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UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA ESCOLA POLITÉCNICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA TALES PINHEIRO VASCONCELOS FELIPE

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA ESCOLA POLITÉCNICA

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA

TALES PINHEIRO VASCONCELOS FELIPE CARVALHO LUCAS LAGO BRAGA EDER VINÍCIUS DE Q J

ENGC37 - LABORATÓRIO INTEGRADO II

Relatório Avaliativo - Atividade 05

Salvador 2017

TALES PINHEIRO VASCONCELOS FELIPE CARVALHO LUCAS LAGO BRAGA EDER VINÍCIUS DE Q J

RELATÓRIO

ROTEIRO 5: PRINCÍPIOS DA HOMOGENEIDADE E SUPERPOSIÇÃO

Trabalho de graduação apresentado à disciplina Laboratório Integrado II - ENGC37 do Curso de Engenharia Elétrica da Universidade Federal da Bahia UFBA.

Professor: Carlos Eduardo Viana Nunes

SALVADOR 2017

ÍNDICE DE FIGURAS

Figura 4.1.1 - Circuito a ser analisado

9

Figura 4.2.1 - Influência da fonte de 6V

10

Figura 4.2.2 - Influência da fonte de 5V

10

Figura 4.2.3 - influência da fonte de 4V

10

Figura 4.3.1 - Mudança da fonte de 6V para 4V e nova influência

11

ÍNDICE DE TABELAS

Tabela 5.1 Correntes de malha calculadas sob a influência da fonte de 6 volts

Tabela 5.2 - Correntes e Tensões dos nós do circuito sob a influência da fonte de 6

12

Volts

13

Tabela 5.3 - Correntes de malha calculadas sob a influência da fonte de 5 volts

14

Tabela 5.4 - Correntes e Tensões nos nós calculadas sob a influência da fonte de 5

 

14

Tabela 5.5 - Correntes de malha calculadas sob a influência da fonte de 4 volts Tabela 5.6 - Corrente e Tensões nos nós calculadas sob a influência da fonte de 4

16

16

Tabela 5.7 - Tensões e Correntes nos nós do circuito original calculadas pelo princípio da superposição

17

Tabela 5.8 - Influência da mudança da fonte de 4V que substitiu a fonte de 6 V no circuito

18

Tabela

5.9 -

Valores simulados no Multisim 14 ®

20

Tabela 5.10 - Valores medidos no laboratório

21

SUMÁRIO

1.

INTRODUÇÃO

6

2.

REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

7

4.1. O Princípio da Homogeneidade

8

4.2. O Princípio da Superposição

8

5.

METODOLOGIA

9

4.1. Tarefa

1

9

4.2. Tarefa

2

10

4.3. Tarefa

3

11

6.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

11

6.1.

Calculos teóricos das influências das fontes

11

6.1.1. Influencia da fonte de 6 Volts

11

6.1.2. Influência da fonte de 5 Volts

13

6.1.3. Influência da fonte de 4 Volts

15

6.1.4. Influência da fonte de 4 volts no lugar da fonte de 6 volts

17

6.2. Simulação do Circuito no software Multisim 14.0 ®

18

6.3. Medições Experimentais de laboratório

21

7.

CONCLUSÕES

21

8.

REFERÊNCIAS

22

1. INTRODUÇÃO

Com o avanço dos estudos das análises de circuitos, se tornam cada vez mais complexos os sistemas a serem estudados. Mesmo ainda se tratando de circuitos puramente resistivos, é possível encontrar circuitos que não podem ser analisados de forma simples, uma vez que podem conter diversas fontes de tensão e corrente. Dessa forma, faz-se necessário ter conhecimento de técnicas de facilitem o estudo de desses circuitos.

