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76 DIÁRIO OFICIAL DO ESTADO SÉRIE 3 ANO VIII Nº228 FORTALEZA, 05 DE DEZEMBRO DE 2016

PORTARIA (COAF) Nº46/2016 - O ORDENADOR DE DESPESAS Art.23, todos da Lei nº15.797, de 25 de maio de 2015 (Lei de Promoções
DA POLÍCIA MILITAR DO CEARÁ, no uso da atribuição que lhe dos Militares Estaduais do Ceará), c/c o Art.16, §§1º e 2º do Decreto
confere o artigo 78 combinado com o artigo 120 da Lei nº9.809, de 18 Estadual nº31.804, de 20 de outubro de 2015, e ainda, conforme a
de dezembro de 1973, RESOLVE AUTORIZAR, nos termos do inciso I decisão da Comissão de Promoção de Praças, por meio da Nota nº328/
do artigo 123, da citada Lei, a entrega mediante SUPRIMENTO DE 2016-CPP, publicada no BCG nº172, de 12.09.2016, RESOLVE:
FUNDOS, ao POLICIAL MILITAR, FRANCISCO ROBERTO DE promover à graduação de Subtenente PM, pela modalidade requerida, a
FREITAS, matrícula Nº028.854-1-7, lotado na CBSP DA POLICIA contar de 09 de setembro de 2016, o 1º SGT PM nº10.361 PEDRO
MILITAR DO CEARÁ, a importância de R$800,00 (oitocentos reais), ALVES CAVALCANTE, M.F.: 091.763-1-4. QUARTEL em Fortaleza-
à conta da Dotação classificada na Nota de Empenho nº10489, aplicação CE, 23 de novembro de 2016.
dos recursos a que se refere esta autorização não poderá ultrapassar a 45 Geovani Pinheiro da Silva
(quarenta e cinco) dias, a partir do seu recebimento, devendo a despesa CORONEL COMANDANTE GERAL DA PMCE
ser comprovada 15 (quinze) dias após concluído o prazo da aplicação.
POLÍCIA MILITAR DO CEARÁ, em Fortaleza, 17 de agosto de 2016. *** *** ***
Oscar Barroso Pimentel – Cel QOPM
COORDENADOR ADMINISTRATIVO FINANCEIRO
CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO
Registre-se e publique-se.
DO CEARÁ
*** *** *** PORTARIA Nº239/2016 - CMDO/CBMCE
PORTARIA (COAF) Nº48/2016 - O ORDENADOR DE DESPESAS TRATA-SE DE NORMA TÉCNICA
DA POLÍCIA MILITAR DO CEARÁ, no uso da atribuição que lhe Nº018/2016 QUE ESTABELECE
confere o artigo 78 combinado com o artigo 120 da Lei nº9.809, de 18 MEDIDAS DE ADEQUAÇÃO DE
de dezembro de 1973, RESOLVE AUTORIZAR, nos termos do inciso I EDIFICAÇÕES CONSTRUÍDAS
do artigo 123, da citada Lei, a entrega mediante SUPRIMENTO DE OU REGULARIZADAS ANTES
FUNDOS, ao POLICIAL MILITAR, FREDSON MACIEL LOPES, DA VIGÊNCIA DA LEI ESTA-
matrícula Nº135.380-1-8, lotado na 4º BPM DA POLICIA MILITAR DUAL 13.556/2004 ÀS NORMAS
DO CEARÁ, a importância de R$600,00 (seiscentos reais), à conta da
DE SEGURANÇA CONTRA INCÊN-
Dotação classificada na Nota de Empenho nº12180, aplicação dos
DIO E PÂNICO.
recursos a que se refere esta autorização não poderá ultrapassar a 45
(quarenta e cinco) dias, a partir do seu recebimento, devendo a despesa
ser comprovada 15 (quinze) dias após concluído o prazo da aplicação. 1 OBJETIVO
POLÍCIA MILITAR DO CEARÁ, em Fortaleza, 19 de setembro de 1.1 Estabelecer medidas para as edificações existentes a serem adaptadas
2016. visando atender às condições necessárias de segurança contra incêndio e
Oscar Barroso Pimentel – Cel QOPM pânico, bem como, permitir condições de acesso para as operações do
COORDENADOR ADMINISTRATIVO FINANCEIRO Corpo de Bombeiros Militar, atendendo aos objetivos da Lei 13.556, de
Registre-se e publique-se. 29 de dezembro de 2004, que dispõe sobre a segurança contra incêndio
e pânico em edificações e áreas de risco no Estado do Ceará.
