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ATELIER DE PROJETO DE ARQUITETURA III

ARQUITETURA ESCOLAR
4ª UNIDADE DE ENSINO – DESENVOLVIMENTO DE
ANTEPROJETO
OBJETIVO – 3ª UNIDADE DE ENSINO – BONUS TRACK
- ESTUDO DA LEGISLAÇÃO URBANA, NO QUE SE REFERENTE AO TEMA. HIERARQUIZAÇÃO VIÁRIA, TIPOS DE ZONAS URBANAS.
- ESTUDO DA NBR 9050: ACESSIBILIDADE A EDIFICAÇÕES, MOBILIÁRIO, ESPAÇOS E EQUIPAMENTOS URBANOS. CÁLCULO.
- ESTUDO DA NBR 9077: SAÍDAS DE EMERGÊNCIA EM EDIFÍCIOS. CÁLCULO DE LARGURA DE CORREDORES, PORTAS, ESCADAS E
RAMPAS.
- NORMAS DE ÁGUA FRIA E CÁLCULO DE RESERVATÓRIO (USO/FINALIDADE).

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Estudo da legislação urbana, no que se
referente ao tema. Hierarquização viária,
tipos de zonas urbanas.

CÓDIGO DE OBRAS, LEI DE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO E PÓLOS GERADORES DE TRÁFEGO

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FLUXO DE PESSOAS E VEÍCULOS

CÓDIGO DE OBRAS

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LEI DELEGADA N.033/1976
CÓDIGO DE OBRAS DE SÃO LUÍS – MA
PROJETOS:
DESENHO ESCALA MÍNIMA
Planta dos Pavimentos 1:50 / 1:100
Fachadas 1:50
Planta de Situação 1:500
Cortes (longitudinal e transversal) 1:50
Detalhes 1:25
Elevação do gradil ou muro 1:50
Perfil do terreno 1:200

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LEI DELEGADA N.033/1976
CÓDIGO DE OBRAS DE SÃO LUÍS – MA
INSOLAÇÃO – ILUMINAÇÃO – VENTILAÇÃO:
I. COMPARTIMENTOS PRINCIPAIS:

TIPO DE ÁREA FATOR DE CÁLCULO DE ABERTURA

Área Aberta 1/7 da área do piso


Área Semi Aberta 1/6 da área do piso
Área Fechada 1/5 da área do piso

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LEI DELEGADA N.033/1976
CÓDIGO DE OBRAS DE SÃO LUÍS – MA
INSOLAÇÃO – ILUMINAÇÃO – VENTILAÇÃO:
I. COMPARTIMENTOS SECUNDÁRIOS:

TIPO DE ÁREA FATOR DE CÁLCULO DE ABERTURA

Área Aberta 1/8 da área do piso


Área Semi Aberta 1/7 da área do piso
Área Fechada 1/6 da área do piso

• PARA ESCOLAS: a área mínima de iluminação/insolação é 1/5 da área do


piso e a área de ventilação é 2/3 da área de iluminação.

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LEI DELEGADA N.033/1976
CÓDIGO DE OBRAS DE SÃO LUÍS – MA
CORREDORES:
• A largura dos corredores será proporcional ao número provável de pessoas que
por eles transitam no sentido do escoamento.

• Para escolas, hospitais e locais de reunião a largura mínima é 1,50m para lotações
de até 100 pessoas.

• Para corredores com extensão maior que 10,0m contados a partir do eixo da
escada, deverá ser acrescido 10cm à largura mínima do corredor para cada metro
de comprimento excedente.

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LEI DELEGADA N.033/1976
CÓDIGO DE OBRAS DE SÃO LUÍS – MA
CHANFRO:
Quando se tratar de prédio de
esquina, construído no
alinhamento das ruas, será
obrigatório o canto chanfrado. Este
chanfro será no mínimo de 3,00m,
sendo o lado maior de um
triângulo isósceles.

