Você está na página 1de 89

Processo de Registo de Adequação

de Ciclo de Estudos

Universidade de Évora
Curso de Licenciatura em Ciências do Ambiente
(13-11-06)

Notas Prévias:

Anexar Documentos a que se refere o ponto E, se aplicável.

Toda a legislação infracitada pode ser consultada na página ‘Bolonha’ da plataforma
moodle (http://www.moodle.uevora.pt);

O documento final, depois de aprovado nos órgãos próprios da universidade, deve ser
enviado à vice-reitora para os ensinos, que dirigirá o pedido de registo da adequação
do ciclo de estudos ao Director-Geral do Ensino Superior;

O texto em itálico no formulário pretende apenas auxiliar o preenchimento de alguns
itens e deve ser retirado da versão final do documento;

Os itens assinalados com asterisco não constam no formulário destinado ao processo
de registo mas serão necessários para o processo de acreditação, pelo que se
aconselha também o seu preenchimento;

Os itens relativos ao Guia Informativo/Information Package serão posteriormente
disponibilizados, conjuntamente com outra informação de carácter geral da instituição,
na página web da Universidade.

Processo de registo de adequação de ciclos de estudos

Documento do Reitor da Universidade de Évora a subscrever o relatório da Comissão de
Curso

O Relatório para pedido de registo de adequação do curso de Ciências do Ambiente, que
subscrevo, recebeu o amplo contributo de toda a academia e está conforme à legislação
nacional e às normas internas, tendo sido apresentado, discutido e aprovado em todos os
órgãos competentes da Universidade de Évora: Conselho de Departamento, Conselho
Científico da Área Departamental, Conselho Cientifico da Universidade de Évora, Conselho
Pedagógico da Universidade de Évora e Senado Universitário.

…………………………………………………………..
Jorge Araújo
(Reitor da Universidade de Évora)

Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação

1

Processo de registo de adequação de ciclos de estudos

Documento do Conselho Científico e do Conselho Pedagógico a subscrever o relatório
da Comissão de Curso (nº 2 do art. 63º, DL 74/2006)

Este Relatório foi apresentado, discutido e aprovado no Conselho Científico e no Conselho
Pedagógico da Universidade de Évora, que o subscrevem.

…………………………………………………………..
…………………………………………………………..
José Alberto Simões Gomes Machado
(Presidente do Conselho Científico)

António Manuel Neto Vaz
(Presidente do Conselho Pedagógico)

Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação

2

ou outras formas de organização de percursos alternativos em que o curso se estrutura (se aplicável): Não aplicável Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 3 .Estrutura curricular e plano de estudos. necessário à obtenção do grau ou diploma: 180 ECTS 7. Unidade orgânica: Não aplicável 3. maior/menor. Área científica predominante do curso: Ciências do Ambiente e Ecologia 6. ramos. 1. Curso: Ciências do Ambiente 4. segundo o sistema europeu de transferência e acumulação de créditos.Identificação do ciclo ou ciclos de estudos actualmente em funcionamento de cuja reorganização resulta o ciclo de estudos submetido a registo: Licenciatura em Ciências do Ambiente B . Grau ou diploma: Licenciatura (1º ciclo) 5. Número de créditos. perfis. Estabelecimento de ensino: Universidade de Évora 2.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Processo de Registo de Adequação de Ciclo de Estudos A . Duração normal do curso: 6 semestres / 3 anos 8. Opções.

5 Economia ECN 4 Créditos Optativos Ciências do Ambiente e Ecologia/ Ciências Biológicas/ Artes e Técnicas da Paisagem/ Informática/ Linguística/ AMB/ BIO/ PAIS/ INF/ 64 LING/ JUR/ MAT Ciências Jurídicas/ Matemática TOTAL - 158 22 10.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos 9.5 Química QUI 25 Física FIS 16 Ciências Biológicas BIO 6 Geociências GEO 11 Matemática MAT 12 Engenharia Rural RUR 3. Áreas científicas e créditos que devem ser reunidos para a obtenção do grau ou diploma: QUADRO N. Observações: Não aplicável Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 4 .º 1 Área científica Sigla Obrigatórios Ciências do Ambiente e Ecologia AMB 80.

Plano de estudos: Universidade de Évora (Ciências do Ambiente) (Licenciatura) (Ciências do Ambiente e Ecologia) (1º semestre) QUADRO Nº 2 Unidades curriculares Horas de trabalho Área científica Tipo Total Contacto (5) TP PL S E OT (6) (7) (1) (2) (3) (4) T MAT S 162 45 Física 1.1 FIS S 136 30 Geologia e Geodinâmica Externa GEO S 104 Química Geral QUI S 156 Ecologia Geral AMB S 104 Opção do grupo_1 AMB S 2 Opção do grupo_2 INF/LING S 3 30 2 6 15 2 5 2 4 6 6 39 30 12 O Observações Análise Matemática I 15 TC Créditos 12 38 3 4 (1º semestre) QUADRO Nº 2A OPCIONAIS GRUPO_1 Horas de trabalho Unidades curriculares Área científica Tipo Total (1) (2) (3) (4) Contacto (5) T TP PL TC S E OT O Créditos Observações (6) (7) Introdução à Problemática do Ambiente AMB S 52 20 1 2 opcional 1 Introdução à Educação Ambiental AMB S 52 21 1 2 opcional 1 Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 5 .Processo de registo de adequação de ciclos de estudos 11.

2 FIS S 136 30 Química Orgânica e Bioquímica QUIM S 156 30 Microbiologia BIO S 156 30 TP PL 32 TC S E OT O 2 3 30 2 6 22 3 4 15 15 2 5 10 14 1 6 30 1 6 Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 6 .5 Inglês LING S 78 30 Total Créditos Observações (6) (7) 1 3 opcional 2 1 3 opcional 2 Contacto (5) T TP PL TC S E OT O (2º semestre) QUADRO Nº 3 Unidades curriculares Área científica Horas de trabalho Tipo Total Créditos Observações (6) (7) Contacto (5) (1) (2) (3) (4) Hidrogeologia básica GEO S 78 T Análise Matemática II MAT S 162 45 Flora. Vegetação e Fauna de Portugal AMB S 104 14 Física 1.5 22.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos (1º semestre) QUADRO Nº 2B OPCIONAIS GRUPO_2 Horas de trabalho Unidades curriculares Área científica Tipo (1) (2) (3) (4) Introdução às Ferramentas Numéricas INF S 81.

5 24 3 4 24 2 2.5 6 (3º semestre) QUADRO Nº 4A OPCIONAIS GRUPO_3 Unidades curriculares Área científica Horas de trabalho Tipo Total Créditos Observações Contacto (5) (1) (2) (3) (4) T TP PL (6) (7) Genética BIO S 156 30 30 4 1 6 opcional 3 Biologia Celular BIO S 156 15 30 1 6 opcional 3 Biologia Molecular Introdução à Probabilidade e Estatística BIO S 156 30 30 2 6 opcional 3 MAT S 154 30 30 1 6 opcional 3 Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação TC S E OT O 7 .Processo de registo de adequação de ciclos de estudos (3º semestre) QUADRO Nº 4 Horas de trabalho Unidades curriculares Área científica Tipo (1) (2) (3) (4) Fundamentos das Ciências do Solo Fundamentos de Química dos Sistemas Naturais Dinâmica da Atmosfera e Clima GEO S 104 QUI S 104 30 FIS S 156 30 Hidrologia 02 RUR S 91 Fisiologia Ambiental AMB S 104 Ecologia Humana AMB S 65 Opção do grupo_3 BIO/MAT S Total Créditos Observações (6) (7) Contacto (5) T TP PL TC 30 14 S E 8 8 OT O 3 4 2 4 27 5 6 34 2 3.

Processo de registo de adequação de ciclos de estudos (4º semestre) QUADRO Nº 5 Unidades curriculares Área científica Horas de trabalho Tipo Total Créditos Observações (6) (7) Contacto (5) (1) (2) (3) (4) T Métodos Quantitativos em Ecologia e Ambiente TP PL TC S E AMB S 156 32 Ecossistemas Aquáticos AMB S 104 Ecologia Microbiana do Solo AMB S 104 Ecossistemas Terrestres AMB S 104 Química Analítica Ambiental QUI S 130 Opção do grupo_4 AMB S 4 Opção do grupo_5 AMB/JUR S 3 4 3 4 18 3 4 3 4 3 5 38 33 O 26 38 20 OT 16 6 (4º semestre) QUADRO Nº 5A OPCIONAIS GRUPO_4 Horas de trabalho Unidades curriculares Área científica Tipo (1) (2) (3) (4) (6) (7) Fitogeografia AMB S 104 38 3 4 opcional 4 Fitogeografia e Fitossociologia AMB S 104 38 3 4 opcional 4 Total Créditos Observações Contacto (5) T TP PL Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação TC S E OT O 8 .

Processo de registo de adequação de ciclos de estudos (4º semestre) QUADRO Nº 5B OPCIONAIS GRUPO_5 Unidades curriculares Área científica Horas de trabalho Tipo Total (1) Créditos Observações (6) (7) 3 opcional 5 3 opcional 5 Contacto (5) (2) (3) (4) Introdução ao Ordenamento e Gestão do Território T TP AMB S 78 30 Ética e Direito do Ambiente JUR S 78 29 PL Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação TC S E OT 2 O 9 .

Processo de registo de adequação de ciclos de estudos (5º semestre) QUADRO Nº 6 Horas de trabalho Unidades curriculares Área científica Tipo (1) (2) (3) (4) T Modelação Ecológica e Análise de Sistemas AMB S 156 30 28 4 6 Transporte e Dispersão de Poluentes AMB S 104 22 16 3 4 Biogeoquímica do Ambiente AMB S 104 22 16 3 4 Princípios de Toxicologia Bioquímica QUI S 104 30 15 1 4 Introdução à Monitorização do Ambiente AMB S 52 4 4 10 3 2 Detecção Remota e Ecologia da paisagem AMB S 156 30 22 6 4 6 AMB/AGR S Total Opção do grupo_6 Créditos Observações (6) (7) Contacto (5) TP PL TC S E OT O 4 (5º semestre) QUADRO Nº 6A OPCIONAIS GRUPO_6 Horas de trabalho Unidades curriculares Área científica Tipo (1) (2) (3) (4) (6) (7) Ecoturismo AMB S 104 38 3 4 opcional 6 Ecologia Urbana AMB S 104 38 3 4 opcional 6 Ecologia dos Agrossistemas AMB S 104 38 3 4 opcional 6 Agricultura Comparada AGR S 104 38 3 4 opcional 6 Total Créditos Observações Contacto (5) T TP PL Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação TC S E OT O 10 .

Processo de registo de adequação de ciclos de estudos (6º semestre) QUADRO Nº 7 Unidades curriculares Área científica Horas de trabalho Tipo Total (1) Créditos Observações (6) (7) Contacto (5) (2) (3) (4) Economia. AMB S 104 20 Qualidade. Desenvolvimento Sustentável e Recursos Naturais T TP PL ECN S 104 Poluição Tratamento e Reciclagem da Água. Gestão e Avaliação do Impacte Ambiental AMB S 104 20 Poluição do Solo e Resíduos Sólidos AMB S 104 Poluição do Ar e Ruído AMB S 104 20 18 SIG e Ambiente AMB S 104 20 18 Projecto e semana de campo AMB S 156 TC 38 S E OT O 3 4 18 3 4 18 3 4 3 4 3 4 3 4 6 6 38 Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 56 11 .

Ensino Superior 11.Descrição sumária dos objectivos visados pelo ciclo de estudos: Sendo as Ciências do Ambiente ciências aplicadas recebem necessariamente a influência de paradigmas teóricos. Empresas industriais: tratamento de efluentes. a sexta no ranking das universidades europeias. é atribuído a cada unidade curricular. mas que tenham também um conhecimento suficientemente vasto do seu domínio e que falem entre eles uma mesma linguagem”. a arrancar segredos à Natureza. e o recurso à crescente capacidade de simular e armazenar informação para produzir novas sínteses. D .Fundamentação sucinta do número de créditos que. certificação e gestão ambiental. 6. mas procuram de certo modo compensá-la dos efeitos colaterais do corte epistemológico que está na base da chamada Ciência Moderna. São em rigor Ciências pós-modernas. Carreira de investigação 10. nos Países Baixos. Os objectivos pedagógicos e as necessidades a nível organizacional do ensino das Ciências do Ambiente encontram-se identificados pelo menos desde a Conferência de Tours. metodologias e resultados das disciplinas científicas de base. gestão integrada. Serviços estatais ou regionais com responsabilidades na área do Ambiente e preservação dos recursos naturais 5. um dos seus mais poderosos instrumentos. mais que a pluridisciplinaridade. Tentou-se também que as horas de contacto não ultrapassem 40 % das horas totais de trabalho do aluno. regional e local ligados ao Ambiente 3. no entanto. As Ciências do Ambiente não se limitam. que caminha com o limiar do conhecimento e da experimentação. Serviços da Administração central. em 1971. Empresas de serviços. torna-as extraordinariamente dependentes dos avanços da instrumentação analítica e do mundo novo que ela permite detectar. que lhe permita chegar ao mercado de trabalho mais cedo e com melhor preparação e capacidade de adaptação”. Pretendemos em resumo preparar licenciados habilitados para trabalhar em: 1. verificou-se que a Universidade de Utrecht. Institutos públicos e privados na área do Ambiente 4. planeamento urbano. alínea a)” deste documento. Assim a licenciatura de Ciências do Ambiente visa: “fornecer aos seus licenciados uma formação simultaneamente interdisciplinar e científica aprofundada na área das Ciências do Ambiente. são essenciais à sua prática.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos C . Aproveitou-se a necessidade de reestruturação para adequar alguns conteúdos de unidades curriculares. recuperação de resíduos. Ensino Secundário Estes licenciados deverão possuir não só competências técnicas específicas à área da sua licenciatura mas também as competências gerais descritas no ponto “F. com base no trabalho estimado dos alunos. O facto de terem um objecto de domínio variável. incluindo os inquéritos realizados aos estudantes e docentes tendo em vista esse fim. planos de ordenamento. Instituições Comunitárias e Internacionais 2. 7. Gabinetes de consultoria: estudos de impacte ambiental. possui uma licenciatura em “Milieu- Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 12 . A atribuição do número de créditos ECTS a cada unidade curricular baseou-se na decisão do Conselho Pedagógico da Universidade de Évora de que a cada ECTS corresponderiam 26 horas de trabalho. 8. Após procura de cursos equivalentes no ranking das universidades europeias (ver ponto G deste documento). recuperação de zonas degradadas. É por isso que a interdisciplinaridade e a transdisciplinaridade. Para todos os efeitos um objectivo central deste ensino é o de “formar especialistas com uma visão precisa e sectorial de certos problemas. bem como ajustar os ECTS das unidades para estarem de acordo com os inquéritos realizados aos estudantes e docentes. Isto resultará numa diminuição do número de horas de contacto por semana passando-se a apostar mais no trabalho individual por parte do aluno. Seguros e Banca: avaliação de projectos 9. O projecto de ensino foi elaborado com estes pressupostos em mente.

seleccionar e interpretar a informação relevante. científicos e éticos relevantes. E .75 ECTS por facilitar o encaixe interno com as unidades curriculares provenientes de vários departamentos. Apresenta-se como exemplo em anexo o plano curricular da Universidade de Utrecht. incluindo na análise os aspectos sociais. Nesta as unidades curriculares estão separadas em unidades de 3. tanto a públicos constituídos por especialistas como por não especialistas. f) Competências de aprendizagem que lhes permitam uma aprendizagem ao longo da vida com elevado grau de autonomia.Demonstração sumária da adequação da organização do ciclo de estudos e metodologias de ensino: a) À aquisição das competências: Optou-se pela apresentação através de uma tabela das competências principais ministradas por cada unidade curricular conforme são descritas pelo art. problemas e soluções. iii) Em alguns dos domínios dessa área.” Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 13 .5 ECTS. que os habilite a fundamentarem as soluções que preconizam e os juízos que emitem. No caso da licenciatura em Ciências do Ambiente na Universidade de Évora optou-se por uma predominância de Unidades de 4 ECTS em vez de 3. particularmente na sua área de formação. “O grau de licenciado é conferido aos que demonstrem: a) Possuir conhecimentos e capacidade de compreensão numa área de formação a um nível que: i) Sustentando-se nos conhecimentos de nível secundário. de forma a evidenciarem uma abordagem profissional ao trabalho desenvolvido na sua área vocacional.Fundamentação sucinta do número total de créditos e da consequente duração do ciclo de estudos: Optou-se por um primeiro ciclo de 180 créditos ECTS e duração de 3 anos porque este modelo de “Environmental Sciences” é semelhante ao ministrado em várias instituições dos Países Baixos. se situe ao nível dos conhecimentos de ponta da mesma. b) Saber aplicar os conhecimentos e a capacidade de compreensão adquiridos. ideias.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos natuurwetenschappen” (Ciências do Ambiente – ver documento em anexo). ii) Se apoie em materiais de ensino de nível avançado e lhes corresponda. os desenvolva e aprofunde. Todas as 8 instituições tomadas como referência (ver tabela no ponto G) adoptam este sistema. e) Competências que lhes permitam comunicar informação. Reino Unido e Itália de ranking europeu elevado. 5º do DL 74/2006. c) Capacidade de resolução de problemas no âmbito da sua área de formação e de construção e fundamentação da sua própria argumentação. F . d) Capacidade de recolher.75 ou 7. nos Países Baixos que é a sexta no ranking das universidades europeias e que adopta este sistema de 3 anos para a sua licenciatura de “Milieu-natuurwetenschappen” (Ciências do Ambiente). por baixo transcrito ponto por ponto.

Processo de registo de adequação de ciclos de estudos QUADRO nº 8 .2 x Química Orgânica e Bioquímica Microbiologia x x x x x x x x x x x x x x x x x x 3º Semestre x x x x x x x Genética Biologia Molecular Biologia Celular Fundamentos de Ciências do Solo Fundamentos de Química dos Sistemas Naturais Dinâmica da Atmosfera e Clima Hidrologia 02 Fisiologia Ambiental x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x Ecologia Humana Introdução à Probabilidade e Estatística x x x x x 4º semeste Fitogeografia Fitogeografia e Fitossociologia Métodos Quantitativos em Ecologia e Ambiente Ecossistemas Aquáticos Ecologia Microbiana do Solo Ecossistemas Terrestres Química Analítica Ambiental Introdução ao Ordenamento e Gestão do Território x x x x Ética e Direito do Ambiente x x x x x 5º semestre x Ecoturismo Ecologia Urbana Ecologia dos Agrossistemas Agricultura Comparada Modelação Ecológica e Análise de Sistemas (impar) Transporte e Dispersão de Poluentes Biogeoquímica do Ambiente Princípios de Toxicologia Bioquímica Introdução à Monitorização do Ambiente Detecção Remota e Ecologia da paisagem x x x x x x x x x x x x x x x x x x Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação x x x x x x x x x x x x 14 . UNIDADES CURRICULARES 1º semestre Análise Matemática I Física 1. Vegetação e Fauna de Portugal Física 1. 5º do DL 74/2006.Tabela de competências principais adquiridas por disciplina conforme art.1 a)i x x Introdução à Problemática do Ambiente Introdução à Educação Ambiental Geologia e Geodinâmica Externa Química Geral Ecologia Geral x x x Introdução às Ferramentas Numéricas Inglês Competências a)ii a)iii b x x x x x x x x c d x x e x x f x x x x x x x x x X x x 2º semestre Hidrogeologia básica Análise Matemática II x Flora.

3% 25.Estruturas de Referência Instituição Disciplinas/Módulos de Base Disciplinas/Módulos Complementares Disciplinas/Módulos Ciências do Ambiente 25.25% Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 13.9% Utrecht (6) 45. Assim optou-se por comparar apenas as percentagens atribuídas em cada Curso a Disciplinas/Módulos de Base. numa área interdisciplinar como é a do Ambiente nos países do primeiro grupo.5% 14.8% 53.6% 5.7% 2.4% 15. uma das vantagens de optar por Ciências do Ambiente em detrimento de Engenharia do Ambiente.8 % 47. uma vez que é necessário de algum modo introduzir essas formações a expensas das cargas das disciplinas de aplicação ou da especialidade. de Ciências do Ambiente e de Tecnologias do Ambiente. e a dificuldade em fazê-lo nos do 2º.7% 31. Isto explica a facilidade com que se organizam cursos de 1º ciclo de 3 anos.5% 9. Qualidade.5% 9. a Dinamarca. a Inglaterra. nomeadamente a Alemanha.85% 37.7% 13.83% 15 . a Estónia. Essa também. A Áustria. Desenvolvimento Sustentável e Recursos Naturais Poluição Tratamento e Reciclagem da Água.4% 22. a Finlândia.7% Disciplinas/Módulos Tecnologias do Ambiente 20% Aberdeen 48. a França.1% 28.8% 9.3% 10.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos a)i 6º semestre Economia. A Tabela correspondente apresenta-se junta QUADRO nº 9 . a Noruega. a Repúbica Checa. Pelas razões acima apontadas e também por nem todas fornecerem os ECTS das disciplinas/Módulos não é fácil comparar as estruturas curriculares acima citadas sendo embora certo que todas prosseguem um mesmo objectivo de formação interdisciplinar e de aquisição de competências na área das CA.5% Média 43. Complementares.6% 17.5% 51. a Espanha.1% Roma (33) 58. uma vez que se assegura uma formação científica mais sólida. a Roménia e Portugal não têm. a Itália e Malta. a Bélgica.39% 55.7% Bangor 60% 25. em todo o caso.4% 19. Gestão e Avaliação do Impacte Ambiental Poluição do Solo e Resíduos Sólidos Poluição do Ar e Ruído SIG e Ambiente Projecto e semana de campo a)ii x x x x x x x a)iii b x x x x x x x x x x x c x x x x x x d x x x x x x e x f x x x x G . a Suécia. a Eslováquia.9% 11.5% Lancaster (80-123) Manchester (12) Nothingham (25) Plymouth 31% 3.1% 36.Análise comparativa entre a organização fixada para o ciclo de estudos e a de cursos de referência com objectivos similares ministrados no espaço europeu: 12 dos 18 Estados da União Europeia têm 13º ano ou ano 0.

Pontos fracos e fortes do ramo de Qualidade do Ambiente Pontos Fortes Corpo docente com formação e qualificação adequadas à licenciatura Espaços laboratoriais adequados para a realização de ensinos práticos Aceitação de licenciados no mercado de trabalho Pontos Fracos Apesar da aceitação de licenciados no mercado de trabalho considera-se que o perfil profissional não se encontra claramente definido com a actual estrutura curricular. foram incorporados na organização do ciclo de estudos: A última avaliação externa foi realizada no ano de 2003 ao Curso de Ciências do Ambiente. apesar de desactualizados. H . os quais desaparecem no documento actual. Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 16 . Ramo de Qualidade do Ambiente. QUADRO nº 10 – Distribuição por tipo de disciplina na licenciatura proposta Instituição Disciplinas/Módulos de Base Disciplinas/Módulos Complementares Évora 39% 10% Disciplinas/Módulos Ciências do Ambiente 37% Disciplinas/Módulos Tecnologias do Ambiente 14% As percentagens por tipo de disciplina são como podem reparar bastante semelhantes à da tabela das médias das universidades de referência. o ranking europeu da universidade. o único ramo existente na altura. claramente excessivo). é uma das poucas do reino Unido a obter classificações de excelência por parte do “Higher Education Council for England (HEFCE)” para todas as áreas de primeiro ciclo e possui também uma classificação “RAE” de 5 para investigação. Tomando-se estes valores aproximados. Lancaster tem o ensino do BSc (Hon ES) classificado como Excellent no último HEFCE Teaching Quality Audit e a investigação do seu Departamento de Ciências do Ambiente classificada como 5 no último HEFCE Research Assessment Exercise.Descrição concisa da forma como os resultados da avaliação externa. Bangor organiza actualmente as Ciências do Ambiente a partir de 4 Departamentos todos classificados como Excelentes no recente “Research Assessment Exercise”. O insucesso em algumas disciplinas. os pontos fracos e fortes do ramo de Qualidade do Ambiente descritos pela comissão de avaliação externa em 2003: QUADRO nº 11 . Aberdeen mantém “top rated (Excellent) courses taught in top rated (5) research department” além disso possui o novo NERC “Aberdeen Centre for Environmental Sustainability”. Não está disponível um ranking europeu destas licenciaturas.32%. o que o coloca nos primeiros 4 do Reino Unido. construiu-se a estrutura da licenciatura em ciências do ambiente com a seguinte distribuição por tipo de disciplina. Apresentamos assim. e em particular em Matemática I é completamente inaceitável e deve merecer medidas específicas e urgentes. quando tenha sido realizada. É de referir que o valor da soma das médias na tabela anterior não corresponde a 100% mas sim a 104. O curso sofreu entretanto uma remodelação possuindo no presente momento 2 ramos distintos a) Qualidade do Ambiente e b) Ecologia Aplicada. A “Faculty of Sciences” de Plymouth. sob pena de colocar em risco a continuidade do curso Impossibilidade da Comissão de Curso em intervir na revisão dos programas de várias disciplinas que são repetitivos de matérias já tratadas noutras disciplinas (nomeadamente no que se refere ao número de disciplinas de Ecologia.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Nota: valores entre parênteses indicam quando existente.

Apesar da actual crise de emprego. II e III. 3. o feedback por parte dos empregadores faz-nos crer que a anterior estrutura do curso era adequada ao mercado de trabalho. adequado aos objectivos fixados para esse ciclo de estudos: Propõe-se que cada estudante tenha à entrada um tutor responsável pelo apoio ao aluno no seu percurso lectivo.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Comentários aos pontos fortes: 1. científico e cultural próprio. Este tutor poderá ser escolhido pelo aluno entre os docentes da licenciatura com o acordo de docente e aluno. utilização de computadores. Na adequação ao processo de Bolonha tentou-se dar um perfil mais marcado de Ciências do Ambiente (no sentido Europeu) do que de Engenharia mantendo no entanto a capacidade interventiva sobre o ambiente que era característica dos anteriores licenciados em Ciências do Ambiente. tendo-se o cuidado de remover as sobreposições. Ferramentas de base para o trabalho profissional em geral (capacidade de cálculo. Os Alunos de Ciências do Ambiente deverão obter as seguintes valências no final de cada semestre lectivo: 1º e 2º semestres Conhecimentos de base em várias áreas do saber que lhes permitirão entrar em temas mais profundos nos semestres seguintes. 3. Cabe-nos referir que o corpo docente manteve a sua elevada qualificação e adequação. acrescentando que foram completados ainda vários doutoramentos por parte de docentes desde a data da avaliação. 6 para 4) e consequentemente em conteúdos. abstracção ou comunicação em Português ou em Língua estrangeira). Os espaços laboratoriais mantiveram-se em número tendo no entanto aumentado o seu equipamento. 2. Com a mudança para um perfil mais marcado em ciências diminuiu-se um pouco a carga lectiva de Matemática. sugerir os docentes mais adequados às expectativas de futuro de cada um.Projecto educativo. Comentários aos pontos fracos: 1. por ex. Tentou-se por isso manter o maior número possível de disciplinas aplicadas sem descurar a abrangência característica das ciências do ambiente. *I . A comissão de curso poderá. A escolha de tutor deverá ser efectuada durante as primeiras 4 semanas após a matrícula. Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 17 . É de notar que muitas disciplinas diminuíram em tamanho (menos ECTS. caso solicitada. 2. 3º semestre Conhecimentos aprofundados quer acerca do funcionamento dos organismos vivos quer acerca da física e química dos sistemas naturais. Passou-se a ter duas disciplinas de Análise Matemática (I e 2) em substituição das disciplinas de Matemática I. Esta reestruturação permitiu analisar detalhadamente os conteúdos programáticos e retirar partes de disciplinas sobrepostas.

O projecto deverá incluir um período de trabalho de campo acompanhado por docentes de várias áreas.Corpo docente: Estarão envolvidos nesta licenciatura 39 doutorados dos quais 3 são professores catedráticos. em alguns casos de ponta. Pretende-se testar a capacidade do aluno para realizar trabalho prático. De notar que apesar disso são 76 artigos em revistas internacionais com revisor. 23 capítulos de livros e 11 livros.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos 4º semestre Ferramentas para análise de amostras ou dados em ambiente. Conhecimentos avançados acerca do comportamento e efeitos dos compostos químicos quer no ambiente quer dentro dos organismos. 5º semestre Componente forte de ferramentas. Este semestre possui uma componente de mini-projecto que pretende fazer a integração entre os vários conhecimentos obtidos durante o curso. interpretação. ou seja. ou ecoturismo. Conhecimentos profundos sobre ecossistemas. urbano.3 ETIs dedicados à área científica de Ciências do Ambiente e Ecologia produziram nos últimos 5 anos um total de 44 artigos científicos internacionais indexados. Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 18 . simulação e previsão do comportamento de sistemas em ambiente. Faça-se notar que estes não são os únicos docentes a pertencer à área científica em causa. Alguns conhecimentos de base aplicados à realidade profissional dos licenciados (direito do ambiente. Possibilidade de aprofundar conhecimentos sobre várias vertentes da actividade humana e do seu meio. Em anexo incluímos uma lista de publicações relevantes para a área científica principal desta licenciatura durante os últimos 5 anos. ambiente rural. Para além disto participarão ainda na docência 8 mestres. sua composição e seu funcionamento. 8 livros e 20 capítulos de livros. 7 são professores associados e 29 são professores auxiliares. um licenciado em Ciências do Ambiente pela Universidade de Évora deverá ficar apto para trabalhar nas áreas definidas no ponto C deste documento. ordenamento do território e ética ambiental). O principal departamento envolvido (Ecologia) com 11. 6º semestre Competências profissionais profundas e aplicadas para a compreensão das agressões sobre o ambiente e sua mitigação. *J . No final. Apenas constam na lista algumas publicações e não a totalidade das publicações de todos os docentes. corrigindo ou fortalecendo algumas áreas menos consolidadas bem como testar a sua capacidade para analisar e comunicar os resultados obtidos. para a monitorização.

