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UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PIAUÍ - UESPI CENTRO DE CIÊNCIAS DA NATUREZA – CCN COORDENAÇÃO DO CURSO

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PIAUÍ - UESPI CENTRO DE CIÊNCIAS DA NATUREZA – CCN COORDENAÇÃO DO CURSO DE FÍSICA - PARFOR

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PIAUÍ - UESPI CENTRO DE CIÊNCIAS DA NATUREZA – CCN COORDENAÇÃO DO CURSO

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO – LICENCIATURA EM FÍSICA

1ª Licenciatura

TERESINA (PI) Dezembro de 2013

COMISSÃO DE ELABORAÇÃO

Kerson Rocha Jr. (Coordenador) Colegiado do Curso de Física – Campus Torquato Neto

IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

NOME DO CURSO: Licenciatura Plena em Física TITULO OFERTADO: Licenciado em Física

FORMA DE ACESSO: PRÉ-INSCRITOS E VALIDADOS PELA REDE ESTADUAL E MUNICIAPAL DE EDUCAÇÃO NA Plataforma Freire

REGIME LETIVO: PRESENCIAL ESPECIAL

CARGA HORÁRIA: 3.000 (três mil horas)

DURAÇÃO: mínima 4 (quatro) anos e máxima de 4 anos.

VAGAS: 40

PÚBLICO-ALVO: docentes em exercício na rede pública da educação básica que não tenham formação superior.

PERFIL: Profissional apto para atuar no magistério da Educação Básica seja na docência da sua área de competência ou na gestão do trabalho educativo.

CAMPO DE ATUAÇÃO: Ensino de Física.

~ 2 ~

SUMÁRIO

APRESENTAÇÃO

04

  • 1 JUSTIFICATIVA

05

  • 2 OBJETIVOS DO CURSO

06

  • 3 FUNDAMENTAÇÃO LEGAL

07

  • 4 COMPETÊNCIAS E HABILIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS

10

  • 5 PERFIL DO PROFISSIONAL LICENCIADO EM FÍSICA

12

  • 6 FLUXOGRAMA DO CURSO

13

  • 7 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS

16

  • 8 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO

41

  • 9 FORMAS DE AVALIAÇÃO

41

  • 10 METODOLOGIA DO CURSO

42

  • 11 AVALIAÇÂO DO CURSO

43

  • 12 GESTÃO DO CURSO

43

  • 13 RELAÇÃO DOS DOCENTES

44

ANEXOS

45

~ 3 ~

APRESENTAÇÃO

O projeto aqui apresentado é resultante de mais um compromisso da Universidade Es- tadual do Piauí - UESPI, que sensibilizada pela demanda por formação de professores em to- das as regiões do Estado do Piauí, resolve acatar o desafio proposto pelo MEC, através da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES, em oferecer Cur- sos de Graduação gratuitos e de qualidade, para aqueles que ainda se encontram sem a forma- ção adequada, conforme LDB, para o exercício da docência na Educação Básica, nas redes públicas estadual e municipal de educação. Tais Cursos são integrantes do Programa de For- mação Inicial de Professores da Educação Básica – PLATAFORMA FREIRE. O objetivo principal do programa é garantir que os professores em exercício na rede pública de educação básica obtenham a formação exigida pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB, por meio da implantação de turmas especiais, exclusivas para os professores em exercício. Os tipos de cursos oferecidos são:

I. Primeira licenciatura – para docentes em exercício na rede pública da educação básica que não tenham formação superior; II. Segunda licenciatura – para docentes em exercício na rede pública da educação básica, há pelo menos três anos, em área distinta da sua formação inicial; e III. Formação pedagógica – para docentes graduados não licenciados que se encontram em exercício na rede pública da educação básica. O presente Projeto Pedagógico trata exclusivamente do Programa Emergencial de Primeira Licenciatura para Professores da Educação Básica Pública, que integra o esforço nacional pela melhoria a qualidade do ensino e de valorização do magistério. O Curso de Licenciatura em Física – PARFOR de primeira licenciatura da UESPI entrou em funcionamento em julho de 2011 oferecendo 40 vagas em Barras. O Curso de Licenciatura Plena em Física visa qualificar docentes para atuarem no mercado de trabalho em Física. O presente projeto atende o estabelecido na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN/1996), nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Profes- sores da Educação Básica em nível superior (Resolução CNE/CP Nº.1/ 2002 e Resolução CNE/CP Nº 2/2002), que instituem a duração e a carga horária dos cursos de licenciatura e nas Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de Física (Parecer CNE/CES Nº 1304/2001 e Resolução CNE/CP Nº 9/2002)

~ 4 ~

1 JUSTIFICATIVA

De acordo com a Constituição Federal e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, a universidade brasileira, além de produzir conhecimentos, deve também estar voltada para atender as necessidades educativas e tecnológicas da sociedade. No entanto, ela deve ser um espaço de cultura e de imaginação criativa, capaz de intervir na sociedade, transformando-a em termos éticos, e sem que, se torne apenas limite a ser uma instância reflexa da sociedade e do mundo do trabalho. O programa é requerido pela grande demanda por formação de professores em diferentes áreas do conhecimento, em todas as regiões, nas diversas áreas da federação. Tal demanda foi plenamente identificada no processo de construção do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), no âmbito do Plano de Metas – Compromisso Todos Pela Educação – e da elaboração e proposição de Planos de Ações Articuladas – PAR, pelos Estados, Distrito Federal e Municípios. A dimensão da carência por professores com formação específica na Educação brasileira foi mais uma vez apontada pelos dados do último Censo Escolar, evidenciando que:

1) aproximadamente 350.000 professores em exercício não possuem formação em nível de graduação; 2) cerca de 300.000 professores em exercício possuem graduação em área distinta daquela em que atuam. As tendências do mundo atual apontam para a importância da formação geral dos profissionais de todas as áreas do conhecimento. O setor da educação dentro deste contexto, sentiu essa necessidade de forma mais intensa, a partir da Nova Lei de Diretrizes e Bases- LDB, dos Parâmetros Curriculares estabelecidos pelo MEC. O principal foco deste projeto consiste em atender aos requisitos da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB/96), às resoluções do Conselho Nacional de Educação, CNE/CP1-2002, CNE/CP2-2002, CNE/CES 1304-2001 e CNE/CES9-2002; e, em se apresentar um quadro de disciplinas com suas respectivas cargas horárias compatíveis com os principais cursos de licenciatura do país, promovendo uma base sólida para o futuro docente.

~ 5 ~

2 OBJETIVOS DO CURSO

Formar profissionais para atuarem no magistério, principalmente no ensino médio, bem

como, no ensino fundamental, com um amplo e completo desenvolvimento lógico, crítico e reflexivo desse profissional, de maneira que o mesmo possa contemplar, além de sua área de atuação, assuntos das mais diversas naturezas e complexidades. Levar ao graduando a consciência de sua inserção na sociedade e de sua capacidade de exercer papel de profissional e de cidadão, atuando de modo compromissado com a ética e com a responsabilidade social e educacional.

Preparar profissionais éticos e competentes, capazes de contribuir para o desenvolvimento da região e o bem-estar e qualidade de vida de seus cidadãos. Para tanto, também é ciente de sua responsabilidade social, buscando a compreensão das reais necessidades e caminhos para que esse desenvolvimento ocorra, primando pela inclusão social de seus alunos e egressos.

~ 6 ~

3 FUNDAMENTAÇÃO LEGAL

O presente Projeto Político Pedagógico do Curso de Licenciatura Plena em Física da Universidade Estadual do Piauí – UESPI do PARFOR de primeira licenciatura, vem a apresentar os pontos fundamentais que legalizam a elaboração do mesmo, conforme segue:

2.1. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/1996), que nos seus artigos 61 e 65 determinam:

Ar. 61. A formação de profissionais da educação, de modo a atender aos objetivos dos diferentes níveis e modalidades de ensino e às características de cada fase do desenvolvimento do educando, terá como fundamentos:

I – a associação entre teorias e práticas, inclusive mediante a capacitação em serviço; II – aproveitamento da formação e experiências anteriores em instituições de ensino e outras atividades. Art. 65. A formação docente, exceto para a educação superior, incluirá prática de ensino de, no mínimo, trezentas horas.

A LDB nº 9.394/96 trouxe referências gerais para a formação de professores, extensivas aos cursos de disciplinas específicas: formação mediante relação teoria e prática, aproveitamento dos estudos e experiências anteriores dos alunos desenvolvidas em instituições de ensino e em outros contextos e práticas de ensino de, no mínimo, 300 (trezentas) horas.

2.2. O Plano Nacional de Educação (Lei nº 10.172/2001), especialmente em seu item

IV, Magistério na Educação Básica, que define as diretrizes, os objetivos e metas, relativos à formação profissional inicial para docentes da Educação Básica, ressalta:

[

...

]

uma formação profissional que assegure o desenvolvimento da pessoa do

educador enquanto cidadão e profissional, o domínio dos conhecimentos objeto de trabalho

com os alunos e dos métodos pedagógicos que promovam a aprendizagem; [

...

]

um sistema

de educação continuada que permita ao professor um crescimento constante de seu domínio sobre a cultura letrada, dentro de uma visão crítica e da perspectiva de um novo humanismo;

O estabelecimento de diretrizes e metas para a formação e valorização do magistério e demais profissionais da educação, no prazo de dez anos é, portanto, um dos objetivos do Plano Nacional de Educação, Lei nº 10.172/2001.

~ 7 ~

2.3. Os pareceres e resolução do CNE que definem orientações gerais de todos os cursos de formação de professores do país são:

  • a) Parecer CNE/CP nº 9/2001, que define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a

Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura de

graduação plena;

  • b) Parecer CNE/CP nº 27/2001, que dá nova redação ao item 3.6, alínea c, do Parecer

CNE/CP nº 9/2001, que dispõe sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação

de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena;

  • c) Resolução CNE/CP nº 1/2002, que institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a

Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de

graduação plena;

  • d) CNE/CES Nº 1304/2001 e Resolução CNE/CP Nº 9/2002 que instituem a duração

e a carga horária dos cursos de licenciatura e nas Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de Física.