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LEI DELEGADA N.033/1976
CÓDIGO DE OBRAS DE SÃO LUÍS – MA
DEPÓSITO COLETOR DE LIXO:
• Os depósitos de lixo deverão impedir a emanação de odores, ter piso e
paredes revestidos com material impermeável e serem protegidos contra
penetração de animais.

• Deverão ter acesso direto pela rua, por passagem de uso comum, com
dimensões mínimas de 1,20m de largura e 2,40m de altura.

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LEI DELEGADA N.033/1976
CÓDIGO DE OBRAS DE SÃO LUÍS – MA
ESTACIONAMENTO:
• Os espaços de acesso e circulações devem:

 Largura mínima da faixa de circulação: 3,00m para cada sentido do tráfego.

 Para lotação não superior a 20 veículos: é admitida faixa de 5,50m


OBRIGATORIAMENTE com traçado reto.

 Os traçados em curva não deverão ser menor que 6,00m.

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LEI DELEGADA N.033/1976
CÓDIGO DE OBRAS DE SÃO LUÍS – MA
ESTACIONAMENTO:
• Os espaços de acesso e circulações devem:

 Declividade máxima: 20%

 Sobre-elevação: não poderá ser maior que 5%

 Rampas de acesso: PD mínimo de 2,50m

 Vaga: área mínima de 12,00m2. Dimensões: 2,50X5,00

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LEI DELEGADA N.033/1976
CÓDIGO DE OBRAS DE SÃO LUÍS – MA
ESTACIONAMENTO:
• Piso: permeável dotado de capacidade de escoamento das águas pluviais.

• Passagens para pedestres com largura mínima de 1,20m separadas da faixa


de tráfego para veículos.

• Acessos: entrada e saída separada. A soma das larguras destes acessos


devem ter no máximo 7,00m e a distância entre eles deve ser mínima de
5,00m.

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LEI DELEGADA N.033/1976
CÓDIGO DE OBRAS DE SÃO LUÍS – MA
ESTACIONAMENTO:
• No caso de terreno em esquina: devem ser afastadas 6,00m destas
(mínimo).
VEÍCULOS COMPRIMENTO LARGURA ALTURA

Automóveis 5,00m 2,50m 2,00m


Utilitários
Caminhões até 6t 8,00m 3,00m 3,20m
Ônibus 12,00m 3,20m 3,20m

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LEI DELEGADA N.033/1976
CÓDIGO DE OBRAS DE SÃO LUÍS – MA
PORTARIAS:
• Quando justificadas pela categoria da edificação podem ocupar a área de
recuo mínimo.

• Para ocuparem a área de recuo frontal deve:

a) Ter PD mínimo de 2,30m.


b) Qualquer uma de suas dimensões não poderá exceder 3,00m.
c) Área máxima 1% da área do lote. Área máxima: 9,00m2.
d) Compartimento sanitário: área mínima 1,20m.
e) Ficarão afastadas dos limites do lotes no mínimo 1,50m

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LEI DELEGADA N.033/1976
CÓDIGO DE OBRAS DE SÃO LUÍS – MA
PASSAGENS COBERTAS:
• Quando ligam o acesso (entrada) ao prédio:

a. Largura mínima 1,00m e máxima 3,00m.


b. PD mínimo 2,30m e máximo 3,20m.
c. Pilares de sustentação espaçados a cada 1,00m e com espessura até 10cm.
d. Se forem previstas mais de uma a largura não poderá exceder a 1/3 da
dimensão da fachada frontal.

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LEI DE PÓLOS GERADORES DE TRÁFEGO

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Lei 4.052/2002
Pólo Gerador de Tráfego
DENATRAN:
• Empreendimentos de porte, tais como universidades, estádios,
ginásios de esportes, centros de convenções, feiras, supermercados
e conjuntos habitacionais, tanto em áreas urbanas quanto junto a
rodovias, também constituem-se PÓLOS GERADORES DE TRÁFEGO,
que causam, frequentemente, impactos indesejáveis na fluidez e na
segurança do trânsito.

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Lei 4.052/2002
Pólo Gerador de Tráfego
DENATRAN:
Parâmetros para projetos de pólos geradores de tráfego
• Necessária anuência prévia para implantação: (ART. 93 do Código de
Trânsito Brasileiro), expedida pelo órgão de trânsito.

