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DIARIO ira, 8 de Julho de 2011 186 N.129 DA REPUBLICA OFICIAL DA REPUBLICA DE ANGOLA Prego deste mimero — Kz: 250,00 Toa a corespondéncia, quer oficial, quer relativa © anno ¢ asinaunsdo Diario a Repiblicars, deve ser deigida & Imprensa | AEs “ASSINATURAS, je cada publica nos Dron 1 iis Kr 75,0 Ope ta Repitica Ano ara Ke: 440 s7500] 3° série Ke: 9500, acrescido do respectivo ALS sre Ke: 260 250,00 posto do selo, depemdend a paliacSo da Nacional — EP em Luanda, Cana Postal 1806] 4 ig Kz: 135 85000] sie de depo prévioa tetas Tsou end Tele cmprens AR? sie 2:105 700,00] dtmprenss Nasional — EP SUMARIO Atendendo que as solugdes normativas agora aprovadas Presidente da Rey Decreto Presidenchln2 19/11: Estabclse o regime jr da segura contr incase cio Revoga tala a legialago que comrade o dspono ae presente diploma PRESIDENTE DA REPUBLICA Decreto Presidencial n’ eS de Jatho Considerando que a Secgtio TT do Capitulo V (condigbes guranga das edificagdes) do Decreto 3107, de 26 de Fevereiro, sobre o Regulamento Geral das Edificayies Urbanas, define de forma insuficiente as normas aplicsveis a seguranga das edificagées contra ineéndios; Tornando-se imperioso aprovar um regulamento sobre 0 regime juridieo da seguranca contra incéndios em edificios, {enquanto ronco normativo comum de aplicagio geral a todos 08 edificios, sem prejuizo de nele se incluirem disposigdes especificas complementares julgadas convenientes& cada uti- Tizagio — tipo: Considerando que, com esta opeZo legiferante, se pre- tend favorecer, por parte das vérias entidades responsiveis, pela aplicagiio da le, uma visto sistematizada ¢ uma inter- pretago uniforme das normas com evidente salvaguarda da autoridade técnica que a estas deve assist: se baseiam nas mais avangadas téenicas de seguranga contra incéndios em edificios, nfo se prevendo que a sua aplicagio ‘scarrete um aeréscimo significative do custo final da cons- trugio, na medida em que muitas dessas soluges so j4 4quotidianamente adoptadas na execugiio de projectos na construc de edificios: Tendo em conta que a fiscalizagio das condigdes de is tipas de edificios, recintos e estabelecimentos, & exercida de moxlo a garantir uma adequada racionalizagio dos procedimentos adminis trativos, a simplificago, a desburocratizagio e a moderiz- sguranga contra ineBndios nos ¥% lo, nesta drea especifica de actividade da administragio paiblica, tanto a nivel central como local; 0 Presidente da Repiiblica decreta, nos termos da 1202 e do n.°3 do artigo 125.*, ambos da jo da Repiiblica de Angola, seguinte; nea |) do arti Constitui REGULAMENTO SOBRE 0 REGIME JURIDICO DIOS EGURANGA CONTRA IN EM EDIFICIOS CAPITULO 1 Disposigies Gerais ARrIGO 1 (Object) © presente diploma estabelece © regime juridico da suranga contra inendies em edifcios. 246 DIARIO _DA REPUBLICA agniGo 2° etinigies) Para efeitos do presente diploma ¢ legislago comple- ‘mentar,entende-se por: 1) «Bdlificio», toda e qualquer edi utilizagdo humana que disponha,na totalidade ou em parte, de um espaco interior uilizavel,abran- gendo as utilizagdes-tipo referidas no n° | do artigo 8.