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Resumo direito previdenciário

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Resumo de Direito Previdenciário

“Todo o homem que lê demais e usa o cérebro de menos, adquire a preguiça de pensar.” Albert Einstein

1ª FASE – MONTEPIOS E CAIXAS DE SOCORRO   Constituição de 1824: a única disposição pertinente à seguridade social é a diz respeito a constituição dos “socorros públicos”. 1835: surge o “Montepio Geral dos Servidores do Estado” , sendo a primeira entidade a funcionar no país. Previa um sistema típico do mutualismo (sistema por meio do qual, as pessoas se associam e contribuíam por meio de quota, para a cobertura de certos riscos). 1850: o Código Comercial previa que, "os acidentes imprevistos e inculpados, que impedirem aos prepostos o exercício de suas funções não interromperão o vencimento de seu salário, contando que a inabilitação não exceda três meses contínuos". 1860: houve a regulamentação do financiamento de montepios e sociedades de socorros mútuos, por meio do Decreto nº 2.711. 1888: foi criada a “Caixa de Socorro”, que visava atender os trabalhadores das estradas de ferro de cada Estatal. Neste mesmo ano, foi instituído o “montepio obrigatório” para os empregados dos Correios. 1889: Decreto estabeleceu um fundo especial de pensões para os trabalhadores das Oficinas da Imprensa Régia. Constituição de 1891: foi a primeira a conter a expressão "aposentadoria", e determinou que a mesma, só poderia ser dada aos funcionários públicos em caso de invalidez no serviço da Nação e o benefício era concedido, mesmo não havendo nenhuma fonte de contribuição para o financiamento de tal valor. 1919: o Decreto Legislativo nº 3.724, estabelecia maiores pormenores sobre acidentes no trabalho e a responsabilidade dos empregadores, pelas consequências dos mesmos.

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2ª FASE – LEI ELOY CHAVES  Lei Eloy Chaves (Decreto legislativo nº 4.682, de 1923): institui no Brasil a “Previdência Social”, com a criação de “Caixas de Aposentadorias e Pensões – CAPS”, para os empregados ferroviários, de nível nacional. Tal fato ocorreu em função das manifestações gerais dos trabalhadores daquela época e em razão da necessidade de apaziguar um setor estratégico e importante da mão-de-obra daquele tempo. Previa os seguintes benefícios: aposentadoria por invalidez, a ordinária (equivalente à aposentadoria por tempo de serviço), pensão por morte e assistência médica. A referida lei estabeleceu a criação de um “CAPS” para cada uma das empresas de estrada de ferro existentes no país, para seus respectivos empregados. A partir da Lei Eloy Chaves, surgem outras Caixas de Aposentadorias e Pensões, sempre por empresas, portuária, de água e energia, do transporte aéreo, de gás e mineração, chegando a atingir o número de 183, sendo todas elas, unificadas na “Caixa de Aposentadoria e Pensões dos Ferroviários e Empregados em Serviços Públicos”.  1926: A Emenda Constitucional de 3 de setembro, estabeleceu, que o Congresso Nacional estava autorizado a "legislar sobre licença, aposentadoria e reformas, não se podendo conceder, nem alterar, por lei especiais".

3ª FASE – INSTITUTOS DE APOSENTADORIAS E PENSÕES  1930: o sistema previdenciário deixou de ser estruturado por empresa, e passou a abranger categorias profissionais, surgindo então, em 1933, os “Institutos de Aposentadorias e Pensões – IAPS”, como o IAPM (Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Marítimos) e em 1934 o IAPC (Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários).  Constituição de 1934: mantinha a competência do Poder Legislativo para instituir normas sobre aposentadorias; fixava a proteção social ao trabalhador; tratava da "assistência médica e sanitária ao trabalhador e à gestante, assegurando a esta descanso, antes e depois do parto, sem prejuízo do salário e do emprego; e a instituição de previdência, mediante contribuição igual da União, do empregador e do empregado, a favor da velhice, da invalidez, da maternidade e nos casos de acidentes de trabalho ou de morte". A Lei Fundamental de 1934 já estabelecia a forma tríplice de custeio: ente público, empregado e empregador, sendo obrigatória a contribuição.

Indústria e Comércio e que elaborou também o primeiro projeto de Consolidação das Leis de Previdência Social.Previa aposentadoria compulsória para os funcionários públicos que atingissem 68 anos de idade. No decorrer dos anos formaram-se vários “Institutos de Aposentadoria e Pensões”. tratando de um conjunto integrado de ações de iniciativa dos Poderes Públicos e da sociedade.PASEP”. o IAPI (Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários). coordenado e controlado pelo Ministério da Previdência e Assistência Social.  6ª FASE – SEGURIDADE SOCIAL  Constituição de 1988: reserva todo um capítulo que trata da Seguridade Social (art. reuniu os seis Institutos de Aposentadorias e Pensões no “Instituto Nacional de Previdência Social – INPS”.  1974: foi instituído o “Ministério da Previdência e Assistência Social” desmembrado do Ministério do Trabalho e da Previdência Social. uniformizando a Previdência e incluindo outros benefícios (auxílio reclusão.807.  1960: Lei n° 3.  1966: O Decreto-Lei n° 72.DATAPREV”. no mesmo ano foi autorizado ao poder executivo construir a “Empresa de processamento de dados da Previdência Social. farmacêutica e social. para quem tivesse no mínimo trinta anos de trabalho. o IAPB (Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Bancários). orientado. IAPAS – Instituto de Administração Financeira da Previdência Social: responsável por arrecadar. CEME – Central de Medicamentos: distribuição de medicamentos aos carentes.  .  1963: criou-se o “Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural – FUNRURAL”. com salário integral. INAMPS . elaborada pelo Ministério do Trabalho. criou a “Lei Orgânica de Previdência Social – LOPS”. à previdência e à assistência social. que unificou a legislação referente aos Institutos de Aposentadorias e Pensões. DATAPREV – Empresa de Processamento de Dados da Previdência Social. 194 a 204). dentre outros. FUNABEM – Fundação Nacional do Bem estar do Menor: responsável por prestar assistência ao bem estar do menor. 5ª FASE – REESTRUTURAÇÃO  1970: foram criados o “Programa de Integração Social-PIS” e “Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público .452. fiscalizar e cobrar as contribuições previdenciárias. bem como pela supervisão dos órgãos que lhe são subordinados" e das entidades a ele vinculadas. LBA – Legião Brasileira de Assistência: assistência aos carentes.439. Assegurava ao funcionário público aposentadoria por invalidez. aprovou a Consolidação das Leis do Trabalho.  1977: a Lei n° 6. SINPAS INPS – Instituto Nacional da Previdência Social: responsável por conceder e controlar a manutenção dos benefícios. destinadas a assegurar os direitos relativos à saúde. como os empregadores e os profissionais liberais. auxílio funeral e auxílio natalidade) e maior número de segurados.  4ª FASE – UNIFICAÇÃO DA LEGISLAÇÃO E UNIFICAÇÃO ADMINISTRATIVA  1943: o Decreto-Lei n° 5. responsável "pela proposição da política de previdência e assistência médica. entre eles. instituiu o “Sistema Nacional de Previdência e Assistência Social – SINPAS”. e já apontava o princípio de que "os proventos da aposentadoria ou jubilação não poderiam exceder os vencimentos da atividade".Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social: prestava assinstência médica. O funcionário público acidentado tinha direito a benefícios integrais.