As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica em nível superior, em curso de licenciatura, de graduação plena, orientadas pelos documentos acima mencionados, constituem-se de um conjunto de princípios, fundamentos e procedimentos a serem observados na organização institucional e curricular de cada estabelecimento de ensino e aplicam-se a todas as etapas e modalidades da Educação Básica.

A LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL

Com base na Lei 9.394 de 20 de dezembro de 1996, a nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação, que indica a pesquisa como um dos pilares da organização das instituições e da estrutura do ensino superior, é que vem-se trabalhando na realização deste projeto em prol de uma melhoria da qualidade de formação acadêmica de nossos alunos do Curso de Licenciatura em Física, uma vez que a pesquisa tem por finalidade o desenvolvimento da Ciência e da Tecnologia para, desse modo, desenvolver o entendimento do homem e do meio em que vive, o que corrobora com os objetivos deste projeto e com as finalidades expostos no Cap. IV Art. 43 da Educação Superior:

Criação cultural, espírito científico e pensamento reflexivo;

~ 8 ~

Formação de diplomados nas áreas de conhecimento;

Trabalho, pesquisa e investigação científica;

Aperfeiçoamento cultural e profissional;

Conhecimentos dos problemas mundiais e nacionais;

Difusão das conquistas da criação cultural e pesquisa científica.

Como as universidades no exercício de sua autonomia, são instituições pluridisciplinares de formação de profissionais de nível superior, de pesquisa, de extensão e de domínio e cultivo do saber humano (Art. 52), incumbe-lhes estabelecer os seus planos, programas e projetos de pesquisa com absoluta liberdade e independência. E, embora tal liberdade e independência sejam conferidas pela Lei, o presente projeto, estrutura e formula a grade curricular obedecendo a critérios legais.

~ 9 ~

4 COMPETÊNCIAS E HABILIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS

A nossa atual organização social, com o mercado de trabalho cada vez mais competitivo, requer que o ser humano esteja cada vez mais qualificado para desempenhar seu papel na sociedade. A atividade docente exige além das perspectivas tradicionais do ensino, uma adequação que permita contemplar as novas demandas para atuação desse profissional no ensino. Dessa maneira, torna-se necessário o desenvolvimento de competências e habilidades, dentre as quais podemos citar:

Competências essenciais

Dominar e aplicar princípios gerais e fundamentais da Física, estando familiarizado com suas áreas clássicas e modernas.

Descrever e explicar fenômenos naturais, processos e equipamento tecnológicos em termos de conceitos, teorias e princípios físicos gerais.

Diagnosticar, formular e encaminhar a solução de problemas físicos, experimentais ou teóricos, práticos ou abstratos, fazendo uso dos instrumentos laboratoriais ou matemáticos apropriados.

Manter atualizada sua cultura científica geral e sua cultura técnica profissional específica.

Desenvolver uma ética de atuação profissional e a conseqüente responsabilidade social, compreendendo a Ciência como conhecimento histórico, desenvolvido em diferentes contextos sócio-políticos, culturais e econômicos.

 

Habilidades Gerais

Utilizar a matemática como uma linguagem para a expressão dos fenômenos naturais.

Resolver problemas experimentais, desde seu reconhecimento e a realização de medições, até à análise de resultados.

Propor, elaborar e utilizar modelos físicos, reconhecendo seus domínios de validade.

Concentrar esforços e persistir na busca de soluções para problemas de solução elaborada e demorada;utilizar a linguagem científica na expressão de conceitos físicos, na descrição de procedimentos de trabalhos científicos e na divulgação de seus resultados.

Utilizar os diversos recursos da informática, dispondo de noções de linguagem computacional.

Conhecer e absorver novas técnicas, métodos ou uso de instrumentos, seja em medições, seja em análise de dados (teóricos ou experimentais).

Reconhecer as relações do desenvolvimento da Física com outras áreas do saber, tecnologias e instâncias sociais, especialmente contemporâneas.

Apresentar resultados científicos em distintas formas de expressão, tais como relatórios, trabalhos para publicação, seminários e palestras.

~ 10 ~

 

Habilidades Específicas

O planejamento e o desenvolvimento de diferentes experiências didáticas em Física, reconhecendo os elementos relevantes às estratégias adequadas.

A elaboração ou adaptação de materiais didáticos de diferentes naturezas, identificando seus objetivos formativos, de aprendizagem e educacionais.

~ 11 ~

5 PERFIL PROFISSIONAL LICENCIADO EM FÍSICA

O curso de Licenciatura Plena em Física da UESPI formará um FÍSICO- EDUCADOR que:

...

dedica-se

preferencialmente à formação e à disseminação do saber científico

em diferentes instâncias sociais, seja através da atuação no ensino escolar formal, seja através de novas formas de educação científica, como vídeos, “software”, ou outros meios de comunicação. Não se ateria ao perfil da atual Licenciatura em Física, que está orientada para o ensino médio formal.” (Parecer CNE-CES 1304/2001, página 4).

Deverá ser um profissional capaz de atuar na formação e na disseminação do saber científico:

“O físico, seja qual for sua área de atuação, deve ser um profissional que, apoiado em conhecimentos sólidos e atualizados em Física, deve ser capaz de abordar e tratar problemas novos e tradicionais e deve estar sempre preocupado em buscar novas formas do saber e do fazer científico ou tecnológico. Em todas as suas atividades a atitude de investigação deve estar sempre presente, embora associada a diferentes formas e objetivos de trabalho.” (Parecer CNE-CES 1304/2001, pagina 4).

Além de conhecimentos específicos da sua área de formação, espera-se que este profissional desenvolva habilidades e técnicas para utilizar novos recursos, tecnologias e meios de comunicação; e dessa maneira, seja capaz de promover o interesse de novos alunos pela investigação científica, contribuindo assim, para a continuidade da atividade científica. Este licenciado poderá atuar também em programas de assessorias no ensino de Física para escolas de ensino médio. Espera-se ainda que o conhecimento adquirido pelo licenciado constitua-se em uma base sólida que lhe permita, sem mais dificuldades, estender sua formação em cursos de bacharelado, mestrado, doutorado, das melhores instituições do país.

~ 12 ~

6 FLUXOGRAMA DO CURSO DE LICENCIATURA EM FÍSICA – PARFOR - UESPI

6 FLUXOGRAMA DO CURSO DE LICENCIATURA EM FÍSICA – PARFOR - UESPI Bloco I Bloco II

Bloco I

6 FLUXOGRAMA DO CURSO DE LICENCIATURA EM FÍSICA – PARFOR - UESPI Bloco I Bloco II

Bloco II

Bloco III

Bloco IV

Bloco V

Bloco VI

Bloco VII

Bloco VIII

6 FLUXOGRAMA DO CURSO DE LICENCIATURA EM FÍSICA – PARFOR - UESPI Bloco I Bloco II

Introdução ao Estudo da Física

(90h)

Filosofia da

Educação

(60h)

Didática (60h)

Sociologia da

Educação

(60h)

Métodos Matemáticos em Física I (60h)

TCC I (60h)

LIBRAS

(60h)

Física V

(60h)

Pré-Cálculo

(90h)

Cálculo I (60h)

Cálculo II (60h)

Física III

(60h)

Química Geral e Inorgânica (60h)

Psicologia da

Educação

(60h)

Física II

(60h)

Álgebra Linear

(60h)

Geometria

Analítica

(60h)

Física IV

(60h)

Métodos Matemáticos em Física II (60h)

Instrumentação para o Ensino de Física

(60h)

Métodos Computacionais no Ensino de Física I

(60h)

Métodos Computacionais no Ensino de Física II (60h)

PPI V

(60h)

Física VI

(60h)

Política Educacional e Organização da Educação Básica

(60h)

Física I

(60h)

PPI II

(60h)

Metodologia do Ensino de Física

(60h)

Prática Pedagógica e Pesquisa no Ensino de Física

(60h)

Física Moderna

(60h)

Termoestatística

(60h)

TCC II (60h)

PPI I

(60h)

Iniciação à

Pesquisa

Científica em

Física (60h)

Avaliação da

Aprendizagem

(60h)

PPI III

(60h)

Cálculo III

(60h)

PPI IV

(60h)

Mecânica Clássica I (60h)

Estágio Curricular

Supervisionado III

(100h)

Termodinâmica

(60h)

Estágio Curricular

Supervisionado II

(200h)

Estágio Curricular

Supervisionado I

(100h)

AACC

(200h)

300h

300h

360h

360h

460h

~ 13 ~

440h

340h

440h

Integralização Curricular

 

Curso de Licenciatura Plena em Física

 
 

CONTEÚDOS

CURRICULARES

PRÁTICA

ATIVIDADES

DE NATUREZA

COMO

ESTÁGIO

ACADÊMICAS

CARGA

CIENTÍFICO-

COMPONENTE

CURRICULAR

CIENTÍFICAS

HORÁRIA

DISCIPLINA

CULTURAL

CURRICULAR

SUPERVISIONADO

E CULTURAIS

TOTAL

Introdução ao Estudo da Física

60

30

90

Pré-Cálculo

90

90

Química Geral e Inorgânica

60

60

Política Educacional e Organização da Educação Básica

60

60

Carga Horária do Bloco I

270

30

300

Filosofia da Educação

60

60

Cálculo I

60

60

Psicologia da Educação

60

60

Física I

60

60

PPI-I: LAB. DE CIÊNCIAS

20

40

60

Carga Horária do Bloco II

260

40

300

Didática

60

60

Cálculo II

60

60

Física II

60

60

PPI: II

20

40

60

Iniciação à Pesquisa Científica em Física

60

60

Avaliação da Aprendizagem

60

60

Carga Horária do Bloco III

260

100

360

Sociologia da Educação

60

60

Física III

60

60

Álgebra Linear

60

60

Metodologia do Ensino de Física

60

60

PPI-III: Laboratório de Mecânica e Termologia

20

40

60

Cálculo III

60

60

Carga Horária do Bloco IV

260

100

360

Métodos Matemáticos em Física I

60

60

Geometria Analítica

60

60

Física IV

60

60

Prática Pedagógica e Pesquisa no Ensino de Física

20

40

60

PPI IV – Eletricidade e Ótica

20

40

60

Termodinâmica

60

60

Estágio Curricular Supervisionado I

100

100

Carga Horária do Bloco V

280

80

100

460

*continua na próxima página.

