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Conteúdo

Introdução ..................................................................................................................................... 4
Dona de Mim. ............................................................................................................................... 7
Como se manter no controle do seu Casamento ....................................................................... 13
Na prática ................................................................................................................................ 16
Os seis pontos fundamentais dos relacionamentos bem-sucedidos. ......................................... 21
1. Se você não conhece os valores e regras da pessoa com quem partilha um relacionamento,
deve se preparar para a dor. ....................................................................................................... 22
2. Alguns dos maiores desafios nos relacionamentos derivam do fato de que a maioria das
pessoas entra num relacionamento para obter uma coisa. ....................................................... 23
3. Como em qualquer outra coisa na vida, para se nutrir um relacionamento é preciso olhar —
e procurar — certas coisas. ......................................................................................................... 24
4. Faça com que o relacionamento seja uma das maiores prioridades em sua vida .................. 27
5. Um dos mais importantes padrões para o relacionamento durar é focalizar cada dia para
melhorá-lo ................................................................................................................................... 28
6. Todos os dias, reassocie-se a tudo o que ama na pessoa com quem mantém o
relacionamento. .......................................................................................................................... 29
Exercícios ..................................................................................................................................... 30
Conclusão .................................................................................................................................... 32
Apresentação
Olá! Como você já sabe eu me chamo Dienny, sou Coach e
Analista Comportamental. Sou apaixonada pelo desenvolvimento e
transformação pessoal. Acredito que o amor pode mover
montanhas, e é capaz de despertar em nós o melhor que podemos
ser. Trabalho para espalhar o amor no mundo.
No começo do meu casamento achei que tudo iria por água
abaixo se eu não soubesse lidar com as nossas diferenças e
alinhasse as minhas necessidades com as necessidades do homem
que escolhi para viver ao meu lado. Hoje eu vivo no meu
casamento uma experiência muito mais prazerosa do que eu
imaginei um dia. E estou aqui para te mostrar os primeiros passos
que dei para mudar totalmente o rumo do meu casamento.
Eu acredito que o casamento pode ser uma experiência muito
mais agradável e feliz do que estamos acostumadas a ver por aí. Eu
estou aqui para te mostrar COMO.
Introdução

