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CLÍNICA ODONTOLÓGICA INTEGRADA

2017
TERAPÊUTICA MEDICAMENTOSA
Sedação consciente – BEZODIAZEPÍNICOS
Indicação: Precauções Posologia
Ansiedade aguda não controlada. Insuficiência respiratória, bronquite crônica Midazolam 15mg (7,5mg é mais seguro) – 30 min antes
Taquicardia Insuficiência hepática ou renal (efeito 1-3hs)
Intervenções invasivas Gravidez e lactação, mulher no período fértil (interaje c/contraceptivos) Alprazolam(Frontal) – 45-60 min antes
 Drenagem de abscesso Insuficiência cardíaca congestiva Diazepam 5-10mg (Valium) – 60 min antes (3 dias de
 Exodontia complexas Pac que faz uso de fármacos que deprimem o SNC efeito)
 Cir. periradiculares  Anti histamínicos, Analgésicos de ação central, Lorazepam – 2 h antes (efeito 2-3hs)

Jasiel Oliveira – Uninove 2017


 Cir. implantodônticas Antidepressivos, Barbitúricos (hipnóticos) Clonazapam(Rivrotril) – 1 hora antes
Doenças cardiovascular Causa dependência Uso interno
Asma brônquica Não ingerir bebidas alcólicas; cuidado com a interação com antimicótico, MIDAZOLAM 7,5mg (DURMONID)______ 1 comprimido
Convulsões controladas e antibióticos macrolideos (claritromicina/eritromicina) Tomar por via oral 1 comprimido, em dose única, 30
Após trauma Contraindicação minutos antes do procedimento.
Hipertensos Gestantes 1º e 3º trimestre Obs.: PAC não pode dirigir, nem operar máquina e deve
Diabéticos Insuficiência respiratória grave vir acompanhado ao consultório.
Apneia do sono Efeito de curta duração, dá muito sono, hiponótico
Efeito colateral Dependentes de drogas do SNC (ex.: Etilistas) Prescrição
Sonolência Portadores de glaucoma de ângulo estreito Uso interno (Idosos)
Depressão respiratória Portadores de miastenia grave LORAZEPAM 1mg (LORAX)__________ 1 comprimido
 Usar metade na dose inicial Crianças com comprometimento físico ou mental severo Tomar por via oral 1 comprimido, em dose única, 2 horas
Amnésia retrograda História de hipersensibilidade aos benzodiazepínicos antes do procedimento.
Diminui o fluxo salivar Glaucoma ou miasatenia. Obs.: PAC não pode dirigir, nem operar máquina e deve
Relaxamento da musculatura Opção fitoterápica: Valeriana officinalis 50mg (200mg antes do atendim) vir acompanhado ao consultório
Receita azul controlada Recomendação: Oferecer o medidamento na clínica, para evitar que o Não recomendado para criança.
paciente se torne dependente. Efeito de ação intermediária
TABELA DE ANESTÉSICOS
Dose
Anestésico Vasocontritor Conc Tempo Anestésico max.
Tempo de DMR
Infiltrativa Bloqueio Latência Mg Absoluto Risco Indicação
Sem Mais apropriada para
Sem Vaso 3% 5 - 10 min indicação 2 -3 min 4,4 300mg gestantes.
Lidocaína
Adrenalina 1:50.000 2% 40-60 min 120-150 min 2 -3 min 4,4 300mg
Adrenalina 1:100.000 2% 40-60 min 120-150 min 2 -3 min 4,4 300mg Risco B – Gestantes
Sem Vaso 3% 20 min 40 min 1,5 -2 min 4,4 300mg
Adrenalina 1:50.000 2% 40-60 min 120-150 min 1,5 -2 min 4,4 300mg Sem vaso é a 2° opção depois
Mepivacaína da lidocaína. Sem vaso para
Adrenalina 1:100.000 2% 40-60 min 120-150 min 1,5 -2 min 4,4 300mg RISCO C - Gestantes/Problemas anêmicos. Menos
Adrenalina 1:200.000 2% 40-60 min 120-150 min 1,5 -2 min 4,4 300mg Hepático no feto/ Etílicos vasodiladora.
Asmático / Usuários de drogas
Contrai útero (gestante)/ Aumenta ilícitas/ Pac não compensado /
Prilocaína
Feliprissina 0,03 Metehemoglobina/hipóxia/anêmicos. urgência na clinica / alérgicos a
UI/ml 3% >30min >60 min 2 - 4 min 6 mg 400mg Usuário paracetamol sulfito/Diabéticos
100-150
Adrenalina 1:100.000 4% min 5h - 6h 2 - 3 min 7 mg 500mg Pac. Alerg. Éteres, enxofre e aumenta
Articaína
100-150 metahemoglobina. Não usar em
Adrenalina 1:200.000 4% min 5h - 6h 2 - 3 min 7 mg 500mg grávidas. Parestesia. Adut/idoso/ Pac Disf. Hepática
Bupivacaína Adrenalina 1:200.000 0,5% 4h 12h 6 - 10 min 1,3 90mg Crianças, def. mental Cirur. Longa
Noradrenalina = CÁLCULO DE TUBETES
Adrenalina = Epinefrina 1:100.000 (padrão) Norapenifrina DMR x peso : Concentração (%) x 10 = X tubetes
Contra-indicações Contra-indicações 1,8
Aumenta o risco de necrose
1.Hipertensos Grau II em áreas pouco vascularidas, DOSE MÁXIMA ABSOLUTA: 90mg
2. Hist. Infar Agudo miocárdio exemplo no palato. PESO MÁXIMO 70kg
3. Período < 6 após AVE Fenilefrina
4. Cirur. Recente ponte Artéria Contra-indicações Reduzir a dose: Paciente com insuficiência hepática, Hepatite A,B,C,D,E, Gestantes,
Coronária/Stents Muito concentrada Insuficiência cardíaca-congestiva, doença cardíaca isquêmica, arritimias cardíacas.

5. Angina no peito instável Levonordefrina = corbadrina


Grau 1: PA > 14/90 - Até 2 Tubetes de Adrenalina 1:100.000 ou 5 tubetes de Feliprissina. Ex.
6. Certos tipos de arritmias 2º Opção à adrenalina Pac Hipertenso, aplicou 2 desses, ainda não deu, pode usar felipresina (máximo 3 tubetes),
7.Insuf. Cardíaca não tratada ou não controlada Feliprissina (ñ adrenérgico) podendo misturar. Não tem? Usar Mepivacaína sem vaso. Sempre que for hipertenso, usar
8. Hipertireodismo não controlado 1:200.000 é melhor.
9. História de alergia a sulfitos (asmáticos) Contra-indicações
10. Usuários contínuos de anfetaminas Gestantes. Risco de contração Grau 2: PA>16:10 Não atender, encaminhar ao Médico.
11. Feocromocitoma do útero, por causa do Sal
12. Usuários de drogas ilícitas anestésico
Asmático: Não usar Adrenérgico por causa do Antioxidante Metabissufito
ANALGÉSICOS DE AÇÃO PERIFÉRICA
Indicações Uso interno Uso interno
Procedimentos pouco invasivos - Se houver dor DIPIRONA MONOIDRATADA 500mg ______________ 12 PARACETAMOL 500mg ______________ 12 comprimidos
 Pouco invasivo comprimidos. Tomar por via oral 1 comprimido de 6 em 6 Tomar por via oral 1 comprimido de 6 em 6 horas,
 Exodontia simples horas, durante 3 dias, se houver dor. durante 3 dias, se houver dor.
 Cirurgia tecido mole Atua em dor instalada.
 Sensibilidades Contra indicação: Contra indicação:
 Raspagem sub Pac. imuno deprimidos, Debilitados, Alérgicos a deriva- PAC com qualquer distúrbio hepático ; pode causar danos
Procedimento complexos – Tem dor dos da pirazolona e metabisufito de sódio (asmáticos). ao fígado; Evitar Paracetamol + álcool, Pac que fazem uso
 3° molar da varfarina sódica.
 Cirurg. Periodontal Vantagens:
 Implantes Evitar em: Seguro em gestantes e lactantes, diabético. Usar em pac
Dose PREEMPTIVA, não interfere no EDEMA Pac fazendo quimioterapia, 3 meses iniciais da gestação e imunodeprimidos e anêmicos. Obs.: Não ultrapassar 4mg
nas últimas 6 semanas, História de anemia, leucopenia por dia.
Seguro: em diabéticos (2° opção)
Pico de Dor – 6hs e término em 24hs 1° opção para diabéticos (PARA PROVA)
Pico de Edema – 36hs e término em 48-72hs
ANTI-INFLAMATÓRIOS
AAS (Ácido acetilsalicílico - Aspirina) 40-100mg inibidor de agregação plaquetária. No uso de 500-650mg torna-se antitérmico e analgésico. 4-5g possui ação Anti-inflamatória.
DOSE PREVENTIVA – em procedimento moderados – severos; (ao final do procedimento). Controla dor instalada. Evitar em pac com problemas hepáticos
AINEs – Não seletivo COX1/COX2 AINEs – parcialmente seletivo AINEs – Seletivo COX2 Corticoide
COX1/COX2
Uso interno Uso interno Uso interno Uso interno
DICLOFENACO SÓDICO 50mg ___ ( 9 ) NIMEZULIDA 100mg _________ ( 6 ) CELECOXIBE 200mg __________ ( 3 ) DEXAMETAZONA 4mg __________ 2
comprimidos. Tomar por via oral 1 comprimidos. Tomar por via oral 1 comprimidos. Tomar por via oral 1 comprimidos. Tomar por via oral 2
comprimido de 8 em 8 horas, durante 3 comprimido de 12 em 12 horas, durante comprimido de 24 em 24 horas, durante comprimidos 1 hora antes do proce-
dias, se houver dor. 3 dias. 3 dias. dimento em dose única.
Obs.: pode se estender por + 1 ou 2 dias

Jasiel Oliveira – Uninove 2017


Uso interno Uso interno Uso interno (2mg de 8/8hs)
IBUPROFENO 600mg _________ ( 9 ) MELOXICAM 15mg _________ ( 3 ) ETORICOXIBE 60mg __________ ( 3 )
comprimidos. Tomar por via oral 1 comprimidos. Tomar por via oral 1 comprimidos. Tomar por via oral 1 Uso seguro em gestantes e lactantes,
comprimido de 8 em 8 horas, durante 3 comprimido de 24 em 24 horas, durante comprimido de 24 em 24 horas, durante hipertensos, diabéticos, nefropatas, com
dias. 3 dias. 3 dias. a doença controlada. Não interfere na
Obs. 200mg é apenas analgésico Risco para grávidas Medicamentos com receita de 2 vias hemostasia, sem efeitos adversos
Exclusivo para PAC com risco de sangra- significativos. Usar no período da manhã
Contra indicação: mento gastro-intestinal, mas sem risco em cirurgias em homens.
Úlcera gástrica ou intestinal, úlcera simultâneo de doença cardiovascular.
péptica, hipertensão arterial, doença Risco para grávidas. Contra indicações:
renal. Alérgicos a AINEs e AAS. Contra indicada para PAC q faz uso Portadores de doenças fúngicas sistêmica,
Risco para grávidas contínuo de antiagregantes plaquetários, herpes simples ocular, doenças psicóticas,
Outros: CETOPROFENO, CETOROLACO e PAC com história ou risco de infarto tuberculose ativa, ou alergia aos fármacos
TENOXICAM (AVE), trombose, em especial os idosos. desse grupo.
ANTISSÉPTICOS
Digluconato de Clorexidina (PERIOGARD) 0,12% - Uso diário 12/12h max 14dias 0,2% Pré-cirurgico Intra oral 2,0% perioral – Aquosa (não usar em boca)/degermante (mãos e braço)
Não usar junto com pasta de dentes, pois a Clorexidina inativa sua ação (intervalo min >30min - 2h é ideial)
ANTIBIÓTICO TERAPIA
1ª opção 2ª opção 3ª opção 4ª opção
Uso interno – 2 vias Uso interno – 2 vias Uso interno – 2 vias Uso interno – 2 vias
AMOXICILINA 500mg ____ 21 Capsulas METRONIDAZOL 250mg ________ 21 AMOXICILINA 500mg + ÁCIDO CLINDAMICINA 300mg _________ 21
Tomar por via oral, 1 capsula de 8 em 8 Comprimidos. Tomar por via oral, 1 CLAVULÂNICO 125ml________ 21 Comprimidos. Tomar por via oral, 1
horas, durante 7 dias. comprimido de 8 em 8 horas, durante 7 Capsulas. Tomar por via oral, 1 capsula comprimido de 8 em 8 horas, durante 7
Obs.: dias. de 8 em 8 horas, durante 7 dias. dias.
1 Iniciar com dose de ataque (2cápsulas) Obs.: Obs.: Obs.:
2 Paciente deve retornar 24horas após o 1 Iniciar com dose de ataque (2 1 Iniciar com dose de ataque (2 1 Iniciar com dose de ataque (2 cápsulas)
atendimento cápsulas) cápsulas) 2 Paciente deve retornar 2 Paciente deve retornar 24horas após o
3 Interromper antibiótico terapia 2 Paciente deve retornar 24horas após o 24horas após o atendimento atendimento
48horas após cessado sinais e sintomas atendimento 3 Interromper antibiótico terapia 3 Interromper antibiótico terapia 48horas
3 Interromper antibiótico terapia 48horas após cessado sinais e sintomas após cessado sinais e sintomas
Segura em grávidas 48horas após cessado sinais e sintomas Em caso de continuidade da piora. Atenção: Em casos graves usar direto esse
Gran(-) não suceptívies à Amoxicilina Presença de bactérias produtoras de medicamento.
betalactamase.
INDICAÇÕES ANTIBIÓTICAS PROFILAXIA ANTIBIÓTICA
Infecções não bloqueadas naturalmente Indicações: Uso interno – 2 vias Uso interno – 2 vias
Abscesso dentoalveolar agudo Alta taxa de morbidade, valvulopatia AMOXICILINA 500mg ______ 4 CAPSULAS CLINDAMICINA 300mg _________ 2
Pericoronarites reumática, Procedimentos Cirúr. com Tomar por via oral, 4 capsulas 1hora capsulas. Tomar por via oral, 2 capsulas
Abscessos periapicais taxa infecção, Válvulas Cardíacas antes do procedimento. antes do procedimento.
Gengivite ulcerativa Necrosante protética, prolapso da válvula mitral, Para alérgicos à Amoxicilina
Infecções Periodontais Crônicas Endocardite infecciosa prévia
Diabéticos descompensados Portadores de próteses ortopédicas A profilaxia antibiótica é recomendada somente para procedimentos
Pacientes renais/hepatopatas crônicos odontológicos invasivos que envolvam a manipulação de tecido gengival ou
Diabéticos descompesandos região periapical ou ainda a perfuração da mucosa oral. OBS: Incluem-se
Imunocomprometidos remoção de sutura, e colocação de bandas ortodônticas.
Doença cardíaca congênita
ANALGÉSICO DE AÇÃO CENTRAL
Indicado quando o de ação periférica não funcionar. 1° Opção 2° Opção
Uso interno Uso interno
EFEITOS COLATERAIS CLORIDRATO DE TRAMADOL 50 mg ____________ 12 CODEÍNA 30mg + PARACETAMOL 500mg _________
Sedação (letargia, tontura) comprimidos. Tomar por via oral 1 comprimido de 6 em 6 12 comprimidos. Tomar por via oral 1 comprimido de 6
Depressão respiratória horas durante 3 dias. em 6 horas durante 3 dias.
Constipação (endurecimento do bolo fecal - fecaloma) Usar no máximo 400mg/dia Se não resolver pode dobrar a dose ou diminuir o
Vômito Pode dobrar dose ou diminuir o tempo. intervalo. Não dá para fazer as duas coisas por causa
Anti tussígeno Evitar em grávidas do Paracetamol.
Retenção urinária Evitar em grávidas
Antimicótico – Antifúngico Antivirais Controle de dor Protetor Estomacal
Doença: Candidíase pseudomembranosa Doença: Herpes tipo I Doença: Pênfigo vulgar, Pênfigo Uso interno
Uso interno Uso externo benígno de mucosa, Liquen plano, Aftas Omeprazol 10mg ou 20mg ............. 1cx
Cetoconazol..............200mg..........28comp Aciclovir creme ...........................1 bisnaga. maiores que 1,5cm Tomar 1 capsula 30 min. Antes do café
Tomar, por via oral, 1 comp. De 12/12h Aplicar na lesão 3 a 4 vezes ao dia até formar CORTICOESTEÓIDES da manhã e outra antes de dormir.
nas refeições por 4 semanas e retornar crosta. NÃO USAR EM CRIANÇAS
para reavaliação. Uso externo adultos
Uso externo (colutório) Doença: Herpes tipo I – recidiva Oncilon – A oral base (acetonido de
Nistatina susp. Oral (micostatin........... 1 Gengivoestomatite herpática primária triancinalon) ............... 1 bisnaga
frasco. Bochechar 4 vezes ao dia durante Não usar AINEs Aplicar 4 vezes ao dia na lesão.
5 minutos e cuspir. Fazer o tratamento Uso sistêmico
por 15 dias e retornar para consulta. Aciclovir 400mg ..................15 comp. Uso externo adultos (colutório)
Tomar, via oral, um comprimidos de 8/8hs Celestone elixir ,5mg................. 1 frasco
Candidíase eritematosa (atrófica crônica) por 5 dias Bochechar 1 colher de sopa divido em 1
Uso externo colher de água, 4 vezes ao dia e cuspir.
Daktarin gel (Miconazol) .....................1 Paracetamol (dor e febre), solução oral........
bisnaga. Aplicar na base da prótese 4x ao 1 frasco. Tomar via oral ______ gotas de Uso externo adultos
dia durante 15 dias e retornar para nova 6/6hs por até 4 dias. Psorex (propionato de clobetasol)
consulta. 1 gota por Kg até 30kg, ou seja, 30 gotas no ........... 1 bisnaga. Aplicar 4 vezes ao dia
Doença: Queilite angular máximo. nas lesões.
Droga Dose Tempo AINEs Úlcera traumática - Mucosite
200mg 5x/dia Uso externo
Aciclovir 400mg 3x/dia 5 dias AdMuc pomada .................... 1 bisnaga
800mg 2x/dia Aplicar sobre a lesão 4 a 5 vezes ao dia
até a remissão da mesma.
Protocolos terapêuticos - ODONTOPEDIATRIA
RECEITUÁRIO 3 Pontos Fundamentais:
Ao _____________________ 1- Qual a dose terapêutica em crianças (mg/kg/dose);
Uso Interno 2- Qual a posologia e tempo de uso (via/frequência/ tempo);
Nome do medicamento 5mg/5ml-----------------------------1 frasco 3- Como é apresentado comercialmente (na farmácia) o medicamento,
Tomar por Via Oral 10 ml (x gotas) da suspensão a cada 5 horas durante 4 dias concentração do princípio ativo, forma farmacêutica
Assinatura
Analgésicos ANTINFLAMATÓRIO Controle da infecção
Prevenção e controle da dor de intensidade leve a Indicação: prevenção e controle da dor e edema de Alérgicos à penicilina: estearato de eritromicina nas
moderada decorrentes de intervenções menores. intensidade mais pronunciadas decorrentes de infecções iniciais, ou pela claritromicina ou azitromicina

Jasiel Oliveira – Uninove 2017


exodontias intervenções de maior complexidade em infecções mais graves.
 gengivectomias - Uso restrito e raro
 ulotomia/ulectomia - Principais: Protocolo Farmacológico
 raspagem subgengival dexametasona ou betametasona e o ibuprofeno.
 dentística Penicilina V ou Ampicilina
 terapia pulpar Intervenções de maior complexidade odontológica Dose terapêutica em crianças = 15mg/kg/dose
1° Opção: corticosteroides betametasona ou Dose ataque =30mg/kg/dose única
Paracetamol – (De escolha) dexametasona, por via oral, em dose única pré Dose profilática = 250mg/1hora antes
operatória. Posologia = 1 dose a cada 6 horas durante 7 dias
 Efeito analgésico e antitérmico potente 2° Opção: Ibuprofeno - analgésico com potencial
 Efeito antinflamatório pouco potente antinflamatório Amoxicilina
 Dose terapêutica 10 a 15mg/kg/dose Posologia - dexametasona ou betametasona
Dose terapêutica em crianças = 20mg/kg/dose
Dose ataque =40mg/kg/dose única
 Administrado em intervalos de 6 horas entre 1gota/kg de peso da criança, em dose única no pré Dose profilática = 50mg/kg/1hora antes
cada dose. operatório pode ser prolongado por até 3 dias em doses Posologia = 1 dose a cada 8 horas durante 7 dias
Paracetamol “solução gotas” únicas diárias, administradas preferência pela manhã.
regra: 1gota/kg de peso, máximo de 35 gotas. Eritromicina
Restrita a uso em 24hs. Características do dexametasona e betametasona Dose terapêutica em crianças = 10mg/kg/dose
- Posologia = dose única no pré operatório Dose ataque =20mg/kg/dose única
Posologia = 1 dose a cada 6 horas por 24 horas Dose profilática = 30mg/kg/1hora antes
O medicamento nimesulida (antinflamatório) não deve Posologia = 1 dose a cada 6 horas durante 10 dias
Dipirona Sódica – (2° opção) ser prescrita para crianças menores que 12 anos de
idade, pois podem levar a alterações no desenvolvimento Claritromicina
 Em casos de dor já instaladas dos rins. Dose terapêutica em crianças = 7,5mg/kg/dose
Dose ataque =15mg/kg/dose única
 Casos de urgências Protocolo farmacológico – antinflamatório Dose profilática =20mg/kg/1hora antes
 Processos agudos Pré Operatório Posologia = 1 dose a cada 12 horas durante 5 dias
 Efeito analgésico e antitérmico potente
dexametasona ou betametasona solução “gotas” Azitromicina
 Anti-inflamatório pouco potente (0,5mg/ml) na dosagem de 1gt/kg de peso, em dose Dose terapêutica em crianças = 10mg/kg/dose
única, 45 minutos antes do procedimento; Dose ataque =20mg/kg/dose única
Dose terapêutica da dipirona sódica é de 10mg/kg/dose, Dose profilática =15mg/kg/1hora antes
Administrado em intervalos de 4horas entre cada dose, Pós Operatório (dependendo do trauma esperado) Posologia = 1 dose a cada 24 horas durante 3 dias
não excedendo 4 doses diárias. - administrar dexametasona ou betametasona solução
Geralmente utiliza-se a dipirona em solução oral de “gotas” (0,5mg/ml) na dosagem de 1gt/kg de peso, em METRONIDAZOL
500mg/ml "solução gotas". dose única diária pela manhã, não estendendo 3 dias de Benzoilmetronidazol
Regra: uso. Dose terapêutica em crianças = 7,5mg/kg/dose
½gota/kg de peso da criança, até a quantidade máxima - ibuprofeno (100mg/ml) na dosagem de 1gt/Kg de peso Dose ataque =15mg/kg/dose única
de 20 gotas (=500mg). Não se deve exceder as doses a cada 6 horas por 24 horas. Dose profilática =15mg/kg/1hora antes
prescritas restringindo o seu no máximo em 24hs. Posologia = 1 dose a cada 12 horas durante 5 dias

Anestesia Infiltrativa/bloqueio Anestesia tópica


1 tubete para cada 10Kg Indicações
Usar um 1tubete na infiltrativa (preferível) Moldagem, Exame radiográfico, Sempre antes de qualquer anestesia local,
Reduzir a dose habitual para 1/3 quando a criança estiver debilitada Remoção de dentes decíduos com raízes totalmente absorvidas, Dente com muita
Lidocaína é o anestésico de eleição mobilidade (somente o tópico).
Agulhas sempre curtas Contraindicação
• Úlceras traumáticas; Úlceras aftosas; Herpes simples.
Protocolos terapêuticos - CIRÚRGICOS
Cirurgias Complexas Alveolites SECA Pericoronarite
Expectativa do operador: dor moderada a Complicação pós exodontia. Desintegração do coágulo sanguíneo, que deixa o Processo inflamatório de caráter agudo ou
intensa, acompanhada de edema alvéolo dentário vazio. Dor intensa e pulsátil no local onde se deu a crônico, purulenta, que se desenvolve nos
inflamatório e limitação da função intervenção (os sintomas têm início 48h-72h dias após a exodontia). tecidos gengivais que recobrem as coroas
mastigatória. dentais. Comum em 3° molares. Complicações:
Sedação mínima Conduta: Trismo, dificuldade em engolir, celulite, febre,
Antissepssia intra e extra bucal Anestesia linfadenite e mal estar geral.
Anestesia local Tirar a sutura Clinicamente: dor constante aguda, difusa,
Analgesia perioperatória não curetar de jeito nenhuma irradiada para ouvido e garganta, doloroso à

Jasiel Oliveira – Uninove 2017


 Prescrever 4mg de dexametasona a 1°Água oxigenada 10volumes (mandar cuspir) palpação, tecido edemacioado, eritematoso,
serem tomados 1 h antes da 2° Irrigação com soro fisiológico ulcerado, pode ter halitose.
intervenção. 3° Irrigação com água oxigenada 10vol. (cospe)
4° Clorexidina 0,2%. 1. Anestesia local (se necessário).
 Administrar 1 g (40 gotas) de dipirona Após essas irrigações com água oxigenada percebe-se que as bolhas feitas pela 2. Remover cálculos e placas + drenagem
imediatamente após o final do oxigenada começam a diminuir, indicando que ativou o sangramento. 3. Irrigar com solução fisiológica estéril e, em
procedimento. O alvéolo não vai encher completamente de sangue. seguida, com digluconato de clorexidina 0,12%.
 Prescrever Dipirona Monohidratada 500 Podemos até curetar as bordas do tecido mucoso para permitir um maior 4. desgaste oclusal do antagonista
mg (20 gotas) a cada 6 h, pelo período sangramento. 5. OHB
de 24 h. Caso a dor persista após esse Pacientes devem ser instruídos no cuidado
período, prescrever nimesulida 100 mg Sutura ou não (independe) e coloca protetor no alvéolo (alveolex, alvesan). O em casa:
por via oral pelo período máximo de protetor não pode ficar entuchado no alvéolo, deve servir apenas para proteger Digluconato de clorexidina 0,12% -------
48h. (um tampão). Antibióticoterapia. solução oral
Fazer bochechos de 1 minuto de duração com
Considerações adicionais
Orientar quanto aos cuidados pós-operatórios: 15 ml, por no mínimo 30 minutos após a
 Quando o tempo de duração da cirurgia • Higienizar com clorexidina 0,12% (sem bochechar) a cada 12 h, para evitar o higiene bucal, a cada 12 horas durante 3 dias.
for além do planejado acúmulo de placa dentária. 6. Para o alívio da dor: Dipirona 500 mg - 6/6 h,
(consequentemente, com maior trauma pelo período de 24 h.
8. Prescrição de Analgésico potente
aos tecidos moles), pode-se prescrever 7. Reavaliação após um período de 24-48 h.
9. Reavaliação após 48 h, ou antes, em caso de dor.
uma dose adicional de 4 mg de 8. Acompanhar a evolução do quadro.
10. Acompanhar a evolução do quadro.
dexametasona na manhã seguinte ao 9. Na persistência ou agravamento -
procedimento. antibióticos.
Antibiótico SEMPRE:
 Pacientes com dor pulsátil e persistente  Amoxicilina 500mg +Metronidazol 250mg 8/8h por 5-7 dias
10. Exodontia ou ulectomia após a regressão do
a partir de 48-72hs dia pós-cirúrgico quadro.
podem estar desenvolvendo o quadro  Clindamicina 300mg 6/6h por 7 dias
de alveolite. Regime preconizado para adultos
ALVEOLITE ÚMIDA OU DE CORPO ESTRANHO Amoxicilina 500 mg a cada 8 h + Metronidazol
 As cirurgias de remoção de 3°M retidos Características clínicas/sintomas: Pac está bem no dia seguinte, 48hs depois 250 mg a cada 8/8 h por 7 dias
apresentam baixo risco de infecção pós- começa a sentir dor que irradia, que não passa com analgésico, ou passa e logo
operatória. Em pacientes que não Alérgicos às penicilinas ou com intolerância ao
volta.
apresentam comprometimento do metronidazol
Sinais: vemos o alvéolo com alguma coisa lá dentro, um tecido de granulação,
sistema imune e não sejam suscetíveis a (parecendo um sagu) que pode ou não estar infectado com pus, drenagem. Clindamicina 300 mg a cada 8/8 h por 7 dias
infecções à distância, a profilaxia
Conduta: anestesia, remove sutura, curetar, remove aquele tecido (não é
antibiótica não é necessária.
esfregar o alvéolo ou raspar o tecido – curetar é remover o que não deveria
estar ali), deixar formar coágulo, sutura e antibióticoterapia. Bochecho com
clorexidina.

