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DIREITO CIVIL III

AULA 3: CLASSIFICAÇÃO E EFEITOS DOS CONTRATOS

Direito Civil III

Introdução à Teoria Contratual

CLASSICIAÇÃO DOS CONTRATOS

ESTIPULAÇÃO EM FAVOR DE 3º

1 2 3 4
1
2
3
4

PROMESSA DE FATO DE 3º

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CONTRATO COM PESSOA A DECLARAR

PRÓXIMOS

PASSOS

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Classificação dos Contratos

Classificação dos contratos

O ato de classificar é um exercício exclusivamente analítico decorrente da lógica da própria pessoa que realiza a taxinomia. Por isso, as classificações variam de autor para autor, cada um tentando impor sua própria lógica conforme variados modelos abstratos.

A classificação permite uma ‘arrumação exaustiva da realidade’, afinal as classes de contratos resultam de repartições feitas com base em critérios que têm a ver com a ocorrência ou a verificação de certas qualidades. A recondução de contrato a esta ou àquela classe não significa mais do que a sua

repartição do que o seu agrupamento, consoante se tenha esta ou aquela característica. [

necessidade de classificação se vincula ao domínio teórico da matéria, hábil em seu tratamento

coerente e coeso, atribuindo certeza e segurança jurídica aos critérios de decidibilidade. (FARIAS; ROSENVALD, 2015, p. 246)

]. Esta

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Classificação dos Contratos

Contratos considerados em si mesmos

Quanto aos direitos e deveres das partes (presença de sinalagma) ou quanto à natureza da obrigação

Unilateral: são os contratos que criam obrigações unicamente para uma das partes;

Bilateral (sinalagmático ou de prestações correlatas): são os contratos que geram obrigações (recíprocas) para ambos os contratantes, como a compra e venda, a locação, o contrato de transporte. Há dependência recíproca das obrigações (sinalagma);

Plurilaterais ou plúrimos: são os contratos que contêm mais de duas partes cuja prestação de cada uma se dirige à realização de um fim comum, como, por exemplo, o contrato de sociedade e o contrato de consórcio, em que cada sócio é uma parte.

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Quanto ao sacrifício ou atribuição patrimonial das partes

Gratuitos ou benéficos: são aqueles em que apenas uma das partes aufere benefício ou vantagem, onerando a outra parte, como sucede na doação pura e no comodato.

a)

Gratuitos propriamente ditos: acarretam a diminuição patrimonial a uma das partes

como ocorre nas doações puras. Ex.: oferecer uma carona a um amigo;

b)

Desinteressados: não acarretam a diminuição patrimonial a uma das partes, embora beneficiem uma delas. Ex.: comodato e mútuo.

Onerosos: são contratos em que ambos os contratantes obtêm proveito, ao qual, porém, corresponde um sacrifício patrimonial. Em geral, todo contrato bilateral é oneroso. Exceção ex.: mandato (ex. com pagamento a posteriori de despesas necessárias à sua execução).

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Quanto ao momento de aperfeiçoamento do contrato ou quanto à constituição do contrato

Consensuais (solo consensu): são aqueles que se formam unicamente pelo acordo de vontades, independente da entrega da coisa ou de determinada forma. São exemplos a compra e venda de móveis pura (art. 482, CC); a locação e o mandato;

Reais: são os que exigem, para se aperfeiçoar, além do consentimento, a entrega da coisa que lhe serve de objeto, como os contratos de depósito, comodato e mútuo.

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Quanto aos riscos envolvidos

Os contratos onerosos podem ser:

Comutativos: as partes podem antever as vantagens e os sacrifícios que terão, pois não

envolvem riscos.

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Quanto aos riscos envolvidos

Aleatórios (ou de esperança): alea significa sorte, acaso, evento incerto. São contratos em que o objeto é marcado pelo risco. Uma das partes assume o risco do fato acontecer ou não, dando- lhe ou não o retorno patrimonial desejado. Os contratos aleatórios estão previstos nos arts. 458

a 461 do Código Civil e podem ser:

a) Aleatórios por natureza: é o contrato bilateral e oneroso em que pelo menos um dos contraentes não pode antever a vantagem que receberá, em troca da prestação fornecida;

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Quanto aos riscos envolvidos

Aleatórios (ou de esperança): alea significa sorte, acaso, evento incerto. São contratos em que o objeto é marcado pelo risco. Uma das partes assume o risco do fato acontecer ou não, dando- lhe ou não o retorno patrimonial desejado. Os contratos aleatórios estão previstos nos arts. 458

a 461 do Código Civil e podem ser:

b) Acidentalmente aleatórios: são contratos tipicamente comutativos que por certas circunstâncias tornam-se aleatórios.