Já tendo conhecimento sobre as Leis de Kirchhoff e suas análises de nós e de

malhas, é cada vez mais comum o estudo de circuitos com diversas fontes de tensão e corrente, onde grandezas não podem ser calculadas por um simples cálculo envolvendo Lei de Ohm. Contudo, assim como os circuitos tornam-se mais complexos, as ferramentas que possibilitam o estudo dos mesmos também são aprimoradas. Uma dessas ferramentas é o Teorema da Superposição. [1]

O estudo desse teorema faz-se importante por dois principais motivos:

1. Com o uso do Teorema da Superposição pode-se estudar o comportamento escalar e direcional de todas as correntes e tensões de um circuito que contem várias fontes de tensão e corrente;

2. O Teorema da Superposição permite a análise da influência de cada uma das fontes no circuito final. Essa análise facilita inclusive o estudo no caso de uma troca de tensão e seu efeito, a partir do Princípio da Homogeneidade.

A presente atividade propõs a medição de tensões e correntes a partir da

aplicação do Teorema da Superposição. O experimento sugeriu essas medições tanto a partir de cálculos teóricos, quanto a partir de simulações eletrônicas no Multisim e, por último, medições reais a partir da implementação dos circuitos em protoboard.

Sendo assim, a atividade objetiva comparar os valores encontrados, a fim de confirmar a funcionalidade do Teorema da Superposição e do Princípio da Homogeneidade.

O pré-roteiro consistiu em calcular as grandezas, projetar o circuito em

Multisim, fazer as devidas medições e comparar os resultados. Este relatório abrange

o procedimento feito para a implementação dos circuitos estudados em protoboard,

medição das grandezas requisitadas e por fim, análise comparatória entre resultados

teóricos e experimentais.

conceitos

necessários para a compreensão deste relatório, tais como o Teorema da Superposição, o Princípio da Homogeneidade e a linearidade de um circuito.

Na

seção

2

(Revisão

Bibliográfica)

serão

apresentados

os

Na seção 3 (Metodologia) será apresentada a metodologia do experimento, ou seja, será explicado todo o procedimento feito durante a atividade no laboratório. Nesta seção incluem-se adendos sobre eventuais alterações que podem ter sido feitos em relação ao roteiro.

Na seção 4 (Resultados e Discussões) apresentam-se os resultados obtidos em laboratório, além de compará-los com os valores calculados e simulados. A partir dessa comparação, é possível verificar a diferença entre esses valores. Salienta-se que, dentro do cenário ideal, essa diferença é a mínima possível, sendo inerente à fatores externos de uma simulação real.

Na seção 5 (Conclusão) faz-se uma análise sobre a efetividade do experimento, ou seja, se a partir dele foi cumprido o que se esperava antes de fazê-lo, além de explicar eventuais diferenças entre os valores obtidos e os idealizados

Na seção 6 (Referências) apresentam-se as referências bibliográficas usadas para a confecção do relatório.

2. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

Para a compreensão dos procedimentos feitos no experimento, é necessário

conhecer o princípio da linearidade do circuito. Entretanto, este conceito está atrelado

à definição do princípio da homogeneidade e da superposição (cabe aqui também

uma explicação sobre o método de cálculo que utiliza último princípio), então estes serão explicados primeiro.

4.1.

O Princípio da Homogeneidade

É a característica que garante que em um elemento, a relação entre entrada(também chamada de excitação) e saída (também chamada de resposta) respeita uma proporcionalidade. Como exemplo, podemos usar as grandezas em um resistor: [1]

Em um resistor, temos a corrente i como grandeza de entrada e a tensão U

como grandeza de saída. Sabe-se que a relação entre elas é dada pela Lei de Ohm:

= .

Onde: U = Tensão no resistor

R = Resistência do resistor

i = Intensidade de corrente no resistor

(1)

De acordo com o Princípio da Homogeneidade, se a entrada for multiplicada

por uma constante k, a saída também deve ser multiplicada por essa constante:

Onde: k = Constante

. = . ( .

