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O uso do acrílico em Arquitetura e Estruturas da Construção Civil Instituto de Engenharia SP

O uso do acrílico em Arquitetura e Estruturas da Construção Civil

Instituto de Engenharia SP - 17/05/2012

Abordagem 1. Mercado brasileiro de acrílico 2. O Indac 3. Aplicações do acrílico em Arquitetura

Abordagem

1.

Mercado brasileiro de acrílico

2.

O Indac

3.

Aplicações do acrílico em Arquitetura e Construção Civil

4.

Propriedades e normas de chapas acrílicas

5.

Características do acrílico (ou PMMA) para Estruturas

6.

Processamento e indicações práticas para uso do acrílico

Mercado brasileiro de acrílico

Mercado brasileiro de acrílico

Evolução do Mercado de Chapas Acrílicas no Brasil   2007 6.800 5%   2008 8.200

Evolução do Mercado de

Chapas Acrílicas no Brasil

Evolução do Mercado de Chapas Acrílicas no Brasil   2007 6.800 5%   2008 8.200 21%
  2007 6.800 5%   2008 8.200 21%   2009 6.600 -20%   2010 9.200
  2007 6.800 5%   2008 8.200 21%   2009 6.600 -20%   2010 9.200
 

2007 6.800

5%

 

2008 8.200

21%

 

2009 6.600

-20%

 

2010 9.200

39%

 

2011 9.700

5%

Crescimento m é dio

10%

Faturamento do setor de chapas acrílicas em 2011 Mon ô mero (MMA) R$ 57.618.000,00 Chapas

Faturamento do setor de chapas acrílicas em 2011

Faturamento do setor de chapas acrílicas em 2011 Mon ô mero (MMA) R$ 57.618.000,00 Chapas R$
Mon ô mero (MMA) R$ 57.618.000,00 Chapas R$ 145.500.000,00 Pe ç a s R$ 436.500.000,00

Mon ô mero (MMA)

R$ 57.618.000,00

Chapas

R$ 145.500.000,00

Pe ç a s

R$ 436.500.000,00

Total

R$ 639.618.000,00

R$ 57.618.000,00 Chapas R$ 145.500.000,00 Pe ç a s R$ 436.500.000,00 Total R$ 639.618.000,00

Monômero (MMA)Chapas R$ 145.500.000,00 Pe ç a s R$ 436.500.000,00 Total R$ 639.618.000,00 Chapas Peças

ChapasChapas R$ 145.500.000,00 Pe ç a s R$ 436.500.000,00 Total R$ 639.618.000,00 Monômero (MMA) Peças

PeçasChapas R$ 145.500.000,00 Pe ç a s R$ 436.500.000,00 Total R$ 639.618.000,00 Monômero (MMA) Chapas

Segmentação do Mercado de Chapas Acrílicas no Brasil 10% 20% 8% 10% 16% 12% 14%

Segmentação do Mercado de

Chapas Acrílicas no Brasil

10% 20% 8% 10% 16% 12% 14% 10%
10%
20%
8%
10%
16%
12%
14%
10%

PDVsAcrílicas no Brasil 10% 20% 8% 10% 16% 12% 14% 10% Displays Luminosos Sinalização Móveis Iluminação

Displaysno Brasil 10% 20% 8% 10% 16% 12% 14% 10% PDVs Luminosos Sinalização Móveis Iluminação Peças

LuminososBrasil 10% 20% 8% 10% 16% 12% 14% 10% PDVs Displays Sinalização Móveis Iluminação Peças técnicas

Sinalização20% 8% 10% 16% 12% 14% 10% PDVs Displays Luminosos Móveis Iluminação Peças técnicas Outros PDVs

Móveis16% 12% 14% 10% PDVs Displays Luminosos Sinalização Iluminação Peças técnicas Outros PDVs 20%

Iluminação12% 14% 10% PDVs Displays Luminosos Sinalização Móveis Peças técnicas Outros PDVs 20% Displays 16%

Peças técnicasPDVs Displays Luminosos Sinalização Móveis Iluminação Outros PDVs 20% Displays 16% Luminosos 14%

