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Nome: André Silva E-mail: andrepereira_silva@hotmail.com Data: 05/05/2014

Nome:

André Silva

E-mail:

andrepereira_silva@hotmail.com

Data:

05/05/2014

D ICAS PARA COMPRAR UM BOM INSTRUMENTO Antes de começar a tocar o cavaquinho é

DICAS PARA COMPRAR UM BOM INSTRUMENTO

Antes de começar a tocar o cavaquinho é muito importante escolher um bom instrumento, abaixo algumas dicas importantes:

Madeira: Escolha sempre um instrumento maciço de preferência faixa lateral e fundo de jacarandá, faia ou cedro, instrumentos folhados não costumam ter boa sonoridade.

Tampo: As madeiras que reproduzem ótima sonoridade são abeto europeu, pinho sueco, pinho alemão e cedro canadense.

abeto europeu, pinho sueco, pinho alemão e cedro canadense. O Abeto Europeu e Pinho Sueco, são

O Abeto Europeu e Pinho Sueco, são as madeiras mais utilizada na construção de tampos.

Braço e altura das cordas: O mais correto seria comprar um instrumento pessoalmente para poder testar com calma todos os pontos citados, quanto ao braço é importante analisar a largura, altura dos trastes e analisar se não esta trastejando

Após afinar o instrumento, observe a altura das cordas, e veja se o braço não está empenado.

se não esta trastejando Após afinar o instrumento, observe a altura das cordas, e veja se

Cavalete: Observe se o cavalete não está muito alto, leve um afinador digital ou peça para o vendedor afinar o instrumento antes e observe se está macio.

Verifique a altura do cavalete (rastilho)como na foto.

TIPOS DE PALHETAS

Palhetas: Existem várias marcas no mercado de palhetas, porém a algumas não possuem uma boa qualidade, uma das palhetas mais usadas por músicos é a Jim Dunlop com algumas observações a serem citadas:

é a Jim Dunlop com algumas observações a serem citadas: Para tocar em shows ou seja

Para tocar em shows ou seja com o instrumento plugado a caixas de som, recomendo o modelo Jim Dunlop .60mm pois você poderá tocar com mais suavidade.

Para tocar em casa ou em locais que não tenha como ligar em mesas de som recomendo o modelo Jim Dunlop .073mm ou para ganhar mais volume a Jim Dunlop 1.14mm.

Para solar uma palheta mais rígida traz maior estabilidade recomendo uma de .1.14mm ou modelo Jim Dunlop JAZZ III.

recomendo uma de .1.14mm ou modelo Jim Dunlop JAZZ III. S EGURANDO A PALHETA A melhor

SEGURANDO A PALHETA

A melhor forma de segurar a palheta com precisão para tocar é como demonstramos na foto, pois estamos tocando um instrumento pequeno e com grande tensão nas cordas comparado ao violão e guitarra, então para não correr o risco da palheta escapar e ter maior precisão nas batidas e solos essa forma é a mais adequada.

precisão nas batidas e solos essa forma é a mais adequada. Essa é a maneira mais

Essa é a maneira mais correta de segurar a palheta com segurança.

POSIÇÃO DA MÃO ESQUERDA

Outro ponto importante é o posicionamento da mão esquerda, pois nela teremos que descarregar maior força e dar o swing necessário nas batidas, veja na foto a seguir.

esquerda, pois nela teremos que descarregar maior força e dar o swing necessário nas batidas, veja

POSIÇÃO PARA PESTANA

Para fazer um acorde com pestana é necessário utilizar o polegar esquerdo no meio do braço como ilustra a imagem para ter maior apoio.

meio do braço como ilustra a imagem para ter maior apoio. A FINADOR D IGITAL Da

AFINADOR

DIGITAL

ilustra a imagem para ter maior apoio. A FINADOR D IGITAL Da mesma forma que a

Da mesma forma que a tecnologia chegou no mundo em vários segmentos não poderia ser diferente na música, hoje temos por um preço justo vários modelos de afinadores digitais alguns já com metrônomo. O uso de um afinador é muito importante pois você deve se acostumar a tocar com o instrumento sempre afinado, para educar seus ouvidos, o mau costume de tocar com instrumento desafinado por trazer alguns problemas no futuro.

METRÔNOMO

Serve para marcar o compasso trazendo maior precisão no seguimento rítmico, existem metrônomos em forma de pêndulos ou digitais e até sites que disponibilizam on-line.

AFINAÇÃO DO CAVAQUINHO

A afinação tradicional do cavaquinho é:

corda Ré (Aguda)

corda Si

corda Sol

corda Ré (Grave)

(Aguda) 2ª corda Si 3ª corda Sol 4ª corda Ré (Grave) Se você possui um afinador

Se você possui um afinador digital afine seu instrumento

Obs: Existe outras afinações como afinação da corda Mi, mas é pouco usada.

