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A SAÚDE E AS CARTAS

Os textos de quinze tarólogos podem ser percorridos em dois grupos:


Aplicações - com estudos sobre significados das cartas quando aplicadas ao tema da
saúde;
Posturas - com comentários sobre o níveis de abordagem, precauções e técnicas de
leitura.

As figuras da corte e os profissionais da saúde

São muitas as possíveis correlações entre o corpo, a saúde e os arcanos do tarô,


preferindo não me fixar objetivamente em tal tema, já que é deveras complexo
abordá-lo sucintamente aqui. Não existe (e nem existirá) uma associação definitiva, já
que fica a encargo de cada pesquisador o paralelo simbólico entre as imagens arcanas
e a sugestão por detrás de cada uma delas, permitindo apontar o comportamento
fisiológico a ser observado/acompanhado pela medicina. O tarólogo nunca deverá
substituir um médico ou psicólogo, ou qualquer outro profissional da saúde, pois seu
papel é apenas o de identificador de um problema e orientador, sugerindo ao
consulente a procura do profissional adequado. Não realizamos diagnósticos, mas
podemos indicar o melhor tratamento em caso de dificuldades encontradas pelos
meios médicos usuais. Pesa a ética, logo, não podemos receitar medicamentos e nem
interferir no acompanhamento do profissional preparado para tal. Muitas vezes, as
análises servirão muito mais como material de pesquisa para o próprio tarólogo, do
que uma informação final para o consulente. Todo cuidado é pouco, devemos nos
limitar à observação da vida do consulente, sua conduta e conseqüente
aconselhamento.

Para entender como relacionei cada profissional à figura de um naipe específico,


segui uma lógica simbólica agregando os ases a cada um dos mais importantes
sistemas orgânicos:

Ás de Copas

Em pé: Sistema Circulatório


Invertido: Sistema Urinário

Ás de Paus

Em pé: Sistema Nervoso


Invertido: Sistema Endócrino

Ás de Ouros

Em pé: Sistema Estrutural


Invertido: Sistema Digestivo
Ás de Espadas

Em pé: Sistema Respiratório


Invertido: Sistema Imunológico

Ouros relaciona-se à terra, à matéria, à tangibilidade, à estrutura e o suporte.


Alimentar-se é o primeiro impulso do ser vivo; deste modo, associei ao sistema
digestivo, pois é através deste que o organismo absorve todos os nutrientes para a sua
subsistência e bom funcionamento. Também associei ao sistema estrutural, pois os
ossos agregam grande quantidade de minerais, elementos comuns à terra. Incluo
ainda a dermatologia, já que a pele é o limite externo de nosso corpo.

Copas relaciona-se à água, aos fluidos, a tudo que é aquoso (humores) de forma
geral. A água é bem fundamental à vida, já que nosso corpo é composto por 70%
desse precioso elemento. Diretamente, associo ao sistema circulatório, pois o sangue
é propriedade vital. Já o sistema urinário, devido à necessidade de nosso metabolismo
eliminar as impurezas do organismo através da urina. Paralelamente, também
relaciono ao sistema linfático, sistema celular e glândulas sudoríparas. Não poderia
deixar de fora as glândulas lacrimais.

Espadas relaciona-se ao ar e seus componentes e às defesas orgânicas. Deste modo,


associo ao sistema respiratório (vias aéreas), e também sistema imunológico, onde
encontram-se nossas defesas contra agentes externos estranhos e invasores orgânicos
de todo tipo (vírus, bactérias e variadas partículas). Também relaciono à área
bioquímica cerebral, já que o naipe é usualmente atribuído ao plano mental.

Paus relaciona-se ao fogo, aos estímulos, à autonomia orgânica, aos movimentos


voluntários ou involuntários, à libido e impulsos físicos. Associo à área cardíaca, pois
o coração é responsável por bombear o sangue por todo o corpo. Tudo que esteja
relacionado à força, sexualidade e distribuição da energia vital através de nosso
organismo. Como o fogo produz luminosidade, também associo aos olhos e seu bom
funcionamento.

