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Regime jurídico administrativo se aplicam a todos os poderes,

ao público e ao privado também.


Não há hierarquia entre os princípios. Conflito entre eles
caberá ao interpretador aplicação mantenha a harmonia.
As prerrogativas Administração em supremacia sobre o
particular. (Supremacia do interesse público)
As sujeições preservar os direitos dos administrados.
Indisponibilidade do interesse público.

Princípios expressos na CF se aplicam a administração direta e


indireta. LIMPE
Legalidade: vontade legal.
Lei determinar (vinculação)
Autorizar (discricionariedade)
Reserva legal: lei formal (lei em sentido estrito) determinadas
matérias.
Exceção ao principio: edição de medidas provisórias, estado
de defesa, estado de sítio
Impessoalidade:
Princípio da finalidade: atuação administrativa em sentido
amplo o interesse público.
Sentido estrito: função especifica desenvolvida pela norma.
Princípio da igualdade ou isonomia: tratamento isonômico aos
administrados.
Vedação a promoção pessoal: não poderá ocorrer personalização
ou promoção pessoal pelos atos realizados. Somente órgãos e
entidades.

Impedimento e suspeição: objetivo de afastar processos


administrativos ou judiciais pessoas em função parentesco,
amizade, inimizade que participam do processo.

Moralidade:
Ato imoral é passível de anulação pelo Poder Judiciário.
Moralidade se aplica: Aos administrados. Também nas atividades
internas da Administração.
Os princípios da probidade e boa-fé, invalidando atos
fraudulentos e Astuciosos.

Dever de atuação ética (princípio da probidade):


comportamento ético, transparente e honesto perante o
administrado.
Concretização dos valores consagrados na lei: o agente público
não deve Limitar-se à aplicação da lei, mas buscar alcançar os
valores por ela Consagrados.
Observância dos costumes administrativos: a validade da
conduta Administrativa se vincula a Observância dos costumes
administrativos

Publicidade:
Exigência de publicação em órgãos oficiais como requisito de
Eficácia: atos administrativos gerais produzirão efeitos
Externos ou os atos que impliquem ônus para o patrimônio
público, devem ser publicados em órgãos oficiais para terem
eficácia. Não eficaz, pois se encontra pendente de publicação
oficial.

Exigência de transparência da atuação administrativa: deriva


do princípio da indisponibilidade do interesse público. Efetivo
controle por parte dos administrados.

Eficiência:
Incluído pela Emenda Constitucional 19/1998
Diz respeito atuação da administração pública com excelência

Em relação ao modo de atuação do agente público: espera-se a


Melhor atuação possível, a fim de obter os melhores resultados.

Quanto ao modo de organizar, estruturar e disciplinar a


Administração pública: os melhores resultados na prestação dos
Serviços públicos.

Princípios implícitos:
O princípio da supremacia do interesse público sobre o
privado:
Princípio fundamental do regime jurídico administrativo.
Prerrogativas administrativas.
Princípio da indisponibilidade do interesse público:
Sujeições administrativas são limitações e restrições impostas
a Administração pública.
Poder-dever de agir

Princípios da razoabilidade e da proporcionalidade: analisam


a legalidade e legitimidade.
Limitação do poder discricionário.

A razoabilidade atuar dentro da discrição


Administrativa, de forma equilibrada.

A proporcionalidade exige o equilíbrio entre os


Meios que a Administração utiliza e os fins que ela deseja
alcançar. Controle do excesso de poder.

Princípio do controle ou da tutela:


A regra será autonomia; sendo o
Controle a exceção. Controle para ver se a entidades criadas
cumprem a sua finalidade.

Princípio da autotutela:
A Administração corrigir os seus próprios atos.
Anulando-os quando ilegais ou revogando-os quando
inconvenientes ou inoportunos. Sem precisar do poder judiciário
para realizar esses atos.
Encontra limites no princípio da segurança jurídica e da
estabilidade das relações jurídicas.

A administração tem até 5 anos para anular os atos pela data em


que foram praticados.

Princípio da motivação: fundamentos de fato e de direito que o


levam a adotar qualquer decisão. Discricionários ou vinculados.
Com exceção da nomeação e exoneração do cargo de
comissão.
Mas se ele motivar terá que ser legalmente e o motivo terá que
ser amparado na lei e justificado.

Princípio da continuidade do serviço público: não podem os


serviços públicos ser interrompidos, devendo, ao contrário,
ter normal
Continuidade.
O serviço paralisado temporariamente reparos técnicos, ou para a
realização de obras de expansão e melhorias dos serviços.