)

4.2. O Princípio da Superposição

(2)

Também chamado de Princípio da Aditividade apresenta a relação entre as

diversas respostas e excitações num circuito. Segundo esse princípio, a resposta de

um circuito linear a várias excitações simultâneas é igual à soma algébrica das

respostas individuais a cada uma das excitações. Usando-se isso, temos o Método

da Superposição, que consiste em calcular o comportamento de cada excitação

individualmente e então calcular a resposta final do circuito. [1]

Esse método pode ser dividido em alguns passos:

1) Identificar todas as fontes do circuito;

2) Escolher uma fonte como referência e anular as demais, curto-circuitando

as fontes de tensão e transformando as fontes de corrente em circuito

aberto;

3) Estudar o comportamento da influência dessa fonte isolada, ou seja, verificar como essa excitação resulta em respostas para esse circuito reduzido (aqui cabe o emprego de qualquer uma das técnicas de análise de circuitos já estudadas: análise nodal, análise de malha, redução a um único resitor, etc); 4) Repetir a segunda etapa para cada uma das das fontes; 5) Calcular a soma algébrica das respostas individuais em cada umas das fontes, obtendo assim a resposta do circuito para todas as fontes agindo em simultâneo;

Chama-se circuito linear aquele que apresenta a relação linear entre suas excitações e suas respostas. Em geral, denomina-se circuito linear aquele que respeita ambos os princípios de Homogeneidade e Aditividade.

5. METODOLOGIA

A atividade foi constituída de 3 tarefas, assim seccionadas

4.1. Tarefa 1

A primeira tarefa, considerada pré-relatório, partiu do cálculo teórico e da simulação do circuito da figura 4.1.1 no software MULTISIM, onde puderam ser encontras as tensões nodais e correntes nos ramos. Observa-se que o circuito tem como elementos 3 fontes de tensão independentes (4, 5 e 6 Volts) e 5 resistores (560, 680, 100, 390 e 1000 ohms).

5 e 6 Volts) e 5 resistores (560, 680, 100, 390 e 1000 ohms). Figura 4.1.1

Figura 4.1.1 - Circuito a ser analisado

4.2. Tarefa 2

Na tarefa número dois, feita em laboratório, foi analisada, em protoboard e com a utilização de um multímetro, a influência de cada fonte, para assim determinar o princípio da superposição. Desta forma, foram montados outros três circuitos para medir a influência da fonte de 6V (figura 4.2.1), 5V (Figura 4.2.2), e 4 volts (figura 4.2.3), respectivamente. Em cada circuito, algumas das fonte foram eliminadas, como parte da teoria buscada. Todas as tensões foram pelo equipamento fonte de tensão.

Todas as tensões foram pelo equipamento fonte de tensão. Figura 4.2.1 - Influência da fonte de

Figura 4.2.1 - Influência da fonte de 6V

fonte de tensão. Figura 4.2.1 - Influência da fonte de 6V Figura 4.2.2 - Influência da

Figura 4.2.2 - Influência da fonte de 5V

da fonte de 6V Figura 4.2.2 - Influência da fonte de 5V Figura 4.2.3 - influência

Figura 4.2.3 - influência da fonte de 4V

Assim, com o auxílio do multímetro, foram identificadas as correntes nos ramos e tensões nos nós para cada circuito montado.

4.3. Tarefa 3

Por fim, mudou-se a fonte de 6V por uma fonte de 4V, para assim saber se haveria alguma alteração significativa nas partições de tensões e correntes entre os elementos. Com isso, foi montado um circuito segundo a figura 4.3.1.

Com isso, foi montado um circuito segundo a figura 4.3.1. Figura 4.3.1 - Mudança da fonte

Figura 4.3.1 - Mudança da fonte de 6V para 4V e nova influência

6. RESULTADOS E DISCUSSÃO

A seguir, serão feitas comparações dos valores ideais teóricos, simulados e os valores medidos no laboratório.

6.1. Calculos teóricos das influências das fontes

Os valores teóricos foram obtidos a partir das teorias de análise de circuitos

resistivos.

6.1.1. Influencia da fonte de 6 Volts

Partindo da análise de malha e utilizando a lei das tensões de Kirchoff

no circuito da figura 3, será possível encontrar as correntes e tensões

indicadas, para dessa forma ser possível obter os valores teóricos para as

correntes e tensões sob a influência da fonte de 6 volts.