Protocolos Terapêuticos em PERIODONTIA


Abscesso do periodontal/gengival GUN e PUN Periodontite Agressiva
Anamnese: dor ao morder, bolsa, inchaço • Analgesia: Dipirona sódica - 500mg GUN. Doença infecciosa aguda na gengiva, pois sua Os regimes mais
Exame físico: Edema localizado, difuso, 6/6 horas enquanto houver dor por instalação é repentina e apresenta curta duração, comumente utilizados
avermelhado, edemaciado, cianótico. no máximo 3 dias. Paracetamol - sendo caracterizada pela ulceração e necrose da associam a amoxicilina 500
Rx: Sem alterações visíveis na radiografia 500mg de 6/6h horas enquanto margem gengival e pela destruição das papilas mg com o metronidazol 250
(pode ter espessamento do ligamento). houver dor por no máximo 3 dias. interdentais. Acomete mais os adultos jovens. mg, a cada 8 h

Abscesso gengival – infecção localizada Antibióticos: (SOMENTE se houver PUN. afeta ~ 2-6% dos pacientes HIV- positivos, sendo
purulenta, envolve gengiva marginal ou manifestação sistêmica ou local de caracterizada pela destruição rápida e generalizada do
papila interdental. Clinicamente: disseminação do processo infeccioso periodonto de inserção e do osso alveolar, às vezes
superfície lisa, brilhante, vermelha, pode ou imunossupressão) expondo a crista alveolar ou o septo interdentário, com
ser dolososa, pode ter exudato. Sem a formação de sequestros ósseos, inverção das papilas
alteração radiográfica. -Primeira opção: Amoxicilina 500mg e crateras.
+ metronidazol 250mg – 8/8h por 5 a 7 Periodontite crônica
dias
Abscesso periodontal – processo 1. Anestesia local infiltrativa O uso do metronidazol (400
-Alérgicos a penicilina: Clindamicina
inflamatório agudo do periodonto. 2. Remoção de placas/instrumentação superficial mg a cada 8 h) ou da
– 300mg-1 cap. 8/8h por 5 a 7 dias
Destrói ligamento e osso, tem coleção -OBS: Acompanhar a evolução da 3. Irrigação com solução clorexidina 0,12% associação de metronidazol
purulenta, não comunica com a polpa. infecção 4. Bochecho com clorexidina 0,12% (não diluída) 3x ao e amoxicilina (500 mg a
Clinicamente: mesmo do gengival e dia, 30 min após escovação por 5 dias. cada 8 h) por 14 dias, como
ainda, presença de bolsa, sensível a 5. OHB complemento da raspagem
percussão, pode ter mobilidade. 6. Para alívio da dor, prescrever Dipirona 500 mg ou e alisamento radicular,
• Outros cuidados pós-operatórios: OHB Paracetamol melhora o tratamento da
1ª Sessão - escovação cuidadosa. Fazer bochechar 7. Agendar consulta de retorno após 24 ou 48 h, para periodontite crônica
- anestesia regional com 15 mL de clorexidina 0,12%, pela reavaliação do quadro. generalizada, em adultos.
- sondagem do sulco manhã e à noite, até a cicatrização do 8. Após o alívio dos sintomas agudos, planejar o
- Remoção de copo estranho corte (~ 5-7 dias). tratamento definitivo, por meio da raspagem e
- drenagem via incisão ou sulco alisamento radicular e do controle rígido de placa
- irrigação com Clorexidina 0,12% dentária.
- ajuste oclusal localizado Melhora é percebida em 4 – 6 dias.
- tratamento periodontal após fase aguda

• Sedação mínima: Avaliar indicação.

Frequência Cardíaca (FC) Frequência Respiratória Pressão Arterial


Idade bpm Idade FR/min Sistólica Diastólica
Bebê 100-170 Bebê 30-40 Hipotensão <90 <60
2-10 anos 70-120 1-2 anos 25-30 Normal >100 >60
>10 anos 60-90 2-8 anos 20-15 Pré- Hipertensão 120-139 80-89
8-12 anos 18-20 Hipertensão (Estágio 1) 140-159 90-99
> 14 anos 12-20 Hipertensão (Estágio 2) >160 >100
Protocolos Terapêuticos – PACIENTES ESPECIAIS
Gestantes e Lactantes Usuário crônico de antiagragante ou coagulante Diabéticos
Profilaxias e selamentos de cavidades, devem ser Antiagregantes O cirurgião-dentista nunca deve propor alterações na dosagem
realizados no pré-natal.  AAS dos hipoglicemiantes, em especial a insulina, nem mesmo em
Melhor período de tratamento: 2° trimestre (4°,5°,6° mês) situações de emergência, pelo risco de induzir um quadro
Evitar posição supina nos últimos meses de gestação.  Dipirimadol grave de hipoglicemia.
Radiografias - seguindo o protocolo. Evitar sempre que  Clopidogrel
possível. Pc diabéticos podem ter hipossalivação, infecções e
Sedação mínima - Risco para o feto no 1° e 2° trimestre.
 Ticlopidina
comprometimento periodontal e podem ter alteração na
Quando a agregacao das plaquetas é inibida, o

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Sem risco em odontologia durante a lactação. cicatrização.
Anestésico local – Usar no máximo 2 tubetes sangue que escapa de um corte ou de uma ferida
cirúrgica demora mais tempo para ser contido;
Lidocaína 2% com epinefrina – indicada para Gestação
Diabetes melito – Tipo 1 (10%) - deficiência total de insulina.
normal, grávidas com história de anemia, diabéticas ou
Seguir o protocolo: Por esse motivo, os diabéticos do Tipo 1 são chamados de
com hipertensão arterial controlada.
Pac q fazem uso do antiagregantes AAS (aspirina) insulinodependentes.
Grávidas com hipertensão não controlada e história de
– suspender o uso 7 dias antes Diabetes melito – Tipo 2 - não insulinodependentes
anemia
Pac q fazem uso de anticoagulantes – suspender 5
Mepivacaína 3% sem vasoconstritor
dias antes. Critério Glicemia Glicemia
Analgésicos e Anti-inflamatórios
diagnóstico em 2 h após Glicemia
Quando houver necessidade da prescrição de um
Estudar cada medicação. Até que ponto pode jejum 75 g casual ou
analgésico, o paracetamol (risco B) é o fármaco de escolha
interferir? Correr o risco da suspensão? (mínimo de Aleatória
para qualquer período da gestação. As doses
de 8 h) glicose
recomendadas são de 500mg, a cada 6 h, respeitando o
Anticoagulantes – pac portadores de próteses Glicemia 70-99 < 140 < 200
limite máximo de três doses diárias, por tempo restrito.
valvares, ou que tenham antecedente de normal
trombose ou embolia. Intolerância à 100-125 ≥ 140 e -
Opióides – Devem ser evitados
AINEs – Devem ser evitados  Heparina sódica e derivados glicose < 200
Diabetes melito ≥ 126* ≥ 200 ≥ 200
Conticoides – Não apresenta risco na dose recomendada  Varfarina e femprocumona (com
Medicamentos odontológicos que podem sintomas)
Antibióticos potencializar a Varfarina
Amoxicilina – Não apresenta risco ANALGÉSICOS – AAS, Paracetamol
Eritromicina – Opção à alérgicas Sedação Mínima: Segura em diabéticos
ANTI-INFLAMATÓRIOS - Não esteroides (em
geral), Corticosteroides Anestésicos locais: Prilocaína com Feliprissina
Horário de atendimento: final da manhã ANTIBIÓTICOS
(hiperemese=vômito excessivo) Analgésico: Paracetamol (1° opção).
Cefalosporinas, Eritromicina, Azitromicina AINEs: Somente após conversar com o médico
Metronidazol, Tetraciclinas, Ciprofloxacina Corticoide: Dexametasona ou betametasona – Seguro em
Portadores de doenças cardiovasculares Estudos indicariam que não seria necessária a pacientes controlados.
suspensão do uso (?)
Concentração e Qutd N° tubetes
epinefrina por tubete (mg) por sessão Antibiótico:
1:50.000 (0,036 mg) 1 Compensado: tratar como paciente normal
Disfunções da tireóide Descompensado: Antibótico terapia
1:100.000 (0,018 mg) 2 Hipertireoidísmo – contra indicado adrenérgico.
1:200.000 (0,009 mg) 4 Não usar fios de retração. Para prova:
“se colocarem que está compensado tratar normal, se nada for
Os fios de retração gengival impregnados com epinefrina Hipotireoidísmo – (se controlada) procedimentos relatado sempre considerar descompensado”
não devem ser empregados em pacientes com risco odontológicos sem restrição.
cardiovascular.
Asma
Anestésico – Prilocaína com feliprissina, ou Anéstésico sem
Alergicos a sulfito – conservante presente no tubete dos
vaso. Se usar adrenérgico, máximo 2 tubetes (tabela Idosos anestésicos com adrenalina. Usar prilocaína com feliprocina.
acima) Possui a metabolização mais lenta – Verificar se é alérgico ao látex, AAS, metilmetacrilato.
Grupo: recomendado utilizar a dose mínima necessária.
Doença cardíaca isquêmica
Anêmicos
Insuficiência cardíaca congestiva
Pode ter problemas na cicatrização. Verificar a necessidade de
Arritmias cardíacas Doenças auto-imunes - Lupos eritematoso
alteração na medicação.
Anormalidades das valvas cardíacas O atendimento odontológico desses
pacientes deve atentar para consequências
Risco de Endocardite infecciosa da terapia imunossupressora, doença renal,
Após procedimento odontológico invasivo, se não aumento do risco cardíaco, e das
forem tomados so cuidados necessários, pode-se anormalidades hematológicas mucocutâneas
suspeitar de endocardite infecciosa quando há febre e mucoesqueléticas.
(>38º C) sem motivo aparente, fadiga e cansaço.
Encaminhados para o cardiologista. Se houver comprometimento renal, deve-se
avaliar a dosagem mínima necessária de
Profilaxia antibiótica: Antes de procedimentos qualquer medicamento, inclusive anestésicos
invasivos que envolvam a manipulação de tecido locais.
gengival, periapical ou perfuração da m ucosa. Inclue
remoção de sutura, bandas ortodônticas. Pacientes imuno suprimidos
 4g amoxicilina Profilaxia antibiótica para os casos de
imunossupressão significativa.
 600mg Clindamicina
Pacientes de alto risto à endocardite:
Pac com válvula cardíaca protética Insuficiencia renal crônica
Endocardite infecciosa prévia Solicitar contagem de plaquetas (em função da
Doença Cardíaca congestiva (DCC) perda das plaquetas na hemodiálise)
DCC cianótico congênito Considerar o uso de antibióticos.
Transplantados cardíacos com valvulopatia Monitorar a PA e não aferir no braço em que há
fístula arteriovenosa.
Recomendar atenção no cuidado com a saúde bucal.
Hepatite
Bronquite crônicas Minimizar o uso de medicamentos
Evitar o uso de medicamento que deprimem a função metabolizados pelo fígado e se houver
respiratória ou que resseque as vias aéreas. dúvidas quanto a possível hemorragia,
Evitar posição supina. verificar exames relativos ao tempo de
O uso de dique de borracha por se tornar um protrombina e tempo de sangramento no
incômodo ao paciente. pré-operatório desses pacientes.
Técnicas Anestésicas
Injeção Supraperiosteal Bloq. Nervo Alveolar Sup Post Bloqueio do Nervo Alv Sup Médio Bloqueio do Nervo Infraorbitário

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Tec. Pra cima, pra dentro, pra trás, por Depositar metade à 1/3 do tubete.
16mm na região de 2ºMolar Sup
1/3 do tubete
Bloquei N. Palatino maior Bloqueio N. Nasopalatino Bloqueio N. Alveolar Inferior Bloqueio N. bucal

Bloqueio N. Mentual Informaçãos necessárias para todas


técnicas anestésicas
1. Onde a agulha entra
2. Inclinação da carpule
3. Profundidade de introdução
da agulha
4. Volume anestésico
PERIODONTIA
Diagnóstico: Identificar uma doença EXAME PSR – REGISTRO PERIODONTAL SONDAGEM
 Principal exame é a sondagem Este exame apenas avalia a necessidade de tratamento periodontal.
 Índice de biofilme de até 20% é 1º Medida – JEC/JAC MG
aceitável Da JEC à MG
ETIOLOGIA DA DOENÇA PERIODONTAL Pode ocorrer:
FATOR DETERMINANTE a) Hiperplasia gengival, quando a
Biolfilme e cálculo. margem gengival está coronária à
O cálculo por ser: Supragengival ou JAC. Colocar sinal de (-) na frente
subgengival. b) JAC coincide com a MG = distancia

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FATORES PRÉ-DISPONENTES (0) ideal
Locais: c) Retração gengival . Medida da MG
1. Má-posição dos dentes no arco p/ JAC ------- sinal de (+).
o Giroversão CÓDIGO 0 2º Medida – PCS
o Apinhamento  Faixa de 3,5mm totalmente visível (Profundidade Clínica de Sondagem)
o Diastemas  Não sangra
o Lingualização  Tecido saudável Medida da MG até o fundo da bolsa.
o Vestibularização  Ausência de cálculo ou margens inadequadas  = ou menor que 3,0mm Sulco
o Mesialização  Não existe cárie gengival
Que fazer? Profilaxia; Orientação em saúde bucal  Maior que 3,0mm = bolsa
2. Anatomia e forma do dente CÓDIGO 1 periodontal
o Pérolas e projeções de esmalte
 Faixa de 3,5mm totalmente visível
o Concavidades radiculares Medida correspondente à penetração da
 Ausência de cálculo ou margem de restaurações inadequadas
o Fenda palatina (nos dentes centrais) sonda na bolsa. Distância da MG ao
o Dilaceração radicular  SANGRAMENTO à sondagem
Sinal de doença. Que fazer? Profilaxia; Remoção do biofilme supra e subgengival; OHB fundo da bolsa periodontal.

3. Fatores Iatrogênicos (erros do CÓDIGO 2


Observações:
profissional)  Faixa de 3,5mm totalmente visível  Tamanho e forma da sonda
o Sobre extensão nas margens  Pode ocorrer ou não sangramento à sondagem  Força de 0,75N (próprio peso da sonda)
o Margens cervicais subgengivais  Presença de Cálculo ou margem de restaurações inadequadas.  Penetrar paralela ao longo eixo do
o Restaurações impróprias na anatomia  Pode ter cárie. dente
O que fazer? Profilaxia, OHB; Remoção do Biofilme e Calculo supra e sub gengival.  Se o tecido estiver inflamado estará
4. Lesões de cárie CÓDIGO 3 (2 códigos – enviar para Pério) mais frágil
o Próximo a margem gengival
 Faixa colorida PARCIALMENTE visível (arredondamento para cima)  Depende da convexidade das coroas
5. Aparelhos ortodônticos  Apresenta bolsa
O que fazer? 3º Medida – NCI
o Fazer Exame periodontal detalhado do sextante; Exame radiográfico do sextante (Nível Clínico de inserção)
6. Problemas muco-gengivais
o Se 2 ou + registrarem código 3, deve se realizar um exame periodontal detalhado de Que é a distância da JEC até o fundo da
o Inserção de freios e bridas (prox. a
margem gengival) toda boca. bolsa (Epitélio juncional).
o Pouca quantidade de gengiva inserida. CÓDIGO 4 (1 código – enviar para Pério) Somar JEC + PCS = NCI
 Faixa colorida não visível Importante: Descontar 3mm desse
SISTÊMICO  Bolsas maiores que 5mm resultado (se tiver perda de inserção),
1. Hereditariedade O que fazer? referente o sulco gengival que sendo
o Condição genética o Se for em 1 sextante, fazer exame periodontal detalhado de toda boca. entre 0 e 3 está saudável.
o Deficiência no sistema imunológico o Radiografia de toda boca
CÓDIGO (*) ASTERÍSCO Se o NCI der 3 – não tem perda de
FATORES MODIFICADORES inserção
 Sempre acompanhado de um número, quando: Se o NCI der 7 – (7-3=4) tem perda de
SISTEMICOS o Problemas mucogengivais
1. Diabetes inserção de 4mm
o Mobilidade dental
2. Tabagismo  Grau I – ligeiramente maior que o normal
LOCAIS  Grau II – Moderadamente maior que a normal
1. Traumatizantes - Forças oclusais  Grau III - Mobilidade V/L ou M/D combinada com Vertical.
excessivas. o Retração gengival maior que 3,5mm
o Lesão de furca
o Lesão purulenta
PLANO DE TRATAMENTO PERIODONTAL INSTRUMENTAIS
Fase preliminar Fase III – Restauradora Sonda WHO – Para realizar PSR
Tratamento das emergências  Restaurações finais Sonda Carolina do Norte Milimetrada - Para
Extração de dentes quando (avaliação integrada):  Próteses fixas e removíveis realização de Periograma
 Mobilidade dolorosa  Avaliação da resposta à terapia restauradora Sonda de Nabers - Para verificar lesão de furca
 Lesão de furca  Exame periodontal
 Causador de abscessos Fase IV – Manutenção CURETAS DE GRACEY – Supra e Sub
 Sem plano de tratamento Nova checagem periódica CURETA GRACEY 3–4
Instalação de provisórios  Placa e cálculo - Todas as faces
Fase I - não cirúrgica  Condição gengival (bolsas, inflamações) - Dentes ANTERIORES
Controle de placa e educação do paciente  Oclusão, mobilidade CURETA GRACEY 9 – 10
 OHB  Outras alterações patológicas - Face V e P/L
 Controle da dieta Parâmetros de sucesso: - Dentes POSTERIORES
 Remoção de cálculo e alisamento da raiz  Ausência de sinais clínicos de inflamação CURETA GRACEY 11 – 12
 - Mesial
Eliminação de fatores de retenção de placa  Controle de biofilme compatível com saúde
 - Dentes POSTERIORES
Correção de fatores irritantes restauradores e  Estabilidade dos NCIs
protéticos CURETA GRACEY 13 – 14
- Distal
 Remoção de cáries e restaurações temporárias Índice de biofilme de até 20% está em ordem.
- Dentes POSTERIORES
ou finais
CURETA DE MACCALL 17-18 - Supra
 Terapia antimicrobiana (local ou sistêmica) Doenças que apresentam relação com a Periodontia
- Raspador Universal
 Terapia de oclusão - desgastes Endocardite infecciosa
Interproximais
 Movimentação ortodôntica menor Diabete melitus
Dentes Posteriores
 Contensão provisória Doenças cardiovasculares
 Próteses provisórias Doença renal crônica
Cureta Goldman Fox n°1 - Supra
 Placa de mordida Pneumonia respiratória
- Interproximal
Avaliação da resposta ao tratamento. Checagem: - dentes anteriores
 Revisão dos procedimentos
 Profundidade da bolsa e inflamação gengival
 Placa e cálculo, cáries Reavaliação:
Fase II – Terapia Cirúrgica 30 a 45 dias após tratamento inicial
 Terapia periodontal, incluindo a colocação de
implantes
 Terapia endodôntica
DOENÇAS GENGIVAIS PERIDONTITE CRÔNICA PERIODONTITE AGRESSIVA
Induzidas por biofilme – GENGIVITE Características principais: Principais características:
1. O biofilme dental é o agente etiológico 1. Pacientes com idade não tão avançadas (<
Características Clínicas determinante da doença periodontal 35anos)
 Sangramento à sondagem 2. Doença infecciosa que resulta em inflamação de 2. Pacientes sistemicamente saudáveis
 Sinais e sintomas restritos à gengiva tecidos de suporte, perda de inserção e perda 3. Perda de inserção rápida e severa
 Não tem perda de inserção óssea. 4. Padrão familiar (histórico) – comuns na localizada
 Biofilme inicial e/ou exacerba a lesão 3. Doenças periodontais são capazes de produzir e generalizada
 Vermelhão e edema bolsas e/ou retrações gengivais 5. Quantidade de biofilme é incompatível com a
 Alteração do contorno 4. Lesões irreversíveis severidade óssea. Pouco filme com muita
 Alteração da consistência 5. Mais comum em adultos a severidade aumenta destruição. Os microrganismos associados são AA

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 Danos reversíveis com a idade (um fator crônico, mas não exclusivo) e PG
Fatores sistêmicos que podem alterar a gengivite: 6. Microbiota variável 6. Alteração na função fagocitária (neutrófilos)
 Fatores hormonais (ciclo menstrual, gravidez) 7. Evolui de forma lenta níveis altos de PG E2, IL-1B
Ex.: Gengivite modificada pela gravidez pode 8. Destruição é proporcional à quantidade de  Antibioticoterapia é um recurso importante no
ocorrer em 30-73% dos casos. biofilme (razão de ser crônica) tratamento, na fase de reavaliação.
9. Pode ser:
 Leucemia (em condições aguda)
a. Localizada: Menos de 30% dos sítios com Localizada:
 Má nutrição
perda de inserção.  Início próximo à puberdade
 Uso de medicamentos (Ex.: Hiperplasia gengival
medicamentosa)
b. Generalizada: Mais de 30% dos sítios com  Perda de inserção óssea em:
perda de inserção.  Incisivos e
 Diabetes
Nº de Sítios ----------------------------------100%  1º Molar e no Max outros 2 dentes
Doenças gengivais não induzidas por biofilme
Qnt. Sítios com perda ----------------------X permanentes diferentes de INC e
1. Vírus (herpesvírus)
MOL.
2. Fungos (candidíase)
X=100 x Qnt. Sítios c/ perda Generalizada:
3. Origem genética (Fibromatose gengival
hereditária)
Nº de sítios  Usualmente em torno dos 30 anos
Severidade:  Perda de inserção óssea em
 LEVE: Perda de inserção de 1-2mm  Incisivos e
 MODERADA: Perda de 3-4mm  1º molares e em pelo menos + 3
 SEVERA: Perda = ou > que 5mm dentes permanentes diferentes de
Obs.: Registrar com base na maior perda, ainda que em INC e MOL
um único dente.
ABSCESSO PERIODONTAL ABSCESSO GENGIVAL GENGIVITE ULCERATIVA NECROSANTE
 Tem as mesmas características do Abscesso gengival Ocorre na margem gengival. Lembrar que os Uma agudização do processo crônico
 Gengiva com vermelhidão e edema abscessos possuem a mesma característica: Doença rara no dia-dia (tem nos povos
 Rápida destruição das estruturas de suporte (diferente do abscesso gengival)  Edema: margem gengival e papila ribeirinhos) Inferior principalmente por
 Elevação do dente, elevação ovóide da gengiva ao longo da superfície interdental (pode ser um pac saudável) vestibular. Uma cratera interna
radicular  Rubor: coloração avermelhada e interdental. Processo doloroso, pode
 Está no terço médio consistência flácida e superfície brilhante e expor o osso. Pode não ter bolsa. Faixa
 Lesão está flácida, e com dor dolorosa. etária: adultos jovens (15-30 anos)
 O dente pode estar ou não com mobilidade  Secreção purulenta
 Halitose  Ausência de perda de inserção Características clínicas
 Supuração espontânea  Exemplo casca de pipoca, ponta do palito Início: vem de alguma gengivite crônica,
de dente, pedaço de unha, ou seja, tudo pré-existe
 Pode ser localizada ou generalizada
que ficar retido  Necrose e ulceração das papilas
 Fazer teste de vitalidade pulpar +, usar gelo ou endoAce, o pac vai sentir. Se
 Corpos estranhos interior da gengiva: (inversão papilar)
não, está necrosada. Pode se fazer o teste também com a sonda carolina do
norte resposta inflamatória  Crateras interproximais: necrose
 Se passar a sonda é possível remover papilar
 Anamnese com o histórico de doença periodontal
 Relacionado à margem gengival  Margem gengival vermelho brilhante
 Exacerbação de lesão crônica
Diagnóstico e irregular
 Pós-raspagem – resíduos dentro da bolsa
Tratamento  Pseudomembrana branco-
 Pós antibiótico
Remoção do corpo estranho, Alívio da dor, acinzentada
 Impacção de corpo estranho: fio dental
Analgésico, Profilaxia  Sangramento espontâneo
 Alterações morfológicas
 Dor e odor fétido
O que causa?
ABSCESSO CORONÁRIO - PERICORONARITE  Envolvimento sistêmico eventual
Fechamento marginal da bolsa periodontal, Acúmulo local de neutrófilos, Colapso
(destruição) tecidual, Formação de secreção purulenta. Inflamação gengival relacionada a coroa de  Sequestro ósseo (exposição do osso)
Diagnóstico um dente com erupção incompleta.
Pode regredir, mas ter recidivas. Fatores de risco para essa doença
 Anamnese (queixas principal, sintomas)
Comum em região de 3Mol.  Debilidade do sistema imune
 Sinais clínicos (presença de bolsa, supuração)
Tem as mesmas características inflamatórias o Higiene oral deficiente
 Sinais radiográficos (perda óssea, cáries, fraturas)
das anteriores. o Estresse
Se não tiver bolsa, não é um abscesso periodontal.
Características clinicas o Fumo e abuso de álcool
Diagnóstico diferencial
 Maior frequência em 3Mol o Nutrição deficiente
 Abscesso endodôntico – observar se tem cárie e vitalidade
 Supuração, vermelhidão e edema
 Abscesso Endoperiodontal
 Dor irradiada: ouvido, garganta, soalho da Classificação
 Cisto Periapical A diferença entre a GUN x PUN é a
boca
 Fratura radicular
 Gosto desagradável perda ou não do ligamento
Como fechar o diagnóstico
 Dificuldade para fechar a boca NÃO FAZER PSR
1. Tem carie profunda? Pode ser um problema endodôntico Tratamento
 Trismo (contração dos músculos masseter
2. Radiografia. Tem perda óssea? Fase aguda
que dificulta em abrir a boca)
3. Teste de vitalidade. Sentiu?  Eliminar a atividade da doença e a
4. Tem bolsa?  Pode ser agravado pelo trauma de oclusão
 Pode apresentar envolvimento sistêmico dor
5. Fazer sondagem
Tratamento:  Raspagem superficial
Tratamento
Controle da lesão aguda  OHB
Em dois estágios: tratar primeiro da dor
o Irrigação com soro fisiológico  Controle químico: Peróxido de
 Controle da lesão aguda
o Drenagem hidrogênio 3% e clorexidina 0,12%
o Drenagem da bolsa
o Raspagem sumária (separados)
o Raspagem sumária
o Controle químico: clorexidina 0,12% para o  Atenção aos fatores predisponentes
o Controle químico – Clorexidina 0,12%
o Analgésico pac fazer em casa (por 3 dias)
o Se não fizer definitivo, vai ter recidiva Fase de manutenção: 5-7 dias após a
 Tratamento da lesão original
NÃO TRATAR DEFINITIVO NA PRIMEIRA SESSÃO fase aguda
o Raspagem e alisamento subgengival
PACIENTE COM LESÕES AGUDAS  Raspagem supra e subgengival
Não passar antibiótico se não houver problemas sistêmicos. Se há envolvimento
 Tratamento definitivo  OHB
sistêmico: Febre, mal-estar, linfadenopatia. Não consegue drenar:
Antibióticos: (SOMENTE se houver manifestação sistêmica) o Ulectomia  Correção cirúrgica das crateras
-Primeira opção: Amoxicilina 500mg + metronidazol 250mg – 8/8h por 5 a o Exodontia gengivais
7 dias Se há envolvimento sistêmico: Febre, mal- Se há envolvimento sistêmico: Febre,
-Alérgicos a penicilina: Clindamicina – 300mg-1 cap. 8/8h por 5 a 7 dias estar, linfadenopatia. Não consegue drenar: mal-estar, linfadenopatia. Não consegue
-OBS: Acompanhar a evolução da infecção ANTIBIÓTICO – Amoxicilina 500 mg a cada 8 h drenar: ANTIBIÓTICO – metronidazol
Se o tratamento for correto, irá regredir + Metronidazol 250 mg a cada 8 h 400mg 1 capsula a cada 8 horas – 7 dias
Age melhor contra as espiroquetas.
LESÕES ENDO-PÉRIO Aumento de coroa clinica
 Lesão endodôntica primária – processo de destruição tecidual procede Gengivectomia
da região apical em direção a margem gengival  Indicação:
 Lesão endodôntica primária com envolvimento periodontal secundária - Eliminação de bolsas
– a lesão aguda periapical se torna crônica e drena através do sulco - Eliminar hiperplasia gengival
margnal, resultando em uma bolsa periodontal com formação de - Eliminar hipertrofias gengivais
biofilme. - Eliminação de abscesso periodontais supra ósseo
 Lesão periodontal primária – progressão da doença envolvendo o ápice - Grande quantidade de gengiva inserida
do dente, a polpa apresenta vitalidade.  Contra indicação
 Lesão periodontal primária com envolvimento endodôntico secundário - Necessidade de cirurgia óssea
– evolução da doença periodontal causa necrose pulpar a medida que - Situações nas quais a base da bolsa esteja apicalmente a junção

