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GESTÃO AMBIENTAL

Treinamento Interno em Gestão Integrada


Eng. Antonio Fernando Navarro, M.Sc.
afnavarro@terra.com.br
04/2008

Objetivo
Capacitar Alunos a serem profissionais
de Gestão Integrada na área industrial
Visualizar novos parâmetros existentes
no profissional globalizado e moderno
com visão sistêmica de processo.

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Sistema de Gestão
Um conjunto em qualquer nível de
complexidade, de pessoas, recursos,
políticos e procedimentos, que
integram-se de forma organizada para
certificar o resultado de um trabalho
com eficácia ou dentro do nível de
tolerância.

Sistema de Gestão Integrada

Denomina-se como sendo o sistema de


gerência que engloba QUALIDADE,
SEGURANÇA, SAÚDE OCUPACIONAL,
RESPONSABILIDADE SOSICAL e MEIO
AMBIENTE, permitindo garantir sempre
a melhoria continua dos processos,
projetos serviços, produtos, etc.

Saúde, Segurança Operacional 2


Gestão da Qualidade

Consiste numa administração na


qual uma organização / empresa
conduz seus negócios para
satisfazer seus clientes internos e
externos.

Gestão Segurança e Saúde Ocupacional

É a administração do
planejamento, organizada e
controlada de uma execução de
trabalho que resulta em prevenir
e extinguir acidentes do trabalho

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Responsabilidade Social
Consiste em encontrar aspectos que
auxiliam as empresa a fornecer aos
colaboradores:
ü Tratamento Leal;
ü Ambiente adequado;
ü Remuneração justa.

Sistema de Gestão Ambiental

Consiste no modelo administrativo e


produtivo de gerir o negócio com
aproveitamento sustentável dos recursos
naturais, através de condutas e
procedimentos de avaliação continuada
medindo os interesses e conflitos sócio
econômicos utilizando os parâmetros e
técnicas de sustentabilidade.

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Gestão Integrada

Visualizar o
conjunto como
Qualidade Social sistema.
Gravar e
Gestão
compreender as
Integrada quatros bases
fundamentais do
sistema.
Segurança Meio
E Ambiente
Saúde

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Interação e Integração Funcional

SI SI

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Gestão Ambiental

Diretrizes e atividades sistematizadas


com o objetivo de obter efeitos
positivos sobre o meio ambiente, seja
reduzindo ou eliminado os danos, seja
evitando que estes ocorram.

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Intenção Preliminar
Desenvolvimento Sustentável
Erradicar a pobreza
Qualidade de vida
Crescimento populacional sustentável
Uso racional dos recursos naturais
Economia e meio ambiente como parte
das decisões.

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Cronologia
Século XX até 1972 – fase inicial,
abordagem pontual desvinculada dos
processo de desenvolvimento
1972 até 1992 – Segunda fase, busca
de uma nova relação entre meio
ambiente e desenvolvimento
A partir de 1992 – Desenvolvimento
Sustentável.

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Política Ambiental
Constitui-se na declaração de princípios
e intenções da empresa em relação ao
seu desempenho ambiental, e que
devem nortear o planejamento de
ações e o estabelecimento de seus
objetivos e metas ambientais (ISO
14001)

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Princípios SGA
Conhecer o que deve ser feito. Assegure o
comprometimento da empresa e defina sua
política de meio ambiente
Elabore o Plano de ação para tender aos
requisitos de sua política ambiental
Assegure condições para o cumprimento dos
objetivos e metas ambientais e implemente
as ferramentas de sustentação necessárias

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Princípios SGA
Realize avaliações quantitativas
periódicas do desempenho ambiental da
empresa
Revise e aperfeiçoe a política de meio
ambiente, ao objetivos e metas
ambientais e as ações implementadas
para assegurar a melhoria continua do
desempenho ambiental da empresa.
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Vantagens
Melhoria da imagem
Aumento da produtividade
Conquista de novos mercados
Gestão ambiental sistematizada
Integração da qualidade ambiental e
negócios
Melhoria da comunidade

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Vantagens
Eliminação de desperdícios
Produção com menor custo
Segurança legal
Controle nas falhas
Redução de impactos ambientais
Padronização da produção

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Licenças Ambientais
Lei do Meio Ambiente
Licença Prévia
Licença de Instalação
Licença de Funcionamento
Sanções Aplicáveis na Ausência de LA
Certificado de Registro Ambiental
Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental

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Lei do Meio Ambiente n.º 9.605 FEV 1998

Dispõe sobre as sanções penais e


administrativas derivadas de condutas e
atividades lesivas ao meio ambiente e
dá outras providências.