CIFRAS

Aprendendo a ler as cifras

C = Dó

D =

E = Mi

F = Fá

G = Sol

A = Lá

B = Si

CIFRAS EM ACORDES (ALGUNS EXEMPLOS)

C = Acorde dó maior

Cm = Acorde dó menor

Cm7 = Acorde dó menor com sétima

C7 = Acorde dó com sétima

C#5 = Acorde dó com quinta aumentada ou sustenido cinco

= Acorde dó diminuto(a)

C7M = Acorde dó com sétima maior

C7M = Acorde dó com sétima maior Cm7(b5) = Acorde dó menor com sétima e quinta

Cm7(b5) = Acorde dó menor com sétima e quinta bemol

C4 = Acorde dó com quarta

C6 = Acorde dó com sexta

C9 = Acorde dó com nona

Cm7(11) = Acorde dó menor com décima primeira

C7(13) = Acorde dó com sétima e décima terceira

C7(b13) = Acorde dó com sétima e décima terceira bemol

INTERVALOS

Intervalo é a mínima e a máxima distância entre duas notas quaisquer e os utilizamos acrescentando aos acordes comuns para causar harmonia e dissonância.

Muitos músicos não costumam estudar os intervalos, por acharem que não tem importância, mas é um dos estudos iniciais mais importantes, pois através deles podemos compreender como formar os acordes.

Tabela de Intervalos Escala cromática ascendente de Dó

C C# D D# E F F# G G# A A# B C C# D
C
C#
D
D#
E
F
F#
G
G#
A
A#
B
C
C#
D
D#
E
F
F#
G
G#
A
T
b2
2
b3
3
4
b5
5
b6
6
b7
7M
8
b9
9
#9
11
#11
b13
13
Obs: Na tonalidade de C# e F# no pentagrama se usa E# e B#

Assista o vídeo no Youtube (Classificação dos Intervalos)

SUSTENIDO (#) E BEMOL (B)

Sustenido é um acidente que, tendo seu sinal de notação( ) colocado à esquerda da nota, indica que a altura desta nota deve ser elevada em um semitom.

que a altura desta nota deve ser elevada em um semitom. Bemol é um acidente que,

Bemol é um acidente que, tendo seu sinal de notação( b ) indica que a nota deve diminuir meio tom.

TABLATURAS

Tablatura é uma forma de representar solos de cavaquinho, violão, guitarra e outros instrumentos de corda, são formadas por quatro linhas no caso do cavaquinho onde contando de cima para baixo teria como representação as cordas soltas Ré, Si, Sol e Ré.

Através da tablatura é possível informar ao músico exatamente quais notas ele deve tocar, demonstrando a casa e a corda do instrumento veja abaixo três exemplos.

músico exatamente quais notas ele deve tocar, demonstrando a casa e a corda do instrumento veja

ACORDES MAIORES NATURAIS

A CORDES MAIORES NATURAIS A CORDES MENORES NATURAIS
A CORDES MAIORES NATURAIS A CORDES MENORES NATURAIS

ACORDES MENORES NATURAIS

A CORDES MAIORES NATURAIS A CORDES MENORES NATURAIS

ACORDES DOMINANTES (B7)

A CORDES DOMINANTES ( B 7) A CORDES COM QUINTA AUMENTADA (#5)
A CORDES DOMINANTES ( B 7) A CORDES COM QUINTA AUMENTADA (#5)

ACORDES COM QUINTA AUMENTADA (#5)

A CORDES DOMINANTES ( B 7) A CORDES COM QUINTA AUMENTADA (#5)

ACORDES DIMINUTAS (°)

A CORDES DIMINUTAS (°) A CORDES MEIO DIMINUTO OU QUINTA BEMOL
A CORDES DIMINUTAS (°) A CORDES MEIO DIMINUTO OU QUINTA BEMOL

ACORDES MEIO DIMINUTO OU QUINTA BEMOL

A CORDES DIMINUTAS (°) A CORDES MEIO DIMINUTO OU QUINTA BEMOL

EXERCÍCIO CROMÁTICO

Esse exercício deve ser praticado adicionando 1 dedo por vez pratique no mínimo 10 minutos por dia para deixar seus dedos da mão esquerda mais flexíveis.

dia para deixar seus dedos da mão esquerda mais flexíveis. E SCALA DIATÔNICA MAIOR E MENOR
dia para deixar seus dedos da mão esquerda mais flexíveis. E SCALA DIATÔNICA MAIOR E MENOR
dia para deixar seus dedos da mão esquerda mais flexíveis. E SCALA DIATÔNICA MAIOR E MENOR

ESCALA DIATÔNICA MAIOR E MENOR

Na imagem abaixo temos duas escalas no mesmo tom de Mi os desenhos devem ser praticadas em todo o braço do instrumento.