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avança apicalmente. mucogengival
 Lesão combinada verdadeira – lesão periapical se comunicando com - Considerações estéticas, principalmente maxila anterior
lesão endodôntica - Pouca quantidade de gengiva inserida
- Retalhos posicionados apicalmente com excisão de margem com ou
Diagnóstico sem osteologia
 Teste de vitalidade - Retalho posicionado apicalmente sem excisão de margem com ou
 Palpação sem osteotomia
 Percussão
 Rastreamento da fístula Retalho com oesteotomia
 Presença ou não de cárie Manter o espaço biológico 3mm
Tratamento das lesões primárias Deve ter >2mm entre dentes para manter a papila
 Endodôntica primária – Fazer Endo - Exposição óssea após o deslocamento do retalho
 Periodontal primária – Fazer Perio - Posicionamento do retalho após a cirurgia
- Manuseio da papila
Tratamento de lesões combinadas
1° tratar endodontia Os retalhos podem ser feitos com direção horizontal e ou vertical, podendo ser ainda
2° proservação retalhos parciais ou retalhos totais, sendo esse ultimo, uma manobra que facilitaria o
3° Tratamento periodontal básico acesso a intervenção no tecido ósseo. As manobras cirúrgicas no tecido ósseo,
podem ser classificadas como:
- Osteotomia – quando se faz a excisão de uma porção do osso, para se conseguir um
aumento de coroa clinica por exemplo.
- Osteoplastia – e quando se faz uma plastia, um recontorno no tecido ósseo.
ENDODONTIA
1 Diagnóstico 2 Radiografia inicial 3 Anestesiar 4 Isolamento relativo e absoluto
tec. paralelismo Embrocamento
5. CIRURGIA DE ACESSO
Dente Qnt. Caract. Anatômica Ponto de eleição Forma de contorno Direção de trepanação
Raízes
11/12/21/22 1 Canal único Cíngulo Triangulo c/ base para incisal 45°
13/23 1 Canal único Cíngulo Losango, chama de vela 45°
31/41/32/42 1 1 ou 2 canais Cíngulo Triangulo c/ base para incisal 45°
33/43 1 Canal único Cíngulo Losango, chama de vela 45°

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14/24 2 2 canais Centro do Sulco Eliptica Paralela ao longo eixo. Leve inclinação Palatina
15/25 1 1 ou 2 canais Centro do Sulco Eliptica Paralela ao longo eixo. Leve inclinação Palatina
34/44 1 1 ou 2 canais Sulco mesial Circular/oval Paralela ao longo eixo. Leve inclinação centro
35/45 1 1 a 3 canais Centro do sulco Circular/oval Longo eixo do dente
16/26 3 Média 4 canais Fosseta mesial Triangulo base para vest Paralela ao longo eixo. Leve inclinação Palatina
17/27 3 (pode 3 ou 4 canais Centro do sulco Triangulo base para vest Paralela ao longo eixo. Leve inclinação Palatina
fusionar)
36/46 2 3 ou 4 canais Centro do Sulco Trapézio, com base mesial Paralela ao longo eixo. Leve inclinação distal
37/47 2 3 ou 4 canais Centro do Sulco Trapézio, com base mesial Paralela ao longo eixo. Leve inclinação distal
6. Exploração do canal 7. Preparo cervical
(Explorador reto ou lima K#15 de 21mm) (brocas de Largo e Gates)

8. Odontometria/Esvaziamento 9. Esvaziamento Polpa viva (PULPECTOMIA) 10. Esvaziamento Polpa Morta (PENETRAÇÃO
DESINFECTANTE)
1.1. Medir o RX inicial – CAD Mínimo #15. Se tiver delta, não ultrapassar
1.2. Subtrair 5mm para chegar ao CI  Usar hipoclorito para irrigação e aspiração Mínimo #15, De tiver delta, não ultrapassar
1.3. Fazer a lima chegar em CI (CAD -5mm)  Amputar a polpa com a cureta de pescoço longo de  Usar hipoclorito 1% para irrigação e aspiração de
1.4. Radiografia com lima no CI (Tec. Bissetriz excêntrica) dentina 2mm-2mm
1.5. Calcular o X (da ponta do instrumento ao vértice  Manter um pouco de hipoclorito 1% para controlar  Esvaziar a polpa com a cureta de pescoço longo de
radiográfico) sangramento dentina
1.6. Se polpa viva, subtrair (-2mm)  Fazer esvaziamento com lima >#15  Fazer esvaziamento com lima >#15 de 2mm-2mm
1.7. Se polpa morta, subtrair (-1mm)  Chegar PRIMEIRO NO CT com a lima K15 e DEPOIS (somente lima de pequeno calibre)
1.8. Chega-se ao comprimento de trabalho CT cortar  Irrigar, aspirar
1.9. Radiografar quando chegar no CT  Em canais curvos/atresiados/achatados – usar lima K  Colocar NaOCI 1% (hipoclorito de sódio) como MIC 7
e KF – Tec. Remoção por fragmentação. a 10 dias, ou
Dicas:  Irrigar, aspirar Hidroxido de cálcio (Ultracal) até 30 dias. Se Paciente
Tec de Clark mesializada (Só em endo). Em 1° Molar sup  Colocar Ostoporin como MIC não retornar no período, refazer PQC.
para distal na presença do 4° canal.  Algodão  Algodão
Dentes multi-radiculares, usar limas com calibres  Cimento temporário/provisório
 Cimento temporário
diferentes para ajudar a visualizar  CIV
 CIV
 Conferir oclusão  Conferir oclusão

11. Cinemática da instrumentação – canais retos 12. Cinemática da instrumentação – canais curvos
(TEC SERIADA) (TEC ESCALONADA PROGRAMADA)
1. Penetração Não se faz PA
¼ de volta para direita e ¼ à esquerda com leve pressão apical até o CT Limagem anticurva
2. Ação propriamente dita – limagem em viés
- Penetração passiva até o CT #15 até o CT
- Pressionar a lima contra uma parede e tracionar no sentido #20 até o CT
obliquo/diagonal para a outra parede com máxima extensão de 3mm #25 até o CT – LIMA MEMÓRIA
(nunca retirar do canal e nunca entrar girando) #30KF CT (-1mm)
3. Retirada ou tração #25 até o CT – LIMA MEMÓRIA
- Tracionar ao longo do eixo do dente para oclusal / incisal sem exercer #35KF CT (-2mm)
pressão nas paredes do canal. #25 até o CT – LIMA MEMÓRIA
4. Preparo apical – Exclusivo de canal reto #40KF CT (-3mm)
- forma o batente apical
Polpa Viva Polpa Morta
- Lima de calibre superior à ultima do PQC
1º + 3 = 4 lima 1º + 4 = 5 limas
- ¼ de volta à direita com leve pressão apical e tração
1º = Lima que chegou no CT
- ¼ de volta à esquerda com leve pressão apical e tração
- repetir por duas vezes
O calibre será trocado quando a lima se encontrar solta no canal. Cinemática da instrumentação – canais curvos (TEC ESCALONADA ANATÔMICA)
Todas as limas devem chegar no CT Recuo da lima respeita a forma anatômica do canal
Instrumentação Não há programação do recuo das limas
Polpa Viva Polpa Morta Limagem anticurva
1º + 3 + PA = 5 limas 1º + 4 + PA = 6 limas O número de instrumentos utilizados vai depender do grau de curvatura
1º = Lima que chegou no CT
13. Protocolo de irrigação/secagem 14. Medicação Intracanal

 5ml de Hipoclorito 1% por 1,5min, Polpa Viva: Polpa morta:


 5ml de EDTA, agitar com instrumento de calibre 1. Otosporin. 1. Hipoclorito 1% (Solução de Newton) ou
intermediário e aguardar por 5 min, em seguida - Agitar a suspensão antes do uso 2. Hidroxido de cálcio PA + Veículo aquoso
 5ml de Hipoclorito 1% por 1,5min, - gotejar 2 a 3 gotas na seringa - remover o excesso da câmara
 Secar com cone de papel no comprimento do CT e - calibrar a cânula 2-3mm aquém do CT 3. Paramonoclorofenol
#da última lima - preencher o canal até fluir na câmara - apenas um “cheiro” do material com
- remover o excesso da câmara bolinha de algodão seca (estéril)
Aspiração – ponta verde e ponta azul de 2 a 3 mm 2. Paramonoclorofenol
distante do CT (final) - apenas um “cheiro” do material com
bolinha de algodão seca (estéril)

15. URGENCIA POLPA VIVA 16. URGENCIA POLPA MORTA


(tempo insuficiente) (tempo insuficiente)
 Pulpotomia CI  Pulpectomia CT  Penetração desinfectante – CT
- remover a polpa - Remover a polpa radicular - Hipoclorito 1% (solução de Newton)-(depois do PQC)
- camada fina de Otosporin (depois - Otosporin - Algodão
do PQC) - Algodão - Cimento temporário
- Algodão - Cimento temporário - CIV
- Cimento temporário - CIV - Ajuste oclusal
- CIV - Ajuste oclusal
- Ajuste oclusal
17. OBTURAÇÃO
 Iniciar a obturação: Retratamento do canal
 Colocar cimento pó/liquido sobre a placa de vidro
(sem proporção determinada)  Cirurgia de acesso
Limites  Espatula 24 flexivel para manipular até ficar  PQC
1mm PM homogênea (20min de trabalho)  MIC
2mm PV  Consistência de Ponto de Fio  OBT
Período para execução  Utilizar o cone calibrado para pincelar as paredes do Canais com obturação compacta
 48 – 72hs após o PQC canal com o cimento  Usar solvente
 Ausência de: dor, mobilidade, adema e exudato  Colocar o cone principal com cimento em - óleo de casca de laranja

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quantidade adequada (não encher). - Evitar uso nos 3mm finais
Tecnica de obturação  Os cones secundários entram nos espaços.
 Anestesia  Os espaçados compactam o cone com 3mm a
 Isolamento absoluto menos que o CT pra fazer a condensação lateral.
 Embrocamento (clorexidina - sempre)  Apoiar os mais calobrosos em uma parede e descer
 Remoção do selamento provisório com broca apenas de um lado.
 Novo embrocamento  Deixar lá.
 Remoção da medicação - Irrigação com hipoclorito  Pegar um cone acessório mais comprido e fino para
 Usar lima intermediária ocupar o espaço pincelado com cimento.
 Protocolo de irrigação  Se ainda tem espaço, usar um espaçador menor e
 Provar os cones novamente entrar e criar novos espaço.
- 1º cone igual o da última lima do PA  Pegar outro cone, passar no cimento e incluir no
- Testes: espaço do condensador.
1. Visual  Criar o penacho e fazer a
- Calibrar Cone no CT ( Não usar Stop). Com pinça Perry  5º radiografia
- Provar no canal chegando no CT.  Para verificar se os espaços foram preenchidos
2. Táctil  Cortar o penacho com calcador
- O cone deve estar justo, apoiado no batente apical.  Aquecer o calcador mais calibroso
- Deve oferecer resistência na retirada  Área de corte em Anteriores: 2mm abaixo da JAC.
E se atingir o CT e não travar?  Área de corte em Posteriores: Altura do assoalho
 Testar outros cones do mesmo calibre  A medida que for entrando, usar os calcadores
 Testar um cone de calibre maior menores e fazer a condesanção vertical feita com o
 Cortar a ponta do cone (1mm) calcador de Paiva Agora com um calcador frio.
 Retificar o PA (voltar para lima)  Estando na altura, limpar superfície com algodão e
álcool
3. Radiográfico  Selamento temporário (sem algodão)
1º inicial  CIV
2° X
 Conferir oclusão
3° CT
4ª obrigatória
 Secar o canal
 Colocar Hipoclorito em um Dappen e deixar de 1- Radiografias durante a obturação
1,5min e tirar os excessos. 1 – Inicial do paralelismo
2 – bissetriz excêntrica (X)
3 – confirmar o CT
4 – prova do Cone (teste radiográfico)
5 – Penacho
6 – final paralelismo

Tratamento Endodontico em Dentes com Rizogenese incompleta


APICIGÊNESE/APICOGÊNESE – Polpa Viva
Capeamento pulpar indireto Capeamento pulpar direto Curetagem Pulpotomia
Conservador. Indicação: Indicação: Indicação:
 Exposição traumática ou acidental  Polpa estiver saudável  Polpa estiver saudável
(cárie)
 Pequena de até 1,0mm  Exposição pulpar pequena  Exposição pulpar acidental (cárie) for grande
 Recente máx. 24 hs  Exposição pulpar traumática  Exposição pulpar for traumática alcançando
Sequencia clínica:
 Exposição de até 1 semana toda a coroa
 Anestesia / isolamento
Sequencia clínica:  Grande destruição coronária ou
 antissepsia do campo
 lavagem com soro fisiológico  Anestesia / isolamento  > 1 semana
 remoção do tecido cariado  Antissepsia campo Sequência clínica:
 hemostasia- (algodão estéril)
 Lavagem soro fisiológico  bochecho com antisséptico
 proteção pulpar com Ca(OH)2  anestesia
 restauração CIV e resina composta  Remoção do tecido cariado
 alívio articular  Ampliar a cavidade utilizando  isolamento relativo e absoluto
 acompanhamento clínico e broca esférica carbide  antissepsia do campo
radiográfico pequena no alta rotação  remoção do tecido cariado
 Curetar 2 mm abaixo sítio  acesso câmara pulpar
 Lavar com soro fisiológico  exposição pulpar
 Hemostasia-(algodão estéril)  pulpotomia - curetagem da polpa coronária
 Proteção pulpar Ca(OH)2 PA  irrigar com soro fisiológico
 Restauração com CIV e resina  hemostasia-(algodão estéril)
 Alívio articular  2 gotas antinflamatório-antibiótico
 Acompanhamento clínico e (Otosporin) por 10minutos
radiográfico (6-8 semanas, 6  proteção pulpar com Ca(OH)2 PA
meses e 1 ano)
 restauração com CIV e resina
 alívio articular
 acompanhamento clínico e radiográfico ( 7
dias e a cada 90 dias por 2 anos)
Analgésico de escolha
APICIFICAÇÃO – POLPA MORTA
Apicificação com trocas de Ca(OH)2 Barreira artificial ou tampão apical de MTA
Indicação: Indicação:
 Polpa necrótica  Há espessura média das paredes dentinária
 Exposição pulpar invadindo o terço cervical radicular  Comprimento coroa-raiz é proporcional
 Grande destruição coronária por cárie e polpa não viável  Há necessidade de fechamento apical imediato (estética envolvida)

Sequência clínica: Sequência clínica:


 bochecho antisséptico, anestesia  bochecho antisséptico, anestesia
 

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Isolamento / antissepsia do campo Isolamento / antissepsia do campo
 remoção do tecido cariado/cirurgia de acesso da câmara pulpar  remoção do tecido cariado/cirurgia de acesso da câmara pulpar
 irrigação farta com Hipoclorito de Sódio 1%  irrigação farta com Hipoclorito de Sódio 1%
 odontometria e esvaziamento da polpa morta 1mm aquém do CT  odontometria e esvaziamento da polpa morta 1mm aquém do CT
 uso de limas tipo K somente para limpeza das paredes do canal sem  uso de limas tipo K somente para limpeza das paredes do canal sem
instrumentação instrumentação
 aspiração com cânulas e cones de papel  aspiração com cânulas e cones de papel
 MIC com Hidróxido de Cálcio pa +água destilada ou Ultracal (Dentsply)  MIC com Hidróxido de Cálcio pa +água destilada ou Ultracal (Dentsply) por uma
 radiografia de controle do preenchimento com Ca(OH) 2 semana, caso haja exudato

 selamento coronário com cimento ionômero de vidro+ resina composta  radiografia de controle do preenchimento com Ca(OH) 2

 após 15 dias, troca da MIC com Ca(OH)2 + veículo viscoso e trocas em 30, 60 e  selamento coronário provisório com CIV+ resina composta
90 dias com exame clínico e radiográfico  após uma semana - remoção da medicação
 observação da formação da barreira entre 6 a 18 meses, ou mais  aplicar pasta de MTA + soro fisiológico, no terço apical de aproximadamente 3
 obturação endodôntica com selamento apical (cone invertido/ cones rolados) a 4 mm de espessura (calcadores e cone de papel umidecido)

 manter sempre em controle clínico e radiográfico  aguardar 5 minutos (presa do MTA)


 obturação endodôntica
 selamento coronário com CIV +resina e/ou prótese coronária
 manter sempre em controle clínico e radiográfico

PATOLOGIAS PULPARES – POLPA VIVA NORMAL


resposta positiva aos testes térmicos
Doenças Pulpares (POLPA VIVA)
PULPITE REVERSÍVEL (alteração Dor provocada (frio), localizada e de curta duração (<30s). Intensidade: leve/moderada.
AGUDAS inflamatória) Diagnóstico diferencial: sensibilidade dentinária
Tratamento: conservador (proteção dentino-pulpar);
1. anestesia local
2. remoção do agente irritante (cárie)
3. Se houver exposição, capeamento direto com Ca(OH)2 PA (se <1mm). Se >1mm Pulpecotmia. Obs.: Se o
ápce está formado é grande a chance de INSUCESSO (tendo que fazer o canal em 3-5 anos)
4. restauração provisória (CIV). Se profunda, forrar com Ca(OH)2 pasta/pasta
5. ajuste oclusal
Analgésicos: não é necessário.
PULPITE IRREVERSÍVEL SINTOMÁTICA Dor espontânea, intensa, contínua, mal combatida com analgésicos. Pode doer com frio no início ou exarcebar
com o calor e aliviar com o frio nos estágios finais. Clinicamente: cárie profunda, fraturas. Rx: Pode apresentar
pequeno expessamento no ligamento. Teste: Positivo (declínio lento >30s).
Tratamento: Pulpectomia
1. Anestesia
2. Isolamento absoluto
3. Remoção da cárie
4. Acesso endodôntico
5. Odontometria/esvaziamento com irrigação farta (Solução de Milton 1%)
6. Medicação intracanal: Otosporin
7. Restauração provisória
8. Ajuste oclusal
Analgésico: não é necessário.
CRÔNICAS PULPITE IRREVERSÍVEL ASSINTOMÁTICA Não tem dor e a resposta aos estímulos térmicos pode ser normal. Cárie profunda ou trauma podem expor a
polpa.
Tratamento: Pulpectomia
HIPERPLASIA PULPAR (Pólipo Pulpar) Inflamação crônica hiperplásica, câmara pulpar exposta ao meio bucal (polpa viva), normalmente associada
com ápices incompletos.
Tratamento: Acipigênese
NÓDULO PULPAR Calcificação pulpar na câmara pulpar, detectável radiograficamente.
CALCIFICAÇÃO DIFUSA Calcificação parcial ou total da câmara pulpar e/ou canal radicular, detectável radiograficamente.
REABSORÇÃO INTERNA Reabsorção das paredes do interior do canal, detectável radiograficamente. Na câmara pulpar pode causar
alteração de cor (mancha rósea)
Tratamento: Pulpectomia
REABSORÇÃO EXTERNA Reabsorção da parede externa radicular, detectável radiograficamente. Pode ser inflamatória ou substitutiva,
polpa viva ou morta.
Tratamento: Pulpectomia (PV) ou Penetração desinfetante (PM)
PATOLOGIAS PERIAPICAIS – POLPA MORTA
Sem sintomas e resposta negativa aos testes térmicos
Doenças periapicais (polpa morta)
AGUDAS PERIODONTITE APICAL AGUDA Dor moderada a intensa, provocada(traumática) ou contínua (microbiana), localizada, pode ter a sensação de dente
MICROBIANA OU extruído, mobilidade, mais sensível à percussão vertical,dor à palpação periapical, sem edema.
SINTOMÁTICA(traumática) Causas: sobreintrumentação, agentes químicos, contato prematuro, bruximo ou microbiana.
Radiograficamente: pode ter aumento do espaço perirradicular, ou estar normal, discreta rarefação óssea apical
difusa/circunscrita. Sem rompimento da lâmina dura.

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Teste térmico:
 Ausencia de sensibilidade – considerar polpa necrótica
 Sensibilidade prolongada – considerar pulpite irreversível
 Sensibilidade não prolongada – considerar pulpite reversível

Tratamento: Penetração desinfetante ou ajuste oclusal/alivio + Antiinflamatório


ABSCESSO APICAL AGUDO Dor intensa, espontânea, pulsátil, difusa, com edema, mais sensível à percussão horizontal (mobilidade), exudato.
ABSCESSO FENIX Radiograficamente: pode apresentar aumento do espaço perirradicular, “esfumaçamento” apical. Nem sempre evidencia
reabsorção óssea visível. (Se for Fenix pode ter imagem radiolucida circunscrita).
Tratamento:
1. Remoção da causa
2. Drenagem
3. Antibióticoterapia
4. Tratamento de suporte
Sequencia – em fase inicial: Penetração desinfetante (RX – aumento do espaço periodontal ou nenhuma alteração)
1. Anestesia
2. Isolamento
3. Acesso e penetração desinfetante
4. Odontometria
5. Ultrapassar a entrada do canal em 2-3mm com lima K #25
6. Irrigação
7. Mic
8. Selamento provisório
9. Alívio oclusal
10. Terapêutica: Analgésio e Antiinflamatório

Sequencia – em fase de evolução (a coleção purulenta já atravessou a lamina dura e invadiu os espaços medulares –
trabéculas ósseas – alcançando a região de sub-periósteo): Penetração desinfetante (RX – aumento do espaço periodontal
ou nenhuma alteração). Normalmente há disseminação local e sistêmica.
 Exame: sem ponto de flutuação, não involuiu previamente com antibiótico, trismo, e ainda febre, mal estar e
cefaleia (fase mais crítica do abscesso)
 Mesma sequencia da fase incial. (obs.: nem sempre ocorre a drenagem via canal)
 Analagésico periféricos:
Dipirona sódica (500 mg) – 6 em 6 hs
Paracetamol (500 mg) - 6 em 6 hs
Lisador (dipirona sódica, cloridrato de prometazina e adifenina) – 4 em 4 hs
 Analgésicos de ação central
Codeína (30 mg) + Paracetamol (500mg) - (Tylex®) 4 em 4 hs
Cloridrato de tramadol (37,5 mg) + Paracetamol (325 mg) – (Ultracet®) 4 em 4h
Cloridrato de tramadol (50 mg) – (Tramal®) - 4 em 4 hs
 Antibióticos
Amoxicilina (Amoxil ®)-500mg-1 caps 8/8 hs
 Infecções severas:
Amoxicilina-500mg +metronidazol-250 mg (Amoxil®+Flagyl®) 1 caps + 1 comp 8/8 hs *(não ingerir
álcool durante a terapêutica)
Amoxicilina-500mg + Ácido clavulânico-125mg (Clavulin®) 1 comp 8/8 hs
Pacientes com histórico de alergia às penicilinas: Clindamicina (Dalacin® C)- 300mg-1 caps 6/6 hs
Sequência – em fase evoluída (Coleção purulenta instalada na submucosa): Penetração desinfetante
 Exame: Ponto de flutuação e aumento volumétrico na área agredida.
 Sequência dos passos da fase de evolução. (drenagem)

CRÔNICAS PERIODONTITE APICAL Assintomática. As vezes pode doer ao mastigar alimentos mais sólidos.
CRÔNICA ASSINTOMÁTCA Radiograficamente: apresenta rarefação óssea periapical difusa ou circunscrita, espaço periodontal aumentado.
Tratamento: Penetração desinfetante
ABSCESSO APICAL CRÔNICO Assintomático ou com ligeiro desconforto à percussão. Presença de Fístula.
Radiograficamente: Pode apresentar rarefação óssea periapical difusa ou circunscrita.
Tratamento: Penetração desinfetante.
OSTEÍTE CONDENSANTE Hipergênese óssea de causa desconhecida, que produz espessamento do osso.
Radiograficamente: Apresenta densa imagem radiopaca em geral localizada na região apical
GRANULOMA Tecido conjuntivo neoformado com inflamação crônica.
Radiograficamente: Apresenta pequena rarefação óssea periapical circunscrita, associada ao ápice de um dente <5mm.
CISTO Proliferação tecidual de um granuloma prévio. Clinicamente apresenta abaulamento da cortical óssea.
Radiograficamente apresenta extensa rarefação óssea periapical circunscrita, associada ao ápice de um dente em geral
com deslocamento dos dentes vizinhos. >5mm.
Tratamento: Penetração desinfetante e complementação cirúrgica (cirurgia paraendodôtica)
PRÓTESE PARCIAL REMOVÍVEL
Indicação para: Classificação de Kennedy/Applegate Plano guia – preparo de boca II Retentor direto
 Extremidades uni ou bi-lateral Classe I – Desdentado posterior bilateral Desgastes = planos, realizado nas Na mesial e distante do espaço
 espaços múltiplos Classe II – Desdentado posterior unilateral superfícies proximais e linguais dos dentes protético, em anteriores na região de
 áreas de grande reabsorção Classe III - Desdentado posterior suportes da PPR, paralelas entre si e à cíngulo.
 orientar em reabilitações intercalado trajetória de inserção. Orientam um
 conter dentes com mobilidades Classe IV – Desdentado anterior cruzando a sentido único de inserção e remoção da
 auxiliar na contenção de fraturas linha média prótese.

