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Texas : Segundo Passo Perfeita Estranha É preciso dois para dançar o tango, mas três
Texas : Segundo Passo Perfeita Estranha É preciso dois para dançar o tango, mas três

Texas : Segundo Passo

Perfeita Estranha

É preciso dois para dançar o tango, mas três para fazer um jogo com estes cowboys do Texas

A inglesa Maryann Morrissy encontra a companhia que está

perdendo por fazer amigos na Internet com os fãs de rodeio nos

Estados Unidos.

Seu noivo Robert não entende sua nova obsessão. Sua zombaria é

só mais uma coisa em uma longa lista que convence Maryann ele

não é o homem para ela. Tempo perfeito, porque Maryann está voando para o Texas onde dois cowboys de rodeio estão esperando para mostrar-lhe as utilidade das cordas.

Irritado, Wes tem que pegar a amiga britânica de sua irmã no aeroporto, o cowboy Wes Griffin arrasta seu melhor amigo Shooter com ele.

A miséria os acompanha até que Wes vê Maryann sair do avião. Quando seu sotaque

A miséria os acompanha até que Wes vê Maryann sair do avião. Quando seu sotaque sexy faz seu coração fazer dar um segundo, Wes começa a desejar manter Maryann toda para si, porque Shooter está tão intrigado.

Após o fim desagradável do relacionamento de Maryann, ela está pronta para levar os dois cowboys, mas Wes está disposto a compartilhar?

os dois cowboys, mas Wes está disposto a compartilhar? Capítulo Um ― Você está de novo

Capítulo Um

Você está de novo nesse maldito computador? Estamos no

meio da noite. ― Maryann Morrissy se encolheu perante o óbvio

aborrecimento de seu noivo.

― Sim. Desculpe amor. Eu o acordei? ― Ela tinha tentado

teclar o mais silenciosamente possível, mas no silêncio da noite,

tudo soava horrivelmente alto.

O seu barulho não ajudou, mas eu não consigo dormir de

qualquer forma. Eu tive uma refeição de rei hoje. Não me sinto

completamente pronto para dormir. ― Robert coçou sua barriga.

― Verdade? Onde você comeu? ― ela franziu a testa. ― Eu pensei que você

― Verdade? Onde você comeu? ― ela franziu a testa. ― Eu

pensei que você tinha uma reunião importante. E fosse por isso que

você não pode almoçar comigo

― Uh, certo. ― Ele hesitou apenas um segundo. ― Foi um

almoço de trabalho. Provavelmente os sanduiches que pedimos

estavam um pouco passado do tempo. Tenho que me lembrar de não encomendar de lá novamente

Sim, faça isso. Você devia reclamar. Fazê-los saber. Qual loja foi? Você não disse.

Uh, Um lugar novo. Não sei ao certo. A secretária

encomendou para nós.

Bem, lembre-se de perguntar a ela amanhã. Eu também

não quero ir lá. Não se eles não são de confiança.

Maryann. Honestamente, o que é isso, uma investigação?

Estou cansado, não me sinto bem, e não sei o maldito nome da loja. Tudo bem?

Tudo bem. Desculpe. As sobrancelhas de Maryann se

levantaram. Robert sempre ficava mais irritadiço quando não dormia o suficiente.

Com quem no inferno sangrento você está falando a esta

hora? Ele tropeçou pela porta do quarto e pela sala, coçando seu penis através da boxers por quase todo o caminho. Ela tirou sua atenção das pobres maneiras dele e olhou para

seu rosto. Meus amigos nos Estados Unidos. Ainda é cedo lá.

Seus amigos. Haha. Robert soltou um bufo. Eles não

são seus amigos, amor. Eles nunca se encontraram com você, nunca

irão e provavelmente nem iriam querer, de qualquer forma.

― Isso não é verdade. ― Ela fez uma careta. Nunca deixava

de surpreender Maryann a forma como ele podia chamá- la “amor” e

ainda assim dizer as coisas mais dolorosas a ela, tudo na mesma frase. As pessoas

ainda assim dizer as coisas mais dolorosas a ela, tudo na mesma frase. As pessoas com quem ela falava na net eram mais legais que Robert nos últimos dias. Porque estava com ele de novo? Ultimamente estava tendo problemas em se lembrar. Devia ser o efeito secundário de um compromisso longo. Robert parou perto do computador e franziu as sobrancelhas para a longa lista de mensagens na tela. TX Vaqueira? Amo Cavalgar? Quem são essas pessoas?

 

São fãs de rodeios.

Rodeios? Suas sobrancelhas enrugaram mais diante dessa

exclamação. Parece que isso mostrava a opinião dele sobre o novo interesse dela. O que diabos você entende de rodeios?

 

Estou aprendendo. ― Dividida entre a mágoa e a raiva,

Maryann sentiu um cansaço chegando e rapidamente tentou apagar a expressão antes que Robert visse. Ele apenas iria tirar sarro dela por agir como uma criança. Ele já havia feito isso antes.

 

Porque? Nós vivemos num apartamento em Londres, não

no maldito Wyoming 1 ou onde quer que haja cowboys e rodeios. Só você para encontrar outra maneira de perder tempo. Tenho certeza que os cowboys seriam mais legais para mim que você. Se apenas ela tivesse coragem de dizer isso em voz alta.

― Não é perda de tempo. É interessante. E divertido. ― Aparentemente uma resposta a isso escapou a Robert. Tudo que Maryann recebeu dele foi um bufo seguido de “Eu vou voltar para cama.” e desapareceu no outro quarto. Maryann notou sem muita preocupação que ele não perguntou se ela iria ou não para a cama, ou quando.

1

- (1)http://pt.wikipedia.org/wiki/Wyoming

Eles não tinham tido sexo pelo que parecia a séculos. Estava tudo bem com ela.

Eles não tinham tido sexo pelo que parecia a séculos. Estava tudo bem com ela. Neste momento, estar sentada na frente do computador, apesar do frio, parecia de longe preferível a estar na cama com Robert com esse humor. Era apenas nervosismo pré-casamento, para ambos, mesmo que eles não tivessem uma data ainda. Tinha que ser isso. Eles estavam muito bem enquanto simplesmente namoravam nos últimos dois anos. Provavelmente fosse apenas a mudança na escolha de irem morar juntos antes de definir uma data e se casarem. Mudanças eram estressantes. Um som suave saiu do computador e tirou Maryann de seu devaneio. Ela olhou para baixo e viu uma nova mensagem. TX Vaqueira: Garota Inglesa, você está aí? Um sentimento agridoce bateu em Maryann. Robert estava errado. Estas pessoas eram seus amigos. Elas se preocupavam com ela. Não interessava que elas estivessem do outro lado do oceano e que nunca tivessem se encontrado. Ela subiu as mangas do seu pijama e colocou as mãos no teclado. Sim. Desculpe. Estou aqui. Maryann mandou a mensagem e então, depois de uma ideia lhe bater, ela começou a escrever de novo. Qual é a data exata desse evento no Texas? Eu acho que quero ir.

TX Vaqueira: Oh Meu Deus. Verdade? Você poderia vir? Você poderia ficar comigo!

Ela queria ver um rodeio, ao vivo e a cores, e queria encontar sua nova amiga. Maryann tinha um mal precentimento que se ela não o fizesse antes de se casar com Robert, ela nunca iria. Com uma recém encontrada determinação, ela respondeu, Sim. Definitivamente, sim!

Quando os sons do ressonar de Robert chegou até ela – aparentemente ele podia dormir
Quando os sons do ressonar de Robert chegou até ela – aparentemente ele podia dormir
Quando
os
sons
do
ressonar
de
Robert
chegou
até
ela
aparentemente ele podia dormir com todo o teclar dela – Maryann
decidiu que, não se importaria de conhecer alguns cowboys também.
― Esta é a coisa mais burra que você já fez. Voar para o
Texas para ver um bando de homens brincar de ser cowboys. E toda
essa coisa de montar touros que você estava vendo na outra noite,
não é um esporte. Que tipo de habilidade é necessária para ter sua
cabeça pisada por uma grande e estúpida criatura? Polo, Criquete,
Rugby. Isso sim é que são esportes.
Maryann sentou e ouviu sua critica em silêncio. Ela pensou que
o passeio gratuito para o aeroporto teria valido a pena o que lhe
custou em angústia mental. Que estava em debate no momento,
mas ela tinha que sorrir e aguentar, considerando que ela já havia
pago uma pequena fortuna pelo bilhete de avião e não tinha muito
dinheiro em reserva para alugar um carro.
É claro que ela mentiu para Robert e disse-lhe que o vôo tinha
custado metade do que realmente tinha. Ele ainda assim reclamou
dela gastar o dinheiro. Não que ele tivesse algo a ver com isso. Era
dinheiro dela.
Ele insistiu para manter as contas bancárias separadas e
somente compartilhar as despesas do apartamento pelos dois,
embora como um advogado, ele ganhava o dobro do que ela
ganhava como assistente administrativa. Ela achava que, desde que ela pagasse a sua parte, o

ganhava como assistente administrativa. Ela achava que, desde que ela pagasse a sua parte, o resto do que estava nessa conta era dela. Afinal, o nome dela e só o dela estava nela. Quando ela voltasse dessa viagem, ela teria uma séria reflexão a fazer sobre um monte de coisas, como o seu futuro e o lugar de Robert nele. Ele foi até a calçada e olhou para seu relógio com um frustrado sopro de ar. Quando ele olhou para cima, Maryann perguntou: ― Você chegará à sua reunião a tempo? Robert deu de ombros. ― Quem sabe? Talvez se eu conseguisse ir agora, eu chegasse.

Eu só vou pegar a minha bolsa no porta malas e deixarei

você ir para o trabalho ― Ela reuniu sua pequena bagagem de mão

e pegou a maçaneta da porta. Olhando sobre o ombro, ela percebeu que Robert não estava saindo do carro. Ela se inclinou sobre o carro.

― Obrigado por me trazer. Eu te ligo quando chegar aos Estados Unidos.

― Tudo bem. ― Robert se inclinou o suficiente para deixá-

la dar um rápido beijo nos lábios, antes de se afastar e olhar para

seus pés com uma carranca. ― Essas botas são novas? A culpa de Maryann a fez rir. ― Estas? Não, amor. Eu as tenho desde a escola. Apenas tirei-as do armário para a viagem.

Oh.

Como Robert continuava a estudar seu calçado novinho em folha com suspeita, Maryann arranjou uma distração. ― É melhor eu ir e você precisa chegar a sua reunião. Te amo.

― Eu também te amo. ― Ele puxou os lábios num pequeno

sorriso que não durou, antes de seu foco estar de volta em seu

relógio de pulso.

Ela havia sido dispensada, o que era provavelmente uma boa coisa já que ela não

Ela havia sido dispensada, o que era provavelmente uma boa coisa já que ela não tinha certeza se havia lembrado de tirar a etiqueta do preço da sola de sua nova aquisição. Maryann lutou para conseguir tirar a bolsa do porta malas ela mesma, então disse adeus a Robert antes de bater a porta. Com uma mistura de emoções, ela o viu se afastar do meio-fio, em seguida, virou-se para a entrada do aeroporto. A viagem de sua vida estava diante dela, e ela tinha toda a intenção de desfrutar de cada momento dela.

Capít

u lo Do

is

Por favor, por favor, por favor, você tem que fazer este favor para mim.

― Por quê? ― Wes Griffin levantou uma sobrancelha e ficou

esperando que sua irmã Ellen viesse com uma razão o suficientemente boa para que ele conduzisse todo o caminho até o aeroporto para pegar alguma mulher que ele não conhecia. Na verdade, Ellen nem sequer a conhecia. Era alguém da Inglaterra que ela conheceu e conversou na net. Poderia até ser algum assassino em série que fingia ser uma velhinha da Grã-

Bretanha pelo que qualquer um deles soubesse. Embora Ellen não parecesse se importar com isso.

Bretanha pelo que qualquer um deles soubesse. Embora Ellen não parecesse se importar com isso.

Você tem que ir porque você é meu irmão e você me ama.

Wes soltou um grunhido diante dessa lógica. Oh, ele sabia que ia fazer isso por ela, mas ele não iria tornar isso mais fácil para

Ellen. Era isso que se tratava ser um irmão.

E

Você é meu companheiro de casa.

Ele riu. ― Que paga metade do aluguel para ter o privilégio de ser. O que mais você tem?