INPS + IAPAS = INSS A partir de então.  1990: mediante a fusão do IAPAS( Instituto de Administração Financeira da Previdência Social) com o INPS (Instituto Nacional da Previdência Social) é criado o INSS (Instituto Nacional de Seguro Social). integrado por ações de iniciativa dos Poderes Públicos e da sociedade. SAÚDE SEGURIDADE SOCIAL PREVIDÊNCIA SOCIAL ASSISTÊNCIA SOCIAL Nas mãos do Estado está centralizado todo o sistema de seguridade social. os demais órgãos da estrutura SINPAS.  7ª FASE – REFORMA  1998 . Não é apenas o Poder Público que vai participar do sistema da seguridade social. bem como pela concessão e manutenção dos benefícios. à previdência e à assistência social.diretrizes para o RGPS – Regime Geral da Previdência Social. fiscalização e cobrança das contribuições. . normas e instituições.  1999: para implementar a EC nº 20. autarquia subordinada ao Ministério da Previdência e Assistência Social.Emenda Constitucional nº 20: . são extintos. autarquia federal vinculada ao então Ministério do Trabalho e Previdência Social. que continua prestando os serviços de processamento de dados da Previdência Social. Lei 9876/99 realizou modificações nas leis 8212/91 (rege o custeio da seguridade social) e lei 8213/91 (versa sobre os benefícios previdenciários). visando assegurar os direitos relativos à saúde. foram criadas novas Leis. com exceção da DATAPREV. responsável pela arrecadação.salário família somente para trabalhadores de baixa renda.a organização da Previdência Social observará critérios que preservem o equilíbrio financeiro. mas toda a sociedade. É um conjunto de princípios. O órgão incumbido dessas determinações é o INSS. É claro que eventuais insuficiências financeiras ficarão a cargo da União. . por intermédio de um conjunto integrado de ações de ambas as partes envolvidas. . que organiza o custeio do sistema e concede os benefícios e serviços.novas regras para a concessão de benefícios previdenciários aos servidores públicos. porém isso não desnatura a participação de todas as pessoas. .

encargos familiares e prisão ou morte daqueles de quem dependiam economicamente. É o que se denomina de princípio da legalidade. pois é comum a expedição pelo Poder Executivo de portarias. contidos em muitas legislações. Previdência Social: mediante contribuição. visa a garantir aos seus beneficiários meios de subsistência em casos de incapacidade. há significativa importância na Previdência Social.II. se houver previsão em lei. da legalidade e do direito adquirido. 5º. 5º. É. na verdade. ou a desiguais com igualdade. é que se acha a verdadeira lei da igualdade. ORGANIZAÇÃO DA SEGURIDADE Assistência Social: será prestada a quem dela necessitar. Para TODOS / Não depende de contribuição SOCIAL  PRINCÍPIOS DA SEGURIDADE SOCIAL Sendo um ramo específico do Direito. Hipossuficientes/ Não depende de contribuição. ordens de serviços. proteção e recuperação. sendo de responsabilidade do Ministério do trabalho. garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção. Nessa desigualdade social. Só haverá a obrigação de pagar determinada contribuição previdenciária ou a concessão de determinado benefício da Seguridade Social. tendo como principal benefício a garantia de um salário mínimo mensal à pessoa portadora de deficiência e ao idoso que comprove não possuir meios de prover a própria manutenção ou de tê-la provida por sua família. da Lei Fundamental que "ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude da lei". abrangente. desemprego involuntário. e não igualdade real. sem distinção de qualquer natureza. da reserva legal. Dispõe o art. que não podem ser considerados como leis. da suficiência das prestações e da solidariedade. somente o seguro desemprego não é pago pelo INSS. da Lei Maior). nem direito a certo benefício. ainda.. destinado a todos que dela necessitarem. É CONTRIBUTIVA E COMPULSÓRIA (QUEM EXERCE ATIVIVIDADE REMUNERADA TEM QUE CONTRIBUIR!! Dos diversos benefícios elencados. Reza o caput do art. Tratar como desiguais a iguais. como os princípios: da universalidade.. cuja responsabilidade restringe-se aos Estados e Municípios e DF. XXXVI. tempo de serviço. decretos etc. universal. Existe. principalmente no que diz respeito às aposentadorias. proporcionada à desigualdade natural. o gênero do qual são espécies a Previdência Social. serão aplicáveis a esta disciplina. que apesar de não serem especificamente de Direito da Seguridade Social. independentemente da contribuição à seguridade social. a previsão legal para benefícios eventuais como o auxílio funeral e maternidade. 5º da Constituição que "todos são iguais perante a lei. O segurado adquire direito à aposentadoria no momento em que reúne todos os requisitos necessários a obtê-la. conforme dispuser a lei. A menção ao termo lei deve ser compreendida como sendo norma proveniente do Poder Legislativo." A regra da igualdade consiste senão em aquinhoar desigualmente os desiguais. seria desigualdade flagrante.Organização e princípios constitucionais  ORGANIZAÇÃO: A Seguridade Social engloba um conceito amplo. a Assistência Social e a Saúde. Quanto ao direito adquirido (art. Inexistindo esta não há obrigação de contribuir. . além de outros princípios de Direito. na medida em que sejam desiguais. desde que haja previsão na lei sobre determinado evento a ser coberto.. Saúde: é direito de todos e dever do Estado. a Seguridade Social possui princípios próprios. idade avançada. como os da igualdade.

de acordo com suas possibilidades. organizar a seguridade social.diversidade da base de financiamento. o Irredutibilidade do Valor dos Benefícios O poder aquisitivo dos benefícios não pode ser onerado. justa e solidária" (art. sem qualquer distinção. seja a impossibilidade de retornar ao trabalho.irredutibilidade do valor dos benefícios.  PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS O parágrafo único do art.universalidade da cobertura e do atendimento. não devendo existir distinções. No seio da CF/88. com a participação da comunidade. com base em objetivos.I). A legislação salarial. quando deveria ser para todo o sistema. aqueles que têm melhores condições financeiras devem contribuir com uma parcela maior para financiar a Seguridade Social. ou correção do . as adversidades ou acontecimentos em que a pessoa não tenha condições próprias de renda ou de subsistência.caráter democrático e descentralizado da gestão administrativa. mas estes possuem outro regime. inclusive para os servidores civis. ou seja. o Seletividade e Distributividade na Prestação de Benefícios e Serviços A seleção das prestações vai ser feita de acordo com as possibilidades econômico-financeiras do sistema da seguridade social. militares e congressistas. que poderíamos dizer que são os verdadeiros princípios da Seguridade Social: . nos termos da lei. houve a preocupação com a redução dos benefícios previdenciários. em especial dos trabalhadores. vai se formando a cotização de cada uma das pessoas envolvidas pela Seguridade Social para a constituição do numerário visando à concessão dos seus benefícios. tem a Seguridade Social como postulado básico à universalidade. a idade avançada. A forma de correção dos benefícios previdenciários vai ser feita de acordo com o preceituado na lei. A universalidade de cobertura deve ser entendida como a necessidade daquelas pessoas que forem atingidas por uma contingência humana. 194 da CF/88 determina ao Poder Público. não às pessoas envolvidas. . Aplicando este preceito à Seguridade Social.213/91 foram instituídos benefícios aos trabalhadores urbanos e rurais. a morte etc. Sendo assim. Ao contrário. PRINCÍPIO DO SOLIDARISMO A República Federativa do Brasil tem como objetivo fundamental: "construir uma sociedade livre. A universalidade do atendimento refere-se às contingências que serão cobertas. 3º. pois no decorrer dos anos o beneficiário vinha perdendo o poder aquisitivo que tinha quando se aposentou. . o Universalidade da Cobertura e do Atendimento No nosso sistema.equidade na forma de participação no custeio. . Com a Lei nº 8. devem ter uma participação menor no custeio da Seguridade Social. . no caso o federal. mas não podendo deixar de contribuir.uniformidade e equivalência dos benefícios e serviços. . empresários e aposentados. o Uniformidade e Equivalência dos Benefícios e Serviços às Populações Urbanas e Rurais A Constituição disciplina a uniformidade e equivalência de benefícios e serviços às populações urbanas e rurais. ou seja: todos os residentes no país farão jus a seus benefícios. os que têm menores condições de contribuir. vamos encontrar que.

