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TABELA ENTIDADE LINHA COLUNA ATRIBUTO DA ENTIDADE OCORRÊNCIA DA ENTIDADE CARACTERISTICA DE UMA TABELA:

TABELA ENTIDADE

LINHA

COLUNA ATRIBUTO DA ENTIDADE

OCORRÊNCIA DA ENTIDADE

CARACTERISTICA DE UMA TABELA:

•NÃO EXISTEM DUAS LINHAS IGUAIS •A ORDEM DAS LINHAS É INSIGNIFICANTE •A ORDEM DAS COLUNAS É INSIGNIFICANTE •ATOMICIDADE DOS ATRIBUTOS

CONTEÚDO DE UMA COLUNA NUMA LINHA:

VALOR ASSUMIDO POR UM ATRIBUTO PARA UMA OCORRÊNCIA ESPECÍFICA DE UMA ENTIDADE

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DE UMA COLUNA NUMA LINHA : VALOR ASSUMIDO POR UM ATRIBUTO PARA UMA OCORRÊNCIA ESPECÍFICA DE
MODELO RELACIONAL UM BANCO DE DADOS RELACIONAL É PERCEBIDO LOGICAMENTE COMO UM CONJUNTO DE TABELAS

MODELO RELACIONAL

UM BANCO DE DADOS RELACIONAL É PERCEBIDO LOGICAMENTE COMO UM CONJUNTO DE TABELAS INTER-RELACIONADAS

MODELO RELACIONAL UM BANCO DE DADOS RELACIONAL É PERCEBIDO LOGICAMENTE COMO UM CONJUNTO DE TABELAS INTER-RELACIONADAS

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RELACIONAL UM BANCO DE DADOS RELACIONAL É PERCEBIDO LOGICAMENTE COMO UM CONJUNTO DE TABELAS INTER-RELACIONADAS 37
Modelo Lógico 38
Modelo Lógico
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MODELO LÓGICO Disposição do conjunto de dados em te rmos da estrutura de armazenamento própria

MODELO LÓGICO

Disposição do conjunto de dados em termos da estrutura de armazenamento própria da tecnologia de gerenciamento de dados escolhida, baseada nas necessidades do negócio detectadas e expressas na fase de modelagem conceitual

Deriva da construção de tabelas inter-relacionadas a partir das entidades e relacionamentos definidos no MER e representados pelo DER:

de tabelas inte r-relacionadas a partir das entidades e relacionamentos definidos no MER e representados pelo

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de tabelas inte r-relacionadas a partir das entidades e relacionamentos definidos no MER e representados pelo
Criação de tabelas a partir do D.E.R. •Os atributos das entidades e relacionamentos já devem

Criação de tabelas a partir do D.E.R.

•Os atributos das entidades e relacionamentos já devem estar definidos

•A chave primária já deve ter sido escolhida para todas as entidades

REGRAS: (baseadas na classe dos relacionamentos) •Toda entidade gera uma tabela composta de tantos campos quantos atributos ela contiver

RELACIONAMENTOS M:N geram uma tabela cuja chave primária será composta das chaves primárias das entidades relacionadas

RELACIONAMENTOS 1:1 E 1:N não geram nova tabela, mas implicam na agregação dos seus atributos à entidade de cardinalidade N(ou 1) bem como a agregação da chave primária da entidade de cardinalidade 1 à de cardinalidade N.

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N(ou 1) bem como a agregação da chave primária da entidade de cardinalidade 1 à de
Chave Estrangeira Quando adicionamos a chave primária de uma entidade a outra entidade para construir

Chave Estrangeira

Quando adicionamos a chave primária de uma entidade a outra entidade para construir um relacionamento de classe 1:1 ou 1:N, essa chave (primária na sua entidade de origem) torna-se CHAVE ESTRANGEIRA na entidade que a recebe.

1:1 ou 1:N, essa chave (primária na sua entidade de origem) torna-se CHAVE ESTRANGEIRA na entidade

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1:1 ou 1:N, essa chave (primária na sua entidade de origem) torna-se CHAVE ESTRANGEIRA na entidade
Exemplo : Relacionamento de classe muitos-para-muitos 42

Exemplo:

Relacionamento de classe muitos-para-muitos

Exemplo : Relacionamento de classe muitos-para-muitos 42

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Exemplo : Relacionamento de classe muitos-para-muitos 42
Atributo Chave IDENTIFICA DE FORMA ÚNICA UMA OCORRÊNCIA ESPECÍFICA DE UMA ENTIDADE: CHAVE CANDIDATA Todas

Atributo Chave

IDENTIFICA DE FORMA ÚNICA UMA OCORRÊNCIA ESPECÍFICA DE UMA ENTIDADE:

CHAVE CANDIDATA Todas as possíveis chaves de uma entidade ou relacionamento são chaves candidatas. Uma entidade ou relacionamento pode ter nenhuma, uma ou várias chaves candidatas.