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 reabilitar pacientes com fissura palatina Regras de Applegate para a classificação Funções:
 pacientes com adequada higienização de Kennedy a. Diminui o espaço entre a prótese e o
 Protetor de implantes a. Só se classifica depois do preparo de dente natural
boca I b. Diminui a quantidade de alívio entre os
 Mantenedor de espaço
b. Não repor 3º molar (não levar em dentes suporte e a prótese
 Fator econômico
consideração – avaliar antagonista) c. Auxiliar na retenção da PPR
Contra indicada: Retentor indireto
c. Se tiver 3º molar, podem ser usados d. Auxiliar na estabilização da prótese
a. Baixa resistência à carie e doença
como suporte Reciprocidade
periodontal
d. Regra válida para os 2ºMolares Anula a força de sentido oposto.
b. xerostomia
e. Área desdentada posterior determina a Confecção de plano guia
c. problemas de coordenação motora.
modificação a. Por lingual, palatina e/ou proximal
Avaliação do rebordo
f. A extensão da modificação não é b. Realizamos o preparo no modelo antes
Rebordos de Elbrech:
considerada, mas apenas o numero de de transferir para a boca
a. Horizontal – É o melhor
áreas desdentadas. c. Casquete de 3-5mm (altura) método de
b. Descendente Distal – Rui, pois promove
g. Classe IV não apresenta modificação Magalhães
força de alavanca Conector maior
Retenção d. Cimentar com cimento provisório
c. Ascendente Distal - Não é tão ruim. Maxila: dupla barra palatina,
É a capacidade da protese em resistir às e. Em boca deve ser feito antes dos apoios
Força é apoiada nos remanescentes recobrimento parcial médio,
forças de deslocamento paralelas ao seu oclusais
Formas de rebordo: recobrimento parcial posterior ou
eixo. Ocluso-cervical e cérvico-oclusal. f. Ponta diamantada cilindrica longa
a. Triangular – lâmina de faca, machuca recobrimento parcial médio
Delineadores g. Executar somente na camada de
b. Estrangulado – intermediário posterior
a. Determina o eixo de inserção esmalte
c. Plano – Ideal. Cristas planas, vertentes Mandíbula: barralingual, splint
b. Análise de áreas retentivas h. Terminação do desgaste não deve gerar
amplas, cobertura de tec conjuntivo lingual, chapeado lingual ou
c. Traça as linhas equatoriais degrau
denso, firme e fibroso.
Avaliação dos pilares
d. Preparo diagnóstico i. Acabamento, polimento e aplicação de contínuo de Kennedy .
e. Auxilia nos casquetes de transferencia fluor
a. Grau 3: latero-lateral e vertical – Ruim
f. Contrução de encaixes Apoios PPR - Preparo, nichos e apoios Planejamento padrão para Classe II
não suporta a carga
g. Fresagem em peças protéticas de Kennedy
b. Grau 2: latero-lateral – manter o dente.
Pontas e funções LOCALIZAÇÃO DO EIXO DE
Evitar usar como suporte. Tratar perio
a. Analisadora – Verificação dos 3 pontos ROTAÇÃO
antes.
(téc seletiva Applegate) A PPR classe II de Kennedy possui
c. Grau 1: Mobilidade só dentro do alvéolo
b. Grafite – determina o equador protético eixo real de rotação. Esse eixo real
– Suporta PPR
c. Pontas calibradora – 0,25 para CoCr, 0,75 de rotação passa do dente vizinho
Avaliar os dentes suporte:
para fio de orto e 0,50 ouro ao espaço protético de
a. Integridade da coroa, Forma e tamanho
d. Facas e cinzéis – Auxiliam no preparo extremidade livre ao ultimo dente
b. Número de forma e raízes (não se aplica
diagnóstico no modelo de estudo suporte da arcada do lado oposto.
lei de ante)
c. Como está a implantação alveolar
d. Qual a mobilidade
e. Avaliar a curva de spee Eixo real de rotação = fulcro
f. Se está em extrusão Classe I: linha que passa na mesial dos
g. Avaliar o plano oclusal últimos dentes da arcada.
Avaliação pelo número de dentes
a. Puntiforme – apenas 1 dente Função principal e secundária
b. Linear – 3,4,5 dentes seguidos  Primária: trasmite a força no longo eixo
Determinar o eixo de inserção do dente
c. Superfície – Distribuição equilibrada Retentores diretos: Ação de ponta T
(Roach 3 pontos)  Impede o descolcamento/intrusão
Pilares ou 7
1. Pilar/retentor direto – é o dente que ocluso cervical Indiretos: grampos gêmeros
está próximo ao espaço protético. Evita  Impede a PPR descer além do preparo Eixo de rotação:
o deslocamento da prótese no sentido  Mantém o terminal retentivo (braço de
cervico oclusal. Onde o grampo está retenção) e o braço de oposição
fixado. planejadas.
2. Pilar/retentor indireto – é o dente que  Mantém as relações oclusais
está distante do espaço protético. Atua  Previne a impactação de alimentos
reduzindo a movimentação (giro da entre o dente natural e o adjacente
prótese) no lado oposto do eixo de  Fornecer retenção indireta nos casos de
rotação. 90° do eixo de retoção. extremidade livre.
Elementos constituintes da PPR  Prevenir a extrusão de dentes suportes.
a. Grampos/retentores LOCALIZAÇÃO DO RETENTOR
b. Conector menor Tipos de retenção INDIRETO
c. Conectores maiores ou barras de união a. Fisiológica (saliva com coesão e adesão) Perpendicular e anterior ao eixo
d. Selas b. Física – evitando o giro de rotação
e. Dentes artificiais c. Mecânica – pelo embricamento Apoio em cíngulo (13)
Partes do grampo = retentor: mecânico Apoio oclusal e braço de oposição
a. Braço de retenção Planejamento padrão para Classe I de (14)
b. Braço de oposição Kennedy LOCALIZAÇÃO DOS APOIOS
c. Apoio oclusal Localização do eixo de rotação: O eixo Os apoios no dente vizinho ao
d. Corpo do grampo real de rotação passará, mais espaço protético de extremidade
e. Conector menor precisamente, por uma linha que parte livre vai distante do espaço
Extremo livre dos apoios mais distais de cada lado da protético, ou seja, em dentes
espaço onde a prótese está ocupando arcada. Pode ter rotação distal ou posteriors será posicionado na
Classificação das PPRs mesial. Classe I e II exige retendor mesial.
Pelas vias de transmissão de força indireto. Retentores diretos mais SELEÇÃO DO CONECTOR MAIOR
a. Dento suportadas utilizados: Ação de ponta T ou 7. Maxila: dupla barra, recobrimento
b. Dento-mucosa suportada médio ou recobrimento parcial
c. Mucosa-dento suportada médio posterior
d. 50% - 50% chamamos de Mucosa Mandíbula: barra lingual
Dento suportada
Moldagem de estudo
Classe III – em alginato (poucos espaços)
Rebodo amplo–dupla-moldagem (silicone)
Planejamento padrão para Classe III de Nos dentes, que forem planejados Grampo em Anzol ou Gillet Barra Chapeado lingual
Kennedy os retentores de oposição os planos
A PPR classe III de Kennedy não possui de guia devem ser realizados nas
eixo real de rotação faces palatinas ou linguais.
SELEÇÃO DO CONECTOR MAIOR
 Maxila: Barra palatina simples, dupla
barra, recobrimento parcial anterior.
A escolha de um conector maior vai

Jasiel Oliveira – Uninove 2017


depender da extensão da área
desdentada.
 Mandíbula: barra lingual Pré-molares e Molares sup./inf.
SELEÇÃO DOS RETENTORES DIRETOS Vizinho ao espaço intercalado, quando a
 Vizinhos ao espaço protético Simples ou Ackers / Acker invertido área retentiva também se localiza
adjacente ao espaço protético.
 Ação de ponta em I, T ou 7 (14 e 24) Dentes com coroa clínica alta. Indicação
 Circunferencial: Ackers (17 e 27)
Limitação: Estética, Dente
periodontalmente com-prometido; Coroa
clínica curta

Classe I e II modificada Grampo Contínuo de Kennedy


Dentes com posição normal
Quando a área de retenção estiver a
distância do espaço edentulo
Limitação: Dentes inclinados para o
lado protético.
LOCALIZAÇÃO DOS APOIOS Circunferencial reverso
Os apoios em dentes posteriores em Somente inferiores
classe III de Kennedy devem ficar Barra de retenção Indireta
vizinho ao espaço protético, na ocluso Extremidade livre muito grande
proximal. Já em dentes anteriores Estabilização periodontal Indicação – ajuda
devem ficar em cíngulo. a dar estabilidade em dentes anteriores
LOCALIZAÇÃO DOS PLANOS DE GUIA (classe I e II extensa)
Em dentes anteriores devem ser Faz parte do grampo e dos conectores
realizados preparos de planos de guia, maiores.
Indicado para molares e prés, quando
nas faces proximais vizinhos ao espaço Limitação: Altura clínica da coroa
inclinado para a mesial, áreas de
protético. Em dentes posteriores retenção próxima ao espaço edentulo
devem ser realizados nas faces Conectores maiores
Limitação: coroas muito baixas e
proximais vizinhos ao espaços Áreas de recobrimento:
espaço para o conector
protéticos e nas faces palatinas ou a. Médio
linguais. Circunferencial em anel (1 apoio) / b. Recobrimento parcial anterior
SELEÇÃO DO CONECTOR MAIOR c. Posterior
Martinet e Nally, ou grampo circular
Barra dupla palatina – é muito utilizada em
 Maxila: Barra palatina, dupla barra, perdas intercaladas
recobrimento parcial médio
A escolha de um conector maior vai Em mandíbula:
depender da extensão da área a. Universal é a barra lingual
desdentada b. Necessário 7mm de espaço
 Mandíbula: barra lingual Indicado para Pres e Molares c. Tem alivio na barra
Classe I e II de Kennedy, quando
Planejamento padrão para Classe IV de contra-indicado grampo a barra GRAMPO T
Kennedy Área de retenção na M-V Classe I e II de Kennedy, caninos e Pms e
Se a área anterior for pequena, Equador protético alto na distal – a incisivos
geralmente até a extensão dos 4 dentes linha do equador deve estar próximo à Limitação: Condição periodontal
incisivos, a prótese não haverá eixo real oclusal distal. Não precisa fazer um (retração), interferência na mucosa (freios
de rotação. Com um número maior de plano Guia até a cervical. e bridas)
dentes ausentes, a prótese possuirá Limitação: Pouca flexibilidade
eixo real de rotação. Que passará pelos GRAMPO 7
apoios mais anteriores. CIRCUNFERENCIAL EM ANEL Classe I e II de Kennedy, caninos e Pms e
SELEÇÃO DOS RETENTORES DIRETOS (2APOIOS) incisivos, quando a bossa impede o uso do
 Vizinho ao espaço protético: apoio em
T.
Limitação: Condição periodontal
cíngulo e placa proximal (13 e 23)
(retração), interferência na mucosa (freios
 Opositor: grampo gêmeos (17,16, 27,26) e bridas)
RETENTOR INDIRETO
Se a prótese não possuir eixo real de GRAMPO i
rotação não haverá necessidade de Espaço intercalado
planejar retentor indireto. Caso a Segmento dento-suportado (dente no
D-V de caninos, PMS, mais estético dos
prótese tenha eixo de rotação os meio de um espaço)
grampos, pouco flexível, geralmente em
retentores indiretos serão Em dentes no meio de dois espaços
canino, não usar em extremidade livre
posicionados nos dentes posteriores. protéticos.
Limitação: Extremidade livre.
LOCALIZAÇÃO DOS APOIOS Molares e Pres inclinados com
Os dentes vizinhos ao espaço protético retenção na região M-L ou M-V (classe
Barra Splint Lingual
devem ter apoios em cíngulo, caso III)
sejam anteriores ou vizinhos ao espaço Isolados, entre dois espaços protéticos
protético se for dentes posteriores. Há Retenção vizinha ao E.P
a necessidade de planejamento de
retentores em dentes posteriores para Pouca limitação: Extremidade livre
a estabilização da prótese, com isso
haverá apoios em dentes onde foi GRAMPO GÊMEO OU DUPLO OU
planejados esses retentores. GRAMPO CIRCUNFERENCIAL DUPLO
APOIOS E PLANOS DE GUIA
Em dentes anteriores, vizinhos ao
espaço protético, devem ser realizados
preparos de planos de guia, nas faces
proximais vizinhos ao espaço protético.
Em dentes posteriores, vizinhos aos
espaços protéticos devem ser Prés e molares Classe II e Classe IV de
realizados nas faces proximais vizinhos Kennedy
aos espaços protéticos e nas faces Retenção indireta
palatinas. Limitação: Desgaste da passagem dos
braços
TRAUMATISMO DENTAL – ODONTOPEDIATRIA e ADULTOS
ANAMNESE - URGÊNCIAS NOTA:
1. Anamnese Resumida Inconsciência, cefaleia, amnésia, náusea, vômito, sangramento nasal
 Identificação Geral (pode ser indicativo de traumatismo craniano).
 História médica Em caso de dúvidas fazer o encaminhamento.
 História odontológica Deslocamentos e desvios da linha média durante os movimentos de
 Como ocorreu? abertura e fechamento dos maxilares é indicativo de danos na ATM.
2. Quando ocorreu?
3. Sinais e Sintomas

Jasiel Oliveira – Uninove 2017


EXAME CLÍNICO BUCAL TRATAMENTOS IMEDIATOS LESÕES EM TECIDOS MOLES
Limpar área afetada com água, soro fisiológico Sutura
ou antisséptico (Clorexidina 0,12%). Reposicionamento Laceração – Suturar e medicar AINEs e Antibiótico (avaliar)
Exame Visual Contenção Contusão (Hematoma) – usar gelo
Exame do Dente Proteção do Complexo dentina/polpa Abrasão “Esfolado, casquinha” – hidratar
Palpação Dentística
Percussão – Suave (se indicado) Reimplante Limpar área com soro/clorexidina
Teste de sensibilidade Terapia Pulpar
Teste de transiluminação Exodontia

Trinca de esmalte Fratura de esmalte Fratura envolvendo esmalte e dentina sem Fratura de esmalte e dentina (com
exposição pulpar. envolvimento pulpar)

Fluor terapia Regularizar bordas cortantes Restauração definitiva, CIV ou colagem do


Fluorterapia Antisepticos, anestesia, limpar com soro.
fragmento ( se fragmento, deixar 10-15min
Restaurar com resina composta < 24hs – Ca(OH) pó + CIV ou definitivo
em soro) Devolver estética
< 1 semana – pulpotomia parcial
> Semana – pulpotomia total
Necrose – Penetração / obturação
Fratura de esmalte e dentina sem Fratura corono-radicular SEM Fratura corono-radicular COM Fratura coronoradicular complicada
exposição pulpar (dente permanente envolvimento pulpar envolvimento pulpar
jovem)
Fratura envolvendo esmalte e dentina e
cemento, podendo ou não ter exposição
pulpar, com impossibilidade de
selamento/restauração.

Em adultos:
Remover o fragmento, limpar e colar com
sistema adesivo. OHB com clorexidina 0,12%
por 2 semanas. Avaliar vitalidade e iniciar
endodontia. Evitar exo em dentes
Proteger a polpa e restauração ou permanentes.
colagem do fragmento; Proteção dentina-pulpar + restauração Tratamento endodôntico/ restauração Exodontia e reabilitação protética em
Acompanhamento e se necessário /colagem do fragmento (até 2mm além do (matrizes plásticas) / colagem do fragmento crianças.
realização do tratamento endodôntico. limite gengival) (até 2mm além do limite gengival) OBS.: Após Exo, avaliação Clinica após 1 - 2
semanas + 1 mês e Rx Semestralmente até o
irrompimento do permanente
Fratura radicular: 1/3 cervical Fratura radicular: 1/3 médio ou apical Fratura radicular: 1/3 médio ou apical Fratura radicular: 1/3 médio ou apical (COM
(SEM MOBILIDADE e SEM Descolocamento (COM MOBILIDADE e COM MOBILIDADE e Impossibilidade de fazer
da porção coronária) Descolocamento da porção coronária) contenção, ou fratura óssea)

Em adulto: Reposicionar a coroa e fazer Em adulto: se possível, reposicionar e fazer


RX. Estabilizar a contenção flexível por contenção por 1mes. Acompanhamento,
Reposicionar, Contenção semi-rígida por 21- EXODONTIA (pediatria)
4 meses. Fazer alivio oclusal OHB, Repouso da área, se há necessidade
30dias, Repouso da área, se há necessidade Em adulto: avaliar possibilidade de plastia
de Endo. Clorexidina 0,12% por 15 dias.
de Endo. Clorexidina 0,12% por 15 dias. gengival. Clorexidina 0,12% por 15 dias.
Se Dente for mantido, seguir protocolo padrão. Se Exodontia + reabilitação Protetica ou gengivectomia, pulpectomia e reabilitação. OBS.: Após Exo, Clinico 1 semana a 2 semana + 1
mês e Rx Semestralmente até o irrompimento do permanente
Fratura radicular
Transversal / Horizontal Longitudinal / vertical Obliqua
Terço apical é possível manter (não tratar canal). Não Extração (pediatria) Manter
sendo, tem que extrair. (pediatria)
ACOMPANHAMENTO PADRÃO: Clínico: 1 a 2 semanas após o trauma | Radiográfico 1 mês, 3 meses, 3 meses, semest. até irrompimento do permanente
 Fratura Alveolar Quadro clínico: fratura envolvendo o osso alveolar com ou sem deslocamento. Pode haver alteração no padrão oclusal, como também mobilidade de todo o segmento.
 Procedimentos: Reposicionar o seguimento ósseo o mais rápido possível (redução da fratura), confirmar no RX, Contenção flexível por 4 semanas, OHB, Clorexidina 0,12% 15 dias
Concussão Sub-luxação Intrusão (luxação intrusiva) Luxação Extrusiva
Pequeno trauma nas estruturas Lesão às estruturas de suporte. Ruptura Deslocamento do dente para o interior do alvéolo Deslocamento do dente no sentido
de suporte de algumas fibras do ligamento Ausência ou diminuição do ligamento periodontal axial, com saída parcial do alvéolo,
Ausência de mobilidade, periodontal. Mobilidade sem Compressão ou fratura do processo alveolar mobilidade, Espaço aumentado do
sangramento e deslocamento deslocamento; Ligeiro sangramento no ligamento periodontal
Resposta à percussão vertical e sulco gengival
palpação apical

Jasiel Oliveira – Uninove 2017


Conduta 1-2semanas:
Não há necessidade de
tratamento
Alívio articular Conduta 1-2semanas: (mesma da
OHB Sub-luxação) + repôsição digital e
Cuidados dom o tipo de Conduta 1-2semanas: Conduta 1-2semanas: (mesma da Sub-luxação) + Palpar contenção ou Exodontia (crianças),
alimentação (7 dias) Não há necessidade de tratamento fundo de sulco (fratura de tábua óssea vestibular) ajuste oclusal. Em caso de fratura
Remoção de hábitos de sucção OHB No longo eixo do dente e por Vest SEM fratura da tabua alveolar; exodontia.
(crianças) Cuidados com o tipo de alimentação (7 óssea: Aguardar a inicio da reerupção espontânea (15 a 30 Atendimento imediato:
Alívio oclusal dias) dias). Reerupção total de 3 a 6 meses Redução da luxação reposicionando
Remoção de hábitos de sucção Por palatina: Normalmente afeta o permanente – o dente e contenção flexível ou
Em adultos: clorexidina 0,12% (crianças) EXODONTIA (crianças) semi-rígida por 14-21 dias.
por 2 semanas Alívio oclusal Por vest com fratura da tabua óssea – EXODONTIA -No Atedimento mediado: Não
exame de palpação, ao fazer pressão apical, a incisal do reposicionar
Em adultos: clorexidina 0,12% por 2 dente se move
semanas
Obs.: Risogênese completa, fazer reposição ortodôntica
Obs.: Em caso de mobilidade exagerada, (<5mm) ou cirúrgica (>5mm)
contenção flexível por 15 dias.
Controle: Dente mantido: PADRÂO Exodontia: Mesma da fratura
Futuras alterações: Futuras alterações: Futuras alterações:
Calcificação pulpar Necrose pulpar Necrose pulpar
Alteração de coloração (hemorragia. Necrose? Nem sempre), pode ser Reabsorções Reabsorções
transitória, ou mesmo que fique pode não representar uma necrose. Lesão ao germe permanente
Pequenas reabsorções
POLPA
Hiperemia pulpar Necrose pulpar Hemorragia pulpar Calcificação pulpar
Normalmente é transitório, mas pode pode vir acompanhada de lesão apical, fístula ou resulta da alteração de cor que com Degeneração cálcica progressiva
evoluir para necrose pulpar abscesso o tempo pode regredir da polpa. Não interfere na
reabsroção do dente decíduo
PERIODONTO
ANQUILOSE RETENÇÃO PROLONGADA ALVEÓLISE
Reabsorção por substituição A raiz do dente decíduo não sofre o processo Infecção no alvéolo dentário
fisiológico de reabsorção
REPERCUSAÕES NOS DENTES PERMANENTES
Hipoplasia de esmalte Alterações radiculares

TECNICAS RADIOGRÁFICAS DE TRAUMA EM ODONTOPEDIATRIA


Radiografia periapical modificada Técnica radiográfica lateral de Fazzi:
Visualiza dente afetado, proximais e germes. Extra-oral: Com filme periapical adulto, ou filme oclusal
FILME ADULTO – POSIÇÃO OCLUSAL – HORIZONTAL (Deitado) Indicado: Nos casos de luxação intrusiva
Incidência do RX: 35° - 45° na ponta do nariz Auxilia visualização Vest/Palt para observar a relação do dente intruído com
a tábua óssea vestibular e o germe do permanente.
Como: Filme mantido em posição pelo responsável na altura da comissura
labial, de maneira que a face sensível do filme deve ficar voltada para a face

AVULSÃO
RISOGÊNESE INCOMPLETA RISOGÊNESE COMPLETA
Paciente chega com o 1. Limpar local com soro ou clorexidina 1. Limpar local com soro ou clorexidina
dente reimplantado 2. NÃO extrair o dente, suturar as lacerações existentes 2. NÃO extrair o dente, suturar as lacerações existentes
3. Verificar posição radiograficamente 3. Verificar posição radiograficamente
4. Fazer contenção com fio flexível por 15 dias 4. Fazer contenção com fio flexível por 15 dias
5. Prescrever antibiótico e vacina anti-tetânica 5. Prescrever antibiótico e vacina anti-tetânica
6. OHB – escova macia 6. OHB – escova macia
7. Alimentação liquida e pastosa por 7 dias 7. Alimentação liquida e pastosa por 7 dias
8. Clorexidina 0,12% por 15 dias 8. Clorexidina 0,12% por 15 dias
9. Iniciar tratamento endodontico 7-10 dias após reimplante, antes da
remoção da contenção. Usar Hidróxido de Cálcio como MIC.
Paciente armazena em leite 10. Limpar superfície e forame com soro Mesmo procedimento (ao lado) acrescido de:
(ideial), saliva ou soro em 11. Remover coágulo do alvéolo com irrigaçao
período <60min 12. Cobrir superfície radicular com microesferas de hidrocloreto de Iniciar tratamento endodontico 7-10 dias após reimplante, antes da
minociclina ou solução de doxiclina por 5 min remoção da contenção. Usar Hidróxido de Cálcio como MIC.
13. Reimplantar o dente com pequena pressao digital
14. Vefiricar as pareder do alvéolo
15. Fazer contenção com fio e manter por 15 dias
16. Antiinflamatório, antibiótico e vacina antitetânica
9. OHB – escova macia
10. Alimentação liquida e pastosa por 7 dias
Clorexidina 0,12% por 15 dias e acompanhar
Dente não armazenado 1. Remover restos necróticos da raíz Reimplante desfavorável. Será procedido como no caso da Risogenese
corretamente, seco em 2. Realizar endodontia antes de reimplantar ou no máximo após incompleta, com o objetivo de promover o crescimento do osso alveolar
período >60min 10 dias para encapsular o dente reimplantado.
3. Curetar alvéolo Fazer contenção por 4 semanas
4. Tratar o dentes em fluoreto de sódio a 2% por 20min
5. Reimplantar com pequena pressão digital, suturar laceraões
6. Seguir passos no procedimento acima
PSICOLOGIA APLICADA A ODONTOPEDIATRIA
FASES DO DESENVOLVIMENTO MEDO OBJETIVO SUBJETIVO
DIRETO INDIRETO
1. Fase oral 0 - 18 meses Experiência desagradável no Experiência em ambientes Medo assimilado de outro;
2. Fase anal (bebê 18 meses – 3 anos) - FALAR – MOSTRAR – FAZER dentista semelhantes ao consultório (ex. Ocorre por sugestão.
capaz de ficar sentada 10-20 min hospital, farmácia)
3. Fase fálica (de 3 – 5 anos)
Concentrada até 30 min Sucção
4. Fase latência (de 5 a 12 anos) Fisiológica: 9 – 12 meses
6 – 7 anos de idade Psicológica: +- 3 anos
7 – 12 anos de idade Patológica: >3 anos

