Chaves Fusíveis 15kV a 72,5kV
Chaves Fusíveis 15kV a 72,5kV
ET-ELB-028-2012
Revisão Alterações Data
Pedro Henrique de Castro Gomes Humberto Luiz de Oliveira José Lélis de Morais Jota
SUMÁRIO
1 Geral 3
2 Referências 3
3 Meio Ambiente 6
4 Condições gerais 6
5 Condições específicas 12
6 Inspeção 15
7 Planos de amostragem 27
Tabela 1 - Fatores de correção a serem aplicados para utilização de chaves fusíveis em locais
com altitudes acima de 1000 m 29
Tabela 2 - Características elétricas das chaves fusíveis de distribuição 29
Tabela 3 - Características elétricas das chaves fusíveis religadoras 30
Tabela 4 - Características elétricas das chaves fusíveis de subestação 31
Tabela 5 - Limites de tensão para o ensaio de tipo de radio interferência 31
Tabela 6 - Planos de amostragem para os ensaios de rotina 32
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1 Geral
1.1 Objetivo
1.2 Esta Especificação se aplica às chaves fusíveis e a chaves fusíveis religadoras para
corrente alternada, 60 Hz, com as seguintes características:
b) chaves fusíveis de subestação para tensões máximas de operação de 15 kV, 24,2 kV,
36,2 kV e 72,5 kV, consideradas como classe 1, conforme a ABNT-NBR 7282.
1.4 Definições
Para os efeitos desta Especificação são adotadas as definições das ABNT-NBR 7282.
2 Referências
2.1.1 Constituição da República Federativa do Brasil - Título VIII: Da Ordem Social - Capítulo
VI: Do Meio Ambiente
2.1.2 Lei nº 7.347, de 24.07.85 - Disciplina a ação civil pública de responsabilidade por danos
causados ao meio ambiente, ao consumidor, a bens e direitos de valor artístico, estético,
histórico, turístico e paisagístico e dá outras providências;
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2.1.3 Lei nº 9.605, de 12.02.98 - Dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas
de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, e dá outras providências;
2.2.1 ABNT NBR 5032, Isoladores para linhas aéreas com tensões acima de 1000 V-
Isoladores de porcelana ou vidro para sistemas de corrente alternada
2.2.2 ABNT NBR 5310, Materiais plásticos para fins elétricos - Determinação da absorção de
água
2.2.4 ABNT NBR 6323, Galvanização de produtos de aço ou ferro fundido - Especificação
2.2.8 ABNT NBR 8159:1984, Ferragens eletrotécnicas para redes aéreas, urbanas e rurais de
distribuição de energia - Formatos, dimensões e tolerâncias – Padronização
2.2.9 ABNT NBR 10296, Material isolante elétrico - Avaliação de sua resistência ao trilhamento
elétrico e à erosão sob severas condições ambientais
2.2.10 ABNT NBR 15122, Isoladores-bastão compostos poliméricos para tensões acima de I
000 V
2.2.11 ABNT NBR IEC 60439-1, Conjuntos de manobra e controle de baixa tensão - parte I:
Conjuntos com ensaios de tipo totalmente testados (TTA) e conjuntos com ensaios de
tipo parcialmente testados (PTTA)
2.2.12 ABNT NBR IEC 62271-102, Equipamentos de alta-tensão - Parte 102: Seccionadores e
chaves de aterramento
2.2.13 ABNT IEC/TR 60815:2005, Guia para seleção de isoladores sob condições de poluição
1
CONAMA - Conselho Nacional do Meio Ambiente
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2.2.14 IEC 60060-1, High voltage test techniques - Part 1: General definitions and test
requirements
2.2.15 IEC 60071-1, Insulation coordination - Part I: Definitions, principles and rules
2.2.18 IEC 60855, CORR Insulating Foam-Filled Tubes and Solid Rods for Live Working
2.2.19 IEC 60898-1:2002, Electric accessories - Circuit breakers for overcurrent protection for
overcurrent protection for household and similar installations - Part I : (Circuit-breakers for
AC. operation
2.2.20 IEC 61109, Composite insulators for a.c. overhead Iines with a nominal voltage greater
than 1000 V - Definitions, test methods and acceptance criteria
2.2.21 IEC 61952, Insulators for overhead lines - Composite line post insulators for alternative
current with a nominal voltage > 1 000 V
2.2.22 IEC 62217, Polymeric insulators for indoor and outdoor use with a nominal voltage, 1 000
V- General definitions, test methods and acceptance criteria
2.2.23 I EC 62271-1, High voltage switchgear and controlgear - Part 1: Common specifications
2.2.24 ASTM D2240, Standard Test Method for Rubber Property - Durometer Hardness
2.2.25 ASTM E1004-09, Standard Test Method for Determining Electrical Conductivity Using the
Electromagnetic (Eddy-Current) Method
2.2.26 ASTM G155, Standard Practice for Operating Xenon Arc Light Apparalus for Exposure of
hn-Metallic Materials
2.2.27 ASTM F711, Standard Specification for Fiberglass-Reinforced Plastic (FRP) Rod and tube
Used in Live Line Tools
3) Todos os documentos técnicos citados como referência devem estar à disposição do inspetor
da CONTRATANTE no local da inspeção.