Estou muito feliz por você ter decidido entender um dos


princípios mais importantes para manter uma relação harmônica, e
principalmente saudável do ponto de vista emocional. Entender e
aplicar esses conceitos explicados neste eBook irá garantir não
apenas que você se sinta mais segura, e mais "dona de si" na
relação, mas irá proporcionar ao seu parceiro uma experiência
muito mais agradável, prazerosa, fazendo com que ele escolha estar
ao seu lado todos os dias.
Chegou a hora de você despertar todo a beleza e poder
femininos que estão adormecidos em você, e fazer com que o
homem que está ao lado reconheça todo essa beleza, autenticidade
e poder. Se sentir mais feliz, mais segura de si irá trazer muitos
outros benefícios além de aumentar a qualidade do seu
relacionamento atual, mas irá te fortalecer para qualquer outra
relação. A harmonia da sua relação será um reflexo de toda sua paz
e tranqüilidade internas. Você pode falar: mas uma relação envolve
o outro também, se ele não mudar tudo irá continuar igual. E eu te
falo: se você mudar tudo ao seu redor, inevitavelmente, irá mudar.
Como 1 + 1 é igual a 2. Eu não tenho dúvidas disso. Um passo
importante será dado: você irá parar de lutar pelo seu valor e vai
realmente acreditar nele. Pois, existe uma diferença expressiva
entre lutar pelo seu valor e acreditar no seu valor. E acredite em
mim, a segunda opção é muito melhor.
Como o título diz, como você se sente e como você reage aos
comportamentos do seu parceiro diz muito sobre você e suas
necessidades. E diz principalmente o quanto você está bem consigo
mesma e não depende do outro para ser feliz, mas sim entende que
o outro deve existir na sua vida para complementar a sua felicidade.
Além de saber exatamente os primeiros passos a serem dados
no seu casamento para você se sentir mais confiante, você irá
aprender também uma técnica simples, utilizada na Programação
Neurolinguistica para facilitar o seu processo de estar no controle
da sua vida, e fazer as melhores escolhas que irão proporcionar
mais felicidade e harmonia entre você e seu marido. É uma técnica
muito simples, mas muito poderosa!
Além desses temas você irá aprender também sobre os seis
pontos fundamentais de qualquer relação amorosa e também as
quatro fases que podem destruir silenciosamente nossas relações.
Esse conteúdo, especificamente, não é de minha autoria, ou seja, eu
não desenvolvi esses conceitos. Li o livro DESPERTE SEU GIGANTE
INTERIOR, de Anthony Robbins, que, aliás, é um dos meus grandes
mentores, e lá ele explica com suas palavras o que aprendeu
durante tantos anos desenvolvendo e transformando casais e
pessoas. Como o livro é muito denso, quase 700 páginas, eu decidi
compartilhar com você apenas poucas páginas, as quais apresentam
um conteúdo de extrema relevância para o desenvolvimento das
nossas relações.
Bom, nessa minha caminhada, minha formação para me
tornar uma coach e meu desenvolvimento pessoal, eu tive que
passar por vários processos de autoconhecimento, e posso te falar
uma coisa? Não poderia falar o valor que isso teve pra mim, é lógico
que a cada dia eu me conheço mais, mesmo porque estamos em
constante evolução, mas hoje eu tenho ferramentas que me ajudam
a me descobrir. E sabe qual o maior beneficio disso? A libertação.
Eu aplico todos esses conhecimentos que estou, com muito
carinho, disponibilizando a você. E você irá perceber que para
desenvolvê-los com mais sabedoria você inevitavelmente terá que
se conhecer melhor e também terá que conhecer um pouco do
universo do seu parceiro.
Cada passo em direção ao autoconhecimento é um passo em
direção à liberdade. E se você quiser saber ainda mais sobre como
conquistar a sua realização conjugal.
Aqui você terá vários INSIGHTS de como fazer e o que deve
ser mudado na sua relação para sentir toda satisfação que merece
na sua relação.
E se você quiser saber ainda mais sobre como conquistar a
sua realização conjugal é só clicar neste link, eu fiz um conteúdo
totalmente exclusivo.

Com todo carinho do mundo,


Dienny.
Dona de Mim e Felicidade.

É sempre um dilema encontrar a resposta para a pergunta


“como ser feliz sem o outro?”. Esse “outro” pode ser um amigo ou
amiga, um colega de trabalho, um vizinho, pai, mãe, filho ou aquela
pessoa com quem escolhemos dividir nossa vida: NOSSO
COMPANHEIRO ou MARIDO. A sabedoria oriental diz: Complete a si
mesma e encontre alguém que te transborde. Essa é uma boa
referência pra entender como conseguir uma experiência capaz de
proporcionar Felicidade e uma Relação Saudável.

Mas o que é, afinal de contas, a Felicidade? E o que isso tem a


ver com “completar a si mesma”? Como fazer que “o outro”, que é
seu parceiro, “te transborde”? Perguntas interessantes, não é
verdade? Quando conseguimos responder a essas perguntas a
mente se abre, o sentimento se amplia e fica mais simples entender
como fazer do cotidiano uma oportunidade pra alcançar o Sonho de
uma Relação Feliz e Saudável.

Pense por alguns segundos e você vai notar que quando você
fala de Felicidade está se referindo a uma sensação de bem estar.
Nesse momento parece que não falta nada. A harmonia se instaura
em sua mente, corpo e sentimentos, promovendo uma profunda
sensação de Paz e Realização, você não concorda? Pois é. É isso que
quer dizer “completar a si mesma”. Nesse momento seus anseios e
expectativas estão satisfeitos. Ser feliz é conquistar esse estado de
espírito a maior parte do tempo.
O fato é que não vivemos – e nem queremos viver – sós. Ser
feliz é se sentir bem. E não é difícil entender que o “outro” tem o
mesmo desejo, não é mesmo? Pra alcançar o ideal de se sentir bem
a maior parte do tempo é preciso que você entenda e pratique,
antes de tudo, o Amor Próprio. É ele que torna possível esse “se
sentir bem”. Se você conquista em sua Relação uma condição em
que você se sente assim a maior parte do tempo e ainda se torna
possível a HARMONIA com seu parceiro, você “se completou” e
encontrou alguém “que te transborda”.