Na imagem abaixo temos duas escalas no mesmo tom de Mi os desenhos devem ser praticadas

SEQUENCIA DE DÓ MAIOR E RÉ MAIOR

S EQUENCIA DE D Ó MAIOR E R É MAIOR Agora iremos mesclar um pouco os

Agora iremos mesclar um pouco os acordes aprendidos até o momento para sentir a sonoridade de cada um deles dentro de um grupo, vamos começar pela sequencia de Dó maior.

até o momento para sentir a sonoridade de cada um deles dentro de um grupo, vamos

SEQUENCIA DE MI E FÁ MAIOR

S EQUENCIA DE M I E F Á MAIOR
S EQUENCIA DE M I E F Á MAIOR

SEQUENCIA DE SOL E LÁ MAIOR

S EQUENCIA DE S OL E L Á MAIOR
S EQUENCIA DE S OL E L Á MAIOR

SEQUENCIA DE SI MAIOR

S EQUENCIA DE S I MAIOR
S EQUENCIA DE S I MAIOR

SEQUENCIA DE DÓ MENOR E RÉ MENOR

S EQUENCIA DE D Ó MENOR E R É MENOR Vamos passar para as sequencias menores

Vamos passar para as sequencias menores em todos os tons

S EQUENCIA DE D Ó MENOR E R É MENOR Vamos passar para as sequencias menores

SEQUENCIA DE MI MENOR E FÁ MENOR

S EQUENCIA DE M I MENOR E F Á MENOR
S EQUENCIA DE M I MENOR E F Á MENOR

SEQUENCIA DE SOL MENOR E LÁ MENOR

S EQUENCIA DE S OL MENOR E L Á MENOR
S EQUENCIA DE S OL MENOR E L Á MENOR

SEQUENCIA DE SI MENOR

S EQUENCIA DE S I MENOR
S EQUENCIA DE S I MENOR

SEQUENCIA COMPLETA (DÓ MAIOR)

S EQUENCIA COMPLETA (D Ó MAIOR )
S EQUENCIA COMPLETA (D Ó MAIOR )

SEQUENCIA COMPLETA (RÉ MAIOR)

S EQUENCIA COMPLETA (R É MAIOR )
S EQUENCIA COMPLETA (R É MAIOR )

SEQUENCIA COMPLETA (MI MAIOR)

S EQUENCIA COMPLETA (M I MAIOR )
S EQUENCIA COMPLETA (M I MAIOR )

SEQUENCIA COMPLETA (FÁ MAIOR)

S EQUENCIA COMPLETA (F Á MAIOR )
S EQUENCIA COMPLETA (F Á MAIOR )

SEQUENCIA COMPLETA (SOL MAIOR)

S EQUENCIA COMPLETA (S OL MAIOR )
S EQUENCIA COMPLETA (S OL MAIOR )

SEQUENCIA COMPLETA (LÁ MAIOR)

S EQUENCIA COMPLETA (L Á MAIOR )
S EQUENCIA COMPLETA (L Á MAIOR )

SEQUENCIA COMPLETA (SI MAIOR)

S EQUENCIA COMPLETA (S I MAIOR )
S EQUENCIA COMPLETA (S I MAIOR )

SEQUENCIA COMPLETA (DÓ MENOR)

S EQUENCIA COMPLETA (D Ó MENOR )
S EQUENCIA COMPLETA (D Ó MENOR )

SEQUENCIA COMPLETA (RÉ MENOR)

S EQUENCIA COMPLETA (R É MENOR )
S EQUENCIA COMPLETA (R É MENOR )

SEQUENCIA COMPLETA (MI MENOR)

S EQUENCIA COMPLETA (M I MENOR )
S EQUENCIA COMPLETA (M I MENOR )

SEQUENCIA COMPLETA (FÁ MENOR)

S EQUENCIA COMPLETA (F Á MENOR )
S EQUENCIA COMPLETA (F Á MENOR )

SEQUENCIA COMPLETA (SOL MENOR)

S EQUENCIA COMPLETA (S OL MENOR )
S EQUENCIA COMPLETA (S OL MENOR )

SEQUENCIA COMPLETA (LÁ MENOR)

S EQUENCIA COMPLETA (L Á MENOR )
S EQUENCIA COMPLETA (L Á MENOR )

SEQUENCIA COMPLETA (SI MENOR)

S EQUENCIA COMPLETA (S I MENOR )
S EQUENCIA COMPLETA (S I MENOR )

ACORDES COM BAIXO INVERTIDO

Hoje em dia as harmonias estão bem mais sofisticadas, podemos dizer que as inversões de acordes trouxe essa possiblidade para rearmonizar sem perder as características da melodia da musica, essas inversões tem como regra básica o uso da terça e quinta justa no baixo vamos ver nos exemplos abaixo como funciona a primeira e segunda inversão.