3 2010. Catedráticos 3 Profs. 33 ecrãs fixos. podendo ter sido simultaneamente utilizadas por outros cursos. Auxiliares 29 Assistentes 8 Outros 0 *L .88 388 364 Bibliotecas Reprografias 4 385. existindo ainda o seguinte equipamento por colégio: Colégio Espírito Santo (9 ecrãs móveis. Escola de Línguas. Serviços de Computação. 4 projectores de vídeo.26 264 Outras Infraestruturas: Salas de docentes. 9 Residências com 574 camas. 5 televisões com vídeo. Notas: 1) O modelo de estrutura inter-departamental da Universidade de Évora implica que não existam salas de aula afectas exclusivamente a um determinado curso. Colégio Luís António Verney (24 ecrãs móveis. Directorias e Comissão de Horários Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 19 . 20 ecrãs fixos. A informação da tabela diz respeito a todas as salas utilizadas pelo curso neste ano lectivo.Recursos materiais afectos ao curso (Ciências Ambiente) Recursos Materiais Nº espaços Área Total (m2) Capacidade de utilização Salas de aula1 2 22 1069 913 Anfiteatros 7 577. 4 projectores de vídeo e 12 projectores de slides). 3) Não inclui as salas de informática para aulas. oftalmologia). 9 televisões. 18 projectores de slides e 4 episcópios). 2) Todas as salas dispõem de um retroprojector. Cada departamento possui ainda projectores de vídeo adquiridos com recursos financeiros próprios. 4 ecrãs fixos. Colégio Pedro da Fonseca (todas as salas dispõem de um projector multimédia fixo no tecto). Colégio da Mitra (28 ecrãs móveis.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos QUADRO nº 12 .Recursos humanos e materiais: QUADRO nº 12 . apenas as salas de informática de uso geral dos alunos. Diversos equipamentos desportivos. Fontes: Serviços Técnicos. Núcleo de Apoio ao Estudante. Centro de Intervenção Psicológica. Istoteca. Associados 7 Profs.25 Salas de informática3 6 366.Lista de Docentes de Ciências do Ambiente Corpo Docente Habilitação Doutorados Categoria 39 Mestres 8 Licenciados 0 Total: 47 Profs.9 583 Laboratórios de ensino e investigação 22 6 1283. Serviço de Lavandaria. Serviço de transportes. 6 Bares. Apoio médico (consultas de clínica geral. 3 televisões. 1 Restaurante. 5 Refeitórios com 826 lugares. entre outras. 1 projector de vídeo e 18 projectores de slides.94 80 Salas de estudo 11 467. Papelaria e Centro de Cópias da Associação Académica. ginecologia/obstetrícia.

Conselho Editorial. Ensinos Saúde e do BemEstar Gestores de Áreas Departamentais Outras Estruturas: Conselho Científico e Pedagógico Outras Unidades Científico1 Pedagógicas Serviços de Acção Social 2 Unidades de Apoio Serviços: ▪ Administrativos ▪ Académicos ▪ Técnicos ▪ Computação ▪ Reprografia e Publicações ▪ Meios Audiovisuais 3 Colégios 4 Outros Totais Técnico Superior Pessoal Informática Técnico TécnicoProfissional Administrativo Operário Pessoal Auxiliar 5 Totais 5 7 2 2 1 3 2 8 1 1 1 5 1 14 2 8 2 8 2 5 10 6 2 2 8 6 3 38 5 28 14 21 6 1 3 3 1 2 12 2 1 1 1 4 25 1 11 2 5 1 2 13 9 1 5 2 20 65 12 13 102 1 121 45 22 12 2 7 1 6 1 8 3 10 1 3 2 1 17 78 111 52 19 31 24 12 5 59 2 558 23 10 1 2 2 85 1 26 3 2 9 7 6 1 3 1 52 25 207 1) Centros de Investigação e Estudo. não afecto a qualquer Serviço da Universidade. Luís António Verney.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos QUADRO nº 13 . Estremoz. 4) Pessoal com contrato de avença. Gabinete de Relações Públicas. Arquivo Histórico). Bibliotecas. Núcleo de Formação Contínua. Herdades Experimentais. Auditoria de Gestão. Assessoria Jurídica. Núcleo Minerva. Bom Jesus de Valverde e Mitra. Assessoria de Planeamento. Laboratórios Interdepartamentais e Pólos de Sines. Inst.Recursos Humanos Não Docentes na Universidade de Évora Dirigente Reitoria Áreas Departamentais: Ciências Agrárias Ciências Económico e Empresariais Ciências Exactas Ciências Humanas e Sociais Ciências da Natureza e Ambiente Departamento Artes Com. Gabinete de Informação e Apoio à Investigação e Desenvolvimento. Gabinete de Relações Internacionais. Fonte: Fonte: Serviços Administrativos e Serviços de Acção Social Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 20 . 2) Gabinete da Reitoria (Núcleo de Apoio ao Estudante. 3) Colégios do Espírito Santo. Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação. Alter do Chão e Marvão.

b) condições de funcionamento: Não aplicável c) estrutura curricular. d) regime de avaliação de conhecimentos: Aplica-se o regulamento interno da Universidade de Évora Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 21 .Normas regulamentares (licenciatura): a) Condições específicas de ingresso: 1. plano de estudos e créditos: Informação disponibilizada no ponto B. de acordo com o art. Aplica-se o regulamento interno da Universidade de Évora.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos *M1 . Provas de ingresso Uma das seguintes: Biologia e Geologia ou Física e Química ou Geografia 2. Selecção e seriação Ver ponto anterior. 24º a 26º do DL 296-A/98. Pré-requisitos Classificações Mínimas Nota de Candidatura: 100 pontos Provas de Ingresso: 95 pontos Fórmula de Cálculo Média do secundário: 65% Provas de ingresso: 35% 3.

Processo de registo de adequação de ciclos de estudos

e) regime de precedências:
Não há precedências mas os alunos são aconselhados pelo seu tutor a frequentar as
disciplinas na sequência preconizada pelo plano de curso e tendo em conta os pré-requesitos
definidos para cada unidade curricular.

f) regime de prescrição do direito à inscrição:
Aplica-se o regime em vigor na Universidade de Évora, de acordo com o Artigo 5º da Lei
37/2003:

g) processo de cálculo da classificação final:
A média final da licenciatura será a média das notas obtidas nas unidades curriculares,
depois de ponderada pelos respectivos ECTS e dando ainda um factor de ponderação
adicional de 2 para as disciplinas da área científica principal (Ciências do Ambiente e
Ecologia).
A classificação final será expressa num intervalo de 10 a 20 da escala numérica inteira
de 0 a 20, bem como o seu equivalente na escala europeia de comparabilidade de
classificações.

h) prazos de emissão da carta de curso e suas certidões e do suplemento ao
diploma:
De acordo com o despacho reitoral 86/97 “A primeira certidão comprovativa da
obtenção de grau será passada dentro de 30 dias a contar da data da entrada do
respectivo requerimento na secretaria, não podendo nunca esta data ser anterior à da
entrada nos serviços académicos da última nota que falte ao aluno para concluir o seu
plano de estudos.
Os serviços académicos procurarão criar mecanismos de agilização do processo de
preparação dos referidos documentos, envidando esforços para que os certificados
requeridos sejam entregues com a possível brevidade.”

i) processo de acompanhamento pelos órgãos pedagógico e científico:

Conselho Científico: O Conselho Científico da Universidade, em conjugação com os diversos
Conselhos Científicos das Áreas Departamentais, com as respectivas competências próprias e
delegadas, coordena globalmente as actividades de docência e investigação praticadas na
Universidade. Nele têm assento os directores de Centros de Investigação e os presidentes dos
Departamentos. O CC delibera sobre o plano dos cursos, sua estrutura curricular, a afectação
das disciplinas aos Departamentos, procurando articular aqueles, no sentido da melhor
racionalização e adequação aos objectivos do ensino. Pronuncia-se ainda sobre a contratação
de docentes e, em geral, sobre todas as matérias de natureza científica, que incidem sobre a
qualidade e as condições da docência.
O CC dispõe, como órgãos de consulta, das Comissões de Curso, a quem cabe elaborar
estudos e pareceres sobre questões de organização, estrutura, conteúdo curricular e
creditação. Compete-lhes ainda acompanhar o bom funcionamento dos cursos, sendo
responsáveis directas pela preparação dos relatórios para a sua avaliação periódica. Neste
processo, interagem Comissões de Curso, o Conselho Científico e a Pró-Reitoria para a
Avaliação e Qualidade. As Comissões de Curso promovem ainda inquéritos regulares, junto de
docentes e discentes, que permitem corrigir e melhorar aspectos concretos de natureza
científica e pedagógica. A recente introdução de estudantes eleitos nas Comissões de Curso

Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação

22

Processo de registo de adequação de ciclos de estudos
permite uma maior responsabilização dos destinatários do ensino e agentes da aprendizagem,
facilitando ainda a interacção entre os dois órgãos de coordenação, o Conselho Científico e o
Conselho Pedagógico.

Conselho Pedagógico: O Conselho Pedagógico, órgão estatuário de coordenação
pedagógica, cuja composição integra os Directores das Comissões de Curso e representantes
dos alunos e do Conselhos de Departamento, criará uma Comissão Especializada para o
Acompanhamento do Processo de Criação ou de Adequação de Cursos de Formação
Superior, que apreciará as propostas apresentadas no âmbito deste processo. Após
apreciação favorável, as propostas serão remetidas ao Plenário para emissão de Parecer.

Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação

23

Processo de registo de adequação de ciclos de estudos
Informação para o Guia

Informativo da Universidade de Évora

Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação

24

Processo de registo de adequação de ciclos de estudos

Informação sobre o curso

• Descrição geral:

• Grau conferido:

Sendo as Ciências do Ambiente ciências aplicadas recebem necessariamente a influência de
paradigmas teóricos, metodologias e resultados das disciplinas científicas de base. O facto de terem
um objecto de domínio variável, que caminha com o limiar do conhecimento e da experimentação,
torna-as extraordinariamente dependentes dos avanços da instrumentação analítica e do mundo
novo que ela permite detectar. As Ciências do Ambiente não se limitam, no entanto, a arrancar
segredos à Natureza, mas procuram de certo modo compensá-la dos efeitos colaterais do corte
epistemológico que está na base da chamada Ciência Moderna. São em rigor Ciências pósmodernas. É por isso que a interdisciplinaridade e a transdisciplinaridade, mais que a
pluridisciplinaridade, são essenciais à sua prática, e o recurso à crescente capacidade de simular e
armazenar informação para produzir novas sínteses, um dos seus mais poderosos instrumentos.
Licenciatura (1º Ciclo) em Ciências do Ambiente
Provas de ingresso em:
Biologia e Geologia ou Física e Química ou Geografia

• Condições de
acesso:

• Objectivos
educativos e
profissionais:

Classificações Mínimas:
Nota de Candidatura: 100 pontos
Provas de Ingresso: 95 pontos
Fórmula de Cálculo
Média do secundário: 65%
Provas de ingresso: 35%
Os objectivos pedagógicos e as necessidades a nível organizacional do ensino das Ciências do
Ambiente encontram-se identificados pelo menos desde a Conferência de Tours, em 1971. Assim a
licenciatura de Ciências do Ambiente visa: “fornecer aos seus licenciados uma formação
simultaneamente interdisciplinar e científica aprofundada na área das Ciências do Ambiente, que lhe
permita chegar ao mercado de trabalho mais cedo e com melhor preparação e capacidade de
adaptação”. Para todos os efeitos um objectivo central deste ensino é o de “formar especialistas
com uma visão precisa e sectorial de certos problemas, mas que tenham também um conhecimento
suficientemente vasto do seu domínio e que falem entre eles uma mesma linguagem”.
Pretendemos em resumo preparar licenciados habilitados para trabalhar em:
1. Instituições Comunitárias e Internacionais
2. Serviços da Administração central, regional e local ligados ao Ambiente
3. Institutos públicos e privados na área do Ambiente
4. Serviços estatais ou regionais com responsabilidades na área do Ambiente e preservação dos
recursos naturais
5. Gabinetes de consultoria: estudos de impacte ambiental, certificação e gestão ambiental;
recuperação de zonas degradadas; planos de ordenamento; planeamento urbano.
6. Empresas industriais: tratamento de efluentes, recuperação de resíduos, gestão integrada.
7. Empresas de serviços.
8. Seguros e Banca: avaliação de projectos
9. Carreira de investigação
10. Ensino Superior
11. Ensino Secundário

• Acesso a
prosseguimento de
estudos:

A formação de base em Ciências do Ambiente tem a marca característica de uma formação de largo
espectro. É por isso possível aos licenciados a entrada para formações de 2º ciclo em áreas quer de
índole mais aplicada quer de cariz mais científico. Sugerimos formações ligadas à área das ciências
do ambiente como primeira opção. O mestrado de fileira em Qualidade e Gestão do Ambiente foi
proposto justamente como sequência lógica para prosseguimento dos estudos dos licenciados em
Ciências do Ambiente. No entanto, engenharias ligadas ao ambiente, ramos da biologia ou ecologia,
Geociências, ou mesmo planeamento e gestão do território são também vias possíveis.

• Exame final, caso
exista:

Não aplicável

• Regulamento de
avaliação:

• Coordenador
departamental de
ECTS:

A média final da licenciatura será a média das notas obtidas nas unidades curriculares, depois de
ponderada pelos respectivos ECTS.
O tipo exacto de avaliação numa unidade curricular é variável e está descrito na respectiva ficha.
Pedro Anastácio

Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação

25

Vegetação e Fauna de Portugal Física 1.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos LICENCIATURA EM CIÊNCIAS DO AMBIENTE 1º semestre / ano 1 2º semestre / ano 1 Unidades curriculares ECTS obs. Gestão e Avaliação do Impacte Ambiental Poluição do Solo e Resíduos Sólidos Poluição do Ar e Ruído SIG e Ambiente Projecto e semana de campo 4 4 4 4 4 4 6 4 4 2 6 Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 26 . Genética Biologia Celular 6 opção 3 opção 4 opção 3 4 opção 4 Biologia Molecular Introdução á Probabilidade e Estatística Fundamentos de Ciências do Solo Fundamentos de Química dos Sistemas Naturais 6 opção 3 Fitogeografia Fitogeografia e Fitossociologia Métodos Quantitativos em Ecologia e Ambiente 4 6 6 opção 3 Ecossistemas Aquáticos Ecologia Microbiana e do Solo 4 4 4 Ecossistemas Terrestres 4 Dinâmica da Atmosfera e Clima 6 5 Hidrologia 02 Fisiologia Ambiental Ecologia Humana 3. Qualidade. 2.5 Química Analítica Ambiental Introdução ao Ordenamento e Gestão do Território Ética e Direito do Ambiente 4 4 3 opção 5 3 opção 5 ECTS obs. Desenvolvimento Sustentável e Recursos Naturais Poluição Tratamento e Reciclagem da Água. Unidades curriculares ECTS obs.5 5º semestre / ano 3 Unidades curriculares 6 6º semestre / ano 3 ECTS obs. 6 4 5 6 6 4 3 opção 2 3 opção 2 3º Semestre / ano 2 4º semeste / ano 2 Unidades curriculares ECTS obs.2 Química Orgânica e Bioquímica Microbiologia 5 4 6 obs. Ecoturismo 4 opção 6 Ecoturismo 4 opção 6 Ecologia Urbana 4 opção 6 Ecologia dos Agrossistemas Agricultura Comparada Modelação Ecológica e Análise de Sistemas Transporte e Dispersão de Poluentes Biogeoquímica do Ambiente Princípios de Toxicologia Bioquímica Introdução à Monitorização do Ambiente Detecção Remota e Ecologia da Paisagem 4 opção 6 4 opção 6 6 4 Unidades curriculares Economia.1 Introdução à Problemática do Ambiente Introdução à Educação Ambiental Geologia e Geodinâmica Externa Química Geral Ecologia Geral Introdução às Ferramentas Numéricas Inglês 6 3 2 opção 1 2 opção 1 Hidrogeologia básica Análise Matemática II Flora. Unidades curriculares ECTS Análise Matemática I Física 1.

Ed. doenças e pragas. elaboração de trabalhos e respectiva apresentação e discussão Português Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 27 . Leakey. -A agricultura como grande consumidora de água.. A agricultura é a grande ocupadora de espaços.(2001). (1994) História da Rega em Portugal. As operações culturais. -Problemas e tendências actuais da agricultura FAO (2005) El estado de la agricultura en el mundo. Inst. -Exemplos de sistemas de agricultura. assim como gerir espaços verdes (zonas cultivadas urbanas e periurbanas). zonas cultivadas urbanas e periurbanas). interpretar a paisagem e implementar sistemas agrícolas sustentáveis. História das Agriculturas do Mundo. Plant science: An Introduction to all Crops. Implicações dos factores edafo-climáticos na produtividade dos agroecossistemas -Os efeitos directos e indirectos dos factores climáticos sobre a actividade agrícola. O conflito entre a betonização e a agricultura. nas águas e na atmosfera.A agricultura como ocupadora de espaço. fertilização. Richard (1983) As origens do Homem. . Vantagens e desvantagens -Preparação do terreno. sementeira. controlo de infestantes. Razão de ser. Sessões de atendimento aos alunos. o Atlântico e os Trópicos. Pré-requisitos: Conteúdo da unidade curricular: Leituras recomendadas: Métodos de ensino: Métodos de avaliação: Língua utilizada: Características da Agricultura -A importância da agricultura. Prova escrita. Rasquilho Raposo. Piaget. Lisboa Aulas teóricas e práticas. -É também grande escultura e grande agressora da paisagem. Presença. -A agricultura como agredida. Relações entre a agricultura e a paisagem -A relação entre a estrutura e funcionamento dos agrossistema e a paisagem. -Condicionantes da Agricultura.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Descrição das unidades curriculares Nome da unidade curricular: Código da unidade curricular: Tipo de unidade curricular: Nível da unidade curricular: Ano curricular: Semestral/trimestral: Número de créditos: Nome do docente: Objectivos da unidade curricular (resultados esperados de aprendizagem e competências a adquirir): AGRICULTURA COMPARADA Opcional 1º ciclo 3º Ano Semestral 4 ECTS Joaquim Lauriano. M. Determinantes. Florbela Melhorado Fornecer conhecimentos de agricultura lato sensu com vista a gerir a paisagem para implementar agroecossistemas sustentáveis e diversificados e analisar o impacto dos diferentes agroecossistemas na paisagem. -As relações entre os agrossistemas e os sistemas circundantes. L. -Implicações das propriedades físicas. Pretende-se que os estudantes adquiram competências que lhes permitam adequar as práticas agrícolas às condições do meio. visitas de estudos e discussão de projectos de investigação. químicas e das características biológicas dos solos sobre a actividade agrícola. gestão de espaços verdes (jardins. INAG. Janit (1974). O Mediterrâneo. -Os padrões de agricultura no espaço e no tempo. Roudart. solo. Os diferentes tipos de agricultura e respectivos impactes ambientais . Mazoyer. J.A evolução da agricultura. práticas: trabalhos e experiências de laboratório. Teóricas: apresentação e discussão dos assuntos.

construção de modelos e espírito crítico. leituras e exercícios”. “Curso de Matemáticas Gerais”. Outros a combinar com os alunos no primeiro dia de aulas. Aplicações. “Introdução à Análise Matemática”.. Pré-requisitos: Não se aplica. Calculus. Jerrold E.Marsden. . Sucessões e séries de funções.Capacidade de exposição oral e escrita dos resultados conseguidos.Formação básica de Análise Matemática. Exames no período respectivo. intuição criativa. Cálculo diferencial em R. Weinstein. Funções reais de variável real. Conteúdo da unidade curricular: Leituras recomendadas: Sucessões. resolução de exercícios.Capacidade de abstracção. Alan. exemplificação com ênfase para as aplicações.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Descrição das unidades curriculares ANÁLISE MATEMÁTICA I Nome da unidade curricular: Código da unidade curricular: Tipo de unidade curricular: Obrigatória Nível da unidade curricular: 1º Ciclo Ano curricular: 1º Ano Semestral/trimestral: Semestral Número de créditos: 6 ECTS Nome do docente Maria Clara Grácio Objectivos da unidade curricular (resultados esperados de aprendizagem e competências a adquirir): .J. Santos Guerreiro. Cálculo integral em R. 1995 . Vols I. Fundação Calouste Gulbenkian.J. II Métodos de ensino: Exposição estruturada. Língua utilizada: Português Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 28 . 1969 . Campos Ferreira. Domínio de sucessões. . 1997 . ao nível dos conceitos mas com ênfase no cálculo e nas aplicações. “Análise Matemática. Livraria Escolar Editora. séries e cálculo diferencial e integral de funções reais de uma variável real. Séries numéricas. Gradiva. Métodos de avaliação: Frequências durante o período de aulas. .Carlos Sarrico.

L. Weinstein. . Outros a combinar com os alunos no primeiro dia de aulas. exemplificação com ênfase para as aplicações. Ellis Horwood.Formação básica de Análise Matemática. Integrais duplos e triplos. Optimização livre e condicionada. Integrais de superfície. Métodos de avaliação: Frequências durante o período de aulas. Jerrold E. Língua utilizada: Português Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 29 . Pré-requisitos: Conteúdo da unidade curricular: Leituras recomendadas: Análise Matemática I. Domínio de cálculo em várias dimensões. J. Vols I. resolução de exercícios.Capacidade de exposição oral e escrita dos resultados conseguidos. Teoremas da função inversa e da função implícita.Webb. Calculus.. Métodos de ensino: Exposição estruturada. Objectivos da unidade curricular (resultados .Marsden. intuição criativa. Fernando. Functions of Several Real Variables. Optimização livre e condicionada. Integrais curvilíneos e integrais de superfície. Apostol.Dias Agudo. esperados de aprendizagem e competências a . Integrais duplos e triplos. Álgebra Linear e Geometria Analítica I Funções de R^n em R^m.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Descrição das unidades curriculares ANÁLISE MATEMÁTICA II Nome da unidade curricular: Código da unidade curricular: Tipo de unidade curricular: Obrigatória Nível da unidade curricular: 1º Ciclo Ano curricular: 1º Ano Semestral/trimestral: Semestral Número de créditos (baseado nas horas de trabalho): 6 ECTS Nome do docente Jorge Salazar Serrano . Tom M. II e III. . Vols I e II . Cálculo diferencial em R^n. R. Vols I e II.Capacidade de abstracção. ao nível dos conceitos mas adquirir): com ênfase no cálculo e nas aplicações.. construção de modelos e espírito crítico. Análise Real. Integrais curvilíneos. Exames no período respectivo. Calculus. Alan.

in O Hutzinger Handbook of Environmental Geochemistry. 1992. J W de Leeuw. 1 saída de campo e em 2 visitas de estudo Regime de avaliação contínua: o trabalho prático feito em grupo contribui com 30% e um teste sobre a matéria leccionada com 70%. Vol 1. Element Speciation in Bioinorganic Chemistry. A Gianguzza et al (eds) Chemical Processes in Marine Environments. Interacções Biogeoquímicas e Ambiente 1. Physiological Limnology. em função da proficiência dos estudantes Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 30 . costeiros e oceânicos Biogeoquímica da Mudança Global. 1997. 1996. H Golterman. Environmental Geochemistry of Potentially Toxic Metals. na desregulação antropogénia dos ciclos biogeoquímicos naturais. Molecular Organic Geochemistry. Biogeodynamics of pollutants in Soil and Sediments. Springer. Compostos Orgânicos Persistentes. a quem fornece o necessário enquadramento teórico. estuarinos. Springer. An Introduction to Marine Biogeochemistry. 2000 13. A questão da Especiação. Alan Wellburn. Fluviais. Blackwell. 5. Regulação da Composição das Águas Naturais. Salomons & Stigliari (eds). Springer. lacustres. Springer. Longman. F R.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Descrição das unidades curriculares Nome da unidade curricular: Código da unidade curricular: Tipo de unidade curricular: Nível da unidade curricular: Ano curricular: Semestral/trimestral: Número de créditos: Nome do docente: Objectivos da unidade curricular (resultados esperados de aprendizagem e competências a adquirir): Pré-requisitos: Conteúdo da unidade curricular: Leituras recomendadas: Métodos de ensino: Métodos de avaliação: Língua utilizada: BIOGEOQUÍMICA DO AMBIENTE 4136ECL Obrigatória 1º ciclo 3º Ano Semestral 4 ECTS Alexandre Bettencourt. Sofia Capelo Formar o aluno numa compreensão aprofundada da dinâmica biogeoquímica de poluentes e contaminantes em sistemas naturais perturbados. 12. Metais e metaloides. Sergio Caroli. Química Ambiental da Tropoesfera e da Estratoesfera. S M Libes. Elsevier. A Terra como Reactor Geoquímico. Radionuclidos. 1977 11. 6. Part B (1982) p111-129 14. 2002. Wiley. complementadas com seminários no âmbito dos conceitos apresentados. Prentice-Hall. W Stumm & J J Morgan. 2000 Semanalmente são ministradas 2 horas teóricas em que serão expostos os conceitos e fundamentos teóricos. O Ciclo global do Carbono. Stable Isotopes in Ecology and Environmental Science. e alterações induzidas. K Lajtha&R H Michener (eds). Aquatic Chemistry. 1975 10. Academic Press. Química Ambiental dos Elementos. Compostos orgânicos naturais. da Saúde Ambiental da Monitorização do Ambiente. J Paasivirta (ed) New Types of Persistent Halogenated Compounds. Biogeochemistry of a Forested Ecosystem. Biogeoquímica dos Sistemas Aquáticos. Springer. 218p 8. S S Butcher et al.G E Likens. Aqueous Environmental Geochemistry. Isótopos estáveis. Química dos Sistemas Naturais Química e Biogeoquímica do Ambiente. Wiley. 400 pp 3. Assinaturas biogeoquímicos. Wiley. 504 pp 4. antes da sua interacção com o Homem e com os sistemas vivos. Complementar da Toxicologia Ambiental. 1994 9. 1996 2. 1992 7. Siegel. D Langmuir. P A Schenck. Air Pollution and Climate Change: The Biological Impact. As aulas práticas serão ministradas com base em 2 aulas de laboratório. Global Biogeochemical Cycles. Regime de Exame: o aluno realiza uma única prova de avaliação (100%) que incide em toda a matéria leccionada Português ou inglês.

6. Compreender os mecanismos subjacentes à diferenciação celular. 3. Desenvolver da utilização da plataforma de ensino online da Universidade de Évora (Moodle). De modo contínuo. Lisboa. mecanismos de diferenciação. As aulas teóricas são dedicadas à estruturação da matéria. e De Robertis. 4. Lodish. Didáctica Editora. Moléculas Biológicas. Ordem Funcional: Transportes transmembranares e Metabolismo 7. (coordenador). Língua utilizada: Português Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 31 . Informação: Informação genómica. 3. Enzimas. 10. Por via electrónica. o docente mantém contacto regular com os alunos. Conversão de energia. Mesquita) Ed. 11. por parte da célula. C. à definição de conceitos e à orientação do processo de aprendizagem.P. Ordem Arquitectural: Membrana celular. 4. J. New York. Métodos de ensino: 1. 16.). Reacções de oxido-redução. e Teixeira. H. armazenamento e utilização da energia. Jr. citosqueleto. 2de Ed.. Conhecer as principais aplicações da biologia celular na medicina curativa e forense. 14. deste modo.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Descrição das unidades curriculares BIOLOGIA CELULAR Nome da unidade curricular: Código da unidade curricular: Tipo de unidade curricular: Opcional Nível da unidade curricular: 1º Ciclo Ano curricular: Semestral/trimestral: 2º Ano 3º Semestre Número de créditos: 6 ECTS Nome do docente: Jorge Araújo Objectivos da unidade curricular 1. Comunicar os resultados através da elaboração de relatórios. enquanto resultado de um processo evolutivo e simbiótico. 4. A pilotagem da aprendizagem efectua-se complementarmente através da plataforma Moodle. São. 5. 2. Conhecer as propriedades das principais biomoléculas. Executar as várias técnicas de rotina de preparação de material biológico para estudo ao microscópio fotónico e electrónico. Reprodução celular: Mitose: cromossomas mitóticos. não somativa. Porto. Células: paradigmas e diversidade. 2. da Fundação Calouste Gulbenkian. Comunicação intercelular e intracelular. Molecular Cell Biology. Proliferação e diferenciação celulares: factores de crescimento. 1993. Pinto Ricardo. Métodos de avaliação: Avaliação somativa através de dois testes de frequência e de exame teórico escrito (50%) e de exame prático (50%). Citosqueleto. estruturas membranares). 8. De Robertis. Azevedo. Scientific American Books. e Teixeira. Energia: Termodinâmica na célula. 2. 4ª edição. e conhecer os princípios físicos do seu funcionamento. Biologia Celular e Molecular. Conhecer as vias bioquímicas de captação. Lisboa. ciclo da mitose. Lidel. disponibilizados conteúdos (textos ilustrados). Desenvolver a capacidade de efectuar pesquisas de informação com base no recurso às novas tecnologias de comunicação e de informação. E. 1993. Desenvolver o domínio da língua inglesa e francesa aplicadas ao estudo da biologia celular. Conhecer o suporte genético da informação. Biomoléculas. J. 2005. Morte Celular (apoptose). As aulas práticas laboratoriais são dedicadas à aquisição de destreza nas técnicas de microscopia e à observação de aspectos específicos relacionados com a identificação de células. disponibilizando-se para responder às dúvidas e prestar conselhos sobre as pesquisas de informação que os alunos entenderão realizar através da Internet. 10. 3. Baltimore. nas bio-indústrias e nos outros ramos da biologia. Didáctica Editora. Conhecer os mecanismos de recepção e amplificação de informação subjacentes à comunicação química celular. e testes de aferição de conhecimento.. 17. 1996. artigos de divulgação científica publicados em língua estrangeira. Compreender a estrutura funcional genérica de uma célula (organitos. Reconhecimento celular. 9. A. Pinto Ricardo. Darnell. 9. 8. Organitos membranares: Organitos semi-autónomos. C. Lisboa. 12. matriz extracelular. Origem da vida. realiza-se avaliação de aferição. 15. Biologia Celular e Molecular.P. 13. A. Métodos e Técnicas de estudo da célula. (Trad. 3. D. 4. E. Estruturas extra-celulares: parede celular. Conhecer as principais teorias sobre a origem da vida. 7. Citossol e suas inclusões.M. Meiose. e conhecer os seus fundamentos teóricos. Conhecer os principais métodos e técnicas de estudo da célula. Saber utilizar o microscópio fotónico como instrumento de observação e de medição. sua expressão na síntese molecular e sua transmissão no decurso dos processos de divisão celular. 2. Compreender os mecanismos subjacentes à morte celular (apoptose) 11. 5. Aplicações da Biologia Celular 1. Pré-requisitos: C Conteúdo da unidade curricular: Leituras recomendadas: Não se aplica 1. 6. escritos ou orais. C. Conhecer as propriedades da membrana celular e relacioná-las com os mecanismos responsáveis pelo transporte celular. 1990. 5.