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5. Fase genital (de 13 – 19 anos)
EDUCAÇÃO
IDADE DENTIFRÍCIO – 3x/dia NÃO IRROMPIDOS JANELA DE INFECTIVIDADE TIPO DE ESCOVA TÉCNICA
Bebês (até 2 anos) Metade de 1 grão de arroz cru Amamentado NÃO se 1 dente inc inferior Cabeça pequena Fones
(0,05g) higieniza com gaze ou outros 1 molar Macia 15x
meios Cabo grosso
Que não sabem cuspir (2 -4 1 grão de arroz cru (0,1g) Se for um preparo especial, Fones (Starkey)
anos) fazer a higieni-zação com bolinha/trem – 15x
Ingere 60% do dentifrício gaze/dedeira de silicone. <6 anos – sem
coordenação motora
Que sabem cuspir 1 grão de ervilha (0,3g) Fluor: mínimo 1000 – 1500 ppm 15x
(> 4 anos) ingere 25%
Cima de 6 anos Bass Modificada
IHO – S (ÍNDICE DE HIGIENE ORAL SIMPLIFICADO) Odontogênese 5 Funções da polpa: Estágio de Nolla
(VEST) – 1º molar sup direito e esquerdo.  Fase de botão 1 Indutora 0 – ausência de cripta 7 – 1/3 raiz completa
(LING) - 1º Mol inf direito e esquerdo  Fase de capuz 2 Formadora 1 – presença de cripta
(VEST) – 51 e 81  Fase de campânula 3 Nutritiva
 Fase de aposição 4 Protetora
 Fase de coroa 5 Reparadora
2 – calcificação da coroa
8 – 2/3 raiz completa

ARCO DE BAUME – Exclusivo decídua


TIPO I – diastema nos anteriores – Ideal (SUP e INF)
3 – 1/3 coroa completa

Somatória dos valores 9 – raiz compl. Ápice


Numero de dentes corados aberto
4 – 2/3 coroa completa
0 - 1 = está bom | 1 - 2 = regular | 2 - 3 = péssimo
Somente dentição decídua TIPO II – SEM diastema anterior - desfavorável (apenas
IHOS – 0 (zero) não aplicar flúor 1 diastema é patológico)
Relação terminal 5 – coroa quase compl.
Referencia 2°Mol Inf Decíduo TIPO MISTO – Somente em um dos arcos
10 – ápice fechado
A) PLANO – Ideal ESPAÇO PRIMATA Maxila – Entre IL e C
B) DEGRAU MESIAL – Classe III Angle (Para frente)
C) DEGRAU DISTAL – Classe II Angle (Para trás) Mandíb – Entre C e 1°M
6 – coroa completa
Uni ou bi lateral
7-10 pós eruptiva
0-6 Intra-osseo Mov. O/V/L/M/D e Horiz
Mov. Corpo (O/V) Mov. Intra/Extra ósseo
Mov excêntrico (3D)

5 a 7 meses 8 a 11 meses 12 a 16 meses 16 a 20 meses 2os Molares Decíduos


Incisivos Centrais Decíduos Incisivos Laterais Decíduos 1os Molares Decíduos Caninos Decíduos 19 a 24 meses

6 anos 6 anos 6 anos


1os Molares Permanentes Incisivos Centrais Inf. Incisivos Laterais Inf

8 anos 10 anos 11 anos 12 anos


7 anos
Incisivos Laterais Superiores Caninos Inferiores E PM Caninos Superiores 2os Molares
Incisivos Centrais Superiores
inf. 2os Pré-Molares
Rizólise

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3-4 anos todos os decíduos estão com as raízes completas

OVERBITE / OVERJET

2,5mm medida padrão ideal


RADIOGRAFIA EM ODONTOPEDIATRIA
Tec. Periapical >5anos Método da bissetriz Tec de Clark Tec. Muller-Winter
(certeza de cárie/lesão) Pré escolar > 6 anos Pesquisar em Vest e Palat Localização em Mandíbula
Tec. Do Paralelismo Desvio para direta ou esquerda Pac segura o filme
Dentição Decídua 6 RX Posicionadores infantis Tempo: Dobro da periapical
4 na região posterior periapical Tec. Interproximal
2 na região anterior periapical (dúvida de cárie/lesão)
Dentição mista 10 RX Tec. Periapical modificada
3 na região antero superior <5 anos
3 na região antero inferior Tec. Panorâmica
4 na região posterior
Plano de tratamento
Fase preventiva: Fase preparatória – Isolamento relativo Fase reabilitadora:
1. IHOs – OHB 1. Procedimentos que interrompam a doença Ex:
2. Profilaxia profissional 2. Adequação do meio bucal  Restauração (dentistica)
3. Aplicação tópica de flúor: IHOs >1 e dentes em 3. Remoção parcial das lesões de cárie e vedamento com  Terapia pulpar
irrompimento cimento provisório (CIV), aplicar Selante superficial – Sem  Exodontia
4. Selante anestesia (Usar Papacárie)  Prótese
5. Protocolo de verniz 4. Remoção cirúrgica de focos de infecção  Orto
6. OHA – Orintação hab. aliment. 5. Remover smier lear líquido do ionômero e lavar  Frenectomia
 Terapia pulpar (provisória)  Gengivectomia
 Exodontia
 Raspagem
URGENCIA NÃO ENTRA NO PLANO, VEM EM PRIMEIRO LUGAR.
Medidas preventivas em odontopediatria
PROTOCOLO DE VERNIZ – F e Chz (clorexidina) Aplicação tópica de Fluor (FFA) ou neutro Bochechos
Até 6 meses de irrompimento Superfície limpa | Dentes hígidos ou NÃO (cariado) 1. Uso diário = NaF 0,05% - 225 ppmF (é o mais utilizado)
Duração: 6 meses Uso profissional – gel e mousse baixa concentração
o Semanal (intercalando) durante um mês Géis 9000 a 12.300 e os vernizes 22.600ppmF 2. Uso semanal = NaF 0,2% - 900 ppmF
o Mensal (intercalando)
Técnica de aplicação Perda prematura do dente
Isolamento relativo 1. Profilaxia Mantenedor de espaço se o sucessor permanente estiver
Aplicando com microbrush, nos sulcos. 2. Secar os dentes em período inferior a 6 meses.
3. Aplicar
Função do flúor – ajuda na mineralização 4. Deixar de 1-4 min
Função da clorexidina – anti microbiano 5. Aspirar com alta potencia o tempo todo
6. Paciente sentado
7. Evitar que o paciente engula
8. Remover a moldeira
9. Cuspir excesso
10. Avisar que gosto é azedo
11. Fazer um arco por vez
12. Evitar a ingestão de alimentos <30 min
Terapia pulpar em dentes decíduos

Diagnóstico Capeamento pulpar indireto POLPOTOMIA/PULPOTOMIA


1. RX – folículo pode confundir com lesão 1. Remover dentina infectada Amputação cirúrgica da polpa coronária, seguida do uso
2. Ciclo biológico do dente decíduo 2. Manutenção da dentina afetada de fármacos
3. Determinar o grau de saúde da polpa (estágio de inflamação 3. Hidrox Calcio pasta/pasta - Medicamento aplicado após a contenção da hemorragia
ou necrose) pulpar
4. Não fazer teste de vitalidade/percussão Indicação:
5. Teste pela anamnese/ relatos. - Dentes com grande lesão de cárie Indicação:
- Não pode ter dor espontânea - Dente com vitalidade pulpar;
- Sem mobilidade - Ciclo biológico compatível;

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- Ciclo biológico compatível - Dente que deve permanecer no arco por + 1 ano
- Ausência de alterações na imagem radiográfica - Cárie profunda com risco de exposição pulpar
- Ausência de lesão na furca ou no ápice radicular
Técnica: - Pulpite em fase inicial (sangramento);
- Anestesia (se houver risco de exposição pulpar)
- Isolamento absoluto (se risco de exposição) Técnica:
- Remoção da cárie através de curetas - Anestesia
- Curativo sobre a dentina com Hidro C - Isolamento absoluto
-Selamento da cavidade com CIV ou resina - Remoção do tec cariado
- Proservação - Remoção do teto da câmara e exposição
- Sessão única, com controle trimestral - Politomia com curetas afiadas
- Hemostasia com algodão estéril, sob pressão
Inflamação irreversível – Dor espontânea, prolongada após os CAPEAMENTO PULPAR DIRETO (pouco indicado) - Medicamento: Pasta Guedes, HidroC, formocresol,
testes, sangramento muito intenso ou ausente, cor alterada,
- Medicação direta sobre a exposição pulpar sulfato férrico ou MTA
sem resistência ao corte.
- Avaliação criteriosa para se indicar
PULPECTOMIA/PENETRAÇÃO DESINFECTANTE
Polpa sem vitalidade – Abscesso agudo: imagem discreta.
Indicação: NECROPULPECTOMIA
Abscesso crônico – imagem bem definida
- Bom estado de saúde geral - Estágios inflamatórios irreversíveis
- Ciclo biológico compatível - Necrose pulpar por lesão de cárie
Dores espontâneas no período da noite indica dano pulpar - Diagnóstico preciso - Terapia pulpar
avançado (irreversível)
- Microexposição pulpar de origem mecânica
- Sem contaminação (saliva- microrganismos) INDICAÇÕES:
Dores por estímulos (provocada), indica resposta pulpar, • Lesão de cárie com envolvimento pulpar
reação pulpar (reversível)
Materiais de eleição: • Fístula ou abscesso;
- Hidróxido de Cálcio • Reabilitação pino/coroa;
Dor gelado – polpa inflamada, se dor de curta duração a polpa
- MTA • Reabsorção < 1/3 do comprimento da raiz.
tem capacidade de resposta - Pasta Guedes-Pinto
Técnica:
Dor quentes e prolongados: polpa em processo de
Técnica: - Radiografia de diagnóstico
degereração - Anestesia - Odontometria
- Isolamento absoluto - Anestesia
Generalidades
- Irrigar a ferida com soro fisiológico - Isolamento absoluto
Não usamos Cone de GuttaPercha
- Secar com penso de algodão estéril - Esvaziamento da câmara com cureta e irrigação com
NUNCA MATERIAL PERMANENTE. - Colocar o agente capeador líquido Dakin
- Selamento cavitário (lâmina de guta-percha + CIV) - Localizar canais radiculares
Diferenças anatômicas: molares decíduos apresentam canais
- Proservação - Preencher a câmara com Endo-PTC e gotejar líquido
atrésicos (usar no máximo 3 limas #15,20# #25), raízes curtas,
Dakin sobre ele
curvatura acentuada, etc Em dentes anteriores (#60) - Instrumentação com lima Kerr (1+2) de diam
proporcional
Materiais de eleição: - Irrigação com Hipoclorito 1% e aspiração concomitante
- Pasta Guedes-Pinto - Secagem por sucção
MODO DE APLICAÇÃO: mistura-se 1 medida de - Secagem com cones de papel
iodofórmio, 2 gotas de PMCC e 1cm de rifocort. - Colocação do material obturador (1°Lima anti-horário)
Aplica-se sobre o tecido pulpar remanescente - Obturação dos canais com material reabsorvível como a
- MTA Pasta Guedes Pinto, HidroC e OZE.
selador endodôntico - Base de Guta-percha (fina camada)
Melhor formação de dentina tubular do que o - Selamento
hidróxido de cálcio - Restauração com material que proteja de micro
- Formocresol infiltrações
Aplicado sobre o remanescente pulpar com
bolina de algodão e pinça clínica, durante 5 PULPITE IRREVERSÍVEL
minutos ASPECTO PULPAR
- Hidróxido de Cálcio • com estrutura (corpo)
- Sulfato Férrico • Consistente
Indicado para tratamento de dentes que • Resistente ao corte
deverão permanecer na cavidade bucal por mais • Hemorragia suave
de 36 meses • Sangue com coloração vermelho brilhante
- Glutaraldeído
Modo de aplicação: utilizar bolinha de algodão NECROSE PULPAR
estéril e pinça clínica, aplicar o material por um ASPECTO PULPAR
período de 5 minutos. • sem estrutura
- Laser • Consistência pastosa/liquefeita
• Desintegração durante a remoção
• Ausência de hemorragia
• Sangramento, se houver, com coloração escura
CIRURGIA - PEDIATRIA
INDICAÇÃO DE EXODONTIA Dificuldades em cirurgia Uso de fórceps – anteriores e posteriores
 -Grande comprometimento do dente Risólise assimétrica  Evitar a intrusão
Raízes de molares com estreita relação com a coroa do
 -Dentes com rarefação óssea (periapical ou interradicular dente permanente  Cuidados com o movimento de rotação e avulsão
persistente) Dentes anquilosados (Não fazer movimento de vestibular e paliativa) para
 -Rompimento da cripta óssea do germe do sucessor Perda de espaço não tocar o sucessor
permanente.  Em posteriores apreensão na área cervical.
Sequencia
 -Contraindicação da indo é indicação da cirurgia.
Pré-anestesia (tópico sempre) 3 minutos
 Contraindicado quando não houver porção
 -Dentes com alveólise Luxação (não fazermos intrusão)
coronária suficiente.

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Elevadores
 -Dentes com cáries que já atingiram a bifucarção Hemostasia (não fazemos manobras de Chaumpret)
 Quando não tem coroa clinica
 -Dentes com raízes fraturadas Cirurgia de tecido mole  Luxação de dentes para posterior usando o fórceps
 -Dentes anquilosados e submersos (abaixo da oclusão dos Frenectomia labial e lingual
dentes proximais) Plástica e correção gengival  Expansão do osso alveolar facilitando a exodontia
ACIDENTES COMUNS Ulectomia  Remoção de raízes fraturadas ou seccionadas
 -Fraturas coronárias
Papilomatoses
Mucocele
cirurgicamente

 -Fraturas radiculares – comum em risólise incompleta  Rentes anteriores com reabsorção radicular extensa
 -Sangramento abundante – quando não fez correta Cirurgias complexas
anamnese. Inclusos como: dentes dilacerados, odontomas complexos
compostos, supranumerários
 -Traumatismo e/ou avulsão do germe permanente. Cistos dentígeros
Nesses casos, reimplantar, suturar e entrar com Tracionamento dentário
medicação para evitar contaminação. Transplante de 3º em 1º
Cárie
DENTINA INFECTADA MANCHA BRANCA ATIVA LESÃO DE CÁRIE ATIVA EM DENTINA CÁRIE PRECOCE DA INFÂNCIA
Consistência amolecida Características Clínicas: 1.Características Clínicas: Coloração esbranquiçada ou
Aspecto umedecido 1. Opaca 2.Presença de cavidade amarelada, com aspecto
Alta concentração de bactérias 2. Rugosas 3.Localizada em dentina amolecido (cárie aguda e
Não remineraliza 3. Sem brilho 4.Aspecto umedecido rampante).
4. Localizada em esmalte 5.Brilhante Principal fator desencadeante:
DENTINA AFETADA 5. Próxima da margem gengival 6.Consistência amolecida mamadeira noturna (com ou sem
Semelhante a dentina sadia (não 6. Gengiva com características de inflamação 7.Coloração predominante amarelo-acastanhada açúcar) e ausência de
remover) 7. Acúmulo de biofilme higienização.
CONDUTA CLÍNICA: Evolução aguda;
DIAGNÓSTICO DAS LESÕES DE CONDUTA CLÍNICA 1.Remoção parcial do tecido cariado;
CÁRIE Lesões de cárie restritas ao esmalte 2.Terapia pulpar quando necessário; CONDUTA CLÍNICA
1. Localização da lesão podem, usualmente, serem controladas por 3.Restauração ou Reabilitação; Remoção parcial ou total do
2. Atividade da doença meio do controle do biofilme, alterações na 4.Orientação de práticas alimentares e hábitos de tecido cariado;
(ativa/inativa); dieta, utilização de agentes higiene. Terapia pulpar quando
3. Tipo de tecido envolvido quimioterápicos (vernizes de flúor e necessário;
4. Biofilme clorexidina) e CIV. LESÃO DE CÁRIE INATIVA Restauração ou Reabilitação;
1.Característica clínicas: Orientação de práticas
INSPEÇÃO VISUAL MANCHA BRANCA INATIVA 2.Brilhante alimentares e hábitos de higiene
SONDAGEM 1. Características Clínicas: 3.Dura
EXAME RADIOGRÁFICO 2. Lisa 4.Coloração predominantemente enegrecida, Diagnóstico Diferencial
3. Brilhante superfície lisa não-retentiva MANCHAS BRANCAS
4. Localizada em esmalte  CÁRIE
5. Afastada da margem gengival CONDUTA CLÍNICA: INCIPIENTE
6. Gengiva com características de saúde 1.Acompanhamento clínico/ radiográfico;
7. Sem presença de biofilme 2.Restauração ou Reabilitação;  HIPOPLASIA
3.Procedimentos preventivos;  FLUOROSE
CONDUTA CLÍNICA: Acompanhamento 4.Orientação de práticas alimentares e hábitos de
higiene.
TÉCNICAS ANESTÉSICAS
1 tubete para cada 10Kg Pterigomandibular Cuidados especiais
Usar um 1tubete na infiltrativa Indicações: É sistematicamente contraindicado o uso
Reduzir a dose habitual para 1/3 quando a criança estiver Molares inf. decíduos e permanentes de anestésico local SEM
debilitada Anestesia de pre molares inferiores VASOCONTRITOR em crianças
Lidocaína é o anestésico de eleição Quando necessário optar por:
Agulhas sempre curtas Diferenças anatômicas: Mepvacaína 3% ou Prilocaína 3%.
Ramo mais curto e menor
Anestesia tópica Ângulo goniaco mais aberto O uso da Bupvacaína está contraindicado
Indicações A língula da mandíbula pode estar situada abaixo do plano oclusal em crianças, devido sua longa duração
Moldagem Se criança já tem dentes permanentes, usar pterigo normal. (6-7 horas)
Exame radiográfico  Pacientes anêmicos
Sempre antes de qualquer anestesia local Variação técnica Contraindicado o uso de
Remoção de dentes decíduos com raízes totalmente A posição deve estar ligeiramente mais baixa e mais posterior do que prilocaína – risco de
absorvidas no adulto. metahemoglobinemia
Dente com muita mobilidade (somente o tópico) Começa angulado, introduzindo entre canino e molar decíduo.
Técnica:  Diabetes
 3 min. com algodão Técnica Vasoconstritor adrenérgico
estimulam glicogênese
 Meio seco  Antissepsia da região de puntura. hepática (hiperglicemiante)
Contraindicação
• Úlceras traumáticas;  Secagem da mucosa. (Usar NÃO ADRENÉRGICO –
• Úlceras aftosas;  Aplicação do anestésico tópico. FELIPRESSINA –
PRILOCAÍNA)
• Herpes simples.
 Localização do ponto de punção (superfície oclusal dos molares
decíduos).  ASMÁTICO – usar Prilocaína
Anestesia infiltrativa com felipressina
Indicações:  Apalpar com o dedo indicador a linha oblíqua externa para Orientem alérgica – sensível ao sulfito
Maxila e Mandíbula localizar a fossa retromolar (metade da altura da unha).
< 5 ou 6 anos SEM 1ºM  Colocar a seringa na altura de canino e primeiro molar decíduo
Anestesia interseptal/interpapilar do lado oposto, ligeiramente inclinada para baixo (TÉCNICA
Colocar dique de borracha DIRETA).
Atuar no palato/lingual
Terapia pulpar  Introduzir cerca de um centímetro e depositamos 1/3 do
Anestesia palatal ou lingual anestésico, anestesiando assim o nervo lingual. Depois
Colocar grampo para isolar introduzimos a agulha mais um centímetro (2 no total) e
Exodontia depositamos o restante do anestésico, anestesiando assim o
Tratamento pulpar nervo dentário inferior.
PROTESE EM ODONTOPEDIATRIA
Coroas de aço COROAS DE ACETATO PROTESE REMOVÍVEL
 Indicada para grandes destruições coronárias em INDICAÇÕES:  Recuperar o espaço
molares decíduos e o remanescente não tem  Extensas lesões de cárie (não retem material  Manter o espaço para a erupção do dente
condições de suportar esforços mastigatórios. restaurador)
 Não deve interferir no processo de
 Extensas lesões de cárie (não retem o material  Hipoplasias (o amalgama não é indicado) desenvolvimento de dentes e arcos dentários
restaurador)  Anomalias hereditárias  Impedir a extrusão do antagonista
 Hipoplasias  Após terapia pulpar de dentes muito comprometidos  Proporcionar boa mastigação e fonação
 Anomalias hereditárias (amelogenese e dentinogenese (risco de fraturas de esmalte)
 Restaurar os contornos faciais normais

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imperfitas)  Cárie de acometimento precoce (rampante)
 Após terapia pulpar em dentes muito comprometidos  Permitir fácil higienização
 Dentes com alterações de cor
(risco de fratura)  Evita comprometimento mastigatório,
 Cárie precoce da infância PREPARO DO DENTE estético e fonético
 Perda da dimensão vertical por bruxismo SELEÇÃO DA COROA  Previne hábitos deletérios
Resina flow
 Dentes anquilosado (infraoclusão) Colocar na forma
 Auxilia na devolução da estética
 Não devem ser utilizadas em dentes permanentes Polimerizar  Evita extrusões, perda de dimensão vertical
(pobre ajuste gengival e oclusal) Remover o molde de acetato
Técnica AJUSTE OCLUSAL Numa PPR o grampo sempre fica de mesial para distal
1. Seleção da coroa Cimentação Destruições maiores podem ser realizadas em PT
2. Preparo do dente (mesmo da fixa)
3. Ajuste da coroa Outras opções protéticas
4. Isolamento relativo Pino e coroa  Prótese adesiva (tira cerâmica trançada) para
5. Limpeza (desengordurar a coroa - clorexidina) O pino intraradicular deve ocupar apenas 1/3 da raiz para um elemento.
6. Cimentação (CIV ou fosfato de zinco) não interferir na reabsorção.
7. Remoção dos excessos gengivais  Coroas cimentadas – confeccionada em
Contraindicação laboratório.
Lembrar: a reabilitação protética só deve ser iniciada após
INCRUSTRAÇÕES  Bruxismo o controle da doença cárie. (reestabelecimento do
Indicações:
 Mordida profunda equilíbrio do meio bucal, higiene bucal e controle da dieta)
 Dentes muito destruídos, onde não é possível a
realização de restaurações  Força oclusal acentuada sobre os dentes anteriores

 Adaptação cervical – lesões ao periodonto  Mordida em topo

 Adaptação  Falta de espaço protético


Contraindicada
Realização
 Crianças com alto risco de cárie 1. Pulpectomia
 Higiene deficiente 2. Preencher com pasta Guedes
3. Isolamento absoluto
 Dieta inadequada 4. Desobturar o 1° 1/3 cervical do canal radicular com
 Cárie de acometimento precoce curetas de dentina (medir com sonda periodontal)
5. Vedamento do canal com Guta-percha
Tecnica de confecção
1. Preparo do dente Pino de fibra de vidro 1/3 do canal
2. Moldagem
3. Obtenção de modelos Seleção do pino com o tamanho compatível com a luz do
4. Fase laboratorial canal
5. Pode-se realizar provas em duralay ou em cera Determinação do comprimento do pino, marcar com lápis
6. Prova da incrustração até ½ da futura coroa.
7. Observar oclusão estática e em movimento Recorte do pino (alta rotação)
8. Observar adaptação dente-protese
9. Cimentação Técnica
10. Isolamento relativo a. Limpeza dos pinos com álcool 70%
11. Cimentos ionoméricos b. Silanização dos pinos por 1 min e secagem
Desvantagens c. Aplicação de adesivo nos pinos e fotopolimerizar
 Custo elevado d. Condicionar o remanescente com ácido forfórico do
remanescente dentário e parte intraradicular.
 Realizado em 2 etapas e. Lavagem e secagem
(DICA MOLDAGEM – Moldar primeiro o inferior, pois dá f. Aplicação de sistema adesivo intracanal e foto
menos ânsia) g. Cimentação do pino com cimento dual
INLAY/ONLAY (indireta) h. Espalhar o cimento por todas as paredes, molhar o
Indicações pino no cimento e posicionar para fotopolimerizar
 Dentes com defeitos estruturais i. Confecção do munhão de resina composta opaca,
 Dentes com pequena dimensão gengivo-oclusal da
com formato expulsivo de cervical para incisal
Medição da coroa com compasso de ponta seca
coroa clinica
 Anquilose (dente que não erupcionou corretamente) é
preciso colocar ele em oclusao até o momento
oportuno da exodontia.
 Dentes que precisam de extensas restaurações diretas
(longo período)
Contraindicações
 Pacientes com alto índice de cárie
 Bruxismo
 Cavidade sem esmalte cervical
 Cavidades subgengivais
Cimentar com cimento resinoso ou flow. Tem que ter
condicionamento dos tec no modelo do sistema
adesivo.
MATERIAIS DENTÁRIOS
VAZAR GESSO TIPO II ALGINATO Cimento de Hidróxido de Cálcio Amálgama
1. Pesar o pó 1. Separar proporção pó 1. Porções iguais de pasta (Base / catalizador) Reação entre a liga Ag e Sn e mercúrio
2. Separar volume de água 2. Proporção de água (pó = água) 2. Usar espátula 50 até cor homogênea e 1. Inicia-se a trituração atingindo
correspondente 50% 3. Colocar água na cubeta brilhante dureza parcial em 20 min.
3. Colocar água na cubeta 4. Misturar o pó sobre a água 3. Não aplicar camada espessa com aplicador 2. Termina a cristalização final em
4. Colocar o pó aos poucos sobre a água 5. Manipular por 45s de hidróxido de cálcio, na região profunda 48Hs depois
5. Tempos 6. Tempo de trabalho 1,5 – 4,5 4. Evitar tocar nas paredes Polimento e acabamento 48Hs após.
a. Espatular por 45s 7. Remover somente 3 min após 5. Tempo total de trabalho 30 seg. Manipulação do material
b. Tempo de trabalho de 3 a 5 min material perder a pegajosidade. Indicação 1) Amalgamador por 8s

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c. Presa inicial 10 min 8. Retirar de forma rápida, golpe único 1. Reduz a atividade antibacteriana 2) Colocar amalgama na cavidade
d. Presa final 20 min e no longo eixo. 2. Forma uma base 3) Condensar
e. Remoção do molde – após 30 min 3. Fecha a câmara pulpar o Adaptação do amalgama – por
VAZAR GESSO TIPO III – PEDRA SILICONE DE CONDENSAÇÃO - pesado 4. Impede a ação de agentes agressores tração
1. Pesar o pó 1. Separa duas porções de massa 5. Forrador e capeamento pulpar o Eliminação de porosidade
2. Separar volume de água pesada 6. Usado em restauração próximo a cavidade o Redução do conteúdo de mercúrio
correspondente 30% 2. Espalhar sobre a placa de vidro pulpar o Usar condensadores menores e
3. Colocar água na cubeta 3. Fazer ranhuras na massa 7. Base para rest. provis. ou definitiva depois os maiores
4. Colocar o pó aos poucos sobre a água 4. Marcar com a colher, para orientar o 8. Capeamento indireto: Poupa ainda o Adaptar nos ângulos diedros
5. Tempos volume de catalizados protegida – não exposta o Deixar excesso para esculpir
a. Espatular por 45s 5. Usar duas tiras de catalizador 9. Capeamento direto: Pequena exposição da 4) Brunidura – pré escultura
b. Tempo de trabalho de 3 a 5 min 6. Iniciar mistura na placa e terminar na câmara pulpar 5) Escultura
c. Presa inicial 10 min mão 10. Forramento – casos não tão profundos. 6) Brunidura pós-escultura
d. Presa final 20 min 11. Pacientes jovens 7) Ajuste oclusal – Não usar broca
e. Remoção do molde – após 60 min 12. Ausência de saliva
8) Acabamento de polimento