Exemplo: CF/88. políticos ou econômicos que determinam a edição de uma norma jurídica. de acordo com a forma preconizada em lei. 195.CF/88. caput. Fontes formais: são a exteriorização das normas jurídicas. . dos trabalhadores. em que os trabalhadores e empregadores teriam participação nos colegiados dos órgãos em que se discutam ou haja deliberação sobre questões previdenciárias. Estados-membros. portanto. Distrito Federal e Municípios). o Caráter Democrático e Descentralizado na Gestão Administrativa A Constituição dispõe que os trabalhadores. Como menciona o art. para a prestação de um serviço. 10 da Lei Fundamental. havia necessidade da precedência do custeio. devem participar do custeio do sistema. I a III). Instruções Normativas e outras normas. da Lei Maior a seguridade social será financiada por toda a sociedade. mas também serviço de caráter assistencial. As fontes do Direito são classificadas em: formais e materiais. I a III da Constituição).salário mínimo. O Direito Previdenciário tem como fontes formais principais as seguintes: . pois perdas salariais ocorrem costumeiramente. nunca implicou a preservação real dos benefícios previdenciários. mesmo na assistência social. pelos empregadores e pelos trabalhadores (art. Todos. por meio da empresa. dos entes públicos e dos concursos de prognósticos (art. Leis. 195. o Equidade na Forma de Participação no Custeio Apenas aqueles que estiverem em iguais condições contributivas é que terão que contribuir da mesma forma. os empresários e os aposentados participarão da gestão administrativa da seguridade social que terá caráter democrático e descentralizado. majorada ou estendida sem a correspondente fonte de custeio total". Nem a atual lei de benefícios (Lei nº 8.213) irá proporcionar a manutenção do poder aquisitivo real dos benefícios. o Preexistência do Custeio em Relação ao Benefício ou Serviço O princípio da precedência do custeio em relação ao benefício ou serviço surge com a Emenda Constitucional nº 11/65. Assim. ao acrescentar que: "nenhuma prestação de serviço de caráter assistencial ou de benefício compreendido na previdência social poderá ser criada. Tal regra confirma o que já estava normatizado no art. 195.  OUTROS PRINCÍPIOS o Tríplice Forma de Custeio O custeio da seguridade social será feito de forma tríplice: pelos entes públicos (União. o Diversidade da Base de Financiamento A Constituição já prevê diversas formas do financiamento da seguridade social. Nota-se que o dispositivo constitucional mencionava não só benefício da previdência social. Fontes materiais: são os indutores sociológicos.

As normas que regulam o Direito Previdenciário são denominadas Legislação Previdenciária. o VIGÊNCIA: Normalmente as leis referentes a Previdência Social entram em vigor na data de sua publicação. mediante aplicação e criação de normas individuais. que financiam a Seguridade Social. restritiva. sentenças judiciais.não pode prevalecer em relação à Lei. . por delegação expressa do plenário. sendo que as demais normas do ordenamento jurídico.  Normas Constitucionais: são as normas contidas na CF/88. dentre elas: gramatical. As normas previdenciárias na sua aplicação. por comissão do Congresso ou de qualquer uma das casas. quanto ao custeio e benefícios tem sua aplicação alcançando a todos os residentes no país.212/91 ( lei de custeio). poderão ser exigidas após 90 dias da adta da publicação da lei que as houver instituído ou modificado. sendo assim. Cuidado!! Decreto .. existirem várias normas. NÃO SÃO SUBMETIDAS A SANÇÃO DO PRESIDENTE. atendendo ao espírito do sistema jurídico.  Leis Delegadas: hierarquicamente encontram-se no mesmo nível das leis ordinárias.  Leis Complementares: são inferiores à CF/88 e devem estar em consonância com a mesma. sistemática. lógica. . sob matéria de sua exclusiva competência. o HIERARQUIA: Quando em relação a mesma matéria.  Leis Ordinárias: são aquelas elaboradas pelo Poder Legislativo. alguns dispositivos necessitam de regulamentação.outros Decretos e Instruções Normativas. abstratas e impessoais.  Decretos Regulamentares: são regras jurídicas gerais. para desenvolver uma Lei e facilitar sua fiel execução. histórica. O Direito Previdenciário é autônomo. sendo eles brasileiros e estrangeiros. entretanto. teológica ou finalista. o INTERPRETAÇÃO: Interpretar é determinar o sentido e o alcance das expressões do direito. . deverão ser elaboradas obedecendo aos preceitos ali estabelecidos. autentica e sociológica. estabelecidas pelo Poder Executivo. o INTEGRAÇÃO: é o preenchimento das lacunas. interpretação e integração observam as regras gerais dos demais ramos do direito. vigência. gozando de objeto de estudo e princípios próprios.Decreto 3048/99.Lei 8. circulares. como ratificação de tratados internacionais. julgamento das contas do Presidente da República. há várias formas de interpretação. entretanto são elaboradas pelo Presidente da república.213/91 (Lei de Benefícios). . sob pena de tornarem-se inconstitucionais.  Normas internas: são portarias. hierarquia.mesmo que mais benéfico ao segurado . O Direito Previdenciário é um ramo do Direito Público que estuda e regula as relações entre as pessoas e a Previdência Social. OBS: as contribuições. As leis referentes a Seguridade Social. etc. surge a hierarquia. São meios de interação a analogia e os costumes.  Resoluções: são decisões do Poder Legislativo sobre determinados assuntos do seu interesse peculiar. então só após a edição de Decretos Regulamentadores é que elas terão eficácia. extensiva.Lei 8.  Normas individuais: são os contratos.  Decretos Legislativos: são normas aprovadas pelo Congresso.