EXPRESSÃO GENÉTICA 5. Gilman. Biologia Molecular e aplicações. Witkowski. Comunicar os resultados através da elaboração de relatórios.. (2000) Genes VII. (1999) Genomes. 5. Transcrição. Microbiologia. W. Calif: Benjamin/Cummings. Exame teórico ou 2 Frequências. Oliveira. Lodish et al. pretende-se uma abordagem das técnicas de biologia molecular. E. Ed. M. Boston. Brown. 10. Freeman Aulas teóricas e práticas. T. Métodos analíticos e preparativos em biologia molecular. Abordar as implicações das descobertas da biologia molecular.D. Regulação da expressão genética Parte III.C.H. Tradução. R. Freifelder. 7. Miller. W. Exame prático. Universidade de Évora. W. quer nas aplicações práticas em engenharia genética. (1999) Modern Genetic Analysis 1ª edição. Desenvolver a utilização a plataforma de ensino on-line da Universidade de Évora (Moodle). Jones and Bartlett Publishers.. Watson J. et al (1998) Molecular Biology of the Gene Menlo Park. 7. Watson. 4. (2001) Genetics. Jones. J. 3.. Bioinformática 1. Recombinação e transposição. 8. 2. D. W. Genética Parte I.(1990) Molecular Biology. Ed. B. Analysis of Genes and Genomes 5th Ed. H. Deverão adquirir a capacidade de interpretar situações novas à luz dos conhecimentos integrados. Replicação do DNA.. 9. 7 ª edição. 1ª edição.A.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Descrição das unidades curriculares Nome da unidade curricular: Código da unidade curricular: Tipo de unidade curricular: Nível da unidade curricular: Ano curricular: Semestral/trimestral: Número de créditos: Nome do docente: Objectivos Pré-requisitos Conteúdo Leituras recomendadas Métodos de ensino Métodos de avaliação Língua utilizada BIOLOGIA MOLECULAR Opcional 1º Ciclo 2º Ano Semestral 6 ECTS Isabel Solange de Oliveira Aprofundar os conhecimentos de biologia e genética molecular. TÉCNICAS E APLICAÇÕES 8. etc. A comprehensive introduction to prokaryotes and eukaryotes.. Brown. essenciais quer no estudo de questões biológicas fundamentais. relativas nomeadamente ao controlo da expressão genética e à replicação do DNA. Zoller. 3. Departamento de Biologia. Griffiths. J. New York. D. Tecnologia de DNA recombinante. disponibilizando-se para responder às dúvidas e prestar conselhos sobre as pesquisas de informação que os alunos entenderão realizar através da Internet. Deverão ainda ser competentes na planificação de experiências e na interpretação de resultados concretos envolvendo as várias metodologias práticas abordadas. quer em procariotas quer em eucariotas. S. 6. 6. Oxford University Press. (2000) Molecular and Cell Biology 4rd edition. 2. Gelbart. Por via electrónica. (2000) “Introdução à Biologia Molecular”Textos de apoio da disciplina de Genética. A. A. 9. H. Blackwell Science Inc. (1992) Recombinant DNA 2ªEd. escritos ou orais.. Freeman.. Lewin. Os alunos deverão adquirir os conhecimentos de base dos fenómenos moleculares estudados. London. PERPETUAÇÃO do DNA 1. New York. Português Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 32 . Desenvolver o domínio da língua inglesa aplicada ao estudo da biologia molecular. Hartl. o docente mantém contacto regular com os alunos. (2001) Gene Cloning and DNA Analysis: An Introduction. Oxford. saúde. Genes e Cromossomas. T. Sudbury. Lewontin. J. Desenvolver a capacidade de efectuar pesquisas de informação com base no recurso às novas tecnologias de comunicação e de informação. Por outro lado. Biologia Celular. Wiley-Liss. Freeman.. 4. Bioquímica. cujos conceitos essenciais são fornecidos na disciplina de Genética. 4ª edição.. na compreensão dos diversos fenómenos celulares. M. D. Mutação e reparação Parte II. Jones and Bartlett Publishers.

melhora-se sobretudo a competência do discente. & G. Lewis Pub. 2002. Impactes do conflito na qualidade da paisagem.. Os sistemas de Detecção Remota.Detecção Remota em Ecologia: introdução. Pré-requisitos: Ecologia Geral ou Fundamentos de Ecologia.Teoria Ecológica e Paisagem: A organização hierárquica da natureza e a paisagem. (eds. Gibson P. A. Introductory Remote Sensing. Cambridge. N. Z. Introdução ao tratamento da informação analógica e digital obtida por Detecção Remota.Elementos e Características Fundamentais da Paisagem: Os corredores. Estratégias de intervenção para atenuação do conflito Homem-Natureza. Carlos Pinto Gomes. Português ou Inglês (consoante os alunos). New metrics indicators for monitoring. & Power. 1994.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Descrição das unidades curriculares Nome da unidade curricular: DETECÇÃO REMOTA E ECOLOGIA DA PAISAGEM Código da unidade curricular: Tipo de unidade curricular: Obrigatória Nível da unidade curricular: 1º Ciclo Ano curricular: 3º Ano Semestral/trimestral: Semestral Número de créditos: 6 ECTS Nome do docente: José Manuel Mascarenhas. no plano profissional. Cambridge Un. – Ecologia y Paisage.D. De um ponto de vista aplicado. Conteúdo da unidade curricular: 1 . Springer Verlag. A. A estrutura. London: Chapman and Hall. conservação da natureza e valorização patrimonial. Discussão e comparação metodológica: sigmetum e geossigmetum.Fitossociologia da Paisagem: Fitossociologia Serial: fundamentos e metodologia. de instrumentos de observação estereoscópica para a análise de Fotografias aéreas. (ed. corológico-horizontal e geosférico. Debates com os discentes sobre temas teóricos e casos concretos. Frohn.. O desenvolvimento do Ecossistema: as estratégias do Homem e da Natureza.Introdução aos métodos de análise da heterogeneidade da paisagem. Landscape Disturbance and Biodiversity in Mediterranean-type Ecosystems.As diferentes abordagens ecológicas da paisagem. Fonseca. 1981. Blume Ed. Remote Sensing for Landscape Ecology. modelling and assessment of ecosystems. A. & Lieberman. Introductory Remote Sensing. 9 . Boca Raton. K.C. R. & Fernandes.J. Detecção Remota. Sessões individuais e colectivas de apoio à realização de trabalhos práticos (laboratoriais e no terreno) e de monografias. do conflito Homem – Natureza. 2000. P. C. 2004. 8 . 4. numa perspectiva histórica e ecológica. Métodos de ensino: Métodos de avaliação: Língua utilizada: Transmissão oral de conhecimentos com apoio de métodos audiovisuais. N. 5 . Conservação da Natureza e Ordenamento do Território. York: Springer Verlag. Routledge.A Intervenção Humana no Território: Paisagem Cultural e valores ecológicos da paisagem. 2 . Theory and Application. Fitogeografia. Rundel P. Melhoria da capacidade de interpretação da paisagem. Forman.C.). 10 . a função e a dinâmica paisagísticas segundo os três níveis básicos de abordagem: topológico-vertical. Digital Image Processing and Applications. Lisboa: Lidel – edições técnicas. & Power C. 2002. – Principles and Methods in Landscape Ecology. 6 . Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 33 . The Ecology of Landscapes and regions. O Homem como principal agente modelador daquela estrutura e valores paisagísticos. Compreensão das diferentes perspectivas de abordagem ecológica da paisagem. Conhecimento. R. 3 -Noções básicas de foto – interpretação aérea. as manchas e a matriz.para o apoio a estudos no domínio da Ecologia e a acções de monitorização nesse mesmo âmbito. Leituras recomendadas: Avery T. – Land Mosaics. SIG e Modelação Ecológica). 7 . Principles and Concepts. J.) – Applying Landscape Ecology in Biological Conservation.Os fundamentos físicos da Detecção Remota.Paisagem e Ecologia da Paisagem: aspectos conceptuais e desenvolvimento histórico. – Landscape Ecology.. Fitossociologia Catenal: fundamentos e metodologia. Berlin Fundamentals of remote sensing and airphoto interpretation: Prentice Hall. Press. Apreensão dos conceitos fundamentais de Ecologia da Paisagem visando melhorar a capacidade de abordagem numa perspectiva holística. Naveh. e de sistemas de processamento digital de imagem (Lab. Teresa Batista Objectivos da unidade curricular (resultados esperados de aprendizagem e competências a adquirir): Formação científica e técnica sobre métodos de Detecção Remota aplicados ao reconhecimento do território.de Detecção Remota. 2000. González Bernaldez. 2nd.. 1995. 1998. Madrid: H.W. London: Routledge. 1998. . F. Trabalho prático de síntese (com monografia) obrigatório (40% ). York: Springer. Farina. em geral.. no que se refere a intervenções técnicas principalmente nos domínios do ordenamento do território. 1998. Gutzwiller. Gibson. Ecologia da Paisagem. Dois testes escritos ou exame final (60%). Ed. Conhecimento do modo como a estrutura horizontal e vertical da paisagem condiciona os fluxos físico-biológicos entre os seus componentes. Acções cartográficas sobretudo no campo do coberto vegetal e da ocupação do solo.

Fornecer conhecimentos sobre o Clima. Pré-requisitos: Cálculo diferencial e integral. Circulação e vorticidade. água e entropia do sistema climático. No final da unidade o aluno deve: − Compreender os conceitos de clima. Evaporação. energia. 1992. Composição. P. Aulas Teórico-Práticas.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Descrição das unidades curriculares DINÂMICA DA ATMOSFERA E CLIMA Nome da unidade curricular: Código da unidade curricular: Tipo de unidade curricular: Nível da unidade curricular: Ano curricular: Semestral/trimestral: Número de créditos Nome do docente: Obrigatória 1ª Ciclo 2º Ano Semestral 6 ECTS Rui Salgado Objectivos da unidade curricular: Proporcionar uma formação introdutória sobre as leis físicas que governam o comportamento e a dinâmica da atmosfera. − A Camada limite atmosférica e a dispersão de poluentes − A Circulação global da atmosfera. Depressões e anticiclones. Massas de ar. West Publishing Company. Universidade Aberta Ahrens. An introduction to weather. 2001: Meteorologia e Ambiente. Efeito da rotação e o vento geostrófico. Academic Press. Nuvens e Precipitação − As equações do movimento atmosférico. 5 ed. Física Geral Conceito de Clima e de Sistema Climático A atmosfera e o sistema climático. Balanços globais de momento angular. 3rd Ed. Circulações locais e regionais. J.R.. o sistema climático e as alterações climáticas. Aulas Teóricas. nas escalas local. An Introduction to Dynamic Meteorology. − Conhecer as equações que governam a dinâmica da atmosfera e saber aplicá-las em situações simples. Efeito de estufa. Holton. estrutura e balanço radiativo na atmosfera. regional e global. de circulação global da atmosfera e de variabilidade e mudança climática. climate and the environment. 1994: Meteorology today. − O Ciclo da água na atmosfera. Testes e/ou 1 Exame Final Português com alguns textos em inglês − Conteúdo da unidade curricular: Leituras recomendadas: Métodos de ensino: Métodos de avaliação: Língua utilizada: Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 34 . D.. − Alterações climáticas e modelos de clima Miranda.. Orientação Tutorial.

New dimensions in agroecology. G. capacidade de análise de literatura. capacidade de síntese. Haworth Pr Inc. beta e gama ou da paisagem. A. produtos e resíduos dos ecossistemas. H. Identificar externalidades negativas e impactes ambientais associados aos diferentes agrossistemas. Springer-Verlag. (1988) – Fundamentos de Ecologia. E. que possibilite uma intervenção técnica no plano profissional. P. dissipações de energia. Lisboa. Os sistemas naturais (ecossistemas) como paradigmas de qualquer processo produtivo: matéria. Exemplos Clements. (2000) . Um falso dilema – conservar ou produzir? Vias para ultrapassar o aparente problema. S. homeostasia e resiliência/regulação humana. Gliessman. suscitando propostas de medidas e acções conducentes a uma utilização dos recursos do agro conforme aos princípios do uso sustentável e da conservação. Comissão Nacional do Ambiente. oral e escrita. (1979) . Berlin. Caracterização de diferentes processos produtivos agropecuários quanto ao fluxo de energia. Atributos dos ecossistemas versus atributos dos diferentes agrossistemas: complexidade/simplicidade. diversidade/monotonia. alfa.. R. quanto ao circuito da matéria e quanto aos diferentes níveis hierárquicos a que se pode organizar a biodiversidade. Fundação Calouste Gulbenkian. D. Desenvolver a capacidade de identificação de problemas e respectiva resolução na área do ordenamento da utilização da terra. capacidade de discussão Não se aplica. M.Ecologia dos recursos da terra. objectivo último da disciplina. Externalidades negativas e impactes ambientais derivados e associados aos diversos agroecossistemas: efeito estufa. descrevendo-os quanto (1) aos processos funcionais – fluxo de energia e reciclagem da matéria . Fornecer aos alunos os fundamentos ecológicos necessários à sustentabilidade dos agrossistemas. Odum.e quanto (2) à estrutura das comunidades – níveis hierárquicos de biodiversidade. Shrestha. Implicações da utilização de recursos agropecuários na naturalidade e sensitividade dos diferentes biótopos. Capacidade de comunicação apresentações gráficas. Dois testes escritos ou exame final. Debates com os discentes e sessões individuais de atendimento aos alunos. Remmert. degradação/perda de habitats e desertificação. a saber: intra específica. (2004) . Português ou Inglês (consoante os alunos Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 35 . (1980) – Ecology – A text book. CRC Press Guerreiro. Lisboa. energia e informação como factores de produção.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Descrição das unidades curriculares Nome da unidade curricular: Código da unidade curricular: Tipo de unidade curricular: Nível da unidade curricular: Ano curricular: Semestral/trimestral: Número de créditos (baseado nas horas de trabalho): Nome do docente: Objectivos da unidade curricular (resultados esperados de aprendizagem e competências a adquirir): Pré-requisitos: Conteúdo da unidade curricular: Leituras recomendadas: Métodos de ensino: Métodos de avaliação: Língua utilizada: ECOLOGIA DOS AGROSSISTEMAS Opcional 1º ciclo 3º Ano Semestral 4 ECTS Joaquim Lauriano Evidenciar a natureza dual dos agrossistemas.Agroecosystem Sustainability: Developing Practical Strategies. Transmissão oral de conhecimento com apoio de métodos audiovisuais. A invenção da agricultura/pecuária e o segundo grande impacte no homem na biosfera.

de análise de informação. As vias predominantes. . Basic Ecology. E. energia para controlar a entropia nos sitemas ecológicos. exame. e de discussão. Primária e secundária. Introduction à la Théorie Écologique. Comunidade: Estrutura. KREBS. 1983. Ecologia da Populações e das Comunidades. P. 2ª ed. . J. Harper & Row. Estratégias de selecção r e K. A acordar c/ alunos. Língua utilizada: Português ou Inglês Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 36 . BERNARDO.Teorias do climax. Ana Manuel Costa. N. capacidade de comunicação. 1978. Euriecidade e estenoecidade. M.P.Populações: características e taxas vitais. problemas da intervenção humana. Interacção competitiva. ciclos populacionais. NY VIEIRA DA SILVA. Lisboa. exclusão competitiva. capacidade de trabalho em equipa. Análise e discussão de literatura. Ecology: The Experimental Analysis of Distribution and Abundance.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Descrição das unidades curriculares ECOLOGIA GERAL Nome da unidade curricular: Código da unidade curricular: 0427ECL Tipo de unidade curricular: Obrigatória Nível da unidade curricular: 1º Ciclo Ano curricular: 1º Ano Semestral/trimestral: Semestral Número de créditos: 4 ECTS Nome do docente: João Manuel Bernardo. de síntese. Métodos de avaliação: Trabalho apresentado e discutido. Maria Ilhéu Capacidade de interpretar a organização ecosfera e dos processos nela envolvidos. . Crescimento exponencial e logístico.Factores limitantes: Leis de Leibig e de Shelford.Y. circulação de matéria e fluxo de energia. Factores da produção e decomposição.. Apresentação e discussão de conteúdos estimulando os alunos a interpretar dados e explorar os efeitos dos factores sobre os processos Métodos de ensino: em análise.Ciclos biogeoquímicos: Ciclos globais e locais.Sucessão. 1979. Interacção predador-presa. Aquisição de competências para intervenção profissional na área do ambiente Aquisição de conhecimentos no Objectivos da unidade curricular (resultados esperados de aprendizagem e domínio científico. C. sucesso das introduções e estrutura do mosaico paisagístico. 1995. . Masson. Natural e Cultural. Resistência e resiliência. Modelos de regulação populacional. Holt-Saunders International Editions. Conteúdo da unidade curricular: .Produção e estrutura trófica: Transferências energéticas entre níveis tróficos e eficiências ecológicas. Tratamento de dados fornecidos. Pré-requisitos: Não se aplica Estrutura e função dos ecossistemas: Tipos de organismos. J.J. Universidade Aberta. Leituras recomendadas: ODUM. estabilidade e qualidade ambiental. Implicações: distribuição dos organismos. utilização das tecnologias da informação. identificar competências a adquirir): aspectos éticos e deontológicos.

Wilson 1983. capacidade de utilização das tecnologias da informação. Modelo Psico-sócio-biológico humano Descoberta das causas ecológicas e evolutivas de muitos componentes do comportamento humano e desenvolvimento de um modelo psico-sócio-biológico. memórias. The Human Population.) 1984. Análise sociobiológica dos comportamentos altruístas (de parentesco e recíproco) . Ecologia Populacional Humana História da população humana nas suas diversas fases. Willard Grant Press. 2000. Olhares sobre a Natureza. elaboração. On Human Nature. capacidade de comunicação . 4. Uma Antropologia da paisagem Daly. capacidade de discussão. 3.O. capacidade de análise de literatura. Boston. Fornecer aos aluno os conhecimentos sobre com o meio em geral. As raízes evolutivas de comportamentos. agrícolas – industriais e urbanos. ricos – pobres.um neo-panteismo ? Análise de paisagens e das suas representações: símbolos. Antropocentrismo. apresentação e discussão de trabalhos. alteração contemporânea das pressões evolutivas . Sociobiology: the new synthesis. mitos. & M. Harvard Univ Press. inquietações. The Biological basis of Human Social Behaviour Hrdy. Valor da natureza: Intrinsecalismo.tendência para o altruismo e proximidade genética e espacial.um novo modelo ? 2. Sex. pragmatismo. Harvard Univ. A Eco-ética: dilemas. Interpretação do comportamento humano no contexto da teoria etológica. Cambridge Univ. comportamentos ritualizados: agressão-intimidação e vínculo. Pré-requisitos: Conteúdo da unidade curricular: Leituras recomendadas: Métodos de ensino: Métodos de avaliação: Língua utilizada: 1.. Mentalidades natalistas e anti-natalistas. 2001. Discussões sobre temas apresentados pelo docente ou pelos estudantes Participação nas discussões. Cambridge. a escolha do parceiro.O.. San Francisco. Kaplan & Kaplan 1989. através de uma abordagem transdisciplinar. 1980. Análise das atitudes e comportamentos morais do homem contemporâneo perante a natureza. Um olhar etológico sobre a Espécie Humana Comportamento e Evolução. Português ou Inglês (consoante os alunos) Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 37 . The Experience of Nature.5 ECTS João Manuel Bernardo Estimular no aluno o interesse e capacidade de reflexão sobre as relações entre a evolução e ecologia que moldam o ser humano. a capacidade de trabalho em equipa. Pr. prova escrita. Evolution and Behavior. Cambridge. Scientific American (ed. The woman that never evolved. Hinde. norte – sul. a selecção sexual e as "armadilhas evolutivas". Paradigmas da visão e intervenção do homem na natureza. capacidade de síntese. incongruências.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Descrição das unidades curriculares Nome da unidade curricular: Código da unidade curricular: Tipo de unidade curricular: Nível da unidade curricular: Ano curricular: Semestral/trimestral: Número de créditos: Nome do docente: Objectivos da unidade curricular (resultados esperados de aprendizagem e competências a adquirir): ECOLOGIA HUMANA Obrigatória 1º Ciclo 2º Ano Semestral 2. R. dicotomias: modelos populacionais r e K. B. Wilson E. desenvolvidos – em vias de desenvolvimento. Evolução dos sistemas de valores. a Eco-ética História da visão da natureza. Crescimento populacional e alteração da capacidade de carga do meio. a especificidade da dinâmica populacional humana. oral e escrita. Wilson E. 1981. Estimular a capacidade de compreensão da forma como Homem se liga ao Ambiente. Freeman. A reapreciação da Natureza . Pr.apresentações gráficas. Transições demográficas. Harvard Univ Press. Inerentismo. M. Crítica do conceito de instinto. análise dos factores responsáveis por alterações das taxas vitais. análise e interpretação das diferentes atitudes e comportamentos de cada um dos sexos relativamente ao outro. S. contribuindo para criar sentido crítico sobre muitos comportamentos e atitudes correntes e diversas dimensões da relação do ser humano com os outros seres.

Métodos de extracção de DNA microbiano com vista à sua amplificação através de PCR. a capacidade de síntese e a capacidade de discussão. Marcel Dekker. London.) 1997. Efeitos do pH do solo na actividade microbiana. Factores físicos e químicos que determinam a composição e a actividade dos microrganismos do solo no espaço e no tempo. as interacções envolvendo micróbios no biota do solo. Biological Procedures Online. o ciclo do carbono. oral e escrita. Altavilla N. Gillings M. Principais características morfológicas. Publ. que possibilite uma intervenção técnica no plano profissional. Dois testes escritos ou exame final. algas e protozoários. Cambridge University Press. W.apresentações gráficas. Soil microbiology. (Ed. Davet. raízes e rizosfera. Desenvolver a comunicação .Soil microbial ecology. Pré-requisitos: Conteúdo da unidade curricular: Leituras recomendadas: Métodos de ensino: Métodos de avaliação: Língua utilizada: Métodos de estudo em ecologia microbiana. New York. Stress hídrico e micróbios do solo – estratégias de acumulação de solutos. Ecologia microbiana do solo em condições extremas. Fontes de energia e de nutrientes para os micróbios do solo. destacando determinadas técnicas de microscopia de luz como sejam o campo escuro e o contraste de fase.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Descrição das unidades curriculares Nome da unidade curricular: Código da unidade curricular: Tipo de unidade curricular: Nível da unidade curricular: Ano curricular: Semestral/trimestral: Número de créditos: Nome do docente: Objectivos da unidade curricular (resultados esperados de aprendizagem e competências a adquirir): ECOLOGIA MICROBIANA E DO SOLO Obrigatória 1º Ciclo 2º Ano Semestral 4 ECTS Pedro Santos. Principals of microbiology. enfatizando as principais propriedades dos habitats (micro-habitats) dos microrganismos do solo. Longman. Campbell R.. fungos. Cambridge. Methods for microbial DNA extraction from soil for PCR amplification. Yeats C. O efeito da temperatura e da luz no micro biota do solo. Science Publishers Inc. para identificar problemas e respectiva resolução. WCN Publishers. Davison A. 1977. 1993. R. as associações entre animais do solo e micróbios celulolíticos e interacções entre diferentes micróbios. (2004) – Microbial ecology of the soil and plant growth.. 1996. & Clarrk 1989. O potencial redox – os receptores finais de electrões variam consoante o ambiente no solo. Microbial ecology. Florbela Melhorado Fornecer aos alunos os fundamentos da ecologia microbiana do solo. Soil Ecology. Academic Press. plantas. (Ed. Desenvolver a capacidade para lidar com problemas relacionados com a produtividade do solo e a qualidade ambiental. Composição gasosa do ar do solo e composição dos gases dissolvidos na água do solo.B. Soil conditions and plant growth. Debates com os discentes e sessões individuais de atendimento aos alunos. Russel E. Ecologia microbiana.. A associação leguminosa/rizóbio. para utilizar técnicas de extracção e amplificação de DNA microbiano.biologicalprocedures. Blackwell Sci. Reciclagem de nutrientes: a relevância dos micróbios do solo. New York. Português ou Inglês (consoante os alunos Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 38 . 1 (1): 40-47 (www.com). Exemplos. Interacções ecológicas. Metting F. fisiológicas e ecológicas de bactérias. O ambiente no solo e o conceito de micro habitat. P. London Transmissão oral de conhecimento com apoio de métodos audiovisuais. Killhan K.) (1993) . Atlas R. D. actinomicetas.A. A coluna de Winograsky como exemplo de um sistema microbiano que recorrendo a energia da radiação solar é capaz de efectuar a reciclagem da matéria no seu seio. M. A atmosfera do solo. as micorizas.. a ciclagem de nutrientes no solo e a ecologia do solo em condições ambientais extremas e em solos poluídos. 1998. Água no solo e stress hídrico. Paul E. do azoto e do enxofre. a análise de literatura. & Veal D. O biota do solo. Competição microbiana: populações autóctones e zimógenes. Os postulados de Kock e as suas modificações. Deposição ácida e ecologia microbiana do solo: efeitos estimuladores e inibitórios das deposições ácidas. A relevância da biomassa microbiana em muitos ecossistemas terrestres.

H. 1993. As Cidades Ecológicas . Structure. económica. metas ambientais e exigências. – L’Écologie Urbaine et Urbanisme.The Ecological City and City Effect: Essays on the urban planning requirements for the sustainable city. – Ecosystèmes.T.modelos. F. Integração das vertentes. & Bilsborough. Ecologia dos campos. L. Interrelações entre a Cidade e o meio rural envolvente.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Descrição das unidades curriculares Nome da unidade curricular: Código da unidade curricular: Tipo de unidade curricular: Nível da unidade curricular: Ano curricular: Semestral/trimestral: Número de créditos: Nome do docente: Objectivos da unidade curricular (resultados esperados de aprendizagem e competências a adquirir): Pré-requisitos: Conteúdo da unidade curricular: Leituras recomendadas: Métodos de ensino: Métodos de avaliação: Língua utilizada: ECOLOGIA URBANA Opcional 1º ciclo 3º Ano Semestral 4 ECTS José Manuel Mascarenhas Aquisição de informação sobre as características estruturais.. A. Evolution. Ecologia Geral ou Fundamentos de Ecologia (aconselhada). M. Collinge. – Ecologia das cidades. Washington: World Bank. & Dahia. – Urban Environment and Infrastructure. O uso do solo como ferramenta em ecologia urbana. Paris: Éd. A Cidade como antropossistema de elevado input em informação e energia. La Découverte. contribuindo deste modo para o desenvolvimento sustentável. 2004. Aux fondements des enjeux actuels. (eds. & Soubeyran. . B.M. Bigio. Fonctionnement. pp. Feldmann & O. Piaget. London: Routledge. B. 1999. S. N. – Ecology of Building Materials. Cambridge: Cambridge University Press. Smith. S. Archibugi. & Pichot-Viale. – “Ecological consequences of habitat fragmentation: implications for landscape architecture and urban planning”. 63 (5). O. . 1993. 59-77. 2001. Mobilidade ecologicamente responsável: A integração dos recursos naturais e da paisagem no desenvolvimento urbano Allègre C. Debates com os discentes sobre temas teóricos e estudos de caso. in: Landscape & Urban Planning. Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 39 . Masson Ed. Português ou Inglês (consoante os alunos).K. Oxford: Architectural Press. funcionais e dinâmicas dos ecossistemas urbanos. Aldershot: Ashgate. Schell. Berdoulay. Hough. Breuste J.1996. 1996. A Basis for Sustainability. V. 1994. social e cultural. ecológica. Paris. S. A melhoria das condições ambientais urbanas. – “Can land use planning produce the ecological city?” Town and Country Planning. Howard. Integrar e aplicar os conceitos de ecologia urbana no planeamento local e regional. Dotar de uma nova ferramenta os técnicos e responsáveis envolvidos em acções de urbanismo e/ou de gestão de áreas urbanas. 36. 2002. M. Frontier. 2004.) – Urban Ecology and Health in the Third World. 1998.York: Springer. A. Aquisição de conhecimentos sobre as interrelações entre estes tipos de ecossistemas e a qualidade ambiental das áreas urbanas. Berge. Uhlmann – Urban Ecology. Transmissão oral de conhecimentos com apoio de métodos audiovisuais. D. Almada: Ed. – Cities and Natural Process.G.. Sessões individuais e colectivas de apoio à realização de monografias Dois testes escritos ou exame final (60% da nota final).

H. Pearson Education Limited. Regime de Exame: o aluno realiza uma única prova de avaliação (100%) que incide em toda a matéria leccionada Português ou inglês. da urbanização e do turismo. a eficiência energética e as chamadas energias alternativas. crise ambiental. Introdução à Economia do Ambiente: a poluição como externalidade (falha de mercado). crise de recursos. Impactes ambientais da agricultura. em função da preparação dos estudantes Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 40 . tradeable/marketable permits. da indústria. 67. (1988) – Fundamentos de Ecologia. Conceitos de desenvolvimento e de sustentabilidade. Natural and Resource Environmental Economics 3rd ed. The “Tragedy of the Commons” e Extinção. J. Yue Ma and J. E. Springer-Verlag. Berlin. Perman. clarificar o conceito de Desenvolvimento Sustentável e os fundamentos ecológicos e económicos em que radica e que condicionam a utilização racional dos Recursos Naturais Pré-requisitos: Conteúdo da unidade curricular: Pensamento Económico e a percepção do Ambiente. (1979) . Instrumentos económicos para a resolução do problema. Comissão Nacional do Ambiente. (2000) . 2003. Odum. José Manuel Belbute Objectivos da unidade curricular (resultados esperados de aprendizagem e competências a adquirir): Dar ao aluno o conhecimento dos fundamentos microeconómicos aplicados ao Ambiente. Princípios de ecologia e conservação de recursos. G. O despertar da consciência ecológica e da “preocupação pública”. Globalização e cooperação internacional. Lisboa. Remmert. R. A interacção entre Economia e Ambiente. Debates com os discentes e sessões individuais de atendimento aos alunos. Tietenberg. T. 2003. A resolução do conflito entre Economia e Biosfera. Economia e Sociologia.. A perspectiva Económica da Sustentabilidade: definição e condições.. Métodos de ensino: Métodos de avaliação: Língua utilizada: Transmissão oral de conhecimento com apoio de métodos audiovisuais. McGilvray. CRC Press Guerreiro. Fund. da mineração. Classificação dos recursos.M. Educação para a conservação. Environmental and Natural Resource Economics. Taxas Pigouvianas. Lx.Agroecosystem Sustainability: Developing Practical Strategies. P.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Descrição das unidades curriculares ECONOMIA DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E RECURSOS NATURAIS Nome da unidade curricular: Código da unidade curricular: Tipo de unidade curricular: Obrigatória Nível da unidade curricular: 1º ciclo Ano curricular: 3º ano Semestral/trimestral: Semestral Número de créditos (baseado nas horas de trabalho): 4 ECTS Nome do docente: António Pedro Santos. Leituras recomendadas: Belbute. Regime de avaliação contínua: o trabalho prático feito em grupo contribui com 50% e um teste sobre a matéria leccionada com 50%. Addison Wesley.Ecologia dos recursos da terra. da pesca. 5th ed. 1999 International Journal of Ecology and Development MAB UNESCO – Ecologia e Desenvolvimento Gliessman. Calouste Gulbenkian. Introdução à economia dos recursos Naturais: a exploração de Recursos Renováveis sob diversos regimes económicos (Open Access. M.. S. Conciliação da produção com a conservação da biodiversidade. "Algumas Reflexões sobre as interacções entre a economia e o ambiente".M. Padrões de consumo e de produção: o uso racional dos recursos naturais renováveis.. A exploração de recursos não Renováveis: Regra de Hotelling Gestão óptima de recurso. (1980) – Ecology – A textbook. R. O teorema de Coese. Maximização do lucro e Commonproperty. A crise no planeta Terra – crise energética.