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2.3 Unidades de Medidas e Idiomas
2.3.1 As unidades de medidas do Sistema Métrico deverão ser usadas para as referências na
Proposta, inclusive descrições Técnicas, especificações, desenhos e quaisquer
documentos ou dados adicionais. Quaisquer medidas deverão também ser expressas em
unidades do Sistema Métrico Decimal.
2.3.2 Todas as instruções técnicas, bem como os desenhos definitivos, folhetos de instruções,
legendas e relatórios de ensaios, emitidos pela Contratada, deverão ser redigidos em
Português.
3 Meio Ambiente
3.1.2 Fornecedores estrangeiros devem cumprir a legislação ambiental vigente nos seus
países de origem e as normas internacionais relacionadas à produção, ao manuseio e ao
transporte até o seu aporte no Brasil.
3.1.4 A CONTRATANTE pode verificar, nos órgãos oficiais de controle ambiental, a validade
das licenças de operação e de transporte dos fornecedores e subfornecedores.
4 Condições gerais
4.1 Geral
4.1.1 Nos casos não cobertos por esta Especificação, devem prevalecer as exigências da
ABNT-NBR 7282.
4.1.2 Nos pontos em que as normas citadas em 4.1.1 forem omissas, e somente nesses
pontos, devem ser consideradas as exigências da IEC 60282-2.
[Link] Ser fornecidos completos, com todos os acessórios necessários ao seu perfeito
funcionamento, mesmo os não explicitamente citados nesta ET, no Edital de Licitação
ou no Pedido de Compra.
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[Link] Possuir o mesmo projeto e serem essencialmente idênticos, quando pertencerem a um
mesmo item do Pedido de Compra.
4.1.5 A vencedora deverá demonstrar que audita seus fornecedores em relação aos seus
processos de gerenciamento de controle e garantia da qualidade de uma sistemática
recomendada pela norma ISO 9001 ou equivalente, desde que aprovada pela
CONTRATANTE.
As chaves fusíveis e chaves fusíveis religadoras devem ser projetadas para as seguintes
condições normais de serviço:
NOTAS:
1) A correção dos valores da tensão máxima e dos níveis de isolamento pode ser dispensada
desde que, no ensaio dielétrico, tais valores sejam multiplicados pelo fator dado na Tabela 1.
2) A correção do valor da corrente nominal pode ser dispensada desde que, no ensaio de
elevação de temperatura, o limite de elevação de temperatura seja multiplicado pelo fator dado
na Tabela 1.
4.4.1 As chaves fusíveis devem ser fornecidas com todos os acessórios necessários ao seu
perfeito funcionamento, exceto os elos fusíveis e o suporte L para cruzeta (este último,
quando se tratar de chaves fusíveis de distribuição).
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4.4.3 As chaves fusíveis devem ser apropriadas para montagem inclinada, indicar sua
operação por deslocamento do porta-fusível para a posição “circuito aberto” e permitir a
instalação e a remoção do porta-fusível utilizando-se vara de manobra.
4.4.4 A base da chave fusível de distribuição deve ser provida de suporte apropriado que
permita sua instalação no suporte L para cruzeta, conforme a Figura 1 dessa
especificação.