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Lei n.º 9.605 FEV 1998


Art 1º As condutas e atividades lesivas
ao meio ambiente são punidas com
sanções administrativas, civis e penais,
na forma estabelecida nesta Lei.

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Lei do Meio Ambiente n.º 9.605 FEV 1998

Art 2º quem de qualquer forma, concorrer para a


prática dos crimes previstos nesta Lei, incide nas
penas a estes cominadas, na medida da sua
culpabilidade bem como o Diretor, O Administrador, o
Membro do conselho e órgão técnico, o Auditor, o
Gerente, O preposto ou Mandatário de pessoa
jurídica, que sabendo da conduta criminosa de outrem
deixar de impedir a sua prática, quando podia agir
para evitá-la.

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Licenciamento Ambiental
O licenciamento ambiental é o procedimento
administrativo por meio do qual o Órgão
competente licencia a localização, a
instalação, a ampliação e a operação dos
empreendimentos e atividades que utilizam
recursos ambientais, ou que são efetiva ou
potencialmente poluidoras, ou que de alguma
forma podem degradar o meio ambiente.

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Quem Compete Licenciar
CPRH;
Conselho Estadual de Meio Ambiente – CONSEMA
Gabinete do Secretário
Coordenadoria de Informações Técnicas, Documentação e
Pesquisa Ambiental – CINIP
Fundação florestal
Grupo técnico de Educação e Cidadania
Coordenadoria de Planejamento Ambiental
Coordenadoria de Comunicação
Coordenadoria de Licenciamento Ambiental e Proteção de
Recursos Naturais

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Licencia Prévia
A licencia prévia insere-se no processo de
Avaliação de impacto Ambiental (AIA) do
empreendimento, e é concedida na fase
preliminar de planejamento da atividade,
servindo para aprovar a sua localização e
concepção, atestando a viabilidade ambiental
do empreendimento e estabelecendo os
requisitos e as condicionantes básicas que
estarão sendo exigidas nas fases
subseqüentes do licenciamento.

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• A Licencia prévia é expedida
posteriormente ao Estudo de Impacto
Ambiental (EIA) e Relatório de Impacto
Ambiental (RIMA), e tanto quanto o EIA/RIMA
aplica-se apenas aos empreendimentos com
significativo potencial de impacto ao meio
ambiente. Portanto, em geral, não cabe cogitar
de Licença Prévia para micro e pequenos
empreendimentos.

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O CONAMA obriga a apresentação de


EIA/RIMA para as atividades que discrimina:
Irrigação, Extração Mineral, Aterros
Sanitários, Destino final de resíduos tóxicos
ou perigosos, complexos industriais e agro
industriais petroquímicos, siderúrgicos, etc.

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Licença de Instalação
Para micro e pequenas empresas é
mais apropriado dizer que a primeira
licença a ser obtida nos órgãos
licenciadores é a Licença de Instalação.
LI analisa a adequação ambiental do
projeto do empreendimento ao local
escolhido pelo empreendedor
Aqui se processa toda análise do
projeto inicial do empreendimento.

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Licença de Funcionamento
Após a Licença de Instalação, e observadas todas as
condutas do projeto na obediência da legislação
ambiental e para dar início as atividades do
empreendimento faz-se necessário a Licença de
Funcionamento.
O CONAMA estabelece que o prazo de validade da
Licença de Funcionamento é de no mínimo 4 anos e
no máximo de 10 anos.
Há necessidade pelas Leis estaduais a renovação da
Licença de funcionamento a cada 5 anos
Também exige-se a renovação em casos de
ampliação e modificação do projeto inicial.

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Sansões na Ausências de Licenças Ambientais

Construir, reformar, ampliar, instalar ou fazer


funcionar estabelecimento, obras ou serviços
potencialmente poluidoras, sem a competente licença
dos Órgãos competentes, ficam sujeitas as
penalidades administrativas estabelecidas pela
legislação
As Penalidades são: Advertência, Multa, Interdição
temporária ou definitiva, Embargo de obras,
Demolição, Suspensão de financiamento e benefícios
fiscais, Apreensão ou recolhimento temporário ou
definitivo dos equipamentos e Pena Criminal.
O governo Federal tem estabelecido novos
patamares de valores de multas.