OutrosSinalização Móveis Iluminação Peças técnicas PDVs 20% Displays 16% Luminosos 14%

PDVs 20% Displays 16% Luminosos 14% Sinaliza ç ã o 10% M ó veis 12%

PDVs

20%

Displays

16%

Luminosos

14%

Sinaliza çã o

10%

M

ó veis

12%

Ilumina çã o

10%

Pe ç a s t é cnica s

8%

Outros

10%

Distribuição Geográfica das cerca de 1.000 Empresas Transformadoras de Acrílico 10% 4% 5% 6% 7%

Distribuição Geográfica das cerca de 1.000 Empresas Transformadoras de Acrílico

10% 4% 5% 6% 7% 60% 8%
10%
4%
5%
6%
7%
60%
8%

São PauloTransformadoras de Acrílico 10% 4% 5% 6% 7% 60% 8% Santa Catarina Rio Grande Sul Paraná

Santa Catarinade Acrílico 10% 4% 5% 6% 7% 60% 8% São Paulo Rio Grande Sul Paraná Minas

Rio Grande Sul10% 4% 5% 6% 7% 60% 8% São Paulo Santa Catarina Paraná Minas Gerais Rio Janeiro

Paraná5% 6% 7% 60% 8% São Paulo Santa Catarina Rio Grande Sul Minas Gerais Rio Janeiro

Minas Gerais7% 60% 8% São Paulo Santa Catarina Rio Grande Sul Paraná Rio Janeiro Outros S ã

Rio JaneiroPaulo Santa Catarina Rio Grande Sul Paraná Minas Gerais Outros S ã o Pa ulo 60%

OutrosCatarina Rio Grande Sul Paraná Minas Gerais Rio Janeiro S ã o Pa ulo 60% Santa

S ã o Pa ulo 60% Santa Catarina 8% Rio Grande Sul 7% Paran á

S ã o Pa ulo

60%

Santa Catarina

8%

Rio Grande Sul

7%

Paran á

6%

Minas Gerais

5%

Rio Janeiro

4%

Outros

10%

Consumo Per Capita de Chapas Acrílicas - 2010 Jap ã o 1.500 1.200 Europa EUA

Consumo Per Capita de Chapas Acrílicas - 2010

Consumo Per Capita de Chapas Acrílicas - 2010 Jap ã o 1.500 1.200 Europa EUA 1.000
Consumo Per Capita de Chapas Acrílicas - 2010 Jap ã o 1.500 1.200 Europa EUA 1.000

Jap ã o

1.500

1.200

Europa

EUA

1.000

M é x ico

120

Argentina

60

Brasil

51

g/habitante/ano

Acrílicas - 2010 Jap ã o 1.500 1.200 Europa EUA 1.000 M é x ico 120
12 anos  Jornal do Acrílico na 59ª. edição, com distribuição para 10.000 endereços no

12 anos

Jornal do Acrílico na 59ª. edição, com distribuição para

10.000 endereços no país

Site com cerca de 25.000 visitas por mês

Newsletters mensais para mailing virtual do Jornal

Assessoria de Imprensa atinge 2.000 jornalistas

3 Salões e 12 Fóruns do Acrílico 65 associados

Processo de homologação para transformadores

Aplicações do acrílico em Arquitetura e Construção Civil

Aplicações do acrílico em

Arquitetura e Construção Civil

4 MITOS SOBRE ACRÍLICO

Box de banheiro não é de acrílico
Box de banheiro não é de acrílico
Box de banheiro
não é de acrílico

Não amarela no sol

RISCA, MAS SAI
RISCA, MAS SAI
RISCA, MAS SAI  Limpar com pano limpo e macio;  Lavar somente com sabão neutro;

Limpar com pano limpo e macio;

Lavar somente com sabão neutro;

Pequenos riscos, encardidos e manchas superficiais podem ser removidos aplicando-se polidores.

