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NORMA TÉCNICA DI/NT 06 FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO PRIMÁRIA Diretoria de Departamento de
NORMA TÉCNICA DI/NT 06 FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO PRIMÁRIA Diretoria de Departamento de

NORMA TÉCNICA DI/NT 06

FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO PRIMÁRIA

Diretoria de

Departamento de Engenharia

DI/NT

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Distribuição

06

1972

01

03

DD

DED

Diretor de Distribuição: Wenceslau Abtibol

 

Aprovação: RD 217/2006

 
DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 2

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO

NORMATIZAÇÃO

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 2

2

SUMÁRIO

TÍTULO

 

PÁGINA

APRESENTAÇÃO

 

3

1.

CONDIÇÕES GERAIS SOBRE FORNECIMENTO

 

4

1.1 Geral

 

4

1.2 Campo de Aplicação

 

6

1.3 Tensão de Fornecimento

7

1.4 Tensão Contratada

7

1.5 Ramal de Serviço

7

1.6 Dimensionamento de Ramais

 

10

1.7 Cabos Subterrâneos e Muflas Terminais

 

10

1.8 Trasformadores

 

11

1.9 Subestações

 

12

2.

PROTEÇÃO

17

2.1 Proteção de Sobrecorrente

 

17

2.2 Proteção contra Descargas Atmosféricas

 

19

2.3 Proteção Geral da Baixa Tensão

 

20

2.4 Proteção contra Falta de Tensão e Subtensão

 

20

2.5 Aterramento

 

20

2.6 Situações Especiais

21

3.

PROJETO E INSTALAÇÃO

 

22

3.1

Projeto de Instalação

 

22

3.2

Orientação Geral para Execução de Projetos

 

24

3.3

Eletrodutos

26

3.4

Quedas de Tensão Admissíveis

 

27

3.5

Localização da Medição

 

27

3.6

Cálculo

de Demanda

para

Consumidor

de

Média

Tensão

28

4. EXEMPLOS DE CÁLCULO DE DEMANDA PARA CONSUMIDOR INDUSTRIAL

29

5. TABELAS

 

31

6. DESENHOS

42

7. DEFINIÇÕES

 

68

8. ANEXOS

 

70

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Ano

06

Tensão Primária

1972

01

03

2006

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 3

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO

NORMATIZAÇÃO

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 3

3

APRESENTAÇÃO

Esta norma se aplica às instalações elétricas e subestações de edificações individuais,

novas ou ampliações, ligadas diretamente ao primário de redes e linhas de distribuição

em 13,8 kV, exceto quando se tratar de edifícios de uso coletivo ou consumidores rurais,

que deverão atender às especificações das normas específicas a cada um dos casos.

Todos os itens e desenhos apresentados nesta norma, destinam-se a orientar tanto

projetistas e construtores quanto consumidores em particular, para que suas instalações

se enquadrem dentro das normas e resoluções superiores e se mantenham dentro dos

limites técnicos adequados de segurança, desempenho e praticidade.

As alterações relacionadas com esta norma poderão ser permitidas desde que,

previamente discutida, justificadas e autorizadas por escrito, pela Manaus Energia e

CEAM.

O projeto, a especificação e a construção das instalações elétricas internas, deverão, do

mesmo modo, obedecer às Normas da ABNT, podendo a Manaus Energia e CEAM,

vistoriá-las quando achar necessário.

Esta norma poderá em qualquer tempo e sem prévio aviso, sofrer alterações, no todo ou

em parte, motivo pelo qual, os interessados deverão periodicamente consultar a Manaus

Energia e CEAM, quanto a sua aplicabilidade.

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06

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01

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DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 4

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO

NORMATIZAÇÃO

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 4

4

1. CONDICÕES GERAIS SOBRE FORNECIMENTO

1.1. GERAL

1.1.1.

Toda rede de distribuição de energia elétrica situada em via pública é de acesso

privativo da Manaus Energia e CEAM, que nela executará exclusivamente todos

os serviços necessários de construção, operação, manutenção e ligação de

consumidores.

1.1.2.

É

vedado os consumidores a extensão de rede ou instalações, fora dos limites de

sua propriedade ou, a interligação com redes de terceiros para fornecimento ou

recebimento de energia elétrica mesmo que seja gratuito.

1.1.3.

O fornecimento de energia elétrica será feito através de um só um ponto de entrega,

o qual deverá permitir a ligação de todas as unidades individuais do consumidor,

pertencente à mesma propriedade.

1.1.4.

Não será permitida medição única a mais de um consumidor ou ainda, mais de uma

medição a um único consumidor na mesma propriedade.

1.1.5.

Será de responsabilidade do consumidor a construção e instalação do ramal de

serviço, dentro dos requisitos técnicos estabelecidos por esta norma e para tanto,

os equipamentos de medição serão fornecidos, instalados e selados pela Manaus

Energia e CEAM.

1.1.6.

A interligação da subestação à rede aérea de distribuição só será executada pela

Manaus Energia e CEAM, após vistoria e aprovação das instalações que deverão

estar de acordo com o projeto registrado, segundo os requisitos mínimos

estabelecidos por esta norma e contrato de fornecimento assinado.

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DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 5

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO

NORMATIZAÇÃO

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 5

5

1.1.7. O ramal de serviço é de acesso privativo da Manaus Energia e CEAM, desde o

momento em que o mesmo for interligado à rede de distribuição.

1.1.8. É de inteira responsabilidade do consumidor o equipamento de medição instalado

em sua propriedade pela Manaus Energia e CEAM, sobre todo e qualquer aspecto.

Em caso de vandalismo praticado por terceiros, o consumidor deverá registrar

boletim de ocorrência (BO) em qualquer delegacia e apresentar a Manaus Energia

e CEAM.

1.1.9. É vedado ao consumidor a utilização dos transformadores de medição de energia,

TP e TC, para acionamento de dispositivos de proteção ou quaisquer outros fins.

1.1.10. Serão feitas inspeções rotineiras pela Manaus Energia e CEAM nas instalações

existentes para verificar se as mesmas encontram-se em conformidade com os

requisitos mínimos estabelecidos por esta norma. Qualquer anormalidade

encontrada nas instalações, mesmo que existindo desde sua primeira vistoria,

será notificado por escrito, devendo o consumidor regularizá-las dentro de um

prazo determinado pela mesma.

