janelasse sucederam. Como dói o indeciso tenpo clo "talvez".O que me fascina em si não são só os seus olhos negros. João Rosa não se lembrava de nenhuma das mulheres que amara.pâixõesescoâram.ele recebeu a ÌÌÌensagemno celular: "Queres conversar?" E ele teclou. Não existia. sua no\-aniìmorada. . era um ovo feito âpenasde casca.mas o seu interior fervilhava de promessa.Me ensine um pouco de poesia. João Rosa sabia: falar bem é o mais enebriante dos perfumes.A FE L !ClDClt i. tlvez porque tenha sido âpenas há semanas que a relaçãorompera. Mentira. João Rosa se embriagava com o fascínio desseprenúncio. Talvez. a resposta: "Conversar sobre quê?" No minuto seguinte. nada que pudesseser chamado de "nós". A paixão é um fio de chuva em vidro de janela. . O rnais certo "tah-ez" deJoão Rosa é Adélia. breve. num final de tarcle.apoes ia . Ela respondeu: -Eis s o. porém. Pior que essa clor âpenâsa conformadiì certeza dos amores eternos. no primeiro encontro. o écran vibrava com o monossílabo: "nós". tlvez porque ainda a amâsse. esseolhar de confiança absoluta. foi um céu cruzando un-r pássaro.Não entendo. aquela entidade colectiva ganhou instigante sedução. Mulheres escorreram como âpressadas gotas e se neblinaram.al. recordava Clarice. . esse vazio aberto a tudo e sempre. até àquele momento. Foi isto que ele.sem rosto nem rasto. . O que mais me encanta são as suas palavras lindas. Tüdo mudou rlescleque. Quando tudo en.lA i r li" r ' !' Ì í:fi[r [ïi) . De súbito. E ele floreava gramáticas com a mais refinada arte. â suâ recerÌrepairão.Na realidade. aves cruzando os céus. Na vida de João Rosa.rr-olt:rse tornà ene\-oaclo apenas:r paixão nos devolve o horizonte. -\délia. disse a Adélia.

'rqunclurr JS 'oluulue ou 'scclnot su a stop nl l n JE J Sn(rr ap eror ra F J V' ts l rs r^E E Au tp tr n tr so sortt Ì ' l l l Ììo .:s ) râ(l l u 'zrlãj ol]ues as-apualde rtsaocly os anb sor-uequs sEtrV .\r/\ JOqCS ures sourâ^r^ odural oluenb :tlu8tutalur os orrrsclu rs t'tcllttuntlua ESOdclcof 'stssarcï sy csrurBJ BP s^eoloqso nollacÌer^eP ' .le7ç-1 1{ 11 es ecq anb opnbuçrBrBIEtsou otraj osJeÀo gJesotN isololue cp Jtluê.Ì otuor u..lt] JI J S t l ) Lt l oL[ so t Ì 17 -pJ RII?py ep orqre^pe o g 'o.rou ELoEIiI 'epìrpIJRdsruttssa JIIIttll)tr rltci sttrr.r o tLroJt:tsarrtl stÌ "'trsaocl ap sotuB.l()Jln()u.rs s o d rr l r.rà r[r t:.rnLlurt'.tLos o1a ()uIulJcpotll Ìtq "'sEXOJ nIoJteJlttJ.rElr.\ 'o5out1t urnS1t ep srodap arclutes E .reldutelur)JoE tll{os cso6 'oluatuotlr oltt:\â :l.uìnâs ol-lttulJlluoJ ãP as uraFrlra.l Rulnqu.J sEI.se uqurl 'alt-t -e1'.?url osJnJeJ tllas JcllttrJtta rp zt:tlu.v .tnoaí1)t.\Blsrcl lq1 oclrtn O 'BIr.\oueJ Ìrso5 o[)ut:Ì1b .rrlsa Jottte o toJuãtuttltt o.reslncl 'Jez?.1 'erJequoJsel) esrtg oertf oLLrsoLU anb zepltull utoJ 'nt.r.Jã.o srur 'oprpualua Jel ogu ep tsoeJeJ 'rìI-IJr)s 1r ' s à z l ã -l r s ()ru ( so p rtt:rrb s()r.rttlt Ol U C Ltl l l IJ qeU I e s^ sã ? J.J êp oEuI c trlr c.t r.o5or-u1r sroclo6l ap iüllgPV 'uo31'' rç lo8ruror 'uro8t Elâlueds^ol) 'oprlsoÂoP lezP4s^eP trrd Ìl^Eloqal iãtlllÌtll Y 'trÌ)tÌ. 'raqlnru lorJâlur y .B 6r e5uol c ad rr noa.d ã ogu es utsaoclt e^las anb ap 'eprpra'r e.ror1e'.rtrÌgf tu'g ap rod rrs^s^ed cssauro.rt:rl oP nrs r:ns t: s -Eurâp'raqlnur Jes EJEdusodseol)Rrscurep 'opcu..\' a l rra u rl ru4' a[< l g 'BS^BJ B rr-rCÌ ÈÍìS 'SOrrIO]UlÌJrì1) 'anb rlanlru clt.l B eJQos^ r^E5nJLÌap oeu a1eocftual o]utnlr yq 'a]uor-1 ãr{l ouu ou5uloo o otftual olurnb e11 ELre sorru seu e.totLltÌtl es c .\ Ìrsolll 'p.r'[so]sl.\ur osrra.ltal) cSor-u -n8.][e ttIã S tllâ .oclro.dE no.[' O]e 9 P..