No entanto, uma coisa é ser feliz “em si mesma” e outra é ser


feliz “na relação”. Na relação, é preciso levar em consideração que
seu companheiro carrega o mesmo desejo de se sentir bem a maior
parte do tempo. E mais! A presença de um na vida do outro faz
parte desse “se sentir bem” ou ser feliz. Isso quer dizer que o outro
tem que ser aquele que soma, que compartilha, que sente junto e,
assim, te TRANSBORDA. A relação conjugal é, portanto, uma relação
de PARCERIA e COMPANHEIRISMO.

O alcance da Felicidade (completar a si mesma) está


intimamente ligado à sua Liberdade e Independência. Ser Feliz a
Dois, portanto, exige que algumas condições sejam satisfeitas. Uma
delas é que ambos estejam cientes de que o bem estar do outro é
fundamental para o alcance da Harmonia de que falei. Outra
condição, é que se tenha compreensão de que esse bem estar
passa pela necessidade de permitir e conceder ao outro essa
liberdade e independência. Perceba como isso é extremamente
importante!

A convivência e busca de soluções para os problemas


cotidianos tende a fazer com que você não dê atenção a essas
questões. Caímos em uma rotina em que pensar sobre isso é
deixado de lado e a conseqüência é que você só vai se dar conta da
importância delas quando um conflito já estiver instaurado ou, o
que é pior, quando já for tarde demais para resgatar a paz e a
harmonia dentro da relação. Você é Responsável pela sua
Felicidade! Portanto, você é responsável por manter essas
questões em mente e encontrar formas de agir que garantam que
essas exigências sejam sempre cumpridas.

O amor é liberdade!

Ser livre é estar em condições de decidir e conduzir sua vida


para os caminhos que te satisfazem. Ser independente é ter
autonomia para assumir sua própria opinião e ação a respeito
daquilo que te afeta diretamente. Se essas condições forem
deixadas de lado, em algum momento elas vão “te cobrar” por ter
se esquecido da importância que elas têm para sua FELICIDADE. A
conquista dessa condição ideal é o desafio que é feito a você todos
os dias. Esse desafio está presente desde o momento em que você
desperta ao lado do seu companheiro até a hora em que vão
dormir.
É na convivência, portanto, que o desafio é superado. É na
capacidade de reservar um tempo pra pensar a respeito e na busca
do diálogo sobre a importância dessas condições que se constrói,
no cotidiano, a “Felicidade a Dois” tão desejada. A convivência não
pode se tornar a construção de uma cerca que impeça o trânsito da
sua liberdade e o exercício da sua independência. É na medida em
que você se ama e busca a conquista de se completar, que você se
torna feliz e transparece esse estado de graça em cada palavra ou
gesto.

E é essa expressão viva em todo o seu ser que promove


aquela atração irresistível que conduz seu companheiro a um
estado de admiração, brilho nos olhos e afeto, que te estimulam a
proporcionar a ele o mesmo que você conquistou e sabe que é
bom. É uma questão não de construir “cercas”, mas de definir os
limites dentro dos quais seja possível proporcionar a ambos a
satisfação dos seus anseios e, portanto, fazer germinar a força de
atração que costumamos chamar de Paixão e a serenidade e
respeito mútuo que define o que entendemos como Amor.

Não é possível alcançar esse estágio caso um seja para o


outro a compensação de algo que lhe falta. Você não é um quebra-
cabeça ou um álbum de figurinhas pra ficar na dependência de uma
“peça” que venha fazer de você algo ou alguém em estado de
completude. Você não terá condições de Amar se o alcance dos
seus anseios e, portanto, o exercício da sua liberdade, estiver
bloqueado pela exigência de submissão à vontade e visão de
mundo do seu companheiro.
As palavras “relação” e “laço” têm a mesma origem. Elas se
referem ao que une, ao que amarra, ao que coloca duas ou mais
pessoas na condição de soma de esforços e intenções visando o
bem comum. Se sua liberdade e independência são sacrificadas em
favor da manutenção da união, o “Bem” deixa de existir e se torna
impossível o alcance da unidade de esforços e intenções que
definem a palavra “Comum”. Sem o cumprimento dessas exigências
e necessidades individuais, a busca do Bem Estar, que é reflexo do
seu estado de completude, perde o sentido.