Características de eutrofização a que frequentemente se associam baixos teores de nutrientes na água. A elevada produção primária. N. Blackie. 1978. Factores limitantes da produção primária em sistemas aquáticos . Capacitar os alunos para a intervenção na gestão/conservação/recuperação destes sistemas. MOSS.Y. Estratégias e tipos de produtores primários. químicos e biológicos modelam os sistemas aquáticos. Estuários.Y. Blackwell. o caso dos afloramentos costeiros. GOLTERMAN. análise e discussão de literatura. Processos litorais: deriva litoral. Madrid McLUSKY. Limnologia. cursos de montanha e de planície.bacia. & CAMPBELL J. Conteúdo da unidade curricular: Leituras recomendadas: Métodos de ensino: Métodos de avaliação: Língua utilizada: BARNES.J. GOLDMAN. O Oceano. Lagoas Costeiras (lagunas). Ecologia Geral ou Fundamentos de Ecologia Ecossistemas Aquáticos vs. 1983. Blackie. N. Elsevier.K. Cianobactérias. L MARGALEF. McGraw-Hill. Freshwater Ecology. C. Ed. Índices bióticos na avaliação da qualidade ambiental. Importância para a produtividade oceânica. Importância do material alóctono no funcionamento.Oxford. O impacto da actividade humana sobre as zonas litorais. Relação rio . trabalhos de laboratório Frequências/exames. MEADOWS. & HORNE. As lagoas como meios de retenção ou desaceleração de fluxos para o mar. 1990. N.mortalidade estival. Omega.critérios de avaliação. An Introduction to Marine Science. cianotoxinas. Freshwater Ecology. Os estuários como nurseries (viveiros). Exposição dos conhecimentos de base.S. 1992. Implicações das estratificações térmicas consoante o estado trófico.Sistemas Lênticos. Zonação. 2002. realização de trabalho com apresentação e discussão Português ou Inglês Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 41 . Zonação: primeiras aproximações. Eutrofização . A. R. saídas de campo. JEFFRIES. Factores favoráveis à produtividade primária. Ecossistemas Terrestres.R. K.) 1980. erosão e deposição. M.Y. Importância das cheias para o sistema ripário e curso. Illies & Botosaneanu (1963). D. Maria Ilhéu Objectivos da unidade curricular (resultados esperados de aprendizagem e competências a adquirir): Pré-requisitos: Dotar o aluno do conhecimento do modo como os factores físicos.L. N. Limnology. Physiological Limnology. Tipos de lagoas segundo o regime de ligação ao mar.K. Academic Press. Huet (1954). DODDS W. implicações na gestão das zonas litorais.S. John Wiley & Sons.Y. A floculação e os estuários como “armadilha de nutrientes”. 1989. erosão e deposição. Fundamentals of Aquatic Ecosystems. Heterogeneidade espacio-temporal. Oxford. H. Estratificações halinas e deplecção de oxigénio hipolimnético. 1980.H. & MANN.fácies lótico e lêntico. & MILLS. D. R. Factores morfométricos e edáficos da produção primária. B. determinando a respectiva estrutura e funcionamento. acumulação de matéria orgânica detrítica e os riscos de distrofia . Ana Manuel Costa. Belhaven Press.P. (eds. Ecology of Freshwaters. The Estuarine Ecosystem. 1980. Tipos de macrofauna bêntica e nichos tróficos.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Descrição das unidades curriculares ECOSSISTEMAS AQUÁTICOS Nome da unidade curricular: Código da unidade curricular: Tipo de unidade curricular: Obrigatória Nível da unidade curricular: 1º Ciclo Ano curricular: 2º Ano Semestral/trimestral: Semestral Número de créditos: 4 ECTS Nome do docente: João Manuel Bernardo. Cursos temporários . Características dos ecossistemas marinhos. Sucessão anual fitoplanctónica.águas continentais.L. Interacção águas oceânicas . Estratificação térmica. Oxford. Sistemas Lóticos. Teoria do River Continuum. Determinantes da produtividade marinha.

floresta de coníferas do norte. ao subsistema vegetação e do subsistema animal. H.Fundamentos de ecologia (4ª Edição).A. F. chaparral.M. M. J. pradaria tropical.D. referentes quer ao indivíduo e à espécie. bem como caracterização geral das principais comunidades terrestres. 42: 9-26. Desenvolver: capacidade de trabalho em equipa. Avaliação da diversidade em comunidades terrestres ibéricas ao nível intra específico.. Realização de 2 frequências ou de exame final Língua utilizada: Português ou Inglês (consoante os alunos) Conteúdo da unidade curricular: Leituras recomendadas: Métodos de ensino: Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 42 . deserto.C. CHAPIN.. Distribuição e caracterização geral dos principais biomas. pradaria temperada. Adaptação das espécies ao ambiente terrestre mediterrânico e idiossincrasias das espécies ibéricas: exemplos de endemismos ao nível específico e subespecífico. do subsistema vegetação e do subsistema animal em comunidades terrestres ibéricas. Agriculture. capacidade de análise de literatura. capacidade de identificar aspectos éticos e deontológicos associados à investigação e actividade profissional. Fluxo de energia e ciclagem da matéria nos ecossistemas terrestres. quer à organização ao nível da população. J. floresta tropical de espinhosas e savana. (1992) . floresta tropical húmida. Carlos Pinto Gomes Objectivos da unidade curricular (resultados esperados de aprendizagem e competências a adquirir): Fornecer aos alunos princípios e conceitos relativos a ecossistemas terrestres. capacidade de utilização das tecnologias da informação. relativamente ao subsistema solo. P. análise e discussão de literatura e saídas de campo..Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Descrição das unidades curriculares ECOSSISTEMAS TERRESTRES Nome da unidade curricular: Código da unidade curricular: Tipo de unidade curricular: Obrigatória Nível da unidade curricular: 1º Ciclo Ano curricular: 2º Ano Semestral/trimestral: Semestral Número de créditos: 4 ECTS Nome do docente: Pedro Santos. CHAPIN. (1988) . Valores positivos e negativos associados às diferentes espécies da flora e da fauna em ecossistemas terrestres. floresta tropical caducifólia e montanhas nd ABER. os biomas. Academic Press RICE. ODUM. (2001) – Terrestrial ecosystems (2 ed). Exposição oral apoiada em meios audiovisuais. beta e gama. capacidade de síntese. Fundação Calouste Gulbenkian.S. MATSON.. alfa. RICKLEFS. (2002) – Principles of terrestrial ecosystem ecology. floresta temperada caducifólia.Theory and conceptual issues. MELILLO. capacidade de comunicação apresentações gráficas. Conceitos de habitat em ecologia microbiana do solo. quer à organização ao nível da comunidade. em ecologia da vegetação e em ecologia animal. P. oral e escrita. Freeman Eds. capacidade de discussão. MOONEY. Ecosystems and Environment. (1993) – The economy of nature. Lisboa. Pré-requisitos: Métodos de avaliação: Ecossistemas terrestres e humanização do espaço – análise retrospectiva: grandes impactes do homem na biosfera. designadamente: tundra. Springer-Verlag. E. K. Caracterização do subsistema solo. R.

London. Valores patrimoniais – património natural. Português ou Inglês (consoante os alunos Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 43 . – A trip too far. genéticos. que fiquem habilitados a contribuir para o desenvolvimento do turismo em zonas de grande valor patrimonial. Gland (SW). Pretende-se que os alunos. ou exame final. O parque cultural da Tourega-Valverde. Isto é. Debates com os discentes. Dordrecht. Mesca A. Duffy R. politics and exploitation. no respeito pelos princípios inerentes à sua conservação. Caracterização sócio-económica de um sector emergente. paisagísticos e imateriais. Aldershot. O Parque Cultural como modelo de ordenamento e do território e de valorização ecoturística. Earthscan. Centro de Estudos de Ecossistemas Mediterrânicos. Elementos de atractividade do território para a actividade turística a céu aberto. Van der Straten J. ecotourism and protected areas. Universidade de Évora Briassoulis H. IUCN. Mascarenhas J. José Manuel Mascarenhas Aquisição de conhecimentos no domínio científico. Ashgate Pub.M.. 1996 Cocossis H.... 1992 Ceballos Lascurain H. Impactes das actividades turísticas na Natureza. construídos. e trabalho de síntese obrigatório. 2002 Transmissão oral de conhecimento com apoio de métodos audiovisuais. Kluwer Academic Pub. Sessões individuais de apoio à realização dos trabalhos de síntese Dois testes escritos. paisagístico e imaterial. Barata F. identificando e dinamizando potencialidades. – Tourism. (ed) – Tourism and environment. genético. Évora. capacidade de entendimento da dinâmica e do processo de transformação do sector. fiquem aptos a contribuir para uma utilização ecoturistica desses recursos. Pré-requisitos: Conteúdo da unidade curricular: Leituras recomendadas: Métodos de ensino: Métodos de avaliação: Língua utilizada: Definições e princípios.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Descrição das unidades curriculares Nome da unidade curricular: Código da unidade curricular: Tipo de unidade curricular: Nível da unidade curricular: Ano curricular: Semestral/trimestral: Número de créditos: Nome do docente: Objectivos da unidade curricular (resultados esperados de aprendizagem e competências a adquirir): ECOTURISMO Opcional 1º ciclo 3º Ano Semestral 4 ECTS Pedro Santos. (2002) – Preservando a memória do território. através do conhecimento de valores patrimoniais naturais. construído. (2004) – The challenge of tourism carrying capacity assessment.. Ecotourism.

1998. Coordenador): Introdução ao Direito do Ambiente. Livraria Almedina. o direito subjectivo fundamental a um ambiente de vida humano sadio e ecologicamente equilibrado e o dever fundamental de o defender. alcance e importância crescente. bem assim. envolvente da teoria ecológica. b) Avaliação por exame final. Coimbra. com a ponderação de 75%. em sentido lato e em sentido restrito. Lisboa. o crime de poluição com perigo comum. Doutrina). 3rd ed. Tutela em matéria de Direito Administrativo: actos e procedimentos administrativos. os sistemas de participação pública e as implicações nos sistemas de democracia representativa e participativa. Casos práticos – construção de uma teoria ética. Universidade Aberta. trabalho escrito. aos conceitos. Vasco PEREIRA DA SILVA: Verde Cor de Direito – Lições de Direito do Ambiente. Jurisprudência. ENQUADRAMENTO A noção de ambiente. serão contempladas as diferentes abordagens e perspectivas envolvidas e. N. durante o período lectivo. Os princípios fundamentais do Direito do Ambiente. S. J. 2001. 1999. Coimbra. mas igualmente o conhecimento e compreensão dos princípios e regras que poderão condicionar a sua actividade profissional. A avaliação nesta disciplina obedece a um de dois regimes a escolher pelos alunos: a) Avaliação contínua: duas provas escritas de frequência. O caso do “Arroz dourado”. III. McGraw Hill. CARLING (eds.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Descrição das unidades curriculares Nome da unidade curricular: Código da unidade curricular: Tipo de unidade curricular: Nível da unidade curricular: Ano curricular: Semestral/trimestral: Número de créditos: Nome do docente: Objectivos da unidade curricular (resultados esperados de aprendizagem e competências a adquirir): ÉTICA E DIREITO DO AMBIENTE Optativa 1º Ciclo 2º Ano Semestral 3 ECTS Nuno de Salter Cid. P. J. Tutela em matéria de Direito Civil: responsabilidade civil. London. com referência às fontes. PEREIRA DA SILVA e J. Coimbra. que consistirá numa prova oral. 2002. http://www. V. com a ponderação de 75%. direito dos seres vivos. RACHEL: The elements of Moral Philosophy. A ética ambiental: perspectivas utilitarista e deontológica. No tocante à vertente ética. e a generalização da consciência colectiva da necessidade de proteger o ambiente. mas sem esquecer a conexão entre ambiente. A Lei de Bases do Ambiente e a restante legislação ordinária mais relevante. COOPER and R.J. Tutela em matéria de Direito de mera ordenação social. Chapman and Hall. a realizar perante júri. AS FONTES DO DIREITO DO AMBIENTE As fontes nacionais e as fontes internacionais. o crime de poluição. CONDESSO: Direito do Ambiente. iniciar a vertente jurídica com a leccionação dos conceitos jurídicos de base que se mostram indispensáveis para a posterior assimilação da matéria respeitante ao Direito do Ambiente. INTRODUÇÃO Considerações gerais sobre a disciplina e o interesse do seu estudo. AA. trabalho escrito. R. MIRANDA. pretende-se abarcar as linhas mais relevantes do ordenamento jurídico ambiental. ÉTICA DO AMBIENTE Introdução à Ética do Ambiente: Abordagem deontológica – Kant. Portuguesa Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 44 . Os diferentes ramos do Direito envolvidos no estudo do Direito do Ambiente. feminismo. Implicações sobre a prática da gestão dos recursos naturais. Os preceitos constitucionais pertinentes. relações de vizinhança. F. Noções fundamentais de Direito. Código Civil. as implicações éticas nos domínios das práticas individuais e colectivas e de gestão dos recursos naturais. (J. GOMES CANOTILHO. O Direito Comunitário do Ambiente. com a ponderação de 25%. com a ponderação de 25%. o caso da discussão sobre o aborto e a eutanásia. As implicações éticas na prática individual e colectiva. após um breve enquadramento sobre o seu sentido.dgsi. Livraria Almedina. O Direito Internacional Público do Ambiente (breve alusão).VV. V. II. Leituras recomendadas: Constituição da República Portuguesa. IV. Boston. 2004 (carece de actualizações). REGIMES JURÍDICOS DE PROTECÇÃO DOS RECURSOS NATURAIS VI. O argumento do “slipery slope”. Abordagem utilitarista – John Stuart Mill. compreendendo os diversos regimes legais de tutela dos componentes ambientais. A “regra de ouro”. Livraria Almedina.): Ecologists and Ethical Judgements. os direitos dos indivíduos. o crime de danos contra a natureza. não apenas o domínio dos conceitos envolvidos nas matérias leccionadas. J. C. ordenamento do território e urbanismo. João Paulo Almeida Fernandes Proporcionar aos alunos. Tutela em matéria de Direito Penal: considerações gerais. 1996. Quanto a este.pt consulta de: Direito do Ambiente (Legislação. sua horizontalidade transcultural.ALMEIDA FERNANDES: Política e Ambiente: a dimensão do indivíduo (exemplar policopiado) Métodos de ensino: Métodos de avaliação: Língua utilizada: Apresentação e discussão sobre os conteúdos. Abordagens Modernas: relativismo cultural. aos princípios e aos institutos fundamentais. Verde Código – Legislação de Direito do Ambiente. o direito à protecção jurisdicional efectiva e a sua concretização. Pré-requisitos: Conteúdo da unidade curricular: I. O objecto e âmbito do Direito do Ambiente. A TUTELA JURÍDICA DO AMBIENTE Tutela constitucional: tarefas fundamentais e incumbências prioritárias do Estado. Legislação de Direito do Ambiente. enquanto sectores que concorrem para a garantia do cumprimento dos imperativos constitucionais e legais a respeitar.

a geosfera (litoesfera. Radiação térmica. L.. Upper Saddle River. Vol. Os alunos deverão adquirir alguma competência na identificação de processos físicos naturais e na resolução de problemas práticos relacionados com esses processos. Serway. P.1994 Física para cientistas e engenheiros. Gasiorowicz. atmosfera e hidrosfera) e a biosfera. a compreensão dos fenómenos de transferência (massa. Momento linear e conservação do momento linear. & Thornton. S. Componente Teórica (NT): Testes ao longo do semestre ou Exame final. P. Nenhuns Cinemática: trajectória. Rio de Janeiro Fishbane. 1996 Physics for Scientists and Engineers. no espaço do laboratório.1 Código da unidade curricular: Tipo de unidade curricular: Obrigatória Nível da unidade curricular: 1º Ciclo Ano curricular: 1º Ano Semestral/trimestral: Semestral Número de créditos: 5 ECTS Nome do docente: Mourad Bezzeghoud Aquisição de conceitos básicos sobre os principais estados da matéria (sólidos. desempenham um papel central a compreensão da termodinâmica dos sistemas. Evaporação e condensação. Propriedades termofísicas de materiais.S. Dinâmica. 1. velocidade e aceleração. USA O ensino é baseado em aulas teóricas e teórico-práticas (onde se inclui a componente laboratorial). Termodinâmica. Propriedades das substancias. Óptica: Conceitos radiométricos e fotométricos.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Descrição das unidades curriculares Nome da unidade curricular: FÍSICA 1. Pressão e Temperatura.J. líquidos e gases) e suas diversas propriedades. As práticas laboratoriais pretendem que o estudante de uma forma planificada conduza. interacção radiação matéria. Princípio de conservação da energia. Prático-Laboratorial (coef. Propriedades da luz. Jones&Bartlett Publishers. Condução de calor e Difusão de massa. Leis da Dinâmica de Newton. Saundres College Publishing Tipler. A avaliação tem duas componentes: Teórica (coef.1). 2).M. RA. Primeiro princípio da Termodinâmica. Mudanças de estado. Physics for Scientists and Engineers with Modern Physics. e merecem particular enfoque. Componente Laboratorial (NP): Avaliação dos relatórios elaborados (50%). Editora Guanabara Koogan. Nas aulas teórico-práticas contemplar-se-ão algumas especificidades relativas aos cursos a que são ministradas. Physics for Scientists and Engineers. Prentice Hall. MA. transmissão e atenuação da radiação em meios semi transparentes. Dar-se-á um ênfase especial à modelação de problemas através de ferramentas simples informáticas que ocuparão as aulas teóricas e teórico-práticas. Força e Massa. 1996. Gases perfeitos. Tendo em vista os cursos em que esta disciplina se insere. Potenciais termodinâmicos. N. Testes sobre os trabalhos realizados (50%).T. Convecção. propagação. Dissipação de energia e Segundo princípio. Transferência de Calor e Massa. Lerner. Calor e Trabalho.. energia e radiação) que se processam entre os vários subsistemas mencionados. S. Nota final dada por (2NT+NP)/3 Português Objectivos da unidade curricular (resultados esperados de aprendizagem e competências a adquirir): Pré-requisitos: Conteúdo da unidade curricular: Leituras recomendadas: Métodos de ensino: Métodos de avaliação: Língua utilizada: Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 45 . a actividade de experimentação a nível introdutório.

Propriedades de fluidos.1994 Física para cientistas e engenheiros. Editora Guanabara Koogan. plasticidade. 1996 Physics for Scientists and Engineers. ondas planas e esféricas. Testes sobre os trabalhos realizados (50%). Os alunos deverão adquirir alguma competência na caracterização de processos físicos. Lei de Ampere. Alguns exemplos Electricidade e Magnetismo: estática. 2). Prentice Hall. Physics for Scientists and Engineers with Modern Physics. A avaliação tem duas componentes: Teórica (coef. Dar-se-á um ênfase especial à modelação de problemas através de ferramentas simples informáticas que ocuparão as aulas teóricas e teórico-práticas. na resolução de problemas práticos relacionados com esses processos.. Equação de conservação da massa. MA. plasticidade. fenómenos de superfície. fractura e ruptura. Saundres College Publishing . Para poderem compreender a propagação de energia mecânica em meios sólidos e fluidos.Serway. Elasticidade.S. Hidrostática. Gasiorowicz. 1996. Elasticidade. Nota final dada por (2NT+NP)/3 Português Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 46 . da quantidade de movimento e da energia: escoamentos sem viscosidade e irrotacionais Tensão superficial e capilaridade. Componente Teórica (NT): Testes ao longo do semestre ou Exame final.Lerner.2 Código da unidade curricular: Tipo de unidade curricular: Obrigatória Nível da unidade curricular: 1º Ciclo Ano curricular: 1º Ano Semestral/trimestral: Semestral Número de créditos (baseado nas horas de trabalho): 5 ECTS Nome do docente: Objectivos da unidade curricular (resultados esperados de aprendizagem e competências a adquirir): Pré-requisitos: Conteúdo da unidade curricular: Leituras recomendadas: Métodos de ensino: Métodos de avaliação: Língua utilizada: Mourad Bezzeghoud Aquisição de conceitos básicos sobre tensões e deformações.T. Jones&Bartlett Publishers. no espaço do laboratório. & Thornton. Tensões e deformações. fractura e ruptura. RA. Propagação de ondas mecânicas em meios sólidos e fluidos. Prático-Laboratorial (coef. Upper Saddle River. As práticas laboratoriais pretendem que o estudante de uma forma planificada conduza. propriedades de fluidos. Módulos de elasticidade. P. os alunos terão que adquirir conceitos básicos de electricidade e magnetismo. S.Tipler.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Descrição das unidades curriculares Nome da unidade curricular: FÍSICA 1. B. Interferência e sobreposição de ondas. a actividade de experimentação a nível introdutório. 1). Physics for Scientists and Engineers. Lei de BiotSavart. electrocinética. Chapman &Hall B. N. Mechanics of Fluids. Vol. Mecânica dos Fluidos. USA O ensino é baseado em aulas teóricas e teórico-práticas (onde se inclui a componente laboratorial). Deformação por torção e por flexão.. Edição Gulbenkian Educação . S. Componente Laboratorial (NP): Avaliação dos relatórios elaborados (50%). Indução magnética Circuitos eléctricos elementares (RC. equação das ondas.RL).J. . os alunos terão que adquirir conceitos básicos sobre movimento. Ondas e vibrações. L. Nas aulas teórico-práticas contemplar-se-ão algumas especificidades relativas aos cursos a que são ministradas. Nenhuns Deformações. Para poderem compreender fenómenos electromagnéticos básicos que estão na base de instrumentação e sistemas de monitorização utilizados. Fluidos. corrente eléctrica. Massey. distribuição de pressão no movimento do corpo rígido. Rio de Janeiro .Massey. P.M. Lei de Gauss. Impulsão e princípio de Arquimedes. 1. e escoamentos.Fishbane.

Diferentes estratégias para a obtenção de energia. Métodos de ensino: Métodos de avaliação: Língua utilizada: Aulas teóricas consistem na apresentação e discussão dos assuntos. Hormonas e o controlo químicos dos sistemas animais. Plant and microclimate. Nobel. Photosynthetica 42: 37-41. implicações no funcionamento dos ecossistemas e suas aplicações para a melhoria do ambiente. 1981. England Ramalho J. USA. & García S. 2000. A energia e a síntese de material biológico. A quantitative approach to environmental plant physiology. Caracterização. adaptações morfológicas e bioquímicas. & Nunes M. Changes in photosynthetic performance of Ceratonia siliqua in Summer. importância fisiológica e ambiental. Termoregulação. Leis gerais. C. Ramalho. sob o ponto de vista coevolutivo. Caracterização dos processos catabólicos. & Hsiao T. Cambridge. Balanço hídrico nos animais. relação com o estado energético da água no solo curricular: e com a humidade do ar. Contribuir para a capacidade de analisar a relação entre os processos curricular: fisiológicos e o ambiente. Bases morfo-fisiológicas da resistência ao “stress”. eds). A organização estrutural da célula vegetal..Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Descrição das unidades curriculares Nome da curricular: unidade Código da curricular: Tipo de curricular: Nível da curricular: unidade FISIOLOGIA AMBIENTAL unidade Obrigatória unidade 1º Ciclo Ano curricular: 2º Ano Semestral/trimestral: Semestral Número de créditos: 4 ECTS Nome do docente: Joaquim Lauriano e outros Facultar aos estudantes conhecimentos sobre o funcionamento das plantas e animais. Lauriano J. Cuba. III. Editorial Pueblo y Educacion.B. Pp. New York.G. elaboração de trabalhos e respectiva apresentação e discussão Português Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 47 . FISIOLOGIA AMBIENTAL ANIMAL Água. As aulas práticas em trabalhos de laboratório e de campo.C. Bioquímica e crescimento vegetal. Sessões de atendimento aos alunos. F. Relação entre a respiração e a circulação.V.C. Entender a relação entre os processos fisiológicos e o ambiente sob o ponto de vista Objectivos da unidade coevolutivo. 1982.T. In Physiological Plant Ecology. estratégias. Encyclopedia of Plant Physiol. Phosynthetica 38: 393-396.E. II.S. Springer Verlag. Ziegler. J. Mecanismos de adaptação aos diferentes tipos de “stress” Bacall E. 1992. Transpiração. Water Relations and Carbon Assimilation.C. Adaptações das plantas às condições adversas do meio. 2004. factores de variação. importância das interacções planta-microrganismos.. Lauriano J. Metabolismo vegetal Fotossíntese. & Matos M.. Técnicas e metodologias PARTE 2. Peanut photosynthesis under drought and re-watering. 12B (O. FISIOLOGIA AMBIENTAL VEGETAL I. Aspectos bioquímicos e Conteúdo da unidade importância ecológica. assimilação dos principais nutrientes. Conceito e estratégias.J. Leituras recomendadas: Jones H. evolução e implicações no funcionamento dos ecossistemas. 264-293.Relação entre as fotossintéticas e o crescimento vegetal II. Cambridge University Press. Osmond e H. “Screening” de genótipos resistentes.. Vol. Bradford K.A. Lidon. osmoregulação e excreção. Second edition. Utilizar metodologias para caracterizar os processos fisiológicos Pré-requisitos: PARTE 1. Absorção e assimilação de sais minerais Leis gerais. iões e osmose.C. Síntese de material biológico e o crescimento vegetal. Metabolismo secundário. P.A. Prova escrita. Metabolismo e obtenção de energia. Identificar as estratégias das plantas e animais para se adaptarem às condições adversas do meio.L Lange. Physiological response to moderate water stress. Mecanismo de resistência aos diferentes tipos de stress biótico e abiótico. 263-324. Catabolismo e sínteses associadas.A. Fisiología Vegetal. Generalidades As moléculas biológicas das plantas.

géneros e espécies autóctones. C. Capacidade de reconhecer diferentes géneros e famílias da flora portuguesa. Noções de sintaxonomia fitossociológica. Exposição oral apoiada em meios audiovisuais. Costa J. 1º Ciclo Pré-requisitos: Conteúdo da unidade curricular: Leituras recomendadas: Métodos de ensino: Métodos de avaliação: Língua utilizada: IIntegração de Conceitos em Ecologia. saídas de campo. Lousã & A. Lousã & C. Rivas-Martínez S. bióticos. Bases para a coexistência vegetal.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Descrição das unidades curriculares Nome da unidade curricular: FITOGEOGRAFIA Código da unidade curricular: Tipo de unidade curricular: Nível da unidade curricular: Opcional Ano curricular: 2º Ano Semestral/trimestral: Semestral Número de créditos: 4 ECTS Nome do docente: Carlos Pinto Gomes. Inglês. apacidade de identificar os principais factores que contribuem para a distribuição das plantas num determinado território. fisiográficos. Os endemismos da flora portuguesa no contexto mundial: corologia e principais ameaçam à sua conservação. entre outros). Francês ou Castelhano Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 48 . Conceito de área de distribuição. Capelo J. M. 107 pp. realização de trabalhos práticos e uma visita de estudo Regime de avaliação contínua: frequência. J..Conceitos e métodos da fitossociologia – formulação contemporânea e métodos numéricos de análise da vegetação – Ed. Loidi. Estação Florestal Nacional. Sónia Mendes Objectivos da unidade curricular (resultados esperados de aprendizagem e competências a adquirir): Dar a conhecer ao aluno os aspectos básicos e particulares da distribuição e ecologia das espécies vegetais ocorrentes em Portugal Continental e suas formações. F. Itinera Geobotanica 15(1): 5-432. trabalho prático escrito (formato artigo). Regime de Exame: exame Português. Subprovíncias. Capelo. modificação das áreas naturais e Biogeografia da Península Ibérica (Províncias.E. centro de origem. Factores ambientais que influenciam a repartição e adaptação dos vegetais (climáticos. T. Conceito de Flora e vegetação. geológicos. Aguiar. Neto (1998) . J. Izco. As comunidades vegetais. (2003) . apresentação e discussão oral do trabalho prático (comunicação oral). Fernández-González. M. Díaz. J.. H. C. Sectores e Subsectores)..Biogeografia de Portugal Continental. Distribuição das principais famílias. edáficos. Penas (2002) – Vascular Plant Communities of Spain and Portugal. Quercetea 0: 5-56.

Izco. J. Neto (1998) . realização de trabalhos práticos e uma visita de estudo Regime de avaliação contínua: frequência. bióticos. 107 pp. centro de origem. Lousã & C. Lousã & A. Exposição oral apoiada em meios audiovisuais. Penas (2002) – Vascular Plant Communities of Spain and Portugal. fisiográficos. Principais métodos de estudo da vegetação. Factores ambientais que influenciam a repartição e adaptação dos vegetais (climáticos. Quercetea 0: 5-56.E. a capacidade de realizar inventários fitossociológicos. Fornecer bases para a gestão da flora e para a planificação da avaliação de impacte ambiental e do ordenamento do território. J. (2003) . geológicos. Fernández-González. Regime de Exame: exame Português. Inglês. Distribuição das principais famílias. Aplicação prática da metodologia fitossociológica Capelo J. Díaz. saídas de campo. Estação Florestal Nacional. Loidi. F. Bases para a coexistência vegetal. 1º Ciclo Pré-requisitos: Conteúdo da unidade curricular: Leituras recomendadas: Métodos de ensino: Métodos de avaliação: Língua utilizada: Integração de conceitos em Ecologia. Aguiar. Sónia Mendes Objectivos da unidade curricular (resultados esperados de aprendizagem e competências a adquirir): Conhecer os principais métodos e técnicas de identificação e inventariação dos diferentes grupos vegetais. H. Francês ou Castelhano Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 49 . T. Os endemismos da flora portuguesa no contexto mundial: corologia e principais ameaças à sua conservação. Desenvolver a capacidade de reconhecer bioindicadores vegetais (bioclimáticos. M. As comunidades vegetais. Costa J. Metodologia fitossociológica: etapa analítica e etapa sintética. M.. edáficos.Biogeografia de Portugal Continental. modificação das áreas naturais e Biogeografia da Península Ibérica (Províncias. apresentação e discussão oral do trabalho prático (comunicação oral). Sectores e Subsectores). géneros e espécies autóctones. trabalho prático escrito (formato artigo). Conceito de área de distribuição.. C. C. Capelo. Conceito de Flora e vegetação. Rivas-Martínez S. Subprovíncias.Conceitos e métodos da fitossociologia – formulação contemporânea e métodos numéricos de análise da vegetação – Ed. entre outros). Itinera Geobotanica 15(1): 5-432. biogeográficos e outros).Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Descrição das unidades curriculares Nome da unidade curricular: FITOGEOGRAFIA E FITOSSOCIOLOGIA Código da unidade curricular: Tipo de unidade curricular: Nível da unidade curricular: Opcional Ano curricular: 2º Ano Semestral/trimestral: Semestral Número de créditos: 4 ECTS Nome do docente: Carlos Pinto Gomes.. J.