Recompensa infinita.Não lhe apetecia enfrentâr o rosto sofredorde Clarice. Clarice perdia o chão e se alonjava do céu. . de a ceÍteza. por fim. como um brasão. Era o medo de encarar Clarice.permaneciagravada na alma de todas âs suasex-mulheres. essemilagre de existir Adélia e de ambos se terem cruzadono infinito labirinto do mundo.Adélia? A.E.passopor lá amanhã. Adélia também sabia:não era a chuva que o imobilizava.esperando telefone. a sua nova namorada. no? Bastariâmuns escassos pâssos para enfrentar a mesma portâ.Está a chover.voltou a adiar-se. para depoisdesabarem subitamente sugadas pela transparência. Bastariaminstantes para revisitar o seupróprio passado contudo. sem ele.tudo o resto são descoincidências.É pata dizer que vou já âgorater consigo. A vida E apenastem encontros. A sua marca. o mesmo corÍedor.avenidae pârou. ao ela. a angústiahasteada como um punhal à espera se cravarno seuindefesoremorso. .João Rosase e. na loja em frente à casa. Voltaria depois.um bloco de apontamentos Porquese demorava. não tinha que passar por suacasa? .Rosa fechou os olhos como se quisesse que a chuva escoasse dentro das pálpebras. do outro lado da linha. respirou de alívio e sorriu com No caminho de regresso. faceao destie outras desnecessidades.as gotas de chuva escorriam espessas. acendeuconfortos.Fez de contâ que compravauns postais. Foi isso que o fez virar costasà rua. uma vez por mais.Afinal. â mesmâluz.voz doce. condenandoâs suâsroupas à solidão do velho armário. demoravaa observar o céu se acinzentandoe os passeios a ficaremmolhados. que. Na janela da papelaria. primeiro. de .já se intrigârâ perântetânto silêncio: -João? .

l .noo.r.t uIã] ogu :usog 'ogluq 'PPBu iJlltuoJ sou ertd 'rradsa rP olranorclnolll ã EsoH ()t1ol'sâ'l JI^ epepo-rr no8r:cl'suprqaq sleLrr noPucttl 1e.e5n.:Ï.rp "q1rn*rr.árd t oes soBtuIRsO 'âlueJtldstp 'ntr..oç ..rdrrr.:l q <r3o1 -ue . o^()Llttln trzuJl elâ ''tÌuadsâeP tÌJ3 sJã oEu zã^ RlsãP3 'na-+oJl altlt+ttÌìlll rtllltScr tttn otuoì 'sBJtì^sJq oqli'q opuexncla..11. "'râqlnul 8nsac eluãs iEIaPePePnES iuanb aC ogu :sou artua tnbY :so8tutuso 9í rro8 e 'oquolst'tl rucrllslsuI E 'eleueÍ BPoJPI^ ou EPIJToJSa snãs Lun Bzurr soqro uleel^?q '"^..lr1ap "'Jeluol no^ ne oglua 'ol.zã^ Rlsecl 'solEIãJSãJOIJãlul] 'srtrçtlt'r a setrolF scpule'r es -r.rp .so8rurr sç.d as so8tute s61 -uelalcl ogN 'olsoJ nãs o ãJqos ute.rtraclxa sop orluec o res ãP-olLlâttlIlLlâs 'o3o1 notrtttttt' e-rrt{ soìta..'nISuJoJ-Jâqlnul-xl -..S B BLUSe[tl tLI()JEJ^tÌl soP aPEPIE^ .r" aiog oeof :osro o^oLI nos oP ttlEl(ìlls'a1a 'trq ou notlsoJ(ìttIO _oJa . " ottto:r sclslttlou ..Ë] t' 1 ' nt !ìs3 1 t:s o 5o to [' .:.rorrì1 'noSloc1ura BSoUoeof tuEIP :rt"tno scuaclB o -ur âp otllIJCÌ soqlo snesule tur"re..-r' .ra8 ol) lttllJl'Ìs11 l*. .i:J." t1 so'ttlelod Btrln ãlau uIEJElousoÍ3tLtlÈ 'BJEJSËUI EPtqunJqvf.ì. .Bll?pv nl(gtJlPâs ortl eso6 oB<lf .seluv "p SfU O C V Ò V J S O C O gI H I V .rti. â IS âP 'rr8nl ap oPotu u'ln oulo') 'oputltrl -raquetlutor soLÌle^so J?JluoJu-{ isoql-JI}sISeJ .ac 91sE'ostJ o^ou nãs ãP nol?4ESOàopurnb epu8nrptrut ãJqos elunF'Iad up 'etp op e-ra9['EIP or]no rlln âP oPllues o 'odtrral o o e Iã^ISI^ulII^ELIJO] soJ]tlo so Jã [Eur] ou'B^EI^IIE Elã BIP oP tuq oR soJ ..oqln8ro ãp sopBâlsÌ'Ll .11i'lj. so rrqIXã R rìorottreC[ :].

ámuito que estavâ morrendo-respondia CÌarice. Cada pingo lhe surgia como gota de suor escapando de um corpo que já fora seu. nesta hora. João: o que lhe faz ter medo de passarpela casade Clarice? Não era medo. O homen mudara de guarda-fatos. Cedo se soube que. Mas não se mudara para os aléns. Rosa surpreencleuAdélia pendurando roupa na varanda. no início.Não gosto que âs suascoisasainda estejam naquela casa. Os incautos. sim. Adélia.CÌarice estava um farrapo e queria que o mundo soubessedisso. Morreu. . de casa. Tinham crrtzado com ela na rua: estranhamente a mulher exibia um olhar firme. confiante. Amigos lhe traziam relatos do seu deplorável estado. Numa incerta campa quanto ela prridepositavaflores já murchas.MorreuJoão Rosa? . Era uma oculta sabedoria. sem quase ter voz.visitava o cemitério.M ORRE R DF CIL iM E S No dia seguinte. Tão despetaladas a pria. feitiçaria. Os que nunca repararam neÌa ântes?que a olhassem agorâ' com deferência de uma criatura que o luto fazia estrear. A todos proclamâva a trágica notícia: João Rosa. João Rosa se mantinhâ tão existente como sempre. -inquiriu . De vestido escuro. Sabe-selá o que pode essamulher fazer com âs suasroupasl Por amor de Deus. Apesar disso' ela passara a usar luto. de estima quase masculina. Para efeitos e defeitos.Porque evita tanto voltar a sua casa? . não.de mulher.Pois eu volto a perguntar. acreditaram. afinal. .lF. Eram camisas dele que pingavam no segundo andar. ela era uma verdadeira viúva. E regressava câsacom a escura solenirladedas viúr'as' Mas o boato rapidamente se desfez de encontro à evidência. . tinha morrido.Não diz que a minha casaagora é esta? . o seuJoão.