Manter em mente que você é parte da felicidade de seu


companheiro e vice-versa, facilita entender a importância de “se
sentir bem a maior parte do tempo”. Como você poderia ser
responsável pela felicidade de seu companheiro, parte integrante
do bem estar dele, se a relação for motivo causador da sua
infelicidade? Não faz sentido, não é verdade? O “laço” que une
duas pessoas é feito de um material invisível cuja composição
envolve autonomia, respeito, compreensão e empatia. E é
“Completando a si Mesma”, Amando a Si Própria, deixando clara a
importância da manutenção da sua INDIVIDIALIDADE, que você cria
as condições para o alcance do ideal desejado de uma RELAÇÃO
HARMÔNICA.

Assim, a frase “Complete a si mesma e procure alguém que te


transborda” passa a fazer mais sentido, você não acha? Ser feliz é se
sentir bem a maior parte do tempo. É estar em paz consigo mesma
e, portanto, ter condições de irradiar energias positivas para tudo o
todos que se encontram à sua volta. Ser feliz “com o outro”, é dar e
receber aquilo que torna possível que se faça, junto, o que você
não conseguiria sozinha.
Não se trata nessa hora de dependência, mas de colaboração.

A sua decisão de ser feliz

É da compreensão e defesa desse direito e obrigação


inalienável de se Amar e da certeza de que a submissão ou
dependência trabalham em sentido contrário ao alcance do bem
estar que te faz irradiante, que surge a percepção de que é possível
Se Amar a Dois. É entendendo que a relação é uma experiência de
troca e compartilhamento de momentos e intenções regidos pelo
respeito e afeto, que fica evidente que vale a pena todos os
esforços pra manifestar em sua vida a felicidade com o outro. E isso
começa a se tornar realidade no momento em que você toma a
DECISÃO DE SER COMPLETA E FELIZ.
Como se manter no controle do seu Casamento

Para você conseguir demonstrar toda a sua Independência e


Liberdade, você precisa ter domínio sobre si. E este domínio está
intimamente relacionado ao controle emocional. Quando você tem
o controle sobre si, você percebe como é possível alterar sua forma
de perceber e lidar com as situações cotidianas do relacionamento
que você julga difíceis.
Muitas vezes é preciso que você mude o seu ponto de vista. E
desde que você tenha conhecimento para lidar com as situações, se
torna simples alterar o ponto de vista e conseguir perceber as
situações que te permite agir de forma adequada.

Como conseguir o controle emocional necessário para me


manter no controle de mim mesma?

Através da Dissociação e Associação. Muito utilizadas na


Programação Neurolinguistica, a PNL, para eliminar problemas
comportamentais. Estes termos dizem a respeito se estamos ou não
envolvidos emocionalmente em uma situação.
Associação e Dissociação são, portanto, atitudes, modos de
conduta e princípios que determinam a maneira como percebemos
as coisas e, portanto, como agimos sobre ela.

Associação: Ato de se integrar com situações, coisas e


pessoas, tornando-se um com eles. Assistir um filme, ouvir
uma história, achar algo triste, agir sem pensar, fazer sexo.
Sua palavra chave é envolvimento. Importantíssimo ressaltar
que a associação acontece no inconsciente, ou seja, quando
você está associada a alguma situação, você não se dá conta
disso, simplesmente flui e se deixa levar.
Dissociação: Ato de tornar situações, coisas e pessoas como
objeto de observação por distanciamento deles. Exemplo:
criticar alguém, observar a vida alheia, pensar sobre alguma
coisa. Sua palavra chave é a distinção. E diferente da
associação este é um exercício consciente, que usa a razão.

