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22/02/2016

Processos Escolares de Inclusão

Aula 1

História da Educação Especial

Processos escolares de inclusão

Processos escolares de inclusão Objetivos: Compreender como a pessoa com deficiência foi reconhecida na história como
Processos escolares de inclusão Objetivos: Compreender como a pessoa com deficiência foi reconhecida na história como

Objetivos:

Compreender como a pessoa com deficiência foi reconhecida na história como cidadã. Compreender a História da Educação Especial.

A pessoa com deficiência na história

Antiguidade (4.000 a.C. – 476)A pessoa com deficiência na história ( ) Na Grécia antiga, a perfeição do corpo era

(
(

)deficiência na história Antiguidade (4.000 a.C. – 476) ( Na Grécia antiga, a perfeição do corpo

Na Grécia antiga, a perfeição do corpo era

cultuada, por isso, os portadores de deficiência eram sacrificados ou escondidos.” (LOCATELLI; VAGULA, 2009,

p.10).

Extermínio.ou escondidos.” (LOCATELLI; VAGULA, 2009, p.10). Castigo dos céus para expiação dos pecados de seus

Castigo dos céus para expiação dos pecados de seus ancestrais. expiação dos pecados de seus ancestrais.

Prof. a Taísa Grasiela Gomes Liduenha Gonçalves

Doutora em Educação Especial Mestre em Educação Pedagoga

AtividadeQual é a visão preliminar que você tem sobre a inclusão?

Atividade Qual é a visão preliminar que você tem sobre a inclusão?

Qual é a visão preliminar que você tem sobre a inclusão?

Atividade Qual é a visão preliminar que você tem sobre a inclusão?

A pessoa com deficiência na história

A pessoa com deficiência na história Idade Média (476- 1453): Cristianismo (alma); Caridade; As pessoas com

Idade Média (476- 1453):

Cristianismo (alma); Caridade; As pessoas com deficiência começaram a ser acolhidas em instituições religiosas, onde eram vistas como doentes e incapazes.

Filhos de Deus.com deficiência começaram a ser acolhidas em instituições religiosas, onde eram vistas como doentes e incapazes.

22/02/2016

A pessoa com deficiência na história

A pessoa com deficiência na história Idade Moderna (1453-1789) Deficiência passou a ser tratada por meio

Idade Moderna (1453-1789) Deficiência passou a ser tratada por meio da alquimia, magia e astrologia.

A ciência começa a questionar dogmas religiosos.a ser tratada por meio da alquimia, magia e astrologia. Início dos estudos sobre as causas

Início dos estudos sobre as causas da deficiência.A ciência começa a questionar dogmas religiosos. Fonte:

Início dos estudos sobre as causas da deficiência. Fonte:

Fonte: http://diferenciaentre.info/diferencia-entre-ciencia- y-tecnologia/

y-tecnologia/ A história da educação especial Pedro Ponce de León

A história da educação especial

Pedro Ponce de León (1520-1584)- primeiro professor de surdos.

Pedro Ponce de León (1520-1584)- primeiro professor de surdos.

Louis Braille - Sistema Braille (1825)

Louis Braille - Sistema Braille (1825)

Vídeo

História das pessoas com deficiência

Vídeo História das pessoas com deficiência Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=vV_YfnFb5G8

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=vV_YfnFb5G8

Pessoas com deficiências Decreto 6.949 de 2009

Pessoas com deficiências Decreto 6.949 de 2009 “são aquelas que têm impedimentos de longo prazo de

“são aquelas que têm impedimentos de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, os quais, em interação com diversas barreiras, podem obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdades de condições com as demais pessoas”.

A história da educação especial

A história da educação especial Jean Marc Itard- desenvolveu as primeiras tentativas de educar uma criança

Jean Marc Itard- desenvolveu as primeiras tentativas de educar uma criança de doze anos de idade, chamado Victor, mais conhecido como o “Selvagem de Aveyron” (1799).

mais conhecido como o “Selvagem de Aveyron” (1799). Fonte:

Fonte:

http://www.bbc.co.uk/radio4/science/case_study_2008051

4.shtml

22/02/2016

O atendimento das pessoas com deficiência no Brasil

Imperial Instituto dos Meninos Cegos (1854) Instituto Benjamin Constant (IBC) -1891. Instituto Benjamin Constant (IBC) -1891.

Instituto dos Surdos -Mudos (1857) Instituto Nacional de Educação dos Surdos (INES)- 1957. Instituto Nacional de Educação dos Surdos (INES)- 1957.

Instituto Nacional de Educação dos Surdos (INES)- 1957. O atendimento das pessoas com deficiência no Brasil

O atendimento das pessoas com deficiência no Brasil

Ao final do século XIX e início do século XX, foram criadas as instituições para atender as pessoas com deficiência com o objetivo de diminuir o incômodo as instituições para atender as pessoas com deficiência com o objetivo de diminuir o incômodo na sociedade (PESSOTTI, 1984).

Movimento de integração (1970) cujo objetivo era integrar as pessoas com deficiência em ambientes escolares (LOCATELLI;VAGULA, 2009). cujo objetivo era integrar as pessoas com deficiência em ambientes escolares (LOCATELLI;VAGULA, 2009).

Vídeo

A história da educação especial no Brasil

Vídeo A história da educação especial no Brasil Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=oxscYK9Xr4M

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=oxscYK9Xr4M

O atendimento das pessoas com deficiência no Brasil

1932- Sociedade Pestalozzi de Minas GeraisO atendimento das pessoas com deficiência no Brasil 1954 – Associação de Pais e Amigos dos

1954 – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE)no Brasil 1932- Sociedade Pestalozzi de Minas Gerais Fonte da imagem: https://cdpha.wordpress.com/helena-

– Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) Fonte da imagem: https://cdpha.wordpress.com/helena-

Fonte da imagem: https://cdpha.wordpress.com/helena- antipoff/biografia/

Integração e normatização (1970-1980)

O movimento de integração- foi uma tentativa de questionar o isolamento das pessoas com deficiência em espaços segregados. questionar o isolamento das pessoas com deficiência em espaços segregados.

“Normalizar” a pessoa com deficiência.das pessoas com deficiência em espaços segregados. ) ( insiste em integrar as pessoas com necessidades

)segregados. “Normalizar” a pessoa com deficiência. ( insiste em integrar as pessoas com necessidades

(
(

insiste em integrar as

pessoas com necessidades educacionais especiais no ensino

regular por meio de classes especiais

e atendimento especializado (

(LOCATELLI; VAGULA, 2009, p.24).

)”

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Educação inclusiva

)Educação inclusiva ( desloca o enfoque individual, centrado no aluno, para a escola, reconhecendo no seu

(
(

desloca o enfoque individual, centrado no aluno,

para a escola, reconhecendo no seu interior a diversidade de diferenças individuais, físicas, culturais

e sociais (

(LOCATELLI; VAGULA 2009,

p.24).

)”

A educação especial passa a ser inserida na educação geral. inserida na educação geral.

Modificações estruturais na escola e nova política educacional. escola e nova política educacional.

AtividadeEm alguma escola que vocês estudaram teve algum aluno com necessidade educacional especial? Comente sobre

Atividade Em alguma escola que vocês estudaram teve algum aluno com necessidade educacional especial? Comente sobre

Em alguma escola que vocês estudaram teve algum aluno com necessidade educacional especial? Comente sobre o processo de inclusão para esse aluno.

teve algum aluno com necessidade educacional especial? Comente sobre o processo de inclusão para esse aluno.
teve algum aluno com necessidade educacional especial? Comente sobre o processo de inclusão para esse aluno.

Inclusão

Conferência Mundial de Educação para Todos (1990) em Jontiem- Tailândia. em Jontiem- Tailândia.

Declaração de Salamanca (Conferência Mundial sobre Necessidades Educacionais Especiais, UNESCO, 1994) - a inclusão deveria ocorrer na escola independente das sobre Necessidades Educacionais Especiais, UNESCO, 1994) - a inclusão deveria ocorrer na escola independente das diferenças individuais; a educação é direito de todos. A escola deve adaptar-se.

Educação inclusiva

A educação inclusiva é somente para os alunos

A

educação inclusiva é somente para os alunos

com deficiência?

A proposta de educação inclusiva considera a

A

proposta de educação inclusiva considera a

educação um direito humano universal e defende

o reconhecimento e a

valorização das diferenças humanas na prática educativa (Ministério da Educação).

Vídeo

Caminhos para a inclusão

Vídeo Caminhos para a inclusão Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=GpLpGG9kiP0

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=GpLpGG9kiP0

Inclusão

Educação inclusiva: compromisso de garantir uma educação de qualidade para todos (MARCHESI, educação de qualidade para todos (MARCHESI,

2007).

Inclusão Educação inclusiva: compromisso de garantir uma educação de qualidade para todos (MARCHESI, 2007).

22/02/2016

( )
(
)

Inclusão

o ensino inclusivo é a prática da inclusão de

todos – independentemente de seu talento, deficiência, origem socioeconômica ou origem cultural- em escolas e salas de aula provedoras, onde

todas as necessidades dos alunos são satisfeitas.” (KARAGIANNIS, STAINBACK; STAINBACK, 1999,

p.21)

Alunos com necessidades educacionais especiais (NEE)

Alunos com necessidades educacionais especiais (NEE)

Perspectivas para a educação inclusiva

Acesso, permanência e sucesso escolar.Perspectivas para a educação inclusiva Professores qualificados. Atendimento Educacional Especializado: Conjunto de

Professores qualificados.educação inclusiva Acesso, permanência e sucesso escolar. Atendimento Educacional Especializado: Conjunto de

Atendimento Educacional Especializado: Conjunto de atividades, recursos de acessibilidade e pedagógicos. atividades, recursos de acessibilidade e pedagógicos.

de atividades, recursos de acessibilidade e pedagógicos. Fonte: http://atividadeparaeducacaoespecial.com/inclusao-

Fonte: http://atividadeparaeducacaoespecial.com/inclusao-

livros-e-guias-para-download-parte-2/

Alunos com necessidades educacionais especiais (NEE)

Deficiência: auditiva, visual, física e intelectual)Alunos com necessidades educacionais especiais (NEE) Transtornos Globais do Desenvolvimento: Síndrome de Rett; Síndrome

Transtornos Globais do Desenvolvimento:(NEE) Deficiência: auditiva, visual, física e intelectual) Síndrome de Rett; Síndrome de Asperger; Transtorno

Síndrome de Rett; Síndrome de Asperger; Transtorno Desintegrativo da Infância; Autismo.

Altas habilidades ou superdotação. superdotação.

AtividadeApresente algumas barreiras para inclusão de alunos com necessidades educacionais na escola.

Atividade Apresente algumas barreiras para inclusão de alunos com necessidades educacionais na escola.

Apresente algumas barreiras para inclusão de alunos com necessidades educacionais na escola.

Atividade Apresente algumas barreiras para inclusão de alunos com necessidades educacionais na escola.

Educação inclusiva

Educação inclusiva A inclusão não é uma ameaça, nem mesmo uma mera questão de terminologia. Ela
Educação inclusiva A inclusão não é uma ameaça, nem mesmo uma mera questão de terminologia. Ela

A inclusão não é uma ameaça, nem mesmo uma mera questão de terminologia. Ela é uma expressão linguística e física de um processo histórico que não se iniciou e nem terminará hoje. A inclusão não tem fim, devendo ser entendida dentro de um enfoque dinâmico, processual e sistêmico” (LOCATELLI; VAGULA, 2009, p.166).

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Referências

BRASIL. Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009. Disponível em: <http://www4.planalto.gov.br/legislacao>. , de 25 de agosto de 2009. Disponível em: <http://www4.planalto.gov.br/legislacao>.

BRASIL. Lei nº. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, n. 248, 23 dez. 1996.

KARAGIANNIS, A.; STAINBACK, W.; STAINBACK, S. Fundamentos do ensino inclusivo . In: Inclusão: Fundamentos do ensino inclusivo. In: Inclusão:

Um guia para educadores. Porto Alegre: Artmed, 1999.

Referências

LOCATELLI, A. C. D.; VAGULA, E. Fundamentos da educação especial . São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2009. v. 1. Fundamentos da educação especial. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2009. v. 1.

MARCHESI, A. Da linguagem da deficiência às escolas inclusivas . In: Desenvolvimento psicológico e educação: Da linguagem da deficiência às escolas inclusivas. In: Desenvolvimento psicológico e educação:

necessidades educacionais educativas especiais e aprendizagem escolar. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2007, v.3.

PESSOTTI, Isaías. Deficiência mental: da superstição à ciência. São Paulo: Edusp, 1984. Deficiência mental: da superstição à ciência. São Paulo: Edusp, 1984.

Processos Escolares de Inclusão

Aula 2

Políticas de Educação Especial

Relembrando a aula anterior

O processo histórico do reconhecimento da pessoa com deficiência como cidadã. pessoa com deficiência como cidadã.

A História da Educação Especial.Relembrando a aula anterior O processo histórico do reconhecimento da pessoa com deficiência como cidadã.

Atividade Por que estudar políticas de Educação Especial?

Atividade

Por que estudar políticas de Educação Especial?Atividade

Atividade Por que estudar políticas de Educação Especial?

Prof.ª Taísa Grasiela Gomes Liduenha Gonçalves

Doutora em Educação Especial Mestre em Educação Pedagoga

Processos escolares de inclusão

Processos escolares de inclusão Objetivos: Compreender sobre os documentos educacionais específicos da Educação

Objetivos:

Compreender sobre os documentos educacionais específicos da Educação Especial.

Adquirir subsídios teóricos sobre a Educação Especial. Especial.

Documentos internacionais

Conferência Mundial de Educação para Todos (1990),em Jomtein na Tailândia: inclusão dos marginalizados.

Conferência Mundial de Educação para Todos (1990),em Jomtein na Tailândia: inclusão dos marginalizados.