1. Venda de coisas futuras: o risco pode se referir:

à própria existência da coisa art. 458, CC (com assunção de risco

pela existência). Trata-se de hipótese de emptio spei ou venda da esperança, da probabilidade das coisas ou fatos existirem;

à quantidade art. 459, CC (sem assunção de risco pela existência). Emptio rei speratae ou venda de coisa esperada. O risco assumido concerne à maior ou menor quantidade da coisa.

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Se nada existir o contrato será nulo, por falta de objeto.

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Quanto aos riscos envolvidos

Aleatórios (ou de esperança): alea significa sorte, acaso, evento incerto. São contratos em que o objeto é marcado pelo risco. Uma das partes assume o risco do fato acontecer ou não, dando- lhe ou não o retorno patrimonial desejado. Os contratos aleatórios estão previstos nos arts. 458

a 461 do Código Civil e podem ser:

b) Acidentalmente aleatórios: são contratos tipicamente comutativos que por certas circunstâncias tornam-se aleatórios.

2. Venda de coisas existentes mas expostas a risco: - arts. 460 e 461, CC.

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Quanto à previsão legal

Típicos: são os contratos regulados pela lei, os que têm o seu perfil nela traçado. São exemplos de contratos típicos as vinte e três espécies previstas no Código Civil;

Atípicos: são os contratos que resultam de um acordo de vontades, não tendo, porém, as

características e os requisitos definidos na lei. Exemplos: hospedagem; factoring; engineering;

Os contratos atípicos podem ser:

a) atípicos propriamente ditos: frutos da autonomia privada, constituindo negócio

jurídico diferenciado, sem similar no ordenamento jurídico;

b) mistos: formados pela conjugação de contratos típicos com elementos de negócios não positivados.

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Quanto à designação

Nominados (ou confeccionados): aqueles que têm designação própria, abrangendo as espécies contratuais que têm nomen iuris;

Inominados (ou sob medida): são contratos que não possuem denominação própria.

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Quanto à negociação do conteúdo

Paritários: os contratos tradicionais, em que as partes discutem livremente as condições, porque se encontram em situações de igualdade;

De adesão: os que não admitem a liberdade de discussão das cláusulas contratuais;

Contratos-tipo ou contratos de massa, em série ou por formulários: aproximam-se dos contratos de adesão, pois também são apresentados em fórmulas pré-redigidas por uma das partes, mas não lhe é essencial a desigualdade econômica entre as partes;

Coativo (ditado, imposto, forçado) é o contrato que se realiza sem o pressuposto do livre consentimento de uma das partes. Exemplo: DPVAT

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Quanto às formalidades

Solenes ou formais: são os contratos que devem obedecer à forma prescrita em lei para se aperfeiçoar (a forma é ad solemnitatem, ou seja, elemento de validade do negócio).

Há diferença entre contrato solene e contrato formal?

Não solenes, não formais ou de forma livre: basta o consentimento das partes para a sua formação, quando a lei não exige nenhuma formalidade para o seu aperfeiçoamento (arts. 107 e 109, CC). A forma, neste caso, é ad probationem tantum, ou seja, apenas auxilia na prova

do ato.

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Quanto ao momento de cumprimento

De execução instantânea ou imediata ou de execução única: contratos que se consumam num só ato, sendo cumpridos imediatamente após a sua celebração;

De execução diferida ou retardada: os que devem ser cumpridos também em um só ato, mas

em momento futuro;

De trato sucessivo (de execução periódica; em prestações; débito permanente; ou de execução continuada): são os que se cumprem por meio de atos reiterados, são contratos que

se protraem no tempo.

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Quanto à pessoalidade

Personalíssimo (intuitu personae, pessoal): é o contrato celebrado em atenção às qualidades pessoais de um dos contraentes;

Impessoal: é o contrato cuja prestação pode ser cumprida indiferentemente pelo obrigado ou

por terceiro;

Individual: é contrato em que as vontades são individualmente consideradas, ainda que envolva várias pessoas;

Coletivo (normativo): trata-se de forma contratual que alcança grupos não individualizados, unidos por uma relação de fato ou jurídica;

Autocontrato (contrato consigo mesmo): ocorre quando a pessoa realiza um contrato consigo

mesma (ex.: art. 685, CC).