~ 14 ~

Continuação da tabela anterior.

Trabalho de Conclusão de Curso I

60

60

Métodos Matemáticos em Física II

60

60

Instrumentação para o Ensino de Física

60

60

Física Moderna

60

60

Estágio Curricular Supervisionado II

200

200

Carga Horária do Bloco VI

180

60

100

440

LIBRAS

60

60

Métodos Computacionais no Ensino de Física I

30

30

60

Métodos Computacionais no Ensino de Física II

30

30

60

Termoestatística

60

60

Estágio Curricular Supervisionado III

100

100

Carga Horária do Bloco VII

120

120

100

340

Física V

60

60

PPI V

20

40

60

Física VI

60

60

Trabalho de Conclusão de Curso II

60

60

Atividades Acadêmicas Científicas e Culturais

200

200

Carga Horária do Bloco VIII

200

40

100

200

440

CARGA HORÁRIA TOTAL

1830

570

400

200

3000

 

CONTEÚDOS

CURRICULARES

PRÁTICA

ATIVIDADES

DE NATUREZA

COMO

ESTÁGIO

ACADÊMICAS

CARGA

CIENTÍFICO-

COMPONENTE

CURRICULAR

CIENTÍFICAS

HORÁRIA

CULTURAL

CURRICULAR

SUPERVISIONADO

E CULTURAIS

TOTAL

DURAÇÃO DO CURSO: mínima 4 (quatro) anos e máxima de 4 (cinco) anos.

A integralização do currículo de licenciatura plena em Física será alcançada quando o graduando completar a carga horária de 3000 h (três mil horas); das quais 570 h são dedicadas as “dimensões pedagógicas”, atendendo a resolução CNE/CP 01 – 2002, que exige que, no mínimo, a quinta parte da carga horária total de disciplinas do curso seja destinada a tais atividades. Deve-se então subtrair da carga horária total do curso a carga horária de AACCs de 200 h. Para entender o que são as chamadas Dimensões Pedagógicas é melhor que subdividamos os Conteúdos Específicos e as PCCC´s como segue:

Conteúdos Específicos (CE) = Disciplinas de Dimensão Pedagógicas + Disciplinas de Dimensão não Pedagógica

Práticas Como Componentes Curricular (PCCC´s) = Práticas das disciplinas de Dimensão Pedagógicas + Práticas das Disciplinas de Dimensão não Pedagógicas

As dimensões pedagógicas são formadas, portanto, das disciplinas pedagógicas e das suas respectivas práticas pedagógicas, ou seja,

Dimensão Pedagógica (DP) = Disciplinas de Dimensão Pedagógicas + Práticas das Disciplinas de Dimensão Pedagógicas

~ 15 ~

Percebe-se com isto que as disciplinas pedagógicas entram no cômputo tanto dos conteúdos específicos quanto da dimensão pedagógica. O mesmo vale para a prática pedagógica. Em outras palavras, pode-se dizer que as dimensões pedagógicas estão completamente contidas dentro dos Conteúdos Específicos e das PCCC´s, em consonância com o que estabelece a resolução CNE/CES 213/2003.

7 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS

BLOCO I

Introdução ao Estudo da Física (90 h)

Ementa:

1.

Medições;

2.

Movimento em uma dimensão;

3.

Movimentos em duas e três dimensões;

4.

Força e Leis de Newton

5.

Aplicações das Leis de Newton;

Destas, 30 horas devem ser dedicadas a atividades Prático-Pedagógicas: Transposição didática desses conteúdos para os ensinos fundamental e médio; Leitura e discussão de textos relacionados à Ética, Filosofia e História das Ciências.

 

Bibliografia Básica:

RESNICK, R. HALLIDAY, D. & KRANE, K.S., Física, vol. I, 5ª ed., Livros Técnicos e Científicos, Rio de Janeiro, 2003.

NUSSENZVEIG, H. M., Curso de Física Básica, vol. I, 4ª ed., Edgard Blucher, São Paulo, 2002.

Bibliografia Complementar:

TIPLER, P.A. Física, Vol. 1, 4 ª ed., LTC, Rio de Janeiro, 1999.

SERWAY, R.A., Física para Cientistas e Engenheiros com Física Moderna, Vol.1.,

3

ª . Ed., Livros Técnicos e Científicos Editora S.A, Rio de Janeiro, 1979.

RESNICK, R., - COLAB., HALLIDAY, D., E WALTER, J., Fundamentos da Física, Vol.1, 3 ª . Ed., Livros Técnicos e Científicos, Rio de Janeiro, 1994.

 

Pré-Cálculo (60 h)

Ementa:

1.

Funções;

2.

Seqüências;

~ 16 ~

3.

Introdução à Geometria Analítica;

  • 4. Noções de Derivação e Integração.

Bibliografia Básica:

SWOKOWSKI, E.W., Cálculo com Geometria Analítica, Vol. 1., Mc Graw Hill, São Paulo,

1983.

Bibliografia Complementar:

IEZI, G., Matemática Elementar, Vols. 1-10, Editora Atual, São Paulo (2001). STEWART, J., REDLIN, L. E WATSON, S., Precalculus, third edition, Books/Cole, 1998. BOULOS, P. E CAMARGO, I., Geometria Analítica, Um Tratamento Vetorial, Mc Graw Hill, São Paulo, 1987.

Química Geral e Inorgânica (60 h)

Ementa:

1.

Princípios Elementares da Química;

2.

Estrutura Atômica;

3.

Tabela Periódica;

4.

Ligações Químicas;

5.

Estequiometria;

6.

Funções Inorgânicas;

7.

Colóides e Soluções;

8.

Equilíbrio Químico;

9.

Eletroquímica.

Bibliografia:

BRADY, J. & HUMISTON, G.E., Química Geral Vol. I e II, Rio de Janeiro, Livros

1989.

Técnicos e Científicos editora S.A., 1986. SLABAUGH, W. H., e PARSONS, T. D., Química Geral, 2 a . ed., Livros Técnicos e

Científicos Editora S.A., Rio de Janeiro, 1986. MASTERTON, W. H. & SLOWINSKI, D. J., Química Geral Superior, Guanabara

Dois, Rio de Janeiro, 1990. SEGAL, B. G., Chemistry: Experiment and Theory, John Wiley & Sons, New York,

Política Educacional e Organização da Educação Básica (60 h)

Ementa:

1.

Sistema Educacional brasileiro.

2.

Retrospectiva histórica da legislação da Educação Nacional. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional LDBN – nº 9394/96.

3.

Resoluções, pareceres sobre a educação nacional e do Piauí.

Bibliografia Básica:

~ 17 ~

BREZENZISKI, Iria. (org), LDB dez anos depois- reinterpretada sob diversos

olhares. São Paulo: Cortez, 2010. CURY, C.R.J. Os Conselhos da educação e a gestão dos sistemas. IN: FERREIRA, N.S.C.; AGUIAR, M. A. da S. Gestão da Educação: impasses, perspectivas e compromissos. Campinas: Cortez, 2000.

DEMO, Pedro. A Nova LDB: ranços e avanço. Campinas-SP: Papirus, 1997.

SHIROMA, Eneida Oto et al. Reformas de ensino, modernização administrada. In:

Política Educacional. 3. ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2004.

Bibliografia Complementar:

OLIVEIRA, Dalila Andrade; DUARTE, Marisa R. T. Política e trabalho na escola:

administração dos sistemas públicos de educação básica. 3. ed. Belo Horizonte:

Autêntica, 2003.

OLIVEIRA, Romualdo; ADRIÃO, Theresa. Organização do ensino no Brasil: níveis e modalidades na Constituição Federal e na LDB. São Paulo: Xamã, 2002.

PERONI, Vera. Política educacional e o papel do Estado. São Paulo: Xamã, 2003. p.

118-142.

BLOCO II

Filosofia da Educação (60h)

Ementa: Abordagem sobre a origem da filosofia: seus objetivos e divisão em períodos históricos. Grandes temas e questões que mais diretamente incidem sobre o processo educacional: cultura, valores, experiências institucionais, método e conteúdo em educação.

Bibliografia Básica:

ARANHA, Maria Lúcia Arruda. Filosofia da educação. São Paulo: Moderna, 1996.

GADOTTI, Moacir. História das idéias pedagógicas. São Paulo: Ática, 1993.

LUCKESI, C. C., Filosofia da Educação - São Paulo: Cotez Editora, 1994.

Bibliografia Complementar:

SEVERINO, Antonio J. Filosofia da Educação: construindo a cidadania. São Paulo:

FDT, 1994.

~ 18 ~

Ementa:

Cálculo I (60 h)

1.

Continuidade e Limite de Funções.

2.

Derivadas e Integrais.

Bibliografia Básica:

SWOKOWSKI, E.W., Cálculo com Geometria Analítica, Vols. 1 e 2, São Paulo,

1983.

SIMMONS, G.G., Cálculo com Geometria Analítica, Vol. 1, McGraw-Hill, São Paulo, 1968.

Bibliografia Complementar:

IEZI, G., Matemática Elementar, Vol. 8, Editora Atual, São Paulo, 2001.

LEITHOLD, L., O Cálculo com Geometria Analítica, Vol. 1 e 2, Harper & Row do Brasil, São Paulo, 1992.

Psicologia da Educação (60 h)

Ementa:

1.

Psicologia como ciência.

2.

As relações entre Psicologia e educação.

3.

Psicologia da Educação: desenvolvimento humano e aprendizagem.

4.

Relação entre as teorias psicológicas da aprendizagem e a prática pedagógica

5.

Aprendizagem e processos motivacionais: motivação, estilos de aprendizagem e relação professor-aluno

6.

Dificuldades de aprendizagem escolar e suas múltiplas causas.

7.

Políticas de atendimento às dificuldades de aprendizagem escolar.

Bibliografia Básica:

COLL, C. e outros. Desenvolvimento psicológico e Educação. Vol. 1- Psicologia Evolutiva. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.

BOCK, A. M. Saraiva, 1999.

B. Psicologias: uma introdução ao estudo de psicologia. São Paulo:

FONTANA, R. Psicologia e Trabalho pedagógico. São Paulo. Scipione

FERREIRA, M. G. Psicologia educacional: análise crítica. São Paulo: Cortez, 1986.