1.1.11. Sempre que inovações tecnológicas e/ou normativas exigirem e desde que

notificado, por escrito, pela Manaus Energia e CEAM, o consumidor deverá, à

seu ônus, adequar suas instalações no prazo por ela estipulado.

1.1.12. A omissão, por parte do consumidor, no atendimento a qualquer notificação

implicará no seu desligamento do sistema elétrico da Manaus Energia e

CEAM.

1.1.13. Em caso de desligamento com ou sem mudança de proprietário ou razão social a

unidade consumidora só será religada após nova vistoria conforme projeto

aprovado anteriormente. Caso haja qualquer modificação, o consumidor deverá

também apresentar novo projeto.

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DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 6

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO

NORMATIZAÇÃO

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 6

6

1.1.14. A religação de qualquer consumidor cujo fornecimento foi suspenso por

deficiência técnica ou fraude só será executada mediante pedido de religação,

observando o processo rotineiro habitual e as penas impostas por lei.

1.1.15. As redes aéreas em média tensão (13,8 kV), internas ou externas, a serem

construídas sob a responsabilidade do consumidor, antes ou depois da

medição, deverão obedecer às normas específicas, ter seu projeto anexado para

registro onde serão inspecionadas e testadas pela Manaus Energia e CEAM,

como um elemento complementar às instalações.

1.1.16. O desequilíbrio máximo de corrente admitido nas fases é de 5%.

1.1.17. É expressamente proibido o paralelismo de geradores particulares com o sistema

da Manaus Energia e CEAM. Será admitida a instalação de geradores para

atendimento de emergência, desde que o mesmo apresente dispositivo de

intertravamento elétrico mecânico de modo a não permitir a entrada do referido

gerador em paralelo com o sistema da Manaus Energia e CEAM.

1.1.18. A Manaus Energia e CEAM poderão, em conjunto com as leis municipais,

limitar áreas exclusivas para ramais de entrada subterrâneos e/ou subestações

abrigadas.

1.2. CAMPOS DE APLICAÇÃO

Serão considerados para efeito de aplicação desta norma todos os consumidores que

apresentarem uma das seguintes características:

a

- carga instalada superior a 75 kW e demanda inferior a 2.500 kW;

 

b

- motor trifásico com potência superior a 25 HP;

 

c

- motor monofásico com potência superior a 2 HP, da classe de 120 V;

 

d

- motor monofásico com potência superior a 3 HP, da classe de 220 V;

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DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 7

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO

NORMATIZAÇÃO

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 7

7

e - máquina de solda com transformador, em ponte trifásica com retificação e com

mais de 20 kVA, na tensão de 220 V em 2 fases ou 220 V em 3 fases;

f - máquina de solda, tipo grupo motor-gerador, com potência superior a 25 HP.

g - equipamento industrial com banco de resistores acima de 4.000 W.

h - equipamento industrial com compressor acima de 3.000 W.

i - equipamento industrial com lâmpadas de descarga acima de 2.000 W.

j - forno a arco acima de 3.000 W.

k - máquina injetora ou extrusora com potência acima de 4.000 W.

A Manaus Energia e CEAM poderão excepcionalmente e de acordo com a legislação

superior aceitar consumidores fora destes critérios desde que haja conveniência técnica

e econômica, para seu sistema e não acarretar prejuízo ao interessado ou a terceiros.

1.3. TENSÃO DE FORNECIMENTO

Todos os fornecimentos relativos a esta norma serão feitos em tensão nominal trifásica de

13,8 kV a 3 fios e na freqüência de 60 Hz.

1.4. TENSÃO CONTRATADA

Dependendo da localização da unidade consumidora a Manaus Energia e CEAM,

definirão durante os estudos de viabilidade a tensão a ser contratada, respeitando a faixa

de 13.110 V a 13.932 V, devendo o consumidor selecionar o tap adequado do

transformador.

1.5. RAMAL DE SERVIÇO

É considerado ramal de serviço os condutores, equipamentos e acessórios compreendidos

entre o ponto de entrega e o ponto de instalação do conjunto de medição/proteção,

inclusive.

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DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 8

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO

NORMATIZAÇÃO

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 8

8

1.5.1.Condições Gerais

a) Partir de um poste da rede de distribuição.

b) Não cortar terreno de terceiros ou área construída.

c) Respeitar as posturas municipais.

1.5.2.Não serão permitidos

a) Instalações de cabos diretamente enterrados no solo.

b) Emendas ou quaisquer alterações no isolamento original do cabo, internamente aos

eletrodutos.

c) Derivação em postes que tenham instalado: transformador, religador, seccionador,

capacitor, reguladores e chaves de manobra.

1.5.3. Ramal Aéreo

Estar afastado de janelas, sacadas, telhados, escadas ou áreas adjacentes, de no mínimo

2 m.

Ter no máximo 50 m de comprimento. Além deste limite o ramal de serviço será

considerado como extensão de rede de distribuição, devendo-se observar a norma

específica.

Ter no mínimo 7 m de altura em relação ao solo ou piso com trânsito de veículos e 6 m

quando o trânsito for apenas de pedestre, seja área privativa ou pública.

1.5.4. Ramal Subterrâneo

Ser de cabo unipolar próprio para instalação subterrânea mais cabo reserva com classe de

isolamento para 15 kV. Os cabos unipolares deverão ser protegidos fora do solo por um

único eletroduto de ferro galvanizado.

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DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 9

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO

NORMATIZAÇÃO

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 9

9

Ter obrigatoriamente caixas de passagem com dimensões mínimas de 0,80 m x 0,80 m

x 1,00 m livres, com fundo falso de pedra britada nº. 02 e que permitam raios de

curvatura dos cabos de no mínimo 12 vezes o seu diâmetro externo ou conforme

especificações do fabricante, devendo ser instaladas nos seguintes pontos:

a) A 0,50 m da face do poste de transição da rede aérea para a subterrânea;

nos pontos em que houver ângulos nos fundos iguais ou superiores a 30 graus;

b) No máximo a cada 30 m de duto. Nos trechos dotados de curvas, este

comprimento será reduzido de 2 m para cada curva, ou seja, cada equivalente a um

comprimento efetivo de 2 m.