TIPO IV e V – PEDRA MELHORADO/ SILICONE DE CONDENSAÇÃO – Leve Oxido de Zinco e Eugenol (OZE)
ESPECIAL 1. Aliviar a moldagem pesada Misturar em placa de vidro fina e espátula
1. Pesar o pó 2. Deixar seringa pronta rígida nº 36, sem proporção pó/liquido
2. Separar volume de água 3. Separa material espalhando uma definida. Movimentos vigorosos.
correspondente 20% parte e meia ao longo da placa de Não usar com resina, eugenol causa irritação.
3. Colocar água na cubeta vidro Cavidades rasas. Se for profunda, fazer
4. Colocar o pó aos poucos sobre a água 4. Usar a mesma medida para o forramento.
5. Tempos catalizador OZE Tipo 1
a. Espatular por 45s 5. Iniciar a manipulação com espátula Confecção de restaurações provisórias de
b. Tempo de trabalho de 3 a 5 min sobre a placa curta duração ou para cimentação provisória.
c. Presa inicial 10 min 6. Juntar o material a e capturar com o OZE Tipo 2
d. Presa final 20 min fundo da seringa Confecção de bases cavitárias, restaurações
e. Remoção do molde – após 60 min 7. Aplicar sobre o dente e sobre incluir provisórias de longa duração e cimentação
no molde e levar em posição permanente.
RESINA ACRÍLICA – moldeira individual CIMENTO DE FOSFATO DE ZINCO Cimento de Ionômero de Vidro (CIV)
1. Delimitar o modelo Indicação: incrustrações, coroas e pontes Usar espátula plástica, movimento leva
2. Isolar o modelo Metálicas. Restauração provisória de por 60 seg.
3. Revestir as placas de vidro com curta duração. Adequação do meio bucal
celofane 1. Dispensar primeira gota de liquido Proteger com verniz
4. Isolar com vaselina 2. Colocar ___ gotas na placa de vidro “Fio que não quebra”
5. Separar stop de cera para placas grossa Uso em crianças
6. Separar o líquido e colocar no pote de 3. Usar a placa no canto da mesa Não recomendado para região anterior
vidro com tampa 4. Preparar cronômetro CIV-R (restaurador) – Provisório de
7. Deixar reservado líquido no dappen 5. Iniciar a mistura pela menor longa duração, ou definitivo.
8. Separar o pó proporção. CIV-F (forrador) – Bases cavitárias
9. Misturar o pó sobre o líquido Usar em dentes desvitalizados profundas ou bastante profundas
10. Misturar suavemente Temperatura ideal de 24° CIV-C (cimentante) – Agente cimentante de
11. Deixar descansar até o final da fase Espalhar na proporção correta próteses
pegajosa Finalizar a mistura em 1,5-2min CIMENTO RESINOSO DUAL
12. Retirar do pote de vidro, prensar entre Consistência – ponto de fio Indicação:
as placas Limpar o dente com hipoclorito 0,5-1% Coroas e pontes de porcelana puras ou
13. Colocar resina prensada sobre o Presa inicial em 7min fundidas a partes de metais preciosos, semi-
modelo Presa Final em 48hs preciosos ou não preciosos (metalo-
14. Modelar na linha demarcada cerâmicas). Inlays, onlays, overlays em
15. Fazer o cabo e porcelana ou resina composta. Pinos
16. Aguardar tempo final da resina radiculares de fibra de vidro, cerâmicos ou
metálicos.
Passos:
RESINA COMPOSTA E SISTEMA ADESIVO Verniz cavitário convencional 1. Isolamento do dente
Condicionante ácido – 3 passos 1. Pincel microbrush 2. Condicionar o dente com Ácido 37%
(Acido fosf+primer+bond) 2. Passar 2 camandas 3. Aplicar Primer+bonde
1. Cond. Ácido – 30s / 15s (esmalte e 3. Passar jato de ar 4. Peça deve estar com jateamento de óxido
dentin) Indicação de alumínio
2. Lavar em abundancia (mesmo 1. Base de restauração definitiva de 5. Aplicar ácido fluorídrico na peça e enxaguar
tempo) amalgama; 6. Aplicar silano na peça. Aguardar 1min. Secar
3. Secar com papel filtro – manter 2. Proteção do ionômero de vidro, com ar.
úmido 3. Proteção dentina/polpa; 7. Aplicar o cimento no interior da peça
4. Primer – 30 s sob agitação 4. Diminuição da sensibilidade; 8. Instalar a peça
5. Jato de ar 5. Utilizado em superfícies rasas 9. Remover os excessos
6. Aplicar bond 6. Reduz a irritação pulpar 10. Manter em posição 3-5min
Condicionante ácido – 2 passos *Contra indicado para rest. em resinas 11. Fotopolimerizar 40 seg. cada superfície
(Acido fosf + primer/bond) 12. Acabamento e polimento
Resina 13. Instruir o paciente a não pressionar por
1. Técnica incremental obliqua 15min.
2. Colocar pequenas partes e
fotopolimerizar
3. 15s cada jato de luz
PRÓTESE TOTAL
Sequência clínica 17. Montagem do modelo em articulador Considerações sobre Próteses Totais Unimaxilares INSTALAçãO E CONTROLE
1. Exame clínico Pode montar o arco ante ou depois do Após a instalação, a
inferior (não muda nada) Nos conceitos que se referem a moldagem a estabilidade da prótese
2. Radiografia Angulação desdentado prótese total unimaxilar é exatamente igual a deve ser preservada
Benett (0) bimaxilar. A diferença está no arco antagonista - buscando uma oclusão
3. Avaliar necessidade de levantamento da Inclinação da cavidade (30) que por ser dentado - não é uma prótese total bilateral balanceada com o
tendo então naturalmente uma outra abordagem arco antagonista. Esta nem

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4. DVO em pac que usam PT a muito 18. Relações horizontais para a moldagem. sempre é uma tarefa
tempo Acrescentar cera no superior e pedir para simples, necessitando
o paciente fazer os movimentos de Quando o arco antagonista se tratar de uma PPR, bastante paciência e tempo
5. Moldagem anatômica lateralidade – usar a técnica do desgaste essa deverá ser confeccionada juntamente com a clinico para se conseguir.
- Silicone Pesado de Paterson em cera. PT. Quando o arco é dentado e já está com o Proteses totais
- Godiva preparo de boca I feito, devemos proceder a Unimaxilares inferiores
- Cera + Alginato 19. Só então fixamos Sup/Inf confecção da prótese total Unimaxilar. Para unimaxilares
Para a prótese total unimaxilar superior, inferiores, a mudança está
Superior – tracionar os tecidos 20. Depois que registramos o superior em procedemos com as moldagens anatômica e na confecção do plano. As
Moldar de posterior para anterior articulador com o arco facial podemos já funcional, até a base de prova. Na confecção do referências estéticas estão
dispensar o uso pois o inferior vai ficar plano de orientação superior, utilizamos as nos dentes superiores. Logo
Inferior – Não tracionar tecidos registrado com as mesmas referencias do mesmas referências anatômicas, f uncionais e o plano de cera inferior será
Moldar de anterior para posterior superior. estéticas. A partir daí começam as diferenças. Na resultado do amassamento
tomada da DVO, utilizaremos o compasso de da cera junto ao arco
Vazar o modelo 21. Posicionar o sup e inferior com grampo willis da mesma maneira, obtendo portanto a superior até a chegada da
em boca. DVR e subtraido-se 3 mm do espaço funcional DVO no compasso de willis e
6. Delimitar área basal livre chegando a um valor provável de DVO. O um mm de excesso.
22. Marcar a linha alta do sorriso plano de cera superior deverá ser confeccionado Prodece-se o teste fonético
7. Confecção de moldeira individual com 1mm a mais do valor obtido para DVO. Como (2mm) e o registro de
23. De frente marcar a linha média (pode já temos o arco antagonista, devemos já nesse mordida com pasta OZE.
8. Moldagem funcional usar o fio dental como referencia. momento realizar o teste fonético e confirmar Após esta etapa, monta-se o
Dupla moldagem com Lysanda esse valor de DVO. Observando-se os 2mm do modelo dentado superior no
24. Linha de canino (marcar com boca espaço funcional de pronúncia (lembrando que o articulador por meio do arco
9. Teste de retenção fechada na comissura labial) pegaremos a valor dele é 3mm mas fizemos o plano com 1mm facial e depois encaixamos o
Vertical – puxando para baixo distal do canino. Não precisar marcar linha a mais) temos certeza que a DVO está correta. modelo superior no registro
Horizontal – empurrando pelo cabo de sorriso do inferior não tem A partir deste ponto, devemos proveder a do plano inferior para
Anterior – de dentro para fora necessidade. tomada da Posição de Oclusão. montar o inferior no
Para a tomada da PO, utilizaremos a mesma articulador. A seleção da cor
10. Desinfetar o modelo – borrifando 25. Selecionar cores (com o apoio do tecnica da prótese total bimaxilar, a técnica da e da forma dos dentes é
hipoclorito e limpar com água gessada paciente) mordida ou de House e com a repetição da feita seguindo o padrão dos
abertura e fechamento de pequena amplitude dentes superiores e a
11. Vazar o modelo com dique de cera 26. Montagem de dentes até o cansaço do paciente encontramos uma disposição dos dentes
Usando Gesso Especial posição estável para a mordida. ao encontrar buscando o contato e a
27. Prova dos dentes esta posição, o plano de orientação superior na oclusão com os dentes
12. Base de prova + plano de orientação Devemos verificar: sua face oclusal deverá ser levemente superiores.
- DVO plastificado no fogo para que o paciente possa Procede-se a instalação e
13. Avaliar as referências em boca - Linha média, dos caninos e alta do imprimir no plano o seu registro de mordida com controle de maneira
Compleição facial sorriso 1 mm de profundidade (razão pela qual semelhante aos outros
Harmonia facial – altura do plano - Suporte labial confeccionamos o plano de orientação superior casos de PT.
de orientação tubérculo do lábio. Em - Corredor Bucal com 1mm a mais).
pacientes jovens 1mm, idosos geralmente - Curvas de compensação Após esse registro, podemos riscar as linhas de
não aparece em repouso. Retirar em altura - Posição de oclusão referência no plano superior e montar o plano de
anterior. - Forma dos dentes cera superior no articulador por meio do arco
Inclinação latero-lateral do plano - Tamanho dos dentes facial.
oclusal – paralelo a linha bipupilar. Usar a - Cor dos dentes Após a montagem em articulador, deveremos
régua de FOX. Ainda com a Fox verificar o - Posição e alinhamento dos dentes isolar os dentes inferiores com vaselina e com
plano de camper (tragus-asa do nariz) a uma pequena porça de pasta OZE preencher os
inclinação antero-posterior deve estar nichos dos dentes impressos na oclusal do plano
paralela ao plano de Camper. 28. Acrilização superior e levando o pplano de cera em boca
Sorriso – o rolete tem que tocar o repetir o registro de mordida. A pasta OZE
lábio (ideal) local dos futuros dentes. 28. Verificar retenção, polimento e permite uma estabilidade dimensional e uma
Corredor bucal – espaço entre os acabamento da prótese dureza melhor desse registro a fim de se montar
dentes e a mucosa. Se tiver encostado na o antagonista no articulador.
mucosa, remover 29. Fazer mínimo desgaste possível Ao se articular o modelo antagonista no registro
de mordida na oclusal do plano de cera superior,
14. Determinar a DVR/EFP/DVO 30. Se dor muito, pedir para tirar (um dia montamos o modelo inferior no articulador.
antes para que possamos verificar onde A seleção dos dentes e a montagem são
15. Plano de orientação inferior desgastar.) dependentes do arco antagonista, definindo
 Apoio da cabeça – occiptal assim tamanho, forma e cor dos dentes da
 Plano de camper paralelo ao Prótese total. A Montagem deve buscar a oclusão
solo bilateral balanceada ou o mais próximo dela
 Relaxamento: respiração possível sempre ocluindo com o antagonista.
lenta e profunda
 Medir a DVR com compasso
de Willis
 Subtrai-se 3mm da DVR para
determinar a DVO
 Após a Confecção dos planos
de orientação reavalia-se a
DVO pela formação de espaço
de 3mm (EFP) na pronuncia
de fonemas silibantes.

16. transferir modelo superior para o


articulador com a ajuda do arco facial
PRÓTESE FIXA
COMPONENTES DA PROTESE FIXA Localização da margem: Chanfro acentuado (largo)
 Pilar: É o dente que serve de suporte Gengival
a uma PPF. Retém a prótese Supra sucular
(ancoragem). Recebem carga ou Intra sucular
pressão. Servirão de suporte, sobre Sub sucular – indesejável para prótese.
os quais iremos executar preparos

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dentários com finalidade protética. Tipos de linha de teminações
Indicação por tipos de preparos
 Pôntico: dente artificial suspenso Metal
entre os dentes de suporte, substitui Chanfro simples
um dente natural ausente. Devolve Lamina de faca
a função e estética, preenche o Cerâmica pura
espaço ocupado pela coroa. 90°
Chanfro largo Chanfro Acentuado (largo) com bisel
 Retentores: são as restaurações que Ombro cerâmico
serão cimentadas aos pilares
corretamente preparados. É Coroa metalocerâmica
diferente do retentor radicular Degrau biselado
(núcleo). Qualquer dispositivo usado Chanfro Simples
para estabilização e retenção das Chanfro largo
próteses. Peças protéticas que irão Chanfro largo biselado
ser adaptadas sobre os dentes Termino em 135°
pilares preparados. Parte da prótese
fixa que será cimentada (copping)
Lâmina de faca
Termino em 135°
 Conectores: unem os ponticos aos
retentores. Podem ser rígidos ou
não rígidos.

Degrau em 90°

Pilares principais – os das extremidades Limpeza do preparo


da prótese Após o término do preparo há a formação de um magma
Pilar secundário – está no meio de uma com
prótese fixa, estão intercalados entre os 4 a 5 micrometro (restos de dentina, óleo, sangue,
espaços protéticos. bactérias, etc)

Espaço protético: área sem o dente Devemos promover uma adequada limpeza do preparo

 Limpeza com detergentes aniônicos


 Lavagem com água
CLASSIFICAÇAO DO PONTICO  Não usar substancias ácidas
Está de acordo com o desenho da face  Evitar o ressecamento da dentina
lingual
- Em forma de bala Degrau com biselado ou chanfro Biomecânica
Cônico e arredondado 1. Raiz clínica é a raiz inserida em osso.
Adequado para rebordo inferior pequeno 2. Proporção coroa-raiz deve representar 1:1
Contra-indicado para rebordo plano 3. A medida ideal é 2:3 (2 partes da coroa para 3 de raiz)
É fácil de limpar, mas a extremidade é 4. Raizes com largura V/L maior que M/D com raiz
pequena em relação ao seu tamanho divergente será um pilar melhor
geral. 5. Lei de ante: A área da raiz dos pilares deve ser igual ou
superior à dos dentes que serão substituídos.
- Em plano inclinado 6. Pode-se se colocar os 4 incisivos com os caninos como
Face lingual inclinada, convexa pilares (exceção)
Facilita a higienização 7. Viga = cantilever: no mímino 2 dentes para segurar 1
Dentes anteriores e posteriores 8. Pontico em posição cantilever – de preferencia na
mesial
- Higiênico
Chanfro simples
Esculpe-se somente a porção oclusal Desgastes no plano oclusal
Ausência de necessidade estética Metaloceramica Total Porcelana
Espaço protético pequeno inferior e metálica Pura
posterior VIPS 2,0 – 2,5mm 1,5mm 2,0-2,5mm
Não tem nenhum contato com o rebordo LIVS 1,5 - 2,0mm 1,0mm 2,0-2,5mm
Axial 0,5-0,7mm 0,5-1,5mm
- Em sela
Anteriores 1,3mm Vest e 0,7mm V/L 2,0mm
Abraça o rebordo na face Vestibular e
Prox
lingual
2,0mm incisal
Contra indicado em qualquer situação
0,6mm
Impossibilidade de higienização
L/cervical
PRÓTESE FIXA
Retentores intraradiculares Protocolo de atendimento de PPF Moldagem 5. Dimensões do cor:
1. Os matérias mais utilizados são a. Matiz: É o Nome da Cor: ex verde, azul,
Partes de um Pinos intra radicular Para calcular o tamanho da coroa clinica aqueles que apresentam amarelo...é a QUALIDADE que distingue
a. Pino é importante pensar no seguinte: 2 consistência elástica qnado uma cor da outra.
b. Espelho – deve ter no mínimo parte de coroa clinica para 3 partes de retirados da boca. b. Croma: É a INTENSIDADE OU
1mm raiz 2. O molde deve preencher os SATURAÇÃO do matiz.
c. Núcleo seguintes requisitos: c. Valor: QUANTIDADE ADICIONAL DE

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Partes do dente Sequencia clinica: a. Replica exata do dente PRETO OU BRANCO que se coloca nesta
d. Coroa clínica – da crista alveolar à  Anmnese + Exame clínico + preparado cor, logo, refere-se também à sensação
incisal moldagem + exame clínico b. Outros dentes que de claro/escuro.
e. Coroa anatômica – da JAC ao ápice  Modelos de estudos possibilitem a articulação 6. Mensurar a cor:
f. Raiz anatômica – da JAC ao ápice  Diagnóstico c. Isenção de bolhas, a. Avaliar com a escala de cor
g. Raiz clínica é a parte inserida em  Plano de tratamento principalmente nas linhas b. Equipamento que faça a
osso  Relação maxilo mandibular e de terminação e oclusais espectrofotometria, colorimetria
montagem em ASA 3. Uma moldagem deve preencher os c. Uso de fotografias digitais
A proporção deve ver 1:1 (coroa clinica x  Registro interoclusal em MIC e em seguintes requisitos: 7. Sequencia para seleção de cores
raiz clinica). alguns casos em RC, é necessário a. Extensão dos preparos a. Retirar do paciente objetos que
avaliar o paciente. b. Término cervical chamem a atenção
O pino deve ter de Comprimento metade  Arco facial – distancia intercondilar c. Coroas provisórias b. Profilaxia
da raiz clínica, mas o ideal é de 2/3. – P/M/G corretas c. Posição favorável
Mínimo de 1mm de espessura dentinária.  Guias condilares – 30° 4. Moldagem com Alginato parcial para d. Selecionar a cor - Utilizar a área do
 Guias laterais (Angulos de Bennett) troquelização e total antagonista. dente com maior croma para a escolha
Deve ter 3-5mm de material obturador – 15° (lado de balanceio) 5. O termino cervical deve ser liso, da cor
remanescente, sendo ideal 4mm polido e bem definidos e. Selecionar o croma
 Pino Guia Incisal
 Fazer a desobstrução com broca de 6. Método de retração gengival f. Selecionar o valor
 Avaliar a curva de Spee
Largo n°1 a. Meios mecânicos g. Realizar a checagem final e
 Altura ocluso gengival do dente
 A Largura do pino deve ter 1/3 do b. Meios químicos Revisão.
pilar. A altura curta pode
diâmetro do remanescente radicular, c. Mecanoquimicos
comprometer a retenção
com formato levemente elíptico e não Prova da cerâmica
 Inclinação dos dentes pilares, pois
cilíndrico. Prova do pino e copping 1. Remover a restauração provisória e limpar o
tendem a migrar.
 Os pinos podem ser simples, bi ou tri 1. Durante a prova devemos preparo.
 Avaliação da migração dos dentes observar a adaptação marginal, 2. Conformar se as cores estão corretas
partidos, ou estojado (esse em desuso)
pilares
 Na técnica de direta a gente usa resina que é o mesmo que ajuste ou 3. Avaliar contatos proximais com fio dental e
 Analisar a oclusão (face de desgaste selamento cervical – não pode carbono
acrílica modelando pra fundição.
– abrasão patológico, em áreas estar desadaptada. 4. Na área do pontico, devemos colocar
Indicada para elementos unitários
funcionais – contatos prematuros 2. Podemos verificar a adaptação silicona fluida na área interna pra verificar se
 Modelar com a tec de Nealon
em MIC ou interferencias nos interna usando evidenciadores, há compressão do rebordo que possa estar
Na técnica indireta – é quando usamos a
deslocamentos laterais) moldando com silicone ou impedido a adaptação.
moldagem
 Discrepancias no plano oclusal radiografias. Nesses casos 5. Fazer os ajustes oclusais
Pinos de fibra de carbono são mais frágeis
(cursas de Spee e Wilson e observadores que onde estiver
que de fibra de vidro
extrusões dentárias) “pegando” precisa ser desgastada Cimentação Metalocerâmica
Devemos cimentar com fosfato de zinco
ou cimento resinoso para não impedir o assentamento 11. Fosfato de zinco
Plano de tratamento da peça. Indicações:
Se tiver pouca parede usar retentor
a. Avaliação dos dentes suporte 3. Tipos de desajustes que podem Usar em dentes desvitalizados
fundido. Se tiver muita parede, usar fibra
b. Proporção coroa/raiz ocorrer: Incrustrações, coroas e pontes
de vidro.
c. Configuração da raiz – melhor em d. Degrau negativo
Devemos usar o canal mais volumoso – de
raiz divergente. Configurações e. Degrau positivo 12. Cimento Resinoso – DUAL
preferência o palatino
ovaladas são melhores. 4. Uma vez que a peça tenha sido Indicações:
Se precisar de mais retenção, preparar
d. Área da superfície da raiz provada e esteja correta, é preciso Dentes vitalizados
dois canais, se houver
e. Avaliar lei de ante fazer a transferência para a Coroas e pontes de porcelana puras ou
Fatores que dão retenção ao pino soldagem. Seguindo a sequencia: fundidas a partes de metais preciosos,
Articuladores f. Unir com duralay semi-preciosos ou não preciosos (metalo-
h. Comprimento
i. Cimentação – fosfato de zinco é o ideal g. Enviar para processo cerâmicas). Inlays, onlays, overlays em
Função do arco – é definir o plano de laboratorial porcelana ou resina composta. Pinos
j. Inclinação das paredes – 6°
Frankfurt, fixação do modelo no 5. O objetivo de fazer a união com radiculares de fibra de vidro, cerâmicos
k. Conicidade
articulador, relação com a base do duralay para a solda é que ou metálicos.
l. Diâmetro – deve ter 1,5mm de dentina
crânio durante a fundição pode ocorrer
lateralmente ao pino
m. Recomendado é que o pino tenha contração do material. O ponto de Controle da oclusão
Espaço de chirstensen solda reduz essa possibilidade  Analisar em cada consulta
diâmetro max correspondente a um
terço do diam radicular garantindo mais estabilidade.  Verificar mobilidade
n. Inicialmente remover o material 6. Molda-se fazendo a transferência  Fraturas
Montagem no articulador
obturador e avaliar seu diâmetro dos coppins  Retrações
1. Moldar com alginato para estudo 7. A solda estará localizada na área
o. Proporções de 1/3 das paredes Sequencia clínica METALOCERÂMICA
2. Vazar com Gesso especial dos conectores proximais
3. Fazer retenção 8. Depois de soldada a peça é
Etapas de confecção Indicam-se coroas totais quando a unidade
4. Usar plano de Frankfurt (tragos – novamente provada.
a. Avaliar o remanescente dentário a ser reabilitada possui cáries extensas;
infra orbital.)
(clinico e radiográfico) necessidade estética; volume, altura e
5. Hidratar o modelo Seleção de cor
b. Remoção dos tec cariados e material posição desfavoráveis; relações oclusais
6. Aquecer godiva, colocar 3 pontos 1. A seleção de cor depende da
restaurador anormais e espaço protético extenso.
na forquilha. avaliação e interpretação
c. Preparo do conduto – ovalada ou No caso das coroas metalocerâmicas,
7. Não precisa ser na boca pode ser no individual
triangular utilizaremos duas linhas de terminação, o
modelo 2. COR - É um fenômeno luminoso
d. Moldagem/modelagem chanfro simples (faces proximais e áreas não
8. Levar a forquilha no plano sagital que nos permite diferenciar os estéticas) e o chanfro largo biselado (na face
mediano (centralizar antes no objetos. vestibular).
modelo) 3. Depende de três fatores
Provisórios Cimentação da prótese temporária
9. Posicionar atrás do paciente principais: o observador, o objeto
1. Um provisório deve proteger os tecidos
10. O modelo deve estar estável na e a fonte luminosa.
e conferir estética durante as sessões. Cimentos provisórios (marcas comerciais)
forquilha 4. Metamerismo - A depender da
2. Com o provisório temos uma prévia do Provy (sem eugenol)
11. Pac fica segurando a foquilha em fonte de luz que ilumina
trabalho final Hydro C (hidróxido de cálcio)
posição determinado objeto, este pode
3. Deve ter boa adaptação marginal, Temp Bond (com eugenol)
12. Inserir o arco facial encaixando aparentar ter cores diferentes
retenção, estabilidade, não irritante, Temp Bond NE (sem eugenol)
primeiro na haste da foquilha Podem ser:
não muito fino, não pressionar a papila Pasta de óxido de zinco e eugenol
13. Encaixar as ogivas a. naturais
4. Pode ser feito direto no consultório ou
14. Apertar os parafusos e saberemos b. incandescentes
indiretamente no laboratório. Obs: Em casos de próteses "Metal free"
qual a distância intercondilar c. fluorescentes
5. Usar cimento temporário. devemos utilizar cimentos sem eugenol, já
15. O nasio apertado oferece
que o eugenol interfere na cimentação final
estabilidade
quando esta é feita por meio de cimentos
resinosos
DENTÍSTICA
CLASSIFICAÇÃO DAS CAVIDADES – Black PARTES CONSTITUINTES DAS CAVIDADES Diagnóstico Estratégias de tratamento
CIRCUNDANTES Selante/proservar 1. Diagnóstico da condição
Classe I – Má coalescência do esmalte São as paredes laterais da cavidade Fluorterapia pulpar
(oclusal, cíngulos, 2/3 oclusal dos Duvidoso? Não-invasivo 2. Procedimento operatório de
posteriores – V dos inf e P dos sup.) Lesão incipiente Selante invasivo ou remoção do agente agressor,
Classe II – PROX dos Post (M/D) (esmalte) restauração de controle de infecção e das
Classe III – PROX de Ant (1/3 cerv e méd.) conservadora (mínima injurias adicionais
Classe IV – Ângulo dos INC dos Ant PULPAR - Parede perpendicular ao longo intervenção) 3. Modalidade de tratamento e
Classe V – 1/3 Cervical (V/L) de todos os Lesão crônica forma de aplicação do

