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TEMA

INTRODUÇÃO À
HISTÓRIA ECONÔMICA
“A História Econômica possui o dom, como poucas,
de destruir ilusões”. Wilson Barbosa (USP).
“Talvez não haja nenhuma história mais fascinante
que a história da batalha da sobrevivência do
homem [...] da luta da humanidade para
satisfazer o imperativo pela melhora material
[...] do homem como agente econômico”.

“A história da riqueza do homem é a


nossa História Econômica”.

Peter Jay é historiador, diplomata e jornalista britânico, autor


do livro: A Riqueza do Homem: uma história econômica.
 O que é História?

 História uma ciência?

 Da História Total à História em “Migalhas”.

 Definições de Economia.

 História Econômica: conceitos, objetos de


estudo, métodos, etc.
História

“Uma das primeiras funções da história econômica é a de ser um fórum


onde vários profissionais podem se encontrar para trocar impressões”.
HICKS, John. Uma história da história econômica.
O QUE É
HISTÓRIA?
“Pretendo escrever a presente história a
fim de que as ações dos homens não se
deixem apagar pelo tempo e que os
grandes e admiráveis empreendimentos
tanto dos gregos quanto dos bárbaros
(Persas) não fiquem sem a admiração e
os elogios merecidos”.

“Contar o que realmente aconteceu”

- Objetivo da história: tornar imortal os


grandes feitos. Narrar o extraordinário.

- “Historie” – ver, procurar, pesquisar


sobre.
Heródoto - “Histor” – aquele que vê, aquele que é
(484-420 a.C)
testemunha.
“História é disciplina de padres” Voltaire.
“É a ciência dos homens no tempo”. Marc Bloch.
“É uma pesquisa que nos ensina o que o homem fez,
portanto, o que é o homem." Collinwood.
“É um profeta com o olhar voltado para trás. Pelo que foi e
contra o que foi e anuncia o que será” Eduardo Galeano.
“A história de toda a sociedade é, até hoje,
a História da luta de classe”. Karl Marx.
“É uma ficção científica” Peter Burke.
História,
uma ciência?
a) Ciência Social é da mesma grandeza das
Ciências Naturais.
-Idéia de conhecimento científico como verdade;

-A Razão capacidade do homem em julgar e descobrir a


verdade.
-A verdade é algo que está fora do sujeito e o sujeito é capaz
de apanhá-la. Pesquisar as LEIS que regem os fenômenos.

História como reprodução fiel e confiável do que aconteceu.


b) Crença na capacidade de neutralidade do sujeito

“É possível o conhecimento sem juízo de valor”


“A história deve ser escrita tal qual”
“Os fatos falam por si mesmo”
IMPARCIALIDADE/ NEUTRALIDADE

c) Objeto de pesquisa

O POSITIVO = é sujeito ao método da observação e


experimentação; verificável. “Onde não há documentos, não
há história”

 A sociedade é regida por Leis Invariáveis passíveis de


observação (causa e efeito)
“Nas Ciências Sociais, o fenômeno
ideológico é intrínseco, pois está
no sujeito e no objeto. A própria
realidade social é ideológica”.

“A neutralidade é um truque, é um
golpe do cientista social que
pretende viver tranquilamente à
sobra do poder”.

“Qualquer modelo que se pretende


criar a partir da observação de
uma dada realidade é sempre
simplificador. Tenta cristalizar,
apreender a essência de algo que
é complexo, dinâmico e instável”
“Atolado num pântano, com seu
cavalo, e vendo que não contava com a
ajuda de ninguém para salvá-lo, o
Barão de Munchhausen agarrou seus
próprios cabelos e, por meio deles,
puxou-se para cima, saiu da lama,
trazendo também seu cavalo entre as
pernas, tirando-o do atoleiro”.