Inadimplemento do usuário não constitui descontinuidade, ou


após aviso prévio motivadas por razões técnica e de segurança das
instalações.

Princípio do contraditório e da ampla defesa: processo judicial


ou administrativo, litigantes e acusados são assegurados o
contraditório e ampla defesa.

O contraditório= tomar conhecimento das alegações.


A ampla defesa= direito de alegar e provar o que alega se valer
de todos os meios recursos juridicamente válidos.

Em processo administrativo disciplinar, não é obrigatória a


defesa técnica por advogado.

Princípio da especialidade: reflete a ideia de descentralização,


liga-se aos princípios da legalidade e indisponibilidade.
Criam entidades para o desempenho de finalidades específicas.

Princípio da segurança jurídica e proteção à confiança: =


principio Confiança legitima: assegurar a estabilidade das
relações jurídicas já consolidadas.
Proteção ao direito adquirido, o ato jurídico perfeito e a coisa
julgada.

Presunção de legitimidade e de aparência de legalidade.

Direito administrativo é o ramo do Direito Público que disciplina o


exercício da função administrativa, e a atividade das pessoas e órgãos
que a desempenham.

Conceito de Estado: é um ente personalizado, pessoa jurídica de


direito público.

Ø Função legislativa (normativa): editar atos normativas primários E criar leis;


Ø Função Jurisdicional: resolver conflitos entre os litigantes, aplicando a lei com
força de definitividade;
Ø Função administrativa: executar a lei.

Todos exercem a função administrativa. Somente o executivo não


exerce o jurisdicional.

Interferência legítima: sistema de freios e contrapesos (permite que um


poder fiscalize e controle o outro).

Ø forma de governo: república ou monarquia; FG república.


Ø sistema de governo: presidencialismo ou parlamentarismo; SG Presi
Ø forma de Estado: Estado unitário ou Federação. FE Federação

Não existe subordinação ou hierarquia entre os entes federados.


Separação dos Poderes é flexível.

Administração Pública em sentido amplo envolve tanto a função


administrativa quanto a função política ou de governo.

Em sentido subjetivo, formal ou orgânico: quem exerce tal função, pj;


órgãos e agentes públicos. ‘’Quem realiza.’’ Exercício da função
administrativa.

Em sentido objetivo, material ou funcional: ‘’O que’’ é realizado.


conjunto de atividades da função administrativa.
Fomento, serviço público, polícia administrativa e a intervenção
administrativa.

Atividades meios: edição de atos normativos, decisões que resolvam litígios na


esfera administrativa.

Conceito de governo: em sentido formal: “é o conjunto de Poderes e


órgãos constitucionais”;
Em sentido material: “é o complexo de funções estatais básicas”;
Em sentido operacional: “é a condução política dos negócios públicos

A Administração pratica atos de execução.

Fontes do Direito Administrativo:


A lei; a jurisprudência;
A doutrina; e os costumes.

Sistemas administrativos: também chamados de sistemas de


controle.
sistema inglês ou de jurisdição única ( O Brasil adota).
atos políticos do Poder Executivo (estabelecimento das
políticas públicas ou a sanção ou veto de leis) não podem ser revistas
pelo poder judiciário.

Não há subordinação entra a administração direta e indireta. Somente vinculação.

Entidade política (União, estados,


Distrito Federal e municípios)
Vício de desvio de poder ou desvio de finalidade torna o ato ilegal.

A licitação processada e julgada princípios básicos


legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da igualdade, da publicidade, da
probidade administrativa, da vinculação ao instrumento convocatório, do
julgamento
objetivo

A Administração Pública obedecerá aos princípios da:


legalidade, finalidade, motivação, razoabilidade, proporcionalidade, moralidade,
ampla defesa, contraditório, segurança jurídica, interesse público e eficiência

Rol taxativo. chamado de rol exaustivo


não dando margem a interpretações extensivas.
O rol exemplificativo deixa-se a lista em aberto para que outros
casos sejam inseridos no referido rol

Princípio da segurança jurídica decorre do inc. XXXVI, art. 5.


‘’A lei não prejudicará o direito adquirido, o ato jurídico perfeito e a coisa julgada’’.

Decretos regulamentares
Portarias
Instruções normativas
Não podem inovar na ordem jurídica, criando direitos e obrigações.

Agente público descumprir decreto ou uma portaria o ato, poder. Ser


considerado ilegal.