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Certificado de Registro
Todo aquele que se dedica a atividade
potencialmente poluidoras e à extração,
produção, transporte e comercialização de
produtos e subprodutos da flora, fauna e
pesca deve obter Certificado de Registro – CR
no Cadastro Técnico Federal das Atividades
Potencialmente Poluidoras ou Utilizadoras de
Recursos Ambientais, mantido pelo Instituto
Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos
Naturais Renováveis (IBAMA)
Tem prazo de validade anual (Março/ano)

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Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental

Taxa que custeia a ação fiscalizadora do


IBAMA
O fato desta taxa é recuperar os
impactos do negócios face ao exercício
de atividades potencialmente poluidoras
ou utilizar dos recursos naturais.

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Impactos Ambientais

Degradação Ambiental
Poluição Atmosférica
Efeito Estufa
Chuva Ácida
Buraco na Camada de Ozônio
Contaminação da Águas
Prevenindo Impactos Ambientais
Impactos sobre Uso das águas

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Degradação Ambiental
A escalada do progresso técnico humano pode ser medida pelo
seu poder de controlar e transformar a natureza. Quanto mais
rápido o desenvolvimento tecnológico, maior o ritmo de
alterações provocadas no meio ambiente. Cada nova fonte de
energia dominada pelo homem produz determinado tipo de
desequilíbrio ecológico e de poluição. A invenção da máquina a
vapor, por exemplo, aumenta a procura pelo carvão e acelera o
ritmo de desmatamento. A destilação do petróleo multiplica a
emissão de gás carbônico e outros gases na atmosfera. Com a
petroquímica, surgem novas matérias primas e substâncias não
bio-degradáveis, como alguns plásticos.
Gerando o: Desequilíbrio, Desperdício, Lixo, Resíduos
Radioativos e Poluição;

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Poluição Atmosférica
Gases Tóxicos – A emissão de gases tóxicos é o maior fator de poluição
da atmosfera. Uma das principais fontes é a combustão do petróleo e
seus derivados. Nas grandes cidades, por exemplo, cerca de 40% da
poluição do ar resultam da queima de gasolina e óleo diesel pelos
veículos automotores, responsáveis pela emissão de monóxido de
carbono, óxido de nitrogênio, dióxido de enxofre, derivados de
hidrocarbonetos e chumbo. As refinarias de petróleo, industrias
químicas e siderúrgicas, fábricas de cimento e de papel também
emitem enxofre, chumbo e outros metais pesados, além de resíduos
sólidos que ficam em suspensão na atmosfera. Nos seres humanos a
poluição atmosférica pode provocar distúrbios respiratórios, alergias,
lesões degenerativas no sistema nervoso e em órgãos vitais e até
câncer. Em centros urbanos muito poluídos, como São Paulo ou
cidades do México, esses distúrbios tendem a agravar-se no inverno,
quando ocorre o fenômeno conhecido como inversão térmica: Uma
camada de ar frio forma uma redoma na alta atmosfera que aprisiona
o ar mais quente impedindo a dispersão dos poluentes.

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Efeito Estufa
O carbono presente na atmosfera garante uma das condições básicas
para a existência de vida no planeta: a temperatura.
A Terra é aquecida pelas radiações infravermelhas emitidas pelo Sol.
Essas radiações chegam à superfície e são refletidas para o espaço. O
carbono forma uma redoma protetora que aprisiona parte dessas
radiações infravermelhas e as reflete novamente para a superfície. Isso
produz um aumento na temperatura média do planeta. Sem o carbono
na atmosfera a superfície seria coberta de gelo. O excesso de carbono,
no entanto, tenderia a aprisionar mais radiações infravermelhas,
produzindo o chamado efeito estufa: Seria a elevação da
temperatura média a ponto de reduzir ou até acabar com as calotas de
gelo que cobrem os pólos. Os cientistas ainda não estão de acordo se o
efeito estufa já esta ocorrendo, mas preocupam-se com o aumento do
dióxido de carbono na atmosfera a um ritmo médio de 1% ao ano. A
queima da cobertura vegetal nos países subdesenvolvidos é
responsável por 25% desse aumento. A maior fonte, no entanto, é a
queima de combustíveis fósseis, como o petróleo, principalmente nos
países desenvolvidos.