° do presente diploma; b) «Edificios independentes», edificios dotados de cestruturas independentes, sem comunicagao inte- rior ou quando exista,efectuada exclusivamente através de cdimaras corta-fogo e que cumpram as disposighes de seguranga contra inc8ndios em dificios,relativamente resistencia ao fogo dos «elementos de construgzo que os isolam entre sis ©) «Utilizagdo-tipo», classifieagae do uso dominante de qualquer edificio ou recinto,incluindo os esta- cionamentos, os diversos tipos de estabeleci- mentos que recebem pablico, os industriais, oficinas ¢ armazéns, em conformidade com 0 disposto no artigo 8." do presente diploma; 4) «Altura da utilizagao-tipo», diferenca de cota entre © plano de referéncia e o pavimento do iiltimo piso acima do solo, susceptivel de ocupagio por essa utilizago-tipo: ¢) «Recintas» espages delimitados a ar livre desti- rads a 08 estabelecimentos que recebem piiblico, aos industriais, ofieinas e armazéns, podendo dispor de construgées de caricter permanente, tempore io ou itinerante; A) «Efectiva», mimero maximo estimado de pessoas «que pode ocuparem simultineo um dado espago de um edificio ou recinto: 1808 usos, desde os estacionamentos, 8) «Efectivo de publican, nimero mviximo estimado de pessoas que pode ocupar em simultineo um cdificio ou recinto que recebe piiblico,excluindo ‘o mimero de funcionérios e quaisquer outras pes- ‘sous afectas ao seu funcionamento; 1) eB spagos», reas interiores ¢ extetiores dos edfi- ios ou recintos; 1) cdmévets classificadosy, monumentos classificados, nos fermos da legislagio aplicével; ‘) «Local de risco», classificago de qualquer rea de um edificio ou recinto, em fungio da natureza do isco de incéndio, com excepeo dos espagos interiores de cada fogo © das vias horizontais © verticais de evacuagio, em conformidade com 0 disposto no artigo 10.° do presente diploma; 4 «Plano de referéncia», plano de nivel, cota de pavimento do acesso destnado ts viaturas de sovorto, medida na perpendicular a1um vo de sala directa para o exterior do edifco 1) «Area bruta de um piso ou fracgaio superficie total dde tum dado piso ou fraegio, delimitada pelo pevimetro exterior das paredes exteriones¢ pelo cixo das paredes interiores separadoras dessa faogio, relaivamente s estates; 1m) «Area itil de wm piso ou fracgdom, soma da érea ‘ti de tds os compartments interiors de umn dado piso ou fracgdo,excluindo-se vestbulos lage nteriores, scala ramps comuns, instalages saniras, oupeizos. arrumos,armi- ios nas paredese outros compartimentos de fun- iio similar emede-se pelo perimetro interior das paredes que delimitam aqucles compartimentos, descontando encalgos até 30cm, pares interio- res, dvisérase condtas 1) «Carga de incénio>, quantidde de calor suscep- tivel de ser ibertada pela combust completa da totalidade de elementos contidos mum espago, incluindo oevestimento das paredes, divs, paviments etctos; 0) Densidade de carga de incéndion carga de in dio por unidade de dea til de um dado espaco ou para o caso de armazenamento, por unidade de volume; P) sDensidade de carga de incéndio modificadun densidade de carga de incéndio afectada de coe cientes eferenes ao grau de perigosidade © 40 fndce de activagdo dos combustiveis, detemi- nada com base ns critics referidos no n 4 do artigo 12° do presente diploma; @) «Categorias de riscon, clsificagdo em quatro nies de rio de ineéndio de qualquer wtliza- iso de um edificio e recinto, atendendo @ diversos factores de risco, como a sua altura, 0 