4.4.5 As bases das chaves fusíveis de subestação com isoladores de pedestal devem estar de
acordo com a Figura 2 dessa especificação.
4.4.6 Todas as partes metálicas das chaves fusíveis devem ter superfícies lisas, sem saliências
e irregularidades, e formato tal que elimine áreas e pontos de alta intensidade de campo
elétrico.
4.4.7 Os parafusos e porcas devem ter rosca métrica conforme as seguintes normas da ABNT:
NBR ISO 68-1, NBR ISO 261, NBR ISO 262, NBR ISO 724, NBR ISO 965-1, NBR ISO
965-2 e NBR ISO 965-3.
4.5 Identificação
4.5.1 Base
[Link] A base da chave fusível e chave fusível religadora deve ser identificada, de forma
legível e indelével, com as seguintes informações, gravadas com caracteres de, no
mínimo, 2 mm de altura:
a) nome e/ou marca comercial do fabricante;
h) classe;
[Link] A identificação da base deve ser feita, preferencialmente, através de placa de aço
inoxidável, alumínio anodizado ou latão niquelado, fixada de modo permanente
(parafusos ou rebites), ou através de gravação no próprio corpo do isolador da base.
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[Link] As chaves fusíveis de subestação devem ser identificadas obrigatoriamente através de
placa, que deve ter também um espaço em branco com as dimensões de (15 x 40) mm.
[Link] O isolador da base deve ser identificado de modo legível e permanente com:
a) nome e/ou marca do respectivo fabricante;
b) ano de fabricação.
4.5.2 Porta-fusível
[Link] Caso seja utilizada etiqueta, esta deve ser de poliéster, com cantos arredondados, e
deve envolver o tubo do porta-fusível ao longo de toda a sua circunferência.
4.6.3 Em caso de quaisquer alterações no projeto e/ou nos materiais utilizados em um modelo
aprovado para fornecimento à CONTRATANTE, o fornecedor deve informar previamente
as razões e a natureza da modificação para que seja avaliada pela CONTRATANTE a
necessidade de alteração da identificação do modelo e de realização de ensaios de tipo.
4.7 Acondicionamento
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4.7.2 O proponente deve apresentar, anexo à sua proposta, desenho detalhado da embalagem
com todas as suas dimensões e com a especificação dos materiais empregados, que
devem ser reutilizáveis ou recicláveis.
4.7.3 Cada volume deve trazer, indelével e legivelmente marcadas, as seguintes informações:
a) nome e/ou marca comercial do fabricante;
4.8 Garantia
4.8.1 A CONTRATADA deve dar garantia de 24 (vinte e quatro) meses, a partir da data de
entrega no local especificado no Pedido de Compra, ou 18 (dezoito) meses a partir da
data de entrada em operação, prevalecendo o que ocorrer primeiro, contra qualquer
defeito de projeto, material ou fabricação do equipamento ofertado. Se necessário,
deverá substituir os equipamentos sem ônus para a CONTRATANTE;
4.8.2 Em caso de devolução dos equipamentos para reparo ou substituição, dentro do período
de garantia, todos os custos de material e transporte, bem como as despesas para a
retirada das peças com deficiência, para a inspeção, para a entrega e para a instalação
dos equipamentos novos ou reparados, serão de responsabilidade exclusiva do
fornecedor. A placa de identificação do transformador deve ser substituída de forma a
indicar a data de realização do reparo.
4.8.4 Quando for substituído ou reparado qualquer componente ou acessório dentro do prazo
de garantia, uma das três possibilidades seguintes para a extensão da garantia do
equipamento deverá ser considerada:
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e a garantia do equipamento deverá ser estendida por um período igual ao da
indisponibilidade verificada;
NOTA: O tempo decorrido entre as datas de fabricação e de entrega deve ser inferior a 3 meses.
4.8.5 A garantia contra defeitos de projeto, incluindo aqueles que envolvem a cimentação
utilizada na fixação das partes ferrosas ao isolador, deve ser por prazo indeterminado.