Bibliografia Complementar:

PIAGET, J. Seis estudos de psicologia. Rio de Janeiro: Forense Universitário, 1978.

BRASIL, Ângela M. Psicologia do desenvolvimento. 8. ed. Petrópolis: Vozes, 1985.

~ 19 ~

BRAGHIROLLI, Elaine Maria. (et al). Psicologia Geral. Porto Alegre: Vozes, 1990.

.COUTINHO, Maria Teresa Cunha. Psicologia da Educação. Belo Horizonte: Lê.

1991.

COLL, César. (et al). Desenvolvimento Psicológico e Educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1966, vol. 2.

Ementa:

Física I (60 h)

  • 1. Trabalho e Energia Mecânica;

  • 2. Conservação da Energia;

  • 3. Conservação do Momento;

  • 4. Colisões;

  • 5. Gravitação.

Bibliografia Básica:

RESNICK, R. HALLIDAY, D. & KRANE, K.S., Física, vol. I, 5ª ed., Livros

Técnicos e Científicos, Rio de Janeiro, 2003. NUSSENZVEIG, H. M., Curso de Física Básica, vol. I, 4ª ed., Edgard Blucher, São Paulo, 2002.

Bibliograia Coplementar:

TIPLER, P.A. Física, Vol. 1, 4 ª ed., LTC, Rio de Janeiro, 1999.

SERWAY, R.A., Física para Cientistas e Engenheiros com Física Moderna, Vol.1.,

  • 3 ª . Ed., Livros Técnicos e Científicos Editora S.A, Rio de Janeiro, 1979.

RESNICK, R., HALLIDAY, D. & WALTER, J., Fundamentos da Física, Vol.1, 3 ª . Ed., Livros Técnicos e Científicos, Rio de Janeiro, 1994.

PPI I : Laboratório de Ciências (60 h)

Ementa:

Experiências e demonstrações sobre: tratamento de dados; análise de erros

experimentais; tratamento gráfico; vetores; Cinemática, Dinâmica, Energia, Momento Linear, Princípios de Conservação, Gravitação.

Bibliografia:

PHYWE series of publications, University Laboratory Experiments Physics, vol. 1-5,

  • 3 edition, 1995, PHYWE SYSTEME 6MBH, D37070 GOTTINGEN, GERMANY.

VALADARES, E.C., Física Mais Que Divertida, 2ª ed., Editora UFMG, Belo

Horizonte, 2002. RESNICK, R. HALLIDAY, D. & KRANE, K.S., Física, vol. 1 , 5ª ed., Livros Técnicos e Científicos, Rio de Janeiro, 2003.

~ 20 ~

Ementa:

BLOCO III

Didática (60 h)

1.

Fundamentos epistemológicos da Didática;

2.

Dimensões da didática no processo de ensino-aprendizagem;

3.

Planejamento didático: componentes, elaboração, execução do plano de ensino.

Bibliografia Básica:

BEHRENS, M. O paradigma emergente e a prática pedagógica. 3 ed. Curitiba:

Champagnata, 2003. HAYDT, Regina Célia Cazaux. Curso de Didática Geral. S. Paulo: Ática 1994.

PARRA, Nélio. Caminhos do Ensino. São Paulo: Pioneira Thopson Learning, 2002.

VEIGA, Ilma Passos Alencastro. A Prática pedagógica do professor de didática. 11 ed. Campinas, são Paulo: Papirus, 2008.

Bibliografia Complementar :

CANDAU, Vera Maria F. A Didática Fundamental. Petrópolis: Vozes, 1998.

CASTRO, Amélia Domingues de. Ensinar & Ensinar. S. Paulo: Pioneira, 1998.

MARLI E. D. A. de André, Maria Rita Neto S. Oliveira (org). Alternativas do Ensino

de Didática. Campinas: Papirus, 1997. (Coleção Prática Pedagógica). MARTINS, Pura Lucia Oliveira. A didática e as contradições da prática. Campinas,

São Paulo: Papirus, 3 ed. 2009 (Coleção magistério: formação e trabalho pedagógico). VEIGA, Ilma Passos Alencastro. Técnicas de Ensino: Por que não? Campinas:

Papirus, 1991.

Cálculo II (60 h)

Ementa:

1.

Técnicas de integração;

2.

Aplicações da Integral definida;

3.

Integrais impróprias;

4.

Séries de números reais e séries de funções;

BibliografiaBásica:

SWOKOWSKI, E.W., Cálculo com Geometria Analítica, Vols. 1 e 2, São Paulo,

1983.

SIMMONS, G.G., Cálculo com Geometria Analítica, Vol. 1, McGraw-Hill, São Paulo, 1968.

Bibliografia complementar:

IEZI, G., Matemática Elementar, Vol. 8, Editora Atual, São Paulo, 2001.

LEITHOLD, L., O Cálculo com Geometria Analítica, Vol. 1 e 2, Harper & Row do Brasil, São Paulo, 1992.

~ 21 ~

Ementa:

Física II (60 h)

  • 1. Rotações e Momento Angular;

  • 2. Estática dos Corpos Rígidos;

  • 3. Dinâmica dos Corpos Rígidos;

  • 4. Forças de Inércia.

Bibliografia Básica:

RESNICK, R. HALLIDAY, D. & KRANE, K.S., Física, vol. I, 5ª ed., Livros

Técnicos e Científicos, Rio de Janeiro, 2003. NUSSENZVEIG, H. M., Curso de Física Básica, vol. I, 4ª ed., Edgard Blucher, São Paulo, 2002.

Bibliograia Coplementar:

TIPLER, P.A. Física, Vol. 1, 4 ª ed., LTC, Rio de Janeiro, 1999.

SERWAY, R.A., Física para Cientistas e Engenheiros com Física Moderna, Vol.1.,

  • 3 ª . Ed., Livros Técnicos e Científicos Editora S.A, Rio de Janeiro, 1979.

RESNICK, R., HALLIDAY, D. & WALTER, J., Fundamentos da Física, Vol.1, 3 ª . Ed., Livros Técnicos e Científicos, Rio de Janeiro, 1994.

Ementa:

PPI II (60 h)

Experiências e demonstrações sobre: Mecânica dos Fluidos, Oscilações e Ondas Mecânicas, Calorimetria e Leis da Termodinâmica.

Bibliografia:

PHYWE series of publications, University Laboratory Experiments Physics, vol. 1-5,

  • 3 edition, 1995, PHYWE SYSTEME 6MBH, D37070 GOTTINGEN, GERMANY.

VALADARES, E.C., Física Mais Que Divertida, 2ª ed., Editora UFMG, Belo

Horizonte, 2002. RESNICK, R. HALLIDAY, D. & KRANE, K.S., Física, vol. 2, 5ª ed., Livros Técnicos e Científicos, Rio de Janeiro, 2003.

Iniciação à Pesquisa Científica em Física (60 h)

Ementa: Métodos científicos e pesquisa em Física. Processos e técnicas de elaboração do trabalho científico.

Bibliografia Básica:

DEMO, Pedro. Metodologia do conhecimento científico. São Paulo: Atlas, 2001.

ALVES-MAZZOTTI, Alda Judith, GEWANDSZAJDER, Fernando. O método nas

ciências naturais e sociais. 2. ed. São Paulo: Pioneira, 1999.

~ 22 ~

Bibliografia Complementar:

JAPIASSU, H. Introdução ao pensamento epistemológico. Rio de Janeiro: Fontes

Alves,1977.

FERRARI, Afonso Trujillo. Metodologia da pesquisa científica. São Paulo: McGrall-

Hill do Brasil, 1982.

Avaliação da Aprendizagem (60 h)

Ementa:

  • 1. A avaliação escolar no contexto do sistema educacional brasileiro.

  • 2. Aspectos legais da avaliação da aprendizagem.

  • 3. Tipos, funções e elaboração de instrumentais de avaliação da aprendizagem.

  • 4. Análise e implicações da avaliação da aprendizagem no processo educativo.

Bibliografia Básica:

DEPRESBITERIS, Lea. Avaliação educacional em três atos. 2. ed. SP: SENAC São Paulo, 2001.

ESTEBAN, Maria Teresa (org.) Escola, currículo e avaliação. 2. ed. SP: Cortez,

2005.

GODOI, Elisandra Girardelli. Avaliação na educação infantil: um encontro com a realidade. Porto Alegre: Mediação, 2006.

HADJI, Charles. Avaliação desmistificada. Porto Alegre: Artmed. 2001.

LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar. 22. ed. São Paulo:

Cortez, 2010.

Avaliação da aprendizagem: componentes do ato pedagógico. São Paulo:

Cortez, 2011.

Bibliografia Complementar:

HOFFMANN, Jussara. Avaliar para promover: as setas do caminho. 2. ed. Porto Alegre: Mediação, 2001.

Avaliação: Mito e desafio - uma perspectiva construtivista. 20. ed. Porto Alegre: Educação e Realidade, 1991.

MORETTO, Vasco Pedro. Prova: um momento privilegiado de estudo não um acerto de contas. Rj: DP&A, 2001.

PERRENOUD, Philippe. Avaliação: da excelência à regulação das aprendizagens - entre duas lógicas. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999.

SILVA, Janssen F. da. Avaliação na perspectiva formativa reguladora: pressupostos teóricos e práticos. Porto Alegre: Mediação, 2004.

~ 23 ~

BLOCO IV

Sociologia da Educação (60h)

Ementa: A sociologia como ciência: objeto, método e conceitos fundamentais. As teorias sociológicas e a educação. Educação e Sociedade. Temas contemporâneos de Sociologia da Educação.

Bibliografia Básica:

RODRIGUES, Alberto Tosi. Sociologia da Educação. Rio de Janeiro. Lamparina, 6

Ed., 2011. MARTINS, Carlos B. O que é sociologia. São Paulo. Brasiliense. 1984.

BERGER, Peter L.; BERGER, Brigitte. Socialização: como ser membro de uma soci- edade. In.: FORACCHI, Marialice M. e PEREIRA L. Educação e Sociedade. São Paulo, Livros Técnicos e Científicos. 1977.

