...

Chegou então o Espiritismo, trazendo extraordinário conhecimento libertador, como excelente alavanca para a transformação interior dos seus adeptos, mas, talvez em razão das grandes dificuldades que essa transformação apresenta, muitos acabaram substituindo-a pela freq !ncia ao centro, pelo passe e pela água fluidificada, as atividades na casa, o trabalho medi"nico, a caridade, a direção da instituição. #utros a substitu$ram por aç%es na divulgação doutrinária, tais como fazer palestras, escrever livros, falar no radio ou na &' ou, ainda, atrav(s da )nternet, e tal situação acabou se institucionalizando nos meios esp$ritas.

Espiritismo em Época de Transição
*aara +ousiainen

Palavras iniciais +osso planeta está vivendo um momento "nico em sua hist,ria. +ossa humanidade passa por um per$odo sem igual em toda a sua exist!ncia. # movimento esp$rita está numa esp(cie de repetição da hist,ria do cristianismo primitivo, numa fase decisiva em sua caminhada. - como se estiv(ssemos diante de duas portas, uma larga e outra estreita, exatamente como na advert!ncia de .esus. / larga dá acesso a um caminho tamb(m largo e confortável, que segue atrav(s da plan$cie. / outra dá acesso a um caminho pedregoso, estreito, que sobe pelas escarpas da montanha, numa 0ornada dif$cil e sacrificial. 1elo caminho largo, não precisamos estar constantemente em alerta, observando onde pisar, nem fazer muito esforço para caminhar. 2asta deixar-nos levar.

+o estreito, a subida ( dif$cil. +ossos p(s se machucam nos pedregulhos, enquanto o corpo vai se ferindo nos espinhos, mas, em meio aos pedregulhos, crescem l$rios brancos a embelezar e perfumar nosso ambiente e, em torno dos espinhos que nos ferem, encontramos folhas verdes a simbolizarem esperança. # suor que escorre pelo rosto e pelo corpo, nos esforços da subida, reflete a purificação da nossa alma pela eliminação de toxinas espirituais, do lixo interior que fomos acumulando ao longo do tempo. E quando menos esperamos, alcançamos o topo da montanha de uma nova etapa evolutiva. #lhando então para trás, para os caminhos dif$ceis que acabamos de percorrer, nossa alma se encherá de alegria pelas escolhas acertadas que fizemos. 3as... se a escolha foi o caminho largo e fácil, 0á que temos o direito de escolher...

4az$amos uma comparação do momento atual do espiritismo com o cristianismo primitivo. Este tamb(m passou por um momento de transição. .esus viera trazer novos paradigmas 5 humanidade e seus seguidores tiveram a missão de levar aquelas id(ias para o mundo. *e eles tivessem seguido pelo caminho largo, o da plan$cie, o cristianismo teria morrido em seu nascedouro, mas aqueles cristãos fizeram do 6vivenciar os ensinamentos de .esus e difundir a 2oa +ova7 o seu pro0eto de vida, a sua primeira prioridade, a meta para a qual caminharam sem medir esforços nem sacrif$cios. 4oi uma entrega total. /ssim, seguindo pelo caminho estreito e entregando as pr,prias vidas em sacrif$cio, eles conseguiram fazer com que a mensagem da 2oa +ova pudesse atravessar os s(culos e, mesmo de forma distorcida, chegar at( n,s. 8o0e estamos numa nova fase de transição9 desta vez, muito mais radical porque o mundo vai mudar de grau. :e 6provas e expiaç%es7 passará 5 condição de 6mundo de regeneração7. Com isso, as imensas legi%es de esp$ritos empedernidos no mal, sabendo que poderão ser exiladas para mundos inferiores, estão 60ogando todas as suas cartas7 na tentativa de dominar o planeta e aqui permanecer.

1ode-se então facilmente observar o quanto essa fase está sendo conturbada, com as legi%es do mal aplicando todos os seus recursos, sua ci!ncia e tecnologias para vencer quaisquer esforços que visem 5 iluminação do ser. Estamos assim novamente diante das duas portas, a larga e fácil e a estreita e dif$cil, s, que as dificuldades de agora são diferentes. :iria at( que são maiores, porque naquela (poca ainda pairava no ar a presença do 3estre e seus ensinos e exortaç%es eram repetidos diuturnamente pelos seus seguidores, inflamandoos. *eus coraç%es pulsavam na vibração da 2oa +ova, como se fosse o pr,prio c;ntico dos an0os a se espalhar sobre os montes, vales e cidades, abençoando coraç%es que há muito aguardavam por ela. 8o0e, temos um movimento esp$rita formado por diversos tipos< os que aderiram 5 nossa doutrina, por achá-la coerente9 os que chegaram empurrados pelo sofrimento e aqueles outros, poucos, cu0os coraç%es pulsam ao ritmo da revelação esp$rita e que fizeram do espiritismo seu pro0eto de vida. / situação ( bem diferente daquela do primitivo cristianismo, porque o espiritismo institucionalizou-se, perdendo o ar de cumplicidade geradora de companheirismo e fraternidade. 1or outro lado, os poderes das trevas tudo fazem, não para destru$-lo ou parar a sua marcha, mas para evitar que se aloje nos corações e realize as transformações que o Mestre espera. +esse contexto, ( fácil observar como os estudos doutrinários, os cursos e as atividades caritativas que são realizadas nos meios esp$ritas pouca resist!ncia encontram, mas qualquer ação visando 5 6viv!ncia7 dos conte"dos esp$ritas encontra grandes dificuldades para se firmar e produzir efeitos. +ota-se uma esp(cie de apatia, de desinteresse por propostas que visem, de forma prática e concreta, levar 5 viv!ncia da amorosidade, da alteridade =respeito de uns para com outros>, da humildade e demais valores. - verdade que, paralelamente, vem acontecendo um despertar para a busca desses valores, mas isto reflete a minoria e mesmo os grupos que se formam visando a esse crescimento interior encontram grandes dificuldades a fim de conseguir

melhores resultados. para ganharmos n. 'emos então que este ( o momento de relembrarmos os primitivos cristãos. Que está acontecendo com o movimento esp rita! &alvez voc! responda que nada está acontecendo de anormal e que tudo vai muito bem. profundamente entristecidos. a sua ren"ncia. *erá mesmo assim? Em conversas com essas pessoas e pelo que venho observando desde muitos anos. que estavam apenas procurando uma desculpa para abandonar as tarefas. Como exemplo. in"meros companheiros. são pessoas invigilantes que se deixaram envolver pelos obsessores ou. .s tamb(m mais disposição e energia em nossa luta com vistas a vencer as forças do mal. &alvez voc! diga< . embora continuem crendo e procurando praticar os ensinamentos esp$ritas. vamos citar alguns desses casos. das mais diversas partes do 2rasil.o trabalho maciço das sombras contra essas luzes. se queixam. então. a> 3arina chegou ao centro esp$rita com o coração cheio de alegria. em que o adepto teria a liberdade de analisar tudo 5 . &amb(m importa lembrar que o foco principal desta luta deve estar em nossa transformação interior. chocando muitos dos que chegam e afastando outros que 0á não suportam mais conviver com situaç%es tão adversas.#ra. usando pseud@nimos. pelas formas como se pratica o espiritismo nos centros que freq entam. ( poss$vel perceber a extensão do que ocorre em in"meros centros. a sua entrega. o seu amor. porque finalmente havia encontrado uma doutrina não fanatizante. *erá que vai mesmo? +as listas da )nternet de que participo. e vários deles 0á se afastaram.