1 lalualstxaut €JeuJol e arduas e €leu EJe rues tluorl 'ser .B5t'rl ü.ïry es :essBzeJ oruoJ EIJ sessâ^t sq oçxred essePturllrl E^BIoJ€luBO'ãlunlr o a anb ogu anb e['eu!ìIc eP Je'rJoru -âJJour 'oe5sJoc eP EIJa^IAsleru 'leug urn seu relsã enaled oqreJsep essÏ *ìr""s e1a-:opue8aqJ ne's o oPuelesue s^€]se ãJIJEIC -ade aqye. oão1 .lua 'rqureJ EI^I^ UTISSB . ogul nollãP aJIJEIì oãol sBl{ e sod :atuatPedxeollno run B uta8euos'tad utau 'eluselu rs e'red unírc1anb t'ttlerreu ep 'EIlsIxeoeu eJIJtlJ 'stttu zã'rturn BJolnt BJeogu 'steut za't rru11 opISEIrÜr{tuanb 'e1a 'epl^ q leg res ãP BrexIePeso6 oço1'EPJErl BI'\BtloEu 'oPour eudgrd e e. as aú essr8lgutogu anb ered e-r'repuoPãJre aJIJEIì 'urerrop'rad e urcJePuelue oynbr: aPtPIIBãJt lrroJ BIZEJ tol E Jãs noxleP sJlluâur r anb rutsst sV seossad 'tJIePBPJe^ eP .tellsd 'tuS orrdgrd e souep soPetuos :rurJepueluê soqutzl^ so 'soue8uasêP o. op ott"1d ou reJroJo E EÀessed BJlno Eurn elenbeq'ãPBPIIBaJ "p oy'seo8eu t'ogoL eP elJotu Ë JBlue^uI -BurBnes op ogSrasep :Ioq oP eJJIql oE ze.i.epepruesur Ixes €Jnol 'euoru tues B^tÌl^^'olutl EIe anb o31eEI^BI{setr'{'BrI] ogu'g[anb otrmu *q '"i'"tlttotseP râs Brlãl -ueuror ru3oPeluBr ePollu.od opednoo 'JãJJoluãP oporu elsÍJ] slrlu o 9 anb o 'Jas ep Jãr1ose elessede1a'opelroc ã opctlessr'apeptleuosrad eldnp o ruan| 'utrs 'aluatuzlleJul .a'et'teq es 'no'.Jãnbes IueN- 'ãPEPI luau odluel osIJâJd ã 'JEPJOJBeP êPBluo^ Jãl ogu ersBfl 'ele BrePuodser-oqle^ rErU IIJ-BJo9] g jJeJeqlâ^ug 'ot{ulzI^ ttln E 3JrJEIJ TJBSSâJuor-JeJãqle^ue eleP EIJuãsn Y e'vto\e oguãs ElseJ eul ogN 'le^jsl^ ESIOJBJIUl.mo un.ro.no1 'elsrurouoca 'e.""p ogu âssl^ o 'eso6 iof."* '"r.oq i'ilÏ::jj.r"nbue 'eso6 ogof :ounsap es "rà8r.racanbnolueESoã o9o[ anb ]tlnJJlf. ôt.o/gr** ot..n BPEluâ^uI'e'teassed aJIJEIJ -ournJ â soluãrucl a.

Ficou comovido.Claro que sim. .Me derreti. amor?Porquêaquelalágrima? .As palmasmexeramconsigo'meu amor. mas o maldito foco ver não deixava ninguém.Procurei por si.Ficou vaidosa? .As palmas? . . não haviamais ninguém em toda aquelaplateia.sem história. Ela se chegou.A ovaçãofinal.Pois. . . açucarosae' corpo e alma. se encostou nele. -Jura? -Juro. . a passou mânga do casaco a Regressados casâe já no leito. Rosaderivou a conversa: . Apressadamente..LAGRI M A UMA FURTADA ao No final da palestrasobre economia global.O que sucedeu.em meio de tantos admiradores. foi pena não poder ver os meus olhos cheiosde orgulho por lhe ver ali.Eu a ovacionoem cadainstante. â novanamoradalhe lembra o deslizesentimentâI." tinha sidolágrimailegítima. entre a multidão.Foi daluz. . os aplausos rubro e eis que uma lagrimazinha. .Eu teria cionou.. aquelefoco directo sobreo rosto. naquelemomento eu falavaâpenâsparâ si.a mântinha como centro do universo. E murmurou: .. E para garantir que o temâ não tinha retorno. o Ela se dissolveu: namorado. a mim nunca ninguém me ova.Procurou por mim entre a multidão? . pelo rosto.Eu? Você não me conhece.uma aguiAssuntoencerrado: nha técnica.amor? Adélia. quaseumâ inconcluída João Rosa gota. lhe espreitou nos olhos. . brilhando no pódio. ficado..