Uma merda para isso, Wes, apenas me diga o

que você quer. A frustração de Ellen era clara. Wes gostou imensamente disso.

Eu quero um pacote de doze cervejas. A marca boa, não o

que você costuma comprar para si mesma.

Feito. Deixe-me dar-lhe a informação. Ela desembarca às 5:55 de hoje.

Maldição. Ela concordou tão rápido que ele deveria ter pedido uma caixa ao invés de um pacote de 12. Oh bem. Tarde demais agora.

Eu, uh

― Espere. Eu não estou pronto ainda. ― Wes suspirou.

Segurando o celular entre a orelha e o ombro, procurou no bolso algo onde escrever. Ele pegou um recibo amassado e então procurou

em seu caminhão por alguma coisa para escrever. Ele finalmente

encontrou o esboço de um velho lápis no chão entre os bancos. Isso serviria. ― Tudo bem. Me diga.

Você vai ter que ir para dentro e encontrá-la no

desembarque da British Airways. Wes gemeu. ― Eu quero o dinheiro do estacionamento também.

― Tudo bem. Apenas certifique-se de anotar a hora. Cinco, cinquenta e cinco. Eu não

Tudo bem. Apenas certifique-se de anotar a hora. Cinco,

cinquenta e cinco. Eu não quero que você esqueça. E você terá que

escrever o nome em um pedaço de papel ou papelão ou qualquer coisa parecida com o nome dela para que ela saiba quem você é. Isto estava apenas ficando melhor e melhor. Primeiro de tudo,

era duvidoso que ela realmente aterrisasse as 5:55. Por que as companhias aéreas se incomodavam tentando ser tão precisas, ele nunca iria entender. Elas nunca chegavam na horas. Então, embora ele nunca tivesse voado para fora do país, ele imaginava que provavelmente teria de esperar que ela passasse por algum tipo de inspecção aduaneira dos EUA . Depois ela precisaria esperar por sua bagagem. Por todo esse tempo, ele tinha que ficar lá com um papel na mão como um idiota. Irritado tanto com sua irmã por lhe pedir isso e com ele mesmo por dizer sim, ele soltou um suspiro alto.

― Pare com isso! ― Sua voz veio através de seu celular, alto

e claro.

― O quê? ― Wes franziu o cenho. ― Eu não disse nada.

daqui. Ela é uma mulher

muito legal e estou realmente animada por ter sua visita, então seja

agradável.

realmente tenho que

segurar um cartaz?

Sim, você tem. Ela vai estar esperando que eu vá buscá- la,

não você. Meu supervisor só me jogou neste turno extra na última hora.

Então diga-lhe apenas que vou ser eu, um cara alto e

― Wes olhou para

bonito com um chapéu de cowboy preto e uma si mesmo, ― camisa azul e jeans.

Eu posso sentir sua irritação

Eu sou sempre agradável. Eu só

― Eu não posso dizer a ela. Ela está no ar já e seu telefone

Eu não posso dizer a ela. Ela está no ar já e seu telefone

está desligado. Eu não posso ter certeza se ela irá verificar suas

mensagens quando aterrizar ou até mesmo se seu celular irá funcionar aqui nos Estados Unidos. Talvez seja algum tipo de telefone celular britânico e que não tenha sinal aqui. Eu não sei. Você precisa do cartaz. Wes não sabia merda nenhuma sobre os telefones celulares

britânico, ou de garotas britânicas, mas ele deveria saber que iria em breve.

― Tudo bem. Eu vou fazer um cartaz. ― Agora ele precisava

de papel também. Wes olhou um bilhete de estacionamento antigo. Não era grande o suficiente. Ele olhou para o espelho retrovisor. A caixa velha de cervejas rolando no chão do caminhão podia funcionar, virada do avesso para que ele pudesse escrever sobre a

parte lisa do papelão. ― Qual é o nome dela? Provavelmente algo estranho como Pippy McDougal, certo? Ellen soltou um rosnado muito grosseiro, não que ela agisse muito como uma dama. ― Sim, você pode falar, considerando os nomes de alguns dos caras com quem você anda. Basta escrever Bem-vinda, Garota Inglesa, Maryann Morrissy. Bem-vinda, Garota Inglesa? Ah, qual é Ellen. Não posso simplesmente colocar o nome dela?

Não. Coloque tudo. Ela vai gostar. Esse é o seu nome on- line. Vai fazer ela se sentir mais em casa.

Ele fez uma careta e rabiscou. Agora, ele não apenas tinha que segurar um cartaz, como tinha que ter algum nome bobo escrito nele também. ― Mais alguma coisa? Ela parou por um instante. ― Não. Eu acho que isso é tudo.

Não há outros pequenos favores que você precise de mim? Um juramento de sangue? Meu primeiro filho?

― Pensando nisso, sim, seria bom em qualquer momento agora, irmão mais velho. Eu quero

Pensando nisso, sim, seria bom em qualquer momento

agora, irmão mais velho. Eu quero ser uma tia antes que esteja

velha demais para ensinar minha sobrinha a corrida de barris. Wes revirou os olhos. ― Pare de me pressionar. Eu não vejo você mesma se estabelecendo. Por que eu tenho que fazer? E

quando vier o tempo de eu ter filhos, vou ser eu quem vai estar ensinando seu sobrinho como laçar. Ellen riu. ― Sério? Como você vai garantir se vai ser um menino?

O Bom velho esperma Griffin produziu fortes e saudáveis campeões de rodeio do sexo masculino por gerações.

Também me produziu, irmão mais velho.

Ele fez uma careta pela brecha em sua lógica. ― Sim, mas você é a única garota Griffin. Você é, obviamente, uma aberração da

natureza, por isso, você não conta.

Sim, sim. Como queira. Ouça, tenho que pegar o meu

turno no hospital. Você se lembre de pegar Maryann e não se esqueça do cartaz.

― Eu não vou. ― Ele estava feliz que ela não pudesse ver o

que era provavelmente um infantil enfado aparecendo em seu rosto. Enquanto desligava a chamada com sua irmã, uma tempestade atingiu o cérebro de Wes. Por que ele deveria executar esta tarefa sozinho? Ellen nunca disse que ele não podia trazer companhia.

Porcaria, ele amava companhia.

Wes teclou os números do seu melhor amigo e ouviu o telefone tocar e então a voz familiar dizer:

Olá.

Shooter! Hey, você está interessado em compartilhar um pacote de 12 de cerveja?

Houve uma risada curta seguida de, ― Sempre. Você precisa mesmo perguntar? ― Não. Na

Houve uma risada curta seguida de, ― Sempre. Você precisa mesmo perguntar?

― Não. Na verdade não. ― Wes sorriu. Ele podia sempre

contar com Shooter. ― Você está em casa agora?

Sim.

Então esteja pronto. Eu estou no meu caminho para ir

buscá-lo. ― Wes olhou para o toco de lápis. Ele não ia sobressair o

suficiente sobre o cartão para este maldito cartaz que ele deveria fazer. Sua irmã ficaria lhe devendo em grande por isto. ― E pegue um marcador se houver algum por aí. Sabe, um daqueles de tinta preta grossa permanente, se você tiver.

Um marcador? Sim, eu acho que tenho um aqui. Para que

diabos quer isso? Medo de que perdesse a cooperação de Shooter se dissesse os detalhes de sua missão, Wes procurou por uma desculpa e ficou em branco. ― Basta trazê-lo. Eu, uh, digo-lhe mais tarde.

branco. ― Basta trazê -lo. Eu, uh, digo-lhe mais tarde. ― Ele não está disponível? ―

― Ele não está disponível? ― Maryann soltou um bufo de ar.

Ela estava esperando falar com Robert, mas se ele não estava disponível para atender sua chamada durante sua escala em Atlanta, ela teria que tentar novamente quando desembarcasse no Texas. Nessa hora estaria ficando tarde em Londres. Maryann não queria perturbá-lo se ele tivesse ido para a cama cedo. Ele ficava tão irritado quando era acordado pelo telefone.

― Não, senhora. Ele disse para reter todas as chamadas o resto do dia. Reter

Não, senhora. Ele disse para reter todas as chamadas o

resto do dia. Reter todas as chamadas? Mesmo dela? Não era como se ela estivesse ligando de seu apartamento. Ela estava em outro continente, pelo amor de Deus.

Você está me dizendo que ele está no escritório, mas

simplesmente não aceita minha chamada? ― Tinha certeza de que

seu choque e aborrecimento estava claro em seu tom. Maryann tinha pena que a secretária de Robert era a única a receber sua frustração. Não era culpa da pobre moça.

Não, senhora. Ele não está aqui. Não tem estado todo o

dia, na verdade. Ele ligou dizendo que estava doente. Doente? Ele não estava doente quando a deixou. Ele disse que estava atrasado para uma reunião. ― E quanto a importante

reunião que ele tinha esta manhã?

Reunião? Não, ele não tinha nada programado para esta

manhã. O coração Maryann começou a correr. Algo estava acontecendo com Robert e ela tinha um pressentimento de que não era bom. Uma lembrança incomodou-a, Robert ficando excessivamente na defensiva quando tudo que ela tinha feito era perguntar sobre uma lanchonete. Oh, meu erro. Hum, enquanto eu tenho você no telefone

Eu esqueci de perguntar, você se lembra o nome daquela loja onde

você comprou os sanduíches para o almoço da reunião de Robert há algumas semanas?

Eu não sei se tenho conhecimento ao que você está se

referindo. Ela poderia ser somente uma assistente, e não uma advogada, como Robert, mas seu sexto sentido disse-lhe para prosseguir com

esta linha de perguntas. ― Você sabe, ele tinha uma importante reunião no escritório e

esta linha de perguntas. ― Você sabe, ele tinha uma importante reunião no escritório e você pediu sanduíches de alguma nova loja. Elas estavam um pouco passadas do tempo e ele acabou doente durante toda a noite. Ele ia pedir-lhe o nome para que não usassem novamente.

Eu nunca encomendei sanduíches para dentro. Ele sempre

sai para o almoço. Maryann franziu o cenho. ― Você tem certeza? Você deve ter

se esquecido. Ou talvez você estivesse doente e alguém estivesse aí naquele dia.

Não, senhora. Não estive doente um dia no ano passado. E

eu tenho certeza. Ele sai a mesma hora, todos os dias, para almoçar. Ele me diz para reter todas as suas chamadas e dizer a qualquer um que pergunte que ele está indisponível. Ele é muito inflexível sobre o

que eu devo dizer para quem ligar e nunca se desvia dessa programação. Ele sai por exatamente duas horas por dia. O pulso de Maryann bateu, fazendo sua cabeça rodar. Quantas vezes ela convidou Robert para almoçar com ela, só para ouvir que ele tinha uma reunião de trabalho no escritório e estava encomendando sanduíches. Onde exatamente ele ia por duas horas todos os dias? Ela sabia de uma coisa, se ela não estivesse a um oceano de distância, ela iria descobrir, mesmo que ela tivesse que se esconder fora do seu escritório e segui-lo para descobrir. Como ele podia traí-la assim? Por que ele iria? Ele poderia só terminar com ela, se ele queria estar com outra pessoa. Eles não tinham um filho ou até mesmo uma casa própria em conjunto. Eles tinham um miserável apartamento de um quarto. Ele poderia sair a qualquer momento. Não fazia sentido. ― Há alguma chance de que ele esteja tendo reuniões com clientes fora durante os almoços de duas horas por dia?

― Não, eu penso que não. Ele me diz para deixar sua agenda aberta e

Não, eu penso que não. Ele me diz para deixar sua agenda

aberta e não marcar ninguém durante esse tempo. Presumo que ele

esteja fazendo exercício durante o almoço. Ele volta com o seu cabelo molhado como se estivesse acabado de tomar banho no ginásio.

Oh, Maryann apostava que Robert estava se exercitando, mas não num ginásio. Ele ainda tinha a mesma barriga que sempre teve. O mais provável era que ele estivesse passando a hora do almoço em cima de alguma mulher em algum lugar, não em uma bicicleta ergométrica. Maryann, pelo menos, sabia que não era com sua secretária já que ela estava provando ser uma boa fonte de informação. Pobre jovem criatura nem sequer percebeu que ela provavelmente expôs o maior segredo Robert que já teve. Quer saber, eu acho que você está certa e deve ser exercício. Não vamos dizer a ele que nós tivemos essa conversa, certo. Aposto que ele está tentando me surpreende ficando em forma para o nosso casamento. Eu não quero arruiná-la.