“A educação básica deve ser proporcionada a todas as crianças, jovens e adultos. Para tanto,

“A educação básica deve ser proporcionada a todas as crianças, jovens e adultos. Para tanto, é necessário universalizá-la e melhorar sua qualidade, bem como tomar medidas efetivas para reduzir as desigualdades”.

Documentos internacionais

Declaração de Salamanca (1994) fez referências sobre os princípios, políticas e práticas a respeito das necessidades educacionais especiais. educacionais especiais.

“(a respeito das necessidades educacionais especiais. )urgência de providenciar educação para as crianças,

)urgência

de providenciar educação para as crianças,

jovens e adultos com necessidades educacionais especiais dentro do sistema regular de ensino” (1994,p.1).

A Inclusão depende dos contextos: político e social; da escola e da sala de aula (MARCHESI, 2007).

A Inclusão depende dos contextos: político e social; da escola e da sala de aula (MARCHESI,

Políticas nacionais

Políticas nacionais Estatuto da Criança e do Adolescente- ECA (1990): Art. 53. A criança e o

Estatuto da Criança e do Adolescente- ECA (1990):

Art. 53. A criança e o adolescente têm direito à educação, visando ao pleno desenvolvimento de

sua pessoa (

condições para o acesso e

permanência na escola.

)

assegurando-lhes: igualdade de

Declaração de Salamanca

[ [

]

as escolas do ensino regular devem educar todos os

alunos, enfrentando a situação de exclusão escolar das crianças com deficiência, das que vivem nas ruas ou que trabalham, das superdotadas, em desvantagem social, e das que apresentam diferenças linguísticas, étnicas ou culturais”. (1994, p.17-18)

Políticas nacionais

Políticas nacionais Constituição Federal (1988): “educação básica obrigatória e gratuita dos 4 (quatro) aos 17

Constituição Federal (1988):

“educação básica obrigatória e gratuita dos 4 (quatro) aos 17 (dezessete) anos de idade for assegurada inclusive sua oferta gratuita para todos os que a ela não tiveram acesso na idade própria” (BRASIL, 2009).

Vídeo

A importância da inclusão

Vídeo A importância da inclusão Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=T5E_8ct- JEA

Fonte:

https://www.youtube.com/watch?v=T5E_8ct-

JEA

Políticas nacionais

Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional- LDBENPolíticas nacionais (1996): Art. 58: “entende-se por Educação Especial, para os efeitos desta Lei, a modalidade

(1996):

Art. 58: “entende-se por Educação Especial, para os efeitos desta Lei, a modalidade de educação escolar, oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para desta Lei, a modalidade de educação escolar, oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos portadores de necessidades especiais.”

Políticas nacionais

Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional- LDBENPolíticas nacionais (1996): § 1º Haverá, quando necessário, serviços de apoio especializado, na escola regular,

(1996):

§ 1º Haverá, quando necessário, serviços de apoio especializado, na escola regular, para atender às peculiaridades 1º Haverá, quando necessário, serviços de apoio especializado, na escola regular, para atender às peculiaridades da clientela de educação especial.

§ 3º A oferta de educação especial, dever constitucional do Estado, tem início na faixa etária 3º A oferta de educação especial, dever constitucional do Estado, tem início na faixa etária de zero a seis anos, durante a educação infantil.

Vídeo

Inclusão nas escolas

Vídeo Inclusão nas escolas Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=T5E_8ct- JEA

Fonte:

https://www.youtube.com/watch?v=T5E_8ct-

JEA

 

Políticas nacionais

Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional- LDBEN (1996) assegura:

Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional- LDBEN (1996) assegura:

Currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específicos, para atender às suas necessidades; necessidades;

Terminalidade/ aceleração;específicos, para atender às suas necessidades; Professores com especialização.   Políticas

Professores com especialização.atender às suas necessidades; Terminalidade/ aceleração;   Políticas nacionais Lei de Diretrizes e Bases da

 

Políticas nacionais

Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional- LDBEN

Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional- LDBEN

 

(1996):

 
  § 2º O atendimento educacional será feito em classes, escolas ou serviços especializados, sempre que,

§ 2º O atendimento educacional será feito em classes, escolas ou serviços especializados, sempre que, em função das condições específicas dos alunos, não for possível a sua integração nas classes comuns de ensino regular.

Atividade Converse com seu colega e aponte exemplos de recursos educativos e de acessibilidade para

Atividade

Atividade Converse com seu colega e aponte exemplos de recursos educativos e de acessibilidade para atender

Converse com seu colega e aponte exemplos de recursos educativos e de acessibilidade para atender alunos com necessidades educacionais especiais.

Há alguma dúvida sobre o conteúdo? conteúdo?

e de acessibilidade para atender alunos com necessidades educacionais especiais. Há alguma dúvida sobre o conteúdo?

“Deve buscar conhecimentos sobre a gestão de sistema educacional inclusivo, conhecer sobre as necessidades de acessibilidades arquitetônicas, projetos com outras áreas e a promoção de ações que envolvam assistência social, trabalho e justiça” (LOCATELLI, VAGULA, 2009, p.165).

e a promoção de ações que envolvam assistência social, trabalho e justiça” (LOCATELLI, VAGULA, 2009, p.165).

Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008):

“A educação especial é uma modalidade de ensino que perpassa todos os níveis, etapas e modalidades, realiza o atendimento educacional especializado, disponibiliza os recursos e serviços e orienta quanto a sua utilização no processo de ensino e aprendizagem nas turmas comuns do ensino regular” (p.10).Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008):

Decreto nº 7.611 (2011) que dispõe sobre a educação especial e sobre o AEE

Conjunto de atividades, recursos de acessibilidade e pedagógicos organizados institucional e continuamente, prestado das seguintes formas: pedagógicos organizados institucional e continuamente, prestado das seguintes formas:

Complementar (estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento) com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento)

Suplementar (altas habilidades /superdotação). /superdotação).

Políticas nacionais

Resolução CNE/CEB nº 2/2001 -Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica: a Educação Especial na Educação Básica:

Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica: “Os sistemas de ensino devem matricular todos os

“Os sistemas de ensino devem matricular todos os alunos, cabendo às escolas organizar-se para o atendimento aos educandos com necessidades educacionais especiais, assegurando as condições necessárias para uma educação de qualidade para todos” (p.1).

Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008):

A interface da educação especial na educação indígena, do campo e quilombola deve assegurar que os recursos, serviços e atendimento educacional especializado estejam do campo e quilombola deve assegurar que os recursos, serviços e atendimento educacional especializado estejam presentes nos projetos pedagógicos construídos com base nas diferenças socioculturais desses grupos. (Brasil, 2008, p. 17)

nos projetos pedagógicos construídos com base nas diferenças socioculturais desses grupos. (Brasil, 2008, p. 17) 4
 

Atendimento Educacional Especializado (AEE)

I - prover condições de acesso, participação e

I

- prover condições de acesso, participação e

aprendizagem no ensino regular e garantir serviços de apoio especializados de acordo com as necessidades individuais dos estudantes;

II - garantir a transversalidade

II

- garantir a transversalidade

das ações da educação especial

no ensino regular;

 

Atendimento Educacional Especializado (AEE)

As salas de recursos multifuncionais são ambientes dotados de equipamentos, mobiliários e materiais didáticos e

As salas de recursos multifuncionais são ambientes dotados de equipamentos, mobiliários e materiais didáticos e pedagógicos para a oferta do AEE.

e materiais didáticos e pedagógicos para a oferta do AEE. http://www.botucatu.sp.gov.br/includes/mostr

http://www.botucatu.sp.gov.br/includes/mostr

a_noticias.asp?ID=11046&Pagina=

Plano Nacional de Educação (PNE)- Lei nº 13.005 (BRASIL, 2014)

“Universalizar, para a população de 4 a 17 anos, o atendimento escolar aos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou atendimento escolar aos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação na rede regular de ensino” (p. 6).

Atendimento Educacional Especializado (AEE)

III - fomentar o desenvolvimento de recursos didáticos

III

- fomentar o desenvolvimento de recursos didáticos

pedagógicos que eliminem as barreiras no processo de ensino e aprendizagem; e

e

IV - assegurar condições para

IV

- assegurar condições para

a continuidade de estudos nos

demais níveis, etapas e modalidades de ensino.

Vídeo

Inclusão em diferentes escolas

Vídeo Inclusão em diferentes escolas Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=T5E_8ct- JEA

Fonte:

https://www.youtube.com/watch?v=T5E_8ct-

JEA

Plano Nacional de Educação (PNE), aprovado na Lei nº 13.005 (BRASIL, 2014)

“Implantar, ao longo desse PNE, salas de recursos multifuncionais e fomentar a formação continuada de professores e professoras para o atendimento educacional multifuncionais e fomentar a formação continuada de professores e professoras para o atendimento educacional especializado complementar, nas escolas urbanas e rurais” p. 6).

Atividade As escolas são obrigadas a oferecer vagas para alunos com deficiência? Elas precisam de

Atividade

As escolas são obrigadas a oferecer vagas para alunos com deficiência? Elas precisam de alguma licença para oferecer essas vagas? alunos com deficiência? Elas precisam de alguma licença para oferecer essas vagas?

obrigadas a oferecer vagas para alunos com deficiência? Elas precisam de alguma licença para oferecer essas

Referências

BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil; 1988. Brasília: Centro Gráfico do Senado Federal, 1988. 1988. Brasília: Centro Gráfico do Senado Federal, 1988.

Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Lei de diretrizes e Bases da Educação. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Lei de diretrizes e Bases da Educação.

Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Brasília. Ministério da Educação. Brasília, janeiro de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Brasília. Ministério da Educação. Brasília, janeiro de 2008.

Referências

Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação, e outras 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação, e outras providências. Lex. Brasília, DF, 2014a. Disponível em:

<http://www.planalto.gov.br>. Acesso em: 13 ago. 2014.

LOCATELLI, A. C. D.; VAGULA, E. Fundamentos da educação especial . São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2009. v. 1. Fundamentos da educação especial. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2009. v. 1.

Orientações do MEC

Não há necessidade de licença da Secretaria de Educação.Orientações do MEC Constituição Federal, determina no Art. 205 que a educação é direito de todos.

Constituição Federal, determina no Art. 205 que a educação é direito de todos. educação é direito de todos.

Qualquer escola, pública ou particular, que negar matrícula a um aluno com deficiência comete crime punível com reclusão de 1 (um) a matrícula a um aluno com deficiência comete crime punível com reclusão de 1 (um) a 4 (quatro) anos (Art. 8º da Lei nº 7.853/89).

Referências

BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica. Parecer CNE/CEB n.017/2001. MEC/ SEESP, Educação. Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica. Parecer CNE/CEB n.017/2001. MEC/ SEESP, Brasília, 2001.

BRASIL. Decreto nº 7.611, de 17 de novembro de 2011. Dispõe sobre a educação especial, o atendimento educacional especializado e dá de novembro de 2011. Dispõe sobre a educação especial, o atendimento educacional especializado e dá outras providências. Casa Civil; Subchefia para Assuntos Jurídicos, Brasília, DF, nov., 2011.

Referências

MARCHESI, A. Da linguagem da deficiência às escolas inclusivas . In: Desenvolvimento psicológico e educação: necessidades ed Da linguagem da deficiência às escolas inclusivas. In: Desenvolvimento psicológico e educação: necessidades educacionais educativas especiais e aprendizagem escolar. 2 ed. Porto Alegre:

Artmed, 2007, v.3.

Referências

UNESCO. Coordenadoria Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiênci a (CORDE). Declaração de Salamanca de princípios, política e prática para Pessoa Portadora de Deficiência (CORDE). Declaração de Salamanca de princípios, política e prática para as necessidades educativas especiais. Brasília: CORDE, 1994.

Declaração mundial sobre educação para todos. Plano de ação para satisfazer as necessidades básicas de aprendizagem. Tailândia, 1990. educação para todos. Plano de ação para satisfazer as necessidades básicas de aprendizagem. Tailândia, 1990.

Processos Escolares de Inclusão

Aula 3

Alunos com Necessidades Educacionais Especiais

Relembrando a aula anterior

Documentos internacionais.Relembrando a aula anterior Políticas de Educação Especial.

Políticas de Educação Especial.Relembrando a aula anterior Documentos internacionais.

Atividade Qual a importância de conhecer as especificidades dos alunos com necessidades educacionais especiais?

Atividade

Qual a importância de conhecer as especificidades dos alunos com necessidades educacionais especiais? dos alunos com necessidades educacionais especiais?

Atividade Qual a importância de conhecer as especificidades dos alunos com necessidades educacionais especiais?

Prof.ª Taísa Grasiela Gomes Liduenha Gonçalves

Doutora em Educação Especial Mestre em Educação Pedagoga

Processos escolares de inclusão

Processos escolares de inclusão Objetivo: Caracterizar os alunos com deficiência em função de suas necessidades

Objetivo:

Caracterizar os alunos com deficiência em função de suas necessidades educativas especiais.

Pessoas com deficiência

“aquelas que têm impedimentos de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, os quais, em interação com diversas barreiras, podem obstruir natureza física, mental, intelectual ou sensorial, os quais, em interação com diversas barreiras, podem obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdades de condições com as demais pessoas”. (BRASIL, 2009)

Quem são os alunos com necessidades educacionais especiais?

Deficiência: auditiva, visual, física e intelectual)Quem são os alunos com necessidades educacionais especiais? Transtornos Globais do Desenvolvimento: Síndrome de Rett;

Transtornos Globais do Desenvolvimento: Síndrome de Rett; Síndrome de Asperger; Transtorno Desintegrativo da Infância; Autismo. de Rett; Síndrome de Asperger; Transtorno Desintegrativo da Infância; Autismo.

Altas habilidades ou superdotação. superdotação.