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Quanto à função econômica

De troca: os que se caracterizam pela permuta de utilidades econômicas;

Associativos: os que se caracterizam pela coincidência de seus fins;

De prevenção de riscos: os que se caracterizam pela assunção de riscos por parte de um dos contratantes;

De crédito: os que se caracterizam pela obtenção de um bem com intenção de

restituição futura;

De atividade: os que se caracterizam pela prestação de uma conduta de fato da qual decorre a utilidade econômica.

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Quanto à definitividade

Preliminar ou pré-contrato (pactum de contrahendo): é o contrato por via do qual ambas as partes ou uma delas se compromete a celebrar mais tarde outro contrato, que será o principal;

Definitivo: tem objetos diversos, de acordo com a natureza de cada avença, sendo marcado

pela definitividade.

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Quanto ao tempo de duração

Por tempo determinado: vigora durante prazo certo e estipulado pelas partes ou pela lei;

Por tempo indeterminado: não possui duração prevista.

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Contratos reciprocamente considerados

Principal: é o que tem existência própria, autônoma;

Acessório ou adjeto: é o contrato cuja existência depende da existência de outros contratos;

Derivado ou subcontrato: é o que tem por objeto direitos estabelecidos em outro contrato, denominado básico ou principal, como por exemplo a sublocação, a subempreitada, a subconcessão.

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Promessa de fato de terceiro (arts. 439 e 440, CC)

A promessa de fato de terceiro foi prevista no Código Civil de 1916 na Parte Geral do Direito das Obrigações.

No Código Civil de 2002 (art. 439, CC) foi corretamente deslocada para a Parte Geral dos Contratos

designando o contrato que “produzirá efeitos em relação a terceiro se uma pessoa se comprometer com outra a obter a prestação de fato de um terceiro não participante dele” (DINIZ, 2012, p. 118). O único vinculado é aquele que promete fato de outrem.

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Promessa de fato de terceiro (arts. 439 e 440, CC)

Lembre-se: o promitente age em nome próprio!

São fases da promessa:

1)

Formação: os contratantes estabelecem negócio jurídico pelo qual o promitente se compromete

a realizar uma obrigação de fazer (infungível) em benefício do credor. Trata-se de uma obrigação de resultado em que a responsabilidade do promitente é objetiva;

2)

Execução: surge a terceira pessoa que concorda com a avença.

O credor é sempre o mesmo, mas os devedores serão sucessivos!

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Promessa de fato de terceiro

A promessa de fato de terceiro tem forma livre e consensual.

Exclusão de responsabilidade do promitente:

I.

Art. 439, parágrafo único, CC: tal responsabilidade não existirá se o terceiro for o cônjuge do promitente, dependendo da sua anuência o ato a ser praticado, e desde que, pelo regime do casamento, a indenização, de algum modo, venha a recair sobre os seus bens;

II.

Art. 440, CC: o promitente será exonerado da responsabilidade se o terceiro descumprir a

obrigação após ter dado a sua anuência.

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Estipulação em favor de terceiros (arts. 436 a 438, CC)

No Direito brasileiro a estipulação em favor de terceiros foi inserida no ordenamento pelo Código Civil de 1916 (arts. 1.098 a 1.100) e, atualmente, encontra-se prevista nos arts. 436 a 438, CC/02.

A estipulação em favor de terceiros, como exceção ao princípio da relatividade subjetiva dos efeitos

dos contratos, ocorre “quando num contrato entre duas pessoas, pactua-se que a vantagem resultante do ajuste reverterá em benefício de terceiro, estranho à convenção e nela não representado” (RODRIGUES, 2009, p. 93).

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Estipulação em favor de terceiros (arts. 436 a 438, CC)

“Dá-se estipulação em favor de terceiro quando, num contrato entre duas pessoas, pactua-se que a vantagem resultante do ajuste reverterá em benefício de terceiro, estranho à convenção e nela não representado” (Silvio Rodrigues, v. III, p. 93).

Partes:

Estipulante ou promissário: aquele que estabelece a obrigação; Promitente ou devedor: aquele que deverá cumprir a obrigação.

Atenção: o terceiro (beneficiário) não é parte contratual!

