PUERI DOMUS

ENSINO MÉDIO

FÍSICA
Saber fazer Saber fazer +

MÓDULO

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050 m3.3 · 103 J 3. Nesses diagramas. qualquer que seja sua natureza. porque sempre que um corpo recebe calor sua temperatura aumenta. b) a energia cinética total de suas moléculas. passando de um estado A para um estado B. 7.0 · 103 J molécula de um gás perfeito. (UFRN-RN) Um sistema termodinâmico realiza um trabalho de 40 kcal quando recebe 30 kcal de calor. (UFMA-MA) Considere 2 mols de um gás ideal conti- 4. um gás ideal ocupam volume de 0. d) depende exclusivamente da temperatura. representada no gráfico a seguir. (Cesesp-PE) A 18 °C e 765 mm de mercúrio. 8 mols de moléculas de 3. II e V. b) depende exclusivamente da temperatura e da pressão do gás.31 J/mol · K a) b) c) d) e) I e IV.0 · 104 J 3. 5. 1.71 gramas. a transformação descrita acima só pode corresponder às curvas: 6. Sob pressão de 1 · 105 N/m2.29 litro de um gás ideal tem massa 2. Este gás passa por uma transformação que o leva do estado A para o estado B. III e VI. podemos afirmar que: a) depende exclusivamente da temperatura e da natureza do gás. não dependendo da natureza do gás. Sendo R = 8. Dados: pV = n RT (lei geral dos gases) n RT (energia cinética de um gás) R = 8. III e IV. As figuras mostram diagramas Tp e TV.0 · 103 J 2.Saber fazer 1.8 · 104 J 3. a variação de energia interna desse sistema é: a) –10 kcal b) zero c) 10 kcal d) 20 kcal e) 35 kcal sua temperatura aumente? a) Não. mas exclusivamente da pressão. A massa molar do gás vale. aproximadamente. sendo T a temperatura absoluta. e) depende exclusivamente do volume do gás. I e VI. (Fuvest-SP) Certa massa de gás ideal sofre uma com- pressão isotérmica muito lenta. Determine a variação de energia interna ∆U sofrida pelo gás ao longo do processo A → B. c) a variação sofrida por essa energia cinética quando a temperatura se eleva a 150 °C. (Ufla-MG) É possível ceder calor a um gás sem que . determine: a) a temperatura em que se encontra o gás. Nesse processo. c) não depende da natureza do gás. (Unama-PA) A respeito da energia cinética média por a) b) c) d) e) 2. V o volume e p a pressão do gás.31 J/mol · K. 2. em g/mol: a) 30 b) 40 c) 50 d) 60 e) 20 dos dentro de um recipiente.

00 · 10–2 m 1. porque o calor é uma forma de energia e sempre se conserva. Se o ar for aquecido até atingir um novo estado de equilíbrio à temperatura de 400 K. porque o calor pode ser transformado em energia interna do gás. (Uneb-BA) Uma dada massa de gás ideal sofreu a transformação A – B – C indicada no diagrama pressão × volume da figura. Sem deixar variar a temperatura. (PUC-SP) Um certo gás ocupa um volume de 41 litros. (Cefet-MG) Um gás ideal passa pelas seguintes transformações: • aumento do volume isobaricamente. são retirados 4 mols do gás.0 · 10–2 m 7. é provido de um pistão de massa m que pode deslizar livremente. de raio interno R e contene) 12. O trabalho das forças de pressão na citada transformação vale: Pressão 3p B C a) b) c) d) e) 39. Basta que o gás realize trabalho igual ao calor que recebeu.0 · 10–2 m.58 · 10–2 m p A V 4V Volume a) 12 pV b) 4 pV . aproximadamente: a) 3.082 atm · L/mol · K.MÓDULO 3 b) Não. Nessas condições. • redução da temperatura ao valor inicial isovolumetricamente.02 · 1023 e a constante universal dos gases perfeitos. 3 11.5 · 10–2 m 12. o novo valor de h será: c) d) 10.00 · 1024 do ar.00 · 1029 d) 5.02 · 1023 c) 3. porque o calor pode resultar num aumento da agitação térmica das moléculas do gás. (UFMG-MG) Um cilindro. • redução do volume ao valor inicial isotermicamente.00 · 1024 b) 6. (PUCCamp-SP) Um recipiente rígido contém gás perfeito sob pressão de 3 atm. O número de mols existente inicialmente no recipiente era: a) 6 b) 8 c) 10 d) 12 e) 16 b) 9. c) Sim. O sistema está inicialmente em equilíbrio. O gráfico que representa essas transformações é: a) 8. O número de Avogadro vale 6. R = 0. d) Sim.00 · 10–2 m 4. o número de moléculas contidas no gás é.9 atmosferas à temperatura de 17 °C. sob pressão de 2.00 · 1023 e) 2. à temperatura de 300 K e a altura h vale 9. e) Sim. fazendo com que a pressão se reduza a 1 atm.

sua pressão. 18. respectivamente. d) a variação da energia interna é nula. de tal forma que. c) o módulo do trabalho realizado. quando o sistema evolui de a para b. seu volume e sua energia interna. Como ilustrado abaixo. (Unifal-MG) Um gás ideal encontra-se inicialmente no estado termodinâmico i. pode-se considerar que o gás esteve em equilíbrio termodinâmico. a) b) c) d) e) T1 = T 2 = T 3 T1 > T 2 = T 3 T1 > T 2 > T 3 T1 < T 2 < T 3 T1 < T 2 = T 3 14. Determine o trabalho nessa transformação. Justifique sua resposta. T2. Essa evolução foi realizada muito lentamente. QC representa o calor cedido pelo sistema durante a contração isotérmica cd. Por isso. QH representa o calor que entra no sistema durante a expansão isotérmica ab. Vi e Ui são. passando por um estado II e chegando. a energia interna do gás no estado final f é: a) Ui/6 b) 6Ui c) Ui/2 d) 2Ui e) 3Ui 17. a um estado III. T3 as temperaturas absolutas do gás. no gráfico pressão versus volume. c) o meio externo não troca calor com o gás. d) o trabalho realizado pelo gás é nulo. Assim. o gás. numa expansão isotérmica de um gás ideal: a) o volume do gás permanece constante. quando pi. II e III. indicando se é realizado pelo gás ou sobre o gás. em um gás ideal. Sobre esse diagrama. b) a pressão permanecerá constante e a temperatura aumentará. O gráfico da figura abaixo indica como variam a pressão e o volume de um gás ideal num processo . b) a energia interna do gás aumenta. e) o calor absorvido pelo gás é usado na realização de trabalho. quando o sistema evolui de a para b e de c para d. a partir daí. Sejam T1. Se a energia cinética média das moléculas de um gás 15. pode-se afirmar que: 16. é correto afirmar que: Sabendo-se que a energia interna de um gás ideal é proporcional à sua temperatura absoluta. . ou seja. 13. em todos os estados intermediários entre I e III. desde um estado I. nos estados I. quando.4 c) 3 pV d) 9 pV e) 16 pV Física termodinâmico AB. (Unimontes-MG) Na figura abaixo. (Cesgranrio-RJ) O diagrama pV mostra a evolução de uma massa de gás ideal. interna depende apenas da temperatura. expande-se isobaricamente até atingir o estado final f. b) a soma dos módulos dos trabalhos realizados. (UEFS-BA) Sabe-se que. a energia a) o trabalho total em cada ciclo é nulo. é igual ao módulo do trabalho realizado de c para d. aumentar e o volume do mesmo permanecer constante: a) a pressão do gás aumentará e a temperatura permanecerá constante. quando o sistema evolui de a para b e de c para d. respectivamente. finalmente. expande-se isotermicamente triplicando seu volume e. é igual à soma dos módulos dos trabalhos realizados de b para c e de d para a. a partir dessa situação inicial. temos um diagra- ma pV para uma máquina de Stirling que utiliza gás ideal. de acordo com a primeira lei da termodinâmica.

