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Relatório de estágio 2010

Relatório de estágio 2010

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ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE PÚBLICA PROF.

MAKIGUTI

CURSO TÉCNICO DE ANÁLISES CLÍNICAS

RELATÓRIO DE ESTÁGIO COMPROBATÓRIO DO MÓDULO III (FASE ANALÍTICA)

Estagiário: Juliana de Sousa Ferreira Mod III - Análises Clínicas Sem.: 2° Ano: 2010 Parecer do supervisor de estágio (escola): Professor Fulvio Ermerson Lopes Colussi e da Professora Fernanda Caroline Bernando Sant Ana

São Paulo, 06 de dezembro de 2010

porém existem casos que as mesmas são manuais para confirmação de exames alterados. TPHA e VDRL. no soro/plasma ou em urina de períodos As folhas seguintes contêm uma descrição sintetizada das atividades realizadas no campo de estágio e são distinguidas por área de análise.Hematologia .Microbiologia . Robson Pereira Sobral e sob coordenação do Prof. Imunologia: são realizados exames para diagnóstico e confirmação de Hepatites (A. Bioquímica: são realizados dosagens bioquímicas. 101 sob supervisão direta de Dr. situado na Av. VHS e hemograma completo. O laboratório onde ocorreu o estágio possui os setores abaixo especificados: .INTRODUÇÃO Este relatório é parte integrante do curso de Análises Clínicas (AC) da Escola Técnica de Saúde Pública Prof. O predomínio das técnicas realizadas foi: ( ) Manual ( ) Semiautomatizado ( x ) Automatizado Devido à demanda de exames solicitados. L. chagas. Makiguti onde são descritas os procedimentos realizados durante o estágio. hematócrito. B e C).Bioquímica Exames realizados (Resumo): Microbiologia: são realizados exames relacionados. sendo em sua grande maioria automatizados. Rubéola e Toxoplasmose. o predomínio da técnica é automatizado. HIV. O estágio do Módulo III do curso técnico em AC ocorreu de 07/10/2010 a 22/10/2010 num total de 40 horas no Laboratório de Saúde Pública de São Miguel. Colusse. para diagnóstico de tuberculose e controle de tratamento. Hematologia: são realizados reticulócitos. na sua grande maioria com BK (bacilo de kock). Sorologia: são realizados BHCG. . Fulvio E. Maria Santana.Sorologia . tipagem sanguínea.Imunologia 1 e 2 .

arranhadas e observar as características da amostra. Critérios para resultado: . fazendo movimentos de vai-e-vem. nos primeiros 20 campos observados: +++ . é um exame utilizado para o diagnóstico de Tuberculose e para controle de tratamento. Repita esse passo mais 2 vezes. nos 100 campos observados: + . Retire a chama e espere 5 minutos. 4. comece a distensão do escarro na lâmina com um palito de madeira. percorrendo toda a lâmina. Identificar as lâminas a serem usadas. Depois de seca é só fazer a leitura com óleo de imersão na objetiva de 100X. 2. Feche bem o pote da amostra.Média de 1 a 10 bacilos por campo. e coloque-o num espaço reservado na bancada e depois de processar todas as amostras coloque-as na geladeira até a liberação dos resultados. 5.Total de 10 a 99 bacilos por campo. 10. Descrita da seguinte forma: 1. Cubra o esfregaço com azul de metileno por 30 segundos e lave com água corrente. com predomínio da técnica manual. delicadamente e cubra com álcool-ácido a 3% por 1 minuto e lave com água corrente. 6.DESCRIÇÃO SINTETIZADA DAS ATIVIDADES. Setor: Microbiologia – Área analítica Durante a permanência no estágio. sem deixar espaços vazios. sendo que foi utilizado para a coloração o método de ZielNeelsen. coloração e leitura das lâminas. 7. fixe-o passando por 3 vezes sobre a chama do bico de Bunsen. passando a chama do bico de bunsen debaixo da lâmina até liberar vapor. 9. Deve-se organizar todo material a ser usado na bancada. nos primeiros 50 campos observados: ++ . Cubra o esfregaço com a fucsina. nos 100 campos observado: 1 a 9 bacilos . Com uma gaze umedecida com álcool etílico limpe a lâmina do lado contrário e coloque-a para secar em pé em uma estante com papel filtro. Lave a lâmina com água corrente. 3. Após o esfregaço seco.Média de mais de 10 bacilos por campo.Nenhum bacilo em 100 campos observados: negativo . 8. observando se as mesmas não estão engorduradas. até obter um esfregaço homogêneo que cubra 2/3 da lâmina.Total de 1 a 9 bacilos por campo. sem ferver. já utilizada. Organize todo material necessário para a coloração em cima da bancada e coloque as lâminas já fixadas no suporte para corar. no setor de microbiologia foi observada a técnica de baciloscopia. Dentro da cabine de segurança biológica. Foi observado o procedimento desde o preparo do esfregaço.