Bibliografia Complementar:

SPOSITO, M. Juventude: crise, identidade e escola. In: DAYRELL, J. (org.) Múltiplos olhares sobre educação e cultura. Belo Horizonte: UFMG, 2006. p. 96-104.

LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito sociológico. Rio de janeiro. Jorge Zahar, 2003.

Física III (60 h)

Ementa:

Estática dos Fluidos;

Dinâmica dos Fluidos;

Oscilações;

Movimento Ondulatório;

Ondas Sonoras.

Bibliografia Básica:

RESNICK, R. HALLIDAY, D. & KRANE, K.S., Física, vol. 2, 5ª ed., Livros

Técnicos e Científicos, Rio de Janeiro, 2003. NUSSENZVEIG, H. M., Curso de Física Básica, vol. II, 4ª ed., Edgard Blucher, São Paulo, 2002.

Bibliografia Complementar:

TIPLER, P.A. Física, Vol. 2, 4 ª ed., LTC, Rio de Janeiro, 1999.

SERWAY, R.A., Física para Cientistas e Engenheiros com Física Moderna, Vol.2.,

3

ª . Ed., Livros Técnicos e Científicos Editora S.A, Rio de Janeiro, 1979.

RESNICK, R., HALLIDAY, D. & WALTER, J., Fundamentos da Física, Vol.2, 3 ª Ed., Livros Técnicos e Científicos, Rio de Janeiro, 1994.

~ 24 ~

Álgebra Linear (60 h)

Ementa:

Sistemas lineares;

Vetores;

Produto escalar, Produto vetorial, Produto misto;

Matrizes, sistemas lineares e determinantes;

Transformações lineares;

Espaços vetoriais reais;

Autovalores e autovetores de matrizes;

Diagonalização de matrizes simétricas.

Bibliografia:

BOLDRINI, álgebra Linear, Ed. Harbra.

Metodologia do Ensino de Física (60 h)

OLIVEIRA, I. de C. e OLIVEIRA, P. B., Geometria Analítica: um tratamento

vetorial, Macgraw-Hill, São Paulo, 1987. LEIHMANN, C. H., Geometria Analítica, 6ª edição, Globo, Rio de Janeiro, 1987.

STEINBRUCH, A. e WENTERLE, P., Geometria Analítica, Macgraw-Hill, São

Paulo, 1987.

Ementa:

1.

História da Ciência no Ensino de Física.

2.

Diretrizes e Orientações Curriculares no Ensino de Física.

3.

Problemas e Contextualização.

4.

Física no Ensino Fundamental.

5.

Problemas e Práticas de Laboratório.

6.

Transposição Didática.

7.

A Relação entre Matemática e Física no Ensino de Física.

Bibliografia:

ANDRÉ, M.F.D.A., A Contribuição de Pesquisa Etnográfica Para a Construção do

Saber Didático, 2ª ed., Campinas: Papirus, 1995. GADOTTI, M. e ROMÃO, I.E. (Orgs.), Autonomia da Escola: Princípios e Propostas. São Paulo: Cortez, 1997.

DREYER, I.L.E., History of Astronomy From Thales to Kepler, New York: Dover,

1953.

LUCIE, P., Física com Martins e Eu, Rio de Janeiro: PUC-RJ, 1970.

PPI III (60 h)

Ementa: Conservação de Energia, Calorimetria, Leis da Termodinâmica e Entropia. Teoria Cinética dos Gases.

~ 25 ~

Bibliografia:

PHYWE series of publications, University Laboratory Experiments Physics, vol. 1-5,

3 edition, 1995, PHYWE SYSTEME 6MBH, D37070 GOTTINGEN, GERMANY. VALADARES, E.C., Física Mais Que Divertida, 2ª ed., Editora UFMG, Belo

Horizonte, 2002. CORRADI W. et al. Física Experimental. Belo Horizonte: UFMG, 2008. 101 p.

KOCHE, J. C. Fundamentos de Metodologia Científica: teoria da ciência e prática da pesquisa. 15. ed. Petrópolis: Vozes, 1997.

Cálculo III (60 h)

Ementa:

  • 1. Funções de várias variáveis;

  • 2. Limite e continuidade;

  • 3. Derivadas parciais;

  • 4. Diferenciabilidade;

  • 5. Derivadas direcionais;

  • 6. Integrais múltiplas.

Bibliografia Básica:

SWOKOWSKI, E.W., Cálculo com Geometria Analítica, Vols. 1 e 2, São Paulo,

1983.

SIMMONS, G.G., Cálculo com Geometria Analítica, Vol. 1, McGraw-Hill, São Paulo, 1968.

Bibliografia complementar:

IEZI, G., Matemática Elementar, Vol. 8, Editora Atual, São Paulo, 2001.

LEITHOLD, L., O Cálculo com Geometria Analítica, Vol. 1 e 2, Harper & Row do Brasil, São Paulo, 1992.

~ 26 ~

BLOCO V

Métodos Matemáticos em Física I (60 h)

Ementa:

Equações Lineares de Primeira Ordem;

Análise Vetorial;

Transformação de Coordenadas;

Bibliografia Básica:

ARFKEN, J. B., WEBER, H. J., Física Matemática - Métodos Matemáticos para

Engenharia e Física, Campus Elsevier, Rio de Janeiro, 2007. BUTKOV, E., Física Matemática, LTC, Rio de Janeiro, 1982.

Geometria Analítica (60h)

Ementa:

1.

Vetores.

2.

Retas e planos.

3.

Posições relativas entre retas e planos e sistemas lineares.

4.

Distâncias e ângulos.

5.

Mudança de coordenadas.

6.

Circunferências e esferas.

7.

Coordenadas polares.

8.

Cônicas.

Bibliografia:

OLIVEIRA, I. de C. e OLIVEIRA, P. B., Geometria Analítica: um tratamento

Física IV (60 h)

vetorial, Macgraw-Hill, São Paulo, 1987. LEIHMANN, C. H., Geometria Analítica, 6ª edição, Globo, Rio de Janeiro, 1987.

STEINBRUCH, A. e WENTERLE, P., Geometria Analítica, Macgraw-Hill, São

Paulo, 1987.

Ementa:

1.

Teoria Especial da Relatividade;

2.

Temperatura, Primeira Lei da Termodinâmica, Entropia e Segunda Lei da Termodinâmica.

Bibliografia Básica:

RESNICK, R. HALLIDAY, D. & KRANE, K.S., Física, vol. 2, 5ª ed., Livros

Técnicos e Científicos, Rio de Janeiro, 2003. NUSSENZVEIG, H. M., Curso de Física Básica, vol. II, 4ª ed., Edgard Blucher, São Paulo, 2002.

~ 27 ~

Bibliografia Complementar:

TIPLER, P.A. Física, Vol. 2, 4 ª ed., LTC, Rio de Janeiro, 1999. SERWAY, R.A., Física para Cientistas e Engenheiros com Física Moderna, Vol.2.,

  • 3 ª . Ed., Livros Técnicos e Científicos Editora S.A, Rio de Janeiro, 1979.

RESNICK, R., HALLIDAY, D. & WALTER, J., Fundamentos da Física, Vol.2, 3 ª . Ed., Livros Técnicos e Científicos, Rio de Janeiro, 1994.

Prática Pedagógica e Pesquisa no Ensino de Física

(60 h)

Ementa:

O ensino de física no Brasil; Histórico e Perspectivas do ensino de física, pesquisa em ensino de física e interdisciplinaridade; Aplicações de resultados de pesquisa em Ensino de Física no cotidiano da sala de aula através de execução de propostas pedagógicas dessas pesquisas.

Bibliografia:

PIETROCOLA, M. (organizador). Ensino de Física – Florianópolis: Editora da UFSC, 2005 CARVALHO, A. M. P. de, (organizadora). Ensino de Ciências: Unindo a Pesquisa à Prática – São Paulo: Thomson, 2004. DELIZOICOV, D. e ANGOTTI, J. A., Metodologia do ensino de ciências –São Paulo: Cotez Editora, 2000. LUCKESI, C. C., Filosofia da Educação - São Paulo: Cotez Editora, 1994.

PPI IV (60 h)

Ementa: Experiências em laboratório sobre eletricidade: carga e matéria, campo elétrico, lei de Gauss, potencial elétrico. Ótica geométrica: natureza e propagação da luz, reflexão e refração em superfície plana e lentes esféricas.

Bibliografia:

PHYWE series of publications, University Laboratory Experiments Physics, vol. 1-5, 3

edition, 1995, PHYWE SYSTEME 6MBH, D37070 GOTTINGEN, GERMANY.

VALADARES, E.C., Física Mais Que Divertida, 2ª ed., Editora UFMG, Belo Horizonte,

2002.

Termodinâmica (60 h)

Ementa:

Leis da Termodinâmica;

Sistemas Termodinâmicos;

Transições de Fase;

Variáveis de Estado e Equações de Estado;

Potenciais Termodinâmicos;

~ 28 ~

Bibliografia Básica:

SALINAS, SÍLVIO R. A., Introdução à Física Estatística, Editora EDUSP São Paulo.

Bibliografia Complementar:

CALLEN, H. B. Thermodynamics and an introduction to thermostatistics. New York-

John Wiley & Sons. CASQUILHO, J. P., TEIXEIRA, P. I. C., Introdução à Física Estatística, Editora Livraria da Física, São Paulo, 2012.

Estágio Curricular Supervisionado I (100 )

As primeiras 100 horas de Estágio Supervisionado devem ser dedicadas ao conhecimento do ambiente de trabalho do professor, conhecimento do projeto político pedagógico da escola e observação da atuação do professor de Física, preferencialmente no ensino fundamental.

BLOCO VI

Trabalho de Conclusão de Curso I (60 h)

No TCC I o aluno deverá preparar uma versão impressa do seu trabalho, que deverá conter obrigatoriamente Objetivos, Metodologia e Referencial Teórico, além de fazer uma defesa oral, com duração máxima de 20 minutos, acerca do seu trabalho. O trabalho de TCC deve obedecer a Resolução CEPEX Nº 14/2011.

Métodos Matemáticos em Física II (60 h)

Ementa:

  • 1. Equações Lineares de Segunda Ordem Homogêneas e Não Homogêneas;

  • 2. Equações de Laplace e Poisson.

