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CRÉDITO RURAL: Uma abordagem teorica no agronégocio brasileiro

RESUMO

Com o desenvolvimento dos processos agrícolas que buscam maior produtividade e rentabilidade, sem a necessidade de expansão territorial, a modernização do campo, bem como a tecnificação, são essenciais para proporcionar esse aumento. Um dos fatores limitantes para que isso ocorra é justamente a falta de recursos para serem investidos nas propriedades rurais.Neste contexto surge o credito rural que possibilita ao produtor rural acesso a recursos que podem ser aplicados desde a produção, infraestrutura, comercialização, beneficiamento, ou seja em quase toda cadeia produtiva que está inserida. O objetivo deste trabalho foi apresentar as formas de crédito rural, enfocando o financiamento rural disponibilizado aos produtores por órgãos basicos (amplitude nacional), e as mudanças ocorridas com o progresso do agronegócio no Brasil. Observa-se que com as mudanças de paradigmas no agronegocio o credito rural teve modificações a respeito de sua criação, entretanto mantendo o objetivo de auxiliar o homem do campo no processo de aquisição dos insumos necessarios para sua atividade.

Palavras-Chaves: Financiamento rural. Modernização do campo. Linhas de credito.

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INTRODUÇÃO

A agricultura brasileira tem sido impulsionada por um movimento de tecnificação e modernização das praticas de produção visando maior lucro e competitividade no mercado, bem como a garantia do abastecimento deste.

Neste cenário surge o credito rural que possibilita ao produtor rural subsidios financeiros para acompanhas as modificações ocorridas no agronegocio. Desde financiamento de custeio da produção, a financiamentos para modernização de frotas de veiculos e infraestruturas nas propriedades até para o escoamento da produção, os financiamentos apresentam relevante importancia para os produtores otimizarem a sua produção.

Com efeito de problemática ao tema escolhido, surge as dificuldades encontradas pelos produtores no ato de conseguir financiamentos para a execução de suas atividades. Essas normalmente surgem justamente por falta de conhecimento das linhas e modalidades as quais eles se encaixam.

É indicado como justificativa os caminhos que os produtores poderá seguir na tentativa de se eliminar ao máximo o problema de inadimplência que afeta todos os setores, trazendo riscos para toda a sociedade.

O presente estudo faz uma revisão bibliografica a cerca do credito rural hoje disponibilizado no país aos produtores. Foram pesquisados livros, periodicos e artigos que tratam desta tematica em plataformas digitais disponbilizadas na rede.

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O objetivo deste trabalho foi apresentar as formas de crédito rural, enfocando o financiamento rural disponibilizado aos produtores por órgãos basicos (amplitude nacional), e as mudanças ocorridas com o progresso do agronegocio no Brasil.

2 O CRÉDITO RURAL

O crédito rural apareceu a tempos atrás, desde então é utilizado pelas instituições financeiras no intuito de facilitar ao setor agrícola maiores facilidades no plantio de suas lavouras e outras atividades usadas dentro do ramo.

Pinto (2004 - p.3) afirma que;

De fato, desde o princípio da colonização é reconhecida a importância da agricultura para a economia nacional, destacando-se na história do Brasil os ciclos da cana-de- açúcar, do algodão e do café, além de outros como o da mandioca, o do milho e, mais recentemente, o da soja.

Desde os tempos da colonização em nosso país o setor agrícola já vem conquistando seu espaço, se mantendo em destaque dentro do contexto econômico nacional, um dos grandes motivos desse crescimento e que possuímos vastas e produtivas terras, era uma grande fonte geradora de riquezas na época com isso diversas culturas obtiveram destaque se agregando as fases dos ciclos produtivos, algumas como a Cana-de-açúcar, algodão, milho, soja acarretaram ao setor crescimento das áreas e maior produção com o passar dos anos.

De acordo com Bacha, Danelon e Filho, (2005 - p.44).