ì7t:l st:r.1 ' ()a)o+ rrrtrÌ) o -Jcd :^xStoJ 'topal ura 'anb nol()LrPsoìl oeol'.r(l ( )r.ìJ à L l l Íìu\Ì: tu .3 rrÌ)P.so-rÌrlso\i H â.rr r ' ru t.\ 'as-lìr-r ()Ì]oltlH .ìl-.rlu-.ì ou Íìe-\lo.r r(! o tr.rro.r1 s.\ t 'oJt.inI s\"sc]rJ.I otr V 'rÌll9py ap otelcla.) ru.ìossr: 11 ru J's( )rua(Itts l)o.racl claurr1c.I-trÌ n a rn[' r !Ì. 'otx rtrl Ìrp rJ s a .ro rrrtÌ rrr()J rrrÌr-râzrl Jl )\ i ) tÌrl ()^rslìl:lxJ EsoU 'Ì1rrJãlã rtrStrrltoll a1tstl anb stÌlrrrì-ucltÌi\ -toLutÌ ap st.r .rJl ([o.rrl rclsÌl srÌpoli rri r.srÌ1 zEsIn b .tJ o1'lt-t s ollt il 'ar tr nrr1.r(lLr.rJsâ \.h-rp rìJ slod eLll .ìJ. \â ÌJ o -\e .\Lro 'urur::tÌÌp o5^-Ìlân8Je JS rÌrIopv 'arr.J og5r.1 stt ' t:l l o tl t: n . ' rp rp a rl s.\rÌrl o!N 'r.9 r1 s o'6 1 b -rrrrrJl 5 -Ì 1cor r' orpc ..rr c acllnosa6l'Lrrlrr:sr.rrÌ1l ÌJ s c r' sor Ju c l l s s o s o l )o l c su l .l ()l r.l :tl Ì: l rìr.l l Ìr.rorl ol N ? 'Ìllrtlln.l rÌl r(l rJ o\ -eJd os ãprro Jod or8atr oJÌtJnq run ro-Ì'osrl elanbrysos(llÌl op trnb-ur1 EttrÌ]Lr es-Jelio.1 J a 5^rr Ìì urâl s () L[o s rìâ ss o s ÌÌtrr' _ ro ]n ()Ì)' u l te u ..\orrro] an ()Jrrl .:ls^t tÌ n.\Ì1lsâ aloLla1oq 'ollrì1.iE1.)rl ap s oÍoc l s a l s o o Ì)r-rc u rrì.Ìl oP -tta tl 'prLpleiJâs^ 'osotjoll\ Jll rrroJ 'alcLrrc1t.i<l 'apuocilr6l osso(l i.rr -t ll atr8 ().É :..rt aLll -tl rz p.1()u-rÌr rr.rur'o.\LtoJ apo(l 1ìl13lrÌ1 osdrrl rrrl a1t 'RuussÌJt:lJ pÌ)ol Ìr.) rÌrzrÌ.i-ro âs olrml ala ar-rb or[JrÌrrr Jl) ãp olÌllulse o c-rllroJuruluJlrÌ rnb saprrPrc.5 tì().l s ()q [()so n o .roL[:l :rÌl)1.r r.lJJ -âpãur llLlsol )op s o rìrJ l ri s..o1tusr1rut.rp r' rrl ãì()-r ÌrL l Ììur.)tr_ÌrroJ ãÌ) sâluel opLrESlì rrlsarolÌroÌ) o sÌÌr.\Ììl) â[â rÌr.t:P-rrtl ltllls ll :lâzrÌr LÌl-líììtl-ì "'aJIJPI') upol r'ttrlsorrlrÌs rÌ'.r ottto') 'aluourtsorcloJrÌ-\rÌ.+ turÌ.\tÌÌs^â sazuclstÌ'olrrrnSâs ÌÌrlrrrrur t':Í iÌ! ' \.rJtÌ .ìl) âLuotr o.rÌÌ:(Ì ot:rl rì.\trlsc '.rtl tl rrra8trr_r 1y 'â.I()]nOP'trsIoJ tttutl -tulrtn.i srÌì7\l .'()1.

Na verdade.. A mãe nunca o deu à |uz. - O TELEF ONEMAM ÃE DA Ninguém se sepârâ.Não percebe. . . . flutuava em seu rosto uma aura que ele nunca dera conta antes.Aproveita a sorte. essernar. tinhâ es praiadoo olhar n o h o ri z o n te .Liguei para falar de mim e não ainda parámos de falar de si. João tomara o caminho da marginal e.meu filho. . nunca aprovara Ìigação com nenhuma mulher. . C) riso refbrça os laços tribais closc. o que ela sempre reprovou foi o seu crescer. mãe: eu e Clarice nos separamos.. Nessa noite. Rosa desligou.Pois. Sem raiva. Apenas com pena da mãe.Veja no meu espelhinho. durante todo o percurso. .Não é que lhe fique mal. Foi o que lhe disse a mãe quando João Rosa telefonou a anunciar a ruptura com CÌarice.Nem o seu pai quando morreu se separou de mim. a sua conversão em pessoa com destino próprio. A luta dela. Afinal.Essa nloca ner.Ìlé nada rná. . João Rosa entrou no bar e cornentou para os amigos que a secretáriase esta\-iì atirando a ele..rç:rdores. morará sempre no meu ventre e o meu ventre é maior que o mundo. A progenitorâ nunca tinhâ aprovado â suâ ligação com ela. .Está a ver? São ou não são azulados? Talvez fosse do rnar que ele pegara de manhã.A fulana deu para espreitar-rneos olhos.fora parâ ser mulher daquele que 205 . Na verdade. E riram-se. Espreitou e se surpreendeu: erâ como se do fundo do olhar uns outros olhos espreitassem.Viu? Eu tenho razão: você é eu. . filho? Você será sempre parte de mim. lhe digo. durante a adolescência. Rosir.