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Lei 4.052/2002
Pólo Gerador de Tráfego
DENATRAN:
Parâmetros para projetos de pólos geradores de tráfego
• Área construída da edificação
• Área de aproveitamento dos acessos
• Recuos
• Taxa de ocupação e coeficiente de aproveitamento do lote
• Declividade e raios horizontais das rampas
• Espaços para estacionamento, inclusive especiais (motocicletas e portadores
de deficiência física)
• Vias internas de circulação
• Pátios para carga e descarga de mercadorias

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Lei 4.052/2002
Pólo Gerador de Tráfego
DENATRAN:

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Lei 4.052/2002
Pólo Gerador de Tráfego
DENATRAN:

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Lei 4.052/2002
Pólo Gerador de Tráfego

DENATRAN:

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Lei 4.052/2002
Pólo Gerador de Tráfego
PREVISÃO DE VAGA DE ESTACIONAMENTO
PARTICULAR PÚBLICO ATÉ 10 PÚBLICO MAIS DE
VAGAS 10 VAGAS
Deficiente Físico 1% 1% 03%
Motocicleta 10% 20% 20%

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Acessibilidade

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Estudo da NBR 9050: Acessibilidade a
edificações, mobiliário, espaços e
equipamentos urbanos. Cálculo.

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NBR 9050

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Acessibilidade

Dimensões do módulo de referência (M.R.)

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Acessibilidade

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Acessibilidade

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Acessibilidade

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Acessibilidade
Área para manobra de cadeira de rodas SEM deslocamento

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Acessibilidade
Manobra de cadeiras de rodas COM deslocamento

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Acessibilidade
Manobra de cadeiras de rodas COM deslocamento

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Acessibilidade
Manobra de cadeiras de rodas COM deslocamento

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Acessibilidade
Espaços para cadeira de rodas em áreas confinadas

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Acessibilidade

Medidas mínimas de um sanitário acessível

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6.6 Rampas
6.6.2 Dimensionamento

6.6.2.3 Para rampas em


curva, a inclinação
máxima admissível é de
8,33 % (1:12) e o raio
mínimo
de 3,00 m, medido no
perímetro interno à curva,
conforme Figura 71.

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Estudo da NBR 9077: Saídas de emergência
em edifícios. Cálculo de largura de
corredores, portas, escadas e
rampas.

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NBR 9077/2001
SAÍDAS DE EMERGÊNCIA EM EDIFÍCIOS
• Esta norma fixa as condições exigíveis que as edificações devem
possuir:

a) A fim de que sua população possa abandoná-la em caso de


incêndio, completamente protegida em sua integridade física.
b) Para permitir o fácil acesso de auxílio externo (bombeiros) para o
combate ao fogo e a retirada da população.

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NBR 9077/2001
SAÍDAS DE EMERGÊNCIA EM EDIFÍCIOS
• Classificação das edificações:

a) Quanto à ocupação.
b) Quanto à altura, dimensões em planta e características
construtivas.

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ABNT NBR 9077 – Saídas de emergências em edifícios
4.3 Cálculo da população
4.3.2 A população de cada pavimento da edificação é calculada pelos coeficientes da
Tabela 5 do Anexo, considerando sua ocupação, dada na Tabela 1 do Anexo.

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ABNT NBR 9077 – Saídas de emergências em edifícios

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NBR 9070
Cálculo da População
4.3.3 Exclusivamente para o cálculo da população, devem ser
incluídas nas áreas de pavimento:
a) as áreas de terraços, sacadas e assemelhados, excetuadas aquelas
pertencentes às edificações dos grupos de ocupação A, B e H;
b) ...
c) ...
4.3.4 Exclusivamente para o cálculo da população, as áreas de
sanitários nas ocupações E e F são excluídas das áreas de pavimento.

