c) subtítulo (se houver. f) nome do orientador e do co-orientador (se houver). . após a dedicatória e devem se limitar ao estritamente necessário. g) local (cidade) da instituição. Essa f ich a de ver á ser con feccion ada por profissional bibliotecário. No verso da folha de rosto. Aparecem em folha separada..Folha de rosto (obrigatório): no anverso (página da frente da folha). sua subordinação ao título principal é demonstrada pelos dois pontos que o precedem). etc. obtenção de determinado grau.82. b) título do trabalho e subtítulo (se houver). . f) nom e.. área de concentração. c) texto contendo a natureza. se houver mais de um. .) e o seu objetivo (por exemplo: para aprovação em disciplina.

Lista de ilustrações (opcional): identifica as ilustrações (quadros. grafado com o mesmo tipo de fonte utilizado para os capítulos (ou divisões principais do texto. Sua elaboração é detalhada no t ópico 2 (R esu mos de trabalhos acadêm icocientíficos). não deve vir entre aspas.Resumos de trabalhos acadêmico-científicos. seções (ou tópicos) e outras partes de uma publicação (ou trabalho). devem ser alinhados à esquerda." (NBR 6027:2003.Su mári o (obrigatór io): é a re lação enumerada das divisões. . na mesma ordem e grafia em que se sucedem no texto. por considerar significativo e inspirador em relação ao seu trabalho.4. Se necessário.. Na elaboração do sumário deve-se observar os seguintes aspectos: a) o sumário tem o título centralizado. Epígrafes tam bém podem ser colocadas na abertura das divisões do texto (capítulos). Consiste na transcrição de uma frase. da Parte II deste documento).Lista de tabelas (opcional): identifica as tabelas. ditado ou parte de um texto que o autor deseja destacar. com o respectivo significado. esque mas. na ordem em que se apresentam no texto. recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo de ilustração. que é uma lista "de palavras ou frases. c) os elementos pré-t extu ais não devem aparecer no sumário.3 da Parte II deste documento). pensamento. com respectivos nomes e números de página. (Atenção! Em artigos científicos o resumo em língua estrangeira faz parte dos elementos pós-textuais ..Epí grafe (opcional): aparece após os agradecimentos. segui das do seu signi ficado (expre ssõe s ou palavras correspon dentes). or ganogram as.Resumo em língua estrangeira (obrigatório): deve ser apresentado em folha separada do resumo anterior (ver o tópico 2 . .ver seção 5. A autoria da mensagem deve ser apresentada do lado direito.Lista de símbolos (opcional): apresenta o conjunto de símbolos utilizados no texto.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . . Atenção! O sumário não deve ser confundido com o índice. da Parte I deste documento. . também denominadas seções primárias). mapas. qu e localiza e re mete para as in form açõe s con ti das n o tex to. d) os indicativos das seções que compõem o sumário. 83 . com respectivos nomes e números de página.) na ordem em que aparecem no texto. Também é recomendada a elaboração de lista própria para cada u m dos t ipos (abreviatura ou sigla). fora de parênteses. . p. etc. . . b) a subordinação dos itens do sumário é destacada usando-se os mesmos tipos de fonte utilizados no texto. na ordem em que aparecem. escrit o por ext enso. desen hos. Apesar de ser escrita por outra pessoa. .Resumo na língua vernácula (obrigatório): consiste na apresentação concisa do texto por meio de uma seqüência de f rases objetivas e seguidas de palavras-chave.Lista de abreviaturas e siglas (opcional): é a relação alfabética de abreviaturas e siglas con ti das n o t ext o. 2). Indica a página inicial em que se localiza a parte correspondente (Apêndice D). fluxogramas.ordenadas segun do determ inado cri tério. gráficos. se houver. abaixo do texto.