são os maiores de 16 anos que se filiam ao RGPS. São eles: empregados. COSTUME: é a prática uniforme.no INSS ou por meios eletrônicos de atendimento: (para empregados domésticos. A idade mínima para a filiação é de 16 anos. a filiação decorre da inscrição e do pagamento da 1ª contribuição. não tendo limite de idade máxima. pública e geral a determinado ato. as donas-de-casa. Ex. trabalhadores avulsos e segurados especiais. de caráter contributivo e de filiação obrigatória. . É a partir daqui. os estagiários em acordo com a lei de estágios. segurados especiais e facultativos). Para a inscrição no RGPS.  FILIAÇÃO E INSCRIÇÃO: FILIAÇÃO É o vínculo do segurado com a previdência. .ANALOGIA: consiste em aplicar a um caso que não tenha previsão legal. não sujeitas a regime próprio de previdência. que variam de acordo com a qualidade de segurado: . “A Previdência Social será organizada sob a forma de regime geral. constante. por meio de documentos conforme a qualidade de segurado pretendida. que nascem os direitos e as Obrigações entre as partes. mediante contribuição. uma norma prevista para hipótese distinta. os estudantes. Aquele que exercer mais de uma atividade remunerada. é o ato material da filiação. comprovar. os síndicos não remunerados. os segurados e seus dependentes. para que o segurado se identifique perante o INSS.: os desempregados. ≠ INSCRIÇÃO É a formalização do vínculo. Para o segurado obrigatório. É a burocracia. empregados domésticos.diretamente na empresa ou sindicato (para empregados ou trabalhadores avulsos). deve ser feita a comprovação dos dados pessoais. da filiação. que exercem atividades remuneradas. observados os critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial”. com a convicção de sua necessidade jurídica. os presidiários e outros. São todos os trabalhadores urbanos e rurais. A inscrição do segurado obrigatório na categoria de Empregado se dará quando a empresa informar ao INSS. contribuintes individuais. será segurado obrigatório em cada uma delas e como tal deverá se inscrever. Para o segurado facultativo. porém semelhante ao caso não contemplado. a filiação acontece automaticamente do exercício de atividade remunerada. contribuintes individuais. desde que não exerçam atividade remunerada que os enquadre como segurados obrigatórios. devendo cada um deles. São beneficiários do RGPS.

. contrato social)..trabalhador temporário (até 3 meses) prorrogáveis. arrendatário. . Segurado especial: comprovar a atividade rural. não eventual. em repartições governamentais brasileiras ou em organismos oficiais internacionais.: trabalha para a União na ONU . etc. salvo se possuir regime próprio de previdência. . profissão liberal.brasileiro / estrangeiro domiciliado e contratado no Brasil como empregado de empresa domiciliada no exterior.brasileiro civil que trabalha no exterior à serviço da União.. dos quais o Brasil seja membro. . . votos para os religiosos). Contribuintes individuais: documentos que comprovem essa condição (ex. Facultativos: documento de identidade e declaração expressa de que não exerce atividade remunerada que o enquadre como segurado obrigatório.empregado de organismo oficial internacional em funcionamento no Brasil. meeiro. . ( inscrição em conselhos. Empregados Obrigatórios Atividade remunerada 16 anos Empregado Doméstico Contribuinte Individual Trabalhador Avulso Segurado Especial Beneficiários Segurados Facultativos Atividade NÃO remunerada 16 anos Dependentes 1ª classe 2ª classe 3ª classe  Segurados Obrigatórios:  EMPREGADOS: . como proprietário. que comprovem a atividade por conta própria..aquele que presta serviço no Brasil à missão diplomática ou repartição consular.Empregados domésticos: documentos que comprovem o contrato de trabalho. EX. sob subordinação e mediante remuneração inclusive como diretor empregado.que exerce atividade urbana / rural. etc.

brasileiro civil.E.condutor autônomo de veículo rodoviário. Ex. em atividade sem fins lucrativos. serviços de natureza urbana ou rural. .trabalhador de estiva de mercadorias (inclusive carvão e minério). Ex..: vendedor de porta em porta. no âmbito residencial.A.aquele que presta serviços de qualquer natureza a uma ou mais empresas. conferência e conserto de carga. . municipal) para atender necessidade excepcional. sem vínculo empregatício. vigilância de embarcação e bloco.exercente de mandato eletivo (União. empregada doméstica.Ocupante de cargo efetivo (federal. desde que não pertença a regime próprio de previdência. a diversas empresas.: cobrador da van . Secretários Estaduais e Municipais.PF proprietária ou não.. . .PF que exerce por conta própria atividade econômica com fins lucrativos ou não. de um só veículo. . sem vínculo efetivo com a União.notário. . Ex. do qual o Brasil seja membro. ambulante. . por conta própria.  TRABALHADOR AVULSO: é aquele sindicalizado ou não. . sem relação de emprego. .. sem vínculo empregatício. mediante remuneração.  CONTRIBUINTE INDIVIDUAL: é aquele que não tem vínculo empregatício e que exerce atividade remunerada. que trabalha no exterior para organismo oficial internacional.: motorista. . municípios e DF). .amarrador de embarcação. .bolsista e estagiário em desacordo com a lei de estágios. . . .pescador que trabalha em embarcação com + de 6 toneladas . ou do sindicato da categoria. estadual e municipal) desde que não seja amparado por regime próprio. inclusive em regime especial e fundações públicas federais. -membro de conselho tutelar. caseiro. .. . estadual.membro de conselho fiscal de S. Ex.vendedor em via pública.médico residente. à pessoa ou família.: condutor de van .síndico de condomínio que receba remuneração ou compensação. .árbitro e seus auxiliares.trabalhador em alvarenga (embarcação para carga e descarga de navios). sócio gerente ou sócio cotista desde que recebam remuneração. autarquias.: consultor . porém com auxílio de empregados. que explora a atividade de mineração = GARIMPO. estiva. tabelião.trabalhador portuário de capatazia. sem fins lucrativos. com empregado ou não. permanente ou temporária em área superior a 4 módulos fiscais ou em terra menor. ..servidor contratado por tempo determinado (federal.: brasileiro que trabalha para a ONU .PF proprietária ou não que explora a atividade agropecuária. no âmbito residencial desta.  EMPREGADO DOMÉSTICO: aquele que presta serviço de natureza contínua à pessoa ou família.feirante .servidor da (U. permanente ou não. Ex.diretor não empregado. empregado público (SEM e EP). Estados.servidor público ocupante de cargo em comissão.ocupante dos cargos de Ministro de Estado. . que nesta condição presta serviços a terceiros.trabalhador associado a cooperativa.escrevente e auxiliar de serviços notariais. jardineiro.auxiliar de condutor autônomo de veículo rodoviário. que presta serviço.ministro de confissão religiosa. Ex.. . EX.que presta serviços de natureza não contínua. . .: diarista . assim considerados: . com intermediação obrigatória do gestor de mãode-obra. .M) e autarquias..