Oh, tão romântico. Não vou dizer uma palavra.

Muito obrigado. Adeus.

Adeus.

Maryann apertou o botão de desligar e sentou-se, balançando em sua cadeira no portão do aeroporto de Atlanta a meio caminho entre Londres e Texas. Não havia muito que pudesse fazer sobre sua situação atual ou suas suspeitas. Ela estava em um país estrangeiro sozinha e quase certa de que o homem com quem ela esperava se casar estava correndo por aí com outra pessoa. Enrolar-se em uma bola no chão e chorar veio à sua mente. Assim como voltar-se, pegar o próximo vôo de volta a Londres e confrontar Robert.

Não, ela era muito forte para se quebrar por um mentiroso, pobre desculpa de homem.

Não, ela era muito forte para se quebrar por um mentiroso, pobre desculpa de homem. E ela não estava prestes a desistir desta viagem que ela desejava tanto. Não, ela não tinha nenhuma prova definitiva ainda de que ele a estava traindo, mas Maryann não tinha certeza se isso importava neste momento. Ela tinha tido dúvidas sobre seu futuro com Robert, mesmo antes de saber que ele estava mentindo para ela em uma base regular. Suspirando em uma respiração instável, Maryann tentou pensar. Não havia nada mais a fazer agora além de pensar. Ela tinha mais algumas horas antes de chegar ao Texas, onde ela teria que colocar uma cara feliz para sua nova amiga. Quão tola ela tinha sido, facilmente se compromentendo e cedendo a Robert nas coisas que eram importantes para ela. Ela quisa se casar logo depois que eles ficaram noivos. Ele quis um compromisso por tempo indeterminado. Eles finalmente se comprometeram e ele concordou em morarem juntos. Sua hesitação fazia todo o sentido agora. Ela sempre sonhou com uma casa cheia de crianças. Robert não estava interessado em ter filhos. E agora mais recentemente, menosprezando seu interesse em rodeio e nos novos amigos que tinha feito on-line. Não importava com quem ele tinha almoçado ou porque ele estava mentindo sobre isso, todo o resto ja somava uma realidade gritante. Ele não era o homem certo para ela, e ela quase cometera

o maior erro de sua vida em se casar com ele. No momento em que

ela chegasse em casa iria dizer-lhe exatamente isso. Romper um noivado não era algo que você fazia de ânimo leve ou através de um

telefonema de longa distância, não que ele estivesse atendendo suas chamadas. O idiota. Onde estava ele de qualquer maneira? Ela temia

a resposta.

Com as mãos trêmulas, ela decidiu tentar seu celular mais uma vez. A chamada foi

Com as mãos trêmulas, ela decidiu tentar seu celular mais uma vez. A chamada foi diretamente para o correio de voz, como tinha ido na primeira vez que ela tentou. Ela não iria deixar outra mensagem, então apertou o botão de desligar. Seus ombros cederam e ela olhou para seu dedo anelar. Ela tinha que admitir que ao menos ele lhe tinha dado um bonito anel. Maryann tirou-o e segurou-o entre dois dedos.

― Foi bom conhecer você, ― ela murmurou para o brilhante diamante, então escorregou-o em um pequeno bolso de ziper dentro da sua mala. Enquanto estava com a mala aberta, ela procurou por um guarnanapo ou lenço de papel para limpar seus olhos repentimanente molhados.

Capít

u lo

T rês

― Como você acha que ela se parece? ― Shooter procurava

pelos recém-chegados no terminal, o pedaço rasgado de papelão

com que Wes tinha feito um cartaz descansava em uma mão encostada no peito. Wes ainda não podia acreditar que tudo o que tinha precisado para convencer seu amigo a segurar esse cartaz estúpido foi a

promessa de uma cerveja extra a mais do pacote de 12 que estariam compartilhando. Que

promessa de uma cerveja extra a mais do pacote de 12 que estariam compartilhando. Que ele esperava que Ellen já tivesse colocado na geladeira para ele enquanto esperavam a Garota Inglesa chegar. A pergunta que Shooter fez era uma que Wes já havia se

perguntado no momento que ele foi designado para esta tarefa, de modo que ele tinha uma imagem de Maryann Morrissy já firmemente plantada na sua cabeça. ― Estou imaginando uma daquelas babás britânicas como você vê na TV. Você sabe o que eu quero dizer?

Não, realmente não. O que você está assistindo na

televisão de qualquer maneira? Não há babás britânicas no canal de caça, tenho certeza. ― Shooter franziu a testa.

Vamos lá. Você já as viu. Aquelas com seu cabelo puxado

para trás em um coque muito apertado. Elas usam óculos e têm

tornozelos grossos e grandes, e usam sapatos feios. Elas podem ser velhas ou jovens, mas você não poderia dizer. Elas podem ser magras ou gordas, mas você realmente não pode julgar isso, porque elas usam vestidos que parecem que foram feitos de um saco de seralheira.

Espero que você esteja errado, cara. Eu espero que essa

garota Inglesa seja muito quente, como aquelas que você vê vestindo aqueles espartilhos em filmes sobre Henrique VIII. Sabe, aqueles tops decotados, onde todos os bens são empurrados para

cima e para fora. ― Shooter usou a mão livre para fazer uma mímica de empurrar para cima seus peitos imaginários. Wes balançou a cabeça. ― Você está louco. Mesmo que espartilhos ainda sejam um grande estilo, duvido seriamente que ela esteja usando um para o vôo. Seu amigo deu de ombros. ― Um homem pode sonhar, não pode?

― Sim, continue sonhando amigo,só que lá, porque tenho certeza que este é o seu

Sim, continue sonhando amigo,só que lá, porque tenho certeza que este é o seu vôo e eu não vejo nenhuma prostituta de Henrique VIII em espartilho próximo daquela porta. ― O que Wes viu foi uma série de empresários em ternos parecendo que estavam atrasados para alguma coisa em algum lugar, uma mãe com muitos

filhos para lidar sozinha, e uma mulher de meia-idade que sorria na sua direção só para revelar dentes tortos e amarelados. Era essa a Garota Inglesa Maryann?

Não há espartilho, graças a Deus.

Sem espartilho, mas ela é quente o suficiente, ela realmente não precisa de um. Wes franziu a testa para Shooter. ― Quente? Ela? Que diabos você está falando? Em seguida, ele seguiu o olhar de seu amigo e viu o que tinha

visto Shooter.Vindo pela outra porta, também sorrindo em sua direção vinha uma mulher da sua própria idade e nada da aparência que ele tinha imaginado que Garota Inglesa teria.

― Olá. Sou Maryann. ― A melodia de sua voz doce disparou

em linha reta através de Wes, até a sua virilha. Lá embaixo, o Pequeno Wes acordou para tomar conhecimento e estava aparentemente desfrutando do sotaque britânico de Maryann de dentro das calças jeans de Wes. O rosto de Shooter se iluminou com um sorriso largo e pateta.

― Ei, Maryann. Sou Shooter. Bem-vinda à América. Ela estendeu a mão e agarrou a de Shooter estendida para ela. Enquanto isso, Wes conhecia seu amigo o suficiente para reconhecer os sinais. Shooter já estava planejando como conseguir ter essa mulher nua. Isso, Wes tinha certeza, deixaria Ellen fora de si. Enquanto Maryann foi apertar a mão de Shooter, Wes deixou seu olhar vagar pelo seu cabelo brilhante e escuro, balançando

apenas até os ombros, desceu pela camisa aberta para mostrar um generoso par de seios

apenas até os ombros, desceu pela camisa aberta para mostrar um generoso par de seios sob a camisa, mais abaixo sobre os quadris bem arredondados e seu traseiro, foi todo caminho até os dedos dos pés de suas botas pontudas de cowboy. Ele não tinha certeza de que parte de sua visão o surpreendeu mais, que ela era quente ou que uma Britânica estava usando uma aparência extremamente americana de jeans e botas de cowboys. Ela largou a mão de Shooter e virou-se para Wes e foi sua vez de se apresentar.

buscar

você já que ela foi chamada de última hora para uma mudança no trabalho.

― Isso foi legal de sua parte. Obrigada. ― Seus olhos azuis

estavam focados nos seus quando ela apertou sua mão. A julgar pela suavidade da sua pele, Wes apostaria que esta garota nunca tenha feito trabalho físico, como um trabalho agrícola, em sua vida. Aquelas mãos com certeza que sabiam bem em todos os tipos de lugares. Wes relutantemente soltou sua mão e olhou ao redor, desejando algo inteligente para dizer para que ela sorrisse para ele do mesmo jeito que ela havia feito para Shooter quando tinha lido o cartaz. Porra, ele mesmo deveria ter segurado aquela droga. Shooter agarrou a alça da mala a tiracolo e colocou-a meio de

lado.

Ei. Eu sou irmão de Ellen, Wes. Ela me pediu para

Aqui, deixe-me tirar isso de você. Parece pesado.

― Tudo bem, eu consigo ― Maryann começou a protestar,

mas Shooter pegou a bolsa de qualquer maneira, segurando-a facilmente em uma mão.

― Não seja boba. Que homem iria deixar uma mulher carregar uma coisa pesada ela

Não seja boba. Que homem iria deixar uma mulher carregar uma coisa pesada ela mesma? Deixe-me só largar este cartaz. ―

Ele olhou ao seu redor. ― Eu só preciso de um caixote de lixo.

Não, espere. Posso ficar com ele? Como uma lembrança da

minha viagem. ― Isto, assim como tudo o que esta mulher dizia,

saiu soando suave e doce, e fez Wes querer beijá-la loucamente.

― Claro. Toma. ― Shooter entregou-lhe com um sorriso.

― Obrigado. ― Ela pegou o pedaço rasgado de papelão e

agarrou-o perto de seu peito. Wes assistiu a interação entre os dois com uma carranca. No que ele pensou que ia ser uma batalha entre ele e Shooter pela atenção dessa garota, Wes temia que ele estivesse perdendo rapidamente terreno. Dois pontos para Shooter por manter o cartaz de que ela pareceu amar, por pensar e pegar sua mala em primeiro

lugar enquanto Wes ainda estava tentando chegar a alguma linha inteligente. Ele precisava se apressar. Pelo menos ela ficaria na sua casa com Ellen. Isso ja era algo.

Então, acho que devemos ir encontrar o resto de sua

bagagem. ― Seu próximo saco ia ser seu, mesmo se tivesse que lutar com Shooter por ele. Desde que imaginou que seria o maior dos dois, isso devia contar mais. O olhar dela encontrou o dele. ― Isso seria ótimo. Muito obrigado. Ele engoliu em seco. ― O prazer é meu. ― Acredite em mim. Ela sorriu como um anjo e deu a Wes pensamentos mais inspirados pelo diabo. Ele se imaginou agarrando todo aquele cabelo, puxando sua cabeça para trás e devorando aquela boca como um homem morrendo de fome faria por um bife suculento. Seu cérebro aparentemente pegou o que Wes Júnior abaixo soube imediatamente, Wes queria essa garota. Furiosamente.

― Eu sinto muito que não estivesse lá para pegar você no aeroporto, Maryann. ―
― Eu sinto muito que não estivesse lá para pegar você no aeroporto, Maryann. ―

Eu sinto muito que não estivesse lá para pegar você no aeroporto, Maryann.

Não seja boba, Ellen. Está tudo bem. Eu tive dois

acompanhantes lindos para me cumprimentar quando saí do avião.

Dois?

Sim, Wes e Shooter.

Eu deveria ter sabido que Wes faria Shooter ir com ele.

Cuidado com esse rapaz, Maryann. Ele coleciona coelhos como a

maioria dos homens coleciona fivelas.

― Eu não tenho certeza se entendi. ― Ellen franziu a testa.

Eu vou lhe explicar isso quando chegar em casa. De

qualquer forma, eu juro, este foi o último turno que tive enquanto você estiver aqui, então amanhã nós podemos fazer o que quiser e à noite será o rodeio, então terá toneladas de diversão.

Eu sei que sim. Obrigada novamente por

sua hospitalidade. Ellen deixou escapar uma risada. ― Você já viu nosso

apartamento. Não tenho certeza que minha hospitalidade seja grande, mas é o que acontece quando todo o seu dinheiro vai para manter seu cavalo, eu acho.

Maryann sorriu.

Eu adoraria conhecer o seu cavalo, se é que podemos vê-lo.