n a(s) página(s) que antecede(m) imediatamente o texto. o tex to acadêm ico-cien tífico se inicia com uma in trodu ção.se com base no ti po e nos objetivos do trabalho acadêmico-científico. t eorias e principais idéias sobre o tema focalizado.84. destaca sua importância e seus limites quanto à extensão e à profundidade. Conf orme o tipo de trabalh o.. além de aspectos metodológicos. apenas que esta é a seqü ência usual de qualquer t exto acadêmico. com uma definição clara. 4. . .: 32-49). área de conhecimento ou metodologia adotada. portanto.. o sumário de toda a obra deve ser incluído em todos os volumes. de modo que a consulta a qualquer dos volumes permita o conhecimento do conteúdo todo. que seguem os indicativos das seções. de u m modo geral . separados por hífen (ex. os elementos que integram o desenvolvimento do trabalho poderão variar nas suas divisões e subdivisões. há distintos modos de organizar o texto. .: 32). Da mesma forma que na introdu ção. apresenta o problema ou tema central do estudo ou da pesquisa. Se o trabalho compreender mais de um volume. está localizado. Nela são descritos os conceitos. fornece uma visão global do assunto tratado (contextualização). e)os títu los e su btítulos (se h ouver). apresentação. são ali nh ados pela m ar ge m do tí tu lo correspondente ao indicativo mais extenso.Desenvolvimento É a parte mais extensa e consistente do trabalho. Isso não significa dizer que essas part es sejam n ecessariame nt e assi m intituladas ou subdivididas.2 Elementos textuais Os elementos textuais. assim como os prétextuais. contextualiza-o. ou os n úme ros das págin as ini cial e f inal. em função da sua natureza e da área de conhecimento a que pertencem. à qual se segu e o desen volvim ento. con st itu em. me todologia. resultados e interpretação do estudo quando se tratar de um relatório de pesquisa. O sumário é o último dos elementos prét extu ais. análise e interpretação dos resultados. Trata-se da parte inicial do texto em que o autor aponta os seus propósitos e as linhas gerais que orientaram seu pensamento. Em caso de relatórios de pesquisa científica. os elementos essenciais que integram esta parte do trabalho são: fundamentação teórica (r evi são bibl iogr áf ica). excetuados os elementos obrigatórios. f) para a paginação pode-se utilizar o número da pr imei ra página (ex. f inalizan do com uma conclusão.Introdução Consiste na apresentação geral do trabalho. concisa e objetiva do tema e a delimitação precisa das fronteiras do estudo em relação ao campo selecionado e ao problema a ser estudado. ou seja. No en tant o.

85 . da Parte II deste documento.Anexo(s) (opcional): texto ou documento não elaborado pelo au tor do trabalho. extraídos de um documento. nomes geográficos. seguidos de suas respectivas definições. além de sugestões para outros trabalhos. Os anexos são identificados por letras maiúsculas consecutivas.3 Elementos pós-textuais .Conclusão Como parte final do texto. . encontram-se no tópico 3 – Elaboração de Ref erências de Tr abal hos Acadêm icoCientíficos..Glossár io (opci onal): lista em ordem alfabética de expressões ou termos técnicos específ icos de uma determ inada área. seguidas de travessão e respectivo título (Ex. . consiste na revisão sintética dos resultados e da discussão do estudo realizado.: APÊNDICE A – Roteiro de entrevista). dentre outros). . .Índice (opcional): listagem detalhada de palavras ou expressões ordenadas a partir de critérios específicos (nomes de pessoas. Pode também indicar questões dignas de novos estudos. complementar ao seu trabalho. que complementa. 4. comprova ou ilustra o seu conteúdo. seguidas de travessão e respectivo título (Ex.Referências (obrigatório): constitui o conjunto padronizado de element os descrit ivos. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ .: ANEXO B – Estrutura organizacional da Empresa Alfa).Apêndice(s) (opcional): texto ou documento elaborado pelo autor. com a indicação de sua localização no texto. assuntos. Tem como objetivo destacar as principais questões tratadas no trabalho acerca do estudo desenvolvido. . Nos trabalhos acadêmi co-cien t ífi cos a li stagem de referê ncias deve ide ntif icar as f ontes/ documentos mencionados (referidos) no texto. utilizados no trabalho. possibilitando sua identificação individual. segun do a NBR 6023:2002 da ABNT. apontando-se o alcance e o significado de suas contribuições. As orientações para sua elaboração.. A con clu são deve apresent ar dedu ções lógicas correspon dent es aos propósitos prev iamen te estabelecidos do t rabalho.

.86.. .