Deficiência visual: Baixa visão

acuidade visual entre 0,3 e 0,05 no melhor olho, com a melhor correção óptica. com a melhor correção óptica.

Estas pessoas podem, eventualmente, ter a visão melhorada por meio de técnicas e auxílios especiais, como o uso de lentes, óculos, tratamentos melhorada por meio de técnicas e auxílios especiais, como o uso de lentes, óculos, tratamentos e cirurgias (BRASIL, 2014).

lentes, óculos, tratamentos e cirurgias (BRASIL, 2014). “É muito difícil avançar no sentido das escolas
“É muito difícil avançar no sentido das escolas inclusivas se os professores em seu conjunto,

“É muito difícil avançar no sentido das escolas inclusivas se os professores em seu conjunto, e não apenas os professores especialistas em educação especial não adquirem uma competência suficiente para ensinar a todos os alunos” (MARCHESI,2007, p.44).

para ensinar a todos os alunos” (MARCHESI,2007, p.44). Fonte da imagem

Fonte da imagem

http://edmarciuscarvalho.blogspot.com.br/2011/0

6/pensando-educacao-especial-por-meio-de.html

Deficiência visual: Cegueira

A acuidade visual é igual ou menor que 0,05 no melhor olho, com a melhor correção óptica. Ausência total de visão até a perda da melhor olho, com a melhor correção óptica. Ausência total de visão até a perda da percepção luminosa, tendo como principal meio de leitura e escrita o sistema Braille (BRASIL, 2014).

meio de leitura e escrita o sistema Braille (BRASIL, 2014). http://www.uselessdaily.com/history/whats-the-

http://www.uselessdaily.com/history/whats-the-

origins-of-braille-system/

Deficiência auditiva

Perda bilateral, parcial ou total, 41 decibéis (dB) ou mais, aferida por audiograma nas frequências de 500Hz, 1.000Hz, 2.000Hz e 3.000Hz (BRASIL, 2014). mais, aferida por audiograma nas frequências de 500Hz, 1.000Hz, 2.000Hz e 3.000Hz (BRASIL, 2014).

Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS)nas frequências de 500Hz, 1.000Hz, 2.000Hz e 3.000Hz (BRASIL, 2014). Uso de aparelho auditivo (perda auditiva)

Uso de aparelho auditivo (perda auditiva) (perda auditiva)

Vídeo

Deficiência auditiva

Vídeo Deficiência auditiva Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=DswRVj5 Qa9E

Fonte:

https://www.youtube.com/watch?v=DswRVj5

Qa9E

Deficiência física

Deficiência física Fonte: http://avidanaoparacomeca.blogspot.com.br/20 11/09/o-que-e-deficiencia-motora.html

Fonte:

http://avidanaoparacomeca.blogspot.com.br/20

11/09/o-que-e-deficiencia-motora.html

Deficiência intelectual

Deficiência intelectual Funcionamento intelectual significativamente inferior à média, com manifestação antes dos

Funcionamento intelectual significativamente inferior à

média, com manifestação antes dos dezoito anos e limitações associadas a duas ou mais áreas de habilidades adaptativas (BRASIL, 2004).

“alude a limitações muito generalizadas em capacidades ou aptidões da pessoa, relativas a processos básicos de pensamento, de conhecimento e/ou de

aprendizagem (

(FIERRO, 2007, p.196).

(

)

)”

Deficiência física

alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano, acarretando o comprometimento da função física, apresentando-se sob a forma de: paraplegia, do corpo humano, acarretando o comprometimento da função física, apresentando-se sob a forma de: paraplegia, paraparesia, monoplegia, monoparesia, tetraplegia, tetraparesia, triplegia, triparesia, hemiplegia, hemiparesia, ostomia, amputação ou ausência de membro, paralisia cerebral, nanismo, membros com deformidade congênita ou adquirida (BRASIL, 2014).

Fonte da imagem: http://www.gestaoescolar.diaadia.pr.gov.br/ modules/galeria/detalhe.php?foto=271&eve nto=12

Fonte da imagem:

http://www.gestaoescolar.diaadia.pr.gov.br/

modules/galeria/detalhe.php?foto=271&eve

nto=12

Síndrome de Down

Olhos amendoados, maior propensão ao desenvolvimento de algumas doenças, hipotonia muscular. são ao desenvolvimento de algumas doenças, hipotonia muscular.

Débora de Araújo Seabra de Moura, 32, primeira professora com síndrome de Down. ura, 32, primeira professora com síndrome de Down.

de Mo ura, 32, primeira professora com síndrome de Down. Fonte: http://educacao.uol.com.br/noticias/2013/09/0

Fonte:

http://educacao.uol.com.br/noticias/2013/09/0

8/professora-com-sindrome-de-down-lanca-

livro-de-fabulas-no-rn.htm

Atividade Você, futuro pedagogo (a), tem um aluno com deficiência múltipla (surdo cegueira) em sua

Atividade

Você, futuro pedagogo (a), tem um aluno com deficiência múltipla (surdo cegueira) em sua sala de aula. múltipla (surdo cegueira) em sua sala de aula.

Você acha que é possível ensinar um aluno com essa deficiência múltipla? deficiência múltipla?

De que maneira poderá interagir com esse aluno? com esse aluno?

acha que é possível ensinar um aluno com essa deficiência múltipla? De que maneira poderá interagir

Vídeo

Surdocegueira

Vídeo Surdocegueira Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=VhAKccD 1VVk

Fonte:

https://www.youtube.com/watch?v=VhAKccD

1VVk

Autismo

Pode haver atraso ou ausência do desenvolvimento da linguagem. do desenvolvimento da linguagem.

Pode haver uso estereotipado e repetitivo ou uma linguagem idiossincrática. idiossincrática.

Dificuldade na interação social.e repetitivo ou uma linguagem idiossincrática. Repertório restrito de interesses e atividades. Interesse

Repertório restrito de interesses e atividades.idiossincrática. Dificuldade na interação social. Interesse por rotinas e rituais não funcionais (BRASIL,

Interesse por rotinas e rituais não funcionais (BRASIL, 2010).social. Repertório restrito de interesses e atividades. Fonte da imagem:

por rotinas e rituais não funcionais (BRASIL, 2010). Fonte da imagem:

Fonte da imagem:

http://drauziovarella.com.br/crianca-2/autismo/

Deficiência múltipla

É a associação, no mesmo indivíduo, de duas ou mais deficiências (BRASIL, 2004).Deficiência múltipla Não há barreiras que o ser humano não possa transpor.” Helen Keller (1880-1968) Helen

indivíduo, de duas ou mais deficiências (BRASIL, 2004). Não há barreiras que o ser humano não

Não há barreiras que o ser humano não possa transpor.” Helen Kellerindivíduo, de duas ou mais deficiências (BRASIL, 2004). (1880-1968) Helen e sua professora Anne Sullivan Fonte

(1880-1968)

ser humano não possa transpor.” Helen Keller (1880-1968) Helen e sua professora Anne Sullivan Fonte da

Helen e sua professora Anne Sullivan Fonte da imagem:

http://www.bbc.com/portuguese/noticias/

2015/08/150824_helen_keller_fd

Transtornos globais do desenvolvimento

Alterações qualitativas das interações sociais recíprocas e na comunicação, um repertório de interesses e atividades restrito, estereotipado e repetitivo (BRASIL, 2010). Autismo; Síndrome de Rett; Síndrome de Asperger; Transtorno Desintegrativo da Infância.

repetitivo (BRASIL, 2010). Autismo; Síndrome de Rett; Síndrome de Asperger; Transtorno Desintegrativo da Infância.
repetitivo (BRASIL, 2010). Autismo; Síndrome de Rett; Síndrome de Asperger; Transtorno Desintegrativo da Infância.
repetitivo (BRASIL, 2010). Autismo; Síndrome de Rett; Síndrome de Asperger; Transtorno Desintegrativo da Infância.
repetitivo (BRASIL, 2010). Autismo; Síndrome de Rett; Síndrome de Asperger; Transtorno Desintegrativo da Infância.
repetitivo (BRASIL, 2010). Autismo; Síndrome de Rett; Síndrome de Asperger; Transtorno Desintegrativo da Infância.

Síndrome de Rett

Transtorno de ordem neurológica e de caráter progressivo (BRASIL, de caráter progressivo (BRASIL,

2010).

Geralmente são meninas (RIVIÈRE, 2007)ordem neurológica e de caráter progressivo (BRASIL, 2010). http://rettportugal.blogspot.com.br/p/sin drome-de-rett.html

(BRASIL, 2010). Geralmente são meninas (RIVIÈRE, 2007) http://rettportugal.blogspot.com.br/p/sin drome-de-rett.html
(BRASIL, 2010). Geralmente são meninas (RIVIÈRE, 2007) http://rettportugal.blogspot.com.br/p/sin drome-de-rett.html

http://rettportugal.blogspot.com.br/p/sin

drome-de-rett.html

Síndrome de Rett

É preciso criar estratégias para que os alunos com Síndrome de Rett possam aprender.Síndrome de Rett O principal é estabelecer sistemas de comunicação que ajudem a criança - como

O principal é estabelecer sistemas de comunicação que ajudem a criança - como placas com desenhos e palavras, para que ela possa indicar ajudem a criança - como placas com desenhos e palavras, para que ela possa indicar o que deseja.

Respeite o tempo de aprendizagem de cada criança e conte com a ajuda do Atendimento Educacional Especializado (AEE). aprendizagem de cada criança e conte com a ajuda do Atendimento Educacional Especializado (AEE).

Síndrome de Asperger

As recomendações são semelhantes às do autismo.Síndrome de Asperger Converse com ele de maneira clara e objetiva e apresente as atividades visualmente,

Converse com ele de maneira clara e objetiva e apresente as atividades visualmente, para evitar ruídos na compreensão do que deve ser feito.Asperger As recomendações são semelhantes às do autismo. Explore alguns temas de interesse do aluno para

Explore alguns temas de interesse do aluno para abordar novos assuntos, ligados às expectativas de aprendizagem (BRASIL, 2010). interesse do aluno para abordar novos assuntos, ligados às expectativas de aprendizagem (BRASIL, 2010).

Transtorno desintegrativo da infância

Perda de funções e capacidades anteriormente adquiridas pela criança (BRASIL, 2010). pela criança (BRASIL, 2010).

Acarreta alterações qualitativas na capacidade para relações sociais, jogos ou habilidades motoras, linguagem, comunicação verbal e não verbal, com comportamentos relações sociais, jogos ou habilidades motoras, linguagem, comunicação verbal e não verbal, com comportamentos estereotipados e instabilidade emocional.

Síndrome de Asperger

Prejuízo persistente na interação social;Síndrome de Asperger Desenvolvimento de padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses e atividades.

Desenvolvimento de padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses e atividades. restritos e repetitivos de comportamento, interesses e atividades.

Atrasos motores ou falta de destreza motora;e repetitivos de comportamento, interesses e atividades. Podem não existir atrasos clinicamente significativos no

Podem não existir atrasos clinicamente significativos no desenvolvimento cognitivo, na linguagem, nas habilidades de autoajuda apropriadas à idade clinicamente significativos no desenvolvimento cognitivo, na linguagem, nas habilidades de autoajuda apropriadas à idade (BRASIL, 2010).

Vídeo

Síndrome de Asperger

Vídeo Síndrome de Asperger Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=gGXoEyd _OPU

Fonte:

https://www.youtube.com/watch?v=gGXoEyd

_OPU

Atividade Simule a situação: Você, futuro pedagogo (a), terá um aluno com altas habilidades em

Atividade

Simule a situação: Você, futuro pedagogo (a), terá um aluno com altas habilidades em sua sala de aula. Qual é a sua visão preliminar sobre esse aluno? aluno?

pedagogo (a), terá um aluno com altas habilidades em sua sala de aula. Qual é a

Altas habilidades/superdotação

Notável desempenho e elevada potencialidade em qualquer dos seguintes aspectos isolados ou combinados: qualquer dos seguintes aspectos isolados ou combinados:

Capacidade intelectual geral;em qualquer dos seguintes aspectos isolados ou combinados: Aptidão acadêmica específica; Pensamento criativo ou

Aptidão acadêmica específica;isolados ou combinados: Capacidade intelectual geral; Pensamento criativo ou produtivo; Capacidade de liderança;

Pensamento criativo ou produtivo; produtivo;

Capacidade de liderança;Aptidão acadêmica específica; Pensamento criativo ou produtivo; Talento especial para artes; Capacidade psicomotora.

Talento especial para artes;Aptidão acadêmica específica; Pensamento criativo ou produtivo; Capacidade de liderança; Capacidade psicomotora.

Capacidade psicomotora.Aptidão acadêmica específica; Pensamento criativo ou produtivo; Capacidade de liderança; Talento especial para artes;

Referências

BRASIL, MEC/SEESP. Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar : transtornos globais do desenvolvimento, 2010. Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar : transtornos globais do desenvolvimento, 2010.

BRASIL. Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009. Promulga a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo. Promulga a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo. Disponível em: <http://www4. planalto.gov.br/ legislacao>.

Referências

FIERRO, A. Os alunos com deficiência mental. In:Desenvolvimento psicológico e educação: necessidades educacionais educativas Os alunos com deficiência mental. In:Desenvolvimento psicológico e educação: necessidades educacionais educativas especiais e aprendizagem escolar. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2007, v.3.

RIVIÈRE, A. O autismo e os transtornos globais do desenvolvimento. In: O autismo e os transtornos globais do desenvolvimento. In:

Desenvolvimento psicológico e educação: necessidades educacionais educativas especiais e aprendizagem escolar. 2 ed. Porto Alegre:

Artmed, 2007, v.3.

Autor: Ricardo Ferraz.

Autor: Ricardo Ferraz.

Referências

BRASIL. Legislação brasileira sobre pessoas portadoras de deficiência. Brasília: Câmara dos Deputados, 2004. sobre pessoas portadoras de deficiência. Brasília: Câmara dos Deputados, 2004.

