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DEPARTAMENTO DE QUÍMICA ORGÂNICA QUI 02006 QUÍMICA DE POLÍMEROS I

Calorimetria exploratória diferencial (DSC)

Princípio da análise térmica

Para explicar o princípio da análise térmica considere o seguinte esquema abaixo.

Amostra

Resistência
Resistência
  • Termopar

  • Referência

Princípio da análise térmica Para explicar o princípio da análise térmica considere o seguinte esquema abaixo.
  • Bloco de aquecimento

Técnica na qual mede-se a diferença de energia fornecida à substância e a um material referência, em função da temperatura enquanto a substância e o material referência são submetidos a uma programação controlada de temperatura .

Princípio da análise térmica

Princípio da análise térmica T – temperatura da resistência T – temperatura da referência T –

T P temperatura da resistência T R temperatura da referência T S temperatura da amostra

Princípio da análise térmica T – temperatura da resistência T – temperatura da referência T –

Quando ocorrem transições na amostra, são detectadas na forma de picos endotérmicos e exotérmicos.

À medida que o forno é aquecido, detectores presentes no aparelho irão verificar

a diferença de temperatura entre amostra e referência.

Princípio da análise térmica

EXO Temperatura (°C) Aquecimento Resfriamento ENDO Fluxo de calor
EXO
Temperatura (°C)
Aquecimento
Resfriamento
ENDO
Fluxo de calor

Tempo (s)

Expressão dos resultados

Os “gráficos” gerados em uma análise térmica são chamados de termogramas e mostram todas as possíveis transições térmicas de uma amostra.

Expressão dos resultados Os “gráficos” gerados em uma análise térmica são chamados de termogramas e mostram
Expressão dos resultados Os “gráficos” gerados em uma análise térmica são chamados de termogramas e mostram

Efeitos observados em DSC

Efeitos endotérmicos mais comuns

Efeitos exotérmicos mais comuns

  • - Fusão

  • - Cristalização

  • - Sublimação

  • - Oxidação

  • - Transições de fase de primeira e de

  • - Combustão

segunda ordem

  • - Decomposição

  • - Evaporação

  • - Ignição

  • - Desidratação

  • - Explosão

  • - Desnaturação (proteínas)

  • - Fermentação

  • - Gelatinização

  • - Reações químicas

  • - Pirólise

  • - Polimerização

  • - Reticulação

Efeitos observados em DSC

Efeito da aromaticidade na temperatura de fusão.

Efeitos observados em DSC Efeito da aromaticidade na temperatura de fusão.

Efeitos observados em DSC

Efeito da ramificação na temperatura de fusão.

Efeitos observados em DSC Efeito da ramificação na temperatura de fusão.

Efeitos observados em DSC

Efeito da massa molar na temperatura de fusão.

Efeitos observados em DSC Efeito da massa molar na temperatura de fusão.

Efeitos observados em DSC

Efeito da ligação de hidrogênio na temperatura de fusão.

Efeitos observados em DSC Efeito da ligação de hidrogênio na temperatura de fusão.

Efeitos observados em DSC

Efeito de um agente nucleante na temperatura de cristalização.

Efeitos observados em DSC Efeito de um agente nucleante na temperatura de cristalização.

Efeitos observados em DSC

Efeito da taxa de aquecimento na temperatura de transição vítrea.

Efeitos observados em DSC Efeito da taxa de aquecimento na temperatura de transição vítrea.

Efeitos observados em DSC

Efeito da massa molar na temperatura de transição vítrea.

Efeitos observados em DSC Efeito da massa molar na temperatura de transição vítrea.

Efeitos observados em DSC

Efeito da ligação de hidrogênio na temperatura de transição vítrea.

Efeitos observados em DSC Efeito da ligação de hidrogênio na temperatura de transição vítrea.

Componentes de um aparelho de DSC

Controle

de gás

Forno
Forno
Amostra Refêrencia
Amostra Refêrencia

Amostra

Refêrencia

Amostra Refêrencia
Amostra Refêrencia
Componentes de um aparelho de DSC Controle de gás Forno Amostra Refêrencia para aquecimento Resistência Controlador
para aquecimento Resistência
para aquecimento Resistência
  • para

aquecimento

Resistência

para aquecimento Resistência
Controlador do forno

Controlador

do forno
do forno
Detectores
Detectores
Componentes de um aparelho de DSC Controle de gás Forno Amostra Refêrencia para aquecimento Resistência Controlador
 

Sistema de

 

aquisição

dos dados

Expressões matemáticas

Expressões matemáticas (dq/dt) =C dT/dt (1) (dq/dt) =C dT/dt+(dh/dt) Se dh/dt>0, endotérmico Se dh/dt<0, exotérmico (2)

(dq/dt) r =C r dT/dt (1)

(dq/dt) s =C s dT/dt+(dh/dt) Se dh/dt>0, endotérmico Se dh/dt<0, exotérmico

(2)

dq/dt=(dq/dt) s (dq/dt) r = C s dT/dt+(dh/dt) - C r dT/dt

(3)

dq/dt = - (T s -T r )/R (4)

Forno de um aparelho de DSC

Fluxo de calor

Forno de um aparelho de DSC Fluxo de calor O mesmo fluxo de aquecimento, gerado por

O mesmo fluxo de aquecimento, gerado por uma única resistência, é aplicado tanto na amostra quanto na referência.

Compensação de potência

Forno de um aparelho de DSC Fluxo de calor O mesmo fluxo de aquecimento, gerado por

Possui sistemas de aquecimento individuais. Quando uma variação de temperatura é detectada, o circuito irá aumentar ou diminuir a potência da resistência da amostra

Aparelho de DSC

Aparelho de DSC

Aparelho de DSC
Aparelho de DSC

Preparação da amostra

Antes de realizar uma análise de DSC deve-se:

Conhecer a temperatura de degradação da amostra

A amostra deve estar ausente de solventes

Quantidade de amostra: entre 5 e 10 mg.

Preparação da amostra Antes de realizar uma análise de DSC deve-se: • Conhecer a temperatura de
Preparação da amostra Antes de realizar uma análise de DSC deve-se: • Conhecer a temperatura de

Calibração do equipamento

Padrão mais utilizado: índio

Calibração do equipamento Padrão mais utilizado: índio

Aula experimental

Objetivos:

Contato com a técnica de caracterização de polímeros DSC Caracterização térmica de diferentes polímeros

Polímeros a serem caracterizados:

Comparativo entre PLLA de baixa e alta massa molar e comparativo com PDLLA; Comparativo de PLA com e sem plastificante; Comparativo entre estruturas de diferentes poliésteres: PLLA e PCL.

Análise dos polímeros PS, PMMA, PS-co-PMMA e blenda PS/PMMA.