*** *** ***
PORTARIA (COAF) Nº50/2016 - O ORDENADOR DE DESPESAS 2 APLICAÇÃO
DA POLÍCIA MILITAR DO CEARÁ, no uso da atribuição que lhe 2.1 Esta Norma Técnica (NT) aplica-se às edificações comprovadamente
confere o artigo 78 combinado com o artigo 120 da Lei nº9.809, de 18 regularizadas ou construídas anteriormente à vigência da Lei 13.556, de
de dezembro de 1973, RESOLVE AUTORIZAR, nos termos do inciso I 29 de dezembro de 2004, com as seguintes ressalvas:
do artigo 123, da citada Lei, a entrega mediante SUPRIMENTO DE 2.1.1 As edificações regularizadas anteriormente à vigência da Lei
FUNDOS, ao POLICIAL MILITAR, ANTONIO GILBERTO DE 13.556, quando ampliadas ou com mudança de ocupação, devem
SOUZA, matrícula nº136.166-1-2, lotado na 11º BPM DA POLICIA atender integralmente as atuais normas técnicas vigentes, sendo
MILITAR DO CEARÁ, a importância de R$800,00 (oitocentos reais), descabidas as adaptações desta NT, exceto se houver
à conta da Dotação classificada na Nota de Empenho nº12265, aplicação compartimentação entre as áreas existentes e as áreas ampliadas ou
dos recursos a que se refere esta autorização não poderá ultrapassar a 45 com mudança de ocupação. Neste caso, adota-se a legislação vigente
(quarenta e cinco) dias, a partir do seu recebimento, devendo a despesa à época para a área existente e a legislação atual para a área ampliada
ser comprovada 15 (quinze) dias após concluído o prazo da aplicação. ou com mudança de ocupação.
POLÍCIA MILITAR DO CEARÁ, em Fortaleza, 20 de setembro de 2.1.2 Se houver ampliações sucessivas em épocas distintas, considera-se
2016.
como existente a somatória das áreas parciais com comprovada
Oscar Barroso Pimentel – Cel QOPM
existência anterior à vigência da Lei 13.556, de 29 de dezembro de
COORDENADOR ADMINISTRATIVO FINANCEIRO
2004.
Registre-se e publique-se.
2.1.3 Se uma edificação existente for unificada a uma ou mais edificações
adjacentes, estas devem ser consideradas como ampliação de área.
*** *** *** 2.1.4 Se houver mais de uma edificação na mesma propriedade que
PORTARIA Nº169/2016-CPP - O CORONEL COMANDANTE estejam isoladas entre si, considera-se, para efeito de ampliação, a área
GERAL DA POLÍCIA MILITAR DO CEARÁ, no uso das atribuições individual de cada edificação.
legais que lhe confere o Art.12, da Lei nº15.217, de 05 de setembro de
2.2 Para as edificações já regularizadas, sem ampliação de área ou mudança
2012, considerando o disposto no Art.3º, inciso V, §5º, Art.4º e caput do
de ocupação, devem ser aplicadas as exigências básicas do item 6.
Art.23, todos da Lei nº15.797, de 25 de maio de 2015 (Lei de Promoções
dos Militares Estaduais do Ceará), c/c o Art.16, §§1º e 2º do Decreto
Estadual nº31.804, de 20 de outubro de 2015, e ainda, conforme a 3. REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS
decisão da Comissão de Promoção de Praças, por meio da Nota nº326/ Lei 13.556, de 29 de dezembro de 2004.
2016-CPP, publicada no BCG nº172, de 12.09.2016, RESOLVE: Decreto nº20.085, de 10 de janeiro de 2006.
promover à graduação de Subtenente PM, pela modalidade requerida, a Normas Técnicas vigentes.
contar de 09 de setembro de 2016,o 1º SGT PM nº11.875 FRANCISCO
KLERTON DE SOUSA, M.F.:043.641-1-2. QUARTEL em Fortaleza- 4. DEFINIÇÕES E CONCEITOS
CE, 23 de novembro de 2016. Além das definições constantes de NT 002/2008, aplicam-se as definições
Geovani Pinheiro da Silva especificas abaixo:
CORONEL COMANDANTE GERAL DA PMCE 4.1 Para fins desta NT, são consideradas existentes a serem adaptadas as
edificações e áreas de risco construídas ou regularizadas anteriormente à
*** *** *** publicação da Lei 13.556, de 29 de dezembro de 2004, com documentação
PORTARIA Nº170/2016-CPP - O CORONEL COMANDANTE comprobatória.