BRASIL. Ministério da Educação. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP. Caderno de instruções – 2014 . Disponível Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP. Caderno de instruções – 2014. Disponível em: <http://portal.

inep.gov.br/basica-censo-

escolar-questionarios>. Acesso em:03 jan. 2016.

Processos Escolares de Inclusão

Aula 4

Adaptações Curriculares

Relembrando a aula anterior

Relembrando a aula anterior Alunos com necessidades educacionais especiais: Deficiência: auditiva, visual, física e

Alunos com necessidades educacionais especiais:

Deficiência: auditiva, visual, física e intelectual); Transtornos Globais do Desenvolvimento:

Síndrome de Rett; Síndrome de Asperger; Transtorno Desintegrativo da Infância; Autismo;

Altas habilidades ou superdotação. superdotação.

Atividade Em alguma escola que vocês estudaram teve aluno com necessidade educacional especial? A escola

AtividadeEm alguma escola que vocês estudaram teve aluno com necessidade educacional especial? A escola realizou

Em alguma escola que vocês estudaram teve aluno com necessidade educacional especial? A escola realizou alguma adaptação para o aluno com necessidade educacional especial? Qual (quais)?

especial? A escola realizou alguma adaptação para o aluno com necessidade educacional especial? Qual (quais)?
especial? A escola realizou alguma adaptação para o aluno com necessidade educacional especial? Qual (quais)?
especial? A escola realizou alguma adaptação para o aluno com necessidade educacional especial? Qual (quais)?
especial? A escola realizou alguma adaptação para o aluno com necessidade educacional especial? Qual (quais)?
especial? A escola realizou alguma adaptação para o aluno com necessidade educacional especial? Qual (quais)?
especial? A escola realizou alguma adaptação para o aluno com necessidade educacional especial? Qual (quais)?

Prof a . Taísa Grasiela Gomes Liduenha Gonçalves

Doutora em Educação Especial Mestre em Educação Pedagoga

Processos escolares de inclusão

Processos escolares de inclusão Objetivo: Compreender as adaptações curriculares.

Objetivo:

Compreender as adaptações curriculares.

Objetivo: Compreender as adaptações curriculares. http://edmarciuscarvalho.blogspot.com.br/2

http://edmarciuscarvalho.blogspot.com.br/2

011/03/educacao-especial-e-inclusiva.html

Adaptações curriculares

Ajuste ou modificação no currículo com o objetivo de promover o desenvolvimento e aprendizado dos alunos com necessidades educacionais especiais.Adaptações curriculares O processo de organização de uma adaptação curricular: A real necessidade do aluno; A

O processo de organização de uma adaptação curricular: A real necessidade do aluno; A relação entre o nível de competência curricular do aluno e a resposta curricular. O caráter processual do desenvolvimento nível de competência curricular do aluno e a resposta curricular. O caráter processual do desenvolvimento humano e da aprendizagem.

(LOCATELLI; VAGULA, 2009)

Adaptações curriculares

Grande porte: compreendem ações que são de responsabilidade de instâncias político- administrativas superiores, já que exigem modificações que envolvem ações responsabilidade de instâncias político- administrativas superiores, já que exigem modificações que envolvem ações de natureza política, administrativa, financeira, burocrática, entre outras. Ou seja, estão além da competência do professor.

Adaptações curriculares

Pequeno porte: Modificações promovidas no currículo, pelo professor, de forma a permitir e promover a participação produtiva dos alunos. currículo, pelo professor, de forma a permitir e promover a participação produtiva dos alunos.

permitir e promover a participação produtiva dos alunos. http://www.dominiopublico.gov.br/ download/texto/me000448.pdf

http://www.dominiopublico.gov.br/

download/texto/me000448.pdf

Adaptação de objetivos

Ajustes que o professor pode fazer nos objetivos pedagógicos constantes de seu plano de ensino de forma a adequá-los às características e condições pedagógicos constantes de seu plano de ensino de forma a adequá-los às características e condições do aluno com NEE.

O professor pode priorizar determinados objetivos para um aluno com necessidades educacionais. determinados objetivos para um aluno com necessidades educacionais.

(BRASIL, 2000)

Compartilhar com o aluno a meta da atividade. meta da atividade.

(MARTÍN, 2007)

Adaptações curriculares

As adaptações curriculares de grande porte são realizadas, principalmente, no nível do projeto político-pedagógico elaborado pela escola. A renovação da prática realizadas, principalmente, no nível do projeto político-pedagógico elaborado pela escola. A renovação da prática pedagógica deve ter início na elaboração de um projeto político-pedagógico, contando com a participação de gestores, professores, profissionais, funcionários, familiares e alunos, tendo por objetivo transformar a escola.

Vídeo

Adaptações para os Alunos com Deficiência Visual

Vídeo Adaptações para os Alunos com Deficiência Visual Fonte: www.youtube.com/watch?v=amMXBbCK34Y

Fonte: www.youtube.com/watch?v=amMXBbCK34Y

Adaptação de conteúdos

Os tipos de adaptações de conteúdos podem ser a priorização de tipos conteúdos, a priorização de áreas ou unidades de conteúdos, a reformulação da priorização de tipos conteúdos, a priorização de áreas ou unidades de conteúdos, a reformulação da sequência de conteúdos, ou ainda a eliminação de conteúdos secundários, acompanhando as adaptações propostas para os objetivos educacionais.

(
(

(BRASIL, 2010)

)

é necessário comprovar

os conhecimentos prévios do aluno e trabalhar os conteúdos de que o aluno não dispõe”

(MARTÍN, 2007, p.323)

Adaptação do método de ensino e da organização didática

Adaptar o método de ensino às necessidade de cada aluno é na realidade um procedimento fundamental. aluno é na realidade um procedimento fundamental.

O aluno com NEE pode participar desta atividade da mesma maneira que os outros? mesma maneira que os outros?

(JORGENSEN, 2007)

Atividades alternativas.aluno com NEE pode participar desta atividade da mesma maneira que os outros? (JORGENSEN, 2007) Adaptação

Adaptação de materiais.aluno com NEE pode participar desta atividade da mesma maneira que os outros? (JORGENSEN, 2007) Atividades

Adaptação na temporalidade do processo de ensino e aprendizagem

Aumentar ou diminuir o tempo previsto para alcançar os objetivos.

Aumentar ou diminuir o tempo previsto para alcançar os objetivos.

O professor precisa estar

O

professor precisa estar

atento ao seu aluno.

O professor precisa usar a

O

professor precisa usar a

criatividade.

 

Alunos com deficiência auditiva

Posicionar o aluno na sala de aula;

Posicionar o aluno na sala de aula;

Utilizar a escrita e outros materiais visuais;

Utilizar a escrita e outros materiais visuais;

Utilizar textos escritos complementados com elementos que favoreçam sua compreensão: linguagem gestual, LIBRAS;

Utilizar textos escritos complementados com elementos que favoreçam sua compreensão: linguagem gestual, LIBRAS;

Utilizar os recursos e materiais adaptados disponíveis.

Utilizar os recursos e materiais adaptados disponíveis.

Adaptação do processo de avaliação

Utilizar diferentes procedimentos de avaliação.Adaptação do processo de avaliação Avaliação contínua.

Avaliação contínua.Adaptação do processo de avaliação Utilizar diferentes procedimentos de avaliação.

Adaptação do processo de avaliação Utilizar diferentes procedimentos de avaliação. Avaliação contínua.

Necessidades educacionais especiais e adaptações específicas

Necessidades educacionais especiais e adaptações específicas

Alunos com deficiência auditiva

Material visual;Alunos com defi ciência auditiva Softwares Educativo. Linguagem gestual;

SoftwaresAlunos com defi ciência auditiva Material visual; Educativo. Linguagem gestual;

Educativo.Alunos com defi ciência auditiva Material visual; Softwares Linguagem gestual;

Linguagem gestual;Alunos com defi ciência auditiva Material visual; Softwares Educativo.

Alunos com defi ciência auditiva Material visual; Softwares Educativo. Linguagem gestual;

Vídeo

Alunos com Deficiência Auditiva

Vídeo Alunos com Deficiência Auditiva Fonte: centraldemidia.mec.gov.br/index.php?option

Fonte: centraldemidia.mec.gov.br/index.php?option

=com_hwdmediashare&view=mediaitem&id=9324:3-

orquestra-de-sinais&Itemid=484?&filter_mediaType=4

Alunos com deficiência visual http://www.bengala legal.com/soroban Soroban Bola com guizo
Alunos com deficiência visual
http://www.bengala
legal.com/soroban
Soroban
Bola com guizo
http://cemespi.blogspot.com.br/
2014/10/estimulacao-
sensorial-bola-texturizada.html
http://mundoeducacao.bol.
uol.com.br/fisica/lupa-ou-
microscopio-simples.htm
Lupa
Atividade Descrevam exemplos que você consideram adaptações curriculares de pequeno porte para alunos com baixa

AtividadeDescrevam exemplos que você consideram adaptações curriculares de pequeno porte para alunos com baixa visão?

Atividade Descrevam exemplos que você consideram adaptações curriculares de pequeno porte para alunos com baixa

Descrevam exemplos que você consideram adaptações curriculares de pequeno porte para alunos com baixa visão?

Descrevam exemplos que você consideram adaptações curriculares de pequeno porte para alunos com baixa visão?

Alunos com deficiência visual

Posicionar o aluno na sala de aula;Alunos com deficiência visual Dispor o mobiliário da sala de aula; Explicar verbalmente sobre todo o

Dispor o mobiliário da sala de aula;com deficiência visual Posicionar o aluno na sala de aula; Explicar verbalmente sobre todo o material

Explicar verbalmente sobre todo o material abordado em sala de aula;aluno na sala de aula; Dispor o mobiliário da sala de aula; Oferecer suporte físico, verbal

Oferecer suporte físico, verbal e instrucional para a locomoção do aluno; verbal e instrucional para a locomoção do aluno;

utilizar os recursos e materiais adaptados disponíveis. materiais adaptados disponíveis.

utilizar os recursos e materiais adaptados disponíveis. Alunos com defici ência intelectual Posicionar o aluno

Alunos com deficiência intelectual

Posicionar o aluno de forma que possa obter a atenção do professor; atenção do professor;

estimular o desenvolvimento de habilidades de comunicação interpessoal; nto de habilidades de comunicação interpessoal;

encorajar a ocorrência de interações e o estabelecimento de relações com o ambiente físico e social. interações e o estabelecimento de relações com o ambiente físico e social.

Alunos com deficiência intelectual

estimular o desenvolvimento de habilidades de autocuidado; nto de habilidades de autocuidado;

estimular a atenção do aluno para as atividades escolares; escolares;

estimular a construção de crescente autonomia do aluno; crescente autonomia do aluno;

ensinar a pedir as informações de que necessita. informações de que necessita.

ensinar a pedir as informações de que necessita. Ajustes que cabem ao professor realizar: Atuar para

Ajustes que cabem ao professor realizar:

Atuar para a aquisição dos equipamentos e recursos materiais específicos necessários; recursos materiais específicos necessários;

Adaptar materiais de uso comum em sala de aula;e recursos materiais específicos necessários; Adotar sistemas alternativos de comunicação; Favorecer a

Adotar sistemas alternativos de comunicação; de comunicação;

Favorecer a eliminação de sentimentos de inferioridade, de menos valia, ou de fracasso. sentimentos de inferioridade, de menos valia, ou de fracasso.

Atividade Os alunos com necessidades educacionais podem ajudar os professores a desenvolverem as adaptações

Atividade

Os alunos com necessidades educacionais podem ajudar os professores a desenvolverem as adaptações curriculares? De que maneira? ajudar os professores a desenvolverem as adaptações curriculares? De que maneira?

com necessidades educacionais podem ajudar os professores a desenvolverem as adaptações curriculares? De que maneira?

Ajustes que cabem ao professor realizar:

Criar condições físicas, ambientais e materiais;Ajustes que cabem ao professor realizar: Favorecer os melhores níveis de comunicação e de interação do

Favorecer os melhores níveis de comunicação e de interação do aluno com as pessoas com os quais convive na comunidade escolar; interação do aluno com as pessoas com os quais convive na comunidade escolar;

Favorecer a participação do aluno nas atividades escolares. aluno nas atividades escolares.

Vídeo

Quebrando a Invisibilidade: Materiais Adaptados

Vídeo Quebrando a Invisibilidade: Materiais Adaptados Fonte: http://centraldemidia.mec.gov.br/index.php?

Fonte: http://centraldemidia.mec.gov.br/index.php?

option=com_hwdmediashare&view=mediaitem&id=9322:4-

quebrando-a-invisibilidade&Itemid=484?&filter_mediaType=4

Nosso desafio

Acesso, permanência e sucesso de todos os alunos. alunos.

http://www.folhavitoria.com.br/geral/blogs/caminhos-

de-fe/2015/04/13/artigo-o-valor-da-uniao/

de todos os alunos. http://www.folhavitoria.com.br/geral/blogs/caminhos- de-fe/2015/04/13/artigo-o-valor-da-uniao/

Referências

JORGENSEN, Cheryl. M. Planejando currículos inclusivos desde o início : Estratégias e exemplos práticos para salas de au Planejando currículos inclusivos desde o início: Estratégias e exemplos práticos para salas de aula do ensino médio. In:

Desenvolvimento psicológico e educação: necessidades educacionais educativas especiais e aprendizagem escolar. 2 ed. Porto Alegre:

Artmed, 2007, v.3.

LOCATELLI, A. C. D.; VAGULA, E. Fundamentos da educação especial . São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2009. v. 1. E. Fundamentos da educação especial. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2009. v. 1.

Referências

MEC, SEESP. Projeto Escola Viva. Garantindo o aceso e permanência de todos os alunos na escola. Alunos com necessidades especiais, nº. 5 – Adaptações de Grande Porte . Brasília, 2000. Adaptações de Grande Porte. Brasília, 2000.