Malha A:

: { − + ( ) = ×( ) =

Malha B:

: { ×( ) + × + ( ) = −× + × − × =

Malha C:

: { ×( ) + × = −× + × =

Malha D:

: { =

Montando o sistema linear de quatro equações

× − × = { −× + × − × = −× + × = × =

O sistema acima é possível calcular no MATLAB

>> MR = [500, -560, 0, 0; -560, 1340, -100, 0; 0, -100, 490, 0; 0, 0, 0, 1000]; >> MT = [6, 0, 0, 0]'; >> MC = inv(A)*B MC =

0.0186

0.0079

0.0016

0.0000

Onde

MR

Matriz das resistencias

MT

Matriz das Tensões

MC

Matriz das Correntes

Tabela 5.1 Correntes de malha calculadas sob a influência da fonte de 6 volts

Corrente

Valor (mA)

6

18,6 mA

6

7,9 mA

6

1,6 mA

6

0,0 mA

Tabela 5.2 - Correntes e Tensões dos nós do circuito sob a influência da fonte de 6 Volts

Corrente nos nós

Valor (mA)

Tensões nos nós

1 6

6

= −

-18,6 mA

 
 

2 6

=

6

7,9 mA

6 – 0 = 560×( 6 6 ) ∴ 560×10,7 = 5,992 V

 

3 6

=

6

1,6 mA

6 = 6 = 5,992 V

4 6

6

= 6

70,7 mA

6 – 0 = 100×( 6 6 ) ∴ 6 = 100×6,3 = 0,63V

5 6

= 6

6

6,3 mA

6 6

6

= 6

1,6 mA

6 = 0,00 V

 

7 6

=

6

0,00 mA

Os valores das tensões nos nós foram calculadas utilizando a lei de Ohm.

6.1.2. Influência da fonte de 5 Volts

Partindo da análise de malha e utilizando a lei das tensões de Kirchoff

no circuito da figura 3, será possível encontrar as correntes e tensões

indicadas, para dessa forma ser possível obter os valores teóricos para as

correntes e tensões sob a influência da fonte de 5 volts do mesmo modo que

para a fonte de 6 Volts.

Malha A:

:

{ − + ( ) =

×( ) =

Malha B:

: { ×( ) − + × + ( ) = −× + × − × =

Malha C:

{ ×( ) + × = −× + × =

:

Malha D:

: { =

Montando o sistema linear de quatro equações

× − × = { −× + × − × = −× + × = × =

O sistema acima é possível calcular no MATLAB

>> MR = [500, -560, 0, 0; -560, 1340, -100, 0; 0, -100, 490, 0; 0, 0, 0, 1000]; >> MT = [0, 5, 0, 0]'; >> MC = inv(A)*B MC =

0.0066

0.0066

0.0013

0.0000

Onde

MR

Matriz das resistencias

MT

Matriz das Tensões

MC

Matriz das Correntes

Tabela 5.3 - Correntes de malha calculadas sob a influência da fonte de 5 volts

Corrente

Valor (mA)

5

6,6 mA

5

6,6 mA

5

1,3 mA

5

0,0 mA

Tabela 5.4 - Correntes e Tensões nos nós calculadas sob a influência da fonte de 5 volts.

Corrente nos nós

Valor (mA)

Tensões nos nós

1 5 = −

5

-6,6 mA

 
 

2 5

=

5

6,6 mA

5 – 0 = 560×( 5 5 ) ∴

560×0 = 0,00 V

 

3 5

=

5

1,3 mA

5 6 = 5 ∴

6 − 0 = 5 ∴

6 = 5 V

4 5

5

= 5

0,0 mA

5 – 0 = 100×( 5 5 ) ∴ V = 100×5,3 = 0,53 V

5 5

= 5

5

5,3 mA

6 5

5

= 5

1,3 mA

= 0,00 V

 

7 5

=

5

0,00 mA

6.1.3. Influência da fonte de 4 Volts

De forma análoga aos calculos para as fontees de 6 e 4 Volts será feita

a análise de malha e utilizando a lei das tensões de Kirchoff no circuito da

figura 3, será possível encontrar as correntes e tensões indicadas, para dessa

forma ser possível obter os valores teóricos para as correntes e tensões sob

a influência da fonte de 4 volts.