― Claro, nós o faremos. Você pode conhecer meu cavalo, e o de Wes e

Claro, nós o faremos. Você pode conhecer meu cavalo, e o

de Wes e até mesmo o do Shooter. Eles estão todos no mesmo

lugar, onde nós praticamos.

Ótimo. Estou ansiosa com isso.

Eu também. Ouça, eu odeio me despedir, mas meu

intervalo acabou. Eu provavelmente não estarei em casa até que você esteja dormindo, mas me acorde quando você se levantar pela manhã e vamos tomar um café ou chá juntas. O que você quiser.

Ellen, estou no horário de Londres. Eu vou estar de pé

horas antes de você, principalmente se você trabalhar a noite toda.

Vou divertir-me, e quando você acordar faremos planos para o dia.

Bem, eu não vou discutir com você agora, mas sério, eu mal posso esperar para conhecê-la pessoalmente.

Eu também.

Ok, tenho que correr. Tchau.

― Adeus. ― Maryann apertou o botão para desligar a

chamada.

Eu pego isso.

― Obrigado. ― Maryann devolveu o telefone de Wes. Ela

notou que ele estava olhando para ela com um largo e divertido sorriso. Ela sentiu seu rosto quente. ― Por que está olhando para mim assim? Ele deu de ombros e correu uma mão sobre a boca e o queixo,

efetivamente limpando o sorriso. Ela sentiu pena quando ele se foi.

― Eu, uh, eu só gosto do jeito que você fala. Você sabe, toda britânica.

― Sério? ― Maryann não devia ter ficado muito surpresa. Ela

gostava demais do jeito que ele falava também, tudo como Texas, mas ela não ia admitir isso. ― Eu suponho que soo como todos os outros, em Londres.

O olhar que o cowboy de olhos azuis deu a ela praticamente ardia. ― Então

O olhar que o cowboy de olhos azuis deu a ela praticamente ardia. ― Então talvez eu tenha que ir lá algum dia.

Você deveria. Então eu posso mostrar-lhe tudo. ― Seu

coração acelerou como se não tivesse visto um homem durante uma

eternidade.

― Isso seria muito legal. ― Ele deu um passo em direção a

ela e se inclinou para baixo. Por um segundo, ela pensou que ele pudesse beijá-la, mas ele passou por ela e colocou o telefone no

carregador na mesa ao lado dela. Mas não antes que ela sentisse o perfume dele. Todo o homem. Uma combinação de cheiros que ela não conseguia identificar, mas era como nada que ela tivesse experimentado antes e ela gostou.

― Então, estamos prontos? ― Shooter entrou na sala e

parou, sua atenção apanhada sobre o quão perto ela e Wes

estavam. Wes limpou a garganta e voltou-se. ― Uh, sim. ― Ele se

virou para ela. ― Você está pronta? Você deseja se trocar ou descansar.

Eu nem sequer considerei isto

Talvez você esteja cansada e simplesmente queira ir para a

cama. Oh, ela queria mesmo ir para a cama, mas não era porque ela estivesse cansada. De onde diabos esses sentimentos estão vindo? Seu apetite sexual tinha estado há muito adormecido. Era como se ao decidir romper seu noivado com Robert tivesse desbloqueado todos os tipos de coisas dentro dela. O olhar de Maryann viajou de um cowboy para outro. Talvez não fosse a sua decisão sobre Robert de forma alguma. Talvez fossem estes cowboys americanos. Eles com certeza eram deliciosos.

Ela precisava se controlar. Só porque o anel estava fora de seu dedo e ela

Ela precisava se controlar. Só porque o anel estava fora de seu dedo e ela estava pensando em romper com Robert quando voltasse, retratar esses dois homens nus não ficava bem nela. Esse pensamento quase a fez rir. Só Deus sabia o que, ou com quem, Robert estava fazendo naquele exato momento. Talvez ela devesse

telefonar-lhe e descobrir. Então, novamente, havia coisas melhores para fazer hoje à noite do que se preocupar com Robert. Olhando para Shooter, tão alto e em forma, seu cabelo castanho escuro caindo sobre seus olhos castanhos, então para Wes, igualmente alto e lindo, mas um pouco mais amplo sobre os ombros, seu cabelo claro sendo um bom contraste com a boa aparência do escuro de Shooter, Maryann percebeu que seu tempo não poderia ser pior. Que um feriado ela poderia ter se estivesse de fato oficialmente solteira. Talvez depois que rompesse com Robert ela começasse a poupar seus tostões para uma viagem de volta. Quanto mais cedo melhor.

Não, não estou cansada. Estou vestida apropriadamente? Eu preciso me trocar?

Você parece ótima para mim. Os olhos de Shooter

mostravam sua apreciação quando varreram ― na de cima abaixo.

― Eu gosto das botas nesse momento.

Obrigada. ― Maryann esperava que não estivesse corando

tão intensamente como parecia que estava. ― Então, onde estamos indo?

Primeiro, nós vamos levá-la a um verdadeiro churrasco do

Texas. Não há nada parecido no mundo e você tem que experimentar enquanto está aqui. ― O entusiasmo de Wes era contagiante. Ela sorriu. ― Brilhante. Eu adoraria experimentar.

Shooter deu um passo adiante. ― Então, vamos lhe dar uma festa.Com todos na cidade

Shooter deu um passo adiante. ― Então, vamos lhe dar uma festa.Com todos na cidade para a competição de amanhã à noite , deve ser um inferno de um tempo legal. Você está pronta? Maryann assentiu. ― Estou pronta. Uma festa, cheia de cowboys como os que estavam na frente

dela agora? Os que estavam fazendo suas partes inferiores sentirem- se todas quentes e líquidos? Ela estava em apuros, mas talvez esse problema fosse exatamente o que ela precisava agora. Embora fosse

melhor ela ter sua libido sob controle

romper com ele por telefone. Wes se adiantou para abrir a porta do apartamento para que ela pudesse passar primeiro, depois Shooter correu para abrir a porta do caminhão para ela e Maryann notou que resistir a estes dois doces, para não mencionar quentes, caras não ia ser fácil.

ou ligar para Robert e

Capítulo Quatro

Maryann tomou outro gole de algo que soube muito bem que foi diretamente para sua a cabeça. ― O que é isso de novo? ― Bebida energética com álcool. ― Shooter sorriu. ― Achei que iria ajudá ― la com o fuso horario e tudo isso. Com certeza que ia ajudá-la, ajudando ― a a pensar que talvez ela devesse pegar na fivela enorme de Shooter e ver o que estava

― Ellen disse algo antes que eu não entendia. Sobre cowboys colecionarem coelhos e fivelas?

― Ellen disse algo antes que eu

não entendia. Sobre cowboys colecionarem coelhos e fivelas?

Shooter engasgou com o gole que tinha acabado de tomar.

Nossa, garota. Avise um cara antes de você dizer algo

assim. Ele tossiu e enxugou o rosto com a mão e sorriu. ― Então você quer saber sobre coelhos e fivelas, não é? Maryann assentiu. ― Sim.

Ele parecia ainda mais diabólico do que ela tinha se acostumado no curto espaço de tempo que ela o tinha conhecido. Pelo menos ela pensou que ele parecia enquanto seu rosto nadava um pouco diante dela. Ela precisava parar de beber essas coisas.

Bem, vamos apenas dizer que quanto maior a fivela, melhor a cowgirl. ― Shooter sorriu.

correlação. ― Maryann

franziu a testa quando precisou de duas tentativas para sair a

última palavra.

As mulheres gostam de cowboys que ganham. Quando

ganhamos um evento, ganhamos uma fivela grande.

por trás dela. Isso a fez lembrar

Eu ainda não entendi a corr

Como a sua.

Como a minha. ― Ele sorriu e tomou outro gole do seu

copo.

Então você está dizendo que as garotas ficam atraídas pela

sua grande fivela. Shooter tossiu novamente, então balançou a cabeça e colocou o copo ao lado dele. ― Eu não vou beber mais. Um homem é susceptível a sufocar até a morte ao seu redor. E sim, as garotas podem vir a mim por causa da fivela grande, mas ficam por perto por causa do que está por trás disso. Maryann engoliu em seco com a sua insinuação. ― Oh.

Wes veio de trás do caminhão, celular na mão. Em seu estado alcoolizado, ela havia

Wes veio de trás do caminhão, celular na mão. Em seu estado alcoolizado, ela havia esquecido por um minuto que seu celular havia tocado e ele teve que ir para fora para tentar encontrar um sinal melhor. ― Ellen acabou de sair do trabalho e tem um pneu furado. Ela precisa que eu vá ajudá-la a troca-lo.

― Vá. Eu levo Maryann para sua casa em segurança. ―

Shooter acenou com a mão para ele. As sobrancelhas cor escuras de Wes subiram alto sob a aba do seu chapéu. ― Oh, realmente? E exatamente como você faria isso? Já que todos vieram no meu caminhão. Shooter deu de ombros. ― Vou chamar um táxi para nós.

Não, acho que vou me sentir muito melhor se eu o deixar em sua casa, Maryann no meu apartamento, e depois ir buscar Ellen.

― Wes voltou-se para ela. ― Isso soa bem para você? Você está

pronta para ir para casa? Maryann assentiu. A festa tinha sido algo que ela nunca tinha experimentado antes. Caminhões, cowboys, música e álcool, mas ela estava mais que pronta para ir antes que fizesse algo estúpido, como começar a dançar na traseira do caminhão como a garota seminua que estava girando nas proximidades. ― Bom. Vamos. ― Wes assentiu com um olhar para Shooter. Wes colocou a mão sob seu cotovelo e guiou-a ao redor do caminhão. Ele abriu a porta do lado do passageiro, mas a altura do caminhão parecia estar além dela em seu estado. Ela entregou-lhe o copo que ainda segurava, por que ela precisaria das duas mãos para subir.

― Você realmente sabe como estragar um bom pedaço. ― Shooter deu a Wes um olhar pouco amigável. Wes bufou. ― Esse é o plano.

Enquanto isso, entrar no caminhão ainda estava se mostrando um desafio para Maryann. ― Aqui

Enquanto isso, entrar no caminhão ainda estava se mostrando um desafio para Maryann.

― Aqui vamos nós, querida. ― Antes que ela percebesse, as

mãos Shooter estavam em torno de sua cintura enquanto ele a içava

no banco.

― Obrigada. ― A mudança súbita de posição fez sua cabeça

rodar. Ela tocou a testa. ― Essa bebida vai mesmo para a sua

cabeça.

E Shooter deveria saber isso antes de dar a você. ― Wes

deu a volta para o lado do motorista do caminhão e puxou a porta

aberta.

É uma festa. Acalme-se. ― Shooter se inclinou na direção

dela. ― Ele está ranzinza, porque tinha que ficar sóbrio para

dirigir.

Sim, é por isso. Wes atirou para seu amigo uma

carranca quando o motor do caminhão rugiu para vida. Olhou

Maryann, no assento do banco entre ele e Shooter. Vocês colocaram o cinto?

Desde que ela não conseguia lembrar se tinha ou não, ela teve que olhar para baixo e certificar-se. Sim.

Ok, então. Lá vamos nós. Wes colocou a marcha no caminhão, e sua coxa pressionou contra a dela.

Ok, então. Maryann assentiu.

Enquanto Wes aquecia o lado esquerdo de seu corpo por sua mera proximidade, Shooter fazia o mesmo à sua direita. A combinação funcionou para fazê-la se sentir aquecida diretamente em seu núcleo. Tensão sexual rodou com intoxicação até que ela sentiu como se flutuasse acima de tudo. ― Eu estou bêbada.

Uma explosão de riso veio de Shooter. ― Sim , eu diria que você está.

Uma explosão de riso veio de Shooter. ― Sim, eu diria que você está. E se Wes não estivesse aqui, eu estaria tirando proveito de você, doçura. Ela se virou para Shooter. Ah, você estaria?

Ah? Ela pode ouvir o choque na voz de Wes e olhou

para ele para ver sua carranca. Maryann, eu não sei como é na Inglaterra, mas um cara se aproveitando de uma garota quando ela bebeu muito não é uma coisa boa aqui no Texas. Mas você não entende. Meu próprio noivo nem sequer quer mais fazer sexo comigo . Esta era demasiada informação para compartilhar com dois homens que ela mal conhecia, mas ela não conseguia parar de derramar para fora agora que ela tinha começado.

Você está noiva? Wes olhou para seu rosto, em

seguida, para baixo em sua mão. Você não usa um anel.