MEC, SEESP. Projeto Escola Viva. Garantindo o aceso e permanência de todos os alunos na escola. Alunos com necessidades Viva. Garantindo o aceso e permanência de todos os alunos na escola. Alunos com necessidades especiais, nº. 6 – Adaptações de Pequeno Porte. Brasília, 2000.

Referências

MARTÍN, Elena. Ensinar a pensar por meio do currículo . In: Desenvolvimento psicológico e educação: necessidades ed Ensinar a pensar por meio do currículo. In: Desenvolvimento psicológico e educação: necessidades educacionais educativas especiais e aprendizagem escolar. 2 ed. Porto Alegre:

Artmed, 2007, v.3.

AV1

1)

"Ao revisitarmos a história da Educação Especial até a década de 90, podemos perceber conquistas em relação à educação dos indivíduos que apresentam deficiência mental. Não é pouco avanço ir de uma quase completa inexistência de atendimento de qualquer tipo à proposição e efetivação de políticas de integração social. Podemos falar, também, de avanços e muitos retrocessos, de conquistas questionáveis e de preconceitos cientificamente legitimados" (MIRANDA, 2004, p.6).

Indique como V verdadeiras ou F falsas as afirmativas abaixo:

(

) A pessoa com deficiência teve seu direito de cidadã constituído desde a idade média.

(

) Na antiguidade era comum o extermínio de pessoas com deficiência.

( ) Com o Cristianismo as pessoas com deficiência passaram a ser acolhidas em instituições religiosas.

( ) Desde a antiguidade a pessoa com deficiência tinha direito à educação escolar.

Alternativas:

a)

FFVF

b)

FVFV

c)

VFVF

d)

FVVF

Alternativa assinalada

2)

"É sabido que os fundamentos teóricos metodológicos da inclusão escolar centralizam- se numa concepção de educação de qualidade para todos, no respeito à diversidade dos educandos. Assim, em face das mudanças propostas, cada vez mais tem sido reiterada a

importância da preparação de profissionais e educadores, em especial do professor de classe comum, para o atendimento das necessidades educativas de todas as crianças, com ou sem deficiências". (SANT"ANA, 2005, p.227).

Assinale a alternativa que contemple o objetivo da inclusão.

Al ternativas:

a)

Adaptar o aluno às condições da escola.

b)

Eliminar qualquer tipo de avaliação para os alunos com necessidades educacionais especiais.

c)

Propiciar a educação para todos os alunos.

Alternativa assinalada

d)

Incentivar o aluno a ser dependente dos pais e professores.

3)

"A cegueira é uma deficiência sensorial que se caracteriza pelo fato de que as pessoas que dela padecem têm seu sistema visual de colate de informações total ou seriamente prejudicado". (ESPINOSA, 2007, p.152).

Quais recursos podem facilitar a aprendizagem do aluno considerado cego?

I-LIBRAS

II- Cadeira de rodas

III- Braille

IV- Soroban

Alternativas:

a)

I e II.

b)

III e IV.

Alternativa assinalada

c)

I, II e III.

d)

I, III e IV.

4)

No final da década de 1960 e início da década de 1970 houve um processo de desinstitucionalização do deficiente que propunha educá-los em ambiente menos restritivo. Deste modo, alguns considerados aptos passaram a ser encaminhados para escolas regulares em classes especiais (MIRANDA, 2004). Assinale a alternativa que apresenta o nome desse movimento da Educação Especial:

Alternativas:

a)

Interação

b)

Imparcialidade

c)

Integração

Alternativa assinalada

d)

Singularidade

5)

A

é

o resultado do aumento de material genético do

cromossomo 21, que resulta em implicações relacionadas ao desenvolvimento

psicomotor, características físicas e (COSTA, 2011).

de seus portadores

Assinale a alternativa que as palavras dão sentido ao texto.

Alternativas:

a)

Síndrome de Asperger; intelectuais

b)

Síndrome de Down;intelectuais

Alternativa assinalada

c)

Síndrome de Rett; visuais

d)

Deficiência Auditiva; visuais

AV2

1)

A deficiência física consiste na alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano, acarretando o comprometimento da função física (BRASIL, MEC/INEP, 2014).

Assinale a alternativa que apresenta aspectos facilitadores para a inclusão do aluno com deficiência física.

I-Alterar a infraestrutura da escola, por exemplo, acesso por rampas.

II-Utilizar facilitadores de escrita, como engrossadores de lápis, órteses para digitação, computadores com programas específicos e periféricos (mouse, teclado, acionadores especiais).

III-Utilizar recursos de comunicação alternativa/aumentativa com os alunos que possuem paralisia cerebral por apresentarem dificuldades funcionais de fala e escrita.

IV-Utilizar linguagem infantilizada com os alunos com deficiência, pois independente da idade serão eternas crianças.

Alternativas:

a)

I e IV.

b)

I, II e III.

Alternativa assinalada

c)

I, II e IV.

d)

II, III e IV.

2)

A comunicação humana é uma troca de sentimentos e necessidades entre duas ou mais pessoas (DELIBERATO, 2007). Entretanto, há pessoas com deficiência que necessitam de uma comunicação alternativa. Diante do exposto, pode-se concluir que a comunicação alternativa é:

Alternativas:

a)

um recurso utilizado por um grupo de pessoas acometidas por algum tipo de deficiência, que impede o uso da fala nas situações cotidianas.

Alternativa assinalada

b)

um recurso que desfavorece o ambiente escolar devido a quantidade de material que podem ser utilizados para as pessoas com deficiência física.

um recurso de avaliação escolar que deve ser utilizado por alunos excluídos da escola em situação de vulnerabilidade social.

d)

um recurso desaconselhado pelo Ministério da Educação aos alunos com deficiência na escola regular.

3)

apresenta

como características: prejuízo na interação social,

alterações da comunicação e padrões limitados ou estereotipados de comportamentos e interesses (KLIN, 2006). Assinale a alternativa que apresente sentido ao texto.

Alternativas:

a)

Transtornos de Déficit de Atenção com hiperatividade (TDA-H).

b)

Altas habilidades/superdotação.

c)

Deficiência intelectual.

d)

Autismo.

Alternativa assinalada

4)

De acordo com Negrini e Freitas (2008, p.283) "a inclusão dos alunos com altas habilidades/superdotação ainda se faz necessário, uma vez que as escolas ainda não se sentem preparadas para atendê-los e, mesmo sem perceber, realizam práticas excludentes e desestimulantes para estes alunos, que vão à escola em busca de novos desafios para a aprendizagem". Assinale a alternativa correta a respeito da pessoa com altas habilidades/ superdotação.

Alternativas:

a)

A boa dotação intelectual é uma condição suficiente para a alta produtividade na vida.

b)

Não há possibilidade de avanços curriculares para os alunos com altas habilidades/superdotação.

c)

Cada inteligência é um potencial intelectual realmente autônoma que é capaz de funcionar independentemente das outras.

Alternativa assinalada

d)

Caracteriza-se pela dificuldade de aprendizagem e de domínio de conceitos, procedimentos e atitudes.

5)

"A educação de pessoas surdas é um tema bastante preocupante. Pesquisas desenvolvidas no Brasil e no exterior indicam que um número significativo de sujeitos surdos que passaram por vários anos de escolarização apresenta competência para aspectos acadêmicos muito aquém do desempenho de alunos ouvintes, apesar de suas capacidades cognitivas iniciais serem semelhantes. Uma evidente inadequação do sistema de ensino é denunciada por estes dados, revelando a urgência de medidas que favoreçam o desenvolvimento pleno destas pessoas"(LACERDA, 2006, p.164) .

Assinale a alternativa que favoreça a inclusão escolar do aluno com surdez.

I-Utilizar recursos visuais nas aulas.

II-A escola precisa providenciar um instrutor para a criança que não conhece a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), mas cujos pais tenham optado pelo uso dessa forma de comunicação.

III-Não é necessário falar com clareza e de frente para o aluno.

IV-Oriente os alunos da classe para não estabelecer interação com esse aluno. É melhor que ele fique aos cuidados do professor do atendimento educacional especializado.

Alternativas:

a)

b)

I, III e IV.

c)

I e II.

Alternativa assinalada

d)

II, III e IV.

Título: Inclusão e fatores históricos mundiais

Vamos iniciar, assistindo a um vídeo no qual atentaremos sobre a questão da inclusão na escola.

Vídeo: MEC - domínio publico: caminhos para a inclusão

Mas, até chegarmos aqui, tivemos um longo caminho. Vamos ver como tudo aconteceu.

Antigamente, a sociedade tinha uma visão um pouco diferente. A princípio, a atenção era direcionada para outras prioridades.

Com relação aos deficientes, temos um primeiro momento, que foi chamado de fase do Extermínio. O que era diferente assustava, dava medo, (medo de contaminar), o que

é diferente provoca medo e deve ser eliminado.

Então, podemos levantar alguns pontos que caracterizava a sociedade antigamente:

Culto à beleza

que caracterizava a sociedade antigamente: Culto à beleza VENUS DE NILO A pessoa com deficiência não

VENUS DE NILO

A pessoa com deficiência não tinha direito à vida.

Era condenada à morte.

Quando não era morta, era tratada como os bobos da corte,

não tinha direito à vida. Era condenada à morte. Quando não era morta, era tratada como

Com a chegada do Cristianismo, podemos observar algumas alterações:

Filho deficiente à era visto como castigo dos céus; ou

Eles eram vistos como possuídos pelo demônio;

Achavam

que

o

comportamento

diferente

era

sobrenaturais

determinado

por

forças

Segregação (religioso/ assistido / caritativo; institucionalizado)

o

Crença no sobrenatural, amaldiçoados por deuses;

o

As pessoas doentes ou com alguma anomalia eram colocadas de lado pela sociedade;

o

Pessoas com deficiência à portadoras de alma - filhos de Deus à, pelos valores éticos, tinham o dever de amar o próximo;

o

Passaram a ser acolhidos em instituições religiosas (mas eram vistos como incapazes e doentes);

o

Sec. XVI: deficiência tratada com alquimia, magia e astrologia;

o

Sec. XVII: avanços da medicina, deficientes mantidos em asilos, hospitais psiquiátricos e conventos;

Sec. XVIII: deficiência eram resultados de lesões e disfunções no organismo;

eram resultados de lesões e disfunções no organismo; o Ciência questionou os dogmas religiosos; o

o

Ciência questionou os dogmas religiosos;

o

Objetivo: aliviar a sobrecarga da família e da sociedade;

o

Eles eram mandados para asilos e hospitais, junto com doentes psiquiátricos, delinquentes e prostitutas;

o

Com a revolução industrial: deficiente passou a ser relacionado com incapacidade, dependência, inutilidade e não era interessante para os governantes;

o

Eram deixados longe dos olhos para não provocar nenhum constrangimento ético ou moral (atitude natural);

Surgiram as residências clínicas, com o intuito de dar uma educação especial (mental).

Integração (Princípios da educação especial) - via de mão única.

o

Nos anos 60/70 desinstitucionalização educar em ambiente menos restritivo;

o

Alguns considerados aptos passaram a ser encaminhados para escolas regulares, classes especiais ou salas de recursos.

o

O deficiente passou a ser encarado como "necessidades educacionais especiais" problemas de aprendizagem requeria atenção mais específica e maiores recursos educacionais reorganização curricular, formação de professores, novos métodos de ensino, posturas na atuação e responsabilidade das escolas;

Modelo médico da deficiência problema está no indivíduo ele que precisava mudar para se adaptar à sociedade ou ser mudado através da reabilitação ou cura.

Inclusão (quebra de paradigma) - via de mão dupla.

A Educação Especial, no Brasil, seguiu o seguinte caminho: Na época da República: Não havia

A Educação Especial, no Brasil, seguiu o seguinte caminho:

Na época da República: Não havia necessidade, pois muitos iam para roça ou ficavam escondidos em casa.

No século XIX:

para roça ou ficavam escondidos em casa. No século XIX: o 1854 → Serviço de atendimento

o 1854 Serviço de atendimento aos cegos: Imperial Instituto dos meninos cegos (com o decreto imperial 1.428), e, em 1891, foi instituído como:

Instituto Benjamim Constant (Decreto 1.320 de 1891);

1857 Imperial Instituto do surdo-mudo que, em julho de 1957, tornou-se o Instituto Nacional de Educação de Surdos.

No século XX:

o

1905 - Escola Rodrigues Alves - DF e DV (RJ);

o

1909 - Colégio dos Santos Anjos - DM (SC);

1920 - Primeira Sociedade/associação (RS) - Sociedade Pestalozzi (Canoas).

