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Liliana Bizineche Maria João Sousa Liviu Scripcaru Edoardo Sbaffi Patrizia Giliberti MEIO-SOPRANO SOPRANO VIOLINO
Liliana Bizineche Maria João Sousa Liviu Scripcaru Edoardo Sbaffi Patrizia Giliberti MEIO-SOPRANO SOPRANO VIOLINO

Liliana Bizineche Maria João Sousa Liviu Scripcaru Edoardo Sbaffi Patrizia Giliberti

MEIO-SOPRANO

SOPRANO

VIOLINO

VIOLONCELO

CRAVO

Natural da Itália, diplomou-se em Violoncelo no Conservatório “G. Rossini” de Pesaro em 1992 sob
Natural da Itália, diplomou-se em Violoncelo no Conservatório “G. Rossini” de Pesaro em 1992 sob

Natural da Itália, diplomou-se em Violoncelo no Conservatório “G. Rossini” de Pesaro em 1992 sob a direcção do M.º Walter Di Stefano, tendo-se aperfeiçoado mais tarde com o M.º Antal Tichy, Rocco Filippini, Marianne Chen e Enrico Dindo. Em 2002 licenciou-se na Escola Superior de Música de Lisboa, na disciplina de Violoncelo com a professora Clelia Vital, obtendo uma classificação final de 18 valores. Colaborou com várias Orquestras da sua região com as quais fez numerosas tournées na Itália e no estrangeiro: “Orquestra Sinfonica delle Marche”, “Orquestra da Camera Liviabella” de Macerata, “Academia Strumentale Umbra”, “Orquestra da Camera di Ancona”, “Orquestra Spontini citta di Matelica”. Com esta última executou também o Concerto em Sib Maior de L. Boccherini como solista. Em Julho 1995 ficou apto na audição para a Orquestra Filarmónica Marchigiana (director artístico M.º Gustav Kuhn) com a qual participou em festivais importantes tais como “Macerata Opera” (nas edições 1997-98-99-00-03-04), Festival de Richard Strauss em Garmish–Partenkirchen (1999) na Alemanha e “Snow & Symphony” de S. Moritz (Suíça) em 1998-1999, assim como em varias tournées na Itália e no estrangeiro. A partir de Fevreiro1996 trabalha com a Orquestra Sinfónica “Giuseppe Verdi” de Milão (director artistico M.º Riccardo Chailly) colaborando também numa produção do “Ballet do Teatro alla Scala”, no Teatro alla Scala. Desde setembro 2000 e agosto 2001 integrou a Orquestra Sinfónica da Madeira. Desde Dezembro de 2001 colabora com a Orquestra Gulbenkian de Lisboa. Desde Abril de 2004 colabora com a Orquestra do Algarve. Integrou várias formações camaristicas (trio, quarteto, quinteto) e com o “Trio Mellolin” foi laureado com o 2º. Prémio no Concurso Nacional de Locorotondo (BA) em 1992. E’ membro do Trio “Tago”, o qual é orientado artisticamente pela Profª Olga Prats e do Trio Piazzolla Lisboa com António Carrilho e Helena Vasquez. Para o violoncelo barroco frequentou os cursos de música antiga de Tomar (Portugal) no ano 2003 e 2008 e uma Masterclass em Lisboa em Novembro 2004 com o Mº Rainer Zepperling e o curso de música antiga de Urbino (Itália) em 2005 com o Mº Alain Gervreau. Frequentou ainda Masterclasses com Christophe Coin e Vittorio Ghielmi. Exibiu-se em vários agrupamentos entre os quais a orquestra barroca “il Divino Sospiro” de Lisboa e o agrupamento “La nave Va”. Desde 2002 é Professor de Violoncelo no Instituto Gregoriano de Lisboa.

Natural de Lisboa, iniciou os seus estudos musicais aos cinco anos de idade na Fundação