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Chuvas Ácidas
A queima de carvão e de combustíveis fósseis e os poluentes
industriais lançam dióxido de enxofre e de nitrogênio na atmosfera.
Esses gases combinam-se com o hidrogênio presente na atmosfera sob
forma de vapor de água. O resultado são as chuvas ácidas: as águas
da chuva, assim como geada, neve e neblina, ficam carregadas de
ácido sulfúrico ou ácido nítrico. Ao caírem na superfície, alteram a
composição química do solo e das águas, atingem as cadeias
alimentares, destroem florestas e lavouras, atacam estruturas
metálicas, monumentos e edificações. Segundo o Fundo Mundial para a
Natureza, cerca de 35% dos ecossistemas europeus já estão
seriamente alterados e cerca de 50% das florestas da Alemanha e da
Holanda estão destruídas pela acidez da chuva. Na costa do Atlântico
Norte, a água do mar está entre 10% e 30% mais ácida que nos
últimos vinte anos.
Em Cubatão, São Paulo, as chuvas ácidas contribuem para a destruição
da mata atlântica e desabamentos de encostas.

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Contaminação das Águas

As águas também são o destino final de quase toda a


poluição do meio ambiente. Tudo o que é jogado em
ralos de pias, em bueiros, privadas ou mesmo nos
quintais, acaba interferindo no ciclo natural da água.
A maior parte dos poluentes da atmosfera reage com
o vapor de água na atmosfera e volta à superfície
sob a forma de chuvas. Nas cidades e nas regiões
agrícolas, substâncias tóxicas não-biodegradáveis são
lançadas sem tratamento em córregos, lagos, rios e
mares. Quando jogadas no solo ou enterradas no
subsolo, atingem e contaminam os lençóis
subterrâneos.

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Rios Poluídos

Seus principais agentes poluidores são os agrotóxicos usados na


lavoura, detergentes e sabões em pó, lixo industrial e urbano, e metais
pesados, como chumbo, cádmio, arsênio e mercúrio, utilizados na
industria e na mineração. Nos grandes centros urbanos, esgotos e lixo
orgânico lançados tem tratamento nos rios acabam com toda flora e
fauna aquáticas. A matéria orgânica dissolvida alimenta inúmeros
microorganismos que, para metabolizá-la, consomem o oxigênio das
águas. Cada litro de esgoto consome de 200 a 300 miligramas de
oxigênio, o equivalente a 22 litros de água. Se a carga de esgoto for
superior à capacidade de absorção das águas, o oxigênio desaparece,
interrompendo a cadeia alimentar e provocando a morte da fauna. Isso
ocorre com freqüência em várias regiões do Brasil, como na Lagoa
Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro, ou na represa Billings, em São
Paulo.

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Mares Poluídos

Os oceanos recebem boa parte dos poluentes


dissolvidos nas águas doces, além do lixo dos centros
industriais e urbanos localizados no litoral. O excesso
de cargas orgânicas no mar leva à proliferação de
microrganismos consumidores de oxigênio. Em
grande quantidade, esses microorganismos formam
as chamadas “mares vermelhas”: as águas ficam
escuras, matam peixes e os frutos do mar tornam-se
tóxicos para o consumo humano.

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Poluição por Petróleo

O petróleo é considerado o principal poluente


do ambiente marinho. Vazamentos em poços
petrolíferos marítimos, em terminais
portuários, em navios petroleiros e a limpeza
de seus tanques são responsáveis pelo
despejo anual de 1 milhão de toneladas de
óleo nos oceanos. O óleo espalha-se pela
superfície e forma uma camada compacta
que demora anos para ser absorvida. Isso
impede a oxigenação da água, mata a fauna
e a flora marinhas e altera o ecossistema.

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Prevenindo os Impactos Ambientais

Mais intolerância com a desorganização, a sujeira, o


desperdícios, o descuido, os riscos de acidentes;
Verificar a necessidade de obtenção de licença dos
órgãos ambientais;
Evitar desmatamento, face a fauna, a flora, erosão;
Observar mortes de animais e vegetação
prematuramente;
Aplicação dos 4’s ERRES – Reduzir, Reutilizar,
Reciclar e Refletir;
Economia de energia;
Intensificar a educação ambiental nas escolas e
empresas;

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Reduzir

Reduzir o uso de recursos naturais,


diminuindo os enormes desperdícios
que existem em toda parte;
Reduzir é consumir menos materiais e
energia, e assim economizarmos nosso
dinheiro e os recursos naturais.

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Reutilizar
Reutilizar os materiais, fazendo com
que um mesmo recurso natural tenha
tantos usos quanto possível;
Reutilizar um material é dar outro uso
na forma em que se encontra.