As partes metálicas da blindagem dos cabos deverão ser ligadas à malha de terra.

Deverão estar contidos em eletrodutos de PVC rígido, dimensionado conforme Tabela

nº.01, a profundidade mínima de 50 cm e onde atravessar trechos carroçáveis, ferro

galvanizado ou envelopados com concreto.

Derivar da rede de distribuição através de 03 (três) chaves fusíveis, com isolamento

para 15 kV, e corrente nominal mínima de 100 A. Sendo os elos fusíveis

dimensionados pela tabela nº. 04.

Para subestações com potência superior a 1000 kVA, serão aceitos chave faca, sem

fusíveis protetores, desde que o ramal de serviço aéreo não ultrapasse 50 m.

Possuir na derivação 03 (três) pára-raios, classe 12 kV, e no

devidamente aterrados.

mínimo 10 kA,

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DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 10

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO

NORMATIZAÇÃO

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 10

10

Os cabos unipolares devem ser identificados pelas cores: (vermelha) fase A, (branca)

fase B, (marrom) fase C, gravados em placa de alumínio (30x20 mm) presa aos

respectivos cabos nas suas extremidades, junto aos terminais.

1.6. DIMENSIONAMENTO DE RAMAIS

Sendo a subestação servida por ramal aéreo e/ou subterrâneo a bitola dos cabos será no

mínimo de 25mm 2 .

1.7. CABOS SUBTERRÂNEOS E MUFLAS TERMINAIS

Cabos de Média Tensão

Deverão ser próprios para instalação em locais não abrigados e sujeitos à umidade,

tendo como isolante o polietileno reticulado (XLPE) ou borracha etileno-propileno

(EPR). Não é permitida a instalação de cabos com isolamento de papel impregnado

em óleo ou similares.

Cabos de Baixa Tensão

Sendo à saída da subestação subterrânea, os cabos deverão ter classe de isolamento

mínimo para 600 V próprios para instalação não abrigadas e sujeitos à umidade. Para

seu dimensionamento ver tabela nº. 03.

Não é permitida a instalação de cabos com isolamento de papel impregnado ou

similares.

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DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 11

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO

NORMATIZAÇÃO

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 11

11

1.7.1. Muflas Terminais

Na tensão de 13,8 kV é obrigatória a instalação de muflas terminais tanto na

estrutura de derivação do ramal como dentro da subestação. Para a instalação da

mufla terminal externa ver desenho nº. 23.

Junto à muflas terminais é obrigatória à instalação de placa de identificação de metal

não ferruginoso de dimensões (150x100 mm) contendo endereço principal do prédio

a que pertence, gravado em letras maiúsculas de 10 mm de altura. A fixação da placa

deverá ser feita com arame de ferro galvanizado nº 12 BWG.

1.8. TRANSFORMADORES

Quando a subestação de transformação fizer parte integrante da edificação industrial,

somente é permitido emprego de transformadores a seco. Quando forem utilizados

disjuntores com líquidos isolantes não inflamáveis, estes devem ter um volume de

líquido por pólo inferior a 1 L.

Quando a subestação de transformação fizer parte integrante da edificação

residencial e/ou comercial, somente é permitido o emprego de transformadores a

seco, mesmo que haja paredes de alvenaria e portas corta-fogo. Quando forem

utilizados disjuntores com líquidos isolantes não inflamáveis, estes devem ter um

volume de líquido por pólo inferior a 1 L.

Nota: Considera-se como parte integrante, o recinto não isolado ou desprovido de

paredes de alvenaria e porta corta - fogo.

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DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 12

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO

NORMATIZAÇÃO

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 12

12

1.8.1. Transformador de Serviço

O transformador de serviço de propriedade do consumidor deverá respeitar as

recomendações da Manaus Energia e CEAM, Norma DI/EE-02, sendo a determinação

de sua potência feita após avaliação da demanda provável da instalação. Os

transformadores a óleo de potência superior a 500 kVA devem possuir sistemas para

drenagem do óleo isolante.

1.8.2. Transformador Auxiliar

É denominado transformador auxiliar, o transformador de serviço cuja aplicação é

recomendada nos seguintes casos:

Instalação que não necessite da utilização contínua de seus transformadores de serviço,

onde os mesmos ficariam energizados durante determinados períodos, para atender

pequenas cargas. Nesses casos o transformador auxiliar seria indicado para atender a

iluminação noturna e outros pequenos serviços.

Nas indústrias sazonais que em certas épocas do ano não necessite da utilização do

transformador de serviço, onde os mesmos ficariam energizados para atender pequenas

cargas.

1.9. SUBESTAÇÕES

Sua localização será estabelecida de comum acordo entre o consumidor e a Manaus

Energia e CEAM. Conforme o valor da demanda do consumidor, a subestação poderá

seguir as seguintes orientações:

a) Subestação externa I até 45 kVA, conforme desenho nº 1;

b) Subestação externa II de 45 a 225 kVA, conforme desenho nº 2;

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DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 13

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO

NORMATIZAÇÃO

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 13

13

c)

Subestação externa III de 45 a 225 kVA, conforme desenho nº. 3,

d)

Subestação abrigada superior a 225 kVA, conforme desenho nº. 5, 6, 7 e 8;

e)

Subestação abrigada de 45 a 225 kVA conforme desenho nº. 9.

d)

Subestação blindada de 45 a 225 kVA conforme desenho nº. 10.

e)

Subestação blindada superior a 225 kVA conforme desenho nº. 11.