- Colégio dos Santos Anjos - DM (SC);  1920 - Primeira Sociedade/associação (RS) - Sociedade

o

1926 - Porto Alegre Instituto Pestalozzi;

o

1932 - Escola Estadual São Rafael - DV (MG);

o

1935 - Instituto dos Cegos (PE) e o Instituto Pestalozzi em Belo Horizonte;

o

1936 - Instituto dos cegos na Bahia;

o

1948 - Instituto Pestalozzi - DM (RJ) É ministrado, em 1950, o primeiro curso de especialização para professores nesta área;

DM (RJ) É ministrado, em 1950, o primeiro curso de especialização para professores nesta área; o

o

1950 - AACD (SP);

1954 - Inicia-se o movimento das APAES, com Beatrice e George Benis;

1962 - Federação das APAEs (12);

e George Benis;  1962 - Federação das APAEs (12);  Até a ditadura, eles eram

Até a ditadura, eles eram chamados pelo termo "excepcionais";

Benis;  1962 - Federação das APAEs (12);  Até a ditadura, eles eram chamados pelo

o

1988 - Constituição Federal passaram a ser reconhecidos como pessoas com deficiência. Pessoa: implica em reconhecer o direito de viver e conviver em comunidade. Prevê o pleno desenvolvimento dos cidadãos, sem preconceito de origem, raça, sexo, cor, idade, bem como quaisquer outras formas de discriminação. Garante o direito à escola para todos e coloca, como princípio para educação, o "acesso aos níveis mais elevados do ensino, da pesquisa e da criação artística, segundo a capacidade de cada um".

o

Artigo 208, da constituição - O estado assume a educação especial;

1989 lei 7.853/89 - Define como crime recusar, suspender, adiar, cancelar ou extinguir a matrícula de um estudante por causa da deficiência, em qualquer curso ou nível de ensino, seja ele público ou privado. A pena para o infrator pode variar de 1 (um) a 4 (quatro) anos de prisão mais multa;

variar de 1 (um) a 4 (quatro) anos de prisão mais multa; o 1990 → Estatuto

o

1990 Estatuto da Criança e do Adolescente - Garante o direito à igualdade de condições para o acesso e permanência à escola, sendo o ensino fundamental obrigatório e gratuito, o respeito dos educadores e atendimento educacional especializado, preferencialmentena rede regular;

o

1994 - Com a Declaração de Salamânca (o texto não tem efeito de lei), diz que a pessoa com deficiência deve receber atendimento especializado. Crianças excluídas (trabalho infantil e abuso sexual) e deficiências graves devem ser atendidas no mesmo ambiente de ensino;

o

1996 - Com a Lei de Diretrizes de Base (LDB), o atendimento especializado pode ocorrer em classes especiais, quando não for possível oferecê-lo na escola comum. Este foi um ponto que gerou muita confusão, pois deu a entender que, dependendo da deficiência, a criança só podia ser atendida em escola especial;

o 2000 - Leis garantem a prioridade nos atendimentos prioritários de pessoas com deficiência nos locais públicos. Estabelece normas de acessibilidade física e definem, como barreira, obstáculos nas vias e no interior dos edifícios, nos meios de transporte e tudo o que dificulte a expressão ou o recebimento de mensagens por intermédio dos meios de comunicação, sejam ou não de massa;

2001 - Convenção de Guatemala (Decreto 3.956) à Põe fim às interpretações confusas da LDB. Esclarece as impossibilidades de tratamento desigual com base na deficiência. O acesso ao ensino fundamental é um direito humano e privar pessoas em idade escolar, dele, mantendo-as unicamente em escolas ou classes especiais, fere a convenção e a Constituição. A Convenção da Guatemala deixa clara a impossibilidade de tratamento desigual com base na deficiência, definindo a discriminação como toda diferenciação, exclusão ou restrição baseada em deficiência, antecedente de deficiência, consequência de deficiência anterior ou percepção de deficiência presente ou passada, que tenha o efeito ou propósito de impedir ou anular o reconhecimento, gozo ou exercício por parte das pessoas portadoras de deficiência de seus direitos humanos e suas liberdades fundamentais (art. 1º, nº 2, "a").

Podemos ver que a exclusão tem participado da nossa vida há muito tempo. No texto abaixo, Jorge conta através de uma parábola a questão da exclusão,

Muito interessante para fazermos uma reflexão sobre o nosso comprometimento no dia a dia com as mais variadas situações. Estamos somente presentes ou realmente estamos presentes e conscientes no que nos engajamos. Vamos postar alguns comentários no fórum.

engajamos. Vamos postar alguns comentários no fórum.  Para aprofundar: Texto 2: Da Educação Segregada à

Para aprofundar:

Rosana Glat e Edicléa Mascarenhas Fernandes

Faculdade de Educação / Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Assim, pessoal, podemos perceber que estamos num processo que se iniciou na década de 40, com alterações na década de 70, 80 e com mais transformações ocorrendo com o passar do tempo. Este processo não está pronto. Está em

andamento e fazemos parte das alterações que estão por vir. Temos uma luta pela frente, por melhores condições de atendimento para este tipo de população

e

de melhores condições de trabalho, com cursos, reciclagens, atualizações,

projetos e outras alternativas para que possamos continuar com este processo.

 

  

A

tendência atual é que o trabalho da Educação Especial garanta, a todos os

alunos com deficiência, o acesso à escolaridade, removendo barreiras que impedem a frequência desses alunos às classes comuns do Ensino Regular. Assim sendo, a Educação Especial começa a ser entendida como modalidade que perpassa, como complemento ou suplemento, todas as etapas e níveis de ensino.

Esse trabalho é constituído por um conjunto de recursos educacionais e de estratégias de apoio, colocados à disposição dos alunos com deficiência, proporcionando-lhes diferentes alternativas de atendimento, de acordo com as necessidades de cada um.

O

atendimento educacional especializado é uma forma de garantir que sejam

reconhecidas e atendidas as particularidades de cada aluno com deficiência. São

consideradas matérias do atendimento educacional especializado: Língua Brasileira de Sinais (Libras); interpretação de Libras; ensino de Língua Portuguesa para surdos; Sistema Braile; orientação e mobilidade; utilização do soroban; as ajudas técnicas, incluindo informática adaptada; mobilidade e comunicação alternativa/aumentativa; tecnologias assistivas; informática educativa; educação física adaptada; enriquecimento e aprofundamento do

repertório de conhecimentos; atividades da vida autônoma e social, entre outras.

A

seguir, temos um esquema que mostra a abrangência da educação especial

durante todo o processo de ensino.

  Por este quadro, podemos observar que a educação especial é um processo que deve

Por este quadro, podemos observar que a educação especial é um processo que deve acompanhar o aluno durante todo o processo de ensino, desde a educação infantil até, ou melhor, além do ensino superior. (Monroe).

Ela, também, coloca que, com a mudança de paradigma, o portador de deficiência passou a ser visto de forma diferente pelos vários setores da sociedade.

Essa tomada de consciência se deve a vários fatores que ocorreram durante anos, com mudanças na sociedade, na política e na ciência. Mudanças estas que afetaram as mais variadas áreas da sociedade, com surgimento de lei, de movimentos a nível mundial e novas descobertas nas ciências.

Abaixo, estão listados alguns acontecimentos mundiais que desencadearam avanços:

Revolução Industrial: exigência de novas competências;

Revolução Industrial: exigência de novas competências;  Revolução francesa: movimento humanista em favor das

Revolução francesa: movimento humanista em favor das pessoas excluídas, com o slogan "Liberdade/Igualdade/ Fraternidade;

o 1945 - Proclamação dos direitos humanos (entre eles, o educação); direito à o Avanços

o

1945 - Proclamação dos direitos humanos (entre eles, o educação);

direito à

o

Avanços nas áreas das ciências (sofisticação dos exames e diagnósticos);

o

1969 - Dinamarca: Filosofia de Normatização e Integração;

o

1990 - Tailândia: Conferencia Mundial de Educação para Todos - Conferencia de Jomtien;

1994 - Espanha - Conferência Mundial sobre Necessidades Educativas Especiais - Conferência de Salamânca -reconheceu a necessidade e urgência da educação para as crianças, jovens e adultos com necessidades especiais dentro do sistema regular de ensino.

necessidades especiais dentro do sistema regular de ensino. Todos estes fatos contribuíram muito para a tomada

Todos estes fatos contribuíram muito para a tomada de consciência que estamos passando hoje.

Podemos ver, no quadro a seguir, de forma clara, esta mudança de paradigma. Antes centrada no déficit, na dificuldade e, depois, centrada na competência.

2 do MEC - domínio público: liberdade de ser. http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_a

2 do MEC - domínio público: liberdade de ser.

Mas, vamos retomar nosso rumo. O que é mesmo inclusão?

Aqui, estão mais informações :

DUCAÇÃO ESPECIAL é:

o

O processo que visa promover o desenvolvimento das potencialidades de pessoas com necessidades educativas especiais e que abrange os diferentes níveis e graus do sistema de ensino;

o

Fundamenta-se em referenciais teóricos e práticos, compatíveis com as necessidades específicas de seu alunado;

o

O processo deve ser integral, fluindo desde a estimulação essencial até os graus superiores de ensino;

Sob o enfoque sistêmico, a educação especial integra o sistema educacional vigente, identificando-se com sua finalidade, que é formar cidadãos conscientes e participativos.

OBJETIVOS DA EDUCAÇÃO ESPECIAL

1. Desenvolvimento global das potencialidades dos alunos; 2. Incentivo à autonomia, cooperação, espírito crítico e

1. Desenvolvimento global das potencialidades dos alunos;

2. Incentivo à autonomia, cooperação, espírito crítico e criativo da pessoa com necessidades educativas especiais;

3. Preparação dos alunos para participarem ativamente no mundo social, cultural, dos desportos, das artes e do trabalho;

4. Frequência à escola em todo o fluxo de escolarização, respeitando o ritmo próprio do aluno;

5. Atendimento educacional adequado às necessidades especiais do alunado, no que se refere a currículos adaptados, métodos, técnicas e materiais de ensino diferenciados, ambiente emocional e social da escola favorável à integração social do aluno, pessoal devidamente motivado e qualificado;

6. Avaliação permanente, com ênfase no aspecto pedagógico, considerando o educando em seu contexto biopsicossocial, visando à identificação de suas possibilidades de desenvolvimento;

7. Desenvolvimento de programas voltados à preparação para o trabalho;

8. Envolvimento familiar e da comunidade no processo de desenvolvimento global do educando.

Processo global e dinâmico que pode tomar distintas formas, de acordo com as necessidades e habilidades dos alunos.

A integração educativo-escolar refere-se ao processo de educar-ensinar, no mesmo grupo, a criança, com e sem necessidades educativas especiais, durante uma parte ou na totalidade do tempo de permanência na escola.

Objetivos da Inclusão:

I. Integração das pessoas com necessidades especiais à sociedade;

II.

Expansão do atendimento aos alunos com necessidades especiais na

rede regular

governamental

de

ensino;

III. Ingresso do aluno com necessidades educativas especiais em turmas

do

ensino

regular, sempre que possível;

IV.

Apoio ao sistema de ensino regular para criar as condições de integração

dos alunos com necessidades educativas especiais; V. Conscientização da comunidade escolar para a importância da presença do alunado de educação especial em escolas da rede de ensino;

VI.

Integração técno-pedagógica entre os educadores que atuam nas salas

de aulas do ensino regular e os que atendem em salas de educação especial;

VII. Integração das equipes de planejamento da educação comum com os da educação especial, em todas as instancias administrativas e pedagógicas

do

sistema

educativo;

VIII. Desenvolvimento de ações integradas nas áreas de ação social,

educação, saúde e trabalho.

 

Inserir vídeo 3 : MEC - domínio público : universo das diferenças

WEBAULA 2

Título: Deficiência visual, mental e auditiva

Oi turma, bem-vindos a nossa web-aula.

Vamos começar a ver, um pouco mais detalhado, sobre algumas deficiências.

No atendimento educacional especializado, temos a seguinte classificação para os alunos com necessidades educacionais especiais:

Portadores de deficiência mental;

Portadores de deficiência visual;

Portadores de deficiência auditiva;

Portadores de deficiência física;

Portadores de deficiência múltipla;

Portadores de condutas típicas;

Portadores de superdotação (altas habilidades);

Serão apresentadas as características das deficiências 1 , de acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais - Adaptações Curriculares:

Cada uma delas requer um tipo de atendimento diferenciado, para que possamos trabalhar melhor as habilidades a serem priorizadas.

1. Deficiência Mental:

as habilidades a serem priorizadas. 1. Deficiência Mental: Caracteriza-se por registrar um funcionamento intelectual

Caracteriza-se por registrar um funcionamento intelectual geral significativamente abaixo da média, oriundo do período de desenvolvimento, concomitante com limitações associadas a duas ou mais áreas da conduta adaptativa ou da capacidade do individuo em responder adequadamente às demandas da sociedade, em pelo menos dois ou mais aspectos:

Comunicação;

Cuidados pessoais;

Habilidades sociais;

Desempenho na família e comunidade;

Independência na locomoção;

Saúde e segurança;

Desempenho escolar;

Lazer e trabalho (BRASIL, 1998, p. 26).

escolar;  Lazer e trabalho (BRASIL, 1998, p. 26).  Deficiência mental é um vasto complexo

Deficiência mental é um vasto complexo de quadros clínicos, produzidos por várias etiologias e que se caracteriza pelo desenvolvimento intelectual insuficiente, em termos globais ou específicos. (Krynski 1983),

Limitação associada a duas ou mais áreas;

Início: antes dos 18 anos.

Classificação:

Leve;

Moderado;

 Grave ou severa;  Profundo.
 Grave ou severa;
 Profundo.

Importante lembrar que os deficientes mentais de menor gravidade, têm percepção de si mesmo e da realidade, diferenciando-os da doença mental.

Oficialmente, usa-se esta classificação na hora de se emitir um laudo técnico, mas, no dia a dia, usa-se termos como: criança com atraso ou déficit intelectual, ou aluno que precisa de apoio ou apoio parcial.

Saber Mais:r:

Fazendo um breve parênteses, vemos que, no desenvolvimento "normal", segundo Piaget:

No período sensório-motor: criança organiza as sensações;

No período pré-operacional: inicio da linguagem e da função simbólica;

No período das operações concretas: internalização mental, pensamento lógico, razão norteia as atitudes, prazer pelo jogo de regras e competição;

No período das operações formais: pensamento hipotético, crítica, apresenta os pontos de vista próprio.

Mas, quando estamos trabalhando com portadores de deficiência mental, vemos que:

É esperado que o portador de deficiência mental apresente comportamentos das fases anteriores, dependendo do grau de deficiência. Pessoas com maior grau de severidade encontram mais dificuldade para realizar tarefas.