Crédito rural são os recursos oferecidos pelo sistema bancário à agropecuária, sendo que parte expressiva desses recursos segue as normas fixadas pelo Sistema Nacional de Crédito Rural (SNCR), criado em 1965 pela lei nº 4.829. Esta última garante a concessão de crédito à agropecuária a taxas de juros e condições de pagamentos diferentes das vigentes no mercado livre. Assim, o crédito rural é, potencialmente, um dos mais importantes instrumentos de política agrícola “. (2005 - p.44).

Esses recursos são de grande importância dentro do setor rural, fortalece expressivamente a política agrícola, utiliza os financiamentos feitos pelas instituições financeiras no intuito de aplicar em suas atividades variadas. Os produtores rurais é o maior usuário desse tipo de serviço prestado, na busca de recursos de financiamento de suas plantações. Esses recursos são seguidos de acordo com normas estabelecidas pelo Sistema Nacional de Crédito (SNCR), esse por sua vez tem a função de garantir melhores condições aos agricultores na utilização desses financiamentos oferecidos pelas instituições financeiras.

Antes do ano de 1965 o crédito rural tinha seu funcionamento apenas na instituição do Banco do Brasil, após esse período algumas novas medidas foram

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impostas sendo denominadas como o marco da evolução do crédito rural no Brasil. Em 1967 tornou-se obrigatório direcionar 10% dos pagamentos a vista dentro dos sistemas dos bancos para as concessões de crédito no setor agrícola; em 1986 foi extinta a Conta Movimento e a Criação da poupança Rural; 1995 criação do PRONAF; 1996 Programa da Securitização das dívidas do agricultores, decisões como essas ajudaram o setor se manter em seu ritmo de crescimento.(REVISTA DE POLÍTICA AGRÍCOLA, 2004).

O crédito rural define-se em ser um recurso financeiro habilitado em facilitar o processo de concessão de crédito aos agricultores e órgãos ligados ao ramo agrícola, são bens financiáveis dessas linhas de créditos atividades que estimula os investimentos rurais, sendo na compra de uma máquina agrícola, gastos com o plantio da lavoura, armazenamento e beneficiamento da produção, todo o processo visa oferecer maior comodidade aos beneficiários em sua produção.

2.1 Objetivos do Crédito Rural

Dentre os objetivos do crédito rural pode-se evidenciar os estímulos aos produtores rurais na tentativa de intencioná-los a investirem em suas lavouras, incluindo armazenamento, beneficiamento e nas industrializações dos produtos gerados através da agricultura, quando forem gerados por suas cooperativas ou por pessoas físicas e jurídicas equiparadas aos produtores; favorecer formas adequadas do custeio da produção e a comercialização de produtos ligados a agropecuária; dar uma atenção maior aos pequenos e médios produtores rurais em pró do fortalecimento do setor rural; Incentivar a criação de novos métodos na produção, com o intuito de aumentar a produtividade, a melhoria de vida das populações rurais (CRÉDITO RURAL, 2007).

Souza (2008), relata que o crédito rural tem por objetivo fortalecer o setor rural, impulsionar a introdução e/ou adoção de procedimentos racionais no sistema de produção, pela liberação de subsídios e recurso em diversas linhas, que tendem a ser especificas de acordo com o objetivo a qual é solicitado.

Ou seja, no intuito de promover cada vez mais uma tecnificação e melhoramento no sistema de produção agricola, o credito rural torna-se uma ferramenta de auxilio ao homem do campo que tem como fator limitante para seu desenvolvimento fatores financeiros.

Alagoas (2012, p.2), relata que os objetivos do credito rural são:

• estimular os investimentos rurais feitos pelos produtores ou por suas associações (cooperativas, condomínios, parcerias, etc);

• favorecer o oportuno e adequado custeio da produção e a comercialização de produtos agropecuários;

• fortalecer o setor rural;

• incentivar a introdução de métodos racionais no sistema de produção,

visando ao aumento de produtividade, à melhoria do padrão de vida das populações rurais e à adequada utilização dos recursos naturais.

Assim, observa-se que de acordo com cada objetivo o credito rural possui categorias que vão desde o custeio da produção até as questões ligadas a

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comercialização, englobando os segmentos do agronegocio (antes, dentro e pós- porteira).