GERAL DA POLÍCIA MILITAR DO CEARÁ, no uso das atribuições 4.2 Mudança da ocupação ou uso: quando há troca da atividade exercida
legais que lhe confere o Art.12, da Lei nº15.217, de 05 de setembro de no local, considerando as exigências das divisões integrantes das tabelas
2012, considerando o disposto no Art.3º, inciso V, §5º, Art.4º e caput do de exigências da NT 001/2008.
DIÁRIO OFICIAL DO ESTADO SÉRIE 3 ANO VIII Nº228 FORTALEZA, 05 DE DEZEMBRO DE 2016 77

4.3 Ampliação da área construída: qualquer acréscimo na área da 7.1.1.2.1 Essas medidas não devem ser aplicadas às edificações do
edificação em relação àquela regularizada ou construída anteriormente. Grupo F.
4.4 Aumento na altura da edificação: qualquer acréscimo de áreas, acima 7.1.1.3 Escada com degraus em leque: caso a escada possua degraus em
do último pavimento anteriormente aprovado por ocupações que devam leque, devem ser adotadas as seguintes exigências:
ser computadas conforme preconiza a lei de segurança contra incêndio a. capacidade da unidade de passagem (C) deve ser reduzida em 30% do
e pânico. valor previsto na NT 005/2008.
b. previsão de piso ou fita antiderrapante;
5. PROCEDIMENTOS c. previsão de faixas de sinalização refletivas no rodapé das paredes do
5.1 As medidas da segurança a serem exigidas para as edificações existentes hall e junto ás laterais dos degraus.
devem ser analisadas, adaptadas e dimensionadas atendendo à sequência d. locar iluminação de emergência.
a seguir: 7.1.1.3.1 Essas medidas não devem ser aplicadas às edificações do
5.1.1 Classificação da edificação conforme a época de existência e a Grupo F.
vigência do respectivo Regulamento de Segurança Contra Incêndio e 7.1.1.4 Tipos de escada: para fins de adaptação das escadas de segurança
Pânico. das edificações, devem ser consideradas as exigências contidas na NT
5.1.2 Verificação das condições de aplicação estabelecidas no item 2. 005/2008 em relação à escada existente na edificação, conforme os
5.1.3 Aplicação do fluxograma constante no Anexo “A” que estabelece casos abaixo.
as medidas de segurança contra incêndio; 7.1.1.4.1 Adaptação de escada não enclausurada (NE) para escada
5.1.4 As exigências básicas e adaptações previstas no fluxograma devem enclausurada protegida (EP) pode ser adotada uma das seguintes opções:
atender aos critérios estabelecidos nesta Norma Técnica; 7.1.1.4.1.1 Primeira opção
5.1.5 No fluxograma, a referência de mudança de exigência é balizada a. enclausurar com portas corta-fogo tipo P-60 o hall de acesso à escada
pela Lei Estadual nº13.556/04 em comparação às exigências da legislação em relação aos demais ambientes.
vigente à época de construção ou regularização da edificação. b. prever sistema de detecção de fumaça em todo hall (exceto residencial).
c. prever anualmente treinamento dos ocupantes para o abandono da
6. EXIGÊNCIAS BÁSICAS edificação, a ser comprovado através de termo de responsabilidade do
6.1 As edificações existentes devem atender às exigências da legislação administrador e/ou responsável pela edificação com registro fotográfico
vigente à época da construção ou regularização e, no mínimo, possuírem do exercício;
as medidas de segurança consideradas básicas. d. prever faixas de sinalização refletivas no rodapé das paredes do hall e
6.2 As medidas de segurança contra incêndios consideradas como junto às laterais dos degraus.
exigências básicas nas edificações com área superior a 750 m² ou mais de e. prever exaustão no topo da escada, com área mínima de 1,00 m²,
dois pavimentos, independente da data de construção e da regularização, podendo ser: cruzada, por exaustores eólicos ou mecânicos.