efectivo,o efectivo em locais de riseo,a carga de incéndio e a existéncia de pisos abaixo do plas de referéncia nos termos previstos no artigo 1 do presente diploma. ARTIGO 3° Cambie) 1. Estio sujeitos ao regime de seguranga contra incéndios: @) Os edificios ou suas fracgbes auténomas, qualquer (que seja.utilizagao e respectiva envolvente; +) Os edificios de apoio a postos de abastecimento de ‘combustiveis, ais como estabelecimentos de res- tauragio, comerciais ¢ oficinas 0s recintos SERIE — N° 129 — DE 8 DE JULHO DE 2011 3347 2. Exceptuam:se do disposto no mimero anterior: 4) Os estabelecimentes prisionsis ¢ 0s espagos classi ficados de acesso restrto das instalagies de for- ‘gas armadas ou de seguranca 1) Os pais de muniges ou de explosivos e as ear reiras de tro. 3. Esto apenas sujeitos 20 regime de seguranga em maté- ria de avessibilidade dos meios de socorro e de disponibili- dade de gua para combate & incéndios, aplicando-se nos demais aspectos os respectivos regimes espe 4) Os estabelecimentos industrinis ¢ de armazena- mento de substincias perigosa; 1) Os expagos afectos & indistria de pirotecnia e & industeia extractiva; . jmentos que transformem ou armaze- ‘nem substincias e prodtutos explosivos ou radioac- tivos. 4.Nos euificios com habitagao, exceptuam-se do disposto 10 n.” 1 08 espagos interiores de cada habitag20, onde ape- ‘nas se aplicam as condighes de seguranga das instalagies t6e- 5. Quando 0 cumprimento das normas de seguranga con- tra ineéndios nos iméveis clasificados se revele lesive dos ‘mesmos, ou sejam de concretizago manifestamente despro- porcionada, so adoptadas as medidas de autoproteccio ade- ‘quadas, apés parecer do Servigo Nacional de Proteogio Civil © Bombeiros. 6. As entdades responséveis pela esto dos edi recintosreferdos no n."2 do presente artigo, ineumbe pro- mover a adopsio das medidas de seguranga mais adequadas cad e250, ovvidoo Servigo Nacional de Proteccio Civil e Bombeitos, sempre que entendido conveniemte aKTIGO 4° (Principlasgeras) 1. O presente diploma baseia-se nos principios gems da preservagio da vida humana, do ambiente e do patriménio cultural. 2. Tendo em vista. cumprimento dos prine‘pios referidos ‘no niimero anterior, o presente diploma é de aplicagio geral todas as utilizagdes de ediffcios e recintos, visando em cada uma dela 4) Reduzis a probabilidade de ocorréncia de +) Limitar 0 desenvolvimento de eventuais incéndios, citcunscrevendo e minimizand os seus efits, ‘nomeadamente, a propagagiio do fumo e gases de combustio: ¢) Facilitar a evacuagio eo salvamento dos ocupantes, 4) Permitira intervengao eficaze segura dos meios de 3A resposta dos prineipios referidos no n.” do presente artigo, 6 estruturada com base na definigo das utilizagdes- tipo, dos locais de risco e das categorias de risco, que orien- tam as distintas disposigdes de seguranca previstas no presente diploma. ARrIGO 5 (Competéncia) 1.0 Servigo Nacional de Protecgdo Civil e Bombeiros é 2 entidade competente para assegurar 0 cumprimento do regime de seguranga contra incéndios em edificios. 