De forma geral, assim distribuo:


Ouros – tecidos (pele e ossos), alimentação (nutrientes), digestão.
Espadas – respiração, audição, fala, imunologia, cérebro.
Copas – fluidos (sangue, urina, linfa, etc.), gordura, células, vida (idade).
Paus – glândulas, nervos, músculos, tendões, sexualidade, locomoção.
Ouros -
Rei – gastroenterologista
Rainha – nutricionista
Cavaleiro – dermatologista
Valete – ortopedista, fisioterapeuta

Copas
Rei – psicólogo, geriatra
Rainha – pediatra, obstetra
Cavaleiro – urologista, quimioterapeuta
Valete – clínico geral

Espadas

Rei – otorrinolaringologista
Rainha – psiquiatra
Cavaleiro – imunologista, radioterapeuta
Valete – cirurgião, dentista

Paus
Rei – fisioterapeuta, endocrinologista
Rainha – ginecologista
Cavaleiro – fisioterapeuta, neurologista
Valete – oftalmologista

Tenho, ainda, algumas sugestões quanto aos profissionais de medicina alternativa:


Ás de Ouros – Massoterapia, Cristalterapia, Shiatsu, Homeopatia, Do-In
Ás de Espadas – Acupuntura, Radiestesia, Musicoterapia, Aromaterapia
Ás de Copas – Reiki, Yoga, Meditação, Hidroginástica, Watsu, Floralterapia
Ás de Paus – Moxabustão, Cromoterapia, Biodança, Aura Soma
As espadas e os distúrbios psicossomáticos e somatopsíquicos

É comum ouvirmos falar que grande parte das doenças é oriunda da mente humana e
que a saúde está intrinsecamente ligada ao equilíbrio mental. A minuciosidade de tais
atividades investigativas tem propiciado o intercâmbio entre algumas ciências, dentre
elas pode-se citar a neurociência, a psicologia, a linguística, a filosofia e a
inteligência artificial, formando esse conjunto de saberes a Ciência Cognitiva, a qual
vem buscando congregar esforços para a compreensão da mente humana.
Nesse contexto dos estudos do cérebro e da mente pela Ciência Cognitiva, cada uma
dessas ciências, de forma transdisciplinar, possui papel ou função fundamental, ou
seja, grosso modo, a neurociência investiga o desenvolvimento do cérebro e as
funções do sistema nervoso; a psicologia busca o aprofundamento teórico sobre a
compreensão das operações mentais que é capaz de executar o sistema nervoso e
também os fenômenos mentais como agentes causais do comportamento; a
lingüística, busca a investigação da principal função da mente humana, ou seja, o
desenvolvimento da linguagem; a filosofia dispõe, através da lógica e da
epistemologia, vários fundamentos e alguns instrumentos de análise de hipóteses da
Ciência Cognitiva; e a inteligência artificial proporciona os modelos de máquinas
reais ou teóricas cujos enfoques são a simulação da mente humana, o seu
funcionamento, com ênfase no pensamento. Na prática a Ciência Cognitiva busca
uma compreensão da mente humana e a sua relação com o cérebro. Além de lançar
mão de um significativo arsenal teórico e empírico, fundamenta-se em várias ciências
da matéria para estudar os fenômenos e propor-lhes explicação e tratamento, isso no
caso das doenças do cérebro e da mente.

Pessoas portadoras de doenças psicossomáticas, segundo Aranha (2010), comportam-


se de formas bem diversas, passando por exemplo:
a) a se queixarem de desequilíbrios físicos sem nenhuma evidência orgânica
constatada por exames;
b) a "simularem" algum tipo de doença a fim de conseguirem algum tipo de
benefício, gratificação ou apoio;
c) a enxergarem a doença como um instrumento de autopunição ou punição do outro;
d) a supervalorizarem, a superestimarem a patologia orgânica com frequentes queixas
neuróticas; e
e) a projetarem no corpo um escudo de defesa, um anteparo aos sentimentos
emocionais dolorosos, ou seja, projetando no corpo as dores da alma; esse processo
seria algo como a "somatização" de conteúdos afetivos.

