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Elias Alencar

Advocacia, assessoria e consultoria jurídica

EXCELENTÍSSIMO SENHOR JUIZ DE DIREITO DA _________ VARA CÍVEL


DA CIRCUNSCRIÇÃO JUDICIÁRIA DE BRAZLÂNDIA-DF

XXX, brasileira, viúva, aposentada, portadora do RG nº .... SSP/DF e CPF


nº. ..., residente e domiciliada ... CEP ..., vem por intermédio de seu advogado
adiante assinado, com procuração anexa e escritório profissional sito à QR ... e
endereço eletrônico eliasalencar.adv@gmail.com, por meios dos quais recebe
intimações e notificações, com o devido respeito perante Vossa Excelência
propor a presente

AÇÃO DECLARATÓRIA DE INEXISTÊNCIA DE DÉBITO COM


PEDIDO DE ANTECIPAÇÃO DOS EFEITOS DA TUTELA
C/C
REPARAÇÃO POR DANOS MORAIS

em desfavor do XXX, sociedade de economia mista, com sede em


Brasília-DF, devidamente registrada sob o CNPJ de nº. ..., sito à ..., formulando
desde logo PEDIDO DE ANTECIPAÇÃO DOS EFEITOS DA TUTELA, pelas
razões fáticas e jurídicas que passa a expor:

PRELIMINARES DE MÉRITO
DECLARAÇÃO DE HIPOSSUFICIÊNCIA FINANCEIRA
Preliminarmente, expõe o requerente sua condição de hipossuficiência
econômica, não podendo demandar judicialmente arcando com as custas
processuais sem prejuízo do sustento próprio ou de sua família, requerendo,
portanto, os benefícios da justiça gratuita nos moldes da lei 1060/50, e artigos
98 e 99 do CPC.

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DAS PUBLICAÇÕES
Requer ainda que todas as intimações e publicações sejam feitas,
EXCLUSIVAMENTE, em nome do DR. ELIAS CORDEIRO ALENCAR OAB/DF
54.153, para todos os fins, sob pena de nulidade, na forma do artigo 272, §§ 2°
e 5°, do CPC.

1- DOS FATOS
A REQUERENTE adquiriu junto ao Requerido um empréstimo consignado
no valor de R$ 3.000,00 (três mil reais), para ser pago em 60 (sessenta) parcelas
de R$ 90,55 (noventa reais e cinquenta e cinco centavos) mensais, com o último
vencimento em 07/2019, conforme demonstrativo anexo.
As referidas parcelas sempre vieram descontadas do valor do benefício,
até que em outubro de 2018 foi surpreendida quando tentava fazer uma compra
a crédito, ocasião em que foi informada de uma pendência em seu CPF,
referente a cobrança de um suposto débito em aberto desde março de 2017.
Procurando saber do que se tratava a Requerente dirigiu-se a agência
bancária, onde foi informada que o débito era oriundo de um empréstimo
consignado realizado em 08/2014.
Na intenção de solucionar o problema a Autora diligenciou à agência da
Previdência em busca de maiores esclarecimentos.
Ao chegar à Agência foi informada que, em relação ao empréstimo, estava
tudo normal; as parcelas estavam sendo descontadas e o crédito sendo
transferido para a instituição credora.
Ciente disso e com os documentos comprobatórios em mãos a
Requerente retornou à instituição bancária na tentativa de regularizar a situação,
contudo foi informada pelo gerente que o débito continuava em aberto e a única
maneira de sanar o problema seria efetuando o pagamento.
Transtornada, sentindo o peso do cansaço e, mesmo tendo comprovado
que o débito era indevido ouvir do gerente que a única forma de sanar o problema
seria efetuar o pagamento, a Requerente sentiu-se, não apenas profundamente
ferida, mas também diminuída e com imenso abalo psicológico e emocional
diante do sentimento de impotência em razão da conduta negligente da
instituição financeira.

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Até aquele momento, mesmo diante de todo o infortúnio causado pela


instituição financeira, a Autora pleiteava tão-somente a baixa do débito e a
exclusão do CPF do cadastro de inadimplentes a fim de poder realizar compras
pessoais e necessárias.
Contudo, Excelência, mesmo diante de todos os esforços na busca de
solucionar o problema, com a apresentação dos demonstrativos de pagamentos,
ainda assim a instituição financeira manteve o nome da Autora incluído, indevida
e dolosamente no cadastro de inadimplentes, conforme comprovante anexo.
Destarte, a Requerente encontra-se inconformada com a atitude dolosa
da Instituição Bancária (BANCO DO BRASIL), que quedou-se inerte e ainda
atingiu sobremaneira o direito e a honra, maculando a imagem e a dignidade da
Autora, provocando-lhe imensuráveis danos de ordem emocional e financeira.
Assim, não restou alternativa à Autora senão vir a esta especializada a
fim de ter o direito reconhecido e a justiça restabelecida.
Eis a síntese os fatos.