2..Ao Servigo Nacional de Proteccio Civil e Bombeiros incumbe a credenciagdo de entidades para a realizagao de Vistorias ¢ de inspecgdes das condigies de seguranga contra incéndios em edificios, nos termos previstos no presente diploma e em outros diplomas complementares. ARTIGO 6° (Responssbilidade no caso dees ou recites) 1. No caso de edificios e recintos em fase de projecto e construsiio sio respons.iveis pela uplicagtio ¢ pela verifica~ glo das condighes de seguranga contra incéndios em edi 4) Os autores de projectos¢ os coordenadores dos pro- Jectos de operagbes urbanisticas, no que respeita a respectiva elaborago, bem como as interven ‘gbes ncessérias ou complementares a esta a que estcjam obrigados, no decurso da execugdo da obra: +b) Aempresa responsdvel pela execugo da obra: €) 0 Director de obra e o Ditector de fisealizagio de ‘obra, quanto conformidade da execuszo da obra com 0 projecto aprovado, 2.0s autores dos projectos, 0s coordenadores dos pro- {Jectos, 0 Director de obra e o Dizector de fiscalizago de obra, referidos nas alfneas a) e c) do nfimero anterior devem subs- rever os termos de responsabilidade, do qual conste, res- pectivamente, que na elaboraco do projecto e na execucio 348 DIARIO _DA REPUBLICA € verificagdo da obra em conformidade como projecto apro- ‘vad, foram cumpridas as disposiydes de seguranga contra incéndios em edi 3.A manutengiio das condigdes de seguranga contra risco, de in protecgo apliciveis aos edificios ou recintos destinadlos & tilizagdo-tipo I referida na alinea a) do n." 1 do artigo 8, durante too 0 cielo de vida dos mesmos, & da responsabili- {dade dos respectivos proprietérios, com excepyaio das suas partes comuns na propriedade horizontal, que soda respon- sabitidade do administrador do condominio. dio aprovadas e a execugiio das medidas de auto- 4, Durante todo o ciclo de vida dos edificios ou recintos que no se integrem na utilizagdo-tipo referida no nimero anterior, a responsabilidade pela manutengio das condigoes de seguranga contra risco de incéndio aprovadas ¢ a exe- cugo das medidas de autoprotecgio apliciveis, & das seguintes entidades: 4) Do proprietitio, no caso do edificio ou recinto estar 1a sua posse: +) De quem detiver a exploragio do edificio ou do recinto, ©) Das entidades gestoras no caso de edificios ou recintos que disponliam de espagos comuns, espacos pastilhados ou servigos colectivos, sendo. ‘a sua responsabilidad limitada aos mesmos, aKniGo 1! (Responsbitkiade peas conde exteriars de seguransa contra incéndlos em eifilos) Sem prejuizo das atribuigées préprias das entidades pilicas, as entidades referidas nos n.* 3 e 4 do artigo ante- rior Sio responsiveis pela manutensio das condigdes exte- sores de seguranga contra incéndios em ediffcios, nomea- ddamente, no que se ref 2s vias de ras condigbes previstas no presente diploma e em diplomas ccomplementares, quando as mesmas se situem em dominio privado. redes de hidrantes exteriores & 0 oU1estacionamento dos veiculos de Socorm, CAPITULO IL Caracterizagio dos Edifcios e Recintos ARTIGOs* (Uiteages-tipo de eiticis recat) 1. Aos edificios e recintos corresponclem as seguintes utlizag6« 4) Tipo I chabitacionais», corresponde a edificios ou partes de edificios destinados & habitago unifa- miliar ou. multifamitiar, incluindo os espagos ccomuns de acessos ¢ us reas niio residenciais reservadas uo uso exclusive dos residentes; 1b) Tipo II westacionamentos», corresponde a edificios ‘ou partes de edificios destinados exclusivamente Arecolhade vefeulos e seus reboques, forada via pliblica ou recintos