O Tarô e os distúrbios psicossomáticos

Vale enfatizar, que não se trata de diagnóstico de enfermidades, pois esta prática é
restrita do ponto de vista legal, em nosso ordenamento jurídico e no seio do exercício
das profissões regulamentadas em nosso País, à classe médica, não cabendo, claro, ao
tarólogo efetivar diagnóstico. Em tese, trata-se de uma espécie de "rastreamento de
símbolos", com o intuito de encontrar possíveis indicativos, ou não, de distúrbios
físico-orgânicos e/ou psíquicos durante o processo de análise taromântica, seja ela de
cunho adivinhatório ou terapêutico, com foco em questões de saúde. Nesse processo
é dever ético do tarólogo, aconselhar ao seu cliente, em caso de suspeita de
enfermidade baseada na simbólica dos arcanos, na identificação da possibilidade de
incidência de algum tipo de desequilíbrio orgânico ou psíquico, que ele(a) busque a
intervenção médica ou terapêutica e efetive tratamento.

O naipe de Espadas

No âmbito dos distúrbios psicossomáticos, entre os arcanos maiores e menores, o


naipe de espadas do Tarô é o que significativamente apresenta específicas correlações
e indicativos às específicas enfermidades nessa área. Do ponto de vista esotérico, as
espadas encontram a sua morada e força no plano da mente humana ou plano mental,
correspondendo ao elemento ar, o qual se caracteriza por demonstrar uma energia
yang, masculina, ativa associada, em Astrologia, aos signos de Gêmeos, Libra e
Aquário.
O plano mental é o plano dos pensamentos, das idéias e da inteligência, possuindo
partes concreta, racional, qualificadas pela lógica, dedução e análise, e outra sutil,
caracterizada pela abstração. É a consciência do espírito. É a busca do equilíbrio. O
plano mental é também a morada das ilusões, das vaidades, do orgulho, do egoísmo,
da angústia, do sofrimento e da cisão.

O pensamento é uma energia que alimenta a força mental, a qual conduz a ação e a
transformação, agindo continuamente sobre o meio em que o espírito ou a mente se
encontram mergulhados, ou seja, no corpo físico humano. O naipe de espadas do Tarô
também atua em questões focadas no âmbito da saúde físico-mental, pois retrata e
destaca a luta humana na busca de equilíbrio dos diversos setores de sua vida
mundana.Na série de espadas, por exemplo, do Tarô de Waite-Smith (1857-1942 /
1878-1951), os cenários destacados pelos arcanos menores em suas imagens
simbólicas, de uma forma ampla, transmitem mensagens de conflitos, doenças,
desequilíbrios, dor, lutas, rupturas e despedidas, em meio à busca incessante do ser
humano pelo equilíbrio em suas relações sociais e em seus estados físico e mental,
sempre com fins de autoconhecimento e de evolução nas mais diversas instâncias da
vida terrena, nas quais ele é um elemento agente de sua própria história. Em caso
de consultas ao Tarô através de uma abordagem terapêutica, voltada para análise das
possíveis causas de conflitos e desequilíbrios emocionais, as quais podem resultar em
doenças psicossomáticas, tem-se no naipe de espadas a possibilidade, por meio de um
rastreamento simbólico, de se correlacionar os símbolos e atributos arcânicos aos
possíveis indicativos de ocorrências de distúrbios mentais que impactam
negativamente no corpo físico humano, ou ao contrário, aqueles desequilíbrios da
mente humana a apontar possíveis disfunções físico-orgânicas resultantes de certos
padrões mentais negativos. Nesse âmbito é possível citar o exemplo do Oito de
Espadas, denotando, dependendo do contexto analisado, do método de tiragem e de
outros arcanos, a possível incidência de uma gastrite de cunho emocional ou uma
úlcera, consequentes de algum tipo de restrição, a qual vêm causando, no
cliente/consulente, estresse ou ansiedade ou preocupação com o seu futuro,
desencadeando por assim dizer nos sintomas físicos relacionados a essas patologias.
Como afirma Waite (2004) sobre os presságios do Oito de Espadas: "[...] as
preocupações contínuas podem criar enfermidades." Nesse contexto, é fator crítico
de sucesso para o processo de análise taromântico-terapêutica, o conhecimento prévio
por parte do tarólogo:

1) de parte da contribuição teórica e prática de áreas como a ciência cognitiva,


psicologia, neurociência e terapia psicossomática, dentre outras, no sentido de
entender conceitos fundamentais, os quais poderão permitir uma melhor
compreensão da dinâmica das enfermidades psicossomáticas, no sentido de
correlacioná-las, com segurança, aos arcanos do Tarô e efetivamente orientar os seus
clientes/consulentes na busca por intervenções médico-terapêuticas;
2) da história de vida do cliente/consulente ou de um terceiro (quando se busca
informação sobre a saúde de uma outra pessoa), incluindo as suas realizações e de
seus objetivos futuros;
3) de sua história (ou de um terceiro) enquanto paciente em tratamentos de saúde;
4) das possíveis síndromes, causas e sintomas das doenças psicossomáticas a fim de
correlacioná-las, quando tecnicamente pertinente, aos arcanos do Tarô; e
5) de como estabelecer, em parceria com o cliente/consulente, uma espécie de plano
de orientação e de ação terapêutico, o qual deverá motivá-lo à implementar as
mudanças que ele julgue necessárias e que siga em frente na busca do objetivo de
implementá-las em prol de sua saúde e bem-estar físico e mental.

Quadro de correlações do naipe de Espadas


O quadro a seguir apresenta algumas correlações do naipe de Espadas às doenças
psicossomáticas e somatopsíquicas. As correlações dos arcanos maiores e dos
menores dos demais naipes ao diversos distúrbios de ordem física serão matérias de
próximos artigos. Vale salientar, que esse quadro é sintético (não-completo) e sugere
algumas correlações baseadas na simbólica, nos perfis de personalidade humana
inerentes a cada um dos arcanos e na experiência taromântica.
As indicações estão divididas em dois blocos para cada arcano menor onde estão
destacados: DP = “Distúrbios Psicossomáticos” (doenças causadas por fatores
psicológicos) e DS = “Distúrbios Somatopsíquicos” (doenças em que o fator
corporal ou modifica o estado psíquico ou o fator psicológico).

Rei de Espadas
DP: enxaqueca, avc, lombalgias, hipertensão, insuficiência cardíaca, arritmias,
afonia, obesidade, bulimia, reumatismo, impotência, incontinência urinária
distúrbios geriátricos, alcoolismo.
DS: irritabilidade, transtorno de personalidade, transtorno da ansiedade, neurose,
psicose,
agressividade, crueldade, insegurança, inflexibilidade, impaciência, raiva, ira,
sadismo, autodestruição

Rainha de Espadas
DP: somatização, enxaqueca, avc, lombalgias, hipertensão, insuficiência cardíaca,
arritmias, respiração ofegante, afonia, reumatismo, cólicas pélvicas, dor durante a
relação sexual, alterações menstruais, dismenorréia, esterilidade, frigidez,
incontinência urinária, distúrbios geriátricos, alcoolismo.
DS: irritabilidade, transtorno de personalidade,transtorno da ansiedade, neurose,
psicose, agressividade, crueldade,insegurança, inflexibilidade, impaciência, tpm,
raiva, ira, criticismo, severidade, autodestruição.

Cavaleiro de Espadas
DP: tensões motoras (instabilidade, agitação, nervosismo, tremores etc),
formigamento das mãos ou pés, respiração muito rápidos em repouso, palidez,
tensão, ansiedade, estresse, epilepsia, convulsão, alcoolismo.
DS: irritabilidade, transtorno de personalidade e ansiedade, neurose, psicose,
insegurança, agressividade, crueldade, inflexibilidade, impaciência, impulsividade,
comportamentos frios, reações destrutivas, exaustão, raiva, ira, insensibilidade,
autodestruição, negação, escapismo.