são: 7.1.1.4.1.2 Segunda opção:
a. extintores de incêndio; a. enclausurar com portas resistentes ao fogo PRF P-30 as portas das
b. iluminação de emergência; unidades autônomas que tem acesso ao hall ou corredor de circulação,
c. saídas de emergência; que por sua vez, acessa a escada.
d. sinalização de emergência; b. prever sistema de detectores de fumaça em toda a edificação (exceto
e. alarme de incêndio; residencial).
f. brigada de incêndio, exceto para a classificação A-2; c. prever anualmente treinamento dos ocupantes para o abandono da
g. hidrantes; edificação, a ser comprovado através de termo de responsabilidade do
h. SPDA; administrador e/ou responsável pela edificação com registro fotográfico
i. Instalações elétricas em conformidade com a NT 019/2016 do CBMCE; do exercício;
j. selagem de shafts e dutos de instalações. d. prever faixas de sinalização refletivas no rodapé das paredes do hall e
k. ponto de ancoragem, quando aplicável; junto ás laterais dos degraus.
l. central de glp, quando aplicável; e. prever exaustão no topo da escada, com área mínima de 1,00 m²,
6.2.1 As medidas consideradas básicas neste item somente serão exigidas podendo ser: cruzadas, por exaustores eólicos ou mecânicos.
nas edificações existentes quando previstas pelo na NT-01. 7.1.1.4.1.3 caso haja ventilação (janela) na escada, em todos os
6.2.2 As medidas de segurança contra incêndios e pânico consideradas pavimentos, não é necessária a exaustão no topo da escada. Neste caso,
como exigências básicas nas edificações com área menor ou igual a a área efetiva mínima de ventilação pode ser de 0,50 m².
750,00 m² e até dois pavimentos, independente da data de construção e 7.1.1.4.2 Adaptação de escada não enclausurada (NE) para escada à
da regularização, são: prova de fumaça (PF): quando não for possível prever escada à prova de
a. extintores de incêndio; fumaça (PF), com antecâmara e dutos de ventilação ou com
b. iluminação de emergência; pressurização da escada, conforme NT 005/2008, devem ser previstas
c. saída de emergência; as seguintes regras de adaptação:
d. sinalização de emergência; a. enclausurar com porta corta-fogo tipo P-90 o hall de acesso à escada
e. Instalações elétricas em conformidade com a NT 019/2016 do CBMCE; em relação aos demais ambientes;
f. central de glp, quando aplicável. b. prever sistema de detecção de fumaça em toda a edificação; no caso de
6.3 As medidas de segurança contra incêndio podem ser adaptadas edificações residenciais, somente nas áreas comuns.
conforme estabelecido nesta NT e, quando não contempladas, devem c. prever anualmente treinamento dos ocupantes para o abandono da
atender às respectivas normas técnicas vigentes. edificação, a ser comprovado através de termo de responsabilidade do
administrador e/ou responsável pela edificação com registro fotográfico
7. ADAPTAÇÕES do exercício;
7.1 Saídas de emergência d. prever faixas de sinalização refletivas no rodapé das paredes do hall e
7.1.1 Escadas de Segurança junto ás laterais dos degraus.
7.1.1.1 Número de Escadas e. prever ventilação na escada, em todos os pavimentos, com área
O número de escadas depende do dimensionamento das saídas pelo cálculo efetiva mínima de 0,50m².
da população e distâncias máximas a serem percorridas. 7.1.1.4.2.1 Caso não haja ventilação (janela) na escada, em todos os
7.1.1.2 Largura da escada: caso a largura da escada não atenda à NT 005/ pavimentos, é necessária a exaustão no topo da escada. Neste caso, a
2008, devem ser adotadas as seguintes exigências: área mínima pode ser de 1,00m²:
a. a lotação a ser considerada no pavimento limita-se ao resultado do cruzada, por exaustores eólicos ou mecânicos.