4.9.1 Os itens ou item objeto desta especificação devem ser fabricados dentro de um sistema
da qualidade. O proponente deve atender a uma das seguintes situações abaixo:
4.9.2 A contratada deverá ser avaliada quanto à sua capacidade fabril ou capacidade de
fornecer serviços técnicos de engenharia conforme solicitados no termo de referência,
em conformidade com as especificações técnicas, normas e códigos aplicáveis, devendo
ser aprovada e aceita pela contratante antes do inicio da fabricação.
Notas:
i) no caso de o proponente apresentar cópia de certificado emitido por Órgão
certificador aceito pela contratante, comprovando possuir já implantado, para a
fabricação dos itens deste fornecimento, um sistema da qualidade baseado na norma
NBR ISO 9001, esse sistema, a critério da contratante, poderá ser dispensado de
avaliação pela contratante.
(ii) o fornecimento poderá ser executado por distribuidor ou representante de um
fabricante. Nesse caso, o atendimento às alternativas acima, no que se refere à
implementação de um sistema da qualidade, aplica-se ao fabricante.
4.9.3 Durante todo o período de fornecimento, o fabricante deverá manter válida a aceitação do
seu sistema da qualidade pela contratante.
4.9.4 Caso o fabricante não seja a empresa contratada, cabe a esta garantir que o fabricante
mantenha válida a aceitação do seu sistema da qualidade pela contratante.
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4.9.5 A não obtenção, pelo fabricante, da aceitação do seu sistema da qualidade pela
contratante implicará na rescisão do contrato.
5 Condições específicas
5.1.1 Todas as partes condutoras de corrente devem ser em liga de cobre com porcentagem
de zinco menor ou igual a 6%, exceto a tampa do porta-fusível, que pode apresentar
porcentagem máxima de zinco de 35%.
5.2.1 As características elétricas nominais das chaves fusíveis constam das Tabelas 2, 3 e 4.
5.3 Base
5.3.2 Os isoladores do tipo pedestal, utilizados em chaves fusíveis de subestação, devem estar
de acordo com as seguintes padronizações da CONTRATANTE:
a) tensão nominal de 13,8 kV: Figura 3;
NOTA: Caso parte do terminal inferior da base seja usada na constituição do conector
paralelo, essa parte também deve ser estanhada;
- chaves fusíveis com correntes nominais até 100 A, inclusive: de 25 mm2 a 50 mm2 (4
AWG a 1/0 AWG);
- chaves fusíveis com correntes nominais acima de 100 A e até 200 A, inclusive: 25 mm2
a 120 mm2 (4 AWG a 4/0 AWG).
5.3.4 As chaves fusíveis com capacidade de interrupção nominal igual ou superior a 1,4 kA
eficazes simétricos devem ter as áreas de contato da base prateadas com uma camada
de 8 µm de espessura, no mínimo.
5.3.5 As molas que mantêm a tensão mecânica entre a base e o porta-fusível devem ser de
bronze fosforoso ou aço inoxidável.
5.3.6 Todas as partes ferrosas devem ser de aço carbono e ser zincadas por imersão a quente,
de acordo com a ABNT-NBR 6323 ou a ASTM A153, com exceção daquelas fabricadas
com aço inoxidável.
5.3.7 Todas as superfícies zincadas que ficam em contato com as partes condutoras de liga de
cobre devem ser protegidas da ação galvânica ou eletrolítica através de pintura das
superfícies em contato.
5.3.8 O terminal superior da base (ou os terminais superiores de cada uma das três bases,
para chaves fusíveis religadoras) deve possuir dois ganchos que possibilitem a fixação
da ferramenta de abertura em carga, sendo que os ganchos devem:
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a) ser de material não-ferroso ou, alternativamente, de aço zincado por imersão a quente,
conforme a ABNT-NBR 6323 ou a ASTM A153;
5.4 Porta-fusível
5.4.1 O tubo do porta-fusível deve ser de fibra prensada, fenolite ou fibra de vidro impregnada,
com revestimento interno em fibra vulcanizada.
NOTA: O uso de fibra vulcanizada ou material alternativo que não tenha desempenho de campo
e de laboratório comprovado pela experiência da CONTRATANTE deve ser objeto de acordo
prévio entre a CONTRATANTE e o fornecedor.
5.4.3 As áreas de contato dos porta-fusíveis com capacidade de interrupção nominal superior a
1,4 kA eficazes simétricos devem ser prateadas com uma camada de 8 µm de
espessura, no mínimo.