Pajem de Espadas
DP: somatização, tensões motoras, retardo neurocognitivo, epilepsia, convulsão,
hiperatividade mental e física, incontinência urinária, epilepsia, convulsão,
esterilidade.
DS: fobias, inquietude, distúrbios comportamentais, distração, desatenção,
agressividade, confusão mental, dependência, perda da força, desestímulo,
insegurança, atitudes defensiva, hostilidade, baixa autoestima, medos.
Ás de Espadas
DP: tensões, estresse, dor na nuca, enxaqueca, anorexia nervosa, bulimia, início de
problema gatro-digestivo, distúrbio intestinal ou estomacal, gastrite, úlcera, lúpus,
câncer.
DS: confusão ou perturbação mental, nervosismo, alucinação, rigidez, negação,
transtornos afetivos comportamentais, atitudes exageradas, emoções tempestuosas,
explosividade, diminuição da libido, suicídio.
2 de Espadas
DP: tensões nervosas, problemas oftálmicos, cegueira, esofagite, arritmia, distúrbio
urogenital, distúrbio renal, retenção urinária, desminorréia, irregularidades do ciclo
menstrual, hipocondria, tensão muscular.
DS: evitação, insegurança, preocupação em excesso, sedentarismo, emoções e
conflitos reprimidos, identificação com a doença do outro, conversão (achar-se
sentir-se doente).
3 de Espadas
DP: cardiopatias, doenças coronárias, distúrbios cardiovasculares, insuficiência
cardíaca, anormalidades no fluxo sanguíneo, anormalidade nas válvulas do coração,
sopro, dor no peito, infarto do miocárdio, dores em geral, palpitações, diabetes,
dificuldades de cicatrização.
DS: depressão, transtornos afetivos, emoções tempestuosas, raiva, desânimo,
sentimentos de desvalorização, baixa autoestima, revolta, frustração, apatia,
desconfiança.
4 de Espadas
DP: depressão, fadiga, fobia social, comportamento de evitação, claustrofobia,
paralisia, anemia, apneia do sono, impotência sexual.
DS: rigidez, isolamento, afastamento, sentimentos de irrealidade e de estranheza,
tristeza profunda, retraimento, desmotivação, lassidão, sonolência excessiva.
5 de Espadas
DP: hipertensão, alterações da tireóide, bócio, taquicardia, cardiopatias, palpitações,
esgotamento nervoso, transtornos mentais, perturbações mentais, síndrome do
pânico, mania, hiperagitação, disforia, estresse, distúrbios do sistema nervoso, surtos
psicóticos, distúrbios hormonais, irregularidades do ciclo menstrual, dores no corpo,
fraqueza muscular.
DS: alterações emocionais, desordens comportamentais, conflitos existenciais,
lastimeira, escapismo, euforia extrema, agressividade, irritação, violência, mau
humor, raiva, ansiedade, melancolia, pensamentos derrotistas.
6 de Espadas
DP: distúrbios linfáticos, problemas na circulação da linfa, problemas na circulação
sanguinea, labirintite, fobias diversas, afecções cutâneas, doenças de pele.
DS: conflito mental, escapismo, afastamento, distanciamento, insegurança,
dependência.
7 de Espadas
DP: hipertireoidismo, confusão ou perturbação mental, déficit das reservas de
energia, exaustão e esgotamento físico e mental, , estresse, queda de defesa
imunológica, atrofia do baço, problema na estrutura linfática, úlcera, alergia, lesão na
pele.
DS: alteração no humor, ansiedade severa, agitação, fadiga, insônia.
8 de Espadas
DP: asma, tensão nervosa, frio, mãos frias e pegajosas, gastrite, má digestão, azia,
úlcera, cegueira, surdez, arritmia, cefaléia, zumbido, labirintite, vertigem, doença
renal, doença intestinal, paralisia
DS: nervosismo, ansiedade, fobia, síndrome do pânico, exaustão, desgosto,
depressão, falta de energia, fadiga, dependência.
9 de Espadas
DP: depressão extrema, fadiga, paralisia, anemia, apneia do sono, impotência sexual,
fobia social, claustrofobia, síndrome do pânico.
DS: afastamento, comportamento de evitação, inconformismo, medo, desespero,
preocupação excessiva, insônia, melancolia, tristeza profunda, preocupação com a
morte, pensamentos e idéias suicidas.
10 de Espadas
DP: transtorno emocional, ansiedade patológica, transtorno somatoforme ou
somatização, déficit das reservas de energia, dores na nuca, na coluna, na cabeça,
região cervical, lombar, problemas musculares, paralisia, impotência sexual,
infertilidade.
DS: desânimo, desinteresse, apatia, fadiga fácil, tonturas, zumbidos, palpitações,
falta de ar, bolo na garganta, tensão extrema.