Malha A:

:

{ − + ( ) =

×( ) =

Malha B:

: { ×( ) − + × + ( ) = −× + × − × =

Malha C:

: { ×( ) + × − = −× + × =

Malha D:

: { + = = −

Montando o sistema linear de quatro equações

× − × = { −× + × − × = −× + × = × = −

O sistema acima é possível calcular no MATLAB

>> MR = [500, -560, 0, 0; -560, 1340, -100, 0; 0, -100, 490, 0; 0, 0, 0, 1000]; >> MT = [0, 0, 4, -4]'; >> MC = inv(A)*B

MC =

0.0011

0.0011

0.0084

- 0.0040

Onde

MR

Matriz das resistencias

MT

Matriz das Tensões

MC

Matriz das Correntes

Tabela 5.5 - Correntes de malha calculadas sob a influência da fonte de 4 volts

Corrente

Valor (mA)

4

1,1 mA

4

1,1 mA

4

8,4 mA

4

-4,0 mA

Tabela 5.6 - Corrente e Tensões nos nós calculadas sob a influência da fonte de 4 volts.

Corrente nos nós

Valor (mA)

 

Tensões nos nós

1 4 = −

4

-1,1 mA

 

2 4

=

4

1,1 mA

4

– 0 = 560×( 4 4 ) ∴ 560×0 = 0,00 V

3 4

=

4

8,4 mA

4 = 4 = 0 V ∴ 4 = 0 V

4 4

4

= 4

0,0 mA

4 – 0 = 100×(I − I ) ∴ 4 = 100×−7,3 = 0,73 V

5 4

= 4 − 4

-7,3 mA

6 4

4

= 4

12,4 mA

 

0 − 4 = 4,00 V ∴ 4 = 4,00 V

7 4

=

4

-4,00 mA

 

Depois de calculadas as tensões e as correntes sob a influencia das três fontes, é

possível aplicando o princípio da superposição encontrar as tensões e as correntes

do circuito original representado na figura 1.1

Tabela 5.7 - Tensões e Correntes nos nós do circuito original calculadas pelo princípio da superposição

TENSÕES

 

Volts

 

Va = 4 +

5 +

6

=

5,992

+

0

+

0

≅ 6 Volts ≅ 11 Volts ≅ 11 Volts ≅ 4 Volts

Vb = 4 +

5 +

6

=

5,992

+

5

+

0

Vc

=

4

+

5

+

6

=

0,63 + 0,53 − 0,73 0,0 + 0,0 + 4,00

Vd = 4

+

5

+

6

=

CORRENTES

 

mA

 

I1 = 1 4 +

1 5 +

1 6

=

−18,6 − 6,6 − 1,1 ≅ −26,3 mA 7,9 + 6,6 + 1,1 ≅ 15,6 mA 1,6 + 1,3 + 8,4 ≅ 11,3 mA 10,7 + 0 + 0 ≅ 10,7 mA

I2

=

2 4

+

2 5

+

2 6

=

I3 = 3 4

+

3 5

+

3 6

=

I4

I5

= 4 4 5 4

=

+

4 5

+

4 6

=

+

5 5

+

5 6

=

6,3 + 5,3 − 7,3

≅ 4,3 mA

I6

=

6 4

+

6 5

+

6 6

=

1,6 + 1,3 + 12,4 ≅ 15,3 mA

I7 = 7 4

+

7 5

+

7 6

=

0 + 0 − 4 ≅ −4,00 mA

6.1.4. Influência da fonte de 4 volts no lugar da fonte de 6 volts

Sabendo que o circuito em análise é linear e homogêneo, podemos então calcular as tensões e correntes quando a fonte independente de 6 volts é substituída por uma fonte independente de 4 volts.