cálculo em função da largura da escada; 7.1.1.4.3 Adaptação de escada enclausurada protegida (EP) para escada
b. previsão de piso ou fita antiderrapante; à prova de fumaça (PF): quando não for possível prever escada à prova
c. previsão de faixas de sinalização refletivas no rodapé das paredes do de fumaça (PF), com antecâmara e dutos de ventilação ou escada
hall e junto ás laterais dos degraus; pressurizada, conforme NT 005/2008, devem ser prevista as seguintes
d. locar iluminação de emergência. regras de adaptação:
78 DIÁRIO OFICIAL DO ESTADO SÉRIE 3 ANO VIII Nº228 FORTALEZA, 05 DE DEZEMBRO DE 2016

a. prever sistema de detecção de incêndio em toda a edificação. 7.1.2.2.4 Se a edificação possuir sistema de controle de fumaça e detecção
b. prever anualmente, treinamento dos ocupantes para o abandono da de incêndio, a distância máxima a ser percorrida pode ser acrescida em
edificação. 80% do valor de referência da NT 005/2008.
c. prever faixas de sinalização no rodapé das paredes do hall e junto às 7.1.2.3 As áreas ampliadas (novas) devem atender à distância máxima
laterais dos degraus. percorrida estabelecida na NT 005/2008.
7.1.1.5 Prescrições diversas pra as escadas de segurança das edificações 7.1.2.4 Os parâmetros de saídas de emergência, escadas de segurança e
existentes distâncias máximas a serem percorridas, não abordadas nesta NT, devem
7.1.1.5.1 Na instalação de PCF na caixa de escada, pode ser aceita a atender ao contido na NT 005/2008.
interferência no raio de passagem da escada, devendo manter pelo menos 7.1.3 Dimensionamento de lotação e saídas de emergência em centros
1 m de passagem livre e devidamente sinalizada no piso à proteção da esportivos e de exibição
abertura da porta.
Devem ser adaptadas conforme prescritas para recintos existentes
7.1.1.5.2 As edificações que necessitam de mais de uma escada, em
previstos na NT 003/2011.
função do dimensionamento da lotação ou do percurso máximo, devem
7.1.4 Lotação e saídas de emergência
ter, pelo menos, metade das saídas atendidas por escadas, conforme esta
7.1.4.1 Para as edificações do grupo F, exceto F-7 e F-11, será aceito o
NT, podendo as demais serem substituídas por interligação entre blocos
no mesmo lote ou entre edificações vizinhas, por meio de passarela e/ou cálculo populacional e o número de saídas de emergência conforme
passadiço protegido. Alternativamente, pode-se implantar na edificação aprovação da época, desde que não haja aumento de área ou altura.
a escada externa, conforme NT 005/2008. 7.2 Sistema de hidrantes:
7.1.4.2.1 As passarelas e/ou passadiços protegidos devem ter largura 7.2.1 As edificações existentes devem possuir o sistema de hidrantes em
mínima de 1,20 m, paredes resistentes ao fogo TRF 2 horas e acessos conformidade com a legislação vigente à época de construção, salvo as
através de PCF P-90. Neste caso, além dos componentes básicos dos exigências dispostas no item 7.5.2.
sistemas de segurança contra incêndio, a edificação deve possuir sistema 7.2.2 Para as edificações construídas anteriormente à Lei 13.556, de 29
de detecção de incêndio. de dezembro de 2004, adotam-se os seguintes parâmetros para o sistema
7.1.1.5.2.1 Nas passarelas, as portas que se comunicam com o edifício de hidrantes.
vizinho não podem permanecer trancadas em nenhum momento, devendo 7.2.2.1 Pressão mínima no hidrante mais desfavorável de 6 mca para
ser feito ainda um termo de responsabilidade entre as duas edificações, edificações residenciais com reservatório elevado, e 15 mca para os
assinados pelos proprietários, no qual se obrigam a manter as PCF P-90 demais, considerando o cálculo de 2 hidrantes simultâneos.
permanentemente destrancadas ou dotadas de barra anti pânico. Deve 7.2.2.2 Admite-se que as mangueiras possuam até 15 m de comprimento,
ainda haver sinalização em todos os pavimentos e elevadores, indicando com diâmetro mínimo DN40 (38 mm) e esguicho de 13 mm para risco
as saídas de emergência do edifício para o prédio vizinho. de classe A e 16 mm para os riscos de classes B e C, conforme classificação
7.1.1.5.3 No caso de pressurização de escada, deve-se adotar o prescrito de riscos á época (tarifa de seguro incêndio do Instituto de Resseguros do
na NT 005/2008, e adequar-se de acordo com a disponibilidade técnica Brasil).
da edificação, mas mantendo os princípios de pressurização, conforme 7.2.2.3 Os hidrantes externos podem dar cobertura com 60 m de
a respectiva NT, podendo a captação de ar do sistema de pressurização mangueiras.
estar afastada da fachada, e a casa de motoventiladores a ser instalada na 7.2.2.4 O raio de proteção dos hidrantes permanece o mesmo definido
cobertura da edificação, desde que comprovada a sua impossibilidade
na NT 006/2008.
técnica no térreo da edificação.