Natural de Lisboa, iniciou os seus estudos musicais aos cinco anos de idade na Fundação Musical dos Amigos das Crianças (FMAC), onde estudou violino durante doze anos, e participou com o coro infantil, sob a orientação do tenor Vitor Paiva, em diversas óperas do Teatro Nacional de São Carlos. Aos 18 anos, iniciou os seus estudos de canto com a cantora romena Liliana Bizineche, com quem tem estudado regularmente. É licenciada em Canto pela Academia Nacional Superior de Orquestra e em Ciências Musicais pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, tendo também frequentado nesta Universidade a licenciatura de Filosofia, variante História das Ideias. Aperfeiçoou-se com Teresa Berganza, Lella Cuberli, Ileana Cotrubas, Ragnar Ulfung, Allessandro Pagliazzi e Katica Nicolij. Em Agosto de 2006 participou no Operaplus, integrado no Festival do Estoril, onde trabalhou com Loh Sew-Tuan, Sarah Walker, Graham Johnson e Yvonne Minton. De momento estuda com o barítono Marcel Boone na Basileia, Suiça. Tem participado em concursos (Prémio Jovens Músicos, Categoria Voz, 2º Concurso de Canto Lírico da Fundação Rotária Portuguesa, 6th International Hilde Zadek Singing Competition em Viena, Áustria), destacando-se o 2º lugar obtido no Concurso “Prémio José Augusto Alegria”, organizado pelo Eborae Musica (Évora). Em Março de 2005 participou no Festival «Peças Frescas», no Jardim de Inverno do Teatro S. Luíz, interpretando «A Terra dos Sons» de Pedro Sousa. Destacam-se recitais na Casa Mateus em Vila Real, Câmara Municipal de Portimão na temporada de música «Ciclo de Sons», Sociedade de Geografia, Teatro S. Luíz, Palácio Foz, Centro Nacional de Cultura, Aeroporto de Lisboa, Palácio da Independência, Museu dos Coches, Fábrica do Braço de Prata, Fábrica da Pólvora de Barcarena, Casa dos Açores em Lisboa. Realizou dois concertos transmitidos em directo para a Antena 2, integrados no programa Concerto Aberto, um com a pianista Marta Manuel no Museu do Neo-Realismo em Vila Franca de Xira e outro com Ian Mikirtoumov no Convento dos Remédios em Évora. Em Janeiro de 2008 cantou na Biblioteca Municipal de Sintra, Casa Mantero, nas Comemorações dos 120 anos da Linha de Sintra a convite da Orquestra Metropolitana de Lisboa, com Marcos Magalhães no cravo. Este concerto foi repetido em Março na Assembleia da República. Participou em Novembro do mesmo ano no Festival de Música de Coimbra, interpretando canções americanas, com Pedro Vieira de Almeida ao piano, concerto que foi repetido em Fevereiro de 2009 em Abrantes, a convite do Orfeão de Abrantes a propósito das Comemorações do seu 80º Aniversário. Em Junho de 2009, no Palácio dos Marqueses da Fronteira e Alorna, em Lisboa,

participou no Ciclo “Schubertíades”, concerto que foi transmitido pela Antena 2. Estreou-se em ópera em Dezembro de 2004 no papel de Serpina na ópera La Serva Padrona de Pergolesi, sob a direcção de Max Rabinovich. Em 2005 participou no projecto Operaisland em Kristiansand (Noruega) onde trabalhou o papel de Zerlina da ópera D. Giovanni de W. A. Mozart sob a direcção de Marc Soustrot e encenação de Sir Jonathan Miller. Realizou lá concertos um dos quais com a Orquestra Sinfónica de Kristiansand sob a direcção de Rolf Gupta. Em 2006, como projecto de ópera da ANSO, interpretou o personagem Elisa da ópera

Il Re Pastore de W. A. Mozart, sob a direcção de Jean-Marc Burfin e encenação de Paulo

Matos. Em Novembro de 2008 estreia-se no Teatro Nacional de São Carlos, interpretando Lucy (papel protagonista) da ópera The Telephone de Gian-Carlo Menotti, integrada no

âmbito do Estúdio de Ópera da Temporada Lírica, com encenação de Karoline Gruber e sob

a direcção de Xaver Poncette. Em Março e Abril de 2009, novamente integrada no elenco

solista da Temporada Lírica do Teatro Nacional de São Carlos, interpretou o papel de Escrava na ópera Salomé de Richard Strauss, com encenação de Karoline Gruber e sob a direcção de Julia Jones. Lecciona canto na Associação Cantar Nosso – Conservatório Golegã

desde 2008 e orienta a classe dos Pequenos Cantores da Academia de Amadores de Música em Lisboa desde 2006.

Golegã desde 2008 e orienta a classe dos Pequenos Cantores da Academia de Amadores de Música
Patrizia Giliberti, nasceu em Matera, Itália. Nesta mesma cidade, no Conservatório de Música, concluiu o

Patrizia Giliberti, nasceu em Matera, Itália. Nesta mesma cidade, no Conservatório de Música, concluiu o Curso Superior de Piano com dezanove valores. A sua actividade como concertista desenvolveu-se quer a solo quer integrando outras formações, em várias cidades italianas.