rdy'JBuIE e etapuerde sâleP turu{uau '1euge :oqlg e agur eJtuã sepun. 'aprp.routenes o naJJoW -^ 'ESodo9ol ãP 'sotuãJJolu anb rua alutlsul ourselu ou solu âgur B noleJ TuISSV sopot '1rugy'ollruu IoJ noJouleP ãlE 1BIPoJIãJral oe -ãJSBueJ Equa] olsIJJ anb sou-orueluedsg 'seluB solJotu opBlrssnssâJ sorue^glserí anbrod ã âJJoruJotut o es anQ 'sIBIu âssIPE 'tusSatuoc anb uo oluãluouJ olJEXaou urêJJoIu seJãI{l -nur sB ruoc sag5elal sEqulru su enb esslp eEIu EI{ulW "'srEru u9n.t 'l"tgY 'ossr e8rp oEN 'u1ae.\ o8\l t :n o 8 u n u tsa lo e o f opuenh soql o so nor{ral BIISPV'equll EP OPEIorlno e tun ãp sezo^ sE opuBl EtueuoJalelO -nJSe EpeJorueuE^ou B 'BtuEJBu BJãJeluoJE 'E^erotu elau enb rãqlntu q Iegul BJa egru V 'sâJer{lnu sB JIeJI e u.r ap 'anb eu-neJãJed iJãs ep etneq uanb 'agur equtlg iuranb BIE iesslp eru ula anb o oqES'ePEprllqBluor BSsâpruãlrl e.'JOJJOuI eJUdrunl{ueu JoIuB oquel opu eí na anb 'oqlg nau 'snãg e se5er8 gP slod iaJIJelS rod .red gtse Jorue O 'solu€rue anb so ?Junu soluãP --rad og1q 'rap.apualde esog enb BIa ruoJ lo.t e1ç 'uran81eap esodse e seuede Jes ogu erud elnl el-rg18ulBrun IoJ BIeP EPI^ e EPol 'srodeq 'tsd nas o Jes EIJI^ .õ -lB ruâ opuesuad e^Etsa 'aluada.raqeg 'JEJI] IE^ sou ePI^ Blrrseure anb opuaqts 'nap sou E eplt e ruanb Jtruv 'soqlg soe soIlIBJIPepanb roulc ou JEUrB souapua.red soureJl oeu enb e oJlno o ures reJg IB^ es anb .a.ed -reFr1 otlo.ord sIEIUrreq seSueqlautasEIJãquoJaJJerll -mu-xa V 'esog ogof ap EPr^ EP setu8ru: so]lnJo so Jal BIqES ellgPv eJrJB[J oguas ruen8ulu sEW'e]uePl^e o EIJaLIUoJ 'sopeuluJelap 'sopun.old 'so:nlsã 'soq1o solusâlu sO ing 'E I e U I O J oprcared e 'Jotuu naul 'elo.

Há quà È. entretanto.rtq.Você não entende. E Rosa faz conrtl gato nesse obsceno caça.urprar tutlo tìe novtl' ficaSó se.Ela não sabe vingança é a arte de quem não sabe viver? quer desMas Adélia não entende.E.Deix e.Adélia sorriu: a futura sogrâ actuavacomo sua inesperada distraísse aliada.lei x ea m i m' a Deixe a sua mãe e prornete que amanhã vai buscar sua roupâ. Clarice amar.Deixe a sua mãe. João.laquc me . tu d o i s s o é passadas' O passadoé mentira' Metade é feita de coisasnão passarão' A urrtiu metade é feita de coisas que nunca rnais beber' Por Para escapar da existência. querid o .insiste o homem' Clarice beifechar nele um remorso como quem dedica um irnpossível chuva' cicattiz jo. manclar queimar es roup'ls que r an lá .É qo" não falta rnuito pâra clue não tenha nada a sua lavadeira"' cle vestir.Pobre mulher-suspira Adélia' .Adélia' E elec les abafarls s e u s tl e d o s :C l a ri ce te trrre qui trtcscol ìÌ() em pÌena stripteaser cle sofrinento. Clarice pensou em escoâr rios de angúsum simplËs gargalo de garrafa podem Ela não' Na tias. Cclmeço a ficar cansirda ser Se calhar vou é ct. Ela está-sevingando de quanto ele não a âllÌou' que . na c as ades s am u l h e rz i n h a ' . . O prazer dela é vê-lo convertido em gota de no nada' de luze sentir que ele escoaem lágrima e tlesagua p a ssa d o ' . Ou Prefere que vá Ìá eu? . Esperava-sedela' enquanto namorada' que a pequenâraiv a deJ o ã o ' .te na bebida ser um outro' . desrriao rosto lnas continua centraclo já não quer que ele a voìte a desnrdar de intimidade.Não sei se terei temPo' para .