Também os títulos das subseções são separados do texto que os precede e que os sucede por dois espaços de 1.7 cm ). legendas de ilu strações e de t abelas..2 Margens e espacejamento As páginas devem ser configuradas nas seguintes dimensões: margens esquerda e superior: 3 cm. data de aprovação e identificação da ban ca exami nador a deve m ser centralizadas (Apêndice C). recomendam-se Times New Roman ou Arial. O texto deve ser digitado com espaço 1. Já na folha de aprovação. referências. Os títulos das seções devem começar na parte superior da folha e ser separados do texto que os sucede por dois espaços de 1. nome da instituição a que é submetido e área de concentração) que devem ser digitadas em espaço simples. O texto é digitado no anverso da folha (frente). com exceção da folha de rosto.4 (21 cm x 29. 87 .. com exceção das citações longas (com mais de três linhas).5.5 entre linhas. com form at o A. em cuj o verso é im pr essa a f ich a catalográfica. 5. As ref erên cias apresent adas ao final do trabalho devem ser separadas entre si por dois espaço simples. Para digitação recomenda-se a utilização de font e tamanho 12 para t odo o text o e tamanho menor (11 ou 10) e uniforme para citações longas (mais de três linhas). as informações sobre o trabalho. digitados n a cor preta (excetuando-se as ilustrações). notas de rodapé. no caso de dissertações e teses. algumas normas gerais devem ser seguidas. Entretanto. . como prescreve a NBR 14724:2005 da ABNT. 5.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 5 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICOCIENTÍFICOS O projeto gráfico de um trabalho acadêmico é de responsabilidade do seu autor.5. Quanto ao tipo da fonte. margens direita e inferior: 2 cm. notas de rodapé. objetivo. pagin ação e legen das de ilustrações e tabelas. Na folha de rosto. a nota de identificação do trabalho deve ser alinhada do meio da página para a margem direita (Apêndice B).1 Formato Os trabalhos acadêmico-científicos devem ser apresentados em papel branco. sem brilho. f icha catalogr áf ica e nota de identificação do trabalho apresentada na folha de rosto (indicando a natureza do trabalho.

A principal di vi são do te xto de u m docum ent o é denominada seção primária. embora as páginas preliminares (pré-texto) não sejam n umeradas. Exemplo: Seção primária Seção secundária 1 2 1. a partir da folha de rosto.1.. por sua vez.1. suas folhas são numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento à do texto principal.1 2.2. sendo de le separado por um espaço.1 2.2 2.2 . 5. Havendo apêndice(s) e anexo(s). seguido do número que lhe f or atribu ído na seqüência do assunto e separado por ponto..1 2.2.1 2. A nu meração é colocada a partir da primeira folha da parte textual.1.1 "O indicativo de uma seção secundária é constituído pelo indicativo da seção primária a que pertence.1. Repete-se o mesmo processo em relação às demais seções. em algarismos arábicos.4 Títulos e indicativos numéricos São denominadas seções as partes em que é dividido o texto de um documento. etc.1 3.3 Paginação Todas as folhas do trabalho são contadas seqüencialmente. pode se dividir em seção secundária. alinhado à margem esquerda. quaternária. a 2 cm da borda superior.1.2 3 3. Esse indicativo numérico. 5.88.3 Seção quaternária 1." (NBR 6024:2003). pre cede o títu lo da seção. a qual.1 2. no canto superior direito da folha.1 2. contendo a exposição ordenada do assunto. terciária.1. Seção terciária 1. Empregam -se algarismos arábicos para numerar as seções de um texto.1.1.1.1.