2.2 Tipos de Crédito Rural

Várias atividades podem ser inclusas nos pacotes de financiamentos em variadas instituições financeiras dentre elas podemos destacar o Crédito de Custeio, Investimentos e Comercialização (Quadro 01).

QUADRO 01 Linhas de financiamento disponivel para os produtores rurais

MODALIDADE

FINALIDADE

O Crédito de Custeio

tem como finalidade cobrir as despesas geradas dentro dos ciclos de produção financiando o capital utilizado no desenvolvimento de atividades agrícolas, pecuária e de beneficiamentos ou industrialização de produtos agropecuários

Crédito de Investimento

viabilizar a aplicação de bens na melhoria do processo de produção usados em financiamentos de máquinas, implementos, modernizações relacionadas a infra-estrutura de produção é outras funções desempenhadas no ciclo produtivo.

Crédito de Comercialização

cobrir despesas das fases posteriores a colheita, visa proporcionar benefícios de modo a permitir o bom armazenamento é conservação da produção pra maiores rendas em possíveis vendas futuras.

Fonte: Elaborado a partir de Crédito Rural, (2012).

Segundo Oliveira (2001, p. 23) salienta que os recursos para financiamento do custeio, comercialização e investimento da agricultura podem ser de fontes formais (públicas ou privadas) ou de fontes informais. Crédito informal, conforme Almeida (1994, citado por Oliveira, 2001, p. 23), é “todo empréstimo em dinheiro, insumo ou serviço, realizado por um agente (indivíduo ou firma) a um produtor rural, estando tal operação, fora do controle direto das Autoridades Monetárias”. O crédito formal é estabelecido pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e controlado pelo Banco Central, através do Sistema Nacional de Crédito Rural (SNCR), incluídos todos os agentes financeiros, oficiais e privados.

A escolha da linha de financiamento deve seguir criterios que vão desde as caracteristicas da propriedade rural ao objetivo que ele é utilizado. As taxas de juros, a carência e prazos para pagamento tendem a variar de acordo a intituição. Cabe ao

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produtor rural avaliar e analisar suas necessidades e disponibilidade na escolha do financiamento correto.

No auxilio ao produtor rural, o Conselho Monetário Nacional aprovou a Resolução 3.517/2007, que determina a divulgação do Custo Efetivo total (CET) das operações de crédito (BRASIL, 2012). Com esse serviço, qualquer cidadão tem condições de avaliar e comparar linhas de financiamento,conhecendo de fato o montante final que irá pagar. Essa ferramenta auxilia nas tomadas de decisão, sendo bastante utilizadas hoje pelo empresariado rural.

3 O CREDITO RURAL NO CONTEXTO DO AGRONEGOCIO

O agronegócio (ou agribusins) está intimantente ligado a subsidios e incentivos financeiro por parte de ações governamentais em meados de decada de 60 e 70 do século XIX. Vários programas de incentivo de modernização da agricultura brasileira, fez surgir linhas diversas de credito como SUDENE, SUDAN e SUFRAMA. Até esse periodo o credito rural era concentrado no Banco do Brasil, que após a crise de 1979,a qual modificou o aspecto do agronegocio (BRITO,2008).

Antão e Campanholo (2012, p.4-5), relata a diversificação deste serviço como:

Atualmente, o Sistema Nacional de Crédito Rural é constituído de órgãos básicos, vinculados e articulados. Como órgãos básicos têm-se Banco Central do Brasil (Bacen), Banco do Brasil (BB), Banco da Amazônia (Basa) e Banco do Nordeste (BNB). E são órgãos vinculados o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), bancos privados e estaduais, caixas econômicas, cooperativas de crédito rural e sociedades de crédito. Por fim, os órgãos articulados constituem órgãos oficiais de valorização regional e entidades de prestação de assistência

As instituições possuem autonomia em estabelecer particularidade e especificidade de acordo com a linha de credito que possuem,que abragem desde a agricultura familiar até a patronal.