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Reciclar
Reciclar, retornando ao sistema produtivo
humano os materiais já utilizados e
descartados, evitando-se, ao mesmo tempo,
que eles se tornem lixo e que novos recursos
naturais sejam necessários para suprir as
necessidades da sociedade;
Reciclar é aproveitar o material usado como
matéria prima para a produção de um outro
bem.

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Refletir

Refletir o Desenvolvimento Sustentável, como sendo


o desenvolvimento das atuais gerações não pode
comprometer a capacidade de futuras gerações de
verem satisfeitas as suas necessidades;
Refletir é ter disciplina e inovar harmonicamente com
a natureza respeitando-a como ser vivo.

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Redução de Resíduos

É de suma importância a proteção ambiental com


aplicação de redução de resíduos, impondo medidas
de controle após o ponto de geração de resíduos e
ou mesmo após os danos ambientais já terem
ocorridos.
Para minimização de resíduos deve-se observar três
áreas importantes para o homem: - Ar, Água e solo.
Onde verifica-se que os principais pontos da poluição
nesses ambientes são os resíduos sólidos, líquidos e
gasosos.

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Saúde, Segurança Operacional 24


Princípios da Prevenção à Poluição (P2)
A preservação e o controle da poluição ambiental deve ser exercidos
de acordo com a seguinte ordem de gerenciamento:
1) A poluição deve ser prevenida na sua fonte;
2) A poluição que não puder ser prevenida na sua fonte deve ser seus
respectivos resíduos / poluentes RECICLADOS de forma
ambientalmente segura;
3) A poluição que não puder ser prevenida na sua fonte ou ter seu
respectivos resíduos / poluentes reciclados deve ser TRATADO de
forma ambientalmente seguro;
4) A disposição em outra forma de liberação para o meio ambiente
deve ser empregada somente em ultimo recurso e deve ser
condicionada de forma ambientalmente seguro;
5) Reciclagem do processo – Uso direto, reutilização ou recuperação do
material residual dentro do processo;
6) Tecnologia limpa (clear Prodution), tecnologia de baixa geração ou
geração zero de resíduos; )bio-degradáveis, biodisel, energia
aeólica, energia solar, motor elétrico);
7) A P2 é mencionada na proposta preliminar da Norma ISO 14000
como um modelo de gestão.

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Aspectos da Minimização da Poluição


Na avaliação para criação, ampliação ou alteração do processo
produtivo de deve-se observar os seguintes aspectos:
1) A adoção de medidas para avaliação, controle e prevenção da
poluição ambiental de suas atividades nos vários componentes do
meio ambiente ;
2) O gerenciamento do uso e conservação das formas de energia
utilizadas;
3) O uso racional e econômica de matéria-prima e de transporte;
4) O uso racional, conservação e reutilização com reciclagem de água
do processo;
5) A minimização, reciclagem, tratamento ou disposição segura de
resíduos sólidos, líquidos e gasosos;
6) O aperfeiçoamento de métodos de produção, com o objetivos de
torná-los menos agressivos ao meio ambiente;
7) A prevenção e limitação de acidentes;
8) A conscientização, treinamento e motivação dos funcionários quanto
aos cuidados para com a preservação ambiental;

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Importância da Minimização de Resíduos

Otimizar o uso de seus recursos disponíveis (água,


energia, matéria prima, etc);
Reduzir os custos envolvidos no tratamento de
resíduos, na compra de matérias primas e nos
processos produtivos;
Operação de forma ambientalmente segura e
responsável;
Estratégia viável de promover o desenvolvimento
sustentável de uma organização;
Melhoria da eficiência do processo;

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Benefícios da Minimização de Resíduos

Aumento da conscientização ambiental;


Aumento do desempenho ambiental;
Redução de custos e melhoria da
competitividade;
Um passo para certificação ISSO 14000;
Melhoria imagem pública da empresa;
Exemplo para outras empresas;
Estimula os concorrentes
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Saúde, Segurança Operacional 26


Barreiras Existentes Controle de Resíduos

Necessidade de capital;
Especificação técnicas dos insumos e
equipamentos;
Regulamentação legal;
Qualidade do produto e aceitação do
consumidor;
Preocupação com produção imediata;
Disponibilidade de tempo e de técnica
especializadas;
Resistência a mudança.