procurando sempre pautá-la pelos ensinamentos de . percebeu o quanto estava enganada. )nscreveu-se no Estudo *istematizado de :outrina Esp$rita-E*:E e. d> :. Ema amiga levou-a a um templo esot(rico. ao sair da cabine. Bue tremenda falta de fraternidade e de conhecimentoC c> /o t(rmino das sess%es medi"nicas de que participava. Essa sugestão foi aceita de má vontade. onde foi recebida com muito carinho e tratada com recursos utilizados por eles.. esp$rita desde criança. 3iriam retornou ao trabalho. tr!s sess%es. de repente começou a faltar9 uma. porque os m(diuns precisam aprender a se defender7. Auardaria os questionamentos para si mesma. 3iriam. #ra. logo nas primeiras semanas. quase se viu 6fraternalmente7 expulsa do grupo e. 4oi adoecendo mais e mais. . 4oi piorando cada vez mais e mais e acabou se afastando do trabalho medi"nico. b> *ilvana. vindo a melhorar rapidamente. /lguns meses se passaram e :. m(dium que há mais de vinte anos vinha participando das atividades medi"nicas da casa. Certo dia percebeu que o m(dium que fornecia ectoplasma para os trabalhos.. aconselharam-na a fazer o Evangelho no Dar para afastar os obsessores. se ela faltasse mais uma vez. /ndr(a sa$a sentindo-se mal. seria afastada dos trabalhos. informando-a do fato e sugerindo que fosse ministrado um passe no companheiro. Chamou a dirigente. decidiu-se a não mais questionar fosse o que fosse. /o questionar a afirmativa do monitor que dizia ser o espiritismo uma religião.luz da razão. /o buscar a0uda no centro. sentia-se mal.esus. para poder continuar. duas. pois ningu(m se preocupara em procurar saber o que havia acontecido com ela. # dirigente informou os presentes de que. esta vez. o que mais ela fazia era cuidar da sua vida interior. participava das sess%es de cura no centro que freq entava. mas na condição de esp$rito. com a recomendação< 6Bue se0a s. &odos ficaram profundamente envergonhados.

no entanto. o livro Crescimento Interior. como se fossem meras peças do mecanismo e os freq entadores não são recebidos com amabilidade e verdadeiro interesse em a0udá-los? E nem vamos falar de outras situaç%es nas quais despontam lutas pelo poder.. / primeira parte de cada aula ( de estudos doutrinários e a segunda tem foco na viv!ncia dos valores da evolução espiritual.1or que em muitos centros esp$ritas os trabalhadores são tratados com desinteresse. Ens e outros vão se afastando por motivos 0ustos. 4oi uma experi!ncia gratificante. inclusive da pr. 0á que cada uma apresenta um .pria 4E2. cap$tulo Uma palavra difícil de dizer>. a humildade e demais valores. volta-se 5 primeira.. levando o grupo 5 extinção ='. apoiada naquele modelo. a estabelecerem pequenas mudanças nas metodologias. &erminada a "ltima aula. :epois. com catorze aulas. discriminaç%es e tantas outras mazelas. como ( dif$cil criar um grupo com tal finalidade e mais dif$cil ainda ( mant!-lo. conseguimos 0untar alguns companheiros esp$ritas e criar uma oficina semanal com foco no desenvolvimento dos valores da evolução espiritual. 1rocuramos então convencer algumas lideranças esp$ritas. e muitos outros fatos vão acontecendo. # que está faltando nos meios esp$ritas< conhecimento doutrinário ou a presença de amor e de humildade? 1reocupada com quest%es como essas. 3as sempre ficou s. que me levou a escrever. Esse curso pode ser ministrado continuamente. nisso. que viriam a favorecer o crescimento interior dos esp$ritas e dos freq entadores dos centros. mais tarde. recebemos a inspiração para escrever o livro Curso Interativo de Espiritismo e Vivência Espírita. no in$cio dos anos noventa. procurando-se desenvolver a afetividade. &emos observado. )sto rendeu alguns 6Bue excelente id(iaC79 'amos estudar essa questão7. / proposta era para se utilizar a "ltima meia hora dos cursos para 6trabalhar7 a questão da viv!ncia dos conte"dos esp$ritas.

Em seguida o monitor l! a explicação esp$rita. em qualquer (poca. mas. quem chega ( convidado a assistir a palestras eFou ingressar num estudo sistematizado de doutrina esp$rita. 1or isso a evasão ( sempre grande. Cursos básicos simples e interativos são importantes num centro esp$rita para atender aos que chegam. /s palestras são boas. de tema espec$fico dialogado entre os participantes. relativa ao crescimento interior do ser. *e a finalidade maior do espiritismo ( transformar seus seguidores em 6homens de bem7. mas. mesmo de forma superficial. algu(m pode romper o tempo.á num curso básico =melhor que se0a interativo>. # m(todo ( utilizado com perguntas instigantes para serem respondidas pelos presentes. apenas assistindo a elas. na imensa maioria das casas. podem ser encaminhados para o curso e não vão perder qualquer tema. :a mesma forma. o participante aprende tudo.tema diferente. cabe aos centros esp$ritas instrumentalizar-se. tamb(m trata. 3as qualquer que se0a o modelo do ensinamento. cabe ao palestrante que queira exercer de fato sua missão ensinar conhecimento esp$rita e. anos a fio. *e então algu(m quiser matricularse num curso sistematizado. a seguir. / segunda parte. em cada aula. . quando o palestrante ( bom. colocar- . ( fundamental que inclua aç%es práticas para a0udar na evolução espiritual dos participantes. /ssim. # estudo sistematizado supre essa lacuna. os que chegam ao centro. a fim de oferecer a seus trabalhadores e freq entadores atividades capazes de realmente a0udar nessa transformação. sem adquirir o conhecimento esp$rita em sua extensão. certamente não o abandonará a meio do caminho. em bem mais curto espaço de tempo. mas nem todas as pessoas se afinam com estudos dessa natureza.

a Cat. crescendo em n"mero de centros e de adeptos. Dembremos que os cristãos primitivos realmente vivenciavam os ensinamentos de .lica Gomana.fico. . ( poss$vel realizarem-se as tão necessárias transformaç%es interiores. mas sem cumprir a sua finalidade maior.se lado a lado com os aprendizes para. 'em tudo prontinho. bastando-lhes obedecer 5s determinaç%es das suas igre0as. tanto na prática da caridade quanto em suas atitudes. assim. cient$fico e religioso. *. como tantos dese0am. num esforço con0unto. # foco foi mudando at( institucionalizar-se numa igre0a. tudo foi se transformando. 6mostrando a cara7 ao mundo. *erá que vamos deixar o espiritismo tamb(m acabar como mera instituição de caráter filos. procurar fazer com que tais conhecimentos desçam at( o coração. com o espiritismo no coração. nos meios esp$ritas.esus. /s igre0as cristãs apresentam a seus fi(is o 6prato feito7 da salvação. estamos vivenciando a mesma estagnação evolutiva das igre0as cristãs? 1or que os seguidores do cristianismo pouco ou nada evoluem espiritualmente? 'e0amos uma das raz%es. :epois. inclusive ao dele.lica /post. que ( a transformação do ser? Quando uma doutrina " formada por re#ras *erá que.