Exemplo 1

da terça e quinta justa no baixo vamos ver nos exemplos abaixo como funciona a primeira
da terça e quinta justa no baixo vamos ver nos exemplos abaixo como funciona a primeira

Exemplo 2

Exemplo 2
Exemplo 2

Exemplo 3

Exemplo 3 A CORDES COM A QUARTA SUSPENSA ( SUS 4)
Exemplo 3 A CORDES COM A QUARTA SUSPENSA ( SUS 4)

ACORDES COM A QUARTA SUSPENSA (SUS4)

Exemplo 3 A CORDES COM A QUARTA SUSPENSA ( SUS 4)

ACORDES COM SEXTA E NONA

A CORDES COM SEXTA E NONA A CORDES COM SEXTA
A CORDES COM SEXTA E NONA A CORDES COM SEXTA

ACORDES COM SEXTA

A CORDES COM SEXTA E NONA A CORDES COM SEXTA

ACORDES COM NONA

A CORDES COM NONA A CORDES MENOR COM SÉTIMA
A CORDES COM NONA A CORDES MENOR COM SÉTIMA

ACORDES MENOR COM SÉTIMA

A CORDES COM NONA A CORDES MENOR COM SÉTIMA

ACORDES MENOR COM SEXTA

A CORDES MENOR COM SEXTA A CORDES MENOR COM NONA
A CORDES MENOR COM SEXTA A CORDES MENOR COM NONA

ACORDES MENOR COM NONA

A CORDES MENOR COM SEXTA A CORDES MENOR COM NONA

ACORDES MENOR COM SÉTIMA E NONA

A CORDES MENOR COM SÉTIMA E NONA A CORDES MENOR COM QUINTA AUMENTADA
A CORDES MENOR COM SÉTIMA E NONA A CORDES MENOR COM QUINTA AUMENTADA

ACORDES MENOR COM QUINTA AUMENTADA

A CORDES MENOR COM SÉTIMA E NONA A CORDES MENOR COM QUINTA AUMENTADA

ACORDES DOMINANTES COM SÉTIMA E NONA

A CORDES DOMINANTES COM SÉTIMA E NONA A CORDES DOMINANTES COM SÉTIMA E NONA BEMOL
A CORDES DOMINANTES COM SÉTIMA E NONA A CORDES DOMINANTES COM SÉTIMA E NONA BEMOL

ACORDES DOMINANTES COM SÉTIMA E NONA BEMOL

A CORDES DOMINANTES COM SÉTIMA E NONA A CORDES DOMINANTES COM SÉTIMA E NONA BEMOL

ACORDES COM DÉCIMA TERCEIRA

A CORDES COM DÉCIMA TERCEIRA A CORDES COM DÉCIMA TERCEIRA BEMOL
A CORDES COM DÉCIMA TERCEIRA A CORDES COM DÉCIMA TERCEIRA BEMOL

ACORDES COM DÉCIMA TERCEIRA BEMOL

A CORDES COM DÉCIMA TERCEIRA A CORDES COM DÉCIMA TERCEIRA BEMOL

ACORDES COM SÉTIMA E NONA AUMENTADA

A CORDES COM SÉTIMA E NONA AUMENTADA
A CORDES COM SÉTIMA E NONA AUMENTADA

ACORDES COM DÉCIMA PRIMEIRA AUMENTADA

A CORDES COM DÉCIMA PRIMEIRA AUMENTADA
A CORDES COM DÉCIMA PRIMEIRA AUMENTADA

EXEMPLOS DE (MODULAÇÕES)

E XEMPLOS DE (M ODULAÇÕES ) A modulação é um processo usado para modificar a tonalidade

A modulação é um processo usado para modificar a tonalidade de um trecho musical ou de uma parte da música.

Os exemplos a seguir tem como ponto de partida o acorde de C7M vamos ver as possibilidades que poderão ser surgir.

Exemplo 1

a seguir tem como ponto de partida o acorde de C7M vamos ver as possibilidades que

Exemplo 2

Exemplo 2 Exemplo 3

Exemplo 3

Exemplo 2 Exemplo 3
Exemplo 2 Exemplo 3

Exemplo 4

Exemplo 4 Exemplo 5 – Continuação exemplo 4

Exemplo 5 Continuação exemplo 4

Exemplo 4 Exemplo 5 – Continuação exemplo 4
Exemplo 4 Exemplo 5 – Continuação exemplo 4

Exemplo 6

Exemplo 6 Exemplo 7

Exemplo 7

Exemplo 6 Exemplo 7
Exemplo 6 Exemplo 7

Finalizando

Espero que esse material seja de grande valia para futuros músicos, agradeço mais um vez a todos que admiram meu trabalho e bom estudos.

Fiquem com Deus.

Alberto Paes

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