ulada.radsap'erz .rcseu. ã soJnJSã'ureldruatuor u anb soqlo so eJequoJeJ ogu 'sotuedse sop oluedsa 'a oqladse oE ãs-Br{lg 'se-rqadlgdse epe8ad ãlrou B ruoc epe8n"rpeu ep JtpJoJB ered ecaurropy isãsnapBsoruBZ -nJc ogu BIâu âs elaueí Brrln ele^ anb ag 'soEru stns rue eJãru -JopBJBInIãco'a1rau1 'snepu run ãp ogpDual uroo 't8tyseq iârrrtl] :usog oeof ap eo -llgleru zo B BlnJsâ ãs úI{uII Ep opBI orlno oCI 'optpred roue nãs op euoJelel âp oJãrunu o -re]l8tp B BJoruâp a ellep es EIe opuenb soJqruo so uracenbe ãql ogu 'septdsep ogtsa se.repuatu no ayaas're3l1 99 'ogof ered.rrreyed sV 'BSBrE Etrqeq anb orcuglts o tuoJ rEIEJâqts ogu ãrIrEIJ 'o5rlsap'.re8r1 'EPI^ B glsâ ãPuo âgES ogu ãcrJBIJ 'Bpr^ Bp serraíns su rdrurl oÍtaq O 'ua8eurt e eíraq a eqlaoíe ãs EIE'BSoU ãp eger8oro.rr sBtnlosqBrueSa. B â ernploru t esnoda.rapuo ãJIJBIJ 'epe8errec orJeruJeoe as-e8rrrp a olrenb ou essa.enÒ 'Bplqâq ras euenb EIE 'reqâq erranb ogu EIã 'opun3 oN'sogtu srns rue esuadsns noJoruãp vletn? e 'rugrod 'za-nBlsâC[ 'sapBpIJIIãJ sra.res'yeug ou 'g 'e:eetuas -eregetlr-8 oruoJ rrrãpsâpoe BpBJIIE sB eson ogof anb sec-reru sorâssou eql-Jequel 'a1apue-ro1 anb soíraq so ãql-JeJo^ep 'eroq u Juqlotu assãI^ ãr{l ESoà âP BIJ -uãsne e enb el.o ãpunur oJIqS ãP zo^ e enb uroJ ze! e elasB essãJ8ãu êoso!_ 'olJOrUOtsBI run oruoJ sorr.r.rtua ã sou anb sessatsesloJseldruts sEruB^BpuIJqslop so opuenb.raz -BJ E^BrunlsoJ oruoJ 'sepezn.ad ep es-nolueg 'ogof ep soquh ãp B^JâsâJep eSesm?Brun noJll a esuedsap q tog 'Jes eP JsxrãP aluaursaldurs assapnd Bl" zè^lal'eqes uranb'zan8errgrua .ranb uyE 'ero8 ErullltÌ p gw vpv?en res Er.r8ar -sap ulorsrd erun essoJâs oruoJ 'oçtu eu opuapuad BJTJJBC isPr^ ãP elnd 'oxrl ãp oreru ou orcrp.

' rl cte a n rl o< lsi l ônci o: . orl e u . u n crt rn rti s.". lhe tl < l e tr < l tttose ' l l ra rl e i rr tìrsseì c1ìrl ìe c rlue golpeava.escut()r.tv rrts c rtIc n torn .A cançãclfala corn elir: "(Juis nìorrer de ciírtnes.r-se ìrrastrì(lì nrrrrcha a rle (ìlarice.uìlor urìì Podiam s er prtl.c < lrno? Iìu v i-< l ua pa p e l a ri ae rn fre n tc. rr (]ue ìhe interessltVa rÌnì rì()nìese ele tnrltvt. Sabe. Ergne-se corÌìo que respondcncloa Lullrìsírbitirilunrinaçã<l interior. . .\/eio hojc? lr rluc hojc cst()rÌnluit() 1ÌÌìtigrì.. Morrer cleciúrnres clernasiaé clo solitário. N . ele.Ìl()Ìl r.J rí tentc i v ir rrn te s .\.r. ro rl<lsrleJoã<lRosit bltetr ì l)ortrÌ. Retorna ìo csÌ)cllìo c rrio reconhece as pitlrrvras clue lh e fluenr nrais c k rpe i to q u e tl l l l o c.f oão a interpelou : .quaseenl<lurqueci.)a ra l ìã o e rìxe rg i ìr i r srr:r1l r< i pri rr er is tênc irr.azio diì longa ins<inia.t ter ulìÌtì outrlì? ( ) n< lnre uttra Iuz tl u e u rn c < l rrtçã o é rrce trcl e .. cla tem rr crrnçãoc()rììoconrpanhiir. hes itrrntec rtrl l p rtl a r ..: .. <l corlrçãocrispatlo rìrì l)()rìtrì (latlrt t< lt1uc r l< ls .rã < l rev< l l tcrr ch rn rrrrpcl < lnorne. rrã Fìu sei. a fresta claprlrta rleir<luescrìparl envirrr.rri ce . Silênc io.(lìaric eì .rrrla rrlz. -.rs rrrrrrn -l i re rl so artífic io de letrl rl e rrrri s i crr n ri n ti crr.rutro lrtclo. ta 209 . L.r: .rrles[)esse o s a .Não nre c hiun e rl e (l l ' . é a írnica anriga quc ll-rerestl.Não entendo.Se j:í não nre i ìrn i ì. se lìr. I)<l <. (l l l ri ce qucri rì F Íìc ar no es c uro.Tênho nrecloclenìorrer clenrasi'lrlo. tles l rra rl al.Arrtesrl u e rt rttn ro ste rrt t()rl ìc tl ern rrsi . F.Ninguérn lÌìorre Iìurlcì.