delimitados a0 ar livre, para ‘omesmo fim; «) Tipo IIL «administrativos», corresponde a edificios ‘ou partes de cdificios onde se desenvolvem actividades administrativas, de atendimento a0 paiblico ou de servigos, nomeadamente, escrit6- tos, repartigdes pablicas,tribunais, conservat6- ris, baledes de atendimento, notiris, gabinetes de profissionais liberals, espagos de investigagiio iio dedicados a0 ensino, postos de foreas de seguranga e de socorro, exeluindo as oficinas de reparacao e manuleng30;, 4) Tipo IV «escolares», corresponde a edificios ou partes de edificios recehendo pliblico, onde se ‘ministrem aegGes de educagio, ensino ¢ forma- «gio ou exeryam actividades Kidicas ou educa vas, poslendo ou nfo incluir espagos de repouso ‘ou de dormida afectos aos participantes nessas acgbes ¢ actividades, nomeadamente, escolas de todos os niveis de ensino, ereches, jardins de infancia, centros de formas centros de ocupa- ‘glo de tempos livres destinados « criangas ¢ jovens ¢ centros de juventude €) Tipo V chospitatares e lares de idosas», cores- ponde a edificios ou partes de edificios rece- bendo piiblico, destinados 2 execuio de aegies de diggnéstico ou & prestagdo de cuidados na érea dda satide, com ou sem internamento, a0 apoio 2 ‘pessoas idosas ou com condicionalismos decor- rentes de Factores de natureza fisica ou psiquica ‘our onde se desenvolvam actividades dedieadas a essas pessoas, nomendamente, hospitais,clinicas, cconsultérios, policlinicas, dispensérios médicos, ccentros de sade, de diagndstico, de enfermagem, dehemodiflise ou de fisiterapia, Iaborat6rios de andlises clinicas, bem como lares, albergues, residéncias, centros de abrigo e centros de dia ‘com actividades destinadas a terceira dade 1) Tipo VI «especticulos e reunides piblicas», cor responde a edificios, partes de edificios,recintos itinerantes ou provisérios e a0 ar livre que rece bam piblico, destinados a especticulos, reunives ppblicas, exibigdo de meios audiovisuais,bailes, jogos, conferéncias, palestras, cultos religiosose exposigbes, podendo ser ou nfo, polivalentes SERIE — N° 129 — DE 8 DE JULHO DE 2011 3349 desenvolver as actividades referidas em regime iio permanente, nomeudamenteteatros,cinetea- yemas, coliseus, pragas de touros,citcos, salas de jogos, saldes de danga, discotecas, bares ‘com misica ao vivo, estidios de gravagio, audi- AGrios, silas de conferéncias, templos religiosos, pavilhes: multiuso e locais de exposigao niio classificdveis na utilizagdo-tipo X: 8) Tipo VII «hoteleiros e restauragidon, correspond 8 cdificios ou partes de edificios, recebendo piiblico, fornecendo alojamento tempordrio ou exercendo actividades de restauragdo e bebidas, fem regime de ocupagdo exclusiva ou nao, ‘nomeadamente, os destinados a empreendimen- tos turisticos, alojamentos, estabelecimentos de restauragdo ou de bebidas, dormit6ris e, qua ‘nao inseridos num estabelecimento escolar, residéncias de estudantes e col6nias de férias, ficando exclufdos deste tipo os parques de eam- pismo e caravanismo, que siio considerados cespagos da utilizaeao-tipo LX; 1) Tipo VII aoels ov purieul, incandescent on Tom. Pos, FIGRA, az | Tore Tasos | rIGRA, LFS. tieans | ¢ posal ox pico incines eh fetes sd on de Prodigio de Tano wat <2 Cc | rioRa, ues. tHnsans | oa shee soils oa pauls oe. lmeandescemes Produjio