7.2.2.5 A prumada de incêndio pode ser mantida no interior das escadas
7.1.1.5.4 No caso de exigências de duas ou mais escadas de emergência,
existentes desde que seja prevista uma tomada de água para cada
a distância mínima de 10 m do trajeto entre as suas portas de acesso
pavimento e que os abrigos de mangueiras sejam dispostos em cada
pode ser desconsiderada, caso as escadas já estejam construídas.
7.1.1.5.4.1 No caso das edificações com ocupação residencial (somente pavimento a uma distância máxima de 5 m dos acessos às caixas de
divisão A-2), anteriores à lei 10.973, de 10 de dezembro de 1984, com escada.
área máxima de 600 m² por pavimento, admite-se escada tipo NE, nos 7.2.2.6 Podem ser aceitos 50% do volume dos reservatórios de água de
moldes das exigências da época de construção da edificação. consumo no cômputo do volume da reserva técnica de incêndio.
7.1.1.5.5 As condições de ventilação da escada de segurança e da 7.2.2.7 Os reservatórios conjugados permanecem vedados conforme
antecâmara (EP e PF) podem ser mantidas conforme as aprovações da NT 006/2008.
legislação vigente à época. 7.2.2.8 No caso de haver hidrante urbano a uma distância máxima de
7.1.1.5.6 Quando a rota de fuga do subsolo for exclusivamente pela 150 m de qualquer acesso da edificação, o volume de reserva de incêndio
rampa de acesso de veículos por não existir escada, deve possuir no pode ser reduzido em 25%.
mínimo corrimão em um dos lados, independente da inclinação da mesma, 7.2.2.9 Os requisitos de instalações das bombas de incêndio e os não
devendo ser sinalizada a rota de circulação de pessoas. abordados nesta NT devem atender aos critérios estabelecidos na NT
7.1.2 Rota de fuga – distâncias máximas a serem percorridas 006/2008.
7.1.2.1 As áreas das edificações existentes anteriores à vigência da lei 7.2.2.10 Será permitida a utilização de água de consumo nos reservatório
13.556, de 29 de dezembro de 2004, com PSIP aprovado, podem ter a elevados, desde que constituam um volume mínimo de 6.000 litros, para
distância máxima a ser percorrida aumentada, conforme segue: as ocupações residenciais anteriores a 1984.
7.1.2.1.1 Se a edificação possuir sistema de chuveiros automáticos, a 7.2.2.11 Será vedada a tubulação de 2” em FG para edificações existentes.
distância máxima a ser percorrida pode aumentar em 100% do valor de 7.2.2.12 O sistema de hidrantes será aceito no interior do corpo da
referência, prevista na NT 005/2008. escada quando esta estiver sendo adaptada conforme esta NT.
7.1.2.1.2 Se a edificação possuir sistema de detecção de incêndio, a 7.3 Compartimentação horizontal e vertical
distancia máxima a ser percorrida pode aumentar em 75% do valor de 7.3.1 As regras de adaptação para compartimentação não se aplicam às
referência, prevista na NT 005/2008.
ocupações destinadas ao grupo F (locais de reunião de público) e ao
7.1.2.1.3 O aumento da distância máxima a ser percorrida, previsto nos
grupo M (especiais) devendo, nestes casos, serem adotadas as regras da
itens 7.2.1.1 e 7.2.1.2, pode ser acumulativo (175% do valor de referência
NT 013/2008.
da NT 005/2008).
7.3.2 As regras de adaptação para compartimentação não se aplicam
7.1.2.1.4 Se a edificação possuir sistema de controle de fumaça e detecção
de incêndio, a distancia máxima a ser percorrida pode ser acrescida em aos casos de mudança de ocupação, devendo, nestes casos, serem adotadas
175% do valor de referência da NT 005/2008. as exigências da NT 013/2008.