5.4.4 O olhal do porta-fusível deve suportar uma tração mecânica de 200 daN, no mínimo.
5.4.5 A cor externa do tubo do porta-fusível deve estar de acordo com as respectivas
padronizações de porta-fusíveis da CONTRATANTE.
5.4.6 As dimensões internas do tubo do porta-fusível devem permitir uma fácil instalação do elo
fusível apresentado na Figura 6 , para a chave fusível de distribuição. Os elos fusíveis de
todos os tipos de chaves devem atender à Norma ANSI C37.46.
5.4.7 O dispositivo de fixação da cordoalha dos elos fusíveis deve ter dimensões de modo a
permitir a acomodação adequada de todos os elos utilizáveis no porta-fusível e não deve
provocar danos à cordoalha, tais como esgarçamento e remoção do estanhamento,
quando fixada.
5.4.9 Para as chaves religadoras, o porta-fusível não pode conter nenhuma mola ou artifício
que seja aplicado para potencializar a abertura, prejudicando assim o funcional do
produto em campo. Pois, esta mola pode perder sua função ao longo do tempo e
provocar a não abertura da mesma em condições de serviço. Assim, o projeto deve ser
suficiente capaz de assumir este trabalho sem o auxilio desta mola. Dúvida consultar
Figura 8;
6 Inspeção
6.1 Geral
6.1.2 Cada lote de chaves fusíveis deve vir acompanhado do respectivo relatório de ensaio dos
isoladores, contendo os resultados dos ensaios elétricos de alta freqüência, executados
conforme a ABNT-NBR 5032 ou a ANSI C29.1.
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6.1.9 O fornecedor deve assegurar ao inspetor da CONTRATANTE o direito de se familiarizar,
em detalhe, com as instalações e os equipamentos a serem utilizados, estudar as
instruções e desenhos, verificar calibrações, presenciar os ensaios, conferir resultados e,
em caso de dúvida, efetuar nova inspeção e exigir a repetição de qualquer ensaio.
6.1.10 O fornecedor deve informar à CONTRATANTE, com antecedência mínima de dez dias
úteis, para fornecimento nacional, e de trinta dias corridos, para fornecimento
internacional, a data em que o material estará pronto para inspeção.
c) padrões rastreáveis;
6.1.12 Todas as normas, especificações e desenhos citados como referência devem estar à
disposição do inspetor da CONTRATANTE no local da inspeção.
6.1.13 Os subfornecedores devem ser cadastrados pelo fornecedor sendo este o único
responsável pelo controle daqueles, devendo ser assegurado à CONTRATANTE o
acesso à documentação de avaliação técnica referente a esse cadastro.
[Link] Em tais casos, mesmo após haver saído da fábrica, o lote pode ser inspecionado e
submetido a ensaios, com prévia notificação ao fornecedor e, eventualmente, em sua
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presença. Em caso de qualquer discrepância em relação às exigências desta
Especificação, o lote pode ser rejeitado e sua reposição deve ser feita por conta do
fornecedor.
6.1.15 A rejeição do lote, em virtude de falhas constatadas nos ensaios, não dispensa o
fornecedor de cumprir as datas de entrega prometidas. Se, na opinião da
CONTRATANTE, a rejeição tornar impraticável a entrega do material nas datas previstas,
ou se tornar evidente que o fornecedor não será capaz de satisfazer as exigências
estabelecidas nesta Especificação, a CONTRATANTE se reserva o direito de rescindir
todas as suas obrigações e de obter o material de outro fornecedor. Em tais casos, o
fornecedor será considerado infrator do contrato e estará sujeito às penalidades
aplicáveis.
6.1.16 Todas as unidades do produto, rejeitadas e pertencentes a um lote aceito, devem ser
substituídas por unidades novas e perfeitas, por conta do fornecedor, sem ônus para a
CONTRATANTE. Tais unidades correspondem aos valores apresentados na coluna “Ac”
da Tabela 6.
6.1.17 O custo dos ensaios de rotina deve ser por conta do fornecedor.
[Link] Equipamentos rejeitados pelo critério de amostragem não podem fazer parte de outros
lotes dentro de uma mesma inspeção, podendo, a critério da CONTRATANTE, ser
ensaiados individualmente.