defumo i, s2 ous» D FIGRAc Fs godulas ou partcl’ inca ees wd on de ‘Gauls optus inca 5 fs ‘ens provagio ce rep 0, F | Descmpenio nto iceraieado QUADRO I Classes de reacedo 20 fogo para produtos de construcio de payimentos, inctuindo os seus revestimentos awe | at.o.1tPcs, Gin, PCS © ane | wa io, Produgio de fam «st ow rt | Funoentieoe Fs. | Produgdo de fumo «tou 2» cre | Fimocnticoe rs, | Phojio de timo ot on Det | Fimwerticoe Fs. | Prtugio defame s1 ou ss, 1H Fs FL | Desempento aio ‘determina QUADRO IIL Classes de reaegaio ao fogo de produtos lineares para isolamento térmico de condutas Cae | Factor deCastenso | Chicago complmentar au | _onon.u,nes ‘Produ de imo ws, 520038 rrOm..nes, rica)“ eotelas ou paricolas AL | LESS THRO. "| inctadeconos <0, ou 2s Produgio de fumo al <2 oa Se BL | F1GRA,LeS,tHR6ONS |e goxculss ow partculas nconde Fs enies = ob d2> Praligiodefuno al ae ‘ous3» gviculis oa paras Incandescent «0, dt 08 2 cL | IGRA, LS, THHR6OH Fs Prokigiods lama at Don Ge «potelas on particula incandes ents dvd oudde DL | FORA, THREO EFS ‘Gul ou pauls incandes aL & EMS npotagS0 OU re a> FL | Devempento nie ‘deci ANEXO TT Classes de resisténeia ao fogo padriio para produtos, de construgiio, a que se refere on? 3 do artigo 92° ‘A classificagiio de desempenho de resisténcia a0 fogo padrio para produtos de construgio é a constante dos qua- dros seguintes ¢ atende aos seguintes pardmetros, depen- endo do elemento de construgio em questo: @) R — capacidade de suporte de cary: +) E — estanquidade a chamas e gases quentes; ©) = isolamento térmico; dW — radiagao: SERIE — N° 129 — DE 8 DE JULHO DE 2011 3361 e)M — acedo mecanica: [EN 1994-12; EN 1995-1 2; EN 1999.1.2 JC — fecho automitico; 8) S — passagem de fumo: Casino aco“ in fh) Pou PH — continuidade de fornecimento de ener- gia e/ou de sinal; we mo] ad] ov] ex) so] oad 1G — tesisténcia a0 Fogo: 1s] 20] | os] | a | om fm | 200 JK — capacidade de proteceao contra 0 fogo. Belen QUADRO I (Classificagao para elementos com funges de suporte de carga e sem fungao de compartimentagio resistente a0 fogo Aplicagaio: paredes, pavimentos, cobertura, vigas, pilares, varandas, escadas, passagens Normas EN 1350-2; EN 1365-1,2,3,4,5,6; EN 1992- 1.2; EN 1993-1.2: EN 1994-1.2; BN 1995-1.2; BN 1996-1 2; EN 1999-12 ‘Casiteaio rasan minut” QUADRO TI (Classificagao para elementos com fungies de suporte de carga e de compartimentagiio resistente wo fogo Aplicagav: paredes Normas EN 13501-2; EN 1365-1 1993-12: EN 1992-12; EN EN 1994-1.2; EN 1995-1.2; EN 1996-1.2; EN 1999-1.2 Canin Darwen inte” Aplicagiio: pavimentos e coberturas Normas EN 13501-2; EN 1369-2; EN 1992-1.2; EN 1993-12: QUADRO IIL Classificagio para produtos e sistemas para protecsio de elementos ou partes de obras com fungies de suporte de carga Aplicagio: teetos sem resist@ncia independiente ao fogo Normas EN 13501-2; EN 13381-1 Classificagio — expressa nos mesmos termos do ele- ‘mento que ¢ protegido. Nota — Se também cumprir os critérios relativamente 20 fogo «seminatural»,o simbolo «sn» é acrescentado a classi ficagso, Aplicagio: revestimentos, revestimentos exteriores paingis de protecgao contra 0 Fogo Normas EN 13501-2; EN 13381-2a7 Classificagiio — expressa nos mesmos termos do ele- mento que € protegido. QUADRO IV (Classificagaio para elementos ou partes de obras