Sabendose que 1 kcal equivale a 4.0 c) 25.000 cal de fonte quente. b) o trabalho realizado no processo é igual ao calor trocado com o meio exterior mais a variação da energia interna. realiza 4. (UCS-RS) Certa máquina térmica executa o ciclo da figura. mações mostradas no diagrama abaixo.” Analisando-se essas duas afirmativas. d) no esfriamento isométrico AE. faz-se o gás sofrer uma expansão isotérmica durante a qual realiza um trabalho e e recebe 150 J de calor do meio externo. (FEI-SP) Quanto à primeira lei da termodinâmica. c) na expansão adiabática AD. .00 J termodinâmico. d) nenhuma das duas está correta. c) as duas estão corretas.0 na térmica afirma que ela. o gás recebe calor (Q > 0). Considere certa massa de um gás ideal em equilíbrio sobre termodinâmica.MÓDULO 3 c) a pressão e a temperatura aumentarão. o trabalho realizado é nulo. Dois mols de um gás monoatômico sofrem as trans- a) b) c) d) e) 100 10 1. o gás cede calor (Q < 0). d) a pressão diminuirá e a temperatura aumentará. e) o trabalho realizado no processo é igual ao calor trocado com o meio exterior. o gás não realiza trabalho (e = 0). b) possui um rendimento nulo. sob as mesmas condições iniciais. efetuando 20 revoluções por segundo.5 0. d) o calor trocado com o meio exterior é igual ao trabalho realizado no processo mais a variação da energia interna. A potência da máquina. Numa primeira experiência. Assinale a alternativa correta. formações indicadas no diagrama p · V abaixo. Dados: 1 cal @ 4.20 25.0 0. é igual a: 21. você pode afirmar que esta máquina: a) viola a 1ª lei da termodinâmica.186 J de trabalho.” • Rafael: “Dois corpos em equilíbrio térmico um com o outro devem estar em equilíbrio térmico com um terceiro. c) a variação da energia interna é igual ao calor trocado com o meio exterior mais o trabalho realizado no processo.186 J e com base nos dados fornecidos pelo folheto. ao receber 1.0 b) 24. Calcule a variação de energia interna ∆U do gás nessa expansão adiabática. durante a qual ele realiza o mesmo trabalho e. Numa segunda experiência. b) apenas a de Rafael está correta. (UFV-MG) Um folheto explicativo sobre uma máquiO calor trocado (em quilocaloria) no processo A → B → C vale: a) 20. Rafael e Júlia fazem as seguintes afirmativas: • Júlia: “Um sistema pode absorver calor sem alterar sua energia interna. 23. pode-se concluir que: a) apenas a de Júlia está correta. podemos afirmar que: a) a troca de calor com o meio exterior é igual ao trabalho realizado no processo menos a variação da energia interna. não existe troca de calor (Q = 0). d) 90. b) na expansão isotérmica AC. e) todas as afirmações estão incorretas. em quilowatts. e) no esfriamento AE do gás. faz-se o gás sofrer uma expansão adiabática. (Fumec-MG) Respondendo questões de uma prova 22.0 e) 100 5 19. (Ufla-MG) Um gás é submetido às seguintes transfor- 20. 24. a) na expansão isobárica AB.

02.Salvador-BA) Uma amostra de gás perfeito ocupa volume V. A pressão de um gás varia com a temperatura de acordo com a tabela abaixo. (UFBA-BA) A figura abaixo apresenta um bulbo contendo gás ideal. 31. o qual é parte integrante do manômetro de mercúrio de tubo aberto. 26. A pressão do gás ideal é dada por (p0 + ugh). 08. adiabático. sofreu expansão. o módulo da aceleração da gravidade local. e h. 32. b) o ciclo de rendimento igual a 100%. à temperatura θe . o gás sofreu compressão. d) o ciclo de rendimento maior que 100%. em N.5 · 10 1. antes de entrar em contato com o reservatório. d) viola a 2ª lei da termodinâmica. 27. b) O trabalho feito pelo gás no ciclo ABCA é positivo. c) Na etapa AB. responda: p (N/m2) 187. quando na temperatura T. e na etapa BC. d) O trabalho realizado sobre o gás na etapa CA foi de 8 J. (Mack-SP) A importância do ciclo de Carnot reside no fato de ser: a) o ciclo da maioria dos motores térmicos. o novo volume ocupado pelo gás será igual a: a) b) V 4 V 3 c) V d) 2V e) 4V 30. e) A transformação CA é isotérmica. O gás ideal sofreu uma transformação isométrica. Se. g. Parte do calor cedido pela substância foi utilizada para aumentar a energia interna do gás. as pessoas costumam assoprar a própria . 04. Em seguida.0 · 10 p 7. Construa um gráfico com os valores da tabela. u. era menor do que a temperatura do gás. e) funciona de acordo com o ciclo de Carnot. a pressão for duplicada e a temperatura reduzida à metade. Qual a variação da força que atua em uma das paredes da caixa. Considere p0 a pressão atmosférica.5 · 104 5 Nestas condições.6 Física c) possui um rendimento de 10%. ilustrado abaixo. numa transformação. exercendo pressão P. A temperatura da substância. era θ0 < θe. c) o ciclo que determina o máximo rendimento que um motor térmico pode ter entre dadas temperaturas. após o sistema ser aquecido para 330 K e estar em equilíbrio térmico? Despreze a dilatação térmica do metal. em equilíbrio térmico com a substância contida num reservatório Observe-o bem e analise as afirmativas abaixo. contém gás ideal à temperatura de 300 K e à pressão de 1 atm. colocando a pressão nas ordenadas e a temperatura nas abcissas. e) nenhuma das anteriores. quando a temperatura está alta. Some os números dos itens corretos. 29. apontando a opção CORRETA: a) A transformação AB é isobárica e a transformação BC. a massa específica do mercúrio. (Fuvest-SP) Uma caixa cúbica metálica e hermeticamente fechada. 28. (Unirio-RJ) Algumas vezes. 16. o desnível entre as superfícies do mercúrio. antes do contato com o bulbo. (U. pode-se afirmar: 01. de 4.5 · 102 25 · 10 3 3 T (K) 90 120 180 360 480 600 37. isométrica. A temperatura do bulbo. (PUC-MG) Uma amostra de gás ideal sofre as trans- a) Qual o tipo de transformação sofrida pelo gás? b) Qual será a pressão exercida pelo gás quando a temperatura atingir 600 K? formações mostradas no diagrama pressão × volume. A temperatura da substância é proporcional à energia cinética média de translação das moléculas do gás ideal.0 cm de aresta.