É possível utilizar um fator de proporção denominado K

=

ã 4

4

2

ã 6 =

6

=

3

Tabela 5.8 - Influência da mudança da fonte de 4V que substitiu a fonte de 6 V no circuito

Corrente nos nós

 

Valor (mA)

 

Tensões nos nós

   

2

 

1 6 = −18,6 mA

1 4 =

3 × −18,6 mA ≅ −12,4 mA

   

2

 

2

 

2

2 6 = 7,9 mA

2 4 =

3

× 7,9 mA ≅ −5,27 mA

4 =

3

× 6 =

3

×5,992 = 4,00 V

3 6 = 1,6 mA

3 4 =

2

3

× 1,6 mA ≅ 1,07 mA

4

=

2

3

× 6

=

2

3

×5,992 = 4,00 V

       

4 6

   

2

 

= 70,7 mA

4 4 =

3

× 70,7 mA ≅ 7,14 mA

2

 

2

   

2

4 =

3

× 6 =

3

×0,63 = 0,419 V

5 6 = 6,3 mA

5 4 =

3

× 6,3 mA ≅ 4,19 mA

 

2

2

   

6 6 = 1,6 mA

6 4 =

2

3

× 1,6 mA ≅ 1,07 mA

4 =

3 × 6 =

3 ×0,00 = 0,00 V

   

2

 

7 6

= 0,00 mA

7 4 =

3

× 0,00 mA ≅ 0,00 mA

6.2. Simulação do Circuito no software Multisim 14.0 ®

Abaixo estão os resultados das simulações realizadas no multisim, para as quatro configurações solicitadas no roteiro 5. Na sequência temos a simulação para o circuito completo, em seguida para o circuito simulado para a influência da fonte de tensão de 6 volts, para a fonte de 5 volts e para a fonte de 4 volts. Por último temos a avaliação da mudança da fonte de 6 volts por uma fonte de 4 volts.

da mudança da fonte de 6 volts por uma fonte de 4 volts. Figure 5.1 -

Figure 5.1 - Simlação do circuito no Multisim 14 ®

Figure 5.2 - Influência da fonte de 6 volts Figure 5.3 - Influência da fonte

Figure 5.2 - Influência da fonte de 6 volts

Figure 5.2 - Influência da fonte de 6 volts Figure 5.3 - Influência da fonte de

Figure 5.3 - Influência da fonte de 5 volts

de 6 volts Figure 5.3 - Influência da fonte de 5 volts Figure 5.4 - Influência

Figure 5.4 - Influência da fonte de 4 volts

Figure 5.5 - Influência da mudança da fonte de 6 volts pela fonte de 4

Figure 5.5 - Influência da mudança da fonte de 6 volts pela fonte de 4 volts

Tabela 5.9 - Valores simulados no Multisim 14 ®

Influência de

   

Soma das

Troca de 6V por 4V

6V

Influência de 5V

Influência de 4V

Influências

 

Tensões

Va = 6,00V

Va = 0,0V

Va = 0,00V

Va = 6,00V

Va = 4,00V

Vb = 6,00V

Vb = 5,00V

Vb = 0,00V

Vb = 11,00V

Vb = 4,00V

Vc = 0,629V

Vc = 0,524V

Vc = -0,731V

Vc = 0,422 V

Vc = 0,419V

Vd = 0,00V

Vd = 0,00V

Vd = -4,00V

Vd = -4 V

Vd = 0,00V

 

Correntes

I1 = -18,6mA

I1 = -6,60mA

I1 = -1,07mA

I1 = -26,27 mA

I1 = -12,4mA

I2 = 7,90mA

I2 = -6,60mA

I2 = 1,07mA

I2 = 2,37 mA

I2 = 5,27mA

I3 = 1,61mA

I3 = 1,30mA

I3 = 8,38mA

I3 = 11,29 mA

I3 = 1,07mA

I4 = 10,7mA

I4 = 0,00mA

I4= 0,00mA

I4 = 10,7 mA

I4 = 7,14mA

I5 = 6,29mA

I5 = 5,30mA

I5 = -7,31mA

I5 = 4,28 mA

I5 = 4,19mA

I6 = 1,61mA

I6 = 1,30mA

I6 = 12,40mA

I6 = 15,31 mA

I6 = 1,07mA

I7 = 0,00mA

I7 = 0,00mA

I7 = -4,00mA

I7 = -4,00 mA

I7 = 0,00mA

6.3.