A inserção do credito no contexto atual do agronegocio apresenta algumas diferenciações a cerca da lei a que foi criado. Conforme relata Antão e Campanholo (2012), as principais mudanças ocorridas foram:

Obrigatoriedade de deposito de 10% à vista ao sistema bancário para liberação de credito (resolução do Conselho Monetário Nacional); Campanholo (2012), as principais mudanças ocorridas foram: Extinção da Conta Movimento,com limitação da
deposito de 10% à vista ao sistema bancário para liberação de credito (resolução do Conselho Monetário

Extinção da Conta Movimento,com limitação da disponibilidade de credito pela União; Criação da Poupança ruralde credito (resolução do Conselho Monetário Nacional); de Participação do BNDES com criação de diversos –

de

Participação

do

BNDES

com

criação

de

diversos

programas

financiamento rural;

Todas essas modificações visavam adequar os programas de credito rural a

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nova realidade da agricultura brasileira que vem se modernizando e otimizando seu sistema de produção.

Essas mudanças provocaram inicialmente no meio agrícola uma discriminação em relação a alguns produtores os quais não encaixavam nos requisitos exigidos pelas agências de fomento. Padilha e Medeiros (2010,p.10), relatam:

Um fator que condiciona a este constante movimento modernizador é a ligação da agricultura com o agronegócio, que busca irradiar pelo país as formas modernas de produzir, pois acaba sendo o principal beneficiado disto, trazendo para si novas áreas e produtos, que possam de alguma maneira render-lhe lucro. Porém, conseqüência disso é a discriminação de muitas propriedades e produtores que não se encaixam nos modelos produtivos.

Entretanto, a inserção do BNDES no cenário do credito rural, proporcionou um amenização nesta problemática, quando criou programas específicos para agricultura familiar.

Moreira (2010), relata que as linhas de créditos rurais hoje para o agronegócio proporciona uma motivação nos produtores rurais fazendo que este busquem cada vez mais pelos recursos oficiais disponibilizados. Ressalta que com a disponibilidade de recursos necessário a produção o mercado agrícola tende a se antecipar na aquisição de insumos, e os tratos culturais, o que reflete positivamente no agronegócio como um todo: “É sempre bom lembrar que a agricultura é a mais importante força de trabalho e riqueza de nosso país e como tal merece investimentos importantes”(p.1)

Como foi visto o credito rural tende a ser uma força motriz que impulsiona o agronegócio brasileiro dando condições para que seja feitas melhorias nas condições de produção seja com recursos de custeio garantido até as questões de infraestrutura em geral.

Mesmo com acontecimento de várias crises no meio agrícola, observa-se que as linhas de financiamento sempre estão presente na produção agrícola brasileira, em que seja na sua totalidade ou parte dos recursos financeiros necessários, sempre observa-se que independente do porte, a maioria dos produtores rurais utilizam esse serviço no Brasil.

4 CONSIDERAÇÕES FINAIS

De acordo com que foi apresenado, a expressividade da importância do crédito rural no Brasil é notória. Dentro do novo cenário do agronegócio este apresenta-se como um facilitador para que produtores de diferentes caracteristicas consigam acompanhar a modernização e a tecnificação proposta pelo agronegocio.

Com uma diversificação grande, várias instituições que possibilitam o acesso ao credito o produtor rual tem disponivel uma solução para um dos principais gargalos que surgem dentro da produção: a falta de recurso.

Este trabalho proporciona um material de fácil consulta para nortear os

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produtores e profissionais da área na captação de recurso para o desenvolvimento de uma propriedade rural.

ABSTRACT

With the development of processes that seek greater agricultural productivity and profitability, without the need for territorial expansion, modernization of the countryside, as well as technification, are essential to provide this increase. One of the limiting factors for this to occur is precisely the lack of resources to invest in properties rurais.Neste context arises the rural credit which enables the farmer access to resources that can be applied from production, infrastructure, marketing, processing, or is in almost every production chain that is inserted. The objective of this study was to present the forms of rural credit, focusing on rural finance available to producers for basic organs (amplitude national), and changes with the progress of agribusiness in Brazil. It is observed that with the paradigm shifts in the agribusiness rural credit had modifications regarding its creation, however keeping the goal of helping the farmer in the process of acquiring the necessary supplies for your activity.

Key Words: Rural financing. Modernization of the field. Lines of credit.

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