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Nomenclatura Umidade
Madeira verde U > 30%
Madeira semi-seca U > 23%
Madeira comercialmente seca 18% < U < 23%
Madeira seca ao ar 13% < U < 18%
Madeira dessecada 0% < U < 13%
Madeira seca U = 0%
 Madeiras moles, aclimatam‐se melhor em climas
temperados e frios, folhas em forma de escamas, baixa
densidade, resistências menores, facilitam aplicação de
preservativos

 Ex: Pinho‐do‐Paraná e Pinus.


 Pinus
 Caribea, Pinus Elliotii, Pinus Hondurensis, Pinus Taeda
etc.
Madeiras duras, aclimatam‐se melhor em clima
quente, perdem folhas durante inverno, densidades
maiores, resistências maiores, aplicação de
preservativos mais difícil.
 Ex: Ipês, Mogno, Imbuia, Sucupira, Maçaranduba,
Angicos, Eucaliptos, Aroeira, Itauba, Cupiuba,
Jacaranda, Peroba Rosa, Copaíba, Cambara etc.
A madeira: material
anisotrópico, pois tem
características diferentes
nas três direções.
Estado limite último: estado onde sua ocorrência
determina a paralisação da estrutura, mesmo que
parcialmente. É caracterizada pelas seguintes
condições:

 perda de equilíbrio, global ou parcial;


 ruptura ou deformação plástica;
 transformação da estrutura em sistema hipostático;
 instabilidade por deformação;
 instabilidade dinâmica (ressonância).
Estado limite de utilização estado para o qual o uso da
estrutura é inviabilizado. Ocorre para as seguintes
condições:

 deformações excessivas que afetam a utilização da


estrutura, comprometem o aspecto estético, prejudicam o
funcionamento de equipamentos ou instalações, ou
causem danos aos materiais de acabamentos ou às partes
não estruturais da construção;

 vibrações de amplitude excessiva que causem desconforto


aos usuários ou causem danos à construção ou ao seu
conteúdo
 Ações permanentes
Ocorrem com valores constantes ou de pequena variação em torno
da média, durante praticamente toda a vida da construção;
 Ações variáveis
O correm com valores cuja variação é significativa durante a vida
da construção;
 Ações excepcionais
Têm duração extremamente curta e muito baixa probabilidade de
ocorrência durante a vida da construção, mas que devem ser
consideradas no projeto de determinadas estruturas
Ações usuais: no projeto das estruturas correntes de
madeira devem ser consideradas as ações descritas a seguir,
além de outras que possam agir em casos especiais:
 permanente;
 acidentais verticais;
 impacto vertical;
 impacto lateral;
 forças longitudinais;
 força centrífuga;
 vento.
 Ações permanentes: é constituída pelo peso próprio da
estrutura e pelo peso das partes fixas não estruturais (telhas,
elementos de fixação, elementos de ligação etc.)
 peso próprio, na falta de determinação experimental, é
estimado pela densidade aparente dada na tabela de classe de
resistência
 para estruturas pregadas ou parafusadas, o peso das peças
metálicas das ligações pode ser estimado em 3 % do peso
próprio da madeira;
 o peso próprio final da estrutura não pode diferir de mais de
10 % do peso próprio admitido no cálculo.
 De acordo com ABNT NBR 6120: “É toda aquela
que pode atuar sobre a estrutura de
edificações em função do seu uso (pessoas,
móveis, materiais diversos, veículos etc.)”.
 São consideradas como de longa duração.
 A ação do vento, agindo com seu valor
característico, em princípio é uma ação de
curta duração.
 A ação do vento sobre as edificações deve ser
considerada de acordo com a ABNT NBR 6123
(Forças devidas ao vento em edificações).
De acordo com 5.2.1, para se levar em conta a maior
resistência da madeira sob ação de forças de curta duração, na
verificação da segurança em relação a estados limites últimos,
apenas na combinação de ações de longa duração em que
o vento representa a ação variável principal as solicitações
nas peças de madeira principal, devidas à ação do vento
serão multiplicadas por 0,75.”
 Nas peças metálicas, inclusive nos elementos de ligação, será
considerada a totalidade dos esforços devidos à ação do vento.

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