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Manter Diretoria
Iniciar
programa

Programa de
Avaliar Prevenção Caract do
programa A poluição P2 Processo

Avaliar
Selecionar Avaliar resíduos
opções custo oportunidade

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Redução na Fonte
Alteração de Matéria prima
Alteração de Tecnologia
Mudanças de Procedimentos/ práticas
Operacionais

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Necessidades da Reciclagem
Proximidade da instalação de re-
processamento;
Custos de transportes dos resíduos;
Volume dos resíduos disponíveis para o
re-processamento;
Custos de estocagem do resíduos no
ponto de geração ou fora do local de
origem

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Saúde, Segurança Operacional 28


Armazenamento
O armazenamento de resíduos gera
custo operacional de forma que manter
o controle eficaz, permite em ser
responsável, interna e externamente
(co-responsável)

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Aspectos Importantes
Treinamento de pessoal
Segregação
Acondicionamento
Transporte Interno e Externo
Armazenamento
Emergência

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Qualquer lançamento dos resíduos
líquidos ou sólidos nos recursos naturais
“água e solo” , sujeitar-se-á a legislação
pertinentes nos níveis Federal, Estadual
e Municipal.

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ISO 14000
Norma que determina a regulamentação do
Sistema de Gestão Ambiental.
No Sistema de Gestão Ambiental, em seu
Programa de Gestão Ambiental deve-se:
1) Estabelecer e manter programas para
satisfazer os objetivos e metas ambientais;
2) Designar responsáveis em cada nível e
função;
3) Prover meios e estabelecer cronogramas.

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Elementos da ISO 14001 - DEMING

Planeje
Política Ambiental
Aspectos Ambientais
Requisitos Legais
Atue/Melhore Objetivos e Metas
Faça
Prog. De Gerenciamento Estrutura,
Responsabilidade
Revisão do Treinamento
gerenciamento Controle / corrija Comunicação
Doc do Ger. Ambiental
Controle de documento
Monitoramento/Medições Controle Operacional
Não conformidade/ Preparação p/Sinistros
Corretivo/preventivo
Ações
Registro
Auditorias

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Desempenho Ambiental ISO 14001

Resultado Mensuráveis de um SGA,


relacionado a um controle dos aspectos
ambientais da organização, baseado na
sua política, objetivos e metas
ambientais

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SGA – elementos Segundo ISO 14001

Politica Ambiental
Melhoria
Continua Planejamento
. Aspectos Ambeintais
Reguisitos legais
Objetivos e metas
Revisão do Programas de Ger ambiental
Gerenciamento
Implementação e Operação
. Estrutura e Responsabilidade
Controle e Ações Corretivas . Treinamento e Conscientização
Monitoramento e medições . Competência
Comunicação
. Ações de não conformidades . SGA – Documentação
Registros Controle de Documento
Auditorias SGA Controle Operacional
. Preparação para Emergências
Responsabilidade

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POLITICA AMBIENTAL
PRINCÍPIO: Uma organização deve definir sua
política ambiental e assegurar comprometimento com
melhoria do Meio Ambiente.
1) Ser apropriada à natureza e escala dos impactos
ambientais de seus produtos, atividades ou serviços;
2) Ser comprometida com a prevenção à poluição;
3) Atender à legislação ambiental;
Prover estrutura para fixação e revisão dos objetivos e
metas ambientais;
4) Ser documentada, implementada, mantida e
comunicada a todos da organização;
5) Estar disponível para o público.

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PLANEJAMENTO
Princípio: Uma organização deve formular
um plano para satisfazer sua Política
Ambiental.
1) Aspectos Ambientais;
2) Legislação;
3) Objetivos e Metas
4) Programas de Gestão Ambiental

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Aspectos Ambientais
Estabelecer e manter procedimentos para
identificar dos aspectos ambientais de suas
atividades, produtos e serviços;
Assegurar que a mitigação dos impactos
ambientais relacionados aos aspectos
ambientais sejam considerados na fixação de
objetivos e metas;
Manter estas informações sempre atualizadas

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Legislação de Gestão Ambiental

Estabelecer e manter procedimentos


para identificar e ter acesso à legislação
ambiental e outros requisitos;
Estabelecer e manter normas e critérios
internos que, junto com os requisitos
externos, ajudam a organização a
atingir os objetivos e metas.

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Objetivos e Metas Ambientais


Estabelecer e manter documentado os
objetivos e metas ambientais em todos os
níveis e funções da organização;
Objetivos e metas devem ser consistentes
com a política ambiental e considerar
comprometimento com prevenção à poluição;
No estabelecimento ou na revisão, considerar
aspectos ambientais significativos, opções
tecnológicos, financeiras, comerciais e
opiniões das partes interessadas.

