Nome do Componente Curricular: Relações Étnico-Raciais e Cultura Afro-brasileira e Indígena

Pré-requisitos: Não há
Carga Horária Total: 36h
Carga Horária Prática: 0h Carga Horária Teórica: 36h
Objetivos
Gerais:
Propiciar condições para o aluno discutir a presença da diferença, da diversidade na sociedade, numa
abordagem pluriétnica, multicultural e multidisciplinar, tomando como desafio possibilidades mais
democráticas de tratar a diferença, o outro no cotidiano e, ainda, favorecer o aprofundamento da
temática da formação cultural brasileira questionando as leituras hegemônicas da nossa cultura e de
suas características, assim como das relações entre os diferentes grupos sociais e étnicos, bem como
as implicações para o trabalho e desenvolvimento.
Específicos:
• Introduzir e discutir os conceitos de cultura, monocultura, multiculturalismo, interculturalismo
e a relações desses conceitos com o currículo, bem como termos e conceitos de identidade,
identidade negra, raça, etnia, racismo, etnocentrismo, preconceito racial, discriminação racial,
democracia racial;
• Identificar e analisar quais formas de preconceito e discriminação são possíveis reconhecer no
cotidiano profissional;
• Conhecer e analisar as normalizações legais para a formalização da política educacional
voltada para percepção das diferenças culturais existentes no ambiente de trabalho;
• Reconhecer e valorizar a universidade e a sociedade como espaços de transformação das
relações sociais;
• Discutir os desafios e possibilidades de inclusão da cultura negra nas políticas educacionais e
sua materialização no cotidiano profissional.
Ementa:
Educação para as relações étnico-raciais. Conceitos de raça e etnia, mestiçagem, racismo e racialismo,
preconceito e discriminação. Configurações dos conceitos de raça, etnia e cor no Brasil: entre as
abordagens acadêmicas e sociais. Cultura afro-brasileira e indígena. Políticas de Ações Afirmativas e
Discriminação Positiva – a questão das cotas. Trabalho, produtividade e diversidade cultural.
Conteúdo Programático:
• Conceitos de cultura, monocultura, multiculturalismo, interculturalismo e a relações com o
trabalho;
• Termos e conceitos presentes no debate sobre relações raciais: identidade, identidade negra,
raça, etnia, racismo, etnocentrismo, preconceito racial, discriminação racial e democracia
racial;
• Normalizações legais para a formalização da política educacional voltada para percepção das
diferenças culturais existentes nos diferentes níveis de ensino;
• Perfil profissional e diversidade cultural;
• Desafios e possibilidades de inclusão da cultura negra nas políticas educacionais e sua
materialização no cotidiano profissional;
• Diferenças culturais, processos pedagógicos e implicações para o ambiente de trabalho;
• O que dizem as pesquisas sobre a diversidade étnico-raciais.
Metodologia de Ensino Utilizada:
Aulas expositivas e dialogadas. Leitura de textos e análises de questões. Produções individuais e em

ISBN 9788535907810. ed. Diário Oficial da União. BRASIL. Alienígenas na sala de aula: uma introdução aos estudos culturais em educação. 4. Educação anti-racista: caminhos abertos pela lei federal nº 10. A promoção do aluno na unidade curricular obedecerá aos critérios estabelecidos pela Pró-Reitoria de Graduação. Multiculturalismo crítico. que “institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro.Edusp: São Paulo. 3. Especial – A desigualdade racial no mercado de trabalho. do CNE/MEC. 11. BRASIL. ed. Tomaz Tadeu Da Silva (org). Pesquisas bibliográficas e exposição de trabalhos e seminários. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. rev. Ed. Antropologia. 23 dez. computador e projetor multimídia. 3. de 17 de junho de 2004. São Paulo: Cortez.Brasileira e Africana”. SILVA. Democracia Racial: Ideologia e realidade. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. ed. Debates circulares. 236p. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. 1999. 7. 4. .394. Petrópolis: Vozes. ISBN 8532614973. Cuiabá. Brasília: Ministério da educação. 435 p. 1999. 1. 4. Resolução No. Constituição da República Federativa do Brasil. Néstor Garcia. Ed. 2005. BANDEIRA. 2002. Maria de Lourdes. 2.Culturas Híbridas. com o objetivo de favorecer o progresso do aluno ao longo do semestre. Brasília: Câmara dos Deputados. Coordenação de Publicações. O sistema adotado deve contemplar o processo de ensino e aprendizagem estabelecido neste Projeto Pedagógico. Petrópolis: Vozes. Darcy. ISBN 8524906448. DF. AZEVEDO.. Thales de. 5. 2003. Diversidade e Educação. Boletim DIEESE. BRASIL. BRASIL. 2000. EDUFMT. 3. RIBEIRO. 2008. 2. 6. 1975.260981 S959 2. São Paulo: Companhia das Letras. CANCLINI. Superando o racismo na escola. ed. Novembro. (número de consulta: 379. 2002. (Coleção Educação para todos). de 20 de dezembro de 1996. Brasília. Recursos Instrucionais Necessários: Biblioteca. Brasília: Ministério da educação. 2º ed.639/03. 5. 1996. BRASIL. / 2005). tal como discutido no Projeto Pedagógico do Curso. 2005. 204 p. Fascículos 3º e 4º. MCLAREN. Bibliografia Básica: 1. 2000. Lei nº 9. Complementar: 1. 2. Critérios de Avaliação: O sistema de avaliação será definido pelo docente responsável pela unidade curricular no início das atividades letivas devendo ser aprovado pela Comissão de Curso e divulgado aos alunos. Peter.grupo.

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