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[Link] Caso os equipamentos estejam incompletos todo o lote deverá ser rejeitado ou, a
critério da CONTRATANTE, deverá ser desconsiderado o lote e todos os ensaios
previstos deverão ser realizados individualmente nas unidades que estiverem
completas.
6.1.22 Qualquer dispensa dos ensaios previstos por esta especificação só poderá ser realizada
pela CONTRATANTE oficialmente e por escrito, indicando inclusive os motivos da
dispensa.
6.1.23 O custo de todos os ensaios previstos deve estar incluído no preço final do produto.
[Link] É proibida a emissão de planos de inspeção que não atendam a todos os ensaios e
requisitos previstos nesta especificação.
[Link] Em casos de subfornecimento não será aceita a emissão de laudos de ensaios sem
que tenha havido a convocação da inspeção da CONTRATANTE.
[Link] As ferragens devem ser aterradas e as conexões devem ser dispostas de maneira a
não reduzir a distância normal de isolamento.
b) entre terminais:
[Link] Antes da execução dos demais ensaios de rotina, o inspetor deve realizar uma
inspeção visual para verificar:
a) se a chave fusível contém todos os componentes e acessórios requeridos;
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b) características e acabamento desses componentes e acessórios (inclusive o tubo do
porta-fusível e seu revestimento interno), verificando se estão de acordo com o protótipo
previamente aprovado;
[Link] A não-conformidade de qualquer chave fusível com qualquer uma das características
de qualidade de [Link] determinará a sua rejeição.
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6.3.4 Tensão suportável de freqüência industrial a seco
b) o ensaio deve ser efetuado conforme a ABNT-NBR 6936, ou sua equivalente IEC
60060-1, e a ABNT-NBR 7282, devendo a tensão de ensaio estar de acordo com as
Tabelas 2, 3 e 4.
NOTA: A medição pode ser dispensada se, imediatamente após o ensaio de operação
mecânica, realizado conforme 6.3.7, uma camada de prata permanecer nas áreas de contato da
base e do porta-fusível.
b) Após ser instalada de acordo com 6.2.1, e estando o circuito desenergizado, a chave
fusível deve:
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- suportar 50 ciclos sucessivos de operação mecânica, consistindo cada ciclo na
abertura e fechamento, em seqüência, da chave fusível. Os últimos 25 ciclos devem
ser realizados com ferramenta auxiliar de abertura em carga ("loadbuster").
c) Durante a execução do ensaio não será permitido qualquer ajuste da chave fusível.
O ensaio deve ser realizado de acordo com as recomendações de 6.2.1 e da ABNT-NBR 7282,
devendo ser observadas ainda as seguintes condições:
NOTA: Se for utilizado termômetro de vidro, seu bulbo deve ser convenientemente
protegido de resfriamento através de uma cobertura de material isolante térmico. A área
protegida deve ser desprezível em comparação com a superfície de resfriamento da
parte na qual o termômetro é fixado;
c) a temperatura ambiente deve ser a média aritmética de três leituras obtidas através
de termômetros localizados, aproximadamente, como segue:
6.3.10 Resistência mecânica dos ganchos para abertura em carga e do olhal do porta-fusível
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c) após completar o 3º ciclo, a chave deve ser instalada a uma altura mínima de 4 m
do solo e operada 15 vezes com vara de manobra;
d) a vedação inferior do isolador, caso este seja oco, não apresentar quaisquer danos
e não se soltar após a execução do ensaio.
b) deve ser provocada a fusão do elo fusível instalado na chave por circulação de
corrente.
6.4.1 Geral
Além dos ensaios apresentados a seguir, os ensaios de tipo incluem também os citados em 6.3.
6.4.4 Radiointerferência
a) o elo fusível tipo 2H deve ser utilizado como elo fusível de mínima corrente nominal
na execução dos grupos de ensaios aplicáveis às chaves fusíveis com capacidade de
interrupção nominal de 1,4 kA eficazes simétricos;
130
F=
x
onde: F : carga aplicada no ponto médio do isolador, em decanewtons;
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6.4.7 Análise química da liga de cobre
[Link] Geral
O ensaio deve ser realizado com a finalidade de se obter informações sobre o comportamento
da isolação externa da chave fusível, sob condições representativas da contaminação, quando o
equipamento estiver em operação. Todavia, não representam necessariamente uma condição
particular de serviço.