Medições Experimentais de laboratório

Tabela 5.10 - Valores medidos no laboratório

Influência de

Influência de

Influência de

Soma das

Troca de 6V por 4V

6V

5V

4V

Influências

 

Tensões

Va = 5,93 V

Va = 0,0 V

Va = 0,00 V

Va = 5,93 V

Va = 3,75 V

Vb = 5,92 V

Vb = 4,82 V

Vb = 0,00 V

Vb = 10,74 V

Vb = 3,75 V

Vc = 0,62 V

Vc = 0,48 V

Vc = -0,698 V

Vc = 0,402 V

Vc = 0,51 V

Vd = 0,00 V

Vd = 0,00 V

Vd = -4,06 V

Vd = -4,06 V

Vd = 0,00 V

 

Correntes

I1 = -19,8 mA

I1 = -6,00 mA

I1 = -1,11 mA

I1 = -26,91 mA

I1 = 12,0 mA

I2 = 7,3 mA

I2 = 5,2 mA

I2 = 1,10 mA

I2 = 13,6 mA

I2 = 4,4 mA

I3 = I6 = 1,5 mA

I3 = 1,37 mA

I3 = 8,30 mA

I3 = 11,17 mA

I3 = I6 =1,05

I4 = 12,5 mA

I4 = 0,00 mA

I4= 0,00 mA

I4 = 12,5 mA

I4 = 8,50 mA

I5 = 4,9 mA

I5 = 4,9 mA

I5 = 7,20 mA

I5 = 17mA

I5 = 4,0 mA

I6 = 1,412 mA

I6 = 1,52 mA

I6 = 12,0 mA

I6= 14,932 mA

I6 = 1,00 mA

I7 = -0,030 mA

I7 = -0,03 mA

I7 = -3,85 mA

I7 = -3,91 mA

I7 =0,025 mA

Comparando-se os dados presentes nas tabelas acima, pode-se afirmar que:

De modo geral, os valores se aproximam satisfatoriamente daquilo que foi simulado,

corroborando assim de modo positivo de como foi realizado o experimento bem como

do modo em que as medições foram efetuadas. Os erros e/ou discrepâncias presentes

se referem ao fato natural de que os dados coletados em qualquer experimento prático

de circuitos irão diferir daqueles simulados em um software com elementos ideais.

7. CONCLUSÕES

Foi possível notar que os cálculos teóricos equivalem-se aos resultados

simulados e aos resultados experimentais de laboratório. Portanto a teoria da

superposição na análise de circuitos elétricos tem alta correspondência com a análise

experimental em laboratório. Do mesmo modo os dados obtidos por simulação

correspondem àqueles obtidos pelos calculos teóricos por obtidos pelo princípio da

superposição. Fica claro que as diferenças obtidas se devem principalmente às

aproximações feitas nos calculos. Além desses erros, outros erros como erros associados às medidas, aos erros dos equipamentos, efeitos da variação da temperatura, humidade, poeira e mal contato provenientes de qualidade dos materiais usados, como resistores, protoboard, cabo, plugues e garras de contato.

Desta forma, pode-se concluir que a diferença entre os valores teóricos calculados, simulados e experimentais é suficiente para permitir concluir que os conceitos de análise teórica pelo princípio da superposição é suficiente e satisfatória para obter valores das variáveis elétricas principais (corrente e tensão) do circuito resistivo proposto para análise do roteiro 5.

8. REFERÊNCIAS

[1] ALEXANDER, C. K. E SADIKU, M. N. O. Fundamentals of electric circuits