Vídeo MEC - domínio público: MEC desafios escola d m socializ

A seguir, veremos um poema escrito por um portador de deficiência:

Texto 3:

120

1.1 Síndrome de Down:

Na síndrome de down ou Trissomia do 21, um dos tipos é a síndrome e uma das características é a deficiência mental.

e uma das características é a deficiência mental. A seguir, temos um cariótipo de uma pessoa

A seguir, temos um cariótipo de uma pessoa sem síndrome de down e outra com alteração cromossômica típica da síndrome de down

e outra com alteração cromossômica típica da síndrome de down Figura 1: cariótipo de uma pessoa

Figura 1: cariótipo de uma pessoa "normal".

e outra com alteração cromossômica típica da síndrome de down Figura 1: cariótipo de uma pessoa

Figura 2: cariótipo de uma pessoa com síndrome de down. A seta indica uma trissomia do par do cromossomo 21

2. Portadores de deficiência visual;

par do cromossomo 21 2. Portadores de deficiência visual; É a redução ou perda total da

É a redução ou perda total da capacidade de ver com o melhor olho e após a melhor correção ótica. É possível manifestar-se como:

Cegueira: perda da visão, em ambos os olhos, mesmo com o uso de lentes de correção. Sob o enfoque educacional, a cegueira representa a perda total ou o resíduo mínimo da visão que leva o indivíduo a necessitar do método Braille como meio de leitura e escrita, além de outros recursos didáticos e equipamentos especiais para a sua educação;

Visão reduzida: acuidade visual dentre 6/20 e 6/60, no melhor olho, após correção máxima. Sob o enfoque educacional, trata-se de resíduo visual que permite ao educando ler impressos a tinta, desde que se empreguem recursos didáticos e equipamentos especiais (BRASIL, 1998, p. 26).

Em caso de deficiência visual, a escola deve providenciar para o aluno, após a sua matrícula, o material didático necessário, como regletes, soroban, além do ensino do código Braile e de noções sobre orientação e mobilidade, atividades de vida autônoma

e social.

e mobilidade, atividades de vida autônoma e social. Deve, também, conhecer e aprender a utilizar ferramentas

Deve, também, conhecer e aprender a utilizar ferramentas de comunicação que, por sintetizadores de voz, possibilitam aos cegos escrever e ler via computadores.

É

preciso, contudo, lembrar de que a utilização desses recursos não substitui o currículo

e

as aulas nas escolas comuns de ensino regular.

Os professores e demais colegas de turma desse aluno também poderão aprender o Braile, assim como a utilizar as demais ferramentas e recursos específicos pelos mesmos motivos apresentados no caso de alunos surdos ou com deficiência auditiva.

Em se tratando de escola pública, o próprio Ministério da Educação tem um programa que possibilita o fornecimento de livros didáticos em Braile.

Além disso, em todos os Estados estão instalados centros de apoio educacional especializado, que devem atender às solicitações das escolas públicas.

Da mesma forma, as escolas particulares devem providenciar e arcar com os custos do material ou tentar obtê-lo através de convênios com entidades especializadas e/ou rede pública de ensino.

Recursos para aprendizagem e mobilidade:

Braille - principal meio de leitura e escrita. Colocar em um quadro

utilizar equipamentos específicos para o desenvolvimento educacional e integração social;

Aprender orientação e mobilidade para sua autonomia;

Usar o resíduo visual nas atividades de vida diária sempre que possível;

Cajado de pastor e cão - primeiros auxílios utilizados pelas pessoas cegas;

Bengala Ortopédica - Tem como objetivo, servir de apoio e sustentação, suportando o peso do indivíduo. Material: madeira grossa e resistente, apresentando extremidade superior e um cabo curvo;

Bengala Branca - Mais longa que a bengala ortopédica, medindo cerca de 90 cm. Também confeccionada de madeira pintada de branco com uma faixa vermelha na extremidade inferior;

Bengala Longa ou de Hoover -. Material: Liga de alumínio, por sua capacidade de transmitir aos nervos da mão em formas de sensações táteis, as particularidades do terreno.

de sensações táteis, as particularidades do terreno. INSTRUMENTOS EDUCACIONAIS  Diferentes tipos de óculos;

INSTRUMENTOS EDUCACIONAIS

Diferentes tipos de óculos;

Lupas e telescópios;

Cadernos com pautas mais grossas;

Tiposcópio;

Ampliação de livros;

Baralhos;

Dial telefônico;

Sistema Braille;

Instrumentos de medida, com marcas em relevo, em réguas, fitas métricas e

outros;

Gravadores e livro falado, pelos quais as crianças podem ouvir textos registrados

e fazer relatos ou tarefas;

Instrumentos de medida, com marcas em relevo, em réguas, fitas métricas e

outros;

Gravadores e livro falado, pelos quais as crianças podem ouvir textos registrados

e fazer relatos ou tarefas;

Recursos visuais não-ópticos: favorecem o funcionamento visual, não utilizam

lentes. Mesa adaptada, canetas tipo pincel atômico, luminárias, cadernos com linhas ampliadas e em negrito, marcadores de página e janelas de leitura,

proteção contra luz e brilho, livros com tipos ampliados, com adequação do tamanho do caractere, espaçamento entre letras e linhas, uso do negrito, serifa

e espessura da letra.

e linhas, uso do negrito, serifa e espessura da letra. Figura 4: alguns equipamentos utilizados por

Figura 4: alguns equipamentos utilizados por portadores de baixa visão e/ou cegos: reglete, punção, máquina de escrever em braile (perkins), lupas, tele-lupas e sorobã.

MATERIAIS ALTERNATIVOS

Guizos - bolas e pneus;

Maquetes;

Aumentar o tamanho dos equipamentos;

Utilizar-se de cores brilhantes para marcações e metas;

Usar auxílio de um vidente;

Usar bolas sonoras;

Usar sons para delinear a área de jogo;

Usar sinetas, barbantes ou elásticos condutores;

Usar informações verbais de guia.

ADAPTAÇÕES NO ESPAÇO FÍSICO

 Reconhecimento do local;  Reconhecer o local que cercam o espaço da atividade; 

Reconhecimento do local;

Reconhecer o local que cercam o espaço da atividade;

Verificar a disposição dos materiais e obstáculos no local da atividade;

Comentar sobre o caminho que é percorrido até o local da atividade;

Informações sinaléticas no ambiente que será realizada à atividade (ex. Campo minado).

Vídeo MEC - domínio público - quebrando a invisibilidade

Para seu aprofundamento, faça a leitura da cartilha sobre saberes e práticas da educação: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/deficienciavisual.pdf

3. Portadores de deficiência auditiva;

3. Portadores de deficiência auditiva; Perda total ou parcial, congênita ou adquirida, da

Perda total ou parcial, congênita ou adquirida, da capacidade de compreender a fala por intermédio do ouvido. Manifesta-se como:

Surdez leve/moderada: perda auditiva de até 70 decibéis, que dificulta, mas não impede o individuo de se expressar oralmente, bem como de perceber a voz humana, com ou sem a utilização de um aparelho auditivo;

Surdez severa/profunda: perda auditiva acima de 70 decibéis, que impede o indivíduo de entender, com ou sem aparelho auditivo, a voz humana, bem como adquirir, naturalmente, o código da língua oral (BRASIL, 1998, p. 25).

Caso exista um aluno com deficiência auditiva ou surdo matriculado numa escola de ensino regular, ainda que particular, esta deve promover as adequações necessárias e contar com os serviços de um intérprete de língua de sinais, de professor de Português

como segunda língua desses alunos e de outros profissionais da área da saúde (fonoaudiólogos, por exemplo), assim como pessoal voluntário ou pertencente a entidades especializadas conveniadas com as redes de Ensino Regular.

Se for uma escola pública, é preciso solicitar material e pessoal às Secretarias de Educação municipais e estaduais, as quais terão de providenciá-los, com urgência, ainda que através de convênios, parcerias, etc.

urgência, ainda que através de convênios, parcerias, etc. inda para a surdez e a deficiência auditiva,

inda para a surdez e a deficiência auditiva, a escola deve providenciar um instrutor de Libras (de preferência surdo) para os alunos que ainda não aprenderam esta língua, mas cujos pais tenham optado pelo seu uso.

Obedecendo aos princípios inclusivos, a aprendizagem de Libras deve acontecer, preferencialmente, na sala de aula desse aluno e ser oferecida a todos os demais colegas e ao professor, para que possa haver comunicação entre todos.

O ouvido é o órgão que capta esse som, transforma-o em estímulos elétricos e os envia ao nervo auditivo, para que cheguem ao cérebro;

Ali, eles são decodificados como uma palavra, ou como uma canção;

Quando esse precioso mecanismo apresenta falhas, surgem as deficiências auditivas, que podem ter vários graus e culminar na surdez total;

O som é energia mecânica de vibração do ar. As vibrações sonoras causam o

movimento do tímpano e da corrente de três pequenos ossos que se encontram no

interior do ouvido médio.

Os três ossos atuam como alavancas, aumentando a força da vibração inicial recebida

pelo tímpano.

Este estímulo ampliado é conduzido à membrana que cobre a janela oval.

A audição é medida por decibéis. Para seu aprofundamento, faça a leitura da cartilha sobre

A audição é medida por decibéis.

Para seu aprofundamento, faça a leitura da cartilha sobre saberes e práticas da educação:

Quem é o surdo?

Quem é o surdo? Há muitos graus de perda auditiva. Hoje, dizemos que

Há muitos graus de perda auditiva. Hoje, dizemos que surdos são aqueles que usam a língua de sinais para se comunicar e deficientes auditivos aqueles que com uma prótese podem reconhecer pelo som as palavras.

Surdos são aquelas pessoas que utilizam a comunicação espaço-visual como principal meio de conhecer o mundo em substituição à audição e à fala.

A maioria das pessoas surdas, no contato com outros surdos, desenvolve a Língua de

Sinais. Já outros, por viverem isolados ou em locais onde não exista uma comunidade

comunicam por gestos.

Existem surdos que por imposição familiar ou opção pessoal preferem utilizar a língua oral (fala).

surda, apenas

se

Surdo-mudo:  Provavelmente a mais antiga e incorreta denominação atribuída ao surdo e, infelizmente, ainda

Surdo-mudo:

Provavelmente a mais antiga e incorreta denominação atribuída ao surdo e, infelizmente, ainda utilizada em certas áreas e divulgada nos meios de comunicação, principalmente televisão, jornais e rádio;

O fato de uma pessoa ser surda não significa que ela seja muda. A mudez é uma outra deficiência, totalmente desagregada à surdez. São minorias os surdos que também são mudos;

Fato é a total possibilidade de um surdo falar, através de exercícios fonoaudiológicos, aos quais chamamos de surdos oralizados;

Também, é possível um surdo nunca ter falado, sem que seja mudo, mas apenas por falta de exercício.

sem que seja mudo, mas apenas por falta de exercício. Surdo: dificuldade parcial ou total no

Surdo: dificuldade parcial ou total no que se refere à audição

Mudo: problema ligado à voz

Educação:

a educação de uma pessoa surda se dará de forma diferente, de acordo com a época em que a surdez acontecer;

Ela precisará de um atendimento especializado para conseguir uma educação de qualidade e poder participar da sociedade como cidadã;

Crianças com problemas de audição, sem a devida assistência, têm dificuldades no desenvolvimento da linguagem;

Se chegarem à idade escolar sem que a surdez tenha sido diagnosticada, o aprendizado será difícil, simplesmente porque essas crianças ouvem mal o que está sendo ensinado.

Língua: Conjunto do vocabulário de um idioma, e de suas regras gramaticais; idioma. Por exemplo: inglês, português, LIBRAS.

Língua de sinais: É a língua dos surdos e que possui a sua própria estrutura e gramática através do canal comunicação visual. A língua de sinais dos surdos urbanos

brasileiros é a LIBRAS. Lei Federal n 10436 de 2002. Dispõe sobre a oficialização da LIBRAS - Língua Brasileira de Sinais e dá outras providências.

- Língua Brasileira de Sinais e dá outras providências. Interprete de Libras: Pessoa ouvinte que interpreta

Interprete de Libras: Pessoa ouvinte que interpreta para os surdos uma comunicação falada, usando a língua de sinais e vice-versa.

WEB aula WB2 no site

Título: Deficiência Física - Comunicação alternativa. Condutas Típicas.

4. Portadores de deficiência física:

Variedade de condições não sensoriais que afetam o indivíduo em termos de mobilidade, de coordenação motora geral ou da fala, como decorrência de lesões neurológicas, neuromusculares e ortopédicas, ou, ainda, de malformações congênitas ou adquiridas (BRASIL, 1998, p. 25).

Para seu aprofundamento, faça a leitura da cartilha sobre saberes e práticas

da educação disponível em:

.
.
sobre saberes e práticas da educação disponível em: . Para possibilitar o acesso de pessoas com

Para possibilitar o acesso de pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida, toda escola deve eliminar suas barreiras arquitetônicas e de comunicação, tendo ou não alunos com deficiência, nela matriculados no momento (Leis 7.853/89, 10.048 e 10.098/00, CF).

Faz-se necessária, ainda, a adoção de recursos de comunicação alternativa/aumentativa, principalmente para alunos com paralisia cerebral e que apresentam dificuldades funcionais de fala e escrita.

A comunicação alternativa/aumentativa contempla os recursos e estratégias que complementam ou trazem alternativas para a fala de difícil compreensão ou inexistente (pranchas de comunicação e vocalizadores portáteis).

Prevê, ainda, estratégias e recursos de baixa ou alta tecnologia que promovem acesso ao conteúdo pedagógico (livros digitais, softwares para leitura, livros com caracteres ampliados) e facilitadores de escrita, no caso de deficiência física, com engrossadores de lápis, órteses para digitação, computadores com programas específicos e periféricos (mouse, teclado, acionadores especiais).