I Ed.E. J. do Autor. géneros e espécies autóctones. Lousâ & A. & M. & M. FRANCO J. Pré-requisitos: Conteúdo da unidade curricular: Leituras recomendadas: Métodos de ensino: Métodos de avaliação: Língua utilizada: Revisão de conceitos em ecologia. AFONSO (1994) . III. apresentação e discussão oral do trabalho prático (comunicação oral). saídas de campo. Matos. Formações arbustivas rasteiras. Exposição oral apoiada em meios audiovisuais. & M. FRANCO J.. Regime de Exame: exame. M. Penas (2002) – Vascular Plant Communities of Spain and Portugal. Principais séries climatófilas e edafófilas de Portugal. Fernández-González. Lisboa. Lisboa.Nova Flora de Portugal (Continente e Açores). T. Lisboa. III (Fasc. Arrelvados anuais (comunidades primocolonizadoras e antrópicas).Nova Flora de Portugal (Continente e Açores): Vol.E. L. Rivas-Martínez S. do Autor. Matagais. L. J. III (Fasc. L. Rivas-Martínez S. Loidi. T. F. Franco J. I). Principais factores que contribuem para a distribuição da fauna e flora. R. Francês ou Castelhano Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 50 . Penas (2002) – Vascular Plant Communities of Spain and Portugal. Izco. Distribuição das principais famílias.R. M.Nova Flora de Portugal (Continente e Açores). trabalho prático escrito (formato artigo). Português. Escolar editora. A. (1971) . Vol.. J. Lousâ & A. Loidi. (Fasc. (1984) . Ed. Izco.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Descrição das unidades curriculares Nome da unidade curricular: Código da unidade curricular: Tipo de unidade curricular: Nível da unidade curricular: Ano curricular: Semestral/trimestral: Número de créditos: Nome do docente: Objectivos da unidade curricular (resultados esperados de aprendizagem e competências a adquirir): FLORA. Fernández-González. Itinera Geobotanica 15(2): 433-922. Conhecer e compreender a dinâmica das principais comunidades existentes em Portugal Continental. Análise da dinâmica da vegetação e das comunidades animais como base para a gestão e conservação de sistemas naturais. A. AFONSO (1998) . A. Caracterização de: Bosques. AFONSO (2003) . FRANCO J. Vol. A. Lisboa. Itinera Geobotanica 15(1): 5-432. F. Lisboa. Escolar editora. Ed.R. Díaz. FRANCO J. realização de trabalhos práticos e uma visita de estudo. Inglês.Nova Flora de Portugal (Continente e Açores). Escolar editora. Regime de avaliação contínua: frequência. Arrelvados vivazes (formações de ervas altas e rasteiras). III). Díaz. Ed. VEGETAÇÃO E FAUNA DE PORTUGAL Obrigatória 1º Ciclo 1º Ano Semestral 4 ECTS Carlos Pinto Gomes e António Pedro Santos Conhecer os aspectos básicos e particulares da distribuição e ecologia das espécies vegetais e animais ocorrentes em Portugal e suas formações. II). Ed. Vol. Vol.Nova flora de Portugal (Continente e Açores). II. J.

López-Acevedo. Os alunos devem conseguir compreender. J. Nyle C. Madrid. ler e interpretar cartografia de solos bem como os parâmetros morfológicos e analíticos mais comuns para a caracterização de um solo. 1999. Elsa Sampaio. trabalhos práticos laboratoriais e não laboratoriais. . A maioria dos trabalhos práticos são individuais e alguns são realizados fora do período das aulas. Weil. constituintes e propriedades fundamentais. Prentice Hall. sobre as suas funções. Espera-se ainda que consigam: distinguir entre as principais unidades taxonómicas da Classificação dos Solos de Portugal. descrever e transmitir. descrever os principais processos de degradação do solo e os tipos de uso da terra em que esses processos se manifestam com maior intensidade. Aulas teórico-práticas com componente expositiva e com realização de exercícios de aplicação.Costa.Porta. complementada com Exame Final obrigatório.Diversos documentos fotocopiados. 1973. Fundação Calouste Gulbenkian. Ediciones Mundi-Prensa. M. A média da avaliação contínua e a nota do Exame Final têm igual peso no Resultado Final da Unidade Curricular. Ray R.). C. J. . . 2003. enquadrados pela relação entre as suas funções ambientais e os principais tipos de ocupação do território. José Alexandre Objectivos da unidade curricular (resultados esperados de aprendizagem e competências a adquirir): Pré-requisitos: Conteúdo da unidade curricular: Leituras recomendadas: Métodos de ensino: Métodos de avaliação: Língua utilizada: Proporcionar conhecimentos fundamentais sobre o solo. Português Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 51 . informação de âmbito geral sobre o solo. identificando a sua influência em relações de causa-efeito à escala do ecossistema e em especial com as comunidades vegetais.. Caracterização e Constituição do Solo. em linguagem técnica adequada. nomeadamente.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Descrição das unidades curriculares FUNDAMENTOS DE CIÊNCIAS DO SOLO Nome da unidade curricular: Código da unidade curricular: Tipo de unidade curricular: Obrigatória Nível da unidade curricular: 1º Ciclo Ano curricular: 2º Ano Semestral/trimestral: Semestral Número de créditos: 4 ECTS Nome do docente: Carlos Alexandre. Botelho da. Avaliação contínua. envolvendo a resposta a pequenos questionários teórico-práticos e a discussão dos trabalhos práticos. horizontes e materiais do solo Constituintes do solo Propriedades químicas e influência nos ciclos de nutrientes Propriedades físicas Classificações de solos Cartografia e sistemas de informação de solos O solo como factor de crescimento das plantas Uso sustentado do solo e tipos de degradação Qualidade do solo . Edafologia para la agricultura y el médio ambiente (2ª ed. envolvendo a resolução de problemas. Roquero. Lisboa. Elements of the Nature and Properties of Soils.Brady. interpretar. Geologia Geral e Química Solo: funções e enquadramento no espaço e no tempo Perfil.

As aulas teóricas não são puramente expositivas. Qualidade do ar 2. John Wiley & Sons. A avaliação será baseada na aferição da aquisição e compreensão dos conhecimentos e na aferição do desenvolvimento de competências. Crescimento das plantas e elementos vegetais. -Apresentação oral e escrita das soluções propostas. J. -Interpretar informação especializada na área da química dos sistemas naturais. J. A avaliação decorrerá em exame final mediante prova escrita (com opção por três provas de frequência). Quelhas dos Santos. W. promover e valorizar os recursos naturais. -Valorizar a utilização de modelos como ferramenta de previsão. Controlo de qualidade da água. e Morgan. dado serem ilustradas com a resolução de problemas. Não 1. estrutura e função. apoiado em bibliografia recomendada pelos docentes e notas colhidas pelos alunos quer durante as aulas quer na pesquisa realizada individualmente. através da resolução de problemas e da elaboração e apresentação de relatórios sobre os trabalhos desenvolvidos.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Descrição das unidades curriculares Nome da unidade curricular: FUNDAMENTOS DE QUÍMICA DOS SISTEMAS NATURAIS Código da unidade curricular: Tipo de unidade curricular: Obrigatória Nível da unidade curricular: 1º Ciclo Ano curricular: 2º Ano Semestral/trimestral: 3º Semestre Número de créditos: 4 ECTS Nome do docente: Henrique Vicente (as aulas teóricas funcionam em conjunto com a disciplina de Química dos Sistemas Naturais) Objectivos da unidade curricular (resultados esperados de aprendizagem e competências a adquirir): Pré-requisitos: Conteúdo da unidade curricular: Leituras recomendadas: Métodos de ensino: Métodos de avaliação: Língua utilizada: -Conhecer e compreender os conceitos e princípios da Química da Atmosfera. -Adquirir conhecimentos genéricos de geoquímica. Baird.Química da atmosfera: Composição química.J.Química da água: Propriedades físicas e químicas da água.Chemical Equilibria and Rates in Natural Waters”. água e solo. C. As aulas teórico-práticas e práticas laboratoriais funcionam de forma articulada e complementar com as aulas teóricas recorrendo à resolução de problemas que concretizam exemplos práticos dos temas desenvolvidos nas aulas teóricas. Freeman and Company.H. Reacções químicas e fotoquímicas.Química do solo: Geoquímica de superfície. Acção antropogénica e seus efeitos. -Desenvolver competências de trabalho em grupo. Essa avaliação é complementada por avaliação contínua do empenho e desempenho alcançados pelos alunos durante o semestre. Reciclagem agro-florestal de resíduos e efluentes” Publicações Europa-América. Composição dos solos. de controlo e de gestão. Identificar problemas no âmbito da química da atmosfera. Origens e utilização das águas doces naturais. Português Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 52 . Stumm. (1996) “Aquatic Chemistry .. O ensino/aprendizagem baseia-se no trabalho individual dos alunos. Nova Iorque. W. 3. discussão e execução de projectos nesta área. Interacção atmosfera – água – sedimentos. -Conhecer e compreender o papel central que a Química da Água desempenha na explicação e interpretação de fenómenos em múltiplas áreas científicas e tecnológicas. (1999) “Environmental Chemistry ” 2ª ed. Equilíbrios químicos em águas naturais. -Desenvolver competências de planeamento. Reacção dos solos. Toronto. (2001) “Fertilização e ambiente. -Capacidade para avaliar por técnicas laboratoriais adequadas as principais características físicas e químicas dos solos. 3ª edição. -Aplicar os conhecimentos de química à resolução de problemas concretos de modo a preservar.

Lewontin. Bioquímica. W. R. Desenvolvimento do domínio da língua inglesa aplicada ao estudo da genética. Lewontin. (1996) Principles of Genetics. teórico-práticas e práticas. Freeman. Tamarin. WCB. Organismos transgénicos. 7ª edição. P. o docente mantém contacto regular com os alunos. 3. 3 ª edição. Árvores genealógicas. incluindo genética clássica.. Blackwell Science Inc. nomeadamente da genética clássica. WCB. (1997) Genetics. (2000) An Introduction to Genetic Analysis. molecular e citogenética. Deverão adquirir a capacidade de interpretar situações concretas à luz dos conhecimentos integrados. 5ª edição... bem como nas novas áreas da genética molecular e respectivas aplicações. Citogenética: Autossomas e cromossomas sexuais. Mutações genéticas e reparação. Hereditariedade citoplasmática.. Weaver. Deverão reconhecer a importância da genética quer a nível da compreensão das bases moleculares dos fenómenos biológicos quer a nível das aplicações. W. nomeadamente em engenharia genética. Organização de genes de procariotas e de eucariotas. escritos ou orais. Griffiths. H. Exame teórico ou 2 Frequências. Genética Molecular: Replicação de DNA. 2. A. Expressão genética. Dubuque. London Aulas teóricas. Dubuque. 7. R.C. Microbiologia 1. R. Gelbart. Genética Clássica: Genética mendeliana. Estrutura dos cromossomas. 5. Miller. Ed.. (2001) Gene Cloning and DNA Analysis: An Introduction. J.. Freeman. Terapia genética.. J. incluindo as bases moleculares dos fenómenos biológicos. 6. Os alunos deverão adquirir as noções fundamentais nas várias áreas da genética. D. Ed. Portuguesa Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 53 . Introdução: Importância e aplicações. Para tal é essencial fornecer os conhecimentos de base nas várias áreas da genética. Heritabilidade 1. Miller. W. A. 4. 4. Desenvolver a utilização a plataforma de ensino on-line da Universidade de Évora (Moodle). Ed. Comunicar os resultados através da elaboração de relatórios. New York. Brown. Por via electrónica. Extensões da análise mendeliana. Griffiths. 2. 4ª edição. 3. (1999) Modern Genetic Analysis 1ª edição. New York. disponibilizando-se para responder às dúvidas e prestar conselhos sobre as pesquisas de informação que os alunos entenderão realizar através da Internet. Mapeamento genético: Mapas de genomas.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Descrição das unidades curriculares Nome da unidade curricular: Código da unidade curricular: Tipo de unidade curricular: Nível da unidade curricular: Ano curricular: Semestral/trimestral: Número de créditos: Nome do docente: Objectivos da unidade curricular (resultados esperados de aprendizagem e competências a adquirir): Pré-requisitos: Conteúdo da unidade curricular: Leituras recomendadas: Métodos de ensino: Métodos de avaliação: Língua utilizada: GENÉTICA Opcional 1º Ciclo 2º Ano Semestral 6 ECTS Isabel Solange de Oliveira Pretende-se salientar a importância da genética na compreensão dos organismos nos vários níveis de complexidade.. W. Engenharia genética: Clonagem de genes. Biologia Celular. Engenharia Genética. R. 5. H. Alterações cromossómicas de estrutura e de número.A. Ed. Genética Quantitativa: Caracteres de variação contínua. Expressão de proteínas recombinantes.C.. Hedrick. Suzuki. quantitativa e citogenética. T. Gelbart. Desenvolvimento da capacidade de efectuar pesquisas de informação com base no recurso às novas tecnologias de comunicação e de informação.

K 1999. Erosão e o Ciclo Geológico.1 O sistema Tectónico – A tectónica de Placas. Freeman. 1.K.4 Ambientes Sedimentares: Ambientes continentais: Ambientes lacustres e fluviais.J.Wyllie P J 1988. IGeodinâmica Interna 1. Lutgens F. Ambientes marinhos Hamblin W. Estrutura dos silicatos. observação macroscópica de amostras geológicas. Tarbuck E.1 O Sistema Hidrológico 2. Prentice Hall. 2. Comportamento dos minerais face aos processos de meteorização. de forma a dotá-los de ferramentas essenciais à compreensão de outras disciplinas relacionadas com as ciências da Terra Alguns conhecimentos prévios de química e geologia A Dinâmica da Terra – A Terra como um sistema de interacção de componentes: sistema climático. Understanding Earth.1.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Descrição das unidades curriculares Nome da unidade curricular: Código da unidade curricular: Tipo de unidade curricular: Nível da unidade curricular: Ano curricular: Semestral/trimestral: Número de créditos: Nome do docente: Objectivos da unidade curricular (resultados esperados de aprendizagem e competências a adquirir): Pré-requisitos: Conteúdo da unidade curricular: Leituras recomendadas: Métodos de ensino: Métodos de avaliação: Língua utilizada: GEOLOGIA GERAL E GEODINÂMICA EXTERNA Obrigatória 1º Ciclo 1º Ano 1º Semestre 4 ECTS Rita Maria Ferreira da Fonseca Pretende-se dar aos alunos uma visão geral da geologia. em particular os processos externos da Terra. Meteorização física. 2001. Solo: o resíduo da meteorização 2.2004. A Terra : nova geologia global -. PrenticeHall.573pp. Génese dos principais minerais secundários. de J.3 Sedimentos e rochas sedimentares. Meteorização química. 1988. 1 Exame final relativo à matéria prática Português Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 54 .2 Conceitos Gerais sobre o Ciclo Geológico. Christiansen E H. Grotzinger and Jordan.2 Meteorização e Erosão: Meteorização.. Renato Araújo. 2 Frequências semestrais e um Exame final relativo à matéria teórica. II – Geodinâmica Externa 2. 735pp Siever. sistema tectónico e sistema geodinâmico. Earth's dynamic systems. 388 pp Exposição estruturada com apresentação de diapositivos com data show.3 – Formação da Matéria Cristalina: Principais aspectos da formação da matéria cristalina. Fundação Calouste Gulbenkian. exemplificação. Ambientes costeiros. 638 pp. trad. Earth: an introduction to physical geology.

Espanha. (2002) – Hidrogeologia das Rochas Cristalinas do Alentejo: Nova Cartografia Proposta com Base nos Resultados do Projecto “ERHSA”. – Castany – Tratado Prático de Águas Subterrâneas – Castany (1982) – Principes et Méthodes de l’Hydrogéologie. Compreensão do modo como os aquíferos podem ser susceptíveis à contaminação. Avaliação final com prova escrita teórica e teórico-prática. Tipos de aquíferos e seu comportamento. Porosidade. A. Barcelona. Proceedings do 6º Congresso da Água – A Água é d’Ouro. J. Ediciones Omega.. Duque. Porto. Reconhecer a fácies hidroquímica de uma água subterrânea. sob orientação do docente. E. Português Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 55 . CD-88. Vol. – Chambel. 1 e 2. – Custodio. Ciclo hidrológico e infiltração. & Llamas. Paris.. permeabilidade. Conceitos de hidroquímica. Intrusão salina. & Nascimento. transmissividade e coeficiente de armazenamento. 2350 pp. A. S. M. Preparação geral em Geologia Hidrogeologia. Dunod Université. Trabalho presencial: A orientação do programa será feita essencialmente em aulas teóricas e teórico-práticas e em orientação tutorial. Trabalho dos alunos: Os alunos aprofundarão os seus conhecimentos sobre a matéria através da consulta da bibliografia aconselhada e realizarão ainda. Conhecer como se distribuem os aquíferos em Portugal. 238 pp. componente hidrodinâmica. Contaminação de água subterrânea. J. (1983) – Hidrología Subterránea.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Descrição das unidades curriculares Nome da unidade curricular: Código da unidade curricular: Tipo de unidade curricular: Nível da unidade curricular: Ano curricular: Semestral/trimestral: Número de créditos: Nome do docente: Objectivos da unidade curricular (resultados esperados de aprendizagem e competências a adquirir): Pré-requisitos: Conteúdo da unidade curricular: Leituras recomendadas: Métodos de ensino: Métodos de avaliação: Língua utilizada: HIDROGEOLOGIA BÁSICA Obrigatória 1º Ciclo 1º Ano 2º Semestre 3 ECTS António Chambel Compreensão base do papel dos aquíferos como parte do ciclo hidrológico. Hidrogeologia de Portugal. alguma investigação a nível da INTERNET sobre os temas em causa.

Língua utilizada: Português Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 56 . Lições de Hidrologia. Avaliação dos componentes e relação entre eles. Faculdade de Ciências e Tecnologia. Influência humana sobre o ciclo natural da água Conhecimentos básicos de hidráulica e climatologia. (1984). C.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Descrição das unidades curriculares HIDROLOGIA 02 Nome da unidade curricular: Código da unidade curricular: Hid02 Tipo de unidade curricular: Obrigatória Nível da unidade curricular: 1º ciclo Ano curricular: 2º Ano Semestral/trimestral: 3º Semestre Número de créditos: 3. e Franco. Universidade Nova de Lisboa. F.5 ECTS Nome do docente: Objectivos da unidade curricular (resultados esperados de aprendizagem e competências a adquirir): Pré-requisitos: Conteúdo da unidade curricular: Leituras recomendadas: Rita Guimarães/ Maria Madalena Moreira /Carlos Miranda Conhecimento geral do ciclo natural da água. Rodrigues. Lencastre. O ciclo da água. Lisboa. Métodos de ensino: Aulas teórico-práticas. Balanço Hidrológico: sequencial mensal. Métodos Estatísticas. Métodos de avaliação: Realização de trabalhos. Precipitação. Apontamentos de hidrologia – Universidade de Évora. Avaliação das situações hidrológicas extremas: secas e cheias. Escoamento de superfície: medição e avaliação. Evaporação e Evapotranspiração: medição e estimativa. M. M. A. Infiltração: cálculo. Bacia Hidrográfica: caracterização.

acontecimentos. instituições. gramática (elementos. exercícios. estruturas fixas. -trabalho independente com materiais de auto-aprendizagem. . uso do dicionário). em pares. -participação em discussões formais/informais. fonologia (pronúncia padrão. -trabalho individual. Tópicos sociolinguísticos: formas de saudação. (1989). etc. Englewood Cliffs: Prentice Hall Regents. -participação directa em interacção comunicativa. CD-ROM. classes. estruturas). vídeos. Cambridge: Cambridge University Press. fonemas e estrutura silábica). Internet. as relações interpessoais. Understanding and Using English Grammar. -estudo acompanhado. revistas. . regras de delicadeza.MURPHY. . palavras isoladas). .Promover a aquisição e desenvolvimento das competências comunicativas em língua inglesa baseado nas necessidades.. explicações. objectos. Raymond.Rever e introduzir alguns aspectos linguísticos estruturais da língua inglesa (gramática e léxico). • Leituras recomendadas: • Métodos de ensino: . – programas de computador. formas de tratamento. (1989). -apresentações. . as crenças e as atitudes. . entre outros). em grupo em sala de aula.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Descrição das unidades curriculares • Nome da unidade curricular: INGLÊS • Código da unidade curricular: • Tipo de unidade curricular: Opcional • Nível da unidade curricular: 1º ciclo • Ano curricular: 1º Ano • Semestral/trimestral: 1º Semestre • Número de créditos 3 ECTS • Nome do docente: Luís Sérgio Pinto Guerra ou outro docente da área de Língua Inglesa • Objectivos da unidade curricular . Betty. textos escritos –jornais. Grammar in Use.Promover actividades linguísticas para sua utilização no interior do domínio profissional do aprendente –Ambiente – (actividades e relações do indivíduo no exercício da sua profissão) nos seguintes contextos: lugar.Textos e manuais da área da especialidade -exposição directa ao uso autêntico da língua (através de materiais como: gravações. convenções ortográficas. ortografia (pontuação. as condições de vida. características e recursos dos aprendentes. Tópicos linguísticos: léxico/vocabulário (expressões feitas. pessoas. operações e textos. • Pré-requisitos: Não se aplica • Conteúdo da unidade curricular: Tópicos socioculturais: a vida quotidiana. • Métodos de avaliação: Avaliação contínua (oral e escrita) e por exames (oral e escrito) • Língua utilizada: Inglês Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 57 .AZAR. categorias.Desenvolver técnicas e estratégias fundamentais para a compreensão e produção de textos escritos e orais na área do Ambiente em língua inglesa. os valores.

discussão dos trabalhos dos Métodos de ensino: alunos Métodos de avaliação: Avaliação dos textos e das apresentações dos alunos Língua utilizada: Português Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 58 . Bases éticas. Avaliação de situações e definição de estratégias na construção de uma nova realidade desejada J Palmer. James & James/Earthscan. Stephen Sterling (ed). A importância do conhecimento científico na tomada de decisões fundamentadas no domínio ambiental. 1996Education for Sustainability. Science. The Handbook of Environmental Education. conceptuais e metodológicas da educação ambiental. 280 p Leituras recomendadas: John Huckle. apresentação de temas. 1994. aprendizagem e competências a Compreender a importância da componente de sensibilização adquirir): ambiental das populações e sua didáctica Pré-requisitos: Nenhum A educação ambiental como educação para a cidadania e para a responsabilidade. Compreensão dos componentes e dos mecanismos que regem o sistema natural. Seminário. Os processos formais e informais que geram uma modificação comportamental com Conteúdo da unidade curricular: vista a um desenvolvimento sustentado e à preservação dos processos produtivos e estéticos do meio ambiente.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Descrição das unidades curriculares INTRODUÇÃO À EDUCAÇÃO AMBIENTAL Nome da unidade curricular: Código da unidade curricular: Tipo de unidade curricular: Nível da unidade curricular: Ano curricular: Semestral/trimestral: Número de créditos (baseado nas horas de trabalho): Nome do docente: Optativa 1º Ciclo 1º Ano 1º Semestre 2 ECTS Carlos Pinto Gomes e Vitor José Martins Oliveira Objectivos da unidade curricular Sensibilizar os alunos para aspectos relacionados com a informação e (resultados esperados de formação do público e teoria da decisão em Gestão Ambiental.

Organização da informação na folha de cálculo (Range. VLOOKUP. AND. Pode colocar um gráfico directamente na folha de cálculo e ainda outros elementos gráficos tais como linhas. MAX. O utilizador pode guardar. OR. rectângulos. Lisboa Na parte referente à componente teórica é apresentada a matéria do programa e. aritméticas/lógicas (Exemplos: SUMIF. AVERAGE. COUNT. As Folhas de Cálculo permitem ainda automatizar todo o trabalho de modo a efectuar cálculos e tarefas específicas ou repetitivas Não se aplica Conceitos fundamentais sobre Folhas de Cálculo. Funções aritméticas simples (Exemplos: SUM. Diagrama sintático do conteúdo das células. manipular. Pode também ordenar procurar e organizar dados numéricos e/ou alfanuméricos.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Descrição das unidades curriculares Nome da unidade curricular: Código da unidade curricular: Tipo de unidade curricular: Nível da unidade curricular: Ano curricular: Semestral/trimestral: Número de créditos: Nome do docente: Objectivos da unidade curricular (resultados esperados de aprendizagem e competências a adquirir): Pré-requisitos: Conteúdo da unidade curricular: Leituras recomendadas: Métodos de ensino: Métodos de avaliação: Língua utilizada: INTRODUÇÃO ÀS FERRAMENTAS NUMÉRICAS Opcional 1º Ciclo 1º Ano Semestral 3 ECTS Carlos Pampulim Caldeira O objectivo desta disciplina é transmitir aos alunos competências básicas sobre a utilização de Folhas de Cálculo. O que são fórmulas e operadores. Carvalho. FCA. COUNTIF. Universidade de Évora. caixas de texto entre outros. Funções lógicas (Exemplos: IF. ROUND. O "Microsoft Excel" ou o "OpenOffice" são programas que pertencem à categoria designada por Folhas de Cálculo que permitem inserir. texto e fórmulas. C. organizar e analisar informação. Nomes). NOT). Referências. SUMPRODUCT). 2006. MIN. 2004. Évora. Texto. Introdução às Folhas de Cálculo. Funções mistas. Exercícios Resolvidos com Excel para Economia e Gestão. sempre que possível. M. números e datas. Na componente prática apresentam-se casos de estudos para os alunos resolverem e entregarem posteriormente. estudam-se exemplos práticos. Projectos na componente prática (50%) Exame (50%) Português Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 59 . HLOOKUP) Caldeira. calcular e analisar dados tais como números.

Os conhecimentos adquiridos devem ser aprofundados e complementados com a consulta da bibliografia recomendada. 3. 2002. VCH. Desenvolver capacidades para proceder à amostragem de amostras gasosas. e estimular o trabalho em equipa. Quevauviller (ed. J. sediments and water in environmental monitoring. Regime de Exame: o aluno realiza uma única prova de avaliação (100%) que incide em toda a matéria leccionada Português ou Inglês (consoante os alunos) Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 60 .). à decisão do método analítico adequado à análise em questão.). Analytical Techniques in the Sciences (AnTS). Amostragem de amostras gasosas. Ph. Regime de avaliação contínua: o trabalho prático feito em grupo contribui com 50% e um teste sobre a matéria leccionada com 50%. complementadas com seminários no âmbito dos conceitos apresentados. líquidas. sólidas. Chapman (ed. Elaborar um plano de monitorização. Wiley & Sons. 2 aulas de laboratório que complementam as saídas de campo e com 2 visitas de estudo com vista a dar a conhecer o que se faz em Portugal neste âmbito. 1996 Quality Assurance in Environmental Monitoring. D. – Introduction to Environmental Analysis. Chapman and Hall. 2. Métodos avançados de monitorização do ambiente e Monitorização dos ecossistemas 1. Introdução: Transporte dos poluentes no ambiente e formas de proceder à sua análise. Vols. As aulas práticas serão ministradas com base em 2 saídas de campo.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Descrição das unidades curriculares: Código da unidade curricular: Tipo de unidade curricular: Nível da unidade curricular: Ano curricular: Semestral/trimestral: Número de créditos: Nome do docente: Objectivos da unidade curricular (resultados esperados de aprendizagem e competências a adquirir): Pré-requisitos: Conteúdo da unidade curricular: Leituras recomendadas: Métodos de ensino: Métodos de avaliação: Língua utilizada: Língua utilizada: INTRODUÇÃO À MONITORIZAÇÃO AMBIENTAL Obrigatória 1º Ciclo 3º ano 5º Semestre 2 ECTS Sofia Capelo Pretende-se que os alunos adquiram as competências necessárias com vista à monitorização do ambiente. Conjunto modular composta por Introdução á monitorização ambiental. e aplicação da teoria da amostragem. 1 and 2. 2nd edition. Water Quality Assessments – A guide to the use of biota. líquidas e sólidas. Casos de estudo Reeve. R. 1995 São ministradas aulas teóricas em que serão expostos os conceitos e fundamentos teóricos.

Alexandre Cancela d’Abreu Capacitar os alunos para a compreensão do processo de Ordenamento e Gestão do Território. O processo de Avaliação e Decisão Pública aplicado ao planeamento e gestão do território: A noção de Avaliação. Estratégia Nacional de Conservação da Natureza e da Biodiversidade. S. Objectivos da unidade curricular: Pré-requisitos: Conteúdo da unidade curricular: Leituras recomendadas: Métodos de ensino: Métodos de avaliação: Língua utilizada: 1. D. M. 2. Lisboa. P. Fundação Calouste Gulbenkian. A participação pública no processo de ordenamento do território. (2002). sociólogo. a análise multicritério 3. Metodologias de Apoio à Decisão. (1999). Moreira. Realização de 1 recensão individual (A). Lisboa. Partidário. MAOTDR. 4. Políticas Urbanas. Conceitos fundamentais. arquitecto. Lisboa. Em alternativa. bem como a intervenção dos técnicos com formações diferenciadas (engenheiro civil. 3ª Edição. Sistematização da legislação aplicável. seguidas de exemplos práticos. Portas. estratégias e oportunidades.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Descrição das unidades curriculares Nome da unidade curricular: INTRODUÇÃO ao ORDENAMENTO e GESTÃO do TERRITÓRIO Código da unidade curricular: Tipo de unidade curricular: Opcional Nível da unidade curricular: 1º Ciclo Ano curricular: 2º Ano Semestral/ trimestral: 4º Semestre Número de créditos: 3 ECTS Nome do docente: Isabel Ramos. 4. incluindo a sua interdisciplinaridade. Direcção Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano.. Universidade Aberta. (1999). 1. A nota final (NF) é = [A + 2B + 3C]: 6 ou NF= [D+E]:2 Português Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 61 . N. Vários (2001).4. Introdução às Teorias do Planeamento e sua evolução. 1. R. entre outros) num contexto espacio-temporal de sustentabilidade. Madrid. Introdução ao Ordenamento do Território. enquanto que as aulas teórico-práticas consistirão em breves exposições sobre cada tema. Editorial Agrícola Española. A leccionação será efectuada através de aulas teórico-práticas. Programa Nacional da Política de Ordenamento do Território.A. Factores determinantes e perspectivas futuras do Ordenamento do Território em Portugal. 1 trabalho de grupo (análise de um instrumento de gestão territorial) (B) e 1 teste escrito com consulta (C).3. Orea. Lisboa. (2003). Tendências.2. Ediciones Mundi-Prensa. Pretende-se que através da leitura da bibliografia o aluno seja introduzido a cada tópico a tratar. economista.1. 1. G. 2006. Os Instrumentos de Gestão do Território. onde se pretende que o aluno consolide os conceitos que estudou. exame final com prova escrita (D) e oral (E). Ordenación Territorial. Colecção Informação. Servidões e Restrições de Utilidade Pública. et al. Sistema de Gestão Territorial em Portugal. O processo de ordenamento e gestão do território 1. Relatório e Programa de Acção. Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território.

