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Adriana Rosseto

Fabiana Zambonini

Adultos não Alfabetizados


Adriana Rosseto
Fabiana Zambonini

Adultos não Alfabetizados

Itatiba
2010
SUMÁRIO

Resumo...........................................................................................................................04
1. Introdução...................................................................................................................05
2. Historia Recente..........................................................................................................06
3.1 Alfabetização e Letramento......................................................................................07
3.2 A Formação Docente...........................................................................................08,09
4. A importância de alfabetizar adultos......................................................................10,11
5. Conclusão....................................................................................................................12
Referências Bibliográficas..............................................................................................13
UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL
CURSO DE GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA – LICENCIATURA – EAD

Município: Itatiba
Estado: São Paulo
Turma: 726
Pólo: Campinas
Tutor(a): Selene Coletti
Semestre/Ano: 4º de 2009

ADULTOS NÃO AFALBETIZADOS1

RESUMO
Este artigo traz, inicialmente, um levantamento bibliográfico a respeito das relações
entre a educação de adultos e alfabetização dos mesmos. Destacam-se alguns pontos
importantes sobre suas analogias com o mundo do trabalho, suas conexões possíveis e
necessárias (incluindo aqui as relações interpessoais). Procuramos dentro do assunto, mostrar
uma visão de práticas reflexivas sobre a realidade vivida, enfim, um pensamento pedagógico
voltado a estudos, observações, pesquisas e experiências sobre adultos no ambiente de ensino-
aprendizagem, ampliando a compreensão (sobre a necessidade de desenvolvimento de
metodologia apropriada para alfabetizar jovens e adultos com dialogo e consciência). De
forma gratificante, o homem,e somente o homem é capaz de transcender, discernir, separar
órbitas existenciais, distinguir “ser” de travar relações incorporais, e de certa forma, alcançar o
ontem, reconhecer o hoje e descobrir o amanhã.)
Palavras-chave: Educação de Jovens e Adultos. Historia da Alfabetização de adultos.
Alfabetização. Letramento.

1
Artigo apresentado na Disciplina de Estágio Curricular IV ao Curso de Graduação em Pedagogia – Licenciatura
– EAD, da Universidade Luterana do Brasil, como requisito parcial para conclusão de Curso.
INTRODUÇÃO

A escolha para a discussão sobre o tema, “Adultos não Alfabetizados, surgiu de uma
necessidade de entender e compreender porque os adultos têm interesses e necessidade
diferentes de uma criança em idade escolar”. Aumentou em nós o desejo de saber mais sobre o
que leva um ser humano, na idade adulta, a buscar continuadamente a educação e o
conhecimento para melhorar suas ações.
Quando se pensa em alfabetizar adultos, uma demanda de reflexões fomenta
considerações que destacam aspectos sociais, éticos, políticos e pedagógicos que precisam ser
debatidos. Os princípios primeiros que vem a mente são caracterizados pela natureza de
relação e de participação que adultos tem, como expectativa frente ás novas mudanças e
exigências culturais, tais como o desenvolvimento de certas competências para o trabalho,
para acessar e tratar informações, nem sempre trabalhados na educação escolar para esse
segmento.
Esse artigo como questão norteadora tem a seguinte problematização:
Quais reflexões podem fundamentar a prática com o processo de alfabetização e/ou
com o desenvolvimento da leitura e da escrita?
Do ponto de vista histórico,observa-se que a educação sempre foi marcada por
processos descontínuos e campanhas que, em sua maioria, não foram suficientes para
consolidar escolarização desse enorme contingente de brasileiros.
Já a razão da escolha de se aprofundar nos estudos sobre os adultos não alfabetizados,
baseia-se, em que os adultos são alunos que devem ser levados em conta quando se planeja
educação escolar de qualidade, são pessoas com idade em fase de desenvolvimento de vida
com experiências muito diferenciadas. È muito comum ainda, a concepção de que a partir de
certa idade já é tarde para se estudar. Contudo, há histórias de vida que tem mostrado
justamente o contrário: a garantia da educação de qualidade para jovens e adultos tem
permitido mudanças nos relacionamentos dos sujeitos envolvidos, abrindo novas
possibilidades profissionais.
Isto vem a ser de grande importância para o estudo acadêmico, devido a evolução
permanente de construção/reconstrução dos professores sobre o processo de alfabetização de
adultos. Além de revelar distintos espaços, conhecimentos e oportunidades que a área oferece.
O professor da Eja, deve, ser um professor especial, capaz de identificar o potencial de cada
aluno. O perfil do professor é muito importante para o sucesso da aprendizagem do aluno
adulto que vê seu professor como um modelo a seguir .
Espera-se, que, com o desenvolver da conclusão dessa pesquisa, novos esclarecimentos,
e possibilidades de soluções acerca do assunto, e possam estar de acordo com á ética
pedagógica, obtendo como resultado positivo, que este assunto esteja sempre presente em
discussões e em encontros de professores, debates, simpósios, conferências, congressos ou
qualquer meio de comunicação que reforce cada vez mais sua importância.
Através do mesmo, será possível entender e melhorar:
- O significado que o adulto busca sempre uma resposta para as questões;
- Compreender, socializar, partilhar o ensino-aprendizagem com o aluno;
- Respeitar o ritmo do adulto;
- Participação, adequação com interdisciplinaridade do aluno para alcançar prestigio social.
Procuramos colaborar com a discussão e reflexão sobre, como trabalhar com o adulto
não alfabetizado. Saber para onde vai, é uma necessidade adulta, que justifica o caminho
proposto e faz aceitar os obstáculos eventuais. A objetividade é sempre motivante. Por isso o
projeto terá o intuito de:
- Explicar a importância que o adulto não alfabetizado tem para os educadores,
- Mostrar que os alunos do EJA, têm necessidades e podem aprender,
- Respeitar e valorizar o aluno e o educador, pois o adulto só aprende se quiser, gosta de
aprender resolvendo problemas ligados com a realidade, mas precisam ser orientados.