ou freq entam centros. . talvez em razão das grandes dificuldades que essa transformação apresenta. e tal situação acabou se institucionalizando nos meios esp$ritas. lançando mão de interpretaç%es as mais variadas e de recursos outros que lhes permitam permanecer sob o seu abrigo.pria evolução espiritual? Certamente.esus em nossas vidas. e ( por isso que o mundo cristão pouco progrediu espiritualmente. lhes sobra para cuidar das suas construç%es interiores. falar no rádio ou na &' ou. . mas sem real comprometimento com eles. o trabalho medi"nico. possam começar a despertar para a necessidade de dinamizar a pr. a direção da instituição9 outros a substituem por aç%es na divulgação do espiritismo. então.'amos fazer o Evangelho. que seus seguidores tendem a procurar meios para fraudá-los. colocar . etc. trazendo extraordinário conhecimento libertador. a caridade. :essa forma.o ser humano sempre querendo levar vantagens. mas. pelo passe e pela água fluidificada. muitos acabam substituindo-a pela freq !ncia ao centro. o espiritismo. # que está errado. sentem-se abençoados e confiantes em que estão conquistando ingresso em +osso Dar. 1reenchem tanto as suas vidas com essas atividades que pouco.#corre. +os meios esp$ritas. escrever livros. atrav(s da )nternet.esus e o Evangelho como sendo a nossa bandeira< . então. Chega. está faltando interesse nas lideranças e empenho dos dirigentes no sentido de priorizar atividades que a0udem realmente nesse desiderato. nas doutrinas formadas por regras ou preceitos. ainda. ou o que está faltando para que as pessoas que desenvolvem atividades esp$ritas.s a desencarnação. Esse tipo de situaç%es reflete a antievolução. ap. vivenciá-lo. como excelente alavanca para a transformação interior dos seus adeptos. as atividades na casa. costumamos apresentar . tais como fazer palestras. ou nada.

precisa começar a mergulhar fundo nos meandros do orgulho.smico? Em vez de viver citando chav%es sobre a caridade. não ( muito mais produtivo procurar viver em função do pr. o contentamento. que ( um verdadeiro elixir de vida? Em tempo de transição não há &E31# a se perder.s a desencarnação. acabamos diluindo nossos esforços evolutivos em imagens e palavras< imagens de . para atender companheiros que acreditavam ter direito a situaç%es mais favorecidas ap. sentindo-nos sob esse pálio. achamos que estamos evoluindo. ao inv(s de colocar-nos sob o pálio do evangelho.s a morte. procurando entender seus mecanismos a fim de buscar as formas mais prof$cuas para livrar-se deles9 procurar conhecer ao menos um pouco das complexidades do psiquismo .esus e do Evangelho. 3as ( por causa desse tipo de enganos que Eur$pedes 2arsanulfo foi convidado a construir o *anat. imprescind$vel e inadiável realizar as transformaç%es interiores a se manifestarem em /&)&E:E*. /quele que dese0a verdadeiramente realizar sua transformação interior. nem sempre aut!ntica.de uma bandeira ou de atitudes? Então. esforçar-nos para desenvolver e vivenciar a amorosidade de forma cont$nua? +o lugar de ter sempre na 6ponta da l$ngua7 alguma exortação doutrinária. E assim. por terem conduzido a bandeira do Evangelho e a imagem de . adequando-se ao novo tempo. fazendo nossa reforma interior e nos preparando para habitar planos mais elevados ap. fazermos reflex%es sobre as dimens%es do amor e da humildade e procurar meios para desenvolv!-los nos nossos estados de esp$rito? +o lugar daquela voz 6mansificada7. deixar fluir a alegria.rio Esperança. no mundo espiritual.ncia. palavras que 0á se tornaram 0arg%es sem efeito. quando falamos em 6coisas sagradas7.esus durante a vida.Com esse tipo de foco. 'amos refletir um pouco? :o que realmente necessitamos para evoluir? .prio crescimento como ser espiritual e c. do ego$smo e da gan.

a0uda a gerar mem. ( preciso gerar mem. . dita a palavra ou permitido sentimentos negativos vibrarem em nosso interior.ria. 3as essas incurs%es precisam representar prioridade para quem dese0a evoluir. para desenvolver valores da alma. 3uitos at( desconhecem o que seria uma mera reunião de estudos do evangelho. 1or isso sempre sugerimos trabalhos em grupo9 uma discussão sobre determinada atitude. durante a semana que se segue. nos lembramos de nossos prop. dizer a palavra ou permitir sentimentos negativos. a segunda nos resgata das inferioridades em que estagiamos. Merecimento e evolução /lgo importante para ser repensado nos meios esp$ritas está numa melhor compreensão sobre merecimento e evolução. +uma pesquisa realizada pela /ssociação 2rasileira de :ivulgadores do Espiritismo H /2G/:E sobre como estamos comunicando espiritismo dentro e fora dos nossos arraiais. E quando o grupo se prop%e a trazer sempre 5 mente. 1or isso. com enfoques diversos e sugest%es variadas. mas s. porque a geração de valores se dá por ação continuada. a determinação de desenvolver o valor que estava em pauta. podendo evitá-los.humano com o fito de aprender a navegar contra as correntezas interiores das construç%es milenares do pr.ria. / primeira gera merecimento. Aeralmente s. fica bem mais fácil lembrar as decis%es tomadas /+&E* de praticar a ação. observou-se que estamos confundindo muito a prática da caridade com evolução espiritual. #utro ponto tamb(m observado ( que há nos centros muita preocupação em se praticar a caridade e raras são as atividades voltadas para o crescimento interior.prio esp$rito.sitos evolutivos :E1#)* de praticada a ação.

estamos ainda muito propensos a cair nessa ilusão. quando um dos presentes. +em para mais. Buatro pontos referem-se a estados de esp$rito< afetividade. # quinto valor ( o equil$brio. me intimou a escrever um roteiro bem simples e ob0etivo que pudesse a0udar nessa questão da viv!ncia dos conte"dos esp$ritas. # terceiro dos pontos ess!ncias ( a $umildade. / alteridade nos a0uda a abrir caminhos para uma compreensão mais elevada sobre tudo. ou se0a. Ge0eitei a id(ia. *e forçarmos nossa percepção para . :esenvolvendo afetividade. a sabedoria. 4oi assim que no op"sculo Agenda Mínima para Evoluir. alteridade. porque pensar que somos mais evolu$dos do que nossa realidade acarreta envaidecimento. ela se torna uma postura de vanguarda. por entend!-la inviável. conseguimos resumir em apenas cinco pontos as bases da tarefa evolutiva. nem para menos. o maior dos valores. estamos no caminho do amor. ela nos levará ao orgulho. )ldefonso do Esp$rito *anto =2/>. o mundo de regeneração. numa percepção clara da nossa real condição. sinalizando um modelo de conv$vio para o novo tempo. +os meios esp$ritas. *e for para mais. 1ela nossa pouca evolução. a de se buscar essa viv!ncia atrav(s de estados de esp$rito.o mais importante mecanismo para o crescimento do homem como ser social e pode levá-lo a interagir pac$fica e beneficamente com tudo que o cerca. do alto dos seus IJ anos. . humildade e contentamento. mas aquela 6intimação7 não me sa$a da cabeça e em pouco tempo observei que me colocavam na mente uma id(ia inovadora.Conversávamos certa feita com alguns companheiros esp$ritas sobre essas quest%es. :r.

agora. na )nternet. mas o olhar . ou grupos. definitivos. nas f$mbrias de uma nova (poca. isto nos levará a uma situação irreal e 5 diminuição da nossa auto-estima. releitura. 'e0amos< num mundo de provas e expiaç%es.uma condição de su0eição ao sofrimento.á num mundo de regeneração o foco se volta para a construtividade.menos. a0ustando-a=s> ao novo contexto do presente?7 Gefletimos sobre a pergunta e respondemos o seguinte< /lguns conceitos realmente mereceriam essa 1odemos dar como exemplo a questão da e(piação.claro que iremos continuar resgatando as faltas. . porque essa ( a lei da 0ustiça. carregamos nossa cruz plenamente conscientes de que estamos pagando culpas e crescendo mais um pouquinho. *omos seres que 0á conseguimos desbastar o mais grosso das nossas imperfeiç%es e nossa meta. &eleitura das o%ras de 'ardec! +uma das listas. . ameaçadores. essa id(ia aparece em tons muito fortes. algu(m perguntou< 6/lgum=ns> conceito=s> expresso=s> nas obras de Kardec mereceria=m> uma releitura. 3as ho0e.á o contentamento ( um verdadeiro elixir de vida e sa"de. deve ser a da evolução espiritual. e o equil %rio nos conduz 5 sabedoria. o que ( pre0udicial para nossa vida e evolução. da /2G/:E. o que pode ter sido perfeito para aquele tempo. devemos olhar para um futuro mais luminoso e começar a nos iluminar nessa luz. 0á começando a transitar sobre a ponte que nos levará 5 condição de 6mundo de regeneração7. . +a obra de Kardec. .