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O ensaio deve ser efetuado com a chave fusível na posição fechada e consiste em quatro
aplicações da tensão Um / 3 , sob o grau de poluição especificado, sendo Um a tensão máxima
da chave fusível.
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[Link] Critério de Aprovação
O disco isolante deve ser considerado aprovado no ensaio se os valores mínimo e máximo
obtidos após o envelhecimento não variarem em mais do que 25 % em relação aos respectivos
valores mínimo e máximo obtidos com os corpos-de-prova ensaiados sem envelhecimento.
6.5.1 O relatório dos ensaios deve ser providenciado pelo fornecedor e conter, no mínimo, as
seguintes informações:
a) número do Pedido de Compra;
j) descrição dos ensaios efetuados, com indicação das normas adotadas, instrumentos e
circuitos de medição utilizados;
6.5.2 As chaves fusíveis somente serão liberadas pelo inspetor da CONTRATANTE após o
recebimento de três vias dos relatórios dos ensaios e de três vias da lista de embarque e
após a verificação da embalagem e sua marcação.
7 Planos de amostragem
7.2.1 Os planos de amostragem para os ensaios de rotina devem estar de acordo com a
Tabela 6, elaborada conforme a ABNT-NBR 5426 e a ISO 2859-1, para o regime de
inspeção normal.
7.2.4 No ensaio de zincagem deve ser ensaiada uma peça de cada chave fusível da
amostragem da Tabela 6. Para as chaves religadoras, todas as partes integrantes deve
ser ensaiadas.
7.2.5 As três chaves que tenham apresentado os maiores valores no ensaio de medição da
resistência ôhmica devem ser submetidas aos ensaios de rotina de verificação da
espessura do prateamento, de operação mecânica e de elevação de temperatura, nesta
ordem. Essas mesmas chaves devem ser, em seqüência, submetidas ao ensaio de
porosidade do isolador.
7.2.6 Três chaves fusíveis, escolhidas aleatoriamente do lote sob inspeção, devem ser
submetidas ao ensaio de choques térmicos.
7.2.7 Se alguma das chaves submetidas aos ensaios de 7.2.5 e 7.2.6 apresentar resultado
insatisfatório o lote deve ser rejeitado.
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Tabela 1 - Fatores de correção a serem aplicados para utilização de chaves fusíveis em
locais com altitudes acima de 1000 m
Fatores de correção
Altitude máxima
Níveis de Corrente Limite de elevação
m
Isolamento nominal de temperatura
NOTAS:
1) Os valores assimétricos associados aos valores simétricos são indicados apenas a título de
informação. Prevalecem para os ensaios as condições descritas na ABNT-NBR 7282,
associadas à capacidade de interrupção simétrica e ao fator de potência.
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Tabela 3 - Características elétricas das chaves fusíveis religadoras
Frequência
Impulso
industrial a seco e
Capacidad Atmosférico
sob chuva - 1 min.
e Mínima In do Capacidade [kV crista]
[kV - eficaz]
Item UMáx In Base de Porta- Mínima de
[kV [A - interrupçã fusível Interrupção
À
eficaz] eficaz] o simétrica [A - simétrica
terra Entre À terra Entre
[kA - eficaz] [kA - eficaz]
e contatos e entre contatos
eficaz]
entre abertos pólos abertos
pólos
1 15 7,1 95 110
34 38
2 24,2 315 1,4 100 4,5 125 140
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Tabela 4 - Características elétricas das chaves fusíveis de subestação
NOTAS:
1) Os valores assimétricos associados aos valores simétricos são indicados apenas a título de
informação. Prevalecem, para os ensaios, as condições descritas na ABNT-NBR 7282,
associadas à capacidade de interrupção simétrica e ao fator de potência.