rampas. anotação de suas características. companheiro. residente no imóvel rural ou aglomerado urbano ou rural.. arrumação e entrega. plataformas e em outros locais da embarcação. arrendatário. cacau. . assistência a pesagem. proprietário. Alguns conceitos: CAPATAZIA: movimentação de mercadorias nas instalações públicas. peação e despeação.carregador de bagagem em portos.o classificador. .) que explore atividade: . carimbagem. .trabalhador da indústria de extração de sal. Regime de economia familiar = atividade dos membros da família é indispensável à própria subsistência (da família). filho maior de 16 anos ou equiparado. porões. etiquetagem. pintura. conveses. OBS. abertura de volumes para a conferência aduaneira. BLOCO: é a atividade de limpeza e conservação de embarcações mercantes e de seus tanques.agropecuária (em área de até 4 módulos fiscais). -seringueiro ou extrativista vegetal (sem limitação do tamanho da propriedade). CONSERTO DE CARGA: reparo e restauração das embalagens de mercadorias. manipulação. DENTRO DA EMBARCAÇÃO. que trabalha individualmente ou em regime de economia familiar. . SEGURADOS ESPECIAIS a) Produtor (assentado.O segurado especial poderá ter empregados no limite máximo de 120 pessoas/ dia por no máximo períodos intercalados ou corridos. nas operações de carregamento e descarga das embarcações. c) Família (cônjuge...o guindasteiro. incluindo transbordo. o movimentador e o empacotador de mercadorias em portos.o prático de barra em porto. dos produtores ou dos pescadores artesanais). marcação. conferência. remarcação. bem como da movimentação de mercadorias nos portalós.. incluindo batimento de ferrugem.  SEGURADO ESPECIAL: É a PF. ESTIVA: movimentação de mercadorias nos conveses ou nos porões das embarcações. procedência ou destino.ensacador de café. nas operações de carregamento e descarga das embarcações. . compreendendo o recebimento. bem como carregamento e descarga de embarcações (efetuadas por aparelho portuário). NAS INSTALAÇÕES DE USO PÚBLICO. VIGILÂNCIA DE EMBARCAÇÕES: atividade de fiscalização de entrada e saída de pessoas a bordo das embarcações atracadas ou fundeadas ao largo. arrumação. verificação do estado das mercadorias. eles plantam e o excedente é vendido. abertura de volumes para vistoria e posterior recomposição. conferência do manifesto e demais serviços correlatos. bem como o carregamento e a descarga das mesmas (realizados com equipamentos de bordo). . transporte interno. b) Pescador artesanal ou assemelhado (marisqueiro). sal e similares. meeiro. PRÁTICO DE BARRA EM PORTO: é aquele que assume a função do navio e o atraca ao porto ( é o que dirige o navio e o estaciona). CONFERÊNCIA DE CARGA: contagem de volumes. reparo de pequena monta e serviços correlatos. reembalagem. ainda que com o auxílio de terceiros.: .

brasileiro residente ou domiciliado no exterior (salvo se filiado a regime de previdência de país com o qual o Brasil mantenha acordo internacional).síndico de condomínio (não remunerado). .que não exerce atividade remunerada . até 50% do imóvel rural. . . desde que outorgante e outorgado continuem exercendo a respectiva atividade. .bolsista e estagiário em acordo com a lei de estágios.presidiário que não exerce atividade remunerada e que não esteja vinculado a regime de previdência. CONTINUA OBRIGADO A CONTRIBUIR. .  TRABALHADORES EXCLUIDOS DO REGIME GERAL: Aqueles que já contribuem para um Regime Próprio de previdência são excluídos do Regime Geral..não é possível ser segurado obrigatório e facultativo ao mesmo tempo!! .não descaracteriza o segurado especial. a exploração de atividade turística. OU SEJA.  DEPENDENTES: Recebem Benefícios auxílio reclusão Pensão por morte serviço social Habilitação e reabilitação PRESTAÇÃO PREVIDENCIÁRIA Serviços .pode exercer atividade artística. .bolsista com dedicação integral.pode exercer mandato eletivo de vereador no município em que ele trabalha. .Dona de casa. desde que ganhe um valor mensal menor que o salário mínimo. . dos Estados.brasileiro que acompanha cônjuge que presta serviço no exterior. TODO AQUELE QUE EXERCER CONCOMITANTE MAIS DE UMA ATIVIDADE REMUNERADA.pessoa física .estudante. É OBRIGATORIAMENTE FILIADO EM RELAÇÃO A CADA UMA DELAS.membro de conselho tutelar quando não esteja vinculado a qualquer regime de previdência. Mas caso seja exercida atividade remunerada no Regime Geral concomitantemente com o Regime Próprio será filiado aos dois regimes. É UM SEGURADO OBRIGATÓRIO.pode utilizar o próprio lucro familiar para processo de beneficiamento ou industrialização artesanal. . São eles: O militar ou o servidor público efetivo civil da União.  SEGURADO FACULTATIVO .outorgar por meio de parceria / contrato.desempregado.maior de 16 anos . . Por isso há a possibilidade do servidor ou do militar se aposentar duas vezes. do Distrito Federal ou dos Municípios ou de suas respectivas autarquias ou fundações. no período da entressafra ou do defeso por no máximo 120 dias. . .não pode ter RPPS . uma em cada regime.pode exercer atividade remunerada. . . SOBRE O VALOR DE SUA NOVA REMUNERAÇÃO. inclusive com hospedagem (por no máximo 120 dias/ ano). O APOSENTADO (POR IDADE OU POR TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO) QUE VOLTAR A EXERCER ATIVIDADE REMUNERADA.

receberá a pensão até que complete 21 anos e caso venha a tornar-se inválido após esta idade. APOSENTADO QUE VOLTA A TRABALHAR E EXERCE ATIVIDADE REMUNERADA. em partes iguais. este não perderá o benefício ao completar 21 anos. Sempre ficando condicionada a perícia médica. como segurado obrigatório.companheiro(a) que mantém união estável com beneficiário já casado (não separado). na categoria da atual atividade. que receba pensão alimentícia). congênita. mental. filhos ou equiparados menores de 21 anos e não emancipados (salvo emancipação por colação de grau).se dependente de classe inferior. Dependentes de mesma classe concorrem entre si. V. ou seja. sua cota será acrescida as cotas dos demais dependentes. Irmãos inválidos REGRAS DE BENEFÍCIOS PAGOS A DEPENDENTES: I. INVALIDEZ = qualquer tipo de invalidez. II. .se na época do óbito ou prisão do segurado o dependente já possuía invalidez. Quando um dependente perde a condição de dependência. de dependente) o benefício não voltará! . física. Extinta a primeira classe = extinto o benefício. econômica. 3ª CLASSE: PRECISAM comprovar a dep. sob pena da perda do benefício. terá que contribuir. OBS: companheiro (a) homossexual TEM DIREITO administrativo. caso o dependente seja normal. não passando para os dependentes de classes inferiores. vier a se habilitar junto a previdência para recebimento de benefício. adquirida. sendo assim. . 2ª CLASSE: PRECISAM comprovar a dep. antes de outro de classe superior. salvo se a reabilitação depender de cirurgia ou de transfusão de sangue. mesmo que no outro dia de seu aniversário (depois de perder a cond. econômica. III. .Caso a perícia constate que a invalidez possa ser reabilitada. NÃO TEM DIREITO!!! Neste caso será dependente a esposa(o) legítima(o).DEPENDENTES: Podem ser: 1ª CLASSE: Classe preferencial . ao se apresentar o de classe superior. Caso contrário. salvo emancipação por colação de grau). A ordem de vocação é determinada no momento do evento gerador. ex cônjuge (separado/ divorciado / separado de fato. sempre em parcelas iguais. se quem recebe o benefício é de classe superior e este perde a condição de dependente ou morre. e o valor da contribuição será a do valor de sua nova . cônjuge. OBS: acumulação de benefícios pensão de filho + pensão de cônjuge PODE!!! 2 pensões de cônjuge NÃO PODE!!! Deve-se escolher com qual quer ficar! Irmãos menores (de 21 anos e não emancipados. econômica. IV. terá que ressarcir o INSS. um benefício JAMAIS será cotizado (dividido) entre classes diferentes de dependentes. o benefício cessará. o dependente não poderá se negar. ou seja. será cortado o benefício do que se habilitou primeiro e o de classe superior passará a recebe-lo. Se comprovada má fé deste que se habilitou primeiro.goza de presunção de dep. Pai e mãe. Evento gerador da pensão por morte = morte Evento gerador do auxílio reclusão = prisão Classe superior exclui classe inferior. companheiro(a). seja ela.