Equipado com software configurável. também são realizados antibiograma. reagentes. não se vede trocar kits de reagentes entra as máquinas. detector automático de volumes de amostras . AXSYM As amostras de sangue são colocadas na Axsyn por “racks”. As amostras de sangue devem ser guardadas até a liberação do laudo. O equipamento AxSYM. Setor: Imunologia – Área analítica No setor de Imunologia. pois elas possuem um sistema que sabe a quantidade que restou no dia seguinte. agulhas de Teflon lavadas automaticamente por dentro e por fora e identificação de amostras e curvas de calibração por meio de código de barras. pesquisa de bk na urina e Bacilo de Hansen. Devido à memória do equipamento. os procedimentos para exame são todos automatizados. .Além de ser realizada a baciloscopia no setor de Microbiologia. Soro ou plasma. já as amostras de HIV positivo são guardadas até juntarem 13. utilizado no setor de imunologia tem a capacidade de fazer até 120 testes por hora e urgências em menos de 15 minutos. sendo manuais apenas as trocas de reagentes e descarte do lixo do equipamento. calibrações estáveis e memorizadas. para fazer a confirmação com o método WESTERN BLOT. sendo que todas as amostras devem estar devidamente etiqueta e contendo um código específico do laboratório e um código de barras para a leitura do equipamento. Reagentes / matérias / amostras utilizadas: 1.

Colesterol .Rubéola . Os testes negativos não descartam. pois há um intervalo de tempo entre a infecção do HIV e o aparecimento de anticorpos anti-HIV que podem ser medidos (o assim chamado “período janela”). Contudo esse exame é automatizado pelo equipamento ProfiBlot.Toxoplasmose . 3. Setor: Bioquímica – Área analítica No setor de Bioquímica as dosagens são automatizadas pelo equipamento ARCHITEC C8000.Hepatite B .CMV . guardar os reagentes (kits) na geladeira os que ainda estão cheios.2.Potássio . uma infecção por HIV.Citomegalovirus .Creatinina de urina de 24 horas . Tampão de diluição. Recipientes de reação.Glicose . ele realiza a vasta gama de dosagens bioquímicas.Albumina . entre essas dosagens estão: . retirando o lixo sólido e líquido. Relação de exames realizados pela AxSYM: .Hemoglobina glicada .Hepatite C . O Western positivo é geralmente considerado como definitivo quanto à infecção por HIV. 5. e pode dar resultado negativo. descartar os vazios e recarregar todo o material necessário para o dia seguinte.Imunofluorescencia Quando os testes de HIV dão positivos é necessário fazer a confirmação com o método de Western Blot. 4. Após o uso da AxSYM.acondicionando-os em sacos plásticos.Gasometria .Microalbinuria .Ácido úrico . necessariamente. Solução de limpeza 6.Hepatite A . Uma pessoa infectada pode transmitir o HIV durante esse período (mesmo com um resultado negativo para o ELISA ou para o western blot). Células Matriz. Kits de reagentes.Amilase . positivo ou indeterminado.HIV . deve se fazer a limpeza.Chagas .

luzes indicativas. Pipetar mais 10µl de sangue. sistema de urgência de amostras . ignorando alterações de concentração. A preparação da amostra para a dosagem é feita da seguinte forma: Método: 1. Glicosúria de 24 horas: A dosagem de glicose na urina de 24 horas auxilia no diagnóstico de pessoas com diabete não controlada. mesmo que o paciente se abstenha de consumir produtos com glicose dias antes da consulta. 3.A ARCHITEC C8000 possui um gerenciamento de amostras. reduzindo ao máximo a necessidade de intervenção direta. utilizando bandejas de até 25 tubos para o carregamento de amostras. Os respectivos procedimentos estão descritos a seguir: Hemoglobina glicada: A dosagem de hemoglobina glicada permite identificar a concentração média de glicose no sangue durante períodos longos de tempo. centrifugação de amostras de sangue para bioquímica e conservação de soro controle. 2. A preparação da amostra para a dosagem é feita da seguinte forma: Método: . sendo útil no diagnóstico de diabetes. ARCHITEC C8000 Durante o estágio foi realizado os seguintes procedimento: Hb glicada. que informam imediatamente o operador sobre o “status” da amostra e da seqüência de testes. Observar se não possui bolhas na amostra e colocar na ARCHITEC c800 para a dosagem. Pipetar 400µl de hemolisante dentro de um tubo de ensaio. glicosúria de 24 horas.

equipamento Sysmes XE 2100 realiza a maioria das técnicas com capacidade de 150 amostras por hora. Tampar os tubos e colocar para centrifugar por 6 minutos em 1800rpm. 4. 2. falcização e VHS são todos manuais. 3. 5. Assim que receber a amostra de urina de 24 horas. Retire os tubos da centrífuga e as tampas. Colocar 10 ml de urina em 2 tubos de ensaio. colocar na ARCHITEC c8000 para a dosagem. Retirar os tubos com cuidado.1. 2. 2. para o caso de perda da amostra. porém são realizados estiraço sanguíneo e falcização confirmação alterados. Centrifugação de amostras de sangue para bioquímica: A centrifugação de amostras de sangue é realizada com o objetivo de separar o plasma/soro das células sanguíneas. para não ocorrer alterações no resultado. Medir a urina com a proveta e marcar o volume. Primeiro se deve resuspender o soro controle com 5 ml de água destilada. . Conservação de soro controle: Para conservação de soro controle é utilizado o método de congelamento. SYSMES XE-2100 tipagem fator Rh. Setor: Hematologia – Área analítica No setor de hematologia as técnicas e se dividem em o manuais automatizadas. 3. Método: 1. e descongeladas uma por vez quando for utilizada. Descongelar só quando for utilizar. se deve homogeneizar. Pipetar 400µm dessa solução em cada eppendorf e congelar. panótico A manuais de coloração para de resultados sanguínea. para não hemolisar a amostra. Método: 1. Colocar os tubos na centrífuga por 6 minutos em 1800 rpm.

colocar em uma pipeta. inflamação aguda ou crônica. Colocar a pipeta em uma estante. febre reumática. identifica células hematopoética e fração de reticulócitos. artrite. 2. paraproteinemias. colocando o tubo de sangue em baixo da mesma. ESTIRAÇO SANGUÍNEO Método: 1. Valores de referência: Após 1 hora • Homens • Mulheres • Crianças 3 a 5 mm 4 a 7 mm 4 a 7 mm Estiraço sanguíneo: O estiraço sanguíneo é realizado para observação da morfologia e contagem diferencial das células. Método: 1. o VHS aumenta na gravidez. 3. contagem de eritroblastos e reticulócitos. contagem de plaquetas. 2. de modo que não solte o ar. Aguardar por 1 hora e verificar a hemossedimentação. anemia. anemia falciforme e algumas malignidades. Procedimentos manuais: VHS (Velocidade de Hemossedimentação): Mede o grau de sedimentação de glóbulos em uma amostra durante um período específico. tuberculose. Pipetar 1 ml de sangue total.A Sysmes XE 2100 faz a contagem das células sanguíneas. Pipetar 10µl de sangue perto da borda fosca. . Limpar a lâmina com gaze e identificá-la.

4. podemos encontrar 4 tipos de eritrócitos: • Tipo A. deixar secar ao ar livre na posição vertical e com o final do estiraço voltada para cima. Preparar os estiraços sanguíneos e deixar secar em temperatura ambiente. • Tipo O. 7. durante 30 segundos e deixe escorrer bem. De acordo com a presença ou não destes aglutinogênios. denominados. Tipagem sanguínea e fator Rh: No sangue humano. Método: 1. • Tipo AB. durante 30 segundos e deixe escorrer bem. 5. em um movimento contínuo de cima para baixo. Preencher 3 recipientes com as soluções: fixador. Submergir as lâminas no fixador. Submergir as lâminas na eosina. baseada no princípio de coloração hematológica estabelecida por Romanowsky. Coloração de panótico: Depos que os estiraços estiverem secos. respectivamente de aglutinogênio A e B. distenda o sangue pela lâmina de forma uniforme sem parar. 30 segundos e deixe escorrer bem. entre elas. Com uma lamínula ou lâmina. na superfície externa de suas membranas. 4. eosina e azul de metileno. No sistema ABO. eosina (cora o citoplasma das células em púrpura/alaranjado) e azul de metileno ( cora o núcleo das células e as plaquetas em azul). São aquelas que apresentam somente o aglutinogênio A. em um movimento contínuo de cima para baixo. os eritrócitos podem ou não apresentar. formando um ângulo de 45°. estão presente certos tipos de glóbulos brancos especiais denominados linfócitos. Estas células têm várias funções. 6. 2. Esperar secar e fazer a coloração de panótico rápido. formando no final do estiraço uma calda arredondada. 3. dois tipos de antígenos. a função de produzir os anticorpos.3. São aqueles que não apresentam nenhum aglutinogênio. . • Tipo B. São aqueles que apresentam somente o aglutinogênio B. São aqueles que apresentam os dois aglutinogênios A e B. Lavar com água. Cada uma das três soluções possui uma função: álcool fixador (fixar o estiraço para que ele não sai na hora da coloração). a coloração de panótico serve para diferenciar as células. Submergir as lâminas no azul de metileno em um movimento contínuo de cima para baixo. Depois de secas fazer a leitura no microscópio com óleo de imersão na objetiva de 100X.

e portadores de Rh. Método: 1. Prepara uma solução de 500µl de solução diluente e 25µl de sangue em um tubo de ensaio. Centrifugar por 10 minutos. 2. DiaClon ABO/D+prova reversa Facização: O teste de falcização tem por objetivo forçar as hemácias à falcizar pela baixa tensão de oxigênio adquirida com a solução redutora diluída de 2g de metabissulfito de sódio e 10 ml de água destilada. Método: . fator Rh e prova reversa. 5. • O microtubo controle (ctl) deve apresentar uma reação negativa. D e controle).No fator Rh ocorre do mesmo modo. e pipetar 10µl da solução nos primeiros 4 microtubos do card (A. O teste deve ser repetido. B. • Negativo: Botão compacto de eritrócitos no fundo do microtudo. No laboratório em questão. Pipetar 50µ do plasma da mostra nos microtubos A1 e B1 do card. 4. podendo receber sangue de doador Rh+ e Rh-. tipagem sanguínea. contendo no mesmo “card”. a tipagem sanguínea e fator Rh são determinado pelo uso de “Cards”. são Rh+. a determinação do grupo sanguíneo não é válida. da DiaMed-Id. que vem no kit nos microtubos A1 e B1 do card. que é o contrário da tipagem. 3. Critérios de leitura: • Positivo: Os eritrócitos formam uma linha vermelha à superfície do gel ou aglutinados dispersos do gel. eritrócitos com antígeno denominado fator Rh. E fazer a leitura. Caso o CLT seja positivo. Pipetar mais 50µl de suspensão de hemácias.só poderá receber sangue de Rh-.

. 4. Resultado: • É dado como negativo ou positivo. Cobrir com uma lamínula. 2. 3. Colocar uma gota de sangue sobre a lâmina uma lâmina. conforme presença ou ausência das células falciformes.1. Antes de fornecer um resultado negativo reexaminar a lâmina pós 6 e 24 horas. Deixar repousar por 30 minutos e examinar ao microscópio com aumento de 400x. Adicionar ao sangue duas gotas da solução redutora diluída. sem formar bolhas e selar com esmalte as bordas.

ASSUNTOS ABORDADOS DURANTE O CURSO COERENTES COM O ESTÁGIO Assinale somente o que for pertinente ao estágio: ÁREA PRÉ-ANALÍTICA: ( ( ) Coleta ( ( ) Não atuei ( ) Erros de manipulação de amostra ) Lavagem de ) Orientações ao paciente ( x ) Triagem de amostras. congelamento e descongelamento de amostra ( ÁREA ANALÍTICA Setor de Bioquímica: ( x ) Pipetagem dosados ( ( ( ) Não atuei ( ) Leitura de POP ( ) Colorimetria de vários metabólitos ( x ) Automação ( ( ) Eletroforese ) Não atuei ( ( ) Contagem de células em câmara de Neubauer ( x ) VHS ( ( x ) Reticulócito ( x ) Falcização ( x ) Tipagem ) Hematócrito ) Tipagem sanguínea em lâmina ( x ) Automação ) Manipulação de espectrofotômetro ) Método Cinético Setor de Hematologia ( x ) Coloração ( ( ( x ) Estiraço ) Contagem diferencial ( ) Dosagem de hemoglobina sanguínea em tubo hemácias ( ) Contagem de plaquetas em lâmina ( x ) Observação de morfologia de ) Exames da Coagulação ) Não atuei ) Hemaglutinação ( ( ) Floculação (VDRL) ( ) Teste de gravidez ) Imunofluorescência ( ) Fixação do complemento Setor de Imunologia/Sorologia ( ( ( ( ) Métodos de aglutinação ( ) ELISA manual ) Quimioluminescência ( ( x ) Automação ) Outros:_________________________ Setor de Urinálise ( ( x ) Não atuei ) Microscopia de urina ( ) Urinas de períodos (Dosagens) ( ) Pregnosticon ) Análise físico-química ( Setor de Parasitologia/Coprologia ( x ) Não atuei ( ( ) Método de Hoffman ( ) Método de Faust ( ) Método de Ritchie ( ) Método de Kato-Katz ) Pesquisa de ) Pesquisa de cistos. ovos e larvas ao microscópio ( ) Pesquisa de sangue oculto ( gordura fecal Setor de Citologia Oncótica/Líquidos cavitários + Líquor ( ) Recebimento. centrifugação e ) Tipos de tubos e anticoagulantes ) Recepção do paciente ( aliquotagem ( ) Refrigeração. triagem e centrifugação ( ) Coloração de Papanicolao ) Não atuei ) Preparação de esfregaço e coloração de Gram ( ) Escarro e ) Semeadura de amostras ( microscópica ( x ) Não atuei ( ) Observação ) Preparo de esfregaço e coloração Setor de Microbiologia/Bacteriologia ( ( ) Recebimento de material ( ( ( ( coloração de Ziehl-Neelsen em meios de cultura com testes de identificação para pesquisa de fungos ) Outras colorações:_________________ ( ( x ) Observação de bacterioscopias ) Descontaminação ( ( ) Preparo de meios de cultura ( x ) Observação e identificação de colônias ) Coleta e preparo de amostras ) Uso de autoclave .

percebi que muda as técnicas e nem sempre os valores de referências são os mesmos. Isso devido os setores de Imunologia. sem nenhuma organização. tanto para técnicos. estagiários e equipamentos. além dos galões de reagente. Colussi e Fernanda Caroline Bernardo. Além de ter tido a oportunidade de ter conhecido a vasta gama de equipamentos utilizados em laboratórios de rotina. colocar os reagentes e quais são suas principais funções. Vantagens. Mesmo assim fiquei decepcionada por não ter o setor de parasitologia. por terem corrido atrás de algo para todos que precisavam. e Bioquímica ficarem no mesmo ambiente e ainda os equipamentos são muito grandes. Como visto praticamente 80% da sala já fez o estágio ou está concluindo. A comunicação entre os estagiários e os técnicos foi o primeiro passo para a aprendizagem. Segundo. percebi que havia uma falta de espaço. Primeiramente tenho que agradecer a Deus. Que nunca serão esquecidas. No setor de microbiologia foi ruim não . sei que também em outros laboratórios irei ver os mesmo e saber como manusear. L. Hematologia. Fulvio E. ou seja. pela falta de experiência. Também conheci técnicas diferentes de exames realizados. pois não havia disponibilidade de cadeira para sentar e bancadas. que correm atrás disso para que não saia ninguém prejudicado. agradecer aos professores responsáveis por ter conseguido o estágio. limpar. juntos. todos os matériais ficavam espalhados pela bancada. pois sem comunicação não há desempenho. pontos negativos e sugestões devem constar nos seus apontamentos. minha primeira impressão foi de total bagunça. pois é ai que está maioria das minhas dificuldades: a visualização de parasitas. Devido os setores serem muito agrupados. Além de ter a total liberdade de realizar procedimentos que não estava opta a realizar. essa experiência de trabalho.IMPRESSÕES PESSOAIS SOBRE O ESTÁGIO Desenvolva um texto de cerca de 30 linhas sobre suas impressões sobre o estágio. e naquele momento em que meus objetivos forem alcançados. tomando ainda mais espaço. É uma imensa satisfação saber que existem pessoas que se preocupam com o nosso futuro. pois sei que irá acarretar muito na minha vida profissional. lembrarei deles. Como se fosse uma desordem. por ter conseguido fazer meu estágio com tranqüilidade. A principal vantagem é que o Laboratório Municipal de São Miguel fica em um lugar acessível para todos. com imenso prazer tive a sorte de conviver com pessoas tão boas e generosas.

isso faz com que não haja aproveitamento total do estágio. desse modo poderíamos aproveitar mais o tempo. para que os técnicos nos explicassem os procedimentos. sugiro que pelo menos uma pessoa fique encarregada de nos monitorar durante a jornada dentro do laboratório. como proposta para melhoramento do estágio sem atrapalhar os técnicos. às vezes me vi perdida.ter exames voltados para cultura de amostras. afinal. Sabendo que os técnicos também não sabiam direito o que ensinar. sem saber o que exatamente fazer. Então. eles tinham que trabalhar e cumprir seus deveres como profissional e não como supervisores. seria interessante observar as colônias. Porque tinha setores que tive que esperar um dia em que não tinha muito trabalho. Assinatura do aluno:_____________________________________________________ Mesmo assim fico feliz de ter concluído o . Como sugestão indico que deveria haver uma espécie de roteiro para estágio. porque eles não podiam ficar nos vigiando toda hora para ensinar algo novo. estágio de maneira satisfatório. seguindo um roteiro de o que devemos ver.

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