HISTÓRIA RECENTE

O enfoque dominante pode ser sintetizado em um termo constantemente utilizado ao


longo da história: “erradicar o analfabetismo”. Ora, Paulo Freire nos alertava para as
implicações dessa concepção desde a sua Pedagogia do Oprimido (sua primeira obra lançada
por volta de 1970).
Ao tratar este problema como doença ou peste, desloca-se o eixo da discussão política
de exclusão social, econômica e cultural que gera desigualdade, isolando lenta e gradualmente
os trabalhadores, procurando-se então “curas isoladas” para essa “doença” que assola milhares
de pessoas neste País.
A “cura” estaria nos projetos nacionais de alfabetização, que em pouco tempo e com
propostas bem delimitadas teriam como objetivo final a “erradicação” do analfabetismo no
Brasil. Assim como acredita Gadotti, que algumas políticas limitavam o direito e o acesso ao
Ensino Fundamental a apenas uma etapa: a alfabetização.“[...] o analfabetismo é a expressão da
pobreza, conseqüência inevitável de uma estrutura social injusta. Seria ingênuo combate-lo suas causas [...]
a educação de jovens e adultos está condicionada às possibilidades de uma transformação real das
condições de vida do aluno trabalhador (GADOTTI, 1995, P.71).”
Os movimentos ou projetos de alfabetização devem estar articulados às escolas
públicas da região, pois assim será possível, no mínino, tentar dar continuidade ao processo de
escolarização. De acordo com a Unesco:
(...) mais de um terço dos adultos do mundo não tem acesso
ao conhecimento impresso, ás novas habilidades e
tecnologias, que poderiam melhorar a qualidade da vida e
ajuda-los a perceber e a adaptar-se ás mudanças sociais e
culturais. (...) Para que a educação básica se torne
eqüitativa, é mister oferecer a todas as crianças, jovens e
adultos a oportunidade de alcançar um padrão mínimo de
qualidade de aprendizagem. (Declaração Mundial sobre
Educação para Todos – http://www.unesco.org.br).