7.1.2.2 As áreas das edificações existentes anteriores à vigência da Lei 7.3.3 Quando houver ampliação de área podem ser adotadas as seguintes
13.556, de 29 de dezembro de 2004, sem PSIP aprovado, podem ter a regras:
distância máxima a ser percorrida aumentada, conforme se que: 7.3.3.1 Para ampliações de até 10% de área total da edificação, limitadas
7.1.2.2.1 Se a edificação possuir sistema de chuveiros automáticos, a a 1.000 m², podem ser mantidas as condições de compartimentação da
distância máxima a ser percorrida pode aumentar em 50% do previsto edificação existente sem ampliação.
na NT 005/2008. 7.3.3.2 Para ampliações de áreas compreendidas por docas que tenham,
7.1.2.2.2 Se a edificação possuir sistema detecção de incêndio, a distância no máximo, 6 m de largura e que não sejam utilizadas como depósitos,
máxima a ser percorrida pode aumentar em 30% do previsto em NT podem ser mantidas as condições de compartimentação da edificação
005/2008. existente sem ampliação.
7.1.2.2.3 O aumento da distância máxima a ser percorrida previsto nos 7.3.3.3 Se a área existente for compartimentada em relação à ampliação,
itens 7.2.2.1 e 7.2.2.2 pode ser cumulativo (80% do valor de referência deve-se atender aos critérios de aprovação da época para a área existente,
da NT 005/2008); e aos critérios da NT 013/2008 para a área ampliada.
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7.3.4 Quando houver aumento de altura da edificação, podem ser adotadas ANEXO A
as seguintes regras:
7.3.4.1 Se não ultrapassar dois pavimentos de altura, podem ser Fluxograma de adaptação para edificações existentes
mantidas as condições de compartimentação da edificação existente,
se as ampliações forem até 10% da área total da edificação, limitadas
a 1.000 m²;
7.3.4.2 Se ultrapassar os dois pavimentos de altura, a ampliação fica
limitada a um pavimento, e podem ser mantidas as condições de
compartimentação da edificação existente, se as ampliações forem até
10% da área total da edificação, limitadas a 1.000m².
7.3.5 Os subsolos das edificações devem ser compartimentados em relação
ao pavimento térreo.
7.3.6 A compartimentação pode ser substituída por sistemas ativos de
proteção (chuveiros automáticos, detecção de fumaça, controle de
fumaça) conforme NT específica. Nestes casos, tais sistemas podem ser
dimensionados conforme os parâmetros desta NT.
7.4 Sistema de chuveiros automáticos:
7.4.1 Nas edificações existentes sem aumento de altura ou sem mudança
de ocupação, adota-se a legislação vigente á época. Para os demais casos
adota-se a legislação atual.
7.5 Sistema de detecção e alarme de incêndio
7.5.1 Nas edificações existentes sem aumento de área ou altura, ou sem
mudança de ocupação, adota-se a legislação atual.
7.5.2 Nas edificações existentes com aumento de área ou altura, se
houver compartimentação entre a área ampliada e a área existente, o
sistema deve ser instalado na área ampliada, de acordo com a NT 012/
2008. Na área existente, adota-se a legislação atual.
7.5.3 Nas edificações existentes com aumento de área ou altura, se não
houver compartimentação entre a área ampliada e a área existente, o
sistema deve ser projetado de acordo com a NT 012/2008.
7.5.4 Nas edificações existentes com mudança de ocupação, o sistema
deve ser projetado de acordo com a NT 012/2008.
7.5.5 É admitida a substituição do sistema de alarme pelo sistema de
interfones para edificações residenciais independentemente de sua altura,
desde que comprovada a existência anterior à Lei 10.973, de 10 de
dezembro de 1984.
7.6 Sistema de controle de fumaça:
7.6.1 As regras de controle de fumaça podem ser aplicadas quando da
exigência desta medida, ou em substituição à compartimentação vertical,
nos casos permitidos pela legislação em vigor.
7.6.2 Nas edificações existentes com ampliação de área ou altura,
anteriores à vigência da Lei 13.556, de 29 de dezembro de 2004, caso *** *** ***
haja compartimentação entre a área ampliada e a área existente, o
sistema deve ser instalado apenas na área ampliada. PERÍCIA FORENSE DO CEARÁ
7.6.3 Nas edificações existentes com ampliação de área ou altura,
anteriores à vigência da Lei 13.556, de 29 de dezembro de 2004, caso EXTRATO DE ADITIVO AO CONTRATO
não haja compartimentação entre a área ampliada e a área existente: Nº2015_001_2108/2016
7.6.3.1 O sistema deve ser instalado na área ampliada, conforme I - ESPÉCIE: SEGUNDO TERMO ADITIVO; II - CONTRATANTE:
parâmetros de NT especifica. PERÍCIA FORENSE DO ESTADO DO CEARÁ - PEFOCE; III -
7.6.3.2 Devem ser instaladas barreiras de fumaça em todas as interligações ENDEREÇO: Av. Presidente Castelo Branco, 901 – Moura Brasil, CEP.:
da área ampliada com a área existente. 60010-000 – Fortaleza - CE; IV - CONTRATADA: CRIART SERV.