. por isso em seus enfoques transparecem conceitos que.ria. mas :eus lhe reserva seus louros e um lugar glorioso7. a auto-a0uda.a cruz transformando-se em instrumento de trabalho. quando falam sobre as penas e recompensas. o do crescimento. estão carecendo de atualização. com as vistas voltadas para um futuro de luz e trabalhando sempre com esse fim. devemos lembrar que muitos deles eram procedentes da )gre0a Cat. como poderemos trabalhar pelo novo modelo? /quela id(ia de que 6vamos sofrer resignadamente porque receberemos recompensas no mundo espiritual7 está começando a mudar para um discurso mais saudável e progressista< 6vamos buscar o nosso crescimento interior. . em pleno tr. se podiam ser adequados 5quela (poca. 3as ho0e. al(m de trabalhar visando conscientizá-la quanto 5 import. deve ser o seu maior fator de felicidade atual e futura. de crescimento e de alegria.ncia da sua participação na transformação do mundo9 auxiliar o ser humano a comandar seus estados de esp$rito. &amb(m se observa a$ um toque de vaidade na expectativa de gl. calcado na temática do sofrimento como necessidade expiat. Dacordaire diz< 6# homem não recebe nenhuma recompensa para esse tipo de coragem. *e ficarmos engessados no pensamento antigo. por si s. Essa id(ia de recompensas) louros e um lu#ar #lorioso pode ser adequada a esp$ritos que ainda não alcançaram certo grau de entendimento e que necessitam desse tipo de muletas para caminhar melhor. *em a mais remota id(ia de tecer cr$ticas aos esp$ritos que trabalharam na codificação do espiritismo. erguer-se e caminhar com os pr.prios p(s7.será outro. &al crescimento.smico. / linguagem ( bastante semelhante 5 da )gre0a. essa velha mentalidade deve começar a ceder lugar 5 do trabalho pela autosuperação. desenvolver nossas qualidades superiores e as nossas potencialidades9 a0udar a comunidade procurando levar-lhe as verdades espirituais.esus e as id(ias transmitidas pelo espiritismo.nsito para uma nova (poca. incompat$vel com os ensinamentos de . +o cap$tulo !em"aventurados os aflitos. o crescimento da criatura como ser c. E . 1odemos observar essa tend!ncia em algumas passagens de O Evangelho egundo o Espiritismo .lica.rias.

como se apenas pagar essas culpas fosse suficiente. não se deve entender tudo ao p( da letra. que ( 0ubilosamente luminoso e feliz. para a evolução dos seres. o bem-estar. ou na col@nia espiritual +osso Dar. ou como retorno de atos do presente ou do passado. devemos receb!-lo como lição e não como carga. +em mesmo a codificação do espiritismo. 1or certo.pria. no novo modelo que deverá nortear o mundo de regeneração.prio estado evolutivo. preferiram usar aquela linguagem como um degrau para entendimentos mais elevados. mesmo aceitando o sofrimento como necessário 5 evolução. passa-se a id(ia da salvação pela f(. resignadamente. 0amais encontrará a felicidade nesses louros e gl. desde que não arranhe a (tica c. visando a louros e gl. mas há diferenças fundamentais entre aceitar e conformar-se. Como vemos. ( importante aceitarmos o sofrimento que não pudermos mudar. 1or isso e tamb(m porque o bom senso indica. que não apenas a dor. ou se0a. at( certo ponto. como tamb(m ( indiscut$vel que podemos. quem sabe. .prios estados de esp$rito e as atitudes. /ssim. pela humildade que lhe ( pr. E.rias no C(u. mantiveram. embora de elevada estirpe. ou pagar culpas do passado. Em esp$rito evolu$do.smica. mas sim em seu pr.rias. sempre. começando por melhorar os pr. mudar nossa vida para melhor. /$. / largueza de vistas do espiritismo mostra ao ser humano que ele deve buscar a felicidade. serão utilizados caminhos outros. as leis de :eus. *ofrer ho0e. atrav(s da conformação. ( hora de começarmos a abandonar aquelas id(ias de comprar um lugar no C(u. uma postura estagnante que ainda voe0a nas cabeças de muitos esp$ritas que entendem ser necessário sofrer para purificar a alma. demonstra curto entendimento sobre evolução. Certamente.mais adiante *anto /gostinho diz< 6# *enhor marcou com seu selo todos os que acreditam nEle7. aqueles esp$ritos. o contentamento. lingua0ar e id(ias compat$veis com suas "ltimas reencarnaç%es ou.

/ grande reclamação que temos escutado de pessoas que procuram o espiritismo ou militam em seus arraiais está naquela mensagem em tom deprimente que ecoa em muitos centros9 o arfar sob o peso do carma que precisa ser sofrido gota a gota. com resignação. na outra vertente.ncia de começarmos a mudar aquele tom que ( usado em alguns centros esp$ritas. orientando para a conformação. mas. / nova civilização que está para nascer pede discursos diferentes. não muitos ainda. ap. vamos esperar o qu!? .prio o 6Devanta-te e anda7. Que fazer! Bue se pode fazer para a0udar o movimento esp$rita a começar a transformar discurso em atitudes? &alvez voc! diga que isso ( da compet!ncia das instituiç%es federativas. quando se aprende a aplicar a si pr.s as agruras terrenas. cu0a linha diretiva ( a esperança. aproveitando.s-t"mulo. / luz que ( mostrada no final do t"nel s. essa luz da esperança. podemos tamb(m perceber a import.esus e acenando com as recompensas futuras. transformando a cruz em oportunidade de progresso espiritual. colocando como exemplo os sofrimentos de . para o p. mostrando como se pode começar a vivenciar algo de felicidade e bem-estar. &amb(m na m$dia esp$rita se percebe. piegas. vamos encontrar centros esp$ritas. não s. 4elizmente. aqui e ali. 1or esses novos enfoques. chorosa. muito de bom que 0á existe na área do conhecimento humano. visando ao crescimento da criatura em toda a sua plenitude. acena do al(m. mas para o agora. se elas não tomam tais iniciativas na forma e intensidade que deveriam. o da voz mel$flua. inclusive.