As condições gerais para subestações abrigadas são as seguintes:

a) Subestações com entrada ou saída aérea deverá ter uma altura mínima de 6 m em

relação ao piso ou solo quando o trânsito for apenas de pedestre e 7 m quando o

trânsito for de veículos;

b) O cômodo da subestação deve possuir área de ventilação na proporção de 1 m 2 para

cada 5 m 3 de volume, sendo as aberturas destinadas à entrada de ar localizadas, de

preferência a 40 cm do piso e as de saída mais próxima do teto;

c) A subestação poderá ser blindada ou montada entre paredes de alvenaria com

painéis de tela ou chapas metálicas quando a altura do cômodo for igual ou

superior a 3 m;

d) A subestação deverá ser necessariamente blindada, quando a altura do cômodo

estiver entre 2,50 m e 3 m. Ver desenhos nº. 10 e 11.

e) A cobertura acima da laje deverá ser construída de modo a não permitir o

escoamento de água da chuva para dentro da subestação. Ver desenhos nº. 4 a 9;

f) A porta do cômodo deverá ser metálica, e abrir para fora;

g) A fixação de chaves deverá ser feita em alvenaria ou por meio de cantoneiras metálicas. Não se admite fixação de equipamentos em suporte de madeira;

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DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 14

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO

NORMATIZAÇÃO

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 14

14

h) Todas as partes metálicas não energizadas deverão ser ligadas à malha de terra;

i) Havendo em uma subestação mais de um transformador deverá existir no lado de

média tensão chaves faca de desligamento frontal e simultâneo para cada unidade,

exceto quando forem usados disjuntores para cada transformador;

j) Devem ser fixadas em locais visíveis e adequadas placas de advertência com

identificações de "PERIGO ALTA TENSÃO” e “NÃO OPERAR ESTA CHAVE

SOBRE CARGA”, exceto nos casos em que as chaves tenham dispositivos para

extinção do arco, conforme desenho nº. 25;

k) É obrigatório a colocação de dispositivos de segurança contra incêndios,

l) Os extintores devem ser instalados em locais de fácil acesso, sinalizados,

abrigados contra intempéries e identificados.

m) É vedado a construção de subestações em área contíguas que se destinem a

depósitos de materiais combustíveis.

1.9.1. Subestações Abaixo do Nível do Solo

Nas instalações abaixo do nível do solo deve haver impermeabilidade total e perfeita

contra infiltração de água.

Os cômodos das referidas subestações devem ter característica de construção

definidas, ser de materiais incombustíveis e de estabilidade adequada.

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DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 15

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO

NORMATIZAÇÃO

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 15

15

1.9.2. Barramento de Média Tensão de Subestação Abrigada

O barramento em 13,8 kV deverá ser feito com fio de cobre nu, tubo ôco, vergalhão ou

barra não sendo permitido o uso de cabo. No caso de serem pintados, as suas cores

deverão ser as seguintes: Fase A (vermelha), Fase B (branca), Fase C (marrom).

O aumento da potência instalada de transformadores implica em redimensionamento

do barramento.

Nas emendas e derivações devem ser usado conectores apropriados não se admitindo o

uso de soldas.

O

dimensionamento do barramento de média tensão é dado pela tabela nº.05.

O

afastamento dos barramentos deve ser conforme tabela nº.13.

1.9.3. Barramento de Baixa Tensão de Subestação Abrigada

Deve ser feito em barra de cobre eletrolítico nu, não sendo permitido o uso de cabo.

O dimensionamento do barramento de baixa tensão é dado pela tabela nº.14.

Quando a potência dos transformadores ou dos circuitos parciais forem aumentadas

os Barramentos devem ser redimensionados.

Nas emendas e derivações deverão ser usados conectores apropriados, não se

admitindo o uso de soldas.

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DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 16

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO

NORMATIZAÇÃO

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 16

16

Notas Gerais

Todo material usado para construção do cômodo da subestação deverá ser incombustível.

As ferragens de uso ao tempo deverão ser galvanizadas à fusão.

As cruzetas deverão ser tratadas adequadamente.

O cômodo da subestação deverá ter iluminação adequada.

É obrigatório a instalação de iluminação de emergência, com autonomia mínima de 2 h.

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01

03

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DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 17

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO

NORMATIZAÇÃO

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 17

17

2. PROTEÇÃO

2.1. Proteção de Sobrecorrente

2.1.1.Consumidores com Potência Instalada até 225 kVA

A proteção contra curto-circuito será feita através de chaves fusíveis de no mínimo 100 A

de corrente nominal. A corrente de interrupção em 13,8 kV será definida pela

concessionária local, quando da aprovação do projeto. Os elementos fusíveis para estas

serão escolhidos de acordo com a tabela nº.04.

2.1.2. Consumidores com Potência Instalada Superior a 225 kVA e Inferior ou Igual a

300 kVA

Além de chaves fusíveis para proteção do ramal de entrada, é obrigatória a instalação de

disjuntor de desligamento de média tensão (15 kV), no cubículo de proteção geral, com

corrente nominal mínima de 350 A e capacidade de interrupção mínima a ser especificada

pela concessionária local, sendo sempre igual ou superior a 350 MVA.

Caso o disjuntor não seja do tipo extraível (conforme desenho nº.18), deverá haver antes

desse um conjunto de chaves-faca de acionamento manual e simultâneo externo ao

cubículo.

Para o desligamento automático esse disjuntor poderá ser sensibilizado por relés diretos de

sobrecorrente, calibrados em função da demanda contratada e de acordo com a tabela nº.07.

Não é permitido o uso de relés de religamento.

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DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 18

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO

NORMATIZAÇÃO

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 18

18

Todos os ajustes deverão ser revistos e apresentados para ciência e aprovação da

concessionária local, sempre que forem alteradas: carga, demanda e/ou potência instalada

em transformadores.

Aconselha-se o uso de relé de terra quando após a subestação, existirem alimentadores em

média tensão, permitindo-se com o emprego desse, maior segurança, principalmente em

fugas de corrente entre fase e terra. Sua instalação é feita em conjunto com dois ou três

relés de sobrecorrente (ação indireta) e três TC - transformadores de corrente, conforme

diagrama unifilar 2 ou 3, no desenho nº.15.

2.1.3. Consumidores com Potência Instalada Superior a 300 kVA

Fica valendo todos os critérios citados no item anterior (2.1.2.), com exceção a

sensibilização do disjuntor que deve ser atuado por dispositivos que executem as funções

50 e 51.

Sugerimos a utilização de relés de sobrecorrente ação indireta através de TC

(transformadores de corrente), instalados a montante do disjuntor, atuando no disjuntor

geral de média tensão, conforme diagramas unifilares no desenho nº.15.