Bibliografia Básica:

ARFKEN, J. B., WEBER, H. J., Física Matemática - Métodos Matemáticos para

Engenharia e Física, Campus Elsevier, Rio de Janeiro, 2007. BUTKOV, E., Física Matemática, LTC, Rio de Janeiro, 1982.

Bibliografia Complementar:

~ 29 ~

BOAS, M.L., Mathematical Methods In The Physical Sciences, 2ª ed., John Wiley &

Sons, New York, 1966.

Instrumentação para o Ensino de Física (60 h)

Ementa:

A produção de materiais instrucionais – textos e modelos práticos;

A instrumentação para o ensino fundamental e médio; Planejamento e adaptação de material para o laboratório de ensino; Desenvolvimento de projetos educacionais, aplicação, testagem e avaliação de materiais instrucionais para o ensino de Física; Atividades Prático-Pedagógicas: Transposição didática desses conteúdos para os ensinos fundamental e médio.

Bibliografia:

FROTA, Pessoa et alii. Como Ensinar Ciências. São Paulo: Cia Nacional, 1985.

Revista Brasileira de Ensino de Física, SBF.

Caderno Catarinense de Física, UFSC

American Journal of Physics, AIP

The Physics Teacher, AIP

ARONS, Arnold B. A guide to introductory physics Teaching, New York, John

Wiley, 1990. TIBERGHIEN, A . et alli. Connecting research in physics education with teacher education. ICPE, 1998.

Física Moderna (60 h)

Ementa:

  • 1. Relatividade Restrita;

  • 2. Fótons;

  • 3. Introdução ao Átomo;

  • 4. Ondas de Matéria.

Bibliografia Básica:

TIPLER, P.A. LLWELLYN, R. A. Física Moderna, 5 ª ed., LTC, Rio de Janeiro,

2010.

EISBERG, R. M., Fundamentos da Física Moderna, Rio de Janeiro, Guanabara Dois,

1979.

Bibliogradia Coplementar:

~ 30 ~

BREHM, J.J., e MULLIN, W.J. Introduction to the Structure of Matter. A Course in

Modern Physics, John Wiley & Sons, New York, 1989. COHEN-TANNOUDJI, C., DIU, B. e LALOË, F., Quantum Mechanics, Vols 1 e 2, John Wiley & Sons, New York, 1977.

Estágio Curricular Supervisionado II (200 h)

O aluno deverá acompanhar o professor da disciplina de Física do 1° ano do ensino médio na escola.

Ementa:

BLOCO VII

LIBRAS (60 h)

Aspectos da Língua de Sinais e sua importância: evolução histórica, legislação, cultura e identidade surda Conceito de Libras;

Introdução aos aspectos linguísticos na Língua Brasileira de sinais: fonologia,

morfologia, sintaxe; Vocabulário básico da língua de sinais: datilologia, números, saudações, pronomes, calendários, adjetivos e verbos básicos.

Bibliografia Básica

BOTELHO, P. Segredos e Silêncios na Educação dos Surdos. Editora Autentica, Minas

Editora da Universidade de São Paulo, 2005.

Gerais, 7-12, 1998. CAPOVILLA, Fernando César; RAPHAEL, Walkiria Duarte. Enciclopédia da Língua

de Sinais Brasileira: o mundo dos surdos em libras. São Paulo: Vitae: Fapesp: Capes:

GESSER, Audrei. Libras?: Que língua é essa? Crenças e preconceitos em torno da

língua de sinais e da realidade surda. São Paulo: Parábola Editorial, 2009. GOLDFELD, Márcia. A criança surda: linguagem e cognição numa perspectiva sócio-

interacionista. São Paulo: Plexus, 1997. MOURA, Maria Cecília de. O surdo: Caminhos para uma nova identidade. Rio de

Janeiro: Revinter, 2000. QUADROS, Ronice Muller de.; KARNOPP, Lodenir Becker. Língua de sinais

brasileira: estudos linguísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004. SACKS, Oliver W. Vendo Vozes: uma jornada pelo mundo dos surdos. São Paulo:

Companhia das Letras, 1998.

Bibliografia Complementar:

BRASIL. Legislação de Libras. Decreto nº 7.611, de 17 de novembro de 2011.

FERNANDES, Eulália, org; QUADROS, Ronice Muller de

[et

al.] Surdez e

Bilinguismo – Porto Alegre: Mediação, 2005. FREMAN, Roger D.; CARBIN, Clifton F.; BOESE, Robert J. Seu filho não escuta? Um guia para todos que lidam com crianças surdas. Brasília: MEC/SEESP, 1999.

~ 31 ~

HONORA, Márcia. Livro ilustrado de Língua Brasileira de Sinais: desvendando a

comunicação usada pelas pessoas com surdez. São Paulo: Ciranda Cultural, 2009. LIMA, M.S.C. Surdez. Bilinguismo e inclusão: entre o dito, o pretendido e o feito.

Campinas/SP: IEL/UNICAMP, 2004. 261 p. (Tese de Doutorado). MACHADO, Paulo Cesar. A política educacional de integração/inclusão: um olhar do egresso surdo. Florianópolis: Ed. Da UFSC, 2008.

Métodos Computacionais no Ensino de Física I (60 h)

Ementa:

1.

Introdução ao LATEX;

2.

Noções de linguagens de programação;

3.

Atividades: elaboração de códigos.

Bibliografia:

Gould, H. and Tobochnick, J., An Introduction to Computer Simulation Methods:

applications to physical systems, 2 nd Edition, Addison Wesley, 1996. Decries, P. L., A First Course in Computational Physics, John Wiley and Sons, 1994.

Heermann, D. W., Computer Simulations Methods in Theoretical Physics, Springer –

Verlag, 1990. Manuais (DERIVE, MAPPLE, etc)

THOMAS, R. & YATES, J. A User Guide to the Unix Sistem, McGraw-Hill, 1998.

TEODORO, V. D., Modellus: Experiments With Mathematical Models, http://phoenix.sce.fct.unl.pt/modellus/.

VEIT, E. A., et al, Novas Tecnologias no Ensino de Física. Disponible em http:

Métodos Computacionais no Ensino de Física II (60 h)

Ementa:

1.

Modelagem computacional e simulação no ensino de física;

2.

Atividades Prático-Pedagógicas: Transposição didática desses conteúdos para os ensinos fundamental e médio através de seminários, mini cursos, feiras, etc, evidenciando a utilização de novas metodologias e utilização de novas tecnologias.

Bibliografia:

Gould, H. and Tobochnick, J., An Introduction to Computer Simulation Methods:

applications to physical systems, 2 nd Edition, Addison Wesley, 1996. Decries, P. L., A First Course in Computational Physics, John Wiley and Sons, 1994.

Heermann, D. W., Computer Simulations Methods in Theoretical Physics, Springer – Verlag, 1990.

~ 32 ~

Manuais (DERIVE, MAPPLE, etc)

THOMAS, R. & YATES, J. A User Guide to the Unix Sistem, McGraw-Hill, 1998.

TEODORO, V. D., Modellus: Experiments With Mathematical Models, http://phoenix.sce.fct.unl.pt/modellus/.

VEIT, E. A., et al, Novas Tecnologias no Ensino de Física. Disponible em http:

Termoestatística (60 h)

Ementa:

  • 1. Conceitos estatísticos: distribuições, médias, probabilidade, valor médio, valor mais provável; exemplos matemáticos e reais; distribuição binomial e Gaussiana;

  • 2. Introdução a Teoria de Ensembles: Ensemble Microcanônico.

Bibliografia Básica:

SALINAS, SÍLVIO R. A., Introdução à Física Estatística, Editora EDUSP São Paulo.

Bibliografia Complementar:

CALLEN, H. B. Thermodynamics and an introduction to thermostatistics. New York-

John Wiley & Sons. CASQUILHO, J. P., TEIXEIRA, P. I. C., Introdução à Física Estatística, Editora Livraria da Física, São Paulo, 2012.

Estágio Curricular Supervisionado III (100 h)

O aluno deverá acompanhar o professor da disciplina de Física do 3° ano do ensino médio na escola.

~ 33 ~

Ementa:

BLOCO VIII

Física V (60 h)

 

A Carga Elétrica e a Lei de Coulomb;

A Lei de Gauss;

O Campo Elétrico;

Energia Potencial Elétrica e Potencial Elétrico;

Capacitores e Dielétricos;

Corrente Elétrica;

Circuitos de Corrente Contínua;

O Campo Magnético de uma Corrente;

A lei de Ampère.

 

Bibliografia:

RESNICK, R. HALLIDAY, D. & KRANE, K.S., Física, vol. 3, 5ª ed., Livros

Técnicos e Científicos, Rio de Janeiro, 2003. NUSSENZVEIG, H. M., Curso de Física Básica, vol. 3, 1ª ed., Edgard Blucher, São Paulo, 1997.

Bibliografia Complementar:

TIPLER, P.A. Física, Vol. 3, 4 ª ed., LTC, Rio de Janeiro, 1999.

SERWAY, R.A., Física para Cientistas e Engenheiros com Física Moderna, Vol.2,

  • 3 ª . Ed., Livros Técnicos e Científicos Editora S. A, Rio de Janeiro, 1979.

RESNICK, R., HALLIDAY, D. & WALTER, J., Fundamentos da Física, Vol.2, 3 ª . Ed., Livros Técnicos e Científicos, Rio de Janeiro, 1994.

PPI V (60 h)

Ementa: produção e aplicação de material virtual interativo.

Bibliografia:.

TEODORO, V. D., Modellus: Experiments With Mathematical Models, http://phoenix.sce.fct.unl.pt/modellus/.

VEIT, E. A., et al, Novas Tecnologias no Ensino de Física. Disponible em http:

Da Silva, R. T., Modellus; Base de dados do site de física da Universidade Federal da Paraíba, (acessado em 03.12.2013).

~ 34 ~

Ementa:

Física VI (60 h)

Lei de Indução de Faraday.

Indutância.

Propriedades Magnéticas dos Materiais.

Circuitos de Corrente Alternada.

Equações de Maxwell e Ondas Eletromagnéticas.

Ondas Luminosas.

Espelhos e Lentes.

Interferência.

Difração.

Redes e Espectros.

Polarização.