Ele está certo, doçura. A mão de Shooter tocou seu

joelho. Uma garota gostosa como você deveria usar um anel

quando está noiva para que caras como eu saiba o placar. É somente o certo.

Você acha que eu sou gostosa? Ela virou a cabeça em direção a Shooter.

Eu acho que você perdeu o ponto, disse Wes.

Ela girou a cabeça de volta para ele. Você acha que eu sou

gostosa também?

Ele riu e olhou para fora da janela lateral antes de olhar para ela. Não que isso seja importante agora, mas sim, eu acho.

Vocês não acham que sou gorda? Maryann olhou para

o cowboy na esquerda dela, de volta para o outro à direita dela e esperou por uma resposta. Robert havia dito que ela deveria fazer

uma dieta, porque ela estava ficando muito grande. ― Sejam honestos. ― Claro que não,

uma dieta, porque ela estava ficando muito grande. ― Sejam honestos.

Claro que não, eu não acho que você esteja gorda. Eu acho

que você esta perfeita. Como disse, se Wes não fosse um cara tão

fodidamente chato e você não estivesse comprometida, eu estaria em cima de você. Shooter sorriu. Maryann girou de volta para Wes. E você? Wes balançou a cabeça. Eu realmente espero que você não

se lembre de nada desta conversa pela manhã, mas não, eu não acho que você seja gorda e se você não estivesse envolvida, Shooter aqui teria muita luta em suas mãos porque eu provavelmente estaria em cima de você também.

Bem, não haveria necessidade de lutar por mim, porque eu gosto de vocês dois. Shooter riu alto ao lado dela.

Oh, homem. E você pensando que as garotas britânicas

fossem frias e parecidas com babás. Você estava errado.

Bem, não importa agora, não é? Porque ela está noiva.

Mesmo que ela não esteja usando um maldito anel. Wes murmurou a última parte, mas Maryann ouviu.

Meu anel está em minha bagagem. Tirei-o quando decidi

romper com Robert. Wes olhou para ela. Quando você decidiu isso?

Em Atlanta, ela respondeu a questão com naturalidade.

Quando você estava em Atlanta? ― Shooter pareceu

surpreso. Ela olhou para ele. Quando meu vôo de Londres fez uma escala lá e tive que mudar de avião. Ela girou a cabeça de volta para Wes. ― Eu tive de tomar um trem interno para chegar ao meu avião.

― Sim, o aeroporto de Atlanta é grande. ― Wes olhou para ela e suspirou.

Sim, o aeroporto de Atlanta é grande. ― Wes olhou para

ela e suspirou. ― Ok, vamos fazer isto de outra maneira. O que fez

você decidir durante uma escala em Atlanta romper o seu noivado com seu noivo?

Sua mentira sobre o sanduíche começou tudo, eu acho,

mas as crianças provavelmente foram o que fez a minha decisão final.

Você tem filhos? ― Wes parecia ainda mais chocado do que quando ela disse que estava noiva.

Não. Esse é o problema. Você quer ter filhos, Wes?

Wes olhou para ela. ― Sim, eu quero. ― Muitos deles? ― Maryann perguntou-lhe.

Uns poucos. Três talvez. A expressão de Wes suavizou- se. ― Você quer ter filhos?

Sim. Eu quero uma casa cheia. ― Ela balançou a cabeça

com tanta força que fez sua cabeça girar. Shooter limpou a garganta. ― Hum, eu quero filhos também.

É por isso que eu tenho praticado tão frequentemente quanto possa. Maryann deu uma risadinha. ― Você é engraçado.

Ele é um idiota. ― Wes olhou novamente. ― Então

vamos voltar a este noivado rompido.

Bem, esse é o problema. Eu não quero terminar com ele

por telefone. Isso significa algo, mesmo que ele esteja me traindo.

― Shooter

inclinou-se para chamar sua atenção.

Acho que sim. ― Maryann assentiu. ― Eu não tenho

nenhuma prova ainda, mas não importa, porque ele não levou a minha bagagem ou abriu as portas ou pensa que eu sou gostosa e nunca o fará. ― Sua raiva começou a aumentar com cada coisa

Opa, espere um minuto. Ele está te traindo?

nova que ela pensou que a incomodava sobre Robert. O contraste entre ele e os

nova que ela pensou que a incomodava sobre Robert. O contraste entre ele e os homens com ela no caminhão estava aparecendo. De

repente, sua decisão foi tomada. ― É isso. Eu vou lhe telefonar agora e terminar com ele.

Maryann, você bebeu muito. Você pode querer pensar sobre

isso primeiro. ― Wes estava soando muito como seu pai no momento. Ele era muito mais quente quando ele não estava falando assim com ela.

Não, eu quero fazer isso agora. Então eu posso fazer o que

quiser, enquanto eu estou aqui e não me sentir culpada. Onde está

minha bolsa com meu telefone?

Aqui vamos nós. ― Shooter deixou cair a bolsa no colo. ― Precisa que eu a ajude a discar?

― Shooter

― o tom de Wes estava cheio de aviso.

O quê? Ela decidiu rompê-lo, em Atlanta. Você não estava

bêbada lá, estava querida? ― Shooter tocou seu joelho. Suas

pernas se desfizeram quando ela imaginou a mão indo mais acima. Ela precisava fazer esta chamada e agora.

Não, eu não estava. Agora silêncio. Eu estou ligando.

Que horas são em Londres? ― Shooter sussurrou.

Nenhuma hora que você quisesse que sua noiva lhe ligasse

para acabar com você, tenho certeza, ― Wes respondeu. Maryann acenou com a mão para eles. Shh. Ele está tocando. Agora que ela estava decidida a fazê-lo, ela começou a se sentir um pouco doente do seu estômago. Mas de novo, podia ser uma combinação do churrasco tudo-o-que-você-pode-comer com copos vermelhos cheios de uma bebida misteriosa. O toque parou quando Robert atendeu o telefone.

― Já era uma sagrenta hora você me ligar para dizer que tinha chegado. Isso

Já era uma sagrenta hora você me ligar para dizer que tinha chegado. Isso era uma amorosa maneira de atender o telefone.

Eu fiz a chamada. Eu tentei o escritório e sua secretária

disse que você tinha ligado dizendo que estava doente. Tentei seu

celular algumas vezes e estava sempre desligado. Eu deixei uma mensagem. Oh, uh, sim. Eu não me sentia bem e desliguei. Ela estava bêbada, mas ainda tinha bastante juízo e coragem para tentar pegar Robert em suas mentiras. Ela esperava que suas habilidades de atuação não estivessem diminuídos pelo álcool. Sinto muito. Acho que isso significa que você teve que cancelar a grande reunião , porque você estava doente. Uh, sim. Eu tive. Chatice completa. Tenho que reagendar

isso. Ele hesitou um pouco e Maryann percebeu exatamente quantas vezes ele fez isso. Quantas mentiras ele tinha dito a ela?

Olhe, Robert. Eu sei. Eu sei que você desaparece do

escritório por duas horas todos os dias. Eu sei que você não tinha nenhuma reunião agendada ontem. Eu até sei que não havia malditos sanduiches estragados.

Que história é essa com o sanduíche? ― Shooter

sussurrou. Wes silenciou-o quando Maryann continuou.

Eu sei que provavelmente você está vendo alguém e você

sabe, eu não me importo. Estou farta. Nós estamos acabados. Eu não quero mais me casar com você. Ela esperava uma negação, uma mentira, até mesmo a raiva por sua acusação. Algo típico de Robert. O que ela conseguiu foi um silêncio de morte pelo que pareceu uma eternidade, então ele soltou um suspiro alto.

― Sinto muito, Maryann. Eu deveria ter rompido isto com você mesmo. ― Quando Robert

Sinto muito, Maryann. Eu deveria ter rompido isto com você mesmo. ― Quando Robert finalmente falou, sua voz era estranhamente apologética.

Por que você não

?

Porque ela é casada. Eu pensei que, como ela e eu não

pudessemos estar juntos, eu poderia muito bem ficar com você. Maryann estava espantada. Robert não conseguia nem mesmo

agir honrosamente em suas indiscrições. Não importava. Ela estava farta. Eu me mudarei quando voltar.

Não, mantenha o apartamento. Vou começar a me mudar

hoje.

Como você vai encontrar um lugar ela começou a

perguntar, e então algo bateu nela. Ele já tinha um outro lugar. Era,

provavelmente, onde se encontrava com a outra todos os dias. Seria muito mais barato do que alugar um quarto de hotel para duas horas diárias, semana após semana. ― Você realmente é um adolescente estúpido, Robert. Ela fechou e desligou o telefone e sentou-se em um silêncio atordoado. No silêncio escuro do caminhão, enquanto Maryann tentava absorver o que Robert era e sempre fora, o telefone de Wes tocou, estridentemente alto. Ele amaldiçoou em voz baixa e fez malabarismos com o volante e seu telefone, finalmente respondendo ao segundo toque. ― Eu estou a caminho, Ellen. Wes fez uma pausa e Maryann pode ouvir o som suave da voz de Ellen distante através do fone de ouvido, embora ela não conseguisse entender as palavras.

Vejo você em

casa mais tarde então. Wes desligou o telefone e enfiou no bolso

Tudo bem

Sim, ainda estamos com ela

da camisa. Ele olhou para ela. ― Ela conseguiu alguém no trabalho para trocar o

da camisa. Ele olhou para ela. Ela conseguiu alguém no trabalho para trocar o pneu para ela. Você está bem?

Você ouviu tudo isso? Robert também?

Wes fez uma careta. ― Pois é. Desculpe. Você está bem?

Eu estou bem. É um bocado reconfortante, na verdade,

saber a verdade.

Se ele não estivesse do outro lado do oceano, você sabe

que ele estaria diante de nós agora mesmo para pagar por tudo que fez com você. Pela primeira vez desde que ela o conheceu, Shooter não tinha um sorriso pronto ou um tom brincalhão em sua voz.

Ela não chorou quando Robert admitiu ter um caso, mas a bondade destes dois homens que tinham sido perfeitos estranhos apenas algumas horas atrás a levou às lágrimas agora. Ela passou a mão por seus olhos quando elas apareceram. Sinto muito. Eu não sei porque estou chorando.

Você não tem que se desculpar. ― Shooter passou o braço

em torno de seu ombro e apertou-a contra ele. Você pode chorar ou xingá-lo tudo o que quiser. Nós não nos importamos. Estar em seus braços parecia trazer mais emoções e Maryann começou a tremer. Ellen disse ao telefone, se quiséssemos passear, deveríamos ir. Ela estava indo para casa dormir um pouco e iria vê-

la pela manhã. Então

tentou respirar, isso se tornou mais um soluço de enorme tremor.

Ah, querida. Sinto muito. ― Shooter envolveu o seu outro

braço em volta dela e esfregou as costas dela. Maryann afastou-se para trás o suficiente para olhar para Wes através de suas lágrimas, que ela não conseguia parar. Eu prefiro não conhecê-la assim.

― Para seu constrangimento, quando ela

Wes assentiu. ― Shooter , tudo bem se ficarmos na sua casa por um tempo?

Wes assentiu. ― Shooter, tudo bem se ficarmos na sua casa por um tempo?

Claro. Ele limpou o rosto dela com uma mão. ― Está

bem para você? Não é nada especial. Tenho certeza de que será perfeitamente adorável. Obrigado. Ela forçou um sorriso e deixou Shooter puxar a cabeça dela contra seu peito. Ela fechou os olhos. Pela primeira vez ia sentar e deixar que alguém tomasse conta dela. Era bom.

Capítulo Cinco

Ei, Ellen. Vamos ficar um pouco na casa de Shooter. Eu não quero que você se preocupe conosco.

Tem certeza que é uma boa idéia? Oh Deus, Maryann esta

na dele, não está? Demônio,Wes. Você tinha que juntá-la a ele? Uma

doce menina britânica como ela não tem chance contra um homem como Shooter. Wes olhou para Maryann, semi-adormecida no sofá enquanto Shooter sentava ao lado dela, esfregando suas costas. Sim, ela estava na dele.

Matava-o admiti-lo, mas a prova estava bem ali na frente de seus olhos, aconchegada como um gatinho no colo de seu melhor amigo, enquanto Wes queria, era que ele estivesse lá sentado com

ela em seu lugar. ― Estou fazendo o meu melhor aqui, Ellen. Tem sido um

ela em seu lugar. ― Estou fazendo o meu melhor aqui, Ellen. Tem sido um inferno de uma noite.

O que aconteceu?