“O conhecimento é condicionado
historicamente, portanto, submersos
em interesses e paixões [...] é preciso
desmascarar as ideologias de classe
por detrás do discurso pretensamente
neutro e objetivo dos economistas”.
“Entre a Ciência e a Ideologia não
há espaços demarcatórios”.
“O poder produz rituais de verdade [...] efeitos de
poder circulam entre os enunciados científicos”
“Onde há poder, há resistência”

“Não há saber neutro, todo saber é político”


“As verdades não são descobertas pelo homem,
mas construídas por ele”

“Ao lermos não resgatamos sentidos,


mas o produzimos”.

“A verdade não existe fora do poder


ou sem poder”.
O poder produz rituais de
verdade [...] efeitos de poder
circulam entre os
enunciados científicos”.

“Não há saber neutro, todo saber


é político [...] os discursos que
não são em si nem verdadeiros
nem falsos [...] a ciência é um
depósito de discursos com status
privilegiados, pois são atingidos
por efeitos de verdade, rituais
que o fazem aceitos sem
questionamento”.
“O SIGNO é uma arena
privilegiada da luta de classe”
Bakhtin.

(1895 - 1975)

“Narrar uma história, mesmo que ela


tenha acontecido, é reinventá-la”
De Certeau.
(1925 - 1985)

“A HISTÓRIA é produto da linguagem,


portanto, errante”.
“A História não é uma ciência e não
tem muito a esperar das ciências; ela
não explica e não tem método: melhor
ainda, a história, da qual muito se tem
falado nesses últimos séculos, não
existe”. Paul Veyne.
“História é uma criação (imagens e
interpretações) que o historiador
desloca para o passado”. Paul Veyne.

“Estamos quase todos convencidos de


que a história não é uma ciência como
as outras – sem contar com aqueles
que não a consideram sequer que ela
seja uma ciência”. Le Goff.
“O objetivo final
dessa obra é revelar a
LEI ECONÔMICA do
movimento da
sociedade moderna".

Introdução do livro
“O Capital”.
 Qual a fronteira entre o real e a fantasia?

 Qual a fronteira entre a história e a ideologia?

 A História é o real ou a interpretação do real?

 Tanto o pesquisador, quanto o pesquisado são pessoas que


partilham de ideologias.
 Toda pesquisa assume um caráter parcial e de resultados
provisórios.

“Os fatos históricos chegam até nós


através do poder simbólico da linguagem”

“O fato histórico é uma criação do historiador” Le Goff.


“Todas as formas de
evolução cultural tratam o
tempo do passado como
algo homogêneo, de modo
que permita a comparação
de diferentes sociedades,
pregando etiquetas nas
sociedades de acordo com
uma sequência tipológica
previamente definida. Isso
não é um processo neutro:
é a politização do tempo”
“A História Oficial tem a função de
diminuir a capacidade de revolta, de
resistência, de luta, de insurreição. Tornar
(demolir, subverter, desconstruir)
os homens politicamente dóceis”.
“A história não
- Abalar as certezas e não estabelecê-las; é o lugar de
repouso, da
- Tornar movediço os alicerces de nossas convicções; certeza... é o
- Derrubar os Paradigmas que Reverenciamos; local da
desordem, do
- Desnudar e desmontar as verdades e idéias inatacáveis; disparate”
- Não é reconstituir fielmente o que aconteceu. Foucault.

- Não é sacralizar os fatos. Não digam nunca: isso é natural,


Para que nada passe a ser
- Não é organizar o tempo.
imutável!” Brecht.
- Não é registrar o que de mais importante aconteceu;
- Não é fazer especulações sobre o futuro.

A História é lugar de confronto e não se sentidos estabilizados.


Da História
TOTAL à
História em
MIGALHAS
“O que se chama História Universal é uma escolha e
combinação de elementos, feita de modo arbitrário e
com critérios subjetivos”
“O rosto de uma época é uma
construção homogeneizada”
Foucault.