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO

Nesse cenário, o processo de alfabetização (compreender a ler e escrever) e de


letramento (estado ou condição de quem não apenas sabe ler e escrever, mas cultiva e exerce
as práticas sociais que usam a escrita) representam práticas sociais de linguagem que explicam
as relações de cidadania e de identidade das pessoas.Para Vigostsky (1984),
O letramento representa o coroamento de um processo
histórico de transformação e diferenciação no uso de
instrumentos mediadores. Representa, também, a causa da
elaboração de formas mais sofisticadas do comportamento
humano, que são os chamados “processos mentais
superiores”, tais como: raciocínio abstrato, memória ativa,
resolução de problemas etc.
È difícil pensar, decidir e agir em termos de qualificação de ensino, educar para esse
contexto, numa nação cuja população trabalhadora, em grande parte, não domina habilidades
de escrita, leitura e cálculo. De acordo com as estatísticas produzidas pelo IBGE a taxa de
analfabetismo no Brasil apresentou melhorias significativas na última década do século XX.
Essa queda continua sendo percebida ao longo dos primeiros anos do século XXI, no entanto,
apesar dessa redução, o país ainda tem 14,6 milhões de pessoas analfabetas e uma taxa com
desigualdade entre as regiões brasileiras ( http://www.ibge.gov.br/ibgeteen/pesquisas/educacao.html).
Dada à urgência do processo de alfabetizar pessoas adultas, uma série de referências
podem ser considerados quando nos deparamos com o planejamento de um projeto que vise à
emancipação crítica e cidadã dos alunos. Dentre eles, gostaríamos de salientar que na
organização do trabalho pedagógico com alfabetização precisamos considerar aspectos
relevantes como:
• Significação - Selecionar conteúdos que sejam significativos para os alunos é sempre
tarefa complexa. Ouvi-los através dos temas gerados em aula é estratégia consagrada
pelo nosso mestre maior Paulo Freire. Possibilita ao professor a seleção de
conhecimento mais próximo da realidade e expectativas dos alunos.
• Compreensão, ritmo e expectativas – é fundamental que os alunos conheçam os
objetivos das atividades, o ritmo individual é um fator igualmente relevante dado à
heterogeneidade das múltiplas expectativas e necessidades de aprendizagem dos alunos
jovens e adultos um trabalho de qualidade pode ser desenvolvido quando há um
planejamento rigoroso que respeite tais aspectos.
• Participação, adequação e interdisciplinaridade – Aprendizagem com adultos podem e
devem proporcionar momentos de participação ativa, ouvindo os caminhos percorridos
pelos alunos e possibilitando mecanismos de autocorreção contribui para acertos em
relação aos objetivos estabelecidos. Confira a citação:
No processo de aprendizagem só aprende verdadeiramente
aquele que se apropria do aprendido, construindo e
reconstruindo seus significados, podendo por isso mesmo
reinventá-los; aquele que é capaz de aplicar o aprendido ás
situações existenciais concretas ou de realizar a “leitura do
mundo” (FREIRE, 1983) com condições de compreendê-lo.
Nas ultimas décadas varias teorias da aprendizagem tem sido propostas por diferentes
educadores e psicólogos. Sob essa perspectiva, é preciso considerar também como relevantes
os aspectos relacionados à motivação. Quando os adultos estão motivados, aprendem mais
facilmente. A motivação está na ação. A estimulação na perspectiva de superação da situação
em que se encontra o adulto deve ser o projeto original no planejamento didático das situações
incentivadoras.

A FORMAÇÃO DOCENTE

“Sou professor a favor da luta constante contra qualquer forma de discriminação, contra a dominação
econômica dos indivíduos ou das classes sociais. Sou professor contra a ordem capitalista vigente que

inventou esta aberração: a miséria na fartura. (FREIRE, 1996)”. Muito se discute, atualmente, sobre
a formação do professor de jovens e adultos, pois o educador deve ter consciência de sua força
no desenvolvimento do educando.A educação de jovens e adultos requer do educador conhecimentos
específicos no que diz respeito ao conteúdo, metodologia, avaliação, atendimento, entre outros, para
trabalhar com essa clientela heterogênea e tão diversificada culturalmente (Arbache, 2001, p. 19).
O professor da EJA deve compreender a necessidade de respeitar a pluralidade cultural,
as identidades, as questões que envolvem classe, raça, saber e linguagem dos seus alunos, caso
contrário, o ensino ficará limitado à imposição de um padrão, um modelo pronto e acabado em
que se objetiva apenas ensinar a ler e escrever, de forma mecânica.. Enfim, o que se pretende
com a educação de jovens e adultos é dar oportunidade igual a todos.
Novo enfoque está sendo dado à educação de jovens e adultos, conforme Arbache:
É necessário superar a idéia de que a EJA se esgota na
alfabetização, desligada da escolarização básica de
qualidade. É também necessário superar a descontinuidade
das ações institucionais e o surgimento de medidas isoladas
e pontuais, fragmentando e impedindo a compreensão da
problemática. É preciso desafiar o encaminhamento de
possíveis resoluções que levem à simplificação do
fenômeno do analfabetismo e do processo de alfabetização,
reduzindo o problema a uma mera exposição de números e
indicadores descritivos. Visualizar a educação de jovens e
adultos levando em conta a especificidade e a diversidade
cultural dos sujeitos que a ela recorrem torna-se, pois, um
caminho renovado e transformador nessa área
educacional (ARBACHE, 2001, p. 22).
Educar jovens e adultos, hoje, não é apenas ensiná-los a ler e escrever seu próprio nome.
É oferecer-lhes uma escolarização ampla e com mais qualidade. E isso requer atividades
contínuas e não projetos isolados que, na primeira dificuldade, são deixados de lado para o
início de outro. Além disso, a educação de jovens e adultos não deve se preocupar apenas em
reduzir números e índices de analfabetismo. Deve ocupar-se de fato com a cultura do ducando,
com sua preparação para o mercado de trabalho e como previsto nas diretrizes curriculares da
EJA a mesma tem como funções: reparar, qualificar e equalizar o ensino.
A sociedade educa o educador num processo sem fim e de complexidade crescente e, da
mesma forma, controla suas atividades, pois a qualidade técnica e profissional do educador
está sempre submetida ao controle social pelos dispositivos legais que lhe atribuem este grau,
asseguram-lhe o exercício da docência e lhe proporcionam meios de constante
aperfeiçoamento. Contudo, há outro controle, que é, de fato, o mais importante: o que é
exercido pela própria consciência do educador. É o autocontrole do professor, compete:
Além de incrementar seus conhecimentos e
atualizá-los, esforçar-se por praticar os
métodos mais adequados em seu ensino,
proceder a uma análise de sua própria
realidade pessoal como educador, examinar
com autoconsciência crítica sua conduta e seu
desempenho, com a intenção de ver se está
cumprindo aquilo que sua consciência crítica
da realidade nacional lhe assinala como sua
correta atividade. (PINTO, 2000, p. 113).