Período = 6 meses Segurado que deixou de exercer atividade remunerada ou que está suspenso sem receber a remuneração. Para o INSS a aposentadoria é irreversível e irrenunciável. Regra: para ser segurado tem que contribuir. e salário DESAPOSENTAÇÃO = desfazimento da aposentadoria. Período = 12 meses após cessar a segregação. A aposentadoria por invalidez é reversível. com até 120 contribuições (sem perder a qualidade de segurado) + de 120 contribuições (sem perder a qualidade de segurado) 12 meses. período onde a pessoa mantém a qualidade de segurado. mesmo sem estar contribuindo. Quem esta em gozo de benefício. ou seja. aposentadoria p/ idade) Período = sem limite de prazo. Segurado detido ou recluso. Durante este período o segurado continua tendo direito aos benefícios.   MANUTENÇÃO.: auxílio doença.  MANTÉM A QUALIDADE DE SEGURADO Quando está contribuindo Período de graça . (ex. ocorre a devolução do tempo de contribuição para que o segurado ganhe algo maior. Período = 12 meses após sair da prisão (soltura. etc. mas se manifestou para 36 meses. PERÍODO DE GRAÇA: mesmo sem contribuir continua na qualidade de segurado. Doença por segregação compulsória (doença que exige isolamento).) Quem vai para o serviço militar. mas se manifestou para 24 meses. Período = 3 meses após a baixa. nem sacar PIS e FGTS). A pessoa somente poderá desistir da aposentadoria se não sacar o RMI (1º benefício. 24 meses. PERDA E RESTABELECIMENTO DA QUALIDADE DE SEGURADO: MANUTENÇÃO DA QUALIDADE DE SEGURADO: se dá por meio da contribuição. Segurado facultativo. somente terá direito aos benefícios de salário família maternidade. se recebeu seguro desemprego ou no Ministério do Trabalho passa se recebeu seguro desemprego ou no Ministério do Trabalho passa Período PERÍODO DE GRAÇA NÃO É TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO! Salvo: auxílio doença e aposentadoria por invalidez. desde que o período de graça esteja entre períodos de contribuição. Exceção: período de graça. se constatado por perícia médica. podendo ser requerida somente ao judiciário.remuneração e desta nova inscrição. fuga. Com a desaposentação.

. parto 7 meses = 6 contrib. hanseníase. cegueira. nefropatia. AIDS.) NÃO TEM CARÊNCIA APOSENTADORIA POR TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO APOSENTADORIA ESPECIAL APOSENTADORIA POR IDADE SALÁRIO MATERNIDADE OUTRAS DOENÇAS = CARÊNCIA DE 12 MESES 180 contribuições OU TABELA DE TRANSIÇÃO da lei 8213/91 180 contribuições OU TABELA DE TRANSIÇÃO da lei 8213/91 Idade + 180 contribuições OU TABELA DE TRANSIÇÃO da lei 8213/91 Vai depender do tipo de segurada: EMPREGADA EMPREGADA DOMÉSTICA TRABALHADORA AVULSA CONTRIVUINTE INDIVIDUAL SEGURADA FACULTATIVA SEGURADA ESPECIAL AUXÍLIO ACIDENTE SALÁRIO FAMÍLIA PENSÃO POR MORTE AUXÍLIO RECLUSÃO NÃO TEM CARÊNCIA NÃO TEM CARÊNCIA NÃO TEM CARÊNCIA NÃO TEM CARÊNCIA NÃO TEM CARÊNCIA parto 9 meses = 10 contrib. Parkinson. Parkinson. cegueira. indispensáveis para que o segurado faça jus ao benefício pretendido.... parto 8 meses = 9 contrib. que pode vir de qualquer acidente ou de doença) CARÊNCIA (vai depender do evento causador) ACIDENTE = NÃO TEM CARÊNCIA DOENÇA PROFISSIONAL OU DOENÇA DO TRABALHO = NÃO TEM CARÊNCIA DOENÇA GRAVE (tuberculose. PERDE A QUALIDADE DE SEGURADO Quando não contribui Quando termina o período de graça. câncer. precisa comprovar 10 meses de exercício da atividade .  RESTABELECE A QUALIDADE DE SEGURADO Quando volta a contribuir (com pelo menos 1 contribuição. nefropatia. AIDS.)NÃO TEM CARÊNCIA APOSENTADORIA POR INVALIDEZ OUTRAS DOENÇAS = CARÊNCIA DE 12 MESES ACIDENTE = NÃO TEM CARÊNCIA DOENÇA PROFISSIONAL OU DOENÇA DO TRABALHO = NÃO TEM CARÊNCIA DOENÇA GRAVE (tuberculose.  é o número mínimo de contribuições. Tempo de contribuição = são todas as contribuições BENEFÍCIO PRETENDIDO AUXÍLIO DOENÇA (incapacidade temporária.. hanseníase. câncer..