ACRÍLICO NÃO É CARO
ACRÍLICO NÃO É CARO

TABELA DE TAMANHOS E PESOS DE CHAPAS ACRÍLICAS "CAST"

 

2,0

2,4

3,0

4,0

5,0

6,0

8,0

9,0

10,0

12,0

15,0

18,0

20,0

24,0

Dimensões (mm)

 

1000

x 1000

2,4

2,9

3,6

4,8

6,0

7,1

9,5

10,7

11,9

14,3

17,9

21,4

23,8

28,6

1000

x 2000

4,8

5,7

7,1

9,5

11,9

14,3

19,0

21,4

23,8

28,6

35,7

42,8

-

-

1200

x 2100

6,0

7,2

9,0

12,0

15,0

18,0

24,0

27,0

30,0

36,0

45,0

54,0

60,0

72,0

1220

x 2440

8,5

10,6

14,2

17,7

21,3

28,3

31,9

35,4

42,5

53,1

63,8

70,9

85,0

1350

x 1850

7,1

8,9

11,9

14,9

17,8

23,8

26,8

29,7

35,7

44,6

53,5

-

-

1500

x 2500

- -

13,4

17,9

22,3

26,8

35,7

40,2

44,6

53,6

-

-

-

-

2000

x 2000

- -

14,3

19,0

23,8

28,6

38,1

48,8

47,6

57,1

71,4

85,7

-

-

2000

x 3000

- -

-

28,6

35,7

42,8

57,1

64,3

71,4

85,7

-

-

-

-

Tolerância da

+/- 0,6

+/- 0,64

+/- 0,7

+/- 0,8

+/- 0,9

+/- 1,0

+/- 1,2

+/- 1,3

+/- 1,4

+/- 1,6

+/- 1,9

+/- 2,2

+/- 2,4

+/- 2,8

espessura (mm)

 

Conforme norma NBR ISO 7823-1

 
(mm)   Conforme norma NBR ISO 7823-1   R$ 15,00/kg + 15% IPI (chapas cristais, c/

R$ 15,00/kg + 15% IPI

(chapas cristais, c/ ICM, c/ PIS+Cofins, p/ 28 dd, CIF SP)

Acrílico na Construção Civil
Acrílico na
Construção
Civil
Museu Kunsthaus Gras - Áustria
Museu Kunsthaus
Gras - Áustria
Acrílico brilha mais
Acrílico
brilha
mais
Graz Austria
Graz
Austria
Olympia Parque Munique Estádio Olímpico Munique

Olympia Parque Munique

Olympia Parque Munique Estádio Olímpico Munique
Olympia Parque Munique Estádio Olímpico Munique

Estádio Olímpico Munique

Olympia Parque Munique Estádio Olímpico Munique

Olympia Parque

Munique
Munique
Olympia Parque Munique
Olympia Parque
Munique
RETENÇÃO DE RAIOS UV E INFRA-VERMELHO
RETENÇÃO DE RAIOS UV
E INFRA-VERMELHO
RETENÇÃO DE RAIOS UV E INFRA-VERMELHO Estádio Olímpico Munique

Estádio Olímpico Munique

RETENÇÃO DE RAIOS UV E INFRA-VERMELHO Estádio Olímpico Munique
Estádio Olímpico Munique
Estádio
Olímpico
Munique
Estádio Olímpico Munique
Rua XV Curitiba
Rua XV
Curitiba

Guarda -corpo externo em acrílico

Passarela no Centro Histórico de Salvador - BA
Passarela no
Centro Histórico
de Salvador - BA
Domos na Rua XV - Curitiba

Domos na Rua XV - Curitiba

Domos na Rua XV - Curitiba
Domos na
Rua XV - Curitiba
Domos na Rua XV - Curitiba
Iluminação zenital com acrílico leitoso, difunde a luz
Iluminação zenital
com acrílico leitoso,
difunde a luz
Escola Senai São Bernardo
Escola Senai
São Bernardo

