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Correção do teste de avaliação, Português – 9.

º ano

Correção do teste de avaliação


Português 9.º ano
março de 2018

Grupo I
B.
1.1. Álvaro Velho;
1.2. “Memória do Mundo”.

2.1. D.
2.2. A.
2.3. D.

Grupo II

1.1. a - 5
b -2
c -1
d- 7
e-6

2.
2.1. C
2.2. B
2.3. B
2.4. A

3. (O pronome refere-se a) “Bartolomeu Dias”.

Grupo III

4. Este texto situa-se no canto I (estrutura externa) e na proposição (estrutura interna).


5. O poeta propõe-se espalhar os feitos dos portugueses por toda a parte.
5.1. A concretização dessa tarefa depende de ele ter o engenho e a arte necessárias
para tal.
6. O poeta refere-se àqueles que levaram a cabo obras de tamanha importância que
nunca poderão ser esquecidos, acabam por tornar-se imortais na memória de todos.

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Correção do teste de avaliação, Português – 9.º ano

7. O herói de Os Lusíadas é o povo português, como constatamos em “eu canto o peito


ilustre lusitano”.
8. Podemos apontar vários recursos expressivos. Um deles é a perífrase, já que se
utilizam várias palavras ( “ocidental praia lusitana”)para referir algo que poderíamos
resumir a uma – Portugal. A expressão destaca o facto de o nosso país ter uma longa
costa e, portanto, vocação para as viagens marítimas.
Outro recurso é a sinédoque, uma vez que se refere uma parte (praia), querendo
referir o todo (Portugal). Tenta mostrar-se que o mais importante deste país é a sua
proximidade com o mar.
Há, ainda uma adjetivação. Os adjetivos utilizados são importantes, um reforça a
ideia da nossa posição geográfica (“ocidental”) em relação ao Oriente, mostrando a
distância a percorrer e o outro acentua a origem do povo corajoso (“ lusitana”) que vai
levar a cabo esta grande aventura.

9. As estrofes são oitavas, com versos decassilábicos, com o esquema rimático


"abababcc" e rimas cruzadas e emparelhadas.

9.1. " Que ou/tro/ va/lor/ mai/s al/to/ se a/le/van/ ta


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10. Estas estâncias pertencem ao episódio "Consílio dos deuses" e, como o nome indica, tem
como intervenientes os deuses. Estes reuniram-se para decidirem o destino dos navegadores
portugueses ("se lá passar a lusitana gente").
Júpiter defende os lusos e quer ajudá-los, alegando que estes já viajam há muito tempo e
que já venceram muitos perigos e condições atmosféricas adversas. Já Baco opõe-se à missão
dos marinheiros, pois teme ser esquecido no Oriente, se os portugueses lá chegarem.
O episódio, ao mostrar que os portugueses são tão importantes que merecem a atenção de
todos os deuses (havendo até um que tem medo de ser ofuscado pela fama deles), contribui
para a glorificação desse povo.

Grupo IV

1.1.
a) (…) o povo pensasse; b) (…) que havia monstros (…) – o verbo “haver” conjuga-
se sempre no singular, exceto quando é auxiliar.

c) Os navegadores puderam (…); d) Todos creem (…).

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2. a) lemos a obra - lemo-la


CD
b) traz um vídeo sobre Camões - trá-lo
CD

3. A

4.
a. Se procuras um livro emocionante, lê esta obra.
b. A Isabel não leu o episódio do Consílio dos deuses nem escreveu o texto pedido pelo
professor.
c. Embora estivesse doente, o Rui foi fazer o teste.

5.
a. Complemento Oblíquo
b. Modificador do Grupo Verbal
c. Complemento Agente da Passiva

6. As palavras "Consílio" e "reunião" são sinónimas ( = significado).

Grupo V
Exemplo:

Maputo, 16 de março de 2018


Querida Matilde,
espero que estejas bem. Desculpa só agora dar notícias, mas, entre aviões, barcos e
comboios, tem sido difícil encontrar o momento adequado para escrever a todos, como prometi.
Como sabes, parti de Lisboa em direção a Cabo Verde, sem ter bem definida a rota a
seguir, mas, ao contactar com aquela gente tão calorosa, apeteceu-me conhecer outros países
lusófonos. Assim, passei por S. Tomé e Príncipe, Guiné Bissau (são países lindos!) e fui para
Angola, onde aproveitei o bom tempo para ir à praia e passear bastante.
Depois decidi fazer o percurso mais espetacular até agora: ir de costa a costa, de
Angola a Moçambique, de comboio. Foram dias absolutamente fantásticos - parecia que estava
noutro mundo! No contacto com as pessoas, acabamos por perceber como somos fúteis no
nosso quotidiano. Nessas paragens, as comunidades preocupam-se com o essencial, com a
sua sobrevivência e com o bem- estar de todos. O sítio mais extraordinário onde fiquei foi numa
casa numa árvore num povoado no meio do mato. Durante a noite é que percebi a razão
daquelas construções. Acordei com barulhos e quando fui espreitar vi um enorme leão com a
cabeça levantada a olhar para mim. Na altura, fiquei tão maravilhada que até esqueci o medo,
mas, de manhã, quando fomos para a estação, não me sentia muito segura.

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Agora já estou em Moçambique e parto amanhã para Goa. Vou ainda a Timor, a Macau
e, finalmente, ao Brasil.
Tenho saudades de todos, mas estou muito feliz!
Muitos beijinhos.

Uma aventureira

FIM