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Tabela 6 - Planos de amostragem para os ensaios de rotina
Até 150 - 5 0 1
1ª 13 0 2 - 13 0 1 - 8 0 1
151 a 500
2ª 13 1 2
1ª 20 0 3
501 a 1 200
2ª 20 3 4 1ª 32 0 2
1ª 32 1 4 2ª 32 1 2
1ª 20 0 2
1 201 a 3 200
2ª 32 4 5 2ª 20 1 2
1ª 50 2 5 1ª 50 0 3
3 201 a 10 000
2ª 50 6 7 2ª 50 3 4
NOTAS:
Seq.: Seqüência.
Tam.: Tamanho.
Ac - número de aceitação: número máximo de chaves fusíveis defeituosas que permite a aceitação
do lote.
Re - número de rejeição: número mínimo de chaves fusíveis defeituosas que implica rejeição do
lote.
3) Se a amostragem requerida for igual ou maior do que o número de unidades de produto constituintes
do lote, efetuar inspeção cem por cento.
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Anexo B - Sugestão de montagem para o ensaio de rotina de impacto no suporte de
fixação da chave
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Figura 1 - Suporte L para cruzetas
Notas
1. As peças devem ser identificadas com o nome ou marca do seu fabricante e a classe de
resistência que deverá ser indicada nos parafusos.
3. Os parafusos e porcas deverão atender à ABNT-NBR 6159, NBR 6160 e NBR 6161.
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Figura 2 - Base de chaves fusíveis para subestações
Notas:
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Figura 3 - Isolador para chaves de 13,8 kV
Notas:
1. As porcelanas e ferragens deverão ser identificadas de forma legível e indelével com pelo
menos a indicação do nome do fabricante e do ano de fabricação da peça.
2. Os eixos dos furos no topo da campânula devem coincidir com os eixos dos furos
correspondentes do flange do pino.
3. A amostragem para os ensaios de tipo e de rotina para esses isoladores deve ser a
indicada na Norma ABNT NBR 11790.
4. A critério da CONTRATANTE poderão ser aceitos outros isoladores desde que possuam
características elétricas e mecânicas superiores às características dos isoladores
mostrados nessa Figura.
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Figura 4 - Isolador para chaves de 34,5 kV
Notas:
1. As porcelanas e ferragens deverão ser identificadas de forma legível e indelével com pelo
menos a indicação do nome do fabricante e do ano de fabricação da peça.
2. Os eixos dos furos no topo da campânula devem coincidir com os eixos dos furos
correspondentes do flange do pino.
3. A amostragem para os ensaios de tipo e de rotina para esses isoladores deve ser a
indicada na Norma ABNT NBR 11790.
4. A critério da CONTRATANTE poderão ser aceitos outros isoladores desde que possuam
características elétricas e mecânicas superiores às características dos isoladores
mostrados nessa Figura.
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Figura 5 - Isolador para chaves de 69 kV
Notas:
1. As porcelanas e ferragens deverão ser identificadas de forma legível e indelével com pelo
menos a indicação do nome do fabricante e do ano de fabricação da peça.
2. Os eixos dos furos no topo da campânula devem coincidir com os eixos dos furos
correspondentes do flange do pino.
3. A amostragem para os ensaios de tipo e de rotina para esses isoladores deve ser a
indicada na Norma ABNT NBR 11790.
4. A critério da CONTRATANTE poderão ser aceitos outros isoladores desde que possuam
características elétricas e mecânicas superiores às características dos isoladores
mostrados nessa Figura.
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Figura 6 - Dimensões padronizadas para os elos fusíveis das chaves de 13,8kV
Notas:
1. Os botões dos elos fusíveis deverão ser identificados de forma legível e indelével, com
pelo menos a indicação do nome e marca do fabricante e da corrente nominal do elo em
Ampéres, seguido das letras H, K ou T.
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Figura 7 - Dimensões da chave fusível de 13,8 kV – Deslocamentos / folgas permitidos
para o porta fusível
Notas:
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Figura 8 – Desenho da Chave fusível religadora
Capacidade
Tensão Corrente de
NBI Interrupção
Item Nominal Nominal A B C D E F G H, I J
[kV]
[kV] [A] Simétrica/
Assimétrica
1 15 95 50/100 1400/2000 500 390 356 205 510 50 505 203 6,35
2 24,2 125 50/100 1400/2000 568 405 410 205 507 40 505 203 6,35
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Anexo C - Desvios e exceções
Seção da
Descrição
especificação
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