Bibliografia Básica:

RESNICK, R. HALLIDAY, D. & KRANE, K.S., Física, vols. 3 e 4, 5ª ed., Livros

Técnicos e Científicos, Rio de Janeiro, 2003. NUSSENZVEIG, H. M., Curso de Física Básica, vol. 3, 1ª ed., Edgard Blucher, São Paulo, 1997.

Bibliografia Complementar:

TIPLER, P.A. Física, Vol. 3, 4 ª ed., LTC, Rio de Janeiro, 1999.

SERWAY, R.A., Física para Cientistas e Engenheiros com Física Moderna, Vol.2,

3

ª . Ed., Livros Técnicos e Científicos Editora S. A, Rio de Janeiro, 1979.

RESNICK, R., HALLIDAY, D. & WALTER, J., Fundamentos da Física, Vol.2, 3 ª . Ed., Livros Técnicos e Científicos, Rio de Janeiro, 1994.

Trabalho de Conclusão de Curso II (60 h)

No TCC II o aluno deverá concluir seu trabalho e apresentar uma versão impressa do mesmo à coordenação do curso no máximo até quinze dias antes do encerramento das aulas do semestre em curso, além de fazer uma defesa oral, com duração máxima de 20 minutos, acerca do seu trabalho.

Obviamente devemos considerar, que além das ementas, algumas disciplinas envolvem dimensões prático-pedagógicas e/ou acadêmico-científico-culturais e, portanto, atividades específicas ao desenvolvimento das mesmas devem ser previstas (ver regulamentações, adiante).

_______________________________________________

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Regulamentação do Estágio Curricular Supervisionado

O licenciando em Física deverá desenvolver 400h de estágio supervisionado nos blocos 5, 6 e 7. Este estágio deve ser realizado em escola de educação básica, respeitando-se o sistema de colaboração entre os sistemas de ensino (conforme resolução CNE/CP: 01/02). O licenciando que exerça atividade docente regular na educação básica poderá ter redução de carga horária do estágio curricular supervisionado de no máximo 200 h (conforme resolução CNE/CP: 02/02), desde que devidamente comprovado através de documento que evidencie o vínculo do aluno com a respectiva instituição de ensino. Em particular o licenciando em Física da UESPI deverá, preferencialmente, executar ao menos ¼ (um quarto) das horas de estágio supervisionado no ensino fundamental (em Física), e o restante de horas no ensino médio, dividido aproximadamente em ¼ para cada ano do ensino médio.

Regulamentação das Dimensões Prático–Pedagógicas e Acadêmico-Científico-Culturais das Disciplinas da Grade Curricular

Durante toda a extensão do curso, o aluno deverá cursar atividades de natureza prática, desvinculadas do estágio supervisionado. O principal objetivo destas atividades é desenvolver, na prática, as habilidades necessárias ao futuro professor para sua atuação em sala de aula, tais como: postura, exposição de conteúdos, domínios de novas técnicas e tecnologias, utilização de materiais de fácil acesso para demonstrações, etc. O desenvolvimento destas habilidades dar-se-á por meio de: atividades de pesquisa, de cursos de instrumentação para o ensino de Física, de uso de Tecnologia da Informação e Comunicação – TICs, do conhecimento da realidade do ambiente de trabalho e da estrutura e funcionamento da escola. Nestas atividades, ficará evidente a transposição de conteúdos, da teoria para a prática, na qual o licenciando procurará familiarizar-se com seu ambiente de trabalho e também desenvolver (disseminar) conhecimentos de seu campo de saber e fazer conexões com as demais áreas afins (interdisciplinaridade). As Atividades Acadêmico-Científico-Culturais serão, além das atividades previstas em algumas disciplinas, todas as atividades acadêmicas (devidamente comprovadas) extra disciplinares, no ensino e (ou) pesquisa e (ou) extensão, tais como: iniciação científica, iniciação à docência, iniciação à extensão, iniciação tutorial, participações em congressos, apresentação e participação em seminários, oficinas, monitorias, cursar disciplinas afins fora da grade, etc. O sistema de avaliação “dessas dimensões” deve levar em conta as resoluções em vigor na IES. A integralização da carga horária de Atividades-Científicas-Culturais obedecerá à Resolução CEPEX 033/2012.

Regulamentação do Trabalho de Conclusão de Curso

Ao final do último bloco, o aluno deverá apresentar um trabalho de complementação de curso, TCC, que deverá seguir o documento “Orientações para Elaboração e Apresentação do Trabalho de Conclusão de Curso – TCC”, conforme Resolução CEPEX Nº 14/2011.

O produto final do TCC será apresentado na forma de um texto e de uma apresentação oral. No trabalho escrito, serão avaliadas a qualidade do trabalho realizado, a redação e a apresentação do texto. Na apresentação oral, será avaliado o desempenho do aluno, sua

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desenvoltura ao discorrer sobre o trabalho realizado e o impacto do mesmo sobre a sua formação. O aluno terá a liberdade de escolher seu orientador perante os professores do curso, ou áreas afins, mediante disponibilidade dos mesmos, devendo apresentá-lo à coordenação do curso ao final do 5º bloco e levando em consideração a apresentação do projeto de pesquisa que irá desenvolver. Durante o desenvolvimento dos trabalhos o aluno deverá encaminhar à coordenação, ao final do 6º bloco, relatório parcial de suas atividades, devidamente assinado por ele e por seu orientador. A falta de qualquer destes relatórios implicará na reavaliação do prazo de defesa e de orientação. No caso da apresentação ser aprovada com ressalvas, o aluno terá um prazo de trinta dias para fazer as devidas correções sugeridas pela banca examinadora. Quando for o caso, o orientador pode solicitar um prazo maior ou reavaliação do prazo. Se a monografia for reprovada pela banca, o aluno terá obrigação de fazer novo trabalho para reapresentação de acordo com novo calendário estabelecido de comum acordo entre ele, seu orientador e a coordenação. O aluno pode utilizar seus trabalhos de iniciação científica para elaborar seu TCC. Nenhum diploma de Licenciado em Física pode ser expedido sem a devida aprovação no TCC.

Regulamenta de Disciplina de PPI (Prática Pedagógica Interdisciplinar)

As disciplinas de Prática Pedagógica Interdisciplinar visam atender RESOLUÇÃO CNE/CP 1 de 18 de fevereiro de 2002, e visam introduzir práticas experimentais nas quais o aluno deve aplicar os fundamentos teóricos de Física na compreensão de fenômenos físicos e apresentar à alunos de ensino médio as experiências realizadas com a devida fundamentação teórica.

As disciplinas de Prática Pedagógica Interdisciplinar devem seguir em cada semestre o documento “Orientações para Prática Pedagógica Interdisciplinar”.

8 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO

O licenciando em Física deverá desenvolver 400h de estágio supervisionado nos blocos 5, 6, 7 e 8. Este estágio deve ser realizado em escola de educação básica, respeitando-se o sistema de colaboração entre os sistemas de ensino (conforme resolução CNE/CP: 01/02). O licenciando que exerça atividade docente regular na educação básica poderá ter redução de carga horária do estágio curricular supervisionado de no máximo 200 h (conforme resolução CNE/CP: 02/02), desde que devidamente comprovado através de documento que evidencie o vínculo do aluno com a respectiva instituição de ensino. Em particular o licenciando em Física da UESPI deverá, preferencialmente, executar ao menos ¼ (um quarto) das horas de estágio supervisionado no ensino fundamental (em Física), e o restante de horas no ensino médio, dividido aproximadamente em ¼ para cada ano do ensino médio.

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9

FORMAS DE AVALIAÇÃO

Durante o Curso, o estudante acadêmico deverá ser submetido a processos avaliativos que o qualifiquem a cursar as disciplinas do currículo de forma regular e satisfatória. Esses processos se dão pôr exigência da própria instituição a qual determina que o aluno deve obter média final de, no mínimo, 7,0 (sete) pontos ao término de cada disciplina para considerar-se aprovado na mesma. Para tal, o aluno será submetido à avaliação sistemática em cada disciplina, obedecendo aos seguintes critérios avaliativos:

Assiduidade e participação;

Elaboração e apresentação de trabalhos escritos;

Realização das atividades propostas.

No entanto, o professor terá total liberdade para adotar as formas de avaliação mais convenientes do aprendizado de sua disciplina, devendo, sempre, observar os critérios citados anteriormente:

Testes escritos com questões objetivas e subjetivas;

 

Seminários temáticos com exposição oral;

Resenhas,

resumos,

fichamentos,

artigos,

questionários,

portfólio,

monografias etc.

 

De acordo com a Resolução CEPEX nº. 012/2011 considerar-se-á aprovado nas disciplinas do curso, o aluno que, no final do período letivo, obtiver frequência igual ou superior a 75% (setenta e cinco pôr cento) e aproveitamento igual ou superior a 7 (sete) na média aritmética das avaliações realizadas no decurso da disciplina. De 0 a 3,9 o aluno será reprovado; de 4,0 a 6,9 o aluno submeter-se á ao Exame Final. Segundo o Art. 3º desta Resolução, o aluno que se submeter ao Exame Final será aprovado quando obtiver nota igual ou superior a 6 (seis) na media final resultante do somatório do Exame Final mais a média das avaliações somativas. Caberá ao professor e em consonância com a especificidade da disciplina e do que está disposto no Projeto Político Pedagógico, definir o Plano de Disciplina e de conformidade com seus alunos, no início de cada período letivo, as modalidades de avaliação e a quantidade necessária, ressalvada a obrigatoriedade de conferir ao longo do período os seguintes totais de notas.

10 METODOLOGIA DO CURSO

~ 38 ~

O Curso de Licenciatura Plena em Física – PARFOR da UESPI funcionará em regime semestral e dessa forma o planejamento pedagógico prevê o planejamento semestral de todas as matérias com o coordenador do curso, que providência a integração ampla dos professores, com ênfase na interdisciplinaridade e na elaboração de projetos. O curso de Licenciatura Plena terá como requisito para aprovação final do curso a elaboração de um projeto de pesquisa e um artigo científico de conclusão de curso (TCC – Bloco VIII), que terá que ser apresentada para obtenção da graduação em Física. Para tal fim, o aluno contará com duas disciplinas específicas para a elaboração do TCC (Artigo Científico). A grade curricular do Curso de Licenciatura Plena em Física – PARFOR da UESPI está organizada em 42 disciplinas. A carga horária total do curso é de 3.000 h/a distribuídas em 08 (oito) blocos semestrais, respectivamente:

Específicas: 29 disciplinas Pedagógicas: 13 disciplinas Estágio supervisionado: 03 disciplinas com carga horária total de 400h/a

  • 11 AVALIAÇÃO DO CURSO

O curso será avaliado mediante a aplicação de instrumento específico de avaliação docente junto aos alunos cursantes.