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eixo do dente ou paralela à face oclusal.
dentes cavitada Aguda Restauração biomanterial de forramento.
Classe VI – ponta de cúspide e incisal Lesão crônica Restauração 4. Restauração da cavidade
cavitada
PRINCÍPIOS GERAIS DO PREPARO Lesão radicular Controle de placas – Aspectos a serem considerados
CAVITÁRIO ativa proservar/restaurar p/ PCDP
AXIAL -Parede paralela ao longo eixo do
Finalidade: forma, função e estética 1. Idade do dente
dente.
Regras: Lesão radicular Proservar/restaurar 2. Grau de mineralização da
1. Remover totalmente o tec. Infectado Inativa dentina
2. Deixar as paredes da cavidade com 3. Modificação decidual da
suporte de dentina sadia ou por Fatores que orientam as estratégias de proteção dentina
material de igual função. do complexo dentino-pulpar 4. Localização da dentina
3. Conservar maior quantidade de tec 5. Relações tubo
Ângulos Diedros  Profundidade cavitária
dental sadio dentário/dentina
União de duas paredes de uma cavidade.  Idade do paciente
4. Preservar a vitalidade pulpar intertubular
1ºGRUPO - Duas paredes circundantes.  Qualidade e tipo de dentina remanescente
5. Preparo cavitário limpo e seco 6. Presença de qualquer
2º GRUPO - Parede circundante com uma  Limpeza cavitária substancia capaz de alterar
parede de fundo.
TEMPOS OPERATÓRIOS: a condutividade de fluídos
3º GRUPO - União das paredes de fundo da
1. Remoção da dentina cariada (baixa através dos túbulos (ex.
cavidade. Materiais indicados
rotação com refrigeração) Amalgama)
Ângulos Triedros - São ângulos formados Profundida Proteção p/
Dentina–Carbide – baixa com refrigeração
pelo encontro de três paredes de restauração adesiva
Esmalte – Ponta diamantada Sucesso na terapia pulpar
Cavo – Superficial - É o ângulo formado Rasa Sistema adesivo –
Broca compatível com o tamanho da lesão. Correto diagnóstico da
pela junção das paredes da cavidade com a oferece proteção.
Pode-se usar ainda: Escavadores, Abrasão condição pulpar
superfície externa do dente. Em amalgama pode
a Ar e Laser Procedimentos operatórios de:
ser com verniz ou a) Remoção do agente
Diagnóstico de Cárie adesivo.
2. Forma de contorno agressor
Cárie = MICRORGANISMO + HOSP + DIETA Media Sistema Adesivo
Remoção do tecido cariado, áreas b) Controle de infecção
+ TEMPO – doença infectocontagiosa, Profunda CIV+ Sist Adesivo
suscetíveis à cárie, esmalte sem suporte, c) Isolamento do complexo
multifatorial, destrói tecidos Muito Cim. De Ca (OH)2 +
acabamento das margens, preservação das dentino-pulpar de injurias
mineralizados, progressão lenta. Causada Profunda CIV + Sist. Adesivo
estruturas de reforço, cristas e pontes de adicionais.
por ácidos de microrganismos Exposição HidroC PA + Cim. De
esmalte, ângulos bem definidos. d) Forma de aplicação do
(streptococosmutans). Inicia com mancha
Ca (OH)2 + CIV + Sist. biomaterial de
branca (desmineralização).
3. Forma de resistência Adesivo capeamento para
Cárie proximal: Cárie oclusal: 
Dar forma para resistir, esforços estimular processos
mastigatórios, variação volumétrica dos Proteção pulpar direta biológicos que levem a
Identificação de cárie:
materiais restauradores.  Capeamento pulpar direto respostas dentinogenicas
Não usar a sonda (?), nas proximais usar
Obs.: Todo esmalte deve ser suportado por  Curetagem específicas.
separação mecânica (borrachas 3 a 7 dias).
DENTINA. Fatores a serem observados: e) Restauração da cavidade
Em dentina, verificar coloração e
consistência.  Grau de comprometimento pulpar para proteger a área
Amálgama: preparos de ângulos diedros
Lesão ativa: amarelo-claro/castanho e  Extensão da lesão tratada da infecção
arredondados e uma amplitude de ¼ de  Tempo de exposição bacteriana.
aspecto úmido.
distância intercúspidica. Parede gengival
Lesão inativa: escura/preta e firme à
plana paralela à parede pulpar e ambas < 1mm não remover cornos – apenas capeamento Principais causas de injúrias
palpação direta.
perpendicular ao longo eixo do dente. > 1mm houve contaminação da polpa – com ponta pulpares
Exame complementar radiográfico:
2,0mm (mínimo) diamantada de alta rotação para limpar. Observar  Lesões cariosas
imprescindível para identificação em
Resina: Profundidade não é significativa. grau de comprometimento pulpar, tempo de  Preparo cavitário
Dentina (localização e extensão)
exposição (tratar canal) Paciente jovem 21 anos.  Trauma oclusal
4. Forma de retenção
Inspeção visual: Se não sangrar a polpa necrosou.  Trauma externo
Amálgama: Largura maior que a Se sangrar, usar água com cal. 20g de Hidro C Pa e  Procedimento restaurador
 Boa iluminação
profundidade não é retentiva. Largura 100ml soro para fazer restauração definitiva. Soro
menor ou igual a profundidade é retentiva.  Secagem prolongada
fisiológico estéril. Capeamento direto
Paredes paralelas ou levemente  Precisão melhor que exame tátil
 Dente jovem
convergente para a oclusal.  Maior especificidade
Tempo de tratamento: 45 e 120 dias  Exposição acidental
Resina: Não precisa de uma forma  Avaliação da atividade da lesão
Fazer teste de sensibilidade. Retirar prov. fazer  Exposição de pequena
específica. Usa como retenção o sistema novo tratamento. dimensão
adesivo de condicionamento total (Ácido Se tiver no esmalte, trabalhar na
remineralização  Uso de isolamento absoluto
fosfórico 35-37% + adesivo) Isolamento ABSOLUTO
Mancha branca pode ou não lesão de  Diagnóstico do estado pulpar
Furo 1 – Inc. Inf.
5. Forma de conveniência cárie.
Furo 2 – Inc. Sup. Tratamento expectante
Proporciona um acesso adequado à Cárie ativa – opaca, rugosa, sem brilho
Furo 3 – Can. / Pre – Sup e Inf  Estimular a formação de
cavidade, possibilitando uma boa Cárie inativa – brilhosa, lisa
Furo 4 – Mol Sup/Inf dentina terciária (reacional /
instrumentação e inserção do material Furo 5 – técnica de ingra (grampo +lençol)
Cárie no esmalte – somente flúor reparadora)
restaurador. (isolamento e porta matriz)
(fluorterapia – proservação)  O tratamento restaurador
Grampos definitivo deverá ser
6. Acabamento das paredes Zona S SUPERFICIAL
200 – 205 – para molares realizado entre 45 e 120 dias
Alisar as irregularidades das paredes do Zona C CORPO DA LESÃO 206 – 209 – para pré-molares
Zona E ESCURA (PIGMENTAÇÃO) após o tratamento
esmalte e de ângulo cavo-superficial do 210 a 211 - para dentes anteriores expectante
preparo cavitário Zona T TRANSLÚCIDA W8A e 14A – Molares parcialmente erupc.  Remover o cimento
Melhor opção: Usar instrumentos manuais 26 e 28 – Mol. c/ pouca retenção temporário e a dentina que
(enxadas). Cárie na dentina – restauração 212 – Retração geng. E Cavidade Classe V. não foi mineralizada.
Zona D DESORGANIZADA (papa)
7. Limpeza da cavidade  Teste térmico e radiografia
Zona I INFECTADA (borrachoide) Quais dentes fixar o grampo:
Deve ser feita antes da inserção do Zona A AFETADA (Desmineralizada) Em dentes anteriores, isolar de Pré-Pré e o
material restaurador. Zona E ESCLEROSADA (sadia) grampo deve ser colocado no dente distal, com
Agentes a base de hidróxido de cálcio argola para a distal do dente a restaurar.
Clorexidina 0,12%– descontaminante Nos posteriores isolar 1 dente distal e 2 mesial ao
Flúor fosfato acidolado dente que será preparado. Grampo no dente
Ácido fosfórico 37% distal. Se for Classe I, colocar grampo no próprio
dente.
DENTÍSTICA
Isolamento RELATIVO de campo MEIOS DE ACESSO A LESÃO CARIOSA Lesões cervicais Não cariosas Urgência em dentística
operatório a. Preparo convencional SENSIBILIDADE DENTINÁRIA  Pulpagias:
Indicações: b. Slot Vertical – Acesso oclusal (alterações inflamatórias reversíveis) o Lesões cariosas
1. Intervenções de curta duração (ex. c. Slot Horizontal – Acesso  Abrasão: são decorrentes da fricção de o Sensibilidade dentinária
Exame clínico) direto materiais exógenos sobre a superfície  Fraturas
2. Aplicação tópica de flúor e selante d. Tipo túnel – Manutenção das dos dentes. Ocorre nas superfícies LVP. o Dentes anteriores
3. Alguns tipos de moldagens cristas Segurar pregos, grampos com os o Dentes posteriores – proteger dentina

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4. Restaurações provisórias dentes. exposta
5. Colagem de braquetes ortodônticos CURVA REVERSA – amalgama
6. Cimentação de prótese fixa O esmalte é radiado.  Atrição: desgaste do contato dente-
Restaurações indiretas
7. Erupção parcial de dentes (coroa  Formação de um ângulo de 90° dente através de movimentos
- cavidades amplas
curta e expulsiva) nas margens gengivais parafuncionais. (ex.: bruxismo)
- dentes com tratamento endodônticos
8. Mal posicionamento dental  Aumento da quantidade de  Erosão: perda de substância dentária - áreas de grandes esforços mastigatórios
9. Pacientes alérgicos a borracha e materiais em áreas críticas de devido a um processo químico não - incrustrações antagônicas
derivados esforço nas oclusais envolvendo bactérias. Forma de pires - Apoio de prótese removível
10. Pacientes com dificuldades  Vestibular de molares inferiores sem término nítido (intrínseca - acides)
respiratórias  Palatina ou extrínseca (ácido da dieta,
 Crista marginal medicamentos). CLASSIFICAÇÃO DO SISTEMA ADESIVO
Isolamento relativo no arco superior
Dentes posteriores – Colocar rolos de
 Abfração: perda em forma de cunha Condicione e lave
Polimento - Amálgama mais comum em superfícies cervicais  3 passos:
algodão na saída do ducto da glândula - marrom 1° Ácido fluorídrico – 30 seg. esmalte
vestibulares podendo ocorrer em
parótida, entre o 1º e 2º molar. Rolos de - verde Ácido fluorídrico – 15 seg. dentina
proximais, linguais, em dentes com
algodão pré-fabricados. Mantidos sob - azul lavar 30seg mantendo dentina úmida
pressão da musculatura. Coloca-se bom suporte periodontal. Podem
afetar dentes adjacentes ou somente 2° primer – esfregar, secar por 10seg]
realizando uma torção no sentido da SISTEMA DE MATRIZES 3° bond – secar por 10seg
um elemento dental. (problemas
mucosa jugal e para cima. “Dispositivos metálicos que substituem 1 Fotopolimerizar – 10-20seg
oclusais) Bruxismo, interferência
Sugador encurvado e adequadamente ou + paredes ausentes em uma cavidade,
mantido no assoalho da boca ou região oclusal, apertamento, esforço
possibilitando a reconstrução correta do mastigatório. Toque prematuro pode  2 passos:
retromolar. contorno através de uma restauração”. 1° Ácido fluorícrico (igual ao de 3 passos)
levar à retração em dente isolado.
2° Primer + Bond – aplicar 2 camadas e
Dentes anteriores – Usar rolo de algodão,  Margem oclusal ultrapassando Secar gentilmente e fotopolimerizar
fazendo um corte em V para acomodar o Tratamento:
1,0mm da crista marginal do dente - aplicação de verniz de fluoreto de sódio
freio labial. vizinho  Autocondicionante
5% (1h sem ingestão alimentar)
 Largura de 5 – 7mm - restaurar com CIV (casos severos) 2 passos
Isolamento relativo no arco Inferior  Espessura de 0,03 a 0,05mm 1° primer ácido – esfregar em toda
- desgaste do contato prematuro
Dentes posteriores – colocar os rolos de  Diversos tipos: boomerang/planas superfície por 20 seg e secar gentilmente
- proservação
algodão no sulco vestibular inferior e na por 10 seg.
região sublingual. Para colocação no PORTA MATRIZ DE TOFFLEMIRE 2° bond – aplicar, secar gentilmente 5-
assoalho, paciente deve levantar a língua
 Pode ser empregado tanto por Radiografias 10seg e fotopolimerizar por 10-20seg.
e retornar após a colocação do algodão.
lingual quanto por V 4 radiografias interproximais, 2 de cada
Sugador no assoalho ou retromolar
 O “U” sempre para cervical lado – Pré/Molares (esq. e dir.) 1 passo
 Inclinado por vestibular Usar a radiografia periapical, somente em Primer ácido mais bond juntos.
Anteriores – Algodão no assoalho, por
dentes com tratamento de canal, extensas
vestibular e lingual. Usar recorte em V
MATRIZ INDIVIDUAL restaurações e extensas lesões de cárie.
para os freios.
 Preparada para casos individuais
Controle de umidade do sulco gengival  Grampo posicionado no dente a ser RAZÕES PARA SUBSTITUIÇÃO DE
restaurado RESTAURAÇÕES
A) Lesão adjacente à restauração – cárie
Fios retratores: Presença de umidade
pode advir do sulco gengival. Essa CUNHAS Lesão de cárie secundária
umidade compromete muitas vezes a  Estabilização da matriz ao dente B) Por cárie primária
qualidade da restauração. Contribui para  Melhor adaptação marginal da C) Fratura da restauração
melhor visualização do campo. Colocar de restauração D) Fratura de dente
modo cuidadoso para não provocar  Evitam excessos na porção cervical E) Selamento marginal - Infiltração na
 Diminuem a secreção do sulco gengival margem. Não dá pra substituir, é
sangramento.
 Separação do dente preciso refazer.
Resinas bloqueadoras – TopDan
Drogas anti-sialagogas - Usado de modo  Fáceis de recortar F) Cáries que vão levar a problemas
 Adaptam-se bem à superfície do dente pulpares
restrito em dentística. Usado em casos
 Triangulo com base apical à parede G) Por estética
severos de salivação intensa. Contra
gengival H) Iatrogenias
indicada em pacientes portadores de
glaucoma.  Posicionamento de L e P para V
 Maior volume nas áreas
PINOS ESTÉTICOS COM PREVISIBILIDADE
linguais/palatinas
Remover 2/3 da endo
Fator C  Via de regra: região de maior ameia
Usamos pinos de fibra de vidro – com
FATOR DE CONFIGURAÇÃO DA CAVIDADE.
dupla conicidade.
FATOR C = Nº de superfícies aderidas Escolha da cor
Requisitos do pino
Nº de superfície lisas  Sem o isolamento absoluto
1,5mm de dentina ao redor do dente
 Escala vita 4mm de material obturador
“Quanto menor o fator C, menores são os  Sob luz natural
efeitos da tensão de contração de 2mm mínimo de remanescente na boca
 Dentes e escala úmidos
polimerização da resina nas paredes do  Polimerizar pequena porção de RC Passos
preparo.”
Sistema auto condicionante
Acabamento RESINA Polimerização
Quando se usa a técnica incremental Imediatamente após a restauração Usar isolante
diminui a possibilidade de contração Remoção dos excessos mais grosseiros Tratar o pino:
excessiva que formaria as microfendas, Remover interferências oclusais Lavar com álcool (60 seg) ou
além de ter um relaxamento de contração Pontas diamantadas de granulação fina
de polimerização equilibrada, ou seja, não Gel ácido fostórico 37% por 6s
e extra-fina Silando
vai ter stress. Brocas multilaminadas Aplicar adesivo
Discos de lixa flexíveis Remover o excesso e polimerizar
SEPARAÇÃO DOS DENTES Pontas siliconizadas
Além das radiografias, outra técnica para Segurar com a pinça Muller.
Envolver com resina e colocar no canal
verificação é a técnica MEDIATA com Técnica do carimbo. Fotopolimerizar
borracha em uma separação lenta.
Tempo médio de 3 dias.
É possível usar a técnica de carimbo, Terminar de fotopolimerizar fora da boca
com a resina na última camada. Lavar tudo e
A separação IMEDIATA, obtida em
Cimentar
poucos minutos pode ser feita com
afastador imediato (sem anestesia).
CIRURGIA – Exodontia Simples
1- DIÉRESE 4-SINTESE Contra-indicações locais em exodontias Indicações para exodontias Simples com
Manobras que visam acesso ao objetivo Manobras que reposicionam os tecidos e  Pacientes que realizaram radioterapia elevadores
cirúrgico. os mantém estabilizados. em região de cabeça e pescoço  Avulsão de raízes fraturadas
A) Incisão: Manobra para romper a Suturas: reposicionamento e estabilização  dentes envolvidos em tumores  Raízes cariadas
integridade tecidual. dos bordos da ferida. odontogênicos  Raízes residuais
 pacientes com processos infecciosos  Dentes apinhados
agudos tais como pericoronarites e  Dentes não inclusos
abscessos dento alveolares.  Dentes Impactados e
Indicações para as exodontias simples ectópicos.
 Dentes com coroas que suportem a
ação do fórceps MOVIMENTOS DOS ELEVADORES

Jasiel Oliveira – Uninove 2017


 coroas pouco cariadas ou restauradas  Cunha inserindo ele paralelo
Neumann
Ponto Simples  dentes com raiz (es) curta (s) e cônica (s) ao longo eixo do dente entre
 dentes com raízes sem dilaceração ou este e o osso alveolar
hipercementose  Roda ou sarrilho onde
 dentes sem inserção óssea e como giramos o elevador em seu
auxiliar de outras técnicas que longo eixo usando como
utilizem elevadores ou osteotomia. apoio o osso alveolar e
 Alavanca
Neümann modificada ou Peter Novak As etapas cirúrgicas
1) Pré-operatório: O local de utilização do elevador é no
Ponto em X A) Mediato – Anamnese, exames e espaço do ligamento periodontal, não
orientações ao paciente devendo nunca apoiar no dente adjacente,
B) Imediato – Preparo local utilizando a cortical vestibular ou lingual a
Preparo Local nível de margem gengival como ponto de
Envelope- incisão sulcular – interpapilar Anti-sepsia iniciando com a intra-oral a apoio. Devemos colocar o dedo da outra
base de clorexidina 0,2% por 60 segundos mão protegendo o paciente no caso do
e após, a Anti-sepsia extra-oral com PVP-I elevador escapar e nunca usar o
ou clorexidina a 2%. Em seguinda é feita a movimento de cunha em molares
colocação dos campos estéreis superiores.
(fenestrado, refletor, odontoprotetores).
Sutura contínua Técnica cirúrgica – Exodontia simples MANOBRAS PÓS EXODONTIA
Wassmund SINDESMOTOMIA
Desinserção das fibras gengivais que LIMAGEM - em casos de espículas ósseas,
circundam o dente, evitando dilacerar apenas na cortical óssea vestibular, com
tecido gengival e facilitar a adaptação dos movimentos de dentro do alvéolo para
mordentes do fórceps no colo cirúrgico. fora ou após alveoloplastias.
PREENSÃO CURETAGEM: somente em casos de
Nesta etapa o mordente do fórceps deve processos infecciosos periapicais e
Ochsenbein
estar paralelo ao longo eixo do dente. periodontais, após exodontias de dentes
Sutura contínua festonada
INTRUSÃO tratados endodonticamente, para
Com o objetivo de romper as fibras apicais remoção de capuz pericoronários de
Exodontia Simples
do ligamento periodontal, deslocar o dentes inclusos e remoção de fragmentos
Exodontia é denominada de simples
centro de rotação para apical, melhorando ósseos como septos inter-radiculares e
quando utilizamos instrumental, como
a transmissão das forças e adaptação do espículas ósseas.
Winter fórceps e elevadores para remoção do
forceps e diminuindo a chance de fratura IRRIGAÇÃO: A irrigação é feita com soro
dente por via alveolar sem a necessidade
do ápice radicular sendo também o início fisiológico ou água destilada.
de retalhos mucoperiostais, desgastes
da dilatação óssea. MANOBRA DE CHOMPRET - pressão
ósseos (osteotomia) e dentários
LATERALIDADE bidigital nas tábuas ósseas vestibular e
(odontosecção).
Movimento pendular ou de lingual.
LATERALIDADE sempre com maior SUTURA – Após a sutura é colocada uma
Podem ser:
amplitude para a tabua óssea mais fina ou gaze na área e solicitado para o paciente
a) Exodontia Unitária
Partsch ou semi lunar delgada, devendo sempre respeitar a realizar uma compressão de 5 a 10
b)Exodontia Seriada ou múltiplas
anatomia radicular e a espessura óssea, minutos.
B) Divulsão realizando movimentos cíclicos, graduais e
Indicações gerais das exodontias
com crescente amplitude para a dilatação RECOMENDAÇÕES PÓS OPERATÓRIAS
manobra que visa interromper a  Pacientes com cáries graves
integridade dos tecidos. (expansão) das tábuas ósseas alveolares. A) Repouso: o maior tempo possível, nos
 pacientes com necrose pulpar
Sindesmotomias: Romper os ligamentos ROTAÇÃO primeiros 3 dias; ao deitar, manter a
 com doença periodontal grave
dento-gengivais, com o objetivo de expor Indicada em dentes uniradiculares e com cabeça elevada; evitar atividades físicas e
 por razões ortodônticas raíz cônica e sem dilacerações apicais
o colo cirúrgico do elemento dentário a ser exposição ao sol por 5 dias e evitar falar
 dentes mal posicionados geralmente utilizamos em Incisivos muito.
extraído, para a adaptação e aplicação de
 pacientes com dentes fraturados centrais superiores, Caninos superiores e
força através de fórceps.
 dentes impactados Pré-molares inferiores. Este movimento B) Higiene bucal: escovar o dorso da
2-EXÉRESE
 presença de supranumerários também promoverá uma dilatação óssea e lingual; escovar os dentes normalmente,
Manobras de remoção de tecido, lesão,
 dentes associados a lesões o rompimento de fibras do ligamento tomando cuidado com a área operada e
retirada de um órgão ou de parte dele.
Ostectomia: Remoção de tecido ósseo-  com finalidades pré-protéticas periodontal. empregar a solução anti-séptica de acordo
exérese.  como terapia pré radioterapia em TRAÇÃO com a prescrição da receita.
Osteotomia: corte do osso pacientes oncológicos Retirada do dente de seu alvéolo neste
Avulsão - Retirada total ou parcial de um  dentes envolvidos em traços de fratura momento realizamos a manobra cirúrgica C) Outros cuidados como se o paciente for
órgão. nos maxilares fundamental da Exérese ou Avulsão. fumante, evitar fumar neste período; não
Curetagem  por finalidade estética e Devemos sempre tracionar a favor da tomar bebidas alcoólicas de nenhuma
3-HEMOSTASIA  por motivos sócio econômicos. anatomia radicular, protegendo o dente espécie; seguir corretamente a prescrição
Tamponamento: Realizado com gaze. antagonista com a outra mão evitando da medicação; não tomar nenhum
Eletrogoagulação: Utiliza-se de bisturi Contra-indicações sistêmicas em traumatismos desnecessários. medicamento por conta própria; No caso
eletrônico. exodontias INSTRUMENTAL de dor, edema ou sangramento excessivo,
Pinçamento: Deve-se aguardar de 8 a 10  Diabetes não controlada 18L – MOLAR SUP ESQUERDO comunicar-se com o cirurgião e
minutos para a formação do trombo  leucemia e linfoma não controlados 18R – MOLARES SUP DIREITO comparecer ao retorno para a remoção
plaquetário na luz do vaso rompido.  angina instável 150 – INCISIVOS, CANINOS E PRÉs SUP. dos pontos.
Ligadura: O vaso é pinçado com duas  infarto recente 151- INCISIVOS, CANINOS E PRÉs INF.
pinças kellys.  hipertensão grave não controlada 17 – MOLARES INFERIORES REMOÇÃO DOS PONTOS
Fibrina: é um dos fatores da coagulação e  coagulopatia severa A remoção dos pontos pode ser feita de 5
aceleram a formação de um coágulo na  uso de anticoagulantes e a 15 dias, sendo o mais comum em 7 dias.
área afetada.  uso de bifosfonatos Para a remoção é feito primeiramente a
Esponjas: expande em contato com anti-sepsia seguido do tracionamento do
fluidos fio e o corte junto ao nó para sua remoção.
Cera: Tem como função tamponar a área
hemorrágica.
Hemostáticos de ação central: Estrógenos
- Premarin ®, Styptanon®
CIRURGIA – Exodontia Complicada e Seriada
Indicação: Odontossecção Exodontias Multiplas
 Remoção de dentes próximos a Definição: É a separação da porção coronária ou a. Mínimo de ostectomia possível
acidentes anatômicos radicular dos dentes b. Há a necessidade de regularização óssea
 Dentes com problemas de 1. eliminar impedimento mecânico (resistência) do c. Para uma melhor cicatrização e reabilitação protética
anomalia de posição osso d. Realiza-se sutura contínua simples ou festonada
 Coroas destruídas 2. evitar fratura das cristas e raízes
 Hipercementose 3. simplificar a extração pela individualização das Septos baixos, com base larga e arredondados, não necessitam remoção.
 Dilaceração raízes
 Raízes longas 4. eliminar impacção de dentes retidos

Jasiel Oliveira – Uninove 2017


 Raízes divergentes 5. não lesar dentes vizinhos
 Anquilose ou
 Qualquer outra possibilidade em Indicações clínicas
que não há indicação para uma 1. Dentes multirradiculares com coroas destruídas
Existe necessidade de remoção dos septos interalveolares nos casos de:
exodontia simples. 2. Dentes multirradiculares com restaurações
a. Base estreita e volumosa
extensas
b. Base estreita e septo fino
Passos para as técnicas cirúrgicas c. Septo alto sobressaindo o alvéolo
Tanto para uni ou multi radiculares Indicações radiográficas
d. Septo fraturado durante a exodontia
temos as seguintes etapas:  dentes decíduos com o germe permanente alojado
O instrumental de escolha para esta regularização é o osteótomo ou
a. Incisão entre as raízes
alveolótomo ou Pinça Goiva.
b. Descolamento mucoperiostal e  raízes divergentes
obtenção de um retalho  raízes dilaceradas e com hipercementoses
c. Ostectomia (Apical ou Cervical )  dentes retidos
d. Odontosecção
e. Luxação com elevadores (cunha, Remoção de pequenos fragmentos de raiz dos ápices
roda, alavanca) radiculares
f. Avulsão
g. Limagem Nos casos de fratura do terço apical, durante uma
h. Curetagem exodontia simples, por exemplo, pela não observância
de alteração anatômica do septo interalveolar, podemos Instruções (orientações) pós operatórias:
i. Manobra de Chompret
proceder a eliminação deste septo (ostectomia) para, na Com linguagem clara e simples, devemos orientar o paciente no sentido de
j. Irrigação e sutura
sequencia pela aplicação de um elevador removermos o manutenção da hemostasia pedindo para que haja nas próximas 48 horas,
ápice ou através do uso de limas endodônticas aplicadas alimentação fria e pastosa, para que não realize bochechos, evite fumar e
na luz do canal do ápice fraturado. aplique uma compressa externa com gelo, sobre o lado operado, por 10 min,
com intervalo de 20min, repetindo-se o processo nas próximas 3 horas.