Domos transparentes

Domos transparentes Sede Banco Real Av. Paulista

Sede Banco Real Av. Paulista

CRISTAL BRANCO ILUMINAÇÃO 95% 70 a 75% CALOR - DOMOS CONVENCIONAL 95% 70% CALOR -
CRISTAL BRANCO

CRISTAL

BRANCO

ILUMINAÇÃO

95%

70 a 75%

CALOR - DOMOS CONVENCIONAL

95%

70%

CALOR - DOMOS ISOTÉRMICO

50%

35%

A e a
A e a

A

A e a

e a

A e a
A e a
A e a
Cúpulas de acrílico Grapas de alumínio 20 cm
Cúpulas
de acrílico
Grapas de
alumínio
20 cm
A e a
A e a
A e a

A e a

A e a
A e a
A e a
A e a
A e a
e a Cúpulas de acrílico Grapas de alumínio 20 cm A e a B e b
B e b
B e b

B

B e b

e b

B e b
B e b
B e b
B e b
B e b

B e b

B e b
B e b
B e b

DOMOS COM AERAÇÃO

DOMOS SEM AERAÇÃO

Cobertura com chapas brancas leitosas
Cobertura com chapas brancas leitosas
Aquário ou restaurante ? Resistência e transparência
Aquário ou restaurante ?
Resistência e transparência

Restaurante Aquário do Hotel Hilton - Ilhas Maldivas

Aquário ou restaurante ? Resistência e transparência Restaurante Aquário do Hotel Hilton - Ilhas Maldivas
Elevada resistência à pressão AQUADOM / Berlin

Elevada resistência

à pressão
à pressão

AQUADOM / Berlin

12 m largura 25 m altura E = 400 mm AQUADOM / Berlin
12 m largura 25 m altura E = 400 mm AQUADOM / Berlin
12 m largura
25 m altura
E = 400 mm
AQUADOM / Berlin

CORRIMÃOS DO SHOPPING IBIRAPUERA

Aquário ou restaurante ? Resistência e transparência
Aquário ou restaurante ?
Resistência e transparência

CORRIMÃOS DO SHOPPING IBIRAPUERA

Restaurante Aquário do Hotel Hilton - Ilhas Maldivas

Banheiras
Banheiras

Barreiras acústicas

Barreiras acústicas

Cobertura

Rodoviária SP antiga

Cobertura

Rodoviária SP antiga

Cobertura

Corredores Teatro Franco Zampari

Cobertura

Corredores Teatro TV Cultura

Cobertura

Corredores Teatro Franco Zampari

Propriedades e normas de chapas acrílicas

Propriedades e normas

de chapas acrílicas

NORMAS ABNT – ISO NBR-ISO 7823-1:
NORMAS ABNT – ISO
NBR-ISO 7823-1:

Chapas de poli(metacrilato de metila)

Parte 1: Chapas Fundidas (cast)

poli(metacrilato de metila) Parte 1: Chapas Fundidas (cast) NBR-ISO 7823-2: Chapas de poli(metacrilato) de metila Parte
NBR-ISO 7823-2:
NBR-ISO 7823-2:

Chapas de poli(metacrilato) de metila Parte 2: Chapas extrusadas calandradas

www.abntcatalogo.com.br
www.abntcatalogo.com.br
NBR-ISO 7823-2: Chapas de poli(metacrilato) de metila Parte 2: Chapas extrusadas calandradas www.abntcatalogo.com.br
CHAPAS “CAST” x EXTRUSADAS
CHAPAS “CAST” x EXTRUSADAS
   

PROPRIEDADES

1.

FÍSICAS E ÓTICAS

MÉTODO DE ENSAIO

UNIDADE

Densidade

ISO 1183 - A, C ou D

g/cm³

Absorção de água (após 24 hs a 23°C)

ISO 62-1

%

Índice de refração

 

ISO 489-A

nD

Transmitância luminosa total (p/ cristal)

ISO 13468-1

%

VALORES

2.

MECÂNICAS

Resistência à flexão

ISO 178

MPa

Resistência à tração

ISO 527

MPa

3.