(2002) . S. Aquisição de conhecimentos básicos de inferência estatística. Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 62 . Avaliação contínua através da realização de duas frequências. Silva. Ribeiro. John Wiley. Academic Press.. (2004) .Applied Statistics and Probability for Engineers.Introduction to Probability and Statistics for Engineers and Scientists. Fundação Calouste Gulbenkian.. Ponderação da nota final do aluno através do seu desempenho durante o decorrer das aulas. F. M. 4th Ed.C. um exame em época normal e um exame em época especial (exame de recurso).. D. B. J. McGraw-Hill.. Ross. A. (2002) – Introdução à Estatística. Sempre que adequado com recurso à projecção de slides. S. Perante a natureza dos dados. (2006) . Runger. Murteira. Exercícios de aplicação abrangendo várias áreas. procurando assim sensibilizar os alunos para a importância da matéria exposta. Aulas teóricas e práticas leccionadas no quadro. Pestana. Português ou Inglês se for necessário. J. Usar correctamente e racionalmente software estatístico. Seleccionar e aplicar os métodos e modelos estatísticos apropriados de modo a obter conclusões que auxiliem a tomada de decisão aos mais variados níveis em contextos de incerteza. G. D. C. C. Aquisição dos fundamentos e conceitos básicos de Probabilidade e Estatística. e Velosa. Avaliação em regime de exame. Conteúdo da unidade curricular: Leituras recomendadas: Métodos de ensino: Métodos de avaliação: Língua utilizada: Estatística Descritiva Noções básicas de Probabilidades Noções de Probabilidade Condicional e de Independência Variáveis Aleatórias Discretas e Contínuas Famílias de Distribuições Discretas e Contínuas mais Importantes Introdução à Amostragem Estimação Pontual e Intervalar Testes Não-Paramétricos Regressão Linear Simples Montgomery..Introdução à Probabilidade e à Estatística. 3rd Ed. Pimenta. Vol. Pré-requisitos: Aconselha-se aprovação em Análise Matemática I e II. C. identificar e saber aplicar a abordagem adequada: paramétrica ou não paramétrica Identificação de relações e associações entre variáveis.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Descrição das unidades curriculares Nome da unidade curricular: INTRODUÇÃO À PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA Código da unidade curricular: Tipo de unidade curricular: Opcional Nível da unidade curricular: 1º Ciclo Ano curricular: 2º Ano Semestral/trimestral: Semestral Número de créditos (baseado nas horas de trabalho): 6 ECTS Nome do docente Dulce Gomes Objectivos da unidade curricular: Pretende-se que esta unidade curricular forneça conhecimentos básicos sobre teoria da Probabilidade e da Estatística de modo a que mais tarde estes alunos possam não só passar facilmente para um estudo mais avançado destas teorias. S. como também proceder à aplicação correcta de técnicas estatísticas e à interpretação crítica dos resultados obtidos. 1. Introdução dos conceitos teóricos recorrendo a exemplos de aplicação em várias áreas.. Motivação dos alunos para a ida às aulas bem como para o acompanhamento continuado da matéria leccionada.

1998 A Avaliação de Impacte Ambiental. em função da preparação dos estudantes Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 63 . Bancos de dados e Modelos. discussão dos trabalhos dos alunos Métodos de avaliação: Avaliação de textos e apresentações dos alunos Língua utilizada: Português ou inglês. 1972 Jules Ferry. Ph.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Descrição das unidades curriculares Nome da unidade curricular: Código da unidade curricular: Tipo de unidade curricular: Nível da unidade curricular: Ano curricular: Semestral/trimestral: Número de créditos (baseado nas horas de trabalho): Nome do docente: INTRODUÇÃO À PROBLEMÁTICA DO AMBIENTE Opcional 1º Ciclo 1º Ano 1º Semestre 2 ECTS Alexandre Bettencourt e outros Dar aos alunos uma formação geral nas questões suscitadas pela principal Objectivos da unidade problemática do Ambiente na actualidade. Aubier Montaigne. Características Gerais das Políticas do Ambiente. O carácter interdisciplinar da sua componente técnica e científica.D thesis. La société post-industrielle. A evolução da prática dos Estudos de Impacte. 1998 R Jassen. A necessidade de uma aproximação holística. Métodos remotos. Oxford Studies in Traditional Activities Alain Touraine. An Introduction. 1969 Leituras recomendadas: Trapp. Avaliação e Avaliadores. Multiobjective decision support for environmental problems. Springer. Novos métodos de monitorização. O Programa REACH. A emergência de uma Conteúdo da unidade jurisprudência própria. A necessidade adaptação permanente. Ciências humanas do ambiente. As Ciências do Ambiente como ciências post-modernas Paul J Crutzen e Eugene F Stoermer (2000). apresentação de temas. Colóquio. Die Mechanisierung der Welt. Os problemas ambientais como função da contínua e imprevisível evolução do limiar do conhecimento. A Nova Ordem Ecológica Ethics and Ecology. O Ambiente como Crise de Civilização curricular: A questão da Complexidade e o “Antropoceno”. Freije Universitet Te Amsterdam. A gestão do Ambiente com intervenção de um grande número de actores (O Not-in-my-Backyard Syndrome”). “The Anthropocene”. Chemodynamics and Environmental Modelling. XXI. A comunicação com o Público e a Teorias da Decisão. Walter Rathenau. Novas técnicas analíticas. OBSERVA. ISCTE. IGBP Newsletter 41. 1991 Métodos de ensino: Seminário. De interesse geral para outras formações competências a adquirir): nomeadamente cursos de reciclagem Pré-requisitos: Não se aplica A Questão do Ambiente como questão dominante no séc. enquadrando e justificando a estrutura curricular (resultados esperados de do curso e nomeadamente a forte componente de Ciências exactas e naturais aprendizagem e que domina os seus primeiros anos. S & M Matthies. O Conceito de desenvolvimento sustentável. Dénoel.

Population ecology. capacidade de desenhar uma experiência tendo em conta o tipo de tratamento e análise de dados a efectuar no seu final. 1998.. M. terão ainda acesso a ficheiros de exercícios e material didáctico pela rede da universidade (sistema MOODLE). Terão lugar duas avaliações escritas. 1990. Statistics for Environmental Science and Management. Manly. A interpretação de resultados de testes realizados através do computador. L.J. Fowler. Amsterdam. J. Legendre. Português e Inglês (caso se justifique pela presença de estudantes de língua estrangeira) Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 64 . Chapman & Hall/CRC. Mortimer 1986. 2000. Após todas as aulas os alunos terão que responder a um mini-teste através da rede em que serão automaticamente avaliados acerca dos conhecimentos adquiridos até aí. and J. Animal Population Dynamics . Métodos de seguimento de coortes. 2nd English edition. Modelos de crescimento individual. Manly. Desenho experimental e planeamento de amostragens em estudos ambientais. Taxas de Mortalidade e Natalidade. Ollason 1982. Elsevier Science BV. 326 pp. capacidade de condensar e interpretar dados referentes a populações animais ou vegetais Não se aplica Os diferentes tipos de testes estatísticos comummente usados em ecologia e ambiente. and M.J. Sex ratio. Métodos para estimar produção. Moss. Watson. Chapman and Hall.outline studies in Ecology. Bryan F. Blackwell scientific publications. capacidade de desenhar um plano de amostragem ou de monitorização adequados para chegar à resposta pretendida em ecologia ou ambiente. Begon. Os alunos terão também que entregar um trabalho individual de interpretação de resultados obtidos de um artigo científico em ecologia ou ambiente que lhes é apresentado de forma incompleta (sem resultados e sem discussão). A. Pierre & Louis Legendre. O que é a Estatística Multivariada e alguns exemplos de aplicações em ecologia e ambiente. and B. and Cohen. Numerical ecology. Practical statistics for field biology. Como estimar abundâncias em populações animais. 853 pp. A unified study of animals and plants.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Descrição das unidades curriculares Nome da unidade curricular: Código da unidade curricular: Tipo de unidade curricular: Nível da unidade curricular: Ano curricular: MÉTODOS QUANTITATIVOS EM ECOLOGIA E AMBIENTE Obrigatória 1º Ciclo 2º Ano Semestral/trimestral: 4º Semestre Número de créditos: 6 ECTS Nome do docente: Pedro Anastácio Objectivos da unidade curricular (resultados esperados de aprendizagem e competências a adquirir): Pré-requisitos: Conteúdo da unidade curricular: Leituras recomendadas: Métodos de ensino: Métodos de avaliação: Língua utilizada: Aprendizagem e compreensão das técnicas disponíveis para análise dos dados ecológicos e ambientais usando as ferramentas informáticas disponíveis.F. Tabelas de Vida. R. NY: John Wiley & Sons. Desenvolver: capacidade para interpretar o resultado de testes estatísticos que são apresentados. London Os alunos têm aulas presenciais teórico-práticas com resolução no computador de problemas específicos relacionados com ecologia e com ambiente. capacidade para escolher e realizar no computador o tipo de análise de dados adequado para cada situação em estudos de ecologia e ambiente.

Prescott. Preparação e esterilização de meios de cultura. apresentação e discussão de relatórios de trabalhos laboratoriais. 6. Anti sépticos e desinfectantes comuns. Simulação de uma cadeia de transmissão de microrganismos. Martinko.. Microbiologia da água. e protozoários. L. Quantificação de microrganismos. Capacidade de dedução e interpretação de resultados experimentais. 15. ed. 12.. 4. D. 3. Microbiologia Aplicada. O crescimento e controlo das populações microbianas e suas aplicações. T. ed. Microbiologia e a doença... Domínio da leitura em língua inglesa. ambiente. pH e temperatura. Parker. International. International edition 3. Observação comparada de bactéria. fungos. R. Bacteriófagos de E. Genética microbiana e sua relevância nos processos biotecnológicos. Morfologia e associação. Postgate. Microrganismos no meio ambiente. USA. 16. Tortora. 4. ed. 11. 4. Teste à eficiência do papel higiénico como barreira contra micróbios. A. Genética e biologia molecular de Microrganismos. 6th. Diversidade do mundo microbiano. ELISA (Enzyme Linked ImmunoSorbent Assay) 1. Introdução ao estudo dos microrganismos e aspectos relevantes do mundo microbiano.) OS MICRÓBIOS E O HOMEM. 7. Tipos de metabolismo e colonização de substratos. Componente Teórica (70%): Avaliação contínua – 2 frequências de igual peso. Apresentação história e âmbito da microbiologia. Madigan. 13. 2. M. relações micróbio/hospedeiro. Reconhecer a importância da microbiologia na biosfera e nas sociedades: Ciclos biogeoquímicos. 3. 1. (2000. 14. 7. 5. M. Isabel Brito 1. 10th. (2004) MICROBIOLOGY. Preparação de um iogurte. 6. 8. Case. Funke. 4. 10. Antibióticos. Análise microbiológica do leite. sua apresentação e discussão Componente Prática (30%): Avaliação contínua – Preparação. 2. 3. 9. 2. Isolamento de cultura pura. Os micróbios e a conservação da vida na Terra. Reconhecimento da diversidade microbiana. Execução de trabalhos práticos. Exposição estruturada. 9.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Descrição das unidades curriculares MICROBIOLOGIA Nome da unidade curricular: Código da unidade curricular: Tipo de unidade curricular: Obrigatória Nível da unidade curricular: 1º Ciclo Ano curricular: Semestral/trimestral: 1º Ano 1º Semestre Número de créditos: 6 ECTS Nome do docente: Carlos Sinogas. 5. G. 2. J. J. Klein. Simbioses com plantas: Isolamento de Rhizobium. Conhecimentos básicos de química e biologia Objectivos da unidade curricular Pré-requisitos: C Conteúdo da unidade curricular: Leituras recomendadas: Métodos de ensino: Métodos de avaliação: Língua utilizada: Teórico 1. 2. Coloração de bactérias. Avaliação final: Exame escrito Português ou inglês Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 65 . 5. 10. Experiência de utilização de instrumentos gerais de laboratório. (2005) MICROBIOLGY. Prentice Hall. Addison Wesley Longman. Viroides e priões Prático 1. J. J. 4. L.. coli. Morte de populações microbianas. Ed. Crescimento de populações microbianas. Ciência Replicação. P. J. Metabolismo microbiano. 11.. Vírus. M. Ecologia microbiana e microbiologia ambiental. Domínio da manipulação do microscópio óptico. 2002 (trad). C. 4th. 8. 3. (2003) BROCK BIOLOGY OF MICROORGANISMS. WCB / McGraw-Hill. 5. Condições ambientais para o crescimento microbiano: O2. Harley. B. 6. 8th.

Modelos para fitoplâncton. Amsterdam.T.. Condições para validação. A análise do comportamento dos modelos.M.M.Chapman & Hall. Análise de sensitividade. Johnson.M. Sydney. Como calcular a sensitividade. Equação para temperatura a variar ciclicamente... Os alunos terão também que entregar um trabalho individual de construção de um modelo simples e devidamente calibrado e ainda outro trabalho de interpretação de resultados obtidos por um modelo que lhes é apresentado Português e Inglês (caso se justifique pela presença de estudantes de língua estrangeira) Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 66 . Doley. 1-399.T. Academic Press.. Validação por técnicas visuais.M. Smith. Tipos de mecanismos de auto controlo. Ser capaz de construir em software adequado um modelo para simular um sistema ecológico. Leituras recomendadas: Bowie. Desenvolvera capacidade de interpretação qualitativa de resultados de uma simulação de um modelo. (1994) Fundamentals of ecological modelling.E. (1986) Modelling plant growth and development. Constants and Kinetics formulations in surface water modelling. Springer-Verlag.L. Diagramas de Forrester e diagramas de Redes Neuronais.S. P e K). Odum. Trapp.L. Validação por avaliação subjectiva. Ferramentas de gestão. Passos da modelação ecológica.S. Porcella. Modelação do Oxigénio dissolvido em sistemas aquáticos.EPA/600/3-85/040. Niwot.S. Equações de predação de Lotka-Volterra. Ruth. 1-455.H.. Utilidades adicionais dos modelos. University Press of Colorado. Elsevier.G. Elsevier. Modelação biogeoquimica (exs. New York. New York. Hannon.P. Análise de Erro... O diagrama conceptual – exemplos de diagramas e respectivas linguagens.A.. Modelos de perifíton e macrófitas Ajustamento do crescimento pela temperatura. A utilização de Meta modelos na Validação.R. Modelos para regulação do crescimento pelos Nutrientes.G.D.A.E. Equações – Exemplos de apresentação correctas e incorrectas das equações... Fornecer ferramentas: para a representação teórica dos processos ecológicos.J..L.E. para a simulação do comportamento de vários sistemas ecológicos. Validação. Gherini. Modelos de zonas húmidas. Ferramentas para a Ciência. Modelos para regulação pela intensidade luminosa. Métodos de ensino: Métodos de avaliação: Língua utilizada: Os alunos têm aulas presenciais teóricas e práticas com construção de diagramas e modelos no computador e um período tutoral de preparação de projecto. (1996) Modeling Biological Systems.D. As variáveis externas e os seus ciclos. 1-146. Utilidades dos modelos na ciência. Terão lugar duas avaliações escritas. Nielsen. (1985) Rates. N. Chamberlain. (1974) Models in Ecology.C. Fontes de incerteza em modelação ecológica.. Charles-Edwards. Formatos dos modelos. Utilidades da análise de sensitividade. USA. United States Environmental Protection Agency .L. Ser capaz de ler um diagrama conceptual que represente um sistema ecológico complexo. Após todas as aulas os alunos terão que responder a um mini-teste através da rede em que serão automaticamente avaliados acerca dos conhecimentos adquiridos até aí.G. Porque é necessária a calibração. Mills.M.D. Jorgensen. (2000) Modeling for all scales.W. Berlin. Odum. Principles and Aplications.C. Comportamento em redor dos pontos de equilíbrio. Validação por testes estatísticos.K.J. Modelos para Parasitismo e modelos para Relações simbióticas. (1998) Chemodynamics and environmental modeling.C. Chan. Cambridge University Press. Equações tipo para simular vários tipos de relações entre variáveis e sua representação gráfica. San Diego. As equações de Lotka-Volterra para duas populações a competir. A apresentação dos valores dos parâmetros.. Jorgensen.B. Para além disto terão acesso a ficheiros de exercícios e material didáctico através da rede interna da universidade (o actual sistema MOODLE). A calibração.B. Análise de erro através da técnica de Monte Carlo.. Os modelos e a capacidade tampão ecológica. An introduction to system simulation. 1-644. Rimmington.N. Validação por medição do desvio. Modelos de dinâmica de populações. An introduction to systems ecology. Tipos de estabilidade. 1-285. Os trabalhos de Holling e alguns modelos de presa predador. Segunda parte – Análise de sistemas ecológicos e ambientais: A representação do comportamento dos sistemas ecológicos.E.S. Modelos de crescimento individual. Amsterdam. (1991) Handbook of ecological parameters and ecotoxicology. Modelação da transferência entre compartimentos para um químico transportado pela água. Odum.W. Linguagem de Energia.. Campbell. A verificação. Componentes dos modelos. Athens. Usar modelos para analisar o comportamento de sistemas. Pré-requisitos: Conteúdo da unidade curricular: Primeira parte – ferramentas para modelação ecológica e ambiental: Modelos físicos e matemáticos. Academic Press. ITP . Rupp. Pagenkopf. Matthies. 1-628.A.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Descrição das unidades curriculares Nome da unidade curricular: Código da unidade curricular: Tipo de unidade curricular: Nível da unidade curricular: Ano curricular: Semestral/trimestral: Número de créditos (baseado nas horas de trabalho): Nome do docente: Objectivos da unidade curricular (resultados esperados de aprendizagem e competências a adquirir): MODELAÇÃO ECOLÓGICA E ANÁLISE DE SISTEMAS Obrigatória 1º Ciclo 3º ano 5º Semestre 6 ECTS Pedro Anastácio Compreender melhor o funcionamento dos Ecossistemas. Análise de agregação.H.. (1997) Modelling Dynamic Biological Systems.Environmental Research Laboratory . A importância dos vários tipos de escalas na modelação.B.H. 1-235. Variáveis externas típicas.W.S.J. Springer-Verlag. (1994) Ecological and general systems. Desenvolver capacidade de representar em diagrama conceptual um sistema ecológico complexo. Haefner. 1-473. Como modelar a radiação para fotossíntese. Jorgensen.

Controle de odores. Manual de Higiene do Trabalho na Indústria. Tempo de reverberação (T). Ingeniería Ambiental – Fundamentos. Colectores mecânicos. Nível de exposição sonora (SEL). F. Pré-requisitos: Conteúdo da unidade curricular: Leituras recomendadas: Métodos de ensino: Métodos de avaliação: Língua utilizada: Controle de emissões de gases: SO2. entornos. 1988. São ministradas 2 horas teóricas em que serão expostos os conceitos e fundamentos teóricos. capacidade de aplicação dos conhecimentos adquiridos. Medição do ruído. Normas e legislação. Conceitos básicos de som. Capacidade de trabalho em equipamento de efluentes gasosos. Processos de Precipitação Electroestática. Macedo. Chapman and Hall.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Descrição das unidades curriculares POLUIÇÃO DO AR E RUÍDO Nome da unidade curricular: Código da unidade curricular: Tipo de unidade curricular: Nível da unidade curricular: Ano curricular: Semestral/trimestral: Número de créditos: Obrigatória 1º Ciclo 3º ano 6º Semestre 4 ECTS Nome do docente: Sofia Capelo Objectivos da unidade curricular (resultados esperados de aprendizagem e competências a adquirir): Dar ao aluno uma formação aplicada nas diversas tecnologias de controle das emissões e trata Capacidade de utilização de equipamento no laboratório e no campo. Sensor Systems for Environmental Monitoring.). As aulas práticas serão ministradas com base em 1 aula de laboratório. de ruído e de tons. McGrawHill. vol. 1997. Gerard. Curvas de ponderação. Análise de frequências. e conhecimentos de ruído e sua monitorização. Som nos líquidos e nos sólidos. Nível de pressão sonora. Frequência. tecnologias y sistemas de gestión. K. CO. R. Fontes sonoras características. Propriedades das partículas e do gás transportador. Fundação Calouste Gulbenkian. Controle na fase líquida. Filtração. complementadas com seminários no âmbito dos conceitos apresentados. NOx. Decibel (dB). Infra-som e ultra-som.. M. 2: Environmental Monitoring. Ciclones. Aparelhagem para o estudo do ruído: sonómetros e dosímetros. Atenuação do som com a distância. 1 saída de campo e em 2 visitas de estudo Regime de avaliação contínua: o trabalho prático feito em grupo contribui com 50% e um teste sobre a matéria leccionada com 50%.. Controle da emissão de partículas. Reverberação. químicos e biológicos de controlo do odor em sistemas de águas residuais. Comparação dos diferentes Métodos. Pressão Sonora. Nível sonoro contínuo equivalente (Leq). Controle e tratamento de VOCs. Filtros de oitava. Dose de ruído. "Scrubbing". Regime de Exame: o aluno realiza uma única prova de avaliação (100%) que incide em toda a matéria leccionada Português ou Inglês (consoante os alunos) Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 67 . Campbell (ed. 1999. incineração catalítica. Eficiência. Biotecnologias para o controle de odores. Adição de sons emitidos por várias fontes. Adsorção em fase de vapor. incineração térmica. Métodos físicos.

Radioactive Waste Management and Disposal. lavagem. Aterros sanitários. Lewis Publishers. Springer. Disposição final de efluentes líquidos e sólidos Objectivos da unidade curricular (resultados esperados de aprendizagem e competências a adquirir): Pré-requisitos: Conteúdo da unidade curricular: Leituras recomendadas: Métodos de ensino: Métodos de avaliação: Língua utilizada: 1. enterro. 1989. Ecologia Microbiana e do Solo. Restauro da fertilidade dos solos e gestão sustentável. recuperação de solos degradados e gestão de sítios. Recuperação de escórias mineiras. Elsevier. 1992. 271 pp 8. complementadas com seminários no âmbito dos conceitos apresentados. Tailings Management. electro-osmóse. Soil Restoration. et al.F Kreith & G Tchobanoglous. Utilização da flora e da fauna. Rattan Lal & B A Stewart. Solos quimicamente degradados: In situ imobilização/mobilização. H E Allen.0-444-87374-0 9. Recuperação biológica de resíduos sólidos. Regime de Exame: o aluno realiza uma única prova de avaliação (100%) que incide em toda a matéria leccionada Português ou inglês. incineração. Tratamento. extracção electroacústica. ISBN. Recuperação de solos ácidos sulfatados. Bioremediação de solos contaminados com Se. Contaminated Land Treatment Technologies. sistemas de colecta. vitrificação. Reciclagem e reutilização. 718 pp Semanalmente são ministradas 2 horas teóricas em que serão expostos os conceitos e fundamentos teóricos. 7. Gestão e recuperação de sítios degradados. solos degradados e erodidos e cinzas vulcânicas. J F Rees. Handbook of Bioremediation. Redução de volume. operações acessórias.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Descrição das unidades curriculares POLUIÇÃO DO SOLO E RESÍDUOS SÓLIDOS Nome da unidade curricular: Código da unidade curricular: Tipo de unidade curricular: Obrigatória Nível da unidade curricular: 1º Ciclo Ano curricular: 3º ano Semestral/trimestral: 6º Semestre Número de créditos: 4 ECTS Nome do docente: Alexandre Bettencourt e outros Dar ao aluno formação aplicada nas diversas tecnologias de controle e tratamento de resíduos sólidos. McGraw-Hill 2002 5. 1992 4. Química dos Sistemas Naturais. degradação. Mitsch & Jorgensen. 1994. Os resíduos sólidos como recurso. 970 pp. G M Riley. bombagem e lixiviação. Recuperação de solos degradados. As aulas práticas serão ministradas com base em 2 aulas de laboratório. "steam flooding". Ecological Engineering 6. compostagem. Elsevier. de acordo com a preparação dos alunos Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 68 .G H Bolt & M G M Bruggenwert (eds) Soil Chemistry A. Metal Speciation and Contamination of Soil. digestão anaeróbia. Robert D Norris et al. Handboook of Solid Waste Management. 1978 2. L Cecille. Métodos alternativos para o tratamento de lamas. Elsevier. Lewis Publishers. Basic Elements. remoção e reenterro. 1 saída de campo e em 2 visitas de estudo Regime de avaliação contínua: o trabalho prático feito em grupo contribui com 30% e um teste sobre a matéria leccionada com 70%. extracção sob vácuo. Biolixiviação. 1991. Pedologia Geral Produção de resíduos sólidos. 1995 3. Elsevier.

desinfecção. a teoria do filme duplo de Lewis e Wittman (1924). Zonas húmidas construidas e recuperadas. Outras aplicações químicas.Operation of Municipal Wastewater Treatment Plants – Manual of Practice N. Eliminação biológica de nutrientes (BNR). Tratamentos secundários: metabolismo microbiano e biodegradabilidade. desinfecção com ozono. filtração a taxa de filtração constante e variável. (DAF. gerir e avaliar sistemas de tratamento de águas residuais. Objectivos de qualidade e requisitos de tratamento. Capacidade de trabalho em equipa. Operações unitárias físicas: tratamento preliminar: medição do caudal. UCT e PHOSTRIP. – Wastewater Engineering – Treatment. desinfecção com cloreto de bromo.º 8 Water Pollution Control Federation . D. filtração semicontínua e continua. D. complementadas com seminários. oxidação húmida e catalítica/redução "stripping". Operações unitárias físicas. Tratamento clássico dos sub-produtos. mecanismos da filtração. separação magnética. precipitação química. Operações unitárias químicas. II e III – 2nd Edition .º11 – Volume I. transferência de oxigénio em água limpa e águas residuais. A reutilização de águas residuais na agricultura. químicas e biológicas.Design of Municipal Wastewater Treatment Plants – Volume I e II – WEF Manual of Practice N. As aulas práticas serão ministradas com base em aulas de laboratório e visitas de estudo Regime de avaliação contínua: o trabalho prático feito em grupo contribui com 50% e um teste sobre a matéria leccionada com 50%. Considerações de saúde pública. equipamento e concepção de instalações e estações. H. clarificação. Lyonnaise des Eaux . Controle da cor e do odor. 1994.Waste Stabilisation Ponds – Design Manual for Mediterranean Europe . indústria Metcalf & Eddy. filtração e "backwash". binários. nutrientes. Disposal and Reuse – 4th Edition – 2003 – MacGraw-Hill. secagem. amónia "stripping". Flotação. leitos homogénios. Capacidade para planear. Desidratação. mistura. revised by Tchobanouglos. Química Física Caracterização das águas residuais domésticas e industriais. Enquadramento legal. Tome II. lagoas arejadas e lagoas de estabilização. proteinas e metais.World Health Organisation – 1987. W. troca iónica e osmose inversa. G. Tratamentos avançados: carvão activado e tamização molecular. emissão de VOCs a partir de sistemas de esgotos. Inc. volatilização e "gas stripping". reactores de lamas activadas. Semanalmente são ministradas 2 horas teóricas em que serão expostos os conceitos e fundamentos teóricos. Water Environmental Federation . descloragem. D.– 1990. Burton. Novos processos de remoção de nutrientes. Pearson. Os processos Bardenpho(Phoredox). coagulação/precipitação do P. Technique & Documentation – Lavoisier. energia. Tratamento de nutrientes: nitrificação/desnitrificação e pré-desnitrificação. Regime de Exame: o aluno realiza uma única prova de avaliação (100%) que incide em toda a matéria leccionada Português ou inglês Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 69 . Reciclagem de efluentes: recuperação de água.Mémento du Gestionnaire de l’Alimentation en Eau et de L’Assainissement. instrumentação. espessamento. Tratamentos terciários. cloragem e outros métodos de desinfecção. Mara. filtração em leito granular. Tratamento dos sub-produtos e novos métodos de tratamento. AF e VF). desinfecção com UV. digestão e icineração de lamas. percoladores ("slouhging"). ultrafiltração. F.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Descrição das unidades curriculares Nome da unidade curricular: POLUIÇÃO. filtros de areia. Maria Helena Marecos do Monte Objectivos da unidade curricular (resultados esperados de aprendizagem e competências a adquirir): Dar ao aluno uma formação aplicada nas questões da contaminação da Água e nas diversas tecnologias de controle e tratamento de águas de captação e efluentes líquidos. H. Inc. Sistemas naturais. microtamizadores. equalização. Inibição e envenenamento dos mecanismos biológicos. Tratamentos avançados. and Stensel. adsorpsão. desenvolvimento da perda de carga.. separação gravítica acelerada (Teacup). . Transferência de gases. classificação dos sistemas de filtração. evaporação. electrodiálise. ternários. Métodos alternativos para remoção de nutrientes. sedimentação. L.. neutralização. orgânicos refractários e bactérias: "Iand treatment" e sapais artificiais. TRATAMENTO E RECICLAGEM DA ÁGUA Código da unidade curricular: Nome do docente: Obrigatória 1º Ciclo 3º ano 6º Semestre 4 ECTS Alexandre Bettencourt. flotação. Tipo de unidade curricular: Nível da unidade curricular: Ano curricular: Semestral/trimestral: Número de créditos: Pré-requisitos: Conteúdo da unidade curricular: Leituras recomendadas: Métodos de ensino: Métodos de avaliação: Língua utilizada: Microbiolologia. "screening" (grelhas). Questões específicas de efluentes industriais: segregação. desinfecção com cloro.