Dado o seu grande interesse pela música antiga, formou-se posteriormente, também em Cravo, tendo, com este instrumento, participado em vários concertos com a Orquestra de Câmara de Matera “I musici lucani”sob a direcção do Mº Descev Vaclav. No ano de 1997 foi convidada para leccionar na escola Community Music Centre’de San Francisco (USA) as disciplinas de dicção italiana, acompanhamento de canto e piano. Foi acompanhadora de cantores de ópera e professora de dicção italiana na San Francisco Lyric Opera (USA), na Golden Gate Opera (USA) em 1997 e, em 1998, na European Chamber Opera de Londres, sob a direcção artística de Monserrat Caballé.

Em Portugal, participou em cursos de aperfeiçoamento com Sequeira Costa (Gulbenkian), A. Ciccolini (Coimbra) e Gustav Leonhardt (Évora). Frequenta regularmente as Master-Classes em Música Antiga para instrumentos de tecla com a Prof. Emília Fadini em Bergamo (Itália). Desde 1989 que se apresenta em recitais por toda Europa.

Participou em Portugal, como solista e em formações de Câmara, com a Associação Eborae Musica de Évora Ciclo de Concertos “Música nos Claustros”, o Teatro Garcia de Resende de Évora (Cendrev), o Teatro Malaposta de Lisboao Instituto Italiano de Cultura, a Embaixada de Itália em Portugal, a Universidade de Évora, a Universidade do Algarve, a Câmara de Mafra, a Câmara de Fronteira (Festival Manuel Cardoso), a Câmara de Setúbal (Festival Luísa Todi) e a Fundação Casa de Bragança de Vila Viçosa entre outros.

Em 2008, foi admitida no Doutoramento Europeuo na Universidade de Évora, no ramo de Música e Musicologia, sob a orientação do Benoît Gibson e co-orientação do Gerhard Doderer. Frequenta o terceiro ano da Escola de alto aperfeiçoamento em música antiga na “Scuola Musicale di Milano” na classe da Professora Emília Fadini em cravo, cuja preciosa orientação para o desenvolvimento da tese na parte interpretativa lhe é muito válida. A sua tese é centrada em três Manuscritos do compositor Domenico Scarlatti, ligados à sua vida musical portuguesa. O seu trabalho pretende produzir uma edição crítica actualizada, virada para o aspecto interpretativo das noventa e cinco sonatas contidas nos manuscritos.

edição crítica actualizada, virada para o aspecto interpretativo das noventa e cinco sonatas contidas nos manuscritos.
Nascida na Roménia, o meio-soprano Liliana Bizineche estudou canto com Valentina Cretoiu e diplomou-se no
Nascida na Roménia, o meio-soprano Liliana Bizineche estudou canto com Valentina Cretoiu e diplomou-se no

Nascida na Roménia, o meio-soprano Liliana Bizineche estudou canto com Valentina Cretoiu e diplomou-se no Conservatório de Cluj. Mais tarde, frequentou os cursos de aperfeiçoamento de Ileana Cotrubas, Regina Reznik e Elizabeth Schwarzkopf. Ainda estudante, foi contratada como solista pela Ópera de Cluj, onde enriqueceu o seu repertório operático com os papéis de Cherubino (As Bodas de Fígaro), Suzuki (Madama Butterfly), Dorabella (Così fan tutte), Isabella (L’Italiana in Algeri), Marina Mnisek (Boris Godunov), Rosina (O Barbeiro de Sevilha), Adalgisa (Norma), Fenena (Nabucco), Madalena (Rigoletto), Dalila (Sansão e Dalila) e Carmen. Foi distinguida com numerosos prémios nos concursos internacionais de canto de Atenas (Maria Callas), Barcelona (Francisco Viñas), Leipzig (J. S. Bach), Genebra, Rio de Janeiro, Budapeste, Hertogenbosch e Paris, onde obteve cumulativamente o 1º Prémio, oferecido pela Fundação Calouste Gulbenkian, e o prémio Alice Tully, pela melhor interpretação de música francesa. Liliana Bizineche iniciou a sua carreira internacional no papel de Charlotte, em Werther de Massenet, no Teatro Nacional de São Carlos, em Lisboa, ao lado do famoso tenor Alfredo Kraus. Depois do êxito obtido com esta sua interpretação, recebeu numerosos convites – tanto como intérprete de ópera e de repertório de concerto, como de Lieder (escola francesa, alemã, italiana, russa e outras) – que a levaram a actuar em vários países: Finlândia, Holanda, França, Monte-Carlo, Inglaterra, Turquia, Áustria, Suiça, Portugal (onde, desde 1988, se radicou), Checoslováquia, Itália, Israel, Argentina e Brasil. Nas suas digressões, cantou ao lado de famosos artistas, entre outros, Shirley Verret, Ileana Cotrubas, Nikolai Gedda, Peter Schreier, José van Dam, Teresa Berganza, Lella Cuberli, Ferruccio Furlanetto, José Carreras, Eva Randova, Barbara Frittoli e Gundula Janowitz, sob a direcção de Michel Corboz, Ivo Cruz, Carlo Rizzi, Claudio Scimone, Mstislav Rostropovich, Dmitri Kitaenko, Christopher Hogwood, Gerd Allbrecht, Theodor Gulschbauer, Antonio Pappano, Pinchas Steinberg, Kurt Masur e Lord Yehudi Menuhin. Gravou para as editoras Erato e Cascavelle, sob a direcção de Michel Corboz, a Missa em Dó Maior, de Beethoven, Judith e Cantique de Pâques, de Arthur Honegger e o Requiem für Mignon, de Schumann. Para a Claves gravou De Profundis, op.26, de J. Perrin, e para a Gallo, canções espanholas, acompanhada à guitarra por Dagoberto Linhares. Sob a direcção de Lord Yehudi Menuhin, gravou 2 CDs, com o Messias de Händel e a Missa em Lá bemol Maior, de Schubert. Gravou também o Requiem de Verdi, sob a direcção de Gerd Allbrecht.