7.6.3.3 Deve haver insuflamento de ar nas áreas existentes, próximo ás DE TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO DE OBRA LTDA; V - ENDEREÇO:
interligações, de forma a se colocar estes ambientes em pressão positiva, Rua Tibúrcio Cavalcante, nº2850, Dionísio Torres – Fortaleza/CE, CEP
a fim de evitar a migração de fumaça. 60.125-101; VI - FUNDAMENTAÇÃO LEGAL: Cláusula Quinta item
7.6.4 As edificações existentes com mudança de ocupação, acarretando 5.2 do referido contrato, o Decreto nº2.271/97 – art.- 5º e art.65, Inc.
a exigência de sistema de controle de fumaça, devem prever o sistema II alínea “d” da Lei Federal nº8.666/93; VII- FORO: FORTALEZA - CE;
conforme os parâmetros de NT especifica. VIII - OBJETO: o realinhamento dos valores em relação ao objeto
7.6.4.1 Caso não seja possível, por razões arquitetônicas, a distribuição do Contrato Administrativo nº2015_001_2108, conforme reajuste/
de dutos e grelhas conforme parâmetros da NT especifica, deve-se 2015 do Sindicato dos Estabelecimento de Serviços de Saúde Estceara e
apresentar proposta alternativa com aumento da capacidade de vazão e reajuste 2015/2016 do Sindicato Trabalhadores Trasportes Rodovi
pressão do exaustor, podendo a velocidade máxima nos dutos de exaustão Estado Ceará.; IX - VALOR GLOBAL: 6.392.913,84 (seis milhões,
ser de 20 m/s. trezentos e noventa e dois mil, novecentos e treze reais e oitenta e
quatro centavo); X - DA VIGÊNCIA: retroativo a 16 de setembro de
8 PRESCRIÇÕES DIVERSAS: 2015.; XI - DA RATIFICAÇÃO: Permanecem inalteradas as demais
8.1 Os parâmetros de adaptação estabelecidos nesta NT, quando não cláusulas; XII - DATA: 30/11/2016; XIII - SIGNATÁRIOS: Ricardo
especificados, referenciam-se à Lei 13.556, de 29 de dezembro de 2004, Antonio Macêdo Lima - Perito Geral Adjunto Lúcia Maria Simões Pereira
sua regulamentação e normas técnicas vigentes. - Sócia Administradora.
8.2 Além desta NT, as edificações históricas devem ainda ser submetidas Taciane Vizzotto Nogueira
à análise da Câmara Técnica do Corpo de Bombeiro Militar. COORDENADORA DE PLANEJAMENTO E GESTÃO
8.3 Além dos requisitos constantes desta Norma, o Corpo de Bombeiros
militar do Estado do Ceará, poderá determinar outras medidas que, a seu *** *** ***
critério, julgar convenientes à segurança contra incêndios, quando se EXTRATO DE ADITIVO AO CONTRATO
tratar de casos especiais de edificações residenciais multifamiliares, Nº2015_002_2909/2016
comerciais e escritórios, devendo a mesma ser analisada pela Câmara I - ESPÉCIE: SEGUNDO TERMO ADITIVO AO CONTRATO
Técnica. Nº2015_002_2909; II - CONTRATANTE: PERÍCIA FORENSE DO
Fortaleza, 24 de novembro de 2016. ESTADO DO CEARÁ; III - ENDEREÇO: Av. Pres. Castelo Branco,
Heraldo Maia Pacheco – CelCG BM nº901. Bairro Moura Brasil. CEP.: 60.010-000 - Fortaleza, Ceará; IV -
CORONEL COMANDANTE–GERAL DO CBMCE CONTRATADA: MULTISERV SERVIÇOS EXECUTIVOS LTDA; V