Entendendo como usar a associação e a dissociação como


formas de se manter no controle, você terá condições de selecionar
intencionalmente se você quer se envolver ou se distanciar de
alguma situação, de acordo com o seu interesse em cada momento.
E desta forma você pode exercer o controle sobre as
situações. Estes termos e abordagem podem ser muito novos para
você, por isso te darei um exemplo simples para você acompanhar o
que foi dito até aqui. Imagine um barco e um rio. Se você estiver
dentro do barco, estará sujeita aos movimentos e destino que o rio
der a ele (associada). Se você estiver fora do barco, na margem do
rio, você pode avaliar e tomar decisões que não ficam sujeitas a
uma consequência imediata. É exatamente estar "dentro" e estar
"fora" da situação.
Como isso efetivamente vai funcionar para você se manter no
controle da sua relação?
Você provavelmente concorda que a maioria dos nossos
problemas está ligada à nossa inabilidade para lidar
emocionalmente com as situações que temos à nossa frente
diariamente. No casamento, sem perceber nos envolvemos com os
conflitos existentes entre opiniões diferentes a respeito de um tema
em particular, e geralmente acabamos em discussões que geram
um clima desagradável entre pessoas que na verdade, tomaram a
decisão de estar juntos para proporcionar, uns aos outros, amor,
felicidade e prazer. Então, por que tudo isso acontece?
Uma relação envolve duas pessoas, obviamente, e isso quer
dizer que em uma relação há pontos de vistas diferentes a respeito
de um tema em particular. Mas é necessário que essa diferença de
opinião sobre os assuntos diversos do relacionamento levem a uma
situação emocionalmente desconfortável ? Claro que não.
Por que isso acontece com muita frequência então? Porque
não sabemos a hora certa e como assumir um posicionamento que
favoreça o final feliz em um certo momento.

Como conseguir isso?

Trata-se de saber fazer a devida distinção entre os momentos


em que devemos nos deixar envolver e os momentos em que
devemos assumir uma posição “distanciada” para avaliar
racionalmente e com prudência pra que lado levar o barco. E para
que isso aconteça é preciso que você esteja no controle da situação.
Para estar no controle da situação você precisa estar no
controle de você mesma. Isso parece difícil, não é? Então como
conseguir esse controle? Dispondo de uma ferramenta que te
permita avaliar a situação e orientar a decisão.
Quando você já sabe que “estar associada” te leva a agir
inconscientemente e emocionalmente de uma forma que possa ser
prejudicial a você em relação a uma questão e que “estar
dissociada” te permite avaliar a melhor maneira de “conduzir o
barco”, você conquista o PODER de fazer da sua vida e da vida das
pessoas com que você se relaciona um celeiro de possibilidades de
harmonia, afeto, compreensão e felicidade. Você no controle.
É importante deixar claro que existem situações emocionais
agradáveis e desagradáveis. Mas, a partir do momento em que você
dispõe de um critério seletivo, você se põe em condições de se
associar e se dissociar de maneira adequada para alcançar o
resultado mais apropriado para a situação que você está vivendo. É
essa a utilidade do conhecimento a respeito dos princípios de
associação e dissociação. Você é perfeitamente capaz de saber
quando é interessante se envolver ou se distanciar. O problema até
agora é que você não sabia como fazer isso.