at( a criação de reuni%esFoficinas com essa finalidade. transitando para 6mundo de regeneração7. como nos nossos meios campeiam in"meros valores negativos =com louváveis exceç%es> a ponto de muitos companheiros se afastarem. pedindo ao 3estre que a0ude o nosso movimento a despertar para sua maior necessidade. para fazê"las a si mesmo constantemente' *e voc+ " diri#ente esp rita . comodismo. lutas pelo poder que encontram em suas instituiç%es. maledic!ncia. temos. no entanto. acompanhar e a0udar nessa transição. nos quais todos 0untos procurariam meios práticos que a0udassem a vivenciar os valores da evolução espiritual. lembre que a nossa humanidade 0á se encontra nas f$mbrias de uma nova era. como movimento esp$rita. nem que se0a apenas com preces e vibraç%es.s. personalismo. ou ficar para trás como a mulher de D. Cada esp$rita pode colaborar. #bserve.*e somos esp$ritas.s. por não suportarem tanta vaidade. uma parcela de responsabilidade pelos caminhos tomados pelo espiritismo. pode conversar com os dirigentes. # centro poderia tamb(m transformar algumas palestras em bate-papos. discriminação. *e voc+ " tra%al$ador em algum centro. *erá que podemos continuar assim? 'amos n. desamor. cada um de n. que pode começar com a simples colocação de cartazesL nos ambientes da casa. L 1ense na import. o que podem fazer as instituiç%es esp$ritas que ainda não começaram a se mobilizar visando 5s necessárias transformaç%es? 1ermita-nos apresentar duas sugest%es< . sugerindo-lhes fazer uma campanha pela reforma interior. Então.ncia de um cartaz =colocado em vários locais na casa esp$rita> com os dizeres< Estou conseguindo ser mais humilde# Estou desenvolvendo amorosidade# $% consigo perdoar# &rocure memorizar estas perguntas. da narração b$blica? Dembremos que ela foi transformada numa estátua de sal. sem considerar as outras infinitas queixas que se ouvem diuturnamente.

como sugerido acima. materializam-se em aç%es transformadoras. companheiros de atividades e.ria. 3as são de curta duração. porque o crescimento implica em aquisição de valores em todos os sentidos da evolução.2uscar +#'#* 3-&#:#*. N . Estas "ltimas são importantes porque. mas tamb(m . se0a lá quem for.M . b> Buando olhar para algu(m. )sto pode começar a ser feito at( mesmo com a colocação de cartazes. onde estiver. de forma ob0etiva. diga mentalmente< 6Bue voc! este0a bem. /ssim. nos momentos em que as lemos ou escutamos. procure desenvolver amor em seus sentimentos. seus desafetos.á as sugest%es práticas. Bue :eus o =a> abençoe e faça felizC c> 1rocure ser sempre uma presença ben(fica. visando instrumentalizar o crescimento interior de seus trabalhadores e freq entadores. para quem se p%e a acatá-las. seu teor nos leva a elevar o pensamento e com ele a nossa freq !ncia vibrat. com sa"de e harmonia interior. contendo su#estões práticas. E digo crescimento interior em vez do termo reforma interior. estará deixando que a luz de :eus o =a> ilumine de dentro para fora. tais como< a> *empre que lembrar. envolvendo nessa vibração seus familiares. .Criar nos ambientes do centro um clima de permanentes convites e induç%es 5 reforma interior. não apenas das virtudes. principalmente. #bserve a diferença entre su#estões práticas e mensa#ens edificantes.

com reuni%es de bate-papo nas quais se discutisse a questão da viv!ncia esp$rita. .tica meramente religiosa ou m$stica. 1ense em quanto ganhar$amos.. Essa identificação ( necessária porque s.de tudo o mais que possa levar a pessoa a sentir-se plena. possibilitando aos participantes identificá-los em suas viv!ncias. encarando nossos desvios frente a frente seremos capazes de venc!-los. em termos práticos. feliz e com harmonia interior. qual ( a solução? 3E:/G. sempre 5 procura de meios que facilitassem a sua aplicação no cotidiano. 3udar o enfoque e os m(todos. estará se condicionando a vivenciar tamb(m as demais virtudes. # mesmo deve ser feito com relação aos demais valores negativos. *e não conseguimos resultados realmente positivos com todo o esforço que tem sido feito at( ho0e. )magine quanto resultado positivo haveria numa comunidade inteiramente voltada para tal fim. 1ara implementar tais mudanças de forma mais tranq ila. +esse contexto. criando grupos para estudarem e se aprofundarem nas dimens%es do orgulho e da vaidade. um aspecto importante para ser revisto ( o fato de cuidarmos da nossa evolução atrav(s da . deve-se passar a trabalhar tamb(m outros valores. pode-se começar por uma campanha em prol de uma s. +um segundo momento. ação< desenvolver afetividade.. +o momento em que algu(m consegue manter afetividade em seus estados de esp$rito. usando m(todos regulados pelo enfoque religioso.

inede.claro que a finalidade da maioria deles ( maior lucratividade. #utro instrumento importante estaria em se lançar mão de práticas utilizadas por muitas empresas que estão percebendo a necessidade de a0udar seus funcionários a se tornarem pessoas mais tranq ilas. e isto inclui outras tantas quest%es que martirizam o ser humano. Respeito 0s demais Institui+1es. Essa obra ( composta de quatro livros em um< Auto"estima. podemos citar o conhecido palestrante e escritor esp$rita /lO$ndar de #liveira =*1> PPP.o. pela educação integral atrav(s do desenvolvimento de valores.br. (or)shops.alOindar.com.com. Existem profissionais esp$ritas altamente capacitados nessa área que ministram treinamentos em empresas e que certamente podem colaborar. morais e espirituais. na elaboração de um pro0eto que possibilitasse a interação do centro esp$rita com a sociedade. Ousadia na /ivulga+. . Relacionamento 2armonioso. *ideran+a Espírita. Unifica+. Administra+. Como exemplo. com vistas ao crescimento interior de todos. alicerçado na (tica e no atendimento 5s necessidades comuns. mais equilibradas. acaba se construindo uma esp(cie de cumplicidade entre os membros do grupo. etc. .br. mas funciona. tais como o medo.o e &ro-eto ORAR. competente profissional em treinamento de liderança e comunicação e ele está 0ustamente lançando um livro Aprimoramento Espírita. cursos e oficinas ligados ao desenvolvimento humano.o Eficaz. visando ao melhor conv$vio e 5 cooperatividade entre eles. Esse livro reflete experi!ncias desse grupo ao longo dos anos. que vai a0udar grandemente as instituiç%es que quiserem voltar-se para auxiliar seus trabalhadores e freq entadores na dif$cil tarefa de desenvolver valores humanos.Em reuni%es dessa natureza. elaborado pela equipe do )nstituto Esp$rita de Estudo e :ivulgação do Evangelho H )+E:E =3A>. que tem tudo a ver com o crescimento interior do ser. &ais empresas estão utilizando m(todos modernos com treinamentos. #utro trabalho importante rec(m -lançado ( &ro-eto Valores 2umanos para o Centro Espírita. PPP. a depressão. na superação dos preconceitos.

pelas suas tarefas. 6movamos c(u e &erra7 para garantir as melhores condiç%es poss$veis para que o nosso endereço de luz possa cumprir sua missão. voc! ( co-responsável pelo grupo ou centro em cu0as atividades se encontra inserido. e toda transição pede mudanças. mas importa perceber que ( chegada a hora de se trabalhar intensamente por mudanças em parte da sistemática esp$rita. 1or isso procure fazer o melhor que puder. quando algo realmente nos interessa. procure desenvolver meios para iluminá-la. +ão adianta ficarmos reclamando das coisas erradas que encontramos a cada passo nos meios esp$ritas. *e ela se encontra em situação sombria. )mporta trabalharmos para modificá-las. / casa esp$rita ( tamb(m o seu endereço de luz. 1rocure interessar-se não s. .omo criamos máscaras +os meios esp$ritas. tem-se falado muito ultimamente sobre as nossas máscaras. Geflitamos um pouco. buscando as causas profundas delas e promovendo as mudanças necessárias. e muitos at( se aborrecem afirmando não possu$-las. lembrando que estamos em plena fase de transição 6de provas e expiaç%es7 para 6mundo de regeneração7.Essas id(ias podem at( soar estranhas. se0a qual for a sua função. mas tamb(m por tudo que diga respeito ao grupo ou instituição. porque voc! ( parte dele. *e voc! ( 6trabalhador da seara7. Dembre-se de que. . 6movemos c(u e &erra7 para consegui-lo. /ssim.