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Estipulação em favor de terceiros (arts. 436 a 438, CC)

Não sendo o beneficiário parte contratual, não precisa anuir com a formação do contrato. Bem como, sua substituição pode ser realizada pelo estipulante independente de sua autorização (art. 438, CC).

Os beneficiários, embora estranhos ao contrato, tornam-se credores do promitente.

Tanto o estipulante quanto o beneficiário poderão exigir o cumprimento da obrigação (art. 436, CC).

Art. 437, CC uma vez estipulado que o beneficiário pode reclamar a execução do contrato, o

estipulante perde o direito de exonerar o promitente e a estipulação torna-se irrevogável.

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Contrato com pessoa a declarar (arts. 467 a 471, CC)

Contrato com pessoa a declarar ou contrato com pessoa a nomear, reserva de nomeação, pro amico eligendo, pro amico electo, electio amici, sibi aut amico vel eligendo.

Foi introduzido no Direito brasileiro pelo Código Civil 2002 art. 467, CC. “Trata-se de contrato em

que uma das partes se reserva a faculdade de designar uma outra pessoa que assuma a sua posição na relação contratual, como se o contrato fosse celebrado com esta última” (Antunes Varela).

Trata-se de negócio jurídico bilateral que se aperfeiçoa quando a pessoa nomeada toma o lugar na

relação contratual. Os seus efeitos, portanto, são ex tunc, projetando-se sobre a pessoa designada.

Partes:

Promitente: que assume o compromisso de reconhecer o nomeado; Estipulante: que pactua em seu favor a cláusula de substituição;

Electus: quem aceita a indicação.

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Contrato com pessoa a declarar (arts. 467 a 471, CC)

A principal função desse contrato é permitir ao contratante que, por questões pessoais ou

econômicas, não quer aparecer, valha-se de um intermediário que estipula em nome próprio, mas

reservando-se declarar em favor de quem efetivamente estipulou. Por isso, não é admitida em

obrigações personalíssimas.

O contrato com pessoa a declarar não pode ser feito em contratos que não admitam a representação

ou é indispensável a determinação dos contratantes.

Art. 468, CC a indicação da pessoa nomeada deve ser comunicada à outra parte no prazo estipulado

ou, na falta desse, em 05 dias da conclusão do contrato, para que seja considerada como aceita. Se dentro do prazo de cinco dias (se outro não foi estipulado pelas partes) o electus não se manifestar,

o estipulante poderá indicar outra pessoa.

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Efeitos dos Contratos

Contrato com pessoa a declarar (arts. 467 a 471, CC)

Até a aceitação do nomeado o contrato produz seus efeitos normalmente entre as partes contratantes.

A aceitação do nomeado, para ser eficaz, deve ser feita da mesma forma que as partes utilizaram

para o contrato.

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Efeitos dos Contratos

Contrato com pessoa a declarar (arts. 467 a 471, CC)

Art. 470 e 471, CC será o contrato de responsabilidade dos contratantes originários:

Se não houver indicação da pessoa no prazo legal ou no prazo estipulado pelas partes;

Se o nomeado se recusar a aceitar a nomeação;

Se a pessoa nomeada era insolvente ou incapaz, e a outra pessoa o desconhecia o fato no momento da indicação

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Leitura Complementar

FROTA, Mário. Os contratos de consumo

realidades sociojurídicas que se perpectivam sob novos influxos. Disponível em:

2z2.pdf>, acesso em 21/06/2016.

TADEUS, Silney Alves. Do contrato com pessoa a declarar. Disponível em: <http://www.ambito- juridico.com.br/site/index.php?n_link=revista_a rtigos_leitura&artigo_id=3727>, acesso em

21/06/2016.

TARTUCE, Flávio. Os contratos coligados e a sua importante função social. Disponível em:

acesso em 21/06/2016.

AULA 3: CLASSIFICAÇÃO E EFEITOS DOS CONTRATOS

http://www.flaviotartuce.adv.br/artigos/2 >, acesso em 21/06/2016. AULA 3: CLASSIFICAÇÃO E EFEITOS DOS CONTRATOS

CONTEÚDO DA PRÓXIMA AULA

Garantias contratuais;CONTEÚDO DA PRÓXIMA AULA Vícios redibitórios; Evicção.

Vícios redibitórios;CONTEÚDO DA PRÓXIMA AULA Garantias contratuais; Evicção.

Evicção.CONTEÚDO DA PRÓXIMA AULA Garantias contratuais; Vícios redibitórios;