colocado sob a primeira letra do texto da alínea e dele separadas por um espaço. nesse caso. as dem ais linh as da subalínea i niciam igualmente abaixo da primeira letra. mapas. d) a segunda e demais linhas do texto da alínea começam abaixo da primeira letra da primeira linha. Dispõem-se as alíneas na seqüência de um texto (que termina em dois pontos) do seguinte modo: a) ordenam-se as alíneas alfabeticamente.1.. precedida da palavra designativa seguida de seu número de ordem .. com exceção da última. 89 . anexo(s) e índices não recebem in di cat iv os n um éri cos e dev em ser centralizados (NBR 14724:2005). gráficos. esqu emas.. terminam em ponto-e-vírgula. qu adros. estas devem começar com um hífen. 5.. Muitos autores.2. qu e obri gatoriamen te corresponde ao título da seção. resumos. exceto a última que termina em ponto. . A identificação de ilustrações deve aparecer na parte in ferior.. sumário. adotando-se. usando-se de forma racional os seguintes recursos: negrito. deve ser mantida em todo o trabalho. se inicia em ou tra li nh a. c) o texto de cada alínea inicia com letra minúscula e termina com ponto e vírgula. dele separado por um espaço. hífen ou travessão não são usados após o indicativo da seção ou de seu título. Hav endo ne cessidade de enumerar diversos assuntos ou itens. Têm por objetivo possibilitar a transmissão de dados e informações de modo mais atraente. O texto. qualquer que seja a forma adotada.. agradecimentos. glossário.1 Os títulos de errata.. ressalta-se que este recurso deve ser usado para grafar palavras estrangeiras. ver 1.. fotos. porém. no in te rior de um a seção. O título das seções é colocado após seu indicativo numérico. . Atenção! Em relação ao itálico. listas. Quando for necessário dividir a alínea em subalíneas. referências. o espaçamento duplo entre os parágrafos.5 Parágrafo Modernamente a forma de parágrafo recuado está sendo abolida. se m que h aj a necessidade de intitulá-los. dentre outros. A citação de indicativos de seções no texto é feita conforme os exemplos seguintes: . porém devem estar diretamente relacionadas com o conteúdo da informação... na seção 3 relatou-se.. itálico ou grifo. 5.6 Ilustrações As ilustrações abrangem: desenhos. preferem adotar o parágrafo tradicional e formal nos textos técnicos (com recuo de 1. As alíneas.. apêndice(s). fluxogramas. em 2. or gan ogram as. Os tí tu los das se ções são destacados gradativamente. No entanto.. b) as letras indicativas das alín eas são re en tradas em r elação à margem esquerda. usam-se alíneas. pois do contrário não contribuirão para a análise.27 cm).UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Ponto.. e redondo. caixa alta ou versal.

c) ocupar. Figura 3. b) ter moldu ra para est ru turar os dados nu méricos e termos necessários a sua compreensão. O título indica a natureza e as abrangências geográfica e te mporal dos dados n um éri cos. Quando não couber em uma folha. Quadro 5). pode ser apresentada em duas ou mais partes.cada página deve ter colunas indicadoras e seus respectivos cabeçalhos. do respectivo título e/ou legenda explicativa. repetindo-se o cabeçalho das colunas indicadoras e os indicadores de linha.se ultrapassar o tamanho da página em número de colunas e tiver poucas linhas.90. 5. t ais indicações devem ser feitas sem abreviações. 28): . na mesma página. sintetizadas a seguir. . As tabelas têm numeração independente e consecutiva e a sua identificação (título) é colocada na parte superior (topo). a tabela deve ser apresentada em duas ou mais partes (IBGE. o espaço do cabeçalho e o terceiro. precedida da palavra Tabela e de seu número de ordem em algarismos arábicos. no mínimo.cada página deve ter uma das seguintes indicações: continua para a primeira. também é preciso seguir alguns critérios: . A t abe la não de ve t er t raços v ert icais delimitadores à direita e à esquerda. deve: a) estar inserida o mais próximo possível do trecho do texto a que se refere.cada página deve ter o contéudo do topo e o cabeçalho da tabela ou o cabeçalho da parte. uma única página.IBGE (1993). . A tabela. . o rodapé. e da fonte. breve e clara que dispense consulta ao texto. uma abaixo da outra. Q uanto à disposição das in formações. . o segundo. de ocor rência n o te xto e m algarismos arábicos (Exemplo: Gráfico 1.7 Tabelas As tabelas servem para descrever dados e informações relevantes para o estudo ou ilustrar o conteúdo em desenvolvimento. preferencialmente sem abreviações.o con te údo do rodapé deve se r apresentado na página de conclusão. três traços horizontais paralelos: o primeiro separa o topo. . pode se r apresentada em duas partes. lado a lado. após o fio de fechamento. As tabelas apresentam inf ormações tratadas estatisticamente e seguem as orientações da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . A indicação da(s) fonte(s) das informações contidas em uma tabela e notas eventuais aparecem em seu rodapé.se t iv er poucas colu n as. preferencialm ent e. conclusão para a última e continuação para as demais. com um traço vertical duplo separando as partes e repetindo-se o cabeçalho. de forma clara e concisa. As ilustrações devem ser inseridas o mais próximo possível do trecho do texto a que se referem.. O cabeçalho da tabela indica o conteúdo das colunas com palavras ou notações claras e concisas.o traço horizontal da moldura que separa o rodapé deve ser apresentado somente na página que contenha a última linha da tabela. por extenso. p. qu an to à su a local ização e apresentação gráfica. 1993.. . A moldura compreende.