CHAVE PRIMÁRIA •Um ou mais atributos que juntos identificam de forma única uma Entidade, sendo base para o acesso aos dados e para implementação de relacionamentos. Seus valores nunca podem ser duplicados em uma tabela.

•Depende da Aplicação

CHAVE SECUNDÁRIA •Um ou mais atributos que juntos identificam de forma única uma entidade, além da chave primária.

CHAVE ESTRANGEIRA •É o atributo que é chave primária em uma outra Entidade

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além da chave primária. CHAVE ESTRANGEIRA •É o atributo que é chave primária em uma outra
Lei de Integridade A chave primária de uma tabela não pode aceitar valores “null”. Se

Lei de Integridade

A chave primária de uma tabela não pode aceitar valores “null”.

Se uma tabela T2 contém um atributo K1, sendo K1 a chave primária de outra tabela T1, então, para cada valor de K1 em T2 deve existir um valor igual de K1 em alguma tupla de T1 ou K1 de T2 deve ser “null”.

A inclusão de uma chave estrangeira em uma tabela é a forma de implementar, no Modelo Lógico, um relacionamento entre entidades do Modelo Conceitual.

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uma tabela é a forma de implementar, no Modelo Lógico, um relacionamento entre entidades do Modelo
Álgebra Relacional 45
Álgebra Relacional
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Álgebra Relacional CONJUNTO DE OPERADORES DE ALTO NÍVEL QUE MANIPULAM OS DADOS COLETADOS EM UMA

Álgebra Relacional

CONJUNTO DE OPERADORES DE ALTO NÍVEL QUE MANIPULAM OS DADOS COLETADOS EM UMA OU MAIS TABELAS

TIPOS DE OPERAÇÕES:

TRADICIONAIS

UNIÃO (OPERADOR OU) INTERSECÇÃO (OPERADOR E) DIFERENÇA PRODUTO CARTESIANO

ESPECIAIS

SELEÇÃO PROJEÇÃO JUNÇÃO

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INTERSECÇÃO (OPERADOR E) DIFERENÇA PRODUTO CARTESIANO ESPECIAIS SELEÇÃO PROJEÇÃO JUNÇÃO 46
União A união de duas tabelas normalizadas “A” e “B”, é uma tabela normalizada “C”

União

A união de duas tabelas normalizadas “A” e “B”, é uma tabela normalizada “C” que contém todas as linhas de “A” e/ou “B”.

normalizadas “A” e “B”, é uma tabela normalizada “C” que contém todas as linhas de “A”

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“A” e “B”, é uma tabela normalizada “C” que contém todas as linhas de “A” e/ou
Intersecção A intersecção das tabelas “A” e “B” é uma tabela normalizada “C” que só

Intersecção

A intersecção das tabelas “A” e “B” é uma tabela normalizada “C” que só contém aquelas linhas que pertencem a “A” e “B” simultaneamente.

é uma tabela normalizada “C” que só contém aquelas linhas que pertencem a “A” e “B”

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é uma tabela normalizada “C” que só contém aquelas linhas que pertencem a “A” e “B”
Diferença A diferença entre duas tabelas “A” e “B” é uma tabela normalizada “C” que

Diferença

A diferença entre duas tabelas “A” e “B” é uma tabela normalizada “C” que contém as linhas de “A” que não pertencem a “B”.

“A” e “B” é uma tabela normalizada “C” que contém as linhas de “A” que não

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“A” e “B” é uma tabela normalizada “C” que contém as linhas de “A” que não
Produto Cartesiano O produto cartesiano de duas tabelas “A” e “B” é uma tabela “C”

Produto Cartesiano

O produto cartesiano de duas tabelas “A” e “B” é uma tabela “C” cujas linhas são obtidas fazendo todas as concatenações possíveis entre as linhas de “A” e “B”.

“C” cujas linhas são obtidas fazendo todas as concatenações possíveis entre as linhas de “A” e

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“C” cujas linhas são obtidas fazendo todas as concatenações possíveis entre as linhas de “A” e
Projeção A projeção de uma tabela normalizada sobre uma ou várias de suas colunas é

Projeção

A projeção de uma tabela normalizada sobre uma ou várias de suas colunas é uma nova tabela que contém somente as colunas projetadas.

tabela normalizada sobre uma ou várias de suas colunas é uma nova tabela que contém so

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normalizada sobre uma ou várias de suas colunas é uma nova tabela que contém so mente
Banco de Dados Relacional Definição de Cód-Touring Um sistema de Banco de Dados é qualificado

Banco de Dados Relacional

Definição de Cód-Touring

Um sistema de Banco de Dados é qualificado de relacional se:

A. É composto por tabelas (e só tabelas)

B. Implementa as operações de SELECT, PROJECT e JOIN sem necessidade de definir estruturas fisicas de acesso

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B. Implementa as operações de SELECT, PROJECT e JOIN sem necessidade de definir estruturas fisicas de