Ele explicou tudo tão baixinho e rapidamente quanto possível. Não era exatamente seu negócio dizer sobre a situação de Maryann

para Ellen, mas ele não tinha muita escolha na situação atual. Quando ele terminou, Ellen respondeu com um choque,

Uau.

Wes soltou uma risada curta.

Sim, o inferno de uma coisa que aconteceu em sua primeira noite aqui.

Sim, realmente. Coitadinha. Obrigada por tomar conta dela. De verdade, Wes. Eu realmente aprecio isso.

Está tudo bem, Ell. Ela é um doce. Eu gosto dela. Não

era um eufemismo. Ele olhou para Shooter, que tinha mudado-se para acariciar os cabelos de Maryann. ― Ouça. Eu vou voltar para Maryann. Acho que vejo você de manhã.

Ok, mas tente descansar um pouco. Você estará

competindo amanhã à noite. Assim como Shooter. Ao inferno se Wes iria dormir antes de Shooter. Não com Maryann deitada em seu colo.

Eu sei. Eu tomo um cochilo se precisar amanhã.

Tudo bem. Noite, Wes.

― Noite, irmã. ― Wes desligou a chamada e empurrou o

telefone para o bolso, mas depois não sabia o que fazer consigo mesmo. Ele estava se debatendo quando Maryann levantou a cabeça.

Ellen está chateada?

― Nem um pouco. ― Wes foi para a frente do sofá e sentou -

― Nem um pouco. ― Wes foi para a frente do sofá e sentou-

se no pequeno espaço na ponta. Ele puxou as pernas Maryann para

o seu colo. ― Parece que você está se sentindo um pouco melhor. Melhor suficiente para Wes tirá-la de lá antes que Shooter avançasse mais. Eu estou. Obrigada. Beber água ajudou. Eu acho que ele estava falando sobre como está se sentindo ai dentro. ― Shooter sorriu e colocou a mão em seu peito, exatamente onde estava seu coração, e não por coincidência seu peito. Wes pode ouvir a sua respiração rápida. Ela olhou para a mão Shooter, e depois para seu rosto. Definitivamente, hora de ir.

― Então, quer ir? ― Wes sentou-se para a frente, pronto

para pegá-la e levá-la para o caminhão se tivesse que o fazer.

Não. Eu quero ficar.

Shooter sorriu para ele. ― Você ouviu a senhora. Ela quer

ficar. Você pode ir se quiser,Wes. Não se preocupe, eu vou cuidar bem dela.

― Oh, tenho certeza que você vai. ― Wes estava pronto

para vomitar fogo quando a mão de Maryann tocou sua coxa. ― Eu quero que todos nós fiquemos aqui esta noite, juntos. Wes quase engasgou. Ele não podia assumir que ela quis dizer o que ele pensou que significava. Ele deve ter entendido mal. Mesmo Shooter reagiu à sua sugestão. Suas sobrancelhas dispararam. ― Você poderia querer explicar isso melhor, doçura.

Porque a minha ideia de todos nós ficarmos juntos e sua podem ser diferentes.

― Eu acho que não. ― Sentou-se e inclinou-se para Shooter, pressionando a boca na dele.

Enquanto Wes a via beijar seu melhor amigo, ela agarrou sua camisa e puxou-o para

Enquanto Wes a via beijar seu melhor amigo, ela agarrou sua camisa e puxou-o para mais perto. Então, ela virou-se para ele e sua boca estava na dele, quente e insistente. Ela empurrou sua língua dentro da boca dele e, mesmo que fosse um homem mau, ele deixou

e gostou. Ela colocou a mão em seu estômago e ele não fez objeção

quando ela foi para baixo perigosamente perto de sua ereção agora dura como rocha. Na verdade, ele continuou a beijá-la e gostando, até que sentiu

a mudança de peso de Shooter no sofá. Wes abriu os olhos para ver as mãos de seu amigo em volta da cintura de Maryann e começando

a trabalhar nos botões dos seu jeans. Ele quebrou o beijo e foi para trás apenas o suficiente para ser capaz de ver seus olhos, com as pálpebras pesadas por causa do álcool e da hora. ― Maryann, você bebeu muito.

― Eu sei. ― Sua voz suave e sexy atravessou-o ainda mais

do que antes, agora que ele a tinha provado. ― Eu nunca seria corajosa o suficiente para fazer isso se eu não estivesse. Corajosa ou estúpida? Eu não tiro vantagem de mulheres bêbadas. Você não está se aproveitando de mim. Eu comecei. E não estou tão bêbada. Ouvir que seu noivo tem transado com uma mulher casada, todos os dias durante o almoço, tende a deixar a pessoa sóbria. Shooter, pressionado por trás de Maryann, apoiou o queixo no ombro dela. Ela está bem. Ela sabe o que está fazendo. Wes fez uma careta. Claro que Shooter diria isso. Ele era um cão quando se tratava de mulheres. Ele estava pensando em dizer isso em voz alta quando Maryann tocou seu rosto.

― Wes, eu passei minha vida inteira fazendo o que as outras pessoas queriam para

Wes, eu passei minha vida inteira fazendo o que as outras

pessoas queriam para mim. Fui para as escolas que meus pais escolheram. Estudei o que eles pensavam que era bom para mim. Eu sou uma assistente administrativa, e o que eu realmente queria era estudar arte. E então, nos últimos dois anos, eu vivi a vida que

Robert queria, não a minha. Eu quero viver para mim. Só uma vez. Vendo a paixão em seus olhos, ouvi-la em sua voz, fez Wes querer empurrar Shooter para fora do sofá, virar Maryann em suas

costas e fodê-la até ficar sem sentido. Em vez disso, ele pegou a mão dela na sua, deu-lhe um apertão e disse: ― Tudo bem. ― Ele olhou para Shooter. ― Há lençóis limpos na sua cama?

A expressão de Shooter era uma mistura cômica de choque e

emoção pela pergunta de Wes.

Sim. Mudei-os dois dias atrás.

Um variado número de coisas podiam estar neles agora, conhecendo Shooter, mas teria que servir. Wes assentiu.

Então, vamos continuar com isso lá no quarto. Eu estou supondo que você esteja bem abastecido.

A única coisa que Shooter fazia com as mulheres e que Wes

aprovava de todo o coração era sempre usar proteção.

Shooter sorriu enquanto se levantava.

Sempre. Você precisa perguntar?

― Na verdade não. ― Wes levantou-se e estendeu a mão

para Maryann, que observava a conversa tranquilamente. ― Pronta?

― Sim. ― Ela pôs a mão na sua. Ela estava tremendo.

Ele apertou os seus dedos. ― Está nervosa? Ela assentiu com a cabeça. ― Sim.

Tem certeza que deseja fazer isso? Vou levá-la para Ellen

agora se você quiser e nós nunca vamos falar sobre isso novamente.

Shooter fez uma profunda careta atrás de Maryann mas ele não precisava se preocupar que

Shooter fez uma profunda careta atrás de Maryann mas ele não precisava se preocupar que Wes fosse estragar sua diversão. Maryann puxou a mão de Wes e começou a caminhar em direção à porta aberta do quarto. ― Eu tenho certeza. Shooter sorriu. ― Você ouviu a senhora. Ela está certa e eu tenho certeza como inferno que estou mais do que pronto para fazer o Texas em dois passos.2 Wes baixou a cabeça uma vez. ― Tudo bem, então. Vamos dançar.

Capítulo Seis

Maryann tinha brincado dizendo que não havia nada como uma traição do noivo para uma garota ficar sóbria, mas a verdade era que os dois cowboys, cada um puxando uma das suas botas quando ela se sentou na beirada da cama, estavam fazendo um estrondoso melhor trabalho de lhe limpar a cabeça. Ela nunca tinha estado mais certa, ou nervosa, em sua vida.

2 - Texas em dois passos : * Quando uma mulher faz ao homem um boquete inofensivo, e ele termina e ela se prepara para ir, pensando que ela já está feita. Então o homem puxa-a, prende-a volta, e começa a foder de verdade, usando a posição de vaqueira.

Onde diabos ela tinha se metido? ela começou a parar de pensar e apenas sentir

Onde diabos ela tinha se metido? ela começou a parar de pensar e apenas sentir o comprimento duro deles pressionado em sua barriga, os magros e músculos fortes nos braços, envolvidos em torno dela. Wes colocou os braços em volta de Maryann pela parte de trás. Ele puxou seu casaco para baixo pelos braços. Trabalhando em conjunto com Wes como uma equipe coordenada, Shooter se inclinou para trás e puxou a camiseta para cima e sobre a cabeça. Ele deixou cair no chão e, em seguida, passeou as mãos de sua cintura, até o sutiã. Com um sorriso, ele chegou às costas e desapertou mais rápido do que ela mesma poderia. Ao mesmo tempo, Wes tinha aberto seus jeans e os empurrou para baixo de suas pernas. A sensação de suas mãos quentes e ásperas contra a pele nua de suas coxas enviou um arrepio através dela. Ele a ajudou a sair das calças no chão. Só de calcinha e meias agora, ela estava ficando nua muito rápido, e sem nenhuma ajuda da parte dela. Os dois cowboys do Texas estavam cuidando de tudo para ela. ― Vocês dois trabalham bem em equipe. Shooter riu, nunca parando seu carinho, que havia se mudado para os seios. Nós quase fomos. Wes e eu tentamos fazer uma equipe de roping3 por um tempo.

Nós fazemos o melhor tie-down rope4 (4)*. ― Wes,

pressionado contra as suas costas, falou perto de seu ouvido. O calor

da sua respiração enviou outro calafrio inexplicável através dela.

(4) Laçar e prender o vitelo, no rodeio. Aqui deve ser usado como prática sexual, mas não encontrei tradução

 

para tal.

3 - Roping - Durante o ato de um trio (dois caras, uma garota) um cara está em cada extremidade da garota, que está de quatro, os dois homens entrando no sítio que ela está virada. É como se seus paus estivesses ligados no meio quando o movimento começa. Portanto, seus paus são a corda que sai de ambos os lados da garota.

4 - Laçar e prender o vitelo, no rodeio. Aqui deve ser usado como prática sexual, mas não encontrei tradução para tal.

Ela sentiu a pele nua de Wes contra a dela. Então ela sentiu alguma coisa

Ela sentiu a pele nua de Wes contra a dela. Então ela sentiu alguma coisa pressionando contra ela e percebeu que ele estava totalmente nu, e mais do que pronto para dançar,como ele havia dito antes. O pensamento deixou-a de boca seca. Ou talvez fosse apenas a adrenalina que tinha queimado todo o álcool fora de seu

sistema. Ela tinha ficado muito sóbria muito rápido. Ela não tinha certeza de que era uma boa coisa a considerar. Shooter inclinou a cabeça e correu seus lábios sobre o pescoço, alternando entre beijos e mordidas. Sua boca trabalhou na orelha oposta de onde Wes fez uma pausa para beliscar em seu lóbulo.

 

Eu não sei o que vocês dois fazem no rodeio. ― Deve ser

das boas maneiras britânicas incutidos nela desde o nascimento que fizeram Maryann sentir que ela precisava manter uma conversa educada, mesmo em um momento como este.

 

Vamos mostrar ― lhe um pouco, doçura. Eu tenho uma

string piggin5, que esta aqui em algum lugar. Eu tive alguns momentos de diversão poderosos com seqüências de piggin", tanto dentro como fora da arena. ― Shooter disse as palavras contra sua orelha, antes de se afastar. ― Mas agora, eu estou terrivelmente agasalhado. Enquanto Shooter começava a arrancar as botas e roupas, Wes cuidou das poucas peças de vestuário que Maryann ainda tinha. Então ela se levantou diante deles, em um quarto muito iluminado

para seu gosto, tão nua como o dia em que nasceu. Wes virou para

encará-la, e seu olhar desceu para cobri-la toda. Ela sentiu o calor nas bochechas. Ele sorriu e seus olhos fixaram os dela. ― Você é tão bonita.

 

Não, eu não sou.

5

- (5) Corda pequena usada para prender o vitelo (5)** Trocadilho de ação do redeio com sexo com mulheres obesas

― Shh. É. ― Da maneira como Wes olhou para ela, ela quase acreditou. ―

― Shh. É. ― Da maneira como Wes olhou para ela, ela quase

acreditou. Ouça-o, querida. Wes não mente sobre nada. ― Shooter estava atrás dela agora, tão quente e nu como Wes estava na frente dela. ― E ele certamente não ia mentir sobre isso. Você é bonita.