. alinhados à direita. As tabelas de um a publi cação deve m apresentar uniformidade gráfica nos corpos e tipos de let ras e nú meros. ín di ces e ou tros)” (NBR 14724:2005. a partir de pesqui sa de campo (com o uso de questionários. os nomes ou 5. Qu ando as equações ou f órmu las ultrapassarem uma linha por falta de espaço. c) em caso da fonte tratar-se de pessoa física. caso seja necessário. quando as tabelas são elaboradas com base em fontes que constituem documentos do próprio autor do trabalho (apresentação dos dados.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ a) não se deve deixar “casas” vazias em uma t abel a. Significado correspondente b) a fonte da tabela indica a origem ou a instituição responsável pelo fornecimento ou elaboração dos dados e informações nela contidos. 9). ‘questionários aplicados’.. a palavra ‘fonte’ deve ser colocada após o traço inferior da tabela. por exemplo). ‘observação direta’. “Na seqüência normal do texto é permitido o uso de uma entrelinha maior que comporte seus elementos (expoen tes.quan do. ‘en trevist as realizadas’. Exemplo: x 2 + y2 = z2 (x + y )/5 = n 2 2 (1) (2) . entrevistas ou observação). ‘formulários preenchidos’. quan do os dados se originarem de diversas fontes.se à margem esqu erda da primeira coluna. podem ser u til izadas como f ont e as seguintes expressões: ‘pesquisa de campo’. subtração. no uso de maiúsculas e nos sinais gráficos utilizados. numeradas com algarismos arábicos entre parênteses. / ou – X .8 Equações e fórmulas Devem aparecer destacadas no texto para facilitar a leitura e. alinh ando.. 91 . utiliza-se como fonte o autor. pela natureza do fen ômeno.. p. multiplicação e divisão. devem ser interrompidas antes do sinal de igualdade ou depois dos sinais de adição. responsáv el pelos dados levantados e apresentados. o dado não existir -quan do o dado for rigor osamente zero -quan do não se dispu ser do dado -quan do os dados anterior es ao símbolo não forem comparáv eis aos posteriores -quan do o dado for omitido para evitar a in dividualização da infor mação siglas são separados por vírgula. conforme o caso. para tant o exi stem sím bolos estabelecidos por convenção internacional: Símbolo Z .

ed.C. A aventura sociológica: objetividade. Belo Horizonte: Editora UFMG.M. O trabalho da citação. BEAUD. C. São Paulo: Pioneira. 2003. GOLDENBERG.L. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. J. 1986. 1997.307-326. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. Rio de Janeiro. Arte da tese: como preparar e redigir uma tese de mestrado. . Metodologia do ensino superior. dissertação. NBR 6028: informação e documentação: resumo: apresentação.C.92. 1978. NBR 10719: apresentação de relatórios técnico-científicos. CASTRO. ______.. A. CANCELIER. V. São Paulo: T. resumo.M. 2003. Autores Associados. 2003.. M. GIL. FRANÇA.A.ed. de O. REFERÊNCIAS ALVES-MAZZOTTI. Memórias de um orientador de tese. NBR 6022: informação e documentação: artigo em publicação periódica científica impressa: apresentação. L. Campinas: . NBR 6024: informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento escrito: apresentação. improviso e método na pesquisa social. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. ______. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. ______.ed. L. ______. (Org. Queiroz. Campinas: Papirus. 2002. ______. FLÔRES. Os cientistas precisam escrever: guia de redação para cientistas. A.. Redação de textos científicos. 1998. BARRASS. pesquisa quantitativa e qualitativa. Belo Horizonte: Ed. Rio de Janeiro. 4. descrição. e aum. 1996. Rio de Janeiro: Record. E. F O método nas Ciências Naturais e Sociais: . OLÍMPIO. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos: apresentação. engenheiros e estudantes. A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em Ciências Sociais. DEMO. narração.J. 1989. Redação: o texto técnico/ científico e o texto literário. Rio de Janeiro. NBR 6027: informação e documentação: sumário: apresentação. P Educar pela pesquisa.. Rio de Janeiro. 1997. Rio de Janeiro: Zahar. 2002.. 1997. 2005.N. da UFSC. N. ______. 2.ed. A. paixão. FEITOSA. COMPAGNON. São Paulo: Perspectiva.). 2. da UFMG.ed. GEWANDSZNAJDER. M. 5. R. relatório. 1992. uma monografia ou qualquer outro trabalho universitário. Rio de Janeiro. 1996. Florianópolis. Rio de Janeiro. p. São Paulo: Atlas. 2001. Rio de Janeiro. 1988. 2000. 2003. ______.L. Rio de Janeiro. U. ECO. In: NUNES. 3. rev. Como se faz uma tese. Ed.L.