Na prática

Bom, você já sabe o que é, e para que servem os princípios


de associação e dissociação, agora vem a parte mais importante:
como, afinal, fazer uso desses conceitos para exercer o controle
sobre as situações e conquistar um padrão de vida mais próximo do
seus anseios? Importante lembrar que estamos falando de
inconsciente “Associação” e consciente “Dissociação”. E afinal como
saber se estamos agindo de uma forma ou de outra forma? Vamos
entender isso de uma forma simples a partir de um exemplo.
Usando um exemplo do que acontece no cotidiano das nossas
relações, suponha que você está decidindo em conjunto com seu
parceiro se vão sair para jantar ou se vão ficar em casa para assistir
um filme… Existe uma questão: sair ou não? Existe um diálogo sobre
a questão nesse caso e duas pessoas interessadas na decisão. Então
para saber se sua conduta é de envolvimento ou distanciamento
você precisa ter os princípios em mente e exercitar a aplicação deles
para que possam se tornar um hábito e portanto ser utilizado de
forma espontânea e natural com o tempo. Assuma agora que você
está, de fato, na situação sugerida cima. Imagine que você está
diante de seu parceiro debatendo a respeito de sair ou não. A
tendência, é que você assuma uma posição de defesa daquilo que
você quer ou achar mais conveniente. Como você já sabe que
existem coisas chamadas Associação e Dissociação, seu primeiro ato
será o de voltar a sua atenção para que tipo de comportamento que
você está atendendo (é preciso exercitar, lembra? ). Dentro dessa
discussão imaginária, pergunte a si mesma se você está agindo
passionalmente, ouvindo e considerando racionalmente o ponto de
vista e o desejo do seu parceiro. Mas como saber se você está em
uma ou em outra condição?
Talvez toda vez que você parar para refletir a sugestão do
outro e tiver aquela sensação de que está ausente da conversa por
alguns segundos, você estará dissociada, ou seja, fazendo do
argumento alheio um objeto de avaliação. Percebemos isso no
outro, quando seu olhar fica distante. Quando sua atenção estiver
voltada para o que o outro estiver dizendo, você estará,
necessariamente associada, esse é um critério real por intermédio
do qual você pode avaliar sua condição a cada passo da conversa.
Na condição associada nosso inconsciente assumiu o controle
e tendemos a agir emocionalmente ou reagir na condição de
associada, colocamos todos os elementos do debate numa balança
e pesamos as consequências que leva em consideração o seu desejo
e o desejo do outro. Fica fácil perceber, portanto, que é uma
decisão tomada a partir da condição dissociada que satisfaz melhor
os anseios de ambos. Isso não quer dizer que você vai deixar seus
sentimentos em segundo plano, mas que você vai sujeitá-los a
ponderação da consciência da razão em favor de uma decisão de
interesse comum.
O procedimento é o mesmo independente da situação em
questão. O importante é estar ciente que existem essas duas
maneiras de se posicionar em um debate para que você possa
alcançar um resultado favorável. Na capacidade de se dissociar
que nasce a possibilidade de cedermos em nossos
sentimentos e desejos a favor de algo maior. Com certeza você
vivencia isso diariamente.
E as concessões que fazemos passa pela aplicação do que foi
dito acima. A questão é que agora você tem condições de proceder
assim intencionalmente. Você sabe o que é, para que serve, e como
usar. Você conquistou o poder de conduzir, dentro do que esses
princípios universais permitem, o destino do barco da sua vida e
da sua relação, e se pôs em condições de liderança em decisões que
envolvem os seus interesses e os do seu marido. Isso é claro, se
você mantiver eles em mente e praticar na situações cotidianas
em que interesses distintos estejam envolvidos.

Como você pode se dissociar?

Você pode usar a dissociação para diminuir o sentimento


desconfortável que sente quando lembra-se de alguma coisa que
aconteceu na sua relação, mas que ainda tem dificuldade para
colocar um ponto final dentro de você.
O processo é muito simples, na verdade. Quero que neste
momento você use a sua imaginação e lembre-se de uma situação
mais ou menos desconfortável do ponto de vista emocional.
Lembrou? Provavelmente você se sentiu da mesma maneira quando
a situação de fato ocorreu, não é verdade? Isso porque você reviveu
a situação do mesmo jeito que ela aconteceu! Você estava
associada. A tendência é que você lembre como se ela estivesse
acontecendo de novo. Para alterar essa condição basta que você,
na sua imaginação, saia de si mesma e se veja de fora, como uma
observadora de si mesma naquela situação. Reparou que agora
você não está mais se sentindo da mesma maneira?
Caso a intensidade da sensação ou sentimento ainda esteja
desagradável, basta que você se dissocie novamente a partir da
primeira dissociação . É assim que você vai “saindo de si mesma”,
sem o impacto da emoção desagradável, tendo condições de avaliar
conscientemente e racionalmente o que aquela experiência foi. Isso
te permite assumir um outro ponto de vista sobre o que aconteceu,
e portanto, aprender algo que te permita alterar a reação
emocional que essa situação te causava até agora.
O SUCESSO NÃO vale nada se não temos alguém para partilhá-lo; na
verdade, a emoção humana mais partilhada é a de ligação com
outras almas.