  • 12 GESTÃO DO CURSO

O curso é gerido pelo coordenador de Física e pelas coordenação geral e adjunta do PARFOR com auxílio dos coordenadores locais, conforme regulamentação do programa e Manual Operativo do PARFOR. Ver endereços:

~ 39 ~

13

RELAÇÃO DE DOCENTES

PROFESSORES DO QUADRO PERMANENTE

 

DOCENTES EFETIVOS

 

ORDEM

NOME

TITULAÇÃO

REGIME DE

 

TRABALHO

01

CARLOS ALBERTO PEREIRA DA SILVA

MESTRE

DE

02

EDINA MARIA DE SOUSA LUZ

DOUTORA

DE

03

MANOEL JESUS MEMÓRIA CAMPELO

MESTRE

DE

04

GUSTAVO MONTGOMERY BONFIM CASTRO

DOUTOR

DE

05

JANETE BATISTA DE BRITO

MESTRE

DE

06

FERDINANDE DA CONCEIÇÃO SOUSA

MESTRE

DE

07

NADJA VIEIRA DA COSTA

MESTRE

DE

08

JANSEN BRASILEIRO FORMIGA

DOUTOR

DE

09

FELIPE FRANÇA FARIA

DOUTOR

DE

10

KERSON ROCHA JÚNIOR

DOUTOR

DE

11

GUSTAVO OLIVEIRA DE MEIRA GUSMÃO

MESTRE

DE

12

LUIZ PEREIRA DA SILVA NETO

MESTRE

DE

13

GLADSTONE DE ALENCAR ALVES

MESTRE

DE

14

LENILSON TORRES BRITO

MESTRE

DE

 

FUNCIONÁRIO EFETIVO

ORDEM

NOME

01

MARIA NEIDE BARBOSA DE OLIVEIRA

 

~ 40 ~

ANEXOS

~ 41 ~

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CONSELHO PLENO

RESOLUÇÃO Nº 1, DE 11 DE FEVEREIRO DE 2009 (*)

Estabelece Diretrizes Operacionais para a implantação do Programa Emergencial de Segunda Licenciatura para Profes- sores em exercício na Educação Básica Pública a ser coorde- nado pelo MEC em regime de colaboração com os sistemas de ensino e realizado por instituições públicas de Educação Supe- rior.

A Presidente do Conselho Nacional de Educação, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista o disposto nas Leis nos 9.131, de 24 de novembro de 1995, 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e 10.172, de 9 de janeiro de 2001, na Resolução CNE/CP n° 1/2002 e nos Pareceres CNE/CP nos 9/2001 e 27/2001, e com fundamento no Parecer CNE/CP nº 8/2008, homologado por Despacho do Senhor Ministro de Estado da Educação, publicado no DOU de 30/1/2009, resolve:

Art. 1º O Programa Emergencial de Segunda Licenciatura para Professores em exercí- cio na Educação Básica Pública a ser coordenado pelo MEC em regime de colaboração com os sistemas de ensino e realizado por instituições públicas de Educação Superior, na modali- dade presencial, obedecerá às Diretrizes Operacionais estabelecidas na presente Resolução. Art. 2º O programa destina-se aos professores em exercício na educação básica públi- ca há pelo menos 3 (três) anos em área distinta da sua formação inicial. Art. 3º O programa deve ensejar a formação de profissionais capazes de:

I - exercer atividades de ensino nas etapas e modalidades da Educação Básica; II - dominar os conteúdos da área ou disciplinas de sua escolha e as respectivas meto- dologias de ensino a fim de construir e administrar situações de aprendizagem e de ensino; III - atuar no planejamento, organização e gestão de instituições e sistemas de ensino nas esferas administrativa e pedagógica; IV - contribuir com o desenvolvimento do projeto político-pedagógico da instituição em que atua, realizando trabalho coletivo e solidário, interdisciplinar e investigativo; V - exercer liderança pedagógica e intelectual, articulando-se aos movimentos socio- culturais da comunidade e da sua categoria profissional; VI - desenvolver estudos e pesquisas de natureza teórico-investigativa da educação e da docência. Art. 4º A organização curricular do Programa Emergencial de Segunda Licenciatura para Professores em exercício na Educação Básica Pública deve articular duas dimensões: a formação pedagógica e a formação específica nos conteúdos da área ou disciplina para a qual será licenciado. Parágrafo único. A instituição formadora deverá propor projeto pedagógico de curso compatível com o projeto pedagógico institucional, analogamente ao que determina a Resolu- ção CNE/CP nº 2/1997, a saber:

____________________________________

(*) Resolução CNE/CP 1/2009. Diário Oficial da União, Brasília, 12 de fevereiro de 2009, Seção 1, p. 16.

a) Núcleo Contextual, visando à compreensão dos processos de ensino e aprendiza- gem referidos à prática de escola, considerando tanto as relações que se passam no eu inte-

~ 42 ~

rior, com seus participantes, quanto as suas relações, como instituição, com o contexto ime- diato e o contexto geral onde está inserida.

  • b) Núcleo Estrutural, abordando um corpo de conhecimentos curriculares, sua organi-

zação seqüencial, avaliação e integração com outras disciplinas, os métodos adequados ao de- senvolvimento do conhecimento em pauta, bem como sua adequação ao processo de ensino e aprendizagem.

  • c) Núcleo Integrador, centrado nos problemas concretos enfrentados pelos alunos na

prática de ensino, com vistas ao planejamento e organização do trabalho escolar, discutidos a partir de diferentes perspectivas teóricas, com a participação articulada dos professores das várias disciplinas do curso. Art. 5º A carga horária para os cursos do programa deverá ter um mínimo de 800 (oi- tocentas) horas quando o curso de segunda licenciatura pertencer à mesma área do curso de origem, e um mínimo de 1.200 (mil e duzentas) horas quando o curso pertencer a uma área diferente do curso de origem, não devendo ultrapassar o teto de 1.400 (mil e quatrocentas) horas.

Parágrafo único. Estudos anteriores e experiências profissionais não dispensarão o cumprimento da carga horária dos componentes curriculares. Art. 6º A carga horária do estágio curricular supervisionado, conforme determina a Resolução CNE/CP nº 2/2002, art. 1º, parágrafo único, compreenderá 200 (duzentas) horas. § 1º As atividades de estágio curricular supervisionado deverão ser, preferencialmen- te, realizadas na própria escola e com as turmas que estiverem sob responsabilidade do pro- fessor-estudante, na área ou disciplina compreendida no escopo da segunda licenciatura. § 2º As atividades de estágio supervisionado deverão ser orientadas por um projeto de melhoria e atualização do ensino, realizado sob supervisão concomitante da instituição for- madora e da escola. Art. 7° Para participar da execução do programa, a instituição formadora deverá ter o respectivo projeto político-pedagógico aprovado pelos seus órgãos próprios. Parágrafo único. A oferta do Programa Emergencial disciplinado nesta resolução por IES que tenha curso de licenciatura reconhecido e avaliado satisfatoriamente pelo Poder Público fica dispensada de novo ato autorizativo. Art. 8º A continuidade da oferta do Programa Emergencial de Segunda Licenciatura para Professores em exercício na Educação Básica Pública está condicionada aos resultados do processo de avaliação instaurado a partir do terceiro ano de sua implantação, devendo, para tanto, os resultados dessa avaliação serem encaminhados para análise deste Conselho Nacional de Educação. Art. 9º Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação.

CLÉLIA BRANDÃO ALVARENGA CRAVEIRO

~ 43 ~

Presidência da República

Casa Civil

Subchefia para Assuntos Jurídicos

Regulamenta a Lei n o 10.436, de 24 de abril de

2002, que dispõe

sobre a

Língua Brasileira de

Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei n o 10.098, de 19

de dezembro de 2000.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84, inciso IV, da Constituição, e tendo em vista o disposto na Lei n o 10.436, de 24 de abril de 2002, e no art. 18 da Lei n o 10.098, de 19 de dezembro de 2000,

DECRETA:

CAPÍTULO I

DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Art. 1 o

Este Decreto regulamenta a Lei n o 10.436, de 24 de abril de 2002 , e o art. 18 da Lei n o

Art. 2 o Para os fins deste Decreto, considera-se pessoa surda aquela que, por ter perda auditiva, compreende e interage com o mundo por meio de experiências visuais, manifestando sua cultura principalmente pelo uso da Língua Brasileira de Sinais - Libras.

Parágrafo único. Considera-se deficiência auditiva a perda bilateral, parcial ou total, de quarenta e um decibéis (dB) ou mais, aferida por audiograma nas freqüências de 500Hz, 1.000Hz, 2.000Hz e 3.000Hz.

CAPÍTULO II

DA INCLUSÃO DA LIBRAS COMO DISCIPLINA CURRICULAR

Art. 3 o A Libras deve ser inserida como disciplina curricular obrigatória nos cursos de formação de professores para o exercício do magistério, em nível médio e superior, e nos cursos de Fonoaudiologia, de instituições de ensino, públicas e privadas, do sistema federal de ensino e dos sistemas de ensino dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.

§ 1 o Todos os cursos de licenciatura, nas diferentes áreas do conhecimento, o curso normal de nível médio, o curso normal superior, o curso de Pedagogia e o curso de Educação Especial são considerados cursos de formação de professores e profissionais da educação para o exercício do magistério.

§ 2 o A Libras constituir-se-á em disciplina curricular optativa nos demais cursos de educação superior e na educação profissional, a partir de um ano da publicação deste Decreto.

[ ] ...

Art. 31. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 22 de dezembro de 2005; 184 o da Independência e 117 o da República.

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA

Fernando Haddad

Este texto não substitui o publicado no DOU de 23.12.2005

Fonte: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2005/decreto/d5626.htm

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