é a média aritmética dos 80% maiores salários de contribuição. 4º) valor da média aritmética x fator previdenciário 5º)o resultado é o salário de benefício 6º) 100% do salário de benefício = RMI (renda mensal inicial) 1º) atualização dos salários de contribuição. 4º) o resultado é o salário de benefício 6º) 50% do salário de benefício = RMI (renda mensal inicial) O VALOR PODERÁ SER MENOR QUE O DO SALÁRIO MÍNIMO. ATÉ O LIMITE DE 100%. o valor do benefício quando é concedido) 1º) atualização dos salários de contribuição. o tempo de contribuição e a expectativa de sobre vida) Salário de benefício (é uma etapa do cálculo do valor do benefício. calculando-se ou não o fator previdenciário) % (do valor do salário de benefício que será convertido na RMI) Renda mensal inicial (é o valor do 1º benefício. POIS É APENAS UM AUXÍLIO E A PESSOA PODERÁ CONTINUAR RECEBENDO SEU SALÁRIO! 1º) atualização dos salários de contribuição. 4º) NÃO TEM FATOR PREVIDENCIÁRIO 5º)o resultado é o salário de benefício 6º) 100% do salário de benefício = RMI (renda mensal inicial) 1º) atualização dos salários de contribuição. 3º) fazer a média aritmética (soma desses 80% maiores salários de contribuição ÷ nº de salários de contribuição. 2º) escolher 80% dos maiores salários de contribuição. 4º) o resultado é o salário de benefício 6º) 91% do salário de benefício = RMI (renda mensal inicial) 1º) atualização dos salários de contribuição. ou seja. 2º) escolher 80% dos maiores salários de contribuição. 3º) fazer a média aritmética (soma desses 80% maiores salários de contribuição ÷ nº de salários de contribuição. 2º) escolher 80% dos maiores salários de contribuição. que leva em conta a idade. 2º) escolher 80% dos maiores salários de contribuição. do salário de benefício = RMI (renda mensal inicial) . 4º) valor da média aritmética x fator previdenciário 5º)o resultado é o salário de benefício 6º) AQUI O PERCENTUAL SERÁ DE 70% + 1% PARA CADA GRUPO DE 12 CONTRIBUIÇÕES. 3º) fazer a média aritmética (soma desses 80% maiores salários de contribuição ÷ nº de salários de contribuição. 3º) fazer a média aritmética (soma desses 80% maiores salários de contribuição ÷ nº de salários de contribuição. 3º) fazer a média aritmética (soma desses 80% maiores salários de contribuição ÷ nº de salários de contribuição. 2º) escolher 80% dos maiores salários de contribuição. 2º) escolher 80% dos maiores salários de contribuição. 4º) o resultado é o salário de benefício 6º) 100% do salário de benefício = RMI (renda mensal inicial) 1º) atualização dos salários de contribuição.CONCEITOS: Salário de contribuição (é a base de cálculo da contribuição) Fator Previdenciário (é o coeficiente atuarial. 3º) fazer a média aritmética (soma desses 80% maiores salários de contribuição ÷ nº de salários de contribuição.

Criança deficiente (incapacitada para a vida independente e para o trabalho). Família para LOAS = são os mesmos dependentes da previdência social. Ao morrer o beneficiário. não dá direito a pensão por morte. amparo social. ou seja.1º) ATUALIZAÇÃO DOS SALÁRIOS DE CONTRIBUIÇÃO 2) 80 % DOS MAIORES SALÁRIOS DE CONTRIBUIÇÃO 3) MÉDIA ARITMÉTICA 4)Aposentadoria por tempo de contribuição – 100% da RMI Aposentadoria Especial . desde que vivam sob o mesmo teto.91% do salário de benefício Auxílio acidente . lesões hereditárias) mediante perícia (mesmo que já exista uma sentença de interdição).100% da RMI Aposentadoria por idade .100% do salário de benefício Auxílio doença . LOAS = benefício personalíssimo. amparo assistencial. CF/88 . Também chamado: benefício assistencial de prestação continuada (BPC). mental. lesões adquiridas. até o limite total de 100% Aposentadoria por invalidez . Miserabilidade = renda mensal percapta inferior a ¼ do salário mínimo. 203 . vou contar os 80% maiores salários de contribuição a partir de julho de 1994 (plano real). (índios. Não poderá estar recebendo outro benefício do poder público.70% do salário de benefício + 1% para cada grupo de 12 contribuições. amparo constitucional. adquirida. desde que atendam os requisitos de miserabilidade. Beneficiários do LOAS :     IDOSO: (65 anos de idade para homens e mulheres) DEFIFIENTE: (físico. Requisitos: ser idoso ou ser deficiente e ter a condição de miserabilidade.50% do salário de benefício Obs. independentemente de contribuição à seguridade social. e tem por objetivos: V .a garantia de um salário mínimo de benefício mensal à pessoa portadora de deficiência e ao idoso que comprovem não possuir meios de prover à própria manutenção ou de tê-la provida por sua família. ser idoso ou deficiente para a vida independente e para o trabalho. cessa o LOAS. é o benefício da lei 8742/93. congênita.: Para as pessoas que se filiaram até 28 de novembro de 1999. conforme dispuser a lei 8742/93 – Lei Orgânica da Assistência Social. vale gás.Art. Outros benefícios da LOAS: bolsa família. estrangeiros e sem teto que vivem na rua também terão direito. Não poderá estar filiado ao RGPS (não pode exercer atividade remunerada). PROUNI. que não possam prover o próprio sustento). .A assistência social será prestada a quem dela necessitar.

mesmo sem vínculo empregatício. e das seguintes contribuições sociais: I . III . (COFINS) c) o lucro. Parágrafo único. a atualização monetária e os juros moratórios. de forma direta e indireta. fiscalização e cobrança prestados a terceiros.A seguridade social será financiada por toda a sociedade. do Distrito Federal e dos Municípios.morte do beneficiário.as multas.do importador de bens ou serviços do exterior. mediante recursos provenientes dos orçamentos da União.do empregador. nos termos da lei.deficiente deixa de ter deficiência ou deixa de atender as condições de miserabilidade. da empresa e da entidade a ela equiparada na forma da lei.as doações.a remuneração recebida pela prestação de serviços de arrecadação. à pessoa física que lhe preste serviço. . na forma da Lei Orçamentária Anual. subvenções e outras receitas eventuais. fixados obrigatoriamente na lei orçamentária anual. OUTRAS FONTES Decreto 3048 / 99 Art.Constituem outras receitas da seguridade social: I . II . quando decorrentes do pagamento de benefícios de prestação continuada da Previdência Social. industriais e financeiras. legados.idoso deixa de atender as condições de miserabilidade.sobre a receita de concursos de prognósticos. IV . 16. V . Lei 8212/91 Art.as receitas provenientes de prestação de outros serviços e de fornecimento ou arrendamento de bens. A contribuição da União é constituída de recursos adicionais do Orçamento Fiscal. 213 . a qualquer título. Art. .do trabalhador e dos demais segurados da previdência social. .as demais receitas patrimoniais. II . b) a receita ou o faturamento. IV . Compete exclusivamente à União instituir contribuições sociais.Casos em que cessa o LOAS: . dos Estados. 149. não incidindo contribuição sobre aposentadoria e pensão concedidas pelo regime geral de previdência social de que trata o Art. A União é responsável pela cobertura de eventuais insuficiências financeiras da Seguridade Social. incidentes sobre: a) a folha de salários e demais rendimentos do trabalho pagos ou creditados. CF/88 Art. 201. III . 195 .

