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AULA 1: PROJETO ELÉTRICO RESIDENCIAL

AULA 2: PROJETO ELÉTRICO RESIDENCIAL

TUG – é aquela tomada em que o equipamento ligado à ela não está conectado o tempo todo.

Fator de potência: é definido pela razão entre a potência real ou potência ativa e a potência
total ou potência aparente.
Toda TUG deve ser colocada em locais onde a corrente é de no máximo 10A, se a corrente
ultrapassar este valor coloca-se TUE.

PE: Ponto de Equipotencialização (Terra).


Nota: a NBR 5410 não estabelece critérios para iluminação de áreas externas em residências,
ficando a decisão por conta do projetista e do cliente.
TUG

Emenda de de fios ou uso de conectores: recomenda-se que o chuveiro seja ligado por esse
tipo de ligação (a conexão é feita internamente na caixa).
AULA 3: PROJETO ELÉTRICO RESIDENCIAL
Fase – Neutro: 220V

Fase – Fase: 380V


TUE

Obs: como são 4 equipamentos: 4 disjuntores e 4 circuitos.


Exemplo: Circuito 1 = 620 VA/220V = 2,81 A
12,459kVA (é referente ao disjuntor geral, ou seja, ao disjuntor que irá desarmar os 10
disjuntores menores dos 10 circuitos citados).

32,7 A é a corrente para CADA FASE (A alimentação possui 2 fases).


AULA 4: PROJETO ELÉTRICO RESIDENCIAL

ARANDELA
Exemplo:

Dormitório 1: Ponto de luz com 160 VA (Já calculado), pertencente ao circuito


1, acionado pelo interruptor “a”.
Obs: a numeração que está ao lado de cada tomada corresponde ao seu respectivo circuito.
O elemento realçado na figura acima corresponde ao QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO. Nota-se que
apareceram mais tomadas na figura.

Não se deve colocar o quadro muito distante da maior concentração de cargas. Colocando o
quadro de distribuição próximo à maior concentração de cargas melhora-se a qualidade da
energia.

A linha tracejada representa o eletroduto que vem do quadro da companhia de energia elétrica
(o eletroduto entra pelo piso).

Cada rota de distribuição deve possuir no MÁXIMO 3 circuitos. Ao colocar mais circuitos,
aumenta o fator de agrupamento, isso eleva a corrente de projeto, precisando aumentar a
bitola da fiação.
Os circuitos 7 e 8 possuem o menor número de circuitos agrupados, por possuírem elevada
corrente.

ILM (iluminação) seção mínima 1,5 mm² de COBRE.


TUG seção mínima de 2,5 mm² de COBRE.

Não se pode utilizar bitolas menores que a bitola mínima.

No exemplo usou-se o Policloreto de vinila (PVC) até 300 mm².


A corrente do circuito já foi calculada na aula 3. O que vamos calcular é a corrente de projeto.

FCNC: é o fator de correção de agrupamento. Quanto maior o agrupamento, menor é o FCNC,


consequentemente, maior a corrente de projeto, necessitando elevar a capacidade de
condução.

FCT: fator de correção de temperatura. Nós vamos considerar no projeto a temperatura de


dentro do quadro de 30°C. É o ideal para projetos residenciais.
Lembrando que: Seção mínima para ILUMINAÇÃO = 1,5 mm² e seção mínima para força
(TOMADAS) = 2,5 mm².
IN é a corrente nominal do disjuntor, ou seja, a corrente que vem descrita no disjuntor
comercial.
Por exemplo: Para o circuito 1, I B= 3,51A e Iz = 17,5 A. Deve-se escolher um disjuntor onde a
corrente descrita seja um número entre 3,51 e 17,5. Escolheu-se o disjuntor de 10A. Para o
circuito 2 da mesma forma, o disjuntor precisa ter corrente entre 2,63 e 17,5, optando-se pelo
disjuntor de 10A.
Por exemplo:

Circuito 1: I2 = 10A; Iz= 17.5A

10A ≤ 1.45 x 17.5 A

10A ≤ 25.37A (OK).


Obs: refere-se à proteção contra choques.