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NBR 9077
Largura das saídas
4.4.1.2 A largura das saídas, isto é, dos acessos, escadas,
descargas, e outros, é dada pela seguinte fórmula:

UNIDADE DE PASSAGEM POR


PESSOA=0,55m
Onde:
N = número de unidades de passagem, arredondado para número inteiro
P = população, conforme coeficiente da Tabela 5 do Anexo e critérios das seções 4.3 e 4.4.1.1
C = capacidade da unidade de passagem, conforme Tabela 5 do Anexo

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Atividade
Dimensione a largura de saídas para escadas e rampas, de uma
escola de ensino técnico, com 800 alunos matriculados, sua área
construída é de 1.500,00 m², distribuída em dois pavimentos, já
excluídas áreas de sanitários.

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Atividade
Dimensione a largura de saídas para escadas e rampas, de uma
escola de ensino técnico, com 800 alunos matriculados, sua área
construída é de 1.500,00 m², distribuída em dois pavimentos, já
excluídas áreas de sanitários.
AREA DO PAVIMENTO = 1.500/2 = 750m²
P = 750/1,5 = 500

N = 500/60 = 8,33
PORTANTO

LARGURA = 8,33 X 0,55 = 4,5833

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NBR 9077/2001
SAÍDAS DE EMERGÊNCIA EM EDIFÍCIOS

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NBR 9077/2001
SAÍDAS DE EMERGÊNCIA EM EDIFÍCIOS
• Acessos:
• Devem permitir escoamento fácil de todos os ocupantes do prédio.
• Devem permanecer desobstruídos em todos os pavimentos.
• Devem ter as larguras mínimas previstas.
• Dever ter PD de 2,50m.
• Vergas de porta e vigas pode, manter-se à altura livre mínima de
2,00m.
• Devem ser sinalizados e iluminados com indicação do sentido de
saída.
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NBR 9077/2001
SAÍDAS DE EMERGÊNCIA EM EDIFÍCIOS

• Escadas Enclausurada – TIPOS: Leque

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NBR 9077/2001
SAÍDAS DE EMERGÊNCIA EM EDIFÍCIOS

• Escadas Enclausurada – TIPOS:

CASO NORMAL

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NBR 9077/2001
SAÍDAS DE EMERGÊNCIA EM EDIFÍCIOS

• Escadas Enclausurada – TIPOS:

CASO NORMAL

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NBR 9077/2001
SAÍDAS DE EMERGÊNCIA EM EDIFÍCIOS
• Antecâmara:
• Compartimentos que antecedem as escadas enclausuradas.
• Comprimento mínimo: 1,80m.
• PD mínimo: 2,50m.
• Dotada de porta corta-fogo
• Dotada de abertura de entrada de ar e duto respectivo situado
junto ao piso no, no máximo, a 15cm deste. Área mínima:
0,84m².

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NBR 9077/2001
SAÍDAS DE EMERGÊNCIA EM EDIFÍCIOS

• Antecâmara:

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NBR 9077/2001
SAÍDAS DE EMERGÊNCIA EM EDIFÍCIOS
• Corrimão e Guarda-Corpo:

Toda saída de emergência deve ser protegida de ambos os lados por


paredes ou guarda-corpos contínuas, sempre que houver qualquer
desnível maior que 19cm para evitar quedas.
Altura mínima da guarda: 1,05m – ao longo de patamares, corredores
e mezaninos.
Quando a altura for superior a 12,00m: altura da guarda de 1,30m.

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NBR 9077/2001
SAÍDAS DE EMERGÊNCIA EM EDIFÍCIOS
• Corrimão e Guarda-Corpo:

Corrimão: situados entre 80cm a 92cm do piso.

Escadas com mais de 2,20m de largura devem ter corrimão


intermediário.

Quando a altura for superior a 12,00m: altura da guarda de 1,30m.

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NBR 9077/2001
SAÍDAS DE EMERGÊNCIA EM EDIFÍCIOS

• Corrimão e Guarda-Corpo:

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NBR 9077/2001
SAÍDAS DE EMERGÊNCIA EM EDIFÍCIOS
• Corrimão e Guarda-Corpo:

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4
Normas de água Fria e Cálculo de
reservatório (uso/finalidade).