a pele se resfria. e) uma isocórica. respectivamente (considere 1 pé igual a 30 cm): a) 120. A densidade do gás permaneceu constante. U2 = 273. mantido a volume constante. o ar que sai da boca afasta mais moléculas de ar próximas à pele e.0 d. b) 1. A densidade final do gás foi de 50% do valor inicial. 38.050 atm · d/K. uma adiabática e uma isocórica. damental na termodinâmica.8 d. uma isotérmica e uma isobárica. d) Na primeira situação. o processo é isométrico e. desse gás é. de (2) para (3). 04. em cal/g·K: tida a 127 °C. por isso. é constituído por um conjunto de transformações definidas.0 atm ·d e U3 = 109. Esses valores em metros e graus Celsius são.000 m e –57 °C. terrestre. (UFPI-PI) No gráfico abaixo está mostrada a variação (em função da temperatura absoluta) da energia interna de 1 mol de gás hélio. Tendo em vista a transformação gasosa acima descrita.0 1. V2 = 72. V) você esboçaria esse ciclo usando: a) uma isotérmica. 32. (UFBA-BA) Em uma transformação isotérmica. na porção entre 36. por isso.080. ela se resfria. consequentemente. inicialmente sob pressão de 2. elas sopram o ar com a boca quase fechada. de importância fun- 34.MÓDULO 3 pele na tentativa de ter uma sensação de resfriamento desta. é: a) O ar que sai da boca na primeira situação afasta mais moléculas de ar próximas à pele e.050 atm ·d/K.000 e 270.000 e 81. igual a 0. a pele se resfria. o volume de certa quantidade de gás.25 d) 37. Some os números dos itens corretos. região onde ocorrem muitos voos comerciais. ele se expande e. a pele perde menos calor para ele. o ar que sai da boca se expande e. (UFRR-RR) Segundo modelo da Nasa para a atmosfera .430. a compressão é adiabática. sível trabalha entre – 73 °C e + 27 °C. Considerar a constante dos gases.000 m e –57 °C. passa de 10 para 20 litros. Calcular: a) o calor trocado (Q12) pelo gás no trecho (1) → (2).75 1. mostrado no diagrama p · V da figura. O trecho (1) → (2) é uma expansão isobárica.0 atm. Para obter esse efeito. considerando as situações descritas. A afirmativa verdadeira. 01.082 atm ·d /mol · K. consequentemente. O produto nR variou entre 0. (Cesgranrio-RJ) Certa máquina térmica cíclica e rever- a) b) c) d) e) 0. 7 São dados: p1 = 2. assinale o que for correto.0 g. O valor do calor específico. Se elas fizerem isso com a boca muito aberta. A pressão final do gás foi de 1. man- 33. 02.50 0. na segunda situação. p3 = 1. O gás tem massa igual a 4. sentirão um ar morno saindo de sua boca. de (3) para (1). embora o ar dentro das pessoas tenha a mesma temperatura inicial nas duas situações.000 pés. R. com valor –70 °F.000 e 2. a temperatura é constante e negativa. b) Na segunda situação.2 atm · d. O produto nR tem um valor constante de 0. c) Quando o ar sai da boca. e) A quantidade de ar que sai da boca na primeira situação é maior do que na segunda situação e. 08.5 atm.5 atm · · d.25 0. (Unifei-MG) Um gás sofre uma transformação descrita pelo ciclo (1) → (2) → (3) → (1). b) duas isotérmicas e duas adiabáticas. 16. e as energias internas: U1 = 157. consequentemente. Num diagrama (p. V1 = 42. O produto nR tem um valor constante de 50 atm · cm3/K. uma isobárica. O seu rendimento máximo é: a) b) c) 2 3 1 3 27 73 3 73 36. b) o trabalho (e 31) realizado pelo gás no trecho (3) → (1). a volume constante.0 atm. d) duas isobáricas e duas isotérmicas. (Vunesp-SP) O ciclo de Carnot. 35.0 atm. c) duas isobáricas e duas isocóricas. ela se resfria.10 atm · d/K e 0.

em função da temperatura. d) Não faz diferença a relação entre os coeficientes de dilatação dos materiais de A e de B.300 m e –57 °C. tendo 100 cm de comprimento a 20 °C. d) 10. (Ufla-MG) Uma lâmina bimetálica é constituída por uma lâmina de zinco e outra de aço firmemente unidas. for aquecido até a temperatura de 520 °C. Essa temperatura é: a) 300 °C b) 170 °C c) 150 °C d) 100 °C e) 50 °C ferro é 2. c) É necessário que o pilar A seja feito de um material de coeficiente de dilatação menor que o do pilar B. P é uma ponte que deve permanecer horizontal sob qualquer temperatura. Na figura. e) 120.8 Física c) 1. 42.000 e 2. em cm.6 · 10–5 °C–1 e 1. O valor do coeficiente de dilatação cúbica é: a) 1. e) É impossível estabelecer a relação entre os coeficientes de dilatação dos materiais de A e de B. (Mack-SP) A indicação de uma temperatura na escala Pode-se afirmar que: a) É necessário que o pilar A seja feito de um material de coeficiente de dilatação maior que o do pilar B.2 · 10–5 °C–1 b) 3.800 e 24. (Cesgranrio-RJ) Um bloco de certo material tem seu 41. M e N. de massas iguais. (Cesgranrio-RJ) Qual dos seguintes gráficos representa a relação correta entre a temperatura Kelvin T e a a) a) a) temperatura Celsius q? d) d) T d) T a) T T T T T d) T a) a) d) T d) T 0 0 0 0 0 273 273 273 273 273 0 0 0 0 0 e) T T e) e) e) T T e) T e) 0 0 0 0 273 0 273 –273 –273 –273 273 q –273 –273 q 273 273 q 273 q273 q q q q q q –273 –273 –273 –273 –273 b) T b) b) T T b) T b) T 273 273 273 273 273 0 0 q q q q q 273 q 273 q q q273 q c) c) 0 0 c) c) c) T T c) 0 T T T 273 273 273 273 273 0 q 0 q 0 q 0 0 q q 40.2 · 10–5 °C–1. E.000 e 270.430. (Uece-CE) O coeficiente de dilatação superficial do Fahrenheit excede em 2 unidades o dobro da correspondente indicação na escala Celsius.4 · 10–5 °C–1. Santos-SP) O gráfico representa a quantidade Aço Zinco c) d) Aço Zinco Aço Zinco e) Aço Zinco . respectivamente.000 m e –57 °C. pois faltam dados quantitativos. b) É necessário que o pilar A seja feito de um material de coeficiente de dilatação igual ao do pilar B.8 · 10–5 °C–1 d) 7. A e B são pilares que sustentam a ponte apoiando-se num terreno em desnível. como ficarão as lâminas? Aço Zinco a) b) Aço Zinco 45.2 · 10–5 °C–1 volume dilatado de 200 cm3 para 206 cm3 quando sua temperatura aumenta de 20 °C para 520 °C. Ao sofrerem um aquecimento. pois a ponte manterá seu nivelamento sempre. então seu comprimento. 43. Os coeficientes de dilatação linear desses metais são 2. valerá: a) 101 b) 102 c) 103 d) 106 e) 112 de calor absorvida por dois corpos. 39. Se um fio desse mesmo material.080. (F.6 · 10–5 °C–1 c) 4. A razão entre os calores específicos dos corpos M e N é: Q (cal) 300 200 100 0 10 20 30 40 θ (°C) M N 44.000 m e –57 °C.