ì e -rrn8utlxa es ap srodap oursãlu an8assord ogSe.adsaut ruoC 'JEurEeP sxleP âs slttu EJunu oPBluE oPuel zâ^ elrlíf 'opessud lues oqJe^ lun e reure :Elqes aJITEI) 'JOUJE-Xa :oã -nuoc eltdag 'erun asenb 'ser.ed tnbe glsã otu ?co^ 'eptpnts lueu EZãlsIJlureqledsa ogu tleP soqlo so :e'te8rexueanb ou EpuIEsouãW'E^ElnJSeanb ou E^tlIPeJJeoeu esog ogof 'EruEâIU BpUIE ecor 'oeof 'osst ro4 'ollugul utn e-ldtuas 9'oqo[ ''reruy 'oltrgtard ulãs soqJã^ oESJê^IA e JEruV 'oPI^I^ Jel o rueu'opetur Jal o alslxe ogu anb :nrladar e1eu5uern8as epe.uãruoqouIsoluotuBJBuIBeJ.oc o 'oltad Je^Br{ ocu 9Í ep srodep otusary 'erduras Jetue 'Jetu17'Joure tunquâu ulas ourseur B^EIUV 'eure eru EPuIBeJo^ seyg 'ogo['eqtes ogu eJo^ ze^lc1 aanbrod rnbe nolsa 'ogluE 'sednor sE JBJsnqe.roc o noãl.SoJ}I.teled senP oES'saldturs I 'zvdtt nos ogu 'aluarusaldutt5 ian8asuoc ocu otuoJ ' o p rJ U â ^ o xl E q sl q e JeS aqelB nl P nJ ' ' -eg 'etranb ogu'etqes ogu'etpod oeu :noían8e8uaruoq I '..to nãs rug ãP uTBJEIuE 'ercuacsalope luErEPnruse8rue se JoPãJ 's8true slunqueu ãP Ies ouu anb olrntu 9H ieuttr{ n11 ieuuof olsl^ ruâI selsodsa'rsE sIEUIsPuI€ Elrusl 'eJIJelJ ap sEP€lseJJe zâJ e orJuglls o e^EãJeà 'sutun8red eP elueJJol Brun JBIESãP E orulrltÌ ou selu'e1-eSelqe nãPeJ E'od.sBIuSãluISBaS..eJ alus}sul anb asenb eso6 ogof 'oloc oE evlètl t'le anb sednor eP oqln-lq sy -ure ou rucJeqruol seurr-r8g1 'oluerd rue noqESâPaJIJBIJ 'uteqesepaurrg asod E e osJnJSIPã]ueJIIãPo 'oltqrls eq âro iarIrEIJ'opuaqaq EPUB EZãlsIr] BSSOU 'oPIPuã]uã Je] êP EIIAJSIIES o noqlo esoà ogof 'nrrrog 'nepuatue ã sol{ul^ soP oIJEIuJB 'e5ue"rqure1 Etullll.IuBJEIUV.(JOLLIB-Xã nãul. eP eul-âluBl{3 éoglue 'otuoJ âql-oIlIsI{J 'ectre13 'adlnlsaq .

a sua alergiaao pó se âgrâvoue os lençosde papelse âmârrotârame se âmontoâram como se fossemdiasno fundo do tempo. Sim. Não mais voltou a olhar a balança. re. como ela sempreansiara estado ter doente com ele à cabeceira. caro João. â sentir a suâ ternura nem que fosseem dosesde miligramas. O amanhãfaleceu. incapazes de seduzira Morte. lembrança an_ sem do calorvital. E não foi apenâs denüo dela.pergunta ele.desfilaramexércitos pelasruas desar_ madas. O que restouforam diasressequidos. sussurra Clarice.subitamente ansioso. Apenasaindanão tombou. há muito que se exringuiu a ção das espécies Vida.Como correu? .saben_ do que lhe perscrutava rosto à catade um desvaimento. talvez seja essa razãoporqueperdeuvisibilidadeperânteo espelho.De qrr.O que lhe digo.caroJoão. De onde vem esse que lhe avermelha olhos? pó os Talvez ela mesmase tenha convertido em poeira. LivRoS coltRtc)s Ë A voz de Adélia o surpreende assimque enrra em câsa: .A Vida esvaiu-se pla_ nt neta inteiro.não mais espreitouas calorias.E passaram guerras.As suasmaleitas sãocomuns. Fazlembrar os laivosde Sol depoisdo poente. convocando suaurgenteatenção.Estámaismagra. o .Mas esrábem de saúdeì Talvez estejaincubando doençâgrâ\-e. . . gigo E issoque tomâmospor Vida.sem glória.Grave?. a . é o seguinte:a árvore está morta.Tem visto televisão? A Televisãotinha dedicadoum programa inteiro à extin_ vivas.Para ela. angústiabastapara a sufocarsob o pesode uma A enfartadaalma.rre uma doença não for gravíssimaì se ^\Iasnem issolhe dá con_ solo.

J.^ï.Ler8trule e 'sopuessudsoPâp 'opelorua soJ^ll sou BJE apuo 'oprrrr^ Equll slelu âlâ âPuo ã "r""r"p enb napuelua 'solceíqo sop leossad slerrr o BJe oeu ednol r so 'rur5 ogol'áruader ap 'E 'opecy tuequll 'sol'tt1 'aJIJBIJ eP esBJrug "ro6 rue dESEJ B-I g'e(oq "'BScJluã 9l oplse sPuIB soJ^II snãlu so 'stodap 'opeto8sa notsl r€qleqen o8rsuor opu 9í anb oqey en 'sotllãluJâ^ opl I^ so BJunN 'oIJIIoJ run 'ressed anb 6 isâlâ ruor 9q anb 9 "'soqlo snesso :epudncoa.IBIrer{r o..Bp so noIJIJBJ€ e ESEJ oIJ anb alenbep 'sopeqldura eí 'sor'u1 íza't elsâcl 'sesIrrrBJ ãP -glrJJSã oE Iod 'noJor{J Ogu elâ 'ura'rod ogof norraldsa elaueí eg eruJoJul ãtuotu utn opue5erqos BSoã ep .r sB g ztP oEu Jel{lilu E sBW iurapr anb 'ogN 'esroJ tuoc BSIo3 .rd'zo-t e zer) ogrr enb as-ecglua3 e8nrua 'stodaq 'soleqle sautn.'os O '"rrrJ13 ap orrad ou JEoJa B noJg oPuBI{JeJelrod zo^vo oc30 e 'rs ap oSepad alse rslsssal e3IJslC âP BSEJ BIJBllo^'oursãtu reqlo so gr{uuury 'epe.ASEJ .:rirË - lsedno.:1"# B]SEU 'opnt olnbe '":J#:JÏ" I€JluãePseluB rï:...rad .:'3ï..".ï:i:""Jà"#:ï:ïff .d"'.'rsB âs-noJIlV 'EJnol 8tsâ elg - .Ëg ï:s 'ElJu?JãJuoJerun 'rereda'Idno'r eputy 'r-rros ogof oEru B utoJ eleg EII?PV 'oPesuec ãluârrrBl{uBJlsa .