Os estudos com, memorial de cálculos, especificações e curvas de seletividade com os

relés da concessionária local, devem ser apresentados para ciência e aprovação nos

projetos de subestações e sempre que forem alteradas: carga, demanda e/ou potência

instalada em transformadores.

Para subestações com mais de 1000 kVA não será permitida a configuração 3Ø sem relé

de terra, apresentado no diagrama 1, desenho nº.15.

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Tensão Primária

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01

03

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DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 19

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO

NORMATIZAÇÃO

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 19

19

2.1.4. Consumidores com Transformadores em Paralelo

Além de obediência aos critérios anteriores (itens 2.1.2 e 2.1.3), deverá haver proteção

geral nos lados de MT e BT e estas devem ser interligados de maneira a assegurar a

operação seletiva, primeira do equipamento de BT.

2.1.5.Consumidores com Sistema Reticulado

Devem ser usados disjuntores providos de relés de sobrecorrente direcionais.

2.2.Proteção contra Descargas Atmosféricas

Para proteção dos equipamentos elétricos contra descargas atmosféricas, exige-se o uso de

pára-raios de acordo com as especificações da concessionária local, instalados em todas as

fases.

Quando o transformador for instalado ao tempo os pára-raios ficarão colocados em suas

estruturas conforme desenhos nº. 1, 2 e 3.

Sendo a subestação abrigada e sua alimentação por ramal aéreo, os pára-raios serão

instalados na sua entrada conforme desenhos nº.4 a 7. Em ambos os casos os pára-raios

serão instalados pelo consumidor.

Caso exista após a cabine de medição, rede aérea em média tensão com extensão maior ou

igual a 100 m , devem ser instalados pára-raios em ambas extremidades da rede.

Quando houver alimentação com cabos subterrâneos, os pára-raios serão instalados na

estrutura do ramal, conforme desenho nº.23. Nestes casos os pára-raios serão instalados

pela concessionária local.

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Tensão Primária

1972

01

03

2006

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 20

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO

NORMATIZAÇÃO

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 20

20

O condutor de ligação dos pára-raios a terra deve ser conectado às demais ligações de

aterramento e deve ser de cabo de cobre nu nº.25 mm².

2.3. Proteção Geral de Baixa Tensão

Para proteção do alimentador geral no secundário ou dos circuitos parciais de cada

transformador deverão ser instalados em cubículo de baixa tensão, disjuntores secos ou

chaves tripolares de desligamento brusco com fusível de alta capacidade de interrupção.

2.4. Proteção Contra Falta de Tensão e Subtensão

A proteção contra falta de tensão e subtensão deverá ser feita nos alimentadores

secundários, não sendo permitida a utilização de bobina de mínima tensão atuando no

disjuntor principal de alta tensão. Aconselha-se a utilização de dispositivos contra falta de

fase ou subtensão junto aos motores elétricos ou outras cargas que assim necessitem.

2.5. Aterramento

O aterramento de subestação deve obedecer preferencialmente a disposição e detalhes

mostrados no desenho nº.21. A distância mínimas entre os eletrodos deve ser igual ao seu

comprimento.

Nas subestações externas a malha de terra será construída no mínimo de 4 eletrodos e na

subestação abrigada será de 6 eletrodos ou mais.

Todas as ligações de condutores deverão ser feitas com conectores apropriados ou com

solda exotérmica e os eletrodos serão ligados entre si com cabo de cobre nú nº.25 mm².

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1972

01

03

2006

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 21

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO

NORMATIZAÇÃO

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 21

21

Os eletrodos deverão ser de chapa de cobre, haste cooperweld, cantoneira ou cano de ferro

galvanizado.

Em qualquer caso o comprimento mínimo deverá ser de 2,40 m, salvo para chapas de

cobre que terão a área mínima de 0,25 m 2 e espessura mínima de 2 mm.

A malha de aterramento deverá atender a recomendação de serviço Dl/RS-01

(Recomendações para aterramento de redes e subestações) desta concessionária.

2.6. Situações Especiais

Situações especiais e todos os casos não contemplados nesta norma deverão ser discutidos

na área específica da concessionária local.

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01

03

2006

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 22

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO

NORMATIZAÇÃO

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 22

22

3. PROJETO E INSTALAÇÃO

3.1. Projeto de Instalação

Para dar início ao processo de ligação da Unidade Consumidora, o interessado deve solicitar

o “Estudo de Viabilidade de Fornecimento de Energia Elétrica” com planta de situação em

anexo e encaminhar à Manaus Energia e CEAM.

Para ser aprovado pela concessionária local, o “Projeto da Instalação Elétrica” deverá conter

no mínimo as seguintes indicações básicas:

a) Apresentar carta de viabilidade técnica aprovada;

b) Carta de apresentação solicitando aprovação do projeto constando no mínimo de: nome,

endereço, potência instalada, CPF ou CNPJ e inscrição estadual se for o caso;

c) Anotações de Responsabilidades Técnicas – ART, de autoria e o/u autoria e execução com

o devido visto do CREA-AM;

d) Endereço e planta de situação do prédio, com indicação da área da construção e do lote em

relação ao quarteirão, ruas adjacentes com ponto(s) de referência(s) e orientação Norte e

Sul, indicando o local da medição, área da subestação e ainda, local de entrada do ramal

de energia elétrica;

e) Desenho completo da subestação com planta baixa, cortes, detalhes de média e baixa

tensão, indicando o local do disjuntor (se for o caso), chaves, cabos de alta tensão,

transformador e demais acessórios;

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DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 23

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO

NORMATIZAÇÃO

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 23

23

f) Diagrama unifilar da instalação, desde o ramal de serviço até o último quadro de

circuitos do consumidor, indicando inclusive a potência nominal do transformador,

dimensão dos Barramentos, bitola dos condutores de MT e BT e proteção.

g) Detalhe de aterramento, ventilação e espaço mínimo de manobras;

h) Relação dos equipamentos a serem utilizados na subestação com discriminação, do

tipo e características elétricas;

i) Relação da carga total de iluminação, carga de aquecimento, força motriz e cálculo

de demanda conforme orientação contida nesta norma;

j) Memorial descritivo e de cálculo em 4 vias;

k) Todos os critérios dimensionamento deverão ter seus cálculos apresentados e

comprovados no memorial descritivo.