48. Quanto de gelo é derretido? O calor latente de fusão do gelo vale 330 kJ/kg.0 c) 1.2 0. enquanto o calor latente de fusão do gelo é igual a 80 cal/g. Após decorrido um dado tempo t. (Furg-RS) Um bloco de gelo. a) 1.000 47.0 2. a) b) c) d) e) 5 ⋅ 10 −9 kg 9 5 ⋅ 10 −9 kg 3 5 ⋅109 kg 9 5 ⋅ 10 −7 kg 3 5 ⋅ 10 −3 kg 9 inicialmente a uma temperatura de 40 °C. qual atingirá maior temperatura? Substância A B C D E c (cal/g ºC) 0. Assuma que todo o calor gerado no atrito é utilizado para derreter o gelo. o termômetro converteu a medida para a escala Fahrenheit.5 1. medida em Celsius? a) – 5 b) 0 c) 5 d) 20 e) 40 de um motor. onde tc é a temperatura na escala Celsius. que gera a liberação de 5 · 107 joules de energia.5 2. para medir a temperatura 51.7667 °X c) 25. o médico necessita do valor transformado para uma nova escala. m é a massa e c é a velocidade da luz no vácuo (300. verificou-se que metade do gelo ainda flutuava na água. observou-se que o nível de mercúrio estacionou na região entre 38 oC e 39 oC da escala.5 g d) 5 kg e) 40 kg 9 49. em que há equilíbrio térmico. (Uespi-PI) Considere a mistura de 200 g de água pura 46. com 200 g de gelo a 0 °C. um mecânico usou o termômetro digital cuja leitura foi 80 °C. Estabeleça as fórmulas de conversão dessa escala para as escalas Celsius e Fahrenheit. desliza a 5 m/s horizontalmente em uma superfície. Considere a queima de 1 litro de gasolina. e indique a massa desaparecida (transformada em energia) nesse processo.766 °X d) 25. como está ilustrado na figura. A primeira caracterizaria uma das propriedades intrínsecas dos corpos e a segunda. A partir dos trabalhos de Albert Einstein. sem querer. inicialmente com 40 kg.6 0.0 4. Qual foi o valor dessa temperatura em Fahrenheit? para o ponto do vapor. Essa nova visão dos conceitos de massa e energia celebrizou-se pela relação E = mc2.01 m (gramas) 200 400 600 800 1. qual é a temperatura final da mistura no tempo t. num recipiente termicamente isolado e de capacidade térmica desprezível. Até o início do século XX. até que chega ao repouso devido ao atrito. matéria e energia poderiam transformar-se uma na outra. respectivamente. Ao apertar uma tecla. Determine a indicação da referida escala para o zero absoluto. onde E é a energia. (UFU-MG) É dada a tabela abaixo de cinco substâncias que inicialmente estão à mesma temperatura. Numa oficina mecânica.220 J/(kg · K).7 °X b) 25. observa-se um equivalente desaparecimento de massa. o estado dinâmico dos corpos em relação a um determinado meio. Nessas circunstâncias. 50.5 kg b) 30 g Após a leitura da temperatura. Assim.4 0. matéria e energia eram con- sideradas entidades distintas. ao gerar energia. Sabe-se que o calor específico da água é igual a 1. definida por tx = 2tc /3 e em unidades °X.MÓDULO 3 a) b) c) d) e) 0. ele conclui que o valor mais apropriado para a temperatura tx é: a) 25.000 km/s). (Unifesp-SP) Na medida de temperatura de uma pessoa por meio de um termômetro clínico. Lembrando de seus conhecimentos sobre algarismos significativos.0 cal/g ·°C.05 0. os valores –10 e 240. ficou claro que tal separação não deveria existir. Uma escala arbitrária adota para o ponto do gelo e 52. e o calor específico do gelo vale 2.77 °X e) 26 °X . Se fornecermos a mesma quantidade de calor às cinco substâncias.

35 cal/ · g °C através de uma fonte cuja potência é constante e igual a 400 cal/min. (PUCCamp-SP) Tem-se 200 g de um certo líquido à 55.95 cal/g °C c) 1. Esse relógio irá: a) Atrasar quando estiver em um ambiente cuja temperatura é de 40 oC.0 L de gasolina a 0 °F. barra metálica em função da temperatura. verifica-se que o período 58. Supondo que a pressão interna da cavidade seja sempre igual à externa.2 cal/g °C e) 1. em gramas. uma de aço e outra de bron- ze. 59. Sendo g = 0. c) Funcionar de forma precisa em qualquer temperatura. em que: Q – Calor fornecido ao líquido. calibrado à temperatura de 20 oC. transbordar. calcule a diferença de comprimento quando as lâminas atingem uma temperatura de –5 oC. (ITA-SP) Um pequeno tanque. Pede-se o calor específico da substância que constitui o corpo. c – Calor específico do líquido. Fornecendo-se 980 calorias diretamente a esse líquido. O gráfico mostra como varia o comprimento de uma a) Determine o coeficiente de dilatação linear médio do metal no intervalo de temperatura considerado. m – Massa do líquido.07 L e) 0. a) 2 cal/g °C b) 20 cal/ g°C . 54. entretanto. de oscilação de um pêndulo aumenta com o aumento do comprimento deste. completamente pre- enchido com 20. em cal/g °C. a) 0. e) Atrasar em qualquer temperatura. (FCC-SP-Adaptada) Uma peça sólida tem uma cavidade cujo volume vale 8 cm3 a 20 °C. sua temperatura sobe para 35 °C.0012 °C–1 o coeficiente de expansão volumétrica da gasolina. em calorias. (PUC-SP) Experimentalmente. d) Atrasar quando estiver em um ambiente cuja temperatura é de 0 oC.0 cal/g °C d) 1. Sabe-se que esse fenômeno é regido pela expressão Q = m · c · Dθ. Aquecendo-se o conjunto: a) o líquido transborda. feito de material de alto coeficiente de dilatação linear.940 L c) 1. d) não há elementos para uma conclusão. Sabe-se que o coeficiente de dilatação cúbica de um frasco é igual ao coeficiente de dilatação do líquido nele contido. é logo a seguir transferido para uma garagem mantida à temperatura de 70 °F. O gráfico ilustra a variação da temperatura num determinado intervalo de tempo. têm comprimento de 20 cm a uma temperatura de 15 ºC. (UFBA-BA) Duas lâminas.10 Física b) o nível do líquido baixa. c) o líquido continua a preencher totalmente o frasco.507 L b) 0. Sabendo que os coeficientes de dilatação linear valem. em °C. Dθ – Variação da temperatura do líquido. 12 · 10–6 oC–1 e 18 · · 10–6 oC–1.68 L d) 5. Considere um relógio de pêndulo. 57. a alternativa que melhor expressa o volume de gasolina que vazará em consequência do seu aquecimento até a temperatura da garagem é: a) 0. sem.17 L temperatura de 28 °C. b) Considerando que o gráfico continue com as mesmas características para θ > 40 ºC. (UCPR-PR) Um corpo de massa 300 g é aquecido 56. Sabe-se ainda que esse líquido preenche totalmente o frasco. sobrando um espaço vazio dentro do frasco. A temperatura da peça varia para 920 °C e o coeficiente de dilatação linear do sólido (12 · 10–6 °C–1) pode ser considerado constante. respectivamente. calcule o volume da cavidade a 920 °C.7 cal/g °C b) 0. b) Adiantar quando estiver em um ambiente cuja temperatura é de 40 oC. Pede-se o valor do calor específico do líquido. 60. 53. determine o comprimento da barra a 70 ºC.