Suas mãos encostaram em sua cintura, assim como sua ereção pressionou-se contra suas costas. Ele não estava tímido sobre usá- lo enquanto trabalhava seu pau entre as bochechas de seu traseiro e usava a ponta suave para acariciá-la intimamente. Ela soltou um pequeno gemido, totalmente diferente do seu silêncio habitual durante o sexo. Embora ela nunca tenha feito sexo assim antes. Nem mesmo perto disso. Wes segurou seu rosto entre as mãos e se inclinou para beijá-la suavemente, depois com mais insistência. Ele se afastou e tomou uma respiração profunda, irregular. ― Porra, eu quero estar dentro de você. O puro desejo irradiando de Wes fez seu peito apertar-se. ― Então, não espere. Com um rosnado quase selvagem, Wes passou os braços em torno dela e levantou-a do chão. Ela gritou quando Wes girou e rodou-a se dirigindo para cama, carregando-a. ― Eu sou muito pesada.

Você realmente não sabe o que fazemos para viver, não é?

― Shooter seguiu-os. ― Nós pegamos e jogamos bezerros de

duzentos e cinqüenta quilos para o chão. Apesar do fato de que um homem muito nu e excitado tinha acabado de agarra-la e jogado num colchão onde os dois estavam prestes a fazer amor com ela, Maryann ainda estava impressionada com isso. ― Sério? Isso é o que vocês fazem?

Wes levantou sua cabeça, de onde ele tinha acabado de colocar um de seus mamilos

Wes levantou sua cabeça, de onde ele tinha acabado de colocar um de seus mamilos na boca. A visão dele, seus olhos azuis olhando para ela, seus lábios tentadores pairando logo acima do peito nu, tirou seu fôlego. ― Como você pode não saber o que os tie-douwn ropers6 fazem? Eu pensei que Ellen tivesse dito que você assistiu a rodeios.

 

Eu só fui capaz de encontrar montagem profissional do

touro na televisão onde eu moro. Nada das outras coisas.

Quando Wes ajoelhou-se sobre as pernas dela, Shooter se arrastou para a cama ao lado dela, Maryann deixou de se preocupar com esta conversa. ― Podemos conversar sobre isso mais tarde?

 

Muito mais tarde. ― Shooter agarrou seu rosto, virou ― o

em direção a ele e reclamou sua boca ao mesmo tempo em que Wes sugava um mamilo entre os lábios. Ela puxou uma respiração forte, Shooter quebrou o beijo e sorriu para ela. Ele correu a ponta de seu dedo sobre o lábio inferior. ― Eu quero escorregar dentro dessa sua boca linda. Posso? Com o coração batendo forte, ela balançou a cabeça.

 

Abaixe um pouco. ― Shooter mal tinha feito o pedido

quando Wes agarrou seus quadris e deslizou-a para baixo na cama. Shooter riu. ― Obrigado, amigo.

 

Não tem problema. ― Wes parecia menos jovial que seu

amigo. Sua expressão era totalmente séria quando Shooter reposicionou ― se e então ele estava ajoelhado, abrangendo seu torso. ― Espere, Shooter. Antes de se envolver demais, onde você guarda o seu esconderijo?

6

- uma prova do rodeio que apresenta um bezerro e um cavaleiro montado em um cavalo . O objetivo desta

prova cronometrada é o vaqueiro pegar o bezerro jogando um laço de corda em torno do seu pescoço, desmontar do cavalo, correr para o bezerro, e restringi-lo, amarrando três patas juntas, em tão curto um tempo quanto possível.

― Criado Mudo. ― Shooter se abaixou e abriu uma gaveta na mesa ao lado

― Criado Mudo. ― Shooter se abaixou e abriu uma gaveta

na mesa ao lado da cama. Ele colocou a mão dentro e pegou um pequeno pacote e jogou ― o para Wes, que pegou em uma mão. Maryann achou difícil respirar enquanto ela observava a troca. Isso iria realmente acontecer. Pior, ela realmente queria. Isso fazia

dela uma prostituta?

― Eu nunca fiz nada como isso antes ― ela deixou escapar

antes que as coisas fossem mais longe. Shooter balançou a cabeça. ― Eu nunca, mesmo por um minuto, supus que você tivesse feito. ― Ele se abaixou e passou a mão sobre o seu rosto. ― Isso é o que torna tudo ainda melhor. Sentindo-se um pouco aliviada que eles não achassem que ela tinha o hábito de agir como uma prostituta, Maryann chegou perto de Shooter e deslizou todo ele em sua boca. Ele assobiou uma respiração e agarrou a cabeceira da cama. Depois foi a vez dela de tentar recuperar o fôlego, quando Wes começou a trabalhar. Wes passou as mãos entre as suas coxas, abrindo-as. Ela sentiu aquelas mãos grandes e fortes que poderiam derrubar um bezerro de quase duas vezes seu tamanho delicadamente abrindo-a, provocando, torturando. Ele deslizou um dedo dentro dela. Quase incapaz de se concentrar sobre o que ela estava fazendo com sua boca, se deixou cair e agarrou o dedo de Wes dentro dela, não querendo que ele saísse.

Quando a quente e úmida língua de Wes tocou-a e começou a trabalhar seu ponto sensível, ela se engasgou com tanta força que tossiu. Shooter puxou para fora. ― Sinto muito, querida. Você está bem?

Ela mal podia dizer as palavras,

porque Wes não tinha parado da mesma forma que Shooter tinha.

― Não é você. É Wes.

Em vez disso, ele concentrou mais esforços tanto com a mão quanto com a boca

Em vez disso, ele concentrou mais esforços tanto com a mão quanto com a boca até que ela estava ofegante. Ela estendeu a mão para Shooter novamente, mas ele balançou a cabeça. ― Eu posso esperar. Divirta-se em primeiro lugar. Maryann não estava certa de que ela realmente respondeu ao paciente cowboy que estava disposto a esperar por seu próprio prazer para que ela pudesse ter o dela. Shooter estava usando uma mão para massagear os seus seios, enquanto se acariciava com a outra, mas ela mal conseguia pensar através das sensações que a assaltavam graças a Wes. Antes que ela percebesse, seus quadris estavam fora da cama e havia ruídos que saiam de sua boca que ela nunca tinha sequer imaginado. Ela mordeu o lábio, na tentativa de ficar quieta, até que o polegar de Shooter acariciou através dele. Ele se inclinou para baixo. ― Não faça isso. Nós gostamos de nossas mulheres gritando aqui no Texas. Especialmente em momentos como este. Não valia a pena. Ela desistiu de tentar se controlar. Um forte orgasmo que ela nunca tinha experimentado rasgou através dela, enviando seus quadris para cima contra Wes. Ele foi com ela. Shooter também, enquanto ele se acariciava mais rápido e olhava seu rosto enquanto ela gozava. Ela ainda estava pulsando quando o toque Wes desapareceu, mas não por muito tempo. Segundos depois, ele afastou mais suas pernas com os joelhos.

Shooter. Você é meu melhor amigo, mas esta não é a

visão que eu quero na minha frente quando eu deslizar para dentro

desta linda mulher. Wes soou com tanta falta de ar como ela se sentia.

― Eu te ouço. ― Shooter vibrou com o riso, em seguida, passou a perna

Eu te ouço. ― Shooter vibrou com o riso, em seguida,

passou a perna sobre ela. ― Eu preciso de um gole de água, de qualquer maneira. Eu estarei de volta. Não faça muito sem mim. Maryann viu a expressão de Wes, a tensão em suas feições era evidente quando ele parou encostado contra ela até o momento que

Shooter saiu da sala. Em seguida, ele mergulhou para dentro, e ela viu o alívio em seu rosto. Ele a encheu completamente e, ainda assim, ela queria mais, queria ele mais profundo. Ela esperava que ele fosse selvagem. Tinha torcido por isso, na verdade. Que mulher não tem uma fantasia de ser jogada para baixo e completamente tomada por um cowboy viril como Wes? O que ela não esperava era a ternura. Seu olhar nunca deixou seu rosto enquanto ele a acariciava lenta mas completamente dentro

e

fora dela. Ele correu as mãos para cima de seu corpo para agarrar

e

segurar as as mãos delas, elevando-as acima de sua cabeça para

seu peito se pressionar contra o dela. Sua respiração estava quente em sua pele, enquanto beijava seu rosto e boca ao mesmo tempo

que

Ela nunca tinha sentido tanta emoção com um homem na cama. Nem mesmo com Robert ― especialmente com Robert. Era como se Wes estivesse derramando amor dentro dela com cada estocada. A tensão aumentou dentro dela novamente. Ele deve ter sentido isso também. Sua velocidade aumentou à medida que seus músculos agarravam-se a ele. Ele parou de segurar suas mãos, em vez disso, segurando e levantando a bunda dela para fora da cama. A mudança no ângulo deixou-a ofegante, e logo após, agarrando os quadris enquanto ela se balançava contra ele. Com o rosto enterrado no ombro Wes, ela gritou quando gozou mais forte, mais intensamente do que a primeira vez. Ele mergulhou

a

amava.

fundo uma última vez, curvou as costas e gemeu alto com sua própria liberação. Ela

fundo uma última vez, curvou as costas e gemeu alto com sua própria liberação. Ela abriu os olhos para encontrar Wes, ainda ofegante, saindo dela.Quando ela virou a cabeça, pode ver o porquê. Shooter estava de volta, sorrindo e de pé ao lado da cama, e o tempo longe não tinha feito nada para diminuir seu entusiasmo. Ele piscou para ela, um gesto tão brincalhão e oposto a intensidade de estar com Wes, que a fez rir.

Você aguenta um pouco mais, querida? Estou tão pronto

que não vou durar muito, posso prometer-lhe isso. ― Shooter entregou a ela e Wes uma garrafa de água. Maryann ficou impressionada mais uma vez pela extrema delicadeza desses homens, mesmo durante essa situação insana. Ela abriu a garrafa e tomou um gole bem necessário. ― Obrigada e eu

estou pronta se você estiver. Ela percebeu o preservativo já esticado sobre ele quando ele balançou a cabeça e estendeu a mão para ela.

― Oh, eu estou pronto. ― Shooter a puxou para seus pés,

girou em torno dela e a inclinou sobre o colchão, colocando-a numa posição em que estava com os olhos nivelados com os de Wes, sobre a cama. Shooter colocou seus pés separados e situou- se logo atrás. ― Espero que você não se importe, mas eu sou um homem de bundas e eu amo essa visão.

Com um tapa brincalhão em sua bunda que soou por toda a

sala,Shooter mergulhou facilmente no interior. Ainda sensível do

orgasmo que

Shooter

parecia bater em todos os pontos certos. Quando ele pressionou o dedo apenas na superfície de seu anus, ela engasgou com a sensação.

Wes

lhe

dera,

― Gosta disso, não é? ― Shooter riu e pressionou um pouco mais fundo. ―

― Gosta disso, não é? ― Shooter riu e pressionou um pouco

mais fundo. ― Nunca conheci uma garota que não desfrutasse de um pouco de provocação lá atrás. Wes se inclinou. Ele enroscou o cabelo dela com as mãos e inclinou a cabeça para que ela pudesse vê-lo. Ela forçou os olhos abertos quando eles começaram a se fechar por causa do prazer que Shooter estava infligindo a ela lá trás. O olhar de Wes era penetrante e intenso, quando disse: ― Beije-me. Com um cowboyo quente como as chamas por trás, mergulhando dentro dela até que ela quase ronronou e outro em frente, furando-a com seu olhar, parou de questionar tudo. Maryann fechou os olhos, beijou Wes e gostou muito da dança.

Capítulo Sete

Você não tem chance de ganhar a rodada agora. Não com a

pena adicionada ao seu tempo. Wes não precisava de que Shooter o lembrasse disso. Ele sabia que tinha quebrado a barreira e isso ia custar uma penalização de dez segundos, no momento em que ele saiu da arena. Ele tinha estado uma porcaria esta noite e sabia disso, e o motivo de tudo issol estava de pé ao longo das linhas laterais ao lado de sua irmã. A

presença de Maryann tinha deixado ele tão no limite, que até mesmo o cavalo maldito

presença de Maryann tinha deixado ele tão no limite, que até mesmo o cavalo maldito tinha percebido isso. Ele não poderia culpar o animal pela pena. Ele tinha simplesmente entendido mal a tensão nele e tinha saído muito cedo. Wes suspirou alto. ― Eu sei. Shooter franziu a testa para ele. ― Onde está sua cabeça esta noite? Ele olhou para Maryann mais uma vez, parecendo como se estivesse tendo o momento de sua vida assistindo o evento. ― Eu não sei.