em relação ao segurado que lhe presta serviços.A pessoa jurídica em débito com o sistema da seguridade social. . deverão repassar à seguridade social cinquenta por cento do valor total do prêmio recolhido. bem como os órgãos e as entidades da administração pública direta. da contribuição incidente na folha de salários pela incidente sobre a receita ou o faturamento.Nenhum benefício ou serviço da seguridade social poderá ser criado. . o meeiro e o arrendatário rurais e o pescador artesanal.o trabalhador autônomo ou a este equiparado.O produtor.As contribuições sociais dos Empregadores poderão ter alíquotas ou bases de cálculo diferenciadas. contribuirão para a seguridade social mediante a aplicação de uma alíquota sobre o resultado da comercialização da produção e farão jus aos benefícios nos termos da lei. repassados pelo Instituto Nacional do Seguro Social aos órgãos responsáveis pelas ações de proteção à saúde e a ser aplicada no tratamento e recuperação de viciados em entorpecentes e drogas afins. como estabelecido em lei.VI – 50% da receita obtida no leilão dos bens apreendidos do tráfico de drogas. Empresa: é a firma individual ou a sociedade que assume o risco de atividade econômica urbana ou rural. . destinados ao Sistema Único de Saúde.substituição gradual. não poderá contratar com o Poder Público nem dele receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios (por isso se exige a CND – certidão negativa de débitos) . indireta e fundacional”.As companhias seguradoras que mantém seguro obrigatório de danos pessoais causados por veículos automotores de vias terrestres. para custeio da assistência médico-hospitalar dos segurados vitimados em acidentes de trânsito. e Parágrafo único . total ou parcial. com fins lucrativos ou não. Importante: . inclusive a missão diplomática e a repartição consular de carreiras estrangeiras. VII -40% do resultado dos leilões dos bens apreendidos pela Secretaria da Receita Federal. . .São isentas de contribuição para a seguridade social as entidades beneficentes de assistência social que atendam às exigências estabelecidas em lei. Podem equiparar-se à empresa. II . a associação ou a entidade de qualquer natureza ou finalidade. sem empregados permanentes. .o contribuinte individual. assegurada a cada área a gestão de seus recursos. da utilização intensiva de mão-de-obra. para débitos em montante superior ao fixado em lei . o parceiro. do porte da empresa ou da condição estrutural do mercado de trabalho.vedada a concessão de remissão ou anistia das contribuições sociais dos empregadores (sobre a folha de salários) e dos trabalhadores. previdência social e assistência social. III – a cooperativa. em relação a segurado que lhe presta serviço.As contribuições sociais de que trata este artigo só poderão ser exigidas após decorridos noventa dias da data da publicação da lei que as houver instituído ou modificado. que exerçam suas atividades em regime de economia familiar. (anterioridade nonagesimal) . tendo em vista as metas e prioridades estabelecidas na lei de diretrizes orçamentárias. majorado ou estendido sem a correspondente fonte de custeio total. em razão da atividade econômica. bem como os respectivos cônjuges.A proposta de orçamento da seguridade social será elaborada de forma integrada pelos órgãos responsáveis pela saúde. para os efeitos legais: I .

para retribuir o trabalho prestado. devidos ou creditados a qualquer título durante o mês. c) Para o contribuinte individual – a remuneração recebida durante o mês. pois. b) Para o empregado doméstico – será a remuneração registrada em sua carteira de trabalho. V . quando pessoa física. No entanto a incidência é em separado do salário-de-contribuição e seu recolhimento deverá ser feito até dia 20 do mês de dezembro. . qualquer que seja a sua forma. Pois enquanto a primeira visa o lucro o segundo não. empregado doméstico”. As gratificações eventuais não terão incidência da contribuição previdência.  Parcelas integrantes do salário-de-contribuição: a) Férias – integram o salário-de-contribuição as férias gozadas e o terço constitucional (adicional de 1/3 sobre as férias). A incidência da contribuição será no mês em que as férias se ferirem.o proprietário ou dono de obra de construção civil. em relação a segurado que lhe presta serviço. d) Gratificações – as gratificações ajustas fazem parte do salário-de-contribuição. é “a pessoa ou família que admite a seu serviço.IV – o operador portuário e o órgão gestor de mão-de-obra. pelo exercício de atividade por conta própria. por terem natureza indenizatória não integram o salário-de-contribuição.  Salário-de-contribuição O salário-de-contribuição tem várias definições de acordo com o segurado: a) Para o empregado e o trabalhador avulso – é a remuneração auferida de uma ou mais fonte. mas sem finalidade lucrativa. exceto para cálculo do benefício. não importando se foram antecipadas. prestada a pessoa física ou a empresas. neste caso. Os abonos de férias e a conversão de 10 dias em pecúnia (venda de férias). Empregador doméstico: é aquele que admite a seu serviço. adiantamento decorrente de reajuste salarial. b) 13º salário – integra o salário de contribuição. c) Abonos – são os adiantamentos. não há habitualidade. mediante remuneração. empregado doméstico. Portanto a diferença básica entre a empresa e o empregador doméstico é finalidade. se a lei estabelecer que o abono tem natureza salarial fará parte do salário-decontribuição. sem finalidade lucrativa. d) Para o segurado facultativo – o valor por ele declarado. outros ganhos habituais. inclusive as gorjetas. A súmula 241 do STF estabelece que “a contribuição previdenciária incide sobre o abono incorporado ao salário”.

quando pago ou creditado pela empresa de acordo com a Lei. h) A participação nos lucros ou resultados (PLR). Se substituído por dinheiro incide a contribuição previdenciária. i) Abono do PIS-Pasep. o) Indenização pagas aos safristas. nos termos legais. k) Plano de saúde médico-odontológico e reembolso de medicamentos. Lembre-se que a incidência sobre benefícios concedidos aos servidores públicos pelo Regime Próprio de Previdência Social (RPPS). p) Ganhos eventuais e abonos desvinculados dos salários. b) A ajuda de custo e o adicional mensal recebidos pelos aeronautas (Lei 5929/73). r) Auxílio-creche e auxílio-babá.e) Diárias – é o pagamento feito ao empregado para indenizar despesas com deslocamento. 137 da CLT). j) Importância paga pelo empregador como complemento do auxílio-doença. hospedagem ou pousada. salvo o salário-maternidade. ao trabalhador. c) A alimentação gratuita fornecida pelo empregador de acordo com o PAT (Programa de Alimentação do Trabalhador). não incide contribuição sobre benefícios. g) As diárias que não excedam a 50% da remuneração. d) Transporte do trabalhador – vale transporte de acordo com a Lei 7418/85 (Lei do vale-transporte). f) Ganhos habituais – são entendidos como prestações fornecidas. e) A importância recebida a título de férias indenizadas e o respectivo terço constitucional. Integram o salário-decontribuição quando excederem a 50% da remuneração mensal. . g) Comissões e porcentagens sobre vendas – por ter caráter de habitualidade. alimentação e sua manutenção quando precisar viajar a serviço do empregador. No Regime Geral de Previdência Social (RGPS). f) Ajuda de custo em parcela única. integram o salário-de-contribuição. q) Férias pagas em dobro(art. l) Contribuições para previdência complementar. para os trabalhadores da iniciativa privada. n) Indenização de 40% do FGTS por ocasião da dispensa do trabalhador.  Parcelas não integrantes do salário-de-contribuição a) Os benefícios da previdência social. m) Plano educacional para educação básica. periodicamente.

a remuneração do empregado. demissão. será proporcional ao número de dias trabalhados.  Limite máximo e Limite mínimo Limite mínimo – corresponde ao piso salarial. caso não exista. afastamento ou falta. ocorrer no curso do mês. Limite máximo – atualizado pelo Ministério da Previdência Social. é reajustado na mesma época e com os mesmos índices que os do reajustamento dos benefícios da prestação continuada da Previdência Social e será publicado mediante portaria do Ministério da Previdência e Assistência Social sempre que houver alteração em seu valor. por meio de portaria. o salário de contribuição.s) Ajuda de custo paga mensalmente. trabalhador avulso e empregado doméstico.  Proporcionalidade e Reajustamento: Proporcionalidade = Na admissão. Reajustamento = o limite máximo de salário de contribuição. É o máximo que o trabalhador poderá receber quando aposentar. o salário mínimo. .

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