(Mack-SP) Lourdinha coloca. c) 60 g de maçã. necessita-se de uma quantidade de calor equivalente ao valor calórico de: a) 60 g de banana. Calcule a temperatura do líquido quando se estabelecer o equilíbrio térmico no interior do calorímetro. d) 100 g de alface. Qf e Qa estão escritas em ordem crescente de seus valores. depois de algum tempo. 65. quando expressos numa mesma unidade.5 · 10 3. em função do tempo. é igual a: Temperatura (ºC) 100 80 60 40 20 0 10 20 30 40 50 Tempo (min) cinética da bala foi transformada em calor.unicamp. outra de 18 g a 15 °C e a terceira de 30 g a 5 °C. Qg.0 m/s. ficando nela retida. Qf c) Qf. A variação de temperatura da bala. Qf a quantidade de calor necessária para fundir totalmente o gelo e Qa a quantidade de calor necessária para elevar a temperatura da água de 0 °C a 10 °C. Disponível em: <www.br>. A quantidade de calorias de nossa alimentação será função da quantidade que consumirmos de cada alimento. em uma garrafa térmica.4 2. Alimentos Banana Maçã Alface Tomate Feijão Pão integral Quantidade (g) 60 100 20 100 25 60 kcal 69 64 4 20 88 100 66.5 · 103 o café que acabou de fazer. em o C. a) b) c) d) e) 1. acha-se totalmente transformada em água a 10 °C. que se encon- trava inicialmente à temperatura de –10 °C. está representada no gráfico abaixo.0 · 10 3. b) 60 g de tomate. a) Qg.MÓDULO 3 c) 1/3 cal/ g°C d) 1 cal/ g°C e) 0.40J/g – Saúde e vida on-line. Para aquecer 200 g de água de 20 °C a 80 °C. Qa b) Qg. imediatamente ao parar é: a) 10 b) 20 c) 40 d) 80 e) 160 Considere: Calor específico da bala: 250 J/kg oC. em cal/°C. (Mack-SP) Num laboratório. Qa. e) 100 g de pão integral. situado ao nível do mar. e o conjunto atinge o equilíbrio térmico a 75 °C. A capacidade térmica dessa garrafa é: a) 40 cal/°C b) 50 cal/°C c) 65 cal/°C d) 70 cal/°C e) 75 cal/°C introduzidas num calorímetro adiabático de capacidade térmica desprezível: uma de 12 g a 25 °C. Considere que 50% da energia 67. Qg e) Qa. Qf.0 · 103 3. Qa. A garrafa térmica inicialmente estava a 20 °C. (UFRJ-RJ) Três amostras de um mesmo líquido são 62.18J/(g · C) o Calor de fusão 334. (UFRGS-RS) Uma barra de gelo de 1 kg. ficando nela incrustada. Qg. A temperatura desse corpo. Sejam Qg a quantidade de calor necessária para o gelo passar de –10 °C a 0 °C. Uma caloria é a quantidade de calor necessária para aquecer 1 grama de água de 1 grau Celsius. penetrou na parede. São 350 g de café [calor específico 1 cal/(g · °C)] a 86 °C. Qa d) Qf. (UFG-GO) Uma “bala perdida”. A capacidade térmica desse corpo. Considerando os dados da tabela acima. assinale a alternativa na qual as quantidades de calor Qg. (UEL-PR) Um corpo recebe calor na razão de 35 cal/ min.5 cal/ g°C 11 61. disparada com velocidade de 200. Qf massas iguais de água líquida e gelo (água sólida) estão há um bom tempo em um recipiente de paredes . 63. passa a receber calor de uma fonte térmica e. (PUCCamp-SP) Valor calórico A tabela a seguir apresenta o valor calórico de quantidades de alimentos vitais que aparecem normalmente em dietas. 64.09J/(g ·oC) 4. Calor específico Gelo Água 2.

0 m e 12. inicialmente a 34 °C. conforme ilustra a figura. permanecem livres. os seguintes valores: Termômetro z w fusão do gelo 4. marcam.50 cal/(g ·°C) Calor específico da água líquida: ca = 1. era: Dados: Calor específico da água sólida (gelo): cg = 0. tF e tX as respectivas leituras das temperaturas nas escalas Celsius. c) 1. (Fuvest-SP) Duas barras metálicas finas. Representando por tC.0 kg/L cágua = 1.00 68. respectivamente. verifica-se que. respectivamente. sobre o qual o ponto de fusão do gelo foi marcado com 40 graus Xis (40 °X) e o ponto de ebulição da água com 240 graus Xis (240 °X). b) ( ) A temperatura lida na escala Celsius se relaciona com a lida na escala Xis segundo a equação tC = tX – 20. nos pontos de fusão do gelo e de ebulição da água. b) A distância até o ponto A. Fahrenheit e Xis. As duas escalas apresentam a mesma leitura a: a) –10.00 cal/(g °C) Calor latente de fusão do gelo = Lf: 80 cal/g Calor latente de vaporização da água: Lv = 540 cal/g a) 50 g b) 62. Sob pressão normal e com potência de 4. d) ( ) Uma variação de temperatura de 10 graus na escala Xis corresponde a uma variação de 10 graus na escala Celsius.20 e) 6.200 W. o pesquisador fez algumas observações.0 m.0 g d) 100 g e) 125 g c) ( ) Quando tC = –40 °C.0 L de água. Um deles contém 900 g de massas aferidas e o outro contém 1.90 71. cujos comprimentos.5 g c) 80. e que nele só existe água líquida a 0 °C. 70. no início da experiência.00 66. Introduzindo-se 100 g de água fervente nesse recipiente. z e w.00 2. a uma temperatura de 300 K. a) ( ) A temperatura lida na escala Celsius se relaciona com a lida na escala Fahrenheit segundo a equação tC = (5/9) (tF – 32). . (UFBA-BA) Dois termômetros. os outros dois termômetros indicam tF = –40 °F e tX = –40 °X. (UEM-PR-Adaptada) Um pesquisador dispunha de dois termômetros: um calibrado na escala Celsius e outro calibrado na escala Fahrenheit.0 · 10–5 K–1.0 c) 2.00 ebulição da água 28. d) 40 segundos. Os coeficientes de dilatação linear do zinco e do ferro valem 3. A única temperatura correta que esse termômetro poderá indicar é de: a) 45 °C b) 47 °C c) 50 °C d) 53 °C e) 55 °C e outra de ferro.0 minutos. o valor de 1 °C para a fusão e 99 °C para ebulição. Assinale certo (C) ou errado (E) nas afirmativas abaixo. As outras extremidades B e A das barras de zinco e ferro.0 b) –6. respectivamente. um em cada prato. (Mack-SP) Um termômetro mal graduado na escala Celsius indica para a água. uma de zinco 69.40 d) 5.0 · 10–5 K–1 e 1.0 cal/g °C 1 cal = 4. Desprezando as espessuras das barras. A massa de gelo existente no recipiente. após alguns minutos. são sobrepostas e aparafusadas uma à outra em uma de suas extremidades. então. é atingido o equilíbrio térmico do sistema.0 minuto. determine: 72. A balança chegará a uma posição de equilíbrio após um intervalo de tempo mínimo de: Dados: dágua = 1. a) A variação da distância entre as extremidades A e B quando as barras são aquecidas até 400 K.12 Física adiabáticas e de capacidade térmica desprezível. aquece-se a água até a ebulição. b) 80 segundos. construir um terceiro termômetro. valem 5. de um ponto C da barra de zinco cuja distância ao ponto A não varia com a temperatura. à pressão normal. (Unifor-CE) Numa balança de dois pratos são colocados dois frascos idênticos. Resolveu. e) 20 segundos.2 J Lvaporização = 540 cal/g a) 2.