em tom 0ocoso. a roupa. escondendo ou mascarando tal conduta. .:igamos que fulano. para identificar as máscaras que criaram. 0á que praticamente automatizou tal atitude. nos quais os trabalhadores da casa poderiam começar a se conhecer melhor. por terem se tornado in"teis.4omentar atividades fora do trabalho esp$rita. 1ense como seria se pud(ssemos 0untar aleatoriamente dez esp$ritas que militam num centro a fim de mergulharem fundo em si mesmos. e com isso retirar nossas máscaras. criando um clima de maior confiança m"tua. trabalhando-se a amorosidade e o melindre. como confraternizaç%es ou encontros fraternos. com sinceridade. Buando aprendermos a ser amorosos em nossos relacionamentos e não nos melindrarmos. &amb(m evita at( de olhar para as pessoas com receio de formular alguma cr$tica e verbalizá-la a um companheiro. a fei"ra e at( o fato de estarem acima do peso. como geralmente acontece? 1ara não se ver assim malvisto e at( marginalizado. nem silenciosas nem verbalizadas. ( fumante e gosta de observar as pessoas para criticar-lhes. Buando pudermos nos acobertar com as vibraç%es do amor. a0udaria muito começar a se criar uma cultura de transpar!ncia.á são então duas máscaras que fulano criou. escova os dentes e coloca algum desodorizante bucal antes de ir para o centro. sabendo que seria censurado pelos companheiros. Bue faz então. ficará bem mais fácil aceitar nossas mazelas e as dos outros como algo natural. estaremos aptos a olhar uns para os outros sem cobranças. numa censura silenciosa ou pelas costas. /lgumas aç%es podem a0udar< M . Buantas acredita que seriam encontradas? Como podemos conviver luminosamente num ambiente em que não podemos ser aut!nticos? Bue fazer então para tentar diminuir o uso de máscaras? Certamente. . trabalhador da seara.

o mais puro e forte que existe na &erra. / mãe que sabe amar prefere compreender o filho a criticálo. como se fosse uma confissão. pode ser cinco minutos. / e 2. R H *eguir aquela orientação evang(lica sobre confessaremse uns aos outros. podendo ir retirando suas máscaras. /ssim. S H / "ltima sugestão.amais desiste dele. lembrando que todos. # tipo de amor de que estamos mais necessitados ( o materno. Em seguida. . Existem muitos profissionais dessa área. :eve-se falar de si com naturalidade. =8á muitas opç%es para se buscar um clima de maior confiança entre os companheiros de seara> Q . esp$ritas. dividir todos em duplas.#rganizar a realização do evangelho no lar.1romover reuni%es de terapia de grupo. / fala de si mesmo para 2. mudam-se as posiç%es e 2 faz suas confiss%es para /. Com a presença do amor. que fariam esse trabalho com prazer. ( um trabalho intenso para desenvolver um clima de amor na instituição. publicamente? 1ode-se então trabalhar com duplas9 reunir os seareiros e. em regime de rod$zio. vai chegar um momento em que todos 0á estarão conhecendo-se bem melhor. sem receio de serem marginalizados. durante algum tempo.N . somos seres imperfeitos. /ssim. 3as quem terá coragem para mostrar suas mazelas assim. na resid!ncia de cada um dos trabalhadores.s a reunião. . mas o acolhe e procura de todas as formas a0udá-lo em seu crescimento como ser humano. sem exceção. apresentando suas mazelas =aquelas que se sinta 5 vontade para externar>. / mãe não marginaliza o filho que erra. &udo isto deve ser feito evitando-se justificar-se) quei(ar-se e inculpar-se. &al atividade deve repetir-se sistematicamente. mas em busca de nos melhorar. tudo fica bem mais fácil. / 3/)* )31#G&/+&E. quando cada um levaria algo para uma confraternização ap. em clima de fraternidade.

auxiliando-se mutuamente. em nossas atividades? . &ais atitudes eliminam a cr$tica e os pr. por força do amor e da confiança que permeiam o grupo. porque a meta ( a plenitude. com f(.*e o maior dos mandamentos dados por .iem nos outros. e mediante outras observaç%es. se dissipando.30 2E 236E& )nspirando-nos nas informaç%es do esp$rito 3anoel 1. dizendo< TBuero que os ataques sistemáticos contra o Espiritismo se0am muito bem organizados. amor e alegria no coração. . +um grupo verdadeiramente fraterno. há confiança m"tua. incentivando os que este0am em dificuldade de qualquer natureza. se0a evolutiva.M/ P/0/1&/ 2345. se0a espiritual. ( poss$vel fazer a seguinte narrativa< 6# mais poderoso dos A!nios infernais. orientou seus assessores. depois de longas análises do movimento esp$rita e de terem sido ouvidos os maiores especialistas nas mais diversas áreas. de 3iranda.o.prios melindres acabam se diluindo. os Comandantes dos *etores. . no livro 3rilhas da *i4erta+.dif$cil? CertamenteC 3as o caminho indicado pelo 3estre foi o estreito. psicografado por :ivaldo 4ranco. se0a material. por que não fazermos tamb(m o maior dos empenhos para desenvolv!-lo em nossas vidas.esus ( o amor. permitindo que uns se ap. *igamos por ele. intitulado T*oberano A!nio das &revasU.

'amos levá-los a discutirem se devem cantar ou não nos centros esp$ritas. aquele ser tenebroso continuou< T1rocurem acompanhar meu racioc$nio... enfim. vamos atacar com todas as possibilidades atrav(s do sexo. )sto ( fundamental porque não quero que lhes sobre tempo nem energia para cuidar da nossa maior inimiga.esus era flu$dico ou não. porque ela 0á foi usada com pleno sucesso há muito tempo. que seria o ideal..... desistiu de pronunciá-la. 2asta adaptálos e ampliá-los de acordo com as situaç%es.. tão cheia que esqueçam da nossa maior inimiga..s vamos mudar o rumo das prioridades nos meios esp$ritas. de olhos abertos ou fechados... enquanto a plat(ia aguardava. Então. a . interior.. todos os temas que possam gerar belas pol!micas.1rimeiro. reforma.. m(diuns. oradores e todos os que lidam com o p"blico. mas ningu(m teve coragem de fazer qualquer observação. curiosa. a . estimulando-o ao máximo. infal$vel.U / palavra engasgava na boca do chefão. &odos estavam pendurados na fala do chefão. vamos aproveitar essa caracter$stica para nosso benef$cio. Esse ( um velho sistema que sempre dá certo. a. principalmente entre os l$deres. +ova. agora. 1or fim. +. prestem bem atenção porque vamos usar uma arma nova.U / palavra novamente estava dif$cil de ser pronunciada. Com dificuldade. 'amos estimular discuss%es em torno da pureza doutrinária. curios$ssimos para saber qual era afinal essa terr$vel inimiga.U . doutrinadores.. Gindo desagradavelmente. #s esp$ritas valorizam muito esse estudo. continuando< TBuero tamb(m que estimulem o estudo da :outrina.. o chefe concluiu< T/ . /l(m disso.. se não ( poss$vel levá-los a abandonálo.. e ve0am que isto gera pol!micas infindáveis9 se o corpo de .U Essa recomendação do *oberano deixou estupefatos todos os presentes.. fazer ou não bingos e semelhantes. /gora. 'amos estimular verdadeira febre de estudos9 deixá-los com a cabeça cheia de conceitos... orar em p( ou sentados. 0á temos os nossos esquemas prontos..