IBGE.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ HENRIQUES. 1999. 1993. Guia para elaboração de monografias e trabalhos de conclusão de curso.M. Normas de apresentação tabular. v. W.A. 1991. 3. 2001. Rio de Janeiro: Agir. LEAL. Metodologia científica: caderno de textos e técnicas. Maringá: EDUEM. Metodologia do trabalho científico. C. e ampl. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez. LEITE. Centro de Documentação e Disseminação de Informações.B. n. da UFSC.. DIONNE. n. ed. LAKATOS. G. MARTINS. de A. Porto Alegre: Sergio Antonio Fabris Editor.K. HÜHNE. ROESCH.. São Paulo: Atlas. Turismo: visão e ação. 1994. normalizando trabalhos acadêmicos: um guia metodológico.S. 2001. 1999. 1997. E. . São Paulo: Atlas. H. 5. LAVILLE. 1997. 1993. de O.ed. MEDEIROS. Belo Horizonte: Editora UFMG. Pesquisa e produção escrita. trabalhos de conclusão. A monografia jurídica. p. 1999.. TOMANIK.M. de A. TELLIS. Porto Alegre: Artmed.ed. Disponível em: http:// www. KIDDER. São Paulo: Companhia Melhoramentos. Métodos de pesquisa nas relações sociais.L.ed. sept. 104. 2. São Paulo: Cortez. E. p. COOK. S. rev. 1992. 1999. J. M. WRIGHTSMAN. C. F das C. A construção do saber: manual de metodologia da pesquisa em Ciências Humanas. A. SELLTIZ.. da escolha do assunto à apresentação gráfica. 3. Florianópolis: OAB/ SC. S. YIN.8. 1975. 3. Porto Alegre: Bookman. J.A. L.ed.. 2000./set. O olhar no espelho: «conversas» sobre a pesquisa em Ciências Sociais. abr. 2001. 2.ed.. MARCONI. L.ed. 1998. de A. C. São Paulo: Saraiva.nova. Application of a Case Study Methodology. São Paulo: Atlas. LAKATOS. J.L (Org.. MARCONI. dissertações e estudos de caso. E. 5.. Metodologia do trabalho científico. L. PASOLD. SEVERINO. Escrevendo e .ed. M. Estudo de caso: planejamento e métodos. Rio de Janeiro: IBGE. 3.M.ed. 21.html Acesso em 26/02/02.. M. A .A. E. SOUZA. In: The Qualitative Report. 19. 1985.99109. São Paulo: EPU. Prática da pesquisa jurídica: idéias e ferramentas úteis para o pesquisador do Direito. São Paulo: Atlas. Projetos de estágio e de pesquisa em Administração: guia para estágios. M. 2000. .edu/ssss/QR/QR3-3/tellis2. 1997. Florianópolis: Ed. J. Monografia no curso de Direito: trabalho de conclusão de curso: metodologia e técnicas de pesquisa. Manual da monografia jurídica. LINTZ.R. MICHAELIS: moderno dicionário da Língua Portuguesa. 2. NUNES. E. 93 .W. R. São Paulo: Atlas. ano 4.). A.. Fundamentos de metodologia científica.

..94..

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ APÊNDICES ... 95 .

.96. excetuando-se a 1ª letra] .. Apêndice A Capa de trabalhos acadêmicocientíficos Modelo 3 cm NOME DA INSTITUIÇÃO AUTO R(A) NOME COMPLE TO DO (A) A UTOR (A) CO MPLET CO MPL ETO AUTO R(A) [Extremidade do papel A4] [Identificação centrada em letras maiúsculas] 3cm TÍ TUL T ÍTUL O : subtítul o subtítulo (se houver) 2 cm [No centro da folha. título em maiúsculas e sub-título em minúsculas] Local Ano 2 cm [Letras minúsculas.