Depois de estabelecido o equilíbrio térmico entre os dois blocos. c2 e q2. o líquido começa a transbordar. A tabela mostra o coeficiente de dilatação linear a de diferentes materiais. Pede-se: a) um esboço indicando valores nos eixos do gráfico da temperatura da água em função do tempo. (Fuvest-SP) Um recipiente contendo 3.0 cal/g · oC) 77. deve ser escolhido entre os listados nessa tabela. (ITA-SP) O ar dentro de um automóvel fechado tem II Quando a temperatura das placas aumenta. feito de vidro de coeficiente de dilatação volumétrica gv. 75. calor específico e temperatura. elas dilatam-se e a lâmina curva-se. ao final de cada hora. quantas calorias por segundo a água transferiu para o ambiente.6 kg e calor específico de 720 J/kg · oC. como representado. (ITA-SP) Certo volume de mercúrio. as seguintes temperaturas foram registradas para a água: 55 oC. Sabendo-se que o coeficiente de dilatação cúbica do recipiente vale 2 · 10–5 °C–1 e o do líquido vale 1 · 10–3 °C–1. é posto em contato com um bloco de outro material. O vaso com mercúrio. qual a temperatura em que ocorre o início de transbordamento do líquido? 78. O conjunto é aquecido e. Para que o circuito seja ligado com o menor aumento de temperatura. m2. Quanto tempo levará para a temperatura variar de 2. 24 oC e 20 oC. cujo coeficiente de dilatação volumétrica é gM. sendo c1 e c2 constantes e supondo que as trocas de . Material Aço Alumínio Bronze Cobre Níquel a (10–6 ºC–1) 11 25 19 17 13 massa de 2. a 0 °C. (UFMG-MG) Uma lâmina bimetálica é constituída de duas placas de materiais diferentes.MÓDULO 3 13 73. (Dado: calor específico da água = 1. cujo volume é de 1. a partir de uma certa temperatura. o material da lâmina M2 deve ser o: a) aço b) alumínio c) bronze d) níquel 74. esquematicamente. Considere que o motorista perde calor a uma taxa constante de 120 joules por segundo e que o aquecimento do ar confinado se deva exclusivamente ao calor emanado pelo motorista.000 cm3.4 oC a 37 oC? a) 540 s b) 480 s c) 420 s d) 360 s e) 300 s à temperatura inicial de 80 oC é posto num local onde a temperatura ambiente permanece sempre igual a 20 oC. (ITA-SP) Um bloco de massa m1 e calor específico c1.600 g de água Considere que o material M1 é o cobre e o outro. respectivamente. O volume da parte vazia do vaso à temperatura θ é igual ao volume da parte vazia do mesmo a 0 °C. à temperatura q1. fechando o circuito elétrico. com massa. Durante esse período. Após 5 h o recipiente e a água entram em equilíbrio térmico com o meio ambiente. 40 oC. b) em média. M2. M1 e M2. como mostrado na figura II. presas uma à outra. inicialmente a 0 °C. O volume de mercúrio introduzido no vaso a 0 °C é: a) b) I c) d)   e) 1− γM   γv  76. é introduzido num vaso de volume V0. 30 oC. contém 980 cm3 de um líquido à mesma temperatura. é aquecido a uma temperatura θ (em °C). (FEI-SP) Um recipiente. Essa lâmina pode ser utilizada como interruptor térmico para ligar ou desligar um circuito elétrico. na figura I.

Faz-se chegar. Sendo LF = 80 cal/g o calor latente de fusão do gelo e LC = – 540 cal/g o calor latente de condensação do vapor a 100 oC. pode-se concluir que a potência do aparelho. Um desses vaporizadores. então. Uma vez esgotada essa água. densidade da água = 1 g/mL. que permanece ligado enquanto estiver em contato com a água.0 cal/g oC. a temperatura final q deverá ser igual a: a) b) c) d) e) 80. Um bloco de gelo de massa 500 g a 0 oC é colocado num calorímetro de capacidade térmica 9. aumentar a umidade do ar em um ambiente. a esse calorímetro vapor de água a 100 oC em quantidade suficiente para o equilíbrio térmico se dar a 50 oC. calcule a massa de vapor introduzida no calorímetro. ininterruptamente. temperatura de vaporização da água = 100 °C. Considerando que toda a energia dissipada pelo resistor é transferida para a água.14 Física calor com o resto do universo sejam desprezíveis. A vaporização ocorre por intermédio de um resistor. é. a) 32 b) 46 c) 69 d) 78 e) 84 . permaneceu funcionando. (FGV-SP) O vaporizador é um aparelho que permite 79. que todo o vapor produzido é lançado para o ambiente e que a vaporização ocorre à temperatura de ebulição. calor latente de vaporização da água = 540 cal/g. contendo 200 mL de água. medida em W. 1 cal = 4 J. o aparelho se desliga automaticamente.8 cal/oC. Dado: Cágua = 1. inicialmente a 20 °C. aproximadamente: Dados: calor específico da água = 1 cal/g · °C. por 2 h até se desligar.

0 V c) 0. é correto afirmar que: a) Ele ocorreria. Ao ser retirado da geladeira e mantido fechado a uma temperatura ambiente de 25 °C. seu volume será reduzido a um terço do valor inicial. o valor do volume da bolha na superfície é. o produto da pressão de um gás pelo seu volume é invariável. a pessoa para em um posto de gasolina. onde a pressão é a pressão atmosférica.Saber fazer 1. c) À temperatura constante.0 lb/pol2 A pressão exercida pelo gás sobre as paredes do recipiente aumenta porque: a) a distância média entre as moléculas aumenta. d) À temperatura constante. a pressão de um gás é inversamente proporcional ao seu volume.67 V b) 2.4 lb/pol2 c) 50.5 V Boyle. aproximadamente: a) 0. b) Houve aumento de pressão proveniente de aumento de temperatura. que o volume dos pneus permanece o mesmo. bolha de ar de volume V a 5. sem que houvesse ar no interior do recipiente. No momento da calibração. são corretas as afirmações abaixo. (UFMG-MG) Uma pessoa. (Unipac-MG) Uma amostra de gás perfeito tem sua temperatura absoluta quadruplicada. solta uma 2. (UFMG-MG) Um mergulhador. no interior do recipiente. A bolha sobe até a superfície. uma temperatura inferior a 0 °C. A pessoa medirá uma pressão de: a) 24. mesmo que o recipiente tivesse sido fechado a vácuo. Sobre essa relação. Sabe-se que não houve qualquer deterioração do alimento. c) Ocorreu com o ar. Considere. (Funrei-MG) Um gás é aquecido a volume constante.0 m de profundidade. e) À temperatura constante. e) o tempo de contato das moléculas com as paredes aumenta.0 atm a cada 10 m de profundidade. 7. (PUC-MG) Uma das leis dos gases ideais é a lei de 3. multiplicando-se a pressão do gás por 3. ou seja. Nesse caso. a 4. desprender-se do recipiente. em um lago. mantida constante a temperatura. os pneus esquentaram e atingiram uma temperatura de 57 oC. exceto: a) À temperatura constante. (PUC-MG) Um recipiente plástico está na geladeira. em alguns casos. e fechado por uma tampa de encaixe. d) as moléculas passam a se chocar com maior frequência com as paredes. Sobre esse fato. Após ter viajado alguns quilômetros. sob pressão de 2 atm e temperatura de 27 C. d) o volume será.0 lb/pol2 b) 26. b) O gráfico pressão × volume de um gás ideal corresponde a uma hipérbole. parcialmente preenchido com alimento. Pode-se afirmar que a temperatura final do gás vale: a) 75 oC b) 108 oC c) 381 K d) 1. c) o volume permanecerá constante se a transformação for adiabática. a pressão de um gás é diretamente proporcional ao inverso do seu volume. 6. segundo a qual. é aquecido até que a pressão e o volume dupliquem. c) a perda de energia cinética das moléculas nas colisões com a parede aumenta. a temperatura ambiente (e dos pneus) era de 27 oC. A pessoa resolve conferir a pressão dos pneus.7 lb/pol2 d) 54. quadruplicado. Considere que o ar dentro dos pneus é um gás ideal e que o medidor do posto na estrada está calibrado com o medidor inicial. Em consequência do movimento do carro. a outra diminuirá do mesmo valor. calibra a pressão dos pneus com 24 lb/pol2. certamente. se aumentarmos uma das grandezas (pressão ou volume) de um certo valor.200 K o + 5. antes de viajar. depois de alguns minutos observa-se a tampa “inchar” e.50 V d) 1. (Unipac-MG-Adaptada) Um mol de gás ideal. uma transformação isotérmica. também. . b) o volume duplicará se a pressão for duplicada. b) a massa específica das moléculas aumenta com a temperatura. Considere que a temperatura da bolha permanece constante e que a pressão aumenta cerca de 1. Pode-se afirmar que: a) o volume permanecerá constante se a transformação for isobárica.