Os seis pontos fundamentais dos relacionamentos bem-


sucedidos.
1. Se você não conhece os valores e regras da pessoa com quem
partilha um relacionamento, deve se preparar para a dor. As
pessoas podem se amar, mas se por qualquer motivo violam
sistematicamente as regras da outra, vai haver tensão e transtornos
no relacionamento. Lembre-se de que cada transtorno que você já
teve com outro ser humano foi um transtorno de regras; e quando
as pessoas se envolvem com intimidade, é inevitável o confronto de
regras. Conhecendo as regras da outra pessoa, você pode evitar
esses desafios.
2. Alguns dos maiores desafios nos relacionamentos derivam do
fato de que a maioria das pessoas entra num relacionamento para
obter uma coisa: tenta encontrar alguém que faça com que se sinta
bem. Na realidade, o único meio de um relacionamento durar é se
você o encara como um lugar em que entra para dar, e não um
lugar que vai para receber.
3. Como em qualquer outra coisa na vida, para se nutrir um
relacionamento é preciso olhar — e procurar — certas coisas. Há
determinados sinais de advertência no relacionamento que podem
indicar que você precisa enfrentar um problema imediatamente,
antes que escape ao controle. Em seu livro How to Make Love All
the Time, a Dra. Barbara DeAngelis identifica quatro fases
perniciosas que podem matar um relacionamento. Ao identificá-las,
podemos interferir e eliminar os problemas, antes que aumentem
para padrões destrutivos, que ameaçam o próprio relacionamento.

Estágio Um, Resistência: A primeira fase de desafios num


relacionamento é quando você começa a sentir resistência.
Praticamente todas as pessoas que já estiveram num
relacionamento passaram por momentos em que sentiram
resistência a alguma coisa que a outra disse ou fez. A resistência
ocorre quando você desaprova, se irrita, ou sente-se um pouco
apartada da outra pessoa. Talvez numa festa ele diga uma piada que
a incomoda, e que gostaria que não tivesse falado. O desafio é que a
maioria das pessoas não se comunica quando experimenta um
senso de resistência, e assim a emoção continua a crescer, até
alcançar o...
Estágio Dois, Ressentimento: Se você não lida com a resistência, vai
crescer para o ressentimento. Agora você não está apenas irritada;
sente-se furiosa com a outra pessoa. Começa a se apartar, ergue
uma barreira emocional. O ressentimento destrói a emoção de
intimidade, e isso é um padrão destrutivo num relacionamento, que
só vai adquirir velocidade, se não for contido. Se não é
transformado ou comunicado, torna-se o...
Estágio Três, Rejeição: Este é o ponto em que você tem tanto
ressentimento acumulado que se descobre à procura de meios para
magoar a outra pessoa, para atacá-la, em termos verbais ou não-
verbais. Nessa fase, você começa a ver tudo o que ela faz como
irritante, ou importuno.
É aqui que ocorre não apenas a separação emocional, mas
também a separação física. Se deixamos que a rejeição continue, a
fim de atenuar nossa dor, passamos para o...