A capacitação crescente do educador se faz, assim, por duas vias; a via


externa, representada por cursos de capacitação, aperfeiçoamento,
seminários, leitura de periódicos especializados etc., e a via interior, que é a
autocrítica que cada professor deve fazer, indagando sobre seu papel na
sociedade e se, de fato, o está cumprindo.

A IMPÔRTANCIA DE ALFABETIZAR ADULTOS

Com base na pouca experiência de sala de aula, mas em pesquisas que refletem sobre o
tema, sabemos que os motivos que levam esses jovens e adultos à escola referem-se
predominantemente às suas expectativas de conseguir um emprego melhor através da
dimensão cartorial, isto é, necessitam de um diploma ou certificado de escolaridade. Mas suas
motivações não se limitam a este aspecto. Muitos se referem também à vontade mais ampla de
“entender melhor as coisas”, “se expressar melhor”, de “ser gente”, de “não depender sempre
dos outros”. Especialmente as mulheres, referem-se muitas vezes também ao desejo de ajudar
os filhos com os deveres escolares, ou simplesmente, dar-lhes um bom exemplo.
A relação dialógica entre professor, alunos e conhecimento são algo extremamente
dinâmico e muito diferente da educação escolar infantil. O universo de diálogo é outro e os
adultos, que são pessoas com conhecimentos construídos ao longo da vida, carecem ampliar a
nomeação ou classificação dos mesmos, trabalho de natureza escolar, necessário para o
estabelecimento da comunicação e compreensão em qualquer ambiente. È questão de justiça
social ampliar as oportunidades educacionais para aqueles que tem ultrapassado a idade para
realizar seus estudos ficarem à margem das oportunidades de acompanhar os progressos
científicos e culturais, vivenciando fracassos e insucessos na exigência requerida pela vida
cidadã. Como nos auxilia Garcia, neste sentindo:
Como lidar com a incerteza, quem foi criada com certezas
definitivas, como aceitar a duvida como método, quem se
formou na crença de conhecimentos absolutos, como rever
a própria idéia de um progresso continuo quando são
apontados outros caminhos, novos caminhos, novas
possibilidades para as sociedades, para os homens e
mulheres, e até posta em questão a idéia de progresso,
associada o desenvolvimento, e tantas vezes confundida
com desenvolvimento. (GARCIA,2003).
CONCLUSÃO

Concluindo, parece haver uma série de fatores que determinam ou influenciam os


modos de inserção das pessoas ao mundo letrado.
Umas das constatações mais fortes desta pesquisa revelam que há falta de sintonia
entre a escola e os alunos que dela se servem, embora não possamos desconsiderar, a esse
respeito, fatores de ordem socioeconômica que acabam por impedir que os alunos se dediquem
plenamente a seu projeto pessoal de envolvimento.
Este artigo possibilitou identificar características que deve possuir o professor que atua
com jovens e adultos e a importância do Respeito ao conhecimento que o aluno traz de seu
dia-a-dia. Fazer com que o aluno seja um ser pensante, crítico e produtor do seu
conhecimento, é requisito básico ao docente. O professor é um suporte na sala de aula e
muitos alunos tem seu profesor como espelho.
É oportuno lembrar que todos podem e devem contribuir para o desenvolvimento da
EJA: os governantes devem implantar políticas integradas para a EJA, as escolas
devem elaborar um projeto adequado para seus próprios alunos e não seguir
modelos prontos, os professores devem estar sempre atualizando seus
conhecimentos e métodos de ensino, os alunos devem sentir orgulho da EJA e
valorizar a oportunidade que estão tendo de estudar e ampliar seus
conhecimentos. À sociedade cabe contribuir com a EJA não discriminando
essa modalidade de ensino nem seus alunos, e por fim, as pessoas em geral
que conhecerem um adulto analfabeto deve falar da importância da educação
e incentivá-los a procurar uma escola de EJA.
_

Chegamos ao fim certos de que a pesquisa vem incentivar e apoiar o professor a


refletir sua pratica , assim como o estágio e o curso, de muito nos conduziu, a uma prática
embasada teoricamente, devendo ser uma reflexão constante e permanente na atuação
acadêmica.
REFERÊNCIAS
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