Na deficiência física, há disfunção ou interrupção dos movimentos de um ou mais membros: superiores, inferiores ou ambos, e conforme o grau do comprometimento ou tipo de acometimento, fala-se em paralisia (refere à perda da capacidade de contração muscular voluntária) ou paresia (refere-se quando o movimento está apenas limitado ou fraco)

Tipo se deficiência física:

Ordem neurológica: (destruição das células nervosas centrais que afetam o sistema nervoso central pode ocorrer por doenças (Poliomielite, espinha bífida, hidrocefalia, esclerose múltipla, meningocele);

Ordem muscular (Distrofia Muscular de Duchenne);

Ordem ósseo-articular (osteogênese imperfeita, nanismo);

Amputações (malformações congênitas, Infecção, Trauma, Neoplasias, Problemas vasculares)

Vídeo do MEC - Além dos limites

Importante:

Conhecer o quadro clínico para escolha de atividades adequadas considerando;

O potencial remanescente do aluno;

o

A eficiência - força de vontade.

4.1 Paralisia Cerebral:

Consiste em um grupo heterogêneo de condições patológicas não-progressivas do movimento e da postura, que se manifestam no início da vida, atribuídas a várias etiologias, conhecidas e desconhecidas, envolvendo o cérebro imaturo.

Não é doença, mas apresenta inabilidade, dificuldade, descontrole de músculos e de certos movimentos do corpo e dano ao Sistema Nervoso Central, que afeta os músculos e sua coordenação motora, podendo afetar a articulação da fala - alguns apresentam dificuldade de se comunicar e, muitas vezes, são confundidos como deficientes mentais.

Algumas são afetadas no todo;

Algumas terão dificuldade em falar, andar ou usar as mãos;

Umas serão capazes de sentar sem suporte ou ajuda / outras necessitarão de ajuda para a maioria das tarefas de vida diária;

Podem ser confundidos com def. mentais;

Não há medicamentos nem operações que possam curar;

Os progressos não são súbitos, mas demorados.

Nas paralisias cerebrais, há uma confusão de mensagens entre o cérebro e os músculos.

Na Paralisia Cerebral, um dos maiores problemas é, justamente, o tônus muscular. Isto quer dizer que, por algum motivo, o cérebro não consegue controlar a contração dos músculos envolvidos em um determinado movimento ou mesmo em uma determinada postura. Sem um controle organizado do cérebro, este tônus pode variar de alto para baixo.

do cérebro, este tônus pode variar de alto para baixo.   As dificuldades motoras apresentadas

As dificuldades motoras apresentadas serão definidas, dependendo de quanto, como e onde o cérebro foi afetado.

Cada criança, portadora de Paralisia Cerebral, apresentará um problema motor específico e diferente dos outros, com seus limites e potenciais individuais.

4.1.1 Comunicação Alternativa/aumentativa:

 4.1.1 Comunicação Alternativa/aumentativa:   COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA é um recurso utilizado

COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA é um recurso utilizado por um grupo de pessoas acometidas por algum tipo de deficiência, que impede o uso da fala nas situações cotidianas.

Os alunos com deficiências podem apresentar dificuldades na linguagem receptiva (compreensão), na linguagem expressiva (oral e escrita) ou em ambas.

Ele pode ser incapaz de expressar seus sentimentos e preocupações e ter prejudicado seu desenvolvimento acadêmico e social.

Crianças com paralisia cerebral, 65 % apresentam dificuldade no processo de comunicação oral, que varia de pequenos erros de articulação até a impossibilidade absoluta de movimentação dos orgãos fonoarticulatórios (Crickmay)

Comunicação alternativa é usada quando o indivíduo comunica-se face-a-face por meio de outros caminhos que não a fala. ( Tetzchner, 1997, Glennen, 1997) Signos gráficos e manuais, código Morse, escrita, são formas alternativas de comunicação de indivíduos que perderam a habilidade para falar.

Comunicação aumentativa é aquela que é realizada por meio de suporte. Enfatiza o fato de que o treinar em formas alternativas de comunicação tem um duplo objetivo: promover e suplementar a fala e garantir uma forma alternativa de comunicação, se um indivíduo não começou a falar.

Tipos de comunicação alternativa:

Bliss (Foi criado por Charles Bliss - 1942)

 

o

É formado, basicamente, por símbolos: gráficos, ideográficos (sugerem o conceito), pictográficos (assemelha-se ao objeto), arbitrários (não tem relação direta convencional com os significados);

o

Usa diferentes cores para diferentes categorias;

o

Foi criado para ultrapassar as diferenças de línguas;

o

É semântico (a figura mostra o significado da palavra ou da frase).

PCS - Pictures Comunication symbol (Desenvolvido por Roxana Mayer (1981)

 

o

Faz uso de desenhos bidimensionais;

o

Inclui alfabeto, números, foto;

o

Segue uma organização sintática (ordena as palavras de maneira a determinar frases inteligíveis, que retém o significado);

 
 

 

o

PECS;

o

Premack;

o

Rebus;

o

PIC;

o

Sigsyn.

É fundamental a participação da família e da escola na busca pelos diferentes meios pelos quais a pessoa possa se comunicar. Explorar os meios pelos quais a pessoa interage e se comunica em situações cotidianas contribuirá, de forma significativa, na seleção dos recursos alternativos e aumentativos de comunicação.

4.1.2 Computador

O computador pode ser utilizado para muitos fins, como meio de comunicação, como

opcional para auxiliar na aprendizagem, usá-lo como se usa o caderno, etc.

Recursos do Computador:

Opção de acessibilidade: existe em todos os PCs, basta acioná-lo. É possível fazer várias atividades, usando recursos, como filtro de tecla repetida, troca do acionamento do mouse, etc. Procure no seu PC e conheça estas opções existentes e use-as.

Opcionais externos:

o

Teclado importado;

o

Teclado com placa de acrílico;

o

Mouses especiais;

o

Acionadores de mão, cabeça, ou adaptado a qualquer outro membro do corpo.

Programas:

o

Jogos;

 
 

o

Memória;

Pintura;

Educativos (Byte Brothers, Expoente, Positivo)

o

Comunicação;

 

o

Dosvox.

Parte do corpo a ser utilizada: É de extrema importância avaliar qual a parte do corpo que apresenta melhor funcionalidade, para ser trabalhada no computador.

4.2 Amputados:

Vídeo Tony Melendez

Procure entender as características individuais de cada um e descobrir como se relacionar com eles. Potencialize seu aluno, não subestime as possibilidades, evite super-proteção, estimule a independência, esclareça suas dúvidas sobre as limitações. Dirija-se sempre que possível ao seu aluno e, apenas quando necessário, peça informações às pessoas que o acompanham.

O papel do educador deve englobar, também, aspectos como: maximizar o potencial

individual, focalizar o desenvolvimento de habilidades, selecionar atividades apropriadas, providenciar um ambiente favorável a aprendizagem e encorajar a auto- superação.

Vídeo - Casal Amputado - Dança

5. Portadores de deficiência múltipla;

É a associação, no mesmo indivíduo, de duas ou mais deficiências primárias (mental/visual/auditiva/física), com comprometimentos que acarretam atrasos no desenvolvimento global e na capacidade adaptativa (BRASIL, 1998, p. 27).

Para seu aprofundamento, faça a leitura da cartilha sobre saberes e práticas da educação disponível em:

A seguir, estão alguns tipos de deficiências múltiplas. Para cada uma delas, há métodos

específicos para educação.

A.

Surdo-cegueira:

 

É

uma deficiência múltipla;

Caracteriza-se pela perda parcial ou total da visão e da audição, de tal forma que

 

a

combinação das duas deficiências causa extrema dificuldade na conquista de

metas educacionais, vocacionais, de lazer e sociais;

 
 

Apesar das dificuldades, é possível educar a criança portadora desta deficiência, através de métodos especializados.

B.

Deficiência

física

e

Mental;

C.

Deficiência

física

e

visual;

D.

Deficiência

mental

e

visual;

E.

Deficiência física e auditiva;

 

Observar o comportamento das crianças sem deficiência ajuda aquelas que têm deficiência múltipla a se desenvolver. Faça jogos e brincadeiras que reúnam a turma no final das aulas.

Pesquise tudo sobre a criança: de onde ela vem, como é a família, como se comunica

e quais são suas brincadeiras preferidas. Na avaliação, valorize a evolução do aluno e não os resultados.

6. Portadores de condutas típicas

Manifestações de comportamentos típicos de portadores de síndromes e quadros psicológicos, neurológicos ou psiquiátricos que ocasionam atrasos no desenvolvimento

e prejuízos no relacionamento social, em grau que requeira atendimento educacional especializado (BRASIL, 1998, p. 25).

A partir da década de 90, para fazer referência aos alunos que apresentavam distúrbios

de comportamentos, atualmente refere-se às "manifestações típicas de síndromes e quadros neurológicos, psicológicos ou psiquiátricos persistentes que ocasionam atrasos no desenvolvimento e prejuízos no relacionamento social, em grau que requeira atendimento educacional especializado " (Brasil,1994).]

Consideram-se, educandos com necessidades educacionais especiais na área de condutas típicas, aqueles que apresentam dificuldades na adaptação escolar, associadas ou não a limitações no processo de desenvolvimento, que dificultam o acompanhamento das atividades curriculares.

Não existe um padrão único de comportamento denominado conduta típica.

É

grande a variedade de comportamentos englobados nesse rótulo;

Seus determinantes são variados, podendo ser de natureza biológica, psicológica,

comportamental e/ou social.

Esses alunos, geralmente:

Não apresentam comprometimento ou atraso intelectual;

Vivenciam enorme dificuldade em se adaptar ao contexto familiar, escolar e comunitário;

De acordo com o MEC, entende-se por quadros neurológicos, psicológicos graves e/ou psiquiátricos persistentes as manifestações que permanecerem apesar das inúmeras tentativas de intervenção, seja de natureza clínica, educativa ou social;

Apresenta dificuldade em uma ou várias áreas, tais como:

Permanecer sentado e concentrado nas atividades;

Distrai com muita facilidade;

Fala excessivamente durante a aula;

Pouca noção de perigo;

Não cuida adequadamente do material escolar;

Problemas emocionais geram inadaptações de maior complexidade que não se resolvem por si mesmas;

Criança que reage de forma inadaptada;

Perde a paciência;

Não aceita regras ou quaisquer orientações do professor;

Quando comete erros, ou mesmo traquinagens, responsabiliza os colegas;

Apresenta muitas vezes raiva e ressentimento;

Criando discussões com todos;

Manifestações que afetam as relações interpessoais;

Agressão ou auto-agressão;

Isolamento, alheios à realidade circundante.

6.1 TDA-H (Transtornos de Déficit de Atenção com hiperatividade)

Antigamente era conhecida como "Disfunção Cerebral Mínima".

Em 1987, o nome passou a ter a atual denominação: "Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade".

O

verdadeiro comportamento hiperativo interfere na vida familiar, escolar e social

da criança.

O

diagnóstico da TDA-H é um diagnostico de difícil precisão. Há necessidade de

uma avaliação com uma equipe multidisciplinar, com neuropediatra, psicólogo,

psicopedagogo, a família e o professor, e a criança ser observada em diversas situações. Normalmente, só é diagnosticada depois que a criança começou a frequentar a escola.

um transtorno real, um obstáculo real, apesar de não haver nenhum sinal exterior de que algo está errado com o Sistema Nervoso Central.

É

É

uma disfunção neurobiológica.

As crianças hiperativas entenderam as regras, instruções e expectativas sociais. Mas elas têm dificuldade em obedecê-las. Esses comportamentos são acidentais

não propositais. Apesar do desejo de agradar e de ser educada e contida, a criança hiperativa não consegue se controlar.

e



6.2 Espectro Autista:

O autismo é uma anormalidade do desenvolvimento que se manifesta de maneira grave. Aparece tipicamente entre o nascimento até os 18 meses. Caracteriza-se por severos problemas de comunicação e na conduta por uma incapacidade de relacionar-se com as pessoas de maneira normal.

Os indivíduos autistas podem ser comparados ao deficiente mental, por seu desenvolvimento atrasado em todas as dimensões: fala, coordenação motora, raciocínio, postura, emoção e psicológico.

Quando aprendemos qualquer nova informação, precisamos que este conteúdo seja simbolizado em nosso cognitivo. O que acontece com os autistas, é que a simbolização ocorre de forma muito precária. Assim, parece que ou são deficientes mentais ou surdos, pois evitam qualquer tipo de contato com pessoas ou, então, não respondem quando solicitada sua atenção.

6.3 Psicose:

O mundo interior é comumente confuso, pontuado por vozes estranhas, paranóia e pensamentos ilógicos.

Sintomas: Agitação, delírio paranóide (quando o doente acredita que conspiram contra ele), alucinações, comumente
Sintomas:
Agitação, delírio paranóide (quando o doente acredita que conspiram contra
ele), alucinações, comumente a ouvir vozes, as quais instigam a violência
contra si mesmos e contra outros, são um sinal extremamente grave: eles
podem não resistir e atuar de forma violenta, ambivalência (sentimentos
opostos, como ódio e amor, expressos ao mesmo tempo), embotamento
afetivo (manifestado por uma expressão facial suave e imperturbável),
perda de associação (no qual a pessoa encadeia pensamentos sem uma
lógica evidente, frequentemente misturando palavras sem sentido. A falta
de espontaneidade, discurso empobrecido, dificuldade de estabelecer uma
relação e lentidão de movimentos, apatia, desinteresse, incapacidade para
lidar com assuntos simples. (Scientific Americain )
Para se trabalhar com este tipo de alunado, é muito importante fazer uso da ROTINA.
Para se trabalhar com este tipo de alunado, é muito importante fazer uso
da ROTINA. Dar REFERÊNCIA à criança. Buscar a socialização da criança.
Quando introduzir um novo estímulo, explicar, detalhadamente, à criança

Inclusão de alunos com condutas típicas na escola regular é viável em alguns casos.

O aluno