TÉRMICAS

Coeficiente de expansão linear

ISO 11359-2

K -1

Variação

dimensional

em

temperatura

Anexo A da Norma NBR

%

 

elevada (contração)

 

7823-1 (para Cast )

Obs: informações definidas nas normas NBR ISO 7823-1 e 7823-2

CHAPAS “CAST” x EXTRUSADAS
CHAPAS “CAST” x EXTRUSADAS

1)

FÍSICAS

MÉTODO

VALORES

ENSAIO

UNIDADE

CAST

EXTRUSADAS

Peso Específico

Absorsão d'água (após 24h a 23 oC)

ISO 1183

ISO 62

g/cm 3

1,19

% 0,50

1,19

0,50

2)

ÓTICAS

 

Índice de Refração

ISO 489

1,49

1,49

Transmitância luminosa total

ISO 13468-1

%

min. 90

min. 90

3)

MECÂNICA

 

Resistência à tração

ISO 527

Mpa

min. 70

min. 60

Deformação na tração

ISO 527

%

min. 4

min. 2

Resistência à flexão

ISO 178

Mpa

110

110

a 115

Resistência Impacto Charpy (sem entalhe)

ISO 179

kj / m²

min. 13

min. 8

Dureza Rockwell

ISO 2039-2

Esc. M

100

90 a 95

4)

TÉRMICA

 

Temperatura de amolecimento Vicat

ISO 306

ºC

min. 105

min. 88

Temperatura de deflexão sob carga

ISO 75-2

ºC

98

80 a 101

Coeficiente de expansão linear

ISO 10350

ºC - 1

7 x 10 -5

7 x 10 -5

Temper. máxima recomendada de trabalho

-

ºC

85

80

Temperatura de Termoformagem

-

ºC

130 a 180

140

a 170

5)

FLAMABILIDADE

Razão de Queima

UL-94

mm/min

38

38

Razão de Queima UL-94 mm/min 38 38
Características do acrílico para estruturas

Características do acrílico

para estruturas

Raio de curvatura (r) Curvatura a frio Curvatura da chapa acrílica O raio (r) de

Raio de curvatura (r)

Curvatura a frio

Raio de curvatura (r) Curvatura a frio Curvatura da chapa acrílica O raio (r) de curvatura
Raio de curvatura (r) Curvatura a frio Curvatura da chapa acrílica O raio (r) de curvatura

Curvatura da chapa acrílica

O raio (r) de curvatura a frio para chapas acrílicas deve ser maior que 200 vezes a espessura (e) das chapas “cast” e 300 vezes a espessura de chapas extrusadas:

r r
r
r

> 200 x e (mm) - para chapas “cast”

> 300 x e (mm) - para chapas extrusadas

Cuidados com a dilatação térmica Arruela de alumínio VÃO ENGASTAMENTO FOLGA (mm) até 600 22

Cuidados com a dilatação térmica

Arruela de alumínio VÃO ENGASTAMENTO FOLGA (mm) até 600 22 2,2 até 1.200 22 4,4
Arruela de
alumínio
VÃO
ENGASTAMENTO
FOLGA
(mm)
até 600
22
2,2
até 1.200
22
4,4
até 1.800
22
6,6
até 2.400
27,5
8,8
Perfil de
Folga (F)
alumínio

Engastamento (G)

Parafuso auto-brocante

Chapa de acrílico

Gaxetas de borracha

Projeto para instalações planas Distância máxima entre apoios (D) Chapa de acrílico INSTALAÇÕES PLANAS

Projeto para instalações planas

Projeto para instalações planas Distância máxima entre apoios (D) Chapa de acrílico INSTALAÇÕES PLANAS
Distância máxima entre apoios (D) Chapa de acrílico
Distância máxima entre apoios (D)
Chapa de
acrílico

INSTALAÇÕES PLANAS

(horizontais ou inclinadas)

Espessura

E (mm)

Distância Máxima

entre apoios - D (mm)

3,0

600

4,0

5,0

6,0

8,0

800

950

1100

1300

4,0 5,0 6,0 8,0 800 950 1100 1300 10,0 12,0 1500 1700
10,0 12,0 1500 1700

10,0

12,0

10,0 12,0 1500 1700

1500

1700

Processamento e indicações práticas para uso do acrílico

Processamento e indicações

práticas para uso do acrílico

Etapas do processamento em destaque  Alívio de tensões  Moldagem  Colagem

Etapas do

processamento em destaque

Alívio de tensões

Moldagem

Colagem

Alívio de Tensões ( distencionamento) de Chapas Acrílicas Para aliviar as tensões do acrílico são

Alívio de Tensões

(distencionamento)

de Chapas Acrílicas

Para aliviar as tensões do acrílico são

empregados dois processos distintos:

1. Normalização

Processo de tratamento térmico utilizado para chapas ANTES de serem transformadas.