2- DO DIREITO
2.1 DA ANTECIPAÇÃO PARCIAL DOS EFEITOS DA TUTELA:
O registro do nome da Autora no SERASA está lhe causando sérias
restrições de crédito, eis que ao tentar operar com instituições financeiras e
comerciais, tal movimentação lhe é negada em função do cadastramento
negativo, constrangimento este desnecessário e que está a prejudicá-la.
Desta forma, para a concessão da liminar estão presentes os requisitos
do “fumus boni juris” e do “periculum in mora”. O primeiro está caracterizado
mediante a evidência de um direito a ser questionado, tendo em vista ser ilegal
a inscrição da Requerente junto ao SERASA, vez que indevida, conforme
amplamente demonstrado através dos comprovantes de pagamento anexos.
Quanto ao “periculum in mora” exsurge do perigo da Autora vir a ficar
impossibilitada de praticar todos os atos negociais decorrentes de suas
atividades, em caso de não haver o deferimento imediato da presente liminar.
Ressalta-se ainda o fato de estarmos às vésperas de datas festivas de fim
de ano e conforme consta dos documentos juntados, a peticionante é viúva e
aposentada e não consegue fazer compras senão de forma parcelada. Todavia,
com o nome constando indevidamente no cadastro de inadimplentes será

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totalmente impossível, restando notório o perigo da demora na baixa do cadastro


indevido.
Doutrina e jurisprudência trilham entendimento autorizando a exclusão do
nome do suposto devedor dos cadastros restritivos, principalmente quando a
restrição for indevida, como no caso dos autos.
Nossos Tribunais de Justiça, enfrentando a matéria em destaque, assim
tem decidido, vejamos:

ANTECIPAÇÃO DE TUTELA – AÇÃO DE


INDENIZAÇÃO – INSCRIÇÃO INDEVIDA NO SERASA
– ESTANDO A AUTORA A DEMANDAR POR
INDENIZAÇÃO EM RAZÃO DE INDEVIDA INSCRIÇÃO
DE SEU NOME NO CADASTRO DE INADIMPLENTES,
OS RECIBOS JUNTADOS AOS AUTOS
REPRESENTAM PROVA CONVINCENTE DA
VEROSSIMILHANÇA DA ALEGAÇÃO QUE IMPÕE A
ANTECIPAÇÃO DE TUTELA PARA O
CANCELAMENTO DAS INSCRIÇÕES, COM VISTAS A
EVITAR LESÃO GRAVE E DE DIFÍCIL REPARAÇÃO –
Agravo provido. (3 fls) (TJRS – AGI 70000840066 – 18ª
C.Cív. – Rel. Des. José Francisco Pellegrini – J.
11.05.2000)

A antecipação dos efeitos da tutela deve, assim, ser concedida a fim de


evitar-se danos ainda maiores à imagem da Requerente que, inobstante ter
efetuado o pagamento das parcelas do empréstimo consignado, ter procurado a
instituição bancária com os comprovantes em mãos a fim de solucionar o
problema, ainda assim encontra-se impossibilitada de realizar compras a crédito
em razão de ter seu nome inscrito junto a órgãos de restrição de crédito.
Diante do exposto requer em antecipação de tutela a retirado da inscrição
de negativação junto aos órgãos de proteção ao crédito de Brasília sob pena de
multa diária no valor de R$ 2.000,00 (dois mil reais).
2.2 DO DANO PATRIMONIAL
A conduta da Referida Instituição representa o desleal comportamento
das grandes empresas que se valem da força financeira para suprimir direitos
daqueles que encontram-se em condição hipossuficiente.
Nota-se que mesmo tendo a Autora, insistentemente, tentado solucionar
o problema criado exclusivamente por falta de comunicação entre as instituições
bancárias, por culpa específica da Requerida restou impossível, o que resultou
no seu CPF inserido no Cadastro de inadimplentes.