Liviu Scripcaru nasceu em 1970 na cidade romena de lasi. Foi criado no seio de
Liviu Scripcaru nasceu em 1970 na cidade romena de lasi. Foi criado no seio de

Liviu Scripcaru nasceu em 1970 na cidade

romena de lasi. Foi criado no seio de uma família com fortes tradições musicais onde começou a estudar violino com seis anos de idade sob a orientação de seu pai, desde o primeiro ao décimo segundo ano.

Durante os estudos fez vários cursos de interpretação com professores romenos famosos. Do oitavo ao décimo segundo ano, foi concertino da Orquestra do Liceu “Octav Bancila” onde completou os estudos. Em 1988, já havia

participado em vários concursos nacionais ficando sempre classificado nos três primeiros lugares.

De 1990 a 1995, frequentou a Academia de Música ‘George Enescu” onde tive como professores Bujor Prelipcean, o primeiro violino do Quarteto “Vocês” e Leonid Popovici,

finalizando como concertino da Orquestra Académica, completando o curso com a melhor classificação do seu ano.

Em 1992, passou a ocupar o lugar de primeiro violino na Moldova Philharmonic Orquestra, em lasi. Quatro anos mais tarde, veio a integrar a Orquestra Karlovy-Vary Symphonic, da República Checa, na condição de assistente dos primeiros violinos. Enquanto estudante, foi

membro de vários agrupamentos de câmara, com os quais participou em inúmeros concertos, audições e recitais. Como solista fez vários concertos na Suíça, Itália, França, República da Moldávia, Noruega, Roménia, Portugal, etc.

Em 1997 integrou a Orquestra do Norte, como chefe do naipe dos segundos violinos e, mais tarde, veio a exercer a função concertino. Em 1998, fundou o quarteto de cordas Pró’Arte e,

desde 1994, é concertino/convidado da Opera de Câmera Norueguesa. Actualmente é membro da Orquestra Metropolitana de Lisboa, professor da Academia Nacional Superior de Orquestra, concertino e solista da Orquestra de Câmera de Sintra e doutorando em Música e professor na Universidade de Évora.

Programa
Programa
Quintetto Insieme Barocco
Quintetto
Insieme Barocco

A. Vivaldi!

Cantata “O mie porpore piú belle”

P. Telemann"

Landlust

G.F. Händel!

Siete rose rugiadose

J.S. Bach"

Cantata N. 35

 

Cantata N. 52 Jauchzet gottin allen lander

A.

Scarlatti"

Cantata mede e declerambault

Liliana Bizineche Maria João Sousa Liviu Scripcaru Edoardo Sbaffi Patrizia Giliberti

MEIO-SOPRANO

SOPRANO

VIOLINO

VIOLONCELO

CRAVO

Programa
Programa
Trio Insieme Barocco
Trio
Insieme Barocco

A.

Vivaldi"

Stabat Mater

D.

Buxtehude "

Jubilate Domino

G.F. Händel!

Siete rose rugiadose

J.S. Bach"

Cantata N.35

Liliana Bizineche Edoardo Sbaffi Patrizia Giliberti

MEIO-SOPRANO

VIOLONCELO

CRAVO

Programa
Programa
Quarteto Insieme Barocco
Quarteto
Insieme Barocco

A. Vivaldi!

Cantata “O mie porpore piú belle”

P. Telemann"

Landlust

G.F. Händel!

Siete rose rugiadose

J.S. Bach"

Cantata N. 35

Liliana Bizineche Liviu Scripcaru Edoardo Sbaffi Patrizia Giliberti

MEIO-SOPRANO

VIOLINO

VIOLONCELO

CRAVO