 Os fenômenos sociais também são governados por leis;

 Há uma interdependência dos fenômenos sociais,


entre as partes entre si e entre elas e o todo;
- A História é linear? Simétrica? Progressiva?
 O universal pode ser pensável; (Procura-se a causa);

 História Universal: sintetizar o todo;

“O rosto de uma época”


- O fenômeno pode ser apanhado em sua totalidade;
- Procura explicar toda a história: do início ao fim;
- Visão global dos processos sociais;
Política

Das
Mentalidades
Econômica

HISTÓRIA

Cultural Social

Religiosa Militar
 Em sua vida o homem realiza inúmeras atividades;

 Toda s elas podem ser consideradas como históricas;

 As experiência humanas são vividas integralmente –


nas diversas dimensões e complexidades;
 É possível isolar o fenômeno econômico, do social, do
cultural, etc. ? “Tal isolamento” não seria uma divisão
artificial da atividade humana?
 Uma das dimensões poderia explicar o conjunto?

 A História não é como um fenômeno físico que dá para


isolar uma parte para estudar outra.
Sociologia

História
“Nessa rede de interação que é a
história, o motor estará onde o
quisermos colocar”
“Não pode haver ciência da
história, porque o movimento
histórico não comporta um
primeiro motor”
“Atribuir a função de motor aos
dados materiais ou econômicos,
é jogar com o equívoco. O
econômico pode motivar o
comportamento humano, mas
não é o único. Várias são
as nossas motivações”
Paul Veyne
 As diferentes Ciências Sociais trabalham a mesma realidade social com
diferentes perspectivas de observação e análise.
 Cada Ciência Social fornece uma visão parcial e incompleta da mesma
realidade social.
“Não existe o primeiro motor do movimento histórico total”
Raymond Aron
“Ainda há pouco, a história se
escrevia com inicial maiúscula e
no singular [...] operou
recentemente uma verdadeira
DECOMPOSIÇÃO da história,
que se escreverá daqui em diante
no plural e com inicial minúscula.
Não existe mais História, mas
as histórias. Trata-se da história
de tal fragmento do real e não
mais da história do real [...]
vivemos a explosão da história [...]
não se busca mais conectar os
múltiplos objetos da história em
um conjunto racional”.
“No conhecimento histórico não se
quer neutralidade, passividade,
serenidade e universalidade. A
verdade universal se pulverizou em
análises pessoais. Não se busca
mais o absoluto e não se quer mais
produzir uma obra de valor universal.
O conhecimento histórico é múltiplo
e não definitivo: são interpretações
de interpretações. A realidade é
produzida por jogos de linguagem.
O ser é diferença constante, isto é,
temporal e inessencial, e aparece em
linguagens múltiplas”.
“O que obriga a História a
redefinir-se é, antes de
mais nada, a tomada de
consciência que os
historiadores tiveram a
respeito do relativismo de
sua ciência [...] Em vez de
se pretender estudar o
todo, seleciona-se um
aspecto apenas, e busca-
se aprofundá-lo”.
“E se em épocas recentes o
econômico é ou parece ser mais
facilmente isolável de outros
aspectos da atividade humana, a
verdade é que cabe não esquecer o
econômico propriamente dito em
relação a épocas mais recuadas e,
por outro lado, não deixar de o ver
em todo o contexto de uma História
Total no que respeita a tempos
próximos de nós. É na convergência
interdisciplinar que está a
fecundidade da pesquisa”.

Vitorino Godinho, autor do livro


Introdução à História Econômica.
“É que não existe, em toda a sua
pureza, o fato econômico, o fato
político, o fato artístico ou religioso.
O que existe é o fato social, que se
decompõe em diferentes aspectos
que vão constituir campo de
atenção de um outro estudioso [...]
com o desenvolvimento das
pesquisas históricas tornou-se
evidente a necessidade de
especialização. Era impossível a
alguém dominar toda a matéria que
se compreende sob os títulos
ambiciosos de História Universal,
História Geral ou História da
Civilização”.
Francisco Iglésias.
Introdução à historiografia Econômica.
O QUE É
ECONOMIA?
ECONOMIA