Os cabos sejam isolados, subterrâneos, aéreos ou nus, deverão ser dimensionados da

seguinte forma:

a)

Conduzir a corrente nominal da potência instalada sem produzir sobreaquecimento

maior que 25º C em relação à temperatura ambiente;

 

b)

Suportar a corrente de curto circuito local de no mínimo 12 kA;

 

c)

Não produzir queda de tensão maior que os limites, apresentados no item 3.4;

d)

Obedecer as bitolas mínimas das tabelas nº.01 e 03;

 

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03

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DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 24

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO

NORMATIZAÇÃO

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 24

24

Nota: A apresentação do projeto deve ser feito de acordo com as Normas da Associação

Brasileira de Normas Técnicas- ABNT - NBR-5984, no formato mínimo A2, em 4

vias (cópias plotadas ou xerografadas), devidamente assinadas pelo profissional

responsável e proprietário, das quais uma cópia ou um jogo de cópias serão devolvido

ao cliente interessado.

3.2. Orientação Geral para Execução de Projetos

Todo projeto assim como sua execução, devem estar em conformidade com as Normas

NBR-14039 e NBR-5410.

É apresentado a seguir as considerações mínimas a serem levadas em conta na

execução de projetos:

Nos circuitos de iluminação, não poderão existir quaisquer aparelhos com potência

superior a 600 W;

Os aparelhos com potência superior a 600 W serão alimentados por circuitos próprios.

Havendo aquecedores, chuveiros ou fogões elétricos, ligá-los com condutores números

2,5 , 4 ou 6 mm 2 , mínimo, respectivamente;

Nas instalações internas, deverão ser empregados condutores com isolamento de

borracha ou termoplástico para no mínimo 600 V;

É vedado o uso de condutor ou condutores (inclusive o neutro), comuns a dois ou mais

de mais de nove

condutores em um mesmo eletroduto;

circuitos parciais, não sendo permitida, também,

a

colocação

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DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 25

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO

NORMATIZAÇÃO

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 25

25

Os circuitos de alimentação de motores elétricos deverão apresentar um limite de

condução de corrente igual, ou superior a 125% da corrente nominal do maior motor,

mais a soma das correntes nominais dos demais motores que trabalham ao mesmo

tempo;

Recomenda-se que cada motor seja convenientemente protegido contra curto-circuito,

através de fusíveis e contra sobrecargas através de relés térmicos. Excetuam-se os

motores com potência até 1 HP, com partida manual, que poderão ser considerados

protegidos pelo dispositivo de proteção do ramal;

Quando a partida dos motores for sob tensão reduzida, os demarradores (dispositivo de

partida) deverão ser dotados, no mínimo, dos sequintes recursos:

a) Dispositivo mecânico que impeça o demarrador de se manter fechado por si mesmo,

na posição de partida;

b) dispositivo mecânico que obrigue a que se faça, com rapidez, a operação de mudança

da posição de partida, para a posição de marcha;

c) dispositivo eletromagnético que abra o circuito alimentador quando faltar energia,

impedindo que o motor parta, automaticamente, ao se restabelecer a tensão;

d) dispositivo mecânico que impeça o fechamento do demarrador, após uma operação,

por qualquer causa anormal, antes que o operador rearme, manualmente, o

dispositivo;

Quando se empregarem capacitores, para melhoria do fator de potência da instalação,

deverão ser obedecidas, no mínimo, as seguintes observações:

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DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 26

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO

NORMATIZAÇÃO

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 26

26

I) Os capacitores deverão ser providos de chaves separadoras, exceto quando forem

empregados, individualmente, com motores elétricos;

II) Os capacitores deverão ser providos de meios, capazes de provocar sua descarga,

quando desconetados da fonte de alimentação. Esses meios, quando não ficarem,

permanentemente, conetados ao capacitor, deverão ligar-se, automaticamente, no

instante de desligamento da fonte;

III) Os condutores de alimentação deverão ter um limite de condução de corrente, pelo

menos, igual a 135% da corrente nominal dos capacitores;

IV) A proteção contra defeitos deverá ser dimensionada para 165% da corrente nominal

dos capacitores.

3.3. Eletrodutos

Não é permitida a instalação de eletrodutos com bitola inferior a 15 mm de diâmetro

interno;

Quando se tratar de eletrodutos metálicos, em tubulações embutidas, é vedado

expressamente, o uso de eletrodutos "leves" (espessura de parede inferior a 1,6 mm)

ou de eletrodutos flexíveis;

As junções entre eletrodutos deverão ser feitas em luvas rosqueadas e as de eletrodutos

com caixas metálicas, por meio de buchas e arruelas;

É permitido o uso de eletrodutos plásticos, desde que exista um condutor "terra",

independente do condutor neutro do sistema, ligado à terra, e que interligue as partes

metálicas dos dispositivos da instalação, susceptíveis de serem tocados por pessoas.

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DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 27

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO

NORMATIZAÇÃO

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 27

27

É desaconselhada a instalação de chuveiros, aquecedores e torneiras elétricas em

canalizações hidráulicas de tubos plásticos, pelo grave perigo que apresenta, com um

possível rompimento do condutor de ligação à terra, ou qualquer outra falha no

aterramento dos referidos aparelhos.

3.4. Quedas de Tensão Admissíveis

De acordo com a Norma NBR-5410: em qualquer ponto de utilização da instalação, a queda

de tensão verificada não deve ser superior aos seguintes valores, dados em relação ao valor da

tensão nominal da instalação.

7% Calculados a partir dos terminais secundários do transformador MT/BT, no caso de

transformador de propriedade da(s) unidade(s) consumidora(s);

7% Calculados a partir dos terminais de saída do gerador, no caso de grupo gerador próprio;

Notas: Em nenhum caso a queda de tensão nos circuitos terminais poderá ser superior a 4%.

3.5. Localização da Medição

Para a localização da medição, devem ser observadas as seguintes disposições:

a) Ser instalada em mureta, quando a subestação for externa e para potência até 225 kVA. Ver

desenhos nº.1, 2, 3;

b) Ser instalada em parede, dentro da subestação, quando esta for abrigada. Para detalhes

desta instalação, ver desenho nº.19.