Ao retirarmos 10. admitindo que não há mudança de estado físico durante o aquecimento? a b c d e M (gramas) 1. A alternativa em que os sistemas estão corretamente enunciados em ordem crescente de temperatura é: a) II. d e e) de diferentes materiais foram aquecidas. IV. II e) I. forçosamente o volume diminui. para o ar do recipiente. aumento de temperatura implica diminuição de volume. pode-se afirmar que é. III. III. IV. Qual é a substância que tem maior calor específico. Franciscanas-SP-Adaptada) Sobre o calor específi- co. IV.55 cal/g . b) Ocorrendo aumento de pressão. b. II. temperatura do corpo. temperatura atinge: a) 40°C b) 65°C c) 55°C d) 50°C e) 60°C 10. (Dados: 1 cal = 4. inicialmente a 20 °C. II.20 cal/g . qual 12. III. Uma amostra de gás à temperatura de 300 K. A massa (M) de cada amostra e sua respectiva variação de temperatura (Dt) estão indicadas na tabela seguinte.0 2. I. Dois litros de água.000 cal de 2 kg de água a 60 °C. III. IV d) IV. misturados em um calorímetro com 1 litro de água inicialmente a 80 °C e deixados em repouso até que se atinja o equilíbrio térmico. o latão passa de 20 °C para 70 °C. e) À pressão constante. (F. d) Sempre ocorre troca de calor com a vizinhança em uma transformação isotérmica. c) Ela perde 600 calorias. é maior quando a tampa está a ponto de saltar do que quando o recipiente está na geladeira.0 4. Uberaba-MG) Cinco amostras (a. inicialmente a 25 oC. há aumento da energia interna. IV 500 g de cobre de 0 °C para 100 °C? (Dado: C = 0. quando sua temperatura varia de um grau. não é possível haver variação de volume. São fornecidos 420 J de energia a certa massa de 16.093 cal/g . b) Ela recebe 400 calorias. (F. a quantidade de calor: a) Necessária para a unidade de massa de um corpo mudar de estado. em função do tempo. é correto afirmar: a) Em qualquer aumento de volume. c) Em uma transformação adiabática. c. Um objeto sólido à temperatura de 150 °C. Se 660 cal são fornecidas a 60 g de gelo a 20 °C. a 13. c) Trocada por unidade de massa de uma substância. aquecido a volume constante até que sua pressão chegue a 10 atm. Absorvendo essa energia sob a forma de calor. Clatão = 0. d) Ela perde 800 calorias. Um corpo de massa 250 g é aquecido por uma fonte específico 0. 8. °C) 15. O gráfico mostra como varia.094 cal/g . Calcule a massa do latão. III. absorvendo cada uma delas a mesma quantidade de calor. numericamente.0 ∆t (°C) 60 50 40 30 20 9. sabendo que não ocorrem mudanças de estado.16 Física d) O valor da grandeza (pressão × volume/temperatura na escala Kelvin). oC. b) Que um corpo adquire quando aquecido. Gás ideal inicialmente a 2 atm de pressão e 100 K.0 3. I b) II. e) O resultado do experimento independe da temperatura ambiente. II.0 5. quando: a) Ela recebe 200 calorias. Determine sua temperatura final.2 J. Considere 200 gramas de uma substância de calor latão. I. d) Necessária para variar de um grau a temperatura do corpo. Determine o calor específico da substância que constitui o corpo. Qual a quantidade de calor necessária para elevar 11. °C) de potência constante e igual a 100 cal por minuto. 14. (PUC-MG) Considere os sistemas abaixo: I. I c) I. III. . sua 17. °C) será sua temperatura final? (Dado: Cgelo = 0. (PUC-MG) Sobre as transformações sofridas por uma amostra de gás ideal.

b) O calor específico do chumbo. capacidade térmica C = mc. °C. d) O sopro é mais frio do que a água. Um corpo de massa m e calor específico sensível c tem sua temperatura aumentada em Dt. A respeito. Represente. (Dado: CA = 0. contendo 500 g de água a 20 °C. Colocam-se 300 g de alumínio a 120 °C num recipiente 200 cal/min demora 8 minutos para elevar a temperatura do chumbo de 10 oC para 60 oC. e) A água absorve calor da pele para evaporar-se. com seus respectivos calores específicos c. o calor específico sensível (c) também dobrará. determine a temperatura de equilíbrio térmico do sistema. o sistema tem sua temperatura elevada. e) Mantendo-se constante a massa (m) e o calor específico sensível (c) e dobrando-se a quantidade de calor recebida (Q).0 °C em sua temperatura. num diagrama cartesiano. como varia a temperatura do corpo em função do tempo. um corpo de capacidade térmica 10 cal/°C para que ele resfrie de 75 °C até 75 °F? de metal. c) Para diminuirmos o calor específico sensível (c). Terá capacidade térmica igual a 2C outro corpo de massa e calor específico respectivamente iguais a: a) 2m e c. assinalar a alternativa correta: a) Se dobrarmos a massa (m). calor específico c e 19. (Med. sente que a pele esfria. 23. 25. Jundiaí-SP) A capacidade térmica de uma substância em função de sua massa está mais bem a) e) representada por:c) a) e) c) e) a) a)a) e)e)e) c)c)c) c) b) b) b) b) b)b) d) d) d) d) d)d) O objeto que tem a maior capacidade térmica é o feito de: a) Alumínio b) Ferro c) Chumbo d) Prata e) Cobre 27. A massa do corpo vale: a) 150 g b) 180 g c) 220 g d) 280 g e) 330 g específico 0.0 cal/g . constante. O sistema encontra-se isolado em equilíbrio térmico. (Fuvest-SP) Um recipiente de vidro de 500 g e calor 21.219 cal/g .031 m (g) 100 200 300 400 500 24. 2 d) m e 8c.20 cal/g . c) A água é normalmente mais fria do que o ar. c) 4m e c . °C contém 500 g de água cujo calor espcífico é 1. d) Se quadruplicarmos a quantidade de calor recebida (Q) e dobrarmos a massa (m). . a variação de temperatura reduz-se à metade. Temos um corpo de massa m. quando recebe uma quantidade Q de calor.113 0. Metal Alumínio Ferro Cobre Prata Chumbo c (cal/g . °C. Quando recebe certa quantidade de calor. Considerando desprezível o calor absorvido pelo recipiente.12 cal/g . b) Se dobrarmos a quantidade de calor recebida (Q) e a massa (m). b) m e 2c.056 0.MÓDULO 3 17 18. Isso se deve ao fato de que: a) O sopro arrasta ar mais frio do que a pele. Um corpo de capacidade térmica 50 cal/ °C é aque- cido a partir de 20 °C por uma fonte de potência 100 cal/min. Determine: a) A capacidade térmica desse bloco. A tabela a seguir apresenta a massa m de cinco objetos 20.217 0. Qual a quantidade de calor que devemos retirar de 26. devemos diminuir a massa (m) do corpo.093 0. (UFMG-MG) Um corpo tem capacidade térmica igual a 18 cal/ °C e o calor específico do material que o constitui é igual a 0. Uma fonte térmica de potência constante e igual a 28. b) A quantidade de calor absorvida pelo sistema para uma elevação de 1. durante 10 minutos. Determine: a) A razão entre a quantidade de calor absorvida pela água e a recebida pelo vidro. °C) 0. a variação de temperatura duplicará. °C) 22. 4 e) Todos. b) A pele está mais fria do que a água. (Santa Casa-SP) Quando você assopra a sua pele úmida de água. a variação de temperatura (Dt) quadruplicará. sabendo-se que o referido bloco tem massa de 1 000 g.