“A Economia é o estudo de como o homem ganha o pão de cada


dia [...] A economia é o estudo de como o homem garante sua
suficiência material, ou de como as sociedades fazem para obter
recursos materiais”. Heilbroner.
“Economia é uma ciência social que estuda a administração dos
recursos escassos entre usos alternativos e fins competitivos”
(Manual de Economia – USP).
“Economia Política é a ciência que estuda as relações sociais de
produção, circulação e distribuição de bens materiais, definindo as
leis que regem tais relações” (SANDRONI, Paulo, Dicionário de Economia).
“Economia é a ciência da administração dos recursos escassos1
na sociedade humana” (LANGE, 1985).
“É a economia estuda as atividades que os homens
desenvolvem para satisfazer suas necessidades” (Cláudio Napoleone).
“O homem nasce
bom, a sociedade é
que o corrompe”
Rousseau

“O homem é lobo (predador) do homem” Thomas Hobbes


HOMO ECONOMICUS:
Egoísta,
 Individualista,
 Interesseiro, etc.

A base da Conduta Econômica do Homem é: maximizar o


prazer e minimizar a dor. Seus Desejos e Vontades estão em
prol de seu bem-estar.

O prazer individual é a finalidade da vida. O trabalho tem


a ver com as necessidades deles, portanto, com interesses.

Parte dos marxistas não está em acordo sobre a existência


de uma natureza humana, já que o trabalho faz o homem.
“O FATO ECONÔMICO é o resultado da ação pensada
de indivíduos racionais” Caio Prado Jr.
“O comportamento do homem racional - maximizador
é, em síntese, o objeto econômico”. Carlos Paiva.
Agimos todas as vezes de forma racional?

Individual;
Familiar;
ATIVIDADE ECONÔMICA: Aldeã;
Empresariais;
Nacionais;
Mundiais.
Carlos Paiva. Noções de Economia.
Economia Política

ECONOMIA: História Econômica

História das Doutrinas Econômicas


QUE
IMPORTÂNCIA
TEM A
HISTÓRIA PARA O
ECONOMISTA?
“Nossos economistas
começam a entender que
o estudo de História
Econômica não é apenas
um exercício intelectual
[....] uma obrigação
acadêmica [....] Cada vez
mais se compreende que
a perspectiva histórica
abre os horizontes do
economista”.
“A maior parte dos erros
fundamentais praticados
correntemente na
análise econômica
resulta mais da falta de
experiência histórica do
que de qualquer outra
insuficiência do
instrumental do
economista”.
“Os problemas isolados da
Economia devem, antes de
tudo, ser reunidos num todo, ou
seja, devem ser analisados à
luz da História. Por sua vez, os
movimentos da História devem
ser esclarecidos pelos
conceitos generalizados da
teoria econômica. Em outras
palavras, a Economia deve ser
examinada de um ponto de
vista em que a teoria explica e
esclarece os fatos da História e
em que a História ilustra e
confere substância às
abstrações da teoria”.
Carlos Paiva. Noções de Economia.
1845 – Fundação da teoria econômica da História (Marx);
1871 – Primeira revista de História Econômica (Alemanha);
1893 – Primeira cadeira de História Econômica (Harvard);
1927 – Fundação da cadeira de História Econômica na Sorbone;
1929 – Criação da Revista Anais de História Econômica e Social;
1960 – Primeiro Congresso Internacional de História Econômica (Estocolmo)
“As economias de sociedades de épocas passadas” Hilário Franco Jr.

 As atividades econômicas do homem;

 Os modos de produção;

 Sistemas Econômicos;

 Os fatos econômicos;

 As instituições econômicas;

 O homem social exercendo


atividades econômicas;
“O SISTEMA ou o HOMEM?”
“A excessiva ênfase dada aos
Modelos Econômicos
acabou por criar um monstro invertebrado”
“A história econômica é
uma das filhas mais
novas da História.
Apenas com o
desenvolvimento do
capitalismo e de sua
mentalidade
quantitativa, de seu
espírito racional,
tornou-se possível o
interesse pelo estudo de
economias do passado”.
 A história das doutrinas econômicas;

 A descrição dos fatos econômicos;

 Um relato tecnológico de uma sociedade;

 A história das relações sociais dos homens que trabalham;

 A cronologia dos fatos econômicos;

 A história das relações sociais travadas pelos homens ao


produzir;
 Não é o estudo do comportamento econômico do homem;

 Tão somente a aplicação de dados estatísticos e gráficos.