sem funcies de suporte de carga e produtos a eles destinadas Aplicagio: divis6rias «i Juindo divis6rias com porgies isoladas» Normas EN 13501-2; EN 1364-1; EN 1992-1.2; EN 1993-1 2; EN 1995-1.2: EN 1996-1.2; EN 1999-12 Chae Dra “em mina” Aplicasio: tectos com resisténcia independente ao fogo Normas EN 13501-2; EN 1364-2 3362, DIARIO DA REPUBLICA Ctamiteato rasso om into” cs Draco em mat Nota — A classifieago & complementada por «ab, ba ou aesb», indicando se o elemento foi ensaiado e cum= pre os critérios para o fozo de cima, de baixo ou para ambos, Aplicagio: fachadas e paredes exteriores ‘«ineluindo elementos envidragados» Norma EN 13501-2; EN 1364-3, 4,5,6; EN 1992-1.2: EN 1993-1.2; BN 1995-12; EN 1996-1.2; EN 1999-1.2 Aplicagio: portas ¢ portadas corta-fogo e respectives dispositivos de fecho «ineluindo as que comportem cenvidragados e ferragens» Normas EN 1350) 2: EN 1634-1 Nota — A classificago 6 complementada por «i0,0—Fi (04 i¢40» consoante cumpram os eritérios para o fogo inte- rior, exterior ou para ambos, Onde aplicével,estabilidade mecfinica significa que niio| thd partes em colapso passiveis de causar danos pessoais durante 0 periodo da classificagdo E ou EL Aplicagav: pisos falsos Normmas EN 13501-2; EN 1366-6 Cesieaso erage omit” Nota — A elassifieagio é complementada pela adigio do sufixo «Bs, indicando resisténeia total ao Fogo ou do sufixo x, indicando exposigo apenas & temperatura constante reduzida, Aplicagio: vedagdes de aberturas de passagem de eabos e tubagens Nocmas EN 13501-2; EN 1366-3, 4 taste Dram mat” Casita ‘Daag em evalo™ Bewwmnnen) a cafan fon foe | um Nota — A classficagao 1 € complementada pela adic dos sufixos «1» ou «2» consoante a definicio do isolamento utlizada, A adigfo do simbolo «C» indica que o produto satisfaz também 0 eritério de fecho automético «ensaio pass/fail» (1), (1) A classifieagdo «C» deve ser complementada pelos digitos 0 a 5, de aconto com 1 categoria uitizada, 0s porme- ‘ores devem ser incluidos na especificagao técnica relevante do produto. Aplicagao: portas de controlo do fume Normas EN 13501-2; EN 1634-3 CClassificago — $200 ou Sa (consoante as condigses de ensaio cumpridas). Nota — A adigso do simboto «C» indica que o produto satisfaz também © eritério de fecho automético vensaio passiails (1). (I) A classifieagio «Co deve ser complementada pelos tos 0 5, de acordo com a categoria wilizada: 0s porme- d nores devem ser incluidos na especificagio técnica relevante do produto. Aplicagio: obturadores para sistemas de transporte continuo por correias ou earris, ‘Normas EN 13501-2; EN 1366-7 SERIE — N° 129 — DE 8 DE JULHO DE 2011 3363 Nota — A classifieago I 6 complementada pela adigiio dos sufixos «1» ou «2» consoante a de tilizada, A adigio do. simbolo «C» indica que o produto satisfaz, também o eritério de fecho automético «ensaio 0 do isolamento pass/fail» (1) (1) A classificagio «C» deve ser complementada pelos igitos 0 a 5, de acordo com a categoria utilizada; os porme- ores devem ser includos na especificagio técnica relevamte do produto. Norma EN 13501-2; EN 1366-5 Nota — A classificago 6 complementada por «i0,0—i ‘ou i640» consoante cumpram os eritérios para 0 fogo inte- rio, exterior ou para ambos. Os simbolos «ve» eou eho» in- dlicam, além disso, a adequagdo a uma utilizagdo vertical efou