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Implementação e operação
PRINCÍPIO GERAL:
Para uma efetiva implementação uma
organização deve desenvolver
capacidade e mecanismos de apoios
necessários para satisfazer a política,
metas e objetivos ambientais.

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Implementação e Operação
Estrutura e Responsabilidade
Treinamento, conscientização e competência;
Comunicação;
Documentação do sistema de Gestão
Ambiental;
Controle de Documentação;
Controle Operacional
Preparação e Resposta para emergências.

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Saúde, Segurança Operacional 35


Estrutura e Responsabilidade

As responsabilidades e autoridades devem ser


definidas e comunicadas a fim de facilitar uma efetiva
gestão ambiental;
A Gerência deve prover recursos humanos, técnicos e
financeiros, essenciais à implantação e operação do
sistema de gestão Ambiental;
A alta gerência deve designar um representante
específico que defina as regras que assegurem a
implementação e manutenção do sistema de gestão
ambiental.

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Monitoramento e Medição

Estabelecer e manter documentados os


procedimentos para monitorar e medir,
regularmente as principais
características das atividades que
possam ter significativo impacto sobre o
meio ambiente;
Manter calibrados os equipamentos e
manter o registro deste processo.
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Saúde, Segurança Operacional 36


Treinamento, Conscientização e Competência
Identificar necessidade de treinamento
Todos na organização, cujo trabalho possa criar um
impacto ambiental, devem receber treinamento
apropriado;
Manter procedimentos para conscientizar todos
sobre:
- A importância da política ambiental;
- Os benefícios ambientais resultantes da melhoria de
preformance;
- Regras e responsabilidades no cumprimentos da
política ambiental;
- Consequências do não cumprimentos dos
procedimentos.

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Comunicação

q A organização deve estabelecer e


manter procedimentos para:

• Manter comunicação interna entre diversos


níveis e funções da organização;
• Receber, documentar e responder a iniciativa
de comunicação relevantes de partes
interessadas.

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Saúde, Segurança Operacional 37


Documentação Ambiental
A organização deve estabelecer e
manter a documentação relativa ao
Sistema de Gestão Ambiental;
A documentação deve descrever os
elementos principais do Sistema de
Gestão Ambiental e suas interações

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Controle da Documentação

q A organização deve estabelecer e manter


procedimentos para controlar todos os
documentos requeridos pelo sistema de
gestão ambiental para garantir que:
• As versões atualizadas estejam disponíveis em todos os locais,
onde as operações acontecem;
• Estejam legíveis, datados e facilmente identificados;
• Os documentos absoletos deverão ser retidos, identificados e
arquivados para eventual envolvimento posterior.

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Saúde, Segurança Operacional 38


Controle Operacional
Identificar operações/atividades associadas a
impactos ambientais;
Manter procedimentos documentados para
cobrir situações que podem levar a desvios
da política e objetivos ambientais;
Estabelecer e manter procedimentos de
aquisição de insumos para evitar impactos
ambientais negativos.

77

Planos de Controle de Emergência

A organização deve estabelecer e manter


procedimentos para identificar e responder a
acidentes e situações de emergência,
prevenindo e mitigando os impactos
ambientais associados;
Revisar seus procedimentos de preparação e
resposta para emergências, após a ocorrência
de acidentes e situações de emergências;
Periodicamente testar os procedimentos para
situações de emergência da organização.

78

Saúde, Segurança Operacional 39


Medições e Avaliações
Principio: Uma organização deve medir,
monitorar e avaliar sua performance
ambiental.
Monitoramento e Medição;
Não conformidade e ações
corretivas/Preventivas;
Auditoria de sistema de Gestão Ambiental.

79

Relatórios
Estabelecer e manter procedimentos para
identificação, atualização e disposição dos
relatórios ambientais;
Relatórios de registros devem ser claros e
rastreáveis;
Relatórios ambientais deve ser arquivados e
mantidos de modo que sejam protegidos de
alterações, violações ou perdas.

80

Saúde, Segurança Operacional 40


Auditoria do Sistema de Gestão Ambiental

q Estabelecer e manter procedimentos para


execução periódica de auditorias a fim de:
Determinar se o Sistema de Gestão Ambiental
está conforme o planejado, e se está
implantado e mantido conforme exigências da
organização e desta Norma;
Prover informação para o Sistema Gerencial
da Organização.