“O estudo dos sucessivos Modos de Produção”. Bottomore.
“É a história que se preocupa em estudar as formas como
as sociedades superaram o problema da escassez”.
“É a história do processo de produção material”.

“A HISTÓRIA ECONÔMICA estuda as economias das


sociedades passadas”.
“História Econômica implica em exame de formas e
processos da vida econômica através dos tempos”
“A HISTÓRIA ECOMÔMICA é um registro das medidas
usadas pelos povos na luta pela satisfação econômica”.

“A HISTÓRIA ECONÔMICA é a história da pobreza


e da riqueza da humanidade”.
“É um estudo das instituições econômicas”. [???]
Sucesso na produção;
Insucesso na distribuição
“A História Econômica deve
focalizar o problema central da
sobrevivência e de como o
homem conseguiu resolvê-lo [...]
grande parte da História
Econômica está relacionada com
a maneira pela qual as várias
sociedades procuraram enfrentar
esses problemas elementares, e
o que nos surpreende ao
analisarmos essas tentativas é
verificar que na maioria das vezes
tais tentativas redundaram em
derrotas parciais”.
“Não pode a História Econômica
confinar-se na descrição e narrativa,
tem que visar à compreensão das
estruturas e dos movimentos de
estruturação, bem como das curvas
conjunturais. Para isso, não basta
absorver a teoria já elaborada pela
Economia Política e pela
Econometria [...] cabe à História
Econômica fabricar ela própria as
várias teorias das economias e
sociedades através dos tempos, e
para tal chegar a inclusive
construir modelos”.
Vitorino Godinho, autor do livro
Introdução à História Econômica.
“A História Econômica
mostra como as
necessidades humanas
foram satisfeitas no tempo”

“Toda História Econômica é a


história do racionalismo
triunfante, baseado no cálculo”

“A História Econômica não deve


apenas a prender-se ao
material, mas também deve
verificar o extra econômico”.
“A História Econômica estuda o
desencadear dos fatos econômicos”
“Qualquer estudo de História Econômica
deve trazer nova luz a esse problema:
como se cria e se reparte a riqueza, que
ação ela exerce sobre os comportamentos
psicológicos? Eis aí as diretrizes de toda
história humana”.
“A História Econômica, já o
escrevemos, não deve ser apenas
história das condições materiais, mas
bem assim a história das
consequências psicológicas”.
“Um fato econômico não é jamais um fato
isolado; resulta sempre da interferência de
vários fenômenos diversos que importa
descobrir”.
“A História Econômica mostra que os frutos
do progresso econômico tem se pautado
por uma extrema desigualdade”.
“O MODELO é matematicamente redutível
e, mesmo sem prometer qualquer
elucidação acerca da História Econômica
do Homem, preenche todos os requisitos
de obscurantismo e dificuldade”.
“Qualquer historiador econômico que
pretenda explicar o progresso econômico
do homem, com os seus frequentes hiatos e
fracassos vê-se enredado nas profundezas
da observação de questões sociais, culturais
e políticas criadas para facilitar e proteger o
progresso econômico”.
1) História Econômica Materialista Dialética;

2) História Econômica Idealista;

3) História Econômica Social;

4) História Econômica Quantitativa;


BEM VINDO AO PROGRESSO
A Razão criou uma
sociedade em que o sol
nasce para poucos.
“Brutalidade, as atrocidades e os extermínios de
etnias faziam parte da formação dos impérios. Os
grandes impérios surgiram da dominação e conquista
de vários povos e reinos menores”.
“21% por cento
dos alimentos
produzidos têm
como destino a
alimentação
animal. Em vários
países de África,
um terço dos
cereais cultivados
não faz pão -
serve para a
engorda de
animais que na
altura certa são
exportados para
os países ricos”.
“A História Econômica procura explicar o PROCESSO, os
fatos em movimento, numa ótica horizontal, diacrônica.
A Economia se preocupa com o fato parado, atemporal,
invertebrado, sincrônico, vertical”.