atiraram-se ao solo.. 0á que era imposs$vel acabar com ele. quase sem acreditar em tanta ast"cia na organização da maior estrat(gia de todos os tempos em sua luta contra a luz.. sem exceção. Este mandou que levantassem e continuou< TDevem os esp$ritas a acreditarem que ela. concluiu< T... lançando um olhar de aço em torno. mais um esgar do que um sorriso. transformando-o numa organização religiosa muito preocupada com tudo menos com a viv!ncia das 6tolices7 que o Cordeiro ensinou. todos.U E. interior. Buando refeitos.s alguns instantes de sil!ncio que ningu(m ousou interromper. para que nesse caminho a criatura tenha todo o tempo da eternidade para atingir aquela.. e continuou< T+ão se esqueçam de que foi essa a arma com que vencemos o cristianismo nos seus primeiros s(culos. reforma. e vão adotá-la. o A!nio do 3al continuou< T#utra coisa< façam os esp$ritas acreditarem que a tal da.... a. a reforma interior. diante do *oberano. a . lideram ou simplesmente trabalham nesta seara que aquela expressão tão dif$cil de ser pronunciada pelo *oberano A!nio das &revas. nossa inimiga ( tão dif$cil de ser alcançada que o Criador estabeleceu a reencarnação..... meta.. a nossa bandeira de luta.U :esta vez foram palmas estrondosas que estrugiram no ambiente.#s comandantes olharam-se..7 LLLLLLLLLLLLLLLLLLL Dembramos então aos que dirigem. 7á que " imposs vel aca%ar com o espiritismo) vamos atenuar os seus efeitos. precisa ser a primeira prioridade do movimento esp$rita. a. 4oi assim que conseguimos atenuar os seus efeitos. na maior de todas as batalhas que precisamos vencer..isso que vamos fazer.. .... como um caminho longo.. # soberano sorriu de novo.. pode ser substitu$da por estudos e por trabalhos de caridade.. interminável.U /p. genuflexos. Eles vão gostar da id(ia.

. MW >. sim.s.ompai(ão Em centro esp$rita em 4ortaleza sempre convida pessoas não esp$ritas para fazerem palestras. 1ergunto< precisa o movimento esp$rita ficar murado.. dentro dos limites da codificação? *erá que sabemos tudo e nenhum aprendizado fora desses muros pode ser importante para n. . estou a ponto de vomitar-te da minha boca9 pois dizes< Estou rico e abastado. não diga que esta ( uma tarefa pessoal de cada um e não uma atribuição das instituiç%es esp$ritas.. será que foi?./ prop.7 3as ( claro que essa advert!ncia foi feita 5s outras religi%es9 não a n.logos. Q< MV. fil.sito. psic. que enriquecem significativamente esses encontros. / instituição. cerceado. desde o centro at( as entidades federativas. mas. e nem (s quente nem frio. budistas. conv(m lembrar a mensagem de . miserável. porque (s morno.sofos.oão. por favor. e nem sabes que tu (s infeliz.stolo a procurarmos conhecer de tudo e reter o que for bom. tem o dever de promover e procurar facilitar com todas as suas possibilidades a reforma $ntima.s. e não preciso de cousa alguma.s? . porque sempre temos algo de bom a aprender com os que pensam diferente de n...logos. ou o crescimento interior dos seus trabalhadores e freq entadores. etc. )sto ( alteridade. enquanto outros aplaudem. co-idealista. E. frades cat. em suas vis%es na ilha de 1atmos =/pocalipse. 0á que esta ( a principal finalidade do espiritismo. #u. *ão te. pobre. como sempre. muitos criticam. cego e nu. 6 /ssim.licos.esus 5 )gre0a de Daodic(ia =a "ltima das sete igre0as> atrav(s de .á exortou o ap.

Ema intelig!ncia maior ( olharmos para aquela planta perguntando do que ela necessita. n. Buando olhamos uma planta pensando se gostamos ou não. algu(m =nossos pais. chamamos de amor. #lhar o outro e ver o que afeta a exist!ncia dele.s e não sab$amos. a isso. / primeira ( o azul. e tamb(m perguntamos quais as flores e frutos escondidos nesse ser.ncia. professores ou qualquer outra pessoa> nos olhou e viu em n. fazendo isso. pergunta como ( que ela se sente sem a luz do sol.7 6/trav(s de cinco cores. /trav(s dessa cor. 1ara promover as qualidades positivas. amorosamente umedeceu a terra onde viv$amos para que pud(ssemos crescer e nos desenvolver. essa intelig!ncia de olhar o outro e reconhecer nele qualidades positivas. 6:igamos que algu(m olha para uma planta que se encontra num vaso dentro da casa.rum Esp$rita de 1ernambuco H 4erespe. . a água da chuva e sem as suas plantas amigas e companheiras. / essa capacidade.s podemos olhá-la e ver com os olhos do bom 0ardineiro quais as flores e frutos que essa planta tem escondidos dentro dela e que ela mesma não sabe. Buando em algum momento da nossa inf.8á alguns anos assisti.s olhamos para o outro e o acolhemos. n. porque aquela foi a explicação mais perfeita que 0á ouvi sobre as sublimes dimens%es do amor. a uma palestra proferida pelo Dama 1adma *antem sobre a compaixão pelo enfoque budista. no budismo. isso ( amor. para nos manifestarmos de forma positiva para remover os obstáculos. mas vale a pena repetir.s podemos praticar a compaixão. 0á falei sobre isso. no 4.s as sementes e flores que t$nhamos dentro de n. em vez de observar se gosta dela ou não. Em outros trabalhos. E mais do que isso. n. nossa mente opera obstru$da pela sensação de gostar ou não gostar. 1elo olhar compassivo. isso ( compaixão.

+ão somos contra a pessoa. riqueza. precisamos da sabedoria dos eixos. quando vamos a0udar algu(m.U uma boa a0uda. :essa forma. +ão precisamos impor os eixos. como acontece lá no sul do 2rasil. de um amarelo-dourado.. que o rio subiu e a casa foi destru$da. mas com a cor amarela podemos auxiliar para que passe mais rápido.s interrompemos uma ação negativa.s estamos a favor dela. Ela vem da sedução. n. 'amos supor. Então. Buando gritamos. a cor vermelha vai nos a0udar a dizer 5quela pessoa que ( melhor não reconstruir a casa no mesmo lugar porque o rio pode subir de novo. daquilo que nos encanta. interrompendo-a. Buando dizemos Tnão faça issoU. n. 3uitas vezes ( necessário manifestar o que se chama a cor verde. +. aspirar ao bem. um eixo positivo. que vivamos essas palavras. estaremos nos omitindo e isso ( uma atitude sem compaixão. :epois temos a cor vermelha. que significa generosidade. somos a seu favor. Então. muitas vezes não basta que a gente a0ude o outro a reconstruir.s não nos opomos 5 criança. Então. 8á um momento em que vemos uma criança puxando uma toalha com uma leiteira de leite fervente em cima. isso será uma falha da nossa compaixão. n. *e não a0udarmos ou outros nesse sentido. . e possamos a0udar os outros a compreender como viver melhor. *e não gritarmos. oferecendo um suporte prático. 1ara os nossos filhos. que simboliza o eixo. /ssim. mas podemos eventualmente fazer algo mais. estudemos isso e entendamos. entend!-lo. não podemos abdicar disso. +o budismo isso ( chamado Ta fam$lia OarmaU. de tanto em tanto. 3as se dissermos Teu não devo a0udar o outro a criar uma estrutura positiva. eles não são impostos. mas que o a0ude a faz!-lo numa situação melhor. em que vemos a negatividade surgindo e a obstru$mos. isto passa.s nos impomos diante da negatividade. 3as não bastam essas tr!s formas. 1ara isso. / gente pode visitar o desabrigado e dizer< T'oc! não se preocupe tanto. meios. a criança puxa e se queima. +.s podemos não somente ouvi-lo. um referencial positivoU.. ( muito necessário que repitamos as palavras dos grandes mestres. que possamos produzir no outro um encantamento positivo.&emos a compaixão amarela.