Estágio Quatro, Repressão: Quando você se cansa de lidar com a


raiva que deriva da fase de rejeição, tenta reduzir sua dor com a
criação do torpor emocional. Evita sentir qualquer dor, mas também
evita a paixão e o excitamento. É a fase mais perigosa de um
relacionamento, porque este é o ponto em que os amantes se
tornam colegas de quarto — ninguém mais sabe que o casal tem
problemas, porque eles nunca brigam, mas não resta qualquer
relacionamento.
Qual é o meio de prevenir os “Quatro Erros”? A resposta é
simples: a comunicação clara e objetiva. Cuide para que suas regras
sejam conhecidas, e possam ser atendidas. A fim de evitar que as
coisas aumentem de forma desproporcional. Fale em termos de
preferências: em vez de dizer “Não suporto quando você faz isso!”,
diga “Eu preferia que fizesse isso”.
Desenvolva interrupções de padrão para evitar o tipo de
discussão em que nem pode mais lembrar a causa, e sabe apenas
que precisa vencer.
4. Faça com que o relacionamento seja uma das maiores
prioridades em sua vida; caso contrário, ficará em segundo plano
para todas as outras coisas que são mais urgentes durante o seu dia.
Pouco a pouco, o nível de intensidade e paixão vai se dissipar. Não
queremos perder o poder de nossos relacionamentos apenas
porque fomos apanhadas na lei da familiaridade, ou porque
deixamos que a negligência nos habituasse ao intenso excitamento
e paixão que temos por uma pessoa.
5. Um dos mais importantes padrões para o relacionamento durar
é focalizar cada dia para melhorá-lo, em vez de focalizar o que
poderia acontecer se terminasse. Devemos lembrar que vamos
experimentar tudo o que focalizamos. Se constantemente
focalizamos o medo de que um relacionamento acabe,
começaremos a fazer, em absoluta inconsciência, coisas para
sabotá-lo, a fim de podermos nos afastar antes de ficarmos
envolvidos demais, e resultar uma dor profunda.
Um corolário desse princípio é o de que se você quer que seu
relacionamento dure, nunca, nunca, nunca, jamais, jamais ameace o
próprio relacionamento. Em outras palavras, jamais diga “Se você
fizer isso, então eu vou embora”. O simples fato de fazer essa
declaração cria a possibilidade. Também induz um medo
desestabilizador nas duas partes.
Você quer focalizar para onde deseja ir num relacionamento,
não o que teme.
6. Todos os dias, reassocie-se a tudo o que ama na pessoa com
quem mantém o relacionamento. Reforce seus sentimentos de
conexão, renove os sentimentos de intimidade e atração, fazendo
sistematicamente a pergunta: “Como pude me tornar tão
afortunado por ter você em minha vida?” Torne-se plenamente
associado ao privilégio de partilhar sua vida com essa pessoa; sinta
o prazer com intensidade, e sempre o enraíze no sistema nervoso.
Empenhem-se numa busca incessante de meios para surpreender
um ao outro. Se isso não acontecer, o hábito vai se instalar, e cada
um passará a considerar o outro como algo corriqueiro. Portanto,
procure e crie momentos especiais, que possam tornar seu
relacionamento um modelo... e um modelo legendário!
“Há espaço para tudo num coração cheio, e não há espaço para
nada num coração vazio.”
- ANTONIO PORCHIA

Exercícios:
1. Providencie um tempo hoje para conversar com a outra pessoa, e
descubra o que é mais importante para cada um no relacionamento.
Quais são os seus valores mais altos num relacionamento comum, e
o que precisa acontecer para sentirem que esses valores estão
sendo atendidos?

2. Decida que é mais importante para você estar apaixonado do que


estar certo. Se algum dia se descobrir na posição de insistir que está
certo, trate de romper o padrão. Pare no mesmo instante, retorne à
conversa mais tarde, quando se encontrar com melhor disposição
para resolver os conflitos.

3. Desenvolva uma interrupção de padrão com que ambos


concordem para usar quando as coisas se tornarem mais
acaloradas. Assim, não importa quão furiosa esteja, você pode
sorrir, pelo menos por um momento, e sair da perturbação. A fim de
facilitar para ambos, use a interrupção de padrão mais bizarra ou
divertida que puder imaginar. Faça com que se torne uma piada
particular, servindo como uma âncora.
4. Planeje saídas noturnas juntos, de preferência uma vez por
semana, ou no mínimo duas vezes por mês. Revezem-se
surpreendendo um ao outro, pela invenção das coisas mais
românticas e divertidas para fazerem.

5. Não deixe de dar um beijo arrebatador todos os dias!


Conclusão

Muitas vezes achamos que encontraremos o relacionamento


perfeito, mas a verdade é que teremos que CRIÁ-LO!!... E para isso
precisamos de conhecimento.
Dar o passo de amar é preciso se dedicar em um crescimento
pessoal e reconhecer que antes do outro existir na sua vida, você já
era completa.
Todos os conceitos aqui apresentados, são simples, mas
muitas vezes temos dificuldade de colocar tudo em prática, e não
entendemos como facilitar o processo de reconhecer nossas
necessidades em um relacionamento, por isso se sinta à vontade
para entrar em contato comigo. Eu escrevi mais 4 eBooks curtos,
com um conteúdo totalmente prático, nos quais eu falo
exatamente o passo a passo para que você consiga a realização
conjugal, através da autoconfiança, do diálogo baseado nos
sentimentos e necessidades, e como você pode alinhar as suas
expectativas com as necessidades do seu marido apenas
entendendo alguns de seus comportamentos, necessidades e
medos. Muito conhecimento que poderá te aproximar ainda mais
do seu objetivo de ter uma relação amorosa saudável. Neste exato
momento 657 mulheres já se beneficiaram somente com o meu
primeiro eBook Me Amando a Dois. É só acessar esse link para
garantir seus eBooks.
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