factos e leis e a sua aplicação na análise e avaliação de novas situações. Assumir uma visão geral dos fenómenos em Toxicologia Bioquímica. excreção. Aplicar os conhecimentos e capacidades na abordagem de novos factos e novas ideias e na resolução de problemas neste âmbito. D. & Smart.(2001) Introduction to Biochemical Toxicology. 3 Ed. (1991) Principles of Biochemical Toxicology. Além disso. Toxicologia experimental e aplicada Leituras recomendadas: Hodgson. relatórios e planos de trabalho. valorizando a pesquisa de informação. organizados por grupos. Klaassen. considerando a matriz biológica. que previamente preparam e do qual elaboram relatório final fundamentado. enzimas. a interpretação de resultados do trabalho experimental e o desenvolvimento de uma atitude crítica e do rigor científico. metabolismo e eliminação dos tóxicos do organismo. N. Reflectir com alcance científico. mostram-se pormenores sobre a constituição e o modo de operar com os equipamentos. (1996) Casarett and Doull’s Toxicology -The Basic Science of Poisons. 5th Ed. teratogénese. e desenvolvimento de capacidades para recolher. bem como a qualidade científica e da redacção do relatório. quando necessário. em particular no que se refere aos mais sofisticados e aos que não seja possível aceder. realizam trabalho experimental. mutagénese e carcinogénese. New York. Privilegiar-se-á o desenvolvimento de uma atitude analítica e investigativa nos alunos. Wiley-Interscience. York. preparação das aulas práticas laboratoriais e análise e tratamento de resultados nelas obtidos. J. Factores que afectam o metabolismo e a disposição dos tóxicos Interacções tóxico-alvo molecular Efeitos dos tóxicos e mecanismos bioquímicos da toxicidade Toxicologia celular e tissular. assumir responsabilidades.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Descrição das unidades curriculares Nome da unidade curricular: Código da unidade curricular: Tipo de unidade curricular: Nível da unidade curricular: Ano curricular: Semestral/trimestral: Número de créditos: Nome do docente: Objectivos da unidade curricular (resultados esperados de aprendizagem e competências a adquirir): PRINCÍPIOS DE TOXICOLOGIA BIOQUÍMICA Obrigatória 1º Ciclo 3º ano 5º Semestre 4 ECTS Júlio Cruz de Morais Proporcionar aquisição de conhecimentos sobre a natureza. bem como o emprego apropriado da terminologia Português Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 70 . McGraw-Hill. mecanismos de acção. London th Métodos de ensino: Métodos de avaliação: Língua utilizada: Aulas teóricas plenárias desenvolvidas com base no método científico. Exame oral final: Eventualmente exame oral teórico Nas aulas práticas.Manter uma discussão fundamentada sobre temas desta área. Elaborar e interpretar comunicações. ético ou social sobre questões de Toxicologia. imunoglobulinas e ácidos nucleicos) Biomembranas e processos de membrana Bioenergética e processos redox biológicos Perspectiva global sobre as vias metabólicas mais relevantes Informação genética e biossíntese de proteínas Vias de penetração dos tóxicos nos seres vivos Distribuição. no âmbito dos temas abordados nas aulas teórica e nas práticas não laboratoriais dos trabalhos. efeitos dos tóxicos e factores de que dependem.. elaborado com estrutura análoga à adoptada pelas publicações científicas nesta área. Exame final opcional: 1 prova laboratorial (peso 20%). e capacidades para seleccionar e aplicar métodos de análise de tóxicos. Aulas práticas não laboratoriais para abordagem dos fundamentos dos métodos e dos procedimentos a utilizar nas práticas laboratoriais e resolução de problemas para aplicação das matérias leccionadas nas teóricas. Ampliar e aprofundar conhecimentos de maneira autónoma. e avaliar até que ponto é bem sucedido neste domínio Pré-requisitos: Conteúdo da unidade curricular: (as aulas teóricas funcionam em conjunto com a disciplina de Toxicologia Bioquímica) Os objectivos da toxicologia bioquímica enquanto disciplina Os métodos toxicológicos e os bioquímicos Breve história da evolução da toxicologia bioquímica Tipos de toxicidade e relação dose-resposta Biomoléculas mais relevantes (proteínas. Taylor & Francis. emitir juízos críticos fundamentados. E. o seu desempenho nas actividades laboratoriais e sua fundamentação oral. C. 1 teste escrito prático não laboratorial (peso 20%) e 1 teste escrito teórico (peso 60%). Tomar iniciativas. pratica-se a avaliação formativa contínua considerando-se a preparação prévia da aula feita pelos alunos. Nos testes prático não laboratorial avaliamse os conhecimentos e a compreensão dos métodos e procedimentos e a sua aplicação em estratégias de investigação e na resolução de problemas quantitativos. compreensão dos conceitos integradores. Avaliação fraccionada: 2 provas laboratoriais (peso 20%). R. Timbrell. aprofundar e divulgar conhecimentos sobre um tema deste domínio. 2 testes escrito prático não laboratorial (peso 20%) e 2 testes escritos teóricos (peso 60%). Nos testes teóricos avaliam-se os conhecimentos e a compreensão de conceitos. Aulas práticas laboratoriais nas quais os alunos. do processo de aceder ao conhecimento e da metodologia para resolver problemas em Toxicologia Bioquímica. Executar correctamente técnicas de trabalho experimental. As provas práticas incluem uma amostragem geral de todas as matérias trabalhadas. 2nd Ed. e aplicar na abordagem de situações diversas das estudados nesta unidade os conhecimentos e capacidades nela adquiridos. tendo em vista avaliar a integração dos conhecimentos e capacidades conseguida pelos alunos. disposição.

J L Metcalfe-Smith. globais. "Ecological Indicators". Ecodesign. Comunicação final. Competitividade Territorial – Agenda 21 Boon. A. R. A evolução da prática da AIA em Portugal. Concepts e methodologies. Auditoria Ambiental e suas metodologias. Multiobjective decision support for environmental problems. MI. 1996. J. Survey Biológico. Biomarcadores e Ecoindicadores. Relações com os processos de planeamento e de licenciamento. 2. Elsevier. ecológicos gerais. de bem estar da comunidade. London. Novas vias da avaliação ambiental. A Polémica entre Padrões fixos (emissões) versus Objectivos de Qualidade. Parâmetros. J & C Burstein. Legislação nacional e comunitária. Capacidade de trabalho em equipa Análise de ecossistemas Qualidade Ambiental. Bioindicadores. Environmental Indices: theory and practice. D. Certificação de unidades e Avaliação de impactes. Índices de qualidade do ar. Organização do E.. As diferentes aproximações ao Problema da Qualidade do Ambiente. Certificação Ambiental. Capacidade de resolução dos problemas concretos que surgem na Gestão do Ambiente.. Biological Water–quality assessment of Rivers: Use of Macroinvertebrate Communities. dos solos. capacidade de integração dos conhecimentos adquiridos e capacidade de adaptação a situações novas. – Introduction to Environmental Impact Assessment – (2nd Ed. Requisitos e Critérios. Minimização e Monitorização.. Os conhecimentos adquiridos devem ser aprofundados e complementados com a consulta da bibliografia sugerida Regime de avaliação contínua: o trabalho prático feito em grupo contribui com 40% e 2 testes sobre a matéria leccionada com 60%. Consulta Pública. 1993 Classon. A Directiva Quadro da Política da Água. Ann Arbor Science DH McKenzie. Ph. Europa e USA. 1996 Ott. Scottish Natural Heritage.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Descrição das unidades curriculares QUALIDADE. estéticos. Blackwell. Volume 1. bióticos. complementadas com seminários no âmbito dos conceitos apresentados.I. Ecoinovação. Ecoproduit. GESTÃO E AVALIAÇÃO DO IMPACTE AMBIENTAL Nome da unidade curricular: Código da unidade curricular: Tipo de unidade curricular: Obrigatória Nível da unidade curricular: 1º Ciclo Ano curricular: 3º ano Semestral/trimestral: 6º Semestre Número de créditos (baseado nas horas de trabalho): 4 ECTS Nome do docente: Alexandre Bettencourt e Carlos Cupeto Objectivos da unidade curricular (resultados esperados de aprendizagem e competências a adquirir): Pré-requisitos: Conteúdo da unidade curricular: Leituras recomendadas: Métodos de ensino: Métodos de avaliação: Língua utilizada: A disciplina deve dar ao aluno um primeiro contacto com a prática da gestão ambiental nomeadamente no que se refere à definição e preservação da Qualidade do Ambiente. Therivel. Freshwater Quality: Defining the Indefinable ?. Diagnóstico Ambiental. Freije Universitet Te Amsterdam. Avaliação Ambiental Estratégica. 430 p . Chadwick. As aulas práticas serão ministradas com base em 4 aulas de laboratório e com 2 visitas de estudo. Ferramentas de Gestão Ambiental. Variáveis de Impacte. River Restoration. 1993 Semanalmente são ministradas 2 horas teóricas em que serão expostos os conceitos e fundamentos teóricos. 1991 Vigneron. Critérios e Índices de qualidade. Avaliação do Impacte Ambiental. de qualidade da água.) University College of Londen Press. et al (eds). P J e D L Howell (1996).I. In Petts & Callow (eds). Ann Arbor..D thesis. W (1978). “Screening” e “Scoping”. 1999 (ISBN 1-85728-945-5) R Jassen. Impactes sectoriais. Economica. Metodologias Gerais. Objectivos.A.A. Regime de Exame: o aluno realiza 1 prova de avaliação (100%) que incide sobre o conjunto da matéria leccionada Português Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 71 .

a sua constituição e o seu funcionamento. Skoog. Exprimir nas unidades correctas os resultados obtidos. Espectrometria de absorção molecular. pretende-se que.. Interacção energia radiante matéria. Londres. Pub Co.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Descrição das unidades curriculares QUÍMICA ANALÍTICA AMBIENTAL Nome da unidade curricular: Código da unidade curricular: Tipo de unidade curricular: Nível da unidade curricular: Ano curricular: Semestral/trimestral: Número de créditos: Nome do docente: Objectivos da unidade curricular (resultados esperados de aprendizagem e competências a adquirir): Pré-requisitos: Conteúdo da unidade curricular: Leituras recomendadas: Métodos de ensino: Métodos de avaliação: Língua utilizada: Obrigatória 1º Ciclo 2º Ano 4º Semestre 5 ECTS Dora Teixeira Compreender os fundamentos teóricos subjacentes ao desenvolvimento tecnológico da análise instrumental. D. F. GC. Métodos e Aplicações. sendolhes proporcionado apoio específico durante as sessões colectivas de índole tutorial. Saunders College Publishing Braun. em componentes práticas obrigatórias. A dimensão analítica desenvolver-se-á. tendo em atenção. Distinção entre análise química tradicional e análise instrumental. Métodos electroquímicos de análise. Nieman. Técnicas espectrais que se baseiam na interacção da radiação de IV e RF com a matéria. a quantidade e o estado físico da amostra. Métodos Voltamétricos. Espectrometria de massa. A. S. Executar com rigor as técnicas experimentais. Não existem Introdução. Conhecer as leis matemáticas que permitem quantificar as espécies químicas em análise. Eléctrodos. tendo em vista a formulação de conclusões e a fundamentação de generalizações. Classificação dos métodos electroquímicos de análise. Técnicas de preparação de amostra para análise cromatográfica. A classificação pode resultar de um dos seguintes regimes de avaliação: a) Avaliação contínua. Edition. líquidas e gasosas. Métodos utilizados em análise química – classificação. a) Da conjugação de qualquer tipo de provas previstas nas alíneas anteriores. Brett. no essencial. b) Avaliação por exame final. Conhecer os diversos instrumentos que constituem o equipamento analítico. Condução eléctrica na célula. Métodos instrumentais baseados nos fenómenos luminescentes – Espectrofluorimetria. Interpretar adequadamente os resultados obtidos. F. Células galvânicas e células electrolíticas. resultante da conjugação de uma prova escrita e de uma prova oral. Métodos potenciométricos. (1999). baseando-se o seu desenvolvimento no debate. As sessões colectivas de contacto serão plenárias. a sensibilidade e a facilidade de aplicação da técnica. No que respeita à componente prática. no decorrer das aulas. Utilização de literatura recente para exemplificar avanços recentes das diferentes técnicas cromatográficas e aplicações na área do ambiente. Poole.. Acoplamento ao detector de massa. Métodos baseados na variação dos estados vibracionais e rotacionais das moléculas. K. (1987). Radiação electromagnética (REM). através de elaboração semanal de resumos das aprendizagens adquiridas e discussão oral dos mesmos. Extracção e concentração de amostras em matrizes sólidas. Electroquímica – Princípios. Principles of instrumental analysis. Diferentes tipos de interfaces e suas aplicações. Brett. Componentes e instrumentos dos aparelhos utilizados nos métodos espectrais que utilizam e medem radiação electromagnética desde o UV até ao IV. A.. Compreender a importância de cada instrumento na constituição dos equipamentos analíticos.M. Reconhecer a técnica analítica mais adequada à determinação analítica. A dimensão investigativa ocorrerá em paralelo com as sessões programadas. Português Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 72 . na componente prática. Detectores usuais utilizados nas diferentes técnicas cromatográficas. Introduction to instrumental analysis. R. Holler. Elsevier Sc. C. Métodos espectrais de análise. na reflexão e na problematização de factos e de conceitos descritos na literatura. Métodos instrumentais baseados na absorção e emissão atómica. (1997) Chromatography Today. Distinção entre análise e ensaio químico. Numa solução de compromisso entre o método expositivo e heurístico ter-se-á a preocupação de promover nos alunos uma atitude investigativa e analítica. através do regime de avaliação contínua. de fenómenos observados no quotidiano e de resultados obtidos nos trabalhos experimentais. Diferentes tipos de detector de massa e de modos de ionização. SFE e CE. 5ª ed. (1996). Outros métodos. com a classificação obtida ao longo do semestre ou do ano. McGraw-Hill Int. Técnicas espectrais que se baseiam na interacção da radiação UV/Vis com a matéria. Técnicas cromatográficas de HPLC. A. os alunos venham a ser capazes de: Manipular correctamente equipamento analítico. T. na forma de trabalhos de pesquisa realizados individualmente pelos alunos. Seleccionar o método analítico mais apropriado à quantificação analítica. entre outros aspectos.. Londres. A.M. Espectroscopia de ressonância magnética nuclear. Almedina Poole. C.

Língua utilizada: Português Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 73 . R. Reger. Ligação química 4. Equilíbrio em sistemas heterogéneos 9. Constituição da matéria 2.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Descrição das unidades curriculares QUÍMICA GERAL Nome da unidade curricular: Código da unidade curricular: Tipo de unidade curricular: Obrigatória Nível da unidade curricular: 1º Ciclo Ano curricular: 1º Ano Semestral/trimestral: 1º Semestre Número de créditos: 6 ECTS Nome do docente: Margarida Figueiredo . Lisboa. Goode. Essa avaliação é complementada por avaliação contínua do empenho e desempenho alcançados pelos alunos durante o semestre. Soluções 6. Termodinâmica química 7. 2005.. Lisboa. 1997. Objectivos da unidade curricular (resultados . H. McGraw-Hill. A avaliação decorrerá em exame final mediante prova escrita (com opção por duas provas de frequência).Conhecer e compreender a importância da Química na esperados de aprendizagem e competências Sociedade e o papel central que desempenha na explicação e a adquirir): interpretação de fenómenos em múltiplas áreas científicas e tecnológicas Pré-requisitos: Não 1. (capítulo opcional) Química dos seres vivos Química da corrosão Cinética química Chang. Atkins. Métodos de ensino: Métodos de avaliação: A avaliação será baseada na aferição da aquisição e compreensão dos conhecimentos e na aferição do desenvolvimento de competências. e Jones. Freeman and Company. S. e Mercer.. Equilíbrio químico Conteúdo da unidade curricular: 8. D. Tabela periódica 3.. E. através da resolução de problemas e da elaboração e apresentação de relatórios sobre trabalhos práticos realizados em laboratório. Leituras recomendadas: W. Fundação Calouste Gulbenkian. 8ª Ed. 1999. L.. Química. Chemical Principles: The Quest for Insight. P.Conhecer e compreender os conceitos e princípios fundamentais da Química. Nova Iorque. Estados de agregação da matéria 5. Electroquímica 11. Equilíbrios iónicos em sistemas homogéneos: ácido-base 10. Química: princípios e aplicações.

Tatchell. Solomons e C. P.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Descrição das unidades curriculares QUÍMICA ORGÂNICA E BIOQUÍMICA Nome da unidade curricular: Código da unidade curricular: Tipo de unidade curricular: Obrigatória Nível da unidade curricular: 1º Ciclo Ano curricular: 1º Ano Semestral/trimestral: 2º Semestre Número de créditos: 6 ECTS Nome do docente: António Teixeira Objectivos da unidade curricular (resultados esperados de aprendizagem e competências a adquirir): Dotar os alunos de um conjunto de conhecimentos básicos no âmbito da Química Orgânica e Bioquímica. Fryhle. Métodos de ensino: Métodos de avaliação: Língua utilizada: O processo de ensino/aprendizagem baseia-se no trabalho individual dos alunos. relativas à separação e identificação de compostos orgânicos e à verificação da reactividade de algumas funções orgânicas e síntese de compostos. Principais reacções que os compostos orgânicos sofrem no ambiente. As aulas práticas laboratoriais funcionam articulada e complementarmente com as aulas teóricas e práticas não laboratoriais. objecto de estudo destas áreas científicas. prática não laboratorial e prática laboratorial. ao esclarecimento de dúvidas ou à discussão de tópicos relacionados com a matéria leccionada. W. “Organic Chemistry”. T. Lisboa. recorrendo ao planeamento e execução de trabalho laboratorial que concretize exemplos práticos dos conteúdos teóricos. nomeadamente sobre estrutura. e ao manuseamento de material e reagentes. estereoisomeria. 1996. Biomoléculas: propriedades. A. respeitando as regras gerais de segurança em espaços laboratoriais. S. 8th. Conhecer as principais técnicas de isolamento e identificação dos compostos orgânicos e adaptar a sua utilização a situações concretas.. Principais técnicas de separação e identificação dos compostos orgânicos. Boyd. W. Furniss. o aluno deve conhecer e compreender os conceitos e princípios fundamentais da Química Orgânica. Estrutura electrónica. 1989 (reprint 1991). apoiado em bibliografia recomendada pelo docente e em notas obtidas pelos alunos durante as aulas e em pesquisas realizadas individualmente. Longman Scientific & Technical. propriedades e reactividade das principais funções orgânicas. Morrison e B. geometria. Harlow. As aulas práticas não laboratoriais funcionam articulada e complementarmente com as aulas teóricas recorrendo à resolução de problemas que concretizam exemplos práticos dos temas desenvolvidos nas aulas teóricas. J. Português Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 74 . isomeria e estereoisomeria. Fundação Calouste Gulbenkian. Para tal. fórmulas. funções orgânicas e nomenclatura dos compostos orgânicos. Isomeria. através da resolução de problemas e da elaboração e execução dos trabalhos práticos propostos e apresentação de relatórios sobre trabalhos práticos onde serão tratados e interpretados os resultados obtidos e também na resolução de questões orais e/ou escritas sobre os trabalhos laboratoriais.. “Química Orgânica”. estrutura electrónica. A ligação química nos compostos orgânicos. “Vogel’s Textbook of Organic Chemistry”. Essa avaliação é complementada por avaliação contínua dos interesse e desempenho alcançados pelos alunos durante o semestre. 5th Ed. R. 13ª Ed. Funções orgânicas e nomenclatura. A avaliação das componentes decorrerá em exame final mediante prova escrita (com opção por duas provas de frequência). B. 2003. Dotar o aluno de conhecimentos sobre as propriedades.Impacto ambiental dos compostos orgânicos. O aluno deve ainda ser capaz de aplicar os conhecimentos adquiridos a situações novas na área da Química Orgânica ou com relevância em outras áreas científicas Pré-requisitos: Não Conteúdo da unidade curricular: A Química Orgânica e a Bioquímica. propriedades e reactividade das principais funções orgânicas. A disciplina deve também dotar os alunos com conhecimentos sobre o impacto ambiental dos compostos orgânicos e a minimização destes impactos. Leituras recomendadas: R. B. aspectos estruturais e importância. Hannaford. Chicester. aspectos estruturais e importância das biomoléculas. A avaliação será baseada na aferição da aquisição e compreensão dos conhecimentos e na aferição do desenvolvimento de competências nas várias componentes da disciplina: teórica. Processos químicos mais amigos do ambiente. As aulas teóricas são aulas de exposição da matéria durante as quais há lugar à resolução de alguns exercícios. G. John Wiley & Sons. Smith e A. G. esclarecimento de dúvidas e discussão de tópicos relacionados com a matéria leccionada.

Principles of Geographical information Systems for Land Resources Assessment. Prentice Hall.2001. capacidade de apresentação de um projecto SIG Pré-requisitos: Disciplinas relacionadas com a análise cartográfica. Aplicação de sistemas de informação geográfica ao planeamento municipal: Desenvolvimento de modelos de simulação e decisão. Modelação conceptual de um SIG.R. apresentado sob o formato de Poster/apresentação oral. 1995. Data Automation Kit User’s Guide. LIDEL. Lisboa. McCloy K. DECivil. Utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) para a pesquisa e exploração de informação. David J.. FUNDEC. Português ou Inglês (consoante os alunos) Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 75 .Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Descrição das unidades curriculares Nome da unidade curricular: Código da unidade curricular: Tipo de unidade curricular: Nível da unidade curricular: Ano curricular: Semestral/trimestral: Número de créditos: Nome do docente: Objectivos da unidade curricular (resultados esperados de aprendizagem e competências a adquirir): SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA E AMBIENTE Obrigatória 1º Ciclo 3º ano 6º Semestre 4 ECTS Teresa Batista. sistemas de gestão de bases de dados. Environmental Systems Research. Cartografia. 1997.S. Oxford. Especificações técnicas e qualidade em cartografia digital para sistemas de Informação Geográfica. Évora. Canada. 4 de Novembro. Devem ainda ser capazes de utilizar as tecnologias da informação e de meios informáticos. Instituto Superior Técnico. geodesia.. Debates com os discentes. 1996. WEBGIS Leituras recomendadas: Métodos de ensino: Métodos de avaliação: Língua utilizada: Longley. Neto P. Noções de bases de dados.A. 2th Edition. Neves N. Taylor & Francis.G. 73 pp. 249 pp. Modelos de dados (raster. J. ESRI 1996. modelos de geoprocessamento e de simulação. © John Wiley & Sons Ltd. Resource Management Information Systems. P. Geographical Information System. Oxford Science Publications. 2ª Edição. Metadados. Longman Scientific & Technical. Goodchild. Utilização de software de SIG e Informação geográfica para apoio às aulas práticas. 18 a 22 de Maio 1998. 117pp. Lisboa. Transmissão oral de conhecimentos com apoio de métodos audio-visuais. sistemas de aquisição de dados. 224 pp. Apreender os conceitos inerentes à análise espacial e aos principais componentes de um Sistema de Informação geográfica. Aplicações práticas. Componentes e funcionalidades. 1997. 97pp. 239 pp.. Geografia e Fisiografia Conteúdo da unidade curricular: Conceitos de Sistema de Informação Geográfica. Matos J. e Rhind. Johnston C. (1986). A. Burrough. Funções de análise espacial de informação georreferenciada (vectorial. Sistemas de Informação Geográfica. Esta disciplina pretende que os alunos dominem as potencialidades de um SIG na análise de dados georreferenciados e que sejam capazes de os aplicar em situações concretas de práticas de gestão dos recursos naturais. Apreender os conceitos de cartografia digital. Ottawa. 415 pp. Noções de Qualidade em SIG. Curso de Cartografia Digital. topografia. Matos J. CEFA. Devem também ser capazes de desenvolver espírito crítico na avaliação das potencialidades e limitações inerentes à informação de base. Distinguir entre os distintos modelos de dados e as suas potencialidades e limitações. Nuno Neves Formar os alunos nas técnicas e funções de análise de dados espaciais utilizando Sistemas de Informação Geográfica. A Management Perspective. Lisboa. Geographic Information Systems in Ecology.L.L. Processos de Aquisição de dados geográficos (digitalização. GPS). Inc. Inc. Geographic Information systems and cartographic Modeling.A. tridimensional). David W. Fundamentos de Sistema de Informação Geográfica. FCA – Editora de Informática. WDL Publications. vectorial. Geographic Information Systems. Tomlin C. Goodchild. Blackwell Science Ltd. do ambiente e do ordenamento do território. Aronof S. Modelação e simulação. e Baio M. IST. Maguire. (1995). Sessões individuais e colectivas de apoio à realização dos trabalhos práticos Dois testes escritos ou exame final (60% da nota final).D. Universidade de Barcelona. escala. Fundamentos de Informação Geográfica. 168 pp. Noções básicas de Geodesia e cartografia. 1990. (1992). Dissertação apresentada para a obtenção do Grau de Doutor em Geografia Humana. tridimensional). Matos. 1 trabalho prático obrigatório de aplicação SIG (40% da nota final). 1998. resolução e data de aquisição dos dados. Michael F. London. Maguire and Rhind 2005 – Geographic Information Systems and Science. 1998. raster.

R. O discente deverá ser capaz de compreender a formulação e utilizar um modelo numérico para prever o transporte e dispersão de poluentes Analise Matemática II. Métodos numéricos. complementadas com seminários no âmbito dos conceitos apresentados. 1982/5 3. Regime de Exame: o aluno realiza uma única prova de avaliação (100%) que incide em toda a matéria leccionada Português ou inglês Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 76 . Perfis de velocidades e de tensão de corte. Modelos lagrangeanos: random walk e modelos gaussianos.M. 1996 2.. necessários a esta disciplina. difusão por efeito de corte. Aplicações 1.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Descrição das unidades curriculares Nome da unidade curricular: Código da unidade curricular: Tipo de unidade curricular: Nível da unidade curricular: Ano curricular: Semestral/trimestral: Número de créditos: Nome do docente: Objectivos da unidade curricular (resultados esperados de aprendizagem e competências a adquirir): Pré-requisitos: Conteúdo da unidade curricular: Leituras recomendadas: Métodos de ensino: Métodos de avaliação: Língua utilizada: TRANSPORTE E DISPERSÃO DE POLUENTES Obrigatória 1º Ciclo 3º ano 5º Semestre 4 ECTS Ramiro Neves. Condições aos limites para a resolução da equação. Computacional Hydraulics:Elements of the Theory of Free Surface Flows. 7. fontes e poços. Elsevier 1987. MB Abbott. Rio de Janeiro. 1997 Semanalmente são ministradas 2 horas teóricas em que serão expostos os conceitos e fundamentos teóricos. Transporte convectivo e difusivo. 1988 4.C. gradiente de pressão e coeficiente de atrito. Springer Verlag. Equaçâo de transporte de um contaminante. Wiley. Pitman. 1986. J. 1986 6. diagrama de Moody. Número de Reynolds e turbulência. velocidade média e caudal. Nihoul and B. Transporte advectivo e difusivo. R Lewis..2) Revisões dos conceitos de Matemática. Mechanics of Fluids. Equação de Navier Stokes: Aceleração local e convectiva. Equações em coordenadas cilíndricas: força centrífuga e de Coriolis. Regime de avaliação contínua: trabalho prático de grupo (30%) e teste sobre a matéria leccionada (70%). McGraw Hill. Escoamento laminar num canal e num tubo pelo método do volume de controlo. Introdução à Mecânica dos Fluidos GuanabaraKoogan.J. J. Dispersion in Estuaries and Costal Waters. Dissipação de energia. Introduction to Fluid Mechanics. Física Geral e Mecânica dos Fluidos. Shames I. Diferenças finitas e volumes finitos. F. Noção de camada limite e de separação. Fox. Física Geral (1. A componente prática consiste em aulas de laboratório. Desenvolvimento de um modelo euleriano unidimensional. & McDonald A. McGraw Hill. Jamart (eds) Mathematical modelling of estuarine physics. 19795. Pedlosky. Adimensionalização. Geophysical fluid dynamics. Lei de Newton e conservação da massa. saída de campo e visitas de estudo. White. Luís Fernandes Facultar ao aluno o conhecimento dos mecanismos de transporte e dispersão de poluentes e dos métodos para os prever e quantificar.

Países baixos Utrecht Milieu-natuurwetenschappen http://studiekiezers.php?id=154&lan=nl Vakkenoverzicht Hieronder vind je het complete vakkenoverzicht van de bacheloropleiding milieu-natuurwetenschappen. bevolking en resources Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 77 . Klik op het vak voor een inhoudelijke beschrijving! Jaar 1 Periode Inleiding Milieuwetenschappen 1 Wiskunde Periode Duurzame ontwikkeling 2 Processen in Milieucompartimenten: hydrologie én Processen in Milieucompartimenten: luchtverontreiniging Periode Processen in milieucompartimenten: 3 ecologie en bodemkunde Scheikunde 1 of CIT Technologiebeoordeling of Profileringsruimte: bv Inleiding openbaar bestuur Periode Onderzoeksvaardigheden 4 Milieuwetenschappen Biologie 1 of Profileringsruimte Jaar 2 Periode Milieu. samenleving en beleid 1 Natuurkunde 2 Periode Milieusysteemanalyse en 2 modellering Profileringsruimte: Periode Onderzoeksvaardigheden Milieu3 natuurwetenschappen Liever de Gifbeker of Wetenschapsfilosofie of Geschiedenis van de of Profileringsruimte bv Milieu. Utrecht.geo.uu.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos ANEXO – Plano de licenciatura em Ciências do Ambiente.nl/info. De kleuren geven aan wat voor soort vak het is.

gedrag en communicatie 4 Milieutoxicologie of Profileringsruimte Jaar 3 Periode Eco-Hydrology of 1 Greening production and consumption Nature Conservation of Profileringsruimte Periode Environmental Impact Assessment Life Cycle Analysis & Technology 2 Assessment of Energy analysis Periode Milieuwetenschappelijk 3 Adviesproject of Profileringsruimte Integraal water.en bodembeheer of Profileringsruimte: bv Optimalisatie van materiaalstromen Periode Bachelorthesis Milieu en Profileringsruimte 4 ruimtegebruik of Bachelorthesis Milieu. productie en Uitgebreide bachelorthesis consumptie Bachelorthesis vrije keuze Toelichting ORANJE = milieu-natuurwetenschappelijke cursussen GEEL = algemeen milieuwetenschappelijke cursussen BLAUW = onderzoeksvaardigheden ROZE = profileringsruimte Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 78 .Processo de registo de adequação de ciclos de estudos natuurwetenschappen Periode Milieu.