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03

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DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 28

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO

NORMATIZAÇÃO

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 28

28

3.6. Calculo de Demanda para Consumidor Média Tensão

A demanda provável do consumidor, em kVA poderá ser calculada pela seguinte

expressão:

D = a + b + c + d + e + f, sendo

a) Demanda em kVA, das potências para iluminação e tomadas, tiradas da tabela nº 8. Seguir

orientação contida na mesma considerando o fator de potência dos aparelhos.

b) Demanda em kVA, de aparelhos de aquecimento e refrigeração, tirada da tabela nº.09;

c) Demanda em kVA, de fogão e forno tirado da tabela nº.10;

d) Demanda em kVA, dos motores e máquinas de solda tipo motor gerador tirada da tabela

nº.12.

e) Demanda em kVA, das máquinas de solda a transformador, conforme indicado a seguir:

100% da potência, em kVA, da maior máquina de solda, mais;

70% da potência, em kVA, da segunda maior máquina de solda, mais;

40% da potência, em kVA, da terceira máquina de solda, mais;

30% da potência, em kVA, da quarta máquina de solda.

f) Potência em kVA, do aparelho de ar condicionado central.

g) A demanda provável do consumidor em kVA, será o valor total de "D”, que determina,

inclusive a bitola dos condutores da entrada, os eletrodutos a proteção conforme mostra a

tabela nº.3.

O exemplo de cálculo de demanda de consumidor industrial nos mostra nas folhas nº.29 a

31.

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DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 29

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO

NORMATIZAÇÃO

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 29

29

4. EXEMPLOS DE CÁLCULO DE DEMANDA INDUSTRIAL

Os consumidores industriais podem apresentar sua tabela de carga com o cálculo de

demanda, conforme o seguinte exemplo.

a-

 

ILUMINAÇÃO E TOMADAS

 

DESCRIÇÃO

(a)

(b)

(c)

a x b

CÁLCULO DA DEMANDA

DEMANDA

F. P.

c

(Ver tabela nº 8)

kVA

kW

QUANT.

kVA

FLUORESCENTE

0,04

234

0,9

10,40

   

INCANDESCENTE

0,06

160

1,0

9,60

100 % DOS PRIMEIROS 79,50 kVA

79,50

INCANDESCENTE

0,10

56

1,0

5,60

INCANDESCENTE.

0,20

20

1,0

20,00

   

TOMATA

0,10

149

1,0

14,90

- % DOS RESTANTES 0,0 kVA

TOMATA

1,00

19

1,0

19,00

 

CARGA 79,50 kVA

 

DEMANDA 79,50 kVA

b-

 

AQUECEDOR E CHUVEIRO

(a)

(b)

(a x b) kVA

CALC. DA DEMANDA (Ver tabela nº 9)

kW

QUANT.

2,50

12

30,00

 

-

-

-

52 % DA CARGA

-

-

-

-

-

-

 

CARGA 30,00 kVA

DEMANDA 15,60 kVA

d-

c-

(a)

(b)

(a x b) kVA

CALC. DA DEMANDA (Ver tabela nº 10)

DEM.

kW

QUANT.

kVA

12,00

2

24,00

APARELHOS ATÉ 3,5 kW

 
 

- -

-

- % DA CARGA

 

- -

-

APARELHOS COM MAIS DE 3,5 kW

 
 

- -

-

65% DA CARGA

CARGA 24,00 kVA

DEMANDA 15,60 kVA

 

MOTOR E MÁQUINA DE SOLDA TIPO MOTOR GERADOR

 
 

UNITÁRIA

TOTAL (a x c) kVA

DEMANDA kVA

(a)

       

QUANT.

(b) HP

(b) kVA*

(d) INDIVIDUAL

(a x d) TOTAL

15

1/2

1,14

17,10

0,67

10,05

40

1

1,70

68,00

0,99

39,60

30

5

6,80

198,00

3,64

109,20

20

10

12,80

256,00

6,55

131,00

10

15

18,70

187,00

9,30

93,00

CARGA 726,10 kVA

 

DEMANDA 382,85 kVA

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03

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DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO

NORMATIZAÇÃO

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 30

30

* OBSERVAÇÃO

A conversão de HP em kVA deverá ser feita pela tabela nº.11.

Pela mesma tabela deverá ser calculada a demanda

e-

MÁQUINA DE SOLDA A TRANSFERÊNCIA

 

ORDEM DA

(a)

(b)

(a ÷ b) kVA

F.D.*

DEM.

MÁQUINA

kW

F.D.

%

kVA

1º MAIOR MÁQ.

 

- 15

-

 

100

15,00

2º MAIOR MÁQ.

 

- 15

-

 

70

10,50

3º MAIOR MÁQ.

 

- 15

-

 

40

6,00

4º MAIOR MÁQ.

 

- 15

-

 

30

4,50

CARGA 60,00 kVA

 

DEMANDA 36,00 kVA

* OBSERVAÇÃO

F.D. - Fator de demanda estabelecido no item

3.6 letra E.

f-

RAIO X

QUANT.

kVA

F.D.%*

DEMANDA

kVA

0

-

-

-

CARGA 0 kVA

DEMANDA 0 kVA

Obs: Pode-se incluir o quadro f para casos que exista Raio X.

NOTAS

RESULTADO

CARGA

kVA

TOTAL

895,60

DEMANDA

513,95

1) Conclui-se, então, que a demanda provável desse consumidor soma 513,95 kVA, que é o valor considerado para dimensionar a subestação. 2) O transformador ou transformadores deverão ter potência próxima da demanda provável ,neste caso recomenda-se 2 (dois) de 300 kVA com um carregamento de 89,55%. 3) Obedece-se, para dimensionamento da chave, condutores, barramento e acessórios os mesmos critérios descritos para o consumidor residencial. 4) Será de responsabilidade do projetista o cálculo da demanda de equipamentos não constantes nesta norma ( ex: máquinas injetoras, exaustores etc. ).