manifestando-se atrav(s de vibraç%es e ondas. Buem muito bem explica essa questão ( o conceituado escritor &orres 1astorino.ncia da compaixão. não teria completude.ria e menor o comprimento de onda. no livro 35cnica da MediunidadeL.ncia. Então. em que n. e não s. como os fen@menos de comunicação entre a dimensão material e a espiritual acontecem. # que dá sentido 5 vida ( que todos marchamos para a consci!ncia da natureza "ltima e vivemos inseparáveis disso. a generosidade. esclarecendo.7 Essa ( uma forma de se entender a palavra amor +/ 1GX&)C/. não tive a compaixão. então as outras compaix%es são muito menores. Buanto mais fortes e elevados os pensamentos. se não revelar a natureza ilimitada. maior a freq !ncia vibrat. Extra$mos alguns trechos bastante esclarecedores< 6/s vibraç%es. porque. nas palavras. ainda que eu acolha.s reconhecemos a natureza ilimitada. as correntes utilizadas na mediunidade são as ondas e correntes de pensamento. sem a cor branca. ainda que propicie meios. são quase sem sentido. a amorosidade de descobrir essa natureza ilimitada e oferecer 5s outras pessoas. ainda que ofereça eixos.E há ainda a cor branca. do magnetismo e da biologia. E vice-versa. /spectos cient ficos da prece +em todos sabemos orar de forma a que a nossa prece se eleve em busca das forças mais altas do universo. / nossa vida não teria culmin. a culmin. ainda que obstaculize a negatividade. sob a luz da f$sica. a compaixão maior ( podermos oferecer aos outros essa natureza. as ondas. .

podendo ser captadas facilmente at( nos ant$podas. ondas amortecidas são as produzidas por c(rebros não acostumados 5 elevação.rio. *ão produzidas por aparelhos de TcentelhaU.7 6=. não atingindo. assim chamadas porque atingem rapidamente um valor máximo de amplitude. #ndas m(dias são as de comprimento entre MSJ e VJJ metros. *ão pessoas que. o ob0etivo buscado. enfim qualquer coisa que exprime separação e isolamento.J e MSJ metros.ria do pensamento ( o amor desinteressado9 abaixa as vibraç%es tudo que se0a contrário ao amor< raiva.. não se firmando em determinado setor vibrat. / onda se eleva rapidamente. ressentimento. mas tamb(m decresce logo a seguir. embora não muito grande. Caminham ao longo da superf$cie terrestre e t!m pequeno alcance. ego$smo. que intermitentemente despedem fagulhas.# que eleva a freq !ncia vibrat. em momentos de aflição. se queixam de que Tsuas preces não são atendidasU. mas não conseguem sustentar-se em alto n$vel. #ndas curtas são que variam entre M. vaidade. pois. Gumam para a atmosfera superior. tristeza. chispas. #ndas ultra-curtas são todas as que forem menores que MJ metros. e são captadas de TricocheteU. &!m alcance maior que as anteriores.. mas que. mas não executam uma emissão regular e fixa em determinada faixa. centelhas. proferem preces fervorosas. indiferença. geralmente.> #ndas longas são todas as superiores a VJJ metros de comprimento. Caminham em parte ao longo da superf$cie. mas tamb(m rapidamente decrescem. &!m alcance muito grande. 1roduzem efeito de Tru$dosU. por não estarem a ele habituados. produzem Tru$doU. :e fato. Em f$sica estudamos as #+:/* /3#G&EC):/*. mas tamb(m se pro0etam para as camadas superiores da atmosfera. 3uito maior . pois não tem condição para manter-se constantemente em n$vel elevado. +o c(rebro. mágoa.

mas poder 6baixado7 na )nternet. ecoando nas camadas superiores da atmosfera. atingir os planos que dese0amos. isto (. de ressentimento ou de cr$tica abaixa as vibraç%es. circulam apenas pela superf$cie da &erra.untemos então nossas potencialidades em busca da Causa 1rimária de todas as coisas.html Encerrando Aostaria de encerrar visualização e uma prece.alcance e força. 3entalize em torno de si um campo de energia luminosa cheia de vitalidade e de alegria. ou as pr. não deixando que nossas preces cheguem ao alvo dese0ado. Bualquer pensamento de tristeza. em< http<FFPPP. cient$fica e matematicamente. atingindo somente os sofredores e involu$dos.org.prias criaturas terrenas. com pensamentos elevados.espirito. para que as nossas preces e emiss%es possam atingir os esp$ritos que se encontram nas altas camadas.7 LEsse livro 35cnica da Mediunidade não ( mais editado há muito tempo. de pensamentos terrenos e baixos. &udo isso faz-nos compreender a necessidade absoluta de mantermos a mente em TondasU curtas. este op"sculo com uma . / prece não pode. estressado. . quando estamos TdessintonizadosU.brFportalFdoPnloadFpdfFindex. respire fundo algumas vezes. *e estiver cansado. dando a si mesmo uma ordem para relaxar. /s ondas longas.

na minha alma. crescendo e se desenvolvendo em fraternidade e em paz.. +ão pense.smicas do /mor para se manifestarem em mim. na &ua . em toda a sua extensão. :iga mentalmente. guiando a humanidade pelos caminhos do 2E3.)nspire esse ar luminoso. em todos os momentos da minha vida. procurando visualizar e sentir o que diz. nos meus sentimentos.smicas da 1az e da Duz para se refletirem sobre a &erra. Bue elas nos prote0am. Bue esse sentimento divinal se transforme em sementinhas de luz nos coraç%es de todas as pessoas. pacificando.ustiça me orientem. a fim de que eu se0a sempre uma pessoa 0usta e honesta. harmonizando-nos. conduzindo-nos por caminhos retos.. manifestando (tica em todas as minhas atitudes. de profunda paz. a0udando nossa humanidade nesta dif$cil transição para 6mundo de regeneração7. 1eço 5s 4orças C. Auarda-nos oh 1ai. vibrando nos coraç%es de todas as pessoas.. /penas sinta um estado de calma. com toda intensidade< 1eço 5s 4orças Eniversais do 2em para me envolverem e a todos os meus.. Buero que esse amor este0a presente em mim. carregado de energia. 'isualize essa onda de energia ben(fica penetrando em seu corpo. E que essa mesma 0ustiça se estabeleça tamb(m em nosso planeta. 1eço finalmente ao 1ai Criador para envolver a &erra no seu amor.. Bue as 4orças Eniversais da . vibrando em todas as minhas c(lulas e neur@nios. espalhando-se por ele.. iluminando. e a toda a humanidade. abrindo caminhos diante de n. 1eço 5s 4orças C... florindo nossos lares.s e nos chamando para o alto.

co-idealista esp$rita. /o nos sentirmos gratos por tudo. Ema atitude que a0uda muito nossa evolução espiritual ( a gratidão. do 3estre . . vendo com um novo olhar tudo que o cerca e verá como seu estado de esp$rito melhora. para lembrar-se sempre de elevar o pensamento em busca das forças mais altas do universo. deixamos de nos sentir com direito a tudo. 4az um exerc$cio de gratidão. / gratidão eleva nossa freq !ncia vibrat. Essas vibraç%es 0untar-se-ão a tantas outras. a partir das coisas que nos parecem mais insignificantes como a cadeira em que sentamos.ria. representando um ant$doto para o orgulho. o cãozinho amigo que nos faz festas. o aparelho de tv que nos distrai. 1eço a voc!. numa prece com visualizaç%es pelo nosso planeta e pela humanidade terrena. *entir-nos gratos por tudo. o prato no qual podemos colocar o alimento para comer. etc. o chão no qual podemos pisar.luz. a0udando a &erra e a nossa humanidade nesta dif$cil transição.esus.