CIRURGIA – Acidentes e complicações nas Exodontias


COMPLICAÇÕES - Ocorre no período pós-operatório Hemorragia ALVEOLITE
• prevenção: cuidadosa avaliação do Perturbação no reparo alveolar, pela degradação do coágulo
Dor paciente, precedente de hemorragia • causas: suprimento sangüíneo insuficiente do alvéolo, infecção prévia,
• variada resposta inflamatória de cada intervenção prolongada ou persistente, sangramento traumatismo ao osso, excesso de vasoconstritor, contraceptivos,
• depende do porte cirúrgico familiar, coagulopatias, drogas tabagismo, doenças sistêmicas, comprometimento imunológico.
• idéias pré-concebidas da dor que cada um espera anticoagulantes, quimioterapia e • prevenção: anti-sepsia (intra e extra), correta técnica e orientações pós
sentir alcoolismo operatórias
• pico da dor pós-operatória: 12 horas • prevenção local: técnica cirúrgica
• trauma cirúrgico menor: medicação analgésica de atraumática, sutura adequada e Condutas
ação periférica orientações pós-cirúrgicas • alveolite seca: anestesia , remoção da sutura, água oxigenada
• média à longa duração: drogas analgésicas e AINES 10vol., soro fisiológico, água oxigenada 10vol. e clorexidina 0,2%. aplicação
• medida preventiva: AIES em dose única ou • posicionar o paciente na cadeira, e com de medicação intra-alveolar (ALVEOSAN ®, ALVEOGYL ®, ALVEOLEX ®),
associado com inibidores seletivos da COX-2, cerca boa iluminação, visualiza-se e se determina sutura ou não, antibiótico terapia.
de 60 minutos no pré-operatório a fonte do sangramento • alveolite úmida: anestesia, removão da sutura, curetagem, formar
• adequada orientação dos cuidados pós-operatórios • aspiração cuidadosa e remoção das coágulo, sutura, terapêutica medicamentosa: analgésicos e antibióticos
placas e pedaços de sangue coagulados
Edema • gaze dobrada é pressionada firmemente PARESTESIA -NEUROPRAXIA
• aumento do líquido nos espaços teciduais pela mão do cirurgião pelo tempo de 5 Distúrbio neurosensorial com diminuição de sensibilidade de uma
intersticiais, em resposta à agressão sofrida numa minutos determinada região
certa região • suturas mais suficientes e efetivas • causas: proximidade de nervos nas exodontias e traumatismos
• pico: 24 a 48 horas • esponjas coagulantes de fibrina, gelatina, provocados pelas agulhas nas técnicas anestésicas
• edema progressivo: infecção celulose oxidadas ou cera para osso • clinicamente: anestesia prolongada da língua, lábio pelo período entre 3
•prevenção: cirurgias atraumáticas e medicação • serviço hospitalar na persistência do a 12 meses
sistêmica pré-operatória quadro hemorrágico • prevenção: utilizar de forma controlada as soluções nas anestesias,
cuidado na incisão e divulsão do retalho lingual
Condutas: HEMATOMA E EQUIMOSE • condutas: prescrição empírica de ação antineurítica (Citoneurin)
Gelo extra-oral pelo período de 24 horas, repouso • hematoma: acúmulo de sangue nos associada a suplemento vitamínico (B), com ou sem associação de
pós-cirúrgico, compressas úmidas mornas após 24 tecidos com aumento de volume AIES, fisioterapia, infra-vermelho, TENS ,laser, fonoaudiologia e acupuntura
horas • equimose: acúmulo de sangue nos
tecidos sem aumento de volume FÍSTULA BUCO-SINUSAL OU BUCO-NASAL
Trismo • ocorrência: 24 e 48 horas após a cirurgia • fístula buco-sinusal: permanência de uma comunicação da cavidade
limitação na abertura bucal • prevenção: hemostasia trans-cirúrgica e bucal com o seio maxilar, devido a destruição do soalho e membrana
• causas: exodontia dos terceiros molares inferiores, frio por 24H. durante exodontias.
biselamento da agulha anestésica com infiltração • condutas: compressas mornas, pomadas • fístula buco-nasal: exodontias onde os ápices estão em íntima relação
inadequada, múltiplas injeções na musculatura anticoagulantes (Hirudoid) com a cavidade nasal
mastigatória, retalhos mucoperiosteais extensos, • hematomas extensos: antibioticoterapia • clinicamente: falta de continuidade da mucosa, presença de um tecido
lacerações durante a divulsão, grandes ostectomias profilática epitelizado da cavidade sinusal ou nasal com a boca, escape de ar, saída de
entre outros líquidos ingeridos pelo nariz, congestão nasal e rinorréia mucopurulenta
•prevenção: abordagem cirúrgica criteriosa,
terapêutica medicamentosa pré-operatória e Se tem duvida, fazer manobra de Vasalva
cuidados locais pós-operatórios Certeza? Sutura oclusiva, antibiótico, cicatrizar, acompanhar e no segundo
Medicação miorrelaxante momento cirurgia para remoção por exemplo de uma raiz.
• aplicação de calor úmido Se a sutura não resolveu, pedir a panorâmica para analisar a comunicação.
• bochechos Se você fizer o acesso, lavar o seio, junto com o antibiótico terapia.
•terapia miofuncional oral: fonoaudiólogo
• infecção associada: antibioticoterapia e se • tratamento diretamente relacionado com o tempo e tamanho
necessário drenagem • antibioticoterapia, descongestionantes e retalhos rotacionados

• Antibioticoterapia por 10 dias (anaeróbios beta-lactamase – Clavulin BD®)


• Uso de 2 a 4 gotas, 3x/dia de Fluimucil® solução nasal
• Inalação de Fluimucil® antes de deitar
CIRURGIA – Acidentes e complicações nas Exodontias e frenectomia
ACIDENTES - Durante o trans-operatório FRATURAS : Osso Mandibular Aspiração Frenecromia labial/língua
As causas principais:  causas: aplicação de força exagerada Dente ou instrumento é deslocado para Indicações:
 Pré operatório inadequado dos elevadores, ou movimentos a orofaringe (faringe, traquéia ou no - interfere na instrabilidade da prótese
 Diagnostico incorreto intempestivos durante as exodontias parênquima pulmonar) - responsável por diastemas
 Falta de planejamento dos 3º Molares • causas: após a remoção do dente do - interfere na fonação
 Indicação incorreta  prevenção: adequada osteotomia e alvéolo, enquanto este permanece na Técnica de Archer:
 Mau uso de instrumentos Odontossecção boca - duplo pinçamento
 Aplicação de força excessiva  condutas : comunicar o paciente, • prevenção: atenção e vigilância - incisão: primeiro junto a pinça que
 Falta de visualização do campo operatório sutura - imobilização imediata - constante, evitar posição supina. está no rebordo. Em forma de cunha

Jasiel Oliveira – Uninove 2017


 Despreparo do profissional bandagem de Barton - divulsão dos tecidos
 Radiografias insuficientes ou distorcidas e encaminhamento ao bucomaxilo Condutas - sutura: Não suturar em gengiva
 Seleção da técnica cirúrgica para tratamento hospitalar  inspeção para localização e retirada inserida
manual ou com pinças
 Planejamento pouco abrangente
Enfisema  Estimular a tosse e realizar a manobra Técnica de Mead:
 Anatomia regional
Introdução de ar no interior dos tecidos, de Heimlich - incisão
 Habilidade psicomotora
atingindo os espaços fasciais  manobras não efetivas: conduzir para - divulsão
 Uso inadequado de instrumental cirúrgico - sutura
• clinicamente: aumento de volume, o pronto-socorro
 Uso do instrumental cirúrgico inadequado
crepitação ( bolhas de ar no interior dos
ESCORIAÇÕES E ABRASÕES
tecidos) A manobra de Heimlich consiste em
Atrito ou raspagem constante contra a
• causas: saída do excesso de ar na alta colocar-se atrás do paciente que fez a
superfície da pele ou mucosa MONTAGEM DA BANCADA
rotação aspiração, com os braços envolvendo o
• causas: trauma dos instrumentos cirúrgicos
• prevenção: manutenção da abdomem , Colocar a mão fechada,
(afastadores ou brocas)
integridade do periósteo, abaixo do esterno e ligeiramente acima
• prevenção: lubrificantes ou pomadas na
posicionamento dos tecidos moles sobre do umbigo, com o polegar para dentro,
comissura labial
a cabeça da alta rotação ou substituir contra o abdómen do paciente; Agarrar
• condutas: prevenção a infecção, anti-
por motores elétricos e cinzéis firmemente o punho com a outra
séptico e pomadas com corticosteróides
• condutas: antibioticoterapia, mão; Efetuar 5 compressões
associadas a antibióticos
antiinflamatórios e analgésicos, abdominais, para dentro e para cima, de
LACERAÇÕES
acompanhamento modo a aumentar a pressão torácica,
Solução de continuidade dos tecidos
que irá expulsar o objeto em questão.
superficiais e profundos - rasgamento
Comunicação Buco-sinusal ou buco
• causas: técnica cirúrgica inadequada;
nasal Notar que cada compressão deve ser
seleção inapropriada de instrumentos; falta
• causas: exodontia dos molares suficientemente forte para deslocar a
de habilidade cirúrgica
superiores, caninos retidos, falta de osso obstrução, mas não agressiva de forma a
• prevenção: retalhos adequados; evitar
entre as raízes e o seio maxilar e raízes causar uma fratura por
movimentos intempestivos, apoio digital na
divergentes exemplo; Reavaliar verificando se
região palatina ou lingual e cuidado no
• diagnóstico imediato: passagem de ar normalizou a respiração e verificando se
afastamento tecidual
pelo alvéolo, alvéolo irá borbulhar ou o o corpo estranho saiu pela boca;
• condutas: tecidos dilacerados devem ser
coágulo irá se movimentar – Manobra Pode-se repetir a operação algumas
reposicionados e suturados.
de Valsalva vezes até conseguir a normalização das
Lesões de Tecidos Duros
• seqüelas: sinusite e fístula buco- funções.
FRATURA DO DENTE A SER EXTRAÍDO Desgastes na estrutura radicular de
sinusal
• causas: restaurações e cáries extensas; dentes vizinhos:
• prevenção: avaliação imaginológica e Fratura de instrumentos
dilacerações; anquilose ; hipercementose; acompanhamento e indicação de endo.
planejamento nas técnicas cirúrgicas Os seguintes instrumentais podem estar
osteotomia e odontossecção insuficiente e Pre-molar inferir é um dente de difícil
Conduta Estabilizar o coágulo, Sutura envolvidos nas principais ocorrências em
utilização inadequada de instrumentos remoção. A melhor broca para evitar
oclusiva Cuidados P.O- evitar assoar o relação as fraturas dos
• prevenção: planejamento adequado ; esse risco é a Zecria de cabo longo. 701,
nariz, espirrar de boca aberta, não mesmos: elevadores, fórceps, pinças,
Avaliar a permanência do remanescente (1/3 702 podem ser utilizadas em áreas
fumar, não utilizar canudos na brocas, agulhas entre outros
apical)- acompanhamento imaginológico maiores.
alimentação, dieta líquida/pastosa, • causas: movimentos bruscos durante
• condutas: retalho, osteotomia e
morna/fria as manobras cirúrgicas
odontosecção
• terapêutica- Antibiótico - evitar • prevenção: conhecimento teórico e
LESÃO A DENTES ADJACENTES
sinusite habilidade e vivencia cirúrgica
LUXAÇÃO AVULSÃO / FRATURA CORONÁRIA
Condutas
e de RESTAURAÇÕES
Deslocamento de dentes ou  comunicar o paciente
 causas: aplicação inadequada do apoio dos
instrumentos para as regiões  remoção imediata
instrumentos , movimento intempestivo na
circunvizinhas  remoção mediata: formação de uma
avulsão dental, excesso proximal de
Dentes inferiores: espaços sublingual e cápsula fibrosa
restaurações
submandibular
 prevenção: controle da força de tração Dentes superiores: espaços Luxação da Articulação Temporo
durante os movimentos de exodontia com infratemporal e cavidade sinusal Mandibular (ATM)
fórceps ,apoio do elevador em tecido • causas: falta do planejamento Deslocamento bilateral do côndilo da
ósseo cirúrgico e imaginológico eminência articular do temporal, em
 Condutas • prevenção: retalho adequado e evitar decorrência da ação muscular, sem o seu
luxação: pericementite , controlada por o movimento de cunha com elevadores retorno espontâneo para a sua posição
medicação e Rx de controle.
original
avulsão: reposicionamento imediato e Condutas • clinicamente: permanece com a boca
contenção com fios de aço e resina  sutura do alvéolo aberta, aliada á dificuldade de conter a
verificando a oclusão e constante avaliação
 comunicar o paciente saliva e para falar, gerando um quadro
endodôntica
 exames imaginológicos: adequada de ansiedade e dor local
restauração - inspecionar restos da
localização e planejamento cirúrgico - • causas: durante as manobras
restauração no alvéolo
TC 3D empregadas nas exodontias quando ao
FRATURAS : Osso Maxilar
 seio maxilar: acesso de Caldwell-Lucc forçar a abertura bucal
• causas: força excessiva nas exodontias de
 espaço submandibular: acesso extra- • prevenção: apoio na mandíbula com
dentes posteriores, na área da tuberosidade
bucal – Risdon uma das mãos pelo assistente, evitando
e assoalho da cavidade sinusal
uma abertura excessiva
• prevenção: exame clínico e radiográfico,
Deglutição Condutas:
avaliar raíz, espessura óssea e proximidade
O dente é deslocado para as vias aéreas,  redução manual imediata
com o seio maxilar, odontosecção
passando pelo esôfago  paciente sentado, apoiando a cabeça
• condutas: finaliza-se a exodontia, manobra
• Paciente mostra-se ansioso, contra a parede, e posicionando-se os
de Vassalva e estabilização do túber com
com náuseas, vômitos, ardor na faringe, dedos polegares sobre a superfície
sutura oclusiva. Se tiver comunivação, fazer
tosse e dor abdominal. oclusal dos molares bilateralmente, e
um protetor com resina soft sobre a sutura.
Pode ser feita a tentativa de remoção com os dedos anulares e médios
Túber separado do tecido mole não se
manualmente além de englobando a região basal da
recoloca. Regularização óssea e sutura. Se
• estimulo ao vômito mandíbula, realiza-se um movimento
ficar parte aderida ao periósteo, regularizar
• ingestão de líquidos para baixo e guiando-o no sentido
osso e manter.
•Encaminhamento mais posterior
para Gastroenterologista  bandagem facial e prescrição de
analgésicos e antiinflamatórios não
esteroidais
CIRURGIA – Exodontia dos dentes retidos
ORDEM DE FREQÜÊNCIA DOS DENTES INCLUSOS: Classe III: Não há espaço entre a distal do segundo molar Critérios do Exame clínico
 3° molar inferior e 3º molar superior e o ramo mandibular, ou seja o dente está totalmente Entre os critérios de avaliação para o planejamento
 canino superior e pré-molares inferiores incluso no ramo mandibular. cirúrgico dos terceiros estão a inspeção do tecido que
 canino inferior e pré-molares superiores recobre o dente, presença de infecção (exsudato, cálculos),
 incisivos e laterais superiores posição do dente, abertura bucal, padrão facial, presença
 2º molares inferiores de hábitos deletérios, espessura do masseter, proximidade
TIPOS DE INCLUSÕES com dentes vizinhos e se na palpação, apresenta
A) Submucosa sensibilidade local ao toque.
B) Intraósseo
C) Semi-incluso Técnica cirúrgica – Tipos de Incisões

Jasiel Oliveira – Uninove 2017


INDICAÇÕES PARA AVULSÃO DOS DENTES INCLUSOS  INCISÃO de WINTER - uma incisão de alívio na distal do
 Auxiliar no tratamento periodontal dos dentes segundo molar levando a grande chance de deiscência
adjacentes da sutura com uma invaginação do retalho para o
 Prevenção da cárie dentária interior do defeito ósseo.
 Posições ectópicas  INCISÃO de WINTER AMPLIADA – esta incisão propicia
 Facilitar a reabilitação protética menos risco de uma deiscência da sutura pela confecção
 Facilitar a movimentação ortodôntica da incisão de alívio ou relaxante em região mesial do
 Na linha de fraturas mandibulares 2) Quanto ao plano oclusal. segundo molar com garantia de apoio ósseo da sutura
por não realizarmos uma osteotomia nesta área.
 Envolvidos em ressecção de tumores
POSIÇÃO “A” : Face oclusal do terceiro molar no mesmo  INCISÃO em ENVELOPE – se trata de uma incisão sem
 Interferindo em osteotomias para cirurgia ortognática
nível ou acima do plano oclusal. alivio ou relaxante, sendo indicada em inclusões
do tipo Le Fort I na maxila e sagital na mandíbula
dentárias mais superficiais, sendo feito apenas o
 Profilática para pacientes com problemas médicos
contorno intra-sulcular nas papilas dos dentes
 História prévia de pericoronarite
adjacentes.
 Prevenção da Reabsorção Radicular
 Descolamento muco periostal – deslocando a mucosa e
CONTRA-INDICAÇÕES PARA AVULSÃO
periósteo do tecido ósseo subjacente.
 Grandes extremos de idade
 Osteotomia – o desgaste ósseo é feito de forma
 Pacientes com condições médicas comprometidas
pendular em região mesial, vestibular e distal liberando
 Casos de riscos às estruturas nobres adjacentes como o maior diâmetro do dente e criando um espaço vazio
proximidade com o nervo alveolar inferior e entre o dente e o tecido ósseo permitindo a mobilização
 Casos de infecções agudas pelo risco de disseminação do e luxação do dente.
processo séptico. POSIÇÃO “B” : Face oclusal do terceiro molar entre o  ODONTOSECÇÃO: esta manobra é reservada para
CONSEQUÊNCIAS NEGATIVAS DOS DENTES INCLUSOS plano oclusal e a cervical do segundo molar alterações do longo eixo do dente (inclusões do tipo
1) PERICORONARITE mesioangulado, horizontal, distoangulado) ou em
2) Cárie Dental alterações morfológicas radiculares (dilacerações,
3) DOENÇA PERIODONTAL divergências acentuadas, hipercementoses). É realizada
4) Interferência no irrompimento de dentes adjacentes até dois terços no sentido vestíbulo-lingual com motor e
5) INFECÇÃO broca e terminada de maneira manual com uma torção
6) Reabsorção radicular do 2 molar no espaço criado com a aplicação do elevador clivando
7) Cistos o restante.
8) Tumores o Odontosecção Coronária mesial é feita em
Recursos de Imagens casos de dentes mesioangulados impactados
 RX Periapicais na região mesial.
 Panoramica POSIÇÃO “C” : Face oclusal do terceiro molar abaixo da o Odontosecção Coronária total em casos de
 Tomografia (padrão ouro) cervical do segundo molar. dentes horizontais.
 Técnica Clarck o Odontosecção Coronária distal nos dentes
 Tec. Miller-Winter inclusos e distoangulados.
 Tec. De Donavan o Odontosecção radicular é feita nos casos de
Classificação dos terceiros molares retidos raízes divergentes e dilaceradas.
Classificação de Pell e Gregory:  LUXAÇÃO - com elevadores através dos movimentos de
1) Quanto a sua inclusão no ramo mandibular. É aplicada cunha, roda e alavanca.
somente nos terceiros molares inferiores.  AVULSÃO – exérese do dente ou sua retirada de seu
alvéolo.
Classe I: Diâmetro mesio-distal do terceiro molar é menor  Remoção do folículo pericoronário com cureta de Lucas.
que a distância entre o bordo anterior do ramo mandibular  LIMAGEM – removendo irregularidades ósseas e
e a face distal do segundo molar, ou seja ele está fora do eventuais espículas.
ramo mandibular.  SUTURA – iniciando nos ângulos no início da incisão de
Classificação de Winter alívio.
Leva em consideração a inclinação do longo eixo do
terceiro molar. Podem ser: Técnica cirúrgica para remoção do 3 Molar superior
 Incisões de Winter com alívio na mesial de segundo
 Vertical: quando seu longo eixo for paralelo aos molar e a incisão envelope sem a necessidade de alívio
demais dentes sendo esta indicada em inclusões mais superificiais.
 Mesioangulado: quando seu longo eixo for  Após a incisão procede-se o descolamento muco
convergente em relação aos demais dentes. periostal com descoladores de Freer e Molt.
 Distoangulado: quando seu longo eixo for divergente  A Osteotomia na maxila na maioria dos casos pode ser
em relação aos demais dentes. realizada com cinzéis manualmente pelo osso mais fino
 Horizontal: o longo eixo do terceiro molar é e papiráceo desta região. O uso de brocas são
perpendicular em relação aos demais dentes. reservadas para grandes inclusões com um maior risco
 Linguo-angulado: Quando a coroa do terceiro molar de enfisema.
Classe II: Diâmetro mesio-distal do terceiro molar é maior está voltada para a lingual.  A necessidade de uma odontossecção é rara mas pode
que a distância entre o bordo anterior do ramo mandibular  Buco-angulado: Quando a coroa do terceiro molar ser necessária em grandes divergências radiculares ou
e a face distal do segundo molar, ou seja o dente incluso está voltada para o vestíbulo bucal. grandes impactações contra os segundos molares.
está parcialmente incluso no ramo mandibular.  Invertido quando a coroa do terceiro está invertida.  Segue-se com a luxação e avulsão do dente com o uso
dos elevadores e remoção do folículo pericoronário que
pode ficar aderido na distal do segundo molar.
 Em seguida realiza-se a limagem de irregularidades
ósseas e a sutura.
OHB
Técnica de Bass Escova Elétrica Controle Químico
45° da escova em relação a superfície dental Indicada para estimular a criança, pacientes com Complementar a higiene oral e não substituir.
A escova é deslocada no sentido antero-posterior dificuldade motora, falta de motivação, pac ortodônticos,
Remoção de biofilme subgengival hospitalizados. Não precisa de uma técnica de escovação 1. Clorexidina. (PERIOGARD)
Recomendada para qualquer tipo de paciente. A diferença de um colutório a base de clorexida e em óleos
Tec. Bass Modificada Escova unitufo – a diferença é a substantividade.
Semelhante a de Bass Áreas de furca – a melhor indicação dessa escova. Indicação:
Gira-se a cabeça da escova Apinhamentos o Complemento da HO
Tec Stilmam Modificada Recessões gengivais o Enxague pré-operatório
Movimentos vibratórios curtos Ortodontia o Após Cirurgia oral

Jasiel Oliveira – Uninove 2017


Indicada para áreas com recessão gengival para prevenir Ao redor de próteses fíxas o Pac Clinicamente comprometidos predisposto à
a destruição tecidual abrasiva. Distal de molares posteriores infecções orais.
Tec. Oclusal
Trenzinho Fio e Fita – não existe trabalho que mostre a diferença Efeitos colaterais – uso prolongado
Se fizer na gengiva cria um desgaste e retração da entre as duas opões. o Manchas acastanhadas nos dentes e dorso da língua
gengiva. o Alteração do paladar
Tec. De Fones Passa fio o Erosão da mucosa
Mov circulares amplos o Reações alérgicas
Escova de cabeça pequena Escova interdental – usada para área de furca.
Indicado para crianças Walterpik Posologia
Tecnica sugerida pela professor: Limpeza de língua – o dorso da língua abriga um grande Colutório - 1x ao dia
Bass, stilmam modificado, horizontal numero de microrganismos, que pode servir como fonte Dentifrício – Maxi control
TEc. Horizontal – pouco utilizada de disseminação bacteriana para ouras partes da cavidade
oral. 2. Fenóis – Triclosan
o Gantrez (plax) – aumenta a substantividade
o Colgate 12
3. Cloreto de Cetilpiridínio
Cepacol
- baixa substantividade (3 – 5 horas)

4. Óleos Essenciais
Reduz a carga bacteriana
Atividade anti-inflamatória
Baixa substantividade
COI
Urgência Dor – Trauma – Infecções – Estética – desconforto funcional
Periodontia: Abscesso gengival/periodontal agudo, pericoronarite,
GUN/PUN.
Endodontia – Ateração inflamatória reversível, alterações
inflamatórias irreversíveis, Periodontite apical aguda microbiana,
abscesso periradicular agudo, Abcesso fenix
Trauma – Fraturas coronárias com ou sem exposição pulpar,
radiculares, alveolar, lesões aos tecidos alveolares e periodontais
Cirurgia – Alveolites, hemorragias, trauma

Jasiel Oliveira – Uninove 2017


Dentística – Estética, sensibilidade, abrasão, abfração, erosão, atrição
Ortodontia – trauma causado pelo fio, quebra de braquete
Implante – periimplantite
Protese – consertos de próteses
Diagnóstico Anmnese
Exame clínico
 Extra oral
 Intra Oral da Mucosa
 Exame do periodonto (PSR)
 Exame dos dentes
Exames complementares
 Modelos de estudos
 Radiografias
 Teste de vitalidade pulpar (inspeção, palpação, percussão
Fase I vertical, percussão horizontal, Rx, exame térmico, teste de
anestesia, teste de cavidade)
 Anátomo-patológico
 Citológico
 Laboratoriais
Hipótese Diagnóstica
Planejamento individual para cada patologia
 Qual melhor tratamento
 Hipótese de tratamento
 Sequência de tratamento
 Integração do tratamento
Adequação do  OHB
Meio/Preparo  Controle de Placas
incial  Escarificação e Selamento de cavidades abertas (sem
comprometimento pulpar)
 Raspagem supra (procedimentos básicos)
 Controle da dieta
 Exodontia de raízes flutuantes
 Raspagem e alisamento Corono Radicular
Avaliação  Avaliar o nive de saúde obtivo
Planejamento  Retirar interferências oclusais
Oclusal
(avaliação)
Periodontia  Tratamento Periodontal Sub e Supra
Cirurgia  Raíz residual
 Cirurgias eletivas
 Exo simples ou múltiplas
 Dentes inclusos ou impactados
 Cirurgias pré-protéticas
 Frenectomia
Periodontia  Cirurgias Periodontais
Cirúrgica
Planejamento  Polpa Viva
Endodontico  Polpa Morta
 Apicificação
 Apicigênese
 Clareamento Interno
 Cirurgias Paraendodônticas
Avaliação  Avaliar o nive de saúde obtivo
Oclusal  Reestabelecer as relações Intermaxilares
 Retirar interferências
 Confecção de prótese provisórias
Dentística  Restaurar dentes previamente tratados
Fase 2  Preparos para a fase protética
 Clareamento dental externo
Ortodontia  Pequenos movimentos ortodônticos
Implantodontia  Cirurgia implantodôntica
Prótese  Fixa
 PPR
 PT
Avaliação  No final do tratamento
Manutenção  Consultas periódicas
 Exames clínicos e complementares
Fase 3  Controle de Higiene
 Profilaxia
 Avaliação de Controle de Tratamento realizado
Elaborada por Jasiel Oliveira
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