A desbotadahistória ganhara uma inusitada presença.fora o seu homem. Ela se inventaria Ac1élia. resmungando e blasfemando. Ela teria que nascer cle si mesma. Foi ao velho baú e se f-ez vaidosa.Amanhã ele virá buscá-los. absorta como se procÌrrassevozes antigas. E ela entendeu: o pai a aconselhavapor via metafórica' E a encorajava a fazet do seu ventre urn cadinho pâra novas vidas' vidas que seriam suas' âs tântas pétalas de uma mesmâ flor. . O co r-e i ro -que erl ì ul Ìì hom em bondos o-i a a d o p ta n d o o s b e b é s e se afuncl ando num mâr de pobre z a . E foi' então' que lhe chegou o eco do seu pai. E que fìlava cle r. Já que havia inventado a norte e a loucura paraJoão ela inventaria uma vida outra para si. Até que o coveiro mandou pavimentar a campa e abateu a A árvore que the dava son.Tüdo isso é para nada: o ventre dessamulher não falece jnteira' porque esseventre é a própria Terra. Rosa. No final.rmarnulher que só começou a ter filhos depois de morta. rasgar na parede da angústia a janela de um novo dia. dez enas d e c ri a n ç a s . esposasurpreendeu-o a cimentar o chão por cima da sepultura e disse: . ârrumou-os um por um num calxote de cartão. Depois. em menina. e o coveiro. da história que seu pai repetidarnente lhe contava. Cacla nove meses' da campa irrompia um choro. Foi ao fundo de si e se fez mulher. cotlt cuip dados de parteira.Vou pâra â rua. cm i ni trterrul l ta c or r e nte. no eco das palavras doces do seu longínquo pai. fumando entre pilhas de livros que. . serÌtou-se sobre a caixa jâ cheia e deixou-se Íìcar. Foi ao espelho e se fez bonita. superar a cinza. . ela ajudavaa espanejarem cada domingo' Lembrou-se. toda Era essahistória que âgora despertava em Clarice. então. e s c a \-i ì\-a rl r rr re ti ra r o re cérr-nl sci do' Do falec ido v entre d a rn u l h e r trro ta ra tn .rbra. arrastava a sua pá pelas ruelas c1ocen-ritérioe.

'op 'opelseruePardruas 'Je^I^ ãP eÍas anb ã^ãJq slelu Jod eJnp ele otuerurcanbse ãsse EI{uIt ãJIJBIJ as ruenb 'ral apod os ouroJ 'essard o"r"."" o neP es 'lot{lo sou soqlo 'oglug 'eso6 oeof'1a.oJ ou€Jãqos olJE oJlâurtJd 'BnJ Q no ESSaP :IS lua EIJsEu anb elnletrc B^ou ou nolJunuu 'ul1e zo'1 . ro4 iur9n31e uroJ ürãnÒ iaJo^ E itrun8rad aPu6 1ãJIJEIJ 'tu'r '€luIJts9l 'ãJIJEIC serqadlgd 'oxreq otsod up r.radsa.roca'r1 ãJTJEIO o roper.ttue 'seJuaznlãruaJl ap ropeSuc oPelreJue ap zedvt IoJ ogu 'se'raqlnur -rirr"r.ucaq.Ër.Bgull oEu JãzIP 'oll3Í 9P ãrrr opu e.'Jã^ 8 nofse opu nã 'at1on "'ello^'ert're13 'olãsscd oP oPBI :€sod ep ocnor olu8 o 'o91uã 'ãs-nofncsq € oPueznJJ 's8fsoJ noJI^ E oJfno ou as-oPuelsejB 3 BnJ .aqts uran$ o nosnod 'eSueguoc zt1al 'EJop€losuoJ'a1apo-rquo ou o5e-rq s'\en]nl'{'napuodsar ogu BIE 3D J?ãìS€IIlun solqgl sÍÌãs rIIe Jãl IE^ :eJIJ€lJ 'lolr.o8e 'gqurute rI^ ãPod Bt{ulA 'sol^lI snâul so JEJSnq 'JIts EI na 'ero8e "'o9o['qV IS nãs o ãssoj BnJ E es ouroc BUISelu 'OIJOIIJJâ] IEJnleu o eled neduorl 'esec ep ntrs ep euoP â eluaJseloPe 'opuntu '"]'od e .ãlug e no8aqc ogu eso6 o9o[ '1a. ãlâ anb lanb anb C) esso.1 :ercuglrodrul.Lgsuadur so olusâlu E irenb anb soJ^II eP :JEIBJ seluB 'B^Il 'âlãP oultxgrd ruãq noJclsã 'o'rtaqu -rsrnbur 'o-noldulaluoJ g sun ne6 'nored âJIJelC -edruor-xa op ogJcarrp eu sossed âlueruleâJ e'tesrcardna 'ruog "'soJ^II "t".

Eu estou cego. .de volta. meu querido. eu? . . seu rosto. .Você apenasestáchorando. Clarice! .Chorando.O tom era de desespero. parou. são os meus olhos.Eu sei. no E lágrimas que não eram suasdesceramcomo gotas de chuva em vidro de ianela. a estrada. deu meia-volta e atraEla vessou. Porque esses.

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