81

Revisão gerencial
q Princípio: Uma organização deve rever e
melhorar continuamente seu sistema de
Gestão Ambiental.
- Estabelecer e manter documentados os
procedimentos de revisão e melhoria;
- As revisões devem identificar possíveis
necessidades de mudanças nas políticas,
objetivos e metas ambientais;
- Avaliações críticas da eficácia do sistema
devem ser consideradas nas revisões.

82

Saúde, Segurança Operacional 41


Melhoria Continua

Planeje Faça

Atue Controle

Garantia (qualidade/meio ambiente)

83

Porque adotar um sistema de gerenciamento


ambiental?

Desenvolvimento Internacional
Gerenciamento Ambiental
Alavanca para o Gerenciamento Ambiental

84

Saúde, Segurança Operacional 42


Desenvolvimento no relacionamento entre
industria e meio ambiente

Relacionamento Impacto na Industria


1960
Anos

Conflito Incômodo
1970
Anos

Contra Produção Custo

Desenvolvimento Elementos importantes


Anos

Sustentável - Oportunidades
1990

- riscos

85

Partes Interessadas
Governo Legislação Opinião Pública
Clientes

Companhia

Fornecedores
Empregados Investidores

86

Saúde, Segurança Operacional 43


Componentes desta Mudança

q Uma deterioração física do meio ambiente –


poluição
- redução da biodiversidade
q Aumento na consciência pública
- clientes, fornecedores, investidores
q Necessidades para o desenvolvimento
sustentável
- estabilidade econômica
- Crescimento sustentável
MEIO AMBIENTE NA ORDEM POLITICA E ECONÔMICA

87

Gerenciamento Ambiental - História


1972 – conferência das Nações unidas em Meio Ambiente e o
Homem – Estcolmo – Suécia;
1972 UNEP (Programa Ambiental das Nações Unidas);
1984 – WCED Comissão Mundial em Meio Ambiente e
Desenvolvimento: Nosso Futuro comum (1987);
1984: Programa de atuação responsável: Industria Química
1990: BCSD: Conselho de Negócios para o Desenvolvimento
Sustentável: Mudando o rumo (1992);
1991 ICC Carta Empresarial para o Desenvolvimento
Sustentável: 16 princípios para um bom Gerenciamento
Ambiental

88

Saúde, Segurança Operacional 44


Desenvolvimento Sustentável
Desenvolvimento que satisfaz as
necessidades do presente sem
comprometer a capacidade das futuras
gerações de satisfazer sua próprias
necessidades.

Comissão Mundial para o Meio Ambiente e Desenvolvimento 1987

89

Por que Gerenciamento Ambiental?


Competitividade
- Conscientização para impactos na competitividade de
aspectos ambientais de produtos e processos;
- Barreiras comerciais causadas pro normas diferentes
para desempenho ambiental
Finanças
- instrumentos econômicos (taxa, arrecadações) para
estimular a diminuição da poluição;
- Incentivos do governo, banco e companhias de
seguros

90

Saúde, Segurança Operacional 45


Riscos / oportunidades
Riscos
1. Perda de acesso ao mercado
2. Perda de competitividade
3. Perda de reputação
4. Controle e multas governamentais
Oportunidades
1. Comercial
2. Redução de custos
3. Imagem da companhia

91

Por que um sistema de gerenciamento ambiental?

Abordagem estruturada e sistemática


Controle dos aspectos ambientais
Conformidade com legislação
Melhoria do desempenho ambiental
Experiência favorável com sistema de
gerenciamento da qualidade

92

Saúde, Segurança Operacional 46


Objetivos de um SGA
q Identificação e controle dos aspectos,
impactos e riscos;
q Estabelecimento e execução de uma política
ambiental, incluindo conformidade com a
legislação;
q Identificação das oportunidades ambientais
q Monitoramento e melhoria contínua do
desempenho ambiental

93

SGA – termos e conceitos


Meio ambiente
Efeitos ambientais, aspectos ambientais
e impactos ambientais
Desempenho ambiental
Melhoria continua
Partes interessadas

94

Saúde, Segurança Operacional 47


Meio Ambiente
Vizinhanças onde uma organização
opera, incluindo ar, água, solo recursos
naturais, flora, fauna, humanos e suas
inter-relações;
Vizinhança neste contesto se entende
desde uma organização até um Sistema
Global.

95

Saúde, Segurança Operacional 48