Aquecimento uniformemente a uma temperatura

acima de seu ponto de transição Resfriamento lento até a temperatura ambiente

uniformemente a uma temperatura acima de seu ponto de transição  Resfriamento lento até a temperatura
Alívio de Tensões ( distencionamento) de Chapas Acrílicas 2. Recozimento Processo de tratamento térmico utilizado

Alívio de Tensões

(distencionamento)

de Chapas Acrílicas

2. Recozimento

Processo de tratamento térmico utilizado para aliviar as tensões APÓS o material sofrer qualquer transformação

a) Aquecimento

b) Patamar de temperatura constante c) Resfriamento

APÓS o material sofrer qualquer transformação a) Aquecimento b) Patamar de temperatura constante c) Resfriamento
Moldagem Aquecimento CAST ESTRUSADA 160 a 190° C 130 a 160° C Forno de ar

Moldagem

Aquecimento

Moldagem Aquecimento CAST ESTRUSADA 160 a 190° C 130 a 160° C Forno de ar circulante
CAST ESTRUSADA 160 a 190° C 130 a 160° C Forno de ar circulante 2
CAST
ESTRUSADA
160 a 190° C
130 a 160° C
Forno de ar circulante
2 a 4 min/mm
1,5 a 3 min/mm
Infravermelho
Tempo: ~ 45 seg/mm
Tempo: ~ 40 seg/mm
Moldagem Dicas de Resfriamento CAST ESTRUSADA Temperatura de desmoldagem ~ 70° C 3 a 5%
Moldagem Dicas de Resfriamento CAST ESTRUSADA Temperatura de desmoldagem ~ 70° C 3 a 5%

Moldagem

Dicas de Resfriamento

CAST ESTRUSADA Temperatura de desmoldagem ~ 70° C 3 a 5% - sentido flux o
CAST
ESTRUSADA
Temperatura de desmoldagem
~ 70° C
3 a 5% - sentido flux o
Contra ç ã o
~ 2% - ambos sentidos
0,5 a 1% - transversal
Colagem Tipos de colas  Cola Polímero em Solventes  Cola a Base de Solventes

Colagem

Tipos de colas

Cola Polímero em Solventes

Cola a Base de Solventes

Cola a base de Monômero + Catalisador

Cola Polímero em Solventes  Cola a Base de Solventes  Cola a base de Monômero

www.sinteglas.com.br

Cola Polímero em Solventes  Cola a Base de Solventes  Cola a base de Monômero
Cola Polímero em Solventes  Cola a Base de Solventes  Cola a base de Monômero
Cola Polímero em Solventes  Cola a Base de Solventes  Cola a base de Monômero
Colagem Técnicas de Colagem  Colagem por Capilaridade  Grandes Formatos  Colagem por Imersão

Colagem

Técnicas de Colagem

Colagem por Capilaridade

Grandes Formatos

Colagem por Imersão

Colagens de Alta Performance:

 Colagem por Imersão  Colagens de Alta Performance: Laminação Colagem 90 Colagem de Topo Tubos
 Colagem por Imersão  Colagens de Alta Performance: Laminação Colagem 90 Colagem de Topo Tubos

Laminação Colagem 90 Colagem de Topo Tubos Caixas

 Colagem por Imersão  Colagens de Alta Performance: Laminação Colagem 90 Colagem de Topo Tubos
 Colagem por Imersão  Colagens de Alta Performance: Laminação Colagem 90 Colagem de Topo Tubos