97 .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvolvimento sustentável em Santa Catarina Balneário Camboriú 2003 ...

Orientador: Prof(a). Apêndice B Folha de rosto de trabalhos acadêmico-científicos Modelo 3cm NOME COMPLETO DO(A) AUTOR(A) [Identificação centrada em letras maiúsculas] 3 cm TÍT UL O TÍ TUL O:: subtítulo subtí tul o (se houver) tulo 2 cm [No centro da folha..98. Wwww Yyyyyy Local Ano 2cm [Letras minúsculas. excetuando-se a 1ª letra] . na Universidade do Vale de Itajaí. título em maiúsculas e subtítulo em minúsculas] Monografia apresentada como requisito parcial para a o btenção do título de Xxxx.. Centro de Educação Zzzzz.

Pedro Alves Balneário Camboriú 2003 . Dr.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvolvimento sustentável em Santa Catarina Mo nogr afi a apres e n tada como requisito parcial para a obtenção do título de Bachare l em Turismo e Hotelaria pela Un iversidade do Vale de I taj aí. Orientador: Prof. Ce n tro de E ducação Balne ário Camboriú.. 99 ..

.......... MSc............ da Universidade do Vale do Itajaí... e aprovada pelo Curso de ...................... Dr............ [dia] de [mês] de [ano]. 3 cm Área de Concentração: . Prof....... Apêndice C Folha de aprovação de trabalhos acadêmico-científicos Modelo 3 cm NOME COMPLETO DO(A) AUTOR(A) TÍ TUL TÍT UL O T ÍTUL O:: subtítulo subtítul o (se houver) Esta Monografia foi julgada adequada para a obtenção do título de ...... UNIVALI – CE de São José 2 cm 2 cm [Identificação centrada em letras maiúsculas] [Título em maiúsculas..100........ .... ... UNIVALI – CE de Balneári o Camboriú Orientador Profa... . ......... [Local]... Centro de Educação de . .... ... UNIVALI – CE de São José Prof.... ... Dra.. ...... sub-título em minúsculas] ... .. ............

Emílio Vieira UNIVALI – CE de São José Membro . Pedro Alves UNIVALI – CE de Balneário Cambori ú Orientador Profa.. Msc. 14 de fevereiro de 2003. Dra. 101 . Maríl ia Mendonça Farias UNIVALI – CE de São José Membro Prof. Prof..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvol vimento sustentável em Santa Catarina Esta Monografia foi julgada adequada para obtenção do título de Bacharel em Turismo e Hotelaria e aprovada pelo Curso de Turismo e Hotelaria da Universidade do Vale de Itajaí. Área de Concentração: Turismo e Ambiente Balneário Camboriú. Dr. Centro de Educação de Balneário Camboriú.

... 49 4.................................... 40 3..... 27 3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS .................................................................. 57 4...................................................................................................................................................................... 16 2.............................................................2 As principais correntes teóricas da atualidade ..... 77 APÊNDICES ..... 10 1................ 18 2....... 11 1................... 13 2 O PROBLEMA DA PESQUISA .......2 Fontes documentais .......................................1..................................................................... 14 2....................................................................3 Estratégias e instrumentos ................................................1 Percepção do problema pelos sujeitos da pesquisa .....102................................................ 71 REFERÊNCIAS .................................................... aceitação e cooperação ...........................................................................................................................................................................................1 Contexto e sujeitos da pesquisa .................................. 39 3.................................................................................................................... Apêndice D Exemplo de Sumário SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO ............. 43 3...................................1 Breve história das principais concepções do passado ..................1..................2 Expectativas e aspirações ......................................1 Concepções teóricas .........2 Objetivos da pesquisa ........................................................................................................................1 Justificativa ................................................................................................................................ 46 4 RESULTADOS .....3 Resistência............................................................... 64 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS ........................................ 50 4............................... 80 ................................................................................................................................................................

103 . elaborado segundo as orientações da NBR 6028:2003.. contendo de 100 a 250 palavras.) Palavras-chave: (na língua do texto) * Currículo (e endereços postal e eletrônico) ** Currículo (e endereços postal e eletrônico) .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Apêndice E Modelo de página de abertura (artigo científico) TÍTULO subtítulo su btítu lo (se houver) Nome completo do autor 1* Nome completo do autor 2** Resumo (na língua do texto) (O resumo.. é digitado com espaçamento simples e alinhamento justificado.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful