P. 1
900 Questoes de fisica

900 Questoes de fisica

|Views: 1.435|Likes:
Publicado porEgon Piragibe

More info:

Published by: Egon Piragibe on Oct 25, 2011
Direitos Autorais:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

06/17/2013

pdf

text

original

APRESENTAÇÃO

Este PDF contém 919 questões de Física com suas respectivas resoluções. Espero que sejam úteis.

Prof. Sady Danyelevcz de Brito Moreira Braga E-Mail: danyelevcz@hotmail.com Blog: http://danyelevcz.blogspot.com/ Fone: (67)8129-5566 Home Page: http://profsady.vila.bol.com.br

Telefones: (11) 3064-2862 (comercial) (11) 3873-7222 (residencial) (11) 9982-7001 (celular) e-mail: jrbonjorno@uol.com.br

SUMÁRIO
Cinemática (Questões 1 a 90)...................................................................... 4 Dinâmica (Questões 91 a 236) ................................................................... 18 Estática (Questões 237 a 266) ................................................................... 43 Hidrostática (Questões 267 a 306) ............................................................ 49 Hidrodinâmica (Questões 307 a 314) ........................................................ 55 Termologia (Questões 315 a 439) .............................................................. 56 Óptica Geométrica (Questões 440 a 530) ................................................. 74 Ondulatória (Questões 531 a 609) ............................................................. 87 Eletrostática (Questões 610 a 720) ......................................................... 100 Eletrodinâmica (Questões 721 a 843) ..................................................... 118 Eletromagnetismo (Questões 844 a 919)................................................ 142 Resolução .............................................................................................. 159 Siglas . .................................................................................................... 273

CINEMÁTICA
1 (EFOA-MG) Um aluno, sentado na carteira da sala, observa os colegas, também sentados nas respectivas carteiras, bem como um mosquito que voa perseguindo o professor que fiscaliza a prova da turma. Das alternativas abaixo, a única que retrata uma análise correta do aluno é: a) A velocidade de todos os meus colegas é nula para todo observador na superfície da Terra. b) Eu estou em repouso em relação aos meus colegas, mas nós estamos em movimento em relação a todo observador na superfície da Terra. c) Como não há repouso absoluto, não há nenhum referencial em relação ao qual nós, estudantes, estejamos em repouso. d) A velocidade do mosquito é a mesma, tanto em relação ao meus colegas, quanto em relação ao professor. e) Mesmo para o professor, que não pára de andar pela sala, seria possível achar um referencial em relação ao qual ele estivesse em repouso. 2 (Unitau-SP) Um móvel parte do km 50, indo até o km 60, onde, mudando o sentido do movimento, vai até o km 32. O deslocamento escalar e a distância efetivamente percorrida são, respectivamente: a) 28 km e 28 km b) 18 km e 38 km c) 18 km e 38 km d) 18 km e 18 km e) 38 km e 18 km

4 (UEL-PR) Um homem caminha com velocidade v H 3,6 km/h, uma ave, com velocidade 30 m/min, e um inseto, com vI 60 cm/s. vA Essas velocidades satisfazem a relação: a) vI b) vA c) vH vH vI vA vA vH vI d) vA e) vH vH vI vI vA

5 (UFPA) Maria saiu de Mosqueiro às 6 horas e 30 minutos, de um ponto da estrada onde o marco quilométrico indicava km 60. Ela chegou a Belém às 7 horas e 15 minutos, onde o marco quilométrico da estrada indicava km 0. A velocidade média, em quilômetros por hora, do carro de Maria, em sua viagem de Mosqueiro até Belém, foi de: a) 45 b) 55 c) 60 6 (UFRN) Uma das teorias para explicar o aparecimento do homem no continente americano propõe que ele, vindo da Ásia, entrou na América pelo Estreito de Bering e foi migrando para o sul até atingir a Patagônia, como indicado no mapa. Datações arqueológicas sugerem que foram necessários cerca de 10 000 anos para que essa migração se realizasse. O comprimento AB, mostrado ao lado do mapa, corresponde à distância de 5 000 km nesse mesmo mapa.
5 000 km A Estreito de Bering B

d) 80 e) 120

3 (Unisinos-RS) Numa pista atlética retangular de b lados a 160 m e b 60 m, um atleta corre com velocidade de módulo constante v 5 m/s, no sentido horário, conforme mostrado na figura. Em t 0 s, a o atleta encontra-se no ponto A. O módulo do deslocamento do atleta, após 60 s de corrida, em ← v metros, é:
A

Rota de migração

Patagônia

a) 100 b) 220 c) 300

d) 10 000 e) 18 000

Com base nesses dados, pode-se estimar que a velocidade escalar média de ocupação do continente americano pelo homem, ao longo da rota desenhada, foi de aproximadamente: a) 0,5 km/ano b) 8,0 km/ano c) 24 km/ano d) 2,0 km/ano

4 SIMULADÃO

7 (Unitau-SP) Um carro mantém uma velocidade escalar constante de 72,0 km/h. Em uma hora e dez minutos ele percorre, em quilômetros, a distância de: a) 79,2 b) 80,0 c) 82,4 8 (PUCC-SP) Andrômeda é uma galáxia distante 2,3 106 anos-luz da Via Láctea, a nossa galáxia. A luz proveniente de Andrômeda, viajando à velocidade de 3,0 105 km/s, percorre a distância aproximada até a Terra, em quilômetros, igual a a) 4 1015 b) 6 1017 c) 2 1019 9 (UFRS) No trânsito em ruas e estradas, é aconselhável os motoristas manterem entre os veículos um distanciamento de segurança. Esta separação assegura, folgadamente, o espaço necessário para que se possa, na maioria dos casos, parar sem risco de abalroar o veículo que se encontra na frente. Podese calcular esse distanciamento de segurança mediante a seguinte regra prática: distanciamento (em m)
⎡ velocidade em km / h ⎤ ⎢ ⎥ 10 ⎣ ⎦
2

d) 84,0 e) 90,0

11 (MACK-SP) O Sr. José sai de sua casa caminhando com velocidade escalar constante de 3,6 km/h, dirigindo-se para o supermercado que está a 1,5 km. Seu filho Fernão, 5 minutos após, corre ao encontro do pai, levando a carteira que ele havia esquecido. Sabendo que o rapaz encontra o pai no instante em que este chega ao supermercado, podemos afirmar que a velocidade escalar média de Fernão foi igual a: a) 5,4 km/h b) 5,0 km/h c) 4,5 km/h d) 4,0 km/h e) 3,8 km/h

d) 7 1021 e) 9 1023

12 (UEPI) Em sua trajetória, um ônibus interestadual percorreu 60 km em 80 min, após 10 min de parada, seguiu viagem por mais 90 km à velocidade média de 60 km/h e, por fim, após 13 min de parada, percorreu mais 42 km em 30 min. A afirmativa verdadeira sobre o movimento do ônibus, do início ao final da viagem, é que ele: a) percorreu uma distância total de 160 km b) gastou um tempo total igual ao triplo do tempo gasto no primeiro trecho de viagem c) desenvolveu uma velocidade média de 60,2 km/h d) não modificou sua velocidade média em conseqüência das paradas e) teria desenvolvido uma velocidade média de 57,6 km/h, se não tivesse feito paradas

Em comparação com o distanciamento necessário para um automóvel que anda a 70 km/h, o distanciamento de segurança de um automóvel que trafega a 100 km/h aumenta, aproximadamente, a) 30% b) 42% c) 50% 10 (Unimep-SP) A Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A.) está testando seu novo avião, o EMB-145. Na opinião dos engenheiros da empresa, esse avião é ideal para linhas aéreas ligando cidades de porte médio e para pequenas distâncias. Conforme anunciado pelos técnicos, a velocidade média do avião vale aproximadamente 800 km/h (no ar). Assim sendo, o tempo gasto num percurso de 1 480 km será: a) 1 hora e 51 minutos b) 1 hora e 45 minutos c) 2 horas e 25 minutos d) 185 minutos e) 1 hora e 48 minutos d) 80% e) 100%

13 (UFPE) O gráfico representa a posição de uma partícula em função do tempo. Qual a velocidade média da partícula, em metros por segundo, entre os instantes t 2,0 min e t 6,0 min?
x (m) 8,0 6,0 4,0 2,0 102 102 102 102 0 1,5 3,0 4,5 6,0 t (min)

a) 1,5 b) 2,5 c) 3,5

d) 4,5 e) 5,5

SIMULADÃO 5

14 (FURRN) As funções horárias de dois trens que se movimentam em linhas paralelas são: s1 k1 40t e s2 k2 60t, onde o espaço s está em quilômetros e o tempo t está em horas. Sabendo que os trens estão lado a lado no instante t 2,0 h, a diferença k1 k2, em quilômetros, é igual a: a) 30 b) 40 c) 60 (FEI-SP) O enunciado seguinte refere-se às questões 15 e 16. Dois móveis A e B, ambos com movimento uniforme, percorrem uma trajetória retilínea conforme mostra a figura. Em t 0, estes se encontram, respectivamente, nos pontos A e B na trajetória. As velocidades dos móveis são vA 50 m/s e vB 30 m/s no mesmo sentido.
150 m 50 m

d) 80 e) 100

18 (Uniube-MG) Um caminhão, de comprimento igual a 20 m, e um homem percorrem, em movimento uniforme, um trecho de uma estrada retilínea no mesmo sentido. Se a velocidade do caminhão é 5 vezes maior que a do homem, a distância percorrida pelo caminhão desde o instante em que alcança o homem até o momento em que o ultrapassa é, em metros, igual a: a) 20 b) 25 c) 30 19 (UEL-PR) Um trem de 200 m de comprimento, com velocidade escalar constante de 60 km/h, gasta 36 s para atravessar completamente uma ponte. A extensão da ponte, em metros, é de: a) 200 b) 400 c) 500 20 (Furg-RS) Dois trens A e B movem-se com velocidades constantes de 36 km/h, em direções perpendiculares, aproximando-se do ponto de cruzamento das linhas. Em t 0 s, a frente do trem A está a uma distância de 2 km do cruzamento. Os comprimentos dos trens A e B são, respectivamente, 150 m e 100 m. Se o trem B passa depois pelo cruzamento e não ocorre colisão, então a distância de sua frente até o cruzamento, no instante t 0 s, é, necessariamente, maior que a) 250 m d) 2 150 m e) 2 250 m b) 2 000 m c) 2 050 m 21 (Unifor-CE) Um móvel se desloca, em movimento uniforme, sobre o eixo x (m) x durante o intervalo de tempo de t0 0 a t 30 s. 20 O gráfico representa a posição x, em função do 10 tempo t, para o intervalo de t 0 a t 5,0 s. O instante em que a po0 5 t (s) sição do móvel é 30 m, em segundos, é a) 10 b) 15 c) 20 d) 25 e) 30 d) 600 e) 800 d) 32 e) 35

0

A

B

15 Em qual ponto da trajetória ocorrerá o encontro dos móveis? a) 200 m b) 225 m c) 250 m 16 Em que instante a distância entre os dois móveis será 50 m? a) 2,0 s b) 2,5 s c) 3,0 s 17 (Unimep-SP) Um carro A, viajando a uma velocidade constante de 80 km/h, é ultrapassado por um carro B. Decorridos 12 minutos, o carro A passa por um posto rodoviário e o seu motorista vê o carro B parado e sendo multado. Decorridos mais 6 minutos, o carro B novamente ultrapassa o carro A. A distância que o carro A percorreu entre as duas ultrapassagens foi de: a) 18 km b) 10,8 km c) 22,5 km d) 24 km e) 35 km d) 3,5 s e) 4,0 s d) 300 m e) 350 m

6 SIMULADÃO

de acordo com o gráfico.22 (Vunesp-SP) O movimento de um corpo ocorre sobre um eixo x. c) a velocidade instantânea em t x (m) 40 30 20 10 0 0.0 1. 2 4 6 8 t (s) 25 (Fuvest-SP) Os gráficos referem-se a movimentos unidimensionais de um corpo em três situações diversas.0 s e t 3.5 1. b) a velocidade média do corpo entre t1 t2 2.0 s. v (m/s) 10 0 1 2 3 4 t (s) a) 0 b) 10 m c) 20 m d) 30 m e) 40 m 26 (FEI-SP) No movimento retilíneo uniformemente variado. A partir do gráfico.1 km/h. por minuto.0 t (s) c) 10 0 V (m) e) 10 0 V (m) 2 10 4 6 8 t (s) 10 2 4 6 8 t (s) 0. Nas três situações.5 s. cujo gráfico v t está representado no gráfico.0 s e d) 10 0 5 V (m) 2. e) a aceleração do carro é 0. a cada minuto.5 2.5 s e t2 1. com velocidade inicial nula. 18 km/h. em segundos. d) a aceleração do carro é 6 km/h2. é: a) 10 5 0 5 2 4 6 V (m) t que melhor representa o movib) 10 5 0 8 t (s) 5 2 4 6 8 t (s) V (m) SIMULADÃO 7 .0 s. b) a aceleração média do carro é de 6 km/h. b) as velocidades máximas. d) as velocidades finais. x a a 2 0 b 3 b t (s) x a a 2 0 b 2 b t (s) x a a 2 0 b 3 b t (s) 23 (UFRN) Um móvel se desloca em MRU. representando a posição como função do tempo. e) os valores absolutos das velocidades máximas.0 s. determine: a) a distância percorrida em 1 segundo entre o instante t1 0. são iguais a) as velocidades médias. Determine o valor do deslocamento do móvel entre os instantes t 2. a velocidade indicada pelo velocímetro do táxi em que viajava. Pode-se afirmar que: a) o movimento do carro é uniforme. por segundo. o resultado foi 12 km/h. c) o movimento do carro é retardado. c) as velocidades iniciais. a distância percorrida é: a) diretamente proporcional ao tempo de percurso b) inversamente proporcional ao tempo de percurso c) diretamente proporcional ao quadrado do tempo de percurso d) inversamente proporcional ao quadrado do tempo de percurso e) diretamente proporcional à velocidade 27 (UEPG-PR) Um passageiro anotou. em que as distâncias são dadas em metros e o tempo. S (m) 10 0 1 10 2 3 4 5 6 7 8 t (s) O gráfico de v mento dado. 24 (UFLA-MG) O gráfico representa a variação das posições de um móvel em função do tempo (s f(t)). 24 km/h e 30 km/h.

o tempo em segundos.72 3. 34 (UEPI) Uma estrada possui um trecho retilíneo de 2 000 m. a) Determine a mínima aceleração constante que o carro deve ter para parar antes de atingir o cruzamento e não ser multado. apareça um trem de 480 m de comprimento e com velocidade constante e igual.28 (Unimep-SP) Uma partícula parte do repouso e em 5 segundos percorre 100 metros. podemos afirmar que a aceleração da partícula é de: a) 8 m/s2 b) 4 m/s2 c) 20 m/s2 d) 4. Marco 1 2 3 4 5 Posição (km) 0 10 20 30 40 Instante (min) 0 5 10 15 20 Analisando os dados da tabela. 8 s) é: a) 24 m b) zero c) 2 m d) 4 m e) 8 m 32 (UFRJ) Numa competição automobilística. vindo ao seu encontro. sua aceleração. em metros por segundo ao quadrado. O motorista deve decidir entre parar o carro antes de chegar ao cruzamento ou acelerar o carro e passar pelo cruzamento antes do sinal mudar para vermelho. No início do trecho um motorista espera que na outra extremidade da ferrovia. Nessas condições. a 79. calcule a velocidade do carro no instante em que o piloto pisou o freio. em função do tempo. O tempo de reação do motorista (tempo decorrido entre o momento em que o motorista vê a mudança de sinal e o momento em que realiza alguma ação) é 0. Aproxime 1. Este sinal permanece amarelo por 2. é: a) 1 b) 2 c) 3 d) 4 e) 5 31 (Fafeod-MG) Na tabela estão registrados os instantes em que um automóvel passou pelos seis primeiros marcos de uma estrada. O deslocamento dessa partícula no intervalo (0 s. Supondo que os freios imprimam ao carro uma aceleração retardadora constante. Considerando o movimento retilíneo e uniformemente variado. e) com velocidade constante de 2 km/min. 33 (Unicamp-SP) Um automóvel trafega com velocidade constante de 12 m/s por uma avenida e se aproxima de um cruzamento onde há um semáforo com fiscalização eletrônica. o sinal muda de verde para amarelo. b) Calcule a menor aceleração constante que o carro deve ter para passar pelo cruzamento sem ser multado. a partir do instante zero.5 m/s2 e) Nenhuma das anteriores 29 (MACK-SP) Uma partícula em movimento retilíneo desloca-se de acordo com a equação v 4 t. Quando o automóvel se encontra a uma distância de 30 m do cruzamento. é acelerada uniformemente e. 2 2 35 (UEL-PR) O gráfico representa a velocidade escalar de um corpo. é correto afirmar que o automóvel estava se deslocando a) com aceleração constante de 2 km/min . d) com aceleração variada de 2 km/min . b) em movimento acelerado com velocidade de 2 km/min. um carro se aproxima de uma curva em grande velocidade.5 s.2 km/h para então acelerar o seu veículo com aceleração constante de 2 m/s2. alcança a velocidade de 6 m/s. V (m/s) 0 4 8 t (s) 8 SIMULADÃO . onde v representa a velocidade escalar em m/s e t. Durante a freada o carro percorre 160 m.2 s. que segue paralelo aos trilhos de uma ferrovia também retilínea naquele ponto. O piloto. então. após percorrer 8 m.0. O final do cruzamento dos dois ocorrerá em um tempo de aproximadamente: a) 20 s b) 35 s c) 62 s d) 28 s e) 40 s 30 (Uneb-BA) Uma partícula. c) com velocidade variável de 2 km/min. em módulo. pisa o freio durante 4 s e consegue reduzir a velocidade do carro para 30 m/s. inicialmente a 2 m/s.

o módulo da aceleração desse corpo.0 5.0 20.0 d) 12. Supondose que o automóvel passe pela origem em t 0. Permanece com essa velocidade por um certo tempo. depois de transcorridos 25 segundos. é igual a a) 0.0 e) 16.0 5.0 25. desacelera com a mesma taxa anterior até parar na segunda estação. como mostra o gráfico. em metros. v (m/s) 15. em metros por segundo.5 5.0 t (s) 0 0. a 50 m de um semáforo. em que a velocidade do atleta permanece pratica- 40 (UERJ) A distância entre duas estações de metrô é igual a 2. Para simplificar a discussão. em função do tempo decorrido após o plantio de suas sementes. em metros por segundo ao quadrado. b) a velocidade média nos primeiros 10 s de prova.0 10. Partindo do repouso na primeira estação. para em seguida diminuir lentamente. a) Calcule a velocidade média do trem. v (m/s) 12 8 4 0 2 6 10 14 18 v (s) 36(UEPA) Um motorista. b) Esboce o gráfico velocidade tempo e calcule o tempo gasto para alcançar a velocidade máxima. igual a 16 m/s.De acordo com o gráfico. variaram.52 km.50 b) 4.0 mente constante. percebe a luz mudar de verde para amarelo. A e B. e depois um intervalo de tempo relativamente longo. suponha que a velocidade do velocista em função do tempo seja dada pelo gráfico a seguir.0 c) 8. em segundos. Em seguida. de espécies diferentes. O gráfico mostra a variação da velocidade do carro em função do tempo a partir desse instante. V (cm/semana) B Calcule: a) as acelerações nos dois primeiros segundos da prova e no movimento subseqüente.0 10. 39 (UFPE) O gráfico mostra a variação da velocidade de um automóvel em função do tempo. SIMULADÃO 9 .0 0 t0 t1 t2 t (semana) 15. calcule o deslocamento total.0 0 5.0 15. Com base V (m/s) nos dados indicados no gráfico pode-se 20 afirmar que o motorista pára: a) 5 m depois do semáforo b) 10 m antes do semáforo d) 5 m antes do semáforo e) 10 m depois do semáforo 37 (Fuvest-SP) As velocidades de crescimento vertical de duas plantas. O trem acelera com uma taxa constante até atingir sua velocidade máxima no trajeto.0 É possível afirmar que: a) A atinge uma altura final maior do que B b) B atinge uma altura final maior do que A c) A e B atingem a mesma altura final d) A e B atingem a mesma altura no instante t0 e) A e B mantêm altura constante entre os instantes t1 e t 2 38 (UFRJ) Nas provas de atletismo de curta distância (até 200 m) observa-se um aumento muito rápido da velocidade nos primeiros segundos da prova.0 t (s) c) exatamente sob o semáforo A 10. um trem deve chegar à segunda estação em um intervalo de tempo de três minutos.

cujo gráfico da posição tempo é representado a seguir. s 0 t1 t2 t3 t 0 10 t (s) Suponha que você queira fazer esse mesmo carro passar do repouso a 30 m/s também em 10 s. x (m) a) O movimento é acelerado de 0 a t1. d) A velocidade é positiva de 0 a t2. as outras são falsas. a) Calcule qual deve ser essa aceleração.5 1. 44 O gráfico representa a aceleração de um móvel em função do tempo. b) O movimento é acelerado de t1 a t2. 43 (UFAL) Cada questão de proposições múltiplas consistirá de 5 (cinco) afirmações. podendo ocorrer que todas as afirmações sejam verdadeiras ou que todas sejam falsas. x (m) 30 ras devem ser marcadas com V e as falsas. menor ou igual à distância d percorrida na situação representada pelo gráfico. verificando se a distância d percorrida com aceleração escalar constante é maior. As alternativas verdadei- 10 SIMULADÃO . b) Compare as distâncias d e d percorridas pelo carro nos dois casos. o corpo toca o solo com velocidade: a) igual a 20 m/s b) nula c) igual a 10 m/s 46 (PUC-RJ) Uma bola é lançada de uma torre. d) igual a 20 km/h e) igual a 15 m/s Analisando o gráfico.5 0 1 2 3 4 t (s) 0 2 4 t a) Qual a velocidade do móvel no instante 4 s? b) Construa o gráfico da velocidade do móvel em função do tempo nos 4 s iniciais do movimento. d) No instante 2 segundos.5 2. A velocidade inicial do móvel é de 2 m/s.0 1. com F. mas com aceleração escalar constante.41 (UFRJ) No livreto fornecido pelo fabricante de um automóvel há a informação de que ele vai do repouso a 108 km/h (30 m/s) em 10 s e que a sua velocidade varia em função do tempo de acordo com o seguinte gráfico. c) O ponto material parte da origem das posições. 45 (UEPI) Um corpo é abandonado de uma altura de 20 m num local onde a aceleração da gravidade da Terra é dada por g 10 m/s2. e) A velocidade é negativa de t1 a t3. e) No instante 4 segundos.0 0. Sua aceleração para baixo é (g refere-se à aceleração da gravidade): a) exatamente igual a g. em função do tempo. o movimento do ponto material é progressivo. b) maior do que g. para baixo. c) O movimento é retardado de t2 a t3. das quais algumas são verdadeiras. sim. Analise as afirmações sobre o movimento. a velocidade do ponto material é nula. lançada com uma certa velocidade inicial para baixo. a (m/s2) 4 2 2. Desprezando o atrito. b) A aceleração do ponto material é positiva. 42 (Acafe-SC) O gráfico representa a variação da posição. podemos afirmar que: a) A velocidade inicial é negativa. de um ponto material que se encontra em movimento retilíneo uniformemente variado. A bola não é deixada cair mas.

porque a aceleração da gravidade não depende da massa dos corpos SIMULADÃO 11 . Para um dado ponto na trajetória. Em ambos os casos.0 s após o lançamento? a) 20 m/s b) 10 m/s c) 30 m/s 48 (FUC-MT) Em relação ao exercício anterior. foram tomadas fotografias de múltipla exposição à razão de 1 200 fotos por minuto. 08. a queda é livre.c) menor do que g. a velocidade tem os mesmos valores. é: a) 20 b) 50 c) 30 50 (UFMS) Um corpo em queda livre sujeita-se à aceleração gravitacional g 10 m/s2. as velocidades iniciais são nulas. 47 (FUC-MT) Um corpo é lançado verticalmente para 30 m/s. a situação física desse comercial seria interpretada como: a) impossível. A velocidade do corpo é constante para todo o percurso. considerando que esse lançamento se dá em um local onde o campo gravitacional é diferente do da Terra. podemos concluir que a aceleração da gravidade no planeta X. mas rapidamente estabilizando em g. 16. decorre um intervalo de tempo de 1/20 de segundo. 52 (EFEI-MG) A velocidade de um projétil lançado verticalmente para cima varia de acordo com o gráfico da figura. expressa em metros por segundo ao quadrado. Passados alguns segundos. a altura da queda é a mesma e a resistência do ar é nula. 80 cm A partir das informações constantes da figura. mas rapidamente estabilizando em g. porque a altura da queda não era grande o suficiente b) possível. 04. Para Galileu Galilei. d) inicialmente. porque o corpo mais pesado cai com maior velocidade c) possível. em um planeta X. porque o tempo de queda de cada corpo depende de sua forma d) impossível. menor do que g. na subida e na descida. Assim. cima com uma velocidade inicial de v0 Sendo g 10 m/s2 e desprezando a resistência do ar qual será a velocidade do corpo 2. Determine a altura máxima atingida pelo projétil. em módulo. Ele passa por um ponto A com velocidade 10 m/s e por um ponto B com velocidade de 50 m/s. maior do que g. A aceleração do corpo é maior na descida do que na subida. é correto afirmar que: 01. o rapaz se atira do mesmo lugar de onde caiu o biscoito e consegue agarrá-lo no ar. sempre que o corpo é lançado de um ponto e retorna ao mesmo ponto. e) inicialmente. qual é a altura máxima alcançada pelo corpo? a) 90 m b) 135 m c) 270 m 49 (UECE) De um corpo que cai livremente desde o repouso. A velocidade do corpo no ponto de altura máxima é zero instantaneamente. O tempo necessário para a subida é igual ao tempo de descida. A distância entre os pontos A e B é: a) 100 m b) 120 m c) 140 m d) 160 m e) 240 m d) 40 e) 10 d) 360 m e) 45 m d) 40 m/s e) 50 m/s 51 (UFSC) Quanto ao movimento de um corpo lançado verticalmente para cima e submetido somente à ação da gravidade. 02. v (m/s) 20 10 0 5 t (s) 53 (UERJ) Foi veiculada na televisão uma propaganda de uma marca de biscoitos com a seguinte cena: um jovem casal está num mirante sobre um rio e alguém deixa cair lá de cima um biscoito. entre duas posições vizinhas.

2 . é: a) 50 b) 20 c) 10 d) 8 e) 5 2 . 2 . pode-se concluir que 12 SIMULADÃO . Sendo igual a 1 o módulo de cada vetor. Para isso. igual a 2. a força de resistência do ar é desprezível. A velocidade do som nessa altitude é 300 m/s. (Adote g 10 m/s2.8 s b) 15. Um pára-quedista abandona o helicóptero e cai livremente durante 1. conforme o descrito acima. quando abre-se o pára-quedas. iguais a: a) 2. ao ser apanhada pela pessoa. igual a a) 700 b) 500 c) 400 60 (Unitau-SP) Considere o conjunto de vetores representados na figura.0 C ← 61 (UEL-PR) Observando-se os vetores indicados no esquema. equipado com roupas pressurizadas. uma de cada vez. A B Ce A B C D terão módulos. arremessando-as para cima.6 s c) 28 s d) 30 s e) 60 s Q 100 m O deslocamento vetorial desse transeunte tem módulo. alcançam uma mesma altura.5 m. um transeunte faz o percurso de P a Q pela trajetória representada no esquema. de modo que todas saem da mão esquerda. o pára-quedista atingirá o solo em: (Dado: g 10 m/s2) a) 7. A partir desse instante. Calcule: a) em quanto tempo ele atinge a velocidade do som. a intervalos de tempo regulares. quando dele se desprende um objeto. Sabendo-se que a velocidade inicial da bola é de 15 m/s. pode-se dizer que a velocidade da bola. 1. 10 m 59 (PUCC-SP) Num bairro. respectivamente.4 D ← c) d) 2 . Como nessa altitude o ar é muito rarefeito. onde todos os quarteirões são quadrados e as ruas paralelas distam 100 m uma da outra. determine o tempo necessário para uma bola sair de uma das mãos do malabarista e chegar à outra. era de 58 (UFRJ) Um pára-quedista radical pretende atingir a velocidade do som. e chegam à mão direita. Uma pessoa que está numa sacada a 10 m acima do solo apanha essa bola quando está a caminho do chão. o tempo.) 57 (Cefet-BA) Um balão em movimento vertical ascendente à velocidade constante de 10 m/s está a 75 m da Terra. Desprezando a distância entre as mãos. a) 15 m/s b) 10 m/s c) 5 m/s d) 0 m/s P 100 m 55 (MACK-SP) Uma equipe de resgate se encontra num helicóptero.0 s. 1. em que o objeto chegará a Terra. Considerando a aceleração da gravidade igual a 10 m/s2 e desprezando a resistência do ar. A ← d) 350 e) 300 56 (UERJ) Um malabarista consegue manter cinco bolas em movimento. b) a distância percorrida nesse intervalo de tempo. Suponha que a velocidade inicial do pára-quedista em relação ao balão seja nula e que a aceleração da gravidade seja igual a 10 m/s2. em segundos.54 (Fafi-BH) Um menino lança uma bola verticalmente para cima do nível da rua. parado em relação ao solo a 305 m de altura.1 B ← e) 2. 0 2 . 0 b) 1. mantendo constante seu vetor velocidade. seu plano é saltar de um balão estacionário na alta atmosfera. as operações A B. em metros.

0 km/h c) 8. o módulo da velocidade do passageiro em relação ao ponto B da rua é: a) v1 b) v1 c) v2 b ← v2 v2 v1 d) v1 e) v2 c ← ← d a ← a) X b) X c) X → → → → a a a → b c d) X e) X → → → b b → c → → → → → → 64 (FURRN) Um barco. no sentido de A para B. ao longo de PQ no sentido de P para Q. Se o barco cruza o rio perpendicularmente à correnteza. temos os segmentos de reta AB e PQ. é igual a: SIMULADÃO 13 .0 km/h d) 10 km/h e) 14 km/h Dentro do trem. paralelos entre si. Esse barco vai cruzar um rio cuja correnteza tem velocidade 4 m/s. enquanto um passageiro se desloca no interior do ônibus.X ← Sendo v1 v2. ao longo de AB . em metros por segundo é. um passageiro sentado nota que começa a chover.0 km/h b) 6. em relação ao veículo. paralela às margens. 65 (FM-Itajubá-MG) Um barco atravessa um rio seguindo a menor distância entre as margens. O módulo de sua velocidade vetorial média. no sentido indicado. aproximadamente: a) 11 b) 8 c) 6 d) 5 e) 3 d d 62 Na figura. estão melhor representados na figura: ← a) ← → a v d) ← v ← a ← b) v ← a e) ← ← v a ← a c) ← v Q P A B 67 (Fiube-MG) Na figura está representada a trajetória de um móvel que vai do ponto P ao ponto Q em 5 s. enquanto a seta indica o sentido de movimento do trem em relação ao solo. Represente vetorialmente a velocidade das gotas de chuva para o passageiro que se encontra sentado.0 km. Vistas por um observador em repouso em relação ao solo terrestre. 66 (UFOP-MG) Os vetores velocidade ( v ) e acelera→ ção ( a ) de uma partícula em movimento circular uniforme. com velocidade constante de módulo v2. sua velocidade em relação às margens. 63 (MACK-SP) Num mesmo plano vertical. em águas paradas.0 km/h. em metros por segundo e nesse intervalo de tempo. em relação à rua. perpendicular à rua. a travessia é feita em 15 min e a velocidade da correnteza é 6. Sabendo que a largura do rio é de 2. podemos afirmar que o módulo da velocidade do barco em relação à água é: a) 2. as gotas da chuva caem verticalmente. desenvolve uma velocidade de 7 m/s. o retângulo representa a janela de um trem que se move com velocidade constante e não nula. Um ônibus se desloca com velocidade constante de módulo v1. que são paralelas.

numa direção que forma um ângulo de 60º com a horizontal.5 s. sai do solo com velocidade de módulo igual a 10 m/s. pode-se afirmar que no ponto mais alto da trajetória a velocidade do corpo. de massa 0. III e IV c) II e IV d) III e IV e) I e II ⎯ → P → 69 (UEL-PR) Um corpo é lançado para cima.5 kg. ⎯ → imprimindo-lhe uma velocidade v 0 cujo vetor forma. 72 Numa partida de futebol.0 m b) 10. determine a velocidade da bola no ponto P.8 m. Desprezando a resistência do ar.0 m e) 64. 14 SIMULADÃO . Desprezando a resistência do ar. com a horizontal. II – A velocidade inicial v 0 pode ser decomposta segundo as direções horizontal e vertical. 08. Considerando g 10 m/s2. O arremesso é tão perfeito que a atleta faz a cesta sem que a bola toque no aro.0 m Q c) 15. um jogador da defesa adversária cabeceia a bola. A aceleração da bola é constante em módulo. II e III b) I.0 m 71 (UFSC) Uma jogadora de basquete joga uma bola com velocidade de módulo 8. I – No ponto mais alto da trajetória. são feitas as seguintes afirmações. 02. no Canadá.0 m/s. o goleiro. 01. direção e sentido desde o lançamento até a bola atingir a cesta. formando um ângulo de 30º com a horizontal. IV – No ponto mais alto da trajetória é nulo o valor ⎯ → v y da componente vertical da velocidade.0 m/s. formando um ângulo de 60º com a horizontal. O módulo da velocidade da bola. A altura que a bola atinge acima do ponto de lançamento é de 1. a velocidade vetorial da bola é nula. um atleta arremessa um disco com velocidade de 72 km/h. Desprezando-se os efeitos do ar. o goleiro bate o tiro de meta e a bola. y → v0 04. cos 60º 0.0 m d) 25. será: (Dados: sen 60º 0.87.a) 1 b) 2 c) 3 d) 4 e) 5 P 1 m 3 1 m 3 70 (FAAP-SP) Numa competição nos jogos de Winnipeg. com velocidade inicial de 50 m/s. Estão corretas: a) I. é igual a 4. em metros por segundo. a altura máxima atingida pelo disco é: (g 10 m/s2) a) 5.50) a) 5 b) 10 c) 25 d) 40 e) 50 v 2m 60° No ponto P. assinale a(s) proposição(ões) verdadeira(s). conforme mostra a figura. A trajetória descrita pela bola desde o lançamento até atingir a cesta é uma parábola. a 2 metros do solo. para cima. ao bater o tiro de meta. chuta a bola. um ângulo . Desprezando a resistência do ar. 16. x 68 (PUC-SP) Suponha que em uma partida de futebol. O tempo gasto pela bola para alcançar o ponto mais alto da sua trajetória é de 0. III – No ponto mais alto da trajetória é nulo o valor da aceleração da gravidade. no ponto mais alto da sua trajetória.

73 (UFPE) Dois bocais de mangueiras de jardim. os participantes devem ultrapassar um fosso e. estão fixos ao solo. velocidade do som no ar: 340 m/s. um valor mais próximo de: a) 200 b) 210 c) 180 78 (Unifor-CE) Considere as afirmações acerca do movimento circular uniforme: I. somente: a) I é correta b) II é correta c) III é correta 79 (UFU-MG) Em uma certa marca de máquina de lavar. II e III são corretas 75 (Unitau-SP) Numa competição de motocicletas. d) I e II são corretas e) II e III são corretas d) 300 e) 150 d) 7. em quilômetros por hora. A velocidade do avião no instante do lançamento da bomba era. aproximadamente igual a: a) 20 m b) 15 m c) 10 m 77 (Fameca-SP) De um avião descrevendo uma trajetória paralela ao solo. como indicado na figura. para tornar possível essa tarefa. foi construída uma rampa conforme mostra a figura. B e C lançadas. do ponto A. Desconsiderando a resistência do ar. inclinada 45° com a horizontal. A direção da aceleração é perpendicular à velocidade e ao plano da trajetória.98 e sen 10° 0. cos 10° 0. até atingir uma rampa (em A).5 m e) 5 m Desprezando as dimensões da moto e considerando L 7. exatamente na vertical que passa por um observador colocado no solo. determine a mínima velocidade com que as motos devem deixar a rampa a fim de que consigam atravessar o fosso. A aceleração é um vetor de intensidade constante. Faça g 10 m/s2. afirma-se que: III – A permanecerá menos tempo no ar. Correntes de água jorram dos dois bocais com velocidades idênticas. 76 (Fuvest-SP) Um motociclista de motocross movese com velocidade v 10 m/s. Não há aceleração. as roupas ficam dentro de um cilindro oco que possui vários furos em sua parede lateral (veja a figura). segundo os ângulos de 30°. sobre uma superfície plana. III. III – B terá maior alcance horizontal. v g A H 45° D SIMULADÃO 15 . 45° e 60°.0 m. Dessas afirmações. A e B. respectivamente. com velocidade v. com iguais velocidades. é abandonada uma bomba de uma altura de 2 000 m do solo. III – C alcançará maior altura acima da horizontal. Qual a razão entre as alturas máximas de elevação da água? 74 (Unisinos-RS) Suponha três setas A. O observador ouve o “estouro” da bomba no solo depois de 23 segundos do lançamento da mesma. obliquamente acima de um terreno plano e horizontal. O bocal A é perpendicular ao solo e o outro está inclinado 60° em relação à direção de A.17. São dados: aceleração da gravidade g 10 m/s2. II. Das afirmativas acima: a) somente I é correta b) somente II é correta c) somente I e II são corretas d) somente I e III são corretas e) I. pois não há variação do vetor velocidade. 10° L A trajetória do motociclista deverá atingir novamente a rampa a uma distância horizontal D(D H).

14. estão corretamente representados na figura: a) v d) a v d) A a v b) b) A a e) a v e) A c) c) A a v 80 (FUC-MT) Um ponto material percorre uma circunferência de raio igual a 0. de raio 40 m. Determine o período do movimento. com velocidade de 36 km/h.1 b) 0. no sentido indicado. a) 10. dando 20 voltas por minuto. em metros por segundo. d) 0.1 Hz 81 (ITE-SP) Uma roda tem 0.5 82 Uma pedra se engasta num pneu de automóvel que está com uma velocidade uniforme de 90 km/h. gastando 4. respectivamente.0 e) 1. Adote 3. Olhando o cilindro de cima. 84 (Puccamp-SP) Na última fila de poltronas de um ônibus. o período e a aceleração desse movimento serão.98 min d) n.d. dois passageiros estão distando 2 m entre si. 85 (Unimep-SP) Uma partícula percorre uma trajetória circular de raio 10 m com velocidade constante em módulo. iguais a: a) b) c) 2 3 s e zero s e 40 m/s2 d) e) 3 s e zero s e 40 m/s2 s e 20 m/s2 16 SIMULADÃO .1 m em movimento uniforme de forma. calcule os módulos da velocidade e da aceleração. a fim de que a água seja retirada das roupas. calcule os valores máximo e mínimo da velocidade da pedra em relação ao solo.2 c) 0. Se o ônibus faz uma curva fechada. a diferença das velocidades dos passageiros é.Depois que as roupas são lavadas. indique a alternativa que possa representar a trajetória de uma gota de água que sai do furo A: a) A 83 (UFOP-MG) I – Os vetores velocidade (v) e aceleração (a) de uma partícula em movimento circular uniforme.5 d) 1.a. III – Se o raio da circunferência é R 2 m e a freqüência do movimento é f 120 rotações por minuto. a) 0. Quanto tempo gasta um ponto de sua periferia para percorrer 200 m: a) 8 min b) 12.0 s num percurso de 80 m. aproximadamente.0 s b) 10.5 min c) 3. Considerando que o pneu não patina nem escorrega e que o sentido de movimento do automóvel é o positivo.0 Hz c) 0. a dar 10 voltas por segundo. esse cilindro gira com alta velocidade no sentido indicado.1 s e) 100 s III – A partir das definições dos vetores velocidade (v) e aceleração (a) justifique a resposta dada no item anterior. Assim sendo.4 m de raio e gira com velocidade constante.

camada sobre camada. 89(Unirio-RJ) O mecanismo apresentado na figura é utilizado para enrolar mangueiras após terem sido usadas no combate a incêndios. por segundo. conforme mostra a figura. e o movimento do equilibrista é retilíneo. 87 Em outro momento.(UERJ) Utilize os dados a seguir para resolver as questões de números 86 e 87. está presa uma placa fina de material facilmente perfurável. Uma das atrações típicas do circo é o equilibrista sobre monociclo. B A M 86 Determine o número de pedaladas. Podemos afirmar que as rodas traseiras do velocípede completam uma volta em. Calcule a velocidade média do equilibrista no trajeto percorrido nos primeiros 6.0 s. Enquanto o projétil prossegue sua trajetória sobre o disco. uma distância de 24 metros. no início de sua apresentação. 88 (Fuvest-SP) Um disco de raio r gira com velocidade angular constante. a placa gira meia circunferência. o monociclo começa a se mover a partir do repouso com aceleração constante de 0. A mangueira é enrolada sobre si mesma. Preenche corretamente as lacunas acima a opção: O raio da roda do monociclo utilizado é igual a 20 cm. aproximadamente: a) b) 1 s 2 r → b) 2 r c) v r 2 r d) 3 s 2 d) r e) w 2 s 3 e) 2 s r c) 1 s SIMULADÃO 17 . e fura a placa no ponto A. Considere a velocidade do projétil constante e sua trajetória retilínea. Na borda do disco. considerando o movimento uniforme. O raio da roda dianteira vale 24 cm e o das traseiras 16 cm. necessárias para que ele percorra essa distância em 30 s. verificamos que a poque a polia A. com velocidade constante em relação ao chão. quando giramos a manivela M com velocidade constante. A roda dianteira descreve uma volta completa em um segundo. de forma que o projétil atravessa mais uma vez o mesmo orifício que havia perfurado.50 m/s2. formando um carretel cada vez mais espesso. enquanto a lia B gira extremidade P da mangueira sobe com movimento . O módulo da velocidade v do projétil é: a) P a) mais rapidamente – aceleração b) mais rapidamente – uniforme c) com a mesma velocidade – uniforme d) mais lentamente – uniforme e) mais lentamente – acelerado 90 (Fuvest-SP) Uma criança montada em um velocípede se desloca em trajetória retilínea. Um projétil é disparado com velocidade v em direção ao eixo do disco. O equilibrista percorre. Considerando ser o diâmetro da polia A maior que o diâmetro da polia B.

5 e sen 60º 0.87. conforme o desenho abaixo.7 e) 15.8 c) 1. e) Todas são falsas.0 N e que o objeto adquire Sabendo-se que F3 → uma aceleração de 2.4 b) 0.4 c) 11.0 N e tem → sentido oposto a F3 . em newtons. o módulo da força resultante. III – a resultante das forças F1 e F2 vale 10.6 → F3 → ← 4. y 95 (Vunesp-SP) Observando-se o movimento de um carrinho de 0. verificou-se que sua velocidade variou linearmente com o tempo de acordo com os dados da tabela.0 e) 5.4 d) 14.DINÂMICA 91 (Vunesp-SP) A figura mostra. foram feitas as seguintes afirmações: III – a força resultante sobre o objeto tem o mesmo sentido e direção da aceleração do objeto. Pode-se afirmar que: a) Somente I e II são verdadeiras. em escala. b) Somente I e III são verdadeiras. a) 8. → → 93 (Furg-RS) Duas forças de módulo F e uma de módulo F atuam sobre uma partícula de massa m. re→ → sultante das forças a e b .0 d) 2. t (s) v (m/s) 0 10 1 12 2 14 3 16 4 18 x A direção e o sentido do vetor aceleração são mais bem representados pela figura da alternativa: a) b) c) d) e) No intervalo de tempo considerado. no plano xy. III – o módulo da força resultante sobre o objeto é de 6. o vetor → → → → → c .0 m/s2 no sentido oposto a F3 .0 18 SIMULADÃO . 92 Duas forças de módulos F1 8 N e F2 9 N formam entre si um ângulo de 60º.0 kg é colocado sobre uma superfície sem atrito. igual a: a) 0. também. é. c) Somente II e III são verdadeiras. b) Represente.0 N. e determine o valor de seu módulo em newtons.2 b) 9. 2 sendo as suas direções e sentidos mostrados na figura. juntamente com o quadriculado. em newtons. a ← → → 94 (Unipa-MG) Um objeto de massa m 3. Sendo cos 60º 0. d) Todas são verdadeiras. de tal modo a b c 0 . Sobre esse objeto atuam 3 forças. duas forças a e b . em sua folha de respostas. atuando num ponto material P.4 kg ao longo de uma trajetória retilínea. aproximadamente. y F1 ← P escala 1N 1N b ← F2 ← x Reproduza a figura. a) Represente na figura reproduzida a força R . a intensidade da força resultante que atuou no carrinho foi. na mesma figura.

5 mB d) mB e) mA 0. Desprezando o atrito e admitindo g 10 m/s2. Em um determinado instante (t 0) uma força de 9. b) O corpo 3 tem a maior inércia.0 m/s2. Qual a tensão na barra de engate entre o primeiro e o segundo vagões. já que a massa da caixa aumentará e seu peso diminuirá. onde x é medido em metros e t em segundos. de 1 kg. c) O corpo 2 tem a menor inércia. c) menor que na Terra.5 mA 1. estão justapostos e apoiados sobre uma superfície plana e horizontal. Podemos dizer que o esforço que ele fará para carregar a caixa na Lua será: a) maior que na Terra. F1.0 kg está se movendo sobre uma superfície horizontal sem atrito com velocidade v0. em unidades de 103 N? (Despreze o atrito com os trilhos.96 (UEPB) Um corpo de 4 kg descreve uma trajetória retilínea que obedece à seguinte equação horária: x 2 2t 4t2. a relação A entre as massas de A (mA) e de B (mB) é: a) mB b) mA c) mA 1. já que a massa da caixa permanecerá constante e seu peso diminuirá. que se SIMULADÃO 19 . qual a velocidade inicial v0. Sabendo-se que o corpo atinge o repouso no instante t 9. 102 (MACK-SP) O conjunto abaixo. Cada vagão tem 10 toneladas de massa. de módulo igual a 10 N. com uma aceleração inicial de 0.0 s. Sobre esses corpos é correto afirmar: força (N) d) 8 e) 32 100 (UFRJ) O bloco 1. do corpo? 98 (UFPI) A figura abaixo mostra a força em função da aceleração para três diferentes corpos 1. 2 e 3. e) menor que na Terra. b) Determine a direção e o sentido da força exercida pelo bloco 2 sobre o bloco 1 e calcule módulo. em m/s.5 mB 0. Conclui-se que a intensidade da força resultante do corpo em newtons vale: a) 16 b) 64 c) 4 97 (UFPE) Um corpo de 3. Eles são → acelerados pela força horizontal F .5 mB mB 103 (UFRJ) Um operário usa uma empilhadeira de massa total igual a uma tonelada para levantar verticalmente uma caixa de massa igual a meia tonelada. é abandonado do repouso no instante t 0 e a velocidade do corpo A varia em função do tempo segundo o B diagrama dado. e) O corpo 2 tem a maior inércia.) 1 2 4 6 8 10 aceleração (m/s2) 3 2 1 a) O corpo 1 tem a menor inércia. 2 seu F2. F ← 1 2 a) Determine a direção e o sentido da força exercida pelo bloco 1 sobre o bloco 2 e calcule módulo. d) O corpo 1 tem a maior inércia. e o bloco 2.0 N é aplicada no sentido contrário ao movimento. aplicada ao bloco 1 e passam a deslizar sobre a superfície com atrito desprezível. representados na figura. d) menor que na Terra. de 4 kg. b) maior que na Terra. já que a massa da caixa diminuirá e seu peso aumentará. já que a massa da caixa diminuirá e seu peso permanecerá constante. já que a massa da caixa permanecerá constante e seu peso aumentará.5 m/s2. 1 seu → → co rpo 8 6 4 2 0 co rp o2 cor p o3 101 (UFPE) Uma locomotiva puxa 3 vagões de carga com uma aceleração de 2. constituído de fio e polia ideais. 99 (UFU-MG) Um astronauta leva uma caixa da Terra até a Lua.

com a mesma aceleração de 1. Considerando a aceleração da gravidade igual a 10 m/s2 e desprezando o atrito com o ar. b) a força que o chão exerce sobre a empilhadeira. Use g 10 m/s2 e calcule. Despreze o atrito do bloco com o plano. A velocidade de descida da carga em função do tempo está representada no gráfico da figura. (Despreze a massa das partes móveis da empilhadeira. II – para baixo. posição inicial posição final H 20 SIMULADÃO . com aceleração de 1.mantém constante durante um curto intervalo de tempo.5 m/s2. estão colocados um em frente ao outro. a) Qual a aceleração dos corpos? b) Qual a tração no fio ligado ao corpo A? 4. b) a tração sobre o cabo usado para içar o homem. entre 0 e 6 segundos.2 m/s2. faz com que ele deslize (g 10 m/s2): I – para cima. b) Considerando g 10 m/s2. 109 (Vunesp-SP) Dois planos inclinados.0 s para atingir a superfície da água. no interior de um elevador. T2 e T3. como mostra a figura. mA e g 10 m/s2. no cabo que sustenta a carga. Os fios e as polias são ideais. sabendo que a massa deste é igual a 120 kg e que a aceleração do conjunto é 0. entre 6 e 12 segundos e entre 12 e 14 segundos. unidos por um plano horizontal. x (m/s) 3 108 (Vunesp-SP) Um plano inclinado faz um ângulo de 30° com a horizontal.2 m/s2. determine os módulos das forças de tração T1. I) a) 310 N para cima b) 310 N para cima c) 499 N para cima d) 433 N para cima e) 310 N para cima II) 190 N para cima 310 N para baixo 373 N para cima 60 N para cima 190 N para baixo 0 6 12 14 t (s) a) Esboce um gráfico da aceleração a em função do tempo t para esse movimento. Determine a força constante que. neste curto intervalo de tempo: a) a força que a empilhadeira exerce sobre a caixa. mB 12 kg 107 (UERJ) Uma balança na portaria de um prédio indica que o peso de Chiquinho é de 600 newtons. Nessa nova situação. 106 (Vunesp-SP) Uma carga de 10 103 kg é abaixada para o porão de um navio atracado. uma bóia é largada de um helicóptero e leva 2.5 kg. A seguir. que sobe com aceleração de sentido contrário ao da aceleração da gravidade e módulo a g/10. respectivamente. aplicada a um bloco de 50 kg. um corpo que fosse abandonado num dos planos inclinados desceria por ele e subiria pelo outro até alcançar a altura original H.) 104 No sistema da figura. Se não houvesse atrito. determine: a) a velocidade da bóia ao atingir a superfície da água. em que g 10 m/s2. o ponteiro da balança aponta para o valor que está indicado corretamente na seguinte figura: a) c) 540 N 630 N b) A d) B 570 N 660 N 105 (ESFAO) No salvamento de um homem em altomar. paralelamente ao plano. outra pesagem é feita na mesma balança.

6 m B 0. A esfera (2) desce uma rampa inclinada 30° com a horizontal. Em relação ao trilho. calcule a razão t1 entre os tempos gastos pelas esferas (1) e (2).5 4.0 1. e a faz mover ao longo do plano.25 4. t2 respectivamente.5 3. usando o aparelho. Desprezam-se as forças de atrito.0 a (m/s2) 2.25 4. usa-se um aparelho chamado pressão com pernas (leg press). empurra a parte móvel de massa igual a 100 kg.0 m C 0.0 2. desde o ponto A até o ponto E.5 4.5 2.25 x (m) SIMULADÃO 21 .9 m 0.25 4. qual dos gráficos melhor descreve a velocidade v do corpo em função do tempo t nesse trajeto? a) v d) 8. 112 (UFG) Nas academias de ginástica.25 0 8.0 4.25 x (m) v b) 8.Nestas condições.25 x (m) a (m/s2) 8.5 2.25 x (m) 0 t 0 t c) v 111 (UFRJ) Duas pequenas esferas de aço são abandonadas a uma mesma altura h do solo.0 a (m/s2) 60° 0 1. para chegarem ao solo.0 0 a (m/s2) d) v e) 1. que tem a função de fortalecer a musculatura das pernas. como é mostrado na figura. Uma pessoa. → a) 8.5 3. o gráfico que melhor representa a aceleração escalar da partícula em função da distância percorrida é: A g 12 m D 0.5 3.5 0 t 0 t b) v e) v 0 8.0 a (m/s2) 2.5 3.25 x (m) c) 8. sem perder contato com o mesmo.5 3.9 m 1.25 0 8. Este aparelho possui uma parte móvel que desliza sobre um plano inclinado.0 1. como mostra a figura. A esfera (1) cai verticalmente. fazendo um ângulo de 60° com a horizontal.0 1.45 m E ← h 30° Considerando os atritos desprezíveis. com velocidade constante. t (1) (2) 0 110 (MACK-SP) Uma partícula de massa m desliza com movimento progressivo ao longo do trilho ilustrado abaixo.

Um corpo de massa 5. ele percorre 20 m até parar. a) 20 N b) 32 N c) 36 N d) 72 N e) 80 N 115 (Unitau-SP) Um corpo de massa 20 kg se encontra apoiado sobre uma mesa horizontal. O coeficiente de atrito estático entre o corpo e a mesa é igual a 0. ao atingir o plano áspero. a intensidade da força que o bloco A exerce no bloco B é: Dados m (A) m (B) m (C) 6. no caso.30 e o movimento somente poderá ocorrer ao longo do eixo X e no sentido indicado na figura. Verifique se. a polia e o fio são B C A ideais. III – Se nenhuma outra força atuar no corpo ao longo do eixo X além da força de atrito. o motorista do caminhão pisa o freio. A figura a seguir representa. retilínea e horizontal.0 3. 22 SIMULADÃO .30. x I II 30° I – A força para colocar o corpo em movimento é maior do que aquela necessária para mantê-lo em movimento uniforme. Determine a intensidade da força de atrito.5 t (s) O coeficiente de atrito estático entre a caixa e o piso da carroceria vale 0. Despreze a massa da corda e atritos de qualquer natureza. Considerando-se o valor da aceleração da gravidade igual a 10 m/s2. no qual o atrito é desprezível. identificando-as. b) Se o corpo II move-se para baixo com aceleração a 4 m/s2.0 2. durante a freada.6 116 (UFAL) Um plano perfeitamente liso e horizontal é continuado por outro áspero. Justifique sua resposta. como a velocidade do caminhão 10 varia em função do tempo. a caixa permanece em repouso em relação ao caminhão ou desliza sobre o piso da carroceria. 60 N. II – A força de atrito estático que impede o movimento do corpo é. que atua no corpo quando está no plano áspero. 113 (UENF-RJ) A figura abaixo mostra um corpo de I de massa mI 2 kg apoiado em um plano inclinado e amarrado a uma corda. (Usar sen 60° cos 60° 0. Ele transporta uma caixa de 100 kg apoiada sobre o piso horizontal de sua carroceria.8 0. dirigida para a direita.Considere o coeficiente de atrito dinâmico entre o plano inclinado e a parte móvel 0.0 kg 4. em newtons. 114 (MACK-SP) Num local onde a aceleração gravitacional tem módulo 10 m/s 2. 0 1. b) Determine a intensidade da força que a pessoa está aplicando sobre a parte móvel do aparelho. Considere g 10 m/s2. Nestas condições.50) a) Faça o diagrama das forças que estão atuando sobre a parte móvel do aparelho. São corretas as afirmações: a) I e II b) I e III c) I e IV d) II e III e) II e IV a) Esboce o diagrama de forças para cada um dos dois corpos. que passa por uma roldana e sustenta um outro corpo II de massa mII 3 kg. IV – A força de atrito estático só vale 60 N quando for aplicada uma força externa no corpo e que o coloque na iminência de movimento ao longo do eixo X. determine a tração T na corda.10 e a aceleração 0. como mostra a figura. 117 (UFRJ) Um caminhão está se deslocando numa estrada plana.0 kg move-se no plano liso onde percorre 100 m a cada 10 s e.86 e gravitacional 10 m/s 2.0 kg 10 kg cos sen 0. examine as afirmações: Num dado instante. em gráfico carv (m/s) tersiano. devido a essa força o corpo se move para a direita.0 3. dispõe-se o conjunto abaixo.

é: a) 5. é: Adote g 10 m/s2. é.0 kg e MB 2. acelerando-o. determine: a) a aceleração do carrinho b) a aceleração do sistema constituído por A e B 120 (Cesgranrio-RJ) Três blocos. como mostra a figura abaixo.20 b) 0.118 (PUCC-SP) Dois corpos A e B.0 124 (MACK-SP) Em uma experiência de Física. o carrinho A tem 10 kg e o bloco B. conforme indica a figura.) a) 0. B Uma força horizontal F é aplicada ao bloco B. equivale a 0. B desce e A se desloca com atrito constante sobre o carrinho.0 m/s2.25. m 4m c) 15 N d) 20 N e) 25 N b) 10 N 122 (MACK-SP) Na figura.5 c) 2. girando sem atrito. A figura mostra a situação descrita. é: c) 3P e) 3P a) P 2 2 b) P d) 2P 121 (UFU-MG) O bloco A tem massa 2 kg e o B 4 kg. A. sem que o sistema ou parte dele se mova. não cai devido ao atrito com A ( 0. estão ligados por um fio leve e flexível que passa por uma polia de massa desprezível. em metros. f at g 10 m/s2. Nesse instante. F B O coeficiente de atrito enC tre esses blocos e entre o bloco C e o plano vale 0. Durante a que- SIMULADÃO 23 .50 A B F a) 5 N 119 (Vunesp-SP) Dois blocos. O maior valor que F pode adquirir. O menor módulo da aceleração do conjunto.0 kg. Se g 10 m/s2. em newtons. ambos de massa m. durante o deslocamento.0 b) 2.40 c) 1. de mesmo peso P. uma bola de 200 g cai verticalmente com aceleração de 4.0 e) 0. abandonam-se do alto de uma torre duas esferas A e B. exercida pelo ar sobre essa bola. Liberado o sistema após 2.5.4). Sabendo que a força de atrito entre A e o carrinho.0 d) 1.2 do 0. O conjunto está em movimento e o bloco B. de massas MA 3.2 d) 1. o módulo da força de resistência. 0.5 e) 2.5 kg. igual a: (Dado: g 10 m/s2.0 s de movimento a distância percorrida por A. a aceleração da gravidade vale g 10 m/s2 e o sistema é mantido inicialmente em repouso. O bloco A está apoiado sobre um carrinho de massa 4 m. B e C. de mesmo raio e massas mA 2mB. A e B. movimento m A B Quando o conjunto é liberado. estão empilhados A sobre um plano horizontal. qual a força F aplicada ao bloco B capaz de colocá-lo na iminência de movimento? A Entre A e o apoio existe atrito de coeficiente 0. a) 25 m/s2 b) 20 m/s2 c) 15 m/s2 d) 10 m/2 e) 5 m/s2 123 (UFRN) Em determinado instante.2 mg) e fazendo peso de A (ou seja. simplesmente encostado. que pode se deslocar sobre a superfície horizontal sem encontrar qualquer resistência.5. necessário para que isso ocorra. O coeficiente de atrito estático entre todas as superfícies de contato é 0. estão ligados por uma corda de peso desprezível que passa sem atrito pela polia C.

então. com velocidade constante 24 SIMULADÃO . b) descia livremente no plano inclinado e passou a frear no plano horizontal. cujo módulo é F k v2. a roldana é ideal e o coeficiente de atrito entre o bloco de massa m1 e o plano inclinado é 0. A força que empurra esse bloco para baixo. exercem claramente forças para trás sobre o solo. acelerado d) para baixo. continua movendo-se por um plano horizontal e. 128 (MACK-SP) Uma força F de 70 N. empurra para cima um bloco de 50 N com velocidade constante. tem intensidade de: Dados: cos 37º sen 37º 0.0 m 12. as esferas ficam sujeitas à ação da força de resistência do ar. no mesmo plano inclinado.6 A rampa possui as dimensões indicadas na figura abaixo. são dados na tabela abaixo. colide com um poste.da. uma constante de igual valor para ambas.4 Piso 4 0. pense no que acontece. Ele verificou também que a distância entre as gotas era constante no plano inclinado e diminuía gradativamente no plano horizontal. Explique como é possível. acelerado b) para cima.8 0. além da atração gravitacional da Terra.6 F ← 37° a) 40 N b) 30 N c) 20 N d) 15 N e) 10 N 129 (UECE) Na figura m1 100 kg. 4. as esferas adquirem velocidades constantes. Piso 1 Coeficiente de atrito 0. paralela à superfície de um plano inclinado conforme mostra a figura.86 0.50 30° m1 m2 a) para baixo. cujos coeficientes de atrito estático. respectivamente iguais a V VA e VB.3 Piso 3 0. c) vinha freando desde o trecho no plano inclinado. Após certo tempo.3. o perito pode concluir que o carro: a) vinha acelerando na descida e passou a frear no plano horizontal. um perito de trânsito verificou que o carro tinha um vazamento de óleo que fazia pingar no chão gotas em intervalos de tempo iguais.0 m Considere que o custo do piso é proporcional ao coeficiente de atrito indicado na tabela.5 Piso 5 0. 126 (UFJF-MG) Um carro desce por um plano inclinado. d) não reduziu a velocidade até o choque. m2 76 kg. O bloco de massa m1 se moverá: Dados: sen 30o cos 30o 0. Desprezando a resistência do ar. Para cientificar-se disso. qual o tipo de piso que deve ser usado para o revestimento da rampa? Justifique sua resposta com argumentos e cálculos necessários. se houver uma fina camada de areia entre as rodas e o piso. com velocidade constante c) para cima.2 Piso 2 0. cuja relação A é: VB a) 2 d) 1 2 e) b) 3 2 c) 2 125 (UFPel-RS) As rodas de um automóvel que procura movimentar-se para frente. 127 (UFPA) Para revestir uma rampa foram encontrados 5 (cinco) tipos de piso. ocorrer o deslocamento do automóvel para frente. Visando economia e eficiência. Ao investigar o acidente. com calçados com sola de couro. onde v é a velocidade de cada uma delas e k. com velocidade constante. em seguida.

cos 0.6.40 kg d) 12. quando se suspende em P2 um corpo de massa superior a 13. Indicando por F a força da mola e por → P a força-peso aplicadas na bolinha. a mola encontra-se comprimida e a bolinha está subindo com ve→ → locidade V . a maior massa que poderemos suspender em P1 para que o bloco continue em repouso.20 kg b) 1. deverá ser de: 0. existe um carrossel que gira com velocidade angular constante.130 (MACK-SP) Um bloco de 10 kg repousa sozinho sobre o plano inclinado a seguir. Esse bloco se desloca para cima.2 kg 131 (Uniube-MG) A figura abaixo mostra uma mola de massa desprezível e de constante elástica k em três situações distintas de equilíbrio estático. o único esquema que pode representar tais forças na situação descrita acima é: v v b) R ← ← ← e) a ← v R ← ← v a c) ← ← g v ← a ← v R 0 SIMULADÃO 25 .32 kg c) 2. sen a) c) F ← e) F ← P ← F ← P ← P ← b) d) F ← P2 P ← P ← P1 a) 1. Na situação da figura. Retirando-se o corpo de P2. Certamente a figura correta é: W P1 9N P1 ? De acordo com as situações I e II. R . a aceleração a e a resul→ tante das forças que atuam sobre o cavalinho.8. 133 (UFPel-RS) Em um parque de diversões. supondo os fios e as polias ideais. como mostra a figura. um estudante tenta fazer uma figura onde → → apareçam a velocidade v . Analisando o movimento de um dos cavalinhos.0 kg e) 13. pode-se afirmar que a situação III ocorre somente se a) P2 b) P2 36 N 27 N c) P2 d) P2 18 N 45 N a) R ← ← ← d) a ← a R ← ← 132 (Fuvest-SP) Uma bolinha pendurada na extremidade de uma mola vertical executa um movimento oscilatório. Dados: g 10 m/s2. visto de cima e de fora do carrossel.2 kg.

134 (Fameca-SP) A seqüência representa um menino que gira uma pedra através de um fio, de massa desprezível, numa velocidade constante. Num determinado instante, o fio se rompe.
figura A figura B figura C

136 (FMU-SP) A velocidade que deve ter um corpo que descreve uma curva de 100 m de raio, para que fique sujeito a uma força centrípeta numericamente igual ao seu peso, é Obs.: Considere a aceleração da gravidade igual a 10 m/s2. a) 31,6 m/s b) 1 000 m/s c) 63,2 m/s d) 9,8 m/s e) 630,4 m/s

a) Transcreva a figura C para sua folha de respostas e represente a trajetória da pedra após o rompimento do fio. b) Supondo-se que a pedra passe a percorrer uma superfície horizontal, sem atrito, que tipo de movimento ela descreverá após o rompimento do fio? Justifique sua resposta.

137 (FGV-SP) Um automóvel de 1 720 kg entra em uma curva de raio r 200 m, a 108 km/h. Sabendo que o coeficiente de atrito entre os pneus do automóvel e a rodovia é igual a 0,3, considere as afirmações: I – O automóvel está a uma velocidade segura para fazer a curva. II – O automóvel irá derrapar radialmente para fora da curva. III – A força centrípeta do automóvel excede a força de atrito. IV – A força de atrito é o produto da força normal do automóvel e o coeficiente de atrito. Baseado nas afirmações acima, verifique: a) Apenas I está correta. b) As afirmativas I e IV estão corretas. c) Apenas II e III estão corretas. d) Estão corretas I, III e IV. e) Estão corretas II, III e IV. 138 (Unitau-SP) Um corpo de massa 1,0 kg, acoplado a uma mola, descreve uma trajetória circular de raio 1,0 m em um plano horizontal, sem atrito, à razão de 30 voltas por segundo. Estando a mola deformada de 2,0 cm, pode-se afirmar que sua constante elástica vale: a)
2

135 (Fuvest-SP) Um ventilador de teto, com eixo vertical, é constituído por três pás iguais e rígidas, encaixadas em um rotor de raio R 0,10 m, formando ângulos de 120° entre si. Cada pá tem massa M 0,20 kg e comprimento L 0,50 m. No centro de uma das pás foi fixado um prego P, com massa mp 0,020 kg, que desequilibra o ventilador, principalmente quando ele se movimenta. Suponha, então, o ventilador girando com uma velocidade de 60 rotações por minuto e determine:

P 0,50 m

120° rotor

N/m 10 N/m
2

d)

2

103 N/m
2

b) c) p

e) 1,8

105 N/m

102 N/m

a) A intensidade da força radial horizontal F, em newtons, exercida pelo prego sobre o rotor. b) A massa M0, em kg, de um pequeno contrapeso que deve ser colocado em um ponto D0, sobre a borda do rotor, para que a resultante das forças horizontais, agindo sobre o rotor, seja nula. c) A posição do ponto D0, localizando-a no esquema da folha de respostas. (Se necessário utilize 3)

139 (FGV-SP) A figura representa uma rodagigante que gira com velocidade angular constante em torno do eixo horizontal fixo que passa por seu centro C.

26 SIMULADÃO

Numa das cadeiras há um passageiro, de 60 kg de massa, sentado sobre uma balança de mola (dinamômetro), cuja indicação varia de acordo com a posição do passageiro. No ponto mais alto da trajetória o dinamômetro indica 234 N e no ponto mais baixo indica 954 N. Considere a variação do comprimento da mola desprezível quando comparada ao raio da roda. Calcule o valor da aceleração local da gravidade. 140 (Fuvest-SP) Um carrinho é largado do alto de uma montanha russa, conforme a figura. Ele se movimenta, sem atrito e sem soltar-se dos trilhos, até atingir o plano horizontal. Sabe-se que os raios de curvatura da pista em A e B são iguais. Considere as seguintes afirmações: III – No ponto A, a resultante das forças que agem sobre o carrinho é dirigida para baixo. III – A intensidade da força centrípeta que age sobre o carrinho é maior em A do que em B. III – No ponto B, o peso do carrinho é maior do que a intensidade da força normal que o trilho exerce sobre ele.
B g

A respeito da tensão no fio e do peso da esfera respectivamente, no caso da Figura 01 (T1 e P1) e no caso da Figura 02 (T2 e P2), podemos dizer que: a) T1 b) T1 c) T1 T 2 e P1 T 2 e P1 T 2 e P1 P2 P2 P2 d) T1 e) T1 T 2 e P1 T 2 e P1 P2 P2

142 (UFAL) O período de um pêndulo simples é dado

L , sendo L o comprimento do fio e g g a aceleração local da gravidade. Qual a razão entre o período de um pêndulo na Terra e num planeta hipotético onde a aceleração gravitacional é quatro vezes maior que a terrestre?
por T 2 143 (UFSC) Observando os quatro pêndulos da figura, podemos afirmar:
A 10 cm 15 cm 1 kg 3 kg B C 10 cm 15 cm D

2 kg

3 kg

a) O pêndulo A oscila mais devagar que o pêndulo B.
A

b) O pêndulo A oscila mais devagar que o pêndulo C. c) O pêndulo B e o pêndulo D possuem mesma freqüência de oscilação. e) II e III d) O pêndulo B oscila mais devagar que o pêndulo D. e) O pêndulo C e o pêndulo D possuem mesma freqüência de oscilação. 144 (MACK-SP) Regulamos num dia frio e ao nível do mar um relógio de pêndulo de cobre. Este mesmo relógio, e no mesmo local, num dia quente deverá: a) não sofrer alteração no seu funcionamento b) adiantar c) atrasar d) aumentar a freqüência de suas oscilações e) n.d.a. 145 (UFPR) Como resultado de uma série de experiências, concluiu-se que o período T das pequenas oscilações de um pêndulo simples de comprimento

Está correto apenas o que se afirma em: a) I b) II c) III d) I e II

141 (UFES) A figura 01 abaixo representa uma esfera da massa m, em repouso, suspensa por um fio inextensível de massa desprezível. A figura 02 representa o mesmo conjunto oscilando como um pêndulo, no instante em que a esfera passa pelo ponto mais baixo de sua trajetória.
Figura 01 Figura 02

m

m

SIMULADÃO 27

L é dado por T

L , onde g é a aceleração da g gravidade e k uma constante. Com base neste resultado e usando conceitos do movimento oscilatório, é correto afirmar:
k 01. k é uma constante adimensional. 02. Se o mesmo pêndulo for levado a um local onde g é maior, seu período também será maior. 04. Se o comprimento L for reduzido à metade, o período medido será igual a T .

148 (UFES) Uma partícula de massa 50 g realiza um movimento circular uniforme quando presa a um fio ideal de comprimento 30 cm. O trabalho total realizado pela tração no fio, sobre a partícula, durante o percurso de uma volta e meia, é: a) 0 b) 2p J c) 4p J d) 6p J e) 9p J

2 08. O período medido das oscilações não mudará se suas amplitudes forem variadas, contanto que permaneçam pequenas.
16. A freqüência das oscilações do pêndulo será de 5 Hz caso ele leve 5 s para efetuar uma oscilação completa. 32. Se o intervalo de tempo entre duas passagens consecutivas do pêndulo pelo ponto mais baixo de sua trajetória for 2 s, seu período será igual a 4 s. 146 (Uniube-MG) O centro de uma caixa de massa M desloca-se de uma distância d com aceleração a constante sobre a superfície horizontal de uma mesa sob a ação das forças F, fc, N e P. Considere fc a força de atrito cinético.
N

149 (UCS-RS) Um corpo de 4 kg move-se sobre uma superfície plana e F (N) horizontal com atriforça F 40 to. As únicas forças que atuam no cor20 po (a força F e a força de atrito cinético) estão representadas 0 2 4 x (m) no gráfico.
20 força de atrito

a

N F

Considere as afirmações. I – O trabalho realizado pela força F, deslocando o corpo de 0 a 2 m, é igual a 40 joules. II – O trabalho realizado pela força de atrito cinético, deslocando o corpo de 0 a 4 m, é negativo. III – De 0 a 2 m, o corpo desloca-se com aceleração constante. IV – O trabalho total realizado pelas forças que atuam no corpo, deslocando-o de 0 a 4 m, é igual a 40 joules. É certo concluir que: a) apenas a I e a II estão corretas. b) apenas a I, a II e a III estão corretas. c) apenas a I, a III e a IV estão corretas. d) apenas a II, a III e a IV estão corretas. e) todas estão corretas.

F
← fc

← fc

M

M

P

P d

De acordo com a figura acima, pode-se afirmar que realizam trabalho, apenas, as forças a) F e fc b) F e N c) fc e N d) fc e P

150 (USJT-SP) Sobre um corpo de massa 2 kg aplica-se uma força constante. A velocidade do móvel varia com o tempo, de acordo com o gráfico. Podemos afirmar que o trabalho realizado nos 10 segundos tem módulo de:
v (m/s) 60 50 40 30 20 10 0 2 4 6 8 10 12 t (s)

147 (FMJ-SP) Um grupo de pessoas, por intermédio de uma corda, arrasta um caixote de 50 kg em movimento retilíneo praticamente uniforme, na direção da corda. Sendo a velocidade do caixote 0,50 m/s e a tração aplicada pelo grupo de pessoas na corda igual a 1 200 N, o trabalho realizado por essa tração, em 10 s, é, no mínimo, igual a: a) 1,2 102 J b) 6,0 10 J c) 1,2 10 J
3 2

d) 6,0 103 J e) 6,0 10 J
4

a) 100 J b) 300 J

c) 600 J d) 900 J

e) 2 100 J

28 SIMULADÃO

151 (UFSM-RS) Uma partícula de 2 kg de massa é abandonada de uma altura de 10 m. Depois de certo intervalo de tempo, logo após o início do movimento, a partícula atinge uma velocidade de módulo 3 m/s. Durante esse intervalo de tempo, o trabalho (em J) da força peso sobre a partícula, ignorando a resistência do ar, é: a) 6 b) 9 c) 20 d) 60 e) 200

F (N) 100 80 60 40 20 0 10 20 30 40 50 60 x (cm)

152 (Unifor-CE) Um menino de massa 20 kg desce por um escorregador de 3,0 m de altura em relação à areia de um tanque, na base do escorregador. Adotando g 10 m/s2, o trabalho realizado pela força do menino vale, em joules: a) 600 b) 400 c) 300 d) 200 e) 60

Determine: a) a massa de água colocada no balde; b) o trabalho da força-elástica ao final do processo. 155 (ENEM) Muitas usinas hidroelétricas estão situadas em barragens. As características de algumas das grandes represas e usinas brasileiras estão apresentadas no quadro abaixo.
Usina Tucuruí Sobradinho Itaipu Ilha Solteira Área alagada (km2) 2 430 4 214 1 350 1 077 1 450 Potência (MW) 4 240 1 050 12 600 3 230 1 312 Sistema hidrográfico Rio Tocantins Rio São Francisco Rio Paraná Rio Paraná Rio Grande

153 (PUCC-SP) Um operário leva um bloco de massa 50 kg até uma altura de 6,0 m, por meio de um plano inclinado sem atrito, de comprimento 10 m, como mostra a figura abaixo.

m 10

6,0 m

Furnas

Sabendo que a aceleração da gravidade é g 10 m/s2 e que o bloco sobe com velocidade constante, a intensidade da força exercida pelo operário, em newtons, e o trabalho que ele realiza nessa operação, em joules, valem, respectivamente: a) 5,0 102 e 5,0 103 b) 5,0 102 e 4,0 103 c) 4,0 102 e 4,0 103 154 Uma mola pendurada num suporte apresenta comprimento igual a 20 cm. Na sua extremidade livre dependura-se um balde vazio, cuja massa é 0,50 kg. Em seguida coloca-se água no balde até que o comprimento da mola atinja 40 cm. O gráfico abaixo ilustra a força que a mola exerce sobre o balde em função do seu comprimento. Adote g 10 m/s2. d) 3,0 102 e 4,0 103 e) 3,0 102 e 3,0 103

A razão entre a área da região alagada por uma represa e a potência produzida pela usina nela instalada é uma das formas de estimar a relação entre o dano e o benefício trazidos por um projeto hidroelétrico. A partir dos dados apresentados no quadro, o projeto que mais onerou o ambiente em termos de área alagada por potência foi: a) Tucuruí b) Furnas c) Itaipu 156 (Uniube-MG) Para verificar se o motor de um elevador forneceria potência suficiente ao efetuar determinados trabalhos, esse motor passou pelos seguintes testes: I –Transportar 1 000 kg até 20 m de altura em 10 s. II –Transportar 2 000 kg até 10 m de altura em 20 s. III – Transportar 3 000 kg até 15 m de altura em 30 s. IV –Transportar 4 000 kg até 30 m de altura em 100 s. d) Ilha Solteira e) Sobradinho

SIMULADÃO 29

O motor utilizará maior potência ao efetuar o trabalho correspondente ao: a) teste III b) teste II c) teste I d) teste IV

159 (Fafeod-MG) 6 000 litros de água pura, de densidade 103 kg/m3, foram bombeados na vertical para uma caixa situada a 4 m de altura em 10 min. Qual a potência dissipada pela bomba e o trabalho que ela realizou, respectivamente? a) 4,0 103 W e 2,4 103 J b) 2,4 kJ e 4,0 kW c) 0,4 kJ e 240 W d) 0,4 kW e 240 kJ e) 4,0 102 W e 2,4 103 J 160 Uma força é aplicada na direção e no sentido do movimento de um certo automóvel de massa igual a 800 kg, cuja intensidade (F) varia em função da posição (S) deste automóvel, conforme mostrado no gráfico a seguir. Com base neste gráfico, determine a potência média desenvolvida, sabendo que os 20 m são realizados em 1 minuto.
F (N) 6 4 2 0

157 (UFG) O brasileiro Ronaldo da Costa, também conhecido por Ronaldinho, 28 anos, bateu, em 20/09/98, o recorde mundial da maratona de Berlim (42,195 km), com o tempo de 2h06min05s, atingindo a velocidade média aproximada de 5,58 m/s. Em relação a essa maratona, assinale com (C) as afirmativas certas e com (E) as erradas: 1 – ( ) Nessa maratona Ronaldinho superou a velocidade de 20,00 km/h. 2 – ( ) A energia química produzida no corpo do maratonista é transformada em energia mecânica e calor. 3 – ( ) A grande quantidade de água perdida pelo corpo dos maratonistas, durante o percurso, é essencial para evitar o aumento da temperatura do corpo dos atletas. 4 – ( ) Se a potência média desenvolvida pelos maratonistas, nessa atividade física, for de 800 watts, pode-se afirmar que Ronaldinho consumiu, nessa corrida, uma energia superior a 6 000 kJ. 158 (Cesupa-PA) Uma pessoa pretende substituir seu carro, capaz de desenvolver potência média de 40 000 W em 10 segundos, por um outro mais potente. Para isso, consulta revistas especializadas que oferecem dados que possibilitam a comparação de qualidades técnicas. Considere que alguns desses dados estão representados no gráfico abaixo, indicando o módulo da velocidade em função do tempo, para um carro cuja massa é 1 000 kg. A pessoa conclui que o carro analisado no gráfico é melhor que o seu, pois desenvolve, no mesmo intervalo de tempo, a potência média de:
v (m/s)

5

10

15

20

S (m)

161 (Fuvest-SP) Uma empilhadeira transporta do chão até uma prateleira, a 6 m do chão, um pacote de 120 kg. O gráfico ilustra a altura do pacote em função do tempo:
h (m) 6,0

3,0

0

10

20

t (s)

A potência aplicada ao corpo pela empilhadeira é: a) 120 W d) 1 200 W e) 2 400 W b) 360 W c) 720 W

30

0

10

t (s)

a) 41 000 W b) 42 500 W c) 45 000 W

d) 46 200 W e) 48 400 W

162 (ITA-SP) Deixa-se cair continuamente areia de um reservatório a uma taxa de 3,0 kg/s diretamente sobre uma esteira que se move na direção horizon→ tal com velocidade V . Considere que a camada de areia depositada sobre a esteira se locomove com a

30 SIMULADÃO

em um carro viajando com velocidade constante. o jovem utilizou uma quantidade de energia a mais.5. 2. com velocidade constante. cujo espectro de freqüência é dado a seguir. ventilador.mesma velocidade V . 165 (ENEM) O esquema abaixo mostra. a partir de uma certa quantidade de combustível vinda do tanque de gasolina. o fluxo de energia. energia térmica dos gases de escape e transferida ao Evaporação ar ambiente 1 kW 58.6–7. Consumo de O2 ( /min) 2 164 (ITA-SP) Uma escada rolante transporta passageiros do andar térreo A ao andar superior B. de: a) 10 kJ b) 21 kJ c) 200 kJ 167 (Vunesp-SP) A fotossíntese é uma reação bioquímica que ocorre nas plantas. Desprezando a existência de quaisquer outros atritos. Cor vermelha laranja amarela verde azul violeta d) 420 kJ e) 480 kJ f(1014 Hz) 3. direção. é: → O esquema mostra que. de qual ou quais faixas de freqüências do espectro da luz solar as plantas absorvem menos energia nesse processo? Justifique. requerida para manter a esteira movendo-se a 4.8–5. g 10 m/s2). em termos de potência (energia/tempo). degraus em número de 75 e inclinação igual a 30º.7 Luzes.0 m/s. aproximadamente.2–6. qual a energia absorvida por essa folha em 10 minutos de insolação? do tanque de gasolina 72 kW 71 kW 14. O rendimento desse motor é: a) 75% b) 50% c) 25% d) 15% e) 10% 166 (Fuvest-SP) Em uma caminhada. sabendo-se que sua potência total é 400 watts (sen 30º 0. O gráfico representa seu consumo de oxigênio em função do tempo. Energia dos hidrocarbonetos não queimados. quantidade exigida por reações que fornecem a seu organismo 20 kJ/minuto (ou 5 “calorias dietéticas”/minuto). na queima da gasolina. A escada tem comprimento total igual a 15 m.2 kW Energia térmica 3 kW a) Sabendo que a fotossíntese ocorre predominantemente nas folhas verdes.2 kW 12 kW 9 kW Rodas Motor de combustão Transmissão e engrenagens SIMULADÃO 31 . concluise que a potência em watts.1 6. o jovem passa a correr.1–6. a energia radiante do Sol atinge a superfície da Terra com intensidade de 1 000 W/m2. ele dissipa internamente 200 J.8 kW 1 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 t (minuto) Por ter corrido. Determine: a) o trabalho da força motora necessária para elevar um passageiro de 80 kg de A até B.8 4. devido ao atrito. b) a potência correspondente ao item anterior empregada pelo motor que aciona o mecanismo efetuando o transporte em 30 s.8–4.0–5. uma parte considerável de sua energia é dissipada. bomba hidráulica. um jovem consome 1 litro de O2 por minuto.2 5. b) Num determinado local. Em dado momento. Essa perda é da ordem de: a) 80% b) 70% c) 50% d) 30% e) 20% ← esteira V a) 0 b) 3 c) 12 d) 24 e) 48 163 (MACK-SP) Quando são fornecidos 800 J em 10 s para um motor. c) o rendimento do motor.6 6. Se a área de uma folha exposta ao Sol é de 50 cm2 e 20% da radiação incidente é aproveitada na fotossíntese. voltando depois a caminhar. do que se tivesse apenas caminhado durante todo o tempo. para a qual é necessária a energia da luz do Sol. gerador. aproximadamente. etc.0 5. no motor de combustão.

desloca-se com velocidade v constante.25 m Y 5 4 3 2 1 t0 4 8 12 16 20 24 28 t (s) A 2. que o ciclista “queimaria” pedalando durante meia hora à velocidade V0. Se cada turbina assegura uma potência de 700 000 kW. II e III t. conforme a figura. 169 (UFG) Cada turbina de uma hidroelétrica recebe cerca de 103 m3 de água por segundo. com uma força F. Comparando a energia cinética do carrinho com a energia cinética da bola.0 m/s (18 km/h). esse corpo passa pelo ponto X com velocidade 0.0 kg a) 0. numa queda de 100 m. a energia cinética do corpo A será: 5. c) A energia E. conforme o gráfico abaixo. Em determinado momento. Qual é a ordem de grandeza da força média que o cinto de segurança. quando a velocidade é V0.5 J e) 17 J Assim. o ciclista pára de pedalar e a velocidade V da bicicleta passa a diminuir com o tempo. sobre o ciclista e sua bicicleta. mas a bola tem o dobro da velocidade do carrinho. a) 100 N b) 102 N c) 104 N d) 106 N e) 108 N 32 SIMULADÃO .50 m/s.125 J b) 1. exerceria sobre o motorista (m 100 kg) durante a batida. durante um certo intervalo de tempo t. devida principalmente ao atrito dos pneus e à resistência do ar. m g v 2 III – A energia potencial gravitacional varia de t . qual é a perda percentual de energia nesse processo? Dados: g 10 m/s2 e 3 3 dágua 10 kg/m 170 (ESPM-SP) Uma bola e um carrinho têm a mesma massa. em newtons.25 J d) 12. b) A força de resistência total FR. Ciclista e bicicleta têm massa total M 90 kg.0 kg X B 0.50 m.0 kg C 2. em kJ. esta é: a) quatro vezes maior que a do carrinho b) 60% maior que a do carrinho c) 40% maior que a do carrinho d) igual à do carrinho e) metade da do carrinho 172 (Fuvest-SP) Uma pessoa puxa um caixote. Considere as seguintes afirmações: V F g 30° III – O trabalho realizado pela força F é igual a F v III – O trabalho realizado pela força F é igual a t . determine: a) A aceleração A. m g v 2 Está correto apenas o que se afirma em: a) III b) I e II c) I e III d) II e III e) I. t t0.2. sendo desprezível o atrito entre o caixote e a rampa. batendo de frente. ao longo de uma rampa inclinada 30° com a horizontal. de massa m. V (m/s) 171 (MACK-SP) No conjunto abaixo. passe de 10 m/s ao repouso em 0. O caixote. Suponha que a eficiência do organismo do ciclista (definida como a razão entre o trabalho realizado para pedalar e a energia metabolizada por seu organismo) seja de 22.169 (Fuvest-SP) Um ciclista em estrada plana mantém velocidade constante V0 5.25 J c) 11. No instante em que ele passar pelo ponto Y. da bicicleta logo após o ciclista deixar de pedalar. os fios e as polias são ideais e o coeficiente de atrito cinético entre o bloco B e a mesa é 0. em metros por segundo ao quadrado. 173 (Cesgranrio-RJ) Suponha que um carro.5%. se fosse usado. Num dado instante.

inicialmente em repouso. realizando um trabalho de 100 J. calcule a altura h. IV – Levando em conta o efeito do ar: V1 V2. Após um certo intervalo de tempo a pedra retorna ao ponto A com velocidade de módulo V2. pode-se afirmar que: a) as duas estão corretas b) a primeira está incorreta e a segunda está correta c) a primeira está correta e a segunda incorreta d) ambas estão incorretas 178 (Fafi-BH) Um atleta atira uma bola de 0. de um ponto A. Durante algum tempo. conforme indica a figura abaixo. Admita que a energia potencial inicial seja nula. em metros. a partícula percorre uma trajetória com comprimento de 3 m. nessa situação. é correto afirmar que a energia mecânica total quando a bola estiver no topo da trajetória. III – Levando em conta o efeito do ar: V1 V2. Quanto a essas sentenças. atua sobre a partícula uma força resultante em sentido contrário à sua velocidade linear. Depois. x Obtenha a velocidade do bloco no ponto B. é dada.5 kg para cima. perpendicular à velocidade linear da partícula. h1 10 m e h2 5 m. Responda mediante o código: a) apenas I está correta b) apenas II e IV estão corretas c) apenas II e III estão corretas d) apenas III está correta e) apenas IV está correta 177 (UFJF-MG) Considere as seguintes afirmações: 1. Supondo g (aceleração da gravidade) 10 m/s2. com velocidade de módulo V1. parte da altura h em uma pista sem atrito. No instante 4 s a velocidade do carro era de: x (m/s) 125 179 (UFLA-MG) Um bloco de massa M 10 kg desliza sem atrito entre os trechos A e B indicados na figura abaixo. com velocidade inicial de 10 m/s. pelo diagrama abaixo. II – Desprezando o efeito do ar: V1 V2. que se movimenta em uma trajetória retilínea com aceleração constante. atua sobre ela uma força resultante com módulo de 50 N. A soma das energias cinética e potencial num sistema físico pode ser chamada de energia mecânica apenas quando não há forças dissipativas atuando sobre o sistema. Qual é a energia cinética final da partícula? a) 150 2J b) 250 J c) 300 J d) 350 J e) 500 J 2. A respeito dos valores de V1 e V2 podemos afirmar: I – Necessariamente V1 V2. 180 (UFPE) Um praticante de esqui sobre gelo. cuja orientação é. em função do tempo. (Use g 10 m/s2.) Com relação a essa situação. é: a) 50 J b) 25 J c) 5. h A h 2 SIMULADÃO 33 . 10 t (s) 0 A M a) 30 m/s b) 25 m/s c) 20 m/s d) 15 m/s e) 10 m/s h1 B h2 V 176 (Unip-SP) Uma pedra é lançada verticalmente para cima. a cada instante. O trabalho realizado por uma força não conservativa representa uma transferência irreversível de energia.174 (UFRS) Uma partícula movimenta-se inicialmente com energia cinética de 250 J.0 J d) nula 175 (MACK-SP) A potência da força resultante que age sobre um carro de 500 kg. Sabendo-se que sua velocidade é de 20 m/s no ponto A.

5 m c) 10 m d) 12. Sendo 10 m/s2.5 m e) 15 m Desprezando-se quaisquer atritos e considerando-se g 10 m/s2. se aquecem ao atravessar a atmosfera.5 m entre duas calçadas planas e horizontais. II – as forças que atuam no experimento acima são conservativas. pode-se concluir que. a seqüência de transformações de energia envolvidas desde o insta2nte em que o meteorito atinge a atmosfera são. o módulo da aceleração da gravidade local. como ainda lhe sobrarão pouco menos de 30 J de energia cinética. durante a subida da pedra. um jogador da defesa adversária cabeceia a bola. c) conseguirá ultrapassar metade do desnível. produzindo o seu brilho. é gerada uma quantidade de calor igual a 15 J.5 m 34 SIMULADÃO . é igual a: a) 10 b) 20 c) 30 d) 40 e) 50 d) EP → Et e Et → EC e) Et → EP e Et → EC 0. Denotando a energia cinética por EC. a energia cinética da bola no ponto P vale. 184 (UERJ) Numa partida de futebol. e) não só conseguirá vencer o desnível. de massa 0. III – a energia mecânica da esfera no ponto A é igual à sua energia mecânica no ponto B. Considerando-se energia cinética E C 2 g 10 m/s e que em virtude do atrito com o ar. nesta ordem: a) EC → EP e EC → Et b) EC → EP e EP → Et c) EP → EC e EC → Et 186 (Esam-RN) Uma criança de massa igual a 20 kg desce de um escorregador com 2 m de altura e chega no solo com velocidade de 6 m/s. o goleiro bate o tiro de meta e a bola. Considerando g 10 m/s2. um garoto de 50 kg. conforme mostra a figura. atraídos pela força gravitacional da Terra. impulsiona-se até adquirir uma energia cinética de 300 J. Pode-se afirmar que: a) apenas a afirmativa I é verdadeira b) apenas as afirmativas I e II são verdadeiras c) apenas as afirmativas I e III são verdadeiras d) apenas as afirmativas II e III são verdadeiras e) todas as afirmativas são verdadeiras 183 (Vunesp-SP) Para tentar vencer um desnível de 0. com essa energia: a) não conseguirá vencer sequer metade do desnível. em joules: a) 0 b) 5 c) 10 d) 15 185 (UEPA) As conhecidas estrelas cadentes são na verdade meteoritos (fragmentos de rocha extraterrestre) que. b) conseguirá vencer somente metade do desnível. brincando com um skate (de massa desprezível). A C HA HC B P Sabendo-se que a velocidade da bolinha no ponto C é nula. em joules. como ainda lhe sobrarão mais de 30 J de energia cinética. foram feitas as seguintes afirmações: I – apenas uma parte da energia potencial inicial da esfera foi mantida como energia potencial no final do movimento. a 2 metros do solo. a energia mecânica dissipada. mas não conseguirá vencê-lo totalmente. d) não só conseguirá vencer o desnível. sai do solo com velocidade de módulo igual a 10 m/s. a altura máxima atingida pela pedra será de: a) 14 m b) 11.20 kg é lançada verticalmente para cima com 40 J.5 kg. 182 (Unipa-MG) Uma pequena esfera é solta de uma altura HA (onde HA HC) para realizar o movimento sobre a superfície regular mostrada na figura abaixo. mostradas na figura.181 (Unimep-SP) Uma pedra com massa m 0. a energia potencial por EP e a energia térmica por Et. → v 2m No ponto P.

representado na figura abaixo. d) somente I e III e) todas as afirmações Dentre os processos indicados na tabela. um bloco de ferro de massa superior a 500 kg cai de uma certa altura sobre a estaca. aparecem as direções de transformações de energia. É(são) verdadeira(s): a) somente I b) somente II c) somente I e II 189 (Cesupa) No playcenter de São Paulo. o termopar é um dispositivo onde energia térmica se transforma em energia elétrica. toda energia do sistema desapareceu. O ponto 2 é o mais baixo dessa trajetória. São desprezadas as dissipações de energia nas engrenagens do motor. quanto menor for o tempo gasto para erguer o bloco de ferro até a altura ocupada por ele. a) 1 600 N b) 2 000 N c) 3 600 N d) 4 800 N e) 5 600 N SIMULADÃO 35 .187 (ENEM) A tabela a seguir apresenta alguns exemplos de processos. ocorre conservação de energia: a) em todos os processos b) somente nos processos que envolvem transformações de energia sem dissipação de calor c) somente nos processos que envolvem transformações de energia mecânica d) somente nos processos que não envolvem energia química e) somente nos processos que não envolvem nem energia química nem energia térmica 188 (PUC-SP) Num bate-estaca. De Em Elétrica Química Mecânica Térmica dinamite pêndulo fusão Elétrica transformador Química Mecânica Térmica termopar reações endotérmicas que será máxima no instante imediatamente anterior ao choque com a estaca. Os pontos 1 e 3 são extremos da trajetória. atingindo o repouso logo após a queda. fenômenos ou objetos em que ocorrem transformações de energia. uma das mais emocionantes diversões é o Skycoaster. A partir do ponto 1 inicia-se o movimento pendular sem velocidade inicial. com forma aproximada de um arco de circunferência. 1 3 2 Altura do ponto 1 Altura do ponto 3 Velocidade no ponto 2 Comprimento do cabo Aceleração da gravidade Massa total oscilante 55 m 21 m 30 m/s 50 m 10 m/s2 200 kg A respeito da situação descrita são feitas as seguintes afirmações: III – Houve transformação de energia potencial gravitacional do bloco de ferro. percorrida pelos corajosos usuários. Por exemplo. antes de cair. III – Como o bloco parou após o choque com a estaca. Nessa tabela. pode-se concluir que a tração no cabo na posição 2 vale. A tabela abaixo indica dados aproximados para essa situação. com capacidade para até 3 pessoas. III – A potência do motor do bate-estaca será tanto maior. em energia cinética. Considerando que os cabos são ideais.

193 (UFGO) A energia potencial de um carrinho em uma montanha-russa varia. Na região plana da figura. como mostra a figura. dissipada durante o movimento. distante 90 cm de B. a 60 cm acima do plano horizontal EBC. 60 m No ponto A. Considere que. calcule a força média exercida por ela sobre o conjunto.5 m durante o choque. sabendo que ele chega ao repouso no ponto C. de comprimento 10 m existe atrito. em joule. partindo do repouso no ponto C. o bloco tem uma velocidade de 2. (Considere g 10 m/s2. O trecho AB encontra-se na horizontal. Depois de passar pelo ponto A. c) Determine o valor do coeficiente de atrito entre a superfície horizontal e o bloco. vale: a) 42 000 b) 68 000 c) 100 000 d) 110 000 e) 152 000 a) Mostre.1. a energia mecânica. sobre o carrinho.) ha 10 m B C 10 m 36 SIMULADÃO . para levá-lo ao repouso em 5 m 194 (UFCE) Um bloco de massa m 5 kg encontrase numa superfície curva a uma altura h0 10 m do chão. b) Determine o trabalho realizado pela força de atrito que atua no bloco entre os pontos A e B. existe atrito entre o bloco e a superfície. O bloco é solto a partir do repouso. e que não há atrito. O coeficiente de atrito dinâmico entre o bloco e o chão é m 0. conforme a figura abaixo. A Sabe-se que em x 2 m. começa a descer por uma rampa de gelo. entre as posições x 0 e x 7 m. atinge uma barreira de proteção em B. Desprezando a resistência do ar. à altura de 20 m. O conjunto trenó-esquimó possui massa total de 90 kg.0 m/s e ao passar pelo ponto B sua velocidade é de 3. C 20 m 6 3 A B 0 1 2 5 7 12 x (m) a) Usando o princípio da conservação da energia mecânica. o atrito e a resistência do ar durante o movimento.20 kg desce deslizando sobre a superfície mostrada na figura. calcule a velocidade com que o conjunto chega ao ponto A. a energia cinética é igual a 2 J. com um esquimó. Despreze as dimensões do conjunto. que. b) Em B encontra-se uma barreira de proteção feita de material deformável. Sabendo-se que a barreira de proteção sofreu uma deformação de 1. EPot(J) 12 9 191 (UFJF-MG) Um trenó. durante o choque. a partir do posição x 7 m. como mostra a figura a seguir. entre os pontos A e B. 192 (UFMG) Um bloco de massa 0.0 m/s.190 Considerando os dados da questão anterior. a barreira não se desloca e que o conjunto choca-se contra ele e pára. desde o ponto 1 até o ponto 3. na base da rampa. determine: a) a energia mecânica total do carrinho b) a energia cinética e potencial do carrinho na posição x 7 m c) a força de atrito que deve atuar no carrinho. usando idéias relacionadas ao conceito de energia. usada para parar o conjunto após a descida.

A esfera é então solta e atinge uma altura máxima de 10 m.0 A constante de mola K. a constante elástica da mola é. determine o coeficiente de atrito cinético entre os blocos e a superfície plana. atinge uma mola de constante elástica 20 N/cm. assinalado na figura. M e L. completando o quadro. conforme indicado na figura. de massa desprezível. que é constante e vale 10 N. São desprezíveis os atritos no trecho compreendido entre os pontos A e C.0 kg x k h M 4. Desprezando os atritos. até parar. A compressão máxima sofrida pela mola é a) 10 cm b) 20 cm c) 30 cm d) 40 cm e) 50 cm 196 (PUC-MG) Na figura desta questão a mola tem constante elástica k 1. Imediatamente depois de chegar no ponto C. b) Calcule a altura máxima que o bloco irá atingir quando chegar pela primeira vez à parte curva da direita. A B 50 cm K m 25 cm b) Calcule a velocidade do bloco quando chega em C. esse bloco tem uma colisão perfeitamente inelástica com outro bloco. Suponha que não haja atrito em nenhuma superfície. h.0 b) 3.0 cm. é: a) 4. k. de massa M. após abandonado. é.8 g contra uma mola de massa desprezível na posição vertical. c) Supondo os dois blocos do mesmo material.5 e) 1. SIMULADÃO 37 .0 m 197 (UFES) Pressiona-se uma pequena esfera de massa 1. Modalidade de Energia Mecânica Ponto Energia Potencial Gravitacional (J) Energia Potencial Elástica (J) Energia Cinética (J) Energia Mecânica Outra Total (J) (J) 198 (UECE) Um corpo de massa m 250 g está em contato com uma mola. em metros. x. necessária para que o corpo complete a volta em torno do círculo. apresentados a seguir: m 2. movendo-se sobre um plano liso horizontal a 72 km/h. c) Quantas vezes o bloco irá passar pelo plano antes de parar definitivamente? 195 (Uneb-BA) Um bloco de 0.0 d) 1. comprimida de uma distância de 25 cm do seu tamanho original.a) Indique num diagrama as forças sobre o bloco quando este encontra-se na parte curva e na parte plana da trajetória. comprimindo de uma distância x uma mola de constante elástica k. atentando para o nível de referência para energia potencial gravitacional.0 103 N/m e está comprimida de 0. A distância percorrida pela esfera.20 m. O bloco. é empurrado pela mola e após liberado por essa passa pelo ponto B chegando em C. A mola é então solta e empurra o corpo em direção a um círculo de raio 50 cm. g. em newtrons por metro: a) 3 b) 10 c) 30 d) 50 e) 100 B A h nível de referência D C a) Calcule a(s) modalidade(s) de energia mecânica em cada ponto apresentado abaixo. comprimindo-a de 6. pelo menos: a) 100 kg/s2 b) 80 kg/s2 c) 40 kg/s2 d) 20 kg/s2 199 (UFV-MG) Um bloco de massa m é mantido em repouso no ponto A da figura. percorrendo o conjunto uma distância L até parar no ponto D. A única força horizontal que atua na esfera após ela ter abandonado a mola é a força de atrito cinético.0 m g 10 m/s2 10 cm 3 200 N/m 1. a partir do ponto em que ela perde contato com a mola.2 kg.0 kg L 2. Considere os valores de m. bem como o módulo da aceleração gravitacional local. no que couber.2 c) 2.

sem atrito.0 10 kg m/s 202 (Unitau-SP) Um corpo de massa m desloca-se sobre um plano horizontal.4 kg. atinge o trecho horizontal. o tempo de contato do pé do jogador com a bola. em segundos. é abandonado do repouso no ponto A do trilho liso abaixo e.6 e) 0. de massa m. que se move a 90 km/h.0 103 kg desloca-se com velocix (m) dade constante numa 5 estrada retilínea. é: a) 1 102 b) 5 102 c) 7 102 d) 8 102 e) 1 103 x 1 2 a) xmk b) x2mk c) xm2k2 d) x(mk) e) x 1 2 (mk) 203 (MACK-SP) O corpo C.0 103 kg m/s e) 5.200 (Uneb-BA) Para que uma partícula A. ao passar pelo ponto B do trilho. atinge o solo e volta. no instante t 0.02 b) 0. O módulo do vetor quantidade de movimento no instante t 5 s é: a) 1. 38 SIMULADÃO .8 d) 3. a quantidade de movimento do corpo é igual a: 3 a) m b) m R g R g c) m g R d) 5 m R g 2 e) 2 m R g 5 204 (UFSM-RS) Um jogador chuta uma bola de 0.06 c) 0. imprimindo-lhe uma velocidade de módulo 30 m/s. No momento do choque. de massa 400 g. Despreze a resistência do ar e suponha que o choque da esfera como o solo ocorra durante um intervalo de tempo de 0.0 m. Após os re0 5 t (s) gistros de algumas posições. A variação da quantidade de movimento do corpo.20 kg é abandonada de uma altura de 5. nos primeiros 10 segundos. b) a força média exercida pelo solo sobre a esfera. determine: a) a perda de energia mecânica e o módulo da variação da quantidade de movimento da esfera. de: a) 1 b) 3 c) 5 d) 7 e) 9 A C B h 5R 2 R 201 (MACK-SP) Um automóvel de massa 1. alcançando a altura máxima de 1. Adote g 10 m/s2. parada. Desprezando qualquer resistência ao deslocamento e sabendo que a aceleração gravitacional → local é g .8 m. é: 206 (Unesp-SP) Uma esfera de aço de massa 0. tenha a mesma quantidade de movimento de uma partícula B.8 103 kg m/s c) 2. é necessário que tenha uma velocidade. da posição (x) em função do tempo (t). Levando em conta esse intervalo de tempo. de massa 2 kg. é de: a) 0. em kgm/s. quando.0 103 kg m/s 205 (Esam-RN) F (N) 100 0 10 t (s) O gráfico mostra a variação do módulo da força resultante que atua num corpo em função do tempo. causa uma deformação máxima x. Se a força sobre a bola tem uma intensidade média de 600 N. o módulo da quantidade de movimento desse corpo. construiu-se o 4 gráfico abaixo. inicia-se o estudo de seu 2 movimento. como indica a figura. Ao chocar-se com uma mola de constante elástica k. em metros por segundo. após realizar o looping de raio R.2 d) 0.0 103 kg m/s b) 1.050 s.

segundo o mesmo observador.0 kg.0 m/s. por fios flexíveis. A velocidade com a qual o passageiro será projetado para a frente. todos em repouso em relação 10 ao solo.10 c) 0.0 kg acima do topo de uma estaca de massa 30.207 (MACK-SP) Devido à ação da força resultante.05 b) 0. parando bruscamente. Para um observador fixo no solo. sua velocidade será.0 kg. que se desloca livremente. com velocidade estimada de: a) 1. Desprezando-se qualquer atrito. desloca-se com velocidade constante de 0. Começa.40 e) 0.50 m no solo. então.6 m/s d) 4.5 kN s.8 m/s 210 (MACK-SP) Na figura. 215 (UECE) Oito esferas estão suspensas. que se move a 30 km/h. 214 (ITA-SP) Um martelo de bate-estacas funciona levantando um corpo de pequenas dimensões e de massa 70. Observase que.4 m/s c) 3.20 d) 0. será. Ela atira a bola. A massa desse automóvel é: a) 450 kg b) 500 kg c) 550 kg d) 600 kg e) 700 kg 211 (Unifor-CE) Um caixote de massa 2. colide com um poste. cuja massa é 810 kg. o carrinho vai para trás com velocidade de 3 m/s. a) 0. com velocidade horizontal de 2 m/s. com velocidade de 21 m/s em relação ao carrinho.0 kg de água. determine a força média de resistência à penetração da estaca. conforme a figura. Quando a altura do corpo acima da estaca é de 2. Considera-se o choque central e perfeitamente elástico. sendo quatro de massa M 150 g e quatro de massa m 50 g.2 m/s b) 2. o homem se desloca a 3. Se uma esfera de massa M for deslocada de sua posição inicial e solta. ela afunda 0. d) 90 km/h e) 15 km/h 209 (UERJ) Um homem de 70 kg corre ao encontro de um carrinho de 30 kg. no mesmo sentido.0 m/s b) 2. podemos afirmar que a massa do menino é de: a) 12 kg b) 24 kg c) 36 kg d) 48 kg e) 54 kg M M M M m m m m SIMULADÃO 39 . de massa 1 kg. Deste modo.0 m/s c) 0. ela colidirá frontalmente com o grupo de esferas estacionadas. O carro. imediatamente após a colisão.80 208 (Unitau-SP) Uma garota de massa m está sobre um carrinho de massa 4m e segura em sua mão uma bola de massa m .5 kW e a quantidade de movimento do automóvel é 7. a chover intensamente na vertical.40 m/s sobre um plano horizontal sem atrito. passa a mover-se com energia cinética de 2 J. um automóvel parte do repouso e descreve movimento retilíneo de aceleração constante. o menino e o carrinho têm juntos 60 kg.0 m/s e o carrinho a 1. Após alcançar o carrinho. Supondo uma aceleração da gravidade de 10. a potência da força resultante é 22. que.41 m/s e) zero 212 (UFU-MG) Um passageiro de 90 kg viaja no banco da frente de um carro. inextensíveis e de massas desprezíveis. aberto em sua parte superior. horizontalmente.00 m. caso não esteja utilizando o cinto de segurança. Quando o caixote tiver armazenado 2. 5 s após a partida. Quando o menino salta do carrinho em repouso. o módulo da velocidade de recuo do carrinho é aproximadamente igual a: a) 1. aproximadamente: a) 30 km/h b) 300 km/h c) 150 km/h 213 Um corpo de massa 2 kg colide com um corpo parado. Calcule a velocidade do primeiro corpo imediatamente antes da colisão. passando ambos a se deslocar. em m/s.0 m/s2 e considerando o choque inelástico.50 m/s d) 0. o homem salta para cima dele.

os carrinhos colidem. Inicialmente a esfera encontra-se em repouso e a mola nos seu comprimento natural. e prende-se à extremidade de uma mola de massa desprezível e constante elástica igual a 9 N/m. é: a) b) c) P1 P2 ← ← d) 5 6 t (s) Se as massas dos carrinhos 1 e 2 são. m1 e m2. imediatamente após a desintegração. A esfera é então atingida por um pêndulo de mesma massa que cai de uma altura igual a 0. podem movimentar-se sobre uma superfície plana sem atrito. cujos momen→ → → tos lineares são: P1 . N O vetor que melhor representa o momento → linear da partícula 3. o caixote B aproxima-se perpendicularmente à parede com velocidade V0. então: a) m1 b) 3m1 c) 3m1 3m2 m2 5m2 d) 3m1 e) 5m1 7m2 3m2 219 (Fuvest-SP) Dois caixotes de mesma altura e mesma massa.5 m 220 (UFSE) Na figura.Considere o choque entre as esferas perfeitamente elástico. sofre uma desintegração radioativa. A figura abaixo mostra os vetores que representam os momentos lineares → → das partículas 1 e 2. à direita). O número n de esferas de massa m que se moverão é: a) um b) dois c) três d) quatro 216 (Vunesp-SP) A figura mostra o gráfico das velocidades de dois carrinhos que se movem sem atrito sobre um mesmo par de trilhos horizontais e retilíneos. provocando uma sucessão de colisões elásticas no plano da figura. respectivamente. A e B. fragmentando-se em três partículas. v (m/s) 4 3 2 1 0 1 2 carrinho 1 1 2 3 4 carrinho 2 carrinho 2 carrinho 1 218 (UERJ) Um certo núcleo atômico N. Suponha a colisão elástica e g 10 m/s2.5 m. P1 e P2 . P2 e P3 . conforme mostra a figura (no alto. g parede A B V0 217 (UFRJ) Uma esfera de massa igual a 100 g está sobre uma superfície horizontal sem atrito. Estando inicialmente A parado próximo a uma parede. Em torno do instante 3 segundos. P3 . é possível afirmar que os módulos das velocidades dos dois blocos serão aproximadamente: a) VA b) VA c) VA d) VA e) VA V0 e V B 0 2V0 V0 e VB 2 0 e VB V0 2 2V0 e VB V0 V0 2 0 e VB M M 0. inicialmente em repouso. que representa esquematicamente o movimento de um planeta em torno do Sol. A outra extremidade da mola está presa a um suporte fixo. Após todas as colisões. a velocidade do planeta é maior em: a) A C D B Calcule: a) as velocidades da esfera e do pêndulo imediatamente após a colisão b) a compressão máxima da mola b) B c) C d) D e) E E A 40 SIMULADÃO .

(04) Os planetas de maior massa levam mais tempo para dar uma volta em torno do Sol.1 dias b) 18.2 dias c) 27. duplicada. maior que o seu diâmetro. quando sua trajetória está mais próxima do Sol. maior será o seu período de revolução em torno do Sol. Um outro satélite B possui órbita circular de raio 9 vezes maior do que A. que está sendo construída num esforço conjunto de diversos países. é aproximadamente de: a) 0.1 m/s2 (nove vezes menor que na superfície da Terra).5 b) 5. A Fe . Sendo a aceleração da gravidade na superfície da Terra igual a 10 m/s2. permanecendo. 222 Um satélite artificial A se move em órbita circular em torno da Terra com um período de 25 dias. aproximadamente: a) 40 N b) 60 N c) 50 N d) 70 N e) 80 N 224 (Fuvest-SP) A Estação Espacial Internacional. os valores de sua massa e de seu peso nessa posição. (32) No caso especial da Terra. a distância desse ponto à superfície terrestre deve ser: a) igual ao raio terrestre b) o dobro do raio terrestre c) o triplo do raio terrestre d) o sêxtuplo do raio terrestre R A 9R e) nove vezes o raio terrestre B Terra 223 (ITA-SP) Estima-se que em alguns bilhões de anos o raio médio da órbita da Lua estará 50% maior do que é atualmente.10 c) 0. Se a massa de um deles for reduzida à metade e a distância entre seus centros. é maior do que quando está mais afastada do mesmo.3 dias.221 (UFSC) Sobre as leis de Kepler.02 b) 0. Naquela época seu período. Sejam mN e PN.0 c) 10 d) 15 e) 20 227 (UFAL) Para que a aceleração da gravidade num ponto tenha intensidade de 1.05 do raio médio da Terra. o módulo da força de atração gravitacional que existe entre eles estará multiplicado por: a) 8 c) 1 e) 1 8 b) 4 d) 1 4 226 (PUCC-SP) Considere um planeta que tenha raio e massa duas vezes maiores que os da Terra. Uma pessoa de massa 50 kg deve pesar. (08) O Sol está situado num dos focos da órbita elíptica de um dado planeta. ainda.90 229 (UFMG) Um corpo está situado ao nível do mar e próximo da linha do equador. Considerando essas informações. Suponha que esse corpo seja transportado para as proximidades do pólo Norte. (16) Quanto maior for o período de rotação de um dado planeta. a órbita é exatamente uma circunferência.0 dias d) 41.0 dias 228 (UE Sudoeste da Bahia-BA) Um planeta X tem massa três vezes maior que a massa da Terra e raio cinco vezes maior que o raio da Terra. pode-se afirmar que: d) mN mE e PN PE a) mN mE e PN PE b) mN c) mN mE e PN mE e PN PE PE e) mN mE e PN PE SIMULADÃO 41 . (01) O valor da velocidade de revolução da Terra em torno do Sol. ao nível do mar. devido à sua inércia. seria: a) 14.05 c) 0.3 dias d) 41. na superfície daquele planeta ela vale. Sejam mE e PE a massa e o peso do corpo nessa posição. que hoje é de 27. Calcule o período do satélite B. 225 (UFSM-RS) Dois corpos esféricos de mesma massa têm seus centros separados por uma certa distância. (02) Os planetas mais afastados do Sol têm um período de revolução em torno do mesmo maior que os mais próximos.10 e) 0. deverá orbitar a uma distância do centro da Terra igual a 1. na superfície do planeta X. entre a força Fe com que a Terra razão R F atrai um corpo nessa Estação e a força F com que a Terra atrai o mesmo corpo na superfície da Terra. assinale a(s) proposição(ões) verdadeira(s) para o sistema solar. em metros por segundo ao quadrado: a) 2.

Suponha que o jogo seja realizado numa atmosfera semelhante à da Terra e que. particularmente. Tal fenômeno ocorre porque: a) O somatório das forças que atuam sobre a nave é igual a zero. possamos desprezar os efeitos do ar. como na Terra. não caindo sobre a Terra. em direção à Terra. a) Determine a razão gM entre os valores da acegT leração da gravidade em Marte e na Terra. dos satélites e mesmo dos corpos próximos à superfície da Terra. do comprimento do campo em Marte. da Física. e o segundo. 42 SIMULADÃO . O período estimado do planeta X é de 125 anos.5. d) O astronauta e tudo o que está dentro da nave “caem” com a mesma aceleração. Ficou estabelecido que o comprimento do campo deve corresponder à distância do chute de máximo alcance conseguido por um bom jogador. Adote o raio da Terra R 6 400 km e. b) A formulação da questão está incorreta.5 Júpiter Saturno 141 141 868 868 Um astrônomo amador supõe ter descoberto um novo planeta no sistema solar e o batiza como planeta X. d) 6 3 e) 3 2 Suponha que o Sol esteja no centro comum das órbitas circulares dos planetas. A sua compreensão é fundamental para o entendimento dos movimentos da Lua. A unidade astronômica é igual à distância média entre o Sol e a Terra. Tocantins-TO) Um astronauta. pois eles não flutuam.058 0.378 0. por isso a nave se mantém em equilíbrio. e ainda. gasto pela bola.00 1. em metros. Planeta Mercúrio Vênus T2 D3 0. que a máxima velocidade que um bom jogador consegue imprimir à bola seja igual à na Terra.230 (U. O primeiro tem massa m1. onde MM e RM são a massa e o raio de Marte e MT e RT são a massa e raio da Terra. igual a: a) 18 b) 2 c) 6 233 (Inatel-MG) Um satélite permanece em órbita circular terrestre de raio R com velocidade tangencial v. Suponha que MM MT 0. Calcule: a) a distância do planeta X ao Sol em UA b) a razão entre a velocidade orbital do planeta X e a velocidade orbital da Terra 235 (Fuvest-SP) Estamos no ano de 2095 e a “interplanetariamente” famosa FIFA (Federação Interplanetária de Futebol Amador) está organizando o Campeonato Interplanetário de Futebol. massa 3m1. O período é medido em anos e a distância em unidades astronômicas (UA). para atravessar o campo em Marte (adote gT 10 m/s2). a se realizar em Marte no ano 2100. 234 (UFRJ) A tabela abaixo ilustra uma das leis do movimento dos planetas: a razão entre o cubo da distância D de um planeta ao Sol e o quadrado do seu período de revolução T em torno do Sol é constante. No entanto. o período do outro será.00 Marte 3. Se o primeiro tem período de 6 h. 231 (Unicamp-SP) Um míssil é lançado horizontalmente em órbita circular rasante à superfície da Terra. 236 (UnB-DF) O estabelecimento das idéias a respeito da gravitação universal é considerado uma das conquistas mais importantes no desenvolvimento das ciências em geral e.1 e RM RT 0. c) A velocidade centrífuga da nave é que torna inviável a queda. está submetido à ação da gravidade. Na Terra esta distância vale LT 100 m. b) Determine o valor aproximado LM. em órbita da Terra a bordo de uma espaçonave. para simplificar.378 Terra 1. tome 3 como valor aproximado de .058 0. em horas. c) Determine o valor aproximado do tempo tM. ele flutua em relação aos objetos que estão dentro da espaçonave. em segundos. a) Qual é a velocidade de lançamento? b) Qual é o período da órbita? 232 (Cefet-PR) Dois satélites artificiais giram em torno da Terra em órbitas de mesma altura.5 3. Qual deverá ser a velocidade tangencial desse satélite para permanecer em órbita circular lunar de mesmo raio R? Considere a massa da Lua 81 vezes menor que a da Terra. dos planetas. em um chute de máximo alcance. e) A Lua atrai a nave com uma força igual à da Terra.

a) Para que a Lua descreva o seu movimento orbital ao redor da Terra. b) Um satélite em órbita circular ao redor da Terra move-se perpendicularmente ao campo gravitacional terrestre.5 m c) 2F d) 4F 239 (UFSM) Segundo o manual da moto Honda CG125. 80 N e d) 60. isto é. é necessário que a resultante das forças que atuam sobre ela não seja nula. cai em direção a ela pelo mesmo motivo que a Lua descreve sua órbita em torno da Terra. independentemente de sua órbita ser circular ou elíptica. → B A F D C 20 cm F SIMULADÃO 43 . o módulo da força que você deve aplicar em uma maçaneta colocada a uma distância d da dobradiça desta mesma porta.0 N e) 300. → ESTÁTICA 237 (MACK-SP) Querendo-se arrancar um prego com um martelo. c) A força gravitacional sobre um satélite sempre realiza trabalho.86 e sen 45° 0. a força que produzirá esse torque é: a) 3. Usando uma chave de boca semelhante à da figura. quando solto próximo à superfície terrestre. conforme mostra a figura. Dados: AC 0.Em relação a esse assunto. Qual a tendência de giro do poste. Verifique se Ricardo conseguirá realizar essa tarefa. você aplica sobre a maçaneta. determine o módulo da força F1. sem danificá-la. julgue os itens abaixo. d) Um corpo. o valor aconselhado do torque.0 N 240 Dois homens exercem as forças F1 F2 50 N sobre as cordas. é: 2 a) F 2 b) F d Dados: sen 60° 0. Para obter o mesmo efeito. colocada a uma distância d da dobradiça. qual B das forças indicadas (todas C elas de mesma intensidade) D será mais eficiente? a) A b) B c) C d) D e) E A E F2 3m F1 → 45° B 6m 60° C O 238 (UERJ) Para abrir uma porta. uma força de módulo F perpendicular à porta. horário ou anti-horário? 30 N b) Se o homem em B exerce uma força F2 em sua corda. conforme a figura abaixo. de modo que o momento resultante das duas forças em relação a O seja nulo.0 N a) Determine o momento de cada uma das forças em relação à base O. para apertar a porca do eixo dianteiro.0 N b) 12.3 m e AD 0.70 241 Ricardo quer remover o parafuso sextavado da roda do automóvel aplicando uma força vertical F 40 N no ponto A da chave.0 N c) 30. sabendo-se que é necessário um torque inicial de 18 Nm em relação ao eixo para desapertar o parafuso. que o homem em C deve exercer para evitar que o poste tombe. é 60 Nm.

9 m 3. y 90° 45° Sabendo que as massas são. no plano xy. 20 000 N e 10 000 N. m 1 m 3 200 kg e m 2 m 4 250 kg. respectivamente. são utilizadas três balanças.242 O lado do triângulo eqüilátero da figura mede → 1 m. y 6 kg. Substitua esse sistema de forças por uma força resultante equivalente e determine sua localização em relação ao ponto A. o dente inciso central X estava deslocado alguns milímetros para a frente.4 m m1 Dinamômetro A leitura da balança indica a força que o pneu exerce sobre a estrada. no posto fiscal de uma estrada. Dados: F1 400 N e F2 300 N F1 ← 245 (UERJ) Na figura abaixo. que se junta a dois outros num ponto P. As balanças indicaram 30 000 N. 90° 90° P x 6N 44 SIMULADÃO . como mostra a figura. F3 ← 1 2 4 5 6 1m 1m 3 F1 F2 ← ← 1m F2 ← F3 ← 243 Na pesagem de um caminhão. Considerando a aceleração da gravidade igual a 10 m/s2 e desconsiderando eventuais forças de atrito e a massa da corda. 244 (UERJ) Uma fotografia tirada de cima mostra a posição de 4 leões dentro da jaula. determine as coordenadas. m2 3 kg e Os corpos de massas m 1 4 kg são mantidos em repouso pelo m3 dinamômetro conforme a figura. a leitura no dinamômetro é: a) 130 N b) 90 N c) 60 N d) 50 N e) 40 N 3 2 0 1 4 x 247 (Vunesp) Um bloco de peso 6 N está suspenso por um fio. do centro de massa desses leões. Um ortodontista conseguiu corrigir o problema usando apenas dois elásticos idênticos. como indica o esquema abaixo. Sobre cada balança são posicionadas todas as rodas de um mesmo eixo. A correção mais rápida e eficiente corresponde ao seguinte par de molares: a) 1 e 4 b) 2 e 5 c) 3 e 4 d) 3 e 6 246 (UFSM) Observe a seguinte figura: ponto A 30 000 20 000 10 000 m2 m3 0. ligando o dente X a dois dentes molares indicados na figura pelos números de 1 a 6. Calcule a intensidade da força F3 para que o momento do binário resultante que age no triângulo seja de 600 Nm no sentido horário.

em que as cordas estão sujeitas a maior tensão é: Na figura. O sistema está em repouso. sen 45° 0. respectivamente. a corda ideal suporta um homem pendurado num ponto eqüidistante dos dois apoios (A1 e A2). Considerando g 10 m/s2. 980 N e 196 N. formando um ângulo de 120°. em N. dentre as apresentadas.30 K m m A 135° a) 0. escala y 45° P x 3N 3N y 45° P x 250 (UERJ) A1 A2 estudante 1 estudante 2 a) Alguns dos diagramas está correto? b) Justifique sua resposta. 248 (Fuvest-SP) Um mesmo pacote pode ser carregado com cordas amarradas de várias maneiras. A razão T entre as intensidades da tensão na corP da (T) e do peso do homem (P) corresponde a: a) 1 4 b) 1 2 c) 1 d) 2 251 (UNI-RIO/Ence) A 30° 45° 120° A 60° 90° B C C E B F ← M a) A b) B c) C d) D e) E 249 (MACK-SP) No sistema ideal ao lado.Dois estudantes. suposta ideal. a uma certa altura do solo. ele deverá descer: O corpo M representado na figura pesa 80 N e é mantido em equilíbrio por meio da corda AB e pela → ação da força horizontal F de módulo 60 N. tentando representar as forças que atuam em P e que mantêm em equilíbrio. a intensidade da tração na corda AB. usando a escala indicada na figura. M é o ponto médio do fio. Afirma-se que: Dados: cos 45° 0. é: a) 60 b) 80 c) 100 d) 140 e) 200 M 252 (FAFI-BH) Os blocos A e B da figura pesam.707.707. A situação. para que o sistema se equilibre. Pendurando nesse ponto mais um corpo de massa m.5 m b) 2 2 c) 1 m m d) e) 2 m B B 3 SIMULADÃO 45 . 0. fizeram os seguintes diagramas vetoriais.

15 N b) 10 N.0 102 N O 2. de 80 cm de comprimento e peso 50 N.75 m a) 2 000 N b) 1 000 N c) 1 500 N d) 1 250 N e) 2 250 N 254 (Med. 20 N d) 20 N. dois estudantes observam uma barra apoiada em dois pontos e que sustenta duas massas de 10 kg.0 m de comprimento e peso igual a 30 N está suspensa por dois fios verticais.0 102 N c) 3. como mostra a figura.0 m 30° P A 255 (UEL-PR) Numa academia de ginástica. 10 N e) 15 N.0 102 N d) 4. uma de cada lado.0 102 N. 20 N 1 2 A 8m B c) 20 N. uniforme.0 102 N b) 2. deve-se suspender à extremidade A um peso de: a) 150 N b) 250 N c) 350 N d) 500 N e) 400 N A O Q 20 cm B 257 (Fatec-SP) Uma tábua homogênea e uniforme de 3 kg tem uma de suas extremidades sobre um apoio e a outra é sustentada por um fio ligado a uma mola. está apoiada num ponto O. pelo fio de sustentação PQ. Considerando a aceleração da gravidade g 10 m/s2. 15 N 0. podemos afirmar → que. b) A reação normal do plano sobre A. obtiveram a informação de que a massa da barra era 12 kg. c) Há uma força de 294 N puxando o bloco A para a direita. vale 196 N. Qual é o valor da força de tração no fio? a) 1.0 102 N e) 5. no máximo: a) 10 kg b) 12 kg c) 20 kg d) 24 kg e) 30 kg 256 (Unitau-SP) Uma barra homogênea de 1.a) A força de atrito estático entre A e a superfície horizontal vale 196 N. respectivamente: a) 5 N. pode girar livremente em torno de O. Dessa forma. Catanduva-SP) Uma barra AB. A força de reação no ponto B vale: 10 m Após consultarem o professor. conforme a figura a seguir. mantendo-se na posição horizontal. um corpo de peso 2. d) O bloco A não pode se mover porque não há força puxando-o para a direita. cujo peso é 1. 40 cm 40 cm 60 cm 40 cm 40 cm 46 SIMULADÃO . na extremidade P. A barra é mantida em equilíbrio. com relação à força F que a mola exerce: a) F b) F c) F d) F 50 N 25 N 25 N 25 N m e) F → ∞ 258 (Acafe-SC) A barra OP. Sobre a tábua encontra-se uma massa m 2 kg. As trações T1 e T2 nos fios 1 e 2 valem.0 102 N 1. uma outra massa de. homogênea e de secção reta e uniforme. O peso Q é de 100 N. concluíram que seria possível acrescentar em um dos lados da barra. conforme a figura.0 102 N. Para o equilíbrio horizontal da barra AB. 253 (Unic-MT) A barra homogênea de peso P 2 000 N está em equilíbrio sobre dois apoios. Ela sustenta. em posição horizontal. conforme a figura. junto à massa já existente e sem que a barra saísse do equilíbrio. e) O bloco B não pode se mover porque não há força puxando-o para baixo.

de secção transversal constante. Para tanto. pode-se afirmar: 260 (ITA-SP) Uma barra homogênea de peso P tem uma extremidade apoiada num assoalho na horizontal e a outra numa parede vertical. Podemos. de secção constante. chegaram à conclusão de que a massa desconhecida. determinando a massa de um deles. 30 e 25 kg.0 m (02) se Carmelita sentar-se junto com Zezinho. em metros. não existirá uma posição em que Juquinha consiga equilibrar a gangorra. igual a: Após uma aula sobre o “Princípio das Alavancas”. no lado esquerdo.5 b) 1 c) 1. Juquinha. bem próximos da extremidade da prancha.6 m do centro. Dessa forma. 0. Carmelita e Zezinho. Como ele caminha para a direita. a barra encontra-se na iminência de deslizar. A B 54 kg 36 kg 27 kg x SIMULADÃO 47 . para a gangorra ficar em equilíbrio. é. Zezinho terá que se sentar no lado direito e a 1. a 1 m do centro da gangorra. então. (08) se Juquinha sentar-se na extremidade esquerda (a 2 m do centro) e Zezinho na extremidade direita. se esses estudantes assimilaram corretamente o tal princípio. só poderá existir equilíbrio se Carmelita sentar-se em um determinado ponto da prancha do lado de Juquinha.0 m 1. O coeficiente de atrito com relação ao assoalho e com relação à parede são iguais a µ. peso de 600 N e apoiada simplesmente nas arestas de dois corpos prismáticos.259 (Cefet-PR) Um menino que pesa 200 N. respectivamente. A gangorra possui uma prancha homogênea de 4 m e massa de 20 kg. concluir que o valor de µ é: a) 1 b) ⎛ ⎜ ⎝ 2 ⎞ 2 ⎟ ⎠ 1 d) e) 2 2 2 2 2 c) 1 2 261 (MACK-SP) L L (01) se os meninos sentarem nas extremidades da prancha. alguns estudantes resolveram testar seus conhecimentos num playground. Quando a inclinação da barra com relação à vertical é de 45º.5 m 1. haverá equilíbrio se Carmelita sentar-se a 1 m à direita do suporte. quatro sentaram-se estrategicamente na gangorra homogênea da ilustração. sem o conhecimento do comprimento da gangorra. é possível prever que ela rodará em torno do apoio B. do estudante sentado próximo à extremidade B. (04) se Juquinha sentar-se.5 m 2. com o ponto de apoio em seu centro. A distância de B em que tal fato acontece.5 d) 2 e) 3 e) 36 kg 262 (UFGO) Três crianças. é: a) indeterminável. e atingiram o equilíbrio quando se encontravam sentados nas posições indicadas na figura. A B 5m 3m b) 108 kg c) 63 kg d) 54 kg a) 0. estão brincando numa gangorra. caminha sobre uma viga homogênea. Considerando que o suporte da gangorra seja centralizado na prancha e que g 10 m/s2. de massas 40.

(Adote g 10 m/s2. sendo que apoiou a mesma → conforme a figura. Zezinho ficará em equilíbrio porque a normal. utilizando um esquema de polias. o equilíbrio horizontal ocorreu quando se colocou no prato B uma massa m1. com as três crianças sentadas sobre a prancha. anula seu peso. figura 1 F 0. a relação entre a e b será: b d) a 8 b a) a 8 b e) a 6 b b) a 6 b c) a 4 48 SIMULADÃO . Ele dispõe de uma barra com 3 m de comprimento. Aproximadamente que força F terá que fazer para mexer a pedra se ele apoiar a barra a 0. como na figura 2.5 m da pedra? Obs. com velocidade constante. um corpo de massa O sistema de polias ilustrado na figura 1 é ideal e se encontra em equilíbrio quando suspendemos os pesos P1 e P2 nas posições exibidas. o equilíbrio horizontal ocorreu quando se colocou no prato A uma massa m2. uma balança de pratos.: Desprezar a altura do apoio. Se esses mesmos pesos estiverem equilibrando uma barra de peso desprezível. que a prancha faz sobre ele.) Considerando-se que as polias têm massas desprezíveis bem como os fios que são perfeitamente inextensíveis. conforme mostra a figura. a força normal que o suporte faz sobre a prancha é de 950 N.(16) numa situação de equilíbrio da gangorra. 263 (MACK-SP) Por erro de fabricação. 2º colocando o corpo x no prato B. A e B. Ao ser utilizada por Rubinho na determinação da massa de um corpo x. Nesse caso. conclui-se que a massa mx do corpo x é: a) m1 m2 2 m1 m2 b) 2 200 kg. a gangorra tocará no chão no lado de Juquinha. Dessa forma. ele verificou que: 1º colocando o corpo x no prato A.5 m a b figura 2 apoio a) F b) F c) F 1 000 N 2 500 N 3 000 N d) F e) F 3 500 N 5 000 N 265 (Fatec-SP) Um homem de massa 80 kg suspende. diferente de m1. idênticos apresenta os braços com comprimentos diferentes ( 1 e 2). é correto afirmar que a força exercida pelo homem sobre o solo é de: a) 125 N b) 550 N 266 (MACK-SP) c) 600 N d) 800 N e) zero d) e) 3 (m1 m2 )2 m1 m2 m1 m2 c) m1 m2 264 (FEI-SP) Um garoto deseja mover uma pedra de massa m 500 kg. (32) com Juquinha e Zezinho sentados nas extremidades da prancha.

5 103 kg/m3 c) 103 kg/m3 d) 0.8 e) 7.8 b) 1. 105 g de prata (densidade 10. Como 1 litro de álcool corresponde a 1 dm3 e o álcool apresenta uma densidade igual a 0. um experimento simples pode nos dar respostas adequadas a essas questões.8 g/cm3. conforme esquematiza a figura abaixo.5 b) 12. em gramas.5 g/cm5). um farmacêutico necessita de 32 g de uma solução líquida.25 103 kg/m3 SIMULADÃO 49 . A seguir. O volume da parte oca é de 660 cm3. por segundo. constituído por uma única camada de moléculas de ácido.5 b) 4. de material de 3. Seja p a pressão média sobre o chão debaixo das solas dos seus sapatos. a densidade dela. insolúvel em água. é a) 3. Se você suspende um pé.5 d) 5.8 g/cm3 e.4 103 kg/m3 e) 0. recorrendo a um simples cálculo.6 c) 3.5 d) 19. forma-se imediata- 273 (Cesgranrio) Você está em pé sobre o chão de uma sala.0 g/cm3 e a outra metade. Adotando g 10 m/s2.2 a) Qual o volume ocupado por uma molécula de ácido. a massa específica do ferro é igual a: a) 1 g/cm3 b) 6. equilibrando-se numa perna só.0 c) 4. Numa bandeja com água espalha-se sobre a superfície um pó muito fino que fica boiando. Qual será o tamanho dos átomos e das moléculas? Quantos átomos ou moléculas há numa certa quantidade de matéria? Parece que essas perguntas só podem ser respondidas com o uso de aparelhos sofisticados.HIDROSTÁTICA 267 (Unimep-SP) Uma esfera oca de ferro possui uma massa de 760 g e um volume total de 760 cm3. no centro da bandeja adiciona-se 1. arranjadas lado a lado. em cm3? b) Qual o número de moléculas contidas em 282 g do ácido? 272 (Cesupa-PA) Para preparar um remédio.15 g/cm3 e) 5. Se o volume final dessa coroa corresponder à soma dos volumes de seus três componentes.9 g/cm3).0 g/cm3).3 e) 38.6 10 5 cm3 de um ácido orgânico (densidade 0. Porém. ele verifica em uma tabela que a densidade da solução é 0. acham-se dispostos sobre um plano. é igual a: a) 0.6 g/cm3 c) 7. Como sua balança está avariada.8 271 (Unicamp-SP) As fronteiras entre real e imaginário vão se tornando cada vez mais sutis à medida que melhoramos nosso conhecimento e desenvolvemos nossa capacidade de abstração.3 g/cm 3 ).0 e) 10 270 (UFMG) Uma coroa contém 579 g de ouro (densidade 19. A densidade do corpo. consumida pelo veículo. Sabe-se que a pressão aplicada sobre o conjunto sobre o plano é 10 4 N/m 2. Considere esses dados para resolver as questões a seguir: adição de ácido d) 1. Assim sendo. Imagine que nessa camada cada molécula do ácido está de tal modo organizada que ocupa o espaço delimitado por um cubo. essa pressão média passa a ser: e) 1 a) p c) p2 P2 b) 1 p d) 2 p 2 274 (UFPR) Quatro cubos metálicos homogêneos e iguais. de aresta 10 1 m. em g/cm3. podemos afirmar que a densidade dos cubos será aproximadamente de: a) 4 103 kg/m3 b) 2.6 d) 4. conclui que os 32 g da solução poderiam ser obtidos medindo-se um volume de… a) 40 cm3 c) 16 cm3 d) 8 cm3 e) 4 cm3 b) 32 cm3 269 (UEL-PR) A metade do volume de um corpo é constituído de material de densidade 7.0 g/cm3. em g/cm3. 90 g de cobre (densidade 9.9 c) 15. Átomos e moléculas: sem enxergá-los podemos imaginá-los. a massa.5 g/cm3 268 (Cefet-PR) Um automóvel percorre 10 km consumindo 1 litro de álcool quando se movimenta a 72 km/h. será: a) 10.6 g/cm 3 mente um círculo de 200 cm2 de área. Com a adição do ácido.

no máximo.0 kg. III – A pressão exercida por um líquido em repouso no fundo do recipiente que o contém. b) Qual a máxima velocidade de movimentação na vertical recomendada para um mergulhador? d) somente II e III e) I. a uma pressão de. g 10 m/s2 e densidade da água 103 kg/m3. com massa de 5.30 m 0. está em equilíbrio.6 105 N/m2 (equivalente a 24 lbf/pol2) a superfície de contato de cada pneu com o solo é. que por sua vez é igual a 1 atm (105 N/m2): c) d) e) a) indique a direção e o sentido da força sobre a janela em razão da diferença de pressão b) calcule o seu módulo 276 (Unitau-SP) O bloco na figura. Se a área da superfície de contato do bloco com a mesa é de 0.5 m2. não é exatamente proporcional à altura. o líquido é o mesmo e as áreas das bases são iguais. a pressão ficará igual a 2p. b) A aceleração gravitacional varia mais no ar que na água. No entanto. c) O ar possui baixa densidade. Isto se deve ao seguinte fato: a) A aceleração gravitacional varia mais na água que no ar. 281 O organismo humano pode ser submetido. Indique o sistema no qual o fundo corre o maior risco de romper-se: a) b) 50 SIMULADÃO . III – Descontando o atrito caixote/piso é tão fácil arrastar um caixote de 30 kg na Terra quanto na Lua. e) O ar é compressível. Sabendo que a pressão externa a uma janela de dimensões 0. em centímetros cúbicos: a) 100 b) 125 c) 175 d) 200 e) 250 30° F 279 (Cefet-PR) Considere as afirmações sobre eventos mecânicos. é independente do tipo de líquido considerado. Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s): a) somente I b) somente I e II c) somente II 280 (PUCC-SP) Estudando a pressão em fluidos. Considerando que o peso do automóvel seja distribuído igualmente sobre os quatro pneus e que a pressão em cada pneu seja de 1. d) O ar possui baixa viscosidade. vêse que a variação da pressão nas águas do mar é proporcional à profundidade h. 104 N/m2 por segundo. III – Um cubo maciço de ferro exerce. em sua base de apoio. no máximo. 4 105 N/m2 e a uma taxa de variação de pressão de. apoiado sobre uma mesa horizontal. II e III 278 (USJT-SP) Nos sistemas esquematizados abaixo. Nestas condições: a) Qual a máxima profundidade recomendada a um mergulhador? Adote pressão atmosférica igual a 10 5 N/m 2 . uma pressão p. a pressão exercida pelo bloco sobre a mesa vale: a) 40 Pa b) 30 Pa c) 50 Pa d) 80 Pa e) 100 Pa 277 (UFES) Um automóvel de massa 800 kg em repouso apóia-se sobre quatro pneus idênticos.20 m é um quarto da pressão interna. a variação da pressão atmosférica quando se sobe a montanhas elevadas.275 (UFRJ) Considere um avião comercial em vôo de cruzeiro. sujeito à força F de intensidade 20 N. sem conseqüências danosas. Dobrando-se suas dimensões.

a) c) 285 (UFV-MG) O esquema abaixo ilustra um dispositivo. para trabalhar em águas profundas (sino submarino). Sendo as massas específicas do mercúrio e da água. uma vez que todo ele está imerso em água. com um deles a meia distância dos outros dois. São feitos três furos. Nesse caso. após efetuarem-se todos esses procedimentos. Podemos afirmar. para uma pessoa em pé a diferença de pressão arterial entre o coração e a cabeça seria de natureza puramente hidrostática. todos do mesmo diâmetro. para verificar esse princípio e a influência da pressão atmosférica sobre fluidos. corretamente. que ao puxar o ar pela boca o menino: a) reduz a pressão dentro do canudinho b) aumenta a pressão dentro do canudinho c) aumenta a pressão fora do canudinho d) reduz a pressão fora do canudinho e) reduz a aceleração da gravidade dentro do canudinho 284 (UFRN) O princípio de Pascal diz que qualquer aumento de pressão num fluido se transmite integralmente a todo o fluido e às paredes do recipiente que o contém. consegue equilibrar o elefante sobre um pistão de 2 000 cm2 de área. analise o desenho do sifão e calcule a altura máxima h em que o sifão pode operar. exercendo uma força vertical F b) d) SIMULADÃO 51 . para drenar água de um reservatório. sobre uma superfície horizontal. na vertical. contidos em um tubo em forma de U. usado pelos técnicos de uma companhia petrolífera. dHg 13. 288 (UERJ) Um adestrador quer saber o peso de um elefante. 283 (UFU-MG) Um garoto toma refrigerante utilizando um canudinho. de modo que a densidade do A é o dobro da densidade da do B. a relação ⎛ h ⎞ entre as suas alturas ⎜ b ⎟ . Explique o raciocínio. Dados: pressão atmosférica: 1. sobre uma superfície horizontal. respectivamente.2 103 kg/m3 286 (Fcap-PA) Dois líquidos A e B. qual o valor em mmHg dessa diferença de pressão? (Considere a densidade do sangue igual a 103 kg/m3). Assinale a opção correspondente ao que ocorrerá na prática. Uma experiência simples pode ser realizada.8 m/s2. b) 1 c) 2 d) 4 e) 1 a) 1 2 4 287 (Vunesp-SP) A pressão atmosférica é equivalente à pressão exercida por uma coluna vertical de mercúrio de 76 cm de altura. de extremidades abertas.0 g/cm3.6 g/cm3 h e da 1. estão ilustradas quatro situações para representar como ocorreria o escoamento inicial da água através dos furos. Logo. vedando-se totalmente o gargalo. enche-se a garrafa com água. Abaixo. que não a atmosférica.0 105 N/m2 aceleração da gravidade: 9. relativas ao nível de ⎝ ha ⎠ mesma pressão. até mesmo em casa. na metade superior de uma garrafa plástica de refrigerante vazia. b) Determine a pressão no interior do sino. estão em contato.8 m/s2 massa específica da água do mar: 1. para uma pessoa em que a distância entre a cabeça e o coração vale 50 cm.282 (UFPE) Se o fluxo sangüíneo não fosse ajustado pela expansão das artérias. até um determinado nível acima do furo superior. Utilizando uma prensa hidráulica. imiscíveis. e coloca-se a mesma em pé. tampa-se a garrafa. A seguir. Adote g 9. Sino submarino Ar a alta pressão 150 m a) Explique porque a água não ocupa todo o interior do sino.

determine: a) o volume. do bloco A que se encontrava fora da água antes do corpo B ser colocado sobre ele b) a massa m do corpo B c) o empuxo E (em newtons) da água sobre o conjunto (bloco A corpo B) 293 (UERJ) Um mesmo corpo é imerso em três líquidos diferentes e não miscíveis. no líquido Y.6 296 (MACK-SP) Num dia em que a temperatura ambiente é de 14.0 g/cm3 e a aceleração da gravidade água da 2 g 10 m/s . podemos concluir que o menos denso e o mais denso são. ele: a) não flutuará b) ficará parcialmente submerso c) afundará com a velocidade constante d) afundará com a velocidade variável 295 (PUCC-SP) Uma prancha de isopor. verifica-se um deslo2 52 SIMULADÃO . apenas o volume do corpo aumentar.800 g/cm3. de massa 500 g e volume 625 cm3. No líquido X. 6 4 Em relação à densidade dos líquidos. 8 o corpo fica com 5 e. Um menino de massa 50 kg equilibra-se de pé sobre a prancha colocada numa piscina. um certo corpo flutua dentro de um recipiente com um líquido incompressível.6 c) 0. respectivamente: a) X e Z b) X e Y c) Y e Z d) Y e X 289 (PUC-MG) Um corpo sólido. de aproximadamente: a) 0. atingindo o fundo do recipiente b) flutua. ao se submergir totalmente um cubo maciço de uma liga metálica com 450 g em água pura ( H O 1. onde a aceleração gravitacional é menor. cuja área é igual a 25 cm2. no líquido Z. verticalmente para cima. a área da base da prancha é. e) O volume de líquido que o corpo desloca é igual ao seu próprio volume. Maria observou um caboclo pescando em uma canoa. porém com uma porção maior submersa c) flutua com a mesma porção submersa d) flutua. b) Se.0 g/cm3 e g 10 m/s2. fica com 3 . em metros quadrados. mas sem atingir o fundo do recipiente 294 (Esam-RN) Um corpo está submerso e em equilíbrio no interior de um líquido homogêneo de densidade 0.5 °C.4 b) 0. que estava fora da água. uma força de módulo igual ao peso do volume de líquido deslocado. Calcule o peso do elefante.equivalente a 200 N. de densidade 0. d) O corpo desloca um volume de líquido cuja massa é igual a 500 g. porém com uma porção menor submersa e) submerge completamente.2 e) 1.20 g/cm3. o corpo: a) submerge. Considerando a densidade da 1. submerge. de tal modo que a superfície superior da prancha fique aflorando à linha d’água. 290 (UFPA) Do trapiche da vila do Mosqueiro. ele afundará e exercerá força sobre o fundo do recipiente.0 g/cm3). encontra-se em repouso no interior de um líquido em equilíbrio. Relativamente a essa situação.7 g/cm3. → F 292 (UMC-SP) Um bloco A de massa M 24 kg e densidade dA 0. tem 10 cm de espessura.8 g/cm3. o corpo fica com 7 de seu volume imersos. por um procedimento externo. Colocando-se um corpo B de massa m sobre o bloco. Se for colocado num recipiente que contém água de densidade 1 g/cm3. em litros.8 d) 1. Se esse sistema for levado à Lua. Adotando densidade da água 1. A explicação para o fato de a canoa flutuar é que o empuxo recebido pela canoa é: a) igual ao volume deslocado b) igual ao peso da canoa c) maior que o peso da canoa d) menor que o peso da canoa e) igual ao dobro do peso da canoa 291 (UFSM-RS) Na superfície da Terra. metade do volume do bloco A. conforme a figura ao lado. c) Atua sobre o corpo. de cima para baixo. sobre o outro pistão da prensa. está flutuando em água. marque a afirmativa incorreta: a) A densidade do líquido é igual a 0.

tem um peso aparente igual a três quartos de seu peso real. Adote g 10 m/s2 Analise as afirmações a respeito da situação descrita acima. a máxima deformação da mola é h. Em relação às afirmações feitas pelo mergulhador é correto dizer que: a) apenas I é correta b) apenas III é correta c) apenas I e II são corretas d) apenas I e III são corretas e) todas são corretas 302 (Unitau-SP) A figura mostra um corpo de massa m pendurado na extremidade de uma mola.0 g/cm3. III – O balão poderia explodir quando atingisse a superfície. 300 (UFPI) Um objeto. II – O empuxo sobre o balão foi máximo quando a pressão sobre ele era máxima. enquanto um outro cubo.2 N. para baixo. para baixo.5 cm3 e) 30 cm3 c) A força que a água exerce sobre a esfera de isopor tem intensidade de 1. nas mesmas condições. é de: a) 1.5 cm3 b) 2. 299 (UFAL) Uma esfera de isopor de volume 400 cm3 e massa 120 g flutua em água. pode-se afirmar que: a) O balão subirá. completamente imerso num líquido de massaespecífica d. mantendo-se em torno de uma altura onde o empuxo sobre ele é igual ao seu peso. Quando solto. devido à ação da gravidade. d) Para afundar totalmente a esfera deve-se exercer uma força vertical. de igual volume externo e constituído do mesmo material. o valor de h é: a) 62 cm b) 85 cm c) 119 cm d) 133 cm e) n. c) O balão subirá até uma determinada altura e voltará a descer até a posição inicial. 298 (EFOA-MG) Um balão de volume constante e massa m eleva-se na atmosfera. em relação à água. que 15 cm de sua altura estão emersos e que as densidades do gelo e do líquido são respectivamente 0.90 e 1. Sabendo-se que a densidade do ar atmosférico diminui com o aumento da altura e desconsiderando os efeitos da variação da temperatura e movimento do ar atmosférico. b) O balão subirá indefinidamente até escapar da atmosfera terrestre.4 N. d) O balão subirá até uma determinada altura e voltará a descer até a posição inicial. de temperatura constante. de intensidade 1. O número de vezes que a densidade média desse objeto é maior que a densidade da água é: e) 1 a) 4 b) 2 c) 1 d) 1 2 4 301 (Unipa-MG) No fundo de um lago. b) O volume do isopor imerso na água corresponde a 70% do volume total. flutua na água do mar.8 N. em razão do aumento do empuxo sobre ele à medida que sobe. flutua nessa água com 1 de sua altura emersa. e) O balão subirá indefinidamente até escapar da atmosfera terrestre.camento de 30 cm3 do líquido. 2 2 Determine o volume do h corpo. um balão é preenchido com um certo gás ideal. em razão da variação do empuxo à medida que se move no ar. e) Para que a esfera fique com metade de seu volume imerso deve-se exercer uma força vertical. a) A densidade do isopor é de 3. Quando solto vagarosamente no ar. Sabendo que as bases do bloco permanecem horizontais. O volu4 me efetivo dessa liga metálica. SIMULADÃO 53 . de densidade 1. O balão é então fechado e solto. 297 (UFRJ) Um bloco de gelo em forma de paralelepípedo.d.3 g/cm3. com altura h.a. de intensidade 2. com região interna oca e vazia. considerando a massa específica do ar igual a d0. quando completamente mergulhado na água. no segundo cubo. a máxima deformação da h mola é h . Um mergulhador que acompanhou o movimento do balão fez as seguintes afirmações: I – O m1ovimento do balão é do tipo acelerado uniforme.03. em razão da não variação do empuxo sobre ele à medida que sobe.25 cm3 c) 15 cm3 d) 22.

A figura 2 mostra o gráfico da força de tração T no fio em função da distância y. considere que uma cadeia de montanhas juntamente com sua raiz possa ser modelada. por um objeto homogêneo e regular imerso no manto. utilizando o modelo simplificado. Coloca-se na jarra P um objeto metálico. até emergir do líquido. A balança permanece na A B mesma posição → g horizontal devido à ação dos fios. determine a) a altura h do cilindro e o empuxo E do líquido sobre ele enquanto está totalmente imerso. para flutuar sobre o manto mais denso.4 1. Com essa exigência. é necessário que possuam raízes profundas. assim como os icebergs flutuam nos oceanos. Sabendo que as densidades da crosta e 2. São desprezíveis a força devida à tensão superficial do líquido e o empuxo exercido pelo ar sobre o cilindro. como mostrado no lado direito da figura.6 h y 1. respectivamente. é exigido um erro nas medidas não superior a 2%. não possui resistência suficiente para suportar o peso de grandes cadeias de montanhas. a mínima densidade de um material. denominada crosta.7 g/cm3 e do manto são. Segundo uma das teorias atualmente aceitas.5 cm2. representada de maneira aproximada. apoiada no centro. calcule. Para Considerando a altura do nível do líquido independente do movimento do cilindro e a aceleração da gravidade igual a 10 m/s2. com velocidade constante. T (N) ar líquido T 1. A balança possui fios flexíveis em cada braço (f1 e f2). mas não frouxos. o erro relativo como erro relativo peso real peso medido . superfície 3 km 13 km crosta 10 km 304 (Fuvest-SP) Duas jarras iguais A e B.2 0 10 20 30 40 50 y (cm) figura 1 figura 2 305 (UnB-DF) A camada mais externa da Terra. é de a) 2 vezes a densidade do ar b) 10 vezes a densidade do ar c) 20 vezes a densidade do ar d) 50 vezes a densidade do ar e) 100 vezes a densidade do ar estimar a profundidade da raiz. fazendo com que o excesso de água transborde para fora da balança.2 g/cm3 e supondo que a cadeia de montam nhas tenha 3 000 m de altitude. c 3. em quilômetros.303 (Fuvest-SP) Para pesar materiais pouco densos. de densidade maior que a da água. conforme a figura. atinge 13 000 m de altura a partir do manto. presos sem tensão. como ilustrado no lado esquerdo da figura abaixo. sendo a tensão no fio f1 maior que no fio f2 c) há tensão apenas no fio f1 d) há tensão apenas no fio f2 e) não há tensão em nenhum dos dois fios raiz raiz manto situação proposta modelo simplificado 306 (Unesp-SP) Um cilindro de altura h. imerso totalmente num líquido. por meio de um fio (figura 1). ou seja. deve ser levado em conta o empuxo do ar. nesse caso. sabendo que a seção transversal do cilindro tem área de 2. Despreze a parte fracionária de seu resultado. para que as cadeias de montanhas mantenham-se em equilíbrio. em kg/m3. caso exista. é puxado lentamente para cima. como mostra a figura 1.8 1. 54 SIMULADÃO . para o qual é possível desprezar o empuxo do ar. ou seja. Nessa nova situação. cheias de água até a borda. Esse objeto deposita-se no fundo da jarra. podef1 f2 se afirmar que: a) há tensões iguais e diferentes de zero nos dois fios b) há tensão nos dois fios. são mantidas em equilíbrio nos braços de uma balança. Definese. peso real Em determinados testes de controle de qualidade. a profundidade da raiz no manto. medida a partir do fundo do recipiente até a base do cilindro. b) a massa específica (densidade) do líquido.

através de um mangote cuja seção transversal tem área igual a 0. Qual a velocidade de escoamento da água? 312 O tubo da figura tem 50 cm de diâmetro na seção A e 40 cm na seção B. A pressão em A é 2 105 N/m2. de seções variáveis. por onde circula água à velocidade de 1. vB vA B 3m 308 Por um tubo de 0. em litros por segundo. como mostra o desenho. A e B. em litros por segundo? b) Considerando os dados indicados na figura e g 10 m/s2. Considere 3. Cinco metros abaixo da superfície livre existe um pequeno orifício de área igual a 3 cm2.) 311 (UFPA) Em 5 minutos. 309 Um tubo A tem 10 cm de diâmetro. são colocados num tubo horizontal. a) Calcule vA e vB.HIDRODINÂMICA 307 Por um tubo de 10 cm de diâmetro interno passam 80 de água em 4 s. respectivamente. O manômetro colocado em A registra 24 N/ A B cm2.4 m de diâmetro passam 200 de água por segundo. O tubo sofre um estreitamento e passa a ter 0. em litros por segundo. 313 A figura mostra a água contida num reservatório de grande seção transversal. Admitindo g 10 m/s2.2 m/s e 1.) Pergunta-se: a) Qual a vazão volumétrica média desse escoamento. no início do processo de descarga do combustível? c) O valor obtido no item b deve ser maior. Sabe-se da hidrodinâmica que a velocidade de disparo da água é dada por v 2 g (H Y) . Calcule a pressão registrada pelo manômetro em B. é correto afirmar que o maior alcance será obtido quando Y for igual a: y y y a) H b) c) 1 H 2 3 H 4 7 d) H 8 e) 15 H 16 SIMULADÃO 55 . menor ou igual ao do item a? ---3m A O óleo transmitido por este tubo tem massa específica igual a 0.3 m de diâmetro. qual a vazão volumétrica. um carro-tanque descarrega 5 000 de gasolina. (Dado: dágua 1 g/cm3. Determine a velocidade da água nas água duas partes do tubo.14.8 g/cm3 e sua vazão é de 70 /s. (Vide figura. 5m 314 (Unipa-MG) Uma lata cheia de água até uma altura H tem um furo situado a uma altura Y de sua base.5 m/s. Considere 3. b) Calcule a pressão no ponto B. Sendo X o alcance horizontal do jato de água. Qual o diâmetro de um tubo B para que a velocidade do fluido seja o dobro da velocidade do fluido no tubo A? 310 Dois manômetros.00267 m2. calcule a vazão através desse orifício.

Fahrenheit e Kelvin). respectivamente: a) b) c) 100 e 50 100 e 0 50 e 50 d) 100 e 100 e) 100 e 50 318 (MACK-SP) As escalas termométricas mais utilizadas atualmente são a Celsius. Temperatura Tempo (em minutos) 65 °F 68 °F 70 °F 72 °F 75 °F (18 °C) (20 °C) (21 °C) (22 °C) (24 °C) 10. °X 80 320 (MACK-SP) O célebre físico irlandês William Thomsom. na escala X valem. que ficou mundialmente conhecido pelo título de lorde Kelvin. e. Determine essa temperatura na escala Fahrenheit. estimada em 2 107 °C. ao realizar a leitura da temperatura de um determinado sistema. pois a temperatura de um corpo se refere à medida: a) da quantidade de movimento das moléculas do corpo 20 0 10 40 °C b) da quantidade de calor do corpo c) da energia térmica associada ao corpo d) da energia cinética das moléculas do corpo e) do grau de agitação das moléculas do corpo 321 (UFAL) Um termômetro A foi calibrado de modo que o ponto de gelo corresponde a 2 °A e o ponto de ebulição da água corresponde a 22 °A. obteve o valor 450. conseqüentemente não admite valores negativos. tem a metade do valor medido em ºF.0 e) 2. 317 (Unifor-CE) Uma escala de temperatura arbitrária X está relacionada com a escala Celsius de acordo com o gráfico abaixo. Esse termômetro de escala A e um termômetro de escala Celsius indicarão o mesmo valor para a temperatura de: a) 25 b) 13 c) 7.8 vez o valor correspondente à medida efetuada na escala Fahrenheit e) 0. Qual é a relação de tc em função de tx? tx (°X) 80 319 (Cesgranrio–RJ) Uma caixa de filme fotográfico traz a tabela apresentada abaixo. de: a) 10. apenas para o tempo de revelação. para o tempo de revelação do filme. se a escala termométrica utilizada fosse a Kelvin b) o mesmo.5 d) 5. em função da temperatura dessa revelação. em min. podemos dizer que tal valor seria praticamente: a) o mesmo. Considerando as escalas usuais (Celsius. para tanto. sob pressão normal. Se tomarmos por base a temperatura no interior do Sol. estabeleceu como zero o estado de repouso molecular.5 b) 9 c) 8 d) 7 e) 6 316 Um corpo está numa temperatura que. conhecida por escala Kelvin. Essa escala. entre tantos trabalhos que desenvolveu “criou” a escala termométrica absoluta.5 As temperaturas de fusão do gelo e de ebulição da água.5 9 8 7 6 20 0 100 tc (°C) A temperatura em °F corresponde exatamente ao seu valor na escala Celsius. Conceitualmente sua colocação é consistente. se a escala termométrica utilizada fosse a Fahrenheit c) 273 vezes o valor correspondente à medida efetuada na escala Kelvin d) 1. em ºC.TERMOLOGIA 315 (Uniube-MG) No gráfico está representada a relação entre a escala termométrica Celsius (tc) e uma escala X (tx). podemos afirmar que o termômetro utilizado certamente não poderia estar graduado: a) apenas na escala Celsius b) apenas na escala Fahrenheit c) apenas na escala Kelvin d) nas escalas Celsius e Kelvin e) nas escalas Fahrenheit e Kelvin 56 SIMULADÃO . a Fahrenheit e a Kelvin.9 vez o valor correspondente à medida efetuada na escala Fahrenheit 322 (UNI-RIO) Um pesquisador.

distam 20 cm.7 10 c) 2. Tocantins-TO) Numa determinada região. de forma que a variação de temperatuaço ra é a mesma em todas as hastes. O pino e a placa são aquecidos de 500 °C. Podemos afirmar que. Se a escala utilizada tivesse sido a Fahrenheit. linhas ferroviárias e grandes prédios são construídas em módulos.33 °C d) 150 °C e) 1 220 °C 324 (UEPI) Duas escalas termométricas arbitrárias. Determine o valor dessa temperatura.1 10 5 5 5 329 (Fatec-SP) Uma placa de alumínio tem um grande orifício circular no qual foi colocado um pino. Os comprimentos desses intervalos devem ser: a) independentes do coeficiente de dilatação linear do material b) independentes do comprimento dos módulos c) inversamente proporcionais ao coeficiente de dilatação linear do material d) inversamente proporcionais ao comprimento dos módulos e) diretamente proporcionais ao comprimento dos módulos d) trapézio retângulo e) trapézio isósceles A relação de conversão entre as escalas E e G é dada por: ⎛ 3⎞ 5 d) tG tE – 10 a) tE ⎜ ⎟ tG ⎝ 2⎠ b) tG c) tE (2t E 3 3(t G 2 10) 50) e) tG 2tE – 5 325 (UFBA) As indicações para o ponto de fusão do gelo e de ebulição da água sob pressão normal de dois termômetros. aço O sistema é. a) 50 °C b) 72 °C c) 83. registrou-se certo dia a temperatura de X °C. Pode-se concluir daí que o coeficiente de dilatação linear do metal vale. então. a figura formada pelas hastes estará mais próxima de um: a) quadrado b) retângulo c) losango 328 Edificações com grandes extensões horizontais como pontes. em °C 1: a) 1. com grande folga. ao final do processo de aquecimento. os termômetros registram temperaturas iguais a: a) 25 °C e 77 °F b) 20 °C e 40 °F c) 20 °C e 45 °F d) 25 °C e 45 °F e) 25 °C e 53 °F °C °F 20 cm 5 cm 326 (Unifor-CE) Fazendo-se passar vapor d’água por um tubo metálico oco.9 10 5 5 SIMULADÃO 57 . Escala C 180 °C 100 °C 0 °C Escala E ––– 70 °E 20 °E Escala G 70 °G ––– 10 °G 327 (UNI-RIO) Um quadrado foi montado com três hastes de alumínio (aAl 5 23 ? 1026 °C21) e uma haste de aço (aaço 5 12 ? 1026 °C21). submetido a um processo de aquecimenalumínio alumínio to. a leitura seria 72 unidades mais alta.2 10 b) 1. Podemos afirmar que: a) a folga irá aumentar. Essas juntas são espaços reservados para o aumento de comprimento dos módulos.323 (U. conforme a figura. um na escala Celsius e outro na escala Fahrenheit. pois o pino ao ser aquecido irá contrair-se b) a folga diminuirá. A 5 cm do ponto de fusão do gelo. verifica-se que a sua temperatura sobe de 25 °C para 98 °C. Verifica-se também que o comprimento do tubo passa de 800 mm para 801 mm. todas inicialmente à mesma temperatura. também de alumínio. E e G. separados por pequenos intervalos denominados juntas de dilatação. foram confeccionadas de tal modo que as suas respectivas correspondências com a escala Celsius obedecem à tabela abaixo. simultaneamente. devido ao aumento de temperatura a que eles ficam submetidos. pois o pino se dilata muito mais que o orifício d) 2. pois ao aquecermos a chapa a área do orifício diminui c) a folga diminuirá.5 10 e) 2.

para que as duas peças entrem em contato sem empenar? a) 20 b) 35 c) 50 d) 65 e) nenhuma das opções acima 331 (UEPI) O coeficiente de dilatação térmica linear de um material sendo de 2. enquanto a peça II possui apenas 1 cm de comprimento. significa dizer que: a) o material sofre uma variação de 2.5 10 5 °C 1. A variação de comprimento que os trilhos sofrem na sua extensão é. presas em duas paredes laterais. c) O diâmetro do orifício sofre um aumento linear de aproximadamente 4. Sendo A e B os coeficientes de dilatação linear das substâncias.4 m de diâmetro e sujeita-se a uma variação de temperatura da ordem de 100 °C. será mais próxima de: (Dado: coeficiente de dilatação linear do zinco 2. se A B c) aumenta quando a temperatura diminui. sofrerá uma variação de 0. sua área final. cada metro do material varia de 2.0 10 6 °C 1. Aquecendo-se essas barras.) a) 400 b) 401 c) 405 d) 408 e) 416 336 (FAFEOD-MG) Uma chapa de aço tem um orifício circular de 0.d) a folga irá aumentar. qual deve ser a temperatura do sistema. pois o pino se dilata. e outra barra metálica B ( B 5 10 5 °C 1) tem comprimento 200. na temperatura de 15 °C.0 °C d) para cada 1 °C na variação da temperatura.0 m variar em 10 °C sua temperatura. 58 SIMULADÃO .4 mm. quaisquer que sejam os valores de A e B b) diminui quando a temperatura aumenta. o orifício permanece com seu tamanho inalterado.8 mm. I e II. Ainda nesta temperatura as peças estavam afastadas apenas por uma pequena distância d igual a 5 10 3 cm. Sabendo-se que o coeficiente de dilatação linear I da peça I é igual a 3 10 5 °C 1 e que o da peça II ( II) é igual a 4 10 5 °C 1.0 m deste material sofrem uma variação de 10 6 m para 1 °C na temperatura c) o comprimento de uma barra do material não sofre variação para variação de temperatura de 2. da qual foi retirado um pedaço de área de 500 cm2. em °C.0 cm e) se uma haste de 2. a peça I tem tamanho igual a 2 cm. b) Embora a chapa de aço aumente de tamanho. Elevando-se de 50 °C a temperatura da peça restante. uma barra metálica A ( A 2 10 5 °C 1) tem comprimento de 202. qualquer que seja a temperatura e os valores de A e B 334 (Uniube-MG) No continente europeu uma linha férrea da ordem de 600 km de extensão tem sua temperatura variando de 10 °C no inverno até 30 °C no verão. Considerando que o aço tem coeficiente de dilatação superficial igual a 22 10 6 °C 1. elas apresentarão o mesmo comprimento à temperatura de: a) 100 °C b) 150 °C c) 180 °C d) 200 °C e) 220 °C I d II 333 (Cefet-PR) A figura mostra um anel formado por uma lâmina bimetálica com uma pequena abertura (x) entre seus extremos. em relação à condição acima descrita é CORRETO afirmar: a) A área do orifício sofre um aumento de aproximadamente 280 mm2. em metros. O coeficiente de dilatação linear do material de que é feito o trilho é 10 5 °C 1. se A B e) não altera. Observamos que. a distância x: X B A a) aumenta quando a temperatura aumenta. igual a: a) 40 b) 100 c) 140 d) 200 e) 240 335 (UEBA) Uma peça de zinco é construída a partir de uma chapa quadrada de lado 30 cm.0 milímetros. pois o diâmetro do orifício aumenta mais que o diâmetro do pino e) a folga diminuirá.0 m para cada 10 6 °C 1 de variação de temperatura b) 2. e a área do orifício não se altera 330 (Unipa-MG) Considere o microssistema abaixo formado por duas pequenas peças metálicas. independentemente dos valores de A e B d) diminui quando a temperatura também diminui. em centímetros quadrados.04 mm no seu comprimento 332 (MACK-SP) À temperatura de 0 °C.

for aquecido até atingir a temperatura 2t0. com capacidade para 60 litros. se o paciente se alimenta predominantemente com alimentos muito frios c) menor que o coeficiente de dilatação volumétrica do dente.32 b) 1. ocorrida por causa do aumento de temperatura a que foi submetido. e considerando desprezível a variação de volume do tanque. pode ser estudada analiticamente. poderemos provocar sérias lesões ao dente. d) a mesma Figura I Quadrado formado com o fio de cobre Figura II Chapa de cobre de área L2 342 (Cesesp-PE) O tanque de gasolina de um carro. após o equilíbrio térmico destes com o forno.0 m2 338 (UECE) Uma placa quadrada e homogênea é feita de um material cujo coeficiente superficial de dilatação é 1. é: a) b) 339 (Unirio-RJ) Um estudante pôs em prática uma experiência na qual pudesse observar alguns conceitos relacionados à “Dilatação Térmica dos Sólidos”.1 10 3 °C 1. se o paciente se alimenta predominantemente com alimentos muito quentes e) menor que o coeficiente de dilatação volumétrica do dente.a. antes desse aquecimento. Quando submetidas à mesma elevação de temperatura. era: a) 200.6 10 4/°C. de espessura desprezível e área igual a L2. é: a) 5 b) 4 c) 3 d) 2 e) 1 340 (MACK-SP) No estudo dos materiais utilizados para a restauração de dentes.45 e) 0. Ele utilizou dois objetos: um fino fio de cobre de comprimento 4L.4 cm2.65 d) 3. que se encontravam inicialmente à mesma temperatura.010 m2 te de dilatação térmica inadequado. e o carro é deixado num estacionamento onde a temperatura é de 30 °C. como mostra a figura I. como mostra a figura II. podemos afirmar que a área da placa. e) Devido ao alto coeficiente de dilatação do aço. no intervalo considerado. e uma chapa quadrada.d) A área do orifício é reduzida devido à dilatação superficial da chapa de aço. uma oca e outra maciça.58 Assim. o quadrado montado e a chapa. com o qual montou um quadrado.0 m2 b) 100. 1 3 3 4 c) 4 3 e) n. comparada com a da maciça. quando aquecida de 100 °C. em litros: a) 1. Nesse caso.2 10 6 °C 1. se o paciente se alimenta predominantemente com alimentos muito frios d) maior que o coeficiente de dilatação volumétrica do dente. o coeficiente de dilatação volumétrica do material de restauração deverá ser: a) igual ao coeficiente de dilatação volumétrica do dente b) maior que o coeficiente de dilatação volumétrica do dente. é 1.64 c) 0. se o paciente se alimenta predominantemente com alimentos muito quentes 341 (Osec-SP) Duas esferas de cobre. a dilatação da esfera oca. inicialmente com temperatura t0. para que a restauração seja considerada ideal. sua densidade: a) passará a ser o dobro da inicial b) passará a ser a metade da inicial SIMULADÃO 59 . Se utilizarmos um material de coeficien- 343 (MACK-SP) A dilatação de um corpo. também de cobre. Sabendo que o coeficiente de dilatação linear médio do aço. como uma trinca ou até mesmo sua quebra. O acréscimo de temperatura.r. sofrerá uma dilatação volumétrica V. foram colocados num forno até que alcançassem o equilíbrio térmico com este. possuem raios iguais. Se esse corpo. os cientistas pesquisam entre outras características o coeficiente de dilatação térmica. necessário para que a placa tenha um aumento de 10% em sua área é: a) 80 b) 160 c) 375 d) 625 d) 1. em graus Celsius. de massa invariável e sempre no estado sólido. Sendo o coeficiente de dilatação volumétrica da gasolina igual a 1. a quantidade de gasolina derramada é.0 m2 e) 0. o orifício dobra de tamanho. 337 (MACK-SP) Uma placa de aço sofre uma dilatação de 2. Em seguida. Conseqüentemente.0 m2 c) 2. é completamente cheio a 10 °C. a razão entre a área da chapa e a área do quadrado formado com o fio de cobre.

porque a glicerina sofre um aumento de volume menor do que o aumento na capacidade do recipiente b) se eleva. o volume do líquido que transborda corresponde a 4% do volume que o líquido possuía a 0 °C. Verifica-se que. pois a capacidade do recipiente aumenta tanto quanto o volume de glicerina 350 (Unifor-CE) Um recipiente de vidro de capacidade 500 cm3 contém 200 cm3 de mercúrio. com a dilatação da placa. apesar da capacidade do recipiente aumentar e) permanece inalterado. que esse termômetro: a) não funciona b) funciona com precisão abaixo de 0 °C c) funciona com precisão acima de 0 °C d) funciona melhor do que os termômetros comuns e) funciona independente de qualquer valor atribuído 347 (UFPA) Um recipiente de vidro encontra-se completamente cheio de um líquido a 0 °C. o coeficiente de dilatação linear do vidro vale: d) 3. mas certamente não se reduzirá à metade e) poderá aumentar ou diminuir. Nessas condições. O coeficiente de dilatação linear do vidro é 27 10 6 °C 1. o coeficiente de dilatação real do líquido vale: a) 27 10 7 348 (UFGO) III – A elevação de temperatura acarreta aumento na distância média entre os átomos de um sólido. ela se dilata normalmente. uma placa que apresenta um orifício. podemos dizer que: a) somente I e II são corretas b) somente II e III são corretas c) somente I. Sendo o coeficiente de dilatação linear do vidro 6 10 5/°C e o coeficiente de dilatação volumétrica do líquido 4 10 4/°C. verifica-se um certo volume de líquido transbordado. é: a) 6. Por isso o sólido se dilata.5 °C 7 6 1 1 1 d) 500 10 e) 527 10 6 6 °C °C 1 1 b) 127 10 c) 473 10 °C °C 60 SIMULADÃO . corretamente.8 c) 4. III – Os ventos são causados pela variação da densidade do ar em camadas diferentes aquecidas. III e IV são corretas e) todas estão corretas 349 (UFRS) Um recipiente de vidro.3 345 (Unimep-SP) Quando um frasco completamente cheio de líquido é aquecido. verificase que. quando a temperatura aumenta para 70 °C. III – Quando aquecemos um anel ou.0 10 4 °C 1. IV – Quando a temperatura da água é aumentada entre 0 °C e 4 °C. porque apenas a glicerina aumenta de volume d) se eleva. Das afirmações acima. o volume do líquido. dilatando-se como se o orifício fosse feito do mesmo material da placa. Se a temperatura do conjunto se elevar para 60 °C. o seu volume permanece constante. de um modo geral.c) aumentará. sendo o coeficiente de dilatação volumétrica do mercúrio. Sabendo que o coeficiente de dilatação volumétrica do vidro é 27 10 6 °C 1. dependendo do formato do corpo 344 (UNEB-BA) Um recipiente de vidro de capacidade 500 cm3 está cheio de um líquido a 10 °C. pode-se dizer. pode-se afirmar que o nível da glicerina no recipiente: a) baixa. em centímetros cúbicos. contém glicerina. e o coeficiente de dilatação volumétrica da glicerina é 5. o volume da parte vazia é sempre o mesmo. em qualquer temperatura. O conjunto se encontra a 20 °C.7 e) 2. II e III são corretas d) somente II. Esse volume mede: a) a dilatação absoluta do líquido menos a do frasco b) a dilatação do frasco c) a dilatação absoluta do líquido d) a dilatação aparente do frasco e) a dilatação do frasco mais a do líquido 346 (UFMA) Se o vidro de que é feito um termômetro de mercúrio tiver o mesmo coeficiente de dilatação cúbica do mercúrio. porque a glicerina aumenta de volume e a capacidade do recipiente diminui de volume c) se eleva.6 b) 5. cujas paredes são finas. mas certamente não dobrará d) diminuirá. o orifício também tem suas dimensões aumentadas. Se sua temperatura crescer acima de 4 °C. a 0 °C. Quando se aquece o conjunto até 80 °C. que transborda.

em J/kg K. Em um trabalho científico.a) b) 15 2 15 c) d) 5 3 5 e) 6 5 constante e igual a 4 600 J/min. A barra é aquecida. foram calibrados entre 0 °C e 37 °C. sua área irá aumentar de: a) 0. da altura da coluna do líquido em função da temperatura. não há troca de energia na forma de calor. sofrendo uma variação de comprimento de 3 mm. A taxa de aquecimento foi d) 1. em unidades de 102 J/(kg °C)? T (°C) 60 351 (Fuvest-SP) Dois termômetros de vidro idênticos. então. h (mm) 70 60 50 40 30 20 10 0 5 10 15 20 25 30 35 T (°C) M 40 20 0 10 20 t (min) 354 (UFES) Dois objetos.3 102 SIMULADÃO 61 . Podemos.0 kg de um líquido não volátil.3 10 c) 1.0003% 356 (UFAL) O calor específico do chumbo é 0. Então. III – No entorno de 18 °C. Qual o calor específico desse líquido. III – Se as alturas das duas colunas forem iguais a 10 mm. uma densidade linear de massa igual a 2. Podemos dizer que só estão corretas: a) I. A e B. afirmar que: a) a capacidade térmica de B é o dobro da de A A b) o calor específico de B é o dobro do de A c) a capacidade térmica de A é o dobro da de B d) o calor específico de A é o dobro do de B e) os dois objetos têm coeficiente de dilatação térmica diferente 355 (MACK-SP) Um disco de chumbo. um contendo mercúrio M e outro água A. quando passa a ser aquecido por uma fonte térmica. esse valor deve ser expresso. no Sistema Internacional.3 101 e) 1. Lembrando que 1 cal 4. Sabe-se que o alumínio tem coeficiente 2 1 Considere as seguintes afirmações: III – O coeficiente de dilatação do mercúrio é aproximadamente constante entre 0 °C e 37 °C. A dilatação do vidro pode ser desprezada. os dois corpos têm iguais: a) quantidades de calor b) temperaturas c) capacidades térmicas d) calores específicos e) energias cinéticas 353 (UFPE) O gráfico representa a temperatura em função do tempo para 1. II e III b) I e II c) I e III d) II e III e) I Dados: Pb Pb 3 10 3 10 2 5 cal/g °C °C 1 352 (UFSM-RS) Entre dois corpos em contato diatérmico. de massa 100 g. inicialmente a 20 °C. inicialmente a 20 °C. obtendo-se as curvas M e A. Após ter recebido 30 calorias.0006% e) 0.031 cal/g °C.003% d) 0. o coeficiente de dilatação do mercúrio e o da água são praticamente iguais. Observa-se que a variação da temperatura do objeto A é o dobro da variação da temperatura do objeto B.06% b) 0. se encontra inicialmente a 10 °C.3 10 b) 1.186 J.8 10 3 g/mm. são constituídos do mesmo material e recebem a mesma quantidade de calor. nessa temperatura. o calor específico do chumbo é.03% c) 0. o valor da temperatura indicada pelo termômetro de água vale o dobro da indicada pelo de mercúrio. no Sistema Internacional: a) 1. tem.3 357 (PUC-SP) Uma barra de alumínio.

04.4 °C a 37 °C? a) 540 s b) 480 s c) 420 s d) 360 s e) 300 s 360 (FMTM-MG) Uma barra de chocolate de 100 g pode fornecer ao nosso organismo cerca de 470 kcal. para tanto. Na questão a seguir a resposta é dada pela soma das afirmativas corretas. freia d) 3 000 voltas e) 4 200 voltas 62 SIMULADÃO . Considere o calor específico da água a 1 cal/g °C.239 7. calorias.2 J e g 10 m/s2.0 m e depois soltá-lo. O número de voltas necessário para que a temperatura aumente de 1 °C é: (Considere: 1 cal 4.18 J. 08. caso não houvesse troca de água.5 °C por hora. desenvolvendo uma velocidade de 72. utiliza um aquecedor com termostato.de dilatação linear térmica igual a 2. desde que não haja troca de água. Um aquecedor de 400 W não precisaria ser ligado mais de 15 minutos por hora.00 10 7 cal 1. Considere os dados: 1 cal 4. Tendo observado o funcionamento desse tipo de aquário. Com um aquecedor de 200 W.0 103 calorias em alimentos. alguns peixes morrerão. cujo funcionamento é baseado na concentração de energia por meio de espelhos. Quanto tempo levará para a temperatura variar de 2. a) Se essa quantidade de calor fosse transferida à água a 0 °C.0 km/h. Mesmo com um aquecedor de 500 W. Para cada volta da manivela é realizado um trabalho de 0. 358 (UFPel-RS) No nordeste do Brasil. Supondo que toda a energia cinética do carro seja transformada em calor pelo sistema de freios do carro. 1 cal/g °C. A água absorve 2 104 calorias por minuto quando aquecida num determinado tipo de fogão solar. 359 (ITA-SP) O ar dentro de um automóvel fechado tem massa de 2. na fase líquida. Considere que o motorista perde calor a uma taxa constante de 120 joules por segundo e que o aquecimento do ar confinado se deva exclusivamente ao calor emanado pelo motorista. aceleração da gravidade: g 10 m/s2. desde que ela não seja trocada. A potência mínima do aquecedor deverá ser 100 W.2 cal/g °C. com peixes tropicais de água doce. A quantidade de calor absorvida pela barra é: a) 35 cal b) 70 cal c) 90 cal d) 140 cal e) 500 cal até parar.) a) 2 800 voltas b) 3 700 voltas c) 5 500 voltas 362 (UnB) Um carro com massa de uma tonelada. alguns peixes morreriam se a aquarista precisasse trocar a água no inverno. a temperatura da água pode ser mantida em 20 °C.6 kg e calor específico de 720 J/kg °C. é CORRETO afirmar: (Dado: 1 cal 4 J) 01.. que corresponde a 1. ao longo de um ano.4 10 5 °C 1 e seu calor específico é 0. Sabendo-se que alguns peixes não sobrevivem mais de 5 horas em temperaturas inferiores a 23 °C e que na sua cidade a temperatura mínima pode chegar a 8 °C. 364 (Unitau-SP) Uma garota ingeriu. Para mantê-los na temperatura ideal de 23 °C. durante uma refeição. em que é o C coeficiente de dilatação volumétrica e C é a capacidade térmica do sistema de freios. ela constata uma máxima diminuição de temperatura de 1. quantos degraus ela deveria subir? Dados: calor específico da água 1 cal 4.2 J. 1.1 joule sobre a água. Determine o tempo necessário para aquecer 4 kg de água de 30 °C a 80 °C. 02. havendo troca de água no inverno.0 106 calorias das que normalmente se usa em Física. Com um aquecedor de 60 W ligado constantemente. 361 (UNIC-MT) Uma manivela é usada para agitar 100 gramas de água contida num recipiente termicamente isolado. que massa de água poderia ser levada a 100 °C? b) Se uma pessoa de massa 80 kg quisesse consumir essa energia subindo uma escadaria cujos degraus têm 25 cm de altura. A fim de “eliminar” essas calorias. se propôs a levantar várias vezes um corpo de massa 50 kg até uma altura de 2. calcule a dilatação relativa do volume do sistema de freios.19 J ou 1 J 0. Dê os dois primeiros algarismos significativos de sua resposta. muito sensíveis a baixas temperaturas. as condições de insolação favorecem o uso do fogão solar. 363 (UFSC) A garota possui um aquário de 60 . 16. a estudante resolveu praticar exercícios e. Qual o número de vezes que o exercício deve ser repetido até que sejam “queimadas” todas as calorias ingeridas? Considere: 1 cal 4.

o nível das águas dos oceanos se elevará.0 108 ton. a uma temperatura média de 10 °C). A análise dessa situação permite afirmar que a temperatura da água irá diminuir porque: a) o gelo irá transferir frio para a água b) a água irá transferir calor para o gelo c) o gelo irá transferir frio para o meio ambiente d) a água irá transferir calor para o meio ambiente 371 (UNEB-BA) Um bloco de gelo de 200 g encontra-se a 20 °C. a transferência de 3 joules de energia térmica para 1 grama dessa substância provoca elevação de 1 grau Celsius na sua temperatura. Supondo-se que houvesse a fusão da massa total de gelo das calotas polares (m 4. vaporização e condensação b) fusão. e as setas indicam algumas mudanças de fases possíveis. liquefação e sublimação 366 (UFSM) Quando se está ao nível do mar. do comprometimento da camada de ozônio e de outros fatores. para conseguir derretê-la completamente. três estudantes. os seguintes valores: coeficiente de dilatação linear 24 10 6 °C 1. I. temperatura de fusão 660 °C. a d) 32 1015 cal e) 34 1015cal z Vapor As setas x. Subindo uma montanha de 1 000 m de altitude. vaporização e sublimação c) liquefação. Joana coloca cubos de gelo dentro da água. forneceram as explicações seguintes: III – Se não ocorrer mudança de estado. A partir dessa condição inicial. 370 (UFRN) Um copo de água está à temperatura ambiente de 30 °C. a quantidade de calor necessária para que a massa total se liquefizesse seria igual a: Dados: Cgelo 0. Líquido x Sólido y c) apenas III está correta d) apenas I e II estão corretas e) apenas II e III estão corretas 368 (Cefet-RJ) Vários estudos têm concluído que. sob pressão normal? São dados. a) Qual será a temperatura da barra. pois seu calor específico aumenta b) a água ferve numa temperatura maior. respectivamente. sublimação e vaporização e) solidificação. y e z correspondem. quando seu comprimento se tornar igual a 50. II e III. em conseqüência. a: a) liquefação. Considerando a situação proposta. pois a pressão atmosférica é menor d) a água ferve na mesma temperatura de 100 °C. Dentre as explicações apresentadas: a) apenas I está correta b) apenas II está correta SIMULADÃO 63 . de massa igual a 100 g.365 (Unifor-CE) O esquema abaixo representa as três fases de uma substância pura. em virtude do efeito estufa. III – Se não ocorrer mudança de estado.00 cm e encontrase à temperatura de 20 °C. responda às questões abaixo. o calor latente de fusão do gelo é 80 cal/g e o calor específico da água é 1 cal/g °C. condensação e vaporização d) fusão. a transferência de 1 joule de energia térmica para 3 gramas dessa substância provoca elevação de 1 grau Celsius na sua temperatura.5 cal/g °C e L 80 cal/g a) 32 109 cal b) 34 109 cal c) 2 1011 cal 369 (UFPl-RS) Uma barra de alumínio. calor específico 0. para o alumínio. independente da pressão atmosférica e) a água não consegue ferver nessa altitude 367 (Unesp-SP) A respeito da informação “O calor específico de uma substância pode ser considerado constante e vale 3 J/(g °C)”. tem comprimento de 50. observa-se que: a) a água ferve numa temperatura maior. a barra é aquecida. pois a pressão atmosférica é maior c) a água ferve numa temperatura menor. há grande possibilidade de fusão das camadas de gelo das calotas polares e.22 cal/g °C. calor latente de fusão 95 cal/g.5 cal/g °C. observase que a água ferve a uma temperatura de 100 °C. III – Qualquer massa em gramas de um corpo constituído com essa substância necessita de 3 joules de energia térmica para que sua temperatura se eleve de 1 grau Celsius.12 cm? b) Que quantidade de calor deve ser fornecida a essa barra. a partir de sua condição inicial. Se o calor específico do gelo é 0.

à pressão constante de 1 atmosfera. são colocados 2 cubos de gelo a 0 °C. é necessário observar a limpeza do orifício central e a existência de uma válvula de segurança. em vez de 2. A temperatura da água passa a ser. válvula de segurança vapor líquido Diagrama de fase da água Pressão (atm) 5 4 3 líquido 2 vapor 1 0 0 40 t1 t2 t3 t4 t (s) 0 20 40 60 80 100 120 140 160 Temperatura (°C) a) Em que intervalo de tempo ocorre a fusão? b) Em que intervalo de tempo ocorre a vaporização? c) Considerando o calor específico do gelo igual a 0. de tal maneira que o 64 SIMULADÃO . T (°C) Usando esse forno sempre na potência máxima. que é igual à pressão externa b) à temperatura de seu interior. que são transformados em vapor superaquecido. desenvolve-se uma pressão elevada no seu interior. aproximadamente. termicamente isolado. O esquema da panela de pressão e um diagrama de fase da água são apresentados abaixo. o calor latente de fusão do gelo é 80 cal/g. a não ser através de um orifício central sobre o qual assenta um peso que controla a pressão. normalmente situada na tampa.quantidade de calor necessária para que o bloco de gelo atinja a temperatura de 10 °C. 100 g de gelo.55 cal/g °C e o calor latente de fusão igual a 80 cal/g. que é maior que a das panelas comuns 376 (ITA-SP) Um vaporizador contínuo possui um bico pelo qual entra água a 20 °C. Quando em uso. o calor específico da água é 1 cal/g °C e que 1 cal vale aproximadamente 4 joules. mas só possui 200 g de gelo a 0 °C e um forno de microondas cuja potência máxima é 800 W. sob pressão normal. Considere que a menina está no nível do mar. ao ser atingido o equilíbrio. que está acima da temperatura de ebulição da água no local c) à quantidade de calor adicional que é transferida à panela d) à quantidade de vapor que está sendo liberada pela válvula e) à espessura da sua parede. contendo água à temperatura ambiente (25 °C). haveria no copo: a) apenas água acima de 0 °C b) apenas água a 0 °C c) gelo a 0 °C e água acima de 0 °C d) gelo e água a 0 °C e) apenas gelo a 0 °C 373 (UFU-MG) Utilizando-se uma fonte de fornecimento contínuo de calor. fossem colocados 4 cubos de gelo iguais aos anteriores. de 1 °C. aquece-se. qual é a quantidade de calor absorvida pelo sistema. Nas mesmas condições se. Para a sua operação segura. A vantagem do uso de panela de pressão é a rapidez para o cozimento de alimentos e isto se deve: a) à pressão no seu interior. A figura seguinte ilustra a variação da temperatura do sistema com o tempo. do instante inicial ao instante t2? 374 (UERJ) Uma menina deseja fazer um chá de camomila. Sua tampa possui uma borracha de vedação que não deixa o vapor escapar. o tempo necessário para a água entrar em ebulição é: a) 45 s b) 90 s c) 180 s d) 360 s d) 40 kcal e) 50 kcal 375 (ENEM) A panela de pressão permite que os alimentos sejam cozidos em água muito mais rapidamente do que em panelas convencionais. é: a) 10 kcal b) 20 kcal c) 30 kcal 372 (Fuvest-SP) Em um copo grande.

e) 13 d) 3. no interior de um recipiente termicamente isolado.31 m /s b) 0. Para resfriá-lo. à temperatura inicial de 0 °C. SIMULADÃO 65 .35 m /s c) 2. O gráfico representa a variação do calor recebido pelo corpo A como função de sua temperatura.60 cal/g °C. O vaporizador utiliza 800 W de potência. simultaneamente. determine o valor de seu calor específico em unidades de 10 2 cal/g °C. com esta energia desprendida? 378 (UEL-PR) Num laboratório. coloca-se um recipiente de capacidade térmica 500 cal/°C com 5 litros de água quente sob uma torneira cuja vazão é 1 /min. respectivamente.0 g/cm3. a) Considerando a temperatura de fusão do cobre igual a 1 100 °C.2 cal/(g °C). se encontra à temperatura de 40 °C. inicialmente a 30 °C.080 cal/g °C.nível de água no vaporizador permanece constante. Q (cal) 40 30 20 10 0 0 10 20 30 40 50 t (°C) 381 (UFJF-MG) Um corpo. Esse intervalo de tempo. a temperatura de equilíbrio da mistura obtida pelo estudante. durante certo intervalo de tempo. o calor específico médio do cobre igual a 0. introduzimos no recipiente uma certa massa de água (calor específico 1. qual a energia em joules desprendida para aquecer e fundir esta massa de cobre? b) Qual a potência média da descarga? c) Quantas lâmpadas de 100 W poderiam ser acendidas. o calor latente de fusão igual a 43 cal/g e que 1 cal 4. Despreze o calor necessário para aquecer o vasilhame e considere que a potência fornecida pelo forno é continuamente absorvida pelos corpos dentro dele. Para isso. para que a temperatura de equilíbrio final do conjunto retorne a 50 °C é: a) 56 s b) 60 s c) 70 s d) 280 s e) 350 s Dado: densidade da água 379 (UnB-DF) Em um laboratório.5 cal/g °C. é um valor próximo de: a) 5 b) 7 c) 9 d) 11 1. se verifica que a água atinge a temperatura de 50 °C. colocados num recipiente que continha água a 60 °C.00 cal/g °C) inicialmente à temperatura de 25 °C. estavam à temperatura ambiente de 15 °C quando foram. O fenômeno dura 10 4 segundos e funde cerca de 500 g de cobre. 380 (UFPE) Dois corpos A e B. e calor específico da água 1. qual seria a massa necessária? c) Compare as respostas dos itens a e b e interprete seus resultados.4 m /s 377 (UFGO) Uma nuvem eletrizada se descarrega através de um pára-raio de cobre. Desprezando as perdas de calor para o ambiente e a capacidade térmica do recipiente: a) Qual a massa de água que deve ser usada para que a temperatura de equilíbrio seja de 37 °C? b) Se a água estivesse inicialmente a 20 °C. 1 cal 4. Determine. A vazão de água pelo bico é: Dados: Lv 540 cal/g. em graus Celsius.1 m /s e) 3. com luminosidade total.0 g e temperatura inicial tB 60 °C. 382 (Fuvest-SP) Num forno de microondas é colocado um vasilhame contendo 3 kg d’água a 10 °C. Se o corpo B tem massa mB 2. apresentados na tabela. para se obter água a 30 °C. O tempo a mais que será necessário manter o forno ligado. com igual quantidade de gelo. consumida no aquecimento da água até 100 °C e na sua vaporização a 100 °C. um estudante misturou uma certa massa de água. dágua 1 g/cm3. Considere os dados: calor latente de fusão do gelo 80 cal/g. mistura-se água de torneira a 15 °C com água quente a 60 °C. a) 0. calor específico do gelo 0.5 m /s peratura tf 40 °C. O forno é então desligado e dentro do vasilhame d’água é colocado um corpo de massa 1 kg e calor específico c 0. a 30 °C.2 J. termicamente isolados do resto do ambiente e inicialmente a diferentes temperaturas tA e tB. são colocados em contato até que atinjam o equilíbrio térmico à tem- 383 (UEL-PR) Os cinco corpos. Após manter o forno ligado por 14 min. na mesma potência.0 cal/g °C. a 40 °C.2 J. em minutos. de massa 10 kg e calor específico 0.

5 cm3 e) 7.9 cm3 b) 3. que o água calor específico do cobre é de 0.4 cm3 391 (UFRJ) Um calorímetro de capacidade térmica desprezível tem uma de suas paredes inclinada como mostra a figura. 66 SIMULADÃO . Sa1 cal/g °C. A quantidade de água quente que havia na panela. Para se obter um café com leite são necessários 50 m de água a 100 °C para o café e 40 g de vapor de água a 100 °C para aquecer o leite.5 °C. cuja temperatura é de 12.21 0.0 cal/g °C e 0. contendo 400 g de água. respectivamente.5 cal/g °C. A temperatura final da mistura é 60 °C. bendo que cágua Lf 80 cal/g. de capacidade térmica desprezível. 385 (MACK-SP) Numa garrafa térmica ideal que contém 500 cm 3 de café a 90 °C.Material alumínio chumbo cobre ferro latão Massa (g) 20 200 100 30 150 Calor específico (cal/g °C) 0. é abandonado a 1. Dados: cH O 1 cal/g °C e Lvap 540 cal/g. 80 cal/g. Considerar a temperatura inicial da água 20 °C e desprezar as perdas de calor na cafeteira. 2 1.68 10 1 m posição em que pára Um bloco de gelo.68 10 1 m de altura e desliza até atingir a base do calorímetro. calcule a massa do gelo. Após as trocas de calor. e o calor latente de fusão do gelo. Os calores específicos da água e do gelo são. haverá no calorímetro: a) uma mistura de água e gelo a 0 °C b) uma mistura de água e gelo a 5 °C c) apenas água a 0 °C d) apenas gelo a 0 °C e) uma mistura de água e gelo a 5 °C d) 19 200 cal e) 4 800 cal Ao atingirem o equilíbrio térmico.031 0.11 0. que é fundido até o sistema atingir o equilíbrio térmico. Uma cafeteira de café expresso funciona com uma resistência elétrica que fornece 10 000 cal/min.091 0. 1. posição em que foi abandonado (FEI-SP) O enunciado a seguir refere-se às questões 73 e 74. conforme o esquema. não levando em conta a troca de calor da panela com a água. cgelo 0. a temperatura final dessa mistura será: a) 80 °C b) 75 °C c) 70 °C d) 65 °C e) 60 °C 386 (UFPI) Um cozinheiro coloca um litro de água gelada (à temperatura de 0 °C) em uma panela que contém água à temperatura de 80 °C.5 cal/g °C. Sabendo-se que o calor latente de fusão do gelo é de 80 cal/g.096 cal/g °C e que a massa específica do gelo é gelo de 0.92 g/cm3. introduz-se uma esfera homogênea de cobre de 30 g aquecida a 100 °C. o volume total da cavidade é igual a: a) 8. o corpo que recebeu maior quantidade de calor foi o de: a) alumínio b) chumbo c) cobre d) ferro e) latão 384 (UFSC) Um bloco de gelo de 200 g está a uma temperatura de 10 °C. Admitindo-se que só haja trocas de calor entre as massa de café. quando pára. acrescentamos 200 cm3 de café a 20 °C. era. em gramas. em litros: a) 2 b) 3 c) 4 d) 5 e) 6 390 (ITA-SP) Numa cavidade de 5 cm3 feita num bloco de gelo.9 cm3 c) 39. a 0 °C.092 387 Quanto tempo é necessário para se obter somente café? a) 60 s b) 48 s c) 30 s d) 24 s e) 15 s 388 Qual é a quantidade de calor necessária para produzir o vapor que aquece o leite? a) 21 600 cal b) 24 800 cal c) 3 600 cal 389(USC-RS) Num calorímetro com 200 g de água a 20 °C adicionam-se 50 g de gelo a 0 °C. Ele é colocado num calorímetro.0 cm3 d) 8.

p ponto crítico A B 73 PC ponto tríplice PT 0 t 5. 3: equilíbrio sólidovapor.1 1 78. PT e PC representam.4 K. b) Determine n.0 0 320 640 Q (Joule) figura b d) 1: fase de vapor. apresentando pontos com numeração de 1 a 5. A figura representa o diagrama de fase de uma substância simples. 5: ponto crítico c) 1: fase líquida. 5: ponto triplo b) 1: fase de vapor. cai de uma altura de 5 m. 4: fase líquida. Considere que apenas 60% da energia mecânica total liberada nas n quedas do corpo é utilizada para aquecer o conjunto (calorímetro h 5m mais água) e adote g 10 m/s2. (UFPA) Esta explicação se refere aos exercícios 79 e 80.M. conforme mostra a figura b. 3: equilíbrio líquido-vapor. 2: equilíbrio sólido-vapor. ponto triplo e ponto crítico da substância. Um corpo de 2 kg de massa. em J/°C. 3: ponto triplo. Este procedimento foi repetido n vezes. 5: ponto crítico 396 (F. 2: fase sólida.Sabendo que o calor latente de fusão do gelo vale 3. Analise este diagrama e assinale a alternativa correta. ela poderá sofrer: a) fusão b) liquefação c) solidificação d) sublimação e) vaporização a) Acima de 31 °C. calcule a fração da massa do bloco de gelo que se funde. p (atm) 5 4 3 2 0 (°C) d) vaporização e) solidificação 1 Assinale a alternativa correta de acordo com a condição que representa cada número: a) 1: fase de vapor. 4: equilíbrio sólido-líquido. 5: fase de vapor 298. conectado a um calorímetro contendo 400 g de água a uma temperatura inicial de 298 K. SIMULADÃO 67 . 392 (UFU-MG) A figura a esquematiza uma repetição das famosas experiências de Joule (1818-1889).36 105 J/kg e considerando g 10 m/s2.6 °C para 31 °C.4 calorímetro 394 Uma mudança do estado A para o estado B chama-se: a) ebulição b) fusão c) sublimação 395 (UFLA-MG) É mostrado o diagrama de fases de uma substância hipotética. 2: fase sólida. 3: ponto triplo. 4: equilíbrio sólido-vapor. 3: ponto crítico. 5: ponto triplo e) 1: fase de vapor. p (atm) a) Calcule a capacidade térmica do calorímetro. 2: equilíbrio sólido-vapor.6 0 31 (°C) 393 Se a substância simples for expandida isotermicamente a partir do estado B. 2: equilíbrio líquido-vapor.ABC-SP) O gráfico representa o diagrama de fases do “gelo seco”. respectivamente. até que a temperatura do conjunto água mais calorímetro atingisse 298. 4: equilíbrio sólido-líquido. a substância apresenta-se no estado de vapor. 4: equilíbrio sólido-líquido.5 56. figura a T (K) água 298. b) É possível liquefazer o gás apenas aumentando a temperatura de 56.

por condução. um material adequado para a produção de cobertores de pequena espessura (uniforme). Ao se estabelecer. o fluxo de calor por con- A B 0 a) Apenas a proposição I é verdadeira.1 atm e temperatura de 10 °C.470 kcal/s) 399 (UFOP-MG) Durante as noites de inverno. teto e piso: k 2 10–4 kcal (s m ºC)–1. aumentando.58 cal/s cm °C. se a pressão é aumentada isotermicamente. Apresentamos a seguir três proposições. o fluxo de calor para o ambiente. 400 (PUC-SP) Num ambiente. Considere que a temperatura externa atinge um máximo de 33 ºC. portanto. a potência mínima que um aparelho de ar-condicionado deve possuir para satisfazer as condições desejadas. desenvolveuse uma pesquisa com o objetivo de produzir um novo tecido com boas condições de isolamento para a condução térmica. em regime estacionário. Fisicamente. Por que isso ocorre? Se aquecermos uma das extremidades de duas barras idênticas. o fluxo de calor para o ambiente. d) A substância apresenta-se sempre no estado líquido para a temperatura de 20 °C. 401 (MACK-SP) Numa indústria têxtil.c) A substância pode apresentar-se no estado sólido para valores de pressão acima de uma atmosfera. utilizamos um cobertor de lã a fim de nos protegermos do frio.0005 cal/s cm °C. III – O diagrama apresenta uma substância que diminui de volume na fusão. 398 (UA-AM) A sala de estudo será refrigerada de modo a manter a temperatura interna em 23 ºC. Assinale a alternativa correta. teto e piso e 10 cm. aumentando.525 kcal/s) 10 000 BTU/h (ou 0. d) Apenas as proposições II e III são verdadeiras. portanto. da fase sólida para a fase líquida. Calcule o fluxo de calor transferido. diminuindo. posteriormente. diminuindo. III – Partindo do ponto B. ambas com uma bola de cera presa na extremidade oposta. da fase líquida para a fase de vapor. se a temperatura é aumentada isobaricamente. e) A lã possui um alto coeficiente de condutividade térmica. portanto. uma diferença de temperatura de 40 °C entre as faces opostas do cobertor. uma de madeira e outra de alumínio. condutibilidade térmica da madeira: 0. posteriormente. os objetos componentes estão todos em equilíbrio térmico. e) A substância apresenta-se em mudança de estado para a pressão de 5. dentre os valores apresentados na tabela abaixo. 68 SIMULADÃO . II e III são verdadeiras. portanto. ocorrerá mudança da fase sólida para a fase líquida e. áreas das paredes. 397 (ESAL-MG) A figura mostra o diagrama de fases de uma substância hipotética.840 kcal/s) 18 000 BTU/h (ou 1. espessura média das paredes. p Aparelho 1 2 3 4 5 Potência 7 500 BTU/h (ou 0. teto e piso da sala e indique. Dados: Condutibilidade térmica média das paredes. c) Apenas as proposições I e III são verdadeiras. e) As proposições I. ocorrerá mudança da fase de vapor para a fase sólida e. temos então sensações térmicas diferentes. através das paredes. é correto afirmar: a) A lã retira calor do meio ambiente fornecendo-o ao nosso corpo. assim. b) A lã possui um baixo coeficiente de condutividade térmica. ao tocarmos a mão numa mesa de madeira e numa travessa de alumínio. c) A lã possui um alto coeficiente de condutividade térmica. o fluxo de calor para o ambiente. em qual das barras a cera derreterá antes? Há relação entre esse fato e a situação inicial? Dados: condutibilidade térmica do Al 0. teto e piso A 50 m2. desprezar as trocas de calor por convecção e irradiação.700 kcal/s) 12 000 BTU/h (ou 0. o fluxo de calor para o ambiente. d) A lã possui um baixo coeficiente de condutividade térmica.260 kcal/s) 21 000 BTU/h (ou 1. III – Partindo do ponto A. b) Apenas as proposições I e II são verdadeiras. Obteve-se.

respectivamente: a) sólido. Explique por que isso ocorre.0 10 g/cm c) 5.5 kg. 2ª) Não forrar as prateleiras com chapas de papelão ou outro material. d) 5. III. Este fato é explicado pelas diferenças entre: a) as temperaturas da cerveja na lata e da cerveja na garrafa b) as capacidades térmicas da cerveja na lata e da cerveja na garrafa c) os calores específicos dos dois recipientes d) os coeficientes de dilatação térmica dos dois recipientes e) as condutividades térmicas dos dois recipientes 403 (UFPel-RS) Uma pessoa. Analise. Isto ocorre porque a transmissão de calor entre o ferro elétrico e a mão se deu principalmente através de: a) irradiação b) condução c) convecção 405 (UFJF-MG) Um mineiro vai pela primeira vez à praia no Rio de Janeiro em fevereiro. Explique em que fundamento físico os médicos se baseiam. gás e líquido b) líquido. baseado em conceitos físicos. No entanto. há um aumento na energia de agitação dos seus átomos.0 10 g/cm b) 5. Esse aumento de agitação faz com que a força de ligação entre os átomos seja alterada.5 °C. Depois de passar o dia todo na praia do Flamengo e deixar o carro totalmente fechado estacionado ao Sol.dução é 40 cal/s para cada metro quadrado da área. d) gás. ao voltar. B e C.0 g/cm3 402 (Vunesp-SP) Uma garrafa de cerveja e uma lata de cerveja permanecem durante vários dias numa geladeira. 406 Responda: a) Que exigências a condutividade térmica. d) Como o ser humano mantém sua temperatura corporal a 36. o calor específico e o coeficiente de dilatação de um material devem satisfazer para que possam ser utilizados na confecção de utensílios de cozinha? b) Se você puser a mão dentro de um forno quente para tirar uma assadeira. podendo acarretar mudanças na organização e na separação desses átomos. ao comprar uma geladeira e ler as instruções de uso. B. Falamos que a absorção de calor por um corpo pode provocar “mudança de fase”.0 10 e) 5. os médicos recomendam envolver o doente com uma toalha úmida.0 10 1 2 g/cm g/cm 3 3 A B C Com base no texto acima.00010 cal/s cm °C o coeficiente de condutibilidade térmica desse material e a massa correspondente a 1 m2 igual a 0. Quando se pegam com as mãos desprotegidas a garrafa e a lata para retirá-las da geladeira. encontrou as seguintes recomendações: 1ª) Degelar semanalmente o refrigerador. que a temperatura dentro do carro está muid) condução e convecção e) convecção e irradiação 2 6 3 3 to acima da temperatura fora do carro. sentimos a mão “queimar”. Apresentar densidade bastante inferior à do líquido obtido pela sua condensação. queimará os dedos ao tocar nela. Sendo K 0. mas não queima seus dedos. 3ª) Não colocar roupas para secar atrás da geladeira. líquido e sólido e) sólido. sua densidade é: a) 5. líquido e gás SIMULADÃO 69 . sólido e gás c) líquido. temse a impressão de que a lata está mais fria do que a garrafa. quando é cedido calor à substância. Considere os modelos de estrutura interna de uma substância apresentados nas figuras A. 404 (UFES) Ao colocar a mão sob um ferro elétrico quente sem tocar na sua superfície. por que isso acontece. de modo a evitar o acúmulo de gelo no congelador. gás e sólido 408 (Fuvest-SP) São propriedades de qualquer substância no estado gasoso: III. fisicamente. ele nota. Ocupar toda a capacidade do recipiente que a contém. cada uma das recomendações. dizendo se os fabricantes têm ou não razão. A retirada de calor provoca efeitos inversos dos observados. o ar dentro do forno está à mesma temperatura da assadeira. independentemente da temperatura ambiente? 407 (UFOP-MG) Quando fornecemos calor a um corpo e a sua temperatura se eleva. e C representam. c) Em caso de febre alta. Explique. podemos afirmar que os modelos A.

0 . dilatando o metal e abaixando a pressão interna e) a água fria fazer com que o vapor dentro da panela condense. É preciso avançar o pistão de 8. Sendo pA. leves e inquebráveis.0 atmosferas. O valor de VA é: V( ) 60 B 413 (Unifor-CE) Uma dada massa de gás perfeito está contida em um recipiente de capacidade 12. em atm. supondo que a temperatura foi mantida constante.04 c) 1. ela é colocada debaixo de uma torneira de onde sai água fria.0 atmosferas e temperatura de 27 °C. ocupando volume de 4. É observado que a água dentro da panela volta a ferver.0 atm. aumentando a pressão interna d) a temperatura da panela abaixar. a nova temperatura do gás.2V0 C dos de uma mesV0 ma amostra de T 0 T0 2T0 3T0 4T0 gás ideal.0 d) 4. Explique como esse modelo pode ilustrar as propriedades I e II. Depois que a água está fervendo.0 d) 127 e) 327 414 (UFRGS) Os pontos A.01 105 PA. Ao sofrer uma transformação isocórica sua pressão passa a 8.0 c) 54.5 d) 3. passa a ser: a) 327 b) 227 c) 127 d) 54 e) 45 a) 1.5 e) 20 416 (UECE) Uma bomba de bicicleta tem um comprimento de 24 cm e está acoplada a um pneumático. Quando isso ocorrer. que V representa o volume (V) como fun.4V0 ção da temperaB 3V0 tura absoluta (T). em °C. Nesse novo estado a temperatura do gás. B e C do gráfico. contraindo o metal e aumentando a pressão interna c) a água fria fazer com que o vapor dentro da panela condense.01 411 (UFPI) Os pneus de um automóvel foram calibrados a uma temperatura de 27 °C.5 b) 2. pB e pC as pressões correspondentes aos estados indicados. A indicam três esta. utilizou-se um liquidificador em cujo copo foram colocadas algumas esferas pequenas. podemos afirmar que: a) pA b) pA c) pA pB pB pB pC pC pC d) pA e) pA pB pB pC pC a) 540 b) 25 c) 40 VA A d) 60 540 T (k) 0 360 e) 360 415 (ITA-SP) Um copo de 10 cm de altura está totalmente cheio de cerveja e apoiado sobre uma mesa.0 atm c) 2. Considere que a densidade da cerveja seja igual à da água pura e que a temperatura e o número de mols do gás dentro da bolha permaneçam constantes enquanto esta sobe. aumentando a temperatura interna b) a temperatura da panela abaixar. será: 8 cm 412 (UEL-PR) Uma certa massa de um gás perfeito é colocada em um recipiente. assim que a água pára de ferver. Nessas condições.03 b) 1. onde a pressão atmosférica é de 1.5 b) 27. Considerando desprezível o aumento de volume. vale: a) 13. a panela é retirada do fogo e. Qual a razão entre o volume final (quando atinge a superfície) e inicial da bolha? a) 1. Sofre. na câmara de ar.0 24 cm Pressão atmosfética local: 1. Isto se deve ao fato de: a) a água fria esquentar ao entrar em contato com a panela.00 atm e temperatura de 27. o aumento percentual da pressão dos pneus foi: a) 100 b) 50 c) 9. uma transformação isocórica e sua pressão passa a 5. Uma bolha de gás se desprende do fundo do copo e alcança a superfície.Para ilustrar essas propriedades.0 cm. o pistão está recuado e a pressão do ar no interior da bomba é 1.99 e) 1. Suponha que a temperatura deles aumentou 27 °C devido ao atrito e ao contato com a estrada. sob pressão de 3.0 °C. em °C. abaixando a pressão interna 410 (Unic-MT) O gráfico representa a transformação de uma certa quantidade de gás ideal do estado A para o estado B.00 atm. sob pressão de 4.05 d) 0.0 . 409 (UFV-MG) Uma panela de pressão com água até a metade é colocada no fogo. então.0 70 SIMULADÃO . para que a válvula do pneumático seja aberta. Inicialmente. a pressão.

0 C 5. quando comparado h 6 com a distância percorrida. à alta pressão. Admitindo o ar como gás perfeito e que o volume interno dos pneus não sofre alteração. Se todo o conteúdo do bujão fosse utilizado para encher um balão. Um mol desse gás tem massa de.0) contida num balão. foi necessário abrir a válvula de segurança e permitir que 9% dessa massa gasosa escapasse. pode-se A h afirmar que o volume de bolha 6 triplicará próximo do ponto: a) D b) C c) E d) B e) A 422 (ITA-SP) Calcular a massa de gás hélio (massa molecular 4.08 atm /mol K). sabendo-se que o gás ocupa um volume igual a 5.2 m3 R 0.417 (MACK-SP) O motorista de um automóvel calibrou os pneus.48 atm b) 0.082 atm / (mol K) c) 3. O diâmetro da bolha é desprezível. A pressão exercida pelo gás é: a) 0.27 m3 1m 1 000 421 (MACK-SP) Uma massa de certo gás ideal. encontrou o valor de 27. (Dado: constante universal dos gases perfeitos 0. à pressão atmosférica e à temperatura de 300 K. a lata possui um coeficiente de condutibilidade térmica maior que o vidro Dê como resposta a soma dos números que precedem as afirmativas corretas.0 V (m3) A B SIMULADÃO 71 . ou seja. A temperatura do gás. 52 g.8 atm e) 48 atm 420 (Fuvest-SP) Um bujão de gás de cozinha contém 13 kg de gás liquefeito.7 °C b) 34 °C c) 46 °C d) 58 °C e) 76 °C aquecimento ambiental. isto significa que devemos fornecer 80 calorias para derreter cada grama de um pedaço de gelo que esteja a 0 °C (04) a água ferve a uma temperatura maior no pico do monte Everest do que em Goiânia (08) se diminuirmos o volume de um gás isotermicamente. o volume final do balão seria aproximadamente de: Constante dos gases R a) 13 m3 R 8. considerando como ideal. inicialmente nas CNTP. é de: a) 3 033 °C b) 2 760 °C c) 300 ° C d) 100 °C e) 27 °C 418 (UFV-MG) A figura ilustra uma bolha de ar que se move de baixo para cima em um recipiente fechado e totalmente cheio de um líquido. Devido ao 423 (UFG) Desde os primórdios dos tempos o homem procura entender os fenômenos relacionados à temperatura e ao calor. a) 1.50 atm c) 50 atm d) 4. devido à lata roubar calor de nossa mão mais rapidamente. aproximadamente. à temperatura de 27 °C. E h Considerando o comportamen6 D h to do ar dentro da bolha como 6 h C um gás perfeito e desprezandoh 6 B se as diferenças de temperatuh 6 ra dentro do líquido.98 m3 (1 Pa 1 N/m2) 3 e) 0.0 4.86 g b) 46 g c) 96 g d) 186 g e) 385 g 419 (UFAC) Tem-se 6.3 J / (mol K) ou b) 6.0 3.5 libra-força/polegada2. segundo a qual é correto afirmar que: (01) o vácuo existente entre as paredes de uma garrafa térmica evita a perda de calor por radiação (02) sendo o calor latente de fusão do gelo 80 cal/g. num volume de 10 litros. em 25 libraforça/polegada2.0 2. à temperatura de 17 °C. durante todo seu movimento. Na busca desse entendimento originou-se a Termologia.4 10 2 kg de gás oxigênio (O2) cuja massa molar é 32 g/mol. este sofrerá uma queda na sua pressão (16) uma lata de refrigerante aparenta estar mais gelada que uma garrafa que esteja à mesma temperatura.0 3.0 0 1.0 m3 e está a uma temperatura de 23 °C e a uma pressão de 30 cmHg. Verificando a pressão dos pneus após ter percorrido certa distância.1 m3 1 atm Patmosférica 1 105 Pa d) 0. 424 (Unifor-CE) Um gás ideal sofre a transformação A → B → C indicada no diagrama.0 2.0 4.0 1. para se manter constante a pressão e o volume no interior do recipiente. P (105 N/m2) 5. a temperatura atingida por eles foi de: a) 18. nesse instante. está contida num recipiente provido com uma válvula de segurança.

em J. P (N/m2) 200 100 B processo I processo II A 0. considerando que.2 106 e) 1.0 e) 420 J 431 (UFCE) Um gás sofre uma série de transformações com estado inicial A e estado final B.0 B métrica. O volume foi aumentado ← f para 7.5 d) 25.5 426 (UNI-RIO) Um gás. quando ele se encontra no estado C. e a sua temperatura final é ______ inicial. O volume e a pressão iniciais eram. inicialmente a 0 °C. igual a: a) 375 b) 125 c) 37. A energia interna do estado A é UA 1 000 J e a do estado B é UB 2 000 J. Então.1 0. corretamente. Sabendo-se que p (atm) transformação A C gasosa entre os estados A e B é isotérmica e entre B e C é iso1. Nessa transformação. A variação da energia interna do gás entre os estados A e B foi de: V (m3) 2. respectivamente. a variação de energia interna do sistema é. vale: a) 2.0 cal 4. em resposta. o gás recebeu uma quantidade de calor igual a 20 joules. à pressão constante de 4 N/m2. como mostra a figura.50 litros.2 106 c) não troca – a mesma d) troca – menor que a e) troca – maior que a 429 (UEMA) Sobre um sistema realiza-se um trabalho de 3 000 J e.5 106 c) 1. mantendo o gás a pressão e temperatura constantes.00 N/cm2. a) não troca – menor que a b) não troca – maior que a 72 SIMULADÃO . sofre a transformação A → B → C representada no diagrama p V da figura. em atm. cujo comportamento é considerado ideal.) a) b) 2 500 J 990 J c) d) 900 J 2 100 J e) 2 100 J 425 (Uneb-BA) Na montagem representada na figura a chama faz o pistão deslocar-se para a direita.O trabalho realizado pelo gás nessa transformação. as lacunas. O gás. em joules: (Dado: 1.0 A B a) 4 J b) 16 J c) 24 J d) 380 J 100 200 T (k) 1.5 106 d) 1. de 5.0 e) 12.2 J.2 J) a) 8 b) 8 c) 13 d) 21 e) 34 430 (UFES) A figura mostra a variação do volume de um gás ideal. Assinale a alternativa que completa. o gás ______ energia na forma de calor com a vizinhança. nesse estado.) c) o calor trocado 432 (IME) Um cilindro contém oxigênio à pressão de 2 atmosferas e ocupa um volume de 3 litros à temperatura de 300 K.0 calorias de energia sob forma de calor a um sistema termodinâmico. deterV( ) 0 mine: a) a variação da energia interna na transformação isotérmica b) a pressão do gás. A fração de energia da chama que o gás converteu em energia mecânica é.0 106 b) 1. durante a transformação de estado de A a B. enquanto se realiza sobre ele trabalho de 13 joules.00 litros e 5.2 V (m3) processo III Calcule para cada uma das afirmações indicadas: a) a variação da energia interna b) o trabalho realizado (Diga também se foi feito pelo gás ou sobre o gás. Sabe-se que. A variação de energia interna do sistema durante esse processo é: (Dado: 1 cal 4. 428 (UFSM-RS) Um gás ideal sofre uma expansão adiabática. em joules. em função da temperatura. o gás está à temperatura de 273 °C 427 (UEL-PR) Fornecem-se 5. executa um ciclo termodinâmico através dos seguintes processos: Processo 1 – 2: aquecimento à pressão constante até 500 K. ele fornece 500 cal de calor durante o mesmo intervalo de tempo.

o motor recebe 1 200 calorias da fonte quente. afirma-se que o rendimento da máquina e a temperatura da fonte quente valem. b) Remove uma quantidade de calor Q1 de uma fonte térmica quente à temperatura T1 e rejeita a quantidade de calor Q1 para uma fonte térmica fria à temperatura T2. Em vôo de cruzeiro. 327 K e) 20%. que é uma máquina térmica teórica de rendimento máximo. a turbina retira calor da fonte quente a 127 °C e ejeta gases para a atmosfera que está a 33 °C. 700 K 435 (UFJF-MG) Assinale a alternativa que explica.2 C 1. O máximo de trabalho que a máquina pode fornecer por ciclo ao exterior. (16) Utilizando-se esse ciclo em uma máquina. com T1 T2.Processo 2 – 3: resfriamento à volume constante até 250 K. realiza um trabalho externo W e rejeita uma quantidade de calor Q2 para uma fonte térmica fria à temperatura T2. O rendimento dessa turbina é de: a) 80% b) 64% c) 50% d) 40% e) 32% 433 (UFBA) Uma certa quantidade de gás ideal realiza o ciclo ABCDA. há conversão de calor em trabalho. é constituído de duas transformações: a) isotérmicas e duas adiabáticas b) isotérmicas e duas isobáricas c) isotérmicas e duas isométricas d) isobáricas e duas adiabáticas e) isobáricas e duas isométricas 438 (UEL-PR) Uma máquina térmica de Carnot é operada entre duas fontes de calor a temperaturas de 400 K e 300 K. o trabalho realizado é nulo. 500 K b) 50%. vale: a) 1 000 b) 600 c) 500 d) 400 e) 200 SIMULADÃO 73 . (02) No percurso BC. com base na termodinâmica. Determine. 434 (Unimep-SP) Uma máquina térmica. Dê como resposta a soma dos números que precedem as afirmativas corretas. em cada ciclo. 436 (PUCC-SP) A turbina de um avião tem rendimento de 80% do rendimento de uma máquina ideal de Carnot operando às mesmas temperaturas. Processo 4 – 1: aquecimento à volume constante até 300 K. respectivamente: a) 60%. pode-se concluir: (01) No percurso AB. ocorre aumento da energia interna. o calor líquido produzido ao longo desse ciclo. executa 10 ciclos por segundo. 327 K 437 (UEL-PR) O processo cíclico na máquina de Carnot. com T1 T2. com T1 T2. recebe o trabalho externo W e rejeita uma quantidade de calor Q2 para uma fonte térmica quente à temperatura T2. Em cada ciclo ela recebe 1 000 cal da fonte quente. (08) Ao completar cada ciclo. um ciclo do funcionamento de um refrigerador: d) 30%. em calorias. representado na figura: P (102 N/m2) 4 2 A B D 0. c) Remove uma quantidade de calor Q1 de uma fonte térmica fria à temperatura T1. Processo 3 – 4: resfriamento à pressão constante até 150 K. em calorias. Com esses dados. Sabe-se que a máquina opera com a fonte fria a 27 °C. de modo que o gás realize quatro ciclos por segundo. o calor rejeitado por ciclo à fonte fria.2 V (m3) 0 Nessas condições. 600 K c) 40%. a potência dessa máquina será igual a 8 102 W. o trabalho realizado pelo gás é igual a 4 102 J. em joules. (04) No percurso CD. durante o ciclo descrito acima. com T1 T2. Em cada ciclo retira 800 J da fonte quente e cede 400 J para a fonte fria. Ilustre os processos em um diagrama pressão-volume e determine o trabalho executado pelo gás. d) Remove uma quantidade de calor Q1 de uma fonte térmica fria à temperatura T1 e rejeita a quantidade de calor Q1 para uma fonte térmica quente à temperatura T2. vale: a) 300 b) 450 c) 600 d) 750 e) 900 439 (UEL-PR) Uma determinada máquina térmica deve operar em ciclo entre as temperaturas de 27 °C e 227 °C. ainda. (Dado: 1 atm 105 Pa) a) Remove uma quantidade de calor Q1 de uma fonte térmica quente à temperatura T1. Se. operando em ciclos.

respectivamente). Numa noite de Lua cheia. a distância da Terra à Lua é de aproximadamente: a) 1. sendo uma de suas paredes feita de vidro fosco.5 10 3 3 uA uA d) 2.1 m. Sabendo-se que o diâmetro do Sol é de 14 108 m e a distância do Sol à Terra é de 15 1010 m. Facilmente chegou à conclusão de que a altura do prédio da escola era de cerca de 22. a sombra perde a nitidez até desaparecer. As medidas por ele obtidas para as sombras foram L 10. Quando colocamos diante dele. Entretanto.5 10 b) 2.30 m e) 0. Ela nota que a sombra do lápis é bem nítida quando ele está próximo ao solo mas.5 m b) 1. restando apenas a penumbra.15 m F vidro fosco (translúcido) A alternativa que melhor representa essa imagem é: a) P c) P d) P e) P b) P P 445 (ENEM) A figura mostra um eclipse solar no instante em que é fotografado em cinco diferentes pontos do planeta. a certa distância.4 m e 0. como mostra o desenho. L 441 (Fuvest-SP) Num dia sem nuvens. verificou que em uma das paredes de sua sala de estudos havia um pequeno orifício. 443 (MACK-SP) Um estudante interessado em comparar a distância da Terra à Lua com a distância da 74 SIMULADÃO P P P . sua sombra é muito pouco nítida. O aluno. Qual é a altura do aluno? Terra ao Sol. pelo qual passava a luz do Sol. a sombra projetada no chão por uma esfera de 1.4 m c) 0.75 m d) 0.8 m. observou que pelo mesmo orifício passava a luz proveniente da Lua e a imagem do satélite da Terra tinha praticamente o mesmo diâmetro da imagem do Sol.25 uA 444 (FEMPAR) Uma câmara escura é uma caixa fechada.0 10 3 m de diâmetro paralelamente ao solo e observa a sombra por ele formada pela luz do Sol. costumeiramente chamada unidade astronômica (uA). se a esfera estiver a 200 cm do chão. Como. em determinada hora da manhã. ao meio-dia. há um pequeno orifício (F).ÓPTICA GEOMÉTRICA 440 (PUC-SP) A um aluno foi dada a tarefa de medir a altura do prédio da escola que freqüentava. ele havia concluído que o diâmetro do Sol é cerca de 400 vezes o diâmetro da Lua. implementou uma experiência da qual pôde tirar algumas conclusões.0 cm de diâmetro é bem nítida se ela estiver a 10 cm do chão. Pode-se afirmar que a principal causa do efeito observado é que: a) o Sol é uma fonte extensa de luz b) o índice de refração do ar depende da temperatura c) a luz é um fenômeno ondulatório d) a luz do Sol contém diferentes cores e) a difusão da luz no ar “borra” a sombra 442 (Vunesp-SP) Quando o Sol está pino. Sol I II III IV V Três dessas fotografias estão reproduzidas abaixo.5 uA e) 400 uA H h c) 0. pode-se afirmar que a sombra desaparece quando a altura do lápis em relação ao solo é de: a) 1. No centro da parede oposta. pensou em utilizar seus conhecimentos de ótica geométrica e mediu. então. o comprimento das sombras do prédio e a dele próprio projetadas na calçada (L e . através de outra experiência. a letra P) vemos formar-se sobre o vidro fosco uma imagem desse objeto. à medida que vai levantando o lápis. um objeto luminoso (por exemplo. proporcionando na parede oposta a imagem do astro. uma menina coloca um lápis de 7. Durante o dia.

verde. c) A radiação recebida hoje na Terra foi emitida pela estrela há 1 bilhão de anos. A imagem do lápis: a) é real e fica a 20 cm do espelho b) é virtual e fica a 20 cm do espelho c) é real e fica a 10 cm do espelho d) é virtual e fica a 10 cm do espelho e) é real e fica junto ao espelho 453 (PUC-RIO) A figura representa um raio luminoso incidido sobre um espelho plano A e. O mesmo está sendo iluminado apenas pela luz do Sol. respectivamente. aos pontos: a) III. As cores que podem ser vistas nas regiões A. a estrela está a 1 bilhão de anos-luz da Terra. que produz uma imagem desse lápis. Os 1 3 três feixes se cruzam na posição A e atingem o anteparo nas regiões B. Isso quer dizer: a) A estrela está a 1 bilhão de quilômetros da Terra. 447 (Faap-SP) Uma fonte luminosa projeta luz sobre as paredes de uma sala. C B C D e D. branco. a radiação da estrela não será mais observada na Terra. também vertical. azul d) amarelo. b) Daqui a 1 bilhão de anos. vermelho. IV e III d) I. Se o mesmo for visto à luz do dia. vermelho e) amarelo. Um pilar intercepta parte dessa luz. vermelho b) branco. branco. II e V a) branco. verde. e) Quando a radiação foi emitida pela estrela. em seguida. II e III e) I. são: b) 90° c) 20° d) 65° e) 70° SIMULADÃO 75 . vermelho. O feixe 1 é vermelho. branco c) branco. Esse fato se explica pelo: a) princípio de independência dos raios luminosos b) fenômeno de refração que ocorre na superfície do espelho c) fenômeno de absorção que ocorre na superfície do espelho d) princípio de propagação retilínea dos raios luminosos e) princípio da reversibilidade dos raios luminosos 452 (Esam-RN) Um lápis está na posição vertical a 20 cm de um espelho plano. V e II b) II. III e V c) II.As fotos poderiam corresponder. ela tinha a idade de 1 bilhão de anos. Observamos que ele tem cor azul. d) Hoje. respectivamente. O ângulo que a direção do raio refletido faz com a direção perpendicular ao espelho B é: a) 0° B 20° A 446 (Fuvest-SP) Uma estrela emite radiação que percorre a distância de 1 bilhão de anos-luz até chegar à Terra e ser captada por um telescópio. A penumbra que se observa é devida: a) ao fato de não se propagar a luz rigorosamente em linha reta b) aos fenômenos de interferência da luz depois de tangenciar as bordas do pilar c) ao fato de não ser pontual a fonte luminosa d) aos fenômenos de difração e) à incapacidade do globo ocular em concorrer para uma diferenciação eficiente da linha divisória entre luz e penumbra 448 (Fameca-SP) Um pedaço de papel apresenta-se vermelho quando iluminado por uma luz monocromática vermelha e apresenta-se preto sob luz monocromática azul. porque ele: a) irradia luz azul b) absorve luz azul c) reflete luz azul 451 (PUCC-SP) O motorista de um carro olha no espelho retrovisor interno e vê o passageiro do banco traseiro. como mostra a figura. C e A D. azul. refletido pelo espelho plano B. verde. verde. azul 450 (USC-SP) Um objeto está colocado sobre uma mesa que está ao ar livre. o 2 2 é verde e o 3 é azul. Se o passageiro olhar para o mesmo espelho verá o motorista. B. de mesma intensidade. podem ser vistos atravessando uma sala. deverá apresentar-se na cor: a) verde b) azul c) branca d) vermelha e) preta d) difrata luz azul e) refrata luz azul 449 (UFV-MG) Três feixes de luz. azul.

é: E A B C D E 45° a) A b) B c) C d) D e) E 461 (UFRJ) Numa fábrica. situado a 40 cm de uma flor presa na parte de trás dos seus cabelos. Um espelho plano deve ser colocado na parede DC. 40 cm 15 cm Buscando uma visão melhor do arranjo da flor no cabelo. está próxima de: a) 55 cm b) 70 cm c) 95 cm d) 110 cm 76 SIMULADÃO 45 O A P M B 5 460 (Fuvest-SP) Um espelho plano. para observar seu penteado. . ABCD. ela segura. O ângulo vale: O B 458 (UFPel-RS) Quando você se aproxima de um espelho plano de grandes dimensões. D C a) 0° b) 10° c) 20° 20° raio incidente A d) 30° e) 40° 455 (UCDB-MS) Uma pessoa está vestindo uma camisa que possui impresso o número 54. a fim de ver os sapatos que está calçando. possa ver o máximo possível do trecho de parede MB. A menor distância entre a flor e sua imagem. Para ter acesso visual ao compartimento superior. com dois espelhos planos. um galpão tem o teto parcialmente rebaixado. coloca-se em frente a um espelho plano de parede.60 c) 2. vista pela garota no espelho de parede. igual a: a) 1.20 b) 1.40 m de altura e uma lâmpada está a 80 cm do teto. a 15 cm da flor. Determine a largura mínima do espelho. constrói-se um sistema ótico simples. de 12 m de lado. Sobre o espelho OA incide um raio de luz horizontal. tem a impressão de que sua imagem se aproxima do espelho e vai aumentando de tamanho. conforme a figura. criando um compartimento superior que é utilizado como depósito. verá a imagem do número como: a) 54 54 b) 54 c) 54 d) 54 45 e) 54 456 (UFAL) Um espelho plano está no piso horizontal de uma sala com o lado espelhado voltado para cima. forma um ângulo de 45° com o chão. mostrado na figura. em metros. com uma das mãos. o raio emerge formando um ângulo com a normal ao espelho OB. no plano do papel. não importando sua altura. com uma parede de 6 m de comprimento. um perpendicular ao outro. a) Isso realmente acontece? Justifique. por exemplo). um pequeno espelho plano atrás da cabeça.40 d) 3.80 457 (UERJ) Uma garota. de modo que uma pessoa situada em P (ponto médio de AM). em posição inclinada. preso a uma parede vertical. b) Quais as características da imagem observada num espelho plano? 459 (UFCE) A figura mostra uma sala quadrada.454 (Fuvest-SP) A figura mostra uma vista superior de dois espelhos planos montados verticalmente. O teto da sala está a 2. indo do ponto M (ponto médio de AB) até o ponto O (centro geométrico da sala). de modo que uma pessoa no andar de baixo possa ver as imagens dos objetos guardados no depósito (como o objeto AB.20 e) 4. A flecha que melhor representa a direção para a qual ela deve dirigir seu olhar. Se essa pessoa se olhar em espelho plano. Uma pessoa observa-se no espelho. Após reflexão nos dois espelhos. Com esses dados pode-se concluir que a distância entre a lâmpada e sua imagem formada pelo espelho plano é.

20 m e) 4. para ver a imagem A B em toda sua extensão? 463 (MACK-SP) Quando colocamos um ponto objeto real diante de um espelho plano. a) Ambos os espelhos são convexos. estão fixos em uma mesma moldura. Se esse ponto objeto for deslocado em 40 cm de encontro ao espelho. SIMULADÃO 77 . respectivamente. Logo. do intervalo dentro do qual deve se posicionar o observador O. sabendo que o ponto C é o centro de curvatura do espelho. A respeito desses espelhos. podemos concluir que os espelhos formam um ângulo de: a) 10° d) 36° b) 25° e) um valor diferente desses c) 30° 465 Construa a imagem do quadrado ABCD indicado na figura. 462 (Vunesp-SP) As coordenadas (X.A B depósito a) Quais são as coordenadas das extremidades A e B da imagem A B ? b) Quais as extremidades. é CORRETO afirmar: A B O observador O. os espelhos planos são perpendiculares entre si. a distância entre ele e sua imagem conjugada é 3. conforme a figura. localizado em X0 7 m sobre o eixo X. como mostra a figura 2. nessa posição final. A 45° 45° B observador Na outra. 0) e (2. A e B.80 m d) 3.00 m b) 2. ambos formando 45° com a horizontal.20 m. A 45° 45° B B A observador C D F V Analise essas duas configurações. e verifique em qual das duas o observador no térreo vê a imagem invertida do objeto AB. observador galpão São possíveis duas configurações. ambos formando 45° com a horizontal.40 m c) 3. Y) das extremidades A e B do objeto AB mostrado na figura são (0.60 m 464 (Cefet-PR) Dois espelhos planos fornecem 11 (onze) imagens de um objeto. X1 e X2. Uma vela acesa é colocada em frente e a uma mesma distância dos espelhos. sobre o eixo X. formada pelos espelhos. b) O espelho A é convexo. Na primeira. Observa-se que a imagem. desenhando as trajetórias de raios luminosos. será: a) 2. 0). é maior que a vela no espelho B e menor no espelho A. vê a imagem A B do objeto AB formada pelo espelho plano E da figura. e B é côncavo. sua nova distância em relação à respectiva imagem conjugada. os espelhos planos são paralelos. como mostra a figura 1. y (m) 8 6 4 2 0 A B 0 2 4 6 O 8 10 12 14 16 x (m) E 466 (PUC-MG) Dois espelhos distintos.

0 m de altura. entre o foco e o vértice.6. já que sempre forma imagem direita. d) Ambas as imagens são reais. m. o carro de trás está a 10 m de distância do espelho. e que. atrás dele. d) O espelho côncavo é adequado para se fazer barba. Em poucos minutos as velas do navio estavam ardendo em chamas. foi dada a ordem para que os soldados se colocassem formando um arco e empunhassem seus escudos. e no espelho B é real. independente da posição do objeto. ou seja. Estime a potência total incidente na região do foco. e) Ambos os espelhos podem projetar imagens sobre um anteparo. independente da posição do objeto. Di a distância da imagem ao espelho (considerada positiva se a imagem for real e negativa se a imagem for virtual) e r o raio de curvatura do espelho (considerado negativo. com velocidade constante. à a) Qual deve ser o raio do espelho côncavo para que a intensidade do Sol concentrado seja máxima? b) Considere a intensidade da radiação solar no momento da batalha como 500 W/m2. quando Siracusa estava sitiada pelas forças navais romanas. desde que a distância focal seja tal que o rosto possa se posicionar. já que sempre forma imagem maior e direita. 467 (UFU-MG) No quadro. é dado por m D0 1 D0 1 Di 78 SIMULADÃO . para diferentes posições do objeto relativas ao espelho. maior e direita Espelho convexo virtual. entre o foco e o centro de curvatura. Sol 30 m É correto afirmar: a) O espelho convexo é adequado para se fazer barba. Posição do objeto relativa ao espelho Características da imagem formada Espelho côncavo além do centro de curvatura entre o foco e o centro de curvatura entre o foco e o vértice do espelho real. pois só nessa situação a imagem formada será direita e menor.c) A imagem formada no espelho A é virtual. convexos (como os espelhos usados dentro de ônibus urbanos. desde que o rosto se posicione. e) O espelho côncavo é adequado para se fazer barba. são apresentadas as características das imagens formadas por espelhos côncavo e convexo. Suponha que os raios do Sol cheguem paralelos ao espelho e sejam focalizados na vela do navio. 60% da intensidade incidente é refletida. 469 (UFRN) Os espelhos retrovisores do lado direito dos veículos são. r Di . em geral. Arquimedes ordenou que 60 soldados polissem seus escudos retangulares de bronze. maior e invertida virtual. ou mesmo em agências bancárias ou supermercados). Uma forma de entendermos o que ocorreu consiste em tratar o conjunto de espelhos como um espelho côncavo. e assim não foi dessa vez que Siracusa caiu. O carro de Dona Beatriz tem um espelho retrovisor convexo cujo raio de curvatura mede 5 m. Na véspera da batalha. A equação dos pontos conjugados é 2 . menor e invertida real. para espelhos convexos). menor e direita luz do Sol nascente. de forma confortável. de forma confortável. menor e direita virtual. vem um outro carro. Considere que esse carro está se movendo em uma rua retilínea.5 m de largura por 1. e o aumento linear transversal. Isso foi repetido para cada navio. desde que sua distância focal seja maior que o comprimento do carro. Quando o primeiro navio romano se encontrava a aproximadamente 30 m da praia para atacar. No instante em que Dona Beatriz olha por aquele retrovisor.. Considere que a refletividade efetiva do bronze sobre todo o espectro solar é de 0. como representado esquematicamente na figura abaixo. b) O espelho convexo é adequado para uso como retrovisor lateral de carro.C. 468 (Unicamp-SP) Uma das primeiras aplicações militares da ótica ocorreu no século III a. menor e direita virtual. c) O espelho côncavo é adequado para o uso como retrovisor lateral de carro. Seja Do a distância do objeto ao espelho (que é uma grandeza positiva). medindo 0.

igual a: a) 1. III – A distância focal do espelho é 2. em metros/segundo. imersa no ar 0° R (n 1). Com relação a esse fato. c) Especifique se tal imagem será direita ou invertida. Justifique. onde a velocidade passa a ser 2. a 20. nesse material ela é.25 c) 1. e) n. Despreze o atrito e suponha que a constante elástica da mola seja de 100 N/m. Podemos afirmar que: a) o espelho é convexo b) a distância da lâmpada ao espelho é de 40 cm c) a distância do espelho ao anteparo é de 10 cm d) a distância focal do espelho é de 7 cm e) o raio de curvatura do espelho é de 16 cm 474 (IME-RJ) a) Um observador.3 108 c) 3.4 108 m/s.0 108 476 (FMU-SP) Um raio de luz passa no vácuo. 3 b) Real e colocada a 60.50 cm de altura.7 108 b) 2.0 cm do vértice de E? a) Virtual e reduzida a 1 do tamanho do objeto.6 b) 1. Qual tipo de imagem obteremos se colocarmos um objeto real de 7. Assinale: a) se somente I estiver correta b) se somente II estiver correta c) se somente III estiver correta d) se I e II estiverem corretas e) se II e III estiverem corretas 472 (Unimep-SP) Um objeto de 15 cm de altura é colocado perpendicularmente ao eixo principal de um espelho côncavo de 50 cm de distância focal. para um líquido. cujo comprimento é de 17 cm quando não solicitada.d.3.5 cm. Sendo a velocidade da luz no vácuo 3. uma vez que a esfera está ligada ao espelho através de uma mola distendida. verticalmente. 471 (MACK-SP) Um objeto. vê sua imagem direita e ampliada três vezes.0 cm. Calcule a posição que esta deva ser colocada em relação ao espelho.a) Calcule a que distância desse espelho retrovisor estará a imagem do carro que vem atrás. considere as afirmações: III – A imagem do objeto é virtual. d) Real. ainda. indique a razão pela qual a indústria automobilística opta por esse tipo de espelho. Um raio de luz monocromática incidente (I) e o respectivo raio refra90° tado (R) estão representa. Sabendo-se que a imagem formada mede 7. Calcule. que contém um líquido transparente. Qual é o tipo de espelho utilizado? Justifique.8 e) 7. invertida e de tamanho igual ao do objeto. Justifique.2 d) 3. podemos afirmar que: a) o raio de curvatura do espelho mede 75 cm b) o objeto está entre o foco e o vértice do espelho c) o objeto está a 75 cm do vértice do espelho d) o objeto está a 150 cm do vértice do espelho e) n.a.5 d) 1. b) Especifique se tal imagem será real ou virtual. I 180° SIMULADÃO 79 . estando a 20 cm de distância de um espelho esférico. III – A imagem está a 30 cm do espelho.0 cm da frente do espelho. quando refletidos. Justifique.3 108 477 (FURRN) Dispõe-se de uma cuba semicircular. c) Virtual e três vezes mais alta que o objeto. nessa posição.d.a. b) Suponha que raios solares incidam no espelho do item a e que. O índice de refração do líquido é: a) 0. 470 (ITA-SP) Seja E um espelho côncavo cujo raio de curvatura é 60. onde sua velocidade é 3 108 m/s. para que seu aumento de temperatura seja máximo.9 108 e) 4. A imagem é quatro vezes maior que o objeto. 475 (Unifor-CE) O índice de refração absoluto de um material transparente é 1. e) Do ponto de vista da Física. d) Especifique se tal imagem será maior ou menor que o objeto.270° líquido dos na figura ao lado.5 cm de altura. colocado perpendicularmente sobre o eixo principal de um espelho esférico e a 6 cm de seu vértice. 473 (UFU-MG) A distância entre uma lâmpada e sua imagem projetada em um anteparo por um espelho esférico é 30 cm. tem imagem invertida e 5 vezes maior. atinjam uma esfera de cobre de dimensões desprezíveis. a intensidade da força necessária para manter a esfera em repouso.0 108 m/s.

90 c) 1. N r 45° ar líquido r r 478 (Vunesp-SP) A figura mostra a trajetória de um raio de luz que se dirige do ar para uma substância X. a velocidade de propagação da luz é a mesma d) a velocidade de propagação da luz no meio A é menor que no meio B e) a velocidade de propagação da luz no meio A é maior que no meio B 480 (Unifor-CE) Um raio de luz monocromática incide na superfície de um líquido. em um certo instante. o ângulo indicado no esquema é: sen 45° a) 60° b) 75° c) 90° d) 105° e) 120° Usando a lei de Snell e a tabela dada. a 1 e a 2 .8 ⎩ 0. totalmente amarrado e imerso em um tanque transparente.4 d) 1. ambos homogêneos e transparentes como mostra a figura. o índice de refração do meio (2) em relação ao ar (1) vale: a) 1. é possível concluir que o índice de refração da substância X em relação ao ar é igual a: a) 0.87 1. Durante esse número.50 0. 53° ⎧ sen 37° cos 53° Dados: ⎨ cos 37° sen 53° 0. um dos holofotes do circo. respectivamente.34 e) 1. sen 30° 60° 42° 48° substância x ar Dados: sen 30° cos 60° cos 45° 1 2 30° 42° 48° 60° 90° 0.67 0.70 0.70 0. escapará de modo surpreendente.67 b) 0. o estudante conclui que: ar meio 2 S meio A meio B 50° 70° a) o valor do índice de refração do meio A é maior que o do meio B b) o valor do índice de refração do meio A é metade que o do meio B c) nos meios A e B.2 c) 1.75 c) 0.74 0. Como a distância OP é igual a 10 cm e RS. o ilusionista vê.25 b) 0.6 80 SIMULADÃO .71 b) 1. conforme está indicado no esquema.67 R O P 479 (MACK-SP) Um estudante de Física observa um raio luminoso se propagando de um meio A para um meio B.50 0.0 Admita: sen 45° cos 45° sen 30° cos 30° 0. cheio de água.33 e) 0. respectivamente.O índice de refração absoluto do líquido vale: a) 0. 8 cm.00 2 2 Sendo os índices de refração absoluto do ar e do líquido iguais.86 raios r e r . A partir desse fato.17 d) 1.7 e) 2.48 481 (Cefet-PR) Está representada a seguir a trajetória percorrida por um raio de luz que passa do ar (1) para um meio mais refringente.80 d) 1. refratado e refletido. que lhe parece estar a 53° acima da horizontal. dando origem aos 482 (UERJ) O apresentador anuncia o número do ilusionista que.

ao atingir uma gota de água. A figura abaixo mostra o que ocorre com um raio de luz solar. As posições reais do pássaro e do peixe são: a) I e IV b) I e V c) II e V d) II e VI e) III e V ar água I II III IV V VI luz violeta luz vermelha III Considerando as informações acima. b) A é mais refringente que B. o raio luminoso faz com a normal um ângulo de: a) 30° b) 45° c) 60° d) 75° e) n. Lembre-se que para ângulos pequenos sen (a) tg (a). e o ângulo de incidência é menor que o ângulo limite. 485 (UCS-RS) Um raio luminoso monocromático propaga-se num líquido transparente de índice de refração absoluto n. Um raio II incide perpendicularmente à superfície cilíndrica formando um ângulo com a direção OC e emerge com direção praticamente paralela à face plana.a. apenas os raios de luz vermelha e violeta. 488 (UMC-SP) Um raio luminoso incide sob um ângulo de 45° numa lâmina de faces planas e paralelas. e o ângulo de incidência é menor que o ângulo limite. Suponha o vidro da máscara plano e de espessura desprezível. Podemos afirmar que: a) A é mais refringente que B. Um peixe está a uma distância de 2. no plano da folha. mostrados acima. que limitam o espectro da luz branca. quando olha para baixo. ar líquido 90° d) 2 e) 3 c) 2 489 (Fuvest-SP) Um raio de luz I.5. de 4 cm de espessura e índice de refração igual a 1. formando o arco-íris. segundo um ângulo de 45° com a normal OC à face plana. e o ângulo de incidência é maior que o ângulo limite. quando olha para cima. e) A é menos refringente que B. e sofre reflexão total. dentro da gota. Podemos concluir que: SIMULADÃO 81 . com maior velocidade? Justifique sua resposta. Calcule a que distância o mergulhador vê a imagem do peixe. Ao sair da lâmina. para simplificar a figura. Qual delas propaga-se. vê o peixe na posição V. 484 (MACK-SP) Um raio de luz que se propaga num meio A atinge a superfície que separa esse meio de outro. luz branca I II 486 (UFOP-MG) A figura mostra o olho de um mergulhador que. e o ângulo de incidência é maior que o ângulo limite. Representamos. incide no ponto C do eixo de um semicilindro de plástico transparente. 3 determine o ângulo real que o holofote faz com a horizontal. imersa no ar. ⎝ 3⎠ Por isso usamos máscaras de mergulho.0 m de um mergulhador. vê o pássaro na posição II e. 483 (UFPel-RS) Em dias chuvosos. O raio emerge pela superfície cilíndrica segundo um ângulo de 30° com a direção de OC.d.Sabendo que o índice de refração da água é 4 . Pode-se então dizer que o valor do índice de refração n vale: a) 1 2 b) 1 i L 487 (UFRJ) Temos dificuldade em enxergar com nitidez debaixo da água porque os índices de refração da córnea e das demais estruturas do olho são muito ⎛ 4⎞ próximos do índice de refração da água (nágua ⎜ ⎟). d) A é menos refringente que B. responda às seguintes perguntas: a) Quais os fenômenos. o que inter1) entre a põe uma pequena camada de ar (nar água e o olho. e o ângulo de incidência é igual ao ângulo limite. B. II e III? b) O índice de refração da água é maior para a luz violeta do que para a luz vermelha. podemos ver no céu o fenômeno da dispersão da luz solar. O ângulo limite nesse meio vale 30°. que ocorrem com o raio de luz vermelha nas posições I. c) A é menos refringente que B.

629 e sen 23° 0. podemos afirmar que o índice de refração do material de que ele foi feito tem valor: II a) igual a 1. de material transparente.71 e) diferente de qualquer dos acima especificados 493 (Unifor-CE) Um raio de luz r incide na face de um prisma.5° e) passar para o ar na segunda face do prisma. 45° B 82 SIMULADÃO . nas duas superfícies de separação. afirmar que: a) n1 b) n1 c) n1 n2 n2 n2 n3 n3 n3 Esse raio de luz vai: Índice de refração em relação ao ar 1. 45° 490 (UFSM-RS) Um raio luminoso sofre as refrações mostradas na figura. Sabendo que o ângulo de refringência do prisma vale 46° e que sen 39° 0. mantido em repouso sobre uma superfície horizontal.26 a) passar para o ar na segunda face do prisma. então. N1 n1 n2 n3 dioptro 2 N2 dioptro 1 Pode-se.00 1. atingindo o fundo do recipiente. I e II.63 d) n1 e) n1 n2 n2 n3 n3 r 491 (VUNESP) Observe a tabela. formando-se duas camadas distintas. ao atravessar os meios com índices de refração n1. ar I II a) Qual dessas substâncias forma a camada I? Justifique sua resposta. formando um ângulo de reflexão igual a 22.a) b) c) d) 0° 30° 45° 60° O I 30° 45° II C I e) a situação proposta no enunciado não pode ocorrer 492 (UFRJ) O desvio mínimo que certa radiação monocromática pode sofrer ao atravessar um dado prisma óptico é de 32°. formando um ângulo de reflexo igual a 45° c) incidir na segunda face do prisma e refletir sobre si mesmo d) incidir na segunda face do prisma e refletir. aproximando-se da normal b) incidir na segunda face do prisma e refletir. conforme figura. de modo que a luz não é transmitida através da superfície BC. Qual o menor valor admissível para o índice de refração do prisma? A 45° 90° C Volumes iguais desses dois líquidos foram colocados cuidadosamente em um recipiente cilíndrico de grande diâmetro. n2 e n3. Esboce qualitativamente a trajetória desse raio. afastando-se da normal 494 Um prisma imerso no ar deve ser usado para mudar a direção do feixe de luz incidente por 90°. b) Um raio de luz incide com ângulo i 0° num ponto da superfície do líquido I e se refrata sucessivamente. conforme está indicado no esquema.51 c) igual a 1. Substância líquida (ordem alfabética) água dissulfeto de carbono Massa específica (g/cm3) 1.41 b) igual a 1.33 1. O ângulo limite de refração para o ar é 41°.61 d) igual a 1. desde o ar até o fundo do recipiente. de mesma altura.390.

principalmente. não sofre desvio. um feixe de luz solar na superfície da folha. passando por um foco principal. cujos perfis são mostrados a seguir: E Figura 1 I S II III IV Para conseguir seu intento. ao emergir da lente ele o fará de modo que ele ou seu prolongamento passe por um foco principal. o estudante poderá usar as lentes: a) I ou II somente d) II ou III somente e) II ou IV somente b) I ou III somente c) I ou IV somente S Figura 2 Esses fatos ocorrem. passando pelo foco secundário. concentrando. são feitas as afirmações seguintes: III – Todo raio de luz que atravessa a lente. Um raio luminoso de comprimento de onda incide no prisma formando um ângulo de 45° com a normal. Para tal. dando-nos a impressão de que a estrela está mais alta (E ) do que realmente está (Figura 1). passando pelo seu centro óptico. II e III 498 (Cesgranrio-RJ) Um estudante deseja queimar uma folha de papel. devido à: a) variação de índice de refração do ar com a altitude b) variação de índice de refração do ar com a longitude c) variação de índice de refração do ar com a latitude d) dispersão da luz ao atravessar a atmosfera e) forma esférica da Terra e à atração gravitacional sofrida pela Lua 497 (UEPI) Com relação às propriedades geométricas da propagação do raio luminoso através de lentes. por meio de prolongamento. pode-se observar a imagem do Sol (S ) mesmo depois que ele (S) se pôs no horizonte ou antes de nascer (Figura 2). com apenas uma lente. ao atravessar a atmosfera. 499 (Fiube-MG) Na figura estão representados um objeto e uma lente divergente delgada. em que ponto do eixo óptico vai se formar a imagem conjugada pela lente? a) A b) B c) C d) D e) E SIMULADÃO 83 . lente objetivo foco A B C foco D E Aproximadamente. passando por um foco secundário ao emergir da lente. em relação ao raio incidente.495 (Vunesp-SP) Um prisma de vidro tem os três 2 em relalados iguais e índice de refração n ção ao ar. por isso. São corretas: a) todas as afirmações b) apenas uma das afirmações é correta c) as afirmações I e IV d) as afirmações II e III e) as afirmações I. sofrem desvios. E 45° III – Todo raio luminoso que incide na lente. Também. ele dispõe de 4 lentes de vidro. passará pelo foco principal. III – Qualquer raio luminoso que incide na lente. para um determinado comprimento de onda . emerge da lente. Calcule o ângulo de desvio do raio que emerge do prisma. a) 60° b) 45° c) 0° d) 30° e) 15° 496 (PUCC-SP) Os raios de luz provenientes de uma estrela (E). IV – Se um raio luminoso incide em uma lente paralelamente ao eixo principal.

O I F F a) Construa e identifique as 2 imagens: A1B1 e A2B2. L R A B E É correto afirmar que X é: a) um espelho côncavo b) um espelho convexo c) um espelho plano d) uma lente convergente e) uma lente divergente 501 (PUC-SP) No esquema a seguir. conjugada por uma lente esférica delgada. a sua imagem virtual. em escala. pode-se afirmar corretamente que: a) são sempre maiores que o objeto b) são sempre menores que o objeto c) podem ser diretas ou invertidas d) são sempre diretas e) são sempre invertidas 506 (Esam-RN) Uma lente delgada convergente tem distância focal igual a 10. A distância de um objeto real ao foco objeto da lente é de 20.0. através de um esboço gráfico. indicado na figura. virtual e direta A partir das informações contidas no texto e na figura.0. normal ao eixo da lente. próximo ao eixo e à esquerda da lente. A primeira. real e direta e) 25. em centímetros. A1B1. estão representados uma lente L delgada.0. é 84 SIMULADÃO . atearem fogo em papéis ou em pedaços de madeira. real e invertida b) 5. onde se forma a imagem do Sol c) dê as características dessa imagem 503 (Fuvest-SP) Na figura. brincando com uma lente. formada pela lente. divergente. ao concentrarem a luz do Sol nesses materiais. Uma fina haste AB está colocada normal ao eixo da lente.0. Diferencie claramente com linha cheia este raio de outros raios auxiliares. O é um objeto real e I. b) Considere agora o raio R. é sempre divergente d) mergulhada num líquido. e um espelho plano E. real e direta c) 25. real e invertida d) 25.500 (PUC-MG) A figura representa um instrumento óptico X. Complete a trajetória deste raio até uma região à esquerda da lente.0. da imagem ao foco imagem e duas características da imagem são: a) 5. A segunda. com seus focos F. mas bastante afastado desta. um objeto O e sua imagem fornecida pelo instrumento. I O x a imagem direita de AB formada pela lente. é a imagem. partindo de A em direção à lente L. A distância. A2B2. 504 (PUC-SP) Uma lente de vidro cujos bordos são mais espessos que a parte central: eixo principal da lente a) deve ser divergente b) deve ser convergente c) no ar. A respeito das imagens virtuais. em dias de Sol.0 cm. observa duas imagens da haste. do reflexo A B da haste AB no espelho E. torna-se divergente e) nunca é divergente 505 (PUC-RS) As imagens de objetos reais produzidas por lentes e espelhos podem ser reais ou virtuais. Um observador O. podemos concluir que a lente é: a) convergente e está entre O e I b) convergente e está à direita de I c) divergente e está entre O e I d) divergente e está à esquerda de O e) divergente e está à direita de I 502 (UFPel-RS) É comum as crianças.0 cm. Considerando essa situação: a) diga qual o tipo de lente utilizada b) represente.

Uma lente convergente. numa tela que dista 80 cm da vela.5 cm do objeto b) real. A convergência da lente é de: 1 di a) 1 di c) e) 20 di 10 10 b) 10 di d) 10 di 514 (UMC-SP) Duas lentes delgadas justapostas têm convergências de 2. também de 25 cm. a 25 cm da lente c) real.5 e 32. em centímetros. em duas posições distintas.0 d) 0. obtém-se uma imagem com aumento linear transversal igual a 20. a distância focal da lente.0 b) 1. as distâncias entre o objeto e as posições da lente acima referidas são. Para que seja possível obter uma ampliação de 200 vezes. em centímetros: a) 5 e 35 b) 7. terá uma imagem: a) virtual. A imagem da lâmpada conjugada por essa lente tem 519 (MACK-SP) Um projetor de diapositivos (slides) usa uma lente convergente para produzir uma imagem na tela que se encontra a 5 m da lente.5 cm. invertida e ampliada.507 (UFBA) Projeta-se.5 e 27. objeto 4 cm 100 cm 1 cm 513 (UMC-SP) Uma lente divergente possui 10 cm de distância focal. A distância do projetor à tela é d 5. a.5 c) 10 e 30 509 (PUC-RJ) Um objeto real que se encontra a uma distância de 25 cm de uma lente esférica delgada divergente. iguais a: a) 15 cm e 3 b) 15 cm e c) 15 cm e 3 3 d) 10 cm e 4 4 e) 16 cm e metade do tamanho da lâmpada e se forma sobre um anteparo a 60 cm da lente. Sabendo que a distância focal dessa lente é de 7. é: a) 25. colocada a 20 cm da lente.0 dioptrias e 3. direita e reduzida. Determine em centímetros a que distância da lente está a imagem de um objeto localizado a 30 cm dessa mesma lente. a 12. Calcule a distância focal e localize a posição de uma lente delgada que produza o mesmo efeito. 510 (UFBA) A imagem de uma estrela distante aparece a 10 cm de uma lente convergente. cuja distância focal é. conforme a figura. em centímetros. iguais a: a) 40 e b) 30 e c) 20 e 40 40 30 d) 10 e e) 10 e 30 15 d) virtual e direita e) n. A convergência da associação em dioptrias será de: a) 1. respectivamente. Sua imagem é: a) real e invertida b) real e direita c) virtual e invertida 516 (UEL-PR) Justapondo-se uma lente convergente e outra divergente obtém-se uma lente convergente de distância focal 30 cm.0 d) 12.0 dioptrias. respectivamente. em valor absoluto.5 e) 15 e 25 515 (FEI-SP) Um objeto real encontra-se a 20 cm de uma lente biconvexa convergente de 10 dioptrias.25 m.25 512 (Unifor-CE) Uma pequena lâmpada fluorescente está acesa e posicionada perpendicularmente ao eixo principal de uma lente delgada convergente. com o auxílio de uma lente delgada. a imagem real de uma vela. 517 (PUC-SP) A objetiva de um projetor cinematográfico tem distância focal 10 cm.25 c) 4. em dioptrias. Nessas condições. invertida e do mesmo tamanho do objeto.0 b) 0. forma imagens do objeto no anteparo. A convergência da lente do projetor. A distância focal da lente e o aumento linear transversal da imagem são.0 d) 3. o comprimento da sala de projeção deve ser aproximadamente: a) 20 m b) 15 m c) 10 m d) 5 m e) 4 m 518 (FEI-SP) Por meio de um projetor. direita e ampliada.0 e) 5. As duas lentes justapostas podem ter distâncias focais. Um SIMULADÃO 85 . d.5 cm da lente d) virtual.2 c) 2.0525 e) 1. é igual a: a) 50 b) 40 c) 30 d) 20 e) 10 508 (UFPA) Um objeto se encontra a 40 cm de um anteparo. 511 (Unicamp-SP) Um sistema de lentes produz a imagem real de um objeto. a 25 cm do objeto e) Não fornecerá imagem. a 12.

lente convergente.slide com medidas 2 cm 3 cm tem na tela imagem com medidas 100 cm 150 cm. é usada uma ocular de 5 cm de distância focal.0 di 25 di 40 di 25 di 4. o escoteiro observa os detalhes da asa de uma borboleta ampliada quatro vezes. nervo óptico e) íris. b) Calcule a que distância da asa da borboleta o escoteiro está posicionando a lupa. córnea. a) Qual é a distância focal da lente? Justifique sua resposta. córnea. pupila. de convergência d) divergente. popularmente conhecida por lente de aumento. retina d) córnea. retina d) 25 mm e) 20 mm d) 150 cm e) 155 cm 522 (Uniube-MG) Se a distância focal da objetiva de uma máquina fotográfica é de 4 cm. que aumenta ou diminui de diâmetro conforme a intensidade luminosa. aproximadamente: a) 10 cm b) 5 cm c) 1 cm 520 (FES-SP) Uma câmara fotográfica com objetiva de distância focal 10 cm é usada para fotografar objetos distantes. a _____. a) córnea. a distância entre esta e o filme. podendo ser uma lente: a) bicôncava b) plano-côncava c) convexo-côncava 524 (UERJ) A imagem que se observa de um microscópio composto é: a) real e invertida b) real e direita c) virtual e direita d) real e ampliada e) virtual e invertida d) plano-convexa e) qualquer 86 SIMULADÃO . A lupa se enquadra num desses grupos. concentrando os raios solares num único ponto a 20 cm da lupa. deverá ser de: b) 10 c) 5 d) 10 e) 20 a) 1 5 3 523 (MACK-SP) Um dos instrumentos ópticos mais simples é a lupa. pupila b) íris. a distância focal da ocular deverá ser de: a) 10 mm b) 50 mm c) 150 mm 528 (FEMPAR) Complete a frase corretamente: A luz penetra no olho através de um diafragma. a distância da objetiva ao filme é de 25 mm. Para que o seu aumento angular seja de aproximadamente 50 vezes.5 cm e) 0.1 cm 525 (UFRJ) Um escoteiro usa uma lupa para acender uma fogueira. para termos uma imagem nítida de um objeto colocado a 20 cm da objetiva. A classificação geral divide as lentes em convergentes e divergentes. A partir das especificações dadas a seguir. o cristalino.5 cm d) 0. A distância da objetiva ao filme é da ordem de: a) 25 cm b) 20 cm c) 10 cm 521 (UFSCar-SP) Numa máquina fotográfica. de convergência e) divergente. lente convergente. A distância focal dessa lente é. lente convergente. de convergência c) convergente. a _____. pupila. e atinge uma camada fotossensível. de convergência b) convergente. de convergência 4. lente divergente. íris. O comprimento da luneta deve ser de: a) 25 cm b) 30 cm c) 35 cm 527 (ITA-SP) Um telescópio astronômico tipo refrator é provido de uma objetiva de 1 000 mm de distância focal. lente divergente. humor aquoso c) pupila. o(a) _____. 526 (PUC-SP) Numa luneta astronômica afocal cujo aumento é 30. assinale a que corresponde a uma lente que poderia ser a objetiva dessa máquina: a) convergente. Utilizando a mesma lupa. em centímetros. no centro do qual há uma abertura.0 di d) 5 cm e) 2. A luz passa em seguida por uma _____.

conforme a equação X 50 cos (2 t ).75 d) de queda livre e) retilíneo uniformemente acelerado 533 (Unisa-SP) Um corpo descreve movimento harmônico simples. Assim.529 (UFLA-MG) Uma pessoa hipermetrope tem seu globo ocular pequeno em relação à distância focal do cristalino. Um estudante observa o movimento da sombra do pedal da bicicleta no chão e conclui que o movimento apresentado pela sombra é: a) circular e uniforme b) harmônico simples c) retilíneo uniforme ⎛ ⎞ 5 sen ⎜ t⎟ .0 m c) 3. em função do tempo.E. 200 2 2 2 530 (PUCC-SP) José fez exame de vista e o médico oftalmologista preencheu a receita abaixo.5 m d) 5.5 m. onde x ⎝ 3 ⎠ é dado em metros e t em segundos. 1 000 b) c) 0. bem debaixo de uma lâmpada acesa.D.E. a velocidade escalar do móvel é nula.75 2. Nessas condições. para que possa enxergar objetos a 0.7 m e) 8.50 0. astigmatismo e “vista cansada” b) direito apresenta apenas miopia e astigmatismo c) direito apresenta apenas astigmatismo e “vista cansada” d) esquerdo apresenta apenas hipermetropia e) esquerdo apresenta apenas “vista cansada” a) zero b) 2. a aceleração escalar do móvel 5 2 m/s2. é dada por: x ⎛ ⎞ 0. que oscila em MHS.17 Hz d) e) 1. O.0 m 535 (UFBA) O gráfico representa as posições ocupadas.00 Eixo 140° d) 100 . conclui-se que o olho: a) direito apresenta miopia.0 s.25 m. A freqüência do movimento é: 5 0 5 2 4 6 8 t (s) (01) A função horária da elongação é 3 ⎞. Após 2. 200 534 (Osec-SP) Um móvel executa um movimento harmônico simples de equação x ⎛ ⎞ 8 cos ⎜ t⎟ .00 140° Lente cilíndrica 2. SIMULADÃO 87 . então.17 cos ⎜5 t ⎟ .D. respectivamente: a) 0. é igual a 16 (16) No instante 8 s. 2 000 200 2 2 PARA LONGE 100 . pedalando com velocidade angular constante. Lente esférica O. (08) No instante 6 s. deve usar lentes de vergência (dioptrias ou graus): a) 1 b) 2 c) 3 d) 4 e) 0.7 Hz x 2 Hz 5 Hz 3 tânea é v 532 (UFPel-RS) Uma pessoa exercita-se numa bicicleta ergométrica. 0. Dê como resposta a soma dos números correspondentes às proposições corretas.00 1. PARA PERTO O. Considerando que essa pessoa tenha uma distância mínima de visão distinta de 0. ⎝ 4 ⎠ 4 (04) No instante 2 s. Os valores são expressos em unidades do Sistema Internacional de Unidades.00 2. O. podemos afirmar que no instante t 5 s a velocidade e a aceleração são. a elongação do movimento é: Pela receita.5 Hz b) c) 0. ⎝ 8 ⎠ onde t é dado em segundos e x em metros. a energia cinética do móvel é nula. por um móvel de massa igual a 1 kg. 5 cos ⎛ t+ ⎜ ⎟ ⎝ 4 2 ⎠ (02) A função horária da velocidade escalar instan- a) 2. e) 0. é correto afirmar: x (m) ONDULATÓRIA 531 (Fcap-PA) A posição de um corpo em função do tempo. que executa um movimento harmônico simples.

passando a oscilar entre os pontos A e B. Uma mola mantém uma haste apoiada sobre a peça. em qualquer ponto da trajetória. II – A energia mecânica do sistema. somente b) O. 88 SIMULADÃO . enquanto ela gira. em segundos. gira em torno de um eixo horizontal P. está em equilíbrio sobre uma superfície horizontal perfeitamente lisa. com o passar do tempo.80 e) 0. preso à outra extremidade. A forma da peça é tal que. O movimento é harmônico simples.5 kg.0 Hz d) 0. como mostra o esquema. c) o módulo da aceleração e a energia potencial são máximas d) a energia cinética é máxima e a energia potencial é mínima e) a velocidade.80 537 (MACK-SP) Uma mola tem uma extremidade fixa e.0 Hz c) 5. somente 541 (UEL-PR) A partícula de massa m. m d) A e pela posição B e) A e pela posição O 0 10 1 2 3 t (s) a) 0. somente c) B.0 Hz 538 (Unitau-SP) Um corpo de massa m.536 (Fuvest-SP) Uma peça. presa à extremidade de uma mola. Construindo-se o gráfico das posições assumidas pelo corpo em função do tempo. ligado a uma mola de constante elástica k. vale: a) 20 b) 8. Y Y P t A O B Assim. podendo a haste mover-se apenas na vertical. obtém-se o diagrama da figura.5 Hz O bloco é então comprimido até o ponto A.5 Hz b) 2. é constante. no ponto O.5 Hz c) 1. como indicado no gráfico. e a energia potencial são máximas (UFAL) Instruções: para responder às questões de números 225 e 226 utilize as informações e o esquema abaixo.0 c) d) 0. preso à extremidade de uma mola de constante elástica 25 2 N/m. 539 O período de oscilação do bloco.0 Hz d) 8. com velocidade angular constante e igual a rad/s. de amplitude x.0 Hz e) 10. Nos pontos em que ocorre a inversão no sentido do movimento: a) são nulas a velocidade e a aceleração b) são nulas a velocidade e a energia potencial x O x Considere as afirmações: I – O período do movimento independe de m. Um bloco de massa 4. a extremidade da haste sobe e desce. descrevendo.0 kg. um corpo de 0. em trajetória retilínea em torno do ponto de equilíbrio O. está animado de um movimento harmônico simples. A freqüência do movimento desse corpo é: y (cm) 10 540 A energia potencial do sistema (mola bloco) é máxima quando o bloco passa pela posição: a) A. oscila num plano horizontal de atrito desprezível. em módulo.0 Hz b) 1. um movimento harmônico simples Y (t).75 Hz e) 0. com a forma indicada. oscilando verticalmente. a freqüência do movimento da extremidade da haste será de: a) 3.

que desliza entre as guias G1 e G2.0 s após o instante fixado na figura d) 1. o menor intervalo de tempo necessário para que o ponto P se desloque de A até B é: a) 2 s b) 1 s Desprezando perdas de energia. É correto afirmar que somente: a) I é correta b) II é correta c) III é correta 542 (PUC-SP) Um corpo está dotado de MHS. indique em que pontos é a energia do sistema constituída de duas partes iguais.0 s após o instante fixado na figura c) 2. mostrada na figura. Um cabo de aço. o que permite que o movimento circular da roda R produza um movimento de vai-e-vem de P . podemos afirmar que a casinha de brinquedo de Joana.5 s após o instante fixado na figura b) 1. é esticado com força de tração de 40 N. marcados no eixo x.0 s após o instante fixado na figura 547 (UEL-PR) Numa corda. As extremidades da haste H são articuladas em P e P . num determinado instante. em metros por segundo: a) 1.5 s após o instante fixado na figura e) 3. Ele faz a extremidade da corda oscilar horizontalmente com freqüência de 2 Hz. Tomando como nível zero de energia potencial o ponto de abscissa zero. O diagrama mostra. gerando uma onda que percorre a corda. 1 s 4 1 s d) 8 c) e) 1 s 16 544 (PUC-SP) A propagação de ondas envolve.III – A energia cinética é máxima no ponto O. entre os pontos A e B. uma cinética e outra potencial.0 d) 20 e) 40 5 2 cm e 5 cm e 5 cm cm e 5 2 2 5 2 2 5 3 cm cm 5 3 cm e 543 (UNI-RIO) Na figura. como mostra a figura.0 b) 2. apoiada na calçada e amarrada a um canteiro no ponto O. necessariamente: a) transporte de matéria e energia b) transformação de energia SIMULADÃO 89 . uma fonte de ondas realiza um movimento vibratório com freqüência de 10 Hz. a) b) c) d) e) 10 cm e 10 cm 5 2 cm d) I e II são corretas e) II e III são corretas c) produção de energia d) movimento de matéria e) transporte de energia 545 (UEL-PR) A velocidade de propagação v de um pulso transversal numa corda depende da força de tração T com que a corda é esticada e de sua densidade linear (massa por unidade de comprimento): v T . com 2. Joana João 20 cm 60 cm O G2 Considerando-se que a roda R descreve 240 rotações por minuto. um sistema mecânico é formado por uma roda R. P G1 H P R A B x E 546 (UFPel-RS) João está brincando com uma longa corda. será derrubada pela corda: a) 4. A velocidade de propagação de um pulso nesse cabo é.0 m de com- primento e 200 g de massa. uma haste H e um êmbolo E. oscilando entre os pontos de abscissas 10 cm e 10 cm. a forma da corda percorrida pela onda.0 c) 4.

0 0 3.10 b) 0.0 10 12 x (cm) 550 (Fuvest-SP) Uma bóia pode se deslocar livremente ao longo de uma haste vertical.50 d) 2. (02) O comprimento de onda dessa onda é de 10 m.5 m/s e 0.0 m/s e 0. a mesma onda no instante t 0. com x e y dados em 4 ⎠⎦ ⎣ ⎝ 2 metros e t. Com essas observações.5 m/s d) 3.0 8. C e E têm máximo deslocamento transversal (em módulo). fixada no fundo do mar. para o instante representado.0 6. a curva cheia representa uma onda no instante t 0 s.0 2. Com a passagem dessa onda.2 s.005 m.2 s b) 5.0 m/s c) 1. (08) O período da onda é de 40 s. Na figura. III – Os pontos A.005 cos ⎛ x t⎟ no sistema in⎜ ⎝ 10 40 ⎠ ternacional de unidades. Esse menino estimou como sendo 3 m a distância entre duas cristas consecutivas.0 m/s e) 6. As linhas circulares correspondem ao corte das frentes esféricas irradiadas pela antena. Sejam A.25 m/s. III e IV (01) A amplitude da onda é de 0. na qual se propaga uma onda senoidal na direção do eixo dos x.00 552 (UFSC) A equação de uma onda senoidal propagando-se ao longo do eixo x é dada por ⎞ 0. Assinale a(s) proposição(ões) verdadeira(s) e dê como resposta a soma dos números associados a essas proposições.25 c) 0. o menor valor possível da velocidade da onda e o correspondente período de oscilação da bóia valem: a) 2.2 s 551 (UFSM-RS) A equação de uma onda é ⎡ ⎛ x t ⎞⎤ 10 cos ⎢2 ⎜ ⎟ ⎥ .4 s c) 0. a velocidade transversal dos pontos de uma corda.y (cm) 3. em segundos. B.5 m 548 (MACK-SP) Um menino na beira de um lago observou uma rolha que flutuava na superfície da água. em centímetros por segundo.5 m/s e 0. IV – Todos os pontos da corda se deslocam com velocidade de 24 m/s na direção do eixo x. A velocidade de propagação da onda. A velocidade de propagação dessa onda. completando uma oscilação vertical a cada 2 s devido à ocorrencia de ondas. a bóia oscila.0 m/s e 0. é de: a) 8. num dado instante.0 b) 20 c) 40 d) 80 e) 160 bóia haste 0. Considere. C. 553 (FAFEOD-MG) A ilustração representa uma antena transmissora de ondas de rádio em operação. (16) A velocidade da onda é de 0. D e E pontos da corda.25 Hz.00 e) 10. e a curva tracejada. C e E têm máxima aceleração transversal (em módulo). (04) O sentido de propagação da onda é o do eixo x positivo. em metros por segundo. II – Os pontos A.5 m/s e 0.025 ) rd/s.0 4. as seguintes afirmações: I – A freqüência da onda é 0. 90 SIMULADÃO . é: d) 5. São corretas as afirmações: a) todas b) somente IV c) somente II e III d) somente I e II e) somente II. v (m/s) 2 1 0 A 1 2 0 1 2 3 4 5 6 7 8 B C D E x (m) a) 0.8 s y 549 (Fuvest-SP) O gráfico representa. (32) A velocidade angular da onda é de (0. y A velocidade de propagação da onda é 24 m/s.8 s e) 2. o menino concluiu que a velocidade de propagação dessas ondas era de: a) 0.0 m/s Nessa situação.5 m/s b) 1.

a onda: a) aumenta sua velocidade b) mantém sua freqüência SIMULADÃO 91 .0 108 Hz c) 8 m/s d) 10 m/s e) 12 m/s 557 (UFAL) Uma onda periódica se propaga numa corda fina com velocidade de 8. Durante esse intervalo de tempo o pulso sofreu uma reflexão na extremidade da corda que está fixa na parede P. A distância que vai de seu olho até o sinal é de 10 metros.2 1016 m 556 (UFCE) A figura mostra duas fotografias de um mesmo pulso que se propaga em uma corda de 15 m de comprimento e densidade uniforme. você pode concluir.5 108 Hz c) 1. tensionada ao longo da direção x.36 m b) 0. e outra. O comprimento de onda quando se propaga na corda BC é igual a: v1 1 2 d) 15 e 30 e) 15 e 20 fonte B A 6m C a) 7 m b) 6 m c) 5 m d) 4 m e) 3 m 559 (USC-RS) Uma onda na superfície da água do mar desloca-se do mar para a praia.5 103 Hz d) 3. é correto afirmar que sua freqüência vale: a) 1. que se propaga com velocidade v1 8 m/s em uma corda AB. de 88 a 108 MHz. cuja densidade linear é 1.6 1014 m e 3. esperando que o sinal vermelho fique verde. A velocidade das ondas eletromagnéticas vale 3 108 m/s. Essa onda se transmite para outra corda grossa onde a velocidade de propagação é 6. o menor e o maior comprimentos de onda que podem ser captados por esse rádio? a) 0. que a freqüência da luz vermelha é. Essa distância corresponde a vinte milhões de vezes o comprimento de onda da luz emitida pelo sinal. aproximadamente.v 200 m P 12 15 x (m) 0 200 m 200 m 3 6 9 0 v 3 6 9 12 15 x (m) Observando as fotografias verificamos que a velocidade de propagação do pulso na corda.0 m/s e comprimento de onda igual a 40 cm. corretamente. 554 (UFCE) Você está parado. AM. FM.5 segundo. respectivamente.5 106 Hz b) 1. d) 6 1012 e) 6 1014 Na corda grossa. em hertz: a) 6 106 b) 6 108 c) 6 1010 555 (Fuvest-SP) Um rádio receptor opera em duas modalidades: uma. Usando essa informação. As fotografias foram tiradas em dois instantes de tempo. À medida que diminui a profundidade da água. separados de 1. iguais a: a) 20 e 60 b) 20 e 30 c) 15 e 60 558 (MACK-SP) A figura mostra uma onda transversal periódica. essa onda periódica tem freqüência em hertz e comprimento de onda em centímetro. BC. cuja densidade é 2. Quais.0 m/s. suposta constante. Essa corda está ligada a uma outra.8 m e 545 m d) 550 103 m e 108 106 m e) 1. em um cruzamento.0018 m e 0. sendo que a velocidade de propagação da onda nesta segunda corda é v2 10 m/s.55 m e 108 m c) 2. cobre o intervalo de 550 a 1 550 kHz. é: a) 4 m/s b) 6 m/s Supondo que as ondas de rádio propaguem-se no ar com velocidade de 300 000 km/s.

5. vale: a) 348 b) 200 c) 174 564 (UEL-PR) Um feixe de luz cujo comprimento de onda é 5.0 108 2. 14 cm e) 15 Hz. 25 cm d) 15 Hz. sen 30° 0.0 10 3.3 10 3. Considerando que v2 2 v1. Marque a alternativa que completa corretamente as lacunas.0 1015 7. e o fenômeno da difração em uma fenda simples é nítido. como mostra o esquema. Se a velocidade de propagação das ondas é de 174 cm/s na parte mais profunda.87. Os valores da freqüência. iguais a: a) 10 Hz. 25 cm 92 SIMULADÃO . 20 cm c) 10 Hz. de índice de refração 1. respectivamente.3 10 3. passa para o vidro de índice de refração 1.0 108 2. podemos afirmar que: a) b) c) 2 563 (Unifor-CE) As frentes de ondas planas na superfície da água mudam de direção ao passar de uma parte mais profunda de um tanque para outra mais rasa.50. passa a ter velocidade v2 e comprimento de onda 2. quando a largura da fenda é _____ comprimento de onda. Ao passarem do meio I para o meio II.0 10 8 m e cuja freqüência é 6. 2 2 2 e considere 2 1. como mostra a figura. foi verificada uma mudança na direção de propagação das ondas.0.c) diminui sua freqüência d) aumenta seu comprimento de onda e) mantém sua velocidade 560 (UFPI) Um feixe de luz verde tem comprimento de onda de 600 nm (6 10 7 m) no ar.) e) meio I meio II 30° 45° 565 (UFSM-RS) A luz é uma onda _____.0 1015 6.5.5 1015 7.0 1015 Hz no ar.3 10 7 8 7 8 8 d) 100 e) 87 2 1 3 1 2 1 1 d) e) 2 2 3 1 1 2 1 2 562 (Ence-RJ) Um vibrador produz ondas planas na superfície de um líquido com freqüência f 10 Hz e comprimento de onda 28 cm.0 108 Comprimento de onda (m) 3. onde a velocidade da luz vale somente 75% do seu valor no ar? a) 350 b) 400 c) 450 561 (UNI-RIO-Ence-RJ) Uma onda com velocidade v1 e comprimento de onda 1.5 1015 3 . a) longitudinal – independente do b) longitudinal – da ordem do c) longitudinal – muito maior que o d) transversal – da ordem do e) transversal – independente do No meio II os valores da freqüência e do comprimento de onda serão. sen 60° sen 45° cos 30° cos 45° a) b) c) d) 4.0 108 3. após ser refratada.0 1015 6. na parte mais rasa a velocidade. em nm. da velocidade e do comprimento de onda no vidro desse feixe de luz são: Freqüência (Hz) Velocidade (m/s) 3. Qual o comprimento de onda dessa luz. dentro d’água. 1 2 30° 60° 30° 60° d) 500 e) 550 Dados: sen 60° 0.0 10 3. em centímetros por segundo.4. 14 cm b) 10 Hz.0 108 3. (Dados: sen 30° cos 60° 0.

No ponto C. Então.0 cm. No ponto B. A (2) No instante em que o pulso 1 ficar superposto ao pulso 2. de comprimento 1. 571 (ITA-SP) No experimento denominado “anéis de Newton”.566 (UFRN) Duas ondas de mesma amplitude se propagam numa corda uniforme. conhecidas como anéis de Newton.5 e) 2 SIMULADÃO 93 . em sentidos contrários. Qual deve ser a distância d entre a lente e a lâmina de vidro correspondente à circunferência do quarto anel escuro ao redor do ponto escuro central? (Considere o comprimento de onda da luz utilizada. há uma interferência destrutiva com amplitude de vibração nula. um feixe de raios luminosos incide sobre uma lente plana convexa que se encontra apoiada sobre uma lâmina de vidro. O aparecimento de franjas circulares de interferência.5 e) 4 569 (UFES) A interferência da luz mostra que a luz é: a) um fenômeno corpuscular b) um fenômeno mecânico c) um fenômeno elétrico d) uma onda longitudinal e) um fenômeno ondulatório 570 (UFSC) Na figura estão representadas as cristas (círculos contínuos) e vales (círculos tracejados) das ondas produzidas pelas fontes F1 e F2. Assinale a(s) proposição(ões) verdadeira(s). está associado à camada de ar. há uma interferência construtiva com amplitude de vibração de 2. A razão (quociente) entre o comprimento de onda estabelecido na segunda corda 2 e o comprimento de onda produzido na primeira 1 é: 1.5 m/s c) 0. Cada uma das ondas independentemente é unidimensional.4 b) 0.8 F1 C B F2 5. usando-se um vibrador cuja freqüência é de 50 Hz. 32. há uma interferência construtiva com amplitude de vibração de 2. 04. e submetidas à mesma força de tração.0 cm. O comprimento de onda de cada onda é 5. No ponto A.5 c) 0. 16. Dê como resposta a soma dos números correspondentes às proposições corretas. (1) 1.0 cm. A amplitude de cada onda é igual a lente lâmina d 4° anel - a) 4 b) 8 c) 9 d) 8. 08. e a freqüência de vibração de F1 como a de F2 é igual a 10 Hz. de espessura d variável.1 m/s e) outro valor a) 0. num determinado instante. a forma da corda será: a) b) c) 567 (ITA-SP) Uma onda transversal é aplicada sobre um fio preso pelas extremidades. existente entre a lente e a lâmina.0 cm. A distância média entre os pontos que praticamente não se movem é de 47 cm.94 m/s 568 (PUC-MG) A figura mostra duas cordas idênticas.) feixe de raios luminosos paralelos vidro ar vidro d) 1.25 d) 2. O valor da velocidade de propagação de cada onda é v 100 cm/s. a velocidade das ondas neste fio é de: a) 47 m/s b) 23.8 m. como mostra a figura. conforme a ilustração.0 cm d) e) 01. 02.

6). explica ao industrial que os ultra-sons: a) são sons de baixa intensidade b) possuem baixa freqüência c) são inaudíveis d) possuem pequena amplitude de vibração e) são sons baixos 577 (FEI-SP) Considerando as faixas audíveis para os animais mencionados a seguir. 3. que se propagam no ar com velocidade de 340 m/s. Um desses sons de freqüência 500 Hz se propaga no ar com velocidade de 340 m/s. III (1. 6).572 (FEMPAR) Considere as seguintes ondas: I – Ultravioleta II – Ultra-som III – Raio gama Característica X: (1) Eletromagnética (2) Mecânica Característica Y: (3) Transversal (4) Longitudinal Característica Z: (5) Bidimensional (6) Tridimensional Associe agora as ondas às características X. 4.68 c) 0. 6) c) I (2. 6). 6) b) I (1. 4. pode-se argumentar que o som: a) é detectado na Terra por ser uma onda elástica b) não é detectado na Terra por ser uma onda mecânica c) é detectado na Terra por radiotelescópios.34 b) 0. Com parcos conhecimentos de acústica. 3. 6). o repórter comenta: “O estrondo deve ter sido enorme!”. 4.7 10 2 m. geraria um incômodo barulho.7 101 m e 1. Suponha que um industrial receba a proposta de fabricar tais aparelhos. Sabendo que a velocidade do som no ar é 340 m/s. 4. II (1. respectivamente. argumenta que esse aparelho seria de difícil aceitação no mercado porque. igual a: a) 0. consegue ouvir ondas sonoras de comprimentos de onda compreendidos entre 1. III (2. As freqüências da onda no ar correspondentes a esses comprimentos de ondas são. em condições normais de audição. 22/08/99). podemos afirmar que: gato – 30 Hz até 45 kHz cão – 20 Hz até 30 kHz homem – 20 Hz até 20 kHz baleia – 40 Hz até 80 kHz a) o homem pode escutar sons mais graves que o gato b) a baleia pode escutar sons mais graves que o cão c) o cão escuta sons mais agudos que a baleia d) o homem escuta sons mais agudos que a baleia e) o gato escuta sons mais graves que o cão 578 (UEPA) Durante uma entrevista na indefectível rede internacional de notícias CMM o repórter entrevista um famoso astrônomo sobre a espetacular explosão de uma estrela supernova. 3. por ser uma onda eletromagnética de baixa freqüência d) é detectado porque a onda eletromagnética transforma-se em mecânica ao atingir a Terra e) não é detectado na Terra por ser uma onda eletromagnética 94 SIMULADÃO . 3. Conhecendo-se o mecanismo de propagação de ondas sonoras. qual a distância entre a pessoa e o ponto onde ocorreu o relâmpago? a) 2 040 m b) 56. O proponente. 3. 574 (Unifor-CE) Gerador de áudio é um aparelho que gera sons de uma única freqüência. II (2. O comprimento de onda no ar desse som é. Surpreendido pela descrição da magnitude da explosão. 3. 4. III (2. em metros. ao produzir ultra-sons.36 576 (Cesupa) “Morcego inspira radar para orientar pessoa cega (…) O aparelho emitiria ultra-sons exatamente como os dos morcegos para alertar sobre os obstáculos” (O Liberal. 3. 5). a) 40 e 60 000 hertz b) 25 e 40 000 hertz c) 30 e 60 000 hertz d) 20 e 20 000 hertz d) 1. 5). 6).850 575 (Uniube-MG) O homem. 4. 5). 5) d) I (1. 4. II (2. Y e Z e indique a correlação correta: a) I (2. seguro da qualidade de seu produto.6 m c) 1 020 m d) 2 400 m e) Não é possível calcular essa distância. uma pessoa vê um relâmpago entre uma nuvem e a superfície da Terra.02 e) 1. III (1. Passados 6 s ela ouve o som do trovão correspondente. 6) 573 (Unicruz-RS) Num dia chuvoso. II (2. 6) e) I (1. III (1. 5). II (1. 4. 5).

fica alterada durante processos inflamatórios caracterizados pelo aumento do volume de fluidos nas cordas. a intensidade sonora será.36 b) 0. em W/m2. que o efeito do inchaço é apenas aumentar a densidade da corda. Considere ainda. Das afirmativas: a) somente I é correta b) somente II é correta c) apenas I e II são corretas d) apenas I e III são corretas e) I. a seqüência correta será: a) V – V – V b) V – V – F c) V – F – V 583 (UEL-PR) Uma fonte sonora emite ondas uniformemente em todas as direções. III) A intensidade do som depende da energia que chega a nossos ouvidos em cada segundo.36 W/m2. II) Um som grave tem um período menor do que um som agudo. maior freqüência e maior velocidade de propagação 580 (Fuvest-SP) Uma onda eletromagnética propaga-se no ar com velocidade praticamente igual à luz no vácuo (c 3 108 m/s). que tende a fazê-las voltar às posições iniciais. II – Está relacionada com a energia transportada pela onda sonora. enquanto o som propaga-se no ar com velocidade aproximada de 330 m/s.09 d) 0. Então. A freqüência da onda audível deverá ser aproximadamente de: a) 110 Hz b) 1 033 Hz c) 11 000 Hz 581 (UEPA) A voz humana. Em relação à intensidade sonora. à distância 3r da sirene. Pode-se concluir que. produzindo a rouquidão. Considere que as cordas vocais se comportam como cordas vibrantes. considere que à distância r de uma sirene. o volume exagerado do aparelho é um convite explícito a futuras complicações auditivas (Caderno Vida – Zero Hora. com extremidades fixas. Por mais resistente que seja o ouvido. 9/4/94). Nestas condições: a) Qual a qualidade fisiológica do som que diferencia a voz rouca da voz normal? b) Qual a alteração de freqüência produzida pela rouquidão? Justifique utilizando o modelo da corda vibrante. com a mesma altura. produzida pela vibração das cordas vocais. como um modelo para rouquidão. afirma-se que: I – Aumenta de acordo com a freqüência do som. em relação ao outro: a) apenas maior freqüência b) apenas maior amplitude c) apenas maior velocidade de propagação d) maior amplitude e maior velocidade de propagação e) maior amplitude. II e III são corretas 585 (UFOP-MG) A característica da onda sonora que nos permite distinguir o som proveniente de uma corda de viola do de uma corda de piano é: a) o timbre b) a freqüência c) a amplitude d) a intensidade e) o comprimento de onda SIMULADÃO 95 . Supondo que a energia das ondas sonoras seja conservada e lembrando que a potência P da fonte é a razão entre a energia emitida e o tempo. d) 10 Hz e) 9 1013 Hz 8 Julgando-as verdadeiras V ou falsas F. diferem em intensidade. Deseja-se produzir uma onda audível que se propague no ar com o mesmo comprimento de onda daquelas utilizadas para transmissões de rádio em freqüência modulada (FM) de 100 MHz (100 106 Hz). 582 (Cefet-PR) Analise as proposições: I) Uma onda sonora é elástica porque as partículas de ar são submetidas a uma força de restituição. O mais intenso tem.06 e) 0.579 (UFRGS) Dois sons no ar. III – Diminui com o timbre do som.04 d) F – V – V e) F – F – F 584 (Unisinos-RS) Walkman pode causar surdez. 4 r2 Nessas condições. I . define-se a intensidade sonora da fonte como a razão entre a sua potência e a área 4 r2 de uma esfera de raio r centrada na P fonte. de: a) 0. a intensidade do som seja de 0.12 c) 0.

aberto em uma das extremidades e fechado na outra pelo tímpano. 750 c) 1 000. A velocidade de propagação do som no ar é 340 m/s.5 e) 0.) d) 4.9 c) 0.025 m 591 (FEI-SP) A figura representa uma onda estacionária que se forma em um tubo sonoro fechado. 1 000. emite um som fundamental de 3. Sabendo-se que a velocidade do som no ar é de 340 m/s.20 m 588 (UFPE) Uma onda sonora que se propaga com velocidade igual a 330 m/s através de um tubo de 90 cm desloca as moléculas de ar de suas posições de equilíbrio.586 (Unitau-SP) A figura mostra ondas estacionárias em uma corda de comprimento 1. 1 000 e) 500.1 b) 0. O valor do deslocamento s(t) das moléculas em um determinado instante de tempo t. O mesmo tubo. 1 000 587 (MACK-SP) Uma corda de 0.6 103 Hz a) 3.5 m de comprimento e densidade linear 10 5 kg/m tem suas extremidades fixas.0 102 Hz e) 6. A freqüência do som fundamental é: a) 100 Hz b) 200 Hz c) 500 Hz d) 1 000 Hz e) 2 000 Hz a) 3. 500. Ela emite o som fundamental quando submetida a uma força de tração de 10 N. 250. passa a emitir um som fundamental de freqüência f2. respectivamente: 589 (Unitau-SP) O ouvido externo do homem pode ser considerado um tubo sonoro com 2. pode ser representado pelo gráfico abaixo. pode-se dizer que o comprimento do tubo é: a) 1 000. 750.4 m b) 0. em quilohertz. O valor da f razão 1 corresponde a: f2 1 a) 2 c) e) 1 2 8 b) 1 d) 1 4 a) 1. A freqüência do som emitido pelo tubo é aproximadamente: 1. cheio de ar.25 m e) 0. aberto em ambas as extremidades. dessa onda sonora? s ( m) 15 10 5 0 5 10 15 15 30 45 60 75 90 (cm) a) 212 Hz b) 284 Hz c) 340 Hz d) 425 Hz e) 567 Hz 592 (UNI-RIO) Um tubo de comprimento L. Supondo que a velocidade de propagação destas ondas seja igual a 500 m/s. Qual a freqüência.50 m d) 0. 500.4 10 Hz b) 1. valem.8 102 Hz 590 (Unic-MT) Um tubo sonoro fechado. emite um som fundamental de freqüência f1. em hertz. para todos os modos d) 250. 250 b) 1 000.3 102 Hz c) 0.340 m c) 0. A freqüência fundamental de ressonância do ouvido é de: (Dado: vsom 2 330 m/s.0 m. quando fechamos uma de suas extremidades. as freqüências. do modo fundamental e dos harmônicos seguintes. vibrando em seu modo fundamental e nos primeiros harmônicos.6 d) 0. 500.4 kHz. e ao longo do comprimento do tubo. 500. 750.5 cm de comprimento.3 593 (Cefet-PR) Preencha a coluna II de acordo com as opções da coluna I e assinale a alternativa correspondente: 96 SIMULADÃO .

C. onde a velocidade de propagação do som é 340 m/s. G. indica ressonância. A 594 (PUCC-SP) Uma proveta graduada tem 40. então a distância do barco ao cardume é de: a) 250 m b) 500 m c) 750 m d) 1 000 m e) 1 500 m SIMULADÃO 97 . c) 2 880 m 599 (UFLA-MG) A pesca industrial moderna se utiliza de sonares para a localização de cardumes. O comprimento dessas ondas no fio é 17 m. Um diapasão de freqüência 855 Hz. um cientista emitiu com uma fonte. Sabendo-se que o comprimento de onda. B.Coluna I (A) timbre (B) intervalo musical (C) intensidade sonora (D) batimento Coluna II (A) Fenômeno resultante da vibração de um corpo em função da incidência de uma onda sonora. em média. durante o percurso. G. B. 2. F A velocidade do som. Considerando a velocidade do som na água aproximadamente 1 500 m/s.0 cm de altura e está com água no nível de 10. vibrando próximo à extremidade aberta da proveta. C. o ouvido humano deveria ser mais sensível a ondas sonoras com comprimentos de ondas cerca de quatro vezes o comprimento do canal auditivo externo. (A) Razão entre as freqüências de dois sons. O fato de que a pessoa dentro d’água não ouve um som produzido no ar se deve a que… a) a velocidade do som no ar é maior do que na água b) a velocidade do som no ar é menor do que na água c) o som é quase que totalmente refletido na interface ar-água d) o som é quase que totalmente refratado na interface ar-água e) o som não se propaga em líquido. a profundidade do poço é: a) 2 640 m b) 1 440 m d) 1 320 m e) 330 m d) 3 400 Hz e) 6 800 Hz d) E. é. (A) Propriedade associada ao número de harmônicos que acompanham o som fundamental. Qual o tempo de ida e volta das ondas? Dado: velocidade do som no ar a) 11 s b) 17 s c) 22 s d) 34 s e) 200 s 340 m/s. B. não possa ouvir os gritos de alerta de seus companheiros.5 m e que o cientista recebe como resposta um eco após 8 s. E. Uma onda sonora estacionária possível é representada na figura abaixo. (A) Propriedade de uma onda sonora associada à amplitude de vibração da onda. A. F e) A. C. completamente submersa. no ar. que mede. ondas sonoras de freqüência 220 Hz.5 cm. 40 (E) ressonância (F) altura (G) decibel 596 (Fuvest-SP) Considerando o fenômeno de ressonância. o ouvido humano seria mais sensível a sons com freqüências em torno de: a) 34 Hz b) 1 320 Hz c) 1 700 Hz 597 (Cesupa) Suponha que do bote do Corredeiras caia uma pessoa que. D. G b) A. e que o sonar recebe o som de volta 1 s após a emissão. na abertura do poço. a) A. F. E. G. F c) D. Segundo esse modelo. está instalado um aparelho que registra a chegada das ondas através do ar e as remete de volta através de um fio metálico retilíneo. C. em metros por segundo: a) 326 b) 334 10 d) 350 e) 358 c) 342 595 (Fuvest-SP) Uma fonte emite ondas sonoras de 200 Hz. nessas condições. é de 1.0 cm de altura. (A) Propriedade de uma onda sonora relacionada com a sua freqüência. somente em gases 598 (PUC-SP) Para determinar a profundidade de um poço de petróleo. A uma distância de 3 400 m da fonte.

programado para analisá-lo e para emitir um sinal ondulatório que anule o ruído original indesejável. c) uma elevação submarina cujo pico está a 1.2 km do nível do mar. b) uma depressão submarina cujo fundo está a 5. A velocidade do som na água é de 1. Com o navio navegando em linha reta e sendo x a sua posição. situado no ponto O.4 km do nível do mar. utiliza o método do eco (SONAR): emite pulsos sonoros verticais e registra o intervalo de tempo t entre a emissão e a recepção do pulso. No ponto O ocorre interferência: a) destrutiva. o intervalo de tempo entre a emissão do sinal e a recepção do eco é de 0. e) uma elevação submarina cujo pico está a 8.4 km/s. idênticas. t (s) 4 3 2 1 0 x x 602 (UFSM-RS) Uma vibração sonora de freqüência 1 000 Hz propaga-se do ar para a água. A 20 m O Conclui-se que.170 s. 98 SIMULADÃO . O fenômeno ondulatório no qual se fundamenta essa nova tecnologia é a: a) interferência b) difração c) polarização 604 (PUC-PR) Um observador. e a freqüência da onda sonora resultante será de 340 Hz d) construtiva. de ruídos indesejáveis. na posição x. total ou parcial. d) uma elevação submarina cujo pico está a 2.8 km do nível do mar. 601 (UFRJ) Um geotécnico a bordo de uma pequena embarcação está a uma certa distância de um paredão vertical que apresenta uma parte submersa. ele observa que quando o aparelho está emerso. Usando um sonar que funciona tanto na água quanto no ar.4 km do nível do mar. para efetuar uma sondagem submarina. recebe ondas sonoras emitidas por duas fontes situadas nos pontos A e B. microfones captam o ruído do ambiente e o enviam a um computador. que emitem em oposição de fase. b) A razão água ar Vágua c) construtiva. Calcule: d) reflexão e) refração 25 m B A velocidade de propagação do som emitido pelas fontes é de 340 m/s e a freqüência é de 170 Hz. e a freqüência da onda sonora resultante será de 170 Hz a) A razão entre a velocidade do som na Var água e a velocidade do som no ar.600 (Anhembi-Morumbi-SP) Um navio. e não se ouve o som emitido pelas fontes b) construtiva. Pode-se afirmar que: a) o som percebido na água tem velocidade menor do que no ar b) a freqüência desse som na água é maior do que no ar c) o comprimento de onda desse som no ar é maior do que na água d) a freqüência do som permanece a mesma e) a velocidade do som permanece a mesma 603 (Unesp-SP) O caráter ondulatório do som pode ser utilizado para eliminação. Para isso. o intervalo de tempo entre a emissão e a recepção diminui para 0. e que quando o aparelho está imerso.8 km do nível do mar. traça-se o gráfico indicado na figura. e a freqüência da onda sonora nesse ponto será de 340 Hz entre o comprimento de onda do som na água e o comprimento de onda do som no ar.731 s. e a freqüência da onda sonora resultante será de 510 Hz e) destrutiva. existe: a) uma depressão submarina cujo fundo está a 2.

Desprezando o efeito da resistência do ar. III –Uma ambulância se aproxima da praça com a sirene ligada. numa estrada plana. III – Um mau motorista.1 da velocidade do som no ar. a altura da queda é: a) 9. no mínimo: a) 656 Hz b) 745 Hz c) 655 Hz d) 740 Hz e) 860 Hz O D E Ao passar pelo ponto A. A freqüência que o violinista ouve na iminência do diapasão tocar no chão é de 436 Hz. II – Enquanto a ambulância percorre o trecho BCD o observador ouve um som de freqüência igual a 350 Hz. o observador ouve um som mais grave que o som de 350 Hz. com velocidade de módulo constante de 50 km/h. onde se posiciona um observador que pode ouvir o som emitido pela sirene: A B C 607 (EFEI-MG) Uma pessoa parada na beira de uma estrada vê um automóvel aproximar-se com velocidade 0. atento às ondas sonoras. ele deverá multar o motorista do carro quando seu aparelho medir uma freqüência sonora de. Analise as proposições a seguir: 609 (ITA-SP) Um violinista deixa cair um diapasão de freqüência 440 Hz. um arco de circunferência de raio de 20 m. enquanto um veículo de passeio e um policial rodoviário se aproximam do posto emparelhados.7 m c) 0. O policial dispõe de um medidor de freqüências sonoras. Dada a velocidade do som de 350 m/s. com aumento da freqüência em II e diminuição em III 606 (PUC-PR) Uma ambulância dotada de uma sirene percorre. com diminuição da freqüência c) nos eventos I e III. o motorista aciona a sirene cujo som é emitido na freqüência de 350 Hz. impaciente. e BCD. após passar pela praça. A sirene de um posto rodoviário soa com freqüência de 700 Hz. analisa três eventos: III – O alarme de um carro dispara quando o proprietário abre a tampa do porta-malas. emite um som puro de 990 Hz. IV –Durante todo o percurso a freqüência ouvida pelo observador será de freqüência igual a 350 Hz. com diminuição da freqüência em II e aumento em III e) nos eventos II e III. pois a freqüência deve aumentar à medida que o diapasão se aproxima do chão. O automóvel está buzinando. o som percebido pelo observador é mais agudo que o emitido pela ambulância. a trajetória ABCDE.47 m e) Inexistente. 608 (FAAP-SP) Considere que a velocidade máxima permitida nas estradas seja exatamente de 80 km/h.605 (PUCCAMP-SP) Um professor lê o seu jornal sentado no banco de uma praça e. de 350 Hz. Os trechos AB e DE são retilíneos.94 m d) 0. com centro no ponto O. afasta-se com a buzina permanentemente ligada. com freqüência sonora invariável b) nos eventos I e II. Está correta ou estão corretas: a) IV b) II e III c) apenas II d) I e III e) I e II H diapasão SIMULADÃO 99 . O professor percebe o efeito Doppler apenas: a) no evento I. O som ouvido pelo observador terá uma freqüência: a) 900 Hz b) 1 100 Hz c) 1 000 Hz d) 99 Hz e) Não é possível calcular por não ter sido dada a velocidade do som no ar. I – Quando a ambulância percorre o trecho AB. com aumento da freqüência d) nos eventos II e III.4 m b) 4. e a sua buzina. III – À medida que a ambulância percorre o trecho DE. por especificação do fabricante.

0 9. após alguns instantes. retornando à posição inicial. A alternativa que apresenta corretamente a carga elétrica do quark down (d) é: a) Carga positiva e igual a 1 do valor da carga 3 elétrica do elétron. Em relação a este sistema pode-se dizer que: a) sua carga total é c) sua carga total é d) sua carga total é Q e sua massa total é 2M 2Q e sua massa total é 2M Q e sua massa total é nula b) sua carga total é nula e sua massa total é 2M e) sua carga total é nula e sua massa total é nula 616 (PUC-SP) Não é possível eletrizar uma barra metálica segurando-a com a mão.ELETROSTÁTICA 610 (Fafi-MG) Dizer que a carga elétrica é quantizada significa que ela: a) só pode ser positiva b) não pode ser criada nem destruída c) pode ser isolada em qualquer quantidade d) só pode existir como múltipla de uma quantidade mínima definida e) pode ser positiva ou negativa 611 (Unitau-SP) Uma esfera metálica tem carga elétri ca negativa de valor igual a 3. A carga elétrica dos corpos são múltiplos e submúltiplos da carga do elétron. conforme mostra a figura. V.0 9. d) Carga negativa e igual a 2 do valor da carga 3 elétrica do elétron. d. e) Carga nula. e por outro corpo de massa M. muito leves.2 10 4 C. porque: a) a barra metálica é isolante e o corpo humano é bom condutor 100 SIMULADÃO . as cargas das esferas A. afasta-se e toca na esfera C (QC 6 C). iguais a (em C): a) QA b) QA c) QA d) QA e) QA 1. em módulo. carregado positivamente com carga Q. III e V 614 (UNI-RIO) Três esferas idênticas. num ambiente seco. b) Carga positiva e igual a 2 do valor da carga 3 elétrica do elétron. no qual (u) representa o quark up e (d) representa o quark down. III.5 2.0 QC QC QC QC QC 1.5 615 (Efoa-MG) Um sistema é constituído por um corpo de massa M.0 11 2. pode-se concluir que a esfera contém: a) 2 1015 elétrons b) 200 elétrons c) um excesso de 2 1015 elétrons d) 2 1010 elétrons e) um excesso de 2 1010 elétrons 612 (UFLA-MG) No modelo atômico atual. 613 (Unimep-SP) Analise as afirmações abaixo: I. d) III.0 1. a esfera A (QA 20 C) toca a esfera B (QB 2 C). estão penduradas por fios perfeitamente isolantes. Cargas elétricas de sinais diferentes se repelem. Estão corretas as afirmativas: a) I. d). IV e V e) I.6 10 19 C. c) Carga negativa e igual a 1 do valor da carga 3 elétrica do elétron. Cargas elétricas de sinais diferentes se atraem. III e IV c) II. II.5 9.0 QB QB QB QB QB 9. respectivamente. A carga elétrica dos corpos só pode ser múltiplo inteiro do valor da carga do elétron. IV.0 9.0 9.0 9. O quark up (u) tem carga elétrica positiva e igual a 2 do valor 3 da carga elétrica do elétron. IV e V A QC B QA C QB Após os contatos descritos. II e III b) I. carregado negativamente com carga Q. B e C são. Cargas elétricas de mesmo sinal se repelem.5 1. Num determinado instante. o nêutron tem a composição (u. Sendo a carga do elétron igual a 1.0 6.

observase a distribuição de cargas esquematizada na figura abaixo. Finalmente. de materiais diferentes. considere as afirmativas a seguir: I. Nessa situação final. 618 (UFJF-MG) Três esferas metálicas neutras. dois corpos neutros. Se um corpo tem cargas elétricas. devido ao princípio de conservação das cargas elétricas. eletricamente isoladas do ambiente. Um exemplo disso é o fato de algumas vezes levarmos pequenos choques elétricos ao encostarmos em automóveis. é possível obter-se corpos eletrizados com quantidades diferentes de cargas. afasta-se um pouco uma esfera da outra. b) Apenas as afirmativas I. a) Apenas as afirmativas I. tornam-se eletrizados com cargas opostas. estão encostadas umas nas outras com seus centros alinhados. inicialmente descarregadas e encostadas uma na outra. IV e V são verdadeiras. remove-se a barra. continuando ao longo da mesma linha que formavam enquanto estavam juntas. IV. d) Apenas as afirmativas II. Sobre as afirmativas acima. Carrega-se um dos extremos de um bastão de vidro positivamente. Sobre a natureza dos corpos (eletrizados ou neutros). Podemos afirmar que após afastar-se o bastão. as esferas ficam: a) duas delas com carga positiva e uma com carga negativa b) duas delas neutras e uma com carga positiva c) uma neutra. Este extremo carregado é aproximado a uma das esferas ao longo da linha formada por seus centros (veja a figura abaixo para uma ilustração). III e V são verdadeiras. Mantendo o bastão próximo. e) Apenas as afirmativas II. III. então o número de cargas elétricas negativas e positivas não é o mesmo. levando-a para muito longe das esferas. Um corpo neutro é aquele que não tem cargas elétricas. estas são afastadas uma das outras. Na eletrização por indução. V. Em seguida. então está eletrizado. Tais choques são devidos ao fato de estarem os automóveis eletricamente carregados. sem tirar do lugar a barra eletrizada. a figura que melhor representa a distribuição de cargas nas duas esferas é: a) d) b) e) c) SIMULADÃO 101 . assinale a alternativa correta. sem que se lhes toque. Ao serem atritados. mas sem que ele toque nas esferas.b) a barra metálica é condutora e o corpo humano é isolante c) tanto a barra metálica como o corpo humano são bons condutores d) a barra metálica é condutora e o corpo humano é semicondutor e) tanto a barra metálica como o corpo humano são isolantes 617 (UEL-PR) Campos eletrizados ocorrem naturalmente em nosso cotidiano. IV e V são verdadeiras. uma com carga positiva e uma com carga negativa d) duas neutras e uma com carga negativa 619 (Fuvest-SP) Aproxi-mando-se uma barra eletrizada de duas esferas condutoras. II. c) Apenas as afirmativas I e IV são verdadeiras. II e III são verdadeiras. sem mexer mais nas esferas. Se um corpo está eletrizado.

620 (UFCE) A figura mostra as esferas metálicas. é aproximado de um eletroscópio de folhas. qual a que melhor representa a relação entre as cargas elétricas dos bastões A e B e do pêndulo eletrostático. Assinale. e) A carga final é negativa na esfera A e positiva na esfera B. carregado com carga negativa. Sobre a carga final em cada uma das esferas podemos afirmar: a) A carga final em cada uma das esferas é nula. montadas em suportes isolantes. q. II. que foi previamente carregado negativamente com carga igual a Q. o pêndulo pode ser negativo ou neutro. c) Ambas variam com o meio em que as partículas interagem. d) A carga final é positiva na esfera A e negativa na esfera B. as duas esferas são separadas. b) Ambas variam com a carga elétrica das partículas que interagem. pode-se afirmar que: a) somente a afirmativa I é correta b) as afirmativas II e III são corretas c) as afirmativas I e III são corretas d) somente a afirmativa III é correta e) nenhuma das afirmativas é correta 623 (Vunesp-SP) Assinale a alternativa que apresenta o que as forças dadas pela lei da Gravitação Universal de Newton e pela lei de Coulomb têm em comum. e) A e B podem ter cargas de mesmo sinal e o pêndulo ser neutro. a) O pêndulo pode estar eletricamente neutro. d) Ambas variam com o inverso do quadrado da distância entre as partículas que interagem. c) Se A for negativo. À medida que o objeto for se aproximando. entre as alternativas adiante. b) A carga final em cada uma das esferas é negativa. as folhas devem necessariamente fechar-se. o pêndulo pode ser positivo. III. 102 SIMULADÃO . Um bastão isolante. as folhas vão se abrindo além do que já estavam. 621 (UEPI) Um pêndulo eletrostático sofre atração elétrica por um bastão A e repulsão elétrica por outro bastão. b) Se A for eletricamente positivo. Se o objeto tocar o terminal externo do eletroscópio. B. Nesse caso. sem tocá-la. d) Se B for negativo. conforme indica a figura. é trazido para perto da esfera A. A q A 622 (ITA-SP) Um objeto metálico carregado positivamente. A e B. e) Ambas podem ser tanto de atração como de repulsão entre as partículas que interagem. com carga Q. Em seguida. com o bastão na mesma posição. as folhas permanecem como estavam. de modo a formarem um único condutor descarregado. À medida que o objeto for se aproximando do eletroscópio. a) Ambas variam com a massa das partículas que interagem. o pêndulo pode ser positivo ou neutro. c) A carga final em cada uma das esferas é positiva. I. Elas estão em contato.

624 (ESPM-SP) No centro do quadrado abaixo.0 10 1 1 1 1 1 4 e a massa de B é 0. N N Figura 1 Figura 2 626 (Furg-RS) A figura mostra duas esferas metálicas de massas iguais. k0 N N N 628 (Unama-PA) A molécula da água. portanto. porém.1 kg. portanto. então elas possuem. sendo polar (distribuição assimétrica de cargas com acúmulo de positivas de um lado e negativas do outro – Figura 1). levadas à mesma região do espaço e separadas pela mesma distância d. por onde ela passa. Pode-se dizer que um corpo eletrizado (indutor) atrai um corpo neutro porque induz neste. Q e Q.1 m A a) O que pode ser afirmado sobre os sinais das cargas de A e B? 625 (UNI-RIO) Duas esferas metálicas idênticas. ficam mais próximas deste e a força de atração é maior que a de repulsão. g Esta capacidade confere à água o “poder” de limpeza pois.0 10 d) atrativa de intensidade 1. no vácuo. também fixas. Nos vértices do quadrado temos. SIMULADÃO 103 . em repouso. determine 3 os módulos das cargas de A e B. a nova força de interação elétrica entre elas será: a) repulsiva de intensidade 1. cargas: a) de sinais contrários b) de mesmo sinal c) de mesmo módulo d) diferentes e) positivas b) apenas cargas de mesmo sinal das cargas do indutor. necessariamente. Q. sendo. atraídas O ângulo do fio com a vertical tem o mesmo valor para as duas esferas. as de sinal contrário ao das cargas do indutor são mais numerosas e a força de atração é maior que a de repulsão d) cargas das duas espécies. está fixa uma carga elétrica q. tem a capacidade de atrair corpos neutros. a) apenas cargas de sinal contrário ao das cargas do indutor. a) A b) B c) C d) D e) E B 0. porém.0 10 e) atrativa de intensidade 2.. após o equilíbrio eletrostático. seus lados “eletrizados” vão atraindo partículas neutras (Figura 2) e arrastando-as com o fluxo em direção aos esgotos.0 10 1 N quando colocadas a uma distância d.0 10 b) repulsiva de intensidade 1. Para qual das direções aponta a força elétrica resultante na carga central? Q B B q D Q B Q C Q 627 (UFOP-MG) A figura mostra a configuração de equilíbrio de uma pequena esfera A e um pêndulo B que possuem cargas de mesmo módulo. sendo. suspensas por fios isolantes. as de sinal contrário ao das cargas do indutor. em certa região do espaço. Se ambas as esferas estão eletricamente carregadas.5 10 c) repulsiva de intensidade 2.. eletrizadas com cargas elétricas de módulos Q e 3Q atraem-se com força de intensidade 3. as cargas Q. de dimensões desprezíveis. b) Se tg (Dados: aceleração da gravidade g 9 109 N m2/C2) 10 m/s2. atraídas c) cargas das duas espécies. Se forem colocadas em contato e.

conforme a figura: 4Q Q 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 Observe que as distâncias entre os pontos são todas iguais. Quando a carga q 4. respectivamente.0 10 9 N m 2/C 2) k0 0 4 633 Duas pequenas esferas. acima de A. Em que posição (x) deve ser colocada 2Q1 para ficar em equilíbrio sob uma carga Q3 ação somente de forças elétricas? Q1 A x 30 cm Q3 Q2 B suspensa. Fixa-se a esfera B ao plano e fornece-se a cada esfera a mesma quantidade de carga elétrica. b) Determine esse ponto de equilíbrio. de modo que a esfera A se mantenha em equilíbrio na sua posição inicial. posicionadas em pontos fixos conforme o esquema abaixo. Adotando-se g 10 m/s2. ficou submetida a uma força de origem elétrica de valor 4 10 3 N. a carga elétrica puntiforme q alinhada com as duas primeiras. Nesse ponto.0 d) 1.050 c) 20 636 (UCS-RS) Uma carga elétrica q fica sujeita a uma força elétrica de 4. colocada num certo ponto do espaço. distantes 30 cm. mantêm. acima de A. é de: a) 4. Q1 4 cm Q2 2 cm q A 30° De acordo com as indicações do esquema. a intensidade do campo elétrico é igual a: a) 20 kN/C b) 0. de massas iguais a 50 g e 100 g. indique qual deverá ser o valor e o sinal da carga fornecida a cada esfera. O valor da carga elétrica q.0 m/s2. II e III.0 c) 2.8 N/C c) 0. Desprezando o atrito com as paredes de vidro e a atração gravitacional entre as esferas.8 N/C 631 (UERJ) Duas partículas de cargas 4Q e Q coulombs estão localizadas sobre uma linha. calcule o valor de h.0 10 4 kg. 632 (Unitau-SP) Um tubo de vidro na posição vertical contém duas esferas iguais A e B. a) Indique a região em que uma partícula positivamente carregada ( Q coulomb) pode ficar em equilíbrio. de massas 1. em equilíbrio. cujo ângulo de inclinação é 30o. em equilíbrio. I.629 (FEI-SP) Duas cargas elétricas puntiformes Q1 e Q2 4Q1 estão fixas nos pontos A e B. de: a) 500 b) 0. 1 e 9. em microcoulomb ( C).5 d) 50 e) 200 d) 20 N/C e)0. o módulo Q1 da razão é igual a Q2 a) 2 3 b) 3 2 c) 2 d) 9 e) 36 634 (UFPel-RS) Numa certa experiência. em V/m.0 b) 3.0 10 5 kg e carga elétrica 2. a esfera B permanece 104 SIMULADÃO . B a) x b) x 5 cm 10 cm c) x d) x 15 cm 20 cm e) x 25 cm 630 (PUCC-SP) As cargas elétricas puntiformes Q1 e Q2.0 mN ao ser colocada num campo elétrico de 2. dividida em três regiões. A esfera A é fixada no fundo do tubo enquanto B pode subir ou descer dentro do tubo.0 kN/C.8 kN/C 635 (Ceetps-SP) Uma partícula de massa 1.0 10 8 C é colocada em cada esfera.0 mC fica em equilíbrio quando colocada em certa região de um campo elétrico. Considerando desprezível o atrito entre as esferas e o plano. a uma distância h. verificou-se que a carga de 5 mC. A e B.0 e) 0. são colocadas à distância de 30 cm sobre a linha de maior declive de um plano inclinado. (Considere: g 10. o campo elétrico naquela região tem intensidade.

(01) O campo elétrico no ponto P aponta horizontalmente para a direita. dependendo das intensidades das cargas Q2 e Q3.6 10 19 C (módulo da carga do elétron ou do próton) a carga elementar. podemos afirmar que essa esfera possui: a) um excesso de 1 número de prótons b) um excesso de 2 número de prótons c) um excesso de 1 número de elétrons d) um excesso de 2 número de elétrons 1010 elétrons em relação ao 1010 elétrons em relação ao 1010 prótons em relação ao 1010 prótons em relação ao Situação 1 Situação 2 Assinale a(s) proposição(ões) verdadeira(s). (04) O campo elétrico no ponto P tem o mesmo sentido que o campo elétrico no ponto R.0 106 N/C b) 3. eletrizada positivamente. 642 (MACK-SP) As cargas puntiformes q1 20 C e q2 64 mC estão fixas no vácuo (k0 9 109 N m2/C2). O ângulo formado entre o fio e a direção vertical é de 30º.6 10 N/C c) 4. segundo o diagrama dado. (02) O campo elétrico no ponto R pode ser igual a zero. respectivamente nos pontos A e B.637 (UFAC) Uma carga elétrica de 6 C pode produzir em um ponto situado a 30 cm da carga um campo elétrico de: a) 6 105 N/C b) 9 105 N/C c) 12 105 N/C (Dado: k0 9 10 N m /C ) 9 2 2 640 (UEMA) A figura mostra linhas de força do campo eletrostático criado por um sistema de duas cargas puntiformes q1 e q2. q1 A 20 cm 1m P q2 B e) igual número de elétrons e prótons 639 (UFAC) Uma carga elétrica de 1 C suspensa de um fio inextensível e sem massa está equilibrada.4 10 2 O campo elétrico resultante no ponto P tem intensidade de: a) 3. (16) As forças elétricas que as cargas Q2 e Q3 exercem uma sobre a outra são forças idênticas. pela ação de um campo m eletrostático de intensidade 107 V/m. na situação 2 estão representados uma carga pontual positiva. no vácuo (k0 9 109 N m2/C2). 3. varia com a distância ao seu centro (d). d) 16 105 N/C e) 54 105 N/C q1 q2 638 (MACK-SP) O módulo do vetor campo elétrico (E) gerado por uma esfera metálica de dimensões desprezíveis.2 0 1.5 106 N/C e) 5. tem sentido oposto ao do campo elétrico no ponto P.4 106 N/C SIMULADÃO 105 .0 d (10 2 m) Q1 P Q2 P Q3 Sendo e 1. (08) O campo elétrico no ponto R. O valor da tensão no fio será de: a) 20 N b) 1 N c) 2 N d) 120 N e) 1. na posição mos30° E trada na figura. uma carga pontual negativa. Q3 e um ponto R. E (104 V/m) 28.8 Pergunta-se: a) Nas proximidades de que carga o campo eletrostático é mais intenso? Por quê? b) Qual é o sinal do produto q1 q2? 641 (UFSC) A figura mostra duas situações distintas: na situação 1 estão representados uma carga pontual negativa. Q2.0 106 N/C 6 N d) 4. Q1 e um ponto P.0 3. localizado entre elas. causado pela carga Q3.

cujas respectivas coordenadas. 3 3 )? a) E b) E 3 36 d) E4 e) E5 Sabendo-se que a diagonal maior D vale o dobro da diagonal menor. q qe Q estão dis- c) E d) E e) E 3 36 3 36 kq N/C.0 d) 30 e 36 e) 36 e 51 b) 9. o campo elétrico produzido por essas cargas se anula em um ponto situado: a) à direita da carga positiva b) à esquerda da carga negativa c) entre as duas cargas e mais próximo da carga positiva d) entre as duas cargas e mais próximo da carga negativa 644 (PUCC-SP) Duas cargas puntiformes 3.0 10 6 C e Q2 7. produzido por essas cargas num ponto P. nos pontos de abscissas 24 cm e 60 cm. A razão E2 é igual a: E3 a) 0. direção y positivo kq N/C. em cm. qual a intensidade do vetor campo elétrico resultante no centro do losango? (k constante dielétrica do meio) a) 10 2 kq/L2 b) c) 5 kq/L2 2 d) 32 kq/L2 5 kq N/C. d. a uma distância d. formando o que chamamos dipolo elétrico. direção y negativo e) 10 kq/L2 1 12 5 kq/L2 4 106 SIMULADÃO . em metros. direção x positivo kq N/C. direção y positivo Q Se Q > q .0 e) 4. Os módulos dos vetores campo elétrico gerados por Q1 e Q2 serão iguais nos pontos do eixo x cujas abscissas. respectivamente. o módulo do campo elétrico é: a) E e E 9 16 b) 4E e 3E 25 16 c) 4E e 5E 3 3 648 (Unifor-CE) Considere os vértices consecutivos de um quadrado P1. direção x negativo 647 (UFAL) Considere um retângulo de lados 3. Uma carga elétrica q colocada num dos vértices do retângulo gera no vértice mais distante um campo elétrico de módulo E. E4 E5 E1 P d q a a q E3 E2 54 3 q N/C.0 cm.0 cm e 4.50 c) d) 2. são (3. P2 e P3. 0). Qual é o módulo e a direção do campo elétrico no ponto P. Uma carga elétrica Q. gera nos vértices P2 e P3 os campos elétricos cujos módulos são. valem: a) 1 e 9.25 b) 0.5 10 5 C Q1 estão fixas sobre um eixo x.0 d) 5E e 5E 4 3 e) 25E e 25E 9 16 2 649 (Unicruz-RS) Quatro cargas elétricas puntiformes de mesma carga q estão dispostas nos vértices de um losango. 0) e ( 3.643 (UERJ) Duas cargas pontuais postas como ilustra a figura. E2 e E3.0 e 15 c) 15 e 30 645 (PUC-MG) A figura mostra duas cargas de mesmo módulo e sinais opostos. de valor q. colocadas a uma distância 2a. respecti vamente. é: a) E1 b) E2 c) E3 646 (Fafeod-MG) Duas cargas elétricas positivas. que está posicionada no vértice P1. Nos outros dois vértices. estão colocadas nos pontos A e B. situado a (0. conforme indica a figura: q L q L q D d q L L O vetor que representa corretamente o campo elétrico resultante E.

(44) Se q Q. A E D P C B Assinale qual das afirmações a seguir corresponde a uma possível explicação. o campo elétrico gerado pelas cargas é nulo em dois pontos. o movimento descrito pela carga. um campo elétrico resultante que pode ser representado por linhas de força. nesta região. (00) Se q Q. 652 (UFSCar-SP) Na figura está representada uma linha de força de um campo elétrico. sendo a da esquerda negativa e a da direita positiva. à esquerda das linhas de força.0 m/s2 d) entra em movimento circular e uniforme e) adquire uma aceleração constante de 3. c) positiva e são paralelas entre si d) negativa e podem cruzar-se entre si e) negativa e não se podem cruzar entre si P q Q 654 (UEPI) A figura abaixo representa as linhas de força de um campo elétrico. parte das linhas de força que iniciam em Q terminam em q. determine o valor de X. o potencial elétrico gerado por essas cargas no ponto P é nulo. à direita das linhas de força. um ponto P e os vetores A. suficientemente pequena para não alterar a configuração desse campo elétrico. a distância entre as cargas é igual a 20 cm e o módulo de cada uma das cargas que constituem o dipolo é X 10 5. B. e) Duas barras perpendiculares às linhas de força. a) Uma barra positivamente eletrizada colocada à direita da figura. perpendicular às linhas de força.0 10 17 kg e carga de 4. for colocada nesse ponto P. é: a) retilíneo e uniforme b) retilíneo uniformemente retardado c) retilíneo uniformemente acelerado d) circular e uniforme e) helicoidal uniforme 656 (Unimep-SP) Uma partícula de massa 2.0 m/s2 Se uma partícula de carga elétrica positiva. C. (22) Se q Q. 651 (UFBA) O campo elétrico criado por um dipolo elétrico tem intensidade 4. na região do campo. ela sofre a ação de uma força F. Verifique se as afirmações são verdadeiras ou falsas. Sobre essas linhas de força é correto afirmar que se originam na carga: a) positiva e podem cruzar-se entre si b) positiva e não se podem cruzar entre si SIMULADÃO 107 . (33) Se q Q. o potencial elétrico gerado por essas cargas é nulo ao longo da reta que une as cargas. melhor representada pelo vetor: a) A b) B c) C d) D e) E 653 (UNI-RIO) Quando duas partículas eletrizadas com cargas simétricas são fixadas em dois pontos de uma mesma região do espaço. Estando sob ação exclusiva da força elétrica.5 108 N/C no ponto médio da reta que une as cargas. e o ponto P. Sabendo que a constante eletrostática do meio é 9 109 N m2/C2. o campo elétrico resultante gerado pelas duas cargas no ponto P é nulo.0 m/s c) adquire uma aceleração constante de 6. b) Uma carga positiva isolada. c) Uma carga negativa isolada. mas não mostra o que está criando tais linhas de força.0 102 N/C. d) Uma barra positivamente eletrizada colocada à esquerda das linhas de força e perpendicular às mesmas. Desta forma pode-se concluir que a partícula: a) permanece em repouso b) adquire uma velocidade constante de 2. 655 (Esam-RN) Uma carga positiva é lançada na mesma direção e no mesmo sentido das linhas de forças de um campo elétrico uniforme E. verifica-se. D e E. q e Q. (11) Se q Q.0 10 19 C é abandonada em um campo elétrico uniforme de intensidade 3.650 (UFAL) Considere duas cargas elétricas puntiformes fixas.

Pelos desvios sofridos. pode-se dizer que a gota 1. neutra e carregada positivamente b) neutra. Colocando sucessivamente um próton e uma partícula a numa região em que há um campo elétrico constante e uniforme. calcule: a) o módulo da força elétrica que atua no elétron entre as placas. vertical. percorrendo a região entre as placas. Nesta situação.0 103 N/C d) 8. o papel para formar as letras. na figura a seguir. estas partículas ficarão sujeitas a forças elétricas Fp e Fα. Esse tipo de impressora utiliza pequenas gotas de tinta.0 10 2 m entre as quais é criado um campo elétrico uniforme.657 (UEL-PR) Um próton tem massa m e carga elétrica e. que podem ser eletricamente neutras ou eletrizadas positiva ou negativamente. com velocidade horizontal v 1. Uma partícula α tem massa 4 m e carga 2 e.40 m N/C V O 660 (UFRN) Uma das aplicações tecnológicas modernas da eletrostática foi a invenção da impressora a jato de tinta. neutra e carregada negativamente d) carregada positivamente. a 2 e a 3 estão. em newtons. cai verticalmente no vácuo. que são lançadas para baixo. num campo elétrico uniforme de intensidade E 3 10 2 N/C.40 m das placas. Essas gotas são jogadas entre as placas defletoras da impressora. atingindo.0 104 V/m.0 105 N/C b) 2.6 10 15 kg e carregada com carga elétrica q 3.0 10 3 661 (UFF-RJ) A figura representa duas placas metálicas paralelas de largura L 1. de massa m 9. vertical e apontando para baixo. carga do elétron 1. em repouso.1 10 31 kg. carregada negativamente e neutra O peso da partícula. dirigido para baixo e de módulo E 1.5 10 b) 2 10 c) 6 10 10 10 10 d) 12 10 e) 15 10 10 10 650 (UFJF-MG) Uma gotícula de óleo. é de: a) 1. essas gotas vão impregnar o papel. respectivamente: a) carregada negativamente. Considerando desprezíveis o campo elétrico na região externa às placas e a ação gravitacional. A figura a seguir mostra três gotas de tinta. Após emergir desta região.6 10 19 C) Tela L 0.2 10 19 C. região onde existe um campo elétrico uniforme E. perpendicular às placas. Um elétron incide no ponto O. liga-se nesta região um campo elétrico uniforme. Num certo instante. a partir do emissor.) Emissor de gotas E Placa Placa Papel 3 2 1 658 (Unifor-CE) A figura abaixo representa uma partícula de carga q 2 10 8 C. qual o valor do módulo do campo elétrico? a) 3. o elétron atingirá uma tela vertical situada à distância de 0. então. (Dados: massa do elétron 9.0 107 N/C c) 5. O módulo deste campo elétrico é ajustado até que a gotícula passe a cair com movimento retilíneo e uniforme. representando. F A razão p vale: F a) 1 4 b) 1 2 c) 1 d) 2 e) 4 Após atravessar a região entre as placas. respectivamente.0 107 m/s. carregada positivamente e carregada negativamente q c) carregada positivamente. imersa. (O campo elétrico uniforme está representado por apenas uma linha de força. sua direção e sentido 108 SIMULADÃO .

onde permanece em repouso. (02) No ponto P. no ponto P. com a partícula invertendo o sentido do movimento após percorrer uma distância d. com velocidade final nula. Considerando que o módulo da aceleração da gravidade local vale 10 m/s2.35 10 4 J. no instante em que ele emerge da região entre as placas e) o deslocamento vertical que o elétron sofre no seu percurso desde o ponto O até atingir a tela 662 (UFOP-MG) Um próton penetra com energia cinética K 2. é lançada verticalmente para cima. em centímetros. c) Ela se movimenta até a superfície C.0 109 N m2/C2. 667 (Vunesp-SP) Dentre as grandezas físicas apresentadas. 664 (UFBA) A figura representa uma placa condutora A. 666 (UFAL) Duas cargas elétricas puntiformes de 1. eletricamente carregada. com velocidade inicial nula. eletrizadas. (01) No ponto P. com velocidade de módulo igual a 6 m/s. Sabendo-se que a massa do próton é m 1. determine o valor de d. a energia potencial elétrica do sistema diminui 1. b) Ela se movimenta até a superfície B. em segunA g E dos. A trajetória descrita é retilínea. assinale a que é vetorial. conforme a figura. de 10 g de massa e carga negativa igual a 1 C. esta esfera permanecerá onde está e as esferas externas se avizinharão a ela. P q A B C D (16) Retirando-se as forças externas e colocando-se uma outra esfera com carga q no ponto P. a) pressão b) energia c) temperatura d) campo elétrico e) potencial elétrico SIMULADÃO 109 .6 10 19 C. indicadas na figura.67 10 27 kg e que sua carga é q 1. A bolinha B. determine: a) o valor de d b) o tempo gasto para percorrer a distância d 663 (UFES) Um campo elétrico uniforme de módulo E é criado nas regiões AB e CD de mesma largura . sob ação de forças externas. a força resultante sobre ela será nula. podemos afirmar: a) Ela permanece em repouso no ponto P. sobre a superfície A.0 10 7 C e 2. que gera um campo elétrico uniforme E. q P q Nessas condições. de módulo igual a 7 104 N/C. 665 (UEM-PR) Sobre uma placa horizontal fixa são mantidas em repouso. de onde retorna. o potencial elétrico resultante é nulo.0 104 N/C. de onde retorna. d) Ela alcança o ponto central entre B e C. o sistema se neutralizará. Uma carga elétrica q é colocada no ponto P. e) Ela alcança a superfície D. Sendo a constante eletrostática igual a 9. cuja intensidade é E 3. (08) Se colocarmos uma outra esfera com carga q.0 10 8 C estão a uma distância de 10 cm uma da outra. Aumentando-se a distância entre elas de d. que não há colisão entre a bolinha e a placa e desprezando a resistência do ar. q.4 10 16 J numa região extensa de um campo elétrico uniforme. no ponto O campo tem sentidos opostos nas duas regiões e não há campo elétrico no espaço BC entre elas. sendo P o ponto médio entre elas. (32) Se for colocada uma outra carga P. assinale o que for correto. duas esferas idênticas. (04) A energia potencial do sistema formado pelas duas esferas eletrizadas é inversamente proporcional ao quadrado da distância entre elas.b) o tempo que o elétron leva para emergir da região entre as placas c) o deslocamento vertical que o elétron sofre ao percorrer sua trajetória na região entre as placas d) as componentes horizontal e vertical da velocidade do elétron. o campo elétrico resultante é nulo. Sobre o movimento adquirido pela carga. determine o tempo. necessário para a v bolinha retornar ao B ponto de lançamento.

é dado por: a) 2k0 Q b) k0 Q c) k0 d) k0 e) k0 A 4m d) 360 e) 270 Sabe-se que o potencial elétrico em B vale 20 V e o vetor campo elétrico em C tem módulo igual a 20 N/C.0 103 V. 6 6 Q 2 C C 6 2. em relação ao infinito. podemos afirmar que o potencial elétrico no ponto A. As partículas têm as cargas elétricas indicadas nas figuras. Sendo a constante da lei de Coulomb. respectivamente: a) 6. geram um campo elétrico na região. k0 9 109 N m2/C2.0 m e d) 3.0 m e zero 670 (UEL-PR) Duas cargas elétricas positivas.0 10 c) 3. em kV.0 10 e) 6.0 10 6 C C 673 (UFPB) O potencial a uma distância de 3 m de uma dada carga elétrica é de 40 V. posicionadas conforme está indicado no esquema. no centro C do quadrado.0 m e 2. o módulo do campo elétrico é igual a 500 N/C e o potencial vale 3. Se em dois vértices de um triângulo eqüilátero de 3 m de lado forem colocadas duas cargas iguais a esta. o potencial assume o mesmo valor nos pontos M e N. são ambos nulos. puntiforme. Q1 e Q2. O potencial eletrostático. qual o potencial.0 m e 2. a) Q C Q d) 2Q C Q M Q1 N Q2 Q Q Q C 2Q Q Q C b) 2Q e) Q As informações e o esquema permitem concluir que Q1 vale: a razão Q2 a) Q 2Q Q C Q Q c) 2Q 3 8 b) 1 2 c) 2 3 d) 3 2 e) 2 Q 2Q 110 SIMULADÃO .0 10 b) 6. Nesse campo elétrico. A (Q) d d B C 671 (Uneb-BA) Duas cargas pontuais.0 m e 2. gerado por essas cargas no terceiro vértice? 674 (Unimep-SP) Quatro partículas eletrizadas estão fixas nos vértices de um quadrado. Assinale a opção em que o potencial elétrico e o vetor campo elétrico. estão distantes 20 cm uma da outra. a uma certa distância de uma carga elétrica. Sendo k0 a constante eletrostática do vácuo. as cargas Q e colocadas nos pontos B e C da figura. em volts. O potencial elétrico em C (V C) e o módulo do vetor campo elétrico em B (E B) serão dados por: a) VC b) VC c) VC d) VC e) VC 10 V e EB 10 V e EB 40 V e EB 20 V e EB 40 V e EB 40 N/C 80 N/C 10 N/C 20 N/C 80 N/C Q são Q C 3m Q B Q 8 Q 12 669 (Unitau-SP) Num dado ponto P. no ponto médio entre as cargas é: a) 630 b) 580 c) 450 672 (MACK-SP) No vácuo. a distância do ponto à carga e o valor da carga elétrica valem.668 (Unip-SP) Considere uma partícula eletrizada com uma carga Q fixa em um ponto A. qA 5 C e qB 2 C.

675 (Uniube-MG) Uma carga elétrica puntiforme Q 4 C vai de um ponto X a um ponto Y situados em uma região de campo elétrico onde o potencial 800 V e Vy 1 200 V. 1. 1. I.1 10 kg). zero. Sobre isso. q 2 .8 108 V. de módulo: a) 5. 3. O trabalho na trajetória AB é igual ao trabalho no trajeto BC CD DA. de B para C. e) Apenas as afirmativas III e IV são verdadeiras. VBC e VAC são. 1. B e C. O trabalho na trajetória AB é positivo se a carga q2 for positiva. Uma carga elétrica de 5. O trabalho realizado Vx pela força elétrica em Q no percurso citado é: a) 1. Sobre a diferença de potencial ( V V1 V2).0 108 V d) 1. O trabalho é menor na trajetória BC que na trajetória DA. O trabalho na trajetória AB BC CD DA é nulo. O trabalho realizado pela força elétrica.0 10 J J e) 9. zero e) 1.8 108 V. II e IV são verdadeiras.0 m.0 10 N s b) 1.4 10 6 6 5 N e 6 10 J e 6 10 J e 8 10 3 3 3 m m m SIMULADÃO 111 .4 10 5 N e 6 10 3 3 m e) 0 e 8 10 m J d) 8.0 10 J A B 676 (FURRN) Entre dois pontos do espaço existe uma diferença de potencial de 100 volts.7 10 N s c) 2. para um ponto B. passa a se movimentar devido à ação exclusiva de um campo elétrico uniforme de intensidade E 2. a) Apenas as afirmativas I e IV são verdadeiras. 3. entre essas duas posições.0 10 4 C que se desloca entre esses pontos sofre uma variação de energia cinética.0 107 N/C. uma carga q 4 10 8 C é levada de um ponto A.0 108 V c) 1. de D para A. 3. respectivamente. b) Apenas as afirmativas I. os valores encontrados para a diferença de potencial elétrico entre os pontos A.4 10 24 6 6 d) 1. considere também que a distância entre os pontos A e B é de 3. podemos afirmar: a) c) V V 0 2 KV 4 KV d) V e) V 4 KV 2 KV b) V Considere que os pontos B e C da figura são eqüidistantes da superfície carregada e.8 108 V 681 (UEL-PR) Considere o campo C elétrico gerado por uma carga eléR trica puntiforme q1. 31 m 9. Uma outra carga elétrica punA tiforme. assinale a alternativa correta. no deslocamento da carga entre A e B e a distância entre os pontos A e B são. conforme mostra a figura.8 108 V. zero.8 10 b) 4. 3. C E E E b) 1. II. Com isso.4 10 25 25 N s N s N s 679 (UFJF-MG) Em uma região de campo elétrico uniforme de intensidade E 20 000 V/m. dada por K 4 10 6 J. além disso. ou seja: VAB. III e IV são verdadeiras.0 d) 20 e) 500 677 (UFPI) Uma partícula. positivamente carregada.2 10 e) 2. c) Apenas as afirmativas II e III são verdadeiras. Após se afastar alguns centímetros da posição inicial. considere as afirmativas.0 104 V/m. origina um campo elétrico de módulo 6.8 108 V.6 10 3 3 3 d) 2. respectivamente. Sobre as afirmativas acima.0 10 3 3 J 680 (UNI-RIO/Ence) Uma superfície plana e infinita.8 108 V b) 1. o vetor quantidade de movimento dessa partícula tem módulo aproximadamente igual a: a) 1. d) Apenas as afirmativas II. finalmente. iguais a: a) 4. e entre os pontos B e C é de 4. é levada da posição A para B. em joules. IV. é liberada do repouso numa região onde existe um campo elétrico externo. a partícula já adquiriu uma energia cinética. de C para D e.0 m. onde VB 80 V.0 108 V.8 108 V.0 mm. localizada q1 D no centro de um círculo de raio R. B 678 (MACK-SP) Uma partícula beta (q 1.8 10 c) 2. III. iguais a: a) zero.0 10 2 4 c) 5.6 10 c) 8.0 10 b) 2. inicialmente em repouso. com carga elétrica q 2 1029 C. onde VA 200 V.6 10 19 C. Após um deslocamento de 1.0 108 V.

683 (Esam-RN) A figura mostra linhas de força de um campo elétrico uniforme. c) O potencial elétrico em K é igual ao potencial elétrico em L. K e L situam-se nos vértices de um retângulo cujos lados IJ e KL são paralelos às linhas de força. natureza da carga elétrica da partícula. d) A diferença de potencial elétrico entre I e J é a mesma que existe entre I e L.0 d) 7.2 e) 8.4 Assinale a alternativa que representa uma possível situação quanto à: I. trajetória descrita pela partícula no interior do campo elétrico e III. B A 4 cm 3 cm E E ← Se colocarmos um próton com velocidade nula sobre a eqüipotencial de 300 V ele: a)permanecerá parado b) se deslocará ao longo da mesma eqüipotencial c) se deslocará para a eqüipotencial de 350 V d) se deslocará para a eqüipotencial de 250 V 686 (PUC-SP) Uma partícula emitida por um núcleo radioativo incide na direção do eixo central de um campo elétrico uniforme de intensidade 5 103 N/C. ddp entre o ponto de incidência sobre o campo elétrico e o ponto de colisão numa das placas. b) O potencial elétrico em J é maior do que o potencial elétrico em I. V1 V2 V3 V4 d d d b) c) d) e) Uma carga Q deslocada nesse campo ganhará mais energia potencial eletrostática. distantes 4 cm. gerado por duas placas uniformemente carregadas e distanciadas de 2 cm. separadas 3 cm uma de outra. J. assinale a alternativa correta. e duas superfícies eqüipotenciais desse campo. de direção e sentido indicados na figura. 250 V 300 V 350 V 400 V P I J Em função disso. de 2 103 V/m de intensidade.8 c) 6. trajetória III. a) O potencial elétrico em K é maior do que o potencial elétrico em I. E K L 685 (UECE) Em uma região do espaço existe uma distribuição de cargas que causam um campo elétrico representado na figura através de suas linhas eqüipotenciais. II.6 b) 4. ao ser movimentada de: a) V1 para V3 b) V2 para V4 c) V4 para V2 d) V4 para V1 e)V3 para V1 112 SIMULADÃO . em 10 4 joules. Os pontos I. I.682 (UFRS) A figura abaixo representa linhas de força correspondentes a um campo elétrico uniforme. e) A diferença de potencial elétrico entre I e L é a mesma que existe entre J e L. carga elétrica a) negativa positiva negativa negativa positiva II. será: a) 3. ddp 50 V 300 V 300 V 50 V 50 V 684 (UFSM-RS) A figura representa linhas de força de um campo elétrico uniforme e quatro superfícies eqüipotenciais separadas pela mesma distância d. O V0 ← O trabalho realizado pela força do campo para deslocar uma carga elétrica positiva de 6 10 6 C de A até B.

a)Apenas I é verdadeira. em Belo Horizonte. y P2 V P1 Considere as seguintes afirmativas: I. após a partícula ter percorrido uma distância d. dentro do carro. (04) Se abandonamos um elétron no ponto A. positiva. (32) A diferença de potencial entre as placas 1 e 4 é 24 V. é Ec qEd. As placas 2 e 3 possuem um furo em seus centros. raios ocorrem porque regiões carregadas são criadas nas nuvens por processos de polarização e de separação de cargas em Assinale a opção correta. c) A energia cinética. 691 (Fafi-BH) Durante uma tempestade com grande incidência de raios. II. está carregado com uma carga Q positiva.0 104 m/s e)6. c)Apenas II e III são verdadeiras.03 m 4 Considerando a massa do elétron 9.03 m A 2 0.0 eV tem valor aproximado: a) 6. porque as cargas elétricas em excesso: a)ficam distribuídas na superfície interna do veículo b)ficam distribuídas na superfície externa do veículo c)escoam para a Terra através dos pneus d)se neutralizam na lataria.03 m 3 0. SIMULADÃO 113 . movendo-se então unicamente sob a ação desse campo. isolado e em equilíbrio eletrostático.6 10 19 C. a energia cinética adquirida por um elétron quando acelerado. B A condutor isolante d) 5. b)Apenas I e II são verdadeiras. Assinale a(s) proposição(ões) verdadeira(s) e dê como resposta a soma delas. d) A partícula executará um movimento uniforme. e) A força que atua sobre a partícula é perpendicular ao campo. produzido por duas placas metálicas P1 e P2. O campo elétrico no interior do condutor é zero. Ele se sente protegido dos raios. (02) O campo elétrico entre as placas 1 e 2 tem sentido da placa 2 para a placa 1 e seu módulo vale 400 V/m. a) A aceleração da partícula é a qEm. um estudante de Física estaciona seu carro próximo à lagoa da Pampulha e espera tranqüilamente que a tempestade passe. uniforme entre as placas 2 e 3 e retardado entre as placas 3 e 4. 1 0. 688 (PUC-MG) Uma partícula de massa m e carga q.687 (UFSC) A figura abaixo mostra um arranjo de placas metálicas paralelas. (16) O campo elétrico entre as placas 2 e 3 é nulo. Marque a alternativa correta. por definição. d)Apenas III e I são verdadeiras. por uma diferença de potencial de 1. III. descrevendo uma trajetória parabólica. o movimento do mesmo será acelerado entre as placas 1 e 2. não provocando danos no estudante.0 10 31 kg e sua carga elétrica em valor absoluto 1.0 105 m/s 690 (UFOP-MG) O condutor da figura. 692 (UnB-DF) Resumidamente. O módulo do campo elétrico no ponto A é maior do que no ponto B (A e B são pontos infinitamente próximos do condutor).0 V.0 104 m/s 12 V 12 V (01) O potencial da placa 4 é igual ao da placa 1. a partir do repouso.0 105 m/s c) 4. (08) O trabalho realizado para deslocar um elétron da placa 1 até a placa 4 é nulo. é abandonada em repouso num campo elétrico uniforme. O campo elétrico nos pontos externos está orientado para fora do condutor.0 105 m/s b) 5. e)Todas as afirmativas são verdadeiras. 689 (PUC-SP) Um elétron-volt (eV) é. a velocidade do elétron com energia cinética 1. b) A partícula será desviada para a direita.

) Q d q h solo 694 (UEL-PR) Um condutor esférico. no interior de um condutor eletrizado.5 103 695 (Unicap-PE) Na figura. fazendo com que o excesso de carga se localize na superfície do condutor. há uma concentração de cargas elétricas maior do que numa região plana. está uniformemente eletrizado com carga de 4. 6 0 1 d (cm) 0 1 d (cm) Sendo k0 9. de 20 cm de diâmetro. gerando assim intensos campos elétricos que ultrapassam a rigidez dielétrica do ar.0 109 N m2/C2) a) 3. (2 2) O trabalho necessário para se deslocar uma carga de prova de C para D é independente do valor da carga e é numericamente igual à energia potencial eletrostática do sistema. em equilíbrio eletrostático. d 20 m e D 80 m.0 104 u (V) 900 693 (UFSC) Assinale a(s) proposição(ões) corretas(s): (01) O campo elétrico. é nulo. h 100 m. Usando este modelo simplista.0 C e em equilíbrio eletrostático. (3 3) A carga de um condutor. Dê a sua Q q resposta em 105 V/m.d. D (Considere os dados: a constante eletrostática é 9 109 N m2/C2. (4 4) O potencial. Em relação a um referencial no infinito.0 cm do centro do condutor vale. no interior de um condutor carregado. Um modelo simplista para essa nuvem seria o de três partículas alinhadas de cima para baixo com cargas (Q q). está concentrada em seu centro. (02) O campo elétrico.a. (1 1) O potencial elétrico.0 104 c) 4. a carga elétrica distribuída na superfície desse condutor vale: a) b) 10 10 7 7 C C c) d) 10 10 9 9 C C e) n. q 4 C. é sempre diferente de zero. numa região de campo elétrico uniforme. a carga que podemos transferir a um corpo condutor pontiagudo é menor que a carga que podemos transferir para uma esfera condutora que tenha o mesmo volume.0 109 (SI). (16) Como a rigidez dielétrica do ar é 3 10 N/C. no ponto C. é igual ao módulo do campo elétrico criado pela carga QB no ponto C. conforme mostra a figura a seguir.5 104 d) 3.seu interior. o potencial elétrico de um ponto P que está a 8. Q e q. Q 12 C. (0 0) O módulo do campo elétrico criado pela carga QA. por isso a intensidade do campo elétrico próximo às pontas do condutor é muito maior do que nas proximidades de regiões mais planas. Uma nuvem típica que provoca raios tem uma carga positiva em sua parte superior. Seja D a distância da partícula superior à do meio. no ponto C.6 105 b) 9. é 6. (08) Numa região pontiaguda de um condutor. 1-1 e 2-2.6 104 32 C e QB 18 C e)4. que é o maior campo elétrico que um dielétrico pode suportar sem perder as suas propriedades isolantes. 696 (UEM-PR) Os gráficos abaixo representam a variação da intensidade do campo e do potencial. d a distância da partícula do meio à inferior e h a distância da partícula inferior ao solo onde o raio incidirá. é nulo. uma carga negativa logo abaixo desta e uma pequena carga positiva em sua parte inferior. calcule o menor valor que a rigidez dielétrica do ar deve ter para impedir a incidência de raios no solo. (04) Uma pessoa dentro de um carro está protegida de raios e descargas elétricas porque uma estrutura metálica blinda o seu interior contra efeitos elétricos externos. a carga máxima que podemos transferir a uma esfera de 30 cm de raio é de 10 microcoulombs. devido a um condutor esférico uniformemente eletrizado: E (N/C) 9. em volts: (Dado: constante eletrostática do meio 9. QA 5m 8m C 6m 5m D QB Verifique se as afirmativas a seguir são verdadeiras ou falsas. (64) Devido ao poder das pontas. no interior de um condutor eletrizado em equilíbrio eletrostático. (32) O potencial elétrico. é constante.3 104 V. QA (o meio é o vácuo) Informações para as proposições 0-0. 114 SIMULADÃO .

0 m do centro da esfera são: a) 1. 5. respectivamente: a) 5. de raio R.4 10 V N.1 cm e) n. A esfera ficará carregada com uma carga de (dado: k0 9 109 N m2/C2): a) 1.0 V/m c) 15 103 e 17 V/m d) zero e 3. uniformemente carregada. de raios R1 e R2.0 10 6 6 Ce Ce 5. podemos afirmar que seus módulos são.4 104 V/m e 2.4 10 c) 5. Os valores de a e b do gráfico são. A respeito da força eletrostática e do potencial a que a carga de prova fica submetida. segundo o gráfico. respectivamente: a) zero e zero b) c) e) 5. Em relação ao campo elétrico criado pela esfera eletrizada.5 e 5.697 (UEM-PR) Com relação aos gráficos e ao condutor esférico do exercício anterior. respectivamente: a) zero e zero b) 1.0 10 e) zero e 17 V/m 5 V/m SIMULADÃO 115 .3 10 8 5 C C c) 5. como indica a figura.0 103 V/m b) 4. e descarregada. V (V) b 60 698 (Unitau-SP) Uma partícula com carga 5.0 10 6 C R2 C e zero A capacidade elétrica dessa esfera é 10 pF. associado ao ponto P.4 10 5 703 (UFMG) Uma esfera metálica de raio R 0.0 10 6 C é colocada no centro de uma esfera metálica.10 m e 3. de 2 m de diâmetro. A razão V vale: E a) 1 b) R 2 c) R d) 3 R 2 e) 2R e 5. os campos elétricos nos pontos situados a 1. a) Qual é a carga sobre a esfera? b) Qual é a intensidade de campo elétrico na superfície da esfera? 702 (MACK-SP) Considerando um ponto do infinito como referencial. Considere um ponto P externo à esfera e a uma distância 2R de seu centro.7 105 V/m e) 5.4 103 V 5 704 (UFMG) Com relação à questão anterior.0 10 5.7 105 V/m 705 (UFMG) Retome o enunciado da questão anterior.0 10 6 6 6 C C q R1 0 a 15 d (cm) d) zero e 5.8 cm b) 1.0 C d) 3.8 10 C 3 e) 3.8 10 3 d) zero.0 10 5 C N. eletrizada com carga positiva e isolada eletricamente do resto do universo. o ponto localizado externamente à esfera (cujo campo tem a mesma intensidade que a da superfície) está distante do centro aproximadamente: a) 2. oca.50 m é carregada a um potencial de 300 V.0 105 V/m e 2. depende da localização do ponto 3 b) zero. respectivamente: a) 5 e 100 c) 5 e 120 d) 6 e 120 e) 9 e 100 b) 6 e 100 699 (UFJF-MG) A cúpula de um gerador Van de Graaff é constituída de uma casca esférica de raio 10 cm. Os campos elétricos em dois pontos situados a 0.7 105 V/m e 2. 701 (UFR-RJ) Uma esfera condutora.d.a. As quantidades de cargas que se acumulam nas superfícies interna e externa da esfera valem. Deixa-se o gerador ligado até que sua cúpula adquira carga de 6 10 8 C e fique em equilíbrio eletrostático.7 105 V/m d) zero e 2. zero 700 (Unip-SP) Considere uma esfera metálica. 5.0 10 5. possui densidade superficial de cargas de 10 8 C/m2 (área da esfera 4 R2).4 cm d) 2.4 cm c) 0.7 105 V/m c) 2. o potencial elétrico de uma esfera 9 109 N m2/C2) varia condutora no vácuo (k0 com a distância ao seu centro.7 10 b) 8.0 cm e a 10 cm do centro da esfera são. seja V o potencial elétrico e E o módulo do vetor campo elétrico.0 10 5. Uma carga de prova de 10 9 C é colocada no centro da cúpula do gerador.

Podemos QA então afirmar que a razão é igual a: QB a) 1 2 b) 1 c) 2 d) 4 e) 1 4 c) é inversamente proporcional à área de cada placa e diretamente proporcional à distância entre elas d) é diretamente proporcional à área de cada placa e inversamente proporcional à distância entre elas e) independe do isolante entre as placas do capacitor 712 (Uneb-BA) Um capacitor isolado possui carga elétrica de 2 10 6 C e potencial elétrico de 104 V. 707 (UFOP-MG) Uma esfera metálica de raio R 10 cm e carga 3 10 6 C é ligada por um fio condutor a outra esfera metálica. A e B.0 10 6 F. estas placas são desligadas da bateria e interligadas através de um resistor. III. de grande valor. As cargas das duas esferas são de mesmo sinal e a densidade superficial de carga da primeira é igual ao dobro da densidade de carga da segunda. Após estabelecido o equilíbrio eletrostático.0 10 4 4 4 C C C d) 7. A R fio condutor r B c) cargas positivas movimentar-se-ão de A para B d) não há passagem de cargas elétricas e) cargas positivas movimentar-se-ão de B para A 710 (UEPI) Um capacitor possui capacitância igual a 4. Diga se ocorre passagem de carga elétrica de um condutor para outro. de raios 3R e R. estão isoladas e em equilíbrio eletrostático. Se sua carga for modificada para 4 10 6 C. a quantidade total de calor produzida no resistor é 0. as esferas estarão carregadas com cargas iguais. Em seguida. II. Quando se faz a ligação. Dentre as afirmativas podemos dizer que: a) todas são corretas b) são corretas apenas I e II c) são corretas apenas I e III d) apenas I é correta e) apenas II é correta 708 (UnB-DF) Duas esferas metálicas.0 10 b) 5. Ambas estão eletrizadas com cargas positivas 6Q e Q. não se observa passagem de corrente.706 (Fuvest-SP) Dois condutores esféricos. quando a diferença de potencial entre suas placas for de 150 V 714 (UFPE) O gráfico a seguir representa a variação da diferença de potencial entre as placas de um capacitor plano de placas paralelas e capacitância igual d) 15 e) 20 709 (Med. Ao se estabelecer a ligação surge no fio um campo elétrico dirigido da esfera maior para a esfera menor.0 10 e) 8. Determine: a) a capacitância deste capacitor b) a carga nesse capacitor. até que o capacitor esteja totalmente descarregado. de raios 2R e R. Quando submetido a uma tensão de 200 V ele acumula uma quantidade de carga igual a: a) 4. será a) 5 b) 8 c) 10 713 (UFPB) Um capacitor é carregado por uma bateria até atingir uma diferença de potencial de 600 V entre suas placas.9 J. de raios respectivos R e 2R estão isolados e muito distantes um do outro. elétrons deslocam-se da esfera maior para a esfera menor. podemos afirmar que: a) os elétrons vão de B para A b) os elétrons vão de A para B 116 SIMULADÃO . de raio r 5 cm e carga 2 10 6 C. Interligam-se as duas esferas por um fio condutor. Durante o processo de descarga. seu novo potencial.0 10 4 4 C C 711 (UEPI) Assinale a alternativa correta acerca da capacitância de um capacitor de placas paralelas: a) é diretamente proporcional à área de cada placa e à distância entre elas b) é inversamente proporcional à área de cada placa e à distância entre elas I. ABC-SP) Duas esferas metálicas. Uma vez interligadas por um fio metálico. A e B. A e B.0 10 c) 6. respectivamente. são eletrizadas com cargas QA e QB. Justifique sua resposta. respectivamente. Interligando-as com fio metálico. em kV.

a ddp entre as armaduras do capacitor de 4 F é: 18 V 6 F 6 F 4 F a) 3.0 F 5. e mantidas a uma diferença de potencial DV. Dado UAB 10 V.0 10 3 2 J J 720 Dada a associação da figura. medidas em microfarads.5 10 e) 5. 6 F 3 F B 3 F A A energia potencial elétrica armazenada na associação dos capacitores vale: a) 7.0 10 1 2 2 J J J d) 7.6 e) 2. são acelerados pelo campo elétrico uniforme existente entre elas. Elétrons liberados. Uma das placas do capacitor está a um potencial de 90 V e a outra placa. em microfarads: a) 1.0 F 6.2 10 15 J.0 F C1 A C3 C4 C5 C2 B C6 A capacidade equivalente da associação é.0 V b) 4. basicamente.6 2 6 2 B 719 (Aman-RJ) Na figura aplica-se entre os pontos A e B uma ddp de 100 V.0 10 5 C.0 F 4.a 5.8 b) 0.0 10 5 F. de duas placas metálicas paralelas separadas por uma distância d.0 F 3. Determine: a) a capacitância do capacitor b) a energia potencial acumulada no capacitor 716 (UFPB) Um canhão eletrônico de um tubo de imagem de televisor consiste. ⎧ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎨ ⎪ ⎪ ⎪ ⎪ ⎩ C1 C2 C3 C4 C5 C6 2. 1 A 1.5 10 c) 2. Sendo d 2 cm. nas proximidades de uma das placas.5 V c) 6. a carga do elétron q 1.2 d) 1. em repouso. em unidades de 10 gia armazenada no capacitor. V (volts) 12 10 8 6 4 2 0 1 2 3 4 5 6 q (10 5C) 718 (MACK-SP) Na associação dada.0 V e) 13.0 F 1. determine a carga armazenada pelo capacitor equivalente.0 V d) 9. Os números indicam as capacidades dos condensadores associados. a um potencial de 60 V. 5 J. atingindo a posição da outra placa com uma energia cinética K.6 10 19 C e K 3.4 SIMULADÃO 117 .8 c) 3.4 10 5 C. determine: a) a diferença de potencial V entre as placas b) o módulo do campo elétrico entre as placas 717 (UFPA) O esquema representa uma associação de capacitores submetida à tensão U entre os pontos A e B.5 10 b) 2. da ener- 715 (UFPB) Um capacitor está carregado com uma carga de 5.5 V Determine o valor. quando carregado de uma carga inicial qi 0 até uma carga final qf 5.

5 A e) 0. é de: ⎛ 1⎞ a) ⎜ ⎟ A ⎝ 6⎠ ⎛ 103 ⎞ b) ⎜ ⎟ A ⎝ 6 ⎠ d) 0.0 1020 c) 2. Há uma diferença de potencial elétrico entre os extremos de AB. A intensidade de corrente média em um ponto da circunferência é: qR 2 qR d) a) v v qv b) e) 2 qRv R qv c) 2 R d) 16 A e) 20 A d) somente I e II e) I. Quais destas afirmativas são verdadeiras? a) somente I b) somente II c) somente III 723 (UEMA) Explique.5 1018 e) 4. é: a) 1. II e III 726 (Unifor-CE) Um fio condutor. de secção constante. enquanto o fio.6 a) a carga elétrica que atravessa uma secção do condutor em 8 s b) o número de elétrons que atravessa uma secção do condutor durante esse mesmo tempo c) a intensidade média da corrente entre os instantes 0 s e 8 s 118 SIMULADÃO .0 1017 C) 727 (PUC-SP) No interior de um condutor homogêneo. 724 (UCS-RS) Pela secção reta de um condutor de cobre passam 320 coulombs de carga elétrica em 20 segundos. que liga o ferro à tomada. A intensidade de corrente elétrica no condutor vale: a) 5 A b) 8 A c) 10 A 725 (UCMG) Uma carga q move-se numa circunferência de raio R com uma velocidade escalar v.0 A O número de elétrons que passa por uma secção reta desse fio. de acordo com as leis da Física. determine: 1.6 10 19 d) 1. a intensidade da corrente elétrica varia com o tempo.ELETRODINÂMICA 721 (PUC-SP) A corrente elétrica através de um fio metálico é constituída pelo movimento de: a) cargas positivas no sentido da corrente b) cargas positivas no sentido oposto ao da corrente c) elétrons livres no sentido oposto ao da corrente d) íons positivos e negativos e) nenhuma resposta é satisfatória 722 (UEL-PR) Considere as seguintes afirmativas a respeito de um segmento AB de um fio metálico por onde passa uma corrente elétrica contínua e constante. como mostra o diagrama: i (mA) 103 0 1 2 t (min) Pode-se afirmar que o valor médio da intensidade de corrente. III.5 1019 (Dado: carga elementar 1. A carga elétrica total de AB é nula. ligado a uma tomada. porque um ferro elétrico.05 A c) 500 A 728 (IME-RJ) A intensidade da corrente elétrica em um condutor metálico varia. em um minuto. entre os instantes 1 min e 2 min. i (mA) 64 0 2 4 6 8 t (min) Sendo o módulo da carga elementar e 10 19 C. de acordo com o gráfico a seguir.5 1021 b) 4. com o tempo. A corrente elétrica em AB é um fluxo de elétrons. é percorrido por uma corrente elétrica constante de 4. continua frio. II. I. esquenta.

5 10 d) 7. pode-se concluir que. 731 (UFAL) A corrente elétrica no filamento de uma lâmpada é 200 mA. calcule a carga líquida que atravessa a membrana desse neurônio. por segundo. nos seus terminais será: a) 8 b) 12 c) 16 734 (UFMA) A resistência de um condutor é diretamente proporcional e inversamente proporcional: a) à área de secção transversal e ao comprimento do condutor b) à resistividade e ao comprimento do condutor c) ao comprimento e à resistividade do condutor d) ao comprimento e à área de secção transversal do condutor. Considerando a carga elementar igual a 1. a ddp. 130 K para dentro da célula. Dado: carga elementar do elétron 1.0 A passa pelo circuito e que cada coulomb de carga transporta aproximadamente 1. quando aplicada uma ddp U. sua nova resistência elétrica passará a ser: a) R b) 2R c) R 2 d) 4R e) R 4 prótons elétrons e) 1. 735 (Esam-RN) Num trecho de um circuito. O dispositivo consiste de uma barra de prata e do objeto que se quer banhar imersos em uma solução condutora de eletricidade. existente na membrana. um fio de cobre é percorrido por uma corrente elétrica de intensidade i.3 1019 prótons b) 1. até 200 Na para fora da célula e.6 10 19 C. mas com o diâmetro duas vezes maior.5 10 19 19 736 (PUC-RS) Um condutor elétrico tem comprimento . bomba de sódio. simplesmente. Ao substituir esse fio por outro.0 103 objeto que leva o banho de prata solução barra de prata a) Calcule a carga que passa nos eletrodos em uma hora. a) Sabendo-se que um pequeno neurônio possui cerca de um milhão de bombas de sódio. Considere que uma corrente de 6.729 (UFGO) O transporte ativo de Na e K através da membrana celular é realizado por uma proteína complexa. 730 (Unicamp-SP) A figura mostra como se pode dar um banho de prata em objetos. diâmetro d e resistência elétrica R. verifica-se que a intensidade da nova corrente elétrica: a) permanece constante b) se reduz à metade c) se duplica d) se triplica e) se quadruplica d) 20 e) 30 d) 2. como por exemplo em talheres.0 b) 5. passam pelo filamento da lâmpada: a) 1.1 mg de prata. b) Determine quantos gramas de prata são depositados sobre o objeto da figura em um banho de 20 minutos. Se duplicarmos seu comprimento e diâmetro.3 1019 elétrons c) 7. i i 732 (UCSal-BA) Um resistor de 100 Ω é percorrido por uma corrente elétrica de 20 mA. também de cobre.0 103 e) 5.0 c) 2. em volts. em volts. Cada bomba de sódio dos neurônios do cérebro humano pode transportar.3 1020 elétrons SIMULADÃO 119 . em um minuto. b) Calcule também a corrente elétrica média através da membrana de um neurônio. denominada “sódio-potássio-adenosina-trifosfatase” ou. Quando a corrente que o atravessa for igual a 4 A. quando submetido a uma ddp de 40 V. A ddp entre os terminais do resistor. é atravessado por uma corrente elétrica de intensidade 20 A.0 10 733 (Uneb-BA) Um resistor ôhmico.6 10 19 C. de mesmo comprimento. é igual a: a) 2.

Esses fusíveis. pode-se afirmar que: a) Os ecologistas não têm razão. ecologistas da região do Pantanal Mato-grossense têm criticado a empresa de energia elétrica da região. por isto.1 V nas extremidades desse fio microscópico. F1 é um fusível de 1. feitos do mesmo material. S A razão 1 é igual a: S2 a) 4 b) 3 2 c) 1 2 d) 1 4 A imagem mostra dois pedaços microscópicos de ouro (manchas escuras) conectados por um fio formado somente por três átomos de ouro. Argumentando que isso pode causar a morte de algumas aves. ao encostar simultaneamente em dois fios. quando sujeitos a tensões crescentes.0 (1) 2. na Física tradicional. F2 é um fusível de 2. e) Os ecologistas não têm razão. Esta imagem. Lembre-se de que.737 (UERJ) Dois fusíveis.0 A. ao encostar simultaneamente em dois fios. têm comprimentos iguais e a mesma forma cilíndrica de secções transversais de áreas S1 e S2. medese uma corrente de 8.0 0 0. pois sabe-se que é nula a resistência elétrica do corpo de uma ave. a) Calcule a resistência R desse fio microscópio. V (volts) (2) 8. localizado em Campinas.2 0.0 10 6 A. são utilizados para proteger circuitos diferentes da parte elétrica de um automóvel. c) Os ecologistas têm razão. onde r é a resistividade . obtida recentemente em um microscópio eletrônico por pesquisadores do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron. A discrepância entre esse valor e aquele determinado anteriormente deve-se ao fato de que as leis da Física do mundo macroscópico precisam ser modificadas para descrever corretamente objetos de dimensão atômica.0 10 10 m e aproxime 3. L é o comprimento do cilindro e A é a área da sua secção transversal. b) Os ecologistas têm razão. considerando-se como um cilindro com três diâmetros atômicos de comprimento. a re- ρ1 é igual a: ρ2 b) 1 2 c) 2 d) 1 4 e) 2 5 739 (Unicamp-SP) O tamanho dos componentes eletrônicos vem diminuindo de forma impressionante. 738 (Unitau-SP) Dois condutores metálicos (1) e (2). uma vez que. uma ave provavelmente morrerá eletrocutada.2. uma vez que. uma ave nunca morrerá eletrocutada. as distâncias entre os fios (desencapados) da rede elétrica de alta-tensão são inferiores às distâncias entre as pontas das asas de algumas aves quando em vôo. pois sabe-se que o corpo de uma ave é um isolante elétrico. não permitindo a passagem de corrente elétrica. d) Os ecologistas não têm razão.4 i (ampére) Sendo lação a) 1 1 e 2 as suas resistividades respectivas. b) Quando se aplica uma diferença de potencial de 0.6 10 8 Ωm. F1 e F2. o raio de um átomo de ouro 2.0 A. Em relação a esta argumentação. Considere a resistividade do ouro 1. 740 (UFU-MG) Normalmente. a maior proximidade entre os fios aumenta a probabilidade desta colisão. a resistência de um cilindro é dada por R L/A. Seria esta a última fronteira? 120 SIMULADÃO . pois a morte de uma ave poderá se dar com sua colisão com um único fio e. de materiais diferentes mas com as mesmas dimensões geométricas. e funcionam ambos sob a mesma voltagem. Determine o valor experimental da resistência do fio. apresentam o comportamento ilustrado na figura. demonstra que é possível atingir essa fronteira. Hoje podemos imaginar componentes formados por apenas alguns átomos.

igual a: a) 1. d) O jovem deve escolher o forno B. o proprietário substituiu a instalação elétrica de sua casa e o chuveiro. para iluminar seu quarto. uma potência superior à do forno B. ligada na mesma tensão de 120 V.0 c) 3. consumiria a mesma energia que o forno num intervalo de tempo. quando ligado a uma rede elétrica que fornece uma tensão de 120 V. a única que pode ter ocorrido. mas o consumo de energia elétrica aumentou. bem como da luminosidade do quarto e do consumo de energia elétrica. que pode ser mais fina e) no menor volume de água de que esse outro chuveiro vai necessitar 744 (PUC-SP) Pensando em comprar um forno elétrico. bem como da luminosidade do quarto. uma potência superior à do forno A. A vantagem dessa substituição está: a) no maior aquecimento da água que esse outro chuveiro vai proporcionar b) no menor consumo de eletricidade desse outro chuveiro Se a tensão (ddp) fornecida nas tomadas da sua residência é de 110 V. após a substituição do tipo de lâmpada. um jovem percorre uma loja e depara-se com modelos das marcas A e B. bem como da luminosidade do quarto. e) Houve aumento da freqüência de “queima” das lâmpadas. 745 (UEL-PR) Um forno elétrico. verifique. pois sua tensão nominal é compatível com a rede elétrica e ele dissipará. 1 300 W 742 (UFU-MG) Um homem utilizava. A corrente estabelecida nesse aparelho tem valor igual a: a) 150 mA b) 250 mA c) 350 mA d) 450 mA c) na dispensa do uso de disjuntor para o circuito desse outro chuveiro d) no barateamento da fiação do circuito desse outro chuveiro.0 minutos. aquelas em que são corretas tanto a razão quanto a justificativa. b) Houve diminuição da freqüência de “queima” das lâmpadas.0 SIMULADÃO 121 . e cujo filamento tem uma resistência elétrica praticamente independente da diferença de potencial à qual é submetida.0 e) 5. uma potência inferior à do forno A. d) Houve diminuição da freqüência de “queima” das lâmpadas. bem como da luminosidade do quarto e do consumo de energia elétrica. uma única lâmpada que dissipa 60 W de potência quando submetida a uma diferença de potencial de 110 V. Uma lâmpada comum. quando ligado. uma vez que ambos queimarão ao serem ligados. Das situações a seguir. c) O jovem deve escolher o forno A. e) O jovem deve escolher o forno A. mas o consumo de energia elétrica diminuiu. de 60 W. cujos dados nominais são: • marca A: 220 V • marca B: 115 V 1 500 W. em horas. entre as alternativas seguintes. que estava ligado em 110 V. é percorrido por uma corrente de 15 A. c) Houve aumento da freqüência de “queima” das lâmpadas. de mesma potência. b) O jovem não deve comprar nenhum deles.0 b) 2. causando maior aquecimento. o homem passou a utilizar uma lâmpada que dissipa 100 W de potência quando submetida a 220 V. durante 6. pois sua tensão nominal é compatível com a rede elétrica e ele dissipará. quando ligado. pois suas tensões nominais são maiores que 110 V. quando ligado. ligado a uma tensão de 120 V. foi trocado por outro chuveiro. pois sua tensão nominal é compatível com a rede elétrica e ele dissipará.0 d) 4.741 (UERJ) Um ventilador dissipa uma potência de 30 W. Preocupado com a freqüência com que “queimavam” lâmpadas nesse quarto. mas a luminosidade do quarto e o consumo de energia elétrica aumentaram. pois sua tensão nominal é maior do que a do forno B. 743 (UFSCar-SP) Por recomendação de um eletricista. ligado em 220 V. é: a) Houve diminuição da freqüência de “queima” das lâmpadas. a) O jovem deve escolher o forno B.

0 10 3 s. conforme as condições acima. baixa. a temperatura da água contida em um reservatório que abastece as n casas. 1. a temperatura da água aumenta 1.0 cal 4. os engenheiros estabelecem nestas mesmas linhas uma corrente elétrica e uma voltagem (tensão).0 cal/g ºC. a temperatura desse líquido aumentará mais depressa. A opção que completa corretamente as lacunas do texto. 11 – Com uma corrente elétrica I .5 102 kWh. a potência ab2 sorvida pela água se reduz a um quarto da inicial.0 105 A e que o intervalo de tempo em que ocorre a descarga seja 1. II. aproximadamente. b) Determine o número n de casas que podem ser abastecidas durante um mês com a energia do raio.0 ºC/min.50 ºC/min. a temperatura 2 da água deve aumentar 0. analise as afirmações a seguir. (Dados: calor específico da água 1. 33 W. a energia liberada no processo possa ser armazenada. Considere que na produção de um raio. Apesar dos brasileiros viverem numa zona tropical. Assim. Em associação com os dados do gráfico. diminuir c) alta. Na hipótese de não haver perda de energia para o meio exterior e de a capacidade térmica do reservatório ser desprezível. potência do equipamento II. apenas c) I e II. aumentar b) baixa. 747 (UFAL) Um recipiente isolante térmico contém inicialmente 500 cm3 de água.746 (UFF-RJ) Raios são descargas elétricas produzidas quando há uma diferença de potencial da ordem de 2. alta. do consumo de energia elétrica nas residências no Brasil é apresentada no gráfico.0 g/cm3) Considerando que toda energia elétrica dissipada seja absorvida pela água. aumentar d) alta. baixa. Na construção de linhas de transmissão elétrica. calor específico da água 1. (Dados: 1. estima-se que a intensidade da corrente seja 2. muitos gostam de tomar banho quente. na ordem em que aparecem. em cada casa. alta. 22 – Reduzindo a tensão para V . 33 – Substituindo-se a água por outro líquido que tenha a metade da capacidade térmica. em kWh. diminuir 749 (ENEM) A distribuição média. Já para agradar aos brasileiros que gostam de banhos mais quentes. 44 – A troca do resistor por outro de menor resistência torna mais lento o aquecimento do líquido. é 3. sabendo que o consumo mensal de energia elétrica. os engenheiros procuram evitar o máximo possível a perda de energia por efeito Joule. Nessas condições iniciais. alta. número de equipamentos O valor das frações percentuais do consumo de energia depende de: a) I. 748 (Unipac-MG) Leia as duas informações a seguir: I. II e III 122 SIMULADÃO . c) Suponha que 30% da energia do raio seja utilizada para se elevar. horas de funcionamento III. em 10 ºC. calcule a massa de água nesse reservatório. Nessas circunstâncias. Um resistor imerso na água está submetido inicialmente a uma corrente elétrica I e a uma tensão V.0 cal/g ºC) a) Calcule. 00 – Inicialmente a potência dissipada pelo resistor é de. considere as variáveis: I. a energia total liberada durante a produção do raio. apenas b) II. para cumprir com as exigências técnicas das linhas de transmissão.0 cal 4 J e densidade da água 1.5 107 V entre dois pontos da atmosfera. apenas e) I. é: a) baixa. aumentar e) baixa. por tipo de equipamento. deveríamos a resistência elétrica do chuveiro. apenas d) II e III.2 J.

que podem ser medidas em graus Celsius. Como esses fios não são condutores perfeitos. que apenas “quebre a frieza” da água. Newton a fazer a estimativa da temperatura (θfinal) em que ele tomará seu banho morno. sendo totalmente absorvida pela água. o sr. com o aumento da sua conta mensal. Q mc θ. Isso faz com que algumas famílias passem SIMULADÃO 123 . b) Calcule a energia dissipada por efeito Joule. Pt. por conseguinte. qual o projeto que deve ser escolhido para que essa linha de transmissão tenha a menor perda por efeito Joule. onde t representa tempo.25 g. A tabela mostra quatro projetos diferentes. utilizando o projeto que você escolheu.5 a utilizar o chuveiro elétrico para um banho morno. ele sabe que a quantidade de massa (m) d’água que cai em cada segundo (vazão) é de 30. Newton vai ao comércio e solicita do vendedor um chuveiro de pouca potência (P). O vendedor lhe oferece dois chuveiros (ôhmicos. pois está preocupado com o aumento do consumo de energia elétrica (E) e. uma das formas de perda de energia na transmissão é por aquecimento. A partir do diâmetro do cano que leva a água ao chuveiro.0 0. por onde circula a corrente (i) que aquece a água. onde R é a resistência elétrica por: Pd (ôhmica) do fio (dada por R At resistividade elétrica. Lembre que: E P t. que é 220 V: um com resistência elétrica (R) de 20. O sr. que toda a energia elétrica (E) é dissipada na forma de calor (Q) pelo resistor do chuveiro. do ponto de vista técnico. (Lembre que: P V i e V R i. 1 2 3 4 Sabe-se que: • A potência transmitida. na marca dos 23 ºC.0 Ω.750 (UFRN) A transmissão de energia elétrica das usinas hidrelétricas para os centros consumidores é feita através de fios metálicos que transmitem milhares de watts. o chamado efeito Joule. O sr. Explicite seus cálculos. Além disso. ou voltagem. é dada R i2. e i o valor da corrente elétrica (alternada) que flui nos fios que ligam ambos os locais. Com base nas informações dadas e na Física envolvida: a) Especifique.2 cal. Pd.0 0. a temperatura cai um pouco em várias cidades do Rio Grande do Norte. entre a usina e o consumidor. Newton decide estimar em quantos graus o chuveiro é capaz de aumentar a temperatura da água. respectivamente.0 Ω e outro de 10. onde 1 cal/g ºC é o calor específiθinicial é a variação da co da água. Newton supõe.) b) Após fazer sua escolha. 752 (UFPA) A figura representa uma usina geradora de corrente contínua alimentando uma fábrica distante. que têm como objetivo transmitir uma mesma potência elétrica numa linha de transmissão de 64 km de extensão. tendo em vista sua preocupação econômica? Justifique. e 1 joule 0. θ θfinal temperatura da água. • A potência dissipada por efeito Joule. que depende do material do qual o fio é feito. sendo θinicial e θfinal. em uma hora. sendo V o valor da diferença de potencial elétrico. como primeira aproximação. Ajude o sr. ρ . Newton deve escolher. comuns) para a voltagem (V) do Rio Grande do Norte. as temperaturas inicial e final da água. Projetos Resistência do fio utilizado (W) 40 40 20 20 Voltagem Corrente (A) aplicada (V) 10 000 100 000 10 000 100 000 5. Justifique sua resposta.5 5. é dada por: Pt V i. a) Qual dos dois chuveiros o sr. onde r é a 751 (UFRN) Nos meses de maio e junho. l é o comprimento do fio e At é a área da secção transversal do mesmo). ele ouve no rádio que a temperatura na sua cidade permanece estável.

054 1.88 d) 10. ela soube que a tensão da rede elétrica local é de 220 V. atualmente. que funcionava perfeitamente quando ligado à rede elétrica do Rio de Janeiro.18 754 (ENEM) A distribuição média. R$ 0.0 V. em ohm? c) Qual a queda de tensão elétrica. recebida na fábrica? 753 (Unama-PA) Gastão. pode-se concluir que o banho diário da cada morador passou a ter uma duração média. a potência dissipada. Com os dados indicados ele calcula que o custo para o microondas efetuar a mesma tarefa é.20 e) 2. por tipo de equipamento. de: a) 2. indicada por um voltímetro ligado aos pólos do gerador? b) Qual a resistência elétrica total da linha. do consumo de energia elétrica nas residências no Brasil é apresentada no gráfico.036 c) R$ 0.5 755 (UNI-RIO) Uma jovem mudou-se da cidade do Rio de Janeiro para a capital de Pernambuco. Ele argumenta que apesar de o funcionamento do microondas ser muito mais caro do que o fogão a gás. a sua resistência elétrica deve ser: a) diminuída em 50% b) mantida inalterada c) duplicada d) triplicada e) quadruplicada 756 (UFAL) A potência dissipada por um resistor é 1. seria: a) 0. entre os pontos B (saída do gerador) e C (chegada à fábrica)? d) Qual a potência.81 757 (UFSC) O quadro apresenta os equipamentos elétricos de maior utilização em uma certa residência e os respectivos tempos médios de uso/funcionamento diário. alimentada com a voltagem de 220 V.0 e) 12. aproximadamente: a) R$ 0.5 kW Como medida de economia. em minutos.44 W quando a tensão nos terminais é 12 V.A conexão é feita por intermédio de uma linha de transmissão constituída de dois fios condutores de 1 km (um quilômetro) de comprimento cada. estudante de Economia. Para proteção da instalação elétrica da residência.16 b) 0. quando a corrente ultrapassa um certo valor. A potência fornecida pelo gerador é 12 kW e a corrente na linha é 40 A. comenta com Jacy que pretende substituir o seu fogão a gás por um forno microondas. d) 1. Atento como sempre.027.5 b) 5. a mesma potência que era obtida no Rio de Janeiro. uma chave que abre. por efeito Joule. Sabendo-se que o condutor de cobre tem uma resistência de 3 10 4 Ω por metro de comprimento. a partir da mesma temperatura inicial que no fogão a gás 0. pergunta-se: a) Qual a leitura. isto é. cuja tensão é de 110 V.032 b) R$ 0. Para que o chuveiro elétrico continue a dissipar. Ao chegar a Recife. e se nela há um único chuveiro de 5 000 W. • Custo de 1 kWh R$ 0. em quilowatt. a relação custo-benefício é compensadora. cuja potência nominal é de 4 400 W.36 c) 0. ferver um litro de água em um fogão a gás custa. ela está ligada a um disjuntor.0 c) 7. Se a tensão nos terminais desse resistor fosse 9.043 d) R$ 0. Jacy sabe que.0 • Potência total do microondas • Tempo para ferver 1 litro de água no microondas. em uma residência com 4 moradores. Ela levou consigo um chuveiro elétrico. em volt. em watts.12 h. em volt. por unidade de equipamento. interrompendo o circuito. Se essa residência obedece à distribuição dada no gráfico. Todos os equipamentos estão ligados em uma única rede elétrica. o consumo mensal médio de energia elétrica foi reduzido para 300 kWh. 124 SIMULADÃO .

comparativamente a uma lâmpada de 60 W e 127 V no mesmo local tem como resultado: a) mesma potência. Lâmpada (projeto original) 60 W – 127 V 60 W – 120 V Tensão da rede elétrica 127 V 127 V Potência medida (watt) 60 65 Luminosidade medida (lúmens) 750 920 Vida útil média (horas) 1 000 452 Acender uma lâmpada de 60 W e 120 V em um local onde a tensão na tomada é de 127 V. o consumo total de energia elétrica em 30 dias é igual a 396 kWh. Considerando os equipamentos relacionados. Em 30 dias. essa substituição representou uma mudança significativa no consumo de energia elétrica para cerca de 80 milhões de brasileiros que residem nas regiões em que a tensão da rede é de 127 V. maior intensidade de luz e maior durabilidade d) maior potência. o consumo de energia das lâmpadas é menor do que o consumo da geladeira. Somente os dois chuveiros elétricos consomem 195 kWh em 30 dias. 02. Em 30 dias. lâmpadas projetadas para funcionar com 127 V foram retiradas do mercado e.20.Quantidade 04 03 04 03 02 02 01 01 01 01 Equipamento lâmpada lâmpada lâmpada lâmpada televisor chuveiro elétrico máquina da lavar ferro elétrico secador de cabelo geladeira Potência 25 W 40 W 460 W 100 W 80 W 6 500 W 300 W 1 200 W 1 200 W 600 W Tempo médio de uso ou funcionamento diário 2h 5h 3h 4h 8h 30 min 1h 20 min 10 min 3h Energia diária consumida 200 W Assinale a(s) proposição (ões) correta(s): 01. o consumo de energia da geladeira é menor do que o consumo total dos dois televisores. Se os dois chuveiros forem usados simultaneamente. se o kWh custa R$ 0. quando ambas encontram-se ligadas numa rede de 127 V. maior intensidade de luz e maior durabilidade b) mesma potência. É possível economizar 32. projetadas respectivamente para 127 V (antiga) e 120 V (nova). Segundo dados recentes. este teria que suportar correntes até 40 A. maior intensidade de luz e menor durabilidade e) menor potência. 16. Em 1997. colocaram-se lâmpadas concebidas para uma tensão de 120 V. 64. diminuindo em 5 minutos o uso diário de cada chuveiro. 758 (ENEM) Lâmpadas incandescentes são normalmente projetadas para trabalhar com a tensão da rede elétrica em que serão ligadas. maior intensidade de luz e menor durabilidade c) maior potência. estando ligados em uma mesma rede e com um único disjuntor.5 kWh em 30 dias. menor intensidade de luz e menor durabilidade SIMULADÃO 125 . em seu lugar. a despesa correspondente apenas ao consumo das lâmpadas é R$ 16. 08. Em 30 dias.32. A tabela apresenta algumas características de duas lâmpadas de 60 W. contudo. 04. 32.

50 m. que se encontra relaxada quando o pistão está encostado no fundo do recipiente. Certa quantidade de um gás ideal é colocada no recipiente e.50 102 W com eficiência de 85% quando atravessado por uma corrente elétrica de 10 A. b) Calcule a corrente na lâmpada para os valores nominais de potência e tensão.5 V c) 2. através de medições em sua oficina. determine. b) O gás é aquecido. operando à ddp de 100 V. no equilíbrio térmico.0 V.55 m. (Dado: constante universal dos gases (R) 8. durante 10 minutos. o seguinte gráfico: 120 Potência (W) 100 80 60 40 20 0 0 20 40 60 80 100 Tensão (V) 120 140 a) Determine a potência nominal da lâmpada a partir do gráfico. a mola comprime-se de x 0. a resistência elétrica do aquecedor. considerou que: a) a cidade de Cuiabá consome 10 kWh por segundo de energia elétrica b) um quilo de madeira é capaz de prover energia suficiente para elevar a temperatura de 5 litros de água de 30 oC para 100 oC 762 (Unicamp-SP) Um técnico em eletricidade notou que a lâmpada que ele havia retirado do almoxarifado tinha seus valores nominais (valores impressos no bulbo) um tanto apagados. eleva a temperatura de 5 L de água de 20 oC para 70 C.0 104 N/m. com R 20 Ω. c) Calcule a resistência da lâmpada quando ligada na tensão nominal. Pôde ver que a tensão nominal era de 130 V. qual o número inteiro que mais se aproxima do número de árvores por minuto que o estudante encontrou em sua estimativa? 761 (Unitau-SP) Um motor fornece uma potência mecânica de 8.0 V d) 85 V e) 10 V ∆x R pistão 6. em um intervalo de 20 minutos. em ohms. onde a mola está comprimida de x1 0. em equilíbrio térmico à temperatura T 27 oC. mas não pôde ler o valor da potência. 763 (UFBA) Um aquecedor. Ele obteve. 126 SIMULADÃO . o pistão encontra-se em uma nova posição. O pistão está preso à mola de constante elástica k 1. ligado a uma fonte de tensão de 6.759 (UFF-RJ) A figura ilustra a secção reta de um recipiente isolante térmico cilíndrico cujo volume é regulado por um pistão que pode deslizar sem atrito.31 J/mol K) c) uma árvore utilizada numa usina termelétrica corresponde a uma tonelada de madeira d) o processo de conversão de energia térmica para elétrica numa usina termelétrica tem um fator de eficiência de 50% Dado que o calor específico da água é 4 J/g oC. A tensão que o alimenta é igual a: a) 100 V b) 0.0 V a) Calcule o número de mols do gás no recipiente. Admitindo-se que toda energia elétrica é transformada em energia térmica e considerando-se que a água tem densidade de 1 g/cm3 e calor específico de 4 J/g oC. Para fazer uma estimativa desse número. Calcule a quantidade de calor fornecida ao gás. ao final. Durante o aquecimento. considerando desprezível a capacidade térmica do sistema (recipiente e seus componentes) 760 (UFMT) Um estudante deseja saber quantas árvores por minuto uma usina termelétrica precisa para abastecer com energia elétrica uma cidade do tamanho de Cuiabá. calcule: c) a temperatura do gás d) o trabalho mecânico realizado pelo gás na expansão de x1 e) a variação da energia interna do gás na expansão. por meio de um resistor. o gás se expande quase estaticamente e. então. Tendo em vista esta nova situação.

0 10 5 A e que o intervalo de tempo em que ocorre a descarga seja 1. calcule a massa de água nesse reservatório. repete-se a experiência desde o início. A usina de Itaipu. 40 A B 30 20 6 12 18 t (minuto) a) Estime a massa M. (Dados: 1. a água desce por um duto sob a ação da gravidade. 766 (UFF-RJ) Raios são descargas elétricas produzidas quando há uma diferença de potencial da ordem de 2. em cada casa. Considere que na produção de um raio. Em recipiente de isopor.0 10 3 s. calor específico da água 1. Pela tubulação de cada unidade passam 700 m3/s de água. b) Determine o número n de casas que podem ser abastecidas durante um mês com a energia do raio. nem toda a energia potencial mecânica é transformada em energia elétrica. Considere a densidade da água 1 000 kg/m3 e g 10 m/s2. Na hipótese de não haver perda de energia para o meio exterior e de a capacidade térmica do reservatório ser desprezível. conforme a figura. de massa mb 5.2 J. obtendo-se a reta B do gráfico. é 3. b) Estime o calor específico cb do bloco. a energia total liberada durante a produção do raio. como indicado na figura. obtendo-se a reta A do gráfico. Para quantas cidades como Campinas.764 (Fuvest-SP) Uma experiência é realizada para estimar o calor específico de um bloco de material desconhecido. a temperatura da água contida em um reservatório que abastece as n casas. Nessas circunstâncias. Nelas. em 10 oC. fazendo girar a turbina e o gerador. ou seja. estima-se que a intensidade da corrente seja 2.5 10 7 V entre dois pontos da atmosfera. cesso de geração tem uma eficiência de 77%. 120 V R T (°C) a) Qual a potência gerada em cada unidade da usina se a altura da coluna d’água for H 130 m? Qual a potência total gerada na usina? b) Uma cidade como Campinas consome 6 109 Wh por dia. A seguir. e com os devidos cuidados experimentais. uma quantidade de água é aquecida por uma resistência elétrica R 40 Ω. responsável pela geração de 25% da energia elétrica utilizada no Brasil é formada por 18 unidades geradoras. da água colocada no recipiente.4 kg.0 cal 4. Itaipu é capaz de suprir energia elétrica? Ignore as perdas na distribuição. sabendo que o consumo mensal de energia elétrica. em função do tempo t.5 102 kWh. conforme as condições acima. a energia liberada no processo possa ser armazenada. explicitando claramente as unidades utilizadas. 765 (Unicamp-SP) Uma usina hidrelétrica gera eletricidade a partir da transformação de energia potencial mecânica em energia elétrica. ligada a uma fonte de 120 V. O pro- SIMULADÃO 127 . em kWh.0 cal/g oC) a) Calcule. c) Suponha que 30% da energia do raio seja utilizada para se elevar. em kg. desta vez colocando o bloco imerso dentro d’água. é medida a variação da temperatura T da água. Nessas condições.

F 4 B 5 7 Para a associação da figura. V.41 A c) 34. F d) F. 128 SIMULADÃO .5 769 (UCSal-BA) Tem-se resistores de 10 Ω e desejase montar uma associação de resistores equivalente a 15 Ω. estão ligadas: a) em paralelo b) em série Qual é a lâmpada mais brilhante em cada caso? Justifique. F c) V. com base na Física. a resistência equivalente entre os terminais A e B é igual a: 01) 8 Ω 02) 10 Ω 03) 12 Ω 04) 14 Ω 05) 16 Ω 773 (UFOP-MG) As figuras mostram os diagramas tensão versus corrente para dois condutores I e II.0 10. 1.0 5. uma de resistência R1 e a outra de resistência R2. i (A) (I) 1. O número de resistores necessários à montagem dessa associação é: a) seis b) cinco c) quatro d) três e) dois 0 3. associados em paralelo e submetidos a uma certa diferença de potencial. V b) V. 1 • A potência elétrica dissipada é maior no resistor de maior resistência. verificando se são verdadeiras ou falsas. determine a força eletromotriz e da bateria. A seqüência correta é: a) F.767 (UFMS) O esquema representa uma associação de quatro resistores com resistências iguais a R. sendo R2 R1.5 1. M N 771 (UEMA) Duas lâmpadas.0 0.34 A e) 4 A b) Os dois condutores são ligados em série a uma bateria de força eletromotriz e.5 V (volts) i (A) (II) 770 (UEPG-PR) Verifique a alternativa que apresenta o valor da intensidade de corrente indicada na figura.0 V. A resistência elétrica equivalente entre M e N vale: a) 2R b) R 768 (ECM-AL) 3 4 A 6 c) R 2 d) R 3 e) R 4 772 (UFSM-RS) Analise as afirmações a seguir.5 7. referentes a um circuito contendo três resistores de resistências diferentes. V e) V. F. V. • A resistência do resistor equivalente é menor do que a menor das resistências dos resistores do conjunto • A corrente elétrica é menor no resistor de maior resistência. F.0 V (volts) a) Qual dos dois condutores obedece à lei de Ohm? Determine a resistência elétrica deste condutor. V.5 i A 15 10 6 B 0 4.1 A d) 0. sua resposta.0 0. Se a diferença de potencial no condutor II é 5. 12 V a) 0 A b) 3.

por cada uma das associações. 0. Quantas lâmpadas formam esse cordão. Quando os pontos são interligados por 2 resistores em série. 16) Quando ligados em paralelo. 04) Quando submetidos à mesma tensão elétrica.0 A. 777 (ITE-SP) Um cordão de lâmpadas de Natal é formado com a ligação em série de lâmpadas iguais. mas a resistência elétrica de A é a metade da resistência de B. 779 (UFPA) Dispõe-se de duas pilhas idênticas para acender lâmpadas. a potência dissipada por B é maior que a dissipada por A.7 W b) 4. têm o mesmo comprimento.6 Potência útil (W) 0. 775 (UFRS) O gráfico representa a corrente elétrica i em função da diferença de potencial U aplicada aos extremos de dois resistores. a potência dissipada por A é maior que a dissipada por B. Sobre tais fios.3 0. a tensão elétrica em B é maior que a tensão elétrica em A.1 0 0 1 2 3 4 5 6 7 Série Paralelo 8 9 10 Resistência ( ) SIMULADÃO 129 . A e B. se ele é ligado em 110 V? a) 20 lâmpadas b) 55 lâmpadas c) 22 lâmpadas d) 14 lâmpadas e) 60 lâmpadas O gráfico mostra a potência útil dissipada.2 0. onde cada uma tem resistência de 8 Ω e potência de 0.4 0. como mostra a figura A. como mostra a figura B.2 0. x x Considerando os valores indicados no próprio esquema. a intensidade da corrente elétrica entre A e B é de 3. em ohms. é de 120 V. é correto afirmar: 01) A área da secção transversal de A é quatro vezes menor que a área da secção transversal de B. R1 7 Rx R1 2 i R2 24 2. ou em paralelo.5 W. qual a potência dissipada nessa associação? a) 2.0 A 778 (UFPR) Dois fios condutores retos. Essas pilhas podem ser associadas em série. Determinar a resistência elétrica de cada resistor. cujas resistências elétricas são representadas genericamente por R. a corrente elétrica que passa por A é igual à corrente elétrica que passa por B.7 0. R1 e R2. em função da resistência R da lâmpada que compõe o circuito externo. 02) Quando percorridos por corrente elétrica de igual intensidade.5 0.774 (UFAL) A diferença de potencial entre os pontos X e Y do circuito representado no esquema é 20 V e a resistência do resistor RX é desconhecida. A e B.1 0 20 40 60 U (V) Quando R1 e R2 forem ligados em paralelo a uma diferença de potencial de 40 V. i (A) 0.0 W c) 12 W d) 53 W e) 24 000 W R R 776 (EEM-SP) A diferença de potencial elétrico entre dois pontos.3 R2 R1 0.00 A e quando os mesmos resistores são associados em paralelo. a intensidade de corrente elétrica entre A e B é de 16. 08) Quando ligados em série. determine: a) a resistência equivalente da associação formada pelos resistores R2. de mesmo material. R3 e RX b) a resistência de RX.

condutor ôhmico 4. Quando a chave está na posição A a potência consumida pelo chuveiro é 4 kW. fusível 3. • Possui pequena resistência interna. o voltímetro e o amperímetro devem ser ligados. para que o chuveiro consuma 3 kW quando a chave estiver na posição B? R1 R2 782 (UFRJ) Dois resistores. voltímetro • Interrompe a passagem de corrente elétrica pelo efeito Joule. galvanômetro 2. R1 E 40 V 6 M N R2 10 A B R3 4 C 220 V Ligando entre os pontos M e N um amperímetro ideal e. 3. 4.0 V B Considere o voltímetro ideal. substituindo-o por um voltímetro ideal. a seguir.0 14 V R 5. 5. 1. • Mostra a presença de corrente elétrica. 5 c) 2. respectivamente: a) 8 A e 80 V d) 2 A e 40 V e) 2 A e 20 V b) 4 A e 40 V c) 4 A e 20 V 784 (Cefet-PR) No circuito representado a seguir. Qual deve ser o valor da resistência R2. 1. a ordem numérica. onde a chave C permite ligar nas posições “inverno” e “verão”. R A 2. • Possui grande resistência interna. 5. é: 1. um de resistência R 2. 3. 5. a) 2. selecione. de cima para baixo. Para isso. Entre os pontos A e B mantém-se uma diferença de potencial VA VB 14 V. 5 e) 3. em ohms. 1. 780 (UFPE) O circuito ilustra as resistências elétricas de um chuveiro elétrico residencial. nas posições: a) 2 e 4 b) 1 e 4 c) 3 e 2 d) 1 e 3 e) 3 e 4 130 SIMULADÃO .Analisando o gráfico.0 Ω. 4 d) 1. 2. 1 1 2 R 3 4 Para que as medidas sejam efetuadas corretamente. respectivamente. 781 (Unicruz-RS) Relacionando os elementos abaixo indicados. Calcule a indicação do voltímetro. 2. 3.0 Ω e outro de resistência R’ 5. • Possui resistência constante. independente da diferença de potencial. 4 b) 3. 783 (PUCC-SP) Considere o circuito simples abaixo representado com os valores indicados. responda: a) Se a resistência elétrica da lâmpada for 1 Ω. deseja-se medir o valor da resistência R. 2. amperímetro 5. 4. Justifique. entre os valores apresentados no gráfico. estão ligados como mostra o esquema a seguir. 4. suas indicações serão. b) Desejando-se que o brilho da lâmpada seja o mesmo em qualquer das duas associações em que ela for ligada. qual das duas associações deve ser utilizada para produzir maior brilho na lâmpada? Justifique. dispomos de um voltímetro e um amperímetro. o valor da resistência elétrica da lâmpada que atenda a essa condição.

5 Ω c) 700 mA e 15.5 Ω b) 500 mA e 22. R2 e R3 têm valores iguais a 12 ohms.0 Ω 789 (UFRJ) O esquema da figura mostra uma parte de um circuito elétrico de corrente contínua. e a leitura do voltímetro V.5 A c) nenhuma lâmpada irá acender.5 Ω Ao ligarmos a chave K. O voltímetro está ligado em paralelo com uma das resistências.785 (PUCC-SP) No circuito representado no esquema abaixo. O amperímetro mede sempre uma corrente de 2 A e as resistências valem 1 W cada uma. respectivamente: a) 200 mA e 40. 20 V) L1 4 5 A1 4 5 6 6 L3: (5 W. apresentam as seguintes inscrições nominais: L1: (10 W. em ampères. respectivamente: a) 4 e 12 b) 2 e 24 c) 2 e 12 12 b) Qual a leitura feita no amperímetro? c) Qual a potência dissipada pelo resistor localizado entre X e Y? 788 (Fatec-SP) No circuito. a leitura do amperímetro A. em volts. cinco resistores e uma bateria.5 Ω e) 1 200 mA e 0. A V 36V R1 R3 R2 a) Qual a resistência equivalente do circuito? De acordo com o esquema. A bateria fornece uma tensão de 12 V e o voltímetro registra 6 V. 10 V) L4: (10 W. A1 d) 1 e 36 e) 1 e 12 786 (MACK-SP) Quatro lâmpadas. o amperímetro A1 indica uma corrente de 200 mA. a indicação do amperímetro A2 e a resistência equivalente do circuito são. b) Calcule a leitura do voltímetro com a chave interruptora fechada. associadas de acordo com o esquema. 2A 1 A a) Calcule a leitura do voltímetro com a chave interruptora aberta. observaremos que: a) nenhuma lâmpada se “queimará” e o amperímetro ideal acusará a passagem de corrente de intensidade 1 A b) nenhuma lâmpada se “queimará” e o amperímetro ideal acusará a passagem de corrente de intensidade 4. os resistores R1. SIMULADÃO 131 . 10 V) L3 L2 A K 20 V L4 Supondo-se que todos os amperímetros sejam ideais. 20 V) L2: (20 W. são. pois foram ligadas fora da especificação do fabricante d) as lâmpadas L1 e L3 se “queimarão” e) as lâmpadas L2 e L4 se “queimarão” 787 A figura representa um circuito elétrico constituído de um voltímetro (V) e um amperímetro (A) ideais. d) 1 000 mA e 6.

0 e) 3. II e III 793 (UFLA-MG) A ponte de Wheatstone mostrada estará em equilíbrio quando o galvanômetro G indicar zero volt.0 V.0 c) 4.5 795 (UFRGS) Um gerador possui uma força eletromotriz igual a 20 V.0 791 (Unisa-SP) Dado o esquema. a diferença de potencial. A resistência interna do gerador tem 4 Ω. Nestas condições. R4 deve ter valor igual a: a) R 2 b) R 2 d) R 2 e) R1 4 R x c) 2R 794 (FURRN) Uma bateria de força eletromotriz 6.790 (UFPE) No circuito abaixo é nula a corrente no fio de resistência R. Quais estão corretas? a) apenas I b) apenas II c) apenas III 796 O gráfico da figura representa a curva característica de um gerador. Qual o rendimento desse gerador quando a intensidade da corrente que o percorre é de 1 A? U (V) 2 3 V a) 3 b) 4 c) 5 d) 6 d) 4. II.5 50 V Gerador 5 8 6 4 792 (EFEI-MG) Qual deve ser a resistência X em função de R1.5 W e) zero 2. A corrente elétrica máxima possível em um circuito ligado ao gerador é 5 A. em ohms. Qual é o valor. Quando os pólos do gerador não estão ligados a um circuito fechado.0 Ω. a potência dissipada no resistor de 6 Ω é: a) 50 W b) 10 W c) 2 W d) 0. a diferença de potencial entre eles é de 20 V. que tem resistência interna de 1. alimenta um aquecedor que está funcionando com uma corrente elétrica de intensidade igual a 2. I. da resistência X? Para que isto ocorra. em volts.0 A. a corrente elétrica entre eles tem intensidade igual a 5 A. Com base nestas informações. III. Quando os pólos positivo e negativo do gerador estão em curto-circuito. R2 e R3. aplicada no aquecedor é igual a: e) 7 a) 6. analise as afirmações seguintes. 300 150 G 40 R V R4 R 0 4 i (A) 132 SIMULADÃO .0 b) 5. de forma que nenhuma corrente circule no medidor G da figura? R3 X G R1 R2 d) apenas II e III e) I.

b) Apenas a II e a III estão corretas. entre os terminais desse gerador e da corrente que o atravessa. a) Faça um esboço do circuito. A potência elétrica dissipada em forma de calor em R2 é igual a 5 watts. e) Apenas a I.797 (UMC-SP) Na figura 1 aparece um gerador de força eletromotriz ε e resistência interna r. d) Apenas a I. b) Qual a tensão elétrica que o gerador aplica nos extremos do resistor cilíndrico? c) Qual a potência elétrica dissipada no resistor cilíndrico? d) Qual a resistividade do metal do resistor cilíndrico em Ω. 799 (Unip-SP) Um gerador elétrico (E. c) Apenas a III e a IV estão corretas. IV. A corrente elétrica que circula em R1 é a mesma que circula em R2. determine: a) a fem do gerador b) a corrente de curto-circuito c) a expressão que relaciona VAB e a corrente d) a resistência interna do gerador 798 A figura representa a curva de potência útil de um gerador de fem (ε) e resistência interna (r). A diferença de potencial entre os pontos A e B do circuito é igual a 5 volts.0 Ω É certo concluir que: a) Apenas a I e a II estão corretas. constrói-se o gráfico da figura 2. a II e a III estão corretas. R 2. E R r II.0 i (A) Bateria Amperímetro R Num laboratório. Um amperímetro ideal registra uma corrente elétrica de 1.0 W SIMULADÃO 133 . B ε r i A 800 (UMC-SP) Uma bateria elétrica. 20 ohms. E A R1 B R1 C V 0 5 10 i (A) Sabendo-se que R1 10 ohms e R2 sidere as afirmações.0 Ω P (w) 25 Resistor cilíndrico 801 (UCS-RS) O circuito elétrico da figura é alimentado pela bateria de força eletromotriz E. dada por VA VB. Calcular os valores de E e r. Os fios de ligação são supostos ideais.0 W e) 4. de resistência interna r 5 Ω e fem E 9 V. r) alimenta um resistor elétrico (R). O voltímetro ideal V ligado nos extremos de R2 indica a diferença de potencial de 10 volts.2 A passando pelo resistor. A força eletromotriz da bateria que alimenta o circuito é igual a 30 volts. a II e a IV estão corretas. A potência elétrica que o gerador transfere para o resistor vale: a) 32 W b) 20 W c) 16 W d) 8. E 12 V r 1. por meio de várias medidas da diferença de potencial VAB. III. m? A r E VAB Figura 1 VAB(V) 12 Figura 2 0 5. con- I. fornece corrente a um resistor cilíndrico de raio a 0.4 cm. Com base nele.02 cm e comprimento L 31.

802 (UFJF-MG) Você dispõe de uma bateria de 12,0 V, com resistência interna desprezível, de uma lâmpada com valores nominais de 6,0 V/24,0 W 1,0 Ω, R 2 2,0 Ω e e de três resistores, R 1 R3 3,0 Ω. a) Calcule a resistência da lâmpada e a corrente que a percorre quando ela opera nas condições nominais. b) Desenhe o diagrama de um circuito que você poderia usar para ligar a lâmpada à bateria, de modo que ela funcione nas condições nominais, aproveitando um ou mais dos resistores dados. 803 (UFPel-RS) Considere que a uma residência cheguem dois fios da rede externa, um fase e um neutro, que são ligados à chave geral. O resistor da ducha instalada nesta residência com a inscrição (220 V – 4 200 W / 5 400 W) tem o aspecto da figura:

c) Calcule a resistência elétrica da ducha em funcionamento na posição verão. d) O que significa, do ponto de vista da Física, dizer que a potência dissipada pelo resistor é de 5 400 W? 804 (UFPE) Uma bateria elétrica real equivale a uma fonte ideal com força eletromotriz ε em série com uma resistência R, como mostra a figura. Quando os terminais A e B são ligados em curto-circuito a corrente é de 10 A. Quando se coloca entre os pontos A e B uma resistência de 1,8 Ω a corrente é de 5 A. Qual o valor de e, em volts?
A

R

ε B

805 (UFFRJ) Uma bateria B, de força eletromotriz E 12 V e resistência interna r desconhecida, é conectada a um circuito elétrico que contém um resistor de resistência Esse resistor é constituído de um fio de níquel-cromo, enrolado em espiral com três pontos de contato elétrico. Ao ponto A está conectado o fio fase e aos pontos B e C, dependendo da posição da chave, liga-se o fio neutro, permitindo uma alteração na temperatura da água que sai da ducha. a) Complete o esquema da ligação inverno, conectando o fio neutro aos pontos B ou C desta ducha, justificando a escolha.
A B C
R1

B r ε S

R

R 3,5 Ω e uma chave S. (Dados: calor especifico da água 1,0 cal/g oC; 1,0 J 0,24 cal) 806 (UEL-PR) O circuito elétrico esquematizado é constituído de um gerador ideal de fem E, dois resistores de resistências R1 4,0 Ω e R2 6,0 Ω e um reostato RV, cuja resistência pode variar de 0 a 50 Ω.

fio fase fixo

E R2 Rv

b) Complete o esquema da ligação verão, conectando o fio neutro aos pontos B ou C desta ducha, justificando a escolha.
A B C

fio fase fixo

E , o valor Para que a ddp nos terminais de R1 seja 2 de RV, em ohms, deve ser:
a) 12 b) 9,0 c) 7,5 d) 6,0 e) 4,0

134 SIMULADÃO

807 (UFPel-RS) Um voltímetro ideal, ao medir a tensão de uma bateria desconectada de qualquer outro circuito, indica exatamente 12 V. Se, nos extremos dessa mesma bateria, for ligado um resistor de 10 Ω, observa-se que a corrente elétrica fornecida pela bateria é de 1,0 A. Com base nesses dados, podemos afirmar que a resistência interna da bateria, enquanto ligada ao resistor, e a ddp, nos terminais dessa bateria, são, respectivamente: a) 2 Ω e 12 V b) 1 Ω e 12 V c) 10 Ω e 1 V d) 1 Ω e 10 V e) 2 Ω e 10 V

22. A potência máxima fornecida por esse gerador a um resistor é 0,56 W. 33. Ligando esse gerador a um resistor de 2,0 Ω, a corrente elétrica é 0,75 A. 44. A força eletromotriz desse gerador é 1,5 V. 810 (Fafeod-MG) Sobre o circuito dado, qual é a afirmativa incorreta?
15 V 1

V

808 (UFU-MG) Uma bateria de fem ε 30 V e resistência interna r 1 Ω está ligada, como mostra a figura, a um fio de resistividade r 20 10 5 Ω m, comprimento 3 m e área de secção transversal S 2 10 4 m2. O amperímetro A tem resistência R 3 Ω.
2m B fio cursor A R ε r 1m C

A3

3 A2 A1

6

2

a) O medidor A1 indica 1 A. b) O medidor A2 indica 2 A. c) O medidor V indica 15 V. d) O medidor A3 indica 3 A. e) A potência consumida internamente na bateria é 9 W. 811 O circuito representado na figura é composto por um gerador de 1,0 103 V, um amperímetro e um recipiente, com a forma de paralelepípedo, contendo um gás. As faces opostas, A e B, do recipiente têm dimensões 10 cm 10 cm e são separadas por 1,00 m. Essas faces são metálicas, enquanto que as demais são feitas de material isolante.
Raios-X

As seguintes afirmações são feitas: I. Com o cursor na posição indicada, a leitura no amperímetro é de 5 A. II. Deslocando-se o cursor na direção do ponto B, a leitura no amperímetro diminui. III. Na posição indicada do cursor, a potência dissipada no fio é de 50 W. Assinale a alternativa correta. a) I e III b) apenas I c) I e II
V (volts)

d) II e III

face A

face B

809 (UFAL) O gráfico representa a curva característica de um gerador de tensão elétrica.

1000 V
1,5

Amperímetro
0 0,75 i (A)

Considerando as indicações do gráfico, analise as afirmações que seguem. 00. A resistência elétrica do gerador é 2,0 Ω. 11. A corrente máxima que esse gerador fornece é 0,375 A.

Quando o recipiente é exposto a um feixe de raiosX, o gás é ionizado e mede-se uma corrente de 1,0 10 6 A através do circuito. a) Qual o sentido do movimento dos íons positivos no recipiente? b) Qual a resistividade do gás?

SIMULADÃO 135

812 (PUC-RJ) Ocorre choque elétrico quando uma corrente atravessa o corpo de um ser vivo. Considere o circuito, no qual um pássaro está apoiado com a lâmpada entre suas patas (situação 1). O pássaro tem resistência Rp e a lâmpada RL.

814 (Vunesp-SP) No circuito da figura, a fonte é uma bateria de fem ε 12 V, o resistor tem resistência R 1 000 Ω, V representa um voltímetro e A um amperímetro.

V R

ε

A

Determine a leitura desses medidores: a) em condições ideais, ou seja, supondo que os fios e o amperímetro não tenham resistência elétrica e a resistência elétrica do voltímetro seja infinita. Calcule a corrente que atravessa o pássaro: a) se a chave S estiver aberta. O pássaro recebe um choque? b) se a chave S estiver fechada. O pássaro recebe um choque? Na situação 2 há um segundo pássaro (idêntico ao primeiro), apoiado no mesmo circuito: b) em condições reais, em que a s resistências elétricas da bateria, do amperímetro e do voltímetro são r 1,0 Ω, RA 50 Ω e RV 10 000 Ω, respectivamente, desprezando apenas a resistência dos fios de ligação. (Não é necessário, nos seus cálculos, utilizar mais de três algarismos significativos. 815 No circuito, a corrente I1 é igual a 5 A. O gerador e os fios de ligação são ideais.
i1 A i1 8 i1 6 3 10 B

Calcule a corrente que atravessa o segundo pássaro: c) se a chave S estiver aberta. O segundo pássaro recebe um choque? d) se a chave S estiver fechada. O segundo pássaro recebe um choque? 813 (UFPB) No circuito da figura, para que a leitura no amperímetro A seja de 1 A, o valor da resistência R deve ser de:
R A

0 0. O potencial do ponto A é maior do que o do ponto B. 1 1. A corrente I2 é menor do que a corrente I3. 2 2. A resistência equivalente do circuito é 20 Ω. 3 3. A potência total dissipada no circuito é 500 W. 4 4. Em 5 s passa, através do gerador, uma carga total de 1 C. 816 (UFAC) O circuito elétrico está integrado por um gerador ideal e duas lâmpadas incandescentes, A e B, com resistências R e 2R, respectivamente. Nas resistências se dissipa a potência P. Num dado instante, a lâmpada B queima-se e é substituída por outra de resistência

6V

6

6

6

1

a) 2 Ω

b) 2,5 Ω c) 3 Ω

d) 3,5 Ω e) 4 Ω

R . 2

136 SIMULADÃO

A

B

819 (ITA-SP) No circuito desenhado, têm-se duas pilhas de 1,5 V cada, de resistências internas desprezíveis, ligadas em série, fornecendo corrente para três resistores com os valores indicados. Ao circuito estão ligados ainda um voltímetro e um amperímetro de resistências internas, respectivamente, muito alta e muito baixa.

Nesta nova situação, a potência que passará a ser dissipada pelo sistema será igual a: 3P 2P P b) P c) 2P d) e) a) 2 2 3 817 (UMC-SP) O diagrama representa, esquematicamente, o circuito de uma lanterna: três pilhas idênticas ligadas em série, uma lâmpada e uma chave interruptora.

B

r ε

r ε

r ε

A

L Ch

Com a chave Ch aberta, a diferença de potencial entre os pontos A e B é 4,5 V. Quando se fecha a chave Ch, a lâmpada, de resistência RL 10 Ω, acende-se e a diferença de potencial entre A e B cai para 4,0 V. Resolva. a) Qual é a força eletromotriz de cada pilha? b) Qual é a corrente que se estabelece no circuito quando se fecha Ch? c) Qual é a resistência interna de cada pilha? d) Qual é a resistência equivalente do circuito? 818 (Vunesp-SP) O poraquê (Electrophorus electricus) é um peixe provido de células elétricas (eletrocitos) dispostas em série, enfileiradas em sua cauda. Cada célula tem uma fem ε 60 mV (0,060 V). Num espécime típico, esse conjunto de células é capaz de gerar tensões de até 480 V, com descargas que produzem correntes elétricas de intensidade máxima de até 1,0 A. a) Faça um esquema representando a associação dessas células elétricas na cauda do poraquê. Indique, nesse esquema, o número n de células elétricas que um poraquê pode ter. Justifique a sua avaliação. b) Qual a potência elétrica máxima que o poraquê é capaz de gerar?

As leituras desses instrumentos são, respectivamente: a) 1,5 V e 0,75 A b) 1,5 V e 1,5 A c) 3,0 V e 0 A d) 2,4 V e 1,2 A e) outros valores que não os mencionados 820 (UCDB-MS) Uma pessoa dispõe de uma lâmpada incandescente de 120 volts e de quarenta baterias de 3,0 volts. Com esses componentes, monta circuitos nos quais usa a lâmpada e: I. apenas uma das baterias II. dez baterias associadas em série III. vinte baterias associadas em paralelo IV. as quarenta baterias associadas em paralelo V. as quarenta baterias associadas em série Considerando que todos os dispositivos foram previamente testados e funcionam normalmente, a lâmpada certamente acenderá no circuito: a) I b) II c) III d) IV e) V

SIMULADÃO 137

821 (Fameca-SP) Os pontos A e B do circuito são ligados a uma bateria de 4 pilhas de 1,5 V cada uma, colocadas em série.
A 4

825 (MACK-SP) A ddp nos terminais de um receptor varia com a corrente conforme o gráfico. A fcem e a resistência interna desse receptor são, respectivamente:
U (V)

a) 25 V e 5,0 W
2 10 B 6 8

25

b) 22 V e 2,0 W c) 20 V e 1,0 W d) 12,5 V e 2,5 W e) 11 V e 1,0 W

22

0

0,2

5,0

i (A)

A potência dissipada no sistema é: a) 6 W b) 24 W d) 36 W c) 12 W e) 3 W 826 (FEI-SP) Um liqüidificador de fcem igual a 110 V é ligado a uma tomada de 120 V. Sabendo-se que a potência dissipada pelo liqüidificador é 100 W, podeSe afirmar que sua resistência interna é: a) 5 Ω b) 1 Ω c) 150 Ω 827 (Med. ABC-SP) Na figura, o potencial elétrico do ponto M é 36 V. De M para N circula uma corrente elétrica de intensidade 2,0 A.
M 5,0 3,0 V 10 N

822 (MACK-SP) Três pequenas lâmpadas idênticas, cada uma com a inscrição nominal (0,5 W – 1,0 V), são ligadas em série, conforme o circuito dado. Com a chave aberta, o amperímetro A ideal acusa a intensidade da corrente 300 mA.

d) 10 Ω e) 2 Ω

chave

A

r 1,5 V 1,5 V

r

O potencial elétrico do ponto N é mais corretamente expresso, em volts, pelo valor: a) 30 d) 12 e) 3,0 b) 27 c) 18 828 (PUCC-SP) Um gerador de resistência de 8 ohms é ligado por um fio de resistência de 4 ohms a um receptor, em série, com o qual está um resistor de 20 ohms. O gerador tem uma fem de 500 V e o receptor, uma força contra-eletromotriz de 100 V. A corrente terá intensidade de: a) 12,5 A b) 15,2 A c) 10,0 A 829 (PUCC-SP) No teste anterior, os rendimentos do gerador e do receptor são, respectivamente: a) 90% e 10% b) 20% e 75% c) 60% e 40% d) 50% e 50% e) n.r.a. d) 32,5 A e) n.r.a.

Com a chave fechada, este mesmo amperímetro acusará a intensidade de corrente: a) 187,5 mA b) 375 mA c) 400 mA 823 Um motor de corrente contínua tem uma resistência interna 5 Ω e é ligado a uma fonte de tensão de 100 V. Nessas condições, a intensidade da corrente que o atravessa é de 8 A. Qual o valor da força contra-eletromotriz do motor? 824 (Unimep-SP) Um motor elétrico tem fcem de 130 V e é percorrido por uma corrente de 10 A. Se a sua resistência interna é de 2 Ω, então a potência mecânica desenvolvida pelo motor vale: a) 1 300 W b) 1 100 W c) 1 280 W d) 130 W e) O motor não realiza trabalho mecânico. d) 525 mA e) 700 mA

138 SIMULADÃO

75 A 831 (UFSC) No circuito representado. em ampères. conforme o esquema. para que ele não se “queime” neste circuito. 04. V2 resistências R1 e V3 são voltímetros e A é um amperímetro. A potência dissipada por efeito Joule. E1 2.0 volts. A leitura no amperímetro A2 é de 2 A. temos duas 9. r2 2. 08. ou gerador de força contraeletromotriz. R2 e R3 estão ligadas em série e R1 em paralelo. A leitura do amperímetro A1 é de 5 A. As duas lâmpadas estão ligadas em paralelo à bateria e o circuito.0 A.0 Ω. no gerador.0 Ω e R3 2. equipados com lâmpadas idênticas de 12 V e de potência igual a 48 W.0 A Considerando desprezível a resistência interna da bateria. os valores das R2 4. 833 (UFPB) Um automóvel possui dois faróis dianteiros. assinale o que for correto. 832 (UEM-PR) No circuito esquematizado a seguir.5 W. R2 R3 10 Ω e R4 50 Ω.0 volts.0 ohms e R 5. 02. é igual 1.0 Wh de energia.0 ohm. A leitura no voltímetro V1 é igual a 8.0 h. A bateria e 1 está funcionando como um gerador de força eletromotriz e a bateria ε 2 como um receptor.0 V. E2 4. A leitura no amperímetro é igual a 1. tal que se a corrente através dele ultrapassar este valor I0. b) o menor valor possível da especificação I 0 do fusível.0 V e baterias de forças eletromotrizes ε 1 3. Determine: a) a corrente através de cada uma das lâmpadas.830 (UFPA) No circuito. V1 ε1 r1 d) 0.0 ohms. R1 20 Ω. 32. 01. 16. V1. 04. A resistência total do circuito vale 60 Ω. Elas são alimentadas por uma bateria de 12 V e resistência interna desprezível. todos ideais. 32. A leitura no voltímetro V3 é igual a 4. Em 1.25 A b) 0. cujas resistências internas valem r1 ε2 r2 1. quando estiverem acesas. interrompendo o circuito.0 Ω. C r1 E1 A r2 E2 B R2 E R1 A2 R3 R A2 O valor da intensidade de corrente no circuito é: a) 0. interruptor fusível V3 R1 R2 R3 r2 A ε2 V2 Assinale a(s) proposição(ões) correta(s): 01.85 A e) 1.0 V. A leitura no voltímetro V2 é igual a 2. São conhecidos. o fusível se “queima”. A voltagem entre A e B vale 20 V. 16. SIMULADÃO 139 . a bateria de força eletromotriz ε2 consome 4. r1 1. é protegido por um fusível de resistência desprezível.50 A c) 0. bateria lâmpada lâmpada O fusível é especificado por um valor I0 de corrente. 08. 64. E 270 V.0 V. também.0 V. A potência dissipada em R1 é o dobro da potência dissipada em R2. 02.

em volts: a) 48 b) 32 R1 3 O valor de e1 é: a) 3. c) Explique o que acontecerá com a energia armazenada no capacitor.5 volt e) zero c) 16 d) 8 R3 5 e) 4 i1 10A R2 4 i3 2A Fonte 1 Fonte 2 bateria R1 capacitor 836 (UFLA-MG) No circuito apresentado na figura estão representadas diversas fontes de força eletromotriz.0 Ω cada um.0 A e) 3. 1.834 (UFPel-RS) No circuito esquematizado. o voltímetro e o amperímetro são ideais.5 V i 3V 3V 1.0 A c) 4. L2 L1 L3 A B L4 837 (PUC-SP) A figura mostra um circuito elétrico onde as fontes de tensão ideais têm fem e1 e e2. Nesta situação. o capacitor está totalmente carrregado.25 Ω. um amperímetro está ligado em série com o capacitor. com ela fechada.5 V A corrente i no circuito é de: a) 6.0 volts b) 2.5 A d) 2. 835 (UFSM-RS) A diferença de potencial no resistor R2 do circuito mostrado na figura vale. A fem e2 é 10 volts. de resistência interna desprezível. R1 e R2. no ramo de R3 a intensidade da corrente é de 125 miliampères com o sentido indicado na figura. o voltímetro marca 30 V e.0 10 5 F e uma bateria de 12 V. 839 (MACK-SP) No circuito elétrico representado a seguir.5 volts c) 2.75 9V A amperímetro Com base nessas informações: a) Determine a leitura do amperímetro. responda às seguintes questões: a) Qual a resistência equivalente à associação de resistores formada pelas quatro lâmpadas? b) Qual a corrente elétrica que passa na lâmpada L3? c) Se a lâmpada L3 for retirada da associação. 1.25 1. A diferença de potencial mantida entre os pontos A e B é igual a 270 V. vê-se um circuito formado por dois resistores. o brilho de L4 aumenta. R1 i R2 e1 e2 125 mA R3 Analisando o circuito. d) 1. um capacitor de 1. se a bateria for desconectada do circuito. que alimentam os resistores R1 1.0 volts 838 (UFMG) Na figura. o amperímetro marca 2 A.0 A 140 SIMULADÃO . diminui ou não se altera? Justifique sua resposta. de 5. Observa-se que.75 Ω e R2 1. As resistências de ramo são R1 100 Ω. as lâmpadas são idênticas e a resistência de cada uma vale 120 Ω.0 A b) 5. com a chave ch aberta. b) Calcule a carga elétrica armazenada no capacitor. R2 50 Ω e R3 20 Ω.

II.5 Ω b) 1 Ω c) 2 Ω d) 3 Ω e) 4 Ω 842 (ITA-SP) No circuito mostrado na figura.5 A. Pd 28 C. O capacitor (C 3 F) encontra-se carregado com 36 C.0 F. A corrente na resistência R é 2. A tensão entre os pontos a e b é 2. A fonte de tensão tem resistência interna desprezível e o valor de e é 16 V. a ε A 840 (UFG-GO) Considere que no circuito abaixo o capacitor C1 esteja carregado. Das afirmativas mencionadas. e que o capacitor já se encontra totalmente carregado. sobre uma placa própria para conexões. ε C R1 R2 10 V 2 F 20 V O valor da resistência R1. A carga armazenada no capacitor é 16 C.0 V. 20 20 R r C b 11 V 20 X C1 10 F Sabendo que R 4. a força eletromotriz da bateria é E 10 V e a sua resistência interna é r 1.2 W 10 W 0. III. estão ligadas a duas resistências de 200 Ω e 300 Ω e com um capacitor de 2 F. é(são) correta(s) : a) apenas I b) I e II c) I e IVe) d) II e III II e IV 20 20 a) Qual a resistência equivalente do circuito se for colocada no lugar de (x) uma resistência de 20 ohms? b) Qual a corrente em cada trecho do circuito na condição do item anterior? c) Qual a corrente em cada trecho do circuito se for colocado no lugar de (x) um capacitor carregado de 10 F? d) Qual a capacitância equivalente do circuito na condição do item anterior? 841 (ITA-SP) Duas baterias.2 W 2 12 V c) Qc d) Qc e) Qc r1 A resistência r1 do receptor vale: a) 0.1 W 0. conclui-se que: 4 a) Qc b) Qc A ch 14 C. Pd 32 C. Pd 0. para que o circuito seja atravessado por uma corrente de 2 A. Pd 32 C. respectivamente. A indicação no amperímetro é de 0 A. IV. Pd 28 C. considere as seguintes afirmações: I. 200 300 843 (UEPG-PR) O circuito abaixo foi montado num laboratório.0 Ω.0 Ω e C 2. como mostra a figura. deve ser: a) 1 Ω b) 2 Ω c) 4 Ω d) 6 Ω e) 0 Ω SIMULADÃO 141 . de fem de 10 V e 20 V.1 W 0.V ε Sendo Qc a carga do capacitor e Pd a potência total dissipada depois de estabelecido o regime estacionário.

c) Na secção de corte. P4 e P5 nas proximidades de um ímã em barra. mas o pólo sul desaparece. de polaridade desconhecida. V. b) Obtém-se um pólo norte e um pólo sul isolados. 845 (Unipac-MG) Ao aproximar-se um ímã permanente de uma barra observa-se que a barra se transforma em um ímã. indicada por A e T. V 849 (UEL-PR) Considere o campo magnético nos pontos P1. V c) V. conforme representado na figura. P2. obtém-se dois pólos magnéticos isolados. F. respectivamente: I a) b) c) d) e) repulsão repulsão repulsão repulsão atração II atração repulsão repulsão nada nada III repulsão repulsão atração nada nada IV atração repulsão atração atração repulsão 848 (UFRGS) Analise cada uma das afirmações e indique se é verdadeira (V) ou falsa (F) • Nas regiões próximas aos pólos de um ímã permanente. F d) F. os resultados das quatro experiências são. o que acontece? a) As duas partes se desmagnetizam. utilizando as duas metades. pela ordem.ELETROMAGNETISMO 844 (Umesp-SP) Serrando transversalmente um ímã em forma de barra. F. F b) V. um pólo norte em uma das metades e um pólo sul na outra. é fixado numa mesa horizontal. uma de cada vez. surgem pólos contrários àqueles das extremidades das partes. d) O pólo norte conserva-se isolado. quando colocado na posição mostrada na figura 1. de polaridade N (norte) e S (sul). e) O pólo sul conserva-se isolado. V. V e) F. III e IV). P3. Imã fixo N S A Repulsão T Indicando por “nada” a ausência de atração ou repulsão da parte testada. a concentração de linhas de indução é maior do que em qualquer outra região ao seu redor. mas o pólo norte desaparece. em forma de barra. Um outro ímã semelhante. em que as metades são colocadas. • Tomando-se um ímã permanente em forma de barra e partindo-o ao meio em seu comprimento. fazem-se quatro experiências (I. são: a) acrescentados elétrons à barra b) retirados elétrons da barra c) acrescentados ímãs elementares à barra d) retirados ímãs elementares da barra e) ordenados os ímãs elementares da barra 847 (Fuvest-SP) Um ímã. • Qualquer pedaço de metal colocado nas proximidades de um ímã permanente torna-se magnetizado e passa a ser atraído por ele. nas proximidades do ímã fixo. F. Isto acontece porque: a) a barra possui elétrons livres b) a barra encontra-se em sua temperatura Curie c) a barra sofreu indução eletrostática d) a barra é de material ferromagnético 846 (UFSM-RS) Quando uma barra de material ferromagnético é magnetizada. as indicações corretas? a) V. S P5 P4 Experiência I N S A N Experiência II S A A intensidade do campo magnético é menor no ponto: a) P1 b) P2 c) P3 d) P4 e) P5 142 SIMULADÃO . II. Quais são. P2 P3 N P1 Quebra-se esse ímã ao meio e. é repelido para a direita.

Gilbert apresentou a seguinte idéia: SIMULADÃO 143 . e os pontos P1. P2 e P3. no plano da figura. Despreze os efeitos do campo magnético terrestre. Na tentativa de explicar tal fenômeno. é possível concluir que o ímã permanecerá em repouso se estiver na seguinte posição: a) S N c) N S P2 S N b) N d) S Considerando somente os pontos P1. O estudante poderá determinar qual dos dois objetos é um ímã permanente com os métodos: 1) somente com I e II 2) somente com I e III 3) somente com III 854 (UFAL) O esquema representa as posições relativas de dois ímãs idênticos. respectivamente. b) Desenhe nos oito círculos da figura a orientação da agulha da bússola em sua posição de equilíbrio. o pólo Sul geográfico da Terra se comporta como um pólo magnético que atrai o pólo sul da agulha magnética. o campo magnético gerado por esses ímãs pode ser nulo a) somente no ponto P1 b) somente no ponto P2 c) somente no ponto P3 d) somente nos pontos P1 e P2 e) em P1. Desejando descobrir qual é o ímã. pensou em proceder de três maneiras: I. colocados sobre uma mesa. sendo que um deles é um ímã permanente e o outro é constituído de material nãoimantável. Segundo Gilbert. em forma de cruz de pequena espessura. Aproximar os dois objetos e verificar qual deles repele o outro.. O ímã é simétrico em relação às retas NN e SS. o pólo Norte geográfico da Terra seria também um pólo magnético que atrai a extremidade norte da agulha magnética. e oito pequenas bússolas. a orientação da agulha magnética se deve ao fato de a Terra se comportar como um grande ímã”.. “. 4) somente com II 5) somente com I Designando por N o pólo norte e por S o pólo sul de um ímã colocado no mesmo plano da figura. De modo semelhante. o cientista inglês W. Pendurar os dois objetos por fios e verificar qual deles assume a direção norte-sul. As letras N e S representam. P2 e P3 nas proximidades dos ímãs.850 (Fuvest-SP) A figura esquematiza um ímã permanente. com pólos nas extremidades. é correto afirmar que as linhas de indução do campo magnético da Terra se orientam externamente no sentido: a) leste-oeste d) norte-sul e) para o centro da Terra b) sul-norte c) oeste-leste 853 (Esam-RN) Um estudante possui dois objetos semelhantes. Aproximar os dois objetos e verificar qual deles atrai o outro. II. P3 P1 N S N S a) Desenhe na própria figura algumas linhas de força que permitam caracterizar a forma do campo magnético criado pelo ímã. uma agulha magnética (bússola) se orienta numa direção preferencial sobre a superfície da Terra. P2 e P3 852 (UFOP-MG) Como sabemos. Em vista da explicação apresentada. A agulha deve ser representada por uma flecha (→) cuja ponta indica o seu pólo norte. 851 (UERJ) As linhas de indução de um campo magnético uniforme são mostradas abaixo. III. pólos norte e sul do ímã e os círculos representam as bússolas nas quais você irá representar as agulhas magnéticas.

N Considerando a posição das linhas de campo uniforme. em módulo. Suponha que esse pesquisador obtenha três amostras das águas de lagos. um campo magnético uniforme e horizontal. apoiado sobre o tampo dessa mesa. é melhor descrita pelo esquema: a) N S A S N d) N S A S N devido ao campo magnético terrestre e à localização desses lagos. além do campo magnético terrestre. é correto escrever: 2 F1 F1 d) P1 e) F1 P2 F2 N1 P1 P2 0 144 SIMULADÃO . Três pequenas agulhas magnéticas podem girar nesse plano e seus eixos de rotação estão localizados nos pontos A. o vetor campo magnético terrestre na região pode ser indicado pelo vetor: a) b) c) d) e) 857 (Unesp-SP) Num laboratório de biofísica. há regiões em que um tipo de bactéria se alimenta melhor e. S bloco de ferro Sendo P1 a) N1 b) P1 c) P1 N2 F2 P2 P2. onde há maior quantidade de alimento. bactérias que têm pequenos ímãs no seu interior. representadas por ( ). Na amostra A predominam as bactérias que se orientam para o pólo norte magnético. Com o auxílio desses ímãs. Dessa forma. A direção assumida pelas agulhas. As forças relevantes que atuam sobre o ímã e sobre o bloco de ferro correspondem. na amostra B predominam as bactérias que se orientam para o pólo sul magnético e na amostra C há quantidades iguais de ambos os grupos.855 (Fuvest-SP) Três ímãs iguais em forma de barra. estão sobre um plano. por isso. pode predominar sobre outro. copie e preencha o quadro. a) A partir dessas informações. 858 (Cesgranrio-RJ) Um bloco de ferro é mantido em repouso sob o tampo de uma mesa. desenhadas no esquema. Despreze o campo magnético da Terra. justifique as associações que você fez. um pesquisador realiza uma experiência com “bactérias magnéticas”. essas bactérias se orientam para atingir o fundo dos lagos. sustentado exclusivamente pela força magnética de um ímã. de pequena espessura. Lagos próximos ao pólo Norte geográfico (pólo sul magnético) Amostra: ___ Lagos próximos ao pólo Sul geográfico (pólo norte magnético) Amostra: ___ C S A N S S N B C S A N S N B b) e) N S B N C S N C S N B Lagos próximos ao Equador c) N S A S N Amostra: ___ C S N B b) Baseando-se na configuração do campo magnético terrestre. contendo essas bactérias. a: P1: peso do ímã F1: força magnética sobre o ímã N1: compressão normal sobre o ímã P2: peso do bloco de ferro F2: força magnética sobre o bloco de ferro N2: compressão normal sobre o bloco de ferro imã 856 (UEL-PR) A agulha de uma bússola assume a posição indicada no esquema quando colocada numa região onde existe. de diferentes regiões da Terra. assinalando a origem de cada amostra em relação à localização dos lagos de onde vieram. B e C.

no ponto onde ela se encontra.2 10 SIMULADÃO 145 . Qual é a intensidade do vetor campo magnético originado em um ponto à distância r 0. cujo pólo S encontra-se muito longe e não está representado na figura. obtém-se. em função da posição x de seu centro P. Pelo ponto F passa um fio condutor retilíneo bem longo e vertical. é constituído por: a) II b) I e II c) II e III 860 (UFES) A figura mostra a agulha de uma bússola colocada sobre uma placa horizontal e a distância r de um fio reto vertical.25 m do fio? (Dado: T m 4 10 7 ) 0 A a) B b) B c) B 10 6 Nestas condições. pode deslocarse sem atrito sobre uma fina barra de plástico horizontal. da esquerda para a direita. v3 e v4 no plano horizontal. o conjunto de todos os gráficos que podem representar a velocidade V do ímã A. com um pequeno orifício ao longo de seu eixo.4 10 2. II e III 861 (UEL) O esquema representa os vetores v1. Inicialmente o ímã A está longe do B e move-se com velocidade V. reto e extenso. encontra-se um longo ímã B. Com a chave ch desligada.5 A. a agulha toma a orientação indicada.6 10 1. um campo magnético muito maior do que o campo magnético terrestre. é percorrido por uma corrente i 1.4 10 6 6 T T 0. Uma corrente elétrica I percorre esse fio no sentido de cima para baixo e gera um campo magnético no ponto P. B V S P N c) S i N e) S i N d) N i S N barra A v O I II III x Desprezando efeitos dissipativos. fio i v1 F v4 P v3 v2 O campo magnético gerado no ponto P pode ser representado: a) por um vetor cuja direção é paralela ao fio condutor b) pelo vetor v4 c) pelo vetor v3 d) pelo vetor v2 e) pelo vetor v1 862 (FEI-SP) Um fio de cobre. Fechando-se a chave. a alternativa que melhor representa a orientação final da agulha é: a) N i S i b) S N T 6 6 d) B T T e) B 2. Próximo à barra e fixo verticalmente.859 (Fuvest-SP) Um ímã cilíndrico A. v2. d) I e III e) I.

devido à presença dos três fios. Por eles passam as correntes I1 e I2 que valem. onde: e retilíneo. a direção da agulha de uma bússola. dois fios retos e longos. cruzam-se sem contato elétrico e. em um ponto a 20 cm de distância dele. Cada fio. Essas regiões são: a) I e II b) I e III c) I e IV d) II e III e) II e IV B 3 b) B 2 c) B d) 5 B 2 e) 3B 865 (Fuvest-SP) Três fios verticais e muito longos atravessam uma superfície plana e horizontal.50 e 1.0 cm. uma corrente que entra nesse plano. dispostos perpendicularmente ao plano do papel. há uma corrente I de mesma intensidade. A Por dois deles (•). i i P i III IV 20 cm 20 cm 20 cm Essa figura mostra três fios paralelos. em sentidos opostos. nos vértices de um triângulo isósceles. gerado nas proximidades de um condutor longo 0 I . cria. O campo magnético resultante no ponto P. passa uma mesma corrente que sai do plano do papel e pelo terceiro ( ). e. um campo magnético de intensidade B. 0. existem correntes elétricas de intensidade I 10 A e sentido indicado no esquema.863 (EFEI-MG) Dois fios condutores. é dado por 2 d T m 4 10 7 (permeabilidade magnéti0 A ca do vácuo) I corrente elétrica no condutor d distância do ponto considerado ao condutor Por dois condutores retilíneos muito longos. há regiões em que podem existir pontos nos quais o campo magnético resultante. seria melhor representada pela reta: a) AA b) BB c) CC d) DD e) perpendicular ao plano do papel b i1 b 2 i2 866 (UFMG) Observe a figura.00 A. conforme a figura. 10 cm P B D A A i 10 cm D C B i 146 SIMULADÃO . perpendiculares entre si. retos e longos. Na figura. separadamente. terá intensidade igual a: a) Nessa figura. respectivamente. criado pelas correntes. Desprezando-se os efeitos do campo magnético terrestre. em cada um deles. como na figura desenhada no plano. em cada um deles. dispostos paralelamente. C 867 (UEL-PR) O módulo do vetor indução magnética. (Dado: 0 4 10 7 ) A2 864 (UFMG) Observe a figura. uma corrente I. perpendiculares entre si e situados num plano paralelo ao plano desta folha de prova. colocada eqüidistante deles. estão separados um do outro pela distância b 10. B b II i i I Determine os vetores indução magnética B nos ponN tos A e B. é nulo.

direção e sentido). sendo o da espira para cima e o do ímã. b) Qual é a intensidade do campo magnético no ponto O.O vetor indução magnética. se as duas espiras estiverem no mesmo plano e as correntes circulando em sentidos opostos? Justifique. A uma distância 2R de seu centro encontra-se um condutor retilíneo muito longo. gerado pelos dois condutores no ponto P.0 folha e) zero 868 (FURRN) Considere a espira percorrida pela corrente e o ímã. pertencente ao plano da superfície. para a direita b) horizontais. é perpendicular a CD. para a esquerda c) verticais. sendo perpendicular ao plano desta b) 2. a) horizontais. conforme a figura. como indicado na figura. para baixo. sendo paralelo ao plano desta folha 10 5. 869 (MACK-SP) Uma espira circular condutora é percorrida por uma corrente elétrica de intensidade i e perfura ortogonalmente uma superfície plana e horizontal. 871 (ITA-SP) Uma espira circular de raio R é percorrida por uma corrente i. com liberdade de movimento. A espira 1 está no plano xz e a espira 2 no plano yz e o centro comum das espiras está localizado no ponto O. i 10 5. sendo perpendicular ao plano desta 870 (UFG) Duas espiras circulares concêntricas de raios r e 2r são percorridas pelas correntes i e 2i. respectivamente. em teslas.0 10 5. para baixo e) verticais. sendo paralelo ao plano desta folha N S i Como são os vetores campo magnético? Com base nas informações anteriores: a) Determine o vetor campo magnético resultante no ponto O (módulo.0 10 5. ela se alinhará a: a) AB b) CD c) EF d) GH e) um segmento diferente desses mencionados i As condições que permitem que se anule o campo de indução magnética no centro da espira são. Se apoiarmos o centro de uma pequena agulha imantada sobre o centro da espira. que é percorrido por uma corrente i1 (conforme a figura). igual a: a) 2. i1 E D A G C α H B F R 2R O segmento CD. assim como EF é perpendicular a GH e ambos coplanares aos segmentos anteriores. também pertencente a esse plano. respectivamente: ⎛ i ⎞ a) ⎜ 1 ⎟ ⎝ i ⎠ 2 e a corrente na espira no sentido horário e a corrente na espira no sentido ⎛ i ⎞ 2 b) ⎜ 1 ⎟ ⎝ i ⎠ anti-horário ⎛ i ⎞ c) ⎜ 1 ⎟ ⎝ i ⎠ e a corrente na espira no sentido horário SIMULADÃO 147 . para cima d) verticais. conforme a figura: d) 4.0 folha c) 4. é diâmetro dessa espira e o segmento AB. tem módulo.

S e T. d) ' e) r 2 e a corrente na espira no sentido horário 875 (UFG) Um fio fino. como sendo o pólo norte? c) Qual a mudança que ocorre ao se inverter a pilha (inverter os pólos)? 876 (UFMG) A figura mostra.⎛ i ⎞ d) ⎜ 1 ⎟ ⎝ i ⎠ horário ⎛ i ⎞ e) ⎜ 1 ⎟ ⎝ i ⎠ e a corrente na espira no sentido anti- Assim. qual extremidade ela indicará. como mostrado na figura. trajetória S: elétron. trajetória T: elétron 148 SIMULADÃO . O fio é ligado aos pólos de uma pilha. i A configuração correta do campo magnético no interior da bobina. clipes. como ilustrado na figura. trajetória S: nêutron. todos com a mesma velocidade. a orientação da bússola passa a ser indicada corretamente na alternativa a) " b) : c) . um feixe de partículas penetrando em uma câmara de bolhas. sem desprezar o campo da Terra. pequenos pregos etc. A B 872 (UEPG-PR) Uma bobina é obtida enrolando-se um fio na forma helicoidal. Na região da câmara existe um campo magnético perpendicular ao plano da figura entrando no papel. elétrons e nêutrons. se ela é percorrida por uma corrente elétrica contínua no sentido indicado. encapado ou esmaltado. com seu terminal positivo conectado ao ponto a. trajetória T: nêutron a b d) trajetória R: próton. trajetória T: próton b) trajetória R: nêutron. é: a) b) c) d) a) Por que a haste passa a atrair pequenos objetos de ferro ou aço (alfinetes. é enrolado em uma haste de ferro. Uma bateria será ligada aos pontos ab. de forma esquemática. trajetória T: próton c) trajetória R: próton. Esse campo provoca a separação desse feixe em três feixes com trajetórias R. S 873 (FEI-SP) A intensidade do campo magnético produzido no interior de um solenóide muito comprido percorrido por corrente depende basicamente: a) só do número de espiras do solenóide b) só da intensidade da corrente c) do diâmetro interno do solenóide d) do número de espiras por unidade de comprimento e da intensidade da corrente e) do comprimento do solenóide 874 (Fafeod-MG) A figura representa uma bússola alinhada com o campo magnético da Terra e no eixo de um solenóide em que não passa corrente. R e) O campo magnético no interior da bobina é nulo. N T A câmara de bolhas é um dispositivo que torna visíveis as trajetórias de partículas atômicas. O feixe de partículas é constituído por prótons.)? b) Aproximando-se uma bússola dessa haste. trajetória S: elétron. A associação correta entre as trajetórias e as partículas é: a) trajetória R: elétron. trajetória S: nêutron.

0 mm SIMULADÃO 149 . atualmente. objeto de estudos. aproxima-se percorrendo uma reta que coincide com o eixo magnético da Terra. segundo a linha definida pela agulha. e) não altera sua velocidade nem se desvia de sua trajetória retilínea. ao se aproximar da Terra: a) aumenta sua velocidade e não se desvia de sua trajetória retilínea. Esses fios são percorridos por correntes elétricas de intensidade i 5. carga do próton A 1. conforme a figura 2. dispostos paralelamente um ao outro. Sabendo-se que o ângulo entre a velocidade e o campo magnético é de 30°.877 (ITA-SP) A agulha de uma bússola está apontando corretamente na direção norte-sul.0 10 N N 4 19 6 6 N N e) 2. d) tem sua trajetória desviada para oeste. Nesse instante. um próton é disparado do ponto A do plano. Sua origem é. originado pela presença dos fios.8 e) 1. cujos sentidos convencionais estão indicados nas figuras.0 10 6 m/s. perpendicularmente a ele. em newtons (N). a força que atua no próton.6 10 880 (Uneb-BA) Uma partícula eletrizada com carga elétrica q 2 10 6 C é lançada com velocidade 4 v 5 10 m/s em uma região onde existe um campo magnético uniforme de intensidade 8 T. podemos afirmar que a partícula.0 A. pode-se afirmar que a intensidade. que atingem a Terra de todas as direções.0 10 10 C) 7 T m . Um elétron se aproxima a partir do norte com velocidade v. com velocidade v 0 de módulo 2. A Terra possui um campo magnético semelhante ao criado por um ímã em forma de barra cilíndrica.2 b) 0.0 10 c) 2.6 881 (UFJF-MG) Um elétron. decorrente do campo magnético resultante. c) tem sua trajetória desviada para leste.0 x z B Ao sair da região onde existem os campos. com carga elétrica positieixo magnético va. como mostra a figura. A d d 1. movendo-se na direção x (veja a figura). da força magnética sofrida pela partícula é: a) 0. 879 (MACK-SP) Num plano horizontal encontramse dois fios longos e retilíneos. cujo eixo coincide com o eixo magnético da Terra.4 c) 0. tem intensidade: a) zero b) 1. b) diminui sua velocidade e não se desvia de sua trajetória retilínea. podemos assegurar que a velocidade do elétron estará: a) no sentido positivo do eixo x b) numa direção no plano xz c) na direção z d) numa direção no plano yz e) numa direção no plano xy 1.0 10 (Dados: 0 19 19 d) 1. O campo elétrico está na direção do eixo y e o campo magnético na direção do eixo z. Neste caso: a) a velocidade do elétron deve estar necessariamente aumentando em módulo b) a velocidade do elétron estará certamente diminuindo em módulo c) o elétron estará se desviando para leste d) o elétron se desviará para oeste e) nada do que foi dito acima é verdadeiro 878 (Fuvest-SP) Raios cósmicos são partículas de grande velocidade. y V E d) 0.0 mm Num dado instante. P Uma partícula cósmica P. provenientes do espaço. Desprezando a atração gravitacional. penetra numa região onde existem campos elétricos e magnéticos. quando ainda longe da Terra.

Após um certo tempo t. mA mB e) qA qB mA mB c) qA qB 886 (ITA-SP) A figura mostra duas regiões nas quais atuam campos magnéticos orientados em sentidos opostos e de magnitudes B1 e B2. é possível que no primeiro quadrante haja: I. y d) diminuição do módulo da velocidade v do corpúsculo e) diminuição da carga q 885 (UFES) Duas partículas.10 T.0 10 m/s d) 5. Quando a energia cinéB tica da partícula é ← v 12 J. um campo elé~ ˘co paralelo ao eixo dos x e um campo magnético perpendicular ao plano xy Quais afirmativas estão corretas? a) apenas I b) apenas II c) apenas III d) apenas II e III e) I. Qual seria o valor. somente um campo magnético perpendicular ao plano xy. A respeito de suas pectivamente. resrB.0 103 m/s e) faltam dados para o cálculo 884 (Fameca-SP) Um corpúsculo de carga q e massa m entra num campo magnético B constante e movimenta-se com velocidade v perpendicularmente a B. Sabe-se que ambos os campos e a direção de movimento da partícula são mutuamente perpendiculares. A partir de determinado instante. A velocidade da partícula é: a) 500 m/s b) constante para quaisquer valores dos campos elétrico e magnético c) (M/q) 5. Elas descrevem trajetórias circulares de raios rA e rB.56 10 12 J? 150 SIMULADÃO . o raio 4. Qual é o menor valor desse tempo? a) b) m q ⎛ B1 B2 ⎞ ⎜ B B ⎟ ⎝ 1 2 ⎠ d) e) 4m q (B1 B2 ) m qB1 2m qB1 2m c) qB2 887 (UFPE-UFRPE) Uma partícula carregada entra em uma região de campo magnético uniforme. B1 B A B2 x Com base nisso. B. O fenômeno pode ser explicado por: a) aumento do módulo do campo B b) diminuição da massa m do corpúsculo c) aumento da carga q 3 Um próton de carga q e massa m é lançado do ponto A com uma velocidade v perpendicular às linhas de campo magnético. respectivamente.0 10 de sua órbita circular vale 60 cm. se esta mesma partícula tivesse uma energia cinética igual a 2. até atingir o eixo dos y (conforme a figura). do raio de sua órbita circular. em centímetros. entram numa região onde há um campo magnético uniforme. podemos dizer que: mA mB d) a) qA qB . mA mB qA qB mA mB b) qA qB . tais que rA massas e cargas. com velocidades idênticas e perpendiculares ao campo. direção e sentido). II e III 883 (ITA-SP) Uma partícula com carga q e massa M move-se ao longo de uma reta com velocidade v constante numa região onde estão presentes um campo elétrico de 500 V/m e um campo de indução magnética de 0. o corpúsculo passa a descrever uma trajetória de maior raio. com velocidade constante. para a direita.882 (UFRS) Uma partícula com carga negativa se desloca no segundo quadrante paralelamente ao eixo dos x. A partir daí a sua trajetória se encurva. a trajetória é circular de raio r. com a trajetória perpendicular ao campo. entrando no plano xy III. de massas e cargas elétricas desconhecidas. A e B. somente um campo elétrico paralelo ao eixo dos y no sentido dos y negativos II. o próton passa por um ponto B com a mesma velocidade inicial v (em módulo.

← x4 i ← x3 ← x2 S ← x5 ← x1 N e S Despreze o peso do elétron. com velocidade v0. está localizado entre os pólos de um ímã em ferradura. é lançado em A. que provoca esse movimento. em s. em tesla. Uma partícula com carga Q. Lá. O próton descreve um movimento em forma de hélice. determine: a) O intervalo de tempo t. SIMULADÃO 151 .6 10 19 C. voltando a cruzar o eixo x. Explique seu raciocínio. em m. é correto afirmar que: a) A barra permanece em repouso. B ← i L0 Se um campo magnético uniforme. em newtons: a) 1. de indução B. c) A intensidade do campo magnético B. as forças que atuam sobre o elétron no ponto S. com a mesma velocidade inicial. A velocidade v0. a força magnética que age sobre o condutor é melhor representada pelo vetor: a) x1 b) x2 c) x3 d) x4 e) x5 891 (Fafeod-MG) Uma barra de cobre está em repouso sobre dois trilhos e é atravessada por uma corrente I. como está representado no esquema. aponta para o norte e tem intensidade 1. na direção x. com velocidade v. A força que o campo magnético da Terra exerce em 200 m da linha de transmissão tem módulo. 889 (Fuvest-SP) Um próton de massa M 1. a outra resulta de interações do elétron com outras partículas e atua como uma força de atrito. que forma um ângulo q com o eixo x. c) A barra rola para a direita. sendo vn a componente da velocidade v normal a B. em P. uma linha de transmissão transporta corrente de 500 A de oeste para oeste. a) Represente e identifique. tem componentes v0x 4. 892 (UEL-PR) Considere que. do cilindro que contém a trajetória em hélice do próton. b) A barra desliza perpendicularmente aos trilhos.0 10–4 T.0 106 m/s.0 106 m/s e v0y 3.0 b) 10 c) 102 d) 103 e) 104 Desconsiderando a ação do campo gravitacional e utilizando 3. 890 (UEL-PR) Um condutor. suportando uma corrente elétrica I. que se move em um campo B.888 (UFMG) A figura mostra um elétron que entra em uma região onde duas forças atuam sobre ele: uma deve-se à presença de um campo magnético. o campo magnético da Terra é horizontal. d) A barra rola para a esquerda. normal ao plano formado por B e vn. y B V0 A P x Entre os pólos do ímã. é criado perpendicularmente aos trilhos e à barra. em uma região onde atua um campo magnético uniforme B. conforme indicado na figura. Nessa situação. nessa figura. no Equador. com carga elétrica Q 1. fica sujeita a uma força de intensidade F Q vn B. a uma distância L0 12 m do ponto A.6 10 27 kg. b) Determine a direção e o sentido do campo magnético existente na região sombreada. que o próton leva para ir de A a P. o elétron descreve a trajetória plana e em espiral representada na figura. b) O raio R.

para que os fios não fiquem tracionados são.893 (UFG) No gráfico. Ao serem percorridos por correntes elétricas contínuas. longos. de mesmo sentido e de ini1 i2 ← ← tensidades i1 e i2. se encontra em uma região onde existe um campo magnético uniforme B. tem-se uma barra condutora AB. 896 (UFOP-MG) Na figura. observa-se uma barra metálica horizontal. retos e paralelos. conforme indica a figura.0 T.0 Ω. representa-se a força por unidade de comprimento em função da corrente que um campo magnético uniforme exerce sobre um fio retilíneo de comprimento percorrido por uma corrente I. como mostra a figura a seguir. 152 SIMULADÃO . encontre a deformação das molas. O fio condutor é preso a um dinamômetro e se encontra em uma região com campo magnético de 1. sabendo-se que o dinamômetro passa a indicar leitura zero. b) Ligando-se a chave C. c) Calcule a tensão da bateria sabendo-se que a resistência total do circuito é de 6. estando o fio em equilíbrio. horizontal e perpendicular à barra. Inicialmente a chave está aberta. b) Determine a direção e a intensidade da corrente elétrica no circuito após o fechamento da chave. bateria C K K B A intensidade e o sentido da corrente elétrica que deve passar pela barra. A barra. Determine o módulo de B e o sentido da corrente elétrica. são representados pela figura. de comprimento 40 cm e peso P 2 N. entrando perpendicularmente no plano da figura. disposta horizontalmente e suspensa por dois fios condutores na região do campo de indução magnética uniforme de intensidade igual a 2. d) 10 A e de A para B e) 10 A e de B para A a) Com a chave C desligada. suspensa por duas molas metálicas iguais. F/I 10 2(N/m) dinamômetro contato A B ← contato B condutor rígido chave 4 bateria a) Calcule a força medida pelo dinamômetro com a chave aberta. 0 2 I (A) a) Fisicamente o que significa a inclinação da reta representada nesse gráfico? b) Calcule a intensidade do campo magnético responsável pelo surgimento dessa força. a barra é percorrida por uma corrente elétrica i 5. O plano da figura é vertical. se o ângulo formado entre o fio e a direção desse campo for de 30°. de constante elástica k 5 N/m. de peso igual a 10 N e comprimento 1 m. 897 (UFRGS) Dois fios condutores.0 A. para que as molas sejam comprimidas de 10 cm. os fios a F1 F2 b interagem através das forças F1 e F2. 894 (URRN) Na figura.0 T. respectivamente: a) 2 A e de A para B b) 5 A e de A para B c) 5 A e de B para A 895 (Unicamp-SP) Um fio condutor rígido de 200 g e 20 cm de comprimento é ligado ao restante do circuito através de contatos deslizantes sem atrito.

ambas constantes O valor da corrente elétrica. Se colocarmos um segundo fio.6 10 3 e) 1. b) Considere um feixe de pósitrons (p). Se colocarmos um segundo fio. 899 (Fuvest-SP) No anel do Lab. movendo-se em sentido oposto no mesmo tubo em órbita a 1 cm da dos elétrons.4 T.6 10 T 3 Wb 901 (UFES) Um pequeno corpo imantado está preso à extremidade de uma mola e oscila verticalmente na região central de uma bobina cujos terminais A e B estão abertos. B 2 10 7 900 (Uniube-MG) Uma espira retangular de lados 5 cm e 8 cm está imersa em uma região em que existe um campo de indução magnética uniforme de 0.12 A. 02. também infinito. i em amr père (A) e r em metro (m). é: i . Nac. 08. Marque como resposta a soma dos valores associados às proposições verdadeiras. criado a uma distância r de um fio retilíneo percorrido por uma corrente i. também infinito. representado simplificadamente na figura. 16. entre os dois feixes. Determine o valor aproximado da força de atração F. SIMULADÃO 153 . 3) Carga de 1 elétron q 1. 2) Como R d. sendo B em tesla (T). em N. SP. Se invertermos o sentido da corrente. paralelo ao primeiro e pelo qual passa uma corrente no sentido inverso a i. r2 onde r é a distância ao fio. Se dobrarmos a corrente i. A B r 32 m e d 1 cm p Devido à oscilação do ímã. numa órbita circular de raio R 32 m. devido ao fluxo de elétrons através de uma secção transversal qualquer do feixe. Caso exista uma partícula carregada. 4) Módulo do vetor indução magnética B.6 10 19 e) F1 F2 4 898 (UFSC) Considere um fio retilíneo infinito. O campo magnético gerado pelo fio cai com 1 . O fluxo de indução magnética através da espira é igual a: a) 16 T b) 16 Wb c) 1. haverá uma força repulsiva entre os fios. será sempre diferente de zero a força que o campo magnético gerado pelo fio fará sobre a partícula. raio e corrente iguais as dos elétrons. considere que o campo produzido por um feixe pode ser calculado como o de um fio retilíneo. 01. 1) Pósitrons são partículas de massa igual à dos elétrons com carga positiva igual em módulo à dos elétrons. 04. no qual passa uma corrente i. de origem magnética.6 Wb d) 1.Sendo i1 tais que: a) F1 b) F1 4 F2 2 F2 2 i2. perpendicular ao plano da espira. inverte-se o sentido do campo magnético gerado pelo fio. tubo com vácuo coulomb (C). o campo magnético gerado pelo fio dobra. no cálculo de F. elétrons (e) se movem com velocidade v c 3 108 m/s formando um feixe de pequeno diâmetro. próxima ao fio. aparece entre os terminais A e B da bobina: a) uma corrente elétrica constante b) uma corrente elétrica variável c) uma tensão elétrica constante d) uma tensão elétrica variável e) uma tensão e uma corrente elétrica. os módulos F1 e F2 das forças são c) F1 d) F1 F2 F2 2 a) Calcule o número total n de elétrons contidos na órbita. de Luz Sincrotron em Campinas. vale 0. tendo velocidade. paralelo ao primeiro e pelo qual passa uma corrente no mesmo sentido de i. 32. conforme indica a figura. não haverá força resultante entre fios.

somente 0 1 2 3 t(s) 154 SIMULADÃO . 903 (UFU-MG) Com uma bobina. a lâmpada apresenta luminosidade variável. somente 906 (UFRN) Um certo detetor de metais manual usado em aeroportos consiste de uma bobina e de um medidor de campo magnético. Ox Ox x x Ox O Ox N S Observa-se que a luminosidade da lâmpada: a) é máxima quando o ímã está mais próximo do carretel (x x0) b) é máxima quando o ímã está mais distante do carretel (x x0) c) independe da velocidade do ímã e aumenta à medida que ele se aproxima do carretel d) independe da velocidade do ímã e aumenta à medida que ele se afasta do carretel e) depende da velocidade do ímã e é máxima quando seu ponto médio passa próximo a x 0 905 (UEL-PR) Uma espira circular está imersa em um campo magnético. é possível elaborar uma montagem para acender a lâmpada. fios condutores. O ímã é movimentado para a direita e para a esquerda. (wb) fios condutores Use a lei de Faraday e mostre. 904 (Fuvest-SP) Um ímã é colocado próximo a um arranjo. O pólo norte do ímã está dirigido para baixo e a trajetória do ímã é vertical e passa pelo centro da espira. N S Pede-se: a) Traçar o esquema da montagem. uma lâmpada e um ímã. O intervalo de tempo em que aparece na espira uma corrente elétrica induzida é de: a) 0 a 1 s. de tal forma que a posição x de seu ponto médio descreve o movimento indicado pelo gráfico. conforme a figura.902 (UFRJ) Um ímã permanente cai por ação da gravidade através de uma espira condutora circular fixa. entre x0 e x0. mantida na posição horizontal. por meio de diagramas: a) o sentido da corrente induzida na espira no momento ilustrado na figura b) a direção e o sentido da força resultante exercida sobre o ímã Justifique suas respostas. acendendo e apagando. composto por um fio longo enrolado em um carretel e ligado a uma pequena lâmpada. Durante o movimento do ímã. somente b) 0 a 3 s c) 1 s a 2 s. Na bobina circula uma corrente elétrica que gera um campo magnétid) 1 s a 3 s. b) Explicar seu princípio de funcionamento. somente e) 2 s a 3 s. como mostra a figura. O gráfico representa o fluxo magnético através da espira em função do tempo.

2 mA c) 1 mA d) 2 mA e) 4 mA R V ← B ← C B SIMULADÃO 155 . b) Calcule a corrente induzida na espira. Analise as afirmações. Não há deslocamento de cargas livres sobre o condutor RS. acusando. A explicação para o funcionamento do detetor é: a) A variação do fluxo do campo magnético através do objeto metálico induz neste objeto correntes elétricas que geram um campo magnético total diferente do campo de referência.50 T e direção perpendicular ao plano da espira. A força eletromotriz induzida no condutor vale 2 V. o campo magnético registrado no medidor torna-se diferente do campo de referência. 908 (UFG) Considere uma região do espaço em que a intensidade do campo magnético esteja variando em função do tempo. esta intensidade do campo diminui conforme o gráfico. B (T) 3 2 1 0 10 20 30 t(s) a) Determine o fluxo magnético através da espira. a corrente induzida na espira devido à variação do campo irá valer: a) 0. Uma espira de área A 8. Quando o detetor é aproximado de um objeto metálico. uniforme. de intensidade 0. durante um intervalo de tempo de 1 s. assim. Quais estão corretas? a) apenas I b) apenas II c) apenas III 910 (PUCC-SP) Uma espira ABCD está totalmente imersa em um campo magnético B. pois a força magnética sobre elas é nula. A espira tem 2 cm de comprimento e 1 cm de largura. chamado campo de referência. a presença da algum metal. como mostra a figura. II. 907 (FURG) A figura mostra uma espira de corrente colocada numa região onde existe um campo magnético B perpendicular ao plano da espira e com um sentido para dentro da página. d) A variação do fluxo do campo magnético através do objeto metálico induz neste objeto uma densidade não-nula de cargas elétricas que gera um campo magnético total diferente do campo de referência. d) apenas I e II e) apenas I e III V V R 10 cm S B R B (T) 2 1 0 1 2 t(s) D A Nas condições descritas.1 mA b) 0.0 mΩ é colocada nessa região. Inicialmente o campo possui uma intensidade de 2 T e. de tal maneira que as linhas de campo sejam normais ao plano dessa espira. com velocidade constante de 4 m/s. b) A variação do fluxo do campo elétrico através do objeto metálico induz neste objeto uma densidade não-nula de cargas elétricas que gera um campo magnético total diferente do campo de referência. I.0 cm2 e resistência R 5. c) A variação do fluxo do campo elétrico através do objeto metálico induz neste objeto correntes elétricas que geram um campo magnético total diferente do campo de referência.co conhecido. III. 909 (UCS-RS) Um condutor RS está penetrando numa região de um campo magnético uniforme de 4 T. O condutor terá elétrons livres momentaneamente deslocados para o extremo s. A resistência vale 2 Ω. como mostrado no gráfico. em função do tempo.

indica corrente elétrica de intensidade nula.0 A. apoiando-se sobre o lado AB. de módulo B. sem que corrente elétrica circule na espira. c) Surge na espira uma força eletromotriz induzida constante. devido ao movimento do lado AB da espira: a) Não circulará nenhuma corrente na espira. R Pode-se dizer que: a) Surge na espira uma corrente elétrica alternada. ligado a uma bateria B. no sentido horário. b) Aparecerá uma corrente induzida. um motor elétrico elementar. 912 (UFES) Uma espira gira. com velocidade angular constante. apoiando-se sobre o ponto A. através de um reostato R (resistor variável). com o ponteiro na posição central. esquematicamente.O lado AB. de 2. de 0. b) logo em seguida volta à posição central e assim se mantém até a chave ser desligada.50 A. na figura. d) Aparecerá uma corrente induzida. orientado conforme mostra a figura. apoiando-se sobre o lado AD. e) A força eletromotriz na espira é nula. R 911 (UFJF-MG) Uma lâmpada. b) Surge na espira uma corrente elétrica contínua. b) Qual o sentido de rotação do motor? c) Qual deve ser o procedimento para aumentar o binário produzido pelo motor? Justifique. quando o ponteiro se desloca para a esquerda por alguns instantes e volta à posição central. pois o campo é uniforme. e R é um resistor de resistência R 0. é móvel e se desloca com velocidade constante de 10 m/s. B1 e B2 são duas bobinas enroladas num núcleo de ferro doce e G é um galvanômetro ligado aos terminais de B2 que. em que ε é uma bateria de tensão constante. em torno do eixo AB. K é uma chave. y D ← B a) Represente. de 0. o vetor campo magnético. e) Aparecerá uma corrente induzida. quando o ponteiro se desloca para a esquerda por alguns instantes e volta à posição central. C B lâmpada A B x O circuito pode ser girado em torno do eixo x. numa região onde há um campo magnético uniforme como indicado na figura. ε B1 B2 G K B Quando a chave K é ligada. ou pode ser girado em torno do eixo y. c) Aparecerá uma corrente induzida. 156 SIMULADÃO .50 Ω.50 A.0 A. no sentido horário. Nessas condições é correto afirmar que. d) Surge na espira uma força eletromotriz. o ponteiro do galvanômetro se desloca para a direita e: a) assim se mantém até a chave ser desligada. de comprimento 20 cm. é colocada numa região onde há um campo magnético uniforme. B A ← 914 (Vunesp-SP) A figura representa uma das experiências de Faraday que ilustram a indução eletromagnética. no sentido antihorário. no sentido antihorário. ligada a um condutor em forma de retângulo. Em torno de qual dos eixos o circuito deverá girar para acender a lâmpada? Justifique sua resposta. 913 (UFPel-RS) A figura representa. de 2. ou ainda em torno do eixo z.

O número de espiras no primário é maior que no secundário. b) Somente II é correta. 08. comparado com o primário. o fenômeno de indução eletromagnética. 32. 02. e finalmente é distribuída através de cabos de alta-tensão. d) Somente I e III são corretas. em outras palavras. A energia cinética de rotação da turbina é parcialmente transformada em energia elétrica. Dê como resposta a soma dos valores associados às proposições verdadeiras. a) lâmpada incandescente b) fusível c) eletroímã d) resistor e) transformador 916 (UFRGS) O primário de um transformador alimentado por uma corrente elétrica alternada tem mais espiras do que o secundário. Das afirmações acima: a) Somente I é correta. A queda-d’água provoca uma perda de energia potencial gravitacional e um ganho de energia cinética de translação. num cabo de transmissão. III. Os transformadores situados na usina têm. e) para a esquerda com uma oscilação cuja freqüência e amplitude se reduzem continuamente até a chave ser desligada. Pouso Alegre-MG) Num transformador suposto ideal. Nesse caso. em seguida em energia elétrica. num alternador. 919 (UFBA) Numa usina hidrelétrica. quando o ponteiro volta à posição central. A diferença de potencial no secundário é contínua. A resistência elétrica de um cabo de transmissão é diretamente proporcional ao seu comprimento e inversamente proporcional à sua área de secção transversal. A perda de energia elétrica. SIMULADÃO 157 . a energia da queda-d’água é transformada em energia cinética de rotação numa turbina. para essa transformação. menor número de espiras na bobina primária do que na bobina secundária. Um determinado transformador é utilizado para baixar a diferença de potencial de 3 800 V (rede urbana) para 115 V (uso residencial). é diretamente proporcional à sua resistência e inversamente proporcional à corrente elétrica que o percorre. A corrente elétrica no primário é menor que no secundário. Os transformadores convertem corrente alternada em corrente contínua e vice-versa. 16. que é inútil quando percorrido por corrente contínua. Neste transformador: I. quando o ponteiro volta a se deslocar para a direita por alguns instantes e volta à posição central. para efeito da distribuição de energia em cabos de altatensão. II. Os princípios físicos envolvidos na produção e distribuição de energia permitem afirmar: 01. quando o ponteiro volta à posição central. c) Somente I e II são corretas. no secundário: a) a diferença de potencial é a mesma e a corrente elétrica é contínua b) a diferença de potencial é a mesma e a corrente elétrica é alternada c) a diferença de potencial é menor e a corrente elétrica é alternada d) a diferença de potencial é maior e a corrente elétrica é alternada e) a diferença de potencial é maior e a corrente elétrica é contínua 917 (Med. II e III são corretas. as grandezas que têm o mesmo valor tanto no primário quanto no secundário são: a) freqüência e potência b) corrente e freqüência c) voltagem e potência d) corrente e voltagem e) freqüência e voltagem 918 (Unisinos-RS) As companhias de distribuição de energia elétrica utilizam transformadores nas linhas de transmissão. usandose. d) para a esquerda com uma oscilação de freqüência e amplitude constantes e assim se mantém até a chave ser desligada. 04.c) logo em seguida volta à posição central e assim se mantém até a chave ser desligada. e) I. 915 (Unesp-SP) Assinale a alternativa que indica um dispositivo ou componente que só pode funcionar com corrente elétrica alternada ou.

158 SIMULADÃO .

6 km/h 30 m/min 60 cm/s RESOLUÇÃO 159 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO SIMULADÃO: RESOLUÇÃO . ele estará no ponto B indicado na figura: 60 m 80 m Do triângulo retângulo temos o deslocamento: d2 602 3 600 10 000 100 m 802 ⇒ 6 400 ⇒ 160 m d B d2 d 2 32 50 ⇒ s 18 km posição final 80 m d A distância percorrida é dada por: d ⇒d d1 d2 ⇒ d 10 (60 50) 38 km (60 32) 28 ⇒ d A 60 m 4 Alternativa e. O deslocamento escalar corresponde ao espaço percorrido s. 3 Alternativa a.CINEMÁTICA 1 Alternativa e. Se v s v 5 m/s. dado por: s s2 s1 ⇒ s posição inicial Considerando o formato da pista. após 60 s o atleta terá percorrido: t⇒ s 5 60 ⇒ s 300 m Dados: VH VA Vi 3. 2 Alternativa c.

6 km/h. SIMULADÃO: RESOLUÇÃO 60 km 4 vm 60 ⇒ vm 80 km/h 3 3 h 4 O sinal negativo da velocidade indica movimento retrógrado. 60 m ⇒ vI s VA Logo: VH 5 Alternativa d. ⎧v v 72. podemos calcular sua velocidade escalar média: 84 km v2 s t 1.0 1012 ⇒ d d 9 Alternativa e.0 107 s ⇒ 1 ano Então: s s vluz t 5 c) Falsa.6 25 min.0 km/h m ⎪ ⎨ ⎪ t 1h 10min 1h ⎩ Logo: vm s ⇒ s t s ⇒ 3. o ônibus gastou 80 min.0 1012 km 3. 10 Alternativa a.50 m/s 0.0 105 1 ano ⇒ 3. Mas: ⎧ ⎨ ⎩ dias 12 Alternativa e.5 km). A distância total estimada é de aproximadamente: s 4 AB Dados: vm s vm t t 800 km/h 1 480 km 1 480 ⇒ t s ⇒ 800 t 1 480 ⇒ t 800 1. b) Falsa. O ônibus percorreu 192 km na viagem.0 1012 km. O tempo de parada diminui sua velocidade média.5 .0 105 km/s.0 m/s 0.72 h) Logo. o tempo total da viagem foi: t 80 10 3 90 t1.3 temos: d 2.) B 72 ⇒ d 1 49 m À velocidade de 100 km/h: d2 ⎛ 100 ⎞ ⎜ ⎟ ⇒ d2 ⎝ 10 ⎠ 2 102 ⇒ d2 100 m vm vm s ⇒ t 0 7h15 min 60 6h30 min 60 km 45 min De 49 m para 100 m.85 (60 min) 1h 51min 4 500 ⇒ s 20 000 km 11 Alternativa c. o aumento é de. 100%. 106 anos-luz da Terra.72 d) Falsa. 6 ⇒ vH 3.0 107 ⇒ s 9. t ⎧ ⎪ ⎨ ⎪ ⎩ 1 ano 365 86 400 s ⇒ 1 ano 1 dia 31 536 000 s 3. 2.6 km h 3.5 20 / 60 vm t 72 7 ⇒ s 6 4.5 km/h 8 Alternativa c.) M (t2 km 0 7 h 15 min. O ano-luz é a distância percorrida pela luz em 1 ano na velocidade de 3. t 3.3 106 9.0 10 s 192 ⇒ vm 51. t1 Obtemos t1 10 h⇒ t 60 7 h 6 1. No 1º trecho da viagem. José: v1 Como t vm 10 000 anos: s t 20 000 ⇒ vm 10 000 7 Alternativa d. Observando a figura: (t1 km 60 6 h 30 min. 6 1.60 m/s Assim: 1 ano-luz 9.85 h 1h 0. À velocidade de 70 km/h: d1 ⎛ 70 ⎞ ⎜ ⎟ ⇒ d1 ⎝ 10 ⎠ 2 60 cm s Vi 0. 20 1018 km ou 2 1019 km 30 m min 30 m ⇒ VA 60 s Como andrômeda fica a 2.VH VA VI 3. vm 3. aproximadamente. 13 30 ⇒ t 223 min ( 3. Como seu filho Fernão gastou 5 minutos a menos (25 5 20 min) para percorrer a mesma distância (1. a) Falsa. 160 RESOLUÇÃO .6 t1 1.5 h 3.0 km/ano Aplicando a definição de velocidade escalar média para o Sr. 6 Alternativa d.

20 m S V C v t (5 vH v H) t s t ( 800 6 2. a partícula estava em repouso.e) Verdadeira. SA 0 30 m/s.6 36 x 400 20 t ⇒ t 20 Alternativa c. No instante t 2. 80 km/h A 80 km/h A 80 km/h A 30t) 30t (50 50 50 50 t) 50t 50 50 20 t 2.0 min. a partícula alcança a posição 800 m. 13 Alternativa b. Tomando os dados do exercício anterior. 10 20 x v ⇒v t 5 0 Pata t0 0 ⇒ x0 x0 20 20 m. o veículo A percorreu 24 km.5 s 2 050 m 21 Alternativa d.5 m/s 200) 2 600 m 4 min V 5 VH 20 t 600 m 240 s H 20 4 vH 5 vH 14 Alternativa b. vem: 30 t 25 s RESOLUÇÃO 161 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO 19 Alternativa b. Logo: x 100 10t ⇒ x x x 100 100 10 215 2 150 16 Alternativa b. Se o ônibus não tivesse parado. o trem B percorreu uma distância x 100. Para t s1 s2 s1 k1 k2 2. Dados: vA vB 0 50 m/s.0 minutos. sua velocidade média seria: vm s t 192 ⇒ vm 3.6 km/h 1 8 km 10 Portanto.33 Tendo o carro A velocidade constante: s1 s2 v A t1 ⇒ s1 v A t 2 ⇒ s2 80 80 1 5 16 km 57. temos: 40 2 ⇒ s1 60 2 ⇒ s2 80 k2 k1 k2 80 120 Sc Sc vc t vc 5 vH 5 vH 5 vH 25 m Representando esquematicamente: k2 40 km 200 m início 0 x final 200 m No encontro: s2 ⇒ k 1 120 ⇒ k1 15 Alternativa d. SB 50 m 150 m SB 150 30t 0 x Supondo-se 0 a origem das posições: s ou x 200 vt Condição de encontro: SA SA SA 50 100 S0 A 50 50 t vAtSB 50 t 150 S0 B SB 30t 5s vBt 60 3. As funções horárias são: (36 km/h sA sA 10t e sB 10t 10t ⇒ t 215 s 10 m) Substituindo em qualquer uma das equações: SA 50 50(5) 300 m O tempo que A leva para passar o cruzamento é: 10t ⇒ 2 150 Nesse tempo.33 h) Então. Logo: 20 50 2t x B 10 ⇒v 5 2 m/s B V B B V 0 B V vt ⇒ x 2t ⇒ 2t Para x 12 min 1h 5 6 min 1h 10 30 m. Passados 4. teríamos: t 223 23 ⇒ t 200 min ( 3. Logo: vm 18 Alternativa b.0 h. temos: SB SA 50 ⇒ (150 150 t 17 Alternativa d. .

0 10 ⇒ v2 1. A aceleração do carro é de: a 240 a 80 a ⇒ a(16 a v t 18 12 1 min 24 18 1 min 30 24 1 min 6 km/h por minuto ⎧ a 0 (não convém) ⎪ ⎨ 80 ⎪ 16 a 80 0 ⇒ a ⎩ 16 v0 30 4( 5) 50 m/s 5 m/s2 162 RESOLUÇÃO . o corpo percorre: x2 Logo.5 10 0.0 30 1.0 a 2. O deslocamento é dado pela área do retângulo: s s b h 10 m (3 2) 10 S 0 s0 1 2 at 2 1 ( 4) t 2 v0t 1 t2 ⇒ S 4(8) 32 32 1 2 4t 82 0 1 2 t 2 Para t 8 s.5 s. x b) vm 15 5 20 m 30 0. 0 De 0. 0 0 ⇒ vm 0 40 ⇒ vm t 20 m/s 29 V 4 t ⇒ ⎧ v0 ⎨ ⎩a c) Em t 30.0 s.5 s ⇒ v 30 1. Assim. 0 0 0 30 ⇒ 1. S 23 Alternativa b.0 s.22 a) t v1 t 0. Dados: v0 t 10 m/s 15 m 5m s s0 s v0t 0 5s 100 m 1 2 at ⇒ s 2 30 m/s 1. o deslocamento no intervalo de tempo b é igual a a . •0a2s⇒v •2sa4s⇒v •4sa8s⇒v • após 8 s ⇒ v V (m) 10 5 0 2 5 4 8 t (s) 10 ( 10) ⇒v 2 0 10 10 ⇒v 8 4 30 Alternativa b.0 s a 1. s 1 2 at é proporcional ao quadrado do tempo 2 Usando as equações do MUV:” v 30 v2 30 (1) (2) 2 v0 v0 2 v0 2 v0 at a 4 2a s 2 a 160 30 (30 900 16 a 2 (1) (2) v0 900 900 0 4 a 4a)2 320 a 16 a2 320 a 80) 0 27 Alternativa b. 10 m/s v2 v02 2a s ⇒ 62 36 a 5 m/s 31 Alternativa e. o corpo percorre: x1 De 1. ou seja.5 s0 0 v0t 1 2 1 2 at 2 100 a a 25 8 m/s2 4 m/s 1 m/s2 x t 40 2. 0 28 Alternativa a. 10 m/s. a velocidade é a mesma do intervalo de 1. Nos três diagramas apresentados. temos: S S SIMULADÃO: RESOLUÇÃO 24 Alternativa b. 26 Alternativa c.5 s ⇒ v 40 2. Da tabela concluímos que o movimento é uniforme: s v vt ⇒ s 2 km/min 4s 30 m/s s 160 m 2t Logo: 22 4 2a 8 16 a 0 (repouso) 2 m/s2 0 (repouso) 32 Dados: t v 25 Alternativa a. as velocida2 des médias são iguais.5 s a 1.

7) a (1. concluímos que B atinge uma altura maior que A.5 s RESOLUÇÃO 163 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO .5) 1.4 m/s2 S s0 0 v0t 1 2 at 2 1 ⎛ 1⎞ 2 ⎜ ⎟ (8 ) 2 ⎝ 4 ⎠ 12(8) 96 8 88 m • espaço total percorrido 12 88 s t (2.2 km/h 22 m/s 480 m Vm 10 m/s 39 No intervalo de 0 a 15 s: s (15 2000 m 10) 10 2 125 m 1 2 1 ⎧s at ⇒ sA 2 t2 ⇒ s A ⎪ A 2 2 ⎨ ⎪ sB 2 480 22t ⎩ sA sB ⇒ t2 2 480 22t ⇒ t2 No intervalo de 15 s a 25 s: s 10 ( 10) 2 50 m 50 75 m Logo. temos: v a 2 m/s2 79. então: 2 520 2 520 2 520 16 t t (180 180 2 t ) 16 2 2 t) 8 (360 2 880 360 ⇒ 16 t A 0 t0 t1 360 16 22.5 s (reação) 12 m/s 12 m/s t 2.2 s (amarelo) 38 a) Determinando a aceleração no intervalo 0 a 2 s: t t 0⇒v 2s⇒v 0 ⎫ ⎬a 12 m/s⎭ v t 12 0 2 0 6 m/s2 6m 30 m 24 m Determinando a aceleração no intervalo 2 s a 18 s: t t 2s⇒v 18 s ⇒ v 12 m/s ⎫ ⎬a 8 m/s ⎭ v t 8 12 18 2 1 m/s2 4 a) v2 0 12 144 a b) S 2 2 v0 2a s 2 a 24 b) Determinando a velocidade média nos primeiros 10 s: • espaço percorrido de 0 a 2 s 3 m/s2 S 2 12 12 m 2 • espaço percorrido de 2 s a 10 s (movimento variado) n 48 a 144 48 s0 v0t área 1 2 at 2 1 24 0 12(1. d 125 t 2 22t 2 480 0⇒t 40 40 a) Aplicando a fórmula da velocidade média: Vm 35 Alternativa a. Do enunciado.33 t 0.7 s 100 m 100 10 a velocidade média será: 34 Alternativa e. Do gráfico.5) 20 55 m 2 Como ele andou 55 m. Como a área sob a curva B é maior que a área sob a curva A.5 m/s 2 s t v (m/s) 2 520 m 180 s 14 m/s b) 16 36 Alternativa a. obtemos: s 0. ele pára 5 m depois do semáforo.7)2 2 1 3 24 20. a v ⇒a t 0 8 4 0 0.4 a 3 ⇒ 3. V (cm/semana) B crescimento de B crescimento de A t2 t (semana) 0 t t 150 t (s) A área sob o gráfico é igual ao deslocamento.2 0.6 a⇒a 2 2 O tempo utilizado pelo motorista será de S 2. O crescimento de cada planta em um dado intervalo de tempo é representado pela área sob o gráfico. (5 37 Alternativa b.

41 a) v 30 b) v (m/s) 30 v0 0 at ax10 ⇒ a 3 m/s2 v (m/s) 30 48 Alternativa e. v v0 gt ⇒ v v 30 10 2 10 m/s 2 02 400 2 10 20 20 m/s 2g s ⇒ 0 s 152 20 s 11. 2 m/s2. 42 Alternativa d. v2 s s d 2 v0 2g s ⇒ 0 900 20 45 m 302 2 ( 10) s d 0 10 t (s) 0 49 Alternativa d.25 0 25 v2 5 m/s 164 RESOLUÇÃO . A altura máxima atingida pela bola é: v2 2 v0 45 Alternativa a.25 m. 04 – Verdadeira. v c) Verdadeira. pois. pois a aceleração é constante e igual a g.. 54 Alternativa c. Portanto. v 1m 0 (o ponto material muda de sentido) 0ea 0ea 0ea 0 (retardado) 0 (acelerado) 0 (retardado) Tomando o solo como referencial: g t2 s s0 2 2 g ⎛ 4 ⎞ 0 80 ⎟ ⎜ 2 ⎝ 20 ⎠ g g 4 000 cm/s2 40 m/s2 50 Alternativa b. o móvel possui aceleração 4 m/s2 no intervalo de tempo 2 s a 4 s. pois o movimento é uniformemente retardado. v2 v v 2 2 v0 2g s 20 1. pois vsubida vdescida (a menos do sinal) ao passar pelo mesmo ponto. a 0. 10 t (s) A distância percorrida é igual à área delimitada pela curva e pelo eixo t entre 0 e 10 segundos. Sendo assim. temos: v 10 m/s v v0 10 at 2(2) 52 A altura máxima ocorre quando t é dada pela área do triângulo: A b h ⇒h 2 5 20 2 50 m 2 0 2 4 t (s) 53 Alternativa d. pois na altura máxima o corpo o sentido de movimento. 47 Alternativa b. pois. v d) Falsa e) Verdadeira 44 V0 2 m/s 2 500 20 s s 120 m 51 01 – Verdadeira. 08 – Falsa.25 m Podemos imaginar a bola caindo de 11. 2 vB 2 vA 2 Quando t 2g s 2 10 20 s s 100 2 400 50 102 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO 43 a) Falsa. Essa altura No intervalo de tempo 0 a 2 s. 14 m/s Logo: 01 04 16 21 (resposta 21) 51. isto é. a distância d é menor do que d. s0 2 s. A aceleração de queda é a própria aceleração da gravidade. pois v b) Verdadeira. v 0. temos: v0 0. 02 – Falsa. 16 – Verdadeira. a) Para t v v b) v0 2 at 4 2 x (m) 14 10 4 s. v2 v 02 2g s ⇒ v2 v v 46 Alternativa a. não há fundamentação física na propaganda. Do gráfico. Os corpos em queda livre sofrem a mesma aceleração (g) independente de suas massas.

concluímos que 300 10 t. apresentem estes resultados. A composição de movimentos em questão pode ser expressa por: ou 4.5 m A B C D 0 (polígono fechado) g ← v2 0 2 v0 2 v0 2 v0 2g s ⇒ 2g Hmáx 61 Alternativa a. h 5 1 ⇒ h 5 m. ou seja. A B⇒ d 1 g 2 t . com velocidade constante de 10 m/s. terá que percorrer a distância restante. altura h Assim. → vC → vT 2 2 8 Representando os vetores: VT ← ← VT ← VRel. e adquire 2 velocidade v gt.5 km 59 Alternativa b. encontramos 7 unidades no eixo x e 4 unidades no eixo y. v 10 1 ⇒ v 10 m/s. observa a velocidade relativa de queda das gotas. Em queda livre de 1.0 s. logo: A B C⇒ 1 d2 12 12 ⇒ d 2 1 d 1 d 1 56 Dado: hmáx 2. Fazendo as projeções do vetor x . de 300 m. Portanto. P 400 m d d 300 m 2 2 400 2 300 2 ← Vp/o ← Vo/r d d 160 000 250 000 90 000 Q P Q d 500 m A B RESOLUÇÃO 165 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO . o pára-quedista percorre uma 60 Alternativa c. quando somadas. ou seja: → vRel.5 m Representando a situação para uma bola: 1 Sendo o movimento variado. ← by ← → 2 10 2.55 Alternativa d. isto é. Logo: 1 2 gt s s0 vot 2 0 75 10t 5t2 t2 t 58 v s s v b) s s0 5t 2 ← a 2t 15 0⇒ t t 5s 3 s (não serve) 10t 1 2 62 O passageiro sentado na janela do trem. podemos escrever: 2.5 ⇒ v0 50 m/s Determinando o tempo de subida: v v0 gt ⇒ 0 v0 g ts ⇒ ts v0 g 50 5 2 0. de h t 30 s vt. O objeto tem a mesma velocidade do balão. temos: ttotal ts td 2 s b → a bx → 7 unidades ← by by → 4 unidades → → Logo: x a → b 57 Alternativa e. 5 2 s ts 10 10 Como os tempos de subida e de descida são iguais. ← by v0 gt ⇒ v 0 10t ⇒ v 1 2 v0t gt ⇒ s 0 0 2 10 t2 a) O tempo gasto para atingir a velocidade v 10t ⇒ 300 5t2 ⇒ s 10t ⇒ t 30 s 5 900 ⇒ s 5 302 ⇒ s 300 m/s é: 4 500 m 63 Alternativa b. Devemos encontrar 2 vetores nos quais as projecções nos eixos x e y.

← Vo/r 0: vx v0 cos 25 m/s ⇒ vR a velocidade do passageiro em relação a qualquer pon→ to da rua será: vp/r v1 v2 64 Alternativa b.5 70 Alternativa a. pois vy 0 6.8 m/s Funções horárias: ⎧ x ⎪ ⎨ vy ⎪ ⎩y d2 32 d t 10t 5t2 42 ⇒ d 5 5 25 ⇒ d 5m 01 – Falsa.624 2. IV – Verdadeira. voy ← VR vo 72 km/h 20 m/s 2 vR 72 42 ⇒ vR 65 7 m/s 30° vox vR 8 m/s v0 72 km/h v0 sen 30° 20 m/s 20 4 m/s SIMULADÃO: RESOLUÇÃO v0y 65 Alternativa d. Como a partícula executa movimento circular e uniforme. 6.8 02 – Verdadeira: v0x 08 – Falsa. III – Verdadeira.8t 4 3 m/s 6.68 2. A aceleração da gravidade atua em qualquer ponto da trajetória. O Vb Funções horárias: ⎧ vy ⎨ ⎩y Na altura máxima vy VR 2 km 1 2 10 10t 10 m/s 10t 5t2 0. No ponto mais alto temos vy 0 ⇒ vR v x.312 68 Alternativa c. Podemos escrever as componentes → retangulares do vetor v0 como v0x v0 cos e v0y v0 sen . pois y 4. 0.68 s 4 m/s 10 m/s2 5 (0. III – Falsa.8 0.8 6. No ponto mais alto da trajetória temos vy 0 (o corpo inverte o sentido do movimento). 69 Alternativa c. 67 Alternativa a.→ v0/r : velocidade do ônibus em relação à rua → vp/0 : velocidade do passageiro em relação ao → → → vp/r vp/0 v0/r ← Vp/o ← Vp/r ônibus III – Falsa.08)2 4m d Q vm 1 m/s 10t ⇒ t 04 – Verdadeira. 16 – Verdadeira Logo: 02 04 16 22 166 RESOLUÇÃO . vR 50 cos 60° 50 0. Logo: 1s 0 10 10t ⇒ t Substituindo: Vc 6 km/h t s 15 min vRt ⇒ 2 1 h 4 y 71 10 1 5 12 ⇒ y 5m vox 4 m/s vR vR 1 4 8 km/h v2 b v2 R v 2 ⇒ v2 C b vb vb 82 62 voy 60° vox 100 10 km/h v0x v0y 66 Alternativa a.312 m. Se y 0. Na altura máxima vy vR v2 y v2 x Como vp/0 → v0/r → v2 e v1 . a mesma possui aceleração centrípeta (circular) e não possui aceleração tangencial (uniforme). P 3m 8 cos 60° 8 sen 60° 8 8 1 2 4 m/s 3 2 4t 6.

98v0 5 ⎛ ⎞ 7 ⎜ .98 Vox A ⇒ v 0y B ⇒ v 0y v0 sen 90° v0 sen 30° v0 v0 2 v0 0. temos x 5t2 ⇒t Na situação A: Hmáx v2 0 2g 7 0.17v0 v0 sen 10° v0 0. ela permanecerá menos tempo no ar.17 5t2 10t 7 m.17v0 0.21 7 0.75 2) m 1. até o ponto P. P v 10 m/s 60° Hmáx 2m Hmáx A HmáxB v2 0 2g v2 0 4 2g v2 0 2g 2g v2 0 4 4 74 Alternativa e.98v0t 0. o solo. v ⎟ ⎝ 0 98 0 ⎠ 2 Hmáx 255. 75 Voy 10° Vo 90° e B 30° v0 x v0 y v0 cos 10° 0. será (3.72 vy 0 Portanto. Logo: Para a altura máxima: vy v2 y v2 0y 2g s ⇒ v2 0y 0 2gHmáx ⇒ Hmáx v2 y 0 2g Funções:⎧ x ⎪ ⎨y ⎪ ⎩ vy Quando y ⎧7 ⎨ ⎩0 0.98v0 Substituindo: 0 0 2 v0 Na situação B: v2 0 4 2g 0.5 m/s RESOLUÇÃO 167 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO III – Verdadeira. alcançará maior altura. Determinando os componentes retangulares do vetor v : v0x v0y v0 cos v0 sen 10 cos 60° 10 sen 60° 5 m/s 5 3 m/s B → v0x v0y C → v0y v cos 41° v sen 45° v cos 60° Sendo: A → v0x v cos 30° 3v e v0y 2 2 2 v sen 30° v 2 ve v v sen 60° Determinando a altura máxima atingida: v2 y Hmáx v2 0y 2g s ⇒ 0 ( 5 3 )2 20 Hmáx 2 2 3. Como a menor velocidade vertical é a de A.17v0t 0.75) ⇒ vy 35 m/s Portanto. x v0xt ⇒ v ⎧ 3 3 v2 2 A → xA v ⎪ g 2 4g ⎪ ⎪ 2v ⎪ ⎪ 2 2v2 2 ⎨ B → xB v ⎪ g 2 4g ⎪ ⎪ 3v ⎪ v 3 2 2 ⎪C → x C ⎩ 2 g 4g .17v0t 0.1 v2 0 210 ⇒ v0 14.75 m/s vx VR ← 5 m/s vy 35 m/s vy 35 m/s 73 VA ← Portanto: xB Tomando como referência para a inclinação dos bocais. a velocidade da bola no ponto P.75 m v e v 0y 2 3 2 v A variação na altura da bola da altura máxima. será: 2 vR v2 x 2 v2 ⇒ vR y 52 2 ( 35 )2 ⇒ vR 25 35 vR 60 P 7. v 0y vy 0 ⇒ 0 v0y yt ⇒ t g III – Verdadeira.Como v0y da reta A é a maior. III – Verdadeira.17v0 1.75 m v2 y v2 0y 2g s ⇒ v2 y 0 20(1. temos: 60° VB A ← xA xc.98v0t 0.98v0 0.

O vetor varia em direção e sentido. no qual a moto se destaca da pista.83t 4 min 240.1 m 10 Hz 1 ⇒T T → 1 ⇒ 10 T 1 10 0. s t vt ⇒ 200 Mas. compondo agora seus movimentos vetorialmente e relativamente ao solo. com uma queda livre. 2 s na equação (1): Substituindo-se o valor t 20 m vH v vo vo 0. Dados: R f 0. 79 Alternativa a. t 10 5t t D 2 s. A aceleração centrípeta é constante. 8 3 0.8 3. com velocidade 10 m/s na horizontal. III – Falsa.4 m 20 rpm 2 fR ⇒ v v v 20 r. 80 Alternativa d. o movimento da moto é balístico. A aceleração e o plano da tragetória são coplanares.s. 60 1 Hz 3 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO C y B D v Rv 2 1 3 0. Logo.p. temos: A vo tqueda tq tqueda ts s A tv 2 2 000 10 tvôo 20 s vo 400 20 s vo B 23 s ⇒ ts 3s 1 020 m 51 m/s ou C 0 v t⇒s 340 3 ⇒ s vH tv ⇒ 1 020 vH 20 ⇒ vH Sendo v0 90 km/h.14 3 0. Como a velocidade da moto ao passar pelo ponto A é horizontal. no qual a moto se choca contra a rampa.4 m/s 0. Logo. esquematizadas. A velocidade v é tangente à trajetória e no sentido do movimento. III – Verdadeira. os possíveis valores da velocidade da pedra serão: 0 v 180 km/h 183. o movimento é um lançamento horizontal. No trecho compreendido entre o ponto A. no instante em que a moto atinge B. D B vo 2000 m observador tv ts 23 s em que: ⎧ tv ⎨ ⎩ ts 24 g tempo de vôo tempo de som Para as posições A e C da pedra. O lançamento horizontal é a composição de um movimento retilíneo uniforme. os movimentos: 1) de translação A vo vo D B vo C vo vo C 2) de rotação A vo 77 Alternativa c. pois o triângulo ABC é isósceles.83 m/s No ponto B as coordenadas x e y são iguais.6 km/h 168 RESOLUÇÃO . x y 10t 5t2 0. III – Falsa. Dados: R f f 0. e o ponto B.76 Alternativa a. as equações que permitem determinar as coordenadas da moto em um instante t são: x y v 0t ⇒ x 10t 5t2 (1) (2) 1 gt2 ⇒ y 2 78 Alternativa b.96 s ou t 82 Vamos decompor para a roda. Adotando-se os eixos como se indica na figura.1 s A x 45° H g 81 Alternativa c.

Dados: R t s 10 m 4. ← v 88 Alternativa b.C.5 m/s . temos: ← v acp 2 fR 2 R ⇒v T 2 T 10 20 m/s 40 m/s2 v v2 ⇒ acp R 20 cm 202 10 0. só teremos aceleração centrípeta.0 s 80 m Para uma volta completa. ou seja: V1 V 2 ⇒ 1 24 T 1 R1 2R 2 ⇒ 2 f 1R 1 2 f 2 R2 f2 16 ⇒ f2 1. em função da aceleração centrípeta.m R 2 fR ⇒a 120 voltas 60 seg. teremos B P. 1 3 2 2 s 3 RESOLUÇÃO 169 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO v R 2 25. temos: 0 0 2 (3.95 vB Sendo a velocidade de B igual a 36 km/h. A B S 2R t v t v t 2R v (2) v ⇒ VA RA VB V ⇒ A 38 RB 38 40 VB VB 40 89 Alternativa b. ou seja. é uniforme (constante). 90 Alternativa b. Como vA vB.U.83 I – Alternativa a. teríamos: C Z R⇒C 2 4 10 20 m 80 T ⇒ T s 20 m → T ⎫ ⎬ 20 80 m ← 4 s ⎭ Nessa situação.12 2 2 1 2 at ⇒ S 2 1 (0.8 m/s 2 Hz 0. 2 Hz 25. temos: VA 9. Como é constante e v R a velocidade da extremidade P da mangueira é constante. Como a polia B é acoplada à polia na qual a mangueira é emelada. Dados: Roda dianteira: f R Roda traseira: R 1 Hz 24 cm 16 cm VA 38 VB ⇒ VA 40 VA 0.14) 2 2 S Vm s0 v 0t s t 9 6 84 Alternativa c. ou seja. Para a rotação no sentido anti-horário. onde A B. temos: 2R v 2 R Na situação proposta um dos passageiros estará 2 m mais próximo do centro da curva que o outro.5 m/s e VB 10 m/s ⇒ VB VA 0. variando em direção e sentido. que aponta sempre na direção do centro da curva. isto é.5) (6)2 2 9m 315. a polia B gira mais rapidamente que a polia A pois RB RA. a velocidade escalar das duas rodas é a mesma.5 Hz ⇒ T 1 f Como a velocidade é constante.p.12 m/s 87 Sendo o movimento variado.51 m/s2 1. 2 2 pedaladas/segundo 120 r.2 m 400 10 ← a 86 Dado: R Determinando o nº de pedaladas/segundo (freqüência).5 m/s 85 Alternativa e. ou seja: projétil corpo S R (1) t v t R t R R 2m centro R 40 m A B De (1) e (2). III – R f v a 2m f f v t⇒2 R v onde v 2 R v T⇒2 R v 1 f 24 30 0. O projétil descreve linearmente uma distância 2R (diâmetro) no mesmo intervalo de tempo em que o corpo dá meia-volta (R). Sendo o movimento uniforme (v cte): s III – A velocidade no M. 10 m/s. sobe com movimento uniforme. 8 2 0. podemos interpretar o movimento como o de polias associadas ao mesmo eixo.

verificamos que a velocidade varia de 2 m/s a cada segundo. FR FR FR F12 82 2 F2 2 F1 F2 cos 60° 99 Alternativa e.2 F 10 10 F1. x x a Da figura: R 3N R P escala 1N 1N b ← x0 2 v 0t 2t 2 4t 2 1 2 at 2 1 a 2 4 8 m/s Se m FR 97 4 kg: m a ← 4 8 ⇒ FR a 32 N FR ← v0 ? vF 0 b) Como c → R: → FR a ← .0 4. a reta de maior inclinação (corpo 1) indica o corpo de maior massa (inércia). 5 92 O esforço será menor.2 2 6.4 2 ⇒ FR 0.1 A aceleração tem a mesma direção e o mesmo sentido da força resultante.8 N m a ⇒ FR → 5 a⇒a m2 a ⇒ F1.DINÂMICA 91 a) a ← ← 96 Alternativa e. Logo: 94 Alternativa d. 2 8 9 0. Podemos considerar a inércia de um corpo como uma forma de “medir” a sua massa e vice-versa.2 ⇒ Módulo: 2 N Direção: horizontal Sentido: da esquerda para a direita b) F2.2 2 F2. pois a aceleração gravitacional da Lua corresponde a cerca de Terra.0 F2.0 N (V) a) F1. Do gráfico.4 kg: 0.2 → F2 . a ← Corpo 1: F Corpo 2: F1.0 N (V) 6.7 N 93 Alternativa e. FR FR m a ⇒ m ou m tg ( : ângulo de a inclinação). SIMULADÃO: RESOLUÇÃO 1N 1N 92 Alternativa d.1 m1 a ( ) m2 a (m1 (4 m 2) a 1) a III – Da 2ª Lei de Newton. a⇒ v0 9 3a ⇒ a v0 3 m/s 27 m/s b ← v at ⇒ 0 3 9 ⇒ v0 P escala c ← 98 Alternativa d.0 ⇒ FR FR F3 FR12 95 Alternativa b.0 2. Observando a tabela.1 m s2 1 2 2N F3 ⇒ FR12 10. a aceleração sempre tem a mesma direção e o mesmo sentido da força resultante. (V) III – FR III – FR m a ⇒ FR FR12 3. Como m FR 0. a 2 m/s2. F 2 F 2 1 da encontrada na 6 14. Logo. F 2 F 100 1 F ← F 2 F FR ← F1.1 ⇒ Módulo: 2 N Direção: horizontal Sentido: da direita para a esquerda 170 RESOLUÇÃO .

v (m/s) 24 12 Resolvendo o sistema: 120 120 90 30a a Portanto.5 0. a) Como mB T PB PA 2T (10 103 30 10 T1 PA 60 000 N 2 mA. temos: a PA T T mB v t 24 0 6 0 4/ms2 2s a) v v v m v0 0 gt 10 (12) mA a ⎫ 10 mA (mA ⎬ a ⎭ 6mA 4mB 1. aA 0 3 6 2 m/s2 e aB 9a → T 45 v0 0 1 m/s2 9→T 54 N b) T 105 45 Do gráfico.5 m/s2 P m(a m a mg g) 120(0.5 mA mB g 10 m/s2 20 m/s b) 103 Dados: me mc ac g 1 000 kg 500 kg 0.101 3 T2 T2 movimento 2 T1 T1 1 ← 104 T T A PA 2T 2T B T T T aA F 2aB F T1 T2 F F F F T1 T1 T2 (m1 m1 a m2 a m2 3 m3 a m 3) a 10 103 2 10 103).5 m/s2 RESOLUÇÃO 171 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO .5 m/s 10 m/s2 2 a T 0. o corpo B desce e o A sobe. 45 45 4.5 10) m a 1 260 N T T a 0.5 m/s2 P mg ac 106 Vamos calcular a aceleração em cada intervalo de tempo: 0 6s 3 0 a 6 0 6 s a 12 s v 3 6 Pc F Pc mc ac ⇒ F F F mcg mc a c 500 0.5 m/s2 500 10 5 250 N (me constante a 0 b)NA NA NA Pe (100 Pc → NA 500) 1 mc)g → 15 000 N 12 s a 14 s 0 3 a 14 12 3 2 1.5 2a 2T 9a 12 a m1 a T 1 ⇒ T1 T1 40 000 N m Aa A ⇒ T Tensão na barra que une os corpos (1) e (2): m1 a ⇒ F 10 000 (2) 60 000 mBaB ⇒ 120 40 103 N ⎧ T 9a 45 ⇒ T ⎨ ⎩ 2T 12a 120 2(45 0a) 18a 30 1 m/s2 12a 12a 102 Alternativa a.5 m/s2 T T a) Representando as forças sobre a caixa: F 0.

tem-se que. temos: 0 0 s h s0 v0t 1 2 gt 2 2h g 30° II – FI FI FI Px 60 m a → FI 250 310 N m a Px 1 2 gt ⇒ t1 2 50 1. o movimento é acelerado. N ← FI ← h FII ← ← 30° Px ← Py Na situação (1).5 109 Alternativa a. Px FII FII 500 m a ⇒ FII 1 2 Px m a 250 60 190 N 50 1. No trecho horizontal.a (m/s2) 0.5 10 N 107 Alternativa d.5 0 6 12 14 t (s) Como o mesmo deve ser acelerado com 1. e a velocidade é crescente. nas condições do enunciado do problema: 0 a 6 s: P T1 6 a 12 s: P T2 T1 4 m a ⇒ 104 101 0. Portanto. subindo ou descendo. Supondo-se a trajetória orientada de A para B com origem no ponto A. 110 Alternativa a. e a velocidade é decrescente. desprezando as variações de aceleração nos trechos correspondentes às concordâncias da pista.5) 10 (10 11. livre de qualquer força F a g sen ⇒a 5 m/s2 ⇒a g sen 30° ⇒ a g 2 172 RESOLUÇÃO . devemos orientar a FII para cima. 111 (1) (2) x Paparente ai 1 m/s2 m aR ⇒ 1) 660 N Pap Pap m(10 60 11 p 108 Alternativa a.5 10 (10 T2 9. para que diminua a aceleração do corpo. • nos trechos BC e DE.5) 1. Na subida. Para o elevador em repouso: P a 1 m/s2 600 N ⇒ 600 m m 10 60 kg • nos trechos AB e CD.5) 0 4 T1 104 0. sendo positiva no trecho AB e negativa no trecho CD. o movimento é retilíneo uniforme. temos: sen 30° a g sen h 1 ⇒ x 2 h ⇒x x 2h II – Se o bloco desliza para baixo. num plano inclinado sem atrito é do tipo uniformemente variado. o gráfico da velocidade em função do tempo é uma reta nãoparalela ao eixo t. as acelerações escalares da partícula são constantes e de valores absolutos iguais: a 8 m/s2. concluímos que o gráfico que melhor descreve a velocidade em função do tempo é o que corresponde à alternativa A.2 ⇒ FII 1.2 m/s2. No trecho de descida. a aceleração escalar da partícula é nula.5 10 N T2 m a⇒P 4 10 10 N T3 4 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO 12 a 14 s: P 10 T3 T3 m a T3 4 10 4 104( 1. T 10 m/s2 g P Sabemos que o movimento de um corpo deslizando.2 50 10 sen 30° Na situação (2). Portanto. é retardado.

5 m/s I T Logo: 2 4 20 sen 30° fat 5 2.0 kg 10 kg mA a ( ) (mA 40 sen 20 a 2 m/s2 mB mc)a 20 a cos sen 0.5 ⇒ fat 12.B PAx PBx B FB.B mB a PBx → FA.6 1 2 g 2 t1 t2 N t2 ⇒ 8 h 1 .86 910 N 0. F1 F2.30 20 10 ⇒ fat 60 N (para III – Nessas condições.50 60 N. Como fat estático máxima é maior que fat cinético. o corpo permanece em repouso. F2 fat cinético.10 100 10 0. Em movimento uniforme.B 4 2 40 0. a FA. 116 5 kg 5 kg fat v0 10 m/s 20 m v 0 ← Px fat ⇒ F P sen 60° d 1 cos 60° 100 10 0. movimento T A FA.6 32 N P: peso da parte móvel ⎧Px: componente horizontal ⎪ de P ⎨ ⎪P : componente vertical de P ⎩ y N: reação normal do apoio F: força aplicada pela pessoa Fat: força de atrito dinâmico entre as superfícies b) Aplicando a 2ª Lei de Newton e observando que a velocidade da parte móvel é constante. RESOLUÇÃO 173 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO I – Na iminência de movimento.A C Pc T 117 A “aceleração” do caminhão é dada pelo gráfico: v v0 0 10 ac → ac 4m 3. FB. (F) IV – Se F fat máx. (V) .B C Pc T P Ax 60 sen 36 24 20 a → a Pc F fat Px Portanto. a caixa desliza.8 0. II – fat máx. a fat estático máxima é: 60 N (V) e N N ← ← movimento T I T 30° ← PIy ← II ← 30° P ← PII • plano liso: s Mas: v2 a v2 0 v0t ⇒ 100 v0 10 ⇒ v0 m a a 20 → 10 m/s • plano rugoso: FR 2a s ⇒ 02 2 m a ⇒ fat 102 2 ⎧ mI ⎨ ⎩ mII b) a 2 kg 3 kg 4 m/s2 PI x mI a 8 10 mI a ⇒ T T ⎧ P Ix ⎨ ⎩ P Iy PI sen PI cos 2. 2 m(B) m(C) A T B FA.B será: FA.0 kg 4.0 t A máxima “aceleração” que a caixa suporta para que não deslize é dada por: fat m a → N m a mg m a a g a 0. F1 fat estático máxima.5 N PI x ⇒ T 18 N 114 Alternativa b.A pB x PAx mc a P Bx mB a 112 a) 60° F fat P Py 100 100 40 P 60° 60° Portanto.5 1. obtemos: F F F 113 a) PIx ← 115 Alternativa c.s 2h s0 v0t 1 2 at 2 Dados: m(A) gt2 ⇒ t2 2 2h g 6.30 10 a 3 m/s2 Como ac a . esquerda) (F) c N 0.

T movimento T A A fat fat A.25 20 (PA 0: 5 P B) 5N 0. obtemos: FR m c a1 4 m a1 ⇒ a 1 0. a mínima aceleração pedida é: a 123 Alternativa c. temos: corpo B: T N N PB ⇒ N mB g (3) Aplicando-se a equação fundamental para a horizontal: mB a (4) PB mg a) Aplicando a Equação Fundamental da Dinâmica para o carrinho.2 mg b) Aplicando a Equação Fundamental da Dinâmica para cada um dos corpos que constituem o sistema.B A.B fatB. m 200 g 0. obtemos: A B T mg 0.25(20 40) 15 N 119 No esquema estão inicadas as forças que agem sobre os corpos. 0.B fatB.8 mg m a2 m a2 2 m a2 ⇒ a 2 4 m/s2 a ← 4.2 kg R ← 25 m/s2. não cai: fat PB (1) N fat (2) Sabendo que o atrito é: N1 PCAR 4 mg PB Substituindo (1) em (2). fat 1 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO s s s 1 2 at 2 1 1 22 2 B fat 2 F fat1 fat2 F N1 mg T fat1 0.2 mg B ← N ← Como o corpo B.118 Alternativa c. se a fat1 fat2 0⇒ F F 15 0 20 N 122 Alternativa a. fat B 120 Alternativa c. se a F fatA.2 mg PA mg NA NA B PA 0.5 3 10 15 1 m/s2 s0 0 2m v 0t 0 5 a 2) a 121 Alternativa d.C fat A.0 m/s2 P 174 RESOLUÇÃO . 10 g ⇒a ⇒ m B a mB g ⇒ a 0.5 m/s 2 Substituindo (4) em (3) e fazendo as devidas substituições.C NA NA B P 2P 2s fat PB C.B B F fat B. C A: T B: PB PB mB g 2 10 20 20 a fatA T fat NA mA a mB a (mA (mA ( ) m B) a m B) a (mA (3 m B) a No corpo B. 4 a 25 m/s2 Portanto. corpo A: No corpo B.2 mg T 0. de acordo com o enunciado. As forças que agem no corpo B são: fat ← carrinho: N2 fat1 0.C 0: 0⇒F F F F P 3 P 3 3P 2 A fat 1 2 P 0 1 2 P mA g 0.C fatA.

33.33 PA (1) e FB 2 KVB PB (2) mAg (3) e mBg (4) sen cos tg tg 1 3 Dividindo-se a expressão (3) pela expressão (4): 2 KVA 2 KVB mA g mBg 2 mB: V 2⇒ A VB 2 1 3 O piso que deve ser usado é o que apresenta ou seja. o piso 3 que é o de menor custo. sofrem a reação do chão que exerce uma força de atrito para frente. F F fat 40 50 0.3 100 10 0.2 N 4m 124 Alternativa c.10 ⇒ P2 760 N 500 N 258 m1 g sen 30° m1g cos 30° P1x 100 10 0. FR P sen 37° solo 0. FA 2 KVA Para que o homem não escorregue. o bloco m1 sobe o plano acele- RESOLUÇÃO 175 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO Como mA . 125 Se houver areia entre as rodas e o piso. 0.6 F 10 N A distância entre duas gotas sucessivas no plano horizontal é cada vez menor. P2 P1x fat m2 g 76.R. A distância constante no plano inclinado indica que a velocidade do móvel era constante. 126 Alternativa c. fat Psen 37° fat 37° Pcos 37° P sen 37° fat fat fat F 70 50 0. 129 Alternativa c.U. O deslocamento do automóvel para frente ocorre porque as rodas ao empurrarem o chão para trás. A condição para que a velocidade de cada uma das esferas seja constante é que a força peso seja equilibrada pela resistência do ar..5 ⇒ P1x 0. fat. as rodas jogarão a areia para trás.6 fat 40 N Portanto.FR m a⇒ P R R R R R R mg m(g m a ma a) 4) 127 ← N ← ← fat Px Py 30° 12 m ← 0. devemos ter (no mínimo): Fat Px ⇒ mg cos N mg sen mg sen ⇒ 4 12 0. ⎛ VA ⎞ ⎜ V ⎟ ⎝ B ⎠ 2 128 Alternativa e.86 ⇒ fat Como P2 rando. havia uma força de oposição ao movimento na descida do plano. a força de atrito produz o deslocamento do carro. ou seja: Px fat 0 ⇒ Px fat Portanto. Representando as forças no corpo quando ele sobe: Como o movimento é retilíneo e uniforme FR N F 70 N 0.2(10 0. Marcando agora as forças no corpo quando ele é empurrado para baixo: N fat Psen 37° ← Fat N ← F Px Pcos 37° ← Py 37° ← fat pla no solo Estando também em M.2 6 1. indicando que o carro estava sendo freado.

10 m Do equilíbrio. Como o corpo executa movimento circular com velocidade constante. para que o bloco fique na iminência de movimento para baixo.2 10 angular 0. devem ser colineares.50 2 0.35 m. temos: fatmáx fatmáx fat máx mg sen 10 10 0.35 F 0.10 2 f 2 3 60 60 6 rad/s e raio igual a 0.35 0.130 Alternativa a.35 m mg sen mg cos T P1 0.6 72 N P2 13. o centro de rotação e a posição do prego devem estar alinhados. 135 a) O prego gira em torno do eixo com velocidade Do equilíbrio.25 N SIMULADÃO: RESOLUÇÃO N fatmáx 0. temos: P1 mg sen fatmáx 72 ⇒ m1 1. Nessa situação.25 0. ou seja: P P C DO ← C DO g ← v ← Fc 136 Alternativa a. 132 Alternativa a.07 kg Da situação III: c) Para que duas forças se equilibrem.6 b) Para que as forças horizontais agentes no rotor se equilibrem: mp 2 131 Alternativa c. o ponto D0. temos o seguinte esquema de forças: r 0. Assim. Quando se suspende em P 2 um corpo de massa 13.20 kg m1 10 10 10 0.020 0.020 62 0.10 M0 0. P ← Dados: R Fcp ← 100 m P 133 Alternativa b.2 kg.6 m/s 176 RESOLUÇÃO . A intensidade da força pedida é igual à intensidade da componente centrípeta da resultante agente no prego: F RC mp 2 Quando suspendemos a massa em P1. temos: a ← R ← v Fcp P⇒ mv2 R mg ⇒ v Rg ⇒ v 100 10 v 31. A força elástica é sempre de restituição. mg sen mg cos fatmáx A pedra tem velocidade tangencial ao raio da circunferência. temos o seguinte esquema de forças: N T Pa 134 a) trajetória ← v b) Ela descreverá um MRU. o bloco está na iminência de movimento para cima. Da situação II: F kx ⇒ 9 k F kx ⇒ P2 P2 k(3 2) 9 N/cm 9 (4 18 N 2) r M0 2 R ⇒ M0 mp r R Logo M0 0.

• A afirmação II está correta. Fe • A afirmação III está correta.8 10 N/m 139 De acordo com o enunciado: situação 2 N ← T ← FR ← 234 N FR P ← 954 N P ← P ← N FR situação 1 Fcp N P Fcp N P T Fcp 2 T P⇒T Fcp P mv mg. 2 L gH 1 gT 1 4gT 2 L 4gT 140 Alternativa e. sendo m. pois. 4gT gT 2 RESOLUÇÃO 177 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO • afirmações II. a tração R dependerá da velocidade. então PB NB. Portanto: v 30 s • afirmação I: falsa. 2 vB r vB (ponto A apresenta uma altura menor que B) Conclui-se então que: • A afirmação I está incorreta. Na figura estão assinalados as forças que agem no corpo nos pontos em questão. vB. Tterra Thip.02 k 30 1 Nas duas situações. Substituindo os valores: 234 954 N N P P P1 P2 e T2 AgT 2 T1 142 gH 360 N 60 g ⇒ g 6 m/s2 TTerra Resolvendo o sistema: N P 594 N e P mg ⇒ 360 L gT Thip. se a RcB é para baixo. 5 2 Então: vmáx m s Como o automóvel entra na curva com velocidade m . pois a resultante no ponto A é vertical e para cima 138 Alternativa e. mv2 → kx R kx m ( a fR )2 R 2 m 4 f2 R 1 4 5 2 2 141 Alternativa e. III e IV: corretas. bem como a sua resultante centrípeta (cuja direção é radial e cujo sentido é para o centro da curva descrita). centro da curva ← NB B PB RCB r ← ← r Rc Supondo-se a curva plana e numa superfície horizontal: v r ← RCA Rc A NA ← ← A PA A velocidade máxima permitida na curva pode ser calculada por: m 2 vmáx As equações pertinentes ao estudo do movimento são: • R cA • R cB • vA m aCA m aCB m m v2 A r r ⎧ N ⎪ N mg e ⎨ ⎪ N atrito máximo ⎩ gr 24. então . se vA R cA R c B . Já a tração no fio dependerá da seguinte relação: 1. ele derrapa. a massa e consequentemente o peso são os mesmos.137 Alternativa e. pois. g e R constantes. 2 k 0.

pois T não depende da amplitude. 16 – Falsa. Como o período é dado por T 2 g . porque a força resultante é de 20 N. ou seja: Para um deslocamento de 0 a 2 m: † n área ⇒ † 40 2 80 J A força que atua no sistema é a força-peso: F (mbalde mágua) g ⇒ 100 (mB mA) 10 II – Verdadeira.5 10 6 10 J 3 152 Alternativa a. pois o trabalho realizado pela força F. V2 3 h †p †p 2 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO 08 – Verdadeira. pois k 2 . pois da mesma forma podemos calcular o trabalho da força de atrito: † n área ⇒ † 20 4 80 J 154 a) Representando a situação: 20 cm 40 cm 178 RESOLUÇÃO . 1 2 at ⇒ s 2 s 04 – Verdadeira. Em dias quentes há dilatação do fio do pêndulo (Lquente Lfrio). A tração no fio é sempre perpendicular ao deslocamento da partícula ao longo de sua trajetória. 145 01 – Verdadeira. pois T 2 2 1 0. o trabalho total será sempre nulo. Segundo o enunciado. m g sen 6 sen 0.6 F Pt 5m F †F †F 300 N F d 300 10 3 000 J Fd ⇒ † 1 200 5 148 Alternativa a. IV – Verdadeira. perpendiculares do deslocamento d 147 Alternativa d. gerando uma aceleração de F ma ⇒ 20 4 a ⇒ a 5 m/s2. 5 4 s. a mesma freqüência. I – Falsa. v2 0 2 g h 0 20h 9 m 20 m g h 2 10 9 ⇒ †p 20 Logo: 01 04 08 32 45 9J 146 Alternativa a. tanto P quanto N não realizarão trabalho nesse caso. pois T é inversamente proporcional a g. pois T1 k 1 2 g k L 2g † F s⇒† † † ma s 2 3 350 2 100 J k 2 L g 151 Alternativa b. pois f 1 ⇒f T 32 – Verdadeira. Logo.143 Alternativa c. †p †p †p m g h 20 10 3 600 J → → → 153 Alternativa e. 149 Alternativa d. Assim. portanto. o deslocamento é horizontal.6 10 F 50 10 0. 144 Alternativa c. o pêndulo B III – Verdadeira.2 Hz. pois a aceleração existe e é constante. v s v0 v 0t at ⇒ 50 a 20 3 m/s2 20 10 350 m 1 2 a 10 3 102 02 – Falsa. ou seja: †total †total †F0 80 2 e o pêndulo D possuem o mesmo período. já que são forças verticais e. † F2 40 4 †fat0 4 ⇒ ( 80) 40 J 150 Alternativa e. A velocidade é constante: s † s0 vt ⇒ s vt ⇒ s 0. logo. pode ser calculado pela área abaixo da curva. pois o trabalho total pode ser encontrado pela soma dos trabalhos parciais. As forças só podem realizar trabalho quando possuem componentes na direção do deslocamento.

5 m A ⇒ mA 9. P mgh 3 000 15 10 † t m g h t 360 W † t mgh † t 4.0 3. à usina de Sobradinho. 5 10 5 3 101 4 000 30 10 12 10 5 102 P 120 10 6 ⇒P 20 162 Alternativa e.5 kg 500 N/m 158 Alternativa c. 156 Alternativa c.b) 10 F 0. † n 1 000 20 10 2 10 5 10 1 2 105J → área 60 J 2 104 W 2 10 J → 5 Determinando a potência desenvolvida: P † ⇒P t 60 60 1W mgh † t 2 000 10 10 2 10 5 2 101 104 W 4. portanto. a 10 J Determinando a constante elástica da mola: kx ⇒ 100 k 0.10 1 000 3 15 45 000 W Itaipu p 1 350 12 600 Ilha Solteira p 1 077 3 230 1. 157 1(c). Tucuruí p v0 2 vF ⇒ vm 0 2 30 m/s 2 430 4 240 0. 0 kg e s † ⇒ 800 t † 7.0 m/s 3 4 m t v onde: m t 3.565 6 052 kJ 12.01 MW km MW 0. A aceleração do carro é dada pelo gráfico com o coeficiente angular da reta. km2 MW m a vm Sobradinho p 4 214 1 050 0. 12 103 W Dados: taxa v 4.5 105J → 1. a potência média nesse intervalo é dado por: Pm F vm → Pm Pm Pm 159 Alternativa d.10 d P0t m ⇒ 103 v † ⇒ P 0t t m ⇒m 6 mgh t 6 103 kg 6 103 10 4 10 60 Furnas p 400 W 0.5 104 W 12 105J → 161 Alternativa b.2)2 2 v t 30 10 0 ⇒a 0 3 m/s2 A velocidade média nesse intervalo de tempo é de vm 155 Alternativa e.0 kg s 20. 33 km MW 2 2 Logo. 57 km2 MW km2 4.58 m/s 3. Há transformação de energia química.2 ⇒ k Determinando o trabalho realizado: † k x2 →† 2 500 (0. 5.4 kW 800 kg 1 min 60 s O maior prejuízo ambiental (p) corresponde. em energia cinética e térmica.6 3(c). A água funciona como líquido refrigerante do sistema. proveniente dos alimentos.0 N Podemos escrever a potência da seguinte forma: P F V⇒P 12 4 48 W 6 052 000 J RESOLUÇÃO 179 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO 1 450 1 312 . P † m s Determinando a força aplicada: F v F m a 4.09 km h 2(c). Podemos determinar o trabalho realizado em qualquer um dos testes através da expressão: † m g h I–† P II – † P III – † P IV – † P mgh † t 160 Dados: m t Podemos determinar o trabalho realizado calculando a área sob a curva. 4(c).

logo após o ciclista parar de pedalar. coincide com a resultante das forças atuantes.163 Alternativa a. a eficiência ( ) do organismo do ciclista é: E 900 kJ 180 RESOLUÇÃO .2 1014 a 6. ⇒ 800 †útil 200 Determinando o rendimento: †útil → † total 164 Dados: L 600 800 75% B) h 2 A área assinalada representa o excesso de consumo de O2.2 kW b) A força de resistência horizontal total FR.1 1014 Hz. a energia absorvida será: ABS ABS ABS 200 400 50% 1 10 (60) 165 Alternativa a. temos: 1) s †F †F v †F R t 5 1 800 FR s 9 000 m A fração dissipada de energia é: Pdissipada Ptotal 56. 22. Área assinalada: ( A Excesso de consumo de O2: 11 15 m → Determinando a altura: 75 degraus 30° 15 m h →h 7. 5 5 2 A 0.25 m/s2 Ptotal 71 kW Pútil MOTOR DE COMBUSTÃO 14.5 N 1 800 s) no c) Durante o intervalo de tempo (1/2h qual a velocidade é constante. 8 2) A resultante é nula (Princípio da Inércia). Na figura estão indicados o consumo de O2 que ocorreria se o jovem se limitasse a andar (A) e o consumo de O2 que realmente ocorreu (B). temos: 200 W –––– 1 m2 P –––– 50 10 4m2 P t 600 J P 1W b) Determinando a potência: P † →P t 6 000 30 200 W c) Determinando o rendimento: Pútil → Ptotal Em 10 minutos.8 kW A v t 4. Do enunciado. Pdissipada 56. Dados: †total †dissip. 200 W/m2. difundem o verde e absorvem as outras cores. obtemos a quantidade de energia utilizada a mais: 200 kJ. é aproveitada na fotossíntese e a área da folha exposta ao sol é de 50 10 4m2. 166 Alternativa c. A queima do combustível ocorre no motor representado pelo diagrama abaixo: 168 Considerando-se a trajetória retilínea: a) A aceleração (A) do ciclista logo após ele deixar de pedalar pode ser obtida pelo gráfico. a faixa de freqüência do espectro da luz solar de menor absorção de energia está entre 5. 5 22.5 kJ †F ⇒E E †F 202. t 800 J 200 J 2 Consumo de O2 ( /min) A B 10 s h 1 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 t (minuto) Podemos determinar o trabalho útil a partir da seguinte relação: †total †útil †útil 600 J †dissip. 9 1 10 2 Como cada litro corresponde a 20 kJ.5 m SIMULADÃO: RESOLUÇÃO 30° a) Determinando o trabalho da força-peso: † mgh → † 80 10 7. 8 71 0. Aplicando-se o Princípio Fundamental da Dinâmica: FR mA 90 0.5 → † 6 000 J 167 a) Devido ao fato de as folhas parecerem predominantemente verdes quando iluminadas pela luz do Sol.5 9 000 202. b) Como 20% da radiação incidente. Assim.25 FR 22. 5 10−2 Portanto 80% da energia são dissipados.

2 5 10 a (m A (2 mB 5 m C) a 5. Logo.25 EA C 1.25 1 109 Esta perda corresponde a 30% da energia recebida. a potência dissi7 108 3 108 W.5) a mgh 106 10 100 † t t 1 tência recebida pela turbina (Pr) será: 8 109 W.5 F F 1 mv2 2 1 mv2 0 2 1 mv2 0 2 1 2 mC g 100 102 Como a aceleração do corpo B é horizontal. Dados: mB vB mc 2 vc 30% Como a velocidade escalar em todos os corpos é a mesma.52 2 2 0.25 J 172 Alternativa e. Portanto. O que pode ser calculado através de uma regra de três simples: 1. t v s nível de referência N F ← 30° P h v t 2 30° Aplicando o princípio fundamental para os três corpos e somando-se as equações: PC T1 T2 PC T1 T2 PA PA mC a A A mA g mB a (mA mB NB m C) a (mA mB mC) a (1) mA a 173 Alternativa c. 171 Alternativa b. Utilizando-se a equação de Torricelli entre os pontos X e Y: v2 y v2 y v2 x 1. Ry 0 ⇒ NB PB mB g (2) 10 000 N 104 N RESOLUÇÃO 181 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO Comparando a energia cinética dos dois corpos: F s cos 0° ⇒ †→ F Fv t . II e III estão corretas. EA C 1 m A v2 y 2 1 2 2 1.25 2 a s ⇒ v2 y 0. o trabalho da força F pode ser calculado nas formas: • †→ F • †→ F 2 mc v 2 c nível de referência N → EcB EcB EcC 1 2 m B vB → 2 1 2 †→ N 0 †→ P 0 †→ F v s t mg h mc (2vc)2 mc v2 c 1 2 F ← 30° P h v t 2 Estabelecendo a razão: EcB Ec c 2 mc v 2 c 1 mc v 2 c 2 4 Então: †→ F 30° mgv t/2.25 m C PC T1 T1 Y A variação da energia potencial gravitacional do sistema foi: Ep f Ep i Ep 0 Ep mg h mgv t/2.169 Em cada segundo. † F d F 0. a potência fornecida pela queda d’água (Pf) é dada por: Pf Substituindo-se (2) em (1) e fazendo-se as respectivas substituições algébricas: mC g 5. 108 W – Pd → Pd 170 Alternativa a. 109 W – 100% 3. Assinalando as forças na figura: NB T2 X B PB T2 A PA 0. Durante o deslocamento s.5 10 mA g 2 10 mB g 0. e a po- 2 m/s2 Pr 700 000 kW pada (Pd) será: Pd Pf Pr 7 10 W. as afirmações I.

este é o valor da energia mecânica no ponto C. Se vc 0. o † é numericamente igual a área do gráfico de P t. durante esses primeiros 3 m de trajetória.5 102 25 J EMB E CB Mg h2 EMB → EPB E PB SIMULADÃO: RESOLUÇÃO EPB 0 4 10 t (s) 179 EMA Para t P0t 4 A 4 4s 125 10 EPA P0t 50 kW e 50 000 4 2 EPB Mg h1 v2 100 000 J 2g(h1 1 Mv2 2 h2) ⇒ v2 2 10 (10 5) 50 kW → † v2 v 100 10 m/s Como m 500 kg e. 178 Alternativa b.2 10 h ⇒ h 12. A potência é dada por: P0t † t Como temos a potência variável. Corretas: II e III 1 h m(20)2 m g m g h 2 2 10 h 200 5h ⇒ 5h 200 ⇒ h 40 m 181 Alternativa d. pois parte da energia mecânica do sistema se converteu em energia térmica. Portanto. o que significa que o trabalho desta força sobre a partícula é nulo.174 Alternativa a. 182 RESOLUÇÃO .5 m mgh ⇒ 25 182 Alternativa a. então Ecc 0. A segunda força realiza um trabalho de partícula pelo T. logo: EM 1 2 mvA 2 Ep B E MB → EC A 0. Etotal Etotal 40 15 25 J 0. a energia mecânica se conserva e a pedra retorna à posição de partida com a mesma energia cinética e V1 V2. também é perpendicular ao deslocamento da mesma. 177 Alternativa c. a energia cinética não se altera.C: † Ec ⇒ 100 E cf 250 ⇒ Ecf 100 J sobre a 150 J Já a afirmação 2 está incorreta. B (v 0) 175 Alternativa c. supondo v0 0. perpendicular à velocidade linear da partícula. Assim. A primeira força é. Por outro lado. Pelo princípio de conservação: EM i E MA ⇒ E c i E pi E cA E pA ⇒ Se desprezarmos o efeito do ar. a cada instante. Se considerarmos o efeito do ar. pois a soma das energias cinética e potencial. A afirmação 1 está correta.E. que se perde para fora do sistema. a energia mecânica é parcialmente dissipada e a pedra retorna à posição de partida com energia cinética menor que a de lançamento e V2 V1. O que ocorre é que para validar o Princípio de Conservação se faz necessário incluir na soma das energias a parcela dissipada pelas forças dissipativas referidas no enunciado. temos: P0t Ec f t Ec i ⇒ P0t 1 mv2 2 t 1 500 v2 2 20 m/s 180 Dados: Vi VA hi hf 0 20 m/s h h 2 0 100 000 v 176 Alternativa c. continua a ser chamada de energia mecânica. P (kW) 125 Pot v A 10 m/s Na altura máxima v Assim: EM A 1 2 0. Como Epc m g Hc. a energia mecânica no ponto A é dada por 0 EM A EcA E pA ⇒ EMA m g H A.

na qual há transformação de energia potencial gravitacional em cinética. temos: 0 † † † F F Ec 1 2 Ecfinal E ci 1 mv2 ⇒ 2 90 (202) 18 000 18 000 J F 1. na qual a potência da força exercida no bloco vale: P Epot t (1) 2 A queda do bloco. Basta observar a expressão (1). o que significa que o sistema não é conservativo.Mas HA Hc. EMA EMc. P→ Ce C→ t 186 Alternativa d. p diminui devido ao aumento de c. 3 O choque do bloco com a estaca. Para atingir a calçada mais elevada. Na posição 2. 183 Alternativa e. o garoto deverá ter. II – Errada. temos T T m g⇒T 200 10 P 2 000 N mvi2 2 0. A força não conservativa desse sistema é o atrito entre a esfera e a superfície. 188 Alternativa d. produzindo o brilho visto do solo. Logo. O movimento do bloco do bate-estaca pode ser dividido nos seguintes trechos: 1 A subida do bloco. A energia é dissipada. III – Certa.5 ⇒ Fd ⇒ 12 000 N ou 12 000 N RESOLUÇÃO 183 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO . Eci Ecf Ep Ec f mgh E cf 10 0. Portanto. A energia cinética se transforma em outras formas de energia. essa é uma superfície regular. o que torna a alternativa (III) falsa. Mas o atrito transforma parte de c em t. no qual há dissipação de energia. Assim. E pA E cA 0 200 10 21 4 200 J E M1 E M3 42 000 200 10 55 110 000 J 110 000 68 000 J 191 a) Pelo princípio da conservação da energia: 0 0 E pB 0 E cB Edissipada → Edissipada Edissipada → EM E MA ⇒ E p c 1 2 E cc E pA E cA ⇒ m g hA 20 10 2 Edissipada 1 2 mvB 2 1 2 90 10 20 v 20 m/s 90 v2 ⇒ 20 62 360 400 40 J b) Supondo a velocidade do corpo 20 m/s quando do choque contra a barreira. o atrito é sempre o mesmo em toda a superfície. Logo.5 10 2 187 Alternativa a. principalmente térmica. o meteorito diminui sua altitude em relação ao solo. a afirmação (II) é falsa. não desaparece. pelo enunciado. ainda lhe sobrarão 50 J de energia cinética ao atingir a calçada mais alta.5 100 2 25 Ecf E cf 15 J 190 Alternativa b. enquanto que a (I) é verdadeira. Ao atingir a atmosfera. Como. 189 Alternativa b. Logo: I – Certa. EM 50 10 0. uma energia mecânica de: EM mg h. EM3 EM 3 EM 3 Ed Ed E p3 m g h3 EM 1 EM 1 EM 1 E p1 m g h1 185 Alternativa c. na calçada mais baixa. A energia conserva-se em todos os processos (Princípio da Conservação da Energia). sendo h o desnível entre as duas calçadas.5 250 J Como na calçada mais baixa o garoto tem uma energia mecânica de 300 J. 184 Alternativa d. de A a B também existe uma diminuição da energia mecânica total do sistema. no mínimo.

Como a altura inicial era de 10 m. o ponto mais alto do lado direito de AB . o ponto final da região plana.5 193 a) no ponto x (eƒÕnciado). onde o ponto A representa o início do trecho plano da figura.0 m 184 RESOLUÇÃO . temos: EM B EMc ⇒ 450 5 10 hc ⇒ hc 9m m g d 0.1 10 5 10 50 ⇒ 200 2 vB 2 20 ⇒ vB 180 b) †fatAB c) †fatBC E MB EcBC †fatBC †fatBC EMA Fat d 0. †fat fat d Ec 1 ⎛ 40 ⎞ m⎜ ⎟ 2 ⎝ m ⎠ v P 1 mv2 i 2 fat d ⇒ 10 d ⇒ d 2. g m d Ec B 2 vB ) 2 vB ) E cB E pB ⇒ E M B 1 m 2 v2 ⇒ B †fat EcA 1 2 m(vA 2 5 (200 2 d 10 m 1 0.9 J 1.6 N x 1 2 2 10 3 x 2 2 194 a) Parte curva: N ← 20 cm ⎧ → ⎪ N : reação normal de apoio ⎨ → ⎪ P : peso do bloco ⎩ 196 Alternativa c.6 m b) EMo EMA.2 202 0. m g ho 1 2 2 m vA ⇒ vA 2 2 vA 2 g ho 2 10 10 500 J 200 m2/s2 1 2 m vA 2 m g hA Ec A 1 0.9 0. A b) no ponto x EM Ec Ep 8J Ec 8J Fat Ec ⇒ 14 0 B c) †fat †fat Mas †fat Fat E cg Ec i EM A E MB → Ec A 0.192 Dados: vA vB g m a) EMA EM A EM A EM B EM B EcA 2 m/s 3 m/s 10 m/s2 0.9 0. g m d⇒ 0. serão necessárias 10 passagens pelo plano para o bloco parar definitivamente.6 J 0 0.9 0.2 m E pB → 1 2 mvA 2 kx 2 2 x † fat x ⇒ Fat 8 12 7 1. o bloco perde energia cinética devido ao trabalho da força de atrito → f at . o sistema não é conservativo e perdeu energia para o exterior na forma de calor gerado pelo atrito entre o bloco e a superfície. EM EM Ep 14 J 7 m temos: Ep 6 Ec 6J Ec 12 2 2 m temos: Ep 12 J e Ec 2J c) A cada passagem pelo plano AB .2 32 0.2 kg E p A ⇒ EM A hA 0. Toda energia potencial elástica será convertida em cinética. logo: E pe Ec i ⇒ kx 2 2 103 ( 2x10 1 )2 1 mvi2 ⇒ m 2 vi2 P ← Parte plana: N ← fat ← ← ← A energia empregada para parar o corpo será: ⎧→ ⎨ f at ⎩ : força de atrito entre o bloco e a superfície.6 ⇒ †fatAB 0.6 De A a B. 195 Alternativa b.2 10 0. o bloco diminui em 1 m sua altura máxima nas partes curvas.2 10 0.2 22 2 1.7 J EcB 450 J SIMULADÃO: RESOLUÇÃO De B a C.9 J 2 Como EMB EMA.

EMc 36 ⇒ vc Ec 36 Ec c ⇒ 6 m/s 1 (m 1 M)vc2 2 20 16 J 36 E pe 2 Epg ⇒ kx 2 3 2 2 mgh ⇒ k( 6 10 ) 2 b) EMc 1 2v2 c 2 1 m v2 c 2 1.197 Alternativa e. ⎧m ⎪ ⎨x ⎪ ⎩R 0. Conservação de Energia: EM0 Ec 0 16 J 1 m v2 0 2 1 k x2 → v 0 2 199 a) No ponto A.5 m †fat m (m 1 2 M) vc ⇒ v c 12 J M)gL.4 25 QB QA mA O valor mínimo de velocidade em B para que o corpo complete a volta ocorre quando Fcp P. QB m B vB ⎧ VB 90 km/h 25 m/s ⎨ ⎩ mB 400 g 0.5 5 2 201 Alternativa d. temos Mas †fat B 50 cm A Logo: 12 6 2 10 0. v 0 No ponto B.1)2 k m x⇒ x Q0 Q0 m v0 ⇒ Q0 m k m m k x RESOLUÇÃO 185 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO .1 K m 200 Alternativa c.25 kg 25 10 50 cm 2 vc m 0. 2 mvBmín 10 kg m/s ⇒ vA 10 2 5 m/s R 2 em 1 : 2 mg ⇒ vBmín g R 10 0.8 10 k 101 10 100 N/m c) †fat 198 Alternativa a.25 k k 20 100 kg/s 202 Alternativa d.4 kg 10 kg m/s EM A Epelást.25 10 1 5 2 1 2 s →v t 5 5 ( 4) →v 2 9 3 3 m/s2 m s mv → Q 1 103 3 3 103 kg 0.25 5 Q 1 k (0. temos: E pg E pe Ec Eoutra EM A 0 0 20 16 36 J mgh 1 kx2 2 EMF E pE 2 10 1 1 2 20 J 3 200 (0. 1 kx2 2 m g h 1 m 2 Do gráfico v2 mín B v 0. temos: EM B E pB E pe Eoutra Ec EM 36 J (conservação) 20 J 0 0 Ep → E c 36 J. EMB E pB E cB 1 QB QA vA 0.25)2 2 0. vc 3 2 m/s 6 22 (m Pelo princípio de conservação.

203 Alternativa a.2 ( 10) 3.2 6 mv1 0.2 kg m/s Q b) A resultante média durante o choque é: Rm Q t Q t 205 Alternativa b. Movimento depois do choque: EM B 1 2 E MA ⇒ mvB 2 ⎛ 1 ⎞ R⎟ ⇒ v mg ⎜ ⎝ 2 ⎠ gR (Ep 0 v2 E c) D 1 mv2 2 2 2ghB (Ep Ec)B 0 A quantidade de movimento (Q) do corpo no ponto B tem intensidade: Q m gR mghB 6. no instante em que sua velocidade é v e está sob ação de uma resultante R .2 0. Q Q (10 0) (100 2 0) 207 Alternativa b. Q m(v (v 30 v 0) v 0) 0.02 s Fm Fm Fm P Q t 3. supondo-se que R e v tenham a mesma direção e sentido. A vA 0 vB 0 B 2º) A intensidade da quantidade de movimento do corpo é: Q (2) m 3º) De acordo com o Teorema do Impulso. Dados: m v0 v F I Q 0. pelo Teorema do Impulso. Considere as seguintes informações a respeito de um corpo de massa m.4 J (Emec)B mghB E E h 5R 2 v R 2R B 1R 2 (plano de referência) A Movimento antes do choque: (Ep mghA C h 5R 2 E c) A 0 2ghA (Ep 0 Ec )c 1 2 mv1 2 v1 10 m/s (velocidade imediatamente an- tes do choque). 1º) A potência P da resultante.2 10 66 N Mas I n Área sob o gráfico de F(t).05 mv2 0. 2º) a variação da quantidade de movimento pedida ( Q) seja durante o choque.0 m/s (velocidade imediatamente após o choque). Portanto. lembrandose que o corpo parte do repouso: Q mv ⇒ v v2 C v1 D D R t mv ⇒ R Q (3) t 186 RESOLUÇÃO .4 600 Q → mv2 → mv1 → Orientando-se um eixo como o indicado na figura. Q I. vale: P Rv (1) → → → → 500 kg m/s 206 a) Admitindo-se nesta solução que: 1º) a energia mecânica perdida ( E) seja. P 0. na verdade.4 kg 0 30 m/s 600 N F t t t m F 0. A (v0 E 0) (Emec)A mghA 6. a variação da quantidade de movimento é: SIMULADÃO: RESOLUÇÃO 204 Alternativa a. a energia mecânica dissipada.

Supondo-se o sistema isolado na direção horizontal: m 1 v1 m 2v 2 60 ⎧ m1 0 ⎨ ⎩ m2 massa do menino massa do carrinho 214 Seja v0 a velocidde com que o martelo atinge a estaca.Substituindo-se (3) e (2) em (1). temos: 210 Alternativa c. vem: P Q t 2 213 antes vA vB A B vB A B 0 Q ⇒P m Q ⇒ 22 500 m t 2 vA 7 500 m 5 ⇒m 500 kg depois Cálculo de v B: 208 Alternativa d. temos: m1) ( 3) 0 hA nível de referência 36 kg 2.4 10 m/s RESOLUÇÃO 187 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO MH v H (MH Mc ) V 1 1 m v2 m v2 2 A A 2 B B 2 2(v A)2 1 (v B)2 2vA . Qfinal mp V V mp mp Qinicial (mp mc v0 m c) v 0 2 10 m/s Seja v a velocidade do sistema martelo mais estaca.00 m v0 m 30.5 m/s Como m2 m1 2 m1 (60 m1. temos: Qi ⇒ m A v A 2vA 0 vA vA Ecf Eci ⇒ m Bv B 2v A 1 m Av A 1 2 1 1 m (v )2 2 B B 5m V V 21 50 m mB v B 0.0 kg (1 vA v A) 2 2 2 vA ⇒ 1 2vA 2 vA 2 2 vA 1.20 m/s EmB ⇒ MghA 2 vA 2 2 2 Mv2 0 2 0.42 m/s 209 Alternativa b.500 m 211 Alternativa c.0 kg s M 0. 0 Qf (4 m Qi m) V 21 10 m 10 EcB 21 0 Qf 1 m(v B)2 ⇒ 2 2 vB 1 1 (v B)2 2 2 m/s Como o choque é perfeitamente elástico. logo após o choque: Qf 300 km/h Qi ⇒ (m (30 M) v 70) v Mv0 70 2 10 v0 30 V 90 810 90 v 1. Qi Qf M c vc 30 1 240 100 1 m (v )2 2 A A 70 3 V (70 30) V 1 0 2(v A) (v A) 2 2 4 2 2.4 2ghA 2 10 2 v0 212 Alternativa b. A M 70.4 m/s 2 2vA 2 vA 2 Substituindo 1 em 2 . Qi Qf (Mc Mc (Mc ma ) Mc vc V V M a) V vc EmA 0.

pois. Portanto. concluímos que: v0 V ⎛ v0 ⎞ ⎜ ⎟ ⇒V ⎝ V ⎠ 2 P1 ← ← v0.5 19. temos: parede A M M 0. após a colisão.E: Eci 1 2 (3 m)v0 2 3 E cf 1 2 v0 V 1 m V ⇒ 2 3 ⎛ v0 ⎞ ⎜ ⎟ ⎝ V ⎠ 2 218 Alternativa d.C. deve ser nulo. 2 O momento inicial do núcleo é zero. Pelo gráfico: v1 v2 v1 v2 2 m/s 4 m/s 3 m/s 1 m/s 219 Alternativa e.Q. o caixote A possui a mesma velocidade. Além disso.6 2a s ⇒ 0 a (1. a seqüência das colisões ocorridas é: parede vA A 0 B V0 Na colisão.5 m vB A V0 B 0 parede B vA A 0 B V0 188 RESOLUÇÃO . o movimento total dessas três partículas produzidas 3. logo: F movimento P P (m F F (m F M)a (m a) M)a 1 m)g (m a) O pêndulo atinge a esfera com velocidade igual a: 1 2 mvB EMA EMB ⇒ EpA EcB ⇒ mghA 2 1 2 10 0. conserva-se a quantidade de movimento do sistema: m 1 v1 m 2v 2 m 1v 1 m2v 2 m1 (3) m2 (1) 3m2 m1 ( 2) 2m1 m2 (4) m2 3m1 4m2 ⇒ 5m1 parede V0 A vB B 0 217 Do enunciado.M: Qi Qf m V m V M v0 3 m v0 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO 9 x2 2 P.1 ( 10 ) 2 1 x2 9 1 x m 3 215 Alternativa c.Seja F a força média de resistência à penetração da estaca. como o choque entre o caixote e a parede é frontal e perfeitamente elástico. Logo: 3 1⇒ PR 216 Alternativa e. Como são os dois caixotes idênticos e as colisões perfeitamente elásticas.5 v 2 B 10 m/s vB Após o choque.4 10 )2 depois ve 10 m/s vp 0 2 a 0. ocorre troca de velocidades entre os caixotes. → → ← P2 Substituindo-se 1 em 2 . P. A alternativa correta é. Logo: Ec Epel ⇒ 1 kx 2 mv2 e 2 2 1 2 0. em módulo. toda energia cinética da esfera transforma-se em energia potencial elástica da mola. como a esfera e o pêndulo têm a mesma massa eles trocam de velocidade antes ve 0 vB M) (g A aceleração do conjunto é dada por: v2 f 0 a v2 i 19. aquela que anula a resultante entre P 1 e P 2 . temos: F (30 70)(10 19. no instante final. Portanto.6 m/s2 esfera pêndulo esfera pêndulo Da equação 1 . pela conservação do momento linear.C.6) ⇒ F 2 960 N b) Na compressão máxima da mola.

15 dias RESOLUÇÃO 189 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO Situação final: F ⎛ M⎞ G M ⎜ ⎟ ⎝ 2 ⎠ ⇒F GM2 2 4d2 .05)2 R 0. 29 3. g g TB 25 9 9 2 g . os períodos independem das massas. graças à Lei das Áreas de Kepler (2ª Lei). R M g 2R 2M GM . Os movimentos de rotação e translação são independentes. então g GM 2 R2 5 m/s2. e os semi-eixos maiores. Tatual RFuturo 27. Quando o planeta está longe do Sol.5 Ratual 2 3 Substituindo a expressão (1) em (2): a 3ª Lei de Kepler 2 ⎛ TFuturo ⎞ ⎜ T ⎟ ⎝ atual ⎠ ⎛ RFuturo ⎞ ⎛ TFuturo ⎞ ⎜ R ⎟ ⇒ ⎜ 27. Por outro lado.g R2 GM (R )2 Fazendo 2 TB 2 TA 2 1 3 kaB g G( 2M) ⇒g ( 2R )2 1 g. (02) Verdadeira. existe uma excentricidade na órbita terrestre.5)3 g 9 h2 h g R2 T (R T 2RT h h)2 2 ⇒ RT 2RTh h2 2 9RT 2 8RT 0 h1 h2 2RT 4RT (h 0) (TFuturo) TFuturo 2 27. Sendo Fg G temos: GMm (1. os períodos aumentam conforme a distância aumenta. Mm a força com que a Terra atrai um d2 corpo de massa m a uma distância d de seu centro. para varrer a mesma área ele necessita percorrer uma distância maior na elipse. Situação inicial: F G M M ⇒F d2 GM2 d2 ( 2d) 1 F 8 2 F GM2 ⇒F 8d2 R 9R 25 dias 1 2 226 Alternativa b. (04) Falsa. (32) Falsa. os períodos dependem apenas das distâncias dos planetas ao Sol. um pequeno deslocamento na elipse corresponde a um setor de grande área. 221 01 02 08 11 224 Alternativa e. Se g 2 2 GM ⇒g 4 R2 10 m/s2. Ou seja. a velocidade do planeta é maior nos pontos da órbita mais próximos do Sol. (16) Falsa.h 9 GMs R2 T ? ⇒ GMs 2 g RT TB 25 TB (1) 3 9 675 dias g GMs (R T h)2 (2) 223 Alternativa e.3 1. 222 Dados: aA aB TA 2 TA 2 TB 3 k aA 3 k aB R 1 (1.05r )2 GMm r2 R Fe F (01) Verdadeira. 3 ⎟ ⎝ ⎠ ⎝ atual ⎠ 2 (1.9 225 Alternativa e. ka 3 A 2 ⎛ T ⎞ ⇒⎜ B ⎟ ⎝ TA ⎠ 3 2 ⎛ aB ⎞ ⎜ a ⎟ ⎝ A ⎠ 2 3 g ⎛ TB ⎞ ⎜ ⎟ ⎝ 25 ⎠ ⎛ TB ⎞ ⎛ 9R ⎞ ⎜ ⎟ ⇒ ⎜ ⎟ ⎝ R ⎠ ⎝ 25 ⎠ 9 3 93 227 Alternativa b.5 3 2R T 2 6R T 745. A 2ª Lei de Kepler diz que o raio vetor varre áreas iguais em tempos iguais.3 dias 1. quando o planeta se aproxima do Sol. no mesmo intervalo de tempo. 375 50. (08) Verdadeira. mudam as excentricidades das elipses. pois segundo a 3ª Lei de Kepler. Para cada um deles. Apesar de muito pequena.220 Alternativa e. Como dito acima.

Esta sensação de imponderabilidade ocorre toda vez que os corpos sofrem a mesma aceleração.A. A aceleração da gravidade depende da distância do corpo ao centro do planeta. caindo na mesma direção e sentido. gx G Mx R2 x Para a Terra: G G MT m R 2 → gx 3 mT ( 5R T )2 → gx gx gx 3 25 G mT R2 T 2 m v2 T ⇒ v2 T R 2 m vL 2 ⇒ vL R G MT R Para a Lua: G ML m R G 3 g 25 T 1. ocorrendo o inverso nos pólos terrestres. Então.A.1 G MM RM 2 RT G MT 2 MM MT ⎛ RT ⎞ ⎜ R ⎟ ⎝ M ⎠ 2 ⎛ 1 ⎞ ⎜ ⎟ ⎝ 0. Como P m g ⇒ PN P E.2 m/s2 ML R Substituindo MT v2 T MT 81 ML. Como ambos os satélites apresentam órbitas de mesma altura.2 60 N 2 ⎛ v ⎞ vL ⇒⎜ T ⎟ ML ⎝ vL ⎠ 81 ML ⇒ vL ML 1 9 vT 229 Alternativa d. A massa.A. permanece invariável (mN 230 Alternativa d. por sua vez. Como no equador esta distância é maior. SIMULADÃO: RESOLUÇÃO b) Supondo as órbitas praticamente circulares.4 106 8 103 (1) e gT G MT RT 2 (2) Dividindo-se a expressão (1) pela expressão (2): 232 Alternativa c. 1 U. 233 Dado: mT mv2 R gM gT 0.5 ⎠ gM gT 2 Portanto: 81 mL Fcp ⇒ 0. 125 a 1a vx vT Um corpo em órbita circular está sob a ação exclusiva de seu peso: Rc P⇒ m g⇒ 2 Dx 2 DT 25 1 1 125 TT Tx 1 5 vx vT m ac v b) v v2 R g v g R 8 000 m/s 235 a) Como a aceleração da gravidade na superfície de um planeta esférico de massa M e raio R pode ser calculada pela expressão: g 10 6. respectivamente: gM T 4 800 s G MM RM 2 Observando-se apenas uma volta: T 2 v R 2 3 6. depende apenas da altura da órbita. O período orbital independe da massa de satélite. L g 190 RESOLUÇÃO . cabe a igualdade Fgrav.4 106 ⇒ v s t G M R2 t s v Para Marte e Terra teremos. para o planeta X temos: 2 Tx D3 x 1 D3 x D3 x D3 x Dx T2 x 1252 (53)2 3 53 53 → Dx 5 5 25 U.228 Alternativa b. G M m R2 b) O alcance horizontal de um corpo lançado obliquamente com velocidade v0 é dado pela expressão v2 sen 2 0 .4 Nos dois casos. seus períodos devem ser iguais. mE). as velocidades orbitais médias são dadas por: vx 2 Tx 2 DT TT Dx v P ← R Terra vT ⎧ Dx ⎪ ⎪ DT ⎨ ⎪ Tx ⎪ ⎩ TT 25 U. percebemos que a razão entre T2 e D3 para qualquer planeta vale 1. 231 a) míssil ← 234 a) Da tabela. a aceleração da gravidade é menor. temos: 2 Logo: Px mgx 50 1.

O MF1.4 m F3 A d FR MF2 300 1 600 M F3 F3 l 0⇒ Mresultante 600 F2 l F3 1 ESTÁTICA 237 Alternativa c.8 Nm F2 d sen 45° ⇒ MF2.A F1 0 F3 ⇒ Fn Fn MF2. de todas é a força C.4 20 000 10 000 FR d 60 000 d 60 000 d d FR F2 0.O 60 300 N F1 d sen 60° ⇒ No caso de Marte: LM v2 sen 2 0 0. 238 Alternativa c. pois não há variação na distância entre o satélite e a Terra. quanto maior a distância da força em relação ao prego. O motivo é a força de atração gra–vi– tacional entre os corpos. 4gT Nestas condições. RESOLUÇÃO 191 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO 241 Da figura.O MF2. 4 250 m 80 6 0. d) Verdadeira.O do horário. todas as linhas de campo são perpendiculares à trajetória do satélite.O .O MF2.5 m 236 a) Verdadeira.86 412.3 m 0. 4 gT Logo: LM LT .4 Não conseguirá remover o parafuso.25 d2 d 0. temos: . logo. b) MF2. c) Falsa. o módulo da força tem que dobrar para M não se alterar.70 189 Nm 0 Logo v0 10 10 m/s 0 ⇒ MF1. . MF. O trabalho realizado numa órbita circular é nulo. 0.O 36.52 0.9 m Fn MFR.O MF1. quando o alcance for máximo ( 45°). b) Verdadeira.9 18 000 52 000 34 000 0.4 MF2.87 m 60 000 N a 0.A 30 000 60 000 N MF3. As linhas de campo gravitacional são dirigidas para o centro da Terra. o tempo tM da bola em Marte será: tM 2v0 sen gM 2 10 10 4 TM 5 5 s 2 2 11 s F A 0. o poste tende a girar no sentiF2 d sen 45° ⇒ MF2. 242 MF1 F1 l 400 1 100 F3 F3 700 N F1 F2 3. Como M F d.O 60 ⇒ F 0. 243 A 0.6 N 0 189 F1 6 0.D F cD 40 0.O MR. e provoca a aceleração centrípeta necessária para manter a Lua sobre a órbita.32 C d D d2 ⇒ 0. teremos: LT v2 sen( 2 0 gT 45°) ou 100 v2 1 0 10 Como MF1.O 30 9 0.87 m à direita do ponto A.86 2v0 sen 45° 0. A resultante é centrípeta. 0.No caso da Terra: LT v2 sen 2 0 gT v2 0 sen 2 gM 239 Alternativa e.O F1 MF2.O c) No caso da Terra.A F1 F2 MF1. dividindo-se a distância por 2. pois 16 Nm é menor que 18 Nm.2 F 240 a) MF1.16 0.4 m 16 Nm d2 MF.09 0.A ⇒ F3 3.70 315 Nm 100 ⇒ LM 0. maior é o momento. logo.O MF2.O 50 9 0. Na situação inicial M Fd.

y4 m1 x1 m2 x 2 m3 x 3 m4 x 4 m1 m2 m3 m4 50 N 247 As forças atuantes no ponto P são: 45° T2 T1 200( 2) 250( 1) 200(1) 250(2) 200 250 200 250 400 5 90 250 200 900 1 18 500 T3 P 6N • em Y : YG YG m1 y1 m2 y2 m3 y3 m4 y4 m1 m2 m3 m4 Como o ponto P está em equilíbrio. a tração máxima corresponde ao caso em que for máximo que. 0 A tração será máxima se o ângulo P2 ← Fdin Como 90°. a resultante deve ser nula: Triângulo retângulo e isósceles: T1 45° T3 T2 P T2 T1 T3 2 T2 P 2 T3 6N 6 2 N SIMULADÃO: RESOLUÇÃO 200( 1) 250(1) 200 250 200 250 400 900 200(2) 250( 1) 200 250 250 200 900 2 9 A representação correta dessas forças. x4 250 kg 2 1 Σ F1 Σ F2 Σ F3 Σ Fdin → → → → 0 → T1 0 → T2 0 → T3 0 → Fel P1 P2 T2 T3 60 N T1 P3 30 90 60 ⇒ T2 40 ⇒ T3 90 N 50 N 2. y3 m4 1. y2 200 kg. obtemos: Da condição de equilíbrio do corpo: ← T2 T2 P2 T1 ← ← ← Como o sistema inteiro se encontra em repouso. conforme o diagrama abaixo: ← Rx 3N a) Os diagramas apresentados pelos dois estudantes estão errados. de T1 . Assim a correção mais eficiente corresponde às posições 3 e 6. 248 Alternativa a. m2 1. b) O estudante 1 errou na representação de T2 e o → Como a força elástica depende da elongação. entre as figuras propostas. Considerando os ângulos envolvidos na figura e a marcação de forças no objeto. é: 60° e 2 120°. A força tensora em X é a resultante das forças elásticas. Representando as forças que agem em cada um dos corpos e no dinamômetro. 192 RESOLUÇÃO . x3 1.244 Dados: m1 x1 y1 • em X : XG XG XG 50 900 m3 2. temos: P Fazendo a decomposição da força de tração. temos: T T → x Fel ← 1 ← elástico. → T 246 Alternativa d. é: YG T1 45° T2 Logo. mais o valor de Fel . ⎜ ⎟ ⎝ 18 9 ⎠ P 3N 245 Alternativa d. x2 1. as coordenadas do centro de gravidade (centro de massa) são: G ⎛ 1 2 ⎞ . em escala. quanto mais “esticado” o Fel ← 2 estudante 2. para cada um dos corpos deve valer a condição: Σ F → Tsen T 2T sen T P T1 T3 ← ← ← P3 ← T3 ← Tsen P 2 sen for mínimo.

Px TAB ← TBM ← ← ← ← O P ← PQ ← B F Σ FM → → 0 TBM PM 80 N TBM F Σ M0 Px 0. Estabelecido o equilíbrio: 3m 3 m 2 252 Alternativa a.3 P2 1 RESOLUÇÃO 193 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO . tg60° 3 2 x → 3 3 2 x NA ← 5m 3m NB ← →x 0. 253 Alternativa d. P T P 1 20 cm 20 cm 40 cm 251 Alternativa c.2 P 0. NA fat ← ← ← TA ← TA TC C TB TB ← ← ← A PA ← 45° x B PB ← m m m Σ FB → → 0 TB PB 196 N Marcando-se as forças em M: Σ FC mg 0 ⎧ T sen 45° T B ⎪ c ⎨ ⇒ TA ⎪ T cos 45° T A ⎩ c ⎧N ⎪ A ⎨ ⎪F ⎩ at PA TA 980 N 196 N TB 196 N mg 120° M mg Σ FA → 0 Sabemos.2 → 0 ⇒ Px 0.6 Pq 0. Representando as forças: Ty T 60° 60° T Σ MA P ⇒ 2 T cos 60° 2 T T P 1 2 → 0 0 NB 8 NB 8 NB NA 0 2 000 5 P 5 0 2Ty P P 1 250 N 254 Alternativa c.5 m P ← 250 Alternativa c. então. temos: TAB cos 2 2 N2 ← TAB 2 sen 1 2 2 TBM TBM2 2 F 2 TAB2 (cos2 TAB sen ) 2 F2 ← P1 ← Px P ← PQ ← ⎧ P1 ⎪ ⎨ P2 ⎪ ⎩P 100 N 100 N 120 N TBM F2 ⇒ TAB TAB 802 100 N 602 Σ M1 (P1 → 0 Px) 0. que 60°.249 Alternativa a.6 P 0.6 TBM M PM ← Σ FB 0 ⎧T ⎪ AB cos ⎨ ⎪ TAB sen ⎩ Px 0. N1 30 cm ← Elevando ambas as equações ao quadrado e somando.2 255 Alternativa d.2 10 60 70 Px 350 N 0.2 100 0.4 N2 0.2 50 0.

5 50 T 200 500 N 2 102 T 2 T sen 30° Comparando (I) e (II): 1 1 2 2 0 2( 2 2 1) 2 194 RESOLUÇÃO .4 0.5 P 1 Ty 1 0 0 2( P N1 1 102 0.75 T2 P 0.25 m P ← 0. NA 5 PM x Σ MB → 0 ⇒ Pv 1 600 1 NB 0 200 x 0. O fato ocorre com o menino à direita de B. 258 Alternativa e. devem ter: N2 ⎞ ⎟ 2 ⎠ ⎞ ⎟ 2 ⎠ Fat (3) e N1 fat P (4) ΣMA 0⇒ Pb 30 15 F 25 2 ⎛ P ⎜x ⎝ ⎛ 20 ⎜ x ⎝ F 0 Para que o momento resultante. em relação ao ponto B seja nulo devemos ter: fat L sen 45° fat N2 P 2 2 F 0 0 N2L cos 45° (5) N2 N2 P 2 P L cos 45° 2 20 x 20x 10 F De (1) e (3): N1 De (2) e (4): N1 N1 T Ty 2 Portanto. (100 40 Px Px) 0.No valor máximo de Px. N 2 F Se a barra está na iminência de escorregar. as forças de atrito terão intensidades dadas por: Fat N1 (1) e fat N2 (2) 2 A Pb x P Para que a resultante das forças seja nula. T1 ← Na iminência da rotação. NA T2 ← 0.50 m x 260 Alternativa b. N2 0.3 100 ⇒ Px 24 kg 100 1 259 Alternativa e.25 fat ← 30 0. a barra começa a girar em torno da haste 1. F 25 N.4 4m 1m NB ← x 240 N ⇒ mx A Pv ← B PM ← 256 Alternativa d.75 P 30 T2 10 10 N A 45° N2 ← SIMULADÃO: RESOLUÇÃO ΣF → 0⇒ T1 T1 20 N 45° B N1 ← fat ← 257 Alternativa c.25 0.4 Px 36 120 0. 3m Σ M1 → 0 ⇒ T2 0. F1 F2 O G Pb P Tx N1 P ⇒ (1 ) P N1 (I) De (2) e (5): N2 ( 1) N2 1) N2 30° P 2 1) (II) N1 P ⇒( 2 P 2 ΣM0 0⇒ Pb 0. logo. NA ← 96 0.

Considerando g a intensidade do campo gravitacional local. temos três polias móveis. O ← PZ 400 400 P1 8 (04) é verdadeira PJ N Pc 400 ← P2 300 ← N 250 950 N P1 4 P1 8 P1 4 P2 P1 8 P1 a b P2 (16) é verdadeira.2 2 2 1 4 2 0 4 2ª verificação: m2g 1 m2 mx mx m1 m xg 2 1 2 (II) 2 1± Como 2 2 2 2 Igualando-se as equações (I) e (II): m2 mx não pode ser negativo: 2 1 m2 x mx m 1m 2 261 Alternativa d.5 mx 54 kg 04 08 16 30 36 g 1. Carmelita tem de se sentar ao lado de Zezinho. 5 262 02 Se os meninos sentarem nas extremidades da prancha.5 m1 m2 264 Alternativa a.5 F 2. 02 04 08 16 30 P1 2 P1 2 figura 2 Pz ← P1 263 Alternativa c.5 5 000 0.5 F → 0 F 2. devemos ter: P1 b P1 a P 2 b → P 1 a 8 b a 8 m1 g 2 1 2 (I) RESOLUÇÃO 195 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO 265 Alternativa b. Σ Mapoio Ppedra 0. os valores absolutos das resultantes dos momentos horários e anti-horários das forças normais que os estudantes aplicam na barra devem ser iguais em relação ao ponto de apoio. N fat (32) é falsa. Para que a barra esteja em equilíbrio como indicado na figura 2.6 266 Alternativa a.6 250 1. temos: 54 g 2. por ele ser o mais leve. A resultante das forças só é nula devido à força de atrito entre a prancha e Zezinho. .5 27 g 2 mx g 2. Para manter a barra em equilíbrio na posição horizontal. já que as massas de Carmelita e Zezinho somadas ultrapassam a de Juquinha.5 1 000 N 2 500 2. logo a tração (T) na mão do homem será: Mg 200 10 ⇒T T ⇒ T 250 N 3 8 2 N N N N T mg P T 250 (01) é falsa e (08) é verdadeira (02) é verdadeira. 1m 1. Condição de equilíbrio: ΣM0 1ª verificação: m xg mx m1 1 figura 1 0. A distância do suporte é de: PJ 2 300x Pz 2 800 Pc x 500 ⇒ x 100 Na figura.6 cm 80 10 550 N PJ 1 400 1 ← PJ Pz 1.

9 g ( cm3 ) 1 313 cm3 24 (1 000 cm3) –––– 10 km (10 000 m) 1 molécula –––– 512 10 N N –––– 313 cm 24 3 cm3 1 000 10 000 x 20 x 2 cm3 313 512 10 0. Como 72 km/h 1 x 20 m/s –––– 20 m b) Volume de 282 g de ácido. 3 90 9 m ⇒d V m1 V1 m2 v2 m3 V3 1 mg a F p ⇒p ⇒p S a S d g a (a é aresta do cubo.48 g/cm3 196 RESOLUÇÃO . Como a área sobre a qual o peso do cliente age se F fica mulreduz à metade (1 só pé) a pressão p1 S1 tiplicada por 2. 4 1 atm (105 N/m2 Substituindo 2 .6 10 5 cm3 7. Vácido h Vácido h 200 cm2 h aresta do cubo 200 cm2 h 8 10 8 altura da camada 1. Dados: m 760 g.5 103 kg/m3 275 Dados: 1 2 m3 ⇒ V3 V3 105 10. d1 m 32 ⇒ 0. p 104 N/m2 dc 5 g/cm3 Podemos escrever a equação da pressão envolvendo a densidade da seguinte forma: d 270 Alternativa c. 579 30 90 10 105 10 15.Hidrostática 267 Alternativa c.5 0. O volume total das moléculas deve corresponder ao volume total do ácido.) m g a V 1 p d g a ⇒ 104 d 101 10 ⇒d 104 kg/m3 Portanto. 3 e 4 em 1 : d Pext 15. d mas: d1 d2 d3 m1 ⇒ V1 V1 m2 ⇒ V2 V2 579 19.20 m 1 Pint.5 g/cm3 Pint. V m d 282 g 0. 1.1 1023 moléculas SIMULADÃO: RESOLUÇÃO Logo: d m ⇒ 0. VT 760 cm3. Dados: a 10 1 m. 8 V m ⇒m 2 272 Alternativa a.6 g/cm 3 1. Voca 660 cm3 Para calcularmos a massa específica do corpo. devemos levar em consideração o volume da parte não oca: d m Vmaciço ⇒d 760 ⇒d ( 760 660) 271 a) Cada molécula ocupa o volume de um cubo.8 V V V 40 cm3 m1 V 2 m2 V 2 → m1 d1V 2 d2 V 2 273 Alternativa d. P2 F S2 F 1 S 2 1 2F ⇒ p2 S1 d2 → m2 dc m1 V d1 2 7 2 m2 d2 3 → dc d1v 2 V d2 v 2 2p1 274 Alternativa b.61 1024 6. para cada cubo teremos: 30 cm 10 cm3 10 cm3 3 2 3 4 dc d ⇒ dc 4 104 4 2.6 g d 269 Alternativa d.30 m 0.6 10 5 cm3 200 cm2 cm 24 Vmolécula (8 10 8 cm)3 512 10 cm3 268 Alternativa b.

d m ⎧ ⎪d v ⎪ ⎨ ⎪ ⎪d ⎩ F1 S1 F2 S2 m1 → m1 abc Representando a direção e o sentido da força: Direção: perpendicular à janela Sentido: de dentro pa← ← ← ra fora Fext. 4 Fext. 4 1 F → Fint. 1 III – Falsa. uma vez que todas as bases são iguais. Isso é uma aproximação muito boa quando o fluido é um líquido de baixa viscosidade. pois se as dimensões dobram a massa fica oito vezes maior. a máxima velocidade de movimentação será: v h ⇒v t 1m v 1s 1 m/s RESOLUÇÃO 197 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO . FR ⇒ b) Determinando o abcd 8 abcd m2 → m2 2a 2b 2c Pressão inicial: p1 m1g ab abcdg ab cdg módulo de FR : P → F ⇒F S Pressão final: P S⇒F F F F (1 (10 5 0. ⎪ ⎪ S ⎭ Fint. 4 int.3 0. Na Fext. na vertical. A pressão de uma coluna de líquido depende da densidade do líquido. gTerra. facilmente compressíveis. pois fat N P mg e gLua Lua é mais fácil do que na Terra. da aceleração da gravidade e da altura da coluna de líquido. III – Falsa. pois p 280 Alternativa e. O sistema que possui fundo com maior risco de rompimento é aquele que possui maior pressão na base.25 10 ) (0. Mas no caso dos gases.25) (0. 281 Dados: p pam g máx. F : S Fext. Lembrando que P Pext. Pint. Pint. 276 Alternativa d. 279 Alternativa c.3) 2 5 p2 p2 m2 g 2a 2b 8abcdg 4ab 0. 5 80 Pa a) Pela lei de Stevin: p patm gh ⇒ 4 105 h b) Em 1s temos: p g h ⇒ 104 h 103 10 1m h 30 m 105 103 10 h 277 Alternativa b. Fint. 278 Alternativa c. Fext. a validade da expressão fica comprometida. F → ext. III – Verdadeira.5 103 N 2p1 dgh (depende da densidade d). 5 4 105 N/m2 A força resultante que age sobre a superfície é: FR P Fy ⇒ FR 50 10 40 N 10 N/m2 103 kg/m3 10 m/s2 profundidade máxima Logo: p FR ⇒p s h 40 0. A força que age no solo por cada pneu é: F P 4 mg 4 800 10 4 2 000 N Logo: p S 2 000 ⇒ S 12 5 10 4 m2 ou S 125 cm2 F ⇒ 1 6 105 S Então. como por exemplo a água. Pext. Sendo assim. Fint.Representando a situação: Pext.75 105 6 10 4.2 0. o de coluna mais alta exercerá maior pressão. ⎫ ⎪ S ⎪ ⎬ Fint. Decompondo a força F: Fy 30° Fx P F Fy F sen 30° 20 1 2 10 N A expressão p d g h foi deduzida supondo-se que o fluido em questão seja incompressível.2) 0. 1 Pint.

⇒ psino 176. igual à pressão da coluna de líquido naquela profundidade. alcança mais distância que o do orifício superior. Acontece que a pressão em cada orifício depende da altura da coluna líquida situada entre ele e a superfície. essas pressões passam a valer p1 p p2 p p3 p 103 9. pois fora do canudinho a pressão é a atmosférica e seu valor é constante para o local de experiência.8 15 101 18.64 105 N/m2 198 RESOLUÇÃO .4 104 1 105 d g h⇒ 288 Dados: S2 2 000 cm2. Chamando essas pressões de p1.5 m pcabeça pcabeça x pcoração pcoração 103 10 5 10 5 10 Pa 38 mmHg 3 1 hA A B hB 760 5 103 105 Lembrando que 1 105pa –––– 760 mmHg 5 103pa –––– 283 Alternativa a. e como o cor625 po está em repouso. aos três orifícios na garrafa indicados na figura. b) Conforme visto no item a. p2 e p3. respectivamente. x ptotalA ptotalB → patm dB g hB pA patm pB → dA g hA Substituindo dA 2 dB hA 2 d B: hB hA dB hB → 2 287 hB A B SIMULADÃO: RESOLUÇÃO A pressão atmosférica que age sobre a água do reservatório é: patm pA ⇒ pA pA pA pA 76 cmHg Hggh 13 600 9. diminui um pouco no orifício central. onde: 286 Alternativa c. no mínimo. 284 Alternativa a. Ao colocarmos a garrafa em pé a pressão sobre a superfície do líquido aumenta.8 g/cm3. que. Em particular. 285 a) Para que a água não invada o interior do sino submarino a pressão no interior do mesmo deverá ser. por sua vez. pois dc 500 0. As alternativas (c) e (d) são incorretas. Esse aumento é transmitido igualmente a todos os pontos do fluido. e como patm. a pressão é maior para o orifício inferior.8 0.6 104 N 289 Alternativa b. então p patm. devemos ter: psino psino psino patm 1 105 1 105 plíq. o que significa que o menino reduz a pressão no interior do canudinho. em relação à superfície livre do líquido. temos necessariamente dc de. o jato d’água do orifício inferior chega mais longe que o do orifício central. dr e g se mantêm constantes. Como o refrigerante sobe pelo canu0. Então. e volta a diminuir no orifício superior.8 hB hB 10.013 105 Com o aumento da pressão na superfície de p.3 m Por isso. hr Mas p patm dr g hr. pois a área superficial diminuiu. dinho. Representando a situação: Patm Patm ⎧ sangue 10 kg/m ⎪ 2 ⎨ g 10 m/s ⎪ ⎩ h 0. a) É correta.76 1. F1 200 N.282 pcabeça 3 pcoração 3 sangue g h.013 105 N/m2 A altura da coluna de água que equilibra essa pressão é: pB pA ⇒ águaghB pA 1. visto que g só depende da altitude do local e da latitude. (e) é incorreta. S1 Para a prensa hidráulica. 1 2 103 9. temos: p1 p2 p3 . temos: P1 P2 ⇒ F1 S1 F2 S2 25 cm2 200 25 F2 ⇒ F2 2 000 4 105 25 16 103 N 1.

7 5 3 ⇒ X é o líquido menos 8 6 4 denso e Z é o mais denso. de c Também a situação do corpo não se altera.45 cSh ch 0. 291 Alternativa b. o conV junto submerge mais emerso . dc de. 294 Alternativa b. dA ⎞ ⇒ dágua ⎟ ⎠ Como a sua massa é de 450 g. Como dc de. Se o corpo está submerso e em equilíbrio. 2 Vemerso Vemerso M V s Vs → Vs 2 dágua 2 Vs 24 103 6 10 2 3 dcubo oco dágua 3 h 4 ⇒ dcubo oco h mefetiva da liga Vcubo oco 3 g/cm3 4 – Mas dcubo oco mefetiva da liga . e 1 000 kg/m 3 0. 3 Vs dágua ⇒ m m 27 10 103 P 15 cm h 15 S(h (h 1. 292 VA onde dA M Logo.0 10 ⎛ ⎜1 ⎝ m3 Vcubo maciço 30 cm3. dA 800 kg/m3 24 kg 0.03(h 1.5 . pois dc dágua. Quanto maior for o volume imerso.9 h c) E dágua V s g ⇒ E E 103 27 10 270 N 3 10 119 cm RESOLUÇÃO 199 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO mconjunto →A e M dprancha A e . pois E de v e g me g plíq. desl. então dc de 0. concluímos que a densidade da liga metálica é de 15 g/cm3. desl. já que o corpo está totalmente imerso no líquido. a 2ª Lei de Newton exige que a resultante das forças na vertical seja nula. Comparando as frações dos volumes imersos.13 h h 15) 15) 15) 15. Ao colocarmos esse corpo num recipiente com água.45 15. VA a) Vemerso Vemerso dágua M Vs 50 kg. 15 22. Vprancha A e. 3 – O cubo oco flutua com de aresta submersa. que equivale a 6 l. Então.6 10 2 (1 0. ele flutuará.. existe a redução no empuxo exercido pelo líquido. então mc me. 290 Alternativa b. b) Após colocarmos o corpo B sobre o bloco A. Note que ele independe do valor de g. Apesar disso. o que significa que o corpo irá subir até a superfície. e ficar com uma parte de seu volume flutuando fora do líquido.9 h 0. menos denso será o líquido. pois vc vlíq. p E. por4 tanto: 0. Como a canoa flutua em equilíbrio. dc diminui.) é dado por dc V . Vsub. dprancha 200 kg/m3.1 m.8) p Vemerso m3 ou 6 103 m3.03 h 0. vemos que d) e e) São corretas. Logo: Vliga Mas V s Vs m mconjunto dágua 3 m M dágua 3 297 Alternativa c. 293 Alternativa a. Do enunciado.5 cm3. Vs Vprancha dágua dágua A 0.5 g mliga Vliga – Finalmente. como dliga Vliga 1. portanto: 2 24 800 VA 3 10 2 3.1 100 A 50 20A 1 000 50 20 A ⇒ A 50 80 M .7 g/cm3. E 3 E P gVi cgVc 24 10 M 3 10 27 10 24 3 kg m3. portanto 22. segundo o enunciado.625 m2 296 Alternativa a. pois em contrapartida à relação de seu peso. pois de vc aumenta. O volume submerso de um corpo (Vsub.b) É incorreta. cuja densidade é 1 g /cm3. 295 Alternativa b. Sobre a canoa atuam apenas a força-peso e o empuxo recebido pela água. Logo. – O cubo mergulhado desloca um volume de água igual ao seu próprio volume. manterá 70% de seu volume submerso. c) É correta.

e NA NB PB 200 RESOLUÇÃO . devemos ter: P E F F E . Como a força é constante enquanto o balão está totalmente submerso. A afirmação (III) é verdadeira. desce em movimento retardado (P E) até sua velocidade se anular. pois passará a uma zona onde P E.298 Alternativa a.02 . 304 Alternativa c. com E 0. 302 Situação 1: P E Fe ⎧E Em que: ⎨ ⎩ Fe k h 1 d0 V g k h . P dágua Vágua Marcando-se as forças e levando-se em conta o empuxo do ar: E PMEDIDO E E PREAL Pmedido Preal Preal Pmedido E 3 p⇒E 4 P . 300 Alternativa a. pois: Vs di da Vi P SIMULADÃO: RESOLUÇÃO Vs 0. Se a pressão atmosférica ao nível da superfície for muito menor que a pressão no fundo do lago.3 400 10 1.2 10 1. A partir daí. devemos ter: P e é falsa. Logo.2 N e 4 dágua Vi g 103 4 10 10 F 4 N. e reinverte o sentido do movimento.3 g/cm3 E ⎧ ⎪E F e. Logo.02 dc 50dar dágua V0 ou d0 d0 V0 ⇒ dágua 4 d0 4 dc dar 0. F 0.5Vi g 2 N. Inicialmente. e inverterá o sentido de movimento numa descida acelerada até o ponto de P E. 4 Mas Pap P E. em que P E. pois: di mi Vi 120 400 A afirmação (II) é falsa. se o balão se eleva na atmosfera. pois o empuxo é dado por: E Vs E dágua Vs g 10 kg/m e 6 4 3 3 d V g V g (d kh 2 d0 V g kh k h em que dágua 10 3 d0) kh ⇒V 2 kh 2g 1 (d d0 ) 0. 4 E Preal dar Vc g dc Vc g 0. Logo. Como o corpo está completamen4 te mergulhado na água: Vágua V0 0. 3 Pap p. o empuxo também diminui. A afirmação (I) é correta. a partir do qual ele sobe em movimento retardado. Ele continuará subindo acelerado até o ponto em que P E.3 Vi ou 30% do volume total. 299 A afirmação a é falsa.02 2.2 N 303 Alternativa d. Para afundar a dágua 0. kh 2 2 Igualando as expressões 1 e 2 : d V g A afirmação c é verdadeira. E . Chegará até uma posição onde sua velocidade de subida se anula. em que P 1. oscilando em torno da altura. o balão pode explodir. pois o balão apresenta uma força resultante igual a (E P) em módulo. na direção vertical e com sentido para cima. P d0 V g Situação 2: P 0. e k é a constante elétrica da mola. pois o empuxo independe da profundidade. Para desprezarmos o empuxo do ar: erro 2% Preal Pmedido Preal Para afundar totalmente a esfera.02 4 dágua. Situação inicial: F NB 301 Alternativa d. isto ocorre porque P E. Como a densidade do ar diminui com a altitude.2 10 10 → E 4 m 3 1. onde: ⎨ ⎪F ⎩ e d V g kh 2 A afirmação b é falsa.8 N e a afirmação d é verdadeira. E Preal dar Vcg d cV c g d0 V0 . seu movimento de subida é acelerado uniformemente.8 N e a afirmação esfera pela metade.

27 km S Q 7. o corpo encontra-se na seguinte situação: 200 10 v1 ⎛ 0. sendo o movimento retilíneo uniforme (R 0): Assim: T1 no trecho CD P E TAB 1. III – PC E. Logo: NA T1 N B (lembrando que: NA 0 NB e N B N B) II) Para o cálculo do empuxo. pode-se concluir que o fio f2 terá tração nula. bem como a resultante.Situação final: N F e B h y0 20 cm NA T1 N B (P B PC ) Considerando-se: I – NB PB NA (corpo em equilíbrio) intensidade do peso do y0 20 cm II – P B PB E.8 1. NB Para o ponto C: Portanto.6 N TAB 0.14 ⎜ ⎟ ⎝ 2 ⎠ 2 0. Para manter os braços da balança em equilíbrio na horizontal.2 0 10 20 A B m2 80 10 4 3 m3/s ⇒ Q 2 10 2 m3/s Q C D Sv⇒v Q S 2 10 2 5 7.6 N .3 pm Sbase hraiz 1 pm pc ⎧ ⎪ Vcadeia Sbase (hcrosta ⎨ ⎪V ⎩ raiz Sbase hraiz pc Sbase (hcrosta ( hcrosta hraiz ) hraiz p Vc g ⇒ E p 2. h y Das afirmações acima. IV – N B P9B PC (corpo em equilíbrio).67 m/s RESOLUÇÃO 201 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO TCD 1.1 ⎞ 3.3 N P E pm Vraiz g.6 N Se o fio f1 encontra-se tracionado. onde hraiz) b) E 0.5 10 800 kg/m 3 4 p A h g⇒ 15 10 2 10 hraiz) p pm h ⇒ crosta pc hraiz hcrosta rraiz 13 hraiz hraiz 306 pm pc 1⇒ 13 hraiz 13 0. em que: E líquido deslocado.85 10 80 4 s ⎛ 0. no trecho AB 305 Pesocadeia pc Vcadeia g E hcrosta 13 km E P 1.185 3.3 N P TCD 1.4 1. conclui-se que: N B y0 15 cm. pois a densidade do objeto metálico é maior que a da água.185 ⇒ hraiz 70 km T (N) 1.6 1. 85 10 ⇒v 255 m/s 308 Cálculo de v1: Q 30 40 50 y (cm) S 1v1 ⇒ Q ⎛ D1 ⎞ ⎜ ⎟ ⎝ 2 ⎠ 3 2 v1 2 a) I – Cálculo de h: Para o ponto B do gráfico. 2 2. 7 Hidrodinâmica 307 S ⎛ D ⎞ ⎜ ⎟ ⇒S ⎝ 2 ⎠ 5 2 1 70. o momento resultante deve ser nulo.4 ⎞ 3⎜ ⎟ ⎝ 2 ⎠ v1 1.

36 m/s X H (alcance máximo) 202 RESOLUÇÃO . hB 3 3 2 dvB 2 309 S1v1 D2 1 D2 2 2 D2 2 S2 v 2 ⇒ ⎛ D1 ⎞ ⎜ ⎟ ⎝ 2 ⎠ 2 v1 ⎛ D2 ⎞ ⎜ ⎟ ⎝ 2 ⎠ 2 b) Como o tubo é elevado e hA 2v1 pA pA 2 10 N/m e d dghA 5 2 3 m. 0.84 pB 2 103 (1.8 10 kg/m : pB dghB dv2 A 2 2 D1 ⇒ D2 2 102 2 p2 ⇒ D2 5 2 cm 2 105 pB 0.36 )2 2 0.00267 7.1256 0.4 ⎞ ⎜ ⎟ ⎝ 2 ⎠ 0.0208 m /s ou Q 2Y g 2Y g c) No início a vazão é maior.8 103 10 3 51. 56 )2 2 24 000 125. temos: vB ⎛ D2 ⎞ ⎜ ⎟ ⎝ 2 ⎠ Q SB 2 ⎛ D1 ⎞ ⎜ ⎟ ⎝ 2 ⎠ v1 v2 Mas. pois h é maior.4 N/m 239 595 Nm2 313 A velocidade de escoamento é: v 2gh ⇒ v 2 10 5 4 100 ⇒ v 3 10 3 10 m/s m /s ou 3 V ⇒Q t 5 000 5 60 5 000 ⇒Q 300 16.56 m/s 0. SB vB ⎛ 0.4)2 1. devemos ter Y X 2 1 ⎛ H⎜ H 2 ⎝ 1 ⎞ H⎟ 2 ⎠ 2 1 2 H 4 2 0.5 ⎞ ⎜ ⎟ ⎝ 2 ⎠ X X 2g(H 2 Y(H Y) Y) Sv ⇒ Q 70 /s 2 S A vA ⇒ vA 70 10 3 3 Q SA m /s e SA Para o maior alcance.19625 m2: 1 H.44 310 p1 24 104 2 dv1 2 dv2 2 ⇒ 2 p2 1 125 0.8 103 (0.1 256 m2 (0.67 v2 2.97 m/s (0. 312 a) Q Sendo Q ⎛ 0. 2)2 2 720 p2 103 (1.8 m/s 314 Y 1 2 gt ⇒ t2 2 2Y ⇒t g 2Y g Mas: Q Q Sv ⇒ Q 3 0. 2 vA 70 10 3 ⇒ vA 0. 5)2 2 200 000 pB SIMULADÃO: RESOLUÇÃO 240 000 p2 311 a) Q 175 926.19625 1 H 2 0.8 20.8 /s X vt ⇒ X 2g(H Y) 0.3)2 v2 70 10 3 ⇒ vB 0.8 103 (0.Cálculo de v2: S 1 v1 s 2 v2 2 2 Em B.7 /s Q Q Sv ⇒ Q 3 /s 3 10 10 ⇒ Q b) A velocidade de escoamento é dada por: v 2gh ⇒ v 2 10 3 ⇒ v 7.

t (°A) t (°C) 100 317 Alternativa d. Teríamos um valor praticamente igual ao da escala Kelvin uma vez que. 6 319 Alternativa b. Substituindo: tF 2 5 tF 9 32 → tF 320 °F 320 Alternativa e.5 °A RESOLUÇÃO 203 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO . 6 C 68 C 0 32 20 °C 316 Relação entre as escalas: tC 5 tF 9 32 dado: tC tF 2 Logo.Termologia 315 °X 80 °C 100 318 Alternativa a. Desenhando as escalas: °X y °C 100 80 20 80 20 x x x x 10 40 0 0 100 °X 22 A 22 A 20 2 2 2 C 0 100 0 C 100 20 40 1 →x 4 A C Para A C 2 1 C: C 5 80 10 20 80 y 80 40 10 100 10 x 0 y 60 80 1 → y 3 2 0 100 °X C 2. tx 80 tc 20 tc 0 = 20 100 0 tx 20 0. t (°C) t (°F) 212 tx tc 100 C 0 100 0 C 100 36 180 68 32 212 32 Portanto. 321 Alternativa e. Temperatura é uma grandeza física escalar que mede o estado de agitação das moléculas do corpo. a relação é 20 0 tc tx 20 . ao acrescentarmos 273 unidades à temperatura. não alteramos sua ordem de grandeza. 20 °C corresponde ao tempo de 9 minutos. 0.

As juntas de dilatação são espaços reservados para que as edificações se dilatem. °C 100 °F 212 Na escala Fahrenheit há 180 divisões. Sendo assim. mantendo as demais constantes.5 101 65 °C 5 cm 204 RESOLUÇÃO .71 10 327 Alternativa e. C 110 E e G 70 Como o coeficiente de dilatação linear do alumínio é cerca de 2 vezes maior que o do aço. a dilatação de um corpo depende do seu comprimento inicial. °F 212 1 1 20 cm x y 0 32 Na escala Celsius há 100 divisões. pois o orifício possui um diâmetro maior que o do pino. 330 Alternativa d. Sendo assim. 328 Alternativa e. 5 x x 72 °C 1 0 32 aço x 0 100 0 (x SIMULADÃO: RESOLUÇÃO 72) 32 x → 212 32 100 18x x 40 180 10x 400 50 °C x A A A 324 Alternativa a. Logo: 20 cm –––– 180 divisões 5 cm –––– y → 20 5 180 →y y 45 °F 326 Alternativa b. 323 Alternativa a. ⎧ ti 15 °C ⎪ ⎪ LiI 2 cm ⎪ 1 cm ⎪ Li Dados: ⎨ II d 5 10 3 cm ⎪ ⎪ 5 ⎪ I 3 10 °C 5 ⎪ ⎩ II 4 10 °C 100 70 f g 0 20 10 Relacionando as escalas C e E: 100 0 70 20 180 0 →2 e 20 e 180 →e 20 110 °E Relacionando as escalas E e G: f g f 20 10 3 g 2 110 20 f → 70 10 g 5 °C 100 20 10 3 2 325 Alternativa d. Não poderíamos ter as escalas Celsius e Kelvin uma vez que na escala Celsius o menor valor possível é 273 °C e na Kelvin o menor valor é zero. Já na escala Fahrenheit. a dilatação fica como função do comprimento iniRpino cial que. devemos ter: LI LII 5 10 3 2 3 10 5(tF 15) 1 4 10 5(tF 15) 5 10 3 6 10 5 tF 90 10 5 4 10 5 tF 60 10 5 5 10 3 10 10 5 tF 5 10 3 150 10 5 10 4 tF 5 10 3 1. a folga aumentará. neste caso. é o diâmetro R placa do orifício.5 10 3 tF 6. sendo diretamente proporcional a este. Logo: 20 cm –––– 100 divisões 20 → 5 cm –––– x 5 100° →x x 25 °C Para que as peças entrem em contato. que é um valor possível. é um trapézio isósceles. 450 °F corresponderá a aproximadamente 268 °C. Uma vez que a variação da temperatura e o material que constitui a placa são iguais. L Lf 801 Li Li t Li (tf 800 1 t i) (98 25) 800 58 400 0.000017123 1. 329 Alternativa d. a figura formada.322 Alternativa d.

0 [1 200. ⎧ D ⎪ Dados: ⎨ ⎪ ⎩ 0. a dilatação sofrida também será a mesma. Para que o dente e a restauração sofram a mesma variação de volume quando sujeitos à mesma variação de temperatura.5 10 °C S S S Sf Si 1 cm2 Si S → Sf 401 cm2 t 5 3 °C 1 4 102 5 10 5 101 Vi t 6 101 1.0 f 404 10 200. 340 Alternativa a.632 101 S 276. Dados: ⎧ 1. são feitos de mesmo material e estão sujeitos à mesma variação de temperatura. Se o raio e o material que constitui as esferas são os mesmos. devemos ter: LA Lo A 202. quando aumentamos a temperatura.2 600 10 200 °C 5 S Si t 10 S Si 1.6 10 4 °C 1 ⎪ ⎨ 1 ⎪ Sf Si Si 10 ⎩ . 342 Alternativa a.0 mm Área inicial: R2 3. ambos devem possuir o mesmo coeficiente de dilatação volumétrica. 334 Alternativa e. assim como a variação de temperatura a que elas estão submetidas.32 mm2 280 mm2 337 Alternativa d.1 10 3 2 101 13. pois tanto a chapa quanto o quadrado apresentam a mesma área inicial. a abertura x tende a diminuir. Pela figura: RB RA e t A tB Assim. 1.4 Si 2 1.256 105 22 10 6 102 S 27.331 Alternativa e. ⎧ Si 900 500 400 cm2 ⎪ Dados: ⎨ t 50 °C ⎪ 5 1 ⎩ Zn 2.8 mm LB LA LoA(1 LB 2 10 5 202. A razão entre as áreas é 1.6 10 4 t t 4 t f 333 Alternativa b. Utilizando as informações fornecidas: L L L Li 5 336 Alternativa a. para A B.14 (200)2 125 600 mm2 Si S Si t S 1.1 10 V V V 6 105 m °C 1 t→ L L 6 105 10 240 m 5 40 335 Alternativa b.6 10 100 i 1 10 1.6 10 3 → t 625 °C 339 Alternativa e.4 24 10 5Si Si 104 cm2 Si 1 m2 6 A B Lo B 100 200.04 mm m °C 1 332 Alternativa d.8 1 004 10 5 f 1. ⎧L ⎪ i ⎪t Dados: ⎨ i ⎪ tf ⎪ ⎩ L Li 600 km 10 °C 30 °C 10 5 1 1.2 10 2.2 10 1 1. S Si t → 2.4 m t 22 10 400 mm 100 °C 6 t 6 2 2 10 4 10 10 0.32 RESOLUÇÃO 205 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO A ) LoB(1 B ) 338 Alternativa d. Para que as barras metálicas apresentem o mesmo comprimento a uma dada temperatura.8 [1 ( f 0)] 5 10 5( f 0)] 5 f 202. 341 Alternativa d. ⎧ ⎪ Vi 60 L ⎪ t 10 °C Dados: ⎨ i ⎪ tF 30 °C ⎪ ⎩ gasol. fazendo com que a razão seja 1.

Dados: ⎧ ti 0 °C ⎪ ⎪ tf 80 °C ⎪ ⎨ 4 Viap ⎪ Vap 100 ⎪ ⎪ 27 10 6 °C ⎩ vidro Vap 4 100 ap 1 E. o termômetro deixa de indicar a variação da temperatura. temos: Viap 5 10 ap 2 4 6 101 66 10 6. m V(1 m Viap Viap 4 8 103 ap ap t ap θ0 ) . THg 5 °C e TH2O 15 °C III – (Verdadeira) Traçando uma reta tangente à curva na temperatura de 18 °C. pois tanto esta como o vidro sofrem dilatações. ou seja. m .2 10 1 5 → ap 2. não observaremos uma alteração na altura da coluna de mercúrio. A partir de 4 °C seu volume volta a aumentar. 352 Alternativa b. a inclinação da reta representativa do mercúrio não se altera no intervalo considerado. Logo. teríamos 0 próximo a 106 °C. obtemos: df di V (1 m V θ0 ) d → f di 1 1 θ0 5 10 rec 6 6 °C 1 real real df di 1 θ0 0 27 10 5 10 °C 1 4 real 527 10 Nessa expressão. mas certamente não se reduzirá à metade. ou seja.343 Alternativa d. Neste gráfico. Viap 8 101 4 Assim. A densidade inicial do corpo é di V Depois de aquecido.6 cm3 345 Alternativa a. sendo V ou seja: df V . a dilatação do líquido menos a dilatação do frasco. 349 Alternativa d. ⎧ Vi 500 cm3 ⎪ ⎪ ti 10 °C ⎪ Dados: ⎨ rec 6 10 5 °C ⎪ 4 ⎪ real 4 10 °C ⎪ ⎩ tf 70 °C Determinando o real ap 4 ap rec ap: Vreal → Virec rec rec t Vireal real t → rec 18 10 5 °C 1 500 5(3 rec 200 2 rec) 2 15 4 10 Vap Vap Vap Vap 18 10 t 2. 350 Alternativa b. 346 Alternativa a. 206 RESOLUÇÃO . Se o coeficiente de dilatação cúbica do recipiente e do líquido (Hg) for o mesmo. seu volume diminui. O nível da glicerina se eleva. a dilatação volumétrica da glicerina é muito superior à dilatação volumétrica do recipiente. devemos ter: Vrec 1 1 Como os coeficientes de dilatação dos sólidos estão próximos a 10 6. teremos uma reta paralela à curva do mercúrio. o que é incompatível com a informação de que o corpo é sólido. observamos que: Se 0 1 → df di SIMULADÃO: RESOLUÇÃO Se Se 0 0 1 → df 1 → df di 2 di 348 Alternativa c. 344 Alternativa a. O volume de líquido que transborda indica a variação aparente do volume. I – (Verdadeira) Podemos calcular o coeficiente de dilatação do material baseados na inclinação da reta tangente à curva no ponto considerado. Para que o volume da parte vazia permaneça inalterado. II – (Falsa) Para a altura citada. V V 347 Alternativa e. sua densidade passa a m df . para que 0 1. A afirmação IV é incorreta porque quando a água é aquecida de 0 °C para 4 °C. indicando o mesmo coeficiente de dilatação. a densidade diminuirá. onde 0: df m V Vθ0 . comparando df com di.2 10 4 °C 1 351 Alternativa c. No entanto.

2 →Q 2.186 J A variação de temperatura de 1 °C corresponde à variação de temperatura de 1 k.76 0. ⎧ cPb 0.3 102 J kg k 1 degrau → 47. A variação de temperatura sofrida pelo disco de chumbo pode ser determinada pela equação: Q sendo: m cPb Q Logo: 30 100 g 3 10 30 cal 100 3 10 10 °C A variação na área do disco pode ser obtida a partir da equação: S sendo: 2 Pb 2 2 Q Q m c t→Q 4 103 1 5 101 2 105 cal m cPb cal/g °C Determinando o tempo: 2 104 cal → 1 min 2 105 cal → x →x 10 min 359 Usando a equação fundamental da calorimetria e a definição de potência: Q Pot mc Pot t Q →Q t Portanto: S0 5 6 10 °C 1 Pot t mc 10 °C Logo: Substituindo-se os valores fornecidos na questão: 120 t 540 s 100 g 470 kcal m 1 102 → m 2.4) 10 5 S S0 6 10 6 10 4 0.4 10 5 °C 1 ⎪ A ⎪ 0.2 cal/g °C ⎩ cA Como a variação de temperatura é comum: L Li teQ m c t Determinando a energia empregada: 4 600 J → 1 min x ← 20 min →x 92 103 J Calculando o calor específico: 92 103 1 c 40 → c 23 102 J/kg °C L Li Q Q →Q m c L mρ c Li 70 cal 354 Alternativa a.4 10 5 tB Estabelecendo a igualdade: QA CB QB → C A t B → CB tA CB 2 CA tB → C A 2 t B Determinando a quantidade de calor: 355 Alternativa a.0 kg 20 °C 60 °C 4 600 J/min 357 Alternativa b.⎧m ⎪ ⎪t 353 Dados: ⎨ i ⎪ tf ⎪ ⎩P 1.8 10 3 g/mm ⎪ Dados: ⎨ L 3 mm ⎪ 2.62 cal 200 J 1 cal → 4.0 kg 4 000 g ⎪ 358 Dados: ⎨ ti 30 °C ⎪ ⎪ tf 80 °C ⎪ ⎩ cH2O 1 cal/g °C .6 720 (37 2.0006 t t 539. ⎧ ti 20 °C ⎪ ⎪ ρ 2.031 cal/g °C Dados: ⎨ ⎩ 1 cal 4.8 10 3 0.2 J 1.186 10 3 1 ⎧m 360 Dados: ⎨ ⎩Q Q a) Determinando a massa de água: mc t → 470 103 4 700 g b) Determinando a energia por degrau: Ep mgh → Ep x ← 200 J x 80 10 0.06% 356 Alternativa e. ⎧ cA cB ⎪ Dados: ⎨ QA QB ⎪ ⎩ tA 2 3 2.031 4.62 cal ← 470 000 cal →x 9 870 degraus RESOLUÇÃO 207 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO ⎧ P 2 104 cal/min ⎪ ⎪ m 4.25 → Ep →x 47. logo: c c 0.

⎧ m 100 g ⎪ ⎪ 1 volta 0.5 °C (correto) t ⎧Q ⎪ 364 Dados: ⎨ m ⎪ ⎩h 1 106 cal 50 kg 2. por definição.19 J x ← 20 000 J →x 4 780 cal 20 000 J 1 vez → 1 000 J y ← 4. P t t P t 36 105 → t 2 102 18 103 s 5h (correto) 208 RESOLUÇÃO .18 J x →x 4. nas condições propostas.5 18 105 J Determinando a potência: 18 105 † → P 100 W →P t 5( 3 600) † ( 6 000 1 15) 4 → 200 02. (correto) 368 Alternativa e. Quanto maior a altitude menor a pressão atmosférica e.35 10 3 y vaporização (passagem da fase líquida para a fase de vapor) z sublimação (passagem da fase sólida para a de vapor. sem passar pelo estado líquido) 366 Alternativa c.1 J x ← 420 J ⎧m ⎪ ⎪ 362 Dados: Vi ⎨ ⎪ ⎪ ⎩ vf Determinando a energia em Joules: →x 4 200 voltas 1 cal → 4.5 °C → 1 h x ←5h →x 7. Dentre as afirmações: I – é correta. pois se trata da definição aplicada aos dados da questão. o valor correto para a energia térmica. III – é errada. II – é errada.5 cal/g °C ⎪ ⎪L ⎩ F 80 cal/g m c v vi t Q mc C 4 780 7 10 7 v vi 363 01 02 05 07 ⎧ V 60 → m 60 kg ⎪ ⎪t 23 °C Dados: ⎨ i ⎪ tf 8 °C ⎪ ⎩ tempo 5 h 01. é 9 J. e não para uma massa qualquer.361 Alternativa e. pois a definição é válida para 1 g de massa. De acordo com o enunciado: 1. conseqüentemente. a quantidade de energia na forma de calor necessária para que 1 g dessa substância sofra variação de temperatura de 1 °C. ⎧ m 4 108 ton 4 1014 g ⎪ 10 °C ⎪ ti Dados: ⎨ cgelo 0. pois de acordo com a definição. O calor específico de uma substância é. P † → 400 t 36 104 → t 24 103 ( 6 000 1 t ) 4 15 60 1.0 m Determinando o número de voltas: 1 volta → 0. sem que ocorra mudança de estado. 367 Alternativa a.2 J ⎩ Determinando a energia: Q mc t → Q 102 1 1 100 cal 420 J 04.18 106 J 106 cal → 1 000 kg 72 km h 0 20 m/s Determinando a energia empregada para levantar o corpo: Ep mgh → Ep 50 10 2 → Ep 1 000 J Calculando o número de vezes que o corpo será erguido: SIMULADÃO: RESOLUÇÃO Determinando a energia dissipada: 1 100 202 E c E c f E ci 0 2 Convertendo as unidades: 1 cal → 4. menor a temperatura de ebulição da água.18 106 J 365 Alternativa b.5 °C 60 000 g Determinando a quantidade de calor: Q Q mc t → Q 45 10 cal 4 60 000 1 7. x →y 4 180 vezes fusão (passagem da fase sólida para a fase líquida) Como a variação da temperatura é comum: v v vi vi teQ Q → mc 3.1 J Dados: ⎨ ⎪ t 1 °C ⎪ 1 cal 4.

80 cal/g °C. cozinhando melhor os alimentos. 43 cal/g Qtotal Qtotal (500)(0. outros dois cubos de gelo irão tirar o calor restante da água levando o sistema a 0 °C.55 40 ⎧m ⎪ 369 Dados: ⎨ ⎪ ⎩ ti 374 Alternativa c. levando a temperatura do conjunto a 1 °C. 376 Alternativa a. A transmissão (troca) de calor ocorre sempre do corpo mais aquecido para o corpo menos aquecido. Sendo assim. t3 .5 cal/g °C ⎪ ⎪ LF 80 cal/g ⎪ ⎩ tf 10 °C Determinando a quantidade de calor: Q1 gelo 20 °C gelo 0 °C Q2 água 0 °C Q3 água 10 °C Qtotal Qtotal Q1 Q2 → Qtotal 540) m(c t 620 m Lv ) m(1 80 Determinando a vazão: P m t † → 800 t 620 m 4. Como 1 cal 270 060 J 270 kJ.22 640 23 580 cal Determinando a quantidade de calor: Q1 Q2 água 100 °C vapor 100 °C água 20 °C 370 Alternativa b. deve ocorrer a fusão de 200 g do gelo e.2 J.5 20 20 kcal 372 Alternativa d. Com o aumento da pressão. a temperatura de ebulição da água também aumenta.12 100 Li tf t 50 24 10 20 → tf 6 t→ t 120 °C b) Determinando a quantidade de calor: sólido A 20 °C Q1 sólido A 660 °C Q2 líquido A 660 °C 375 Alternativa b. ⎧ ti ⎪ Dados: ⎨ P ⎪ ⎩ tf 20 °C 800 W 100 °C Qtotal Qtotal Qtotal Q1 Q2 → Qtotal m(c t 95) L F) 100(0. onde teremos gelo e água.31 m s 377 a) A quantidade total de calor necessária para aquecer e depois fundir uma massa m de um material é: Qtotal mc T mL 500 g. em seguida.080)(1 070) 21 500 64 300 cal 4.31 g /s ⎯água → ⎯ ⎯ m t 0.5 10 100 g 50. Qtotal Qtotal Q1 Q2 m(c t L F) 80) 34 1015 cal 4 1014 (0.Determinando a quantidade total de calor: Q1 gelo 10 °C gelo 0 °C Q2 água 0 °C 373 a) A fusão ocorre no intervalo de tempo t2 b) A vaporização ocorre no intervalo de tempo t4 c) Determinando a quantidade de calor: Qtotal Qtotal Qtotal Q1 Q2 L F) 80) Qtotal 10 200 cal m(c t t1 . Qtotal 42 800 T 1 100 cágua t) Qtotal Qtotal Qtotal Q1 Q2 Q3 → Qtotal 80 m(cgelo t 1 10) LF 200(0. Dados: ⎧ m 200 g ⎪ 20 °C ⎪ ti ⎪ ⎨ cgelo 0. Se dois cubos de gelo são capazes de reduzir a temperatura de 24 °C.2 t 0. (64 300) (4. 371 Alternativa b. Na situação proposta. 30 (500)(43) 1 070 °C e Substituindo os valores dados: m c L 0. a água irá fornecer calor para os blocos de gelo.0 cm 20 °C 100(0. o aquecimento da água resultante até 100 °C: P 800 100 °C t t t 180 s m L m c 200 4 100 200 80 4 a) Determinando a temperatura: L 0.2) RESOLUÇÃO 209 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO .

6 ( 3) 17 m 18 000 → m 165 000 → mT De acordo com a vazão: 1 kg → 1 min 11 kg → x →x 11 min c) Como a massa do corpo e a variação da temperatura são grandezas diretamente proporcionais em relação à quantidade de calor. ou: 1 lâmpada → 100 W n lâmpadas → 2.60 1 tf 37 37 ti 40 25 Q1 Q2 2.b) A potência média é definida por: Pm Q t 270 060 J 10 4 s De acordo com o princípio da igualdade: QA 30 30 cB QB 0 t 0 60) 0 m B cB 2 cB (40 0.75 cal/g °C 270 060 104 2.60 1 m 1 (17) 1 059 g tf 37 37 0 ti 40 20 Q1 Q2 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO calorímetro água água Determinando a massa de água: Q1 Q2 Q3 0 5 000 ( 30) 11 000 g 0 11 kg 500( 30) 15 mT mT( 15) 10 000 0.7 105) 104 2. 7 109 n 100 lâmpadas 381 a) Colocando os dados em uma tabela: m c 0.6(37 18 000 40) m 1 (37 1 500 g 25) 0 12m → m b) Colocando os dados em uma tabela: m corpo água 10 000 m c 0.875 °C 3 000 1 (50 46.7 109 W c) O número de lâmpadas é dado pela potência média da descarga dividida pela potência de uma lâmpada.875) 9 375 cal Determinando a quantidade de calor da água: Q H2O 210 RESOLUÇÃO .7 10 7 27 10 6 27 milhões de corpo água Q1 Q2 0 10 000 m 378 Alternativa d.2 50) tf tf tf 200(tf ti 50 0 0) 0 Q1 Q2 380 De acordo com o gráfico: Q 30 cA m c 1 cal/°C t mA cA 30 46. a diminuição de uma implica o aumento da outra. 382 Alternativa c. ⎧ ti 30 °C ⎪ água 40 °C ⎪ tigelo ⎪ ⎪ mágua mgelo 379 Dados: ⎨ ⎪ LF 80 cal/g ⎪c ⎪ gelo 0.7 109 W 2. Colocando os dados em uma tabela: m c 500 mT 5 000 1 1 tf 30 30 30 ti 60 15 60 Q1 Q2 Q3 10 000 0.7 GW (2.5 cal/g °C ⎪c 1 cal/g °C ⎩ água Determinando o calor fornecido pela água Qágua m (tf 2 tf m tf 35 °C Qgelo 30) 0 m LF 80 m mc tágua tf m 0 0 mc tágua mc tgelo 20 m 70 m Determinando a quantidade de calor absorvido pela água: Q Q m c 4 t→Q 3 103 1 (50 10) 12 10 cal Determinando a potência: † 12 104 12 cal 103 →P →P t 14 60 84 s Determinando a temperatura de equilíbrio: P m água corpo Q1 tf Q2 3 000 1 000 0 → 3 000(tf c 1 0.

Daí: Qesfera Qgelo 0→m c mgelo 80 t m LF 0 → mgelo 3. a temperatura de equilíbrio é de 0 °C.2 (50 46.096 cal/g °C 3 ⎪d ⎩ gelo 0. ⎧ Vi 5 cm3 ⎪ ⎪ m 30 g ⎪ ⎪ ti 100 °C Dados: ⎨ ⎪ LF 80 cal/g ⎪ ⎪ CCu 0.6 g 30 0. temos água e gelo simultaneamente. o latão. ⎧ P 10 000 cal/min ⎪ ⎪ VH2O 50 m ⎪ ⎪ tiH O 100 °C ⎪ 2 Dados: ⎨ mvapor 40 g ⎪ ⎪ tivapor 100 °C ⎪ ⎪ tiágua 20 °C ⎪L ⎩ v 540 cal/g Determinando a quantidade de calor: Q1 mc t 50 1 (80) 4 000 cal A quantidade total de calor será: Qtotal 9 375 625 → Qtotal 10 000 cal Pela potência do microondas: 12 000 cal → 84 s 10 000 cal → x →x 70 s 383 Alternativa e. ou seja.096 ( 100) Pelo princípio da igualdade: Q1 m2 Q2 0 → 1 000 1 60 20 m2 m2 1 ( 20) 0 60 000 3 000 g (o que corresponde a 3 ). O corpo que recebe a maior quantidade de calor é aquele que possui a maior capacidade térmica. Colocando as informações em uma tabela: m água fria água quente 1 000 m2 c 1 1 tf 60 60 ti 0 80 Q1 Q2 390 Alternativa a. logo.875) 625 cal 387 Alternativa d.5 0) → Q 5 000 cal Através da potência: 10 000 cal → 1 min 4 000 cal → x →x 24 s Quantidade de calor absorvido pelo gelo Q1 gelo 10 °C gelo 0 °C Q2 água 0 °C 388 Alternativa b.92 g/cm De acordo com a figura do exercício. RESOLUÇÃO 211 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO . 384 Máxima quantidade de calor que pode ser fornecido pela água: Q mc t → Q 400 1 (12.Determinando a quantidade de calor do corpo: Qcorpo 1 000 0. Pelo princípio da igualdade: Qágua Qgelo t 4 000 0 0 → 200 1 (tf 4 000 0 → tf 0 20) 50 80 m c 200 tf m LF 200 1 (tf 700 tf 70 °C 386 Alternativa b. Colocando os dados em uma tabela: onde 1 cm3 1 g m café café Q1 Q2 500 200 0 → 500 1 (tf 49 000 → tf c 1 1 90) tf tf tf ti 90 20 Q1 Q2 20) 0 QT Qtotal Q1 Q2 → Qtotal mc t mLv 24 800 cal 40(1 80 540) → Qtotal 389 Alternativa c. ⎧ P 10 000 cal/min ⎪ ⎪ VH2O 50 m ⎪ ⎪ tiH O 100 °C ⎪ 2 Dados: ⎨ mvapor 40 g ⎪ ⎪ tivapor 100 °C ⎪ ⎪ tiágua 20 °C ⎪L ⎩ v 540 cal/g Determinando a quantidade de calor: Q1 Q2 água 100 °C vapor 100 °C água 20 °C Q1 Q2 mc t m LF 1 000 cal (ocorre) 16 000 cal (não ocorre totalmente) Massa de gelo derretido: Q m LF → (5 000 1 000) m 80 → m 50 g 385 Alternativa c.

1 .260 kcal/s.9 cm3 ⎧ ti 0 °C ⎪ 1 ⎪ h 1. a substância passa da fase sólida (A) para a fase líquida (C) e. posteriormente. 395 Alternativa e.68 10 m 391 Dados: ⎨ 5 ⎪ LF 3.36 10 J/kg ⎪ g 10 m/s2 ⎩ De acordo com o princípio de conservação da energia: A fu s ão aç ão EmA h Em B E cA 0 sólido T vapor ão rv líquido cu de va ç c u r o ri z a v ap gás E pA E pA B E pB 0 Ec B 0 Edissipada c u rva de sub li m Edissipada 1 tc t SIMULADÃO: RESOLUÇÃO Edissipada Q m mTgL mT 10 1. 397 Alternativa e. dos quais são líquido sólido E B vapor Determinando o número de quedas: →x 16 quedas 393 Alternativa e. o aparelho que deve ser utilizado é o de número 4.ponto sobre a curva de vaporização (ponto crítico entre vapor e gás).Região da curva representando a fase de vapor.36 105 II. p A C líquido sólido B vapor D mT ⎧ mc 2 kg ⎪ ⎪ mH2O 400 g ⎪ 392 Dados: ⎨ tiH O 298 k 25 °C ⎪ 2 ⎪h 5 m ⎪ ⎩ tf 298. 396 Alternativa c.4 k 25. posteriormente. ϕ 212 RESOLUÇÃO . Para valores de pressão acima de 1 atmosfera. Se a temperatura é aumentada sob pressão constante (isobárica).68 mT Determinando a massa de gelo que derrete: m LF → 1. I. podemos ter a substância na fase de vapor. 394 Alternativa b.68 10 1.9 cm3 do-líquido).4 °C a) Determinando a capacidade térmica: Q C t → 640 C (25. Se a pressão é aumentada sob temperatura constante (isotermicamente). 3 .ponto triplo (coexistem as três fases). 1 queda → 60 J x ← 960 J 100 J. de acordo com o diagrama de fases. na fase líquida ou na fase sólida. 5 . 2 ponto sobre a curva de sublimação (equilíbrio entre sólido e vapor). 4 . para a fase de vapor (D). a substância passa da fase de vapor (B) para a fase sólida (E) e. para a fase líquida (F).68 mT 5 10 6 m 3. O diagrama de uma substância que diminui de volume na fusão apresenta o seguinte aspecto: p a de Portanto.9 cm3 8. que possui potência mínima de 1.4 25) → C 1 600 J/°C III. será: vf 3.ponto sobre a curva de fusão (equilíbrio sóli- ⎧ ti ⎪ ⎪ te ⎪ 398 Dados: ⎨ k ⎪ ⎪e ⎪ ⎩S 23 °C 33 °C 2 10 10 cm 50 m 2 4 kcal (s m °C) 10 1 1 m Determinando o fluxo de calor: k s ( t ti ) Q t e 2 10−1 5 101( 33 23) cal kcal 103 1 ϕ s s 10 1 Portanto.De acordo com a densidade: 1 cm3 → 0.92 g x ← 3.6 g 5 cm3 →x 3. o volume final. p A F b) Determinando a energia necessária para aquecer o calorímetro e a água: Qtotal Qcal Q H 2O → Q T 2 10 320 5 640 960 J Determinando a energia potencial: mgh → Ep Ep utilizados 60 J.

a sensação que a lata está mais fria que a garrafa. finalmente. Já utensílios feitos de madeira. Devido a essa diferença de temperatura. as esferas agitam-se e distribuem-se caoticamente por todo o espaço disponível. os metais usados para a confecção de panelas devem apresentar condutividade alta. As roupas que usamos mantêm o ar em contato com a pele à mesma temperatura. por possuir um coeficiente de condutividade térmica baixo. 404 Alternativa a. Logo. 406 a) De modo geral. como a vasodilatação e a transpiração. o corpo humano emprega uma variedade de mecanismos que possibilitam o ritmo de perda de energia para o meio ambiente igualar-se ao seu metabolismo. 407 Alternativa c. envolve-se o doente com toalha úmida para acelerar a transferência de calor e. o que faz a temperatura ali aumentar. 3ª) A finalidade de um refrigerador é transferir calor de um reservatório de baixa temperatura para um de alta temperatura. assim. Para que a febre baixe deve haver transferência de calor do corpo para o ambiente por condução. O fato de as correntes de ar quente serem ascendentes e a condutividade do ar ser muito baixa justifica a transmissão de calor principalmente por irradiação. quando necessário. calor específico pequeno e dilatação térmica pequena. a diminuição da febre. a condutividade térmica do metal é maior que a do vidro. 408 Com o motor do liquidificador ligado. b)A assadeira é feita de um material que apresenta maior coeficiente de condutividade térmica que o ar. em um estado intermediário entre o sólido C e o gasoso B. ou seja. 2ª) As prateleiras devem ser vazadas para que não impeçam a passagem das correntes de ar por convecção no seu interior. d) Normalmente a temperatura do meio é menor que a do corpo. o calor recebido pelo ar fica “aprisionado” no interior do veículo. calor específico alto e coeficiente de dilatação pequeno. pois substâncias com coeficiente de condutibilidade térmica elevado são boas condutoras térmicas e más condutoras (isolantes) em caso contrário. conseqüentemente. Há relação. A lã funciona como um isolante térmico dificultando a passagem do calor através dela. é obtido fazendo-se: V V 104 1 104 cm3 500 →d 104 Portanto: d 5. pois o coeficiente de condutibilidade térmica do alumínio é maior que o coeficiente de condutibilidade térmica da madeira. as trocas de calor. dando. 402 Alternativa e. portanto. evitando-se. Assim. possibilitando a transmissão do calor por colisões sucessivas (transmissão por condução). Os vidros do carro funcio- RESOLUÇÃO 213 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO . principalmente por condução. o mesmo ocorre com as moléculas quando se condensam: o volume ocupado pelas moléculas é menor que o volume disponível e a densidade do líquido é mito maior que a do gás correspondente. o mesmo ocorre com as moléculas no estado gasoso: elas ocupam toda a capacidade do recipiente que as contém (I). irradiação e evaporação de água. A cera derreterá antes na barra de alumínio. Essa transferência de energia se realiza através da pele. O fluxo de calor entre o metal e a mão é mais intenso do que entre a mão e o vidro. estabelece-se um fluxo contínuo de calor do corpo para o meio ambiente. c)A temperatura da pessoa doente é maior que a do meio (ar) que a envolve. No alumínio (metal) as moléculas vibram em torno de posições fixas. 400 Porque a travessa de alumínio possui um coeficiente de condutibilidade térmica maior que o da mesa de madeira. P e k s (tf e 1 cm ti ) nam como numa estufa de plantas: são transparentes à radiação luminosa e opacos à radiação infravermelha.399 Alternativa b. ativa mecanismos de perda de calor. 403 1ª) O gelo é isolante térmico e o seu acúmulo impede as trocas de calor no interior do congelador. plástico e vidro devem apresentar condutividade baixa. que é mau condutor de calor. Na substância A as partículas estão parcialmente unidas. 405 O ar no interior do veículo é aquecido principalmente por irradiação da luz solar. 401 Alternativa e. Por outro lado.0 10 2 g/cm3. Ao diminuir ao mínimo possível a sua rotação do motor (ou desligá-lo). vem: d V 500 V O volume. as esferas têm mínima agitação e o espaço ocupado é muito menor que o volume do recipiente. → 40 10 4 104 40 e Sendo d m . mediante três processos: condução. absorvendo uma quantidade de calor maior da mão. Como a água é melhor condutora de calor que o ar. as roupas colocadas atrás da geladeira impedem as trocas de calor com o meio. O hipotálamo — um dos responsáveis por esses mecanismos — age como um termostato e.

5 atm Base (B) altura (h) SIMULADÃO: RESOLUÇÃO 1 (24 B) Considerando a transformação isométrica: P1 T1 P2 P1 → 300 T2 P2 → P2 327 P2 1. 410 Alternativa c. ou seja. ou Tf 46 °C P1 T1 Logo: T2 P2 4 → T2 300 8 → T2 T2 600 K 418 Alternativa d. Então: Pontos B e C: PB VB TB PC VC P 3Vo → B TC 3To Pc 2Vo 3To PB 2 3 PC 415 Alternativa e. 3 V1 → P 1 V 1 P2(3V1) 600 273 → T2 327 °C onde V2 P2 414 Alternativa d.0 10 411 Alternativa c.09P1 24 16 P2 é 9% maior que P1 412 Alternativa b.409 Alternativa e. 413 Alternativa e. podemos escrever: P1V1 P2 V 2 . Como a temperatura permanece constante e 1 atm 1.0 105 Pa: PA VA TA VA 360 VA 40 PB VB V → A TB TA 60 540 VB TB Pi V i Vf Vi Pf V f → Vf Vi Pi Pf Pfundo Psup erfície 1. ⎧ P1 ⎪ ⎪ V1 ⎪ Dados: ⎨ T1 ⎪ ⎪ P2 ⎪ ⎩ V2 3 atm 4L 300 K 5 atm V1 4L 417 Alternativa c. fazendo com que volte a ferver. 5 Tf 319 K.01 V 1.5 lbf/pol2 V (volume constante) 290 K 25 lbf/pol2 Fim Sendo um gás ideal: 5 → Ta T2 PVi i Ti Pf Vf Tf Sendo a transformação isométrica: P1 T1 P2 3 → T2 300 500 K A temperatura de 500 K corresponde a 227 °C. Isolando a grandeza pressão para os pontos A. a bo3 lha deve ocupar a posição correspondente ao ponto B. A redução na pressão faz com que a temperatura de ebulição da água fique menor que a temperatura da água na panela. B e C: Pontos A e B: PA 2Vo 2To PA VA TA PB VB TB P1 3 ⎛ ⎞ Para que a pressão ⎜ força ⎟ seja reduzida a um terço ⎝ área ⎠ do seu valor original. ⎧ T 300 K Dados: ⎨1 ⎩ T2 327 K 416 Alternativa a. 25 290 Tf 27. Como a temperatura é mantida constante: P 1 V1 P2 V2 onde V P2 (16 B) 1. ⎧ Ti ⎪ Início ⎨ Pi ⎪ ⎩ Vi ⎧T ⎪ ⎨ Pf ⎪ ⎩ Vf 17 °C V ? 27.01 105 → f 5 Vi 1. Como a temperatura se mantém constante. devemos reduzir a altura da colu- PB 3Vo → PA 3To PB 1 do seu valor original. Trata-se de uma transformação isobárica. na de líquido a 214 RESOLUÇÃO .

4 101 g Determinando a massa de gás: m 300 5 103 PV nRT → 4 760 m 385 g 423 02 16 18 0. isto é. observa-se que uma diminuição de volume implica um aumento de pressão. Podemos determinar o trabalho em função da área sob a curva: † † n Mas.5 125 J 5) 10 3 atm K mol RESOLUÇÃO 215 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO 420 Alternativa b. Utilizando a equação: PV nRT: ⎧ P 1 atm 1 105 Pa ⎪ ⎪ 13 103 ⎪n moles ⎨ 52 ⎪ ⎪ R 8. podemos escrever: ⎧ m 6.0 atm) sua massa (m) é dada por: pV pV m nRT m RT M P pVM RT 2) Após a abertura da válvula da segurança. No caso do gelo a 0 °C. o que indica que a condução de calor é mais rápida no alumínio.m.0) 273 27 °C 425 Alternativa b. ⎧ Vi ⎪ Dados: ⎨ Pi ⎪ ⎩ Vf 5 7. O vácuo existente entre as paredes evita a perda de calor por condução e por convecção e. 91 T 273 T 300 K 16 – O coeficiente de condutividade térmica do alumínio (4. a massa (m ) de gás ideal. a parede interna é espelhada. portanto: área → † 1. é dada por: m 91% m pVM pVM 0. para evitar a perda por radiação.5 5 10 2 3 422 Alternativa e. a lata de refrigerante rouba calor mais rapidamente de nossa mão. p 1.4 10 32 8 10 3 10 101 01 – Uma garrafa térmica ideal não permitiria troca de calor com o meio externo por condução.4 10 2 kg ⎪ ⎪ M 32 g/mol ⎪ Dados: ⎨ V 10 ⎪ t 27 °C 300 K ⎪ atm ⎪ ⎩ R 0. 1) Quando o gás ideal encontra-se nas CNTP (T 273 K.082 250 m RT →P M V 4. Utilizando a equação de Clapeyron.5 10 Determinando o trabalho realizado: † P V→† † 5 104(7. é a quantidade de calor (caloria) que deve-se fornecer ao mesmo para fundir-lhe um grama. (verdadeira) 04 – A temperatura de ebulição da água é diretamente proporcional à pressão atmosférica.5 10 J 6 5 105(5. °C). PV nRT constante.3 J/mol K ⎪ ⎩ T 300 K . T 300 c c c 273. que esteja na temperatura de fusão.082 m3 3 5 N/cm 5 104 N/m2 m3 7. V Neste caso. (falsa) 02 – Calor latente de fusão de um material.0 10 4 kcal/s.2 m3 421 Alternativa e. quanto maior a pressão. dando a sensação de estar mais fria do que uma garrafa de vidro que esteja à mesma temperatura. que permanece no recipiente. conseqüentemente. °C) é maior que o do vidro (2. Portanto.419 Alternativa d. Portanto.9 10 2 kcal/s. 91 RT RT 1 1 0.m. A altitude do pico do Everest é maior que a de Goiânia e. (falsa) Fazendo as devidas substituições: V 6. Pela equação de Clapeyron. a água ferve a uma temperatura menor no pico do monte Everest do que em Goiânia. Colocando os dados nas unidades corretas: 300 P 30 cmHg 300 mmHg atm 760 3 V 5m 5 000 R 0. (verdadeira) 424 Alternativa c.8 atm 6. vemos que P e V são grandezas inversamente proporcionais: cons tan te .08 mol K PV P P nRT 2 1 2 2 6. (falsa) 08 – Uma transformação é dita isotérmica quando ocorre alteração na pressão e no volume. convecção ou radiação. mantendo-se a temperatura constante. lá a pressão atmosférica é menor.0 2. é preciso fornecerlhe 80 calorias para derreter cada grama. maior sua temperatura de ebulição.

2 J Vamos inicialmente fazer a conversão: 1 cal → 4. ⎧P Dados: ⎨ ⎩Q 4 N/m2 20 J 1 2 100 900 J ( 3 000) Construindo o gráfico: p (atm) 2 A B D C Determinando o trabalho realizado: † P V→† 4 (2 1) 4J † 16 J Q n 0 3 5 V( ) Determinando a energia interna: U Q †→ U 20 4→ U área † 2 10 0 3 105 2 102 J U →Q 2 102 J 216 RESOLUÇÃO .2 J área → † (b B) h 2 200) 0.2) 10 J 20 J 0 b) Como a transformação é isométrica: PB TB PC 1 → TC 273 PC → Pc 546 2 atm Processo II: † P V → † 200(0. 432 p Processo 1 A B D C V expansão adiabática BC 2→ V1 T1 V2 → V2 T2 500 3 300 Processo 2 3→ P2 T2 P3 P3 2 250 → 500 T3 1 atm P3 Processo 3 4→ P3 V3 T3 V4 3 P4 V4 150 1 5 → 250 T4 V4 429 Alternativa c.1 →† 2 (feito pelo gás) † (100 15 J c) Podemos determinar o calor trocado a partir da seguinte relação: Q † U.1) 0. ⎧ Q 5 cal ⎪ Dados: ⎨ † 13 J ⎪ ⎩ 1 cal 4. ⎧† Dados: ⎨ ⎩Q 3 000 J 500 cal Processo 4 1→ P4 V4 T4 P1 P1V1 1 3 → 150 T1 2 atm P1 3 300 Determinando a variação da energia interna: U Q †→ U U 430 Alternativa b.1 (feito sobre o gás) Processo III: † n 427 Alternativa b.⎧ TA TB 0 °C 273 K ⎪ 426 Dados: ⎨ A → B (isotérmica) TA TB ⎪ ⎩ B → C (isométrica) VB VC a) Como a transformação é isotérmica: T 0→ U 3 nR T 2 431 a) U 273 K Uf Ui → U 2 000 1 000 1 000 J Processo I → 1 000 J Processo II → 1 000 J Processo III → 1 000 J b) O trabalho pode ser calculado em função da área ou da relação † P V: Processo I: † P V→† (feito pelo gás) 100(0. logo: 10 20 15 1 000 1 000 1 000 1 010 J 1 020 J 1 015 J Processo I: Q 8J Processo II: Q Processo III: Q SIMULADÃO: RESOLUÇÃO 5 cal → x →x 21 J Determinando a energia interna: Q † U → 21 13 U→ U 428 Alternativa a.2 0.

4 40% Como o rendimento é de 80% do ciclo ideal: 80% 40% 441 Alternativa a.8 m 22.T 7 108 3. 436 Alternativa e.1 h h h 10. Quando visto do solo.8 17.4 0. ou seja.1 m 22. T 0.25 439 Alternativa d.433 01 02 08 † 16 P V 27 2 438 Alternativa e. BC e DA são adiabáticas. De acordo com o gráfico: p A dS. há conversão de calor em trabalho. T 3 5 1020 dL. formará sombra e penumbra nos objetos por ele iluminados.4 Q1 1 Q2 → Q2 1 000 600 cal Q2 Q1 → 1 400 80 50% Determinando o trabalho: † Q1 Q2 → † 1 000 600 400 J Determinando a temperatura da fonte quente: 1 T1 T2 → 0. ⎧ f 10 ciclos/s ⎪ ⎪ Q1 800 J Dados: ⎨ ⎪ Q2 400 J ⎪ ⎩ T2 27 °C 300 K Determinando o rendimento: 1 n De acordo com o ciclo de Carnot: Q1 Q2 T1 1 200 → T2 Q2 400 → Q2 300 900 cal área 2 102 J 200 800 W 0. RS 437 Alternativa a. o Sol tem um diâmetro apreciável e pode ser considerado uma fonte extensa de luz. 0. 442 Alternativa c.4 1. (16) Verdadeira: †ciclo † P 434 Alternativa b. 5 10 dL.70 m Para o ciclo ideal 1 T2 → T1 32% 1 240 → 400 0.68 10. RL dL. a energia interna diminui ao passar de C para D (08) Verdadeira: O trabalho resultante é positivo.5 T1 600 K 1 300 T1 Óptica Geométrica 440 435 Alternativa c. ⎧ T2 ⎪ Dados: ⎨ T1 ⎪ ⎩ Q1 27 °C 227 °C 1 000 cal 300 K 500 K 1 2 102 † →P t Determinando o rendimento: 1 T2 → T1 1 300 → 500 40% 1 Q2 → 0. ⎧ ⎪ Dados: ⎨ T1 ⎪ ⎩ T2 80% 127 °C 33 °C 400 K 240 K 10. Logo.2 V 0→† (02) Verdadeira: ⎧ T1 ⎪ Dados: ⎨ T2 ⎪ ⎩ Q1 400 K 300 K 1 200 cal (04) Falsa: Como TC TD → UD UC. S B D 0 C T1 T2 V Ciclo de Carnot: AB e CD são isotérmicas. Logo. T dL.75 m RESOLUÇÃO 217 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO Determinando o calor fornecido ao exterior: .2) P V 4 10 J 0 2 (01) Verdadeira: † 4 10 (1.4 m h ? 0.T RS RL dS.

A 2ª foto corresponde a um observador próximo à região de percepção completa do Sol. devolvendo ao meio a mesma cor incidente. corresponde ao observador II. Quando misturamos feixes de luz de mesma intensidade. pois irá refletir o vermelho que é componente da luz branca. corresponde ao observador V. 70° 70° 20° 20° 20° L Como o raio projetado do Sol e o raio projetado da Lua apresentam praticamente o mesmo diâmetro: SIMULADÃO: RESOLUÇÃO Rs dT . A imagem formada na câmara escura de orifício é invertida e tem os seus lados trocados entre direita e esquerda. do mesmo tamanho e simétrica em relação ao plano do espelho. A imagem formada em espelhos planos é virtual. A 3ª foto corresponde a um observador próximo à região de percepção completa do Sol. isto é. isto é. 447 Alternativa c. com a Lua ocultando o seu lado direito. nas cores verde. Já a superfície refle- P 70° 454 Alternativa c. com a Lua ocultando o seu lado esquerdo. ou seja: 2 1 3 Sol RS dS. A 1ª foto corresponde a um observador próximo ao eclipse total. 453 Alternativa e. direita. 451 Alternativa e.5 10 3 uA dT . 448 Alternativa d. S dT . Fazendo a figura simétrica em relação ao espelho: 218 RESOLUÇÃO . Ele absorve todas as outras cores da luz branca e reflete somente a cor azul. O fato de o caminho de um raio de luz não se modificar quando se inverte o sentido da sua propagação é explicado pelo princípio da reversibilidade dos raios luminosos. T RL B C D P 450 Alternativa c. a fonte luminosa apresenta dimensões não desprezíveis em relação ao objeto iluminado. ou seja: 445 Alternativa a. 20° 20° 90° 20° 180° → 70° 90° → 20° 90° → 70° 455 Alternativa d. Vermelha.443 Alternativa b. corresponde ao observador III. L 444 Alternativa b. mas ainda enxergando uma pequena porção do Sol à sua esquerda. 452 Alternativa b. o resultado é a cor branca. Quando temos a ocorrência de penumbra. S dTi L dTi L RL R → s dT . 449 Alternativa a. 446 Alternativa c. te esta luz. L RL 1 uA 400 2. L → 400 1 dT . isto é. vermelha e azul.T RS P A comprimento de sala L Lua RL dL.

5 m e b) Virtual. 461 Vamos representar as duas configurações: Configuração 1: N N A 45° o A B 45° A B A i B 24 m S 6m 24 3 x 24x 18 18x 18 1m x 6 x 6x B 45° 3m P M x J RESOLUÇÃO 219 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO 458 a) A imagem formada por um espelho plano é sempre virtual. 459 Representando a situação-problema: P e 2. dos triângulos P PJ e P LR: P 12 m 12 m 457 Alternativa d. direita. Representando a imagem simétrica em relação ao plano do espelho: L R e Q A B C D S E 45° A A P M J 6m 3m 3m B Estabelecendo a semelhança entre os triângulos P PJ e SMJ: P Logo. direita.6 m L Estabelecendo a semelhança entre os triângulos P PB e P LQ: P Finalmente.5 m 460 Alternativa d.2 m 1.456 Alternativa d. T 0. do mesmo tamanho que o objeto e simétrica em relação ao plano do espelho. a pessoa deveria olhar na direção D.5 m 24 4 12 →z Z 2m .6 m 3.8 m L 1. Sendo assim. L i 15 cm 15 cm o 40 cm 110 cm 40 cm o 15 cm 15 cm i y Q L z R 12 m 12 m P 9m 1 B 4m P J Portanto: 2m 4. do mesmo tamanho e simétrica em relação ao plano do espelho. 24 9 2 12 →y y 4. a imagem se aproxima do espelho mas não aumenta de tamanho em relação ao objeto.

A B 1.5 m 1. e temos. o raio de curvatura corresponde ao dobro da distância focal. direita e menor. respectivamente.5 cm 12 30° 465 D B A 471 Alternativa b. 8). ao todo. Portanto: 300 W → 1 m2 ⎫ ⎬ x x → 30 m2 ⎭ 9 000 W SIMULADÃO: RESOLUÇÃO 8 6 4 2 0 A B E A B 0 2 4 6 O 8 10 12 14 16 X1 X2 X (m) 1 1 1 1 469 a) 1 → f p p 2.0 m). 0) m. 464 Alternativa c.5 o p 20 Logo. R 60 m. X2(8.5 10 1 1 1 →p 2m 2. ou seja. só podendo ser geradas por espelhos convexos e côncavos. a imagem formada é virtual. 467 Alternativa e. a imagem será direita. i 3o. Já para os espelhos convexos. para o ponto A (0. 0. uma vez que p i o Como i c) d) Como i 1 p 0. 463 Alternativa a.6 m o . 468 a) Para um espelho côncavo. independente da posição do objeto em relação ao espelho. o observador vê a imagem invertida do objeto na configuração 2.5 p 10 b) A imagem será virtual.2 m A1 B1 1. As extremidades serão os pontos X1(4. 1 5 o A1 B1 1. 0) m. independentemente da posição do objeto.2 m 1. 8) e para o ponto B (2.6 m p ( 2) i → →i 10 p o 0. 30 m2 de superfície refletora. 60 soldados. 360° N 1 11 360° 360° 1 1 p 22. b) Para que o observador colocado em O possa ver toda a extensão do objeto. ou seja.4 m 1.5 m2 (0. ou seja. devemos ter: Y (m) Cada soldado produz uma área de reflexão de 0.Configuração 2: N A 45° 45° i A N 45° A 45° o B B B A 466 Alternativa b. b) I N 500 W/m2 60% ⎫ ⎬ I 0.2 m A B 1. Objetos colocados entre o foco e o vértice de espelhos côncavos fornecem imagens virtuais. ⎧ R 60 cm → f 30 cm ⎪ ⎨ o 7. e a formada pelo espelho B é direita e ampliada.6 ⎭ refletida 500 0. a imagem será menor que o objeto. como é o caso. 5 e) Esse tipo de espelho é empregado por gerar uma imagem direita. 462 a) As coordenadas da imagem são simétricas às do objeto em relação ao plano do espelho.2 m 2. F V C C B D i o 1 f p → p 1 p 5o o p 6 1 6 →p 30 cm 0) imagem real (p 1 1 → p f A 1 1 → f 30 f 5 1 30 5 cm 220 RESOLUÇÃO . direitas e ampliadas.6 300 W/m2 Portanto.4 m 470 Alternativa c. A imagem formada pelo espelho A é direita e reduzida.5 cm ⎪ ⎩ p 20 cm 1 1 1 1 1 → f p p 30 20 p 60 cm (virtual) p i i 60 → →i 7.

472 Alternativa d. ⎧o ⎪ ⎨f ⎪ ⎩i 15 cm 50 cm 7,5 cm (invertida)

475 Alternativa b. n
c → 1,3 v
3 108 v

v

i o

p 7,5 → p 15 p

p p
2p

v

3 108 1,3 2,3 108 m/s

1 f
p

1 p
2p → p

1 1 → p 50
p 150 cm

1 2p
75 cm

1 p

476 Alternativa b.
n1 n2 v2 1 → v1 n2 2,4 108 3 108

n2

1,25

473 Alternativa e. Imagem projetada: real e invertida, i 0. p i p 30 → p (30 p) 4 o ( 30 + p ) p 4 → p p 1 30 p → p 10 cm 40 cm 8 cm

477 Alternativa c. Pela lei de Snell: n1 sen 45° 1 n2 sen n2 n2 n2
2

p

1,4

1 1 1 →f f 10 40 R 2 f → R 16 cm

478 Alternativa e. Pela lei de Snell: n1 sen 48° 1 0,74 n2 n2 1,48 n2 sen 30°
1 2

⎧ p 20 cm ⎪ 474 a) Dados: ⎨ i é direita e ampliada (também é virtual) ⎪ ⎩ i 3o Como a imagem produzida é direita e ampliada, o espelho deve ser esférico côncavo, e o objeto deve ser colocado entre o foco e o vértice do espelho. b) Para que o aumento de temperatura seja máximo, devemos colocar o objeto sobre o foco, ou seja:

479 Alternativa e.
N 40° A B 20° 50° 70° interface

i o

p 3o → p o

p 20

→p

60 cm

3 1 1 1 1 1 1 1 1 → → f p p f f 60 20 60 1 2 → f 30 cm f 60 O objeto deve ser colocado diante do espelho e a 30 cm do vértice do espelho.

Ao passar do meio A para o meio B , o raio de luz se aproxima da normal, indicando que o índice de refração do meio B é maior que o do meio A. Logo, a velocidade da luz no meio B é menor que a no meio A. 480 Alternativa d.

F

Fe V Foco (30 cm)

N r 45° 45° 45° x r r

Para a situação de equilíbrio: FR 0, ou seja, F Fe kx, onde x 30 17 13 cm F kx 1 000 0,13 130 N

ar líquido

RESOLUÇÃO 221

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

i o 4p

2 2

nar sen 45° 1 sen x Como Logo:
2 2

nlíq. sen x
2

484 Alternativa b. Para que ocorra reflexão total devemos ter: nA nB e i L.

sen x
i A L

1 → x 30° 2 x 90° →

30° 60°

90° → 45° 105°

60°

B

45° →

485 Alternativa d. 481 Alternativa a.
10 cm

nág. sen 30° nág.
1 2

n sen 90° 1 1 → nág. 2

R

$ i

n1 sen i 1
$ r R

n2 sen r n2 1,25
8 R

486 Alternativa e.

10 R

N

N imagem III imagem III objeto II

n2
8 cm

ar água

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

4 ⎧ 482 Dado: ⎨ nágua ⎩ 3 Representando a situação, temos:
N i ar água x 53° 37° S

V

4 ⎧n ⎪ água 3 487 Dados: ⎨ nar 1 ⎪ p 2,0 m ⎩

Pela lei de Snell, podemos escrever: n1 sen i 1 sen i sen i Como x x i
4 3

O sistema formado por dois meios diferentes separados por uma superfície é denominado dioptro plano. Para a situação descrita no enunciado podemos associar a equação de conjugação do dioptro plano e para pequenos ângulos de incidência, vale a relação:

n2 sen r
4 3

sen 37° 0,8 → sen i 0,8 → i 53°

nobservador nobjeto

p → p

1 4 3

p 2

→p

1,5 m

0,6 i 90°:

488 Alternativa b. Como os meios externos são iguais, o ângulo de incidência é igual ao ângulo de emergência; logo, o raio faz com a normal um ângulo de 45°. 489 Alternativa c.
N N 45° N

90° → x

90

i

90

53

37°

483 a) I → refração II → reflexão total III → refração b)
N $ i rve rvi vermelho violeta

r

r

30°

Situação I: n1 sen i 1 n2 n2 sen r n2
1 2

Situação II: n1 sen i
2

n2 sen r 1 sen 90°

Se n

c , quanto maior o valor de n, menor valor de v. v

2 2
2

sen

sen 45°

1 2

2 2

Como nvi

nve, temos vvi

vve.

222 RESOLUÇÃO

490 Alternativa e. Como o raio de luz se afasta da normal ao passar do meio 1 para o meio 2 , concluímos que n1 n2. Como, ao passar do meio 2 para o meio 3 , o raio de luz, passa a ter a mesma direção que possuía no meio 1 , concluímos que n3 n2. Portanto: n1 n2 n3. 491 a) A substância que forma a camada I é a água, já que a sua densidade é menor. N N b) Como o raio de luz passa do meio menos refringente para o meio mais refringente por duas vezes, ele se aproxima da normal.
i ar I água II dissulfeto r2 r1 i1

Pela lei de Snell:

sen i sen r
Como A

npri. nar
r

sen 45° sen r

2 1

→r

30°

r → 60°

30°

r→r

30°

De acordo com o princípio da reversibilidade: ⎧i ⎨ ⎩r 45° → r 30° → i 30° 45° i 45° 30° i A 45° 60°

O desvio total D D D 496 Alternativa a. 497 Alternativa c.

492 Alternativa c. Dm i A 2i 39° 2r → 46
0,629 0,390 1,61

A → 32

2i

46 23° n2 sen 23°

2r → r

0

0

n1 sen i n2 n2

n2 sen r → 1 sen 39°

493 Alternativa b.
45° r i 45° 45° N

F

0

F

F

0

F

498 Alternativa b. Para queimar a folha de papel devemos concentrar os raios luminosos em um único ponto, e a lente capaz de realizar tal fenômeno é a de bordas delgadas. 499 Alternativa b. Construindo a imagem formada:
lente objeto i foco foco B 0 C D E A

Ao incidir na 2ª face do prisma o ângulo de incidência é 45°. Como esse ângulo é maior do que o ângulo limite (41°) e o raio de luz vai do meio mais refringente para o menos refringente, ocorre reflexão total. Logo, o ângulo de reflexão é 45°. 494 Devemos ter i sen L sen 45°
nmenor nmaior

L

45°. Logo:
A 45° C

1 np
1 np
ar 45°

i

45° N

2 2
np
2

500 Alternativa d. O instrumento óptico X é uma lente convergente, e o objeto O está colocado entre o foco e o centro óptico da lente, conforme desenho:
x i

B
o

495 Alternativa d. ⎧ i 45° Neste caso: ⎨ ⎩ A 60°

F

0

F

RESOLUÇÃO 223

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

r

45°

r ° 45

501 Alternativa e. Para que a imagem seja virtual, direita e menor, devemos colocar o objeto diante de uma lente divergente, conforme o esquema abaixo.

504 Alternativa c.

N

o i F

N

Como nvidro

nar: sempre divergente.

502 a) A lente empregada deve ser convergente. b) Representando a imagem formada:

505 Alternativa d. As imagens virtuais fornecidas por lentes e espelhos são sempre direitas (diretas). 506 Alternativa a. p p 20 f→p 20 10 30 cm

F

(A imagem é formada no foco.)

1 f
p

1 p
15 cm

1 1 → p 10

1 30

1 p

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

c) A imagem formada é real, invertida e menor. 503 a) Vamos dividir as construções das imagens A1B1 e A2B2 em dois esquemas. I) Imagem A1B1:
L A A1 B F B1 F

Logo, d

15

10

5 cm, real e invertida.

507 Alternativa b. ⎧p ⎨ ⎩p
1 f

20 cm p
1 p

80 → p
1 1 → p f

60 cm
1 20 1 60

f A

15 cm

p →A p

60 20

3

II) Imagem A2B2, do objeto A B – reflexo da haste AB no espelho E:
L E A A2 B B2 F B A

508 Alternativa c. ⎧d Dados: ⎨ ⎩f 40,0 cm 7,5 cm

Representando uma das possíveis imagens:
o

A

F p

F i p

A

b) Para lentes que obedecem às condições de Gauss, todos os raios de luz provenientes do ponto objeto A darão origem a um único ponto imagem A1.

Do enunciado, temos: p
R A A1

p
1 40

40
p 1 p

1 f

1 p

1 1 → p 7, 5

1 7, 5
F

p 40 p → 40p ( 40 p ) p
p 40p 300 0 p

p2 30 cm 10 cm

300

B1 B

p2

224 RESOLUÇÃO

509 Alternativa a. ⎧f ⎨ ⎩p
1 f

25 cm 25 cm
1 p 1 → p 1 25 1 25 1 p

512 Alternativa b. Determinando a distância da lâmpada à lente: x p i 60 2 → A → p 120 cm o p x p Determinando a distância focal da lente: 1 1 1 1 1 1 → f p p f 120 60
1 f 1 2 →f 120

p d 25

12,5 cm 12,5 12,5 cm do objeto 10 cm 30 cm

virtual, direita e:

40 cm

513 Alternativa d. ⎧ p1 510 Dados: ⎨ ⎩ p2 f C Como a estrela se encontra a uma distância muito grande, temos: 10 cm 0,1 m

1 →C f

1 0,1

10 di

⎧ ⎨ ⎩

1 f

1 p

1 1 → p f

1 p

0

514 Alternativa e.

1 →f 10

10 cm

C C C

C1 2 5 di

C2 3

Para a mesma lente, temos:

1 f
1 10
p

1 p
1 30
15 cm

1 1 → p 10
1 1 → p p

1 30
3 1 30

1 p

515 Alternativa a. C
1 1 → 10 →f f f f 10 cm 1 1 1 1 → f p p 10

0,1 m

1 20

1 p

p 511 Representando a imagem formada:

20 cm

A imagem é real e invertida. 516 Alternativa e. Sendo f1 0, f2 0 e f 1 1 1 1 → f f1 f2 30 1 1 1 f1 f2 30 f2 30 1 f1 30f2
30f2 f2 30 Substituindo f1 ma se verifica.

o

F

i

30 cm: 1 1 f1 f2

Determinando a distância focal: p A p 100

f1

i o

p → p

1 4

−p p

→p

4p

10 cm e f2

15 cm, a relação aci-

Resolvendo o sistema: ⎧p ⎨ ⎩p 1 f
1 f

517 Alternativa a. 5p 100 → p 4p 80 cm 20 cm p ⎧f ⎨ ⎩A A
1 f

p 4p

100 →

10 cm 200

1 p
1 80 4

1 1 → p f
→f

1 80

1 20

16 cm

p → 200 p 1 1 1 → p p 10
201 cm 20

p →p 200 p p 1 1 p 200 p

O objeto se encontra a 80 cm da lente e a imagem a 20 cm da mesma.

p

RESOLUÇÃO 225

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

524 Alternativa e.25 1 0. 025 1 p d d fob 150 foc 5 155 cm 40 di 527 Alternativa e. No caso.2625 4. 0. maior e invertida. Supondo-se que o material que constitui a lente tenha índice de refração absoluto maior que o meio que a envolve. f 10 cm fob 150 cm Considerando-se objetos distantes. para objetos muito distantes (p → ): fob foc 1 f f C p 1 p 1 f 1 1 → p f 25 mm (0. A lupa (ou “lente de aumento”) é uma lente esférica convergente. podemos afirmar que a distância focal da lente é 20 cm ou 0.25 m 5. uma lente de vidro imersa no ar.0 dioptrias 525 a) Considerando que os raios paralelos provenientes do Sol convergem para o foco da lente. fob A A 1 000 mm 50 fob → 50 foc 1 000 50 522 Alternativa c. ⎧f ⎨ ⎩p 4 cm 20 cm 1 000 foc 1 f p 1 p 5 cm 1 1 → p p 1 4 1 20 5 1 20 foc 20 mm 528 Alternativa e. podemos afirmar que terá comportamento convergente uma lente de bordos finos. a um objeto real. p f 10 cm Numa luneta astronômica afocal: objetiva ocular 521 Alternativa c.2625 m 1 5. b) A 1 f 1 p 519 Alternativa a. por exemplo. 226 RESOLUÇÃO . Nas máquinas fotográficas. a lente que atende a tais características é plano-convexa. a imagem será formada no plano focal. 25 →p p 1 →C p A p p 523 Alternativa d. Utilizando-se a equação de Gauss. A fob → 30 foc fob 5 Aplicando-se a fórmula de Gauss: 1 1 1 500 →f 10 cm f 10 500 51 520 Alternativa c. projetada sobre uma película sensível à luz (filme). no infinito. a objetiva corresponde a uma lente esférica convergente (ou a um sistema de lentes convergentes) que conjuga. uma imagem real e invertida.p ou p 200 201 →p 20 20 m 2 010 cm 518 Alternativa c. como. SIMULADÃO: RESOLUÇÃO A A i →A o (100 150) ( 2 3) 50 10 cm p → p 50 500 →p p 4 1 1 20 4p p 15 cm 526 Alternativa e. invertida e maior. A p 20 C C 1 p 20 5. A imagem é virtual. p 5m 500 cm i o p →4 p 1 1 → p 20 p p 1 p →p 1 4p 4p Imagem projetada na tela: real.025) 1 0.20 m.

529 Alternativa b. 539 Alternativa e. Miopia (lente divergente). A cada volta completa da peça indicada na figura. junto com a haste. A freqüência de rotação da peça é obtida a partir de sua velocidade angular: A sombra do pedal sobre o diâmetro AB executa um MHS. x 538 Alternativa c. 2 rad/s.5 Hz 100 sen (2 t 5 s.5 Hz. 25 2 di 1 0. T T 2 2 ⎛ 8 cos ⎜ ⎝ 8 8 4 2 2 2 ⎞ 2⎟ → x ⎠ 8 cos 4 x x m k 2 5 →T 4 5 2 4 25 0. onde a velocidade é máxima. 5 x 02 → v v ⎛ 5 cos ⎜ t ⎝ 4 A sen ( t 5 4 ϕ 0) 3 ⎞ ⎟ (Falsa) 2 ⎠ 530 Alternativa a. Em compensação. A B 532 Alternativa b. astigmatismo (lente convergente).7 m RESOLUÇÃO 227 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO .5 1. Logo v 0 e Ec 0. a velocidade e a energia cinética são nulas. v 2 100 sen (11 ) ϕ 0) ) 2 537 Alternativa a. (Falsa) 536 Alternativa b.414 5. (Verdadeira) Ondulatória 531 Alternativa a. a mola.5 Hz 3 0. Nos pontos de inversão do sentido do movimento harmônico simples.656 5. a freqüência de oscilação da haste corresponde ao triplo da freqüência de rotação da peça (fHASTE 3 fPEÇA). ⎛ sen ⎜ ⎝ 4 04 → Em t 2 s o móvel está na elongação máxima. 533 Alternativa c.5 Hz 2 f→5 08 → a 2 2 x→a 16 ( 5) → a 5 2 m/s2 16 (Verdadeira) 16 → Em t 8 s o móvel está no ponto de equilíbrio.25 m 1 p 1 p 535 01 01 → x 04 08 13 ϕ0) → x 3 ⎞ ⎟ 2 ⎠ 3 ⎞ ⎟ (Verdadeira) 2 ⎠ ⎛ 2 5 cos ⎜ t ⎝ T ⎞ ϕ0 ⎟ ⎠ 0. logo v 0. 200 cos (2 t 200 ( 1) 5 s. o módulo da aceleração e a energia potencial atingem seus valores máximos. p p C C C pp 0. realiza três oscilações completas. temos f T 1 2 A cos ( t 2 0. Sendo 5 rad/s: 2 f→f 2.80 s 2 4 1. ϕ0 ϕ 0) ) 100 sen 0 rad A sen ( t 2 f 2 f fPEÇA Logo: fHASTE fHASTE 0. a 200 2 cos (11 ) 2 200 2 cos 200 534 Alternativa d. 5 2 1 0. O gráfico mostra uma função de período T 2 s Como f 1 . Dessa maneira.5 m A cos ( t ⎛ 2 5 cos ⎜ t ⎝ 8 1 0. A v v Em t a a Em t a 50 m.

pois Ep nos pontos A e B. medindo a distância entre duas cristas consecutivas.8 547 Alternativa d. pois Em Ep 542 Alternativa b. o que significa que o comprimento de 8 m que os separa corresponde ao comprimento de onda ( 8 m). temos: T 0. froda Tp fp → f p 240 rpm 4 Hz Quem se desloca com velocidade de 24 m/s é a onda e não os pontos da corda.5 s Assim. 5 2 m Observando o gráfico. p gasta metade de um período. f v v f 8 10 80 cm/s 10 Hz 551 Alternativa c. x v v 60 cm. II – É verdadeira. I – É falsa. 2 III – É verdadeira. calculemos a freqüência f.1 2m m Como o intervalo de tempo entre estas duas posições corresponde a um quarto do período. ou Tp 2 1 4 2 1 s 8 seja. f→v x → t t 20 cm. 8f → f 3 Hz f → 24 kA 2 2 x kx 2 2 A 2 2 10 2 2 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO x x Os pontos da corda oscilam em movimento harmônico simples (MHS) numa direção perpendicular à da propagação ondulatória. II) e III) são corretas. As ondas transportam energia. Nos pontos de inversão do sentido do movimento.540 Alternativa d.5 m/s 541 Alternativa e. kx 2 e X é máximo 2 548 Alternativa c. IV – Incorreta. que 2 f. v 4s T →v 2 4 0. pois a Ec é máxima no ponto de equilíbrio. concluímos 2. Sim. ao valor: 2m 40 0. 228 RESOLUÇÃO . 3m T 2s Como: v T →v 3 2 1. Da equação. a velocidade é nula e a 2 A. observamos que: posição mais afastada 1 fp 1 s 4 Para ir de A até B. tAB t 0. 550 Alternativa e. 0. chegando. notamos que no instante considerado os pontos A. e A é a amplitude do MHS). concluímos que 2meT Logo. por isso. k Ec 549 Alternativa c. o deslocamento é máximo (igual à amplitude das oscilações).5 m/s. T v 40 N. da equação fundamental: que v T vT. Em Ec 2 Ep → Em 2Ep m .5 m/s e. portanto: v 2 →v 0. 2 I – Incorreta.1 400 20 m/s 546 Alternativa d. Sendo v v 24 m/s. pois T 2 kA . Na figura do enunciado. obtemos o comprimento da onda. 240 rps → fp 60 5 2 m ou x 543 Alternativa d. 8 cm. posição de equilíbrio 545 Alternativa d. C e E têm velocidade nula e. em aceleração tem máxima intensidade (amáx.2 s 544 Alternativa e. 2 kg kg = 0. f 20 2 x v 60 40 2 Hz 40 cm/s 1. .8 s 4 Ainda na mesma figura.2 → T 0. de acordo com a escala. Os pontos A e E indicados no gráfico estão intercalados por um ciclo.

sofrendo reflexão. Na refração do pulso na corda. f2 Mas 2 f1 v2 f2 20 Hz. Como f1 20 Hz v1 1 → f1 8 0. a freqüência se mantém. 5 12 m/s 5 → 7 20 cm I II 5 557 Alternativa b. depois. concluímos que o comprimento de onda é o menor quando a freqüência f é a maior. no intervalo de 1. Assim. pela equação fundamental da ondulatória. temos. que: 1 V1 V2 1 2 2 2 2 554 Alternativa e.8 m v2 v1 2 1 → 2 2 1 maior maior 545 m 562 Alternativa b. 200 m c f f 3 108 m/s 3 108 2 102 1. a onda 558 Alternativa c.5 106 Hz c 1 6→ 1 4m 2 Visto que na refração a freqüência da onda permanece constante.50 0. x 12 6 18 m.3 m ou 30 cm.25 m/s. Da figura fornecida temos que: 1 1 20 0. 3 108 → 108 106 3 108 → 550 103 menor 2. onde v 3 108 m/s. 6 20 ⎛ x A cos 2 ⎜ ⎝ 0. temos: 28 7 5 7 Como nI nII II II x t 18 →v 1.87 RESOLUÇÃO 229 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO F⎫ ⎪ V1 ⎬→ 1 F⎪ ⎭ V2 → 8 4 10 → 5m .025 ) rad/s 6m 553 Alternativa a. e é o maior quando f é a menor. Quando a onda vem da parte funda para a parte rasa. menor v1 6 → v2 2 v1 → 3 v1 4 2 450 nm 561 Alternativa d. 556 Alternativa e. Logo. 20 m e T 80 s 0. percorreu as posições de 9 a 15 m (6 m). temos: A v 0. Portanto. Lembrando que v f. Sendo: 10 20 106 → 5 10 7 m 559 Alternativa b.5 s.005 m. como v T 80 se propaga no sentido do eixo x positivo. n1 n2 sen 30° sen 60° 0. 2 T → 2 80 2 40 (0. v nI nII sen 30° sen 45° II I 0.7 . Comparando com a equação do enunciado.552 01 y 04 16 32 t ⎞ ⎟ T ⎠ 53 Então. Dados: 1 2 1 Logo: v f f → 3 108 6 1024 Hz 5 10 7f 600 m e v2 75% de v1 3 v 4 1 555 Alternativa c. 4 563 Alternativa d.5 0. muda o comprimento de onda e a freqüência permanece a mesma. retornou da posição 15 m até a de 3 m (12 m). 560 Alternativa c. Vemos que a frente do pulso.

A luz é uma onda eletromagnética.87 04 – Verdadeira.). ao refratarem-se e refletirem-se na interface entre o ar e o vidro. e os escuros.94 m f→v 47 m/s 94 cm x x x vt 340 6 2 040 m v v 0.50 0. 4 569 Alternativa e. v v 1f 1 0.8 2 1 0. 1 O quarto anel corresponde à quinta ocorrência de interferência destrutiva (m 4).8 m 575 Alternativa d. Assim. 571 Alternativa e. pois: 5 cm → f→v 10 cm. 01 – É falsa. 4. pois há superposição de cristas e A A1 A2 1 1 2 cm. 08 – Verdadeira. 230 RESOLUÇÃO . Os ultra-sons são sons de freqüência maior que 20 000 Hz e não são audíveis para seres humanos. às interferências destrutivas.68 m 1..3 10 8 e vidro vvidro f 2 108 6 1015 m 565 Alternativa d. 577 Alternativa a. 02 – Verdadeira. 10 10 100 cm/s. 2 ou 47 → 0. corda 1: 1 v f → 340 500 0. som grave – freqüência menor som agudo – freqüência maior A única alternativa que é coerente com os dados da tabela é que o homem pode escutar sons mais graves que o gato. Os anéis claros correspondem às interferências construtivas.7 101f1 → f1 1. pois 20 Hz 30 Hz. Como a luz é uma onda. sofre o fenômeno da interferência. A reflexão do raio luminoso da camada de ar (menos refringente) para a placa de vidro (mais refringente) se dá com mudança de fase de 180°. logo é transversal. 568 Alternativa a. 570 02 04 08 32 46 576 Alternativa c.4 10 0. .94 50 574 Alternativa b. a condição para que a interferência seja destrutiva é: 2d (2m) par ⎧ ⎨ ⎩ SIMULADÃO: RESOLUÇÃO 2 (m 0. var 5 10 ar f → var 8 6 1015 → var 3 108 m/s nvidro nar var → 1. pois as ondas são bidimensionais. Os “anéis de Newton” correspondem a processos de interferência dos raios de luz.. pois. 567 Alternativa a. Nesse ponto A A1 A2 1 1 0. pois há superposição de um vale a uma crista.8 m 2 corda 2: 2. 566 Alternativa b.4 102 1.72 → 1. Logo: v1 0. 16 – Falsa.5 vvidro → vvidro 3 108 vvidro 2 108 m/s 3.7 10 2f2 → f2 20 Hz 20 000 Hz 2 2f2 → 3. 2. A fenda deve ter o valor da ordem do comprimento de onda da luz. pois há superposição de dois vales e A A1 A2 1 1 2 cm. 50 100 cm/s 2 32 – Verdadeira. Logo: 2d 2 (2 4) 2 d 2 572 Alternativa d. v . 573 Alternativa a.75 m Logo: 2 1 → 3.5 2 1.Mas n1 n2 v2 v2 v1 174 87 v2 . 564 Alternativa b. 3. 1.

580 Alternativa a.04 W/m2 0. O som da explosão não é detectado na Terra. que por sua vez indica quanta energia está sendo transportada por essa onda.3 10 3 10 1 2 582 Alternativa c.1 kHz aumenta. pois a intensidade está relacionada apenas com a amplitude da onda sonora.5 → f → 1 000 1 000 Hz 1m 1 f 581 a) A altura. 1. 583 Alternativa e. 4 102 v → 3. (I) é verdadeira. Se os sons têm mesma altura. portanto. a freqüência do som audível para 3 m será: vsom 330 f f 3 f 110 Hz f 100 106 584 Alternativa b. 586 Alternativa d. r1 3r 4 r.5 Hz 212 Hz 1. Quanto maior a amplitude. então f diminui. o meio tende a retornar ao seu estado inicial de equilíbrio.3 m. (O som é onda mecânica. v é proporcional a b) Se 1 v f . Observação: Supondo constante. 5 10 6. 588 Alternativa a.1 103 Hz ou 1. fn f1 1 330 nv → f1 2 2 2. Do gráfico. (I) e (III) são falsas. O comprimento de onda ( ) das ondas eletromagnéticas emitidas pela estação de rádio é dado por: v 3 108 3m Dessa forma. A intensidade sonora está relacionada apenas com a amplitude da onda. Como a amplitude indica a energia transportada pela onda. v 330 m/s 30 cm ou 0. v é proporcional a f. Ambos estão no ar. Após a passagem da onda sonora. tira-se que f v 3.5 10 m 0.5 m → f4 500 0. Assim. maior período que um som agudo. (III) é verdadeira.36 W/m2. É o timbre que permite distinguir os sons de mesma altura e de mesma intensidade.6 m RESOLUÇÃO 231 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO . pois precisa de um meio material para se propagar. f1 3.5 1 000 Hz 587 Alternativa d. 1 2 m → f1 1 m → f2 2 m → f2 3 v 1 500 2 500 Hz 250 Hz v 2 2 v 3 3 500 2 3 750 Hz 4 0. P1 1 9 P2 P 591 Alternativa a. temos: 4 1 1 I1 9 9 0. portanto se propagam com a mesma velocidade. v v 2 T →v 10 10 5 1 000 m/s 0.578 Alternativa b. P → I2 4 ( 3r )2 P 4 r2 Da figura.6 103 Hz 2 590 Alternativa e. pois a voz rouca é mais grave que a normal. mais intenso é o som. pois um som grave tem menor freqüência e. ⎧I Dados: ⎨ 1 ⎩ r2 I2 I2 I2 P 4 ( r2 )2 589 Alternativa e. (II) é falsa.4 103 4 4 1 2 10 → 2. (II) é verdadeira. sua freqüência é a mesma. a rouquidão provoca a diminuição da freqüência da voz. já que a intensidade se relaciona com a amplitude da onda sonora.) 579 Alternativa b. 585 Alternativa a.6f 212. Logo.36 v f f 1.20 → 2 f → 340 1.

Assim: 2h v t → 2h nível do mar. A pessoa dentro da água não ouve o som de alerta dos seus companheiros porque o som é quase que totalmente refletido na superfície da água.3 Considerando-se s a profundidade do poço. Logo. então água ar. temos: 0. não há variação na 597 Alternativa c.731 0. v Sendo a mesma distância e a mesma velocidade: 0. No modelo proposto: 4 2. trata-se de um trecho mais fundo que os demais: uma depressão submarina. em relação ao 593 Alternativa d. A proveta equivale a um tubo sonoro fechado. Como v 330 m/s.5 freqüência. Mas f3 v f3 4 3 601 a) O sonar usa o princípio da reflexão para determinar distâncias. cujo comprimento é 40 10 30 cm. permanecendo a mesma freqüência. temos t 4 s. Ao mudar o meio de propagação do som.592 Alternativa a.170 t1 t2 t1 t2 → 0.1 m 2S vágua (2) Substituindo 1 em 2 .5 Sendo v 340 10 cm ou 340 m/s e v 3 400 Hz f: 0. logo: v fágua far → vágua água f→f var ar v → água ar 4. Como na posição x o tempo de retorno do pulso aumenta. A onda representada na figura corresponde ao 3º harmônico.731 v2 S v S v Tempo de volta: v2 v2 s t2 f → v2 3 400 m/s v2t2 → 3 400 1s 10 1 11 s 3 400t 200 17 2S var (1) • Aparelho submerso ttotal 0.731 Var 0. 594 Alternativa c. Como vágua var. Assim. concluímos que f3 855 Hz. Logo: 4 855 4 0.3 0. f1 f2 f1 f2 599 Alternativa c. mudam a velocidade de propagação e o comprimento de onda.731 S1 v1 S2 → 0. 232 RESOLUÇÃO .1 f → f b) Ao passar do ar para a água. a e c são falsas. 598 Alternativa d. Do gráfico.731 t1 t2 342 m/s t2 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO 595 Alternativa a. v 2x 1 500 m/s.170 S1 v1 t1 t2 Logo: t1 S2 → 0. f.3 →v 3 t1 ttotal t1 t2 → 0. Tempo de ida: s t1 v1t1 → 3 400 10 s 340t1 Sendo M U. temos: s vt → t S .170 v2 596 Alternativa d. podemos escrever: • Aparelho emerso: 3v .170 Vágua → Vágua var 4. o intervalo de tempo t que o som leva para percorrê-la é t s 8 2 4 s. v 220 1. e como a proveta está em ressonância com o diapasão.8 km. v 602 Alternativa d. t v t → 2x 1s 1 500 → x 750 m v (tubo aberto) 2L v (tubo fechado) 4L v 2L 4L v 2 600 Alternativa a. Supondo as velocidades constantes nos respectivos meios. t→ s 330 4 1 320 m.4 4 → h 2. 1. b e e são falsas.

606 Alternativa c. resultando numa onda de intensidade reforçada ou enfraquecida. O efeito Doppler só ocorre quando a fonte sonora se movimenta em relação ao observador. para o qual vale a equação de Torricelli: 2 VF 2 V1 2 2gH (0)2 2 9. a interferência construtiva ocorre em pontos do espaço nos quais a diferença de percurso entre as ondas incidentes seja um nº ímpar de meios comprimentos de onda. suas elongações somam-se algebricamente. 609 Alternativa d.603 Alternativa a. portanto. que ouve um som cada vez mais grave que 350 Hz. Ao percorrer o trecho AB. Como as fontes emitem em oposição de fase. (III) é incorreta. Para fontes que se aproximam. ou seja. o policial pode multar o veículo de passeio. Isso só ocorre nos eventos II e III descritos no enunciado.2 744.1var ⎟ ⎝ ⎠ var 990 0. basta fazer as ondas interferirem em oposição de fase. Ao percorrer DE. a sirene se aproxima do observador. A freqüência aparente fo 436 Hz percebida pelo observador (violinista) é menor que a freqüência real emitida pelo diapasão. fazer que o máximo de uma coincida com o mínimo da outra. enquanto para fontes que se afastam do observador. (II) está correta. v0 ⎧ ⎪ Dados: ⎨ ⎪ v ⎩ f f 80 km/h f 350 m/s 700 22. 440 330 436 440 → 330 330 VF VF 3. devido ao efeito Doppler-Fizeau.8 H (3. Logo.2 ⎞ ⎜ ⎟ ⎝ 350 ⎠ Para freqüências maiores que essa. esse fenômeno é denominado “interferência”.47 m RESOLUÇÃO 233 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO A onda resultante da interferência não muda sua freqüência. fF 440 Hz. 9var 1 100 Hz 608 Alternativa b. a freqüência aparente é maior que a emitida. a freqüência ouvida por ele é maior que 350 Hz. e ele ouve. a sirene se afasta do observador. calculemos VF. ele ouve um som de freqüência 350 Hz nesse trecho. Logo. a freqüência percebida é menor que a original.03) H 0. 330 m/s e Vo VF 0. Vo a velocidade do observador e vF a velocidade do diapasão imediatamente antes da colisão com o solo. Para fazer “ruído” anular “ruído”. já que ambas as fontes emitiram sons de 170 Hz. Quando duas ondas atingem uma mesma região do espaço. temos: fo fF V ± Vo V ± VF Observando que V 436 330 0 605 Alternativa e. a sirene se mantém sempre a 20 m do observador. No caso: rB rA v f 607 Alternativa b. 604 Alternativa b. um som mais agudo.4 745 Hz ⎛ 350 22.03 m/s O diapasão em queda livre descreve movimento uniformemente variado. .2 m/s 700 Hz 25 20 5m 2m 340 170 rB rA n 2 →5 n 2 →n 2 5 f f ⎛ v v0 ⎞ ⎜ v v 0⎟ → f ⎝ F ⎠ 2 372. (I está incorreta) No trecho BCD. f f f f ⎛ v ± v0 ⎞ f ⎜ ar ⎟ ⎝ var ± vF ⎠ ⎛ var 0 ⎞ 990 ⎜ var 0. Sendo V a velocidade do som no ar.

5 C A 1. Q n e → 3. pois com B negativo e pênculo neutro ocorreria atração. adquiridas pela barra metálica durante o atrito. fluem pela barra e pelo corpo humano porque ambos são bons condutores. 2 10 4 16 10 19 → n 2 1015 elétrons Como Q elétrons. Falsa. 611 Alternativa c. Verdadeira. Com a aproximação do objeto carregado positivamente aumenta o número de cargas negativas na esfera do eletroscópio e diminui nas suas lâminas. enquando a esfera à direita terá excesso de cargas positivas. : q1 e q2: valores absolutos de carga de cada partícula. I. pois nprótons nelétrons IV. pois na 2ª situação não pode ocorrer repulsão. a esfera à esquerda terá excesso de cargas negativas. c) Verdadeira. nêutra teremos: 619 Alternativa a. pelo princípio das ações elétricas as cargas de sinal contrário se atraem como representado na alternativa a. b) Falsa porque cargas positivas se repelem. As expressões que permitem o cálculo das intensidades das forças gravitacional (F) e elétrica (F ) entre duas partículas separadas por uma distância r.5 C. É quantizada porque só aparece em múltiplos inteiros da carga elementar: Q n e. V. nprótons nprótons m1 e m2 são as massas das partículas.Eletrostática 610 Alternativa d. Ocorrerá indução no condutor. III e V. 618 Alternativa c. Separando as esferas na presença do bastão eletrizado. 614 Alternativa a. As cargas elétricas em excesso. e) Falsa.5 C 622 Alternativa d. pois todos os corpos possuem cargas elétricas. ocorre indução no conjunto. ou seja. pois ficam eletrizados com cargas de mesmo módulo mas de sinais contrários. Falsa. Verdadeira Corpo eletrizado positivamente: nelétrons Corpo eletrizado negativamente: nelétrons m1 m2 r2 . 0. Quando aproxima-se o bastão eletrizado da esfera da direita. Portanto. ambos os corpos se neutralizam e as lâminas se fecham. QB 9 C e QC 1. a esfera A ficará com falta de elétrons. G: constante de gravitação universal que não depende do meio. a) Falsa.2 10 n Afastando-se as esferas com a presença do bastão. a única grandeza comum às duas leis é o inverso do quadrado da distância. 9 C B 4 n 1. Verdadeira. 624 Alternativa c. Logo. k: constante eletrostática que depende do meio que envolve as cargas.5 C C Logo. Cargas de sinais opostos se atraem. 621 Alternativa c. Estão corretas as afirmativas II. A carga total do sistema é Q A massa total do sistema é M Q M 0 2M 616 Alternativa c. e F k q1 q2 r2 II. Ao se tocarem. enquanto os elétrons livres se acumularão em B. são: F G 615 Alternativa b. III. Q A 1. Como as esferas são separadas. a esfera A adquire carga positiva e a esfera B adquire carga negativa. porém permanecem próximas. De acordo com o princípio da conservação da carga elétrica: QU 2Qd Qneutro → 2 e → Qd 3 2 e 3 1 e 3 2Qd 0 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO 2Qd 613 Alternativa c. pois um corpo eletrizado (B) não repulsa um corpo neutro. a esfera contém um excesso de 2 1015 612 Alternativa c. 617 Alternativa b. 620 Alternativa d. 623 Alternativa d.6 10 19 3. 20 C 2 C A B 9 C A 2º contato: 9 C 6 C A C 1. Representando os vetores que atuam na carga q. aproximam-se uma da outra. d) Falsa. Após o processo de eletrização por indução. temos: 234 RESOLUÇÃO .

temos: 0). d1. B F Q1 . q F2. 3 Q1 Q3 2 d1. pois além de os vetores força possuírem a mesma direção e sentidos opostos. Veja: Cargas de sinais contrários estão mais próximas → forças de atração maior que a de repulsão 629 Alternativa b. temos: (antes do contato) força de atração ⇒ sinais contrários (após o contato) força de repulsão ⇒ mesmo sinal Portanto. Q ⇒ k0 Q1 Q (3 x ) 2 Q2 Q x2 → Representando as forças. 2 5 3 unidades a) Representando os vetores. Q2 5 2Q. b) Determinando o ponto de equilíbrio: Para que haja equilíbrio.q Q2 d2. F 0. 3 0. logo: → Q2 4 10 27 1. b) Representando os vetores em B: Estando o corpo B em equilíbrio ( F (1) T cos (2) T sen Pe F αT α B F Q1 Q2 ⎛ d 1. temos: 4Q (3 x ) 2 2 x Q x2 1 → 2x x 3 x → x 3 3 Portanto. 3 → k0 F2.q ⎜ ⎜ d2. a carga Q está mais próxima da carga de menor módulo e mais distante da de maior módulo. RESOLUÇÃO 235 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO ⇒ F k k Q Q d2 ⇒ F 10 1 N → Q1 2 d1. Dados: d1. a partícula ocupa a posição 11. Q 30 cm 0.q ⎝ ⎞ ⎟ ⎟ ⎠ 2 → Q1 Q2 ⎛ 6 10 ⎜ ⎝ 2 10 2 2 ⎞ ⎟ ⎠ 2 9 631 Dados: Q1 5 4Q. fazendo com que haja uma compensação no cálculo da resultante. as cargas devem ter sinais iguais. 3 2 → q C Q2 d2. Q3 2 Q1 → F Q 2. A atração ocorre por indução. Representando as duas situações.3 m. 3 k0 Q2 Q3 d2. Dados: Q2 4 Q1. q 2 10 m k Q1 Q2 d 2 ⇒ 3 10 10 1 1 k Q 3Q d2 Para que a carga q fique em equilébrio.1)2 → A região em que a partícula pode ficar em equilíbrio é a região III. 3 2 Q E D Q 625 Alternativa a. 3 x )2 → ( 0.1 m x )2 10 cm 2 4 x2 → 2x → x 2 630 Alternativa d. 2 4 10 m.22 10 6 C 628 Alternativa d.q 2 .Q A Q B FF R q F Para que haja equilíbrio. d2. 3 → k0 Q1 2 d1. q → k0 k0 ⇒ F k Q Q d2 Q1 q 2 d1. devemos ter: F1. dA.q k0 Q2 q d2. Para que o sistema permaneça em repouso. q (condição de equilíbrio) ⇒ F1. 627 a) As cargas A e B possuem sinais contrários já que há força de atração entre elas.3 x 4 Q1 ( 0. devemos ter: F1. logo: Dividindo (2) por (1): P T sen T cos F 2 F P → tg → F m g → F 3 4 3 N 4 k 0 Q1 Q2 d 11 9 109 Q2 ( 0. a nova força será: F Q1 x2 → 0. q F2.q 2 → k Q1 Q2 d2 626 Alternativa b.

0 103 N/C E 4. temos: Desta forma. Dados: Q 6 C E Estando a esfera B em equilíbrio: F 0 → F PB k0 Q A QB d2 . Falsa. isto é. 25 10 1.632 Dados: mA g 10. pois têm sentidos contrários.6 C 2. b) Como q1 e q2 são positivas (o campo é de afastamento). g 16. 6 10 19 n 2 1010 prótons 639 Alternativa a.8 k N/C 635 Alternativa d.2 10 9 Q C 3. 2 104 ( 3 10 2 )2 9 109 633 Dados: mA 50 g 5 10 2 kg. a mesma direção e sentidos opostos. 30°.0 k N/C F q → q F E 4 10 3 2 103 2 10 6 ou 20 C 637 Alternativa a. pois ER 08. q 2 C 2 10 6 C. A intensidade do vetor campo elétrico em questão é dada por E k0 Q d2 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO h2 h 9 109 12 10 ( 4 10 8 )2 1 10 4 101 2 → h2 Assim. Verdadeira. d 6 30 cm →E 0. o excesso de prótons é: n Q e → n 3. Dados F 4. Dados: q 5 C F E q E → 4 10 800 N/C ou E 5 10 3 6 C. Falsa. pois: E1 E2 04. E 2. a força de atração entre as esferas é igualada pela projeção da força peso. os sinais das cargas fornecidas às esferas deverão ser opostos. Dados: m 1 10 10 m/s2 5 kg. mB 100 g 1 10 kg.B A 6 10 9 6 C. pois o campo em P é de aproximação. Falsa. qA 2 qB 4 10 8 C. Falsa.0 mN 2. Isolando as forças. temos: 9 109 2 10 E 1 10 10 50 V/m 636 Alternativa c. k0 mB 1. 2 10 9 1. Logo: q1 q2 0. mais próximas da carga q1. pois têm o mesmo módulo. o rpoduto q1 q2 é positivo.5 10 634 Alternativa c. d 30 cm 3 10 1 m. 3)2 mB g → h2 k0 Q A QB mB g 144 10 4 638 Alternativa d. 02. F 10 6 4 10 E 3 N 5 0. Então. F E P → q E 6 m g 5 N m C2 Representando a situação.12 m E d2 k0 3. 641 08 01.0 m/s2. a quantidade de carga será: Q Q m 0.0 10 3 N. 236 RESOLUÇÃO . qA qB Para que a esfera A possa ficar em equilíbrio.0 10 4 kg. logo: F PxA ⇒ k 0 F F 10 T → 2 1 1 q E → F Tx → F T 20 N 1 2 1 10 6 107 → F 10 N T cos 60° Q A QB d2 mA g sen Q2 d2 m A g sen k0 → Q2 Q2 Q ( 3 10 ) 13 1 2 5 10 10 5 10 9 109 12 640 a) O campo é mais intenso nos pontos em que as linhas de campo são mais próximas.3 m 6 105 N/C k0 Q d2 →E 9 10 6 10 ( 0.

O campo elétrico resultante é ER E1 k q ⎛ d ⎞ ⎜ ⎟ ⎝ 2 ⎠ 2 E1 E2 . devido às cargas. Do enunciado. as abscissas são: 24 6 30 cm ou 24 9 15 cm E E1 k q 25 k q 9 k q 25 k q 16 → E E1 9 25 → E1 25 E 9 645 Alternativa b. temos: Assim a intensidade do vetor campo elétrico resultante (ER) é dado por ER E1 E2. ER 9 109 Cálculo de ER: 2 ER 2 → ER E2 E2 E2 2 E E cos 60° → E2 2 E2 → ER 3E2 → ER 3 E 20 106 ( 0. direção y e sentido positivo. No ponto P. Cálculo de d: E3 k0 k0 Q 2 Q ( 2 1 2 ) 2 → E3 1 2 k0 Q 2 Logo: E3 E2 → E2 E3 2 649 Alternativa e. 8)2 6 → Logo ER 3 k q. 36 → ER 3.642 Alternativa b. 2)2 9 109 64 10 ( 0. o campo elétrico será nulo num ponto situado à esquerda da carga q. têm o mesmo módulo E. temos: E E2 → E E2 16 25 → E2 25 E 16 648 Alternativa d E2 Como as cargas elétricas. 646 Alternativa a. o campo elétrico resultante é paralelo à reta que une as cargas. 644 Alternativa c. Q1 E 1 E2 → k0 x2 3 10 x2 6 k0 Q2 ( 36 x )2 E k0 k 75 10 6 ( 36 x )2 q 52 q 32 q 42 → E → E1 → E2 k0 k0 k0 q 25 E1 E2 q 9 ( 36 2 2 k 25x 24x x2 x (36 72x 3x 9 54 x) 2 1296 0 6 Logo: 0 → x Logo. 643 Alternativa b. E2 k q d2 4 4 kq d2 4 kq d2 d2 32 (3 3 ) q d2 2 → d2 9 27 → d2 36 → d 6 Cálculo de E: E k0 →E k0 q 62 →E k0 q 36 RESOLUÇÃO 237 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO 1 x2 25 x )2 q 36 .6 106 N/C 647 Alternativa e. Como Q q e EQ Eq.

2 10 19 E 9. temos: ER 0 650 00 (V) 11 (F) Como é grandeza escalar. b) t L Vx 1 2 at 2 1.Logo.088 10 d) vx 8.8 10 m 1. o campo elétrico resultante não é nulo em nenhum ponto.6 ? 10215 N A força F vertical e dirigida para cima. a aforça elétrica tem o mesmo sentido do campo elétrico E. 0 10 2 1. temos: m a 2 10 17 3 102 2 a 6 m/s 657 Alternativa b.0) 10 9)2 4 0.0 107 m/s 238 RESOLUÇÃO . ela é neutra. temos: SIMULADÃO: RESOLUÇÃO 10 kq 8kq → ER L2 4L2 5 Sendo E1 E2. F p q E → Fp e E F q E →F 2e E 1 2 Fp F e E 2e E 658 Alternativa c. Logo. A gota 1 desvia-se no sentido do campo E.6 10 15 10 651 E k0 Q d2 → 4. Logo. a força elétrica tem direção e sentido concordantes com o campo elétrico.1 10 2 (1.5 108 9 109 Q (10 1 )2 → 660 Alternativa c. P F → P qE P P 2 10 6 10 8 10 3 10 N 2 659 Alternativa a. 5 106 9 109 5 50 10 C → Q x 10 5 C ⇒ x 50 652 Alternativa a.0 ? 104 5 1. temos: VQ V VR 2 V Vq V E2 22 (F) Se q Q. Se a gotícula realiza um movimento uniforme. 44 (F) Para cargas de mesmo sinal.0 10 9 s c) y 1 2 1 2 15 31 F 2 t m 1. → Q Q 4. • Como a carga elétrica é positiva. • O vetor campo elétrico é tangente à linha de força em sentido concordante com ela. pois o campo elétrico é vertical e para baixo e a carga q é negativa. A gota 2 não sofre desvio. ela é negativa. temos: F E P→q E 3 105 N/C m g → 3. F m a → q E 4 10 a 19 Substituindo 2 em 1 . Se a acarga é positiva.. 6 10 9. A gota 3 desvia-se no sentido contrário de E. 661 a) F 5 qE 5 1. 656 Alternativa c. Logo. ela é positiva.6 ? 10219 ? 1. ER 4 kq d2 ⎛ d ⎞ ⎟ ⎜ ⎝ 2 ⎠ 2 4 kq d2 d 2 → L2 8 kq d2 1 654 Alternativa d. 0 107 1. 653 Alternativa b. 33 (F) O potencial resultante só será nulo no ponto médio do segmento que une as cargas. o movimento será retilíneo e uniformemente acelerado. Sendo: L2 d2 4 d2 L2 d2 5d2 4 4L2 5 655 Alternativa c. Logo.

0 10 7.87 1012 t Ep 5. 40 Vx vyt 8.87 10 s k0 9 109 Q q d 1 10 → 4.36 105 1.1 8 1. (F) O trabalho (variação da energia potencial) é inversamente proporcional à distância entre as esferas.8 10 4 8 02 (F) Como o potencial elétrico é grandeza escalar: V q V VR 2V V V q 04.8 106 4.67 10 27 v2 32.2 10 m FR 16. temos: 0.87 10 12 d Ep d b) v t Então: 2.8 10 2. teremos carga total no sistema igual a q.vy at F t m 1.36 105 m/s 16 1 2 1. A pressão. (V) Representando os vetores: FR F F 0 F F 0 662 a) A velocidade inicial do próton é: Ec 1 mv2 → 2.8 10 4. temos: dC 2dB ⇒ VC ma → q E 7 10 4 m g 3 m a 10 10 3 10 10 10 a 3 m/s2 VB 2 10 V O tempo de subida é: v v0 at → 0 6 3t → t 2s Como o módulo do vetor campo elétrico varia inversamente com o quadrado da distância: dB O tempo para retornar ao solo é: tT 2 t → tT 2 2 4 s` dC 2 ⇒ EB 4EC 80 N/C 665 01.45 10 4 J 2ad → 0 0. 08. No trecho AB o movimento da carga é retilíneo uniformemente acelerado.87 10 m/s Na 2ª situação. (V) Representando os vetores.6 10 3 104 1. O campo elétrico é uma grandeza vetorial.8 10 s 1. (F) Em relação à situação inicial. ela atinge a superfície D com velocidade nula. Ep 500 N/C Vp Ep 3. Como a distância CD é igual à distância AB.8 106 m/s 4. No trecho CD o movimento é retilíneo uniformemente retardado e com a mesma aceleração.3 10 2 8 4 2 7. 6 10 9. em módulo. temos: Ep Cálculo de d: v 2 1. isto é. (V) Representando os vetores: 669 Alternativa b.3 m 30 cm 667 Alternativa d.4 m Portanto: d d d d → d 0.05 m ou d v0 at → 0 7 28. não neutro. do trecho AB. 668 Alternativa b. com a mesma velocidade com a qual ela entra nessa região.0 103 V k0 Q d2 Q d2 → ER E E 0 → 500 9 109 1 RESOLUÇÃO 239 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO .67 10 27 12 m a a 2 Ep Ep k0 Q q d 4 → Ep J 9 109 1 10 7 2 10 0. a energia.7 1010 v 666 A energia potencial na 1ª.5 10 7 5 2 10 d 8 663 Alternativa e.4 0.1 0.situação é: q E 19 Cálculo da aceleração do próton: F a q E → 1.0 10 8.5 10 4 5 1. Como o potencial elétrico varia inversamente com a distância. a temperatura e o potencial elétrico são grandezas escalares.4 10 2 v2 5.0 10 9 0. 664 As forças que agem sobre a bolinha são: A aceleração é igual a: F 10 a P 6 d 0. Então: 01 08 16 25 28. No trecho BC o movimento é retilíneo e uniforme.18 107 e) t y y y 1.35 10 J 4 → Ep 0. a mesma velocidade com que foi colocada no ponto P.1 10 15 31 1.7 10 5 cm 10 2 2. portanto.

†Fel. VM V A V B → V M k0 (qA d V 2 103 2 kV k0 k0 q B) 9 678 Alternativa c. Logo: VA VA Supondo-se a força elétrica que age sobre a partícula a única força atuante. †AB Ec → q U 5 10 4 Ec 2 ⎛ Q1 ⎜ ⎝ 3 Q2 ⎞ ⎟ 2 ⎠ 100 Ec J. a carga é negativa: Q 670 Alternativa a. 2) Para que o campo elétrico seja nulo. 2 672 Alternativa e. Fel d .0 103 9 109 Q d 2 Potencial de duas cargas: V V V 80 V V → V 40 40 Dividindo 1 por 2 . q E Efetuando os cálculos. As condições 1 e 2 ocorrem simultaneamente na opção e. sabemos que: †R Eic f Ec VM VM 9 10 0. obtemos: k0 2d ⎛ ⎜ Q1 ⎝ 3 8 Q2 ⎞ ⎟ 4 ⎠ k0 2d ⎛ Q1 ⎜ ⎝ 3 Q2 ⎞ ⎟ 2 ⎠ 677 Alternativa e. †xy Q (Vx Vy) †xy †xy †xy 4 10 4 10 6 6 0. O potencial do ponto A é a soma algébrica dos potenciais criados pelas cargas Q e Q. para que o potencial elétrico no ponto C seja nulo. Ec 5. Logo.0 10 Como VM VN. sendo Fel.0 10 6 2 10 C C 674 1) Em virtude da simetria. obtemos: VA k0 Q 12 Portanto: q E d 1 mv2 2 673 Potencial de uma carga em P: V 5 40 V 240 RESOLUÇÃO .6 10 3 ( 4 102) J Potencial em N: 1. ela é a resultante. pois a partícula está inicialmente em repouso 1 mv2. Logo. é necessário e suficiente que as cargas colocadas nos vértices não consecutivos sejam iguais. Do teorema da energia cinética. k0 Q AB ⎛ 1 k0 Q ⎜ ⎝ 3 k 0 ( Q) AB 1⎞ ⎟ 4 ⎠ 1 mv2 2 0 Como a força elétrica é constante.Vp k0 Q d → 3. 675 Alternativa a.0 m Voltando em 2 : 9 109 Q →Q Como Vp 3 103 d → 9 109 Q 6 3 103 6 → 2.6 10 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO VN VN V1 k0 2d V2 → VN k0 Q1 6d k0 Q2 4d 676 Alternativa a. o seu trabalho pode ser calculado por: †Fel.1 (5 10 6 2 10 6) 270 kV Na situação apresentada: Eic f e Ec 270 103 V ou VM 0. †AB Ec → q V V k 0 k q 4 10 2 10 6 9 Q1 Q2 V qA dAM qB dBM 671 Alternativa e. pois o campo elétrico é uniforme. vem: d 6 1 → d 6. no ponto C. Potencial em M: VM VM V1 k0 2d V2 → VM k0 Q1 2d k0 Q2 8d ⎛ ⎜ Q1 ⎝ Q2 ⎞ ⎟ 4 ⎠ (800 4 1 200) 1. basta que a soma das cargas colocadas nos vértices seja nula.

a) A m a → q E m a →a q E (Falsa) m b) A trajetória é retilínea. 682 Alternativa d. Cargas positivas abandonadas num campo elétrico sujeitas apenas às forças elétricas deslocam-se para pontos de menor potencial. a força elétrica é constante. †F εp → q (VA VB) εp Logo. Logo. pois VJ VL. 683 Alternativa b. Caminhando no sentido das linhas de força. 689 Alternativa a. a força tem mesma direção e mesmo sentido do campo elétrico (Falsa). e) Como q 0. Verdadeira 02.8 108 V 04. o potencial em todos eles é o mesmo. pois o campo é ascendente e a carga é positiva (Falsa). Logo. portanto. Sendo a carga positiva ( Q). pois VB VC. VAB VA VB E d → VAB 6 107 3 VAB 1. Todas as alternativas estão corretas. 685 Alternativa d. é desviado para a esquerda com trajetória em forma de um arco de parábola.1 10 31 v2 8 3 106 m/s Assim: Q m v Q 9. U 2 m v2 2 → 1. o deslocamento é espontâneo para ontos de maior potencial (de 1 para 2).8 10 6 J U E d → (VA VB) E d 120 20 000 d d 6 10 3 m ou VO 8 (200 80) 687 01.1. U14 16 31 688 Alternativa c. Logo. o potencial é o mesmo.6 10 v 19 2 104 10 3 1 2 9. Como q 0. Sendo †14 (Falsa) Então: 01 02 d. Logo.8 108 V VBC VB VC 0.1 10 31 686 Alternativa d. a diferença de potencial entre I e J (VI VJ) é a mesma que entre I e L (VI VL). o potencial diminui e para ontos situados na mesma vertical. A estrutura metálica dos veículos atua como blindagem eletrostática. Portanto somente as afirmativas III e IV são corretas. sendo V1 0. a ddp é nula entre as placas 2 e 3 e o movimento é uniforme. 03 → E 400 V/m (V2 08. εp q (VB VA). c) †P1P2 → EcP 2 Ec → q E d EcP 2 EcP 1 → q E d (Verdadeira) 6 10 V d) Num campo uniforme. 0 681 Alternativa e. †AB q (VA VB) → †AB 4 10 †AB 4. †AB q (VA VB) → †AB Mas: U E d →U U 80 V 6 16. entre 3 e 4 o potencial decresce e o movimento é retardade (verdadeiro).04 Então: †AB 6 10 6 80 †AB 480 10 6 4.6 10 19 1 2 →v 6. U12 E d12 → E U12 d12 V1) (Verdadeira) 12 0. 691 Alternativa b. não permitindo que as cargas penetrem no seu interior.0 105 m/s 690 Alternativa e. A ddp entre o ponto O e o ponto P é dado por: VP VO VO VO E d 5 103 1 10 50 V VP 50 V 2 8 3 10 6 2. RESOLUÇÃO 241 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO 680 Alternativa e. o movimento da partícula é uniformemente acelerado (Falsa).8 10 4 J †F Ec 9 10 E c0 → q U 31 684 Alternativa d. o que faz com que o trablho realizado entre quaisquer dois pontos seja nulo.4 10 24 N s VP VP (V) 679 Alternativa b. Como U23 (Verdadeira) 32. †14 0 (Verda0. conclui-se que de V4 para V1 sua energia potencial aumenta mais. E q U14. vem: †14 04 08 E V4. †14 deira) q (V1 V4). 2 103 0. temos: U 0. Se a carga elétrica da partícula for negativa a força elétrica F tem sentido oposto ao do vetor campo elétrico E e. VAC VA VC VA VB → VAC 1. . Como todos os pontos são eqüidistantes da carga geradora do campo.

9 109 → Vsup.5 103 N/C Q 2R Q ( 2R )2 Logo. pois o carro é uma blindagem eletrostática (gaiola de Faraday). Então: 01 04 08 64 77 698 Alternativa c. Q3 5 4 C. O potencial decresce no sentido do campo elétrico. a alter- 22. Determinando a carga máxima: E k0 k0 Q R 9 → 900 C 9 109 1 Q 10 2 → 1 10 697 Alternativa b.0 10 6 C. 699 Alternativa b. 02. 04. Vsup.5 103 N/C 6 Como não há interação elétrica na parte interna da casca esférica.4 cm 32. Dados: R 10 cm 0. Quanto maior a densidade superficial de carga. EA EB k0 k0 QA d2 A QB 2 dB 9 109 32 10 82 6 4.08 m Como d Vsup. não ocorre movimento ordenado de cargas elétricas (o condutor está em equilíbrio eletrostático). 4. 64. 0 10 0. alternativa verdadeira.692 Dados Q1 5 8 C. Esup. 44. mais fácil é a sua transferência para outros corpos. Cuja intansidade é: E ⎛ ⎜k 0 ⎝ Q1 ⎞ 2 ⎟ h1 ⎠ ⎛ ⎜ ⎝ ⎛ ⎜k 0 ⎝ 8 2002 Q1 ⎞ h2 ⎟ ⎠ 12 1202 ⎛ ⎜k 0 ⎝ Q3 ⎞ h2 ⎟ 3 ⎠ (VA VB V C) E E E 9 109 4 ⎞ ⎟ 1002 ⎠ 696 Alternativa c. Ocorreu uma indução total. h3 5 100 m Campo elétrico resultante no solo E: E E1 E2 E3 VC 6. Ep → 1 k 2 0 Q R2 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO k0 Q R2 → d2 2R2 → → Q Q → 3 106 R2 30 C 9 109 Q ( 3 10 1 )2 → → d2 2 1 → d 2 1. Falsa. Q2 5 22 C. 16. 700 Alternativa e. Q 6 10 8 C. O potencial ao qual a carga fica submetida é o da superfície da casca esférica. Falsa.1 m.3 104 V (Verdadeira) VD) depende da carga. k0 R → Vp Q R 4. VA VB → VC 6 k0 QA dA 6 k0 ⎞ ⎟ ⎠ QB dB V E k0 k0 2R ⎛ 32 10 9 109 ⎜ ⎝ 8 18 10 6 242 RESOLUÇÃO . Logo: Q R Vsup. Verdadeira. EA 11. Falsa. Estando o condutor em equilíbrio eletrostático. temos: Ei Vi Vi Q 0 → R 900 V 1 cm 1 10 2 2. h2 5 120 m. Falsa. Como † q (VC nativa é falsa. 08. Dados: R 10 cm 10 9 C 10 10 2 m. A carga induzida na superfície interna tem mesmo módulo e sinal contrário ao da carga colocada no centro da esfera.1 106 V/m 21 105 V/m m 693 77 01.4 103 V 695 00. pois Ei 0. 33. 9 109 18 10 62 4. Verdadeira.0 C 4. Do gráfico.6 105 V V 5. Verdadeira. o potencial num ponto interno é igual ao potencial em um ponto da superfície.0 cm 0. A carga na superfície externa é igual à carga no centro da esfera metálica oca. pois é o poder das pontas. VC VC EB. pois está concentrada em sua superfície.1 6 V k0 → V 9 109 6 10 8 10 10 2 3. h1 5 200 m. a força elétrica é nula. Q d 8. Verdadeira.Falsa. isto é. q 694 Alternativa a.

9 10 R k0 2 Os elétrons deverão se movimentar da esfera de menor para a de maior potencial: Q R 2 → 100 9 109 10 9 R → VA m m 9 cm VA 1 18 QA CA 9 10 QA RA k0 6 QA k 0 RA → VA 3 10 0. Do gráfico: d 15 10 Vext. Vext. Dados: RA 10 cm 5 cm 0. 05 Q C V→Q 1 18 10 19 300 → Q 1.05 m.701 Dados: R 1 m.10 m → Ei d E E 3. QA 3 2 10 6 C 10 6 → 10 10 12 100 V Vi R a Vsup. d 1. RB . 2 →Q 10 9 C 707 Alternativa e. 50 →C 9 109 VB 10 9 F 8 QB RB k0 6 QB k 0 RB → VB 2 10 6 k0 0.1 6 k0 30 10 QB CB k0 703 Alternativa a. QB 0. C R →C k0 0. 1. os elétrons deslocam-se da esfera maior para a menor. 7 10 32 Q q QA QB C A VA → Q A CB V B → Q B VB. não há passagem de carga entre os condutores porque seus potenciais são iguais. C 60 V k0 Q V Q → 60 d 2 m QB . Logo: Ei 0 705 Alternativa e. 5 10 Portanto.0 cm e d 10 cm são pontos internos.0 m k0 Logo. ou seja: VA R 9 109 Q 1.25 10 7 C VA VB K0 k0 QA RA QB RB → VA → VB k QA R QB R b) E →E k0 Q →E R2 9 109 1. CB 2 k0 k0 k0 k0 Considerando A AA 4πR2 e AB 4πR2 (área da esfera): 4π(2R)2 16πR2 Como VA QA t 2R → QA QB 2 709 Alternativa a. no sentido oposto ao sentido do campo elétrico. → 702 Alternativa e. F 10 8 C/m2.1 m. k0 9 109 N m2/C2 QA 2 QB 16 R2 a) F Q → 10 S 8 Q →Q 4 (1)2 Calculando os pontencias VA e VB das esferas: 1. pois Q C V → Q R k0 V 0 8 708 Alternativa c. 25 10 12 7 1 k 2 0 → Como QA VA 1 k 2 0 1. então: QA AA 2VB → 2 QB AB → QA 4 R2 QA 6Q e QB Q RESOLUÇÃO 243 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO 10 9 V → V 100 V C.12 103 N/C QB 2 → VA k0 QB 2 R VB .7 10 C VB 40 10 k0 704 Alternativa a. CA 3R e CB k R k Como VA VA VB . vem: QB k 0 R → E 9 109 RA k0 RB k0 VA VB 2R k0 R k0 VA VB 17 V/m 706 Calculando as capacitâncias das esferas A e B: RA RB R R CA . d 0. Sob mesmo potencial terá mais carga a de maior raio.

Usando o teorema da energia cinética. temos: † Ecf Eci → † 3.25Q 3R k 7Qk 4R Q U C 0.2 10 15 J Daí.Devemos ter: QA 7Q 7Q V Logo QB C AV área E 1 2 QA CBV QB E 1 2 Q 5 V 10 → E 2.5 10 4 5 10 5 J 3R V k 7Qk 4R R V k E 25 10 J 5 715 Q a) U C 5. Q 5 10 5 C Podemos determianr a energia armazenada no capacitor com o cálculo da área sob a curva: 244 RESOLUÇÃO . 712 Alternativa e. Dados: C Q 4 10 6 F. b) Ep C U2 → Ep 2 1. A capacitancia de um capacitor de placas paralelas varia segundo a equação C ternativa d é verdadeira.8 10 2 F 2 Como . vem: † ou V b) U 2 10 4 E A .2 10 V 15 1. Dados: Q 2 10 6 0→† 3.18 10 1. vertical e para cima.2 10 15 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO 711 Alternativa d. 8 10 ( 30)2 2 → Ep 16. temos: O elétron fica sob a ação de uma força de módulo F. 4 10 30 3 QA QA C AV ⇒ Q A 5.2 J 710 Alternativa e.9 C 6002 2 F 5 10 6 C U → Q 3 10 3 600 C 5 10 5 714 Dados: C F.6 19 U → U 2 10 4 V E d → 2 104 1 10 N/C 6 E 2 10 2 C. temos: Determinando o novo potencial: C V Q V → V 4 10 2 10 20 kV 6 10 → V 2 104 V 20 102 V 713 a) A quantidade de calor produzida no resistor é igual à energia potencial do capacitor. 8 36 104 5 10 6 → 0. Representando pela mesma letra os pontos de mesmo potencial. a ald q U → 3. U 6 104 V E Determinando a capacitância: C Q V → C 2 10 104 → C 2 10 10 F 717 Alternativa b. U 6 2 102 V 2 102 8 10 4 Determinando a carga acumulada: C U → Q 4 10 C 716 a) Representando o canhão eletrônico. Logo: Ep C C b) Q Q C U2 2 1. Portanto. os elétrons vão de B para A.4 10 90 60 →C 3 C 30 V 5.

6 ⇒ Ceq Determinando a carga armazenada: Qeq Ceq Ueq → Qeq 3.718 Alternativa e. 32 8 10 18 4 1022 A Q t Q t Q t 5. q i 1 t 2 R s V → ∆t t t Substituindo 2 em 1 : q q V →i i 2 R 2 R V 726 Alternativa a. perdendo energia cinética e transformado-a em energia térmica.8 10 38 C Eletrodinâmica 721 Alternativa c.1 1023 6 Dt 20 min Q 1.2 F 1. que apresenta um enorme número de colisões e. fica muito aquecido. 32 Q elétrons 1. 28 10 1s Q t 17 Q 5. os portadores de carga são os elétrons livres.8 F N área dos triângulos (em paralelo) Ceq 1. – Para que exista corrente é necessário que. – Senco o condutor neutro: a carga total é nula. – Sentido convencional da corrente: contrário ao do movimento dos elétrons livres. ou seja.1 1023 6 1 200 5 792 g ⎫ mtotal ⎬ 1 200 s ⎭ mtotal RESOLUÇÃO 245 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO (102)2 . gerando pouca dissipação. exista uma ddp. conseqüentemente.1 mg de prata Q a) i 6 A 6 C/s t t 1s→ Q 6C ⎫ ⎬ Qtotal 21 600 C t 1 h → 3 600 s ⎭ b) mtotal Q t 1. Q 54 4 Q2. 723 Quando estabelecemos uma ddp entre dois pontos de um condutor. 9 10 19 elétrons c) i 729 a) i b) i Q t 0. apresenta um número de colisões relativamente baixo. q q i →4 → ∆q 240 C t 60 q n e → 240 n 1.5 1021 1 C 1 4 1 5 1.6 10 19 → n 727 Alternativa d. Neste momento os elétrons colidem com os átomos da estrura do condutor. área do trapézio ( 2 8) 64 10 3 0. o fio que liga o ferro à tomada é bom condutor. t 20 s Q 320 →i 16 A i t 20 725 Alternativa c. Determinando o capacitor equivalente: (em paralelo) Ceq1 (em série) 1 Ceq 6 1 12 6 1 4 12 F → Ceq 3 F Determinando a carga equivalente: Q C U ⇒ Q 3 Q1 18 54 C Dependendo do tipo de condutor. – Sendo o fio metálico: os portadores são elétrons livres.32 C Q 2 0. Determinando o capacitor equivalente: 1 (em série) Ceq1 1 6 1 3 → Ceq1 2 F 5 F (em paralelo) Ceq Ceq1 3 F → Ceq 2 R V 2 A energia armazenada será: Ep Ep 1 C U 2 → Ep 2 1 5 10 2 6 2. a quantidade de colisão aumenta ou diminui.28 10 17 C C/s 730 Dados: i 6 A. obrigamos os elétrons a entrarem em movimento ordenado. Para t 1 min 60 s.5 A 60 s t 728 a) Q Sendo série. 1 C → 1.5 10 2 J 720 Determinando o capacitor equivalente: (em série) 1 C 1 2 1 3 ⇒ C 1.6 F 3. 722 Alternativa e. entre os pontos A e B. No caso. Q Q 3 10 30 C 30 C Q i 0. logo: 13. 724 Alternativa d.5 V U2 → U 2 719 Alternativa b. O mesmo não acontece com o resistor.2 1 6 1 ⇒ C 1.7 b) n e 1. – Sendo o fio metálico. Dados : Q 320 C.

731 Alternativa d. Dados: i 200 mA 1 min 60 s i

0,2 A; e
1

1,6
19

10

19

C;

t

739 a) De acordo com o modelo enunciado representamos abaixo os três átomos de ouro.

n e → 2 10 t

n 1, 6 10 60

n n

2 10 1 6 10 1, 6 10 19
7,5 1019 elétrons Calculando-se a resistência do condutor filiforme:

732 Alternativa a. U R i → U 100 20 10 733 Alternativa a. U R i → 40 R 20 → R U R i→U 2 4 8V 734 Alternativa d.

3

2V

2W

L 12 10 10 1,6 10 8 ∴ R 150Ω A 6,4 10 20 b) Utilizando-se a definição de resistência elétrica: R

R
, temos: A R é diretamente proporcional ao comprimento versamente proporcional à área A. ρ 735 Alternativa c. R ρ D2 4 ρ D2 4 eR ρ ( 2D )2 4
D
2

U i

10 1 8 10

6

∴ R exp erimental

12.500Ω

Da expressão R

e in-

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

740 Alternativa c. Se o pássaro tocar simultaneamente em dois fios de alta-tensão, uma violenta corrente elétrica percorrerá o corpo dele e, como receberá um choque terrível, morrerá eletrocutado. 741 Alternativa b. P U i → 30 120 i → i i i

R R

1 1 4

R → R

4

0,25 A ou 0,25 103 10 250 mA

3

A

736 Alternativa c. R ρ d2 4 ρ eR ρ 2 ( 2d)2 4
d2 2

R R

d 4 2→R

2

R R

1 1 2

742 Alternativa b. A “queima” da lâmpada depende da resistência do filamento e da ddp em que está submetida. Na nova lâmpada a resistência do filamento será bem maior, pois praticamente não depende da ddp aplicada. Então, a sua vida útil será bem maior e, conseqüentemente, a freqüência de “queima” será menor. 1102 Para a lâmpada (60 W – 110 V), temos: P1 R1 Para a lâmpada (100 W – 220 V), temos: P2 Como R2 R1 , vem: P2 P1 (menos luminosidade) E2 E1 (menor consumo)

R → R

R 2

1102 R2

737 Alternativa c. Trata-se da aplicação de: R1 2R2 , ou seja: S1 2 S1 S1 S2 738 Alternativa b. U1 2 R1 → R1 0, 2 i1 U2 8 R2 → R2 0, 4 i2 R1 R2 ρ1 ρ2
A A

1 2

10 W 20 W

743 Alternativa d. A potência elétrica nos terminais do chuveiro é dada por: Pot U i Para uma mesma potência, quanto maior for a tensão U, menor será a intensidade de corrente elétrica i. Com a redução da corrente, a fiação pode ser mais fina, implicando num custo menor. 744 Alternativa d. O forno de marca A (220 V; 1 500 W), ligado a uma ddp de 110 V, dissipará 375 W.

R1 R2

1 2

10 20

1 2

1 2

246 RESOLUÇÃO

O forno da marca B (115 V; 1 300 W), quando ligado a uma ddp de 110 V, dissipará r calculando como: (115)2 (110)2 r 1 190 W 1300 745 Alternativa c. Forno: t E E P t 6 min U i t
1 h 10

33. Q

mc t→ Q

C t →

t

Q C

Se C2 Q

C1 , teremos: 2

C2 ∆t → Q

C1 2

t →

t

2Q C1

2Q C

(aumentará). 44. Falsa, pois do trabalho † ∆t RI2 ∆t, obtemos

1 → E 180 Wh 10 Lâmpada: (60 W – 120 V) E P t → 180 60 t t 3h

120 15

† (se R diminui, a diferença de temperatuRI2

ra ∆t aumenta). 105 748 Alternativa e. Procura-se transmitir energia elétrica utilizando alta tensão e baixa corrente, de modo que a potência dissipada (pd R i2) seja pequena. P 4 107
9

746 a) E

P t 1,4

i t

2,5

107

2

10 3 3600

103 kWh

c) energia total em calorias: E 105 E’ 10
3

i t

2,5

2 cal

5,0

109 J

5, 0

10 4 ,2

30% E

para t m

30 5,0 109 15 109 cal 100 4,2 42 10º C ⇒ Q E’ m c T

E′ c∆T
0,36

15 109 42 1 10
105 kg 3,6 104 kg

energia elétrica consumida pelo equipamento energia elétrica total consuminda

0,36

10 g

8

100%

747 A quantidade de calor recebida pela água em 1 min 60 é:

A energia elétrica consumida por um tipo de equipamento (E) é dada pelo produto: número de equipamentos (n) vezes potência do equipamento (P) vezes tempo de utilização ( t). E n P t 750 a) Projeto 1 2 3 4 P P P P R i2 R i R i R i
2 2 2

d
Q Q

m → 1 v
mc t→ Q 2000 J

m 500

→ m

500g
500 cal ou

500.1.1 → Q

Potência 40 52 40 0,5 20 5
2 2 2

1 000 W 10 W 500 W 5W

00. A potência dissipada pelo resistor é:

Pot

† ∆t

→ Pot

2000 60

≅ 33W

Alternativa verdadeira. 11. Falsa, pois

20 0,5

Pot

† t

→ Pot

2000 60

Portanto, deverá ser escolhido o pojeto 4, no qual temos a menor perda por efeito Joule.

33 W
†1 , isto é, 4
b) A energia dissipada em 1 h 3 600 s é: E P t → E 5 3 600 → E 18 000 J 751 a) Chuveiro 1 U2 P1 R1 P1
2202 20

Com uma corrente

I , teremos †2 2

a água deve aumentar 0,25ºC/min. 22. Verdadeira, pois Pot

Pot1 2

2

.

2 420 W

RESOLUÇÃO 247

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

b) número de casas

1, 4 3,5

103 kWh 102 kWh

U2 R Se R R→P P U2 P R Diminuindo a resistência elétrica do chuveiro, obteremos uma maior potência, logo, aquecerá mais. 749 Alternativa e. A fração percentual do consumo de energia eleetrica, para cada tipo de equipamento, é dada por:

Chuveiro 2 U2 P2 R2 P2

P R 4 840 W R R

2202 10

U2 R U2 P 1102 4 400
2,75 Ω

R R R

U2 P 2202 4 400
11 Ω

Portanto, o chuveiro com R 20 Ω consome menos potência, é mais econômico e aquece menos. b) E P 484 30,25
f

Assim: Q t m c 30,25 1 ( 695,75
f

R R

11 R → 2, 75 R

4→R

4R

2 420 1 0,2 30,25 uf
f

23) 756 Alternativa c. PR UR UR R 1,44 W 12 V 9,0 V 100 Ω P R

1 179,75 1179, 75 39 °C 30, 25 U i U 40

U2 P
(UR )2 R

(12)2 1, 44
92 100

100 Ω

752 a) P 12 000

0,81 W

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

U

12000 40

300 V

757 71 (01) correta → A potência de dois chuveiros é 13 kW, portanto: † Pct t → † 13 0,5 6,5 kWh por dia de uso; logo: † 6,5 kWh 30 → † 195 kWh parar um mês de uso. 480 (02) correta → Determinando a energia diária de cada aparelho: 4 0,025 2 0,2 kWh 3 0,040 5 0,6 kWh 4 0,060 3 0,72 kWh 3 0,1 4 1,2 kWh 2 0,080 8 1,28 kWh 2 6,5 0,5 6,5 kWh (04) correta → Para os chuveiros, temos:

b) 1 km 1 000 m R 3 10 4 103 c) UBC R i

3 10

1

0,3 Ω

0,3 40

12 V

d) Pd R i2 (potência dissipada na linha) Pd 0,3 1 600 480 W e Precebida 12 000 11 520 W 11,52 kW 753 Alternativa a. E P t → E 1,5 0,12 → E 0,18 kWh Como 1 kWh custa R$ 0,18, o custo será: 0,18 0,18 R$ 0,032

754 Alternativa c. Durante um mês o chuveiro elétrico consome 25 % do consumo mensal total, que é de 300 kWh. Assim: Eel 25 % 300 kWh 75 kWh Sendo P 5 000 W 5 kW a potência elétrica do chuveiro e t o intervalo de tempo de utilização pelos quatro moradores, em um mês temos: Eel P t 75 5 t t 15 h

P t P t

6 500 W 30 min 6 500 W 25 min

6,5 kW 2 0,5 h 30 6,5 kW 2 25 h 30 60

123 kW 15 h 13 kW 12,5 h

195 kWh

162,5 kWh

15 h Em um dia, o tempo de utilização é de 0,5 h 30 30 min. Logo, o banho diário de cada morador tem duração de: 30 min 4
7,5 min

(08) falsa → Para cada chuveiro temos uma corrente elétrica de: P U i → 6 500 220 i → i 25,55 A Portanto, para dois chuveiros teremos: itotal 59 A (16) falsa → Para as lâmpadas 0,2 0,6 0,72 1,2 2,72 kWh †total 81,60 kWh (mês) Para a geladeira: † P t → † 0,6 3 30 54 kWh (mês) 30

755 Alternativa e. Rio de Janeiro Recife

(32) falsa → Para a geladeira temos 54 kWh (mês) Para os televisores: † 0,16 8 30 38,4 kWh (mês)

248 RESOLUÇÃO

(64) verdadeira → Para as lâmpadas: †total 81,60 kWh 1 kWh ⎯ R$ 0,20 → x R$ 16,32 81,60 kWh ⎯ x 01 02 04 64 71 758 Alternativa d. Pela tabela, verifica-se que uma lâmpada com dados nominais (60 W – 120 V), utilizada em uma tensão de 127 V, fornece maior potência, maior intensidade luminosa e menor durabilidade. 759 a) P V T V
P

• O trabalho total é †t 2 3,6 107 J 7,2 107 J por segundo e †t 2 2,16 109 J 4,32 109 J por minuto. • O número de árvores é: †t 4, 32 109 →n → n 3,08 → n Qt 1, 4 109 n 3 árvores 761 Alternativa a. Pu n → 0,85 Pt Pt U i → 1 000

850 → Pt 1 000 W Pt U 10 → U 100 V

n R T→n

P V R T

27 273 300 K x S, onde S área do pistão
F mas F S

k

x

P

k

x S

k
n

120

1, 0 104 ( 0, 50)2 8, 31 300

2 500 2 493

Potência (W)

100 80 60 40 20 0 0 20 40 60 80 100 Tensão (V) 120 140 130

n

1,0 mol

b) R U Q

20 Ω 6,0 V

P

v2 R

mas Q
36 20

E

P

t

v R

2

t⇒ Q

10 60

1,1 103 J 763 Dados: U 100 V; Vágua 5 → mágua 5 kg; 20 °C; f 70 °C; t 20 min 1 200 s; dH20 i 1 g/cm3; cH20 4 J/g °C Determinando a quantidade de calor necessária: Q m c → Q 5 000 1 (70 20) → Q 25 104 cal 1 cal ⎯ 4 J → x 106 J † 25 104 cal ⎯ x Determinando a potência: P P
† →P t
U2 →R R

c)

P0 V0 T0

P1 V1 T1
300 363 K

k ( x )2 T0

k ( x1 )2 → T1 T1

( 0, 55)2 ( 0, 50)2
d) † † † e) U U

1 1 k ( x 1) 2 k ( x)2 2 2 1 2 ( 0, 50)2 1,0 104 ( 0, 55) 2 1 104 0,0525 † 2,6 102 J 2

[

]

106 12 102
U2 P

1 12

104 W 12 W

104 1 12 104

Q † 1,1 103 J

U

1,1 103

2,6 102
U2 1202 W → P 360 W 360 J/s R 40 Como 1 cal 4 J, temos P 90 cal/s. P t m c → 90 1 080 m 1 (42,5 20) m 4 320 g → m 4,32 kg

764 a) P

760 • Energia consumida por segundo: † 10 kWh → † 10 1 000 3 600 → † 3,6 107 J Energia consumida por minuto: † 3,6 107 60 → † 2,16 109 J • Energia gasta com 1 kg 1 000 g de madeira (5 – 5 kg – 5 000 g) Q m c t→Q 5 000 4 (100 30) → Q 1 400 000 J 1,4 106 J • 1 árvore → 1 t 1 000 kg → Qt 1,4 109 J

b) P m c 90 (16 10 800

t

Qágua
água

Qbloco
bloco

m cb 25)

6) 60 5 400 cb (35 25) 54 000 cb → cb 0,20 cal/g °C

4 320 1 (35

RESOLUÇÃO 249

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

x x S S R T

762 a) Do gráfico temos: U 130 V → P 100 W Pu b) P U i i Pt U c) U R i R i

k ( x )2 R T

100 130 130 10 13

10 13

0,77 A

169 W

n

765 a) A potência teórica gerada é:
m g H † t t Da definição de densidade, temos:

Pot

1 Re 1 Re

1 R 4 R R 4

1 R

1 R

1 R

m

m →m V

m V
V g H t

Re

Logo: Pot mas

768 Alternativa 02. Simplificando o circuito, temos:
4 A 1 B 3 B 2 A

V Z (vazão), logo: Pot m Z g H t Como o processo de geração tem eficiência de 77 %, resulta para a potência útil de cada unidade: Pot 0,77 m Z g H → Pot 0,77 1 000 700 10 130 Pot 7 108 W Sendo 18 unidades, obtemos: Pot 18 7 108 1,26 1010 W

10

769 Alternativa d.
10 A 10 10 B

SIMULADÃO: RESOLUÇÃO

b) A potência elétrica consumida pela cidade de Campinas vale: Eel Pot (com Eel 6 109 Wh e Dt 1 dia 24 h) t 6 109 0,25 109 W Pot 24 O número de cidade como Campinas que Itaipu é capaz de suprir é: n
12, 6 109 0, 25 109

A 10 5

B

A 15

B

770 Alternativa e.
A A B 15 10 A 6 B

50,4 ou aproximadamente 50 cidades t U i 10 3 3600 t 1,4 106 Wh

766 a) E

P

15 B

10

6

2,5 107 2 105 E 1,4 103 kWh

b) número de casas

1, 4 103 kWh 3, 5 102 kWh
3

1 1 1 1 1 → Re 15 10 6 Re U Req i → 12 3 i → i 4 A
4

1 →3W 3

c) energia total em calorias: E U i t 2,5 107 2 105 10 5,0 109 J

15 109 cal 42 15 109 E 30% E cal 42 Para t 10 °C → Q E m c t 9 E 15 10 m . 0,36 108 g c t 42 1 10 0,36 105 kg 3,6 104 kg

771 a) Em paralelo a diferença de potencial é a mesma para as duas lâmpadas. A potência dissipada pela lIampada depende da sua resistência e, sobretudo, da corrente que a atravessa (Pd R i2). b) Em série, a potência dissipada pela lâmpada depende apenas da resistência, uma vez que, neste tipo de ligação, a corrente que circula pelos dois resistores é a mesma. Sendo assim, R1 é a lâmpada mais brilhante. 772 Alternativa b. Vamos considerar R1 40 Ω, R2 60 Ω e R3 120 Ω, ligados em paralelo sob uma voltagem de 12 V. 1 1 1 1 → Re 20 Ω Re 40 60 120 “Re R1 (Re menor que a menor R)” (V)
N

767 Alternativa e.
M R M R R M N N R N R

M

R R R

i1 i2

U R1 U R2

12 40 12 60

0,3 A 0,2 A

250 RESOLUÇÃO

1)2 1. Como a corrente deve ser a mesma nos dois condutores. A ddp correspondente é UI 7. U U U U U U P U U2 R P R ⇒ Req 24 8 U U U n 778 8 0.0 A no condutor I. o gráfico deve ser uma reta.1 A 120 R3 “A corrente é menor em R3. Pdtotal é 12 W.” (F) i3 776 UAB A R1 120 V R2 i B 120 V R1 773 a) Lei de Ohm: U R i Sendo uma função do 1º grau. logo. I UI II UII i R2 i 120 V i i U R1 R2 →3 120 → R1 R1 R2 U (R1 R2 ) → 16 R1 R2 R2 40 U R1 R2 R1 R2 120 40 R1 R2 ε No condutor II a ddp deve ser UII 5 V.01 → Pd2 4 Ω Logo. R3 e RX é: R RXY R1 → R 10 2 → R 8 Ω 7 Rx 30 Ω ou R1 30 Ω e R2 777 Alternativa b. A L1 L2 L3 L4 L5 .6 W 2 Pd2 Re i2 60 (0. o condutor I obedece a 1ª lei de Ohm. maior resistência. 2 2 R1 i1 200 0.2 W “A potência elétrica dissipada é maior no resistor de menor resistência. Portanto.04 → Pd1 8 W SB → SA 2SB (Falsa) R Bi2 → PB 2RAi2 PB 40 U R2 → R2 400 Ω 0.3)2 3.4 W 2 Pd3 R3 i3 120 (0. do gráfico temos i 1.2)2 2. para i 1. 5 2V n U U U 110 2 b) Cálculo de RX : 1 1 1 1 → 7 RX Re 24 8 24 7 R X → Rx 5 Ω 24 ( 7 R X ) 775 Alternativa c. 02 → P R i2 → PB PA P A R Ai 2 (Verdadeira) RESOLUÇÃO 251 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO R1 R2 300 Resolvendo o sistema: R1 R2 40 R1 R2 300 obtemos R1 10 Ω e R2 10 Ω .12 U 0.1 i2 2 Pd2 R2 i2 400 0. R U 7 7Ω R 7Ω i 1 b) Como os dois condutores estão associados em série.” (V) 2 Pd1 Re i1 40 (0. Como E UI UII 5 7 12 V E 12 V 774 a) A resistência equivalente entre X e Y é igual a: UXY RXY i → 20 RXY 2 → RXY 10 Ω A resistência equivalente dos resistores R2.. R1 Pd1 55 lâmpadas 01 → RA 2S RB → RB 2 2RA → S SA U 40 → R1 200 W i1 0.0 V. a corrente no condutor I é igual à corrente II.0 A..

4.1 Ω PB R2 U2 R1 R2 4. Acoplando aos pontos M e N um amperímetro ideal (RA 0). para medir a ddp no resistor.03 Ω → 3 103 2202 12. 5. UAB 40 i i2 2A R eq 6 10 4 UMN R2 i2 10 2 20 V 784 Alternativa c. independente da diferença de potencial. pois RB 2RA.04 → P PB U RB 2 U2 → PA R U2 PA 2 RA U2 RA PB (Verdadeira) 783 Alternativa c. neste caso. Para calcular R. então iV 0 36V 12 V 1 14 2A i Req 5 2 No voltímetro: UV R i → UV 5 2 10 V 6 ⇔ 36V 18 Re i 12 12 12 12 6Ω 36 2A 18 No voltímetro: U R i U 6 2 12 V 252 RESOLUÇÃO . 780 Chave no ponto A. (Falsa) Portanto: 02 04 08 14 779 a) A paralela. logo a corrente em R2 é nula. Na posição 3: o voltímetro. i 785 Alternativa c. 782 O voltímetro é ideal. para medir a corrente através do resistor. em pararelo A 36V 12 12 V 12 i 2A A i 2A i 2A i 2A A RV ∞. as potências úteis fornecidas pelas duas associações são iguais. Amperímetro: possui pequena resistência interna. pela 1ª lei de Ohm: R U . SIMULADÃO: RESOLUÇÃO U2 2202 → 4 103 → R1 R1 R1 Chave no ponto B (R1 e R2 em série): PA 12.1 R2 1 A R V 4 781 Alternativa a. Para a resistência de 1 ohm essa associação produz maior potência útil. Fusível: interrompe a passagem de corrente por efeito Joule. b) A resistência elétrica de 2 ohms. Logo: UA R A i UB UA (Verdadeira) UB RB i → UB 2RAi 16 → Quando A e B são ligadas em paralelo. não haverá passagem de corrente entre M e N. Voltímetro: possui grande resistência interna. Galvanômetro: mostra a presença de corrente elétrica. A R1 6 M 40 V N R3 B 4 D R2 10 i C iMN i2 08 → Em série a corrente é a mesma. 3. UAB 40 40 i iMN 4A Req 6 4 10 Acoplando aos pontos M e N um voltímetro ideal (RV ∞). 1. Condutor ôhmico: possui resistência constante. pois. a intensidade das correntes iA e iB são diferentes. 2. logo: R 2 i i E 14 V R 5 UV V iV 0 Na posição 2: o amperímetro.

4 V 16. temos: i1 20 Re1 i2 5 R2 "em pararelo" 5 A1 C 4 4 "em pararelo" D 6 6 "em pararelo" B i1 x A 9 18 i1 9 y i2 1.5 1. • Cálculo das resitências elétricas das lâmpadas: L 1: R 1 L 2: R 2 L 3: R 3 1.5 Ω Rp 9 9 9 Rs 3 6 9 Ω A resistência equivalente do circuito é: Req 6 Ω .A 786 Alternativa a.5 12 V i (2) 3 R e1 20 5 20 5 100 25 4Ω x 9 9 1.5 ⇒ 12 V 6 12 V i (10)2 L 4: R 4 10 Ω 10 • O circuito equivalente fica: U3 i2 40 U1 i1 A i 20 V 20 i1 i2 U4 20 U2 10 1 1 Rp 18 Rp 6 Ω 1 1 → R p 9 1 18 2 i1 i2 i U1 U2 U3 U4 20 30 20 60 i1 i2 2 A 3 1 A 3 1 A (indicação do amperímetro) 2 3 b) U R i → 12 i 2A Mas: i1 i2 6i i → i1 1 A 2 c) PXY RXYi22 → PXY 9 12 PXY 9 W 20 10 40 20 13.6 V 13. 12 A i i1 5 i i2 A2 i A1 4 C 4 C 5 B 6 6 B 2 3 1 3 1 3 20 V (não queima) 10 V (não queima) 787 a) Simplificando o circuito.6 V 20 V (não queima) 10 V (não queima) 788 Alternativa d.4 V 6.5 3 9 12 V 6 ( 20) 10 2 40 Ω 20 Ω 20 Ω ( 20)2 20 (10)2 5 4.5 12 V i i2 i1 RESOLUÇÃO 253 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO 1 1 1 2 → Rp 4.

0 → icc E r 5 A (verdadeira) b) Com a chave fechada. 300 A 4 C 5 B 150 G A 4 C Re 6. o rendimento é: Pu 30 → 40 Pt 0.2 A De 2: UAC R1 i1 UAC 20 0. Quando i 0 → U E 20 V (verdadeira) 796 A equação do gerador é U E i 0 → U E → E 40 V i 4 A → U 0 → 0 40 r 4 4r 40 r 10 Ω Quando i 1 A: U 40 10i → U 40 10 1 U 30 V Pu U I → Pu 30 1 Pu 30 V Pt E i → Pt 40 1 Pt 40 V Logo.2 0. já que o produto das resistências opostas é constante: 5 4 2.5 2 → U 1 V 1 2 0.75 ou 75% r i. 790 Alternativa d. Logo. Logo: 2x 3 4 x 6 Ω 791 Alternativa e.8 A 5 R2 i i1 i2 0. temos: R2 R3 R 1X R 2 R 3 → X R1 R3 G R1 R2 X 20 5 → r 4 Ω (verdadeira) r III. temos: i1 200 mA 0. O esquema representa uma ponte de Wheatstone em equilíbrio.5 2.5 A 4 C 4 D 5 6 B 793 Alternativa b. a resistência equivalente ao circuito é nula. U 0.8 1 A 789 a) Com a chave aberta: 150 R R R4 1 000 mA R4 R 300 2 R4 ⎛ R R4 ⎞ ⎜ ⎟ ⎝ R R4 ⎠ 794 Alternativa d. 6 1 2 4V SIMULADÃO: RESOLUÇÃO 1 1A 1 ⇒ Req 0.5 B R A B Como a ponte está em equilíbrio. logo: 254 RESOLUÇÃO .5 8. Então.5 r A i U E B Req V A R (aquecedor) 1 1 1 1 → 2 → Req Req Req 1 1 A leitura do voltímetro é: U Req i → U 0. pois i 0 em R. pela condição de equilíbrio. O circuito da figura corresponde a uma ponte de Wheatstone em equilíbrio. Como Pd R i2 → Pd 0 792 O circuito da figura corresponde a uma ponte de Wheatstone e.5 Ω I. pelo resistor de 6 Ω não passa corrente (i 0). U II. como não passa corrente pelo galvanômetro. U E r i→U 795 Alternativa e.2 4 V UAC 4 i2 0.

2R 1. vem: 10E 100 1 0 → E 10 V i P E R r R i2 12 4A 2 1 2 (4)2 32 W R 800 a) U A r E b) U E r i U 9 5 1.5 Ω Logo: P R i2 P 2. c) UAB d) r 12 2.4 Ω 2.14 0.5 1. 2 2. logo.4 i 798 Do enunciado. 4 0.44 → P 3.6 W r2 r 2 R 2. U 0.2 1. temos: Pu U i → Pu (E r i) i → Pu E i r i2 i 10 A e Pu 0 → 0 10E 100r i 5 A e Pu 25 → 25 5 E 25r 10E 100r 0 10E 100r 0 5E 25r 25 10E 50r 50 → 50r 50 → r 1 Ω De 1 .4 Ω 12 V b) A corrente de curto-circuito é obtida quando U 0. U 12 V a) U E r i → 12 E → E Se i 5 A.2 c) i 1. i 5 A. 4 0.797 Do gráfico: i 0.2)2 → P d) R ρ ρ ρ 2. 00314 31. Cálculo da potência transferida para o resistor: .0001 10 4 Ω cm 10 4 10 2 m 10 6 Ω m RESOLUÇÃO 255 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO 799 Alternativa a.5 (1. 5 3. logo: 0 12 r 5 → r 2. 0004 31.2R R 9 6 3V E R 9 R 6 3 5 9 30 12 r 3 1.

E 10 A R1 B 20 C R2 V 10 V c) Determinando a resistência do resistor na posição verão: 2202 U2 U2 P 4 200 W P →R 4 200 R P U 220 V R 11. portanto. A B C E U1 U2 → E E 2 U2 → U2 E 2 Logo: fio fase fixo fio neutro R1 Rv R2 Rv →4 R2 Rv 12 Ω 6 Rv 6 Rv 256 RESOLUÇÃO .9 104 J e) E T Q t→E m c 31. P2 R2 i2 20 (0. UAC E E 5 10 E 15 V UAC UAB UBC IV. pode-se afirmar que a corrente em R1 e em R2 é a mesma.5 A UAB 10 0.5 Ω b) V E i r V 12 3. II. 804 U E R i→0 →5 10 E 10R → E 10R 9 R 5 UV SIMULADÃO: RESOLUÇÃO I. 8 Daí: E 9 5 18 V i R RV E 1.5)2 → P2 5 W 802 a) i R i E R Ru 10R 10 R →R R 1. a menor resistência equivalente.5 Ω 4.0 V RAB 1.0 V.50 → V 10. 24 → 240 803 a) Na posição inverno devemos ter maior potência dissipada. A B C 806 Alternativa a. Como o voltímetro é ideal.5 5 V UAB 5 V III. transforma energia elétrica em energia térmica.52 Ω d) Significa que o resistor. 20 R1 fio fase fixo fio neutro E U1 U2 R2 6 RV (0 50 ) b) Na posição verão devemos ter a menor potência dissipada. através de efeito Joule. Então.5 10 60 → 18 900 → E E → m c 19 °C 18 900 0.0 A 805 a) V – ddp nos terminais da bateria V E i r V – ddp nos terminais do resistor V i R Como V V → E i r i R → 12 3r 3.0 3. a sua resistência é infinita. i UAB 6. portanto a maior resistência equivalente.5 V → V 11 V Pu e PT E i 36 W → 88% PT B U i b) UBC 6.0 0.8 P U 1. sonora e luminosa na razão de 5 400 joules a cada 1 segundo. Portanto. UAB R1 i 10i UBC R2 i 20 i 10 → i 0.5 W 4.0 A R3 A R1 12 V i C R2 L d) E Pu 1.801 Alternativa e. no ponto B não há divisão de corrente.5 → r 0.

5 0. os dois pés do pássaro estarão a um mesmo potencial e.5 E 0 E → 0. RESOLUÇÃO 257 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO 15 15 3A 5 2 1 Se UAB 2i → UAB 2 3 6 V.375 A Pu 0.375 A. • A potência é máxima quando i Pu U i (1. Logo: Rpip. b) Se a chave S estiver fechada.807 Alternativa a. portanto. A corrente ip que passa através do pássaro pode ser calculada do seguinte modo: a ddp através do pássaro (e da lâmpada) ee igual à ddp V fornecida pela bateria. • Deslocando-se o cursor para o ponto B. i 811 a) O sentido do movimento dos íons positivos é da foace B para a face A devido à polaridade do gerador (vai do positivo para o negativo).5 0. O circuito equivalente é: i 0 E U r 15 V 1 B voltímetro V ideal i 2 A E 12 V U r R i 10 1A 2 Req Logo: 3 6 3 6 2Ω U E r i → 12 E r 0 E 12 V U E r i →U 12 1r U R i →U 10 1 10 V Logo : 10 12 1r → r 2 Ω 808 Alternativa a. 0 1. diminui Rv.375 A r r 2 2 Assim.5 2i) i Pu (1. outra vez os dois pees de cada pássaro estarão a um mesmo potencial (embora este potencial seja diferente para cada pássaro) e. temos: R → 1 109 S 1 17 Ω m ρ ρ 1 1 10 2 Rv r o valor de i. temos: i 0 e U 1. agora. entre os pés do pássaro) e este receberá um choque. b) Usando a lei de Ohm: U R i → i 103 R 1 10 6 → R 1 109 Ω Sendo S 10 10 2 10 10 2 1 10 2 m2 e 1 m. 810 Alternativa c. i 2 . não haverá corrente através dele e o pássaro não receberá um choque. Rp E 1. a afirmação II é falsa. portanto. Em i E R diminui o denominador. donde ip 809 Do gráfico. temos: UAB 6 i1 → 6 6i1 → i1 1 A UAB 3 i2 → 6 3 i2 → i2 2 A U E r i → U 15 3 1 U 12 V P d r i2 → P d 1 3 2 9 W Portanto. existe uma ddp através da lâmpada (portanto. aumenta ρ 812 a) Se a chave S estiver aberta. são verdadeiras as afirmações 00 e 44.75r Daí. Então. não há corrente através de nenhum deles. existe uma corrente no circuito e. c) Se a chave S estiver aberta.5 V i 0.75 A e U 0 Logo: U E r i 1.5 2 0. Podemos então escrever V 0.375) 0. a afirmativa c é incorreta. a afirmação I é correta. Nenhum peassaro receberá um choque. • Rfio ρ s 2 10 Rv 4 → 2Ω 3 2 10 4 3Ω 3m⎯3W 2 m ⎯ Rv 6 3 E 30 30 5A Rv R r 2 3 1 6 Portanto. • P d R v i2 Pd 2 25 50 W A afirmação III é correta.75r → r 2 Ω • A máxima corrente é 0.75 A.28 W i V .

813 Alternativa c. (Verdadeira) O potencial no ponto A corresponde ao potencial total da bateria (máximo).4 V 3 E2 E2 → P d2 R R 2 Estabelecento a razão entre as potências dissipadas: 3 E2 Pd1 Pd1 2R 1 → Pd2 2Pd1 → 2 Pd2 Pd2 2 3E R P E2 R 50 815 0. (Falsa) Determinando a carga que atravessa o gerador: i Q Q → Q t 25 C 5 5 258 RESOLUÇÃO . Logo. (Falsa) A corrente que passa pelo resistor de 3 Ω (I2) é maior que a corrente que passa pelo resistor de 6 Ω.5 mA A indicação do voltímetro é: U Req i → U 909 0. será: E2 E2 → Pd1 R 2R • situação II →1 P 3 E2 2R 814 a) Supondo a situação ideal. chegando ao ponto B de potencial mínimo. (Verdadeira) Determinando a potência dissipada: Pd R i2 → Pd 20 52 500 W 4. 2. o circuito equivalente fica: E A R R 2 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO B RV R 10 000 10 000 i r RA 50 Req U 909 i A potência dissipada pelos resistores. Entretento.012 A ou i 12 mA b) Na situação não-ideal. já que sua resistência é menor. será: r E 1 1 RA E 12 V 50 ⇔ i 12 V A corrente elétrica é igual a: i E 12 →i r Req R A 1 909 i 0. (Verdadeira) Determinando o Req: Req 8 3 6 3 6 10 → Req 20 Ω 3. temos: E R i → 12 1 000i → i 0. pois o fio entre os seus pés é ideal e tem resistência nula.d) Se a chave S estiver fechada haverá uma corrente no circuito. toda a corrente fluirá por este fio e nenhuma corrente atravessará o pássaro.0125 U 11. 1. Portanto. • situação I E A R B 2R 1 Req i R R 3Ω 1 6 E 2 1 1 6 1 6 3 → Req 6 R 2Ω A potência dissipada pelos resistores. 816 Alternativa c. o segundo pássaro não levará um choque. antes das quedas de tensão que ocorrem nos resistores.0125 A ou i 12. para o segundo pássaro a ddp entre seus pés continua sendo nula.

5 i 2 1.5 V 818 a) A associação é dada por: U i 3V 2 "n células em série" Daí. 1. U40 821 Alternativa c. 5 R Chave aberta i R 2Ω A R1 1 1 R2 A A Req 0.5 → 0.3 → r 2r 2r 6 2r 6 Chave fechada (Eq 3 V e req 2 6 8 Ω) Eeq 3 i A → i 375 mA req 8 823 U E r i → 100 E 5 8→E 60 V i Uv Eeq R3 R3 3 i 1. vem: 10i 0.5 V 1.5 12 W 6V 480 1 → P 480 W 819 Alternativa d.5 UV R3 R3 2 2 A 3 3 → 0.. A 3V 3V 3V B 824 Alternativa c.5 2 Substituindo 2 em 1 . U E r i.3r 3r 0. A r E RL L Ch r E r E i B A 3r 3E RL iB • para o funcionamento da lâmpada é necessário que U 120 V • para obter 120 V devemos associar as quarenta baA A 6 12 12 ⇒ B 3 ⇒ 3 6V a) Chave aberta (i 0): U 3E r i → 4. A resistência de cada lâmpada vale: R (1)2 U2 0.5 1 10 3 r RL r i U 3E 3ri → 4 4. logo: 22 E 2r 25 E 5r 3 3r r 1Ω Logo: 22 E 2→E 825 Alternativa a. 20 V lâmpada (120 V) RESOLUÇÃO 259 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO ..1 A E c) 3ri d) Req 0.817 Alternativa d. R R R 40 3 120 V chave A RL → Req 5 3 10 → Req 15 Ω r 1.5 V Req 3V 822 Alternativa b.4 V 820 Alternativa e.5 1.5 3ri → 3ri 0.5 62 →P 3 1.5 → i 0.5 V 6 r 1.5 V b) Chave fechada (RL 10 W e U 4 V): B 1.5 3E → E 1.5 1. temos: n E U → n 60 10 b) P U i→P P 3 480 → n 8 000 células Es U2 →P R 1.2 A Req 2 0. 5 i → 10i 3ri 1.2 Uv 2.5 1.5 → r 3 5 r 3 terias em série U U1 U2 .

25 A 831 01.3 R4 260 RESOLUÇÃO . UAB E r i UAB 500 8 12. Determinando UAB: UAB E R4 ieq → UAB verdadeira) 16. logo: U2 E2 v2 i → U2 3 1 1 4 V (falsa) i 9 08. a bateria E1 está funcionando como fonte de força eletromotriz e a bateria E2 está funcionando como receptor de fem e2 (verdadeira) 02.5 UAB 400 V Pu UAB i h Pt Ei 20 10 400 500 0. A leitura do voltímetro V1 é a ddp no gerador. R1. 8i 500 4i 100 i 12. 5A 4A F 4A L L 830 Alternativa a. logo: E2 r2i E1 r1i Ri 0 4 2i 2 1i 5i 0 i 0.826 Alternativa b. U E r i → 120 110 r i 10 P d r i2 → Pd r i i 100 10i i 10 A Mas: r i 10 → r 10 10 → r A i 8 500 V B 4 r i 64. A leitura no voltímetro V3 é a ddp na associação em paralelo de R1 com R2. com Req 2 Ω. A leitura em A2 será: 20i 0 5A 1A A 4A 2A 20 V A2 10 2A 5 A (verdadeira) 270 50 5 20 V ( SIMULADÃO: RESOLUÇÃO 828 Alternativa a. UAB 270 V a) Determinando a resistência do resistor equivalente: R1 R2. A corrente tem sentido anti-horário. R2 e R3 estão em paralelo. A leitura do voltímetro V2 é a ddp no receptor. VN 5 i 3 VN 5 2 3 VN 33 → VN 10 i 10 2 3V 08.5 A 829 Alternativa e. A leitura em A1 será: Ueq Req ieq → 270 54ieq → ieq 827 VM 36 36 Alternativa e. logo: U3 Req i 2 1 2 V (verdadeira) 32. Pd r R1 1 2 → P d r 20 W 1 1 Pd r R2 2 2 → P d r 40 W → Pd r 2 Pd r 2 2 2 1 Então: 04 08 16 28 833 Dados: U 12 V.8 80% B (verdadeira) 32. P 48 W a) A corrente através de cada lâmpada será: P U i → 48 12 i → i 4 A b) O fusível deve ser dimensionado para um valor mínimo de 8 A. (falsa) 02. já que cada lâmpada é atravessada por 4 A. A potência dissipada em R1 é metade da dissipada em R2. A resistência total vale: 1Ω 1 R 1 R1 1 R2 1 1 → R R3 1 Req 2 3 →R 4Ω 20 R4 R → Req 50 4 → 54 Ω (falsa) 20 100 V 04. A energia consumida no receptor é: E2 P2 Dt → E2 U2 i Dt 4 1 (verdadeira) 1 4 kWh 834 Dados: R1 R2 R3 R4 120 Ω. A potência dissipada no gerador é: P r i2 1 12 1 W (falsa) Portanto: 01 02 08 32 43 832 01. Pela lei de Ohm-Pouillet: 3 1 A → leitura 1 A (verdadeira) 6 04. Como E1 E2. logo: U1 E1 v1 i → U1 9 1 1 8 V (verdadeira) 16.

temos: Req R1 R2 R4 360 Ω Ueq Req i → 270 360 i 0.onde R2. 75 4. temos Ep 3 V. 5 i 2A Assim.5 0 e1 0 838 a) O circuito é: i M i1 12 V 0 100i1 0 i2 A 5 N Com o capacitor carregado a leitura do amperímetro é zero (não passa corrente elétrica nesse trecho. 100 i3 0.45 A c) Tirando L3. a corrente em L3 será 0. porque há cada vez menos eleetrons para se tranferirem.150 i1 0. 5) 1.5 V i 1.125 A 50 e1 α i2 A R4 R3 0. o fluxo de cargas é grande porque a ddp entre as placas é máxima. carregadas com carga Q 6 10 5 C ficam ligadas entre si e os elétrons da placa negativa começam a passar para a placa positiva. Desse RESOLUÇÃO 261 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO . o fluxo de elétrons vai se reduzindo.2 A 5 5 A diferença de potencial entre A e B é: UMN 5i → UMN 5 1.45 A R2 R1 0. o circuito fica: 60 10 6 C R1 A Pela lei de Ohm-Pouillet. as placas do capacitor. até que cessa completamente quando não houver mais cargas nas placas. No início. Utilizando a lei dos nós ou 1ª lei de Kirchhoff: 10 A 3 X 4 2A 5 nó A → i1 i3 i2 malha β → 20i3 10 50i2 2. Associando os dois elementos de fem iguais a 3 V em paralelo.5 10 50i2 0 i2 0.25 1.9 A Portanto.9 A).025 A malha α → e1 10 50i2 e1 10 7.75 Ep 1.0 A Sendo assim. i2 0). Q 0. logo o circuito passa a ser: 9V 1. b) A corrente i i1 é igual a: x 2 10 → x 8.5 2.125 0.75 A) menor que a anterior (0. logo. No decorrer do tempo.9 A Ueq Req i → 270 300 i → i 0. 5 3 ( 3 1. isto é. a tensão no resistor de 4 Ω será: U R i → U 4 8 32 V 836 Alternativa d.45 A β 10 V 20 b) Determinando a corrente em L3: i1 0. 5) 1.3 Req 120 120 120 60 Ω 120 120 60 120 300 Ω 837 Alternativa e. Se Q 0. a lâmpada L4 passa a ser percorrida pou uma corrente ( 0. obtemos U 0. temos: i i (9 1. 25 6 3 10.5 V 3V 12 → i 1. brilhará menos.150 A Logo: i1 0. 835 Alternativa b.2 6 V A carga armazenada é: Q C U → Q 1 10 5 6 6 10 5 C 60 C i c) Sem a bateria.75 A Portanto.

pois o circuito se resume em: I. temos: UC 20 300 i 20 ⎛ 1 ⎞ ⎟ 300 ⎜ ⎝ 50 ⎠ UC UC 14 V 15 20 Sabendo que QC U C QC 14 2 10 6 28 10 6 C QC 28 mC A potência é dissipada nos resistores. O capacitor está totalmente carregado. as intensidades de corrente i1 e i2 são iguais. a energia potencial armazenada EP fica igual a zero. a 15 i1 U2 20 U2 60 15 0. ic Pela 2ª lei de Kischhoff. 200 300 ic Uc 0 2 F i 20 V 20 i SIMULADÃO: RESOLUÇÃO 30 12 2 4 r1 20 11 V i2 20 20 20 20 i 2 i3 r1 3Ω 10 V i3 20 i2 i2 60 U2 i1 20 i1 20 Como o capacitor está totalmente carregado. i3 0 Na condição imposta acima. logo: Ceq C1 C2 10 F 10 F Ceq 20 F 841 Alternativa b. logo. 20 i1 20 U2 Req 55 10 1 A→i A 500 50 No gerador de fem igual a 20 V. II. logo: Pd Rtot i2 Pd (200 840 a) Com o capacitor carregado ic 0 b) Cálculo das correntes em cada trecho do circuito: i1 U2 i2 i3 U Req ⎛ 1 ⎞ ⎟ 300) ⎜ ⎝ 50 ⎠ 2 500 W Pd 2 500 0. logo: UV E E 30 V UV 30 V Chave fechada: i 2 A i1 i1 i2 i2 E R 0.18 A 11 60 20 11 V i 20 20 20 X ic C1 10 F d) os dois capacitores estão associados em paralelo.05 A b c) Se no lugar de x for colocado um capacitor carregado. temos: 20 10 (200 300)i 0 i 0. Então.2 A 3V 842 Alternativa b.2 → U2 i2 i3 0. Chave aberta: como o voltímetro é ideal a corrente i 0. a indicação do amperímetro é “zero”. a corrente i3 será nula. U E r i→U E r E R r → 262 RESOLUÇÃO .15 A A 10 V R 1 ic 2 F C 0. a corrente ic 0.modo. C U2 2 i1 11 V 20 20 i2 20 839 Alternativa d.2 W 11 55 U2 3 20 3 60 i1 0.

O campo magnético é mais intenso nas regióes próximas aos pólos. com o pólo norte indicando o sentido de B. Portanto. Sendo um deles um ímã. o vetor indução tem direção tangente à linha de indução e acompanha o seu sentido. não haverá força de atração ou de repulsão. a posição do ímã é a da alternativa a. portanto. ela sofre a ação do campo magnético do ímã (indução magnética). temos: 851 Alternativa a. são estes os dois únicos pontos que admitem campo resultante nulo. onde as ações magnéticas são menos intensas (campo menos intenso). É impossível isolar os pólos de um ímã (inseparabilidade dos pólos). Orientam-se externamente no sentido sul-norte. 846 Dizemos que um corpo apresena propriedades magnéticas quando há uma predominância de ímãs elementares orientados sobre os demais. Nem todos os metais são ferromagnéticos. mantêm a orientação magnética. 849 Alternativa a. C UC Q UC UC E R1 i 36 10 6 → UC 12 V 3 10 6 12 16 R1 2 → R1 2 Ω Eletromagnetismo 844 Alternativa c.U Q 10 1 10 8V 4 1 U C → Q 8 2 10 R i 4 2A 10 5 6 16 C III. Sendo a barra de material ferromagnético. logo. 854 Alternativa d. por sua vez. Logo. UAB IV. externamente ao ímã. 850 a) Sabemos que. as linhas de indução têm sentido do pólo norte para o pólo sul. É impossível isolar os pólos de um ímã (inseparabilidade dos pólos). O ponto P1 se encontra próximo a região central do ímã. mesmo seccionado. 852 Alternativa b. a sua orientação será norte-sul (como uma bússola). Sendo um dos objetos de material não-imantável. i 8V E R r 848 Alternativa a. temos a seguinte configuração: 843 Alternativa b. 847 Alternativa a. somente I é verdadeira. nem todos são atraídos por ímãs. Os pólos magnéticos de um ímã são inseparáveis e. b) Cada agulha magnética se orienta na direção do vetor indução magnética B exintente no ponto onde ela foi colocada. O imã de polaridade AT é repelido pelo ímã fixo. a concentração de linhas de indução é maior. quando este for pendurado por um fio. 845 Alternativa d. Pólos de nomes contrários se atraem. Conclui-se que A é pólo sul e T é pólo norte. Deste modo. Experiência I – repulsão Experiência II – atração Experiência III – repulsão Experiência IV – atração RESOLUÇÃO 263 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO . 853 Alternativa e. Sendo os dois ímãs idênticos e sendo os pontos P1 e P2 eqüidistantes dos dois ímãs. logo. Assim.

As bactérias da amostra C praticamente não sofrem ação do campo magnético terrestre e se distribuem aleatoriamente sem predominância de um grupo sobre outro. Para a situação de equilíbrio: N1 F2 P1 N2 F1 P2 P2. temos Ax R x. então: F2 N2 N1 N2 F1 F2 { P1 { P2 N1 F2 F1 N2 Mas P1 856 A agulha da bússola se orienta segundo a resultante dos campos magnéticos. Veja que A R. Nesse caso. então: F2 N2 N1 N2 F1 F2 Como F1 e F2 são as forças de interação entre os ímãs. 857 a) Lagos próximos Pólo Norte geográfico (pólo sul magnético) Amostra B 859 Alternativa d. 1. N1 F2 P1 N2 F1 P2 { P1 { P2 N1 F2 F1 N2 264 RESOLUÇÃO . então F1 F2. B T deve ser orientado conforme a figura acima. logo: N1 N2 2F1 858 Alternativa a. 3. R Repulsão Rx Componente repulsiva A Atração Ax Componente atrativa Lagos próximos Pólo Sul geográfico (pólo norte magnético) Amostra A Lagos próximos ao Equador Amostra C b) Nas regiões polares o campo magnético terrestre é muito mais intenso do que no equador. em busca de alimentos. o movimento continua acelerado. Se a velocidade de A for baixa. como indica a figura seguinte. 858 Alternativa a. Para a situação de equilíbrio: Note que. a) No entanto. fazendo que o movimento seja retardado. N1 F1 Como F1 e F2 são as forças de interação entre os ímãs. b) Logo depois que o ímã A passa pelo B. logo: N1 N2 2F1 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO ⎯ → Logo. o ímã A poderá se aproximar o suficiente para que a componente atrativa se torne mais intensa que a repulsiva. Mas P1 N1 F1 P2. a alternativa que representa melhor as posições indicadas é a a. como mostra a figura a seguir. Quando o ímã A se encontra distante do ímã B. o movimento passará de retardado para acelerado. 2. se a velocidade for suficientemente alta. Isto ocorre com as bactérias das amostras A e B. a componente repulsiva será mais intensa que a atrativa. sofre uma repulsão e uma atração praticamente na mesma direção. ele irá parar e retroceder. então F1 F2. Então. Esse intenso campo orienta o movimento das bactérias para o fundo do lago. como indica o gráfico I. apesar de R A. As agulhas se alinham conforme o campo resultante nos pontos 1. mas Rx Ax. Como a intensidade do campo magnético decresce com a distância. 2.855 Alternativa a.

o vetor que melhor representa o campo magnético no ponto P é o vetor V4. são aquelas onde existem campos de sentidos opostos. ponto a ponto.2 10 6 T 866 Alternativa b. Em torno de um condutor longo e reto. 5 2 0.Ponto B: BB BB BB 4 2 10 BB1 7 B B2 1 5 10 5 10 2 6 4 2 10 7 1 5 10 2 6. i2. as regiões onde o campo pode ser nulo. no ponto onde ela se encontra. a componente atrativa ficará mais intensa que a repulsiva. B 0 i B1 2 2 ( 2a ) B3 B c) Quando o ímã A se afastar bastante do ímã B. e c estão representadas no gráfico III. A agulha magnética da bússola alinha-se na direção ⎯ → do campo de indução magnética resultante ( Br ). 1. no ponto P. 25 ca B1 . As regiões nas quais podemos ter campo nulo.0 10 T 864 Alternativa b. Peremos então. se anulam. 5 1 B A2 4 2 10 7 1 2 10 1 10 zero RESOLUÇÃO 265 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO . temos: B 4 10 7 1. Logo. devido às correntes i1. B2 0 i 2 a Como B 2 e B 3 tem sentidos contrários e mesmo módulo. fazendo que o movimento volte a ser retardado. às quais é tangente. A agulha da bússola deverá se orientar de tal forma que o seu campo magnético interno tenha a mesma direção e sentido do campo magnético do condutor. 862 Alternativa c. no ponto considerado. O campo magnético em um ponto próximo a um condutor percorrido por corrente é dado por: 0 i B 2 r Substituindo pelos valores numéricos fornecidos. 860 Alternativa d. Então. a atração e a repulsão terão praticamente a mesma direção. B2 e B3 . as linhas de indução são circunferências concêntricas. e i3. 863 Ponto A: BA BA BA 4 2 10 7 B A1 0. Como a intensidade do campo magnético decresce com a distância. o vetor campo resultante tem. 865 Alternativa a. de mesma intensidade. apenas B1. o vetor indução magnética. são as regiões I e III. b. Na figura abaixo estnao representados os vetores campo de indução magnéti⎯ → ⎯ → ⎯ → 861 Alternativa b. direção AA e sentido A A. As fases a. portanto. cujo sentido é dado pela regra da mão direita.

as linhas de indução estão orientadas da esquerda para a direita. Devido ao sentido da corrente estabelecida no solenóide. Admitindo que o enunciado se refira ao campo magnético na região central do ímã e da espira. n . 266 RESOLUÇÃO . têm a mesma direção e o mesmo sentido. os campos têm mesma direção. Como as correntes circulam em sentidos contrários. o campo magnético criado no seu interior. A agulha alinha-se segundo o campo magnético da espira. porém. utilizando novamente a regra da mão direita.0 10 5 T ⎯ → Como B1 e B2 . o campo magnético resultante é a soma dos módulos de B1 e B2.867 Alternativa c. Nessa situação. De acordo com a regra da mnao direita. pois as correntes são iguais e as distâncias de P aos condutores é a mesma. da espira para cima e do ímã para baixo. criados pelas correntes nos dois condutores têm mesmo módulo. 870 a) By Bx ⎯ → 0 0 → B1 B i 2R i1 2 d i1 2 ( 2 R) SIMULADÃO: RESOLUÇÃO i 2R 2p i1 i i i 872 Alternativa d. Assim. que é perpendicular ao plano da própria espira. a corrente elétrica que percorre a espira deve produzir um campo de indução magnética com a mes⎯ → 0 i 2 d 4 10 7 10 2 10 1 ma direção de B1 . 869 Alternativa a. B0 B0 B0 Bx By B2 x 2 B2 y 0 i 2r 873 Alternadiva d. está orientado da esquerda para a direita. ou seja: Bp B1 B2 4.0 10 5 T Temos ainda: ⎯ → perpendicular ao plano da folha. concluímos que a corrente elétrica que a percorre deve circular no sentido antihorário. temos: Campos verticais. no ponto P. 868 Alternativa e. 874 Alternativa c. os sentidos dos campos são contrários. sentido oposto. perpendicular ao plano da figura e entrando no papel. 2. as linhas de indução são praticamente retas e paralelas ao seu eixo. B1 B1 B2 B2 ⎯ → Para que o campo de indução magnética resultante seja nulo. o fio 1 gera no cintro da espira circular um campo de indução magné→ tica B. No interior de um solenóide. B0 B1 B2 zero i n onde i é a intensidade de corrente e espiras por unidade de comprimento. o campo magnético no interior de um solenóide é dado por: B 0 b) Quando as duas espiras se encontram no mesmo plano. Os campos magnéticos no ponto P. agora para a espira. o número de 871 Alternativa b. temos: 2r ( 2 i) 2(2r) ⎯ → ⎯ → 0 2r Logo. Observando o solenóide pelo lado direito da figura. segue a direção da reta AB .

I. logo. S (trajetória do nêutron) – Não sofre a ação do campo . passará a atrair pequenos objetos de ferro ou aço. No eixo magnético da Terra. pois. 879 Alternativa a. 882 Alternativa d. sen 0.O campo elétrico. direção ou sentido. portanto.Então. nem em módulo. a extremidade A da haste funciona como pólo norte e a B como pólo sul. em pontos distantes. a velocidade permanecerá inalterada. B e V são mutuamente perpendiculares. conforme a figura ao lado. pois a sua carga é nula. Portanto 0. 878 Alternativa e.10 5. R (trajetória do próton) – por ação da força magnética sofre um desvio para cima. para que a trajetória da partícula seja retilínea é necessário que a resultante das forças originadas pelo campo elétrico e pelo campo magnético seja nula. inverte-se o sentido da corrente elétrica e. as linhas da indução são retas praticamente. 877 Alternativa e. vA mA v qA B mB v qB B e sentido de V0 . qB RESOLUÇÃO 267 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO III. o elétron fica sujeito à ação da força da Lorentz. a Fm é nula. não afeta a trajetória retilínea do elétron.4 N 881 Alternativa d Ao penetrar nesta região onde existe esta composição de campos. produzindo um desvio no sentido negativo de y. Fm q v B sen 180° Fm 0. T (trajetória do elétron) – Por ação da força magnética sofre um desvio para baixo. 875 a) Ao ligarmos as extremidades do fio aos pólos da pilha. b) O sentido do campo magnético gerado pela corrente elétrica é da extremidade A para a extremidade B da haste.A agulha da bússola passará a se orientar segundo a resultante do campo. vB 2 10 1 2 6 880 Alternativa b. Com isso. 876 Alternativa d. II. a direção da resultante está numa direção no plano xy. produz uma força Fe no sentido positivo de y. como: Fm e q v B sen 0° ou 180° v 500 m/s 0. com mesma direção de V .Um campo magnético perpendicular ao plano xy e ⎯ → entrando nele. logo o aumento de R pode ser obtido por: q B 1) aumento de m ou v 2) redução de q ou B R 885 Alternativa c. gera um campo magnético ao seu redor. para que vA ter vB. c) Ao se inverter os pólos da pilha. a partícula sobe. conseqüentemente. Logo. logo.0 103 m/s 884 Alternativa e. então: Fe Fm Fe Fm q E q v sen 90° q v B q E Fm v v q v B E B Fm 0 Como a força magnética é nula. Como o fio está enrolado em torno de uma haste de ferro. produziria um desvio no sentido negativo e y. devemos 5 104 8 mA qA mB . → 883 Alternativa d. o sentido do campo magnético. desde que estivesse entrando no plano xy. a extremidade A passa a ser pólo sul e a B. não sendo. O campo magnético. no sentido de y ⎯ → negativo. este passa a ser percorrido por uma corrente elétrica que. por sua vez. produz uma força central Fm . → → → Como E . .Um campo elétrico paralelo ao eixo y. pólo norte. alternada a velocidade da partícula. comportando-se como um ímã. que é a resultante das forças (magnética) e (elétrica). Fm q v B sen → Fm Fm 2 10 6 5 104 8 sen 30° v e B são constrante. O campo magnético que cada corrente cria no ponto A tem um vetor indução magnética na mesma direção ⎯ → m v . o campo magnético gerado pela corrente elétrica imantará a haste e esta.

6 10 19 B B 2 10 2 T1 2 T2 m qB2 T SIMULADÃO: RESOLUÇÃO t m qB1 t m q m Ec q2 B2 (B1 B2 ) . com velocidade → v perpendicular às linhas de indução de um campo → 889 a) Na direção x. Pela regra da mão esquerda pode-se verificar que: 887 R Ec m v q B m v2 R R m q B2 2 12 Ec k Ec 60 cm e para Ec ⎯ → Para Ec 4 10 2. 892 Alternativa b. 6 10 27 3 106 1. B1 B2 890 Alternativa d. vy R No caso. de período T 3 10 6 s e velocidade escalar vy 3 106 m/s.0 10 4 500 200 Fm 10 N 893 a) tg Fm B B i I 90° F sen R 2. Uma partícula eletrizada com caga q. qB 12 t b) No plano perpenducular à fitura. paralela a B . 289 Alternativa c. R R R R k Ec k Ec 60 R J. a força é melhor representada por X 4 . perpendicular à folha de papel. temos: Logo. O menor t é igual ao intervalo de tempo t1 t2 2 R T 1. Logo: vx L0 4 106 t t 3 10 6 s magnético B . contendo o eixo y. ou seja.5 m 3 106 2 R 3 10 6 c) O raio da trajetória em questão é dado por: m vy 1. conclui-se que o campo magnético está entrando na folha de papel. a barra deverá rolar para a direita.U. temos R ? Ec Ec Logo. Fm B i sen Fm B i 90° Fm 1. o movimento é retilíneo e uniforme. Fm força magnética Fa força de atrito F I sen B F tg I A inclinação (tg ) dá a intensidade do campo magnético (B) perpendicular ao condutor. e no sentido horário. 56 10 12 4. Pela regra da mão esquerda. a velocidade do elétron é perpendicular à força magnética e o campo magnético é perpendicular aos dois. no plano . temos um M. Utilizando a “regra da mão esquerda” e lembrando que o elétron é uma carga negativa.C. 0 10 12 48 cm 888 Em todos os pontos.→ 886 Alternativa a. realiza movimento circular univorme de 2 m período T .56 10 12 J. no plano .5 R q B 1. 4 10 2 2 sen 30° b) B 4 10 2 ⎛ ⎞ 2 ⎜ 1⎟ ⎝ 2 ⎠ 4 10 6 T 268 RESOLUÇÃO . o próton percorrerá semicírculos seqüenciais no sentido anti-horário.

a força de restituição elástica é igual ao peso da barra.5 T k x B 2. logo a afirmativa (16) é verdadeira. haverá força de interação entre os fios. é necessário que a força magnética esteja orientada de baixo para cima. B não cai com . logo dobrando i. o sentido da corrente é de A para B. 6 10 19 6. (32) Se existir uma partícula carregada nas proximidades do fio.4 10 6 T A intensidade da força magnética é: v1 897 Alternativa c. for colocado paralelamente ao primeiro. 2 r Afirmativa (01): verdadeira.2 m P 20 cm e C 6. logo a corrente deve fluir da direita para a esquerda (regra da mão esquerda). Afirmativa (02): verdadeira.6 10 t 19 P 2 10 k x 0. a força será repulsiva. Para o equilíbrio Fm B i i P i B P P 898 (01) O campo magnético gerado pelo fio é dado 0 i por: B . e a indicação do dinamômetro é o peso da barra. (08) Se um segundo condutor percorrido por corrente. dobramos B. a mesma direção e sentidos contrários. No equilíbrio: Fm B i B B P k x 2 10 10 1 5 4 10 1 0. (02) Pela regra da mão direita sabemos que o sentido de B depende do sentido de i. logo a força magnética é nula. (16) Sendo as correntes de sentidos inversos. Fel x P k 899 a) A intensidade de corrente i é: n i n e t número de elétrons 1.4 10 6 0. então: k k1 k2 10 N/m Com a chave desligada. logo a afirmativa (08) é falsa. conforme mostra a figura 1.78 10 5 N RESOLUÇÃO 269 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO m g B 2 1 2 10 1 10 A .12 2 3. 895 a) Com a chave aberta a corrente no condutor é nula. (04) 2 r r2 é falsa.02 1011 elétrons P Fel 3 2 b) A intensidade do campo magnético criado por qualquer um dos feixes a uma distância de 1 cm é: B 2 10 7 0. A afirmativa (32) é falsa. Logo. B i sen e 90°.12 n 1.7 10 7 2 R → t C s b) Para que as molas sejam comprimidas. (04) O campo magnético gerado pelo fio é dado por 1 0 i B .12 10 2 P i 1. F q v B sen A força será diferente de zero. portanto. a força magnética deve ter mesmo módulo. Para tanto. 2. desde que v ≠ 0 e sen ≠ 0. esta pode ficar sujeita a uma força magnética. mesma direção e sentido contrário do peso da barra. SOMA 01 02 16 19 10 5A 2 1 A corrente deve ter intensiade 5 A com sentido de B para A. Fm P B i m g R i 6 10 60 V i c) U 896 a) A constante elástica da associação de molas em paralelo é dada pela soma das constantes elásticas de cada mola.894 Alternativa c.2 5. 7 10 7 n 5. P m g P 200 2N 10 3 10 b) Para que o dinamômetro indique zero. 0 2 i2 i2 F1 2 d F2 0 elétrons F1 F2 v2 F F pósitrons 2 i2 i2 2 d F F F As forças de interação têm sempre a mesma intensidade.

mas entre estes haverá uma tensão variável. produzimos uma vaiação de fluxo através desta. B A cos 0° A 5 10 B A 2 B A 2 8 10 4 10 3 3 m2 3 sua vez. a corrente elétrica será nula. que.6 10 901 Alternativa d.900 Alternativa d.4 4 10 1. 906 Alternativa a. o fluxo do campo magnético por ele gerado cria neste objeto uma fem induzida que. 907 Alternativa a. Devido ao movimento do ímã haverá uma variação de fluxo magnético que irá originar uma fem induzida variável no decorrer do tempo. O intervalo de tempo durante o qual há variação de fluxo é de t 1 s até t 3 s.1 10 3 A 0. Como pólos iguais se repelem. Como os terminais A e B da bobina estão em aberto. Assim. aproximando-o ou afastando-o da bobina. 904 Alternativa e. por 8 cm2 8 10 4 m 2. a luminosidade é máxima nos instantes correspondentes à velocidade máxima. Wb 905 Alternativa d. A luminosidade da lâmpada depende da força eletromotriz induzida pelo movimento do ímã. nos instantes em que x 0. gerando uma corrente induzida que irá acender a lâmpada. isto é. por sua vez. b) Como estamos aproximando um pólo norte da espira. R 5 mΩ 5 10 3 Ω a) Como o gráfico é uma reta: tg B (t) 3 30 B0 1 10 1 t → B(t) 10 1 t 10 270 RESOLUÇÃO . Para exista uma corrente induzida é necessário uma fem induzida. temos: e t 0. Portanto. Quando o detetor é aproximado de um objeto metálico. temos: s b) Ao movimentar o ímã. a força resultante é vertical para baixo e tem o módulo menor do que o peso do ímã ( P Fm). 903 a) Força eletromotriz induzida: |e| B A cos cos 1 2s→ B 4 A B do gráfico: t então 2T 2 2 10 4 10 4 Wb Wb t 4 10 2 4 2 10 4 V corrente induzida: direção do movimento do ímã i i i 4 10 e 2 R 0. Área da espira: A 2 1 2 cm2 2 10 4 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO m2 Variação do fluxo através da espira. é necessário uma variação de fluxo para que exista uma fem induzida.1 mA 4 1 10 4 A 908 Do gráfico. gera uma corrente induzida que origina um campo magnético total diferente do campo de referência. 902 a) A corrente induzida tem o sentido anti-horário na espira. ou seja. depende da velocidade com que este se movimenta. Pela lei de Faraday. nela origina-se um pólo norte. a força magnética sobre o ímã é vertical e para cima.

4 m Pelo exposto acima apenas a afirmação II é correta. surge uma variação de fluxo através da espira. surge na barra uma fem induzida dada por: e B v 4T 10 cm 4 m/s 10 1 B e e v 4 10 1.0024 V Portanto. Fm q v B sen Fm q v B . devemos aumentar a intensidade de corrente deslocando o cursor do reostato para a esquerda. 5 10 3 i→i 0. gerando uma corrente convencional de A para B. temos: i f 0 B S cos f 912 Alternativa a. de acordo com a lei de Faraday.5 2 10 1 10 1 0. 915 Alternativa e. são opostos. pois juntamente com o condutor se deslocam com velocidade perpendicular às linhas de indução do campo magnético . desta forma. A corrente induzida no galvanômetro se deve à variação da corrente em B1. 916 Alternativa c. desaparecendo após a manobra de abertura ou fechamento da chave. o sentido da corrente na espira é horário e. aumentar o binário. em sentido horário. Pela regra da mão esquerda estes elétrons ficam sujeitos à ação de uma força magnética orientada de R para S. a corrente induzida é igual a: e R i → 2. ou seja: Fm B i sen para aumentar a intensidade da força magnética e. logo. os elétrons livres em AB ficam sujeitos a uma força magnética de B para A. usando o fenômeno da indução eletromagnética. ou seja: na espira. na abertura e no fechamento das chaves. corrente induzida de 2 A no sentido horário. 911 Somente em torno do eixo x (lado AB).072 Wb A força eletromotriz induzida é: e t 2. O transformador é um dispositivo elétrico que está fundamentado na lei de Faraday-Neumman. sentido de rotação do motor é anti-horário. as forças magnéticas nos ramos da espira são as indicadas na figura. acendendo a lâmpada. A variação do fluxo magnético que gera a corrente elétrica induzida no secundário é obtida através da variação da corrente elétrica no primário do transformador. A fem induzida é: e e i B 1v e R v 0. conseqüentemente.4 10 3 913 a) b) Pela polaridade da bateria. 914 Alternativa b. pois só assim haverá uma variação do fluxo magnético através da área do circuito e. Com a rotação da espira com velocidade angular constante .Logo: → B S cos 8 10 5 → 1 t 8 10 10 4 cos 0° → t b) Do gráfico. 910 Alternativa b. o transformador é um rebaixador de tensão. a diferença de potencial é menor no secundário. Os elétrons livres no interior do condutor ficam sujeitos à ação de uma força magnética. surgirá uma fem induzida no fio. 5 2A Logo. E. A lei de Lenz garante que os sentidos das correntes induzidas.6 v 1 c) Como a força magnética é proporcional à intensidade de corrente. 072 30 → e 0.4 10 → e 3 0.072 Wb i R t (alternada Logo: 0. Pela regra da mão esquerda. e i e R t → f i 3 8 10 → 4 30 → f 0. RESOLUÇÃO 271 SIMULADÃO: RESOLUÇÃO 909 Alternativa b.48 A sen 1 Logo. pela regra da mão esquerda. Quando o número de espiras do secundário é menor do que o número de espiras do primário. variação esta que irá gerar uma induzida alternada.

Sendo Pd R i2. pois o transformador é um elevador de 08. (Falsa) 272 RESOLUÇÃO . R (verdadeira) SIMULADÃO: RESOLUÇÃO A Ns. a energia elétrica é diretamente proporcional a R e não inversamente proporcional a i.03 is ip < i s (verdadeira) III) Os transformadores só funcionam para tensões alternadas.917 Alternativa a. 918 Alternativa c. (Falsa) 919 01. (verdadeira) 02. a energia cinética aumenta. Por meio da indução magnética. a energia cinética da turbina se transforma em energia elétrica. A energia potencial gravitacional diminui. (verdadeira) 04. A potência e a freqüência conservam-se constantes. Como a energia se conserva. I) Np Ns Up Us → Np Ns 3800 115 Np 33 Ns Np > Ns (verdadeira) II) Upip Usis → 3800 ip 115 is ip 0. Os transformadores aumentam a tensão elétrica mantendo a corrente alternada (Falsa) 32. Np tensão (verdadeira) 16. pois a altura diminui.

ABC-SP — Faculdade de Medicina do ABC MED. Ciências e Letras de Belo Horizonte F AMECA -SP — Faculdade de Medicina de Catanduva FATEC-SP — Faculdade de Tecnologia FAZU-MG — Faculdade de Agronomia e Zootecnia de Uberaba UCS-RS — Universidade de Caxias do Sul UECE — Universidade Estadual do Ceará UEL-PR — Universidade Estadual de Londrina UEMA — Universidade Estadual do Maranhão UEMG — Universidade Estadual de Minas Gerais SIGLAS 273 .SIGLAS ACAFE-SC — Associação Catarinense das Fundações Educacionais AFA-SP — Academia da Força Aérea AMAN-RJ — Academia Militar de Agulhas Negras CEETPS-SP — Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza FCCHAGAS — Fundação Carlos Chagas FEI-SP — Faculdade de Engenharia Industrial F ESP -UPE — Fundação Universidade de Pernambuco C EFET — Centro Federal de Educação Tecnológica FGV-SP — Fundação Getúlio Vargas FMTM-MG — Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro CENTEC-BA — Centro de Educação Tecnológica da Bahia FURG-RS — Fundação Universidade Federal do Rio Grande do Sul CESCEM-SP — Centro de Seleção de Escolas Médicas FURRN — Fundação Universidade Regional do Rio Grande do Norte CESESP-PE — Centro de Estudos Superiores do Estado de Pernambuco FUVEST-SP — Fundação para o Vestibular da Universidade de São Paulo CESGRANRIO-RJ — Centro de Seleção de Candidatos ao Ensino Superior do Grande Rio ECM-AL — Fundação Universitária de Ciências da Saúde de Alagoas Governador Lamenha Filho EEM-SP — Escola de Engenharia Mauá EFEI-MG — Escola Federal de Engenharia de Itajubá IME — Instituto Militar de Engenharia ITA-SP — Instituto Tecnológico de Auronáutica ITE-SP — Instituto Toledo de Ensino .POUSO ALEGRE-MG — Universidade de Pouso Alegre EFOA-MG — Escola dce Farmácia e Odontologia de Alfenas OSEC-SP — Organização Santamarense de Educação e Cultura ENCE — Escola Nacional de Ciências Estatísticas ENEM — Exame Nacional do Ensino Médio ESAM-RN — Escola Superior de Agricultura de Mossoró PUCC-SP — Pontifícia Universidade Católica de Campinas ESPM-SP — Escola Superior de Propaganda e Marketing PUC — Pontifícia Universidade Católica SANTA CASA-SP — Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo FAAP-SP — Fundação Armando Álvares Penteado FAFEOD-MG — Faculdade Federal de Odontologia de Diamantina UCDB-MS — Universidade Católica Dom Bosco UCMG — Universidade Católica de Minas Gerais UCSAL-BA — Universidade Católica de Salvador FAFI-BH — Faculdade de Filosofia.Bauru MACK-SP — Universidade Mackenzie MED.

UEM-PR — Universidade Estadual de Maringá UEPA — Universidade Estadual do Pará UEPG-PR — Universidade Estadual de Ponta Grossa UFU-MG — Universidade Federal de Uberlândia UFV-MG — Universidade Federal de Viçosa UMC-SP — Universidade de Mogi das Cruzes UMESP-SP — Universidade Metodista de São Paulo UERJ — Universidade Estadual do Rio de Janeiro UESPI — Universidade Estadual do Piauí UFAC — Universidade Federal do Acre UFAL — Universidade Federal de Alagoas UFBA — Universidade Federal da Bahia UFCE — Universidade Federal do Ceará UFES — Universidade Federal do Espírito Santo UFF-RJ — Universidade Federal Fluminense UFG — Universidade Federal de Goiás UFJF-MG — Universidade Federal de Juiz de Fora UNAERP-SP — Universidade de Ribeirão Preto UNAMA-PA — Universidade da Amazônia UNB-DF — Universidade de Brasília UNEB-BA — Universidade do Estado da Bahia UNESP-SP — Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho UNICAMP-SP — Universidade Estadual de Campinas U NICAP -PE — Universidade Católica de Pernambuco UFLA-MG — Universidade Federal de Lavras UFMA — Universidade Federal do Maranhão UFMG — Universidade Federal de Minas Gerais UFMS — Universidade Federal do Mato Grosso do Sul UNIC-MT — Universidade de Cuiabá UNICRUZ-RS — Universidade de Cruz Alta UNIFOR-CE — Universidade de Fortaleza U NIMEP -SP — Universidade Metodista de Piracicaba UFOP-MG — Universidade Federal de Ouro Preto UFPA — Universidade Federal do Pará UFPE — Universidade Federal de Pernambuco UFPEL-RS — Universidade Federal de Pelotas UFPI — Universidade Federal do Piauí UFPR — Universidade Federal do Paraná UFRGS — Universidade Federal do Rio Grtande do Sul UNIPAC-MG — Universidade Presidente Antônio Carlos UNIP-SP — Universidade Paulista Objetivo UNI-RIO — Universidade do Rio de Janeiro UNISA-SP — Universidade de Santo Amaro UNISINOS-RS — Universidade do Vale do Rio dos Sinos UNITAU-SP — Universidade de Taubaté UNIUBE-MG — Universidade de Uberaba UNIVEST-SP — URRN — Universidade Estadual do Rio Grande do Norte UFRJ — Universidade Federal do Rio de Janeiro UFRN — Universidade Federal do Rio Grande do Norte UFSC — Universidade Federal de Santa Catarina UFSCAR-SP — Universidade Federal de São Carlos USC-SP — Universidade Sagrado Coração USJT — Universidade São Judas Tadeu VUNESP-SP — Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista UFSM-RS — Universidade Federal de Santa Maria 274 SIGLAS .

You're Reading a Free Preview

Descarregar
scribd
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->