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01

03

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DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO

NORMATIZAÇÃO

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 31

31

TABELA Nº. 01

DIMENSIONAMENTO MÍNIMO DE CABOS E ELETRODUTOS SUBTERRÂNEOS EM MÉDIA TENSÃO – 15 kV

Potência Instalada (kVA)

BITOLA MÍNIMA DE CABOS (mm 2 )

BITOLA MÍNIMA DE DUTOS( Ø )

1 CABO POR FASE

1 CABO POR FASE

30 a 2.500

25

4”

2.501

a 3.000

35

4”

3.001

a 4.000

50

4”

4.001

a 5.000

70

4”

TABELA Nº. 02

CORRENTE DE PLENA CARGA EM CIRCUITOS TRIFÁSICOS DE 13,8 kV.

kVA

AMPÉRES

kVA

AMPÉRES

kVA

AMPÉRES

kVA

AMPÉRES

15

0,6

175

7,3

400

16,7

1000

41,8

30

1,3

200

8,4

450

18,8

1250

52,3

45

1,9

225

9,4

500

20,9

1500

62,8

75

3,1

250

10,5

600

25,1

1750

73,2

112,5

4,7

275

11,5

700

29,3

2000

83,7

125

5,2

300

12,6

800

33,5

2250

94,1

150

6,3

350

14,6

900

37,7

2500

104,6

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01

03

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DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 32

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO

NORMATIZAÇÃO

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 32

32

TABELA Nº. 03

DIMENSIONAMENTO PARA CONSUMIDOR DE MÉDIA TENSÃO

   

PROTEÇÃO

   

MEDIÇÃO

 

CONDUTORES DE BAIXA TENSÃO

 

POT.ÊNCIA

INSTALADA

DISJUNTOR

 

CHAVE

TRANSFERÊNCI A DE CORRENTE

TRANSFERÊNCIA

FASE/NEUTRO BITOLA

   

TIPO DE

MEDIÇÃO

TERMO

MAGNÉTICO

FUSÍVEL

BLINDADA

IN MÍNIMA

DE POTENCIAL

 

MÍNIMA

 

DUTO

CABO

             

TERRA

 

(kVA)

AJUSTE

MÁXIMO

(A)

MÁXIMO

(A)

(A)

REL. A : A

ISOL

kV

REL. kV : V

ISOL

kV

AO

TEMPO

AWG OU

MCM

EM DUTO

(mm

2 )

Ø MÍN

(POL.)

Ø MIN

(mm

2 )

 

15

50

 

- -

-

 

-

- -

 

1x6

1x10

¾”

25

 

MEDIÇÃO NA B. T

 

30

100

 

- -

-

 

-

- -

 

1x6

1x25

1 ¼”

25

45

125

125

170

150/5

0,6

- -

 

1x4

1x50

1 ½”

25

75

250

200

270

200/5

0,6

- -

 

1x1

1x95

2”

25

112,5

400

300

440

300/5

0,6

- -

 

1x3/0

2x70

2 ½”

25

150

500

400

530

400/5

0,6

- -

 

1x250

2x95

3”

25

 

225

800

600

800

600/5

0,6

- -

 

1x350

2x150

3 ½”

25

MEDIÇÃO

 

300

1000

-

 

- 15/5

15

13,8:115

15

 

- 2x240

-

50

NA

M. T

500

1800

-

 

- 20/5

15

13,8:115

15

 

- 4x185

-

50

750

2600

-

 

- 30/5

15

13,8:115

15

 

- 4x300

-

50

 

1000

3200

-

 

- 50/5

15

13,8:115

15

 

- 6x300

-

50

NOTAS

1) A chave blindada poderá ser substituída por disjuntor termomagnético tripolar. 2) Os fusíveis quando empregados, serão retardados, tipo “NH”. 3) A bitola indicada para os condutores é o valor mínimo admissível. Para cargas situadas a grandes distâncias redimensionar os condutores usados após a medição. 4) Esta tabela refere-se a tensão secundária de 127-220 V. 5) A chave blindada deverá ser dimensionada conforme capacidade nominal especificada pelo fabricante, desde que não seja inferior ao valor mínimo estabelecido na tabela nº.03.

DI/NT

Fornecimento de Energia Elétrica em

Emissão

Revisão

Versão

Ano

06

Tensão Primária

1972

01

03

2006

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 33

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO

NORMATIZAÇÃO

DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO NORMATIZAÇÃO 33

33

TABELA Nº. 04

ESCOLHA DE CHAVE FUSÍVEIS E ELOS

POTÊNCIA

 

CORRENTE

 

CHAVE FUSÍVEL

 

(KVA)

13,8 KV

220 V

ITm

TIPO

ELO

INOM

 

(A)

(A)

(A)

(A)

 

10

0,41

26

4,92

XS

1H

100

15

0,62

39

7,44

XS

1H

100

25

1,04

66

12,48

XS

2H

100

30

1,25

79

15,00

XS

2H

100

37,5

1,56

99

18,72

XS

3H

100

T

45

1,88

118

22,56

XS

3H

100

50

2,09

131

25,08

XS

3H

100

R

75

3,13

197

37,56

XS

5H

100

100

4,18

262

50,16

XS

6K

100

I

112,5

4,70

295

56,40

XS

6K

100

150

6,27

394

75,24

XS

8K

100

F

200

8,36

525

100,32

XS

10K

100

225

9,41

590

112,92

XS

10K

100

Á

250

10,46

656

125,52

XS

12K

100

275

11,51

722

138,12

XS

12K

100

S

300

12,55

787

150,60

XS

15K

100

350

14,64

919

175,68

XS

15K

100

I

400

16,73

1.050

200,76

XS

20K

100

450

18,83

1.181

225,96

XS

20K

100

C

500

20,91

1.312

250,92

XS

25K

100

550

23,01

1.443

276,12

XS

25K

100

O

600

25,10

1.575

301,20

XS

30K

100

650

27,19

1.706

326,28

XS

30K

100

S

750

31,37

1.968

376,44

XS

40K

100

800

33,47

2.099

401,64

XS

40K

100

900

37,65

2.362

451,80

XS

50K

100

1.000

41,83

2.624

501,96

XS

50K

100

1.200

50,20

3.149

602,40

XS

65K*

200

1.500

62,75

3.937

753,00

CU