― Você caiu de quatro

por ela. Wes girou de volta para o seu amigo. Por quem? Maryann? Não, claro que não. Eu nem sequer a conheço.

― Oh, não conhecemos? ― As sobrancelhas de Shooter

levantaram ― se até a aba de seu chapéu. Wes revirou os olhos. ― Eu não estou falando de sexo. Shooter soltou uma risada curta. ― Nem eu. Olhe o quanto nós passamos com aquela garota em pouco mais de vinte e quatro horas? Nós a vimos bêbada e sóbria, feliz e chorando. Estávamos com ela quando ela descobriu que o homem que ela tinha a certeza de que ela ia se casar a traiu e nós estávamos lá quando ela o colocou em seu lugar e o dispensou também. E então, sim, é claro o

que aconteceu ontem à noite na minha casa. Não podemos esquecer isso.

Não, Wes nunca se esqueceria disso. Ele balançou a cabeça, não admitindo nada para Shooter. ― Eu estive com mulheres antes da noite de um evento e elas vinham me ver competir no dia seguinte. Nunca mexeu comigo antes. Estou apenas tendo um dia ruim. Isto é tudo.

― Bem, eu o faço.

Shooter riu.

― Bem, eu espero que você esteja certo, porque tenho a sensação de que você

Bem, eu espero que você esteja certo, porque tenho a

sensação de que você estará repetindo a noite passada com ela de novo hoje à noite e eu odiaria ver você estar assim tão mal amanhã. O que Shooter disse impressionou Wes. Ele olhou para Maryann novamente.Ela estaria interessada em repetir? E a grande questão

era, se fosse acontecer, ela iria incluir Shooter? Wes não era exatamente bom em compartilhar. Ele suspirou. ― Eu vou pegar algo para beber. Você quer alguma coisa?

― Não, eu estou bem. ― Shooter olhou por cima do ombro.

― Não demore muito ou você vai perder sua irmã. A corrida de

barril é a próxima.

Eu não demoro. ― Ele precisava sair um pouco e limpar a

cabeça, algo que ele deveria ter feito antes de competir ao invéz de

depois. Wes balançou a cabeça, tão ocupado a bater-se que não percebeu Maryann até que ele bateu direto nela. ― Demônios. Sinto muito. Ela sorriu, os olhos ardendo. ― Eu não sinto. Eu estive tentada a correr para você. Ele não podia deixar de sorrir. ― Sério? E isso por que Maryann cruzou uma bota sobre a outra e abaixou a cabeça timidamente. ― Agora que eu vi o que um piggin string é, e para que é suposto ser usado, eu não poderia deixar de imaginar o que mais poderia fazer um cowboy com um. Bem, ele estava surpreso. Observá-lo amarrar um bezerro tinha deixado Maryann quente. ― Eu imagino que juntos nós podemos descobrir algumas coisas para fazer com ele. ― O simples pensamento fê-lo tremer de antecipação. Ela engoliu em seco quando o olhar dela caiu momentaneamente para seus lábios. ― Quanto tempo dura este último?

― Um pouco, mas eu estou pronto, então só temos que ficar para ver Ellen

Um pouco, mas eu estou pronto, então só temos que ficar para ver Ellen montar.

― Bom. ― Seus olhos ficaram estreitos enquanto olhava

para ele e ele não pôde resistir. Wes baixou a cabeça e tocou sua boca na dela, pressionando os dois contra a parede de trás do posto

de concessão. Wes largou a boca dela apenas o suficiente para dizer: ― Eu não consigo parar de pensar em você.

― Nem eu. ― Ela agarrou sua cabeça e beijou-o com força.

Ele se afastou novamente. Havia algo que ele precisava saber.

― E quanto a Shooter? Tudo o que fizermos depois, vai incluí-lo?

Você quer?

Inferno, não. – Você quer? ― Wes deu o seu melhor para

manter a voz neutra.Não foi fácil.

O olhar dela procurou algo em seu

rosto.

Se isso significa que ele é meu amigo, sim, o meu melhor,

mas isso não quer dizer que tenho de compartilhar a minha garota com ele. A testa de Maryann se enrugou enquanto ela sorria ao mesmo tempo. ― Eu sou sua garota? Wes puxou e soltou um profundo suspiro. As coisas tinham se tornado realmente sérias, realmente rápido. Ele decidiu baixar a

tensão com alguma piada. ― Você poderia ser, se você jogar suas cartas direito.

― E como é que eu vou fazer isso? ― Ela tinha voltado a ser sedutora e brincalhona. Com isso ele podia lidar.

Ele é seu parceiro

― A corda de piggin’ hoje a noite será um bom começo. ―

Ele sorriu e plantou um último beijo em seus lábios. ― Vamos lá.

Ellen está prestes a montar. Não quero perder isso.

Wes se ajoelhou na frente de Maryann, tentando recuperar o fôlego. Não foi fácil, e
Wes se ajoelhou na frente de Maryann, tentando recuperar o fôlego. Não foi fácil, e

Wes se ajoelhou na frente de Maryann, tentando recuperar o fôlego. Não foi fácil, e não apenas porque as mãos dela amarradas à sua cabeceira com a sua corda piggin ' era a mais maldita coisa quente que ele já tinha visto. Não era nem mesmo porque seu pau estava em sua boca, colocando-o no controle total dela ou que ela confiava nele o suficiente para deixá-lo fazer isso. Era simplesmente ela. Tudo sobre ela. Sua voz. O fato de que ela ainda se recusava a acreditar que ela era bonita, não importava quantas vezes ele dissesse e lhe mostrasse. Sem mencionar o sexo maravilhoso com ou sem a seqüência de piggin. Ela correu os dentes ao longo de seu comprimento, ele puxou. Ele assobiou um fôlego quando a sensação enviou um arrepio em sua espinha.Talvez ele não estivesse no controle total, afinal. Ele realmente esperava que Ellen estivesse dormindo com a televisão ligada novamente, porque, caso contrário, todos eles teriam faces vermelhas na mesa do café da manhã. Tinha havido algumas vezes esta noite que não havia nenhuma maneira de que ele pudesse ter ficado quieto, não importando o quão duro ele tivesse tentado.Este foi um daqueles momentos quando os dentes Maryann fizeram contato novamente enquanto ele empurrava de volta para sua boca. Ele soltou um gemido, tão perto de gozar que ele podia sentir o formigamento em suas bolas. Ele não se conteve. Havia muitas coisas que ele queria fazer a Maryann, enquanto ela

estava à sua mercê. Ele puxou mal tendo tempo de pegar a caixa de lenços

estava à sua mercê. Ele puxou mal tendo tempo de pegar a caixa de lenços ao lado de sua cama. Ele deixou cair a testa contra a dela enquanto tentava recuperar o fôlego.

Por que você tirou?

Porque eu esqueci de perguntar se estava tudo bem se eu ficasse até que fosse tarde demais. A expressão dela se suavizou. Você é tão doce. Wes deixou escapar uma risada. Isso é doce?

Sim é, e sim, para que você saiba para a próxima vez, tudo

bem.

Da próxima vez. Essa idéia fez seu pau crescer novamente. Ele estava em um grande problema com esta garota. ― É bom saber. Wes sabia que não podia se esconder de Shooter para sempre

da maneira como ele tinha feito esta noite, alegando que Maryann estava cansada. Eles eventualmente teriam que lidar com a situação, mas não agora quando Maryann puxou contra o fio de nylon ligando-

a à cama.

Solte-me para que eu possa tocá-lo.

Nuh, uh. Ainda não. Eu gosto de você do jeito que você está agora. ― Com um sorriso ele deslizou pelo corpo dela. Ela o observava com um olhar de puro desejo. Wes abriu as pernas dela e mostrou a Maryann exatamente o

quão rápidas e talentosas as mãos de um tie-down roper poderiam

ser. E só para que ela não se esquecesse, ele jogou alguns truques que usavam muito a boca até que ela sacudiu a cabeceira da cama

e teve que morder o lábio para ficar quieta quando gozou. Depois, ele deitou a cabeça em seu estômago. Ele podia sentir sua respiração debaixo dele e decidiu que poderia ficar muito acostumado com isso. Wes nunca se imaginou um grande falador em

momentos como estes, ou em momento algum, mas não pode deixar de perguntar: ― Que

momentos como estes, ou em momento algum, mas não pode deixar de perguntar: ― Que diabos eu farei quando você for para casa dentro de poucos dias?

Na verdade, Ellen e eu conversamos sobre isso hoje.

― Sobre o quê? Sobre nós? ― Wes levantou a cabeça para olhar para ela.

― Claro que não. Não exatamente. ― Maryann balançou a

cabeça. ― Mas sobre o meu trabalho. O meu futuro. Lembra que eu te disse que desisti de um monte de coisas por Robert? Wes assentiu. ― Pois é.

Bem, alguns meses atrás, houve uma abertura no ramo da

empresa que eu trabalho em Londres, nos EUA. O largo sorriso dela disse a ele isso não era apenas um emprego em qualquer velho estado.

Não me diga que é no Texas. O coração de Wes começou

a correr. Não poderia ser, poderia? Isso seria uma coincidência muito

grande.

Maryann assentiu. ― É. Como você acha que eu conheci Ellen?

Eu pensei que você a conheceu on-line em um site de fãs

de rodeio ou algo assim. Não, isso veio mais tarde, começamos a conversar e depois eu soube que ela estava envolvida no rodeio. Eu sou uma assistente no departamento de recursos humanos e mesmo que a posição seja aqui no Texas, a sede é em Londres, então foi meu o trabalho de pesquisa na área e de redigir o anúncio de emprego. Nós oferecemos sempre posições internamente antes de ir procurar fora

para preenchê-las. Então, eu postei uma pergunta on-line sobre esta área e Ellen me respondeu. Nos temos falado desde então.

E a vaga ainda está aberta?

O sorriso de Maryann não poderia ser mais amplo. ― Eu liguei hoje. Preencheram com

O sorriso de Maryann não poderia ser mais amplo. ― Eu liguei hoje. Preencheram com um temporário, e não um permanente. Depois de todos os anos que tenho nesta empresa, estou mais do que qualificada para a posição. Eles disseram que se eu quiser, a posição é minha.

E você ficaria bem com isso? Ficar aqui? Assumir uma nova

posição? Era necessário para Wes manter a cabeça tranquila,

apesar da batida de seu coração.

Seria uma promoção para mim, na verdade. E eu iria ficar

em Londres por que? Certamente não por Robert.

Sua família?

Eles são pessoas muito ambiciosas. Ao ouvir que eu estaria

ganhando mais e estaria em uma posição de gestão, vão estar completamente a favor, mesmo com a mudança para o exterior. ―

Ela encolheu os ombros. ― Além disso, há sempre aviões. Eu posso ir para casa e visitar, e você nunca esteve em Londres. Ele sorriu e subiu seu corpo. ― Não, não estive. Quer ser minha guia?

Com prazer.

Wes aproximou mais a boca. ― Estou muito feliz de ter ido

buscá-la ao aeroporto, Garota Inglesa Maryann Morrissy.

Eu também, cowboy. Eu também.

Fim

Em Breve … A história de Shooter

Texas Two-Step: Cowboy Evasivo O que um cowboy deve fazer? Quando a mulher que ele
Texas Two-Step: Cowboy Evasivo O que um cowboy deve fazer? Quando a mulher que ele

Texas Two-Step: Cowboy Evasivo

O que um cowboy deve fazer?

Quando a mulher que ele quer, não quer nada com ele, Shooter Welles finge ser outra pessoa. É assim que ele se encontra escondido atrás de um perfil falso em um site de jogos on-line para conquistar a garota dos seus sonhos, literalmente. Eróticos sonhos quentes e pegajosos que o fazem ver a irmã de seu melhor amigo, Ellen, sob uma luz inteiramente nova.

Ellen Griffin quer um homem firme em sua vida, mas ela está farta de tanto de cowboys de rodeio quanto de médicos.

Infelizmente, desde que ela é uma enfermeira e uma cowgirl, esses são os únicos homens que ela tem por perto, até que ela conhece um cara misterioso on line.

Pode este estranho aparentemente perfeito ser o homem perfeito para ela? E o que vai acontecer quando ele revelar sua verdadeira identidade?