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Estamos diante de flagrante desrespeito e ato lesivo à pessoa do Autor,


o que fere de morte sua personalidade e dignidade, visto que jamais
experimentou tal experiência em toda a sua vida.
Ora Excelência, a Autora procurou de todas as formas possíveis
solucionar o problema, inclusive, com gastos que foram além da sua capacidade
financeira e por incapacidade de prestar um serviço de qualidade a Requerida
não apenas lesou o direito de outrem, mas também feriu a honra e a dignidade
da pessoa, majorando ainda mais o prejuízo com gastos de locomoção e
ligações telefônicas.
Com todas as ligações, idas e vindas ao banco do Brasil, SERASA e
demais locais a autora estima ter gastado aproximadamente R$ 300,00
(trezentos reais). Levando-se em consideração a disposição da Requerente para
solucionar um problema que não fora criado por ela, temos que, foi empreendido
um grande esforço financeiro e emocional para realizar todas as diligências e
tudo isso em vão, dada a conduta negligente do Requerido que nada fez a fim
de impedir a inscrição do nome do autor no Cadastro de Inadimplentes.
A nossa legislação vigente protege o ofendido indevidamente, ressaltando
o dever de indenização quando restarem comprovados os danos causados a
outrem ilicitamente.
In casu, A autora sofreu o dano patrimonial na ordem estimada de R$
300,00 (trezentos reais), o que desde já requer, seja condenado o Réu à
composição do dano, contabilizados ainda os juros e a correção monetária.

2.3 DA DECLARAÇÃO DE INEXISTÊNCIA DE DÉBITO

Como resultado da falta de interesse do Réu em solucionar o problema


do autor, o CPF da requerente foi negativado e, após longa e exaustiva jornada
da Requerente para sanar o problema, até o presente momento encontra-se com
um suposto débito de R$ 2.152,96 (dois mil cento e cinquenta e dois reais e
noventa e seis centavos), e uma ilegal e abusiva restrição de crédito.
Diante do exposto e pela documentação comprobatória acostada aos
autos requer digne Vossa Excelência declarar judicialmente a INEXISTÊNCIA
DO DÉBITO, obrigando a Requerida a proceder a imediata baixa do suposto

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débito, bem como que cesse todos os meios de cobranças indevidas sob pena
de multa diária no valor de R$ 2.000,00 (dois mil reais).

2.4 DO DANO MORAL

Diante de todo o exposto não restam dúvidas de que a integridade, a


honra e a dignidade da requerente foram atingidas de forma a lhe causarem
danos de foro íntimo irreparáveis.
A autora, pessoa honesta, cumpridora de suas obrigações jamais tendo
se envolvido com situações semelhantes, pois sempre adimpliu com todas as
suas obrigações, no momento de maior instabilidade financeira, se viu envolta a
uma situação de extremo constrangimento ao ter seu maior bem, o nome,
maculado por extrema negligência, ato ilícito, desastrado e totalmente
desarrazoada.
Por outro lado, as instituições bancárias tem falhado ao escolherem seus
representantes de produtos e serviços, bem como não tem acompanhado as
transações remotas, desde que isso lhe garanta algum tipo de retorno financeiro.
Ocorre que, diante de situações como essa, o direito do cidadão de bem
é lesado, é suprimida sua honra e sua dignidade, ocasionando danos
irreparáveis.
Cumpre ainda destacar que em caso de negativação indevida, como no
caso em tela, o dano moral é reconhecidamente in re ipsa.
O direito brasileiro entende existir o dano moral a partir do momento em
que uma pessoa se acha afetada em seu ânimo psíquico, moral e intelectual,
seja por ofensa à sua honra, na sua privacidade, intimidade, imagem, nome ou
em seu próprio corpo físico, podendo estender-se ainda ao dano patrimonial se
a ofensa de alguma forma impedir ou dificultar atividade profissional da vítima.
Pois bem, adentrando na análise legal do tema, inicialmente é oportuno
fazer referência à Constituição Federal de 1988, que foi muito clara ao dispor, no
seu art. 5º, inciso X, "in verbis":
" X - são invioláveis a intimidade, a vida
privada, a honra e a imagem das pessoas,
assegurado o direito a indenização pelo dano
material ou moral decorrente de sua violação".

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Por todo o exposto, demonstrado está o dano sofrido pela autora, bem
como a conduta da Ré de forma comissiva e omissiva e o nexo de causalidade.
Dispõe o art. 186 do CC que:
“Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência,
violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete
ato ilícito”.
Causado o dano ilícito surge a obrigação de indenização, conforme dispõe
o art.927 do CC, in verbis:
“Aquele que por ato ilícito (art. 186 a 187), causar dano
a outrem fica obrigado a repará-lo.
Parágrafo Único. Haverá obrigação de reparar o dano,
independentemente de culpa, nos casos especificados
em lei, ou quando a atividade normalmente
desenvolvida pelo autor do dano implicar, por sua
natureza, risco para o direito de outrem.”