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RESERVATÓRIO DE ÁGUA:

• Toda edificação deverá possuir pelo menos um reservatório de água própria.

• O dimensionamento dos reservatórios será feito em função do consumo diário e


da taxa de ocupação da edificação.

• TIPOS: Reservatório Inferior (cisterna) e Reservatório Superior (Caixa D'Água).

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RESERVATÓRIO DE ÁGUA DE ACORDO COM A
NBR 5626/1998
• Inferior: é o que fica intercalado entre o alimentador predial e a instalação elevatória. Também
conhecido como CISTERNA;

• Superior: é o de distribuição propriamente dita, a partir do qual é bastecida a rede predial. São
posicionados acima da cobertura e construídos em alvenaria, concreto armado, cimento
amianto ou PVC.

Normalmente os reservatórios tem capacidade para 02 dias de consumo. Nesse sentido, o


reservatório inferior deve armazenar 3/5 do consumo diário e o reservatório superior deve
armazenar 2/5 do consumo diário, além de uma reserva de incêndio estimada em 20% do
resultado obtido para um dia.

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RESERVATÓRIO DE ÁGUA DE ACORDO COM A
NBR 5626/1998

Reservatórios de maior capacidade devem ser divididos em dois ou


mais compartimentos para permitir operações de manutenção sem
que haja interrupção na distribuição de água.

< 4.000 litros

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RESERVATÓRIO DE ÁGUA DE ACORDO COM A
NBR 5626/1998
CONSUMO PREDIAL: TABELA 01

É obtido a partir da taxa de ocupação da


edificação. Pode-se prever o consumo por
tipo de edificação a partir do número de
pessoas por metro quadrado por tipo de
edificação e o consumo de litros de água
gastos por dia.

De acordo com as TABELAS 1 e 2 a seguir:

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RESERVATÓRIO DE ÁGUA DE ACORDO COM A
NBR 5626/1998 TABELA 02

CÁLCULO DO CONSUMO DIÁRIO:

Conhecendo-se a população do prédio,


podemos calcular utilizando a Tabela 02
que expressa o consumo diário:

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PRÓXIMA AULA...
PROJETO III
PROJETO DE MÉDIA COMPLEXIDADE - ESCOLA
CONCEPÇÃO
ANTE-PROJETO

• As equipes devem apresentar as plantas-baixas de todos os


pavimentos, pré-dimensionamento corrigido e implantação.

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REFERÊNCIAS
• DORIS, C. C. K. Kowaltowski,. ARQUITETURA ESCOLAR: o projeto do ambiente de ensino. São
Paulo: Oficina de Textos, 2014.
• Prefeitura de São Luís. LEI DELEGADA N. 033/76 - CÓDIGO DE OBRAS MUNICIPAL. São Luís:
Prefeitura de São Luís, 1976.
• Prefeitura de São Luís. PLANO DIRETOR MUNICIPAL. São Luís: Prefeitura de São Luís, 2006.
• Prefeitura de São Luís. LEI DE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO. São Luís: Prefeitura de São Luís,
1992.
• Prefeitura de São Luís. LEI 4.052 - POLO GERADOR DE TRÁFEGO. São Luís: Prefeitura de São
Luís, 2002.
• Lei Nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO.
• Lei Nº 13.005, de 25 de junho de 2014. PLANO NACIONAL DA EDUCAÇÃO – PNE

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Referências
• PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DO BRASIL, Casa Civil. Lei 12.378 de 31 de dezembro de 2010,
Regulamenta o exercício da arquitetura e urbanismo e cri o Conselho de Arquitetura e
Urbanismo do Brail – CAU/BR. Brasília:DOU, 2010.
• SEITO, Alexandre I. et al. A segurança contra incêndio no Brasil. São Paulo: Projeto Editora,
2008.
• PASTL, Sérgio. Manual de Proteção Passiva Contra Incêndios. Porto Alegre: Spazio Itália
Edições, 2011, 48p.
• NBR 9050-2015.
• NBR 9077-2001.

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OBRIGADA!

BOA NOITE!!!

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