Maio de 2005. M. L. & F. (aceite para publicação. Anastácio.M. 653-656.C.. L. pp. RodriguesPousada. and Menino. Pilar Pestana. M H Marecos e J Saldanha de Matos “Cargas e origem de desreguladores endócrinos descarregados pelo Sistema da Costa do Estoril nas águas costeiras”.. M.36-44 Bezzeghoud M. (IF 0. Anastácio. Freshwater Biology.S. 2001: Olfactory orientation responses of the eucalyptus woodborer. Madrid. Menino. Anastácio. Interannual variation of fish assemblage structure in a Mediterranean river: implications of streamflow on the dominance of native or exotic species. J. The ZemmouriBoumerdes Earthquake Of May 21st.P. Araújo.. A. and J. (2005) Are rice seedlings affected by changes in water quality caused by crayfish? Annales de Limnologie – International Journal of Limnology.C. M.04.. Liu. special issue.P. Mustaparta H. E. to host plant in a wind tunnel. Borges. A. Pardal. Elsevier. Physiological Entomology. Correia. July 2004. Ilhéu. Marques. L. Quaresma dos Santos. 41(1): 1-6. H. Ilhéu.. Archiv für Hydrobiologie. M. Parente.. Estuarine Coastal and Shelf Science.8: Source Parameters and Rupture Propagation Study from Teleseismic Data. Buforn. M.Edição I. Aquiloni. 58(1): 149-157. J. Correia. A. Nº 36.06.. C. A. River Research and Application 19:1-12. Reed Business Information.M. Broco. LeGall. (2000) "Molecular cloning of the gene encoding flavoredoxin. Beldjoudi. Caldeira. submitted. 162(1): 37-51. Ayadi. 27. P.720). P. Habitat use and dispersal of the invasive crayfish Procambarus clarkii in ephemeral water bodies of Portugal. A.A. M. Hydrobiogia. J. Lança de Almeida. Tecnologia da Água. 272 (3). Bettencourt A M M de.Algumas publicações relevantes dos docentes nos últimos 5 anos Revistas internacionais com revisor: Agostinho. S. and Correia. Maouche. Some findings and research suggestions in the context of recent evidence”. Harbi and A... 26: 26-37. V. Marine and Freshwater Behaviour and Physiology 38(4): 225– 236 Barata E. Journal of Comparative Physiology 11:121-123. Mw=6.M.. 2003.C. Biochemistry and Biophysical Research Communication. A M M de. F. P. J. M. Bernardo.. (2005) Crayfish effects on seeds and seedlings: identification and quantification of damage.. Bettencourt. Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 79 . 2003. Wadhams S. P. 50: 697-704. Gonçalves. Matono & A. and M. & J..A. S.. “The issue of outwelling in the Guadiana River Estuary (Portugal). J.M. l. S.Ousadou.M. J.F. Araújo. J. (2005) Processes and patterns of plant destruction by crayfish: effects of crayfish size and rice development stage.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos ANEXO . Gherardi 2005. 2003. Anastácio. and Martins da Silva. & J. Journal of Geophysical Research. B. A model for amphipod (Talitrus saltator) population dynamics.M. Phoracantha semipunctata.. 2002: Encoding of host and non-host plant odours by receptor neurons in the eucalyptus woodborer Phoracantha semipunctata (Coleoptera: Cerambycidae).. Kherroubi. Oliveira.M. a flavoprotein from Desulfovibrio gigas".-Y. Barata E. P. Costa. Pickett J.N.M.N.

M. (2000) "A DNA fragment of Desulfovibrio gigas genome containing replication origin related genes".A methodology for the biophysical environmental assessment within the Planning Process. P. J.review. Computers. R (2003) Wind influence on water exchange between the ria of ferrol (nw. Cano-Ortiz.. Ocean Dynamics. Rodrigues-Pousada. & Cancela Da Fonseca L. S G.. pp 347-354 Fernandes. A. 56. A. Ruiz & A. N. S. Aquatic Ecology. Comparison with standard analytical methods”. & Madeira. M.. Neves.ECOGIS/ECOSAD . M. Torres. A. Correia.. Coastal and Shelf Science. Gómez-Gesteira. Talanta. 2004 Seismic source in the Iberian-African plate boundary. Acta oecologica. Duque. H. available on line since July 2006) Castro. 161. A. (2004) Hydrochemical Quality of Groundwater in Urban Areas of South Portugal. White. 36: 3-19. A. R.. J. G. M. C.. F. & Nascimento. Garcia Fuentes. nitrate and ammonium in a temporary stream. Broco...M. Pageoph. and Anastácio. Bernardo J. NATO ASI – Advanced Research Institute: Management and Sustainable Development of Urban Groundwater System. Prego. M. Capelo. J. J. 1055-1064 Chambel. (2000) – Data Type and Scale effects on an EIA process – context versus object approach: a case study of the evaluation of the impacts of the A2 road in southern Portugal on the Iberian Lynx – Journal Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 80 . Garcia & R..646. Bandeira. A. C. P. (2005) – Methodology used for Mapping the Hardrock Aquifers of Alentejo Region (South Portugal).. Journal of Marine Systems. Neves. A. M. J. Cano E. R. Coelho. J. H.M. 11(1-2). Aspects of Circulation over submarine canyons: a numerical study.P. Duque.Analysis of a coastal lagoon metabolism as a basis for management. Costa A.. 53(3):137–145. Rodríguez (2004) – Estudio de los quejigares de sierra Morena Oriental. Oliveira. Udias and C. Vol 17.C. Environment and Urban Systems. F Mira e A Bettencourt . Calado G. Security Through Science (em publicação). A. (2005) Predator-prey interactions of Procambarus clarkii with aquatic macroinvertebrates in single and multiple prey systems. A. Lagascalia 24: 51-61. NATO. J. Chambel. Silva. IAHSP Series (em publicação). Application of chemometrics in separation science . Montilla. 19 (2a): 141-143. 119-124 Buforn E. Leitão. Martins.. C. Fernandes J.. 1993. M. spain) and the shelf. 2003: A methodology to estimate renewal time scales in estuaries: the Tagus Estuary case. NATO. “In situ continuous monitoring of chloride. A. Leitão and A. R and Neves. Santos (2002): A Model for Ocean Circulation on the Iberian Coast. M. 32(1-3): 153-179. M. P.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Braunschweig F. DNA Sequence. Macedo F. Duarte. 2002. and Capelo. R. Bezzeghoud. Special volume on the Atlantic Iberian Continental Margin Symposium. J. M. P & Neves. (2005) Groundwater in Semi-arid Mediterranean Areas: Desertification.. Security Through Chambel. 2003. Pinto-Gomes.. Agostinho. 3. Estuarine. Muñoz. S. P. L. NATO ARW – Advanced Research Workshop: Groundwater and Ecosystems. Thalassas. Soil Salinization and Ecosystems. Journal of Liquid Chromatography & Related Technologies. 623 . 28:337-343 Duarte. Pro. Coelho..29 (2006) 1143-1176.

Gomes. J. Monzón. 2006: 3-13 Fernández-Llario. Preocupar-se-ão os Eborenses com o Frio? In Estatistica Jubilar. (2005). Jagdwiss. Fonseca. Edições SPE. M.. Bonniol. Rodrigues. (2006) Geometries in Landscape Ecology. D. B. Bento. Rosado.. H. Wat. Rebelo. Journal of Ethnopharmacology. Ilhéu. – Performance Of Partially Separate Sewer Systems And Impacts On Receiving Waters. L. 1758) populations in Portugal. P.. Lisboa. Modelos Auto-regressivos de Valores inteiros com Coeficientes Aleat´orios. A. P. M. T.P..F.. Tech. J. 45(3).P.271-282. J. P. Alves da Silva. 2. Oliveira. N.. A. D. Silverio. Burgenmeier. Riolfatti. no Journal of Human Ecology. L. Thalassas. C. 16: 53-65 Garcia. J. M.1-2-3-4. Marecos Do Monte. 7. P.-L. R. J.. Vol. in a temporary stream of southern Portugal. A. F. R. (2004).. Actas do XII Congresso Anual da Sociedade Portuguesa de Estatistica. (C. M. Ph. Rosado. (2001) – Comparative evaluation of European methods for sampling and sample preparation of soils – the Portuguese contribution – “The Science of Total Environment” 264 (2001) 191-186 Ferreira.S. P.).. Ferreira Rui. & Veiga. Canto e Castro. Journal of Mediterranean Ecology vol. M. & Santos.. (2000) – Landscape Ecology and Conservation Management – Evaluation of alternatives in a Highway EIA Process – “Environmental Impact Assessment Review” 20 (2000) 665-680 Fernandes. A. Matos.eds. E... Reproduction of the wild boar (Sus scrofa Linnaeus.. E. In A Estatística com Acaso e Necessidade. Coelho & R. Soares. 58 (1) 21-30. L. Effects of horminone on liver mixed function monooxygenases and glutathione enzyme activities of Wistar rats.P. pp. J. M. Infante. Fátima Simões. pp. P. Alpizar-Jara. No. A. Lisboa.. Texto submetido para publicação. Alves. Procambarus clarkii.. Tricarico & M. A. Matos. V. Ribeyre. F. A. (2003) Habitat effects and shooting techniques on two Wild Boar (Sus scrofa) populations in Spain and Portugal. 2005. Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 81 . Silvério. Gherardi F.P. 2002.Human Ecology Training Programmes: The International Centre for Human Ecology – Centre International d’Ecologie Humaine Network. F. Baudot. Mascarenhas. Z. P. F. L.. Edições SPE. J. Kaml-Raj Pub. Fátima Candeias. Canto e Castro. M. em Agosto de 2003. Sc. Rodrigues.. Galemys... .. 19 (2b): 51-53./European Journal of Wildlife Research. Neves.343-354. Lefèvre-Vitier. P. Movement patterns of the invasive crayfish. 1997. No. A. Hens. Santos. 2004. Ecology Ethology & Evolution 14:183-197. J. J.M. Actas do XI Congresso Anual da Sociedade Portuguesa de Estat´ýstica”. Some hydrological and nephelometric aspects over Nazaré and Setúbal (Portugal) submarine canyons. 49: 120 –129 Fernando.. José Nascimento e Júlio Cruz Morais. Fernandes.. Braumann. Mateos-Quesada. Soares. Oliveira.. H. 2003. pp 19-41 Fernandes. Guiomar. Special volume on the Atlantic Iberian Continental Margin Symposium. F.. C. Moeschler. .Processo de registo de adequação de ciclos de estudos of Environmental Assessment Policy and Management. Petrucci-Fonseca (2004).). A. M. eds. 1 (March 2000). 2002. Gomes.. Ahimbisibwe.

. Lidon. Neves. Impact of red swamp (Procambarus clarkii) on aquatic invertebrates and macrophytes assemblages: a case study in the south of Portugal. “Estimation of Sediment nitrification Rates and Dissolved Nitrogen Sediment-Water Fluxes in the Mira Estuary Salt Marshes. Ilhéu.B. C. R. . C.346) (accepted with minor revision. 453-466. 2003. Hydrobiologia. Ferreira.. (2005) Do eastern mosquitofish exhibit anti-predator behavior towards red swamp crayfish? Zoological Studies Vol. Dias e F..C. F. (2005). 2002. Newton. Hydrobiol 154(4): 535-546. Marques. Calibração de Um Sistema de Modelação para o Estuário do Guadiana. 19 (2a): 152-154.. 2003. F. Araújo. Arthropod Structure & Development. Peanut photosynthesis under drought and re-watering. Lança. R. Leite. Gherardi. P. M. Marques. Photosynthetica 42: 3741. Precision Agriculture. F. ..A.M. R. . 375-390 Martins..C. Spatial Variability of Irrigated Corn Yield in Relation to Field topography and Soil Chemical Characteristics. Simulating water mixing in homogeneous estuaries: The SADO estuary case. Lopes O. Acquistapace. Neves.G. Icely. 44. Martins. Soil Quality As An Indicator of Sustainable Tillage Practices . 6.C.. 2005: Antenal role in mating behavior of Phoracantha semipunctata (Coleoptera: Cerambycidae). Neves. & J. In (Ed) Douglas L. . Marques P. P. 28: 144-147. R. C... Shelter use of the red swamp crayfish (Procambarus clarkii) in dry-season stream pools. Leitão. e P. & Alexandre. Portugal”.N. & Matos M. Journal of Marine Systems. A. 2003..soil quality and tillage. Bernardo. J.. no. L. Simulating water mixing in a barotropic estuary: the effect of vertical discretization. Araújo. R. P. J..C. M.C. ECSA31 special issue. H. in Wetlands Ecology and Management) (IF 1. 4: 513-518. Management of coastal eutrophication: Integration of field data. 2002. 2002: Fine structure of antennal sensilla basiconica and their detection of plant volatiles in the eucalyptus woodborer Phoracantha semipunctata Fabricius (Coleoptera: Cerambycidae). E. Karlen. F. Ferreira. P. Thalassas. August 2006) Lauriano J.. S. Vehr. Soil carbonation processes as evidence of tillage-induced erosion.. 2006 Mechanisms of energy dissipation in peanut under water stress. Special volume on the Atlantic Iberian Continental Margin Symposium. Braunschweig & J. M. M. Guilherme & J. Neves. 56 (3/4). Thalassas. Photosynthetica 44: 404-410. (2005). Leitão. J. Neves. Anastácio. (2004). Special volume on the Atlantic Iberian Continental Margin Symposium. Maria João e Alexandre Moniz de Bettencourt. Hydrobiologia 475/476:221-227Nobre. 19(2a): 155-156. Mustaparta H. e P. J.A. Ramalho. 2003. Arch. Ramalho. Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 82 . Vicente. 2004. A. A. Lidon. Lopes. Martins. Coelho. T. Internat. Correia. Lopes O. M. 31: 1-13. P.. J.. F.D. J. Leitão. Simas.. Verein Limnol. & Matos M. Leitão. ecosystem-scale simulations and screening models. Soil & Tillage Research Journal 78: 217-224. 18 (2): 243-257. Journal of insect behaviour. Lauriano.C.. & J. Barata E. & Alexandre. 3D hydrodynamic modelling of the Tagus region of fresh water influence. Benvenuto & F.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Ilhéu. J. S.

C. pp. J. & Matos. 17:25-30. Pina P. J. J. – 18th.) – La végétation du Centre et sud du Portugal. J.A.. 2005.S. J. & J.. Pinto-Gomes. Société Botanique de France. M. nº 63: 379-384.M. C. 19 (2a): 157-158. Paiva-Ferreira. C.S. J. Ferreira e J.) – La végétation du Centre et sud du Portugal.. Rouillard. J. série A.. V. Internationales Frontinus – Symposium “Wasserversorgung aus Qanaten – Qanate als Vorbilder im Tunnelbau” (Walferdange. & Neves.. LAZARE (eds.. Pinto-Gomes. 207-222.) – La végétation du Centre et sud du Portugal. Thalassas.. in: Journal of Mediterranean Ecology. Journal of Ethnopharmacology 93: 183-195. (IF 1. C. Matos. Braunschweig F... P. J M F. R. Estuaries. The role of Physics controlling the Eutrophication processes in Estuaries. Pinto-Gomes. Santos M. J. C. Marques. R. Lauriano.C. Lazare (eds. & J.) R. – “The Cultural Park as a Platform Connecting Human Ecology with Cultural Landscape Management”. 2005. Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 83 . N. Lazare (eds. LAZARE (eds. J. S. C. M. Morales of the Thymus L.. I. nº 63: 321-326. & J.) – (2002) – La végétation du Centre et sud du Portugal. 2003. S. Rebelo. to abbeys and to manors in Portugal (15 th. "Levels of Tributyltin in Sediments of the Tagus Estuary Nature Reserve". Nogueira. genus (Lamiaceae) Acta Bot. Options Méditerranéennes.C. Luxemburg. Santos. 17:43-49.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Mascarenhas. F. Galica. F. Cordeiro. J. 2-5 Oktober 2003).) – (2002) – Paisagem de Faro a Sines in PINTO-GOMES. J. centuries)”. Campos. & J. Matos. J. H. & J. vol. P. Cruz-Morais. M H Florêncio. 798-802. Benoit. série A. Special volume on the Atlantic Iberian Continental Margin Symposium. 2005. Lidon.. J. – “Comparative analysis of mines supplying water to towns. Thylakoidal membrane lipid composition and its reflex in proptoplasmic drought tolerance and photosynthetic capacity of almond tree. C. Pinto-Gomes (2004) – Studies on pharmaceutical ethnobotany in Arrábida Natural Park (Portugal). 17:1-89. pags. Pinto-Gomes. & Vieira-Da-Silva. Mascarenhas. A. R... J.A. pp.) – (2002) – Paisagem de Castelo Branco a Évora in PINTO-GOMES.. In Pinto-Gomes. C. Pinto-Gomes. 2005. 26 –1. Th. 26.336) Novais. J. V. J. C. & J. Nº1.17:31-35. K. Ramos & E. Société Botanique de France. C.. E. Lazare (eds. J. Semedo. LAZARE (eds.. In Pinto-Gomes. & J. F. & Barata. Campos. Matos. e A M M de Bettencourt (2003). J. Peixe A. M. J. Donzel (2006) – Biosystematic study of the subsection Thymastra (Nyman ex Velen. Isoproturon – a partial uncompetitive inhibitor of microsomal glutathione S-transferase of Wistar rat testis. Vázqueez-Pardo.11-18. 2003. Seasonal changes in photosynthesis and water relarions of amond tree varieries. J. . nº 3. 263-264. Société Botanique de France. Chicorro. vol 26. Options Méditerranéennes. J. Lazare (eds.. A.) – (2002) – Paisagem de Pedrogão Grande a Castelo Branco in PINTO-GOMES. Journal of Veterinary Pharmacology and Therapeutics. & Jorge.. Semedo. J. J. J. 153 (3) 355-364. C. Saraiva S. Mendes & C. 2003.C.. Société Botanique de France. P.. Berthier.6. B Simplício. M... in: Schriftenreihe Der Frontinus-Gesellschaft . Lauriano. J. M.M. In Pinto-Gomes.

& J. Tsagarakis. communities in southern Iberian Peninsula moutains. Marques. R. Kluwer Academic Publishers. In Pinto-Gomes. & Graça M.M. Salgot. L..) – (2002) – Paisagem de Évora a Faro in PINTO-GOMES.. Lazare (eds.F. Angelakis. Costa-Lobo. Djellit. C. Braunschweig. Dordrecht. 26 (5). K. “Multicriteria approach for strategic town planning. Pinto-Gomes. distribuição. Mateos-Quesada.K. . M. Ictiofauna do Rio Sado: características gerais.. Trancoso A. Global importance of local experience. A. LAZARE (eds. Imprensa da Universidade de Coimbra.. A. S. 563-582 Santos.. Leitão and R. Ramos. F. M. & J.. Martins. 17 :36-42. I. Santos.Habitat selection by wild boar (Sus scrofa L. A. 2004.. Cano& S. Slowinsky. 52:207-212 Santos. Dialynas. Santos. Galemys. D. R. Greece. Cano (2002) – Arbutus unedo L.. Ecological Modelling vol. V.. C. Bento. (eds) Aquatic ecology of the Mondego river basin. Crayfish Procambarus clarkii (Girard) in the lower Mondego river valley. 3. 161. & Neves. Galica. 16: 167-184 Saraiva. (2004) . R. Operation and Maintenance. H. A. Holanda. M. Fernández-Llario. Marques J. J.M. Bana e Costa. Petrucci-Fonseca. C. & J. Mexia-de-Almeida.M. Neves (2005). H. Leitão and R. Jacquet-Lagrèze. E. M.. F.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Pinto-Gomes. J. Coelho... 187. C. L. C. in D. Torres. (2002). Beldjoudi. A. Salazar & E. Coimbra. Neves (2002):A circulation model for the European ocean margin Applied Mathematical Modelling. (2-3) Pages 232-246 September 2005. P. Garcia Fuentes. Costa 2004.. Bouyssou. Vanderpooten..621. J. Capítulos de livros Anastácio P. Pina. Vincke (eds. – Advanced Wastewater Treatment and Reuse – Design. Capapé. Pina. Soares. Bezzeghoud and E. A. 153 (3) 341-354. Plant Ecology 160: 207-223.. P. E.C.C. M. F. J. Pinto-Gomes. & Petrucci-Fonseca. P. J. A. Fernandes. H.Habitat and reproductive phenology of wild boar (Sus scrofa) in the western Iberian Peninsula. 2001.. C. P. S.. (2006) . Modelling MacroAlgae in Estuaries.. e proposta e aplicação de índice Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 84 . Bernardo. P. Hydrobiologia (accepted). G. C. 429456. H. maritimus Godron du Centre et du Sud du Portugal. P. J. P. Acta Bot. H. Paiva-Ferreira. P. Modelling the influence of nutrient loads on Portuguese estuaries. S. Buforn. L. M. Saraiva. Aiding Decisions with Multiple Criteria: Essays in Honor of Bernard Roy.). Marecos Do Monte. 1999. Fonseca.. J. NARF. A.2: 347-362. F. A. 607 . Vansnick. Ph. Mendes (2006) – Pelousses psammophiles à Corynephorus canscens var.. M. P. P. Pageoph. Martins. C. 2002.) – La végétation du Centre et sud du Portugal. Perny. M. Valle. Ilhéu & A.. J. European Journal of Wildlife Research... C. Chapter 4. C. In Pardal M. Iraklio. The Ain Temouchent earthquake of December 22th. Société Botanique de France.) in Alentejo (Portugal). Yelles-Chaouch A.. P.

). M. Ecological traits of fish assemblages from Mediterranean Europe and its implications when assessing human pressure.). C.C. J. J.. Pont. M. 2006.."Portuguese Overseas Gunpowder Factories. Predation of invasive crayfish on aquatic vertebrates: the effect of Procambarus clarkii on fish assemblages in Mediterranean temporary streams. Técnica Humana i Força Divina. In Gestão Ambiental dos Sistemas Fluviais: Aplicação à bacia hidrográfica do rio Sado (I. Fernandes S. (2006). T. – “El sistema hidràulic de l’abadia d’Almoster ( Ribatejo..P. in: RODÀ DE LLANZA. & P. I.. G. Caiola..5: 155-164.. V. In Freshwater bioinvaders: profiles. A. Marques. distribution. Fernandes. M.Col. pp. J. pp. D.. De Sostoa. A. in: Buchanan. Soares (2006) Geometries in Landscape Ecology – Practical Applications in Landscape ecology in mediterranen Barendregt. Saraiva & Nunes Correia. B. Moreira. Anastácio 2002. Mascarenhas. (ed. J. Chubarenko. De & Barata.).legi d’Enginyers Industrials de Catalunya – Demarcació de la Catalunya Central & Col. Modeling Concepts. M. 183-205. Molinos Romanos en ortugal”. ed.. 231-306. Cardoso. Integration and interpretation of ecological data at population level. Economous.. Mascarenhas.). and threats (Francesca Gherardi Ed). & Zogaris.. (eds. Prenda.. J. Ilhéu. de . Schmutz. pp. & VIRÓS I PUJOLÁ. M. eds. Istituto Agronomico per L’Oltremare. G. F. Cortes. Springer Séries. IALE Landscape Research and Management Papers: Faro. pp. Ed. Lisboa. R. Berlin. Aldershot and Burlington: Ashgate Publishing Co. In Coastal Lagoons – Ecosystem Processes and Modeling for sustainable use and development. Chapter 3. N. Cornellà de Llobregat. A Technological History. eds. (Eds. Quintela. R. Gunpowder. Bernardo JM. – “Towards new forms of sustainable land management and valorisation: Cultural Parks”. A. Garcia-Jalon. Neves. B. Al voltant de la construcció de la séquia de Manresa. 2005. & Bunce. A manual for coastal managers. & Umgiesser.. (Dir. CRC Press. Th. F. & Mascarenhas. J. In Scapini. A. Springer Netherlands (in press).C.. Portugal )”. Ed.G.P. Florence. Oliveira. in: ALABERN I VALENTI. Göenenç. A. Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 85 . M.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos biótico. Pont. 138-145.) Baseline research for the integrated sustainable management of mediterranean sensitive coastal ecosystems. S. Aqua Romana. Manresa.68-75.). Koutitonsky. N. 2004.).. in Particular Those of Goa (India) and Rio de Janeiro (Brasil)".. Guiomar. J. Mascarenhas. de – “Molins Romans a Portugal. Martinez-Capel.E and Wolflin. J. European Networks Conference on Sustainability in Practice ENCOS 2004 (Berlin. 2005. Kolleg fur Management und gestaltung nachhaltiger ntwicklung gGmbH. F..G. F..M. Fisheries Management and Ecology (in press). J. ISAPress. V. B. L. 01 – 04 April 2004). I. D..P. J. Casals. 2002. Ilhéu. F. Explosives and the State. J. & Jorge. Rogers. Museu de les Aigues de la Fundació Agbar. Haivogl and I Cowx.. (Edrs.L. in: Proceedings of the 1st.. F.. In Fish Based Assessment Methodologies for European Rivers" (S.legi d’Enginyers Tècnics Industrials de Manresa. Ed. IALE Ferreira. scientists and all those studying coastal processes and management in the Mediterranean.M. J. D.

Junta da Extremadura.M. Mendes – (2003) – Flórula do Alto de S. G. Comissão de Coordenação Regional do Algarve (CCDRA). 2002. G. “Património cultural dos cursos de água da bacia do Sado”. & R. Serie Estudios Portugueses. O Parque Cultural de Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 86 .. Quintela. Aliseda e F. Direction Genérale de la Recherche.Processo de registo de adequação de ciclos de estudos 199-206. M. 173-186."The Barcarena Gunpowder Factory : Its History and Technological Evolution between the Seventeenth and Twentieth Centuries". B.M. 28.. Paiva Ferreira R. J. in: MOREIRA. M. Câmara Municipal de Évora. (2002) . Neves. R. 99-123.A.. C. Plana. (2005). Cardoso. 2006.. Valadas & S. Comissão de Coordenação Regional do Algarve (CCDRA). Berlin. Taborda. T. F.S. in: Buchanan. D.M.106 p.).). (dir. Cardoso. 123-141.357 p. C.O.. M.. R. Bruxelles. de . ISAPress. pp. Dossier 7. J.Alentejo. M. A. Faro. B. T. Álvares.357 p. (To appear) Numerical Models as Decision Support Tool in Coastal Areas .T. & C.Physical Processes and Modelling at Ocean Margins Ocean Margin Systems. Gomes. J. & OREJAS. & CORREIA. KLUWER ACADEMIC PUBLISHERS. (ed. C.127 p. Commission Européenne. pp.C. 2ª edição. C. D. Quintela. R.) – “Le territoire d’Ebora en Lusitanie”. A. & Mascarenhas. F.. 345-374. H.L.). in: CLAVEL – LÉVÊQUE. – Preservando a Memória do Território/ Preserving the Land’s Memories.) – Direcção Regional de Ambiente e do Ordenamento do Território . J. Carrilho. & Mascarenhas.Ecosystem Processes. Bento. J. Hebbeln.. Tj. L. Pinto-Gomes – (2002) – O interesse da Fitossociologia na gestão e conservação do Litoral Alentejano: Praia de Monte Velho (Santiago do Cacém). R. Pinto-Gomes. R.). M. Condesso (Coord.. L. M. I. J. Faro. Aplicação à bacia hidrográfica do rio Sado. Espanha.. Gestão ambiental dos sistemas fluviais. unpowder.Pais. Paiva-Ferreira (2005) – Flora e Vegetação do Barrocal Algarvio (Tavira-Portimão). Jørgensen. Lisboa. 10 p. 2004. “Multicriteria Strategic Environmental Assessment: a multimethodological proposal”. SARAIVA.C. Modeling and Sustainable Management. Ministério das Cidades. R. Riflet. Ramos. Mérida. Atlas historique des cadastres d’Europe II. E. Políticas Urbanas y Territoriales en la Península Ibérica.. Miranda. Pina. Freitas. F. Aldershot and Burlington: Ashgate Publishing Co.B. P. Ordenamento do Território e Ambiente (M. M. Coelho. Pinto-Gomes. EUR 19717.). C. Tomo II. Van Weering (eds. C.. I. A Technological History. (eds. G. & Pina. Paiva-Ferreira (2006) – Flora e Vegetação do Barrocal Algarvio (Tavira-Portimão). (col. Neves. Évora. J. in J. J.A. Lisboa. Pinto-Gomes. C. Themudo & Mascarenhas. Explosives and the State. Livros Barata. Billett. M. Springer Verlag.. A. & R. p. Wefer. Mascarenhas.N. J.

Salas. T.B. S.B.Stacey. M. TICOR. 164 p Bettencourt. A. Ferreira. M Cardoso da Silva. J. J. Oliveira R.Simas. Lisboa Cancela d’Abreu. Ed.Wolff. Março de 2003. C. J. J. A. M.Newton. IMAR/INAG.PNA.Bricker J. da Associação Portuguesa dos Recursos Hídricos. A. 2003.. E Oliveira. 100 pp Bettencourt. W. Colecção Estudos 10. AIH-GP.Melo. F. Évora Fernandes.Nobre. Contributos para a Identificação e Caracterização das Paisagens dos Açores. Lisboa. 2nd Workshop of the Iberian Regional Working Group on Hard Rock Hydrogeology – Abstracts. M. Lisboa Ferreira JG. (1987) O Projecto Construtivo em Engenharia Biofísica. C. Edição do Centro de Estudos de Ecossistemas Mediterrânicos .Nobre.C.. 300 pp Cancela d’Abreu A.Soares. Chambel.Universidade de Évora. 2005.Silva. Lino Costa (2003).C. A. universidade de Évora. Bricker. Typology and Reference Conditions for Portuguese Transitional and Coastal Waters. Bettencourt. Melo. S. de Wit.C. J.G. Reis. Moreira.Marques. Instituto da Água. (2002) A Política e o Ambiente.C. C. 47 p. M. “Estuários Portugueses”. 2005. Rebola. Ordenamento do Território e Ambiente. J. Ministério das Cidades. 326 pp Bettencourt. (2004). C. R. M. A.. 2002. A M de .F. Silva. C. Alveirinho Dias. Mascarenhas. J. Direcção dos Serviços de Planeamento. . A. – O Aqueduto da Água da Prata e o Abastecimento de Água a Évora. A dimensão do indivíduo. Ramos. J. F. "Estuários e Águas Costeiras".Processo de registo de adequação de ciclos de estudos Tourega -Valverde / The Tourega-Valverde Cultural Park. (2005). Wolff (2003).Simas... Franco. Editorial Piaget. Ed (2005). A M de e Laudemira Ramos (eds). Lisboa.(PNA-EE).I – V.. IMAR/INAG.V. A M de. S. L. Fernandes. Ambiente e do Mar / DROTRH. Universidade de Évora / Pró-Reitoria para a Política da Qualidade e Inovação 87 .Patrício. Tema Tratado no âmbito do Plano Nacional da Água. 47 p. DGOT-DU. Quintela. J P Gomes Ferreira. PF Abreu.R.J. M.S. Development of guidelines for the application of the European Union Water Framework Directive. A. Vol. W. Marques. J. Contributos para a Identificação e Caracterisação da Paisagem em Portugal Continental.Salas. Livro das Paisagens dos Açores. “Monitoring Plan For Water Quality and Ecology for Portuguese Transitional and Coastal Waters.P.. F Veloso Gomes e J.Vale. P. Pinto-Correia T. A. Development of guidelines for the application of the European Union Water Framework Directive. Ponta Delgada.J. & Monteiro. PLANO NACIONAL DA ÁGUA.P. M. T. INAG. et. "Ecossistemas Aquáticos . J. al.