5 cal/g . colocou-os num recipiente de isopor (que pode ser considerado adiabático e com capacidade térmica desprezível) com gelo fundente (calor latente de fusão igual a 80 cal/g). à temperatura de 40 °C.18 °C c) 1 °C d) 4. de que altura deve cair um 34.2 cal/g . (Dados: Cgelo = 0. A temperatura de equilíbrio é 38 °C. °C) 40. (Faap-SP) Um chuveiro aquece água numa vazão de 36. trans- 35.000 °C b) 4. Num calorímetro ideal. Verificou que cada um dos ovos tinha massa de 100 g e sabia que seu calor específico era de 0. °C. Cozinhou-os longamente em água fervente e. o corpo. resolveu comer três ovos duros. Admitindo que seu calor específico possa ser considerado praticamente igual ao da água e que. Determine o calor específico do material que constitui o corpo. °C. sem perdas. capacidade térmica desprezível. finalmente. O equilíbrio térmico é estabelecido a 30 °C. °C. determine a massa do pedaço de gelo.27 °C 100 g/s durante 300 s. qual deverá ser a mínima temperatura da água? a) 40 °C b) 50 °C c) 60 °C d) 70 °C e) 80 °C a 30 °C e um pedaço de gelo a –10 °C. projetando-se ao solo de uma altura de 418 metros. a elevação térmica deste deve ser da ordem de: a) 1. ache a energia fornecida pelo chuveiro em cal. inicialmente a 0 °C. água à temperatura de 90 °C e 50 g de gelo à temperatura de –20 °C. Misturam-se 40 g de água a 10 °C com 100 g de água a 90 °C contida em um recipiente de 200 g e calor específico 0. Não havendo trocas de calor com o meio ambiente. Um calorímetro de capacidade térmica 9 cal/ °C contém 100 g de água a 30 °C. 1 cal = 4 J) 39. Um corpo de massa 50 g a 100 °C é colocado no interior do calorímetro. Santos-SP) Misturam-se. toda a energia cinética tenha se transformado no calor que aqueceu. (Cesesp-PE) Aquece-se 1 kg de gelo a –50 °C. passando suas férias 33. São dados o calor específico da água (1 cal/g . Qual a massa de gelo utilizada para que. °C • calor específico latente de fusão do gelo = 80 cal/g • calor específico sensível da água = 1 cal/g . qual a temperatura final? 37. (Uerj-RJ-Adaptada) Um corpo cai em queda livre com g normal. Para que se funda todo o gelo.5 cal/g . Determine a temperatura final de equilíbrio. no impacto. (Fatec-SP-Adaptada) Coloca-se um bloco metálico à 38. Lg = 80 cal/g) numa casa à beira do mar. (Dados: Ccorpo = 0. Infelizmente. 10 °C. (Santa Casa-SP) Um cientista. Num calorímetro ideal. num recipiente de 30. Partindo do repouso. Sabendo que a temperatura de equilíbrio térmico é de 20 °C. g = 10 m/s2. E. o número 2 diante daquele que vem em segundo lugar em termos de calorias 32. ele não dispunha de termômetro. Cgelo = 0. São conhecidos : • calor específico sensível do gelo = 0. são colocados 200 g de . °C. °C • calor específico latente de vaporização da água = 540 cal/g As diversas fases do processo estão descritas abaixo: • aquece-se o gelo ( ) • derrete-se o gelo ( ) • aquece-se a água ( ) • vaporiza-se a água ( ) Coloque o número 1 diante do processo que requer o maior número de calorias. mas apenas de uma balança.2 cal/g . Misturando 100 g de água a 90 °C e 40 g de água a 31. (F. °C.55 cal/g . (Dados: CH O = 1 cal/g . a temperatura dos ovos seja seguramente de 40 °C? a) 90 g b) 50 g c) 30 g d) 10 g e) 5 g formando-o em vapor a 100°C.18 Física 29. a capacidade térmica do bloco metálico é: a) 25 cal/°C b) 30 cal/°C c) 42 cal/°C d) 170 cal/°C corpo de massa 2 kg para que sua temperatura se eleve de 5 °C ao se chocar inelasticamente com o chão? Admita que somente o corpo absorva a energia térmica desprendida. introduzimos 525 g de água temperatura de 42 °C num vaso calorimétrico de capacidade térmica 10 cal/°C.04 cal/g · °C. Determine a temperatura final atingida. assim que os retirou. °C) e o calor latente de fusão do gelo (80 cal/g). iguais quantidades de gelo a 0 °C e água. Sabendo que o calor específico da água é 1 cal/g · °C e que a variação de temperatura dela foi de 30 °C. Lgelo = 2 = 80 cal/g .

qual seria a dilatação volumétrica do bloco em relação ao seu volume inicial? 48. foram colocados num forno até que alcançassem o equilíbrio térmico com este. alumínio: 0.0 cm3. 10–5 (°C) e sua massa específica a 0 °C é m0. A 60 °C. também de cobre.5 cal/g . a relação entre esses raios é R = 2r. (Fuvest-SP) Utilizando pedaços de alumínio a 0 °C. de espessura desprezível e área igual a L2. de raio r.90 g/cm3. (UFMG-MG) Essa figura mostra um disco metálico de de certo material é a = 5.231 c) 2. (Vunesp-SP) O coeficiente de dilatação linear médio 44. °C. °C – água: 1. Lgelo = 80 cal/g) de gelo a 0 °C. incialmente a 42 °C. Qual é a temperatura inicial da água. A 10 °C. 100 gotas idênticas de um líquido ocupam um volume de 1. sabendose que sua densidade. Colocando 100 g de água nesse recipiente. (Mack-SP) Ao ser submetida a um aquecimento 43. À temperatura T1 = 20 °C. Calcule de quantos por cento varia (cresce ou decresce) a massa específica desse material quando um bloco é levado de 0 °C a 300 °C. ao sofrer a mesma variação de temperatura a partir de 0 oC. Qual a temperatura de equilíbrio térmico e qual a massa de gelo que se funde? Ele utilizou dois objetos: um fino fio de cobre de comprimento 4 L. pretende-se resfriar 1100 g de água. tem-se 60 g 45.0 . até o número 4.324 19 41. misturam-se 200 g de gelo a 0 °C com 200 g de água a 40 °C.MÓDULO 3 necessárias e assim por diante. Determine a temperatura de equilíbrio térmico do sistema. considerando que durante as trocas de calor perdeu para o ambiente 650 calorias. Qual a relação entre os raios do disco R’ e do orifício r’ se a temperatura T2 = 40 °C? 47. metade do gelo se funde.00. Um recipiente de capacidade térmica C = 150 cal/g uniforme.413 d) 4.321 e) 1.22) a) Qual a massa de alumínio necessária para baixar em 2 °C a temperatura da água? b) De posse de uma grande quantidade de alumínio a 0 °C. como mostra a figura 1. (Unirio-RJ) Um estudante pôs em prática uma expe- riência na qual ele pudesse observar alguns conceitos relacionados à “dilatação térmica dos sólidos”. como mostra a figura 2. teremos formado o número: a) 1. Calcule: a) A massa de uma gota de líquido a 10 °C.1% em relação ao seu comprimento inicial. °C. (Calores específicos em cal/g . concêntrico. contém 850 g de água a 21 °C. Coloca-se dentro dele uma pedra de gelo de massa 100 g a –5 °C. Num recipiente de paredes adiabáticas. o volume ocupado pelo líquido é de 1. Qual a razão entre a área da chapa e a área do quadrado formado com o fio de cobre. com o qual ele montou um quadrado. 49. .234 b) 4. que se encontravam inicialmente à mesma temperatura. b) O coeficiente de dilatação volumétrica do líquido. sabendo-se que o calor de fusão do gelo é 80 cal/g? raio R com um orifício também circular. Num calorímetro ideal. a essa temperatura. Lido de cima para baixo. O calor de fusão do gelo é de 80 cal/g. (Dados: Cgelo = 0. Em seguida.01 cm3. uma haste metálica que se encontrava inicialmente a 0 oC sofre uma dilatação linear de 0. o quadrado montado e a chapa. (Fuvest-SP) Adote: calor específico da água: 1 cal/g . Se considerássemos o aquecimento de um bloco constituído do mesmo material da haste. após o equilíbrio térmico destes com o forno? 42. seria possível transformar toda a água em gelo? Explique. é de 0. 46. e uma chapa quadrada.

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