horizontal, Aplicago: chaminés Nocmas EN 13501-2; EN 13216 Chassificagdo — G-+ distinc’ Nota, — Distincia nfo exigi io de encastrar ann»; por exemplo, G50 ‘0s produtos de constru- Aplicasio: revestimentos para paredes e coberturas [Normas EN 13501-2; EN 13381-8 lassificaggo — K. Nota — Ensaio passa QUADROV Classificagiio para produtes destinados a sistemas de ventilagio «exeluindo exaustores de fumo e de calor» Aplicagio: condutas de ventilagio Normas EN 13501-3; EN 1366-1 Cemitcagie arc em st” Nota — A classificagio & complementada por «iro, 0 ‘ou iso» consoante cumpram os critérios para 0 fogo inte- ror, exterior ou para ambos, respectivamente. Os simbolos «ve» efou sho» indicam, além disso, a adequagio a uma uti- lizagdo vertical e ow horizontal. A adiedo do simbolo «S» indica o cumprimento de uma restrigdo suplementa as fugas. Aplicago: registes corta-fogo Normas EN 13501-3; EN 1366-2 Casein Draco em mia Nota — A classifieaglio & complementada por «io , (01 ou i640» consoante cumpram os critérios para o fogo interior, exterior ou para ambos, respectivamente.Os simbo- los «ve e/ouho» indicam,além disso, a adequagio a uma uti lizagdo vertical e ow horizontal. A adiedo do simbolo «S» indica o cumprimento de uma restrigtio suplementar As fuga. QUADRO VI Classifieagio para produtos ineorporados em instalagbes Aplicagtio: cabos eléctricos e de fibra éptica e acess6rios; tubos e sistemas de proteccio de cabos eléctricos contra o fogo Norma EN 135013 3364 Aplicagio: cabs ou sistemas de energia ou sinal com pequeno diémetro «menos de 200 mm com con- dutores de menos de 25 mm?» DIARIO _DA REPUBLICA QUADROIV Categorias de risco da utilizaglo-tipo IV «tscolares» € V «dlospitalares e lares de idosos> NNocmas EN 13501-3; EN 50200 [adie wena ation] tare marm Tisthogs UT Woe] owt comnir Canicasso rage Sia” eaerois | tara de ‘eave em |atertar arenes UtWoa' | naive stereo Sop m ‘ “ oyepe <9 m = 100 25 _| Aplicdivel a todos| ae om Peso | e100 | Nope ANEXOTII 7 2m [651500] —s400_| Niowlsivet Quaros referidos non. 1 do artigo 122 a 328m [p> 00] —>400 | Nioaptsivel Categorias de iso da ulzag-tpo T Lins nin oso ds 23a dso pon sam ‘Habitacionaise ens com Tae eran QUADRO V Charman Sim ae ps oats pa oF Categorias de iso das utlizaiestpo V1 ~ halve do plane de referencia -«Especticulos ¢ reunides piblicas» e IX «Desporti- | som st vos ¢ de lazer» a [stm zB Casimir naan [aan =f =® z iitiawinpaaee ee covet Xp w Ps aco aw | S50 35 vraan ct] casera [ste | ae Minott |e aaa] |r occas QuADROM P - ia Categorias desc da uilizagiotpo I zm [0 [ew | «Estacionamentos» = 515,000) Coote) Sava Categoria ‘Namerv de pisos =28 =! = 10 mesanut] ornree Teepe nT] sare [FF = aa de referincia ss 00 i Ti a Sa eT QUADRO VI = Ean [enonm| ss [Tam] Caen de isco das ulizagdetpo VI tle as s2am_[ 532000 m’ 5 ‘Nio rose restamragiion rR RR QUADRO UL “aioe Categorias derisco da ulzago-tpo IL on se ca ie Adiministrativese mY aaa vies | ert TH | ai | cts] eae cae ean Sue Treva Bese Ton =9m sim] |e Se aw [ee | poner Be im e100 | [araaana| som | aso | e200 | nto nie 3 250m 25000 | [sel sam | iso | sso | sis wa * 250m > 5000 jar, s28m__| <1500 | <800 | Nao aplicsvel SERIE — N° 129 — DE 8 DE JULHO DE 2011 3365 QUADRO VII ‘Categorias de risco da utilizagio-tipo V « 26m >2 > 500 QUADRO VII Categorias de risco da utilizaclo-tipo X “