Inegável é que a Requerida, efetivamente, realizou conduta lesiva contra


a parte autora. Desse modo, estes dispositivos em conjunto asseguram
cristalinamente o direito da preservação da dignidade humana, da intimidade, da
intangibilidade dos direitos da personalidade.
Caracterizado o dano, surge a necessidade deste douto juízo obrigar o
agente causador do dano a repará-lo, com o intuito de buscar apagar ou ao
menos minorar a intensidade da sua culpa, a sua fortuna, o proveito por ele
obtido com o ilícito ou quaisquer outras circunstâncias que a ele digam respeito.
Importante destacar que nossos os atuais entendimentos dos tribunais
estão voltados para a majoração da obrigação de indenizar, face a negativação
indevida.
É da jurisprudência do Colendo Tribunal de Justiça do Distrito Federal,
inclusive com o entendimento da majoração pelo ato lesivo:

Em recentíssima decisão assim entendeu a Emérita 7ª Turma do TJDFT:


CONSUMIDOR PROCESSO CIVIL. AÇÃO
DECLARATÓRIA DE INEXISTÊNCIA DE DÉBITO
C/C INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS.
INSCRIÇÃO INDEVIDA EM CADASTRO DE
PROTEÇÃO AO CRÉDITO. DANO MORAL. IN RE
IPSA. MAJORAÇÃO DO QUANTUM FIXADO.
1. A inscrição indevida do nome do consumidor em
cadastros de inadimplentes demonstra a ocorrência
de ato ilícito capaz de gerar, para o responsável, o

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dever de indenizar o dano moral causado, que, na


espécie, é presumido e independe de comprovação
(dano in re ipsa). Nesse sentido, o valor referente aos
danos morais deve ser fixado em consonância com
os critérios da razoabilidade e proporcionalidade,
mostrando-se apto a reparar, adequadamente, o
dano suportado pelo ofendido, sem onerar demasiada
e despropositadamente o ofensor, levando-se em
conta as circunstâncias concretas do caso específico.
2. Recurso conhecido e provido.

(Acórdão n.1030385, 20160110454254APC, Relator:


LEILA ARLANCH 7ª TURMA CÍVEL, Data de
Julgamento: 05/07/2017, Publicado no DJE:
12/07/2017. Pág.: 364-372)

Destarte, requer a Autora que este douto juízo condene a Ré ao


pagamento de 20 (vinte) salários mínimos a título de danos morais.
Tal medida faz-se necessária como uma função preventiva, vislumbrando
evitar futuros danos a outras pessoas, aplicando-se, assim, uma sanção
pecuniária não relacionada apenas e diretamente com a extensão do dano, mas
com o intuito de prevenir a prática de novos comportamentos ilícitos, ressaltando
ao réu, em caráter particular, mas também à sociedade como um todo, que tal
conduta danosa é inaceitável e intolerável e não se deve repetir.

3 DOS PEDIDOS

Ex positis, requer a autora total procedência da ação para:

a) A citação o Réu para, querendo, contestar a presente ação, ficando desde


logo admoestado que a ausência de defesa importará na presunção de
aceitabilidade dos fatos ora articulados, que passarão a ser considerados
verdadeiros, sem mais formalidades, aplicando-se lhe a pena de revelia.
b) Deferir, LIMINARMENTE, a concessão da antecipação de tutela, para,
determinar a exclusão do nome da Autora do cadastro de inadimplentes do
SERASA, mediante as razões ora invocadas, ressaltando, que referida restrição,
está lhe causando sérios prejuízos, eis que ao praticar atos normais de comércio
fica impedida, constrangimento este desnecessário, uma vez que demonstrada

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a insubsistência de tal restrição, sob pena de multa diária a ser estipulada por
este douto juízo.
c) Condenar o Réu à composição do dano patrimonial no valor de R$ 300,00
(trezentos reais), contabilizados ainda os juros e a correção monetária.
d) Obrigar a Requerida a proceder a imediata baixa do suposto débito, bem como
que surta seus efeitos no que concerne aos efeitos da cobrança indevida.
e) Condenar a Ré ao pagamento de 20 (vinte) salários mínimos a título de danos
morais.
f) Aplicar a multa diária no valor de R$ 2.000,00 (dois mil reais) em cada item
não cumprido.
g) Deferir o pedido dos benefícios da justiça gratuita nos moldes da lei 1060/50,
e artigos 98 e 99 do CPC.
H) A condenação do Requerido em custas e honorários advocatícios na fora no
art. 85 do CPC.
Por fim, requer, por oportuno, a produção de todo o gênero de provas em
direito admitidas, especialmente o depoimento pessoal da Ré sob pena de
revelia, a oitiva de testemunhas, periciais, juntada ulterior de documentos, e
todas as demais que se façam necessárias ao bom deslinde do feito.

4- DO VALOR DA CAUSA

Dá-se à causa, para efeitos fiscais, o valor de R$ 19.380,00 (dezenove mil


trezentos e oitenta reais).

Nestes termos,
Pede deferimento.

Brasília, 